Ford lança a linha 2019 do sedan Fusion

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/02/2019)

Modelo conta com três versões e a opção por motorização turbo ou híbrida

FordFusionTitanium2019-1A Ford está lançando, este mês, o Fusion 2019. Com mudanças de estilo na dianteira e na traseira, o modelo ganhou um visual mais moderno e elegante. O sedan manteve a oferta de equipamento.

A linha Fusion 2019 é formada por três versões: SEL 2.0 EcoBoost, Titanium 2.0 EcoBoost AWD e Titanium Hybrid.

“O Fusion é um produto reconhecido pela qualidade, que se destaca pela segurança, tecnologia, conforto, desempenho, espaço, equipamentos e tem um papel importante para a marca”, disse Fabrizzia Borsari, gerente de marcas da Ford. “Na linha 2019, buscamos reforçar o que os clientes mais valorizam no veículo”, concluiu.

SEL – O Fusion SEL 2.0 EcoBoost, com motor turbo de 248 cv, transmissão automática de 6 velocidades com trocas no volante e tração dianteira, agora traz teto solar elétrico de série.

Essa versão já vem com 8 airbags (frontais, laterais, de cortina e de joelhos), cintos de segurança traseiros laterais infláveis – tecnologia exclusiva da Ford no mundo –, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e assistente de chamada de emergência.

FordFusionTitanium2019-2É equipado, também, com desligamento e acionamento automático do motor, chave com sensor de presença, partida remota, central multimídia SYNC 3, ar-condicionado automático e digital de duas zonas, bancos dianteiros aquecidos, freio de estacionamento elétrico e luz de assinatura em LED, entre outros. O preço sugerido é R$149,90 mil.

Versões Titanium – O Fusion Titanium 2.0 EcoBoost AWD acrescenta a tração integral, que aumenta a segurança em curvas e pisos escorregadios, além de várias tecnologias semiautônomas de condução, agora agrupadas no pacote chamado CoPiloto 360.

O pacote inclui: alerta de colisão com assistente autônomo de frenagem e detecção de pedestre, sistema de monitoramento de ponto cego, sistema de permanência em faixa, piloto automático adaptativo com Stop & Go, farol alto automático e estacionamento automático de segunda geração para vagas paralelas e perpendiculares.

O modelo topo de linha traz, ainda, faróis dianteiros e de neblina full LED, aerofólio traseiro e bancos dianteiros refrigerados, por R$179,90 mil.

O Fusion Titanium Hybrid, com o sistema de propulsão híbrida formado por motor 2.0 e motor elétrico que geram uma potência combinada de 190 cv, oferece os mesmos equipamentos da versão anterior por R$182,99 mil.

novo-Ford-Fusion-2017-interior-2Além de ter funcionamento silencioso e suave, ele é um dos veículos mais econômicos do mercado, segundo a Ford, com consumo de 16,8 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada.

“O Fusion Hybrid foi o primeiro carro a oferecer a tecnologia full hybrid no Brasil. É um veículo para quem pensa no futuro sem abrir mão do conforto”, destacou Fabrizzia Borsari.

Mudanças – O novo para-choque dianteiro traz dois apliques cromados no estilo “taco de hóquei” na parte inferior. As versões Titanium têm grade dianteira cromada e faróis de neblina de LED. As rodas de 18 polegadas das versões Titanium também foram redesenhadas.

Na traseira, o para-choque e a tampa do porta-malas ganharam um design mais moderno e limpo, com vincos que se conectam com as linhas laterais. As lanternas exibem novas molduras e o friso central cromado, que as unia, foi eliminado.

A oferta de cores inclui cinco opções: branco, vermelho, preto, prata e cinza, além de uma cor prata, especial, disponível somente para o Titanium Hybrid.

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Fotos: Ford / Divulgação

FCA convoca os proprietários do Jeep Compass Flex

Da Redação

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Foto: Marcos Camargo / FCA / Divulgação

A FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil está convocando os proprietários do Jeep Compass Flex, anos/modelo 2016, 2017, 2018 e 2019, para, a partir de 18 de fevereiro (segunda-feira), agendarem o seu comparecimento em uma das concessionárias Jeep, a fim de que seja providenciada, gratuitamente, a análise e, se necessária, a substituição do sensor de pressão de combustível do veículo, bem como a atualização do software da unidade de controle do motor.

Foi identificada a possibilidade de funcionamento irregular do motor e, em casos extremos, o seu desligamento inesperado, comprometendo as condições de dirigibilidade do veículo e aumentando os riscos de colisão, com eventuais danos físicos e materiais ao motorista, aos passageiros e a terceiros.

Estão envolvidos nesta convocação 88.803 unidades do Jeep Compass Flex, com os seguintes números de chassis, não sequenciais (últimos seis dígitos): H00340 a J41119.

O tempo mínimo para o reparo é de, aproximadamente, duas (2) horas. A FCA solicita que o cliente agende sua visita previamente na concessionária Jeep de sua preferência.

Para consultar os números dos chassis envolvidos e/ou obter outras informações, o proprietário pode acessar o site www.jeep.com.br.

O contato também pode ser feito pela Central de Serviços ao Cliente Jeep: 0800 703 7150

Toyota retoma a venda do Corolla XEi para o público PcD

Da Redação

1_corolla_xei_2019A Toyota do Brasil está retomando, entre os meses de fevereiro e junho deste ano, a oferta exclusiva direcionada ao público PcD (Pessoa com Deficiência) interessado em adquirir o Corolla em sua versão intermediária XEi, a mais comercializada no território nacional.

Além da isenção de IPI, a única considerada pela legislação vigente para veículos com preços posicionados acima de R$70 mil, o modelo receberá mais 12% de desconto para pessoas com deficiência. A porcentagem do desconto ofertado é equivalente à alíquota do ICMS (12%).

Vendida por R$107,49 mil nas cores metálicas, a configuração XEi do Corolla já é negociada por R$96,83 mil considerando a isenção de IPI para PcD. Com o desconto adicional de 12%, o preço da versão para este público cai para R$85,21 mil.

Para realizar o pedido de compra do modelo, a pessoa com deficiência já deve possuir a documentação que comprove a isenção do IPI e dirigir-se à concessionária Toyota de sua preferência.

No ano passado, o Corolla foi novamente líder absoluto de vendas entre os sedans médios no Brasil. Foram mais de 59 mil unidades vendidas, o que supera 45% das vendas de toda a categoria. Para o público PcD, mais de 5 mil Corollas foram comercializados, sendo a versão XEi responsável por cerca de 85% deste total.

O Corolla foi o segundo veículo do portfólio Toyota mais vendido para pessoas com deficiência em 2018. O grande destaque foi o Yaris, lançado em junho, que superou as 6 mil unidades negociadas, mostrando-se também uma excelente opção no mercado PcD.

Corolla XEi – A versão XEi, atual responsável por 63% das vendas nacionais do Corolla, conta com motorização 2.0 Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas. Trabalhando com etanol, o motor gera 154 cv a 5.800 rpm, com torque máximo de 20,7 kgfm a 4.800 giros. Utilizando gasolina, são entregues 143 cv a 5.800 giros e torque máximo de 19,4 kgfm a 4.000 rotações.

O sedan médio possui controle de estabilidade, tração, assistente de subida e 7 airbags, itens que reforçam ainda mais a segurança do modelo e justificam as cinco estrelas obtidas nos testes de colisão do Latin NCAP.

No sistema de câmbio, o Corolla é equipado com transmissão automática Multi-Drive, derivada da tecnologia CVT, que reproduz 7 marchas. Também é possível realizar trocas manuais sequenciais tanto na alavanca do câmbio quanto por meio de borboletas localizadas atrás do volante.

Equipamentos – O Corolla XEi é equipado, entre outros, com ar-condicionado digital; Smart Entry – sistema de destravamento das portas por sensores na chave; Push Start – sistema de partida sem chave; espelho retrovisor interno eletrocrômico; controle de velocidade de cruzeiro; rodas de liga leve de 17 polegadas, antena shark fin; faróis de neblina dianteiros; acendimento automático dos faróis; painel de instrumentos com tela TFT colorida de 4,2 polegadas; sistema multimídia com tela LCD de 7 polegadas sensível ao toque e áudio compatível com DVD player, CD-R/RW, MP3, WMA e AAC e rádio AM/FM; sistema de navegação GPS; TV digital e câmera de ré; bluetooth; quatro alto-falantes e dois tweeters. O modelo tem, ainda, um porta-malas com capacidade de 470 litros.

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Fotos: Toyota / Divulgação

BMW do Brasil inicia pré-venda do novo Série 3

Da Redação

Fabian Kirchbauer PhotographyPrincipal destaque do BMW Group nas mais recentes edições dos Salões do Automóvel de Paris (França) e São Paulo (SP), a 7ª geração do BMW Série 3 já está ao alcance dos consumidores brasileiros, por meio de campanha de pré-venda, pelo website exclusivo www.bmw.com.br/novoserie3, ou reservada diretamente na rede de concessionárias autorizadas BMW.

A ação teve início ontem (11 de fevereiro) e engloba a versão top de linha M Sport, oferecida por R$269,95 mil. No site, além da possibilidade de manifestar seu interesse pelo novo BMW Série 3, o cliente poderá obter informações específicas sobre o modelo e simular condições especiais de financiamento.

A versão M Sport será disponibilizada diretamente na rede de concessionárias autorizadas BMW a partir de março, enquanto a Sport chega ao País em junho, por R$219.95 mil. As primeiras unidades importadas do modelo serão produzidas na fábrica do BMW Group em Regensburg, na Alemanha.

As gerações anteriores do BMW Série 3, e suas variantes, somam mais de 15 milhões de unidades vendidas globalmente, informou a montadora. O modelo será produzido na unidade produtiva do BMW Group Brasil, em Araquari (SC), no 2º semestre, com foco exclusivo para a demanda do mercado nacional. As vendas estão programadas para o segundo trimestre deste ano.

Fabian Kirchbauer Photography“Somos um dos primeiros mercados globais a oferecer o novo BMW Série 3 e ele chega com mais tecnologia e ainda maior prazer de dirigir. Com desenvolvimento de tecnologias de conectividade no Brasil, feitas pela nossa engenharia local, tenho certeza que vamos emocionar ainda mais nossos clientes”, ressaltou Roberto Carvalho, diretor comercial da BMW do Brasil.

O novo BMW Série 3 apresena tecnologias avançadas, até então inéditas na gama de modelos BMW. Entre elas está o Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant), que integra o novo Sistema Operacional BMW 7.0 e pode ser acionado por meio do comando de voz “Olá, BMW”, dito pelo usuário em português e, posteriormente, podendo ser editado por um comando de voz de preferência do usuário.

Este sistema foi testado no Brasil, com o português local e desenvolvido pelo time de engenharia da empresa por meio de uma parceria com a equipe global, sediada na Alemanha. A tecnologia está disponível na versão M Sport e permite ao usuário interagir com o veículo e executar diversos recursos, ouvir explicações sobre o funcionamento de equipamentos, além de programá-los de acordo com as preferências de quem o opera como, por exemplo, ligar o ar-condicionado a uma determinada temperatura.

Driving Assistant Professional – O conjunto de tecnologias oferecido na opção top de linha M Sport inclui também o Driving Assistant Professional, que tem como principal objetivo assegurar uma condução inteligente em condições de trânsito lento, congestionamentos ou deslocamentos longos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, sobre situações de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle de aproximação frontal, entre outras aplicações.

Fabian Kirchbauer PhotographyAo estacionar o veículo, o motorista tem à disposição o Parking Assistant Plus que, por sua vez, permite parar e posicionar o veículo automaticamente, realizando manobras com a máxima precisão e segurança, com a ajuda de câmeras e sensores externos.

A função Surround View, por exemplo, exibe imagens do entorno do veículo, em tempo real, na tela do sistema de navegação. Por meio dela, que também é sensível ao toque, o usuário pode explorar a área ao redor do veículo, girando a imagem com os dedos para uma melhor visualização de obstáculos, evitando, assim, colisões.

Também é possível observar o veículo pela tela de um smartphone. Basta acionar a função Remote 3D View, por meio do BMW Connected App. Com o auxílio do aplicativo, é possível localizar o veículo, caso o motorista o perca de vista, bem como verificar, a uma distância segura, o que ou quem está próximo dele.

Os faróis a laser, outra novidade do BMW 330i M Sport, possuem feixe de luz concentrado capaz de superar em 10 vezes a intensidade luminosa de fontes de luz convencionais como, por exemplo, os faróis halógenos.

Fabian Kirchbauer PhotographyOs BMW Laserlight geram uma luz branca particularmente brilhante e pura, além de fornecer um feixe de alcance de até 530 metros. A distribuição de luz varia de acordo com a velocidade do veículo e com o ângulo de esterço de volante.

O novo 330i é dotado de conectividade avançada. Ele oferece o sistema BMW ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card – o mesmo utilizado em smartphones – conectado à internet.

Esta tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de concierge, como reservas de hotéis e recomendações sobre restaurantes; além de chamada de emergência inteligente.

Outro recurso adicional é a preparação para Apple Car Play, em que é possível transferir a interface de alguns recursos do iPhone para o sistema de infotainment do veículo com a ajuda de conexão sem fio (wireless).

Fabian Kirchbauer PhotographyDesign externo – Na frente, o destaque fica por conta da grade de duplo rim mais larga e dotada de uma moldura única. Na versão top de linha M Sport, o para-choque dianteiro traz amplas entradas de ar nas extremidades enquanto, a opção Sport, ostenta aberturas em ‘T’.

Atrás, além dos novos desenhos da tampa do porta-malas e do para-choques, mais envolventes, chamam atenção as saídas de escapamento cromadas posicionadas de cada lado. As lanternas, por sua vez, assumiram contornos retilíneos, mais delgados e que garantem um belo efeito tridimensional, graças à borda saliente, em ‘L’.

O novo BMW Série 3 é 76 mm mais longo que seu antecessor (4,71 metros), 16 mm mais largo (1,83 metro) e 6 mm mais alto (1,44 metro). Já a distância entre eixos é 41 mm (2,85 metros) maior que a do modelo anterior.

A presença de bitolas 43 mm mais largas, no eixo dianteiro, e com 21 mm a mais, na traseira, tem influência direta e positiva no comportamento dinâmico e na agilidade do sedan.

Fabian Kirchbauer PhotographyDesign interno – A nova configuração dos mostradores do quadro de instrumentos, a posição mais elevada do console central e o conjunto formado pela iluminação, cluster e guarnições das portas favorecem à uma percepção de maior espaço, além de contribuir para uma aura mais esportiva e claramente orientada para o motorista.

No centro do painel, o mostrador digital, as teclas do ar condicionado e as saídas de ventilação formam um único quadro, enquanto o console central agrupa a nova alavanca de câmbio, o botão seletor giratório do sistema iDrive, e o botão de acionamento do motor. Os faróis, por sua vez, são operados a partir de botões situados à esquerda do volante revestido de couro.

Além do acabamento de alumínio presente em várias partes da cabine, o sedan traz ar-condicionado com controle digital automático de três zonas de climatização, bancos dianteiros esportivos com ajuste elétricos e apoio lombar, teto solar elétrico e pacote de iluminação que inclui cortina de luzes de boas-vindas e de conveniência.

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Fabian Kirchbauer PhotographyMotor – Sob o capô do 330i encontra-se um motor BMW TwinPower Turbo, com quatro cilindros em linha, 1.998 cm³ e capaz de gerar 258 cv de potência (entre 5.000 e 6.500 rpm) e 400Nm de torque máximo (entre 1.550 e 4.400 rpm) – respectivamente, 13cv e 50Nm a mais que a geração anterior.

Estes incrementos de potência e torque são resultado do aperfeiçoamento do sistema BMW TwinPower Turbo, que agrega turbocompressores twin-scroll, injeção direta de combustível de alta precisão, sistema de controle de válvulas variável e comando de válvulas duplo.

De acordo com a BMW, o conjunto é capaz de impulsionar o sedan de 0 a100 km/h em 5,8 segundos e ajudá-lo a atingir velocidade máxima de 250 km/h. Este desempenho deve-se, também, à tração traseira e à presença de um câmbio automático esportivo Steptronic, de 8 marchas, com alavancas atrás do volante para acionar os engates (shift-paddle).

Fabian Kirchbauer PhotographySegurança – O pacote de tecnologias embarcadas inclui sistemas de segurança como o dispositivo de detecção de acidentes Active Protection, que é capaz de identificar situações de risco potencial e acionar automaticamente equipamentos de proteção aos ocupantes.

A segurança também é garantida pela presença de itens como freios a disco ventilado com ABS, controles de estabilidade e tração, além de seis airbags – duplos frontais, laterais dianteiros, de cortina dianteiros e traseiros, pneus Star Marking, com tecnologia Run-Flat, e estepe de emergência.

BMW 330i Sport – Esta versão vem com novas rodas de liga leve de 18 polegadas e cinco raios duplos, acabamento externo BMW Individual em High-gloss Shadow Line, acabamento interno em Alumínio Mesheffect e pacote Sport Line, com bancos Sport e outros elementos de design esportivo. O pacote tecnológico traz faróis full-LED, faróis de neblina em LED, Driving Assistant, Parking Assistant, com câmera de ré e sensores de obstáculos dianteiros e traseiros; sistema de som HiFi; freio de estacionamento com Auto Hold e monitoramento da pressão dos pneus.

BMW 330i M Sport – A variante top de linha se diferencia pela presença de diversos itens M Sport. Entre eles, rodas de liga leve de 19 polegadas e cinco raios duplos, freios e suspensão M Sport, pacote M Sport aerodinâmico, com spoilers e saias laterais exclusivos; volante M em couro e cintos de segurança M Sport. O sistema de som, neste caso, é o Surround Harman Kardon. O interior do sedan oferece, ainda, revestimento de teto BMW Individual em Anthracite, acabamento em Alumínio Tetragon, Head-up Display colorido, direção esportiva variável, Parking Assistant Plus, além de assistente de farol alto e fechamento automático da tampa do porta-malas.

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Fabian Kirchbauer PhotographyOutra tecnologia de destaque no BMW 330i M Sport é o BMW Live Cockpit Professional. Ele engloba duas telas digitais, sendo um display de 12,3 polegadas e outro, de 10,25 polegadas para o sistema iDrive.

Ambas contam com design personalizável e estão aptas a serem controladas por comandos de voz. Elas combinam informações essenciais de condução, como velocidade, rotações do motor, quilometragem e nível de combustível, com dados gerais, como rotas, chamadas telefônicas e de entretenimento, entre outros.

Fabian Kirchbauer Photography

Fotos: Fabian Kirchbauer / BMW Group / Divulgação

Piloto japonês ganha a 1ª etapa do Red Bull Air Race

Da Redação

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O piloto  japonês, Yoshihide Muroya, em ação no Red Bull Air Race

Foto: Joerg Mitter / Red Bull Content Pool

Os fãs do Mundial de Corrida Aérea não poderiam ter uma surpresa mais agradável na prova de abertura do campeonato, disputada no último sábado (9), em Abu Dhabi.

Sobrevoando as águas do Golfo Pérsico, tendo a riqueza arquitetônica da capital dos Emirados Árabes Unidos como cenário, os dois últimos campeões do Red Bull Air Race deram um verdadeiro espetáculo na disputa pela vitória. No final, vantagem de apenas 0s003 para Yoshihide Muroya, que venceu a corrida.

O adversário dele era o tcheco Martin Šonka, campeão de 2018, que foi o último a voar. Šonka tinha o desafio de superar a marca de 53s780 estabelecida pouco antes por Muroya – e começou inclusive muito bem, registrando parciais mais baixas. Só que no trecho final do traçado, ele perdeu tempo e cruzou o pórtico de chegada em 53s783.

Muroya não vencia uma prova do Red Bull Air Race desde que ganhou o campeonato em Indianápolis (EUA), em 2017. Foi um longo jejum, que terminou de forma fantástica neste sábado.

“Tenho de dar todos os créditos para os meus engenheiros, porque tivemos muitas mudanças de vento aqui e eles sabiam de tudo com antecedência”, disse Muroya.

“Isso permitiu que eu me preparasse melhor para a final, sabendo o que ia encontrar. Meus voos foram muito consistentes em todas as fases e fico feliz de começar 2019 com o máximo de pontos, depois de uma temporada tão difícil no ano passado”.

A próxima etapa do Red Bull Air Race será disputada no continente europeu, em local e data que ainda serão anunciados.

Red Bull Air Race abre temporada em Abu Dhabi

Da Redação

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Foto: Joerg Mitter / Red Bull Content Pool

Vai começar a disputa pelo título mundial do Red Bull Air Race. Os pilotos da corrida aérea já estão em Abu Dhabi, onde disputam a primeira etapa neste sábado (9), em um traçado desenhado sobre as águas do Golfo Pérsico.

O cenário não poderia ser mais espetacular, tendo ao fundo a riqueza e a arquitetura moderna dos Emirados Árabes Unidos.

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Foto: Predrag Vuckovic / Red Bull Content Pool

O atual campeão é o tcheco Martin Šonka, que chegou ao primeiro título da carreira depois de vencer quatro das oito corridas de 2018. “Batalhei muito tempo por isso e sei que: mais difícil do que ser campeão, só mesmo continuar como campeão. É o meu desafio para este ano e está claro que meus adversários chegam ainda mais fortes”, avalia Šonka.

Nesta temporada, os pilotos vão precisar se habituar às mudanças no regulamento. Foram poucas, mas podem ser determinantes para os resultados finais das corridas e do campeonato.

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Foto: Naim Chidiac / Red Bull Content Pool

A mais importante delas diz respeito à distribuição de pontos, que agora passa a contemplar também o treino classificatório: 3 pontos para o pole, 2 para o segundo e 1 para o terceiro.

Quem superar as fases eliminatórias de cada prova também receberá pontuação extra: 5 pontos para quem avançar para o Round of 8 (semifinal) e três pontos para quem passar para o Final 4 (fase final).

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Fotos: Naim Chidiac / Red Bull Content Pool

Considerando que as duas últimas temporadas foram decididas por 5 pontos ou menos, é de se esperar que esta mudança tenha grande impacto na briga pelo título.

Outra alteração é o aumento na força G. A partir de agora, os pilotos só serão punidos se chegarem a 11G (onze vezes a força da gravidade). Antes, a punição era aplicada se permanecessem em 10G por mais de 0s6. Só para comparação: um piloto de Fórmula 1 costuma encarar cerca de 5G durante as corridas, menos da metade.

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Foto: Andreas Schaad / Red Bull Content Pool

E o que isso significa? Que a pilotagem ficará um pouco mais intensa no Red Bull Air Race, com os pilotos podendo arriscar um pouco mais. Os níveis de força G são limitados por uma questão de segurança, já que provocam efeitos consideráveis no corpo humano (pessoas que não estão preparadas para este tipo de exposição podem perder a consciência em 4G).

A etapa de Abu Dhabi será disputada neste sábado a partir das 8h no horário de Brasília. A prova terá transmissão ao vivo pelo site oficial do Red Bull Air Race.

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Foto: Predrag Vuckovic / Red Bull Content Pool

Calendário do Red Bull Air Race 2019

1ª etapa: 8-9 de fevereiro, Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos

2ª etapa: A definir, Europa

3ª etapa: 15-16 de junho, Kazan, Rússia

4ª etapa: 13-14 de julho, Budapeste, Hungria

5ª etapa: 7-8 de setembro, Chiba, Japão

6ª etapa: A definir, Ásia

7ª etapa: 19-20 de outubro, Indianápolis, Estados Unidos

8ª etapa: 8-9 de novembro, Arábia Saudita

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Foto: Predrag Vuckovic / Red Bull Content Pool

 

Jeep Renegade começa 2019 com o pé direito

Amintas Vidal*

Avaliamos a versão Longitude do utilitário esportivo mais vendido em janeiro

_MG_6130Atualmente, não dá para falar de Jeep sem mencionar a Fiat. A montadora italiana nunca teve tradição no fora-de-estrada e, mesmo na Europa, não oferecia muitas opções de veículos 4×4. Apenas alguns modelos compactos, como o Panda e o Sedici e a picape média Fullback, ofereciam este recurso.

Na verdade, o Sedici era um Suzuki SX4 e, a Fullback, uma Mitsubishi L200. Da Fiat, só tinham o nome.

No Brasil, a Fiat foi a precursora dos modelos com aparência off-road quando lançou a grife Adventure, primeiramente na Palio Weekend, depois estendida à outros modelos. Além da aparência diferenciada, eles ganharam suspensões elevadas, pneus de uso misto e até um sistema de bloqueio da tração dianteira que ajudava transpor trechos de terra e lama, mas nada suficiente para construir uma forte imagem aventureira associada à marca.

É difícil precisar a origem desse desejo coletivo por veículos “não urbanos”, mas temos nosso palpite: com o excesso da industrialização pelo planeta, principalmente após a Segunda Grande Guerra, o ser humano se afastou do natural, passou a viver em grandes cidades e de forma muito artificial, longe da terra, das suas origens.

_MG_6103Querer um carro com aptidão para o fora de estrada representa a possibilidade de que a pessoa retorne à naturalidade perdida. Mesmo que ela jamais tome essa rota para o campo, saber que seu carro pode levá-la, ou aparentar poder, conforta.

Divagações à parte, o certo é que nunca foram vendidos tantos utilitários esportivos e picapes na história da indústria automotiva. Tanto que a Fiat comprou a Chrysler, dona da marca mais off-road do mundo, a Jeep.

Da união das duas empresas surgiu a FCA (Fiat Chrysler Automobiles). E a montadora italiana acertou o alvo: ao lançar produtos mais apropriados ao grande mercado, como o Renegade e o Compass, ela o fez resgatando toda a história e o DNA da Jeep em cada detalhe de estilo, além de manter a sua conhecida aptidão para superar obstáculos.

Mercado – Essa receita agradou em cheio o consumidor brasileiro que transformou o Renegade em um sucesso de vendas, disputando mês a mês a liderança do mercado de SUVs compactos com o Honda HRV, deste que foram lançados em 2015.

Em 2016 foi a vez do Jeep Compass, SUV médio com acabamento e conforto de carro de luxo e preço próximo aos SUVs compactos. Não deu outra: em pouco tempo ele superou os números do irmão menor e de todos os outros concorrentes, fechando os anos de 2017 e 2018 como o mais vendido entre todos os SUVs oferecidos no Brasil.

_MG_6093Neste começo de ano o compacto surpreendeu o médio. Segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em janeiro foram emplacados 4.783 unidades do Jeep Renegade contra 4.109 do Jeep Compass. Fechando o pódio, o Honda HRV, com 3.667 emplacamentos.

Protagonistas tradicionais do mercado de SUVs, os três foram os primeiros do segmento a figurarem na lista dos 10 automóveis mais vendidos, façanha que também ocorreu com outros concorrentes lançados posteriormente. Todos estes dados mostram a força desta categoria que deverá representar 30% das vendas totais de veículos até 2022 na América do Sul.

Reestilização – A linha 2019 do Renegade recebeu a primeira reestilização desde seu lançamento, em 2015. As mudanças foram poucas. O conjunto grade e faróis ficou mais estreito, recortado e posicionado mais para cima, ao ponto do capô esconder uma parte maior dos faróis, conferindo um “olhar” mais invocado ao modelo.

_MG_6115O para-choque dianteiro foi redesenhado na parte inferior, ampliando o ângulo de ataque para 30°, pois o anterior raspava até em entradas de garagens. A tampa do porta-malas ganhou maçaneta exposta no lugar da antiga que era escondida no vão entre a peça e o para-choque.

O refletor lateral agora é branco, antes era laranja. Incrivelmente, observar este detalhe é a forma mais fácil de identificar o modelo 2019 do Renegade, de tão sutis as diferenças promovidas. No mais, todas as rodas ganharam novos desenhos.

Internamente, a grande mudança foi a adoção do sistema multimídia de 8,4 polegadas, o mesmo do Jeep Compass. O painel que agrupa os botões de comandos do som e do ar-condicionado também ficou com lay-out parecido ao do irmão maior. Alguns novos nichos e pequenos detalhes de acabamento completam as novidades.

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Inalterados, motor e câmbio mostram eficiência

DC Auto recebeu o Jeep Renegade na versão Longitude 2.0 turbodiesel 4×4, automática, para avaliação. No site da Jeep ele é tabelado em R$127,99 mil.

Seus principais itens de série são: ABS, airbags dianteiros, aletas para troca de marcha atrás do volante, ar-condicionado automático de duas zonas, bancos revestidos parcialmente em material que imita couro com costura cinza, controles de estabilidade, tração e anti capotamento, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica, HDC (controle eletrônico de velocidade em descidas) e assistente de saída em rampas, rodas em liga de 18 polegadas calçadas com pneus 225/55, sistema multimídia com tela touch de 8.4 polegadas e conexões USB e bluetooth com possibilidade de espelhamento por Apple Carplay e Android Auto, entre outros.

A unidade avaliada contava com o opcional Pack Safety, de R$3,88 mil, que inclui os airbags laterais, de cortina e de joelho.

Motor e câmbio – O conjunto mecânico não passou por alteração, e nem precisava. É eficiente dinamicamente e muito econômico. O motor de 4 cilindros é o Multijet 2.0 turbodiesel com injeção direta e duplo comando acionado por correia dentada. Ele desenvolve 170cv de potência às 3.750 rpm e torque de 35,69 kgfm às 1.750 rpm.

_MG_6158O câmbio é automático com conversor de torque e 9 marchas. A tração é integral e permanente e conta com programação para areia, neve, lama ou automática, além de funcionar em reduzida e com bloqueio do diferencial, tudo comutável por botão localizado no console central.

Por ser mais alto e ter menor distância entre-eixos, o Renegade não chega ser tão confortável quanto o Compass. Sua pegada é mais de Jeep e menos de sedan. Não que seja desconfortável, pelo contrário, mas a posição elevada dos ocupantes, e a forma quadrada da carroceria, são típicas de um fora-de-estrada “raiz”.

A visibilidade é boa para todos os lados e a ergonomia é acertada. Exceção, a visão cruzada, pois as colunas C são muito largas.  Os retrovisores externos são grandes, ampliando a visibilidade para trás. Porém, eles demandam cuidado, pois costumam esconder pessoas e até mesmo veículos menores, quando se olha para os lados.

_MG_6176Desempenho – O “jipinho” circula com desenvoltura na cidade, uma vez que o motor é esperto, principalmente acima das 2.000 rpm. Na estrada, é ainda melhor. Ele atinge os 110 km/h com apenas 1.750 rpm, garantindo silêncio e muita economia.

Não é regra, e nem serve de parâmetro para o consumidor comum, mas buscando tirar o máximo de economia deste motor, atingimos 22 km/l em dois trechos curtos de 50 km. Andando normalmente é possível fazer 14 km/l, mantendo as velocidades máximas permitidas nas vias. Na cidade a média foi muito boa, 10 km/l pois, com as férias, o trânsito estava bem mais fluído.

Circulamos no fora de estrada por apenas 30 km, o suficiente para abrirmos aquele sorriso. É muito bom o comportamento do Renegade na terra, melhor ainda que o do Compass.

Mesmo com rodas de 18 polegadas, e os pneus para asfalto, o pequeno entregou um nível de conforto acima da média para este tipo de piso. Não bateu o fundo e os para-choques em entradas e saídas de aclives e compensou a falta de aderência dos pneus com o uso do sistema de tração.

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_MG_6215A central multimídia é bem completa e responde satisfatoriamente, tanto em sensibilidade ao toque quanto em velocidade de operação, mas não é a melhor que já avaliamos. O ar-condicionado permite regulagem individual em duas zonas e é eficiente.

O bacana do conjunto é a possibilidade de comando por botões físicos ou por toque na tela, para ambos os sistemas. Em nossa opinião, esse é o tipo de projeto ideal e deveria equipar todos os modelos que dispõe destes recursos.

Conclusão – O Renegade Longitude se mostrou ideal para o uso que fizemos, quase todo sobre asfalto, mas também entregou conforto sobre estrada de terra em boas condições. Para quem quiser se aventurar por trilhas, e levar o Jeep ao seu habitat natural, a versão Trailhawk é a mais indicada, principalmente por garantir maior aderência em pisos precários.

_MG_6184Porta-malas com apenas 320 litros de capacidade, alto preço das versões à diesel e motor flex pouco  eficiente em consumo são os poucos defeitos do Renegade. Renovado nessa safra 2019, mesmo que discretamente, ele mostrou em janeiro que tem força para disputar o pódio do segmento. Se depender das suas qualidades, deverá figurar mais vezes nesta lista durante este ano.

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Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador