Subaru Outback com mais segurança e conforto

Da Redação

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Divulgação / Subaru / Jim Haefner

A Subaru iniciou, nesta semana, as vendas da linha 2016/2016 do modelo Outback 3.6R, com novos equipamentos que ampliam os padrões de segurança, conforto e comodidade.

Disponível em versão única de acabamento e preço sugerido de R$186,90 mil, o Outback 3.6R passa a contar com os benefícios do sistema Subaru Rear/Side Vehicle Detection (SRVD), que identifica e informa ao motorista, por meio de um sinal luminoso no espelho retrovisor, a presença de veículos próximos durante a execução de manobras.

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Divulgação / Subaru

O SRVD reúne várias tecnologias de segurança, como:

Blind Spot Detection: durante a rodagem, sensores instalados nos extremos do parachoque traseiro monitoram e informam, por meio de um ícone luminoso nos espelhos retrovisores a presença de veículos ou motos em pontos cegos.

Lane Change Assist: quando o condutor aciona a seta para mudar de faixa de rolamento e o sistema identifica a presença de um veículo no ponto cego, o ícone luminoso pisca no espelho retrovisor, ajudando na execução segura da manobra.

Rear Cross-Traffic Alert: bastante útil no momento de retirar o veículo de vagas de estacionamento, por exemplo, essa tecnologia monitora e sinaliza, durante a utilização da marcha a ré, a presença de outros veículos e motos que estejam no ponto cego ou áreas visualmente cobertas por obstáculos, evitando eventuais colisões.

Outra novidade da linha 2016/2016 do modelo, também relacionada a ampliação dos níveis de segurança, é o Assistente de Farol Alto, ou HBA (em inglês: High Beam Assist).

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Divulgação / Subaru

Ao acionar o farol alto, uma câmera frontal, instalada na parte superior do parabrisa, próxima ao espelho retrovisor interno, monitora o tráfego. Quando ele detecta um outro veículo em sentido contrário ou à sua frente, ele altera temporariamente a iluminação do veículo para farol baixo, evitando, assim, ofuscar a visão do outro condutor. Ao identificar a pista livre, o farol alto volta a ser acionado novamente.

O Subaru Outback será o primeiro veículo da marca comercializado no Brasil a contar com a tecnologia GPS de série e integrada ao sistema de áudio com tela sensível ao toque de 7 polegadas.

Além da função GPS, o sistema de áudio possibilita a execução de músicas de dispositivos externos como celulares e aparelhos de MP3 (via USB ou tecnologia Bluetooth). Além disso, o motorista visualiza no display as imagens da câmera de ré, acessa a lista de contatos, atende chamadas e tem acesso ao histórico de ligações.

O Outback é equipado com motor Boxer 3.6R, que atinge a potência máxima de 256 cv a 6.000 rpm e torque de 35.7 kgf.m a 4.400 rpm. O motor Boxer 3.6R trabalha em conjunto com o câmbio automático Lineartronic – com possibilidade de troca sequencial de marchas através do sistema paddles shifts.

O modelo conta com os benefícios do sistema de tração integral Symmetrical All-Wheel Drive. Essa tecnologia de tração nas quatro rodas, combinada aos pneus de uso misto, elevada posição de condução e amplos ângulos de entrada (18,6º) e saída (23,1º), permite ao modelo rodar com em qualquer condição de terreno, seja asfalto ou estradas de terra.

Volkswagen – Família TSI é ampliada

José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 30/09/2016)

de São Paulo / SP

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Pedro Danthas

O up! recebeu uma grande “injeção de ânimo” nas vendas quando passou a ter a opção pelo motor 1.0 TSI, de 3 cilindros, turbo. Prova disso é que, quando foi lançado, os executivos da Volkswagen esperavam que a venda das versões com essa motorização chegasse a 20% da gama. A aceitação do mercado foi tamanha que, hoje, o up! TSI é responsável por 50% do volume total.

Atenta a esse belo resultado, a montadora alemã resolveu ampliar o leque de opções da “família” TSI. A partir de agora, os consumidores brasileiros podem comprar o Golf 1.0 TSI, a Golf Variant 1.4 TSI e o Tiguan 1.4 TSI.

Dentre esses, o mais aguardado pelo mercado era o Golf. O modelo foi lançado em 1974 e, desde então, vendeu mais de 30 milhões de unidades no mundo. No Brasil, chegou em 1994 e já emplacou cerca de 390 mil unidades. A atual geração foi lançada em 2014.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Pedro Danthas

O motor que equipa o Golf 1.0 TSI é o mesmo do up!. Porém, com as alterações pelas quais passou, ele entrega 116/125cv (20,4 kgfm de torque) enquanto, o do compacto, tem potência de 101/105 cv (16,8 kgfm de torque). Gasolina e etanol, respectivamente. O câmbio escolhido foi o manual de 6 marchas para essa versão do Golf que é baseada na Comfortline.

Está enganado quem imagina que o motor 1.0 turbo seja fraco para o compacto médio. De acordo com a VW, ele leva 9,7 segundos para sair da imobilidade e alcançar os 100 km/h. A velocidade máxima é de 194 km/h (etanol). Ainda segundo a montadora, os números de consumo são os seguintes: gasolina – 11,9 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada; etanol – 8,4 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada.

A segurança não foi deixada de lado e o Golf 1.0 turbo conta com controles de estabilidade e tração. Os freios são a disco nas quatro rodas. Além disso, o veículo vem equipado com 7 airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista).

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Imagem: Divulgação / Volkswagen

Dentre os itens de série, destaque para a direção elétrica (volante revestido de couro), ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico, travamento central por controle remoto, rodas em liga leve de 16 polegadas, faróis de neblina, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas, freio de estacionamento com o sistema Hill Assist, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com ajuste elétrico (aquecíveis) e luz de seta integrada.

O sistema multimídia, também de série (Composition Media) apresenta tela de 6,5 polegadas sensível ao toque e reúne os sistemas MirrorLink, Apple CarPlay e Google Android Auto.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

Há três pacotes de opcionais disponíveis para o Golf Comfortline TSI. O Elegance traz volante multifuncional revestido de couro, controlador eletrônico de velocidade de cruzeiro, rodas de 17 polegadas com pneus 225/45 R17, sensor de chuva, sistema coming&leaving home e retrovisor interno eletrocrômico.

O pacote Exclusive adiciona aos itens do Elegance um sistema diferenciado de multimídia que conta com navegação por GPS (Discover Media). O pacote Comfort pode ser combinado a qualquer um dos anteriores e inclui ar-condicionado digital de duas zonas e revestimento de couro para os bancos. O teto solar está disponível para ser acrescido aos três pacotes.

A Volkswagen oferece 8 opções de cores para o Golf Comfortline TSI e o preço sugerido é R$74,99 mil. As vendas iniciam-se em novembro.

Tiguan e Golf Variant

Os dois modelos passam a oferecer a mesma opção de motor: 1.4 TSI de 150cv e 25,4 kgfm de torque (com gasolina ou etanol). Para o SUV Tiguan, a escolha da VW foi pelo câmbio automatizado (DSG) de 6 marchas. No caso da perua Golf Variant, a opção foi pelo automático, também de 6 marchas, com possibilidade de trocas manuais na alavanca de câmbio ou por meio de “borboletas” no volante.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Ingo Barenschee

Como o foco do Tiguan 1.4 TSI é o custo-benefício, ele possui somente tração 4×2. A 4×4 está disponível para a versão equipada com motor 2.0 TSI, que continua a ser vendida. O modelo é 84 quilos mais leve nessa nova versão.

Assim como no caso do Golf, o desempenho desse motor não faz feio: 0 a 100 km/h em 9,2 segundos e velocidade máxima de 195 km/h. Quanto à segurança, é equipado com 6 airbags (frontais, laterais e do tipo cortina) e controles de tração e estabilidade.

Dentre os itens de série, podemos destacar o sistema Start/Stop, direção com assistência elétrica, rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus 235/55, oito alto-falantes, controlador de velocidade de cruzeiro, ar-condicionado, volante multifuncional com acabamento de couro (com ajustes de distância e profundidade), computador de bordo, freio de estacionamento eletrônico com função auto-hold e sensor de estacionamento.

Opcionalmente, o utilitário pode ser equipado com o pacote Elegance, que acrescenta ar-condicionado digital de duas zonas, rodas de liga leve de 18 polegadas calçadas com pneus 235/50 R18, sistema Kessy (destravamento das portas por aproximação da chave e partida do motor por meio de botão no console), câmera de ré, sensor de chuva, entre outros. Também há opção pelo teto solar panorâmico. O preço sugerido para a versão única é R$125,99 mil.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

O desempenho da Golf Variant 1.4 TSI é um pouco superior ao do Tiguan. Segundo a VW, ela alcança os 207 km/h de velocidade máxima e leva 9,1 segundos para sair da imobilidade e chegar aos 100 km/h (com etanol). A perua será vendida em duas versões: Comfortline (R$101,88 mil) e Highline (R$113,29 mil).

A Comfortline traz como equipamentos de série o sistema Star/Stop, direção elétrica, ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, rodas em liga leve de 16 polegadas calçadas com pneus 205/55 R16, freio de estacionamento com o sistema Hill Assist, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com ajuste elétrico (aquecíveis) e luz de seta integrada. Há opção por rodas de liga leve de 17 polegadas (pneus 225/45 R17).

A versão topo de linha Highline oferece os mesmos itens acrescidos de ar-condicionado digital de duas zonas, bancos em couro, lanternas de LED, volante multifuncional e sensores de chuva e luminosidade.

Opcionalmente, essa versão pode ser equipada com faróis de xenônio, rodas de liga leve de 17 polegadas, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 8 polegadas e capacidade para realizar o espelhamento de celular nas plataformas Mirrorlink, Android Auto e Google CarPlay. O modelo oferece, de série, a possibilidade de seleção do perfil de direção com quatro modos (Normal, Sport, Eco e Individual).

A perua também se destaca pela segurança: sete airbags (dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros, dois laterais do tipo cortina e um de joelho para o motorista), controles de tração e estabilidade, bloqueio eletrônico do diferencial, distribuição eletrônica de frenagem, sistema Isofix de fixação de cadeirinha de criança e freios com sistema de frenagem automática pós-colisão. Ainda há o sistema de monitoramento frontal por meio de radar (para evitar colisões), detector de fadiga e a mais nova versão do sistema de assistência de estacionamento capaz de auxiliar as manobras em vagas paralelas e perpendiculares.

*o colaborador viajou a convite da Volkswagen do Brasil

 

Compass – novo norte para o segmento

José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 30/09/2016)

do Recife (PE)

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Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

A Jeep apresentou, nessa semana, a nova geração do SUV médio Compass.  O modelo, que fez sua estréia mundial, é fabricado na planta de Goiana (PE). A produção local atenderá ao mercado da América Latina.

Com a inclusão do Compass, a produção da fábrica pernambucana – que também inclui o Jeep Renegade e a Fiat Toro – chega a 180 mil unidades/ano. Sua capacidade instalada é para 250 mil unidades/ano.

O Compass ficou muito bonito e, principalmente na traseira, lembra muito seu “irmão” maior, o Grand Cherokee. Na frente, destaque para a tradicional grade do radiador com suas sete fendas e os pára-lamas com contornos trapezoidais.

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

A linha do teto, descendente na traseira, dá o toque esportivo. Tanto os faróis, quanto as lanternas traseiras, receberam assinatura em LED e são de série desde a versão de entrada. Luzes diurnas e faróis de neblina também estão presentes. Nas versões Limited e Trailhawk os faróis são de xenon.

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

Chama atenção o friso que começa na base da coluna A, acompanha a linha superior dos vidros laterais, atravessa a coluna C e contorna o vidro traseiro pela lateral e por baixo. Na traseira, as lanternas, com bonito e moderno design, invadem a tampa do porta-malas.

No interior, agradável e acolhedor, destaque, assim como já ocorre com o Renegade, para o esmerado acabamento que utiliza materiais de qualidade superior. O revestimento do painel, por exemplo, é de material emborrachado e macio ao toque.

O quadro de instrumento traz tela em TFT (de sete polegadas) com informações sobre o utilitário no computador de bordo incluindo, também, áudio, GPS, telefonia e recursos de segurança.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Studio Cerri

O sistema multimídia apresenta tela de 8,4 polegadas sensível ao toque a partir da versão Longitude. Através dela são controlados áudio, GPS, ar-condicionado, Bluetooth e apresentadas as imagens da câmera de ré. O sistema de som da marca Beats, de 506 Watts de potência, 9 alto-falantes e subwoofer é opcional.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Studio Cerri

No quesito segurança, são itens de série: controle eletrônico de estabilidade (ESC), sistema anticapotamento (ERM), sistema de monitoramento de pressão de pneus (TPMS), controle de velocidade de cruzeiro, controle de partida em subida, assistente de partida em rampa (HSA), freios a disco nas quatro rodas com ABS, três pontos de fixação de cadeiras infantis Isofix, repetidores de direção nos retrovisores externos, faróis de neblina com função cornering (acende do lado que se esterça em manobras ou em baixas velocidades) e direção de torque dinâmico (DST), que induz o condutor a virar o volante corretamente em uma situação de perda de aderência.

 As versões Sport e Longitude oferecem os obrigatórios airbags frontais. Como opcionais, podem ser equipadas com mais cinco (dois laterais, dois do tipo cortina e um para os joelhos do motorista). Os sete airbags são de série para as versões Limited e Trailhawk.

 Outros recursos presentes no Jeep Compass são o controle adaptativo de velocidade (ACC), monitoramento de mudança de faixa (LDW), farol alto automático (AHB) e aviso e prevenção de colisão frontal (FCWP), que engloba frenagem automática. O sistema de estacionamento automático, Park Assist, que opera em vagas paralelas e perpendiculares, é outro recurso disponível.

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

 Motores e câmbios – Serão duas opções de motor e câmbio. O motor 2.0 bicombustível oferece 159/166 cv de potência e 20,5 kgfm de torque. Ele trabalha em conjunto com o câmbio automático de 6 marchas.

A outra motorização é a 2.0 turbodiesel capaz de render 170 cv de potência e 35,7 kgfm de torque.  Nesse caso, o câmbio é automático de 9 marchas. Somente as versões com motor a diesel possuem tração 4×4. O motivo alegado pela montadora é o fato desses motores oferecerem mais torque.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Pedro Brito / Studio Cerri

A tração 4×4 com função 4WD Low (reduzida), chamada pela montadora de Jeep Active Drive Low, acompanha o sistema Selec-Terrain, que prepara o veículo para lidar da melhor forma possível com o piso.

 Basta girar o seletor no console central e o conjunto mecânico se adapta aos modos Snow (neve, para terrenos escorregadios), Sand (areia), Mud (lama) e Rock (pedra), este último exclusivo da versão Trailhawk. Ainda há o modo Auto, quando o veículo se adapta da melhor maneira possível, de forma automática, ao terreno o qual trafega.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Pedro Brito / Studio Cerri

 Tivemos a oportunidade de guiar o Compass em uma pista off road, montada dentro da planta da Jeep em Goiana (PE), e podemos afirmar que nenhum dos concorrentes apontados pela montadora possuem capacidade equivalente para terrenos desse tipo. Sua aparência mais urbana engana, e muito!

 Os números de consumo, medidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) são: 2.0 Flex (gasolina) – 8,1 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada; 2.0 Flex (etanol) – 5,5 km/l na cidade e 7,2 km/l na estrada e 2.0 Turbodiesel – 9,8 km/l na cidade e 11,4 km/l na estrada.

Versões e preços sugeridos do Jeep Compass:

Sport 2.0 Flex 4×2 (automático 6 marchas) – R$99,99 mil

Longitude 2.0 Flex 4×2 (automático 6 marchas) – R$106,99 mil

Limited 2.0 Flex 4×2 (automático 6 marchas) – R$124,99 mil

Longitude 2.0 Turbodiesel 4×4 (automático 9 marchas) – R$132,99 mil

Trailhawk 2.0 Turbodiesel 4×4 (automático 9 marchas) – R$149,99 mil

Haverá uma edição de lançamento, limitada a 500 unidades, que recebeu o nome de Opening Edition. Ela é baseada na versão Longitude Flex. O pacote de itens que a equipa custa R$2,5 mil. O preço sugerido final ficará em torno de R$109,50 mil.

Devido ao preço das versões de entrada, uma questão levantada pela imprensa presente ao evento de lançamento, dizia respeito a uma possível canibalização das versões mais caras do Renegade pelo Compass.

De acordo com os diretores da Jeep, o Renegade está mais vinculado ao Wrangler. Por esse motivo, ele atende um público mais voltado para o off-road, um perfil de usuário que gosta de encarar o fora de estrada

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Divulgação / Jeep

Por outro lado, o Compass está ligado ao Cherokee e, dessa forma, a um perfil de comprador mais urbano. Dessa forma, o comprador de um Renegade não é o mesmo de um Compass e não haverá “concorrência” nas vendas dos dois modelos.

A Jeep acredita que os principais concorrentes do SUV médio serão os seguintes, de acordo com cada motorização: Flex – Hyundai ix35; Kia Sportage e Mitsubishi ASX. Diesel – BMW X1; Mercedes-Benz GLA e Audi Q3.

A montadora tem expectativa de que a versão Longitude concentrará 50% das vendas do novo modelo (Flex – 30% e Turbodiesel – 20%). O Compass tem garantia de 3 anos e as revisões são a cada 12 mil quilômetros para as versões flex e 20 mil quilômetros para as diesel.

Falando em vendas, a Jeep espera comercializar cerca de 24 mil unidades/ano, ou seja, algo em torno de 2 mil unidades/mês. Do total anual, 8 mil unidades deverão abastecer os demais mercado da América Latina. Traduzindo, no Brasil espera-se que sejam emplacadas 16 mil unidades/ano (1.330 unidades/mês).

São números bastante ambiciosos e que tornariam o Compass líder do segmento. Isso porque, dos concorrentes apontados pela Jeep, o Hyundai ix35 foi o líder de vendas em 2015. E ele emplacou, no ano passado, 14.729 unidades (algo em torno de 1.227 unidades/mês).

Ainda teremos a oportunidade de avaliar o novo Compass por um período mais longo. Mas, nesse primeiro contato com o modelo e em conversas com colegas jornalistas, ficou claro para todos que a Jeep tem em mãos um veículo acima da média, plenamente capaz de repetir o enorme sucesso do Renegade no Brasil.

Design, conforto, tecnologia, desempenho e, principalmente, preços ao ser comparado com a concorrência, o Compass tem de sobra. O mercado dirá se essa expectativa será, ou não, confirmada.

*o colaborador viajou a convite da Jeep

**as fotos utilizadas nesse texto são da versão Longitude Diesel