McLaren Senna já desembarcou no Brasil para o Salão do Automóvel de SP

Da Redação

McLaren Senna de frente estática no autódromoO superesportivo McLaren Senna já chegou ao Brasil e desembarcou, no Porto de Santos (SP), no fim de semana. O modelo de rua mais radical, ousado e completo produzido, até hoje, pela fábrica inglesa tem tudo para ser a principal atração do Salão do Automóvel de São Paulo 2018.

Na cor atraente Delta Red, a máquina vai estar exposta entre os dias 8 e 18 de novembro no estande da marca Senna, montado na área Vip Dream Lounge do evento. Pela primeira vez, o público brasileiro e os fãs do piloto Ayrton Senna poderão ver de perto um dos veículos mais potentes, rápidos e com melhor aerodinâmica do mundo.

Mclaren Senna cor Delta Red de traseira no Autódromo de EstorilAlém do exclusivo esportivo que acaba de desembarcar no Brasil, a marca Senna vai expor, também, no salão o carro de corrida de Fórmula 1 MP4/6, que foi utilizado pelo piloto, em 1991, quando ele conquistou a sua primeira vitória no Grande Prêmio do Brasil, em Interlagos.

“O McLaren Senna foi escolhido a dedo para representar a marca Senna na categoria de superesportivos. Estamos muito felizes de poder trazer este carro ao Brasil para que os fanáticos por carro e os fãs de Ayrton Senna possam vê-lo mais de pertinho. Durante todo este ano fizemos eventos para mostrar o carro ao redor do mundo, e o Salão do Automóvel não poderia faltar”, afirmou Bianca Senna, CEO responsável pela marca Senna.

McLaren Senna de frente no depósitoAs 500 unidades que estão sendo produzidas na McLaren Automotive, em Woking, na Inglaterra, foram imediatamente comercializadas. Três delas para o mercado brasileiro e por, aproximadamente, R$8 milhões cada uma. A primeira delas deve chegar ao País até o final do primeiro semestre do ano que vem.

O novo McLaren Senna é o carro de estrada mais rápido de toda a história da McLaren: atinge velocidade máxima de 340 km/h e acelera de 0 a 200 km/h em apenas 6,8 segundos. Faz de 0 a 100 km/h em excepcionais 2,8 segundos, informou a marca.

McLaren Senna de lateral no portoEste desempenho é proporcionado pelo motor V8 bi-turbo, de 4 litros, com 800 cv de potência máxima (a maior entre todos os modelos de rua da marca) e 800 Nm de torque, sendo 700 Nm disponíveis a apenas 3.000 rpm.

Outra tecnologia avançada do superesportivo está em sua aerodinâmica de chassi proporcionada pela combinação da suspensão desenvolvida para o McLaren P1 com a mais recente criação de controle denominada RaceActive Chassis Control II (RCC II).

McLaren Senna de traseiraO sistema de suspensão de última geração foi projetado para gerar e gerenciar incríveis cargas aerodinâmicas e criar um desempenho de pista sem concessões.

O RCC II permite que o McLaren Senna seja conduzido na estrada com relativo conforto; no entanto, selecione o modo Race e o superesportivo pode oferecer uma volta verdadeiramente incrível, com níveis de downforce nunca antes vistos em um carro de estrada, e rigidez de rolamento que é comparável a um carro de corrida com especificação GT3.

McLaren Senna sendo vistoriada após saida do contêinerAlém da exclusiva suspensão, o McLaren Senna tem outros elementos aerodinâmicos ativos, incluindo a gigantesco aerofólio traseiro duplo controlado por um sistema hidráulico.

Sua atuação lembra a asa de um carro de Fórmula 1, já que ele se reposiciona constantemente para aumentar o nível de pressão aerodinâmica, além de atuar como freio aerodinâmico em velocidades altas. Todas as tomadas de ar são funcionais, inclusive aquelas presentes abaixo dos faróis e das lanternas.

McLaren Senna ainda dentro do contêiner em sua chegada para vistoriaO McLaren Senna produz até 800 kg de downforce – 200 kg a mais que o McLaren P1 – e os flaps dianteiros e a asa traseira ativos são fundamentais para desbloquear esse desempenho aerodinâmico.

O inovador aerofólio ativo aproveita o fluxo de ar, otimiza o equilíbrio do veículo e mantém a janela aerodinâmica o mais ampla possível. Isso abre o potencial do McLaren Senna e permite que o motorista se aproxime cada vez mais dos limites do carro.

McLaren Senna cor Delta Red de frente em movimento

Fotos: SENNA / Divulgação

As frenagens também são poderosas. O veículo percorre apenas 100 metros de distância vindo à velocidade de 240 km/h – graças ao sistema de freios mais moderno já instalado em um esportivo de via pública da McLaren.

O sistema utiliza tecnologia de corrida com discos de cerâmica de carbono que a, cada geração, demoram cerca de sete meses a serem criados (sete vezes mais do que um disco de cerâmica de carbono convencional).

As pinças dianteiras inspiradas na Fórmula 1 apresentam um design monobloco super-rígido e seis pistões ventilados para reduzir as temperaturas. Um servo-freio usado no McLaren P1 GTR, somente para pista, melhora a modulação e a consistência do pedal.

Colaboram também os pneus especiais Pirelli P Zero Trofeo R 245/35 ZR 19 na frente e 315/30 ZR 20 na traseira, que envolvem as rodas de alumínio ultraleves com uma porca central – como em um carro de competição.

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