O “Piloto” e o “Comportado”

Chico Lelis*

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Quando os conheci, um era agitado, ligado à competições. Gostava e tocava bem os modelos que dirigia, ou melhor, pilotava.

O outro era mais tranquilão, até no falar. Um verdadeiro cavalheiro. Nomes? Sei lá, acho melhor não falar em nomes. Vou chamá-los de “Piloto” e “Comportado”, assim, todo mundo fica buscando na memória os verdadeiros nomes deles, certo?

Em comum: ambos trabalhavam na assessoria de Imprensa de uma montadora, sob o comando de Luiz Carlos Secco, um mestre do setor, com quem tive o prazer de trabalhar e aprender.

Piloto acompanhava as competições da marca pelos autódromos do País. E se deixava influenciar pelas velocidades das pistas quando dirigia os veículos comuns.

Sabia tocar bem, mas exagerava um pouco. Às vezes, muito. Mas era muito boa gente e engraçado, amigo de todo mundo e conhecedor de mecânica como poucos.

Já Comportado era como diz seu nome. Sempre risonho e atencioso com os jornalistas. Sua voz grave e macia era logo reconhecida no telefone fixo, usado na época em que não existia celular ou computador. Era tempo do fax, do telex.

Culpa do vermelho

Num determinado dia, uma revista de automóveis solicitou à fábrica dois carros para fotografar: um pequeno, como motor 1.4, GT, e um grande, com seu  motorzão  V8.

Os dois foram levar os modelos até o estúdio, onde as fotos seriam feitas. Seriam, porque no meio do caminho, um acontecimento impediu que os clics acontecessem.

E adivinhem quem foi “pilotando” o “V” “oitão”? Acertaram! O Piloto, claro! Comportado seguiu atrás, no frágil GT que não era, mas parecia um verdadeiro esportivo, com suas faixas pintadas sobre o capô, rodas esportivas e outros penduricalhos.

Nada muito diferente do que ainda existem hoje.

O estúdio pedia um trajeto cheio de ladeiras “encorpadas”. Numa delas, no cruzamento com uma grande avenida, o semáforo/sinaleira/farol (depende do lugar onde está o leitor) deu vermelho.

Parado na pole position, o Piloto preparava-se para a largada, acelerando fundo para pular na frente. Acontece que o carro tinha um ligeiro problema de trambulador e, muitas vezes, a ré entrava no lugar da 1ª marcha.

E lá está o Piloto acelerando com a marcha engatada. Mas, como o problema se repetiu, tacou a ré. A luzinha de ré acendeu e o Comportado adivinhando a m…. que ia dar, começou a buzinar.

Isto só exacerbou o espírito de competição do Piloto. Quando verde surgiu, pé direito no fundo e…… adivinhem o que aconteceu?

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A fotos não foram feitas.

 

Corcel GT 74

Fotos: Divulgação (responsabilidade do editor da Coluna)

Claro, o Maverick do Reinaldo Lavia voou para trás e “atropelou” o Corcel GT do Carlos Roberto Costa, o Carlão, que passou pela Ford e também, mais recentemente, pela Citroën. (Pronto revelei os nomes. Mas vocês já sabiam, né?).

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 *chicolelis – chicolelis@gmail.com – Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna  (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos, gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos social e ambiental.

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BMW Motorrad lança novo GPS Navigator VI

Da Redação

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Foto: BMW Motorrad / Divulgação

A BMW Motorrad passa a oferecer no País o novo equipamento de navegação BMW Motorrad Navigator VI, desenvolvido especialmente para viagens de motocicleta.

O aparelho será comercializado nas concessionárias da marca pelo preço sugerido de R$4,66 mil. O equipamento anterior, Navigator V, continuará sendo vendido, por R$3,90 mil.

Resultado da parceria entre a BMW Motorrad e a empresa Garmin, pioneira em tecnologias de navegação por GPS, o novo BMW Motorrad Navigator VI permite a conexão entre as suas diversas funcionalidades com a motocicleta, o piloto e outros motociclistas.

O aparelho, de formato retangular, mede 136 milímetros de comprimento, 83,4 mm de largura e 22,5 mm de profundidade; possui um display de cinco polegadas, sensível ao toque, e vem equipado com filtro de polarização circular (CPOL) capaz de minimizar os reflexos de luz, melhorando o contraste e a visualização dos mapas, além de proporcionar nitidez suficiente para garantir uma boa leitura das informações, mesmo com a moto em movimento.

Ele traz recursos inéditos e inúmeros aprimoramentos, como geo-referenciação exata e representação perfeita na tela do sistema de navegação; 4GB de capacidade de memória interna; tecnologia bluetooth para conexão do GPS ao sistema de comunicação e ao telefone; e conexão com o Aplicativo Garmin Smartphone link, com informações sobre trânsito, último local estacionado e condições meteorológicas.

Para facilitar a manipulação do aparelho, mesmo com luvas, o usuário pode utilizar o seletor de funções Multi-Controller, situado no punho esquerdo, desde que a motocicleta esteja equipada com suporte de Preparação para GPS, oferecido como item opcional para os modelos BMW R 1200 GS / Adventure, K 1600 GTL, K 1600 Bagger e S 1000 XR.

A conexão pode ser feita por meio de sistema BUS, de bordo. Caso a motocicleta não disponha de Preparação para GPS, é possível fixar o Navigator VI no Mount Cradle de 4 teclas, por meio de um suporte específico. Ambos são vendidos como acessórios.

Novas funcionalidades – Com a nova função “Evitar estradas principais” é possível esquivar-se das vias principais automaticamente, enquanto outros percursos são calculados ou recalculados.

Combinada à função já existente “Evitar estradas interestaduais”, o novo recurso permite selecionar vias ainda mais adequadas às motocicletas. A função “Ida e Volta”, por sua vez, possibilita criar um trajeto com o mesmo ponto de partida e chegada e com duração pré-definida.

Essa funcionalidade também combina outras opções de rotas e pontos evitados. E, com a ajuda do software BaseCamp, é possível selecionar rotas personalizadas e altamente detalhadas. Por meio desta função, uma viagem pode ser dividida em até 30 rotas, sendo que cada segmento pode ter até 125 pontos de moldagem, oferecendo, assim, opções de personalização praticamente ilimitadas.

Guia de voz TTS – Outra ferramenta importante é o guia de voz Text-to-Speech (TTS). Com ele é, praticamente, impossível perder-se pelo caminho. Neste caso, as instruções ditadas pelo aparelho usam referências mais específicas, como a descrição de sinais de trânsito, sinalização rodoviária e até edificações como pontos de referência, por exemplo. Também é possível buscar um destino usando um smartphone e, em seguida, enviá-lo ao navegador.

Streaming de música – Com o streaming de música via bluetooth, as playlists armazenadas no smartphone sempre estarão disponíveis durante o percurso. Além de iniciar e parar a reprodução das músicas, o dispositivo permite acessar faixas e pastas específicas de smartphones com sistema operacional iOS. No caso, de aparelhos Android, as músicas são tocadas na sequência normal.

Rally Minas Brasil abriu a temporada 2018

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/03/2018)

Conceição do Mato Dentro (MG) recebeu pilotos do País inteiro com terreno liso e escorregadio

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Foto: Cadu Rolim / DFOTO / Divulgação

E foi oficialmente aberta a temporada 2018 dos campeonatos Brasileiro de Rally Cross Country e Brasileiro de Rally Baja, bem como do Campeonato Mineiro de Rally. A cidade de Conceição do Mato Dentro (MG) foi a anfitriã do Rally Minas Brasil, que atraiu pilotos e navegadores de diversas partes do País, representando dez estados e 55 municípios.

O grid foi formado por 93 veículos – entre motos, quadriciclos, UTVs e carros – que fizeram a alegria da população conceicionense. Todos puderam visitar, livremente, o parque de apoio das equipes e ficaram bem perto de importantes nomes do automobilismo fora de estrada.

As crianças ficaram eufóricas, andando de um boxe para outro com os olhares apaixonados pelos veículos. “Participantes e organização interagiram com os moradores, inclusive com meu filho de seis anos, que ficou encantado com o rally. É uma alegria ter um evento como este em nossa cidade”, disse o morador Geraldo Magella de Figueiredo.

E São Pedro batizou o Rally Minas Brasil, colocando a organização e os competidores “a toda prova”. Primeiro, porque em alguns pontos do roteiro, o terreno ficou bastante prejudicado e, por medidas de segurança, a organização do certame – a Rallymakers – aplicou o “plano B”, sem qualquer prejuízo a parte técnica da competição.

Depois, os off-roaders foram desafiados em duas especiais: 75 e 81 quilômetros, totalizando 156 quilômetros que cortaram as montanhas das localidades de Itacolomi, Ouro Fino, Córregos, Santo Antônio do Cruzeiro, Tapera e Congonhas do Norte. O percurso foi bem travado e sinuoso, com erosões, cascalhos, subidas e descidas de serra.

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Foto: Doni Castilho / DFOTOS / Divulgação

Às 8h15 foi dado o sinal verde para o Rally Minas Brasil. O resultado do sábado (10) foi válido pela 1ª etapa dos campeonatos Brasileiro de Rally Cross Country e Rally Baja, portanto, era preciso pontuar bem para abrir o campeonato com o pé direito.

Nas motos, a temporada 2018 começou acirrada (e coloca acirrada nisso!). Com uma diferença de apenas oito segundos, o vencedor do primeiro dia de disputas foi o piloto Elias Campideli Folly (3h22min02s), que mal pode respirar porque Francine Rossi veio logo atrás (3h22min10s).

“Para o tipo de prova igual à hoje, mais lisa, é necessário ter uma tocada menos agressiva e mais conservadora, pois um tombo faz você perder tempo. Acredito que a experiência que possuo me fez sair vitorioso”, disse Folly. A terceira posição foi ocupada por Kelder Campos (3h24min51s).

Entre os quadriciclos, o piloto Geison Belmont conquistou um excelente resultado na primeira especial; ele foi o mais rápido entre as motos e quadriciclos na marca de 1h25min33. Porém, quando seguiu para a segunda bateria do dia, um problema no acelerador do quadriciclo fez com que ele perdesse rendimento.

Mesmo assim, ele foi o vencedor da categoria quadriciclos. “Agora é arrumar tudo para repetir o desempenho da primeira especial e conquistar o pódio”, comentou Belmont.

Vei3 - Douglass Fagundes -DFOTOS - DivulgaçãoFoto: Douglass Fagundes / DFOTOS / Divulgação

Outra briga de “gente grande” foi nos UTVs. Os pilotos Rodrigo Varela (3h05min43s) e Cristiano Batista (3h06min02s) fizeram os 156 quilômetros do Rally Minas Brasil “pau a pau”, e com apenas 19 segundos de diferença cruzaram a linha de chegada.

“A prova estava excelente. É muito bom começar o campeonato com o pé direito, além do visual da região que era lindo. Sem dúvida, está sendo uma experiência muito bacana para mim e para a equipe”, disse Varela. Em terceiro lugar ficou o piloto André Hort (3h07min20s).

Nos carros, o piloto Jorge Wagenfuhr Júnior e navegador Ivo Renato Mayer foram os mais rápidos do dia (3h18min05s). O piloto – que participou do Dakar 2018 –, disse que só pensou em acelerar.

“Mas sempre com cuidado, pois com um rally com as condições técnicas já mencionadas, é prudente fazer uma leitura rápida do terreno e ser cauteloso, além da dupla ter uma comunicação perfeita”, declarou.

Na sequência, vieram as duplas Luiz Facco e Humberto Ribeiro (3h24min00s), e Marcos Baumgart e Cleber Cincea (3h26min09s), nas segunda e terceira posições, respectivamente.

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Foto: Sanderson Pereira / Photo-S Imagens / Divulgação

Terreno liso – E a cidade de Conceição do Mato Dentro mostrou porque é a capital do ecoturismo mineiro. Além de todo o potencial turístico que possui, a população acolheu a caravana do Rally Minas Brasil com muito respeito, carinho e admiração durante os dias 9, 10 e 11 de março.

Com participantes vindos de diversos lugares do País, e circulando pelas ruas conceicionenses, o evento mudou a rotina do município e, claro, estimulou a economia local.

A assessoria de comunicação da Prefeitura informou que a ocupação da rede hoteleira foi de 100%. Além disso, a competição movimentou, muito, os lava-jatos da cidade, além dos restaurantes. Conversando com proprietários de estabelecimentos comerciais, foi possível perceber que o Rally foi bastante positivo para a economia da cidade.

Marcada por terrenos extremamente lisos, controlar os veículos e mantê-los no curso foi uma missão quase que impossível durante a competição. Com pouca aderência entre pneu e terreno, os pilotos precisaram mais do que braço e experiência.

Foi preciso coragem para acelerar e executar manobras. Teve quem adotou uma tocada mais conservadora, e também aqueles que arriscaram mais.

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Foto: Doni Castilho / DFOTOS / Divulgação

2º Dia – No domingo, às 8h, o Rally Minas Brasil foi retomado para um trecho cronometrado de 75 quilômetros. Pilotos e navegadores estavam prontos e dispostos a vencer – ainda que lutar pelo pódio, em um terreno totalmente escorregadio, fosse uma experiência extremamente alucinante. Mas, quem participa do rally não busca por momentos de muita aventura e adrenalina?

Com foco no pódio e conscientes da competitividade, nas motos a disputa manteve-se parelha. Com diferença de apenas 17 segundos, o piloto Rubens Neiton venceu o dia (01h31min34s), seguido por Elias Campideli Folly (01h31min51s). Em terceiro lugar ficou Kelder Campos (01h32min46s).

Entre os quadriciclos, o piloto Richard Amaral fez o melhor tempo (01h29min03s), inclusive, superando os competidores da categoria motos. Já seu concorrente direto, o piloto Geison Pinheiro Belmont, teve pane seca e não concluiu o trecho cronometrado.

Nos UTVs, novamente se observou os competidores com a “faca nos dentes”. Destemidos, eles aceleraram fundo e fizeram uma disputa “pau a pau” até cruzar a linha de chegada.

No resultado do dia, o mais veloz foi o piloto Bruno Varela (01h23min02) – 38 segundos à frente do piloto Guilherme Cysne (1h23min41s), que ficou tecnicamente empatado com o piloto Rodrigo Varela (01h23min41s).

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Foto: Douglass Fagundes / DFOTOS / Divulgação

Os carros foram os últimos a largar para a especial de 75 quilômetros, e eles literalmente, fizeram uma aula de “patinação” e passaram com nota 10.

A dupla Marco Baumgart e Kleber Cincea foi a melhor da etapa, com o tempo de 01h30min10s. Eles foram seguidos por André Miranda e Cadu Sachs (01h32min14s), e Marcos Moraes e Fábio Pedroso (01h32min29s), nas segunda e terceira colocações, respectivamente.

Em todas as categorias a disputa foi acirrada

Técnico e desafiador, o Rally Minas Brasil mostrou ao País a competência de seus organizadores e a qualidade técnica e a coragem de todos os inscritos no evento. Em conversa com alguns pilotos, ficou bem clara a satisfação de todos com o nível de organização do evento.

No total, foram cumpridos 231 quilômetros, que passaram pelas localidades de Itacolomi, Ouro Fino, Córregos, Santo Antônio do Cruzeiro, Tapera e Congonhas do Norte.

A cada metro, um desafio diferente pelas montanhas de Minas Gerais: erosões, trial, subidas e descidas íngremes pelas serras que descortinavam uma paisagem incrível. Ainda que na maior parte do roteiro o terreno estivesse escorregadio, houve momentos de grip bom, onde os off-roaders aproveitaram para recuperar tempo.

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Foto: Doni Castilho / DFOTOS / Divulgação

O piloto Elias Campideli Folly foi o grande campeão entre as motos e, no resultado acumulado, fez a marca de 4h53min54s. No segundo lugar do pódio, veio Rubens Neiton (04h57min37s), empatado com Kelder Campos (04h57min37s), em terceiro.

“Quero agradecer a Deus por essa vitória, principalmente, porque a etapa deste domingo foi bem complicada, com chão muito liso. Choveu demais nesta noite, e isso dificultou ainda mais a nossa performance. Mas como eu liderava, fiz uma leitura rápida do piso e fiquei concentrado para não cometer erros”, contou Folly.

Nos quadriciclos, o piloto Geison Pinheiro Belmont soube contornar os problemas enfrentados, e subiu no primeiro lugar do pódio (11h20min19s), com Richard Amaral, na segunda posição (13h09min03s).

A classificação geral da categoria UTVs continuou bem apertada e, novamente, segundos separaram os primeiros colocados. Mas, quem cantou a vitória foi o piloto Rodrigo Varela, com vantagem de apenas 22 segundos (04h29min24s). O vice-campeão foi Cristiano Batista (4h29min47s), e Bruno Varela ocupou a terceira posição (4h30min36s).

“O piso foi bom para acelerar, sendo que em algumas partes estava bem escorregadio, então, poupei o equipamento para não sair da trajetória da trilha. Estou contente por ter competido em Minas Gerais, o visual é incrível, público presente… Enfim! Foi sensacional”, declarou Rodrigo.

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Foto: Douglass Fagundes / DFOTOS / Divulgação

E, para fechar o Rally Minas Brasil com chave de ouro, nos carros, a dupla Marcos Baumgart e Kleber Cincea – que guiou a Ford Ranger (picape sensação da temporada 2018), foi a grande vencedora, na marca de 04h56min19s.

Com quase três minutos atrás, vieram Marcos Moraes e Fábio Pedroso (04h59min26s), e em terceiro, André Miranda e Cadu Sachs (05h03min42s). “Estamos bem satisfeitos com o resultado da equipe. Todos trabalharam muito para a preparação deste novo carro”, concluiu o piloto.

No encerramento do Rally Minas Brasil, o Prefeito de Conceição do Mato Dentro, José Fernando Aparecido de Oliveira, esteve presente e agradeceu a vinda do evento à região.

“Foi um trabalho incrível realizado no nosso município. Nós demos total apoio à Rallymakers, para que a competição fosse impecável e todos os envolvidos tivessem uma boa impressão de nós e, futuramente, retornem para cá. Depois de 11 anos, é uma honra ser a porta que abre para o retorno deste esporte em Minas Gerais”, encerrou.

Dez informações sobre pneus

Da Redação

Os pneus são os únicos pontos de contato entre o veículo e o solo. Portanto, fazer a manutenção adequada é essencial para garantir a segurança.

Pensando nisso, a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) elencou 10 fatos sobre pneus que todo motorista deve saber.

1 – Desgaste

Circular com pneus desgastados influencia a estabilidade do veículo e coloca em risco a segurança do motorista. Para saber se está na hora de trocar o pneu, basta conferir os TWIs (Tread Wear Indicators, em inglês), saliências com 1,6 mm de altura presentes nos sulcos do pneu. Caso o desgaste esteja próximo ou tenha chegado a este indicador, troque o pneu. Vale sempre lembrar que a resolução do Contran 558/80 estabelece que trafegar com pneus abaixo do limite é ilegal. O veículo pode ser apreendido.

2 – Calibragem

Os pneus devem ser calibrados semanalmente, sempre a frio, seguindo as orientações do manual do veículo. A baixa pressão deixa a direção mais pesada, aumenta o consumo de combustível e também o desgaste dos pneus. Além disso, eles ficam mais susceptíveis a danos e rompimentos por choque em buracos. Já quando os pneus têm excesso de pressão, o desgaste é mais acentuado no centro da banda de rodagem e pode resultar na perda de estabilidade em curvas. Quando for calibrar os pneus, aproveite para ajustar a pressão do estepe e verificar o seu estado. Ele deve estar sempre pronto para ser usado.

3 – Excesso de peso

Os pneus foram concebidos para suportarem índices de cargas específicos para cada modelo e aplicação, inclusive considerando os projetos dos veículos onde serão instalados. O excesso de peso pode prejudicar a estrutura do pneu. Para evitar que isso aconteça, verifique as recomendações do fabricante do veículo para não passar do seu limite.

4 – Alinhamento

Impactos mais fortes podem causar desalinhamento da suspensão, o que resulta em desgaste irregular e prematuro dos pneus, bem como em desalinhamento da direção. Um dos indicadores destes problemas é sentir o veículo puxando para um lado. Mesmo que isso não aconteça, o alinhamento das rodas deve ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados.

5 – Balanceamento

Assim como o alinhamento, o balanceamento deve ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados. Ele também deve ser feito caso sinta vibrações ou quando trocar o pneu.

6 – Rodízio

Com o passar do tempo, os pneus do veículo podem ter níveis diferentes de desgaste. Para compensar esse desequilíbrio, deve ser realizado o rodízio de pneus, sempre de acordo com as orientações do manual do veículo. Além de corrigir a diferença entre os pneus, o rodízio também melhora a estabilidade, especialmente em curvas e frenagens.

7 – Produtos que atacam o pneu

Derivados de petróleo atacam a borracha dos pneus. Por isso, não estacione sobre poças de óleo e verifique se os produtos usados nas rodas têm alguns destes elementos.

8 – Saber “ler” o pneu?

Já reparou nas letras e números na lateral do pneu? Eles estão relacionados a informações sobre o próprio pneu como carga e pressão máxima, local e data de fabricação, limite de velocidade, dimensões, tipo de construção e modelo.

9 – Escolhendo o pneu certo

Chegou a hora de trocar o pneu e não sabe qual é o mais adequado? Consulte o manual do veículo. Lá pode encontrar o tamanho e os limites de carga e velocidade para que possa escolher o pneu certo.

10 – O que fazer com o pneu usado?

Já que vai trocar o pneu, que tal ajudar o meio ambiente? Basta deixar o pneu usado no ponto de venda quando for adquirir o novo. Dessa forma é possível destiná-lo de forma ambientalmente correta. Seus materiais podem ser usados para fabricar outros itens como asfalto-borracha, pisos de quadras esportivas e de playgrounds, bem como tapetes de borracha e solas de sapatos.

Citroën apresenta o novo C4 Lounge

Da Redação

Preços partem de R$69,99 mil e chegam a R$102,79 mil

novo_citroen_c4_lounge_11A Citroën apresentou o novo C4 Lounge. O sedan-médio recebeu alterações no design e está mais tecnológico.

Na dianteira, o para-choque é novo, a grade central foi renovada e a logomarca passa a ser tridimensional.

O modelo traz nova assinatura luminosa com a utilização de um conjunto ótico com tecnologia Full LED que proporciona uma maior capacidade e eficácia de iluminação. Ele também é equipado com luz de rodagem diurna (DRL).

Na traseira, novo grupo ótico em 3D (tridimensional) e uma barra cromada que conecta o conjunto. As rodas em alumínio, de 17 polegadas, também são novas.

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novo_citroen_c4_lounge_15O modelo foi equipado, em todas as versões, com nova central multimídia que possui tela sensível ao toque de 7 polegadas. O quadro de instrumentos, agora, é totalmente digital.

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novo_citroen_c4_lounge_00Embaixo do capô está o ótimo motor turbo 1.6 16V (bicombustível), capaz de render 166/173 cv (gasolina/etanol). Em conjunto com ele, câmbio automático seqüencial de 6 marchas.

De acordo com a Citroën, esse conjunto é capaz de acelerar o sedan, de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos (com etanol). A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 215 km/h.

Serão três versões disponíveis para o C4 Lounge: Live (exclusiva para vendas PCD e frotistas), Feel e Shine. Todas contam, de série, com controle eletrônico de estabilidade (ESP) e controle de partidas em rampas (Hill Assist).

Em termos de segurança passiva, o modelo conta com seis airbags, cintos de três pontos para todos os ocupantes e sistema Isofix nos assentos laterais traseiros.

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novo_citroen_c4_lounge_04Versões, Preços e Equipamentos de Série:

Live (R$69,99 mil): Rodas de alumínio 16 polegadas; Faróis halógenos; Assentos em tecido; Painel de instrumentos digital;  Lanterna traseira em LED; Central Multimídia de 7 polegadas; Ar-condicionado automático, de dupla zona, controlado por tela tátil; Hill Assist; Regulador e limitador de velocidade; Faróis de neblina com função cornering; Apoio de braço entre os bancos dianteiros; Computador de bordo; Alarme periférico e volumétrico; Vidros elétricos dianteiros e traseiros; Retrovisores externos elétricos; Volante com regulagem de altura e profundidade; dois airbags dianteiros e controle de estabilidade.

Feel (R$93,92 mil): A versão intermediária traz todos os itens da de entrada acrescidos de: Rodas de alumínio de 17 polegadas; Sensor de chuva; Sensor de luminosidade; Retrovisor interno eletrocrômico; Câmera de estacionamento traseira; sistema de GPS para a central multimídia; Assentos com revestimento que imita o couro; quatro aibags (dianteiros e laterais) e Apoio de braço no banco traseiro.

Shine (R$102,79 mil): A versão topo de linha do C4 Lounge apresenta todos os equipamentos das versões anteriores, acrescidos de: rodas em alumínio de 17 polegadas exclusivas da versão; faróis Full LED; seis airbags (dianteiros, laterais e do tipo cortina) e teto solar elétrico.

 

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Fotos: Citroën / MPSA / Divulgação

 

Ducati lança no Brasil edição limitada da Multistrada

Da Redação

MARÇO 2018 - DUCATI MTS ENDURO LIMITED EDITION-iloveimg-converted

Foto (moto): Stephan Solon / Ducati / Divulgação

Em 2010 a Ducati introduziu no mercado mundial  o conceito de “multi motocicleta”, unindo num só produto alta performance, potência e máxima eficiência.

A Multistrada 1200 Enduro é o modelo que exemplifica este conceito, tanto que, em 2016, a moto foi escolhida para ser a estrela das comemorações do aniversário de 90 anos da marca italiana.

Na ocasião sete pilotos participaram do projeto Globetrotters, numa viagem ao redor do mundo com duração de 45 dias e quase 30 mil quilômetros rodados.

O novo modelo, além do pacote de acessórios Touring, vem equipado, também, com o pacote Enduro.

A Multistrada 1200 Enduro possui um tanque de combustível de 30 litros, o que permite ultrapassar 450 quilômetros de autonomia, segundo a Ducati.

Ela traz de fábrica um conjunto completo de itens de série, como: rodas raiadas de 19 polegadas na frente e 17 polegadas na traseira, suspensão eletrônica semi-ativa Sachs (dianteira e traseira), ABS para curvas, luzes de curva (DCL), controle de tração (DTC), anti-whelling (DWC) e o sistema semi-ativo de suspensão Ducati skyhook evolution (DSS) com 200 mm de curso da roda.

Outros recursos de fábrica incluem o controle de velocidade eletrônico e o módulo de Bluetooth. Este último permite que o piloto conecte a moto a um smartphone por meio do sistema multimídia Ducati (DMS) e gerencie funções (como recebimento de chamadas, mensagens de texto, música), com o controle de marcha e informações de exibição no painel TFT.

Além disso, graças à conexão Bluetooth o novo Multistrada Link App – disponível para o iOS e em breve também para o Android – permitirá conectar o smartphone e registrar dados da moto e itinerários de estrada. Dados como velocidade, ângulo de inclinação, potência e consumo podem ser exibidos diretamente no mapa e na pilotagem diária.

A Multistrada 1200 Enduro é o primeiro modelo Ducati que recebeu o controle de parada do veículo (VHC). O sistema foi desenvolvido para auxiliar o piloto ao dar a partida em subidas e ladeiras.

Testada e desenvolvida sob condições radicais de uso, a Multistrada 1200 Enduro apresenta um quadro extremamente resistente ao desgaste, junto com um novo braço oscilante bilateral.

A moto é movida pelo motor de 160 hp Testastretta DVT (Distribuição Desmodrômica Variável) com homologação do modelo EURO 4, agora equipado com um novo sistema de escapamento.

A Multistrada 1200 Enduro quatro modos diferentes de pilotagem (Enduro, Turismo, Esportivo e Urbano).

Já à venda nas concessionárias da marca, a Ducati Multistrada 1200 Enduro chega ao País na cores vermelha ou branca. O preço sugerido ao consumidor é R$ 97,90 mil.

KIT TOURING:

  • Malas Laterais em Alumínio
  • Manoplas Aquecidas
  • Bolsa de Guidão

MULTISTRADA 1200 ENDURO LE - touring-1

KIT ENDURO:

  • Faróis Auxiliares
  • Protetor de Motor
  • Protetor de Radiador
  • Protetor de Disco e CorreiaMULTISTRADA 1200 ENDURO LE - enduro kit-1Fotos (kits): Rafael Nogueira / Ducati / Divulgação

Hyundai apresenta o HB20 Copa do Mundo FIFA 2018

Da Redação

HYUNDAI_HB20_COPA_DO_MUNDO_FIFA (1)A Hyundai Motor Brasil apresentou, hoje, a edição comemorativa HB20 Copa do Mundo FIFA 2018. O modelo será comercializado a partir da segunda quinzena de abril.

O HB20 Copa do Mundo FIFA 2018 estará disponível em quatro diferentes versões: nas carrocerias hatch e sedã, com motorizações 1.0 com câmbio manual e 1.6 com câmbio automático. Elas são baseadas na versão Comfort Plus e foram acrescidas de novidades, tanto na parte externa quanto interna.

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Fotos: Hyundai Motor Brasil / Divulgação

Um dos itens exclusivos é a central multimídia com TV digital e tela de boas-vindas com logos da Hyundai e da Copa do Mundo FIFA. Também é equipado com bancos forrados parte em material sintético imitando o couro e parte em tecido na cor preta com costura em branco e logotipo da Copa.

HYUNDAI_HB20_COPA_DO_MUNDO_FIFA (26)-iloveimg-convertedAs rodas de liga leve de 15 polegadas na tonalidade grafite são novas. As cores disponíveis para a série especial são a sólida branca e as metálicas prata Sand e prata Metal.

HYUNDAI_HB20_COPA_DO_MUNDO_FIFA (23)-iloveimg-convertedAs mudanças estéticas incluem a grade em formato hexagonal com borda e aletas na cor cinza e faróis com máscara negra. Na traseira, o destaque são as lanternas clear type, que equipam as versões premium da linha HB20.

Os retrovisores também utilizam o cinza da grade e trazem repetidores de seta. As maçanetas externas são cromadas e o logotipo Copa foi fixado nos para-lamas dianteiros.

HYUNDAI_HB20_COPA_DO_MUNDO_FIFA (27)-iloveimg-convertedA central multimídia tem tela de 7 polegadas sensível ao toque e oferece conectividade com Apple CarPlay e Google Android Auto, este último capaz de reproduzir o aplicativo Waze.

Possui conexão bluetooth com streaming de áudio, acesso a agenda e histórico de chamadas, MP3 player, reprodutor de fotos e vídeos, conexões USB, auxiliar, comandos de áudio e bluetooth no volante, botão de reconhecimento de voz e tela de boas-vindas com os logos Hyundai e Copa do Mundo FIFA.

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Fotos: Cacalo / Hyundai Motor Brasil / Divulgação

O HB20 Copa do Mundo FIFA ainda é equipado com vidros elétricos com acionamento one-touch para as quatro portas, chave canivete com acionamento para abertura e fechamento dos vidros, sensores traseiros de estacionamento, acendimento automático dos faróis e volante com regulagem de altura e de profundidade.

A assessoria de imprensa da Hyundai Motor Brasil informou que os preços das 4 versões do HB20 Copa do Mundo FIFA 2018 serão divulgados somente em abril, mais próximo ao início das vendas.