Fiat realiza recall do sensor de seleção de marchas de modelos com câmbio automatizado

Da Redação

A FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil, está convocando os proprietários dos veículos Argo motor 1.3 e Mobi motor 1.0 ano/modelo 2018, Grand Siena e Weekend ambos motor 1.6, ano/modelo 2017 e 2018, Strada motor 1.8, ano/modelo 2017, Cronos motor 1.3 ano/modelo 2018 e 2019, Uno motor 1.3 ano/modelo 2107 e 2018 e Palio motor 1.6 ano/modelo 2017, para, a partir do dia 01 de outubro de 2018, agendarem seu comparecimento em uma das concessionárias Fiat, a fim de que seja providenciada, gratuitamente, a verificação e, se necessária, a substituição do sensor de seleção das marchas dos veículos convocados, equipados com câmbio automatizado.

Esse recall envolve um total de 11.669 unidades.

Foi detectado que a eventual falha do sensor, com o veículo em movimento, poderá acarretar a mudança inesperada da marcha para a posição neutro (ponto morto), provocando, consequentemente, a perda da força motriz do motor, comprometendo as condições de dirigibilidade do veículo e aumentando o risco de colisão, além de possibilitar a ocorrência de danos físicos e materiais ao condutor, aos passageiros e a terceiros.

O tempo estimado de reparo é de aproximadamente 1 hora. A montadora solicita que o cliente agende sua visita previamente na concessionária Fiat de sua preferência. Para consulta dos números dos chassis envolvidos e/ou obter outras informações, foi disponibilizado o site http://www.fiat.com.br.

O contato também pode ser feito através da Central de Serviços ao Cliente Fiat, pelo telefone 0800 707 1000.

VEÍCULO ANO/MODELO CHASSIS NÃO SEQ.
(ÚLT. 6 DÍGITOS)
UNIDADES ENVOLVIDAS
Argo 1.3 2018 H10294 a H64699 5.097
Weekend 1.6 2017 e 2018 097241 a 099833 66
Grand Siena
1.6
2017 e 2018 329230 a 341048 567
Uno 1.3 2017 e 2018 796635 a 835113 916
Mobi 1.0 2018 465048 a 547697 2.572
Palio 1.6 2017 192022 a 199837 141
Strada 1.8 2017 152494 a 168706 34
Cronos 1.3 2018 e 2019 000012 a 022737 2.276

Eclipse Cross é o novo utilitário esportivo do nosso mercado

José Oswaldo Costa*(Publicado no Diário do Comércio – Edição: 28/09/2018)

de Porto Alegre (RS)

O SUV da Mitsubishi vem do Japão

Vei1 - Mistsubishi - DivulgaçãoA Mitsubishi acaba de ampliar sua família de utilitários esportivos. Foi lançado, nessa semana, o novo Eclipse Cross. O modelo ficará posicionado entre o ASX e o Outlander.

O Eclipse Cross herdou o nome do modelo esportivo de sucesso da marca, mas passou a ser um veículo completamente diferente. Agora um SUV, ele chega ao nosso mercado para concorrer com modelos como o Jeep Compass, o Hyundai New Tucson e Kia Sportage.

Devido ao preço e ao farto pacote tecnológico, além do acabamento premium, também medirá forças com Mercedes-Benz GLA, Audi Q3, BMW X1 e Volvo XC40.

Design – O novo utilitário traz um design marcante e diferenciado. Suas linhas são bastante arrojadas, ainda mais se lembrarmos que o seu segmento costuma apresentar modelos mais conservadores, sem grandes arroubos estilísticos.

Mitsubishi Eclipse Cross - Tom Papp-Mitsubishi (41)Na dianteira, destaque para a área central preta e os detalhes cromados, na grade e no para-choque. Os faróis, full LED, são bem afinados e contam, também, com luz de rodagem diurna (DRL). O para-choque incorpora, em uma mesma peça, os faróis de neblina e as luzes de seta.

Na traseira, o maior arrojo. As lanternas são grandes e fazem uma única peça que se estende por toda a área do vidro traseiro, dividindo o mesmo em duas partes distintas. As luzes de ré foram posicionadas no para-choque. Mesma solução adotada pelo Toyota Prius e que garante uma melhor visibilidade traseira em manobras.

As laterais apresentam um vinco bem marcante, que se estende das portas dianteiras até as lanternas, no porta-malas. O que também chama atenção são as belas rodas em liga-leve de 18 polegadas, calçadas com pneus 225/55 R18.

Mitsubishi Eclipse Cross - Tom Papp-Mitsubishi (42)Interior – O interior do Mistsubishi Eclipse Cross é bonito e caprichado. O painel é totalmente forrado com matéria emborracho macio ao toque, que também compõe a parte superior das portas dianteiras. Nelas, a parte que entra em contato com o braço dos ocupantes é forrada em couro. Pena que o acabamento emborrachado não está presente nas portas traseiras. Mas o couro, na área para os braços, permanece.

O material em preto brilhante (Black Piano) está presente em toda a parte central do painel, bem como o acabamento metálico, que acompanha as linhas, faz o contorno das saídas de ar e do apoio de braço das portas.

O quadro de instrumentos, bem como a parte central (com sistema multimídia e comandos do ar-condicionado), segue o “padrão Mitsubishi”: simples, funcional e bem equipado. O arrojo limita-se ao exterior, o que não é ruim. Pode-se dizer que é um tipo de painel mais “clássico” e que agradará a todos os tipos de gosto.

Mitsubishi Eclipse Cross (14)O Head Up Display projeta informações do veículo, acima do quadro de instrumentos, por meio de uma tela colorida e retrátil. Ele traz informações, como a velocidade do carro, sem que o motorista precise tirar sua atenção do trajeto.

O sistema multimídia tem tela capacitiva de 7 polegadas, sensível ao toque, com Android Auto e Apple Car Play, áudio streaming de última geração e conexão WiFi, que permite o acesso a aplicativos nativos, como Waze e Spotify. Sua operação é fácil e intuitiva.

O ar-condicionado é automático digital e de duas zonas. Não existem saídas centrais para os bancos traseiros, mas elas estão presentes embaixo dos bancos dianteiros, o que melhora a ventilação para os demais passageiros quando o ar-condicionado é ligado.

Mitsubishi Eclipse Cross (18)Falando em bancos, os traseiros são deslizantes (200 mm) e, seus encostos, possuem 8 ajustes de inclinação (de 16º a 32º). Além do conforto para os ocupantes, aumenta um pouco a capacidade do porta-malas, que é de 473 litros. Com todos os bancos rebatidos, ela aumenta para 1.197 litros.

Os bancos são todos revestidos em couro e contam com aquecimento. O do motorista apresenta regulagens elétricas. O volante multifuncional apresenta regulagens de altura e profundidade. A direção tem assistência elétrica.

Mitsubishi Eclipse Cross (15)

Veículo recebeu 5 estrelas em testes

Uma novidade que a Mitsubishi traz para o Brasil, através do Eclipse Cross, é o motor 1.5 turbo capaz de render 165 cv e torque de 25,5 kgfm. Como o modelo é importado do Japão, esse propulsor somente utiliza gasolina. Dependendo da aceitação do mercado em relação ao SUV, a montadora não descarta trazer, futuramente, uma versão movida a diesel.

De acordo com a montadora, com esse motor, o Eclipse Cross leva 9,5 segundos para sair da imobilidade e atingir os 100 km/h e atinge a velocidade máxima de 205 km/h.

Mitsubishi Eclipse Cross (20)Esse motor, Dual VVT, tem bloco de alumínio e conta com injeção direta de combustível. Trabalha em conjunto com ele uma transmissão automática do tipo CVT capaz de simular 8 marchas. Ela permite trocas sequenciais através da própria alavanca do câmbio ou por meio de “borboletas” fixadas na coluna de direção.

O Eclipse Cross traz o Super AllWheel Control (S-AWC), um sistema de controle dinâmico integrado ao 4WD, que garante uma rodagem mais segura em qualquer tipo de piso. Com um acoplamento eletromagnético, o sistema controla automaticamente a distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro.

Já o AYC (Active YawControl), faz otimização do torque entre as quatro rodas. O motorista pode optar por três tipos de condução: Auto, Snow (pisos molhados e escorregadios) ou Gravel (terra e cascalho), dependendo das condições de cada tipo de terreno, visando melhorar a precisão na condução, estabilidade e manobrabilidade em estradas escorregadias.

O modelo, que chega às concessionárias da marca em novembro, será oferecido em duas versões e o consumidor poderá escolher entre as opções de tração 4×2 ou 4×4.

Vei2 - Mistsubishi - DivulgaçãoSegurança – O novo utilitário esportivo vem carregado com a chamada “sopa de letrinhas”, que fazem referência aos dispositivos embarcados. Entre outros, podemos destacar o BSW (monitoramento de ponto cego), o UMS (avisa que há um obstáculo na frente do carro antes que o motorista acelere), ACC (que é o piloto automático adaptativo), FCM (frenagem autônoma), LDW (aviso de saída da faixa de rodagem) e RCTA (aviso de tráfego traseiro).

Com 5 estrelas, em testes de segurança realizados pelos principais institutos mundiais, o Eclipse Cross conta com 9 airbags: 2 frontais, 2 laterais, 4 do tipo cortina e 1 para os joelhos do condutor. Além disso, é equipado com controles de estabilidade e tração e traz o sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis.

O modelo também é equipado com chave presencial (keyless), partida do motor por meio de botão no painel, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, sensores de chuva, estacionamento (dianteiro e traseiro), câmera de ré  e sensor para os faróis. Esse último conta com sistema que desliga o farol alto em caso de tráfego no sentido contrário.

Como dissemos, o Mitsubishi Eclipse Cross chega ao nosso mercado em duas versões: HPE-S (4×2) – R$ 149,99 mil e HPE-S S-AWC (4×4) – R$ 155,99 mil.

Vei4 - Mistsubishi - DivulgaçãoA montadora tem a expectativa de comercializar 300 unidades/mês. Desse total, acredita que 60% será da versão 4×4 e, 40%, da 4×2.

As dimensões do SUV são as seguintes: 4,41 metros de comprimento; 1,81 metro de largura; 1,69 metro de altura e 2,67 metros de entre-eixos.

Mitsubishi Eclipse Cross - Tom Papp-Mitsubishi (15)

Fotos: Tom Papp / Mitsubishi / Divulgação

*O jornalista viajou a convite da Mitsubishi

Honda anuncia recall para o airbag do passageiro do Fit e do City

Da Redação

A Honda Automóveis do Brasil está convocando os proprietários dos veículos Fit e City (ano/modelo 2014) a comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para a substituição gratuita do insuflador do airbag do passageiro.

Em caso de colisão, primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de airbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo.

Em situações extremas, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

A substituição do item é gratuita e deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada da marca a partir do dia 08 de outubro.

A consulta à necessidade do reparo deve ser feita no link www.honda.com.br/recall

O agendamento pode ser efetuado pelo mesmo endereço eletrônico ou pela Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h e sábado, das 09h às 14h – horário de Brasília).

Intermarine anuncia a nova 58 Offshore

Da Redação

Intermarine 58 OffShore 1A Intermarine, maior estaleiro brasileiro de embarcações de luxo, anunciou uma novidade no mercado náutico – a Intermarine 58 Offshore. A apresentação do modelo esportivo acontece durante o São Paulo Boat Show, maior evento do setor náutico da América Latina, entre hoje (27 de setembro) e 2 de outubro.

Fusion Studio TIFF FileA Intermarine 58 Offshore chega para ampliar a gama dos barcos de alta performance da companhia. Com 17,60 metros de comprimento, uma suíte, sala, cozinha, lavabo, cockpit com dois sofás, bar e amplas áreas externas, o modelo traz elementos inéditos aos barcos offshore.

Fusion Studio TIFF FileO posto de comando, composto por um conjunto totalmente digital, possui dois displays multifunção e uma tela de monitoramento dos motores ultramodernos. As duas poltronas permitem pilotar em pé ou sentado.

Fusion Studio TIFF FileOutra inovação é o seu volante multifuncional, que traz para o barco um elemento característico dos automóveis. Botões controlam áudio, iluminação e até mesmo os flaps sem que seja necessário retirar as mãos do volante.

Fusion Studio TIFF FileA embarcação, considerada a mais veloz do Brasil, chega a 100 km/h de velocidade na água e sua potência é equivalente à de 3 Lamborghini Aventador ou 21 carros populares 1.6.

O novo modelo pode ter seu interior customizado, o que confere à embarcação ainda mais exclusividade. “A 58 Offshore é um barco totalmente inovador, não existe nada similar no mundo. É um barco luxuoso e com vocação para velocidade, característica que está no DNA da Intermarine”, explicou Roberta Ramalho, presidente da Intermarine.

Intermarine 58 OffShore 2Desde o início das operações, em 1973, já foram vendidas mais de seis mil embarcações luxuosas da Intermarine, informou a empresa.

O estaleiro, localizado em Osasco (SP), tem 50 mil m², com estrutura completa para a fabricação dos barcos (incluindo seis mini fábricas: mecânica, hidráulica, elétrica, serralheria, marcenaria e tapeçaria).

Intermarine 58 OffShore 7

Imagens/Projeções: Intermarine / Divulgação

Mini convoca proprietários do Countryman

Da Redação

A Mini Brasil está convocando os proprietários de veículos Mini Cooper Countryman, fabricados entre 1º de fevereiro de 2017 e 18 de julho de 2018, a entrar em contato com uma concessionária autorizada da marca e efetuar o agendamento da instalação de uma chapa de proteção na bomba de combustível. O serviço é gratuito.

Esta ação se faz necessária, pois verificou-se que, em caso de colisão dianteira severa, a válvula de controle do fluxo da bomba de combustível pode se quebrar, podendo haver vazamento de combustível, e, consequentemente, risco de incêndio.

Nesta situação, não está descartada a possibilidade de ocorrência de danos físicos e materiais aos ocupantes do veículo e a terceiros.

A empresa ressalta que, até o presente momento, não tem conhecimento de acidentes envolvendo veículos afetados por esta convocação.

O chamamento envolve 433 veículos. A lista de chassis não-sequenciais afetados são:

MODELO

DE ATÉ
Mini Cooper Countryman 3D62590 3F91309

Os atendimentos podem ser agendados a partir do dia 5 de outubro e os serviços de verificação e substituição do componente têm duração estimada de 1 hora.

Para obter outras informações sobre este recall, o cliente deve acessar o site: www.mini.com.br/recall

Também poderá entrar em contato através do Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall, no 0800 019 7097, de 2ª a 6ª feira, das 8h às 19h.

 

Novo VW Jetta chega ao mercado em duas versões, com preços de R$109,99 mil e R$119,99 mil

Amintas Vidal*

de São Paulo (SP)

Versões Comfortline e R-Line justificam os preços acima da concorrência  pelo pacote tecnológico e o comportamento dinâmico

Novo Jetta Comfortline 250 TSI (1)Firme na empreitada em retomar a liderança do mercado nacional, a montadora alemã apresentou seu 11º lançamento, de um total de vinte, todos prometidos até 2020. Oferecer uma ampla linha de modelos, assim como fez a Fiat ao liderar as vendas no Brasil, pode ser uma receita de sucesso, mas posicionar tantos produtos em um mesmo portfólio não é tarefa fácil.

Para distanciar o Jetta, sedan médio, do Virtus, sedan compacto premium, e ainda deixar espaço para encaixar o SUV compacto T-Cross, que será lançado em novembro e começa a ser vendido em 2019, a Volkswagen optou em oferecer a 7ª geração do sedan bem equipada, entretanto, cara.

A versão de entrada, Comfortline, ficou com preço acima do Toyota Corolla XEI, do Honda Civic ELX e do Chevrolet Cruse LTZ, os principais concorrentes e suas respectivas versões mais vendidas.

Novo Jetta Comfortline 250 TSI (3)Já a versão de topo da gama, a R-Line, ficou com preço acima da versão Altis do Corolla e abaixo da versão Touring do Civic. Se não será pelo bolso, a Volkswagen vai tentar fisgar os fieis consumidores das outras marcas pelos equipamentos oferecidos, pelo moderno conjunto mecânico e pelo comportamento dinâmico exemplar.

Na matéria anterior sobre o Jetta, publicada no Diário do Comércio na última sexta-feira (21/09), apresentamos o novo produto e listamos os principais equipamentos das duas versões.

Nessa, vamos falar da estrutura e do design do modelo, explicar as funções dos principais equipamentos tecnológicos disponíveis e contar nossas primeiras impressões em breve test-drive com a versão Comfortline, realizado entre São Paulo, capital, e Cabreúva, no interior do estado.

Novo Jetta Comfortline 250 TSI (29)Apesar do novo Jetta crescer em todas as direções, as diferenças foram pequenas, mas foram importantes. A distância entre-eixos é 37mm maior, mais espaço para as pernas dos ocupantes do banco de trás.

Na largura interna, o ganho foi de 21 mm, ombros mais folgados também. Essas diferenças resultaram em um aumento de 43mm no comprimento total, porém, a frente e a traseira estão menos simétricas, pois o balanço dianteiro recuou 10mm e o traseiro cresceu 16mm, algo que, segundo os engenheiros da marca, garantiu um desenho mais dinâmico à carroceria.

Mesma base dos modelos Polo, Virtus, Golf e Tiguan Allspace, a matriz modular MQB permitiu essas mudanças, assim como a construção de uma estrutura com quatro tipos de aços: carbono comum, de alta resistência, de extra-alta resistência e de ultra-alta resistência, o que garantirá muitas estrelas no teste de colisão.

Outra tecnologia está na laminação variável desses aços. Espessuras diferentes na chapa usada em uma única peça permite aplicar apenas a massa necessária em cada ponto da estrutura e, assim, diminuir o peso total do modelo.

Além dos ganhos estruturais e da diferença de medidas, o Jetta teve seu novo design inspirado no irmão maior, o Passat, e em alguns elementos encontrados nos carros da Audi, divisão de veículos premium do grupo Volkswagen.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (2)Destacam-se a grade frontal trapezoidal com um largo friso cromado na parte superior e os pronunciados vincos laterais que partem das caixas de rodas, passam pelas maçanetas e contornam a traseira sobre as lanternas.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (73)As janelas tiveram a área ampliada horizontalmente, incluindo uma terceira abertura na coluna “C”. Mas, o que mais chama a atenção, e vêm de série em ambas as versões, sãos os faróis, lanternas e, logicamente, as luzes de posicionamento diurno, todas em LED. Muitas vezes, as únicas a receberem essa tecnologia nos modelos da concorrência são as diurnas (DRL).

Novo Jetta R-Line 250 TSI (76)Internamente, o Jetta ganhou em design e em qualidade dos materiais. O painel, agora assimétrico, passou a ser organizado na horizontal, ligando os marcadores com o sistema multimídia em uma única linha voltada para o condutor.

As demais peças também apresentam desenho alongado e angulado, como o do painel, tornando o interior mais dinâmico, assim como aconteceu no exterior. Os materiais de acabamento são emborrachados nos painéis, macios nas portas dianteiras, mas quase inexistentes na parte traseira.

Exceto nos apoios dos braços, os painéis das portas traseiras são em plástico rígido mesmo. O mais estranho é que, nem o aplique que simula material metálico, existente no painel e nas portas dianteiras, está presente nas portas traseiras.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (33)Parece até que a frente é de uma versão e a traseira é de outra, inferior. Novamente, o grande diferencial em relação aos concorrentes está na iluminação.

Um sistema de ambientação luminosa, também em LED, permite configurar até 10 cores que são projetadas nos painéis frontal e central e nas portas. As luzes dos instrumentos e central multimídia também seguem essa programação, tornando o ambiente mais integrado visualmente.

Um recurso eletrônico que utiliza essas luzes é o seletor do perfil de condução: branca para normal, vermelho para esportivo, azul para econômico e qualquer uma das dez disponíveis para o individual.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (18)

Novo Jetta R-Line 250 TSI (19)

Novo Jetta R-Line 250 TSI (22)

Novo Jetta R-Line 250 TSI (20)Esse recurso altera a peso da direção elétrica, as respostas do motor e do câmbio, a interferência eletrônica dos auxiliares de condução e os parâmetros do ar-condicionado visando atingir o melhor rendimento dinâmico, seguindo as prioridades do condutor.

Tanto este recurso, quanto o ar-condicionado digital de duas zonas, podem ser controlados pela central multimídia que vem de série nas duas versões.

O Discover Media, com tela de 8 polegadas, permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect (Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink) e oferece navegação por GPS nativo.

Todo este sistema pode ser controlado de qualquer smartphone ou tablet através do aplicativo Volkswagen Media Control. Por conexão wi-fi é possível acessar diversas funções da central e controlá-la de qualquer lugar do carro usando os dispositivos móveis.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (59)

Novo Jetta R-Line 250 TSI (61)

Novo Jetta R-Line 250 TSI (56)Ainda de série nas duas versões, e com funções diferenciadas em relação à concorrência, podemos destacar o sistema Start/Stop 2.0 e o sistema de auxílio ao estacionamento dianteiro e traseiro.

O primeiro, além de desligar o motor quando o carro está parado e o pedal de freio acionado, liga o mesmo quando o freio é liberado e poder ser desativado.A sua nova programação desliga o motor uma fração de segundo antes do carro parar totalmente, algo que, mesmo imperceptível ao condutor, aumenta ainda mais a economia de combustível.

A outra função interessante está associada aos sensores de estacionamento traseiros. Em manobras de saída de vagas, se o condutor ignorar os avisos de aproximação dos obstáculos, o freio é acionado eletronicamente, sem a intervenção do motorista, para evitar a colisão com os mesmos. Essa função atua apenas em velocidades entre 1,5 km/h e 10 km/h.

Como publicamos na matéria anterior, a versão R-Line  tem  todos os equipamentos da versão Comfortline e alguns exclusivos: o Active Info Display (painel digital programável), controlador automático de velocidade (ACC), Front Assist com função City Emergency Brake, Sistema de Frenagem Pós-Colisão, Detector de Fadiga e regulagem automática do farol alto (FLA).

Novo Jetta R-Line 250 TSI (38)O Active Info Display, o mesmo disponível para o Polo, o Virtus e o Tiguan Allspace, permite inúmeras configurações que podem privilegiar os dados de condução ou os de navegação ou os de assistência ao motorista.

O ACC, uma evolução dos controladores de velocidade (conhecidos como piloto automático), usa um radar localizado na grade frontal do modelo para manter uma distância pré-programada em relação aos veículos à frente, acelerando e freando conforme a necessidade.

Este sistema ainda para o carro e acelera em situações de engarrafamento, além de poder ser programado para os perfis de condução normal, esporte e econômico.

O Front Assist (sistema de monitoramento frontal), com City Emergency Braking, ajuda o motorista em situações de pré-colisão em velocidades acima de 65 km/h, alertando o condutor por meio de sinais (visual ou sonoro) no primeiro estágio.

Já no segundo estágio, por meio de um breve solavanco. Caso o motorista não freie forte o suficiente, o sistema automaticamente gera força de frenagem para tentar evitar uma colisão. Se ainda assim o motorista não reagir, o Front Assist freia o carro automaticamente para proporcionar mais tempo para reação.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (74)O sistema também auxilia o motorista dando um sinal caso o carro se aproxime demais do veículo à frente. A função City Emergency Braking é uma extensão do Front Assist. Ela monitora a área à frente do carro e só funciona abaixo de 30 km/h. Se houver perigo de colisão com um veículo, andando ou parado, à frente do carro e o motorista não reagir, o sistema de freios é pré-condicionado da mesma forma que com o Front Assist.

Se necessário, o City Emergency Braking começa a frear com força para reduzir a severidade do impacto.

O Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão (Automatic Post-Collision Braking System) aciona automaticamente os freios do veículo quando ele se envolve em uma batida, para reduzir a energia cinética residual.

O acionamento do sistema de frenagem pós-colisão se baseia na detecção da colisão inicial pelos sensores dos airbags. Segundo pesquisas realizadas nos EUA, 22% dos acidentes fatais ocorrem em colisões sequenciais.

O Detector de Fadiga reconhece a perda de concentração do motorista e o alerta por meio de um sinal sonoro durante cinco segundos. Uma mensagem visual também aparece no painel de instrumentos, recomendando uma parada para descanso.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (14)Se o motorista não parar dentro dos próximos 15 minutos, o aviso é repetido. Logo no início de cada viagem, o sistema analisa vários fatores, inclusive o comportamento individual do motorista ao volante. Durante a viagem, o sistema de detecção de fadiga avalia continuamente os vários sinais, como o ângulo de esterço do volante. Se os dados do monitoramento indicarem um desvio do comportamento registrado no início da viagem, são acionados os sinais sonoro e visual.

O Assistente de luz para farol alto (FLA – Front Light Assist) opera ativando ou desativando automaticamente o facho alto do farol. O FLA analisa o tráfego à frente ou em sentido contrário por meio de uma câmera instalada no para-brisa e, automaticamente, controla a ativação do farol alto. O sistema opera a partir da velocidade de 60 km/h.

O único opcional disponível para as duas versões é o teto solar. Ele custa R$4,99 mil e é chamado de “panorâmico” pela montadora. Entretanto, ele é formado por duas grandes lâminas de vidro na parte externa, o que dá uma aparência de teto inteiriço mas, por dentro, a abertura não é das maiores e abrange um pouco mais que a parte da frente do carro, não se sobrepondo à parte traseira, como acontece com os tetos considerados panorâmicos.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (16)Apesar de muito bem equipado em ambas as versões, o novo Jetta não conta com dois equipamentos bem comuns para essa categoria e mesmo para modelos mais simples. Ambos não dispõem de aletas no volante para as trocas de marchas sequenciais e também não tem saídas do ar-condicionado e tomadas USB para os ocupantes do banco de trás.

Considerando que Gol e Voyage já podem ter as aletas, como opcionais, e Polo e Virtus, além das aletas, oferecem também as saídas de ar e as tomadas USB, seria de se esperar que o Jetta tivesse esses itens em sua lista de itens de série. Mas não estão disponíveis nem como opcionais.

Costuma-se dizer que um carro é tão bom quanto é a plataforma sobre a qual ele é construído. No caso do Jetta, ele está sobre uma das melhores plataformas existentes no mundo, a modular MQB. Também observamos que todos os modelos que estão sobre uma mesma plataforma apresentam comportamento dinâmico semelhante, apenas diferenciado pelas características físicas de cada carroceria.

Temos como referência todos os modelos que já utilizavam essa base (Golf e Golf Variant, Polo, Virtus e Tiguan Allspace). Apesar de semelhantes dinamicamente, cada um tem altura, peso e distribuição de massa diferentes. Contudo, o acerto das suspensões também pode variar.

No caso do Jetta, ele se assemelha mais ao Golf Variant, pois o balanço traseiro (medida do centro da roda traseira até o limite do para-choque traseiro) de ambos é maior que dos dois hatches.

Motor 1.4 TSI Total FlexTambém são mais pesados que o Virtus e mais baixo que o Tiguan Allspace.  Essas características deixaram o Jetta mais confortável para todos os ocupantes, tanto dos bancos da frente como dos bancos traseiros. O carro ficou muito macio e silencioso, mas também muito estável, ajudado por muita eletrônica.

Com o peso extra da porção traseira, sua suspensão trabalha em frequência mais baixa que nos outros modelos, garantindo conforto, mesmo no banco traseiro. Neste mesmo banco sobra espaço para as pernas e ombros de dois adultos, mas não existe área para os pés do quinto ocupante, pois o túnel central é desnecessariamente alto. No máximo uma criança pode ocupar essa posição.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (68)Câmbio e motor trabalham em harmonia com trocas suaves e boas respostas às trocas manuais feitas na alavanca do câmbio ou em comandos no acelerador. No perfil Sport, as respostas ficam mais imediatas, mas o conjunto se mostrou apenas adequado ao modelo, garantindo bom desempenho com relativa economia de combustível.

Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), o Jetta rende 10,9 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina. Já com etanol, 7,4 km/l na cidade e 9,6 na estrada. Consumo bem melhor que os modelos com motor 2.0 da concorrência.

Novo Jetta R-Line 250 TSI (35)

Fotos: Pedro Danthas / Volkswagen / Divulgação

Seu isolamento acústico também é elogiável. Circulando nas boas estradas paulistas, e em velocidades entre 80 e 120 km/h, o silêncio interno era quebrado apenas pelo vento contra os retrovisores.

De outras partes da carroceria e dos pneus não chegavam ruídos à cabine. O motor só se fazia presente nas acelerações mais vigorosas mas, mesmo assim, não chegava incomodar, pois não era estridente.

Acreditamos que a Volkswagen tem um ótimo produto para disputar esse segmento de mercado que, apesar de estar perdendo espaço para os SUVs, ainda é muito expressivo no Brasil. O tempo irá dizer se os consumidores pagarão o preço para ter um carro bem mais equipado que seus concorrentes ou se manterão fieis aos líderes Toyota Corolla e Honda Civic.

De qualquer forma, ele deve disputar um lugar ao pódio com o Chevrolet Cruze e alcançar um volume de vendas compatível às cotas de importação a que estará sujeito, pois será trazido do México, tal como o sedan da GM, que é produzido na Argentina.

*o colaborador viajou a convite da Volkswagen

Mitsubishi abre a pré-venda do novo Eclipse Cross

José Oswaldo Costa

2018-mitsubishi-eclipse-c-20O novo Mitsubishi Eclipse Cross será apresentado para a imprensa especializada na próxima semana.

DC Auto estará presente no lançamento e trará tudo sobre o novo SUV na edição do dia 29/09, próxima sexta-feira.

2018-mitsubishi-eclipse-sport-cross_100635661_hO utilitário esportivo chegará às concessionária da marca em novembro.

Hoje, a montadora anunciou que está inaugurando um hotsite de pré-vendas para ele.

6ad8bda9a1635d78989992a3de4018ccf8d8c30fPara isso, basta que o cliente interessado acesse o seguinte endereço: www.eclipsecross.com.br

O Eclipse Cross chega para se posicionar entre o ASX e o Outlander, reforçando a família de SUVs da marca dos três diamantes.

É um carro que traz novas e modernas tecnologias, muito conforto, praticidade e conectividade, informou a Mitsubishi.

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Mitsubishi-Eclipse-Cross (2)

Fotos: Mitsubishi / Divulgação