Feriado: alinhamento e balanceamento corretos garantem maior segurança

Da Redação

Alinhamento e balanceamento são dois dos principais serviços de manutenção preventiva que os motoristas devem realizar em seus veículos. Fazendo esses procedimentos no tempo correto, se ganha mais eficiência de rolamento, desgaste uniforme dos pneus, melhor estabilidade e, consequentemente, mais segurança, proporcionando maior conforto nas viagens durante o feriado.

Alinhamento:

O termo alinhamento significa buscar o “Equilíbrio em Movimento” do veículo. Este procedimento é executado medindo e ajustando os ângulos que as rodas do veículo fazem em relação ao piso e as linhas de centro do veículo, equilibrando todas as forças que atuam no carro (gravidade, força centrífuga e força de viragem).

Os três ângulos mais importantes considerados para o alinhamento são:

Cambagem – Ângulo de inclinação vertical da roda em relação ao solo.

Caster – Ângulo de inclinação do pino-rei ou do eixo de direção (linha imaginária que passa pelos pivôs superiores e inferiores da suspensão) em relação à vertical.

Convergência ou Divergência – É a diferença de distâncias entre as partes dianteiras e traseiras dos pneus (vistos de cima).

Balanceamento:

O balanceamento de rodas refere-se à adequada distribuição de peso no aro da roda. Existem duas maneiras de se balancear: o estático e o dinâmico.

Para realizar o balanceamento “estático”, o conjunto poderia estar imóvel. Já o “dinâmico”, requer que o mesmo esteja em rotação e, assim, corrigir problemas que o estático não consegue.

Ambos medem as forças geradas pelo conjunto em rotação e evitam as trepidações no carro, deterioração do pneu, distúrbios de direção e comprometimento da capacidade de frenagem.

A Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, recomenda que o alinhamento e o balanceamento sejam feitos a cada 10 mil quilômetros e, se possível, em conjunto.

“Contudo, o alinhamento e o balanceamento devem ser feitos antes dos 10 mil quilômetros se houver troca de pneus/rodas, vibração do volante ou no veículo, rodízio de pneus, consertos no pneu ou na câmara de ar por conta de furos ou cortes, choques contra obstáculos na pista ou em buracos ou, até mesmo, gastos excessivos do pneu”, explicou José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone Brasil.

“O pneu é um bem durável e importante item de segurança. Se os problemas não forem solucionados em tempo, corre-se o risco de reduzir sua vida útil, acarretando prejuízos financeiros e riscos para o condutor e demais passageiros”, finalizou Quadrelli.

Hyundai HB20S ganha nova versão de entrada por R$48,19 mil

Da Redação

Hyundai_HB20S_Unique2O sedan-compacto Hyundai HB20S tem sua gama de versões ampliada a partir deste mês. O modelo ganhou uma nova configuração de entrada, a Unique. Produzido em Piracicaba (SP), o HB20S Unique começa a ser vendido a partir de 15 de setembro, com preço sugerido de R$48,19 mil.

A nova versão é equipada com o já conhecido motor três-cilindros 1.0 de até 80 cv e 10,2 kgfm de torque, acoplado ao câmbio manual de cinco velocidades. Ela também estará disponível para o HB20 hatch.

Fazem parte da lista de acessórios: ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros e traseiros com one-touch para o motorista, computador de bordo de 7 funções, sistema de áudio blueAudio, comandos de áudio e bluetooth no volante, comando interno de abertura do porta-malas e tanque de combustível, e banco do motorista com regulagem de altura.

Hyundai_HB20S_UniqueAinda na parte interna, os bancos são revestidos com tecido cinza e o painel recebe acabamento nas cores cinza e preto.

Na dianteira, a versão Unique 1.0 tem grade frontal do tipo Mesh Type com contorno cromado e faróis com máscara negra. Na lateral, destaque para o acabamento em preto no contorno das portas e coluna B. Já na traseira, novas lanternas escurecidas e moldura cromada na tampa do porta-malas.

As cores disponíveis para a HB20S Unique 1.0 são as sólidas, branco e preto, e as metálicas bronze, cinza e duas tonalidades de prata. As cores metálicas têm acréscimo de R$650,00 no valor final.

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Fotos: Cacalo / Hyundai / Divulgação

 

 

Conceito autônomo 360c mostra a visão da Volvo para o futuro das viagens

Da Redação

Volvo 360c 1Onde você moraria se pudesse se deslocar para o trabalho em um escritório móvel, totalmente funcional, conectado, confortável e autônomo? E se o serviço fosse fornecido por assinatura? Ou, se foi fornecido por um empregador e não por outro, para qual empresa você trabalharia?

Este é um mero vislumbre de uma variedade de cenários e questões levantadas pelo novo conceito 360c da Volvo Cars, como parte da visão da empresa para o futuro das viagens – autônoma, elétrica, conectada e segura – e que pode permitir à fabricante sueca entrar em novos mercados crescentes.

Os ambientes conceituais refletem o potencial de mudança na estrutura fundamental de como as pessoas vivem, transformando o tempo de viagem improdutivo ou chato em minutos e horas úteis e agradáveis na estrada.

Volvo 360c 2“O 360c explora o que se torna possível quando removemos o motorista, usando novas liberdades no design e recapturando o tempo – é uma olhada em como a tecnologia de direção autônoma mudará o mundo como o conhecemos. As possibilidades são surpreendentes”, disse Mårten Levenstam, vice-presidente sênior de Estratégia Corporativa da Volvo Cars.

Viagens totalmente autônomas e elétricas oferecem uma variedade de benefícios avançados à segurança e ao meio ambiente, como menos poluição, menos congestionamentos e vantagens relacionadas à saúde e estilo de vida para aqueles que vivem nas cidades. Também abre possibilidades de redução de preços de imóveis e maior disponibilidade de posse da casa própria.

“As pessoas que se tornam menos dependentes da proximidade das cidades são apenas um exemplo do impacto de remover o tempo improdutivo de uma viagem”, disse Mårten Levenstam. “O escritório móvel do 360c torna viável para as pessoas viverem a grandes distâncias das metrópoles e usar seu tempo de forma mais agradável e eficaz”.

Volvo 360c 4O 360c é baseado em um carro elétrico totalmente autônomo, sem motorista. Ele reinventa como as pessoas viajam, como elas se envolvem com amigos, familiares e outras pessoas, e como elas podem retomar o tempo perdido enquanto viajam.

O conceito apresenta quatro usos potenciais de veículos de direção autônoma – um ambiente para descansar, um escritório móvel, uma sala de estar e um espaço de entretenimento – representando uma opção de viagem atraente que poderia competir com companhias aéreas, de ônibus e de trem, mas com vantagens competitivas como conforto, conveniência e privacidade.

Com o 360c, a Volvo Cars também explora oportunidades para expandir seu modelo de negócios, indo além de fabricação de carros tradicional. A empresa antecipa o forte interesse de clientes de diversos setores.

Volvo 360c 5Um exemplo disso é o potencial do 360c como forte concorrente para viagens de curta distância, uma indústria multibilionária composta por companhias aéreas, fabricantes de aeronaves e outros provedores de serviços.

O ambiente de descanso do 360c permite viajar em uma cabine privada de primeira classe de um ponto ao outro, sem a inconveniência da burocracia dos aeroportos, filas, aviões ruidosos e apertados.

“Consideramos o 360c uma conversa inicial, com mais ideias e respostas que estão por vir à medida que aprendemos mais”, disse Levenstam. “No entanto, acreditamos que a direção totalmente autônoma tem o potencial de mudar fundamentalmente nossa sociedade de várias maneiras. Isso terá um profundo impacto sobre como as pessoas viajam, como projetamos nossas cidades e como usamos a infraestrutura. Mas somos apenas uma das muitas partes interessadas, por isso esperamos e convidamos a uma ampla discussão enquanto a sociedade aprende a aproveitar ao máximo essa tecnologia revolucionária”.

Assista ao vídeo que a Volvo preparou para o 360c: 237117_Volvo_360c_Interior_B-roll.mp4

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Imagens: Volvo Cars / Divulgação

KBB Brasil divulga ranking de desvalorização dos SUVs compactos nacionais

Da Redação

A Kelley Blue Book (KBB) é uma empresa norte-americana fundada em 1926. Ela atua na área de cotação de carros novos e usados. A KBB compara e avalia os preços de automóveis, por exemplo.

Atuando no Brasil desde o fim do ano passado, a KBB Brasil divulgou uma lista com as versões dos utilitários esportivos compactos que menos desvalorizam no nosso mercado.

O mercado de utilitários esportivos de porte compacto tem um bom espaço no Brasil e vem atraindo cada vez mais a atenção os consumidores, em especial, de famílias jovens que preferem viajar em posição mais alta.

Segundo o ranking da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), os SUVs correspondem a 25,2% de todos os carros novos emplacados.

Dentro desse segmento estão os SUVs compactos, uma opção para quem busca ir além dos hatches e sedans de entrada.

O SUV compacto que menos desvaloriza é o Chevrolet Tracker LT 1.4 automático, com desvalorização de 1,79% no primeiro ano de uso (2018).

Como o índice é baixo, o que pode se dever ao tempo curto de mercado da versão 2018, vale conferir, também, os índices do segundo ano de uso (2017).

Neste caso, o índice de 9,52% é superior ao apresentado pelo HR-V EX 1.8 CVT Flexone, representante da Honda. Ainda que o modelo apresente 4,86% de desvalorização no primeiro ano, a do segundo ano é de apenas 6,66%.

Vale ficar atento a isso, já que desvalorização é como uma corrida de longa duração: ganha quem tem menor desgaste ao longo do tempo.

 

A lista de desvalorização, levando-se em conta o 1º ano de uso, é a seguinte:

1) Chevrolet Tracker LT 1.4 Turbo (automático) / – 1,79%

2) Honda HR-V EX 1.8 16V (CVT) / – 4,86%

3) Suzuki Vitara 4Sport AllGrip 4×4 1.4 16V Turbo (automático) / – 5,31%

4) Hyundai Creta Sport 2.0 16V (automático) / – 6,00%

5) Jeep Renegade Trailhawk 4×4 2.0 Turbo Diesel (automático) / – 6,97%

6) Renault Captur Intense 2.0 16V (automático) / – 7,10%

7) Renault Duster Dakar II 4×4 2.0 16V / – 7,78%

8) Nissan Kicks SL 1.6 16V (CVT) nacional / – 8,46%

9) Peugeot 2008 Crossway 1.6 16V (automático) / – 8,54%

10) Ford New EcoSport SE 1.5 12V (automático) / – 10,71%

 

Quando passamos para a desvalorização no 2º ano de uso, a lista fica da seguinte forma:

1) Honda HR-V EX 1.8 16V (CVT) / – 6,66%

2) Chevrolet Tracker LT 1.4 Turbo (automático) / – 9,52%

3) Jeep Renegade Trailhawk 4×4 2.0 Turbo Diesel (automático) / – 11,16%

4) Renault Captur Intense 2.0 16V (automático) / – 12,67%

5) Renault Duster Dakar II 4×4 2.0 16V / – 13,31%

6) Nissan Kicks SL 1.6 16V (CVT) nacional / – 13,95%

7) Peugeot 2008 Crossway 1.6 16V (automático) / – 14,02%

8) Suzuki Vitara 4Sport AllGrip 4×4 1.4 16V Turbo (automático) / – 14,16%

9) Ford New EcoSport SE 1.5 12V (automático) / – 16,07%

Range Rover Velar tem nova opção de motor para a linha 2019

Da Redação

Range-Rover-Velar-2019 (3)O Range Rover Velar, SUV premium da Land Rover, chega à linha 2019 com nova opção de motor de 2.0 turbo e 4 cilindros, capaz de desenvolver 300 cv de potência e 40,8 kgfm de torque.

O motor 2.0 Ingenium de quatro cilindros com turbocompressor, a gasolina, recentemente foi lançado Brasil no superesportivo Jaguar F-TYPE. Junto com a transmissão de 8 marchas, com opção para trocas sequenciais no volante, ele desenvolve 300 cv de potência e 40,8 kgfm de torque já a partir das 1.500 rotações.

De acordo com a Land Rover, o Velar, com essa nova motorização, é capaz de sair da imobilidade e atingir os 100 km/h em apenas 6,0 segundos, com 234 km/h de velocidade máxima.

A Land Rover continua oferecendo no mercado o modelo com a motorização 3.0 V6 Supercharged de 380 cv, a gasolina. Com esse propulsor, o SUV é capaz de sair da imobilidade e atingir os 100 km/h em 5,7 segundos e chegar aos 250 km/h de velocidade máxima, limitada eletronicamente.

Range Rover Velar 4Equipamentos – O Range Rover Velar 2019 traz, como itens de série em todas as versões, sistema de suspensão a ar, câmera de ré e sistema Lane Keep Assist, que detecta quando o veículo está se deslocando involuntariamente para fora da faixa, levando-o de volta à sua pista suavemente.

Já as versões SE e HSE trazem ainda mais equipamentos de série como sistema de assistência em manobras de estacionamento (Park Assist), sensores 360º e monitoramento de tráfego traseiro, que avisa quando veículos, pedestres ou outros perigos se aproximam de um dos lados do veículo.

O sistema alertará com avisos visuais e sonoros para que o condutor saiba o que está atrás do veículo, mesmo quando a visão estiver obstruída.

Já a versão HSE, topo de linha do modelo, passa a ser equipada, de série, com controle de cruzeiro adaptativo, sistema de frenagem de emergência e sistema de monitoramento de ponto cego.

Range Rover VelarO Range Rover Velar vem equipado, em todas as versões, com tração integral nas quatro rodas com sistema dinâmico de linha de transmissão inteligente (IDD) e bloqueador ativo de diferencial traseiro.

A suspensão dianteira Double Wishbone, e traseira Integral Link, colaboram para o equilíbrio entre dirigibilidade, conforto e refinamento. O sistema Adaptive Dynamic monitora, de forma constante, a posição das rodas e as compara com a posição da carroceria, de forma a compensar ao máximo qualquer rolagem, garantindo estabilidade ao modelo.

O Velar também conta com o sistema de vetorização de torque por frenagem, que reduz o substerço em situações de curvas acentuadas por meio da frenagem controlada das rodas internas e garante extrema estabilidade, mesmo em altas velocidades.

Range Rover Velar 3O SUV tem capacidade de transposição de trechos alagados com até 60 centímetros de água e conta com o exclusivo sistema Terrain Response, que garante ampla capacidade e robustez para trafegar nos mais difíceis tipos de terreno.

Tecnologias de tração, como os sistemas Terrain Response 2, All Terrain Progress ControlLow Traction LaunchHill Descent Control e Gradient Release Control são apenas algumas credenciais de robustez que o veículo tem em trafegar em todos os tipos de terrenos.

O modelo tem, ainda, capacidade de reboque acima de 2.500 kg, complementada pelo sistema de assistência Tow Assist Function, que calcula toda a trajetória já considerando os efeitos físicos do que está sendo rebocado.

Range Rover Velar 2Interior – Visto por dentro, o Range Rover Velar mostra um interior limpo, simples e elegante, com alto nível de sofisticação e refinamento. O habitáculo é funcional e foi desenvolvido para que todo o seu espaço interno seja bem aproveitado.

Os clientes têm mais de 8 opções de acabamento interno que incluem alumínio escovado, fibra de carbono ou laca. Todas essas opções podem ser combinadas com seis tipos de revestimentos de banco painel e portas em couro ou em tecido.

O utilitário esportivo conta com o sistema de infoentretenimento Touch Pro Duo. Formado por duas telas de 10 polegadas, sensíveis ao toque com alta resolução de imagem, ele oferece comandos intuitivos para todas as funções de entretenimento do modelo e ampla funcionalidade.

O sistema de som é da marca Meridian, de altíssima qualidade, que oferece até 1.600 W de potência e 23 alto-falantes.

2019 Range Rover Velar SVR Look   Images

Fotos: Land Rover / Divulgação

A linha 2019 do Range Rover Velar já está disponível em todas as 39 concessionárias da Jaguar Land Rover no País.

Os preços do Range Rover Velar 2019 são:

Versão Motor CV Preço
Velar S Ingenium 2.0L 300 cv R$376,37 mil
Velar R-Dynamic S Ingenium 2.0L 300 cv R$387,97 mil
Velar R-Dynamic SE Ingenium 2.0L 300 cv R$417,17 mil
Velar R-Dynamic SE 3.0L V6 Supercharged 380 cv R$448,17 mil
Velar R-Dynamic HSE 3.0L V6 Supercharged 380 cv

R$487,27 mil

Citroën Cactus vai encarar o mercado

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 31/08/2018)

de Mogi das Cruzes (SP)

Novo utilitário esportivo compacto chega ao Brasil com a missão de recuperar o prestígio da marca

Novo SUV Citroën C4 Cactus_19Para concorrer na faixa de mercado mais disputada do momento, a Citroën acaba de lançar o SUV compacto C4 Cactus. Ele é uma reestilização do modelo europeu, mas desenvolvida pela equipe de designers da Citroën do Brasil.

Inicialmente projetado para a América Latina, acabou estreando no velho continente, tamanho o acerto das suas linhas. Agora, produzido na fábrica da PSA em Porto Real (RJ), ele é o produto que pretende resgatar a Citroën que enchia os olhos do consumidor brasileiro.

Como não poderia deixar de ser, foi no design que montadora apostou todas as suas fichas. A carroceria em dois volumes bem destacados, a frente alta e agressiva, laterais bem definidas por diferenças cromáticas e uma traseira robusta seguem a cartilha dos aventureiros mais desejados.

Novo SUV Citroën C4 Cactus_20Além de fazer o dever de casa, a Citroën caprichou nos detalhes para diferenciar o seu modelo. O conjunto de iluminação dianteiro é dividido em três patamares: luzes de posicionamento diurno acima, faróis ao centro e faróis de neblina abaixo.

Os mais desavisados poderão dizer que essa solução foi copiada da Fiat Touro mas, provavelmente, ocorreu o oposto, pois o Citroën C4 Cactus original já apresentava esse recurso de estilo e foi projetado antes da picape da marca italiana.

As laterais se diferenciam pelas molduras plásticas que cobrem toda a base das portas (elas substituíram as “almofadas” existentes no Cactus original). Também se destacam a coluna “C” em formato de barbatana de tubarão e a possibilidade de escolher as cores do teto, das capas dos retrovisores, das peças de acabamento dos faróis de neblina e dos detalhes decorativos inseridos nas proteções das portas mencionadas acima.

Novo SUV Citroën C4 Cactus_2Por falar em cores, o modelo terá, apenas, seis opções (preta e branca sólidas, prata, cinza, azul e branca metálicas). Mas essa possibilidade de customização, realizada na linha de pintura da fábrica, amplia a oferta para 14 combinações possíveis.

O mais interessante desse recurso é que uma cor pode ser aplicada ao teto e outra às colunas, deixando o primeiro com um “aspecto flutuante”, nas palavras dos engenheiros da marca.

Na traseira, a assinatura luminosa em 3D das lanternas é o elemento marcante, talvez o que mais irá  destacar o C4 cactos em meio a tantos SUVs que invadiram as ruas brasileiras.

Se o exterior desenvolvido no Brasil ganhou a Europa, o interior feito aqui, também para a América Latina, é uma simplificação em relação ao europeu original.  Mais monocromático e com materiais mais rígidos nos painéis, ele está na média da categoria nacional, mas bem distante da qualidade dos acabamentos e da ousadia do design interno apresentado em seu continente de origem.

NOVO_SUV_CITROËN_C4_CACTUS_1_bxPorém, o espaço é o mesmo. Com 2,60 metros de entre-eixos, existe boa área para as pernas de quatro ocupantes. O túnel central elevado compromete o conforto do quinto passageiro. O desenho quadrado da carroceria garante bom espaço para os ombros de todos.

Para as cabeças, também há espaço suficiente, apesar da pequena área envidraçada dar uma impressão contrária. Como não existe mágica, se o piso é alto e o teto baixo, as pernas ficam levemente flexionadas, sem apoiar totalmente nos bancos.

Todas as peças internas apresentam um desenho horizontal com formas arredondadas nas extremidades. O padrão se repete nos detalhes, alguns em baixo e, outros, em alto-relevo. O conjunto cria um ambiente dinâmico e moderno, mas a falta de cores e matérias mais nobres dão uma impressão de simplicidade ao interior.

NOVO_SUV_CITROËN_C4_CACTUS_3_bxSão três padrões de revestimento: em tecido simples, na versão de entrada, em tecido canelado, na intermediária e um revestimento em material sintético que imita o couro, na versão de topo de linha.

O painel de instrumentos é 100% digital, muito bem definido, mas não é configurável. Ele destaca a velocidade, a marcha engatada e o giro do motor. A temperatura da água e o modo de condução aparecem em segundo plano.

Informações do computador de bordo ficam em terceiro. Seguindo nessa linha, até os controles de ventilação e do ar-condicionado são feitos através da tela de sete polegadas do sistema multimídia. Contudo, são poucos os botões físicos no painel central. Dependendo da versão, menos botões que no volante.

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Três versões de acabamento e duas opções de motorização

A versão de entrada é a Live, oferecida somente com motor 1.6 aspirado e câmbio manual de cinco marchas. Direção elétrica, ar-condicionado integrado à central multimídia, luzes de posicionamento diurno em LED, rodas em aço de 16 polegadas com pneus 205/60 R16 e calota, volante com comandos integrados e regulagem em altura e profundidade, Citroën Connect Radio com tela touch de 7 polegadas, bluetooth e 6 alto-falantes, vidros, retrovisores e travas elétricas,  assentos dianteiros reguláveis em altura, banco traseiro com três apoios de cabeça, cintos de três pontos e sistema Isofix,  airbags frontais duplos e ABS são os principais equipamentos de série.

A versão intermediária é a Feel. Ela pode ser configurada com o câmbio manual ou com o automático de seis marchas que permite trocas na alavanca, mas não tem aletas atrás do volante. O motor também é o 1.6 aspirado.

A mais que a Live, ela traz faróis de neblina, câmera de ré, rodas em alumínio de 17 polegadas, alarme perimétrico, comando de um toque para todos os vidros e piloto automático.  A configuração automática acrescenta controle de estabilidade, assistência de saída em rampas e detector de pressão dos pneus.

Novo SUV Citroën C4 Cactus_29A variante Feel Pack ainda acrescenta abertura das portas sem chaves, dois airbags laterais, rodas diamantadas, barras do teto elevadas, volante revestido em material bicolor, sensor de chuva e acionamento automático dos faróis.

A versão de topo de linha é a Shine. Seu motor é o 1.6 turbo e o câmbio é o automático. Além do motor, ela se difere da Feel Pack pelos bancos em material que imita couro e por trazer um sistema de programação do controle de estabilidade que melhora a aderência na neve, na areia e no barro.

Essa versão pode contar com o opcional Shine Pack que equipa o modelo com mais dois airbags de cortina e diversos sistemas de auxílio ao condutor: frenagem automática, alerta de colisão, alerta de saída de faixa, alerta de atenção do condutor e indicação de descanso.

NOVO_SUV_CITROËN_C4 Cactus_Interior_4Motores – O motor 1.6 aspirado gera com etanol 122 cv e um torque de 16,4 kgfm a 4.000 rpm nas versões manuais. Quando associado ao câmbio automático, rende 118 cv e um torque máximo de 16,1kgfm a 4.750 rpm.

Suas principais características são: não ter reservatório de gasolina para partida a frio, comando variável de abertura das válvulas, bomba de óleo com pressão variável e coletor de admissão confeccionado em plástico.

O motor turbo THP 1.6 16V bicombustível é capaz de acelerar o C4 Cactus  de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos (com etanol) e atingir uma velocidade máxima de 212 km/h. Ele oferece potência máxima de 173 cv (etanol) ou 166 cv (gasolina) e um torque máximo de 24,5 kgfm.

O torque máximo já aparece a 1.400 rpm, permanecendo constante até 4.000 rpm. Suas principais tecnologias são: injeção direta sequencial, turbo compressor do tipo Twin-scroll, cabeçote com dois eixos de comando e 16 válvulas com comando variável, bomba eletrônica de alta pressão, cárter duplo, entre outras.

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Fotos: Pedro Bicudo / Citroën / Divulgação

Rodando – Avaliamos a versão mais equipada, a Shine Pack 1.6 THP. O modelo mostrou ótimo desempenho, entregou muito conforto de marcha, mesmo sendo bem estável. O isolamento acústico é bastante eficiente.

Apenas nas acelerações máximas o barulho do motor invade a cabine. Se no asfalto o C4 Cactus agradou, na estrada de terra e em pequenas trilhas, ele surpreendeu. Mesmo nas partes mais críticas, manteve a tração e em nenhum momento bateu o fundo em lombadas.

Com 22º de anglo de ataque, 32º de ângulo de saída e 225mm de altura livre do solo, ajudado pela programação do controle de estabilidade, seu desempenho no fora de estrada foi além do esperado.

O C4 Cactus é o produto certo para a Citroën recuperar o prestígio perdido e melhorar sua participação no mercado. Para ajudar ainda mais, a marca lançou diversas ações de venda e pós-venda que vão do bônus no carro usado, passando por descontos no seguro e nas manutenções e finalizando na recompra do modelo na ocasião da troca por outro 0 km da própria Citroën.

Preços e Versões:

Live 1.6 (manual) – R$ 68,99 mil

Feel 1.6 (manual) – R$ 73,49 mil

Feel 1.6 (automático) – R$ 79,99 mil

Feel Bussiness PcD 1.6 (automático) – R$ 69,99 mil

Feel Pack 1.6 (automático) – R$ 84,99 mil

Shine 1.6 THP (automático) – R$ 94,99 mil

Shine Pack 1.6 THP (automático) – R$ 98,99 mil

* O colaborador viajou a convite da Citroën