Honda City 2019 recebe nova central multimídia

Da Redação

Honda City 1A Honda apresentou a linha 2019 do sedan compacto City. O modelo chega ao mercado com uma novidade para gama EX: a adoção de uma nova central multimídia, desenvolvida no Brasil, que traz conectividade com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto.

Honda City 3De fácil uso, segundo a montadora, tem manuseio semelhante ao de um tablet, permitindo a operação intuitiva de mapas do sistema de navegação do Waze (por meio do Android Auto) além da reprodução de músicas via bluetooth, por dispositivos portáteis, ou de serviços de streaming (via conexões bluetooth, Android Auto ou Apple CarPlay).

Honda City 4Essa central oferece a visualização da câmera de ré com três ângulos de visão e indicação de distância por cores, além de diversas possibilidades de regulagem de áudio, permitindo uma equalização adequada para cada estilo musical.

Honda City 6O City é oferecido em cinco versões, todas equipadas com o motor 1.5 i-VTEC FlexOne, de até 116 cv e transmissões CVT ou manual de 5 velocidades.

No início de 2018 a Honda promoveu mudanças no design da segunda geração do modelo. O sedan recebeu alterações na dianteira e traseira, que trazem linhas mais horizontais e esportivas e que tornam o visual mais largo.

Os faróis também foram renovados e trazem luzes de rodagem diurnas em LED integradas de série, em todas as versões do City. A versão EXL traz um conjunto exclusivo com luzes em LED tanto para o farol baixo como para o alto.

Honda City 2Em todas as versões, o City oferece itens de série como: ar-condicionado (manual nas versões DX, Personal e LX, e digital touchscreen na EX e EXL); sistema de som com bluetooth e entrada USB; direção elétrica EPS; acionamento elétrico para travas e vidros das quatro portas; volante com ajuste de altura e profundidade e chave do tipo canivete com sistema de travamento e destravamento das portas, fechamento à distância dos vidros e com imobilizador, dentre outros.

Versões e Preços:

DX MT: R$62,50 mil

Personal CVT: R$68,70 mil

LX CVT: R$74,20 mil

EX CVT: R$79,90 mil

EXL CVT: R$85,40 mil

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Fotos: Honda / Divulgação

Por quê o pneu é produzido na cor preta?

Da Redação

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Foto: Continental / Divulgação

Por quê o pneu é produzido na cor preta? A princípio, a questão parece bem simples, afinal o pneu é preto porque recebe em seu processo de produção um material chamado negro de fumo. Semelhante à fuligem, ele é empregado como reforço para a borracha natural acabando assim como responsável pela sua coloração.

O negro de fumo é fabricado industrialmente há quase 150 anos e, inicialmente, seu uso como pigmento auxiliou o segmento de tintas. Hoje, o negro de fumo é um dos principais ingredientes empregados na fabricação de um pneu, sendo produzido em mais de uma dezena de diferentes tipos.

A quantidade e os tipos de negro de fumo utilizados em cada pneu são segredos industriais e é essa delicada equação que determinará as suas principais características.

“O emprego do negro de fumo é um fator decisivo não só para a durabilidade do pneu, como para a sua aderência ao piso, a sua resistência ao rolamento e também a temperaturas elevadas. Ele responde, em média, por mais de 20% do peso e é a combinação entre os diversos tipos de negro de fumo que definirá a performance final do produto”, explicou Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus.

Através do emprego de pigmentos e sílica é possível obter pneu coloridos, como os que equipam as bicicletas infantis. Mas, as tentativas da indústria em comercializar pneus coloridos para automóveis não foram bem aceitas pelo consumidor.

Por ser a cor que mais disfarça a sujeira, e como nem sempre trafegamos em estradas limpinhas que acabaram de ser lavadas, o preto herdado do negro de fumo não parece ter que temer concorrentes coloridos.

Volvo 164 completa cinquenta anos

Da Redação

Volvo 164 2No fim dos anos de 1950, os engenheiros da Volvo tinham a ideia de projetar um carro de dimensões maiores e mais exclusivo. Seria um modelo com motor V8 e uma poderosa grade vertical.

No entanto, uma pesquisa indicou que os veículos compactos eram o futuro, especialmente nos EUA, fazendo com que o projeto fosse encerrado em 1960.

Mas do lançamento da série 140, em 1966, nasceu a ideia de colocar um motor de seis cilindros em linha no corpo do 140. Isso permitiria à Volvo criar a combinação de prestígio e tamanho compacto da qual as pessoas tanto precisavam…

Volvo 164 1O projetista-chefe, Jan Wilsgaard, manteve o chassi da série 140 e usou a frente do projeto 358, da década de 1950, para conceber o 164. Mais uma vez, o logotipo da marca em ferro assumiu uma posição de destaque, colocado na diagonal, da mesma forma que no primeiro Volvo, em 1927 – e como é visto nos modelos atuais.

O chassi do 140 também foi ampliado em 10 cm do para-brisa para a frente. Esta última medida foi necessária para dar espaço ao recém-desenvolvido motor de seis cilindros, designado como B30, com capacidade para 3 litros e potência de 145 cv, graças aos dois carburadores Zenith-Stromberg.

A caixa de transmissão alemã da ZF era do tipo “controle remoto”, o que significava que a alavanca de câmbio, relativamente curta, estava posicionada entre os bancos dianteiros.

Volvo 164 3Os acessórios eram consideravelmente mais luxuosos do que na série 140, com um tecido grosso de lã nos assentos, tapetes de tecido e banco traseiro projetado para duas pessoas, com um apoio de braço no centro.

Após o primeiro ano de produção, o 164 recebeu como padrão estofado de pele, lâmpadas auxiliares tipo halogêneo e apoios de cabeça integrados. Nos EUA, foi oferecido com janelas elétricas escuras, teto solar elétrico e ar-condicionado.

Quando a revista americana Car and Driver testou o Volvo 164, em sua edição de julho de 1969, os leitores receberam uma descrição do tipo de pessoas que deveriam comprar o novo modelo: “As pessoas da Volvo estão procurando roubar compradores dos showrooms da Buick, Oldsmobile e Mercedes, e estão fazendo exatamente isso. Os novos clientes da Volvo são profissionais – médicos, advogados, dentistas… – pessoas que podem pagar por algo diferente”.

Volvo 164 5Um anúncio americano para o 164 da Volvo estava ligado ao mesmo tema: “O carro de luxo que mostra que você tem mais do que dinheiro”.

O Volvo 164 passou por desenvolvimento contínuo ao longo de sua vida, recebendo recursos como injeção eletrônica de combustível (a partir de 1972). O último ano modelo saiu em 1975, e todos os carros construídos naquele ano foram exportados para os EUA. Até então, seu o sucessor, o 264, já havia entrado em produção.

Cinco fatos curiosos sobre o Volvo 164:

  1. Somente uma unidade do modelo foi transformado em ambulância. A divisão de veículos especiais da Volvo tinha um protótipo construído, significativamente mais alto e com distância entre os eixos maior. Ele se tornou o precursor das ambulâncias que, mais tarde, seriam criadas com base no Volvo 265.

  1. A produção do 164 foi transferida para a Kalmar, em 1974. Os métodos usados na nova fábrica da Volvo eram muito modernos para a época. Os carros foram movidos em carrinhos operados por bateria, controlados por loops no chão. As equipes montavam os carros e se revezavam para supervisionar e realizar diversas atividades de produção possíveis.

  1. O protótipo do cupê de luxo Volvo 262C, construído na Itália, foi baseado em um 164. O designer Coggiola o converteu em um coupé de duas portas muito parecido com o modelo de produção. Uma grande diferença foi a maneira pela qual o protótipo manteve sua frente do 164.

  1. O motor B30 de seis cilindros do Volvo 164 também foi usado em vários veículos off-road militares da Volvo. Uma versão marítima dele, com três carburadores, também foi produzida pela Volvo Penta.

  1. O fabricante italiano de carrocerias Zagato adornou seu estande, no Salão de Genebra de 1970, com o coupé esportivo 3000 GTZ. Com motor B30 sob o capô, e baseado mecanicamente no 164, foi o único protótipo construído do modelo. Rumores apontam que a unidade existe até hoje.

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Fotos: Volvo Cars / Divulgação

Linha 2019 da Honda CG estará nas concessionárias em setembro

Da Redação

Honda CG 1A Honda CG, em sua versão 2019, ganha novas cores e grafismos, além de uma nova roda de liga-leve na versão líder de vendas, a CG 160 Fan, e no modelo de uso profissional, a CG 160 Cargo.

A CG 160 Titan 2019 é oferecida em três novas cores: vermelho e azul (perolizados) e prata (metálico). Grafismos inéditos incorporam uma faixa de tanque na parte superior central.

Honda CG 3A CG 160 Fan 2019 terá também três opções de cores: o tradicional preto, um novo vermelho e a nova opção cinza metálico, todas complementadas por grafismos atualizados e pelas novas rodas de liga-leve, com o mesmo design da Titan.

Já a CG 160 Start também recebe a nova tonalidade de vermelho e mantém a opção em preto no modelo 2019. A CG 160 Cargo permanece disponível em opção única: branco.

Honda CG 2As versões CG 125i Cargo e CG 125i Fan não sofrem alterações e continuam sendo comercializas como modelo 2018, nas cores branco, na primeira, e vermelho e preto, para a segunda.

A CG 160 Titan, a CG 160 Fan e a CG 160 Start são equipadas com o mesmo motor: o monocilindro 4 tempos de exatos 162,7 cm3 que gera 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) de potência máxima a 8.000 rpm. O torque é de 1,54 kgfm (etanol) e 1,40 kgfm (gasolina).

Honda CG 4Já a CG 125i Fan é equipada com o um monocilindro de 4 tempos de 124,7 cm3 capaz de oferecer 11,8 cv de potência máxima e 1,06 kgfm de torque.

Os dois motores contam com transmissão de cinco velocidades e embreagem multidisco em banho de óleo.

Toda a linha CG tem três anos de garantia e sete trocas de óleo gratuitas e estará à disposição na rede de concessionárias a partir de setembro.

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Fotos: Honda / Divulgação

Os preços públicos sugeridos, com base em São Paulo, são:

LINHA NACIONAL
MODELO ANO CORES PREÇO
CG125i Fan 2018 Preto, Vermelho R$7,16 mil
CG125i Cargo 2018 Branca R$7,17 mil
CG160 Fan Cargo 2018 Branco R$9,04 mil
CG160 Start 2018 Vermelho e Preto R$8,03 mil
CG160 Fan 2018 Preto, Vermelho e Cinza Metálico R$9,04 mil
CG 160 Titan 2018 Azul Perolizado, Vermelho e Prata Metálicos

R$10,24 mil

 

Renault Kwid completa primeiro ano como líder do seu segmento

Da Redação

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultSegundo a Renault, o compacto Kwid está completando seu primeiro ano no mercado nacional como líder do seu segmento, com 34,9 mil unidades emplacadas de janeiro a julho – ou 44% dos volumes do mercado dos compactos de entrada.

Desde o lançamento do veículo, em agosto de 2017, os licenciamentos do Kwid superaram as 57 mil unidades até o final do último mês.

Ainda de acordo com a montadora, o desempenho no mercado nacional é repetido em países como Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, além de nações da África, onde o Kwid também já é vendido.

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultNo total, cerca de 25 mil unidades do veículo foram exportadas para esses locais a partir do Complexo Ayrton Senna, no Paraná, onde o modelo é fabricado.

“O Kwid é um veículo fundamental para a estratégia de crescimento da Renault no Brasil, sendo um dos elementos responsáveis por termos alcançado uma participação de mercado superior a 8% no acumulado de janeiro a julho – um marco histórico para a nossa marca. Ele é um carro que inovou no projeto, na pré-venda, que alcançou volumes quatro vezes superiores ao que esperávamos, e na forma de vender, com o K-Commerce, que permite a compra de um veículo de maneira totalmente on-line”, afirmou Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil.

Lançado em janeiro deste ano, o K-Commerce é uma plataforma mais para a compra de um veículo. A solução caiu no gosto dos consumidores brasileiros e, até o final de julho, já teve mais de 2,5 milhões de acessos, com a venda de quase 11 mil Kwid, disse a Renault.

O acesso ao site (loja.renault.com.br) é feito, em quase 70% dos casos, por celulares ou tablets.

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

Fotos: Rodolfo Buhrer / Renault / Divulgação

Brasil tem mais de 600 veículos híbridos e elétricos para aluguel

Da Redação

Segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), as 11.482 locadoras de automóveis que atuam no País já têm, juntas, mais de 600 veículos híbridos e elétricos disponíveis para aluguel no Brasil.

Para que essa frota aumente, é indispensável que o Brasil crie incentivos para a massificação e o uso desses modelos, que têm potencial para serem mais procurados por clientes da locação.

“Entendemos que o nosso setor é o maior player de mobilidade urbana do País. Forçosamente, esses paradigmas sobre veículos híbridos e elétricos vão mudar diante das novas necessidades de uso inteligente e, ao mesmo tempo, compartilhado dos meios de transporte”, disse Paulo Miguel Junior, presidente do conselho nacional da ABLA.

A opção de aluguel que mais tem chamado atenção é a locação de longa duração, que varia de 12 a 24 meses, com seguro e despesas de manutenção absorvidos pela mensalidade.

Essa nova opção de aluguel representa economia financeira se comparada à compra de um veículo próprio, “inclusive porque os custos de depreciação (média de 40% em dois anos de uso), taxas e impostos embutidos na compra ficam por conta da locadora”, acrescentou Miguel Junior.

Em relação à frota total de automóveis e comerciais leves, de acordo com os dados do Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos, são 709.033 unidades disponíveis para locação no País.

Toyota Hilux 2019 chega com design alterado para grade e para-choque

Da Redação (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 24/08/2018)

11_ToyotaHilux2019A Toyota apresentou a Hilux 2019. A dianteira foi reformulada e a picape ganhou nova grade para o radiador.

Vei2 - Toyota - DivulgaçãoO novo design frontal está presente nas versões SRX, SRV e SR. Ele incorpora desenho de grade hexagonal, traçada por três sólidas barras horizontais contornadas por um acabamento cromado.

As alterações implicaram na remodelação do para-choque dianteiro, onde foram incorporados faróis de neblina, equipamento presente desde a versão SR.

Vei3 - Toyota - DivulgaçãoCom as mudanças, a Hilux ficou um pouco menor no comprimento: agora são 5,32 metros, 15 mm a menos em relação ao modelo 2018. Na altura, permanecem os 1,82 metro e os mesmos 1,86 metro de largura. A distância entre eixos, também inalterada, é de 3,09 metros.

SRX – Considerada pela montadora como carro-chefe da linha, a versão SRX (fotos dessa matéria) trará badge alusivo ao 50º aniversário da picape. As modificações externas são complementadas pela introdução de novas rodas 18 polegadas. Outra novidade, de série na versão SRX 50th anniversary, é a inclusão de capota marítima.

No acabamento interno, as principais mudanças são para essa versão. Entre elas está a tonalidade escura, a fim de contrastar com os detalhes cromados. Os assentos trazem material sintético perfurado que imita o couro e, o painel de instrumentos, iluminação na cor branca.

Vei4 - Toyota - Divulgação

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8_ToyotaHilux2019A SRX ainda inclui espelho retrovisor interno eletrocrômico e luz de condução diurna em LED.

A intermediária SRV adota rodas 18 polegadas e maçanetas externas cromadas. Já as versões focadas para o trabalho (Cabine Simples e Cabine Chassi) mantêm o design externo da linha 2018.

A Hilux SRV conta, entre outros, com: estepe em liga leve, airbags laterais e de cortina (totalizando sete), Smart Entry e Push Start, assistente eletrônico de subida (DAC), apenas nas versões a diesel, módulo para subida automática dos quatro vidros, luz de condução diurna e retrovisor eletrocrômico.

A versão SR, focada no produtor rural, também elevou a oferta de equipamentos, ao ganhar, de série, ar-condicionado digital e luz de condução diurna.

Motor e transmissão – A picape segue equipada com motores diesel e flex. O motor diesel é o 2.8 16V turbo de 177cv que conta, também, com tração integral.

5_ToyotaHilux2019A transmissão para os modelos diesel é automática sequencial de 6 marchas, nas versões SRX, SRV e SR, e manual de 6 marchas para as demais.

O motor flex é o 2.7 16V de 159/163 cv de potência (gasolina/etanol). Com ele, são três versões dotadas de transmissão automática de seis velocidades sequencial: SRV 4×4 Cabine Dupla, SRV 4×2 e SR 4×2. Há, ainda, a opção da SR 4×2 com transmissão manual de cinco velocidades.

Preços – Diesel 4×4: SRX 50th Anniversary (automática) – R$ 196,99 mil; SRV (automática) – R$ 179,99 mil; SR (automática) – R$ 160,49 mil; STD Power Pack (manual) – R$ 140,49 mil; STD Narrow (manual) – R$ 138,01 mil; Cabine Simples (manual) – R$ 125,56 mil e Chassi e Cabine – R$ 121,53 mil.

Bicombustível: SRV 4×4 (automática) – R$140,99 mil; SRV 4X2 (automática) – R$129,99 mil; SR 4X2 (automática) – R$117,99 mil e SR 4X2 (manual) – R$111,99 mil.

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Fotos: Toyota / Divulgação