BMW 1200 GS e R 1200 GS ganham novo painel digital

Da Redação

P90235544_highRes_the-new-bmw-r-1200-gAs principais informações do percurso e da motocicleta, estatísticas do trajeto com base nos deslocamentos anteriores, além da opção de ouvir músicas e até realizar ligações do seu celular, tudo isso aparecendo de forma segura e intuitiva na nova tela de 6,5 polegadas em alta definição.

P90268485_highRes_bmw-motorrad-connectFoto: Arnold Debus / BMW Motorrad / Divulgação

Esses são alguns destaques do novo painel digital TFT disponível, a partir deste mês, na linha R 1200 (GS e Adventure) da BMW Motorrad no Brasil.

O novo painel digital, que equipa as motocicletas produzidas em Manaus (AM), substitui o anterior analógico e foi projetado pelos engenheiros da marca na Alemanha visando manter a visão do piloto sempre na rodovia.

P90268488_highRes_bmw-motorrad-connectInformações sobre velocímetro, rotação do motor, temperatura, horário, posição da marcha, nível de combustível, a velocidade permitida na via, autonomia e pressão dos pneus são apresentadas no visor de forma clara e direta.

P90268497_highRes_bmw-motorrad-connectAlém disso, o novo painel oferece sistema de navegação de última geração, com informações atualizadas de tráfego, e a opção de acessar os recursos de áudio e telefonia do smartphone por meio do aplicativo gratuito BMW Motorrad Connected, disponível na Google Play Store e Apple App Store.

P90268489_highRes_bmw-motorrad-connectÉ possível acessar as funções do painel digital por meio do multi-controlador, situado na manopla esquerda da motocicleta, de modo a garantir que as mãos do piloto permaneçam no guidão da motocicleta e não haja distrações.

P90268490_highRes_bmw-motorrad-connectHá ainda o sistema de comunicação integrado ao smartphone e ao capacete, quando equipado com o Sistema de Comunicação BMW Motorrad, que se conectam via bluetooth ao painel digital, compartilhando as informações desejadas pelo motorista.

P90268491_highRes_bmw-motorrad-connectO novo painel digital TFT em alta resolução está disponível na linha 2018/2018 do modelo BMW R 1200 GS — versões Rallye (R$81,50 mil), Exclusive (R$81,50 mil) e Kit Baixo Rallye (R$82,50 mil) — e do modelo BMW R 1200 GS Adventure, nas versões Rallye (R$93,50 mil), Rallye com Kit Baixo (R$94,50 mil), Exclusive (R$93,50 mil) e Exclusive com Kit Baixo (R$94,50 mil).

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Fotos (painel): BMW Motorrad / Divulgação

Ao volante, acelerando contra o Câncer de Mama

Chico Lelis*

MEU LOGO

Quando você cruzar, pelas ruas, avenidas e estradas de São Paulo (SP), com uma moça de curtos cabelos pretos, bem pretos, sobrancelhas bem delineadas, vários anéis nos dedos, a bordo de um Toyota Prius, saiba que ela é uma das maiores batalhadoras contra o Câncer de Mama, doença que atinge, em média, 58 mil mulheres por ano no Brasil, segundo números do INCA – Instituto Nacional do Câncer.

Palestras para alertar eensinarSeu esforço é para que um maior número de mulheres adote a realização da mamografia, a partir dos 40 anos, anualmente. Este exame detecta o mal, que pode ser curado, em 90% dos casos, se o seu diagnóstico for precoce.

O problema é que, muitas vezes, o médico recomenda o exame, mas sua paciente não o atende e vai protelando. Se ela tem sorte, ótimo! Mas, se ela tem casos na família, são sedentárias, fumam e bebem muito, começaram a menstruar entre 9 e 10 anos de idade ou menopausa tardia (após os 55 anos), se alimentam mal ou promovem reposição hormonal sem controle médico podem não ter sorte e contrair câncer de mama.

Ah! Homens também podem ser vítimas da doença, embora em proporções bem menores que as mulheres. A média é de um caso para cada 100 no Brasil.

Ela e suas 13 cirurgias

A moça morena que dirige o Toyota Prius por ai é a Valéria Baraccat, presidente e fundadora do Instituto Arte de Viver, que teve duas vezes câncer de mama e passou por 13 cirurgias e segue firme, correndo de lá pra cá, lutando para que outras mulheres não passem pelo que ela passou.

Valéria conta que a Região Sudeste do Brasil registra o mais elevado número de casos da doença e, que nas classes A e B, estão as mulheres com maior incidência do mal, em razão de sempre “deixarem pra depois” a mamografia, que não é substituída pelo auto exame, como muita gente pensa.

E destaca que a doença não dói, ele é duro, mas indolor em seu início. Daí, ressalta ela,  a necessidade de procurar um médico. Nas classes menos favorecidas, o maior inimigo é o desconhecimento.

História

O Instituto Arte de Viver Bem começou em 2009, quando Valéria descobriu ser portadora de um câncer de mama. Foi então que descobriu que a maioria das pessoas, especialmente as de baixa renda, era desinformada sobre o mal.

Mãos à obra! Valéria entrou em contato com os principais hospitais no mundo para estudar a doença a fundo. Assim nasceu o Instituto, com o objetivo de atender as mulheres, reunindo todas as forças possíveis para diminuir a incidência  do câncer de mama entre elas.

E esse trabalho segue até hoje, incluindo não só a questão da necessidade da mamografia, que revela o mal no seu início, resultando na cura em 90%, por detectá-lo precocemente.

Ensinando a dirigir

A bordo do Prius

Fotos: Divulgação (responsabilidade do editor da Coluna)

Além de cuidar do Instituto, Valéria Baraccat tem seus momentos de ensinar as pessoas a dirigir o Prius, especialmente manobristas dos locais que visita em busca de apoio para o Arte de Viver Bem, ou para fazer palestras que ajudam as mulheres a tratar ou evitar o câncer.

Me perguntam tudo, conta ela. Qual o consumo, como funciona? E ela vai explicando contando que o carro tem dois motores, que funcionam em sintonia, a gasolina e elétrico. Nele, a energia cinética,  gerada nas frenagens, transforma-se em energia elétrica pelo motor elétrico, que faz como um gerador carregando a bateria. Sem precisar carregar na tomada.

E ela ainda faz questão de destacar: ele não entra no rodízio!

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*chicolelis – chicolelis@gmail.com – Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna  (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos, gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos social e ambiental.

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City 2018 recebeu pequenas mudanças

José Oswaldo Costa (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/05/2018)

Sedan compacto da Honda teve algumas alterações no design e conta com novo sistema multimídia

GEDSC DIGITAL CAMERAO Honda City teve 4.761 unidades vendidas até a última quarta-feira. No mesmo período, o desempenho de alguns de seus concorrentes diretos, no segmento de sedans compactos premium, foi o seguinte: Volkswagen Virtus – 10.527 unidades; Nissan Versa – 8.558 unidades;  Fiat Cronos – 6.542 unidades; e Chevrolet Cobalt – 5.843 unidades.

Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Para a linha 2018, o modelo passou por algumas sutis alterações na dianteira e na traseira. Além disso, ganhou novo sistema multimídia, com GPS e câmera de ré, na versão avaliada pelo DC Auto, a topo de linha EXL.

Na dianteira, foram alterados o para-choque e a grade do radiador. A barra cromada, característica da Honda, que faz a ligação entre os faróis está mais fina. Aliás, nessa versão, os faróis são em LED e o modelo conta com DRL (Daytime Running Light ou luzes de rodagem diurnas).

GEDSC DIGITAL CAMERAO para-choque traseiro também passou por mudanças. Ele recebeu um elemento de plástico com formato tipo colmeia (como ocorre na grade do radiador) entre os “olhos de gato” das extremidades. As lanternas, que também contam com LED, receberam elementos translúcidos para a área das setas.

GEDSC DIGITAL CAMERANa lateral, o destaque fica por conta das novas rodas, em liga leve, de 16 polegadas. As palhetas do limpador de para-brisa passam a ser do tipo flat blade.

O motor do Honda City é bem conhecido dos brasileiros. Trata-se de um 1.5 capaz de render 115/116 cv (gasolina/etanol) e 15,2 / 15,3 kgfm de torque (gasolina/etanol). O câmbio é do tipo CVT e pode simular 7 marchas.

Inclusive, elas podem se mudadas através de “borboletas” (paddle shift) atrás do volante. O câmbio conta com a função S para trocas mais “esportivas”, deixando que a rotação do motor suba mais entre as mudanças de marcha.

Se não é brilhante, o conjunto mecânico cumpre bem o seu papel. O Honda City mostrou um desempenho adequado em estradas, inclusive em ultrapassagens, e é bastante ágil no trânsito urbano. Na estrada, em situações de rotações mais altas, o barulho do funcionamento do motor invadiu o interior do carro. Mas nada que incomode muito.

GEDSC DIGITAL CAMERANo geral, o sedan compacto é prazeroso de dirigir e mostra um bom conforto ao rodar. O conjunto da suspensão permite que o motorista percorra curvas mais fechadas, em velocidade mais elevada, sem sustos.

Poderia ser um pouco mais macio já que, como é característico da marca (principalmente no Fit), transfere algumas irregularidades para o interior.

Controle de estabilidade ausente

Falando em interior, o da versão ELX, avaliada, é confortável. Os bancos são forrados com material sintético que imita o couro. O do motorista apresenta ajuste da altura.

O banco do passageiro pode ser rebatido para permitir o transporte de cargas mais longas. O traseiro é bipartido (40/60), com acionamento localizado dentro do porta-malas.

GEDSC DIGITAL CAMERAO quadro de instrumentos, simples, é outra característica adotada pela Honda em vários modelos: velocímetro ao centro, conta giros à esquerda e computador de bordo/marcador de combustível à direita.

O computador de bordo, aliás, carece de mais informações, mostrando-se bastante básico para os dias de hoje e, principalmente, frente à concorrência.

A central multimídia, com tela de 7 polegadas sensível ao toque, está localizada abaixo das saídas de ar centrais. Ela tem conectividade com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto. Também sensível ao toque são as funções do ar-condicionado digital presente nessa versão.

GEDSC DIGITAL CAMERAO sistema apresenta câmera de ré, que possui a opção de três ângulos de visualização e indicação de distância do objeto por cores. Porém, ao contrário do que algumas montadoras entendem (não somente a Honda), a presença da câmera não deveria excluir os sensores de estacionamento traseiros, com aviso sonoro.

O City também não é equipado com os sensores de estacionamento dianteiros. Ambos fazem realmente falta. Os quatro vidros elétricos possuem comando de um toque. Se o alarme for ligado, eles se fecham automaticamente.

GEDSC DIGITAL CAMERASegurança – O Honda City EXL passa a contar, em sua linha 2018, com seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina). Porém, no que tange à segurança dos ocupantes, o preço do modelo bem como, mais uma vez, o que ocorre com seus concorrentes, é um grave deslize a montadora japonesa não equipá-lo com os controles de tração e estabilidade.

Todos os ocupantes contam com cintos de segurança de três pontos e encostos para a cabeça. O sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis também está presente.

Dentre os itens de série presentes na versão EXL, destacamos: seis airbags; faróis em LED; luzes diurnas em LED; sistema Isofix; cintos de segurança de três pontos e encostos de cabeça para os cinco ocupantes; câmera de ré, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas (com sistema de som, telefonia e GPS integrados); entrada USB; ar-condicionado automático digital; direção eletricamente assistida progressiva; volante mutifuncional; volante com ajustes de altura e profundidade; banco do motorista com ajuste de altura; bancos forrados com material sintético que imita o couro; retrovisores com regulagem e rebatimento elétricos e rodas em liga leve de 16 polegadas.

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Fotos: José Oswaldo Costa

Na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço do Honda City EXL 1.5 16V Flex (CVT) é R$ 82,90 mil.

Ficha Técnica:

✔ Velocidade máxima — 175 km/h (etanol)

✔ 0 a 100 km/h — 11,3 segundos (etanol)

✔ Potência — 115/116 cv (gasolina/etanol)

✔ Consumo médio gasolina — 11,9 km/l (cidade) e 14,3 km/l (estrada)

✔ Consumo médio etanol — 8,6 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

✔ Distância entre eixos —2,60 metros

✔ Comprimento — 4,45 metros

✔ Largura — 1,69 metro

✔ Altura — 1,48 metro

✔ Capacidade do porta-malas — 536 litros

✔ Capacidade do tanque — 46 litros

✔ Pneus/ Rodas  — 185/55 R16 / Liga leve 16 polegadas

 

Preços das novas Triumph Tiger 800 e 1200

José Oswaldo Costa

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Foto: Triumph / Divulgação

São eles:

TIGER 800

XR –  R$43,19 mil

XR (Pintura Metálica) – R$43,69 mil

XRX – R$48,89 mil

XRX (Pintura Metálica) – R$49,39 mil

XRXL – R$48,89 mil

XRXL (Pintura Metálica) – R$49,39 mil

XRT (Pintura Metálica) – R$54,89 mil

XCX – R$51,39 mil

XCX (Pintura Metálica) – R$51,89 mil

XCA – R$55,89 mil

TIGER 1200

XR – R$60,09 mil

XR (Pintura Metálica) – R$60,59 mil

XCX – R$73,19 mil

XCX (Pintura Metálica) – R$73,69 mil

XCA – R$83,49 mil

Triumph BH lança as novas Tiger 800 e 1200 neste sábado

Da Redação

Triumph-2-633x422A Triumph BH realiza neste sábado, dia 19 de maio, a partir das 9h, um dos lançamentos mais importantes deste ano: as novas Tiger 800 e Tiger 1200.

A concessionária receberá clientes e os apaixonados por motocicletas para que possam agendar um test ride com os novos modelos e receber atendimento personalizado dos consultores da Triumph BH.

As novas Tiger 800 e Tiger 1200, em todos os aspectos, são as mais completas Tigers já desenvolvidas pela Triumph, de acordo com a marca.

A nova família Tiger 800 incorpora cerca de 200 atualizações por modelo, inclusive o maior nível de tecnologia já apresentado, mais potencialidade, ergonomia reforçada, e uma relação de primeira marcha mais baixa, com entrega de potência mais responsiva oferecida pelo motor de última geração.

A nova Tiger 1200 está muito mais leve, com até 11 kg de redução no peso. Teve mais de 100 melhorias incorporadas, inclusive uma reformulação completa no motor que lhe confere potência imediata.

Sua tecnologia também foi aprimorada: configuração de iluminação toda em LED com iluminação direcional adaptativa, painel de instrumentos TFT colorido, 6 modos de pilotagem, botões iluminados, Triumph Shift Assist, ignição sem chave, nova ergonomia e um estilo mais diferenciado.

No total, são nove novos modelos, seis da 800 (Tiger 800 XR, Tiger 800 XRx, Tiger 800 XRx low seat, Tiger 800 XCx, Tiger 800 XRt e Tiger 800 XCa) e três da 1200 (Tiger 1200 XR, Tiger 1200 XCx e Tiger 1200 XCa).

Os preços dos novos modelos não foram informados até este momento.

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Fotos: Triumph / Divulgação

Fiat Argo ganha nova versão de entrada

Da Redação

Fiat Argo 1.0 Drive 1O Fiat Argo completa um ano com quase 50 mil unidades vendidas, de acordo com a montadora italiana. A partir desse mês, o modelo traz uma nova versão de entrada.

Com o lançamento do Argo 1.0, a Fiat passa a oferecer uma gama mais completa para o hatch.

A nova versão de entrada traz itens de série importantes, como ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, trava elétrica, direção elétrica, sistema Start & Stop, computador de bordo, volante com regulagem de altura, ESS (sinalização de frenagem de emergência) e rodas de aço estampado aro 14 polegadas.

O preço do Fiat Argo 1.0 é R$44,99 mil.

Estão disponíveis, ainda, dois pacotes de opcionais: Kit Convenience: retrovisores externos elétricos, luzes indicadoras de direção nos retrovisores, função tilt down, rádio Connect, vidros elétricos traseiros com one touch e anti-esmagamento; Kit Rádio Connect: audio streaming, bluethooth e volante com comandos de rádio.

O preço dos dois pacotes ainda não foi informado. Essa versão de entrada utiliza o motor 1.0 de três cilindros, capaz de render 72/77 cv (gasolina/etanol), e câmbio manual de 5 marchas.

Fiat Argo 1.0 Drive 2

Fotos: Marcos Camargo / FCA / Divulgação

Confira as versões e preços do Argo:

  • Fiat Argo 1.0 – R$44,99 mil
  • Fiat Argo Drive 1.0 – R$47,79 mil
  • Fiat Argo Drive 1.3 – R$54,99 mil
  • Fiat Argo Drive 1.3 GSR (automatizado) – R$59,99 mil
  • Fiat Argo Precision 1.8 –  R$62,29 mil
  • Fiat Argo Precision 1.8 AT6 (automático) – R$68,29 mil
  • Fiat Argo HGT 1.8 – R$65,29 mil
  • Fiat Argo HGT 1.8 AT6 (automático) – R$71,39 mil

Cuidados com o fluido de arrefecimento

Da Redação

Infografico Glysantin

Imagem: BASF / Divulgação

Conhecido popularmente como fluido do radiador, o fluido de arrefecimento é essencial para garantir o bom funcionamento do motor dos automóveis. Esse agente de resfriamento foi desenvolvido para controlar o calor gerado pelo motor, mantendo-o nas melhores condições de temperatura.

O produto circula entre o radiador e as câmeras internas do motor, promovendo sua refrigeração – e no caso do Glysantin®, fluido concentrado de alto desempenho, fornece tripla proteção, contra a corrosão, superaquecimento, além do congelamento.

Efetivamente protege o motor contra corrosão e depósitos no sistema de arrefecimento, que inclui os canais de arrefecimento nos blocos do motor e cabeça do cilindro, o radiador, a bomba de água e no núcleo de aquecimento.

Para garantir efetivamente a proteção, o fluido de arrefecimento deve ser trocado regularmente após três a quatro anos em intervalos recomendados pelos fabricantes. Isso porque surgem moléculas corrosivas devido à degradação gradual do fluido.

Por isso, postergar a troca pode levar a danos no motor e no sistema de arrefecimento, como superaquecimento, corrosão, aumento do consumo de combustível e ruídos internos.

Normalmente, a vistoria do nível do fluido de radiador é oferecida pelos frentistas nos postos de gasolina. A checagem é importante, mas a recomendação é que qualquer alteração deve ser analisada criteriosamente por um mecânico especializado.

Para reposição, existem diferentes tipos e tecnologias e é importante utilizar o produto indicado pelo fabricante, informação que vem impressa no manual do carro, pois foi formulado e testado especialmente para a aplicação, além de contar com a aprovação da montadora.

Vale reforçar que os fabricantes não apresentam recomendações para o uso dos agentes de proteção do radiador. Apresentam liberações ou autorizações oficiais, que devem ser atendidas para garantir a segurança.

O abastecimento incorreto do fluido pode provocar danos no sistema de refrigeração. A troca pode ser um procedimento simples, mas é preciso alguns cuidados que só o mecânico capacitado tem, principalmente, para avaliar possíveis danos aos componentes, necessidade de manutenção e a escolha do produto adequado.

As dicas a seguir garantem a segurança de funcionamento permanente do sistema de refrigeração:

  1. Verificar regularmente o nível do fluido de arrefecimento. Qualquer alteração deve ser avaliada por um mecânico capacitado.
  2. Durante reparações, sempre substituir totalmente o líquido de refrigeração, lavando e limpando previamente o sistema de refrigeração.
  3. No caso de veículos com mais de seis anos, é recomendada a substituição da proteção do radiador a cada três ou quatro anos, de acordo com o fabricante.
  4. Respeitar sempre as indicações do fabricante do veículo. Nunca misturar agentes de proteção do radiador com diferentes tecnologias, ou seja, produtos de fabricantes diferentes.

Desde 1929, o Glysantin é considerado o maior refrigerante de motores da Europa e foi o primeiro do mundo a produzir a proteção tripla contra corrosão, superaquecimento e geada.

A BASF trabalha em cooperação com os principais fornecedores de automóveis em todo o mundo para garantir que seus fluidos de alto desempenho cumpram sempre as mais novas exigências.