Discovery Sport nacional já está disponível nas concessionárias

Da Redação

vic_2463-2As primeiras unidades do Land Rover Discovery Sport produzido na recém-inaugurada fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia, no sul do estado do Rio de Janeiro, já estão disponíveis para venda nas concessionárias da marca em todas as regiões do Brasil.

O SUV compacto – que já se tornou o mais vendido Land Rover no Brasil, e foi o modelo importado mais vendido em agosto – é oferecido no mercado brasileiro em três diferentes versões de acabamento: SE, HSE e HSE Luxury.

O Discovery Sport traz tração nas quatro rodas e é equipado com motor 2.0 a gasolina, 240 cv de potência e sistema de transmissão de nove velocidades, com opção para trocas sequenciais no volante. O conjunto proporciona força de 340 Nm de torque entre 1.800 e 4.000 rotações.

vec_3725-2Enquanto as marchas baixas oferecem mais força, as marchas altas trazem relação mais longas, proporcionando economia de combustível e conforto, aliados a índices mínimos de ruído e trepidação dentro da cabine.

De série, além do conjunto motor e câmbio, o veículo é equipado com exclusivo sistema Terrain Response, que adapta todas as configurações de tração, aceleração e torque de acordo com o tipo de terreno em que se trafega: normal, grama/neve/cascalho, lama e sulcos, areia, além do modo Eco, que maximiza a economia de combustível.

Retrovisores elétricos, sistema de ignição stop/start, sistema de entretenimento com tela touchscreen de 8”, conexão Bluetooth com streaming de áudio, entrada USB e sete airbags, incluindo um para proteção dos joelhos do motorista também chegam em todas as versões do modelo.

Na versão HSE Luxury, o modelo ainda é equipado com faróis xenon com assinatura em LED, teto solar panorâmico, ar condicionado dual zone, bancos em couro Windsor climatizados com memória de regulagem para passageiro e motorista, sistema de áudio Meridian com 16 alto-falantes e um subwoofer, com 825W de potência, rodas em liga leve de 19 polegadas, iluminação interna configurável e duas entradas USB na segunda fileira de bancos. A versão também conta com teto panorâmico fixo.

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Fotos: Divulgação / Land Rover / Victor Eleutério

Sim, nós temos autódromo em MG

Rogério Machado* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 09/09/2016)

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Imagem: Divulgação

Minas Gerais recebeu, no último fim de semana, o seu esperado asfalto sagrado. Foi inaugurado, na cidade de Curvelo, região Central, o Circuito dos Cristais, proposta que promete atender não somente a demanda por uma pista de corridas, como, também, é um local dotado de espaços para abrigar uma série de outros esportes motorizados em uma área de 4 milhões de metros quadrados.

Para se ter ideia do tamanho, o espaço inclui uma reserva natural e um loteamento na área anexa do complexo de recreação, batizado de Clube Casa de Pista. Os proprietários, além de possuírem uma casa anexa ao conjunto de pistas, possuem acesso livre aos eventos. Todo esse plano, que se materializa rapidamente, é fruto da mente dos empresários Alfredo Rodrigues e Marco Túlio dos Santos que assumiram, respectivamente, os aspectos técnicos e financeiros deste empreendimento.

O local não poderia ser mais interessante no que diz respeito ao cenário, localizado em pleno cerrado, com visível atenção a preservação de vegetação através de uma reserva intocável e com um perfil topográfico variado. Não deixa dúvida de que o sucesso virá a passos largos. A opção por Curvelo foi motivada por uma série de fatores, entre eles a malha rodoviária que possibilita o acesso fácil a Belo Horizonte (160 Km) e ao aeroporto de Confins (144 Km). Além disso, segue a lógica do Green Field, aquele tipo de empreendimento que parte da estaca zero, sem antecedentes que possam limitar ou influenciar o novo projeto.

A oportunidade de conceber um autódromo, com esta envergadura, possibilita uma série de considerações que podem determinar o seu futuro, atraindo mais e mais realizações. Visitando o local pela primeira vez, é possível perceber a atenção dedicada aos acessos, estacionamento, áreas de circulação e comercial (equipamentos esportivos, turismo e alimentação), arquitetura dos boxes e edificações de apoio.

vei1-reta-de-chegada-com-algumas-instalacoes-concluidasEmbora ainda em fase de implantação, torna-se evidente que o planejamento não foi intuitivo e, sim, fruto da visão de quem estudou a fundo antes de enterrar ali a primeira pá. Digo isso tendo visitado autódromos americanos que me vêm a mente quando vejo o Circuito dos Cristais, entre eles Laguna Seca, em Monterey (Califórnia), e Road América, em Elkhart Lake (Wisconsin).

Estes dois circuitos mistos americanos se tornaram ícones em um país que idolatra os circuitos ovais. Ambos já completaram 60 anos de idade e tenho certeza que o circuito mineiro também fará história. Autódromos como o de Silverstone, no Reino Unido, mantém no mesmo complexo escolas de pilotagem, oficinas de preparação, concessionária de carros esportivos, lojas de acessórios de performance e, até mesmo, instalações de equipes de Fórmula 1. Nesse último caso, a Sahara Force India.

Além disso, nas cidades periféricas, em um raio de ate 60 quilômetros, estão localizadas as equipes de F-1 Williams (Wantage), Marussia (Banbury), Lotus (Enstone), Mercedes (Brackeley) e Red Bull (Milton Keynes). A concentração rendeu a região o nome de Motorsport Valley. O grande desafio aos autódromos é a sua sustentabilidade financeira. Daí muitos se tornarem empreendimentos particulares ou administrados por patrocinadores, como verdadeiras empresas, longe das mãos do Estado.

Laguna Seca é dirigida pela Mazda e o Road America é uma empresa privada. O Brasil possui 17 autódromos, 5 deles privados e 12 públicos.

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Race Resort será a verdadeira Disneylândia da velocidade:

O Circuito dos Cristais segue uma modalidade de empreendimento chamado de Race Resort, atendendo exatamente aspectos da sustentabilidade do negócio. Ao longo de sua implantação, ele visa incorporar o condomínio residencial a sua volta, um centro hoteleiro, uma área comercial de caráter convencional e uma específica para o business das competições e eventos, reduzindo a sazonalidade da atividade.

O trajeto do novo autódromo mineiro tem a extensão de 4,4 quilômetros e é formado por onze curvas à direita e sete à esquerda, além de uma reta com quase 1 km. A pista, com largura entre 13 e 22 metros, segue as normas internacionais com uma variação de, no máximo, 1 metro de largura a cada 20 metros.

Além disso, conta com declives e aclives que atingem uma variação de trinta metros, trazendo mais prazer e tornando o percurso mais desafiador para quem pilota. Os responsáveis pela direção de algumas modalidades de competições nacionais já visitaram o Circuito dos Cristais e a aprovação foi unânime, o que favorece a inclusão de Minas no calendário da Fórmula Truck, Stock Car, Campeonato Brasileiro de Turismo, Mercedes-Benz Challenge e Fórmula 3 Brasil. Para quem quer participar, serão realizadas provas organizadas localmente. No grupo das duas rodas estarão presentes motos com 1.000cc nas categorias Superbike Pro, Superbike Stock, Superbike Master e Superbike Light.

vei4-o-cerrado-se-movimenta-com-as-motosAlém destas, serão organizadas provas para 600cc, 500cc, 300cc e Touring (com motos de rua), dando oportunidade de os pilotos elaborarem suas habilidades, subindo de categoria gradativamente. Para aqueles que preferem os carros, será possível optar pela categoria “Marcas e Pilotos”, com as graduações Super, Light e Novatos. Considerando sempre a experiência dos pilotos e a potência dos veículos.

Assim como nas motos, as categorias Touring e Touring GT possibilitarão a participação de novatos em veículos normais e superesportivos que poderão estar, até mesmo, emplacados. Outras atividades contarão com traçados específicos, com destaque para: motocross, enduro, cross-country e, até mesmo, atendendo as bicicletas na categoria mountain bike, com inúmeras possibilidades dentro da área do autódromo. A enorme opção de áreas permitirá, ainda, o encontro de antigomobilistas, corridas de automóveis e motocicletas clássicas, autoclubes e motoclubes, feira de peças e muito mais. Um centro médico e heliponto completarão as necessidades de emergência, cumprindo os padrões de segurança da atividade.

Inauguração – Para a inauguração foram organizadas provas de motovelocidade e de automobilismo. A nova pista ofereceu um desafio para todos os pilotos e cada um queria deixar seu nome registrado nesse marco zero do Circuito dos Cristais. Os carros que inauguraram a pista participaram em três categorias e, na motovelocidade, foram cinco categorias.

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Fotos: Rogério Machado

Para criar e construir os troféus de premiação foi convidada a Cooperativa Dedo de Gente, destinada a valorizar o rico artesanato da região. Além disso, pude verificar o grande número de jovens de Curvelo que estão aprendendo e desenvolvendo funções do universo das competições, sinalizando um amplo leque de possibilidades que a atividade poderá consolidar no município. Quem sabe veremos em Curvelo o início do nosso Motorsport Valley.

*Colaborador

Triumph lança a nova Tiger Explorer XCa no mercado brasileiro

Da Redação

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Depois de lançar no mercado nacional a nova linha Tiger Explorer, nas versões XR e XCx, agora a Triumph inicia as vendas da top de linha Tiger Explorer XCa. O modelo chega esta semana às 14 concessionárias brasileiras com preço de R$78,50 mil.

Além de todos os equipamentos que já estavam presentes no modelo XCx, a nova XCa traz também sofisticações como dois novos modelos de pilotagem (“esportivo” e “piloto”), para-brisas de viagem com ajuste elétrico (o que aumenta a segurança nas estradas), bancos do piloto e do garupa com aquecimento, pedaleiras em CNC e faróis de neblina em LED.

Uma das novidades é o controle de parada em ladeiras (Hill Hold Control System), que aumenta bastante a segurança do piloto ao parar a moto numa subida.

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Todos os modelos da família são equipados com o mesmo motor tricilíndrico com 1.215 cc e 12 válvulas, capaz de desenvolver 139 cv de potência (a 9.300 rpm) e 123 Nm de torque (a 6.200 rpm). Para fazer um melhor uso desta potência, a nova Tiger Explorer possui embreagem hidráulica, com discos múltiplos e auxílio de torque (slip assist), evitando a fadiga do piloto.

Os três modelos da linha possuem um câmbio especialmente desenvolvido para facilitar as viagens de longa distância, com uma relação de marchas longa, além de também proporcionar uma economia de combustível de 5% em relação ao modelo anterior.

A motocicleta apresenta um novo sistema de escape que auxilia o desempenho do motor. O conjunto do chassi inclui garfos telescópicos WP de 48 mm com retorno ajustável e amortecimento por compressão. Para maximizar o nível de controle de frenagem, toda a linha conta, na dianteira, com dois discos oscilantes de 305 mm, monobloco Brembo de quatro pistões e fixação radial e, na traseira, com um disco único de 282 mm, com pinça deslizante de dois pistões.
A nova Tiger Explorer XCa conta com o Sistema de Suspensão Semi-Ativa da Triumph (TSAS, ou Triumph Semi Active Suspension), uma tecnologia que controla ativamente as configurações da suspensão WP.

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O sistema TSAS se adapta continuamente aos ajustes da suspensão, conforme a pilotagem, entregando melhor controle, conforto e experiência em qualquer superfície, gerenciando ativamente as configurações de amortecimento e as definições de pré-carga para que elas respondam automaticamente à superfície da estrada, velocidade, peso do piloto, carga útil e terreno.

O piloto pode selecionar o tipo de suspensão desejado para o seu passeio. O sistema TSAS oferece ao condutor a capacidade de escolher entre road e off-road, com diferentes configurações de pré-carga e amortecimento para cada condição de pilotagem.

Adicionalmente, cada uma dessas configurações ainda possui nove diferentes etapas facilmente selecionáveis, que vão de conforto a sport. Na Tiger Explorer XCa, são cinco modos de pilotagem à disposição do piloto: estrada, chuva, off-road, esportivo e piloto.
Um novo recurso é a Unidade de Medição de Inércia (IMU, ou Inertia Measurement Unit), que faz a medição contínua do comportamento da motocicleta e de seus movimentos, de acordo com a taxa de inclinação do piloto, esterçamento e aceleração vertical, longitudinal e lateral.

Estas informações são processadas pela nova Unidade de Controle Central da Triumph Explorer (CCU, ou Chassis Control Unit), que oferece os dados relevantes ao sistema TSAS, através do qual ele otimiza continuamente as configurações de suspensão traseira. Os dados IMU são utilizados para otimização dos freios ABS e do controle de tração também em curvas, oferecendo ao piloto a melhor frenagem e controle da motocicleta em todos os ângulos. O novo modelo também oferece, de série, o recurso de otimizar o uso dos freios ABS e do controle de tração nas curvas, por meio do monitoramento do ângulo de inclinação.

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Fotos: Divulgação / Triumph

Recall da Harley-Davidson

Da Redação

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Foto: Divulgação / Harley-Davidson

A Harley-Davidson do Brasil comunica que foram identificadas mais 115 unidades dos modelos Electra Glide Ultra Limited e Street Glide Special, anos de fabricação 2015 e 2016, modelo 2016, fabricadas no Brasil. A empresa convoca os proprietários dessas motocicletas para comparecerem a uma concessionária da marca.

A iniciativa atinge 438 unidades (contando com a quantidade envolvida no recall anterior mais as contabilizadas na expansão da campanha) em todo o território nacional. Confira tabela abaixo:

Modelos

Ano de fabricação

Ano modelo

Chassi não sequencial

FLHTK – Electra Glide® Ultra Limited

2015 e 2016

2016

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9321KELJXGD605799 à 9321KELJXGD677831

FLHXS – Street Glide® Special

2015 e 2016

2016

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9321KRMJXGD605808 à 9321KRMJXGD683005

O objetivo da expansão dessa campanha é solicitar o encaminhamento das motocicletas envolvidas à rede de concessionárias Harley-Davidson em todo Brasil, para a desmontagem do cilindro mestre da embreagem hidráulica, lavagem com solução apropriada e posterior remontagem.

Tal medida é necessária devido a uma eventual reação química indesejada dentro do cilindro mestre da embreagem hidráulica que poderá impedir o desengate do sistema de embreagem após longos períodos de inatividade. Como consequência, ainda que a embreagem seja acionada pelo condutor ao ligar a motocicleta, o sistema continuará engatado, situação que poderá ocasionar a queda do motociclista, com eventuais danos físicos e materiais, inclusive a terceiros.

As motocicletas abrangidas no recall serão inspecionadas e, caso apresentem o problema, serão imediatamente reparadas. O serviço é gratuito e tem duração estimada de 1h30. Para mais comodidade, a Harley-Davidson recomenda o agendamento prévio por meio do SAC. Para informações adicionais, basta consultar uma concessionária da marca em todo o Brasil, acessar a página eletrônica da empresa ou contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor.

Para certificar se o veículo deve ser direcionado a uma concessionária, a Harley-Davidson do Brasil disponibiliza informações aos clientes no site da empresa (www.harley-davidson.com.br), no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) – 0800 724 1188, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h (exceto feriados) – ou ainda por e-mail (sac@harley-davidson.com.br).

Land Rover libera primeira imagem oficial do novo Discovery

José Oswaldo Costa*

lr_new_disco_first_image_release_060916_01_lo-res-2A nova geração do SUV de sete lugares da Land Rover, o Discovery, está para ser lançada. Sua primeira aparição oficial será na véspera do Salão de Paris, no dia 28 de setembro.

Para Gerry McGovern, chefe de design da Land Rover, “o novo Discovery é um veículo que redefine o segmento de SUVs de grande porte. Os times de design e engenharia da Land Rover conseguiram revolucionar o DNA do Discovery, ao criar um veículo com bastante apelo, extremamente versátil e incrivelmente capaz dentro do segmento de SUVs premium”.

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Fotos: Divulgação / Land Rover

*Com informações da Land Rover

Renault Sandero R.S – esportivo de corpo e alma

José Oswaldo Costa (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 02/09/2016)

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Entre janeiro e julho desse ano, foram comercializadas 32.114 unidades do Renault Sandero. Isso significa uma média mensal de cerca de 4.587 unidades. Quando lançou a versão mais apimentada do hatch compacto, a RS, a montadora tinha a expectativa de vender entre 150 e 200 unidades/mês.

Porém, os números apresentados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) contemplam todas as versões de cada veículo, sem distinção. Portanto, não temos como contabilizar quantas unidades emplacadas do Sandero em 2016, que mostramos anteriormente, referem-se ao RS. Da mesma forma, não é possível avaliar se as pretensões da Renault, na sua apresentação, foram plenamente atingidas. Certo é que, hoje, o hatch ocupa a 9ª colocação no ranking dos automóveis mais vendidos do Brasil.

Recebemos uma unidade do Sandero RS para avaliações. Logo de cara, o visual agressivo impressiona e chama atenção. A unidade que recebemos tinha carroceria na cor branca. Dessa forma, as carcaças dos retrovisores, o local de fixação da placa na traseira e as bonitas rodas em liga leve de 17 polegadas (pneus 205/45 R17), todos na cor preta, se destacavam bastante. Na mesma cor eram as faixas laterais, exclusivas da versão.

Outro diferencial são as luzes diurnas em LED, fixadas nas extremidades do para-choque dianteiro. Na grade do radiador, logo abaixo do tradicional símbolo da Renault, está posicionada a sigla RS. Na traseira, ela aparece no lado direito da tampa do porta-malas. No esquerdo, a montadora francesa aproveitou o próprio nome da marca e acrescentou o Sport abaixo dela.

GEDSC DIGITAL CAMERAOutro toque exclusivo são os acabamentos em cinza dos para-choques dianteiro e traseiro (que foram redesenhados), bem como a ponteira de escapamento dupla, responsável por um “ronco” que é verdadeira música para os ouvidos dos amantes da velocidade. Completam o pacote faróis e lanternas traseiras com máscara negra. Sendo um exemplar esportivo, não poderiam faltar o spoiler dianteiro, o aerofólio traseiro e as saias laterais. Essas últimas com um adesivo Renault Sport.

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No interior, destaque para os bancos esportivos e envolventes. Eles são majoritariamente pretos. A parte superior, bem como os encostos de cabeça (que têm a sigla RS bordada), é na cor cinza-claro. Duas faixas, vermelha e cinza-claro, atravessam o restante do banco, na vertical. As costuras são vermelhas. Os bancos traseiros são mais discretos e contam, somente, com as faixas verticais.

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No painel, as mudanças em relação às versões “mansas” do Sandero são mais discretas. Chama atenção o volante, de boa empunhadura, com desenho igual ao do Clio RS europeu. A base do raio central é vermelha e traz o RS para diferenciar ainda mais. Tanto o volante quanto o pomo da alavanca de mudanças de marchas apresentam costuras vermelhas. Os pedais esportivos são em alumínio.

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No quadro de instrumentos, o grande diferencial é o velocímetro que, de acordo com toda a linha RS, traz fundo na cor cinza. Os dois outros mostradores, posicionados à direita e à esquerda, tem o fundo preto. Os instrumentos têm novos grafismos.

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Mecânica – A aparência, conforme descrevemos anteriormente, é digna de um esportivo. Mas, é embaixo do capô que se encontra a grande (e vital) mudança. O Sandero é o primeiro modelo RS com foco em um mercado fora da Europa. Ele foi desenvolvido pela Renault Sport, divisão esportiva da montadora francesa.

O motor 2.0 16V é o mesmo utilizado no utilitário compacto Duster. Com as alterações feitas, ele desenvolve 150 cv com etanol e 145 cv com gasolina. O torque é de 20,9 kgfm e 20,2 kgfm, respectivamente. A relação peso/potência é de 7,74 kg/cv.

Em relação ao Sandero GT-Line, “primo” que, de esportivo, só tem a roupa, já que utiliza motor 1.6, a diferença é de 44 cv. De acordo com a Renault, o Sandero RS leva 8 segundos para sair da imobilidade e atingir os 100 km/h. A velocidade máxima, ainda segundo a montadora, é de 202 km/h. O modelo é arisco e reage prontamente ao acelerador. O conta-giros sobe rapidamente, mostrando que o compacto não está para brincadeiras.

O câmbio manual é de 6 marchas, com engates precisos. O curso é um pouco longo demais. Uma novidade em relação às demais versões é a adoção da direção eletro-hidráulica, leve em manobras e com o peso certo em velocidades mais altas.

A divisão esportiva da Renault também fez um ótimo trabalho na reconfiguração da suspensão. Molas, amortecedores, batentes e barras estabilizadoras foram recalibradas. As molas são 92% mais duras na dianteira e 10% na traseira. O Sandero RS é firme e confiável, sem ser desconfortável. Ajuda muito no bom desempenho em curvas ele ser mais baixo (2,6 centímetros). É muito divertido guiá-lo em velocidades mais altas em trechos sinuosos.

Além desse desempenho diferenciado, também transmite muita segurança ao condutor os freios a disco nas quatro rodas. Eles são de 280 mm na dianteira e de 240 mm na traseira. Completam esse belo pacote os controles eletrônicos de tração e estabilidade, exclusividades dessa versão esportiva.

O modelo conta com o sistema RS Drive, que altera o mapeamento do motor. O motorista pode usá-lo no modo Standart, onde o foco é a economia de combustível. Inclusive, há um indicador no painel de instrumentos para o melhor momento para a troca de marchas. Nesse modo, o controle de estabilidade funciona 100%. Sempre que o carro é ligado, ele encontra-se no modo Standart.

GEDSC DIGITAL CAMERAOutra opção é o modo Sport, com o motor ficando mais “bravo”, que mantém o controle de estabilidade ativo, mas sem atuar o tempo todo. Nele o pedal fica com respostas mais rápidas, o ronco do motor é mais esportivo, a desaceleração mais lenta, a marcha-lenta aumentada para 950 rpm e há um alerta sonoro da troca de marcha.

Por fim, o condutor pode desligar por completo o controle de estabilidade (mantendo o botão pressionado), entrando no modo Sport+, o que significa dizer que o motor continua mapeado para obter o máximo de rendimento. São mantidos os demais recursos do modo Sport.

O botão de acionamento do sistema está localizado no console central, abaixo do sistema de ar-condicionado e dividindo espaço com os comandos dos vidros elétricos traseiros.

O modelo é vendido com direção eletro-hidráulica, faróis de rodagem diurna em LED, ar-condicionado automático de uma zona, vidros elétricos dianteiros e traseiros, banco do motorista regulável em altura, piloto automático (controlador e limitador de velocidade), assistente de partida em rampas e sistema multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas, entre outros. O único opcional são as rodas de 17 polegadas que equipavam a versão avaliada, ao preço de cerca de R$1 mil. Se não fizer questão delas, o comprador levará para casa rodas de 16 polegadas calçadas com pneus 195/55 R16.

GEDSC DIGITAL CAMERAO Renault Sandero é um legítimo esportivo, tanto em comportamento quanto em desempenho. As arrancadas são vigorosas e sua capacidade de enfrentar trechos com muitas curvas, sem causar sustos ao condutor, realmente impressiona. É um veículo na medida para os saudosos, aqueles que se acostumaram com a presença de modelos como VW Gol GTi; Ford Escort XR3 e Chevrolet Kadett GSi, por exemplo.

Nos últimos tempos, acostumamos a ter em nosso mercado veículos com desempenho fraco trajando roupa de esportivo. Ou seja, apenas imagem e nada mais. Não é o caso do Sandero RS 2.0 16V, definitivamente. Ele é um hatch cativante e desenvolvido para agradar os aficionados em velocidade por um preço razoável. Falando nisso, na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço é R$60,86 mil.

O senão fica para o acabamento interno. A Renault poderia ter caprichado mais em um veículo desse preço. A origem em um segmento mais “humilde” não explica tanto plástico rígido nesta versão, que é topo de linha e diferenciada. O painel das portas, por exemplo, merecia material melhor, tanto visualmente quanto ao tato. Nem que fosse, ao menos, na região de apoio para os braços.

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O mesmo ocorre com o painel, com materiais idênticos aos utilizados nas versões com motor 1.6, e muito mais baratas. Também deveriam ser oferecidos, ao menos como opcionais, outros airbags além dos dois frontais obrigatórios.

Mecanicamente e no visual externo, a montadora francesa acertou em cheio com essa versão Renault Sport. Agora é só dar uma olhada, com mais carinho e atenção, para o interior. Muito pouco para tornar ainda melhor um carro que oferece qualidades que andavam em falta no nosso mercado.

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Fotos: José Oswaldo Costa

 Ficha Técnica

✔ Velocidade máxima — 200/202 km/h (gasolina/etanol)

✔ 0 a 100 km/h — 8,4/8,0 segundos  (gasolina/etanol)

✔ Potência — 145/150 cv (gasolina/etanol)

✔ Consumo Médio Gasolina — 8,1 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada)

✔ Consumo Médio Etanol — 5,7 km/l (cidade) e 7,5 km/l (estrada)

✔ Distância entre eixos — 2,59 metros

✔ Comprimento — 4,07 metros

✔ Largura — 1,73 metro

✔ Altura — 1,50 metro

✔ Capacidade do porta-malas — 320 litros

✔ Capacidade do tanque — 50 litros

✔ Pneus/ Rodas — 195/55 R16 (opcional 205/45 R17)

Outras fotos do Sandero RS: www.flickr.com/photos/detalhauto

BMW F 700 GS chegará ao Brasil com produção nacional

Da Redação

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Foto: Divulgação / BMW Motorrad

A partir da próxima segunda (5 de setembro), os clientes BMW Motorrad passam a contar com uma nova opção para aqueles que buscam adentrar no segmento de motocicletas big trail premium. Trata-se da inédita BMW F 700 GS. Os interessados poderão acessar e se cadastrar no hotsite exclusivo para este novo modelo: www.bmwmotorrad.net.br/F700GS.

 A nova GS da Série F estará disponível nas concessionárias em novembro, com preço especial de R$39,95 mil. Ela também faz parte da gama de modelos a ser produzida na nova fábrica da BMW Motorrad em Manaus (AM) e que agregará outras nove motocicletas: F 800 GS, F 800 GS Adventure, F 800 R, R 1200 GS, R 1200 GS Adventure, S 1000 R, S 1000 RR e S 1000 XR, além da inédita BMW G 310 R.

Para uma melhor ergonomia e conforto no uso cotidiano, a big trail vem com altura do banco menor em relação ao solo (820 milímetros) – ligeiramente mais baixa em relação à BMW F 800 GS.

A moto utiliza motor de dois cilindros e oito válvulas com duplo comando, 798 cc, a gasolina, com refrigeração líquida, que equipa a BMW F 800 GS, e se destaca por sua confiabilidade e durabilidade. Este motor conta com sistema de injeção de combustível combinado a uma caixa de transmissão de seis marchas.

A potência é de 75 cv (a 7.300 rpm), com torque máximo de 77 Nm (disponíveis a 5.300 rpm). O pacote de itens de segurança incorpora sistema de freios com tecnologia BMW Motorrad ABS, com disco duplo de 300 mm, na dianteira, e disco de 265 mm, na traseira.

Entre os equipamentos inclusos destacam-se ajustes de compressão da mola traseira, de retorno do amortecedor traseiro, dos manetes de freio e embreagem, amortecimento variável auxiliar, balança de alumínio dupla, lentes das luzes indicadoras de direção escurecidas, lanterna traseira em LED, sensor de cavalete lateral e tomada 12V.

 A nova BMW F 700 GS faz sua estréia no mercado nacional, em campanha de pré-venda, com pacote Premium, disponível nas cores cinza metálico e laranja, e equipada com manoplas aquecidas e protetores de mãos, controle de pressão dos pneus (RDC), computador de bordo, controle de tração (ASC), luzes indicadoras de direção em LED e cavalete central.