Hilux ganha versão Challenge para 2018

Da Redação                (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 20/10/2017)

Picape média passa a contar com onze versões e o utilitário SW4 amplia oferta para até sete versões

Toyota Hilux SR Challenge 1A Toyota lança, no mercado nacional, a linha 2018 de seus modelos Hilux e SW4 nas versões diesel e flex.

As principais novidades são a introdução de cinco novas versões, três para a Hilux e duas para a SW4: a série especial Hilux SR Challenge com tração 4×4, câmbio automático de seis velocidades e motor diesel 2.8L; Hilux SR 4×2 com câmbio manual de cinco velocidades e a SW4 SRV 4×2 de sete lugares automática, ambas com motor flex de 2.7.

Além disso, estão sendo incorporadas duas versões destinadas exclusivamente a vendas diretas: a Hilux diesel 4×4 Narrow cabine dupla com câmbio manual de seis velocidades e (R$135,78 mil) a SW4 SR diesel 4×4 automática de cinco lugares (R$228,32 mil).

Ao todo, a picape Hilux passa a contar com 11 versões, sendo quatro com motor flex e sete movidas a diesel. Já o SUV médio SW4 amplia oferta para até sete versões, sendo quatro movidas a gasolina/álcool e três com propulsor a diesel.

Faróis de neblina dianteiros em LED passam a ser item de série nas versões topo SRX para Hilux e SW4. No caso do utilitário, as versões SRX passam a contar, ainda, com ajuste elétrico no assento do passageiro, priorizando o conforto abordo.

A linha 2018 da Hilux e SW4 estará disponível na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil a partir de 26 de outubro, a preços que variam de R$ 108,99 mil até R$ 193,27 mil para a Hilux e R$ 152,09 mil a R$ 252,79 mil para a SW4.

Toyota Hilux SR Challenge 4

Fotos: Bruno Guerreiro / Toyota / Divulgação

Hilux SR Challenge – Baseada na versão SR diesel, a SR Challenge ganhou um pacote estético que lhe garantiu um ar de esportividade e mais robustez. As fotos que ilustram essa matéria são dessa versão.  (R$ 161,99 mil)

O modelo conta com rodas de liga leve de 17 polegadas na cor preta, protetor de para-choques, faróis dianteiros com máscara negra, lanternas traseiras escurecidas, adesivos na lateral e traseira da caçamba com logo Hilux Challenge, adesivos nas portas com logomarca Toyota, santantônio Hilux Challenge, interior com costuras vermelhas, painel com detalhes pretos e vermelhos, tapetes Hilux Challenge, e grade do radiador, maçanetas e estribo lateral tubular na cor preta.

Além disso, o modelo vem de série com itens como: vidros com dispositivo antiesmagamento e função um toque para subida e descida, travas e retrovisores elétricos, volante multifuncional e display de múltiplas funções em tela preto e branco.

A SR Challenge ainda conta com dispositivo de áudio, ligado a uma tela touchscreen de 7 polegadas, com funções de DVD, MP3, entrada auxiliar de vídeo e seis alto-falantes, e que fornece informações de consumo de combustível e da câmera de ré.

A Hilux SR Challenge está disponível apenas nas cores branco Polar e vermelho metálico.

Toyota Hilux SR Challenge 3

Foto: Aleigo Studio / Toyota / Divulgação

SW4 SRV 4×2 flex de sete lugares – A partir da linha 2018, a Toyota reforça seu portfólio de SUV bicombustível com a chegada da versão SRV de sete lugares, um modelo com maior nível de equipamentos.  (R$ 178,99 mil)

O utilitário, nessa versão, chega equipado com airbags laterais e de cortina, alarme ultrassônico, ar-condicionado automático, assento do motorista com ajuste elétrico em distância, inclinação e altura, bancos revestidos em couro, computador de bordo em tela de TFT, paddle shift para trocas manuais de marchas, painel com detalhes em madeira, Smart Entry System, que permite, por meio de uma chave inteligente, desbloquear as portas com a simples pressão do botão na maçaneta, e o botão Push Start, facilitando a operação de ligar e desligar o veículo.

Maçanetas cromadas e acionamento automático dos vidros com apenas um toque completam o pacote.

Além disso, o modelo conta, assim como nas versões SR de cinco e sete assentos, com coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, sistema multimídia com tela de 7 polegadas touchscreen com GPS integrado, sistema de entretenimento de vídeo integrado ao painel com TV Digital e leitor de DVD, rádio com CD Player/MP3, câmera de ré, Bluetooth, conexão USB e AUX e seis alto-falantes.

Hilux SR 4×2 flex com câmbio manual – O modelo traz como principais itens de série: ar-condicionado manual, banco do motorista com ajuste de distância, inclinação e altura, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, chave tipo canivete, computador de bordo monocromático, controle de velocidade de cruzeiro, direção hidráulica progressiva, farol alto de halogênio com nivelamento manual, faróis de neblina dianteiros, modos de condução ECO e Power, protetor de caçamba, retrovisor externo na cor preta com regulagem elétrica e indicador de direção, rodas de liga leve aro 17 polegadas e sistema de áudio digital com leitor de DVD, rádio com CD Player/MP3, conexão Bluetooth com microfone localizado no console do teto, conexão USB e AUX, também compatíveis com iPod e iPhone. (R$ 108,99 mil).

 

Os dois modelos receberam 5 estrelas nos testes de segurança

Tanto a Hilux como a SW4, em suas linhas 2018, seguem equipadas com motores diesel e flex.

Toyota Hilux SR Challenge 2

Foto: Bruno Guerreiro / Toyota / Divulgação

O motor 2.8 litros de quatro cilindros em linha com 16 válvulas, DOHC com corrente de distribuição, introduzido nas mais recentes gerações dos dois modelos, tem turbocompressor de geometria variável (TGV), intercooler e sistema de injeção eletrônica direta common rail.

Esta evolução melhorou o nível de consumo de combustível em cerca de 11%, segundo a Toyota, em comparação com a geração anterior como, também, o desempenho, entregando, tanto na Hilux como na SW4, 177 cv de potência a 3.400 rpm, e 45,9 kgfm, entre 1.600 e 2.400 rpm.

A motorização 2.7 16V bicombustível, comum nos modelos Hilux e SW4, foi especialmente projetada para o mercado brasileiro. O grande destaque é a tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), que atua no gerenciamento dos sistemas de admissão e escape da câmara de combustão, otimizando a queima do combustível de maneira inteligente, além da adição do sistema de partida a frio, eliminando a necessidade do subtanque auxiliar, refletindo em melhor desempenho.

Outro aprimoramento é seu ganho de 7% em eficiência de consumo, de acordo com a montadora. As versões flex da picape média e do SUV apresentam 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecidos com etanol, e 159 cv, também a 5.000 giros, com gasolina. O torque máximo é de 25 kgfm (com álcool e gasolina), sempre a 4.000 rpm.

A picape média da Toyota foi aprovada nos testes independentes de segurança do Latin NCAP, tendo atingido a nota máxima (cinco estrelas) para passageiros dos bancos dianteiros e traseiros.

Todas as versões da linha 2018 vêm com freios ABS com distribuição eletrônica (EBD), cintos de segurança dianteiros e traseiros com três pontos, airbags frontais (para motorista e passageiro) e um de joelho, além de imobilizador por código eletrônico na chave.

Todas as versões cabine dupla também contam com sistema para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro.

Complementam o pacote de segurança das versões flex SRV 4×2 e 4×4 automáticas e as movidas a diesel, SRV e SRX, o Assistente de Reboque (TSC), Assistente de Subida (HAC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC) e Assistente de Frenagens Emergenciais (BAS).

A topo de linha SRX ainda conta com Assistente de Descida (DAC) dois airbags laterais, um para o motorista e outro para o passageiro dianteiro, e dois de cortina.

A nova geração do SUV médio também recebeu nota máxima em segurança nos testes realizados pelo Latin NCAP. O teste avalia a segurança proporcionada aos ocupantes do veículo em uma simulação de colisão.

Fazem parte dos itens de série ligados à segurança da SW4: freios ABS com distribuição eletrônica (EBD), Assistente de Frenagens Emergenciais (BAS), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), sensor de estacionamento traseiro, Assistente de Reboque (TSC) e de Subida (HAC), três airbags, sendo dois frontais (motorista e passageiro) e um para joelho (motorista), sistema para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro, apoios de cabeça dianteiro e traseiros com regulagem de altura, entre outros.

Além disso, a nova versão SRV flex automática e a SRX diesel de cinco e sete assentos ainda contam com dois airbags de cortina e dois laterais para o motorista e o passageiro dianteiro e sistema de alarme perimetral e volumétrico com acionamento à distância.

O Assistente de Descida (DAC) está disponível somente na versão SRX.

“Expedição Nissan: à procura do início do Brasil” percorrerá principais sítios arqueológicos do País

Amintas Vidal*

Ação temática de marketing, para divulgar a picape Frontier, teve sua primeira etapa realizada em Minas Gerais

Expedição Nissan FrontierEm sua empreitada para aproximar a marca ao povo brasileiro, a Nissan deu a partida em uma nova iniciativa. Após investir nas Olimpíadas do Rio, em 2016, a montadora japonesa está inovando ao somar cultura às tradicionais expedições para jornalistas automotivos e outros profissionais ligados à área.

Além desta etapa em Minas, Piauí, Bahia e Mato Grosso do Sul terão seus legados arqueológicos explorados nos próximos eventos.

Lançada em março deste ano, a picape Frontier é o modelo oficial da expedição. Em sua décima segunda geração, importada do México na versão LE 4×4, única disponível, ela apresenta acabamento e equipamentos muito próximos aos dos sedans grandes da marca.

Estrutura reforçada e mais leve, suspensão traseira que combina braços múltiplos ao eixo rígido, tração 4×4 e reduzida acionadas por controle elétrico, motor diesel 2.3 bi-turbo acoplado ao câmbio automático de 7 velocidades,   sistemas eletrônicos de auxilio à transposição de obstáculos e outros para o controle direcional, ar-condicionado eletrônico de duas zonas e sistema multimídia completo com GPS são apenas alguns destaques do modelo.

Nissan apoia a melhoria do acesso ao paredão de pinturas rupestCirculado por rodovias estaduais e estradas de terra, pudemos comprovar o desempenho da Frontier em um roteiro longo e exigente. Como toda picape com motor a diesel, nas arrancadas, em marchas mais reduzidas, as vibrações e ruídos do propulsor são sentidos na cabine, mas nas marchas mais longas, tudo muda.

O silêncio interno predomina e o conforto acústico é semelhante aos dos sedans médios. Considerando a robustez da estrutura e das suspensões, o conforto de marcha também é muito bom.

As oscilações da carroceria ocorrem em amplitude e frequência abaixo das apresentadas em picapes mais antigas mas, nesse caso, ainda distante do conforto apresentado por automóveis maiores. Em estradas bem pavimentadas as viagens são bem confortáveis, mas ao transitar sobre buracos e lombadas, lembramos que estamos em uma picape.

Expedição Nissan FrontierFoi na terra que a Frontier justificou sua rigidez. Com uma estiagem que já passava dos 100 dias, o piso de terra estava duro e com erosões. Diversos trechos tinham desníveis consideráveis entre os lados da pista, buracos de todos os tamanhos e as terríveis “costelas de vaca” por todos os lados.

Com um chassi estruturado em “duplo C”, a picape mostrou boa resistência à torção, mantendo a tração e não apresentando barulhos estruturais ou deslocamento lateral excessivo entre cabine e caçamba.

Expedição NissanAs suspensões também trabalharam com eficiência, copiando bem os desníveis do solo nos dois eixos. A suspensão traseira, que usa mola helicoidal, braços múltiplos e amortecedores, confere ao tradicional eixo rígido traseiro uma eficiência de tração acima da média para a categoria, mesmo circulando com as caçambas vazia.

A existência de muitas pedras nessa época de seca levou a organização da expedição a optar em manter a calibragem máxima dos pneus para evitar eventual formação de bolhas aos mesmos. Isso sacrificou o conforto de marcha ao transpormos as já citadas “costelas de vaca”.

O ideal nestes casos seria reduzir a pressão dos pneus e, se necessário, a velocidade de deslocamento para transpor as pedras com mais cuidado. A quantidade de poeira era enorme, mas a vedação eficiente das portas e do sistema de circulação de ar manteve a cabine limpa por toda a viagem.

Expedição Nissan FrontierO sistema de ar condicionado de duas zonas climatizou a picape com eficiência. O Bluetooth do sistema multimídia permitiu fácil conexão e utilizamos por toda a viagem para reproduzir músicas armazenadas em nossos smartphones.

Em três dias de expedição, circulamos com bastante conforto nos bancos dianteiros, principalmente se considerarmos as condições desfavoráveis das vias. Por características inerentes a veículos com chassis, e não com monobloco, andar no banco traseiro não foi tão confortável. Além do banco baixo em relação ao piso, as oscilações da picape são bem mais sentidas nessa parte da cabine.

Expedição Nissan FrontierO sistema 4×4 é acionado eletricamente, podendo a picape estar em movimento na velocidade máxima de 100 km/h. Ele foi utilizado por todo o trecho fora de estrada, mais da metade do percurso total, e se mostrou eficiente na tração sem “amarrar” muito o deslocamento da Frontier.

O câmbio automático permite a troca de marchas manualmente através da alavanca de seleção, mas seu gerenciamento eletrônico é pouco permissivo para esse recurso e apenas aceita as trocas quando o giro do motor não for sofrer alterações bruscas.

Essa experiência com a Nissan Frontier foi muito positiva é só veio reforçar a impressão que tivemos da picape durante seu lançamento: ela está pronta para encarar as líderes do segmento em pé de igualdade e com um custo benefício muito competitivo!

Sítios Arqueológicos – Nessa etapa mineira, nós exploramos os sítios arqueológicos com maior relevância histórica e com os principais acervos de arte rupestre do Estado. Eles se encontram na triangulação entre os municípios de Lagoa Santa e Matozinhos e a região da Serra do Cipó, abrangendo outros municípios e distritos inseridos nessa área.

Foram 3 dias de expedição sendo, o primeiro e o último, nas áreas de vale e, o segundo, nas montanhas.

Expedição Nissan FrontierIniciamos o primeiro dia conhecendo a Lapa Vermelha (Pedro Leopoldo), local de importância histórica, pois em um dos seus abrigos foi feita uma grande escavação nos anos 70 pela Missão Francesa coordenada pela Dra. A. Laming-Emperaire.

Dentre muitos outros vestígios, foram também encontrados os ossos de uma mulher datado de aproximadamente 11 mil anos.  Batizada de Luzia, nome dado pelos pesquisadores, trata-se do fóssil humano (Homo sapiens) mais antigo encontrado na América, com cerca de 12.500 a 13.000 anos.

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Crânio de Luzia – Foto: Museu Nacional / UFRJ

Essa gruta já era mundialmente famosa pelos trabalhos do dinamarquês Peter Lund (18011880) que, entre 1835 e 1845, descobriu milhares de fósseis de animais extintos da época Pleistoceno, além de 31 crânios humanos em estado fóssil, achado que passou a ser conhecido como o Homem de Lagoa Santa.

Em seguida, conhecemos a Fazenda Samambaia (Lagoa Santa), voltada à produção de gêneros alimentícios no vale do Rio das Velhas. Ela foi restaurada e entregue para gerenciamento do Parque Estadual do Sumidouro-PESU.

Visitamos o primeiro sítio com arte rupestre da expedição, a Lapa da Samambaia. Trata-se um grande abrigo onde há figurações rupestres pintadas, sobretudo, nos nichos das rochas, além de incisões em blocos que se encontram na parte medial do paredão.

 Passamos pela fazenda Girassol, degradada por uma grande queimada, onde fizemos o plantio de diversas mudas de ipê. Visitamos o complexo da Gruta da Lapinha (aberto à visitação pública), conhecendo o museu Peter Lund e suas cavernas repletas de belas formações calcárias.

Expedição Nissan FrontierApós almoço, seguimos para a Lapa do Sumidouro (Pedro Leopoldo), paredão situado no entorno da Lagoa do Sumidouro com muitas figurações rupestres atribuídas à Tradição Planalto.

Para visualizar melhor as pinturas, há serviço de visitação gerenciado pelo Parque Estadual do Sumidouro, sistema composto por mirante, plataformas e placas de orientação que, recentemente, receberam patrocínio da Nissan para reformas e ampliação estrutural.

Expedição Nissan FrontierNo mesmo sítio, conhecemos a Gruta do Sumidouro, local onde Peter Lund também retirou ossadas de homens e animais remotos, levantando a hipótese da antiguidade humana ser maior, de pelo menos de 12 mil anos nessa região.

Encerramos o dia na Casa de Fernão Dias, patrimônio Cultural tombado pelo IEPHA. Completamente restaurada, a casa teve sua estrutura de adobe e pau a pique demonstrada em quadro na parede conforme as características originais da época.

Atrás da casa foi construído um anexo onde funcionam áreas de apoio administrativo e à visitação ao Circuito Sumidouro.

Em nosso segundo dia, visitamos apenas um sítio arqueológico, mas o mais impressionante de todos. A Lapa da Sucupira (Santana do Riacho) é um paredão à beira do Rio Parauninha onde há inúmeras figurações atribuídas a Tradição Planalto.

Esse acervo impressiona pela quantidade, conservação e variedade de pinturas rupestres. São inscrições que retratam: veados, peixes, desenhos geométricos e desenhos de figuras humanas.

Expedição Nissan Frontier

Expedição Nissan FrontierAs pinturas apresentam cores que vão do vermelho, ocre e até branca. O risco de depredação destas inscrições é muito grande, pois o sítio arqueológico encontra-se fora de uma área de proteção.

Ele está fechado para visitação pública e é preservado apenas pelos cuidados dos moradores da fazenda onde se encontra. Na segunda parte do dia, visitamos a Cachoeira Lajeado (Morro do Pilar) e o Mirante do Juquinha, monumento criado em memória a um andarilho que distribuía flores aos desconhecidos na região e se tornou o símbolo da Serra do Cipó.

Expedição Nissan FrontierNo terceiro e último dia, descemos a serra para retornar ao município de Matozinhos. Visitamos a Lapa Cerca Grande, paredão situado no distrito de Mocambeiro onde há inúmeras figurações rupestres atribuídas a Tradição Planalto e outros estilos.

O local foi visitado por Lund e tantos outros pesquisadores, dentre eles, W. Hurt da Universidade de Dakota e do O. Blasi do Museu Nacional do RJ. Os resultados das análises indicaram um nível arqueológico datado de dez mil anos atrás.

O mais interessante foi observar que existem desenhos sobrepostos aos da Tradição Planalto que são, por características gráficas, da Tradição Nordeste, isto é, comprovam que povos que habitavam o Nordeste brasileiro desceram para o sudeste.

A diferença etária entre os dois registros é estimado em três mil anos. A última parada arqueológica da Expedição Nissan foi na Lapa Vargem da Pedra. Na mesma região da Lapa Cerca Grande, é uma afloração geológica com menor área ocupada, mas igualmente alta e importante historicamente.

Nela foram encontrados registros de ambas as tradições mas, neste caso, nas faces correspondentes à localização de seus povos: na face nordeste da rocha, a Tradição Nordeste e na face sul, a Tradição do Planalto.

Expedição Nissan

“Expedição Nissan” termina em Minas Gerais encontrando asApesar de serem lapas muito próximas, a marcação de território seguiu uma conduta diferente e curiosa. Todo este roteiro histórico e pouquíssimo conhecido até por nós mineiros, foi organizado e apresentado aos expedicionários pela professora Alenice Baeta, pós-doutora em arqueologia e pesquisadora da UFMG.

Expedição Nissan FrontierAlém de diversos funcionários que nos receberam em cada sítio visitado, tivemos o acompanhamento do gerente técnico do Parque Estadual do Sumidouro, Rogério Tavares, no primeiro e no terceiro dia da expedição.

Expedição Nissan Frontier

Fotos: Nissan / Divulgação

*Colaborador

FCA inaugura primeiro Centro de Simulação de Dinâmica Veicular da América Latina

Da Redação

12524ad5058e4898be40481f9959d25fA Fiat Chrysler Automobiles (FCA), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), inaugurou hoje o SIMCenter, primeiro Centro de Simulação de Dinâmica Veicular da América Latina.

Localizado no Campus Coração Eucarístico da PUC Minas, em Belo Horizonte, o SIMCenter oferece o que há de mais avançado na tecnologia mundial de simulação e tem como objetivo gerar inovações e pesquisas com foco na segurança de veículos, pessoas e sistemas viários.

Os investimentos da FCA superaram R$18 milhões, resultado da política de incentivo do Inovar-Auto e apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O sistema, primeiro do gênero da FCA no mundo, é formado por uma plataforma que realiza todos os movimentos de um veículo real através de nove atuadores; um cockpit equipado com sistema de áudio que reproduz os sons do motor e as reações dos pneus com o piso; e uma tela curva com ângulo de visão de 230°.

Os movimentos do cockpit são integrados às imagens da tela e alinhados com os comandos realizados pelo motorista, guiados em tempo real pelos instrumentos da sala de controle.

c42162c691484b6885170f2bda9e16d1Por meio das simulações, é possível definir as características técnicas e funcionais de cada componente do veículo que determinam a sua dinâmica, como os amortecedores, molas, pneus, direção, freios e barras estabilizadoras.

Uma vez definidas nas simulações, essas características tornam-se especificações técnicas para a construção de peças físicas que irão compor o veículo. No SIMCenter, é possível avaliar, por exemplo, diferentes geometrias da suspensão em tempo real, num ambiente totalmente controlado, sem ter que ir a uma pista de teste.

“Temos condições de identificar imediatamente qual é o impacto daquela alteração no desempenho e na segurança do veículo, a fim de projetar a melhor sensação de dirigir. Não precisamos mais esperar a construção de um protótipo para testá-lo”, explicou Gustavo Costa, supervisor de Análise Virtual de Engenharia Chassis da FCA.

O diretor-adjunto de Engenharia Chassis da FCA, Leandro Quadros, ressaltou o legado que o novo ambiente irá promover. “Várias soluções técnicas e sistemas de segurança ativa e de auxílio aos condutores serão desenvolvidos no SIMCenter”, declarou.

“A FCA não chegou aqui por acaso. Partimos de uma base sólida de conhecimentos de Dinâmica Veicular, fizemos vários estudos e um amplo benchmarking ao redor do mundo até chegarmos na melhor configuração de um simulador”, garantiu Quadros.

5c6a251aebc04817aacbd4748c7ffe1bPara o professor da PUC Minas Janes Landre, um dos coordenadores da iniciativa, o novo centro, ao unir a expertise das duas instituições na área automotiva, projeta a Universidade internacionalmente.

“Por ser o primeiro centro de excelência neste âmbito em todo o hemisfério sul, e por existirem apenas outros oito laboratórios de ponta como esse em todo o mundo, isso torna a PUC Minas referência em dinâmica veicular. Já recebemos uma série de contatos de instituições de ensino de países como Inglaterra, Itália e Estados Unidos, interessados em executar projetos de pesquisa em cooperação conosco”, pontuou Landre.

Imersão Total

Com tecnologia de ponta, o SIMCenter possibilita uma imersão total do motorista com o máximo de realismo da sensação de dirigir. Dentro de um Jeep Renegade, ou qualquer outro veículo, o piloto pode ser “teletransportado” para qualquer circuito do mundo, como o campo de provas da FCA em Balocco, na Itália, em um dia de neve.

Basta configurar essa realidade e pronto! Já é possível ter nos computadores uma variedade de dados do comportamento do veículo e do condutor nesse ambiente.

O grande diferencial é a interação do motorista. Grande parte das simulações é feita em “ambiente offline”, isto é, no computador, sem a presença do piloto real. Já no SIMCenter, o conceito aplicado é do driver-in-the-loop, que permite ao condutor, em tempo real, avaliar o comportamento do veículo à medida que as variáveis são ajustadas.

4e911ba9db224f62929964f410b04c61No SIMCenter, o foco não é apenas a simulação de sistemas automotivos. Por meio dos sinais de telemetria como velocidade, aceleração, ângulo do volante, marcha inserida, torque e potência do motor, além das reações do motorista, é possível realizar uma análise completa do automóvel e do ecossistema onde ele está inserido.

Dessa forma, a tecnologia aplicada no Centro permite gerar dados sobre o comportamento dos condutores em diferentes estímulos, como distração por cansaço e efeito de bebidas alcoólicas; interação homem-máquina e ergonomia; infraestrutura viária com avaliação de sinalizações e traçados de rodovias que ainda não foram construídas, sempre em ambiente controlado e seguro.

Ambiente Colaborativo

Criado em um ambiente colaborativo e multidisciplinar, o SIMCenter será utilizado em parceria por profissionais do grupo FCA, alunos e pesquisadores de diferentes disciplinas da PUC Minas, como Engenharia, Arquitetura, Medicina, Psicologia, Ambientes Virtuais, entre outras.

“O Centro coloca o Brasil em posição de destaque no desenvolvimento de know-how, inovação e tecnologias automotiva de ponta que estarão no carro do futuro, sempre em interface com diversas áreas do conhecimento”, destacou Toshizaemom Noce, supervisor de Inovação da FCA.

“O SIMCenter é resultado do que chamamos de tríplice hélice: do envolvimento do Governo Federal, via BNDES, da FCA e da PUC Minas. São o governo, a empresa e a universidade juntos, trabalhando para geração de conhecimento e inovação para o País e para o mundo”, completou o professor Sérgio de Morais Hanriot, pró-reitor de Pesquisa e de Pós-Graduação da PUC Minas.

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Fotos: Leo Lara / Fiat Chrysler Automobiles (FCA) / Divulgação

Novo BMW X3 chega ao Brasil no primeiro semestre de 2018

Da Redação

P90281723_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-Apresentada mundialmente há pouco mais de um mês, durante o Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, a terceira geração do BMW X3 desembarca no Brasil no primeiro semestre de 2018.

P90281729_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-Design renovado, interior luxuoso e altamente conectado, além de características inovadoras, estão entre os principais destaques do novo BMW X3.

P90281779_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-Desde o lançamento da primeira geração, pioneira no segmento de SAVs (Sports Activity Vehicle) médios, em 2003, ele acumula mais de 1,5 milhão de unidades vendidas no mundo até o momento.

P90281720_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-

Fotos: Uwe Fischer / BMW Group / Divulgação

Novo Polo Highline é testado durante evento itinerante da marca

Amintas Vidal*

Modelo avaliado tem motor 1.0 turbo

Polo - Amintas1O evento itinerante da marca teve como destaque a sexta geração do Polo, lançado no Brasil dia 25 do mês passado. Além da novidade, todo o portfólio da Volkswagen esteve à disposição dos clientes para testes práticos na pista e também em exposição para interessados em adquiri-los.

Aproveitamos a oportunidade para conhecer melhor o novo Polo, analisar alguns detalhes de acabamento e ergonomia mas, principalmente, os seus recursos eletrônicos de segurança, algo que não poderíamos fazer nas estradas paulistas durante o seu lançamento.

O modelo disponibilizado para avaliação foi o Polo Highline 200 TSI (1.0 turbo – R$ 69,19 mil) com câmbio automático de 6 marchas. Em sua configuração básica, sem o Active Info Display, painel digital configurável, seu interior não é tão impressionante, mas é bastante completo.

Ele vem com todos os marcadores analógicos importantes e o sistema Infotainment Composition Touch com tela de 6,5 polegadas, conjunto oferecido de série a partir da versão Comfortline (quando configurado com o painel digital, opcional disponível apenas para a versão Highline, o sistema é o Discover Media, com tela de 8 polegadas e sensor de aproximação).

Interior – A qualidade dos materiais do acabamento interno é boa, assim como o encaixe entre as peças e sua fabricação. O que destoa um pouco, para o segmento premium, é a falta de superfícies macias ao toque, já que todos os materiais são rígidos. Apenas uma pequena parte é revestida em tecido, nos apoios de braço das portas.

Polo - Amintas7

Polo - Amintas3O desenho dos painéis e das demais peças internas é bastante dinâmico. Linhas retas e recortes angulares conferem modernidade e sensação de espaço ao modelo. Se os materiais mais simples que os utilizados na Europa buscam adequar o Polo ao poder aquisitivo do brasileiro, infelizmente, a monocromia a bordo atende ao gosto conservador do mesmo.

No velho continente, as cores da carroceria do Polo invadem a cabine passando do painel para as laterais e para o console, tornando o design interno bem mais interessante.

Por aqui, o “bom e velho” preto, cinza e prata dominam a área. Os bancos são mais firmes, envolventes e acomodam melhor que os do Gol, Fox e up!. A posição de dirigir é correta, alinhada e todos os comandos ficam à mão.

O espaço interno é bom, pois ele é mais largo que o Polo de quarta geração, anteriormente vendido em nosso mercado. Além dos ombros, pernas e cabeças também se acomodam muito bem.

Mas o Polo 2018 é mais baixo que seu antecessor e seus concorrentes diretos, como o Chevrolet Onix e o Fiat Argo. Quem gosta de dirigir mais “vestido” pelo carro, vai aprovar esse purismo da VW, mas entrar e sair dele não é tão confortável assim.

Polo - Amintas4A versão avaliada conta com um apoio de braço na frente que possui guarda-trecos, tomada USB e saída de ar para os passageiros de trás. Tudo muito útil e realmente prático.

Porém, isso diminui o espaço das pernas do ocupante central do banco traseiro, tornando a posição mais apropriada para uma criança.

No mais o carro é bem acertado ergonomicamente e está muito mais para o Golf, o hatch médio da marca, do que para os outros compactos da Volkswagen.

Somente ao vivo é que se percebe o quanto o Polo evoluiu. Seu porte é bem mais avantajado que do seu antecessor e suas linhas bem mais agressivas. Por foto não se percebe tanto, talvez por sua semelhança com o Gol.

A VW reestilizou o Gol com base na identidade visual do Polo e, pelo menos por algum tempo, as pessoas se confundirão mesmo. Suas semelhanças com o irmão menor param por aí.

O Polo está mais para o Golf, muito além da ergonomia já mencionada acima. Para começar, eles utilizam a mesma plataforma, a MQB (Matriz Modular Transversal).

Polo - Amintas5Mecanicamente, o motor TSI 1.0 foi reprogramado e melhorou, rendendo 128 cv de potência, contra os 125 CV do acerto utilizado no Golf. Outra semelhança muito bem-vinda, mas infelizmente pouco valorizada no Brasil, diz respeito à proteção dos ocupantes em caso de colisão do veículo.

Testado pelo LatinNcap, o Polo obteve as desejadas 5 estrelas, tanto para a proteção dos passageiros adultos quanto para as crianças. Suas notas foram tão expressivas que, em relação ao Golf, ficaram apenas alguns décimos abaixo. Contudo, a dupla da VW está entre os três carros mais seguros fabricados no Brasil.

Itens de segurança levados à prova na pista

Fomos à pista do Mega Space para testar os equipamentos que garantem a segurança ativa do novo Polo. Entre eles, podemos destacar o controle de tração (TC), que é de série em todas as versões. Ele atua eletronicamente reduzindo o torque nas rodas para evitar que as mesmas girem sem tracionar, tanto em arrancadas quanto em curvas.

O sistema ABS do Polo está associado ao EBD (distribuição das forças de frenagem entre os dois eixos) e ao ESS (Emergency Stop Signal ou Sinal de Frenagem de Emergência). Esse último faz a luz de freio piscar durante frenagens bruscas e acende o pisca alerta assim que o carro parar totalmente.

O hatch também está equipado com o MSR (Motorschleppmomentregelung ou Controle do Efeito Freio Motor) que é um sistema inverso ao controle de tração. Ele atua aumentando o torque nas rodas para elas não travarem no momento que o condutor tira o pé do acelerador bruscamente ou reduz uma marcha inadequada para a velocidade do veículo.

Abstract concrete geometric structure background. 3D renderingO controle eletrônico de estabilidade (ESC) corta o torque do motor e freia uma ou mais rodas com o objetivo de corrigir a trajetória do veículo quando o mesmo começa a derrapar em curvas ou desvios bruscos da direção.

O Polo Highline também conta com outras tecnologias que auxiliam na segurança: HHC (Hill Hold Control), que mantém o carro freado por 2 segundos para o motorista arrancar em subidas sem deixar o mesmo voltar para trás; EDS (Elektronische Differenzialsperre ou bloqueio eletrônico do diferencial), um mecanismo que freia eletronicamente uma roda que está sem tração para que o diferencial mande torque para o que está tracionando.

Já o XDS+ é uma função integrada ao controle eletrônico de estabilidade que atua nas rodas que estão do lado de dentro das curvas para aperfeiçoar o contorno das mesmas. O BSW (Bremsscheibewischer – Limpeza Automática dos Discos de Freio) atua em velocidade acima de 70km/h e com o limpador de para-brisa acionado, aproximando as pastilhas do disco de freio para que elas sequem, aumentando assim a eficiência do sistema.

O monitoramento da pressão dos pneus trabalha em conjunto com o ESC, fazendo a leitura do sensor do ABS em todas as rodas, identificando o pneu com menos pressão por este perder diâmetro e assim girar mais rápido que os demais.

Por último temos o GMA (Giermomentaufbauverzögerung ou Controle do Momento de Giro), que diminui a possibilidade de derrapagem do veículo em piso com diferentes níveis de atrito. Ele aplica diferentes forças de frenagem no momento da desaceleração até que a rotação das rodas seja equalizada. Pusemos parte dessa tecnologia em ação na pista.

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Fotos e Imagem: Volkswagen do Brasil / Divulgação

Testando a segurança – Foram apenas dois exercícios, mas úteis para testar a segurança ativa do VW Polo. Na parte inferior do circuito, composta por uma grande reta (a outra reta foi isolada para o segundo exercício) e um miolo com quatro curvas e quatro pequenas retas, passamos três vezes no limite da aderência.

No meio de cada reta do miolo, cones demarcavam desvios de trajetórias. Apesar do seu acerto de suspensão ser mais confortável que do Gol, Fox e up!, ele se mostrou muito mais estável e esportivo que esses modelos.

O hatch não sai nem de frente, nem de traseira. Começa a deslizar nas quatro rodas e a eletrônica recupera a direção com muita eficiência. Outro ponto positivo foi o câmbio. Mesmo sendo convencional, com conversor de torque, ele traciona rapidamente sem apresentar os deslizes comuns entre seus pares.

As trocas de marchas também são suaves e relativamente rápidas, mas nada como as trocas do câmbio DSG de dupla embreagem que ainda equipa modelos mais sofisticados da marca.

O outro teste foi de arrancada e frenagem. Nele pudemos comprovar que o controle de tração garantiu uma saída sem derrapagem e sem desvios de trajetória. O giro do motor sobe rápido, pois sua turbina é pequena e de baixa inércia.

Contudo, ele ganha velocidade rapidamente e acelera como poucos carros “normais” disponíveis no mercado. Com freio a disco nas quatro rodas, o Polo freia com eficiência, sem desvios de trajetória e com pouca trepidação.

Talvez ajudado pelas rodas de 17 polegadas com pneu 205/50, opcionais para a versão, que garantem muita aderência e pouca atuação do ABS.

O novo Polo não tem o design mais original e está longe de ter o melhor acabamento, características muito valorizadas pelos brasileiros. Em compensação, ele é o compacto mais seguro do país e, pelo que conhecemos deste motor usado no up! e no Golf, é um dos mais econômicos também.

Uma “carta na manga” ele tem: o painel digital configurável que, apesar de opcional e custar R$ 4,5 mil no pacote chamado Tech Pack, é inédito na categoria e tem mais funções que os oferecidos pela marca premium do grupo Volkswagen, a Audi.

*Colaborador

Citroën Jumpy é a aposta da montadora para o segmento de utilitários leves

Da Redação

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Citroen Jumpy1A Citroën deu o primeiro passo em sua ofensiva no segmento de veículos utilitários leves no mercado brasileiro e lançou o novo Citr Jumpy.

O Jumpy chega ao Brasil com um bom currículo: são mais de 600 mil unidades comercializadas e inúmeros prêmios conquistados ao redor do mundo.

O veículo foi projetado para atender aos mais diversos tipos de públicos, desde os empreendedores que atuam nos ramos de serviços, e-commerce, delivery e logística em geral, até os que precisam de um veículo para tarefas pesadas, como os que trabalham na construção civil. O utilitário estará disponível em duas versões.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro um produto inovador e muito versátil, mas que será conhecido também pela sua atratividade comercial e seu baixo custo de manutenção. Mais que um novo produto, ele dá início à abertura de uma nova fronteira comercial da Citroën no país, que passa a ter seu foco também na comercialização de veículo comerciais”, afirmou Paulo Solti, vice-presidente do Grupo PSA e diretor geral da Citroën do Brasil.

Citroen Jumpy2O novo Jumpy reúne os seguintes atributos, de acordo com a Citroën:

  • Modularidade inédita no segmento com o Moduwork, que possibilita o transporte de materiais de 4 metros de comprimento sobre o assoalho plano. O mecanismo amplia o espaço interno ao levantar o assento do passageiro contra a divisória existente entre a cabine e o compartimento de carga;
  • “Mesa-escrivaninha” orientável embutida no banco central, que transforma o Jumpy em um verdadeiro escritório móvel;
  • Arquitetura adaptada a todas as necessidades e a serviço da funcionalidade, da praticidade e da ergonomia. A plataforma modular EMP2 reforçada assegura uma carga útil de 1.500 kg e um PBT total de 3.219 kg, além de um compartimento de carga de 6,1 m³ (que pode chegar a até 6,6 m3 com o Moduwork);
  • Compacidade de carroceria, com 5,31 metros de comprimento, 2,20 metros de largura e distância entre-eixos de 3,28 metros. A altura, de 1,93 metro, permite o acesso a garagens subterrâneas, como estacionamentos de shoppings, aeroportos e estacionamentos privativos;
  • Portas traseiras com abertura de até 180o, que facilitam o carregamento e os movimentos ao redor do veículo;
  • Porta lateral deslizante com 935 mm, que permite acesso fácil ao compartimento de carga, assim como a colocação de materiais por meio de empilhadeiras;
  • Capacidade de transporte de três pessoas com conforto e segurança;
  • Tecnologias como ESP (Controle de Estabilidade), Hill Assist (Assistente de partida em rampas), limitador e regulador de velocidade, ar-condicionado, volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisor com ajuste elétrico, banco do motorista com regulagem de altura, entre outros;
  • Novo motor 1.6 turbo diesel, que alia desempenho, baixo consumo de combustível e baixos índices de emissões. Ele gera potência máxima de 115 cv a 3.500 rpm e torque máximo de 30 kgfm a 1.750 rpm. Este motor assegura grande autonomia ao modelo (até 820 km em ciclo misto);
  • Uma base mecânica moderna e robusta: uma caixa de câmbio manual de seis marchas, um conjunto de suspensões adaptado à realidade brasileira, uma direção precisa e progressiva.

O veículo é 10 mm mais alto em relação ao produto europeu, fato que, somado aos bons ângulos de ataque e saída, facilitam a rodagem nas grandes cidades brasileiras.

Citroen Jumpy4“Este acerto de suspensão permitiu a obtenção de um ótimo compromisso entre comportamento dinâmico e conforto, tanto vazio como carregado, assegurando grande dirigibilidade, estabilidade e segurança ao modelo”, afirmou Fábio Alves, gerente de produto da Citroën do Brasil.

O Jumpy apresenta uma suspensão dianteira independente, tipo Pseudo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.

Já a traseira é independente, com braço triangular, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.

O utilitário é equipado, entre outros, com: coffee cup alert – indicador de fadiga: este sistema emite um alerta ao motorista após duas horas ininterruptas de condução a uma velocidade média de 65 km/h. Caso o motorista não faça uma pausa e siga dirigindo por mais uma hora, um segundo aviso é enviado através do computador de bordo; day running light (DRL) – luz diurna de segurança: que aumenta a visibilidade e a segurança do modelo durante o dia; GSI – indicador de troca de marcha: que indica o momento ideal para a troca de marcha, sempre buscando a redução do consumo de combustível; sistema de freios com ABS e duplo airbag.

Citroen Jumpy3Como informamos no início, o utilitário leve chega ao mercado em duas versões: Jumpy Furgão e Jumpy Furgão Pack. A versão base traz de série direção eletro-hidráulica, computador de bordo, roda de aço 215/65 R16 com estepe homogêneo, volante com regulagem de altura e profundidade, duplo airbag (com proteção para os três ocupantes), freios ABS, ESP, Hill Assist, limitador e regulador de velocidade, GSI – Indicador de troca de marcha, rádio FM/AM/MP3, vidros e travas elétricas,tTomada 12V, separador de carga, banco do motorista com regulagem de altura, protetor de cárter, entre outros.

O Jumpy Furgão Pack soma aos itens da versão base: Moduwork, ar-condicionado, retrovisores elétricos, travamento seletivo do compartimento de carga, vidros com função one touch, tomada 12V no compartimento de carga, faróis de neblina, entre outros.

Os preços sugeridos são os seguintes: Jumpy Furgão – R$79,99 mil e Jumpy Furgão Pack – R$87,99 mil.

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Fotos: Pedro Bicudo / Citroën / Divulgação

 

Ducati lança a Multistrada 950

Da Redação

Ducati1A Ducati apresentou a nova Multistrada 950. De acordo com a fabricante, a Multistrada 950 é para aqueles que desejam embarcar no turismo (e talvez aproveitar a companhia de um passageiro) e querem um moto ágil e divertida, ideal para o uso diário.

Mais leve do que a Multistrada 1200, e com 840 mm de altura do assento, a 950 ressalta o excelente desempenho dinâmico de suas “irmãs mais velhas”. A roda dianteira em liga leve de 19 polegadas garante conforto e diversão em qualquer superfície de estrada, asfaltada ou não.

Ducati2A Suspensão com 170 mm de curso e braço oscilante duplo mantém bons níveis de conforto. Além disso, o tanque de 20 litros permite rodar muitos quilômetros entre as paradas para reabastecimento.

O motor Testastretta de 937 cm3 produz 113 hp (83,1 kW) a 9.000 rpm e um torque máximo de 9,8 kgm (96,2 Nm) a 7.750 rpm. São quatro modos de pilotagem: Turismo, Esporte, Urbano e Enduro.

Ducati4A Multistrada 950 oferece um pacote de segurança que inclui o mais recente ABS MP Bosch 9.1, com 3 níveis de ajuste, e Controle de Tração Ducati com 8 níveis. Esses sistemas de segurança aplicam diferentes níveis de intervenção, dependendo do modo de pilotagem selecionado.

Preço Sugerido: R$59,90 mil

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Fotos: Ducati / Divulgação