Fiat Uno completa 35 anos de muito sucesso no Brasil

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 30/08/2019)

Até julho deste ano, a planta de Betim produziu cerca de 4 milhões de unidades

Tudo começou em agosto de 1984, quando foi apresentado para o mercado brasileiro um novo conceito mundial de automóvel, um veículo revolucionário e que cairia no gosto popular: o Fiat Uno.

“Pequeno por fora e grande por dentro”, o modelo da Fiat se transformou em um ícone ao garantir grande espaço interno em um tamanho compacto. Em pouco tempo conquistou o público.

O sucesso foi tanto que o modelo se mantém na linha Fiat até hoje, 35 anos depois.  São poucos os veículos que conseguem sobreviver a tantos anos na indústria automobilística e o Fiat Uno reúne um legado que transpassa gerações, sempre evoluindo.

Desenhado por Giorgetto Giugiaro, o modelo foi lançado um ano antes na Itália e, logo depois, chegou à versão adaptada aos usos e costumes tropicais. Mais resistente ao uso severo, às nossas estradas e ruas e com o porta malas maior, recebeu elogios até mesmo dos italianos.

O sucesso da versão brasileira foi tanto que, mais tarde, o modelo começou a ser exportado até mesmo para o seu país de nascimento.

Até julho de 2019, foram produzidas cerca de 4 milhões de unidades do Fiat Uno no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG). Ele foi o modelo mais vendido da marca até hoje.

Além de ser comercializado no Brasil, o Fiat Uno ainda é exportado para Argentina, México, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Chile, Uruguai, Bolívia e Peru.

Ele foi o primeiro carro mundial da marca a ser comercializado no Brasil, o pioneiro no segmento de carro 1.000 e primeiro carro turbo fabricado em série no País.

imagemFiat Uno S

1984 –  A primeira linha brasileira

Com o slogan “De tempos em tempos o homem produz uma obra de gênio”, o Fiat Uno foi lançado no Brasil. Com motores 1.050 a gasolina e 1300, a primeira gama contava com três versões: a de entrada S (Super), a mais luxuosa CS (Confort Super) e a esportiva SX (Sport Experimental), em que o motor 1.300 tinha o carburador de corpo duplo para maior potência (71,4 cv com gasolina e 70 cv com etanol).

Seu painel tinha instrumentos adicionais – conta giros e manômetro de óleo – e havia faróis de longo alcance no para-choque, dotado de discreto defletor.

imagem(10)Fiat Uno SX

Mas era na forma que o Uno se destacava, devido às suas linhas modernas para a época e a aerodinâmica eficiente. Foi destaque, também, pelo bom desempenho e economia de combustível, além de contar com carroceria alta e angulosa que proporcionava aproveitamento máximo do espaço interno.

Os grandes vidros traziam ampla visibilidade e, pela primeira vez no Brasil, o limpador de para-brisa usava um só braço.

No interior, o modelo trazia soluções inteligentes como o curso dos bancos dianteiros e o painel com satélites, que permitiam que as funções de iluminação e limpador de para-brisa fossem operadas com as mãos no volante. Tudo isso tornava o Uno o automóvel brasileiro mais moderno da época.

imagem(1)Fiat Uno 1.5R

1987 –  Mais esportividade

Faixas laterais, rodas esportivas, tampa traseira em preto e cintos vermelhos marcaram o visual do Uno 1.5R, versão esportiva do modelo.  O motor também era diferenciado, gerava 86 cv e a velocidade máxima era de 162 km/h, a maior de todos os Fiat até então.

A aceleração também chamava atenção: de 0 a 100 km/h em 12 segundos, bem competitiva em relação aos esportivos da época.

O modelo contava, ainda, com caixa de câmbio com novo escalonamento, pneus especiais, rodas mais largas e freios dianteiros a disco ventilado.  Além disso, a suspensão foi endurecida por barras estabilizadoras e amortecedores mais firmes, o que aumentou a segurança, dirigibilidade e conforto.

imagem(4)Fiat Uno 1.6R

Dois anos depois, ganhou mais cilindrada na versão 1.6 R e, em 1992, chegou o Uno 1.5 i.e, que recebia a tecnológica injeção monoponto digital e integrada à ignição, que atendia às novas normas de emissões de poluentes.

1990 – O icônico Fiat Uno Mille e o seu progresso

De uma análise do mercado e das reais necessidades do consumidor, a Fiat desenvolveu um veículo inesquecível e que marcou gerações. O modelo passou a bater até os seus próprios recordes de vendas.

imagem(2)                                                                 Fiat Uno Mille

Fruto de um projeto revolucionário, a nova versão do Uno recebeu o nome de Mille – mil em italiano em referência ao motor de 1.000 cm³ de cilindrada. Foi concebido para ser prático, econômico e o mais barato do Brasil.

O Mille trouxe uma evolução técnica importante: braços tensores para o posicionamento das rodas dianteiras, tarefa que antes cabia a  barra estabilizadora. No ano seguinte, a série especial Brio vinha com carburador duplo e 54cv.

imagem(8)Fiat Uno Mille Eletronic

1992 – Fiat Uno Eletronic

Nascia o Uno com ignição eletrônica mapeada, o que possibilitava uma melhor dirigibilidade, sem comprometer o consumo. Mais ágil e com motor de 56 cv, também foi o primeiro veículo do segmento a apresentar uma versão quatro portas e a oferecer ar-condicionado, popularizando itens antes só encontrados em carros de luxo. Mais uma vez a Fiat apresentava novidades aos brasileiros.

1994 – Chega o Mille de luxo

Nesse ano foi lançado mais um membro muito importante para a família Uno: o ELX, um Mille de luxo. Pensado para quem queria um carro urbano, mas com equipamentos e acabamentos mais sofisticados e requintados, adicionava itens de conforto, como controle elétrico dos vidros dianteiros e trava central das portas.

imagem(11)                                                           Fiat Mille EP

Também adotava frente e painel das versões top de linha do Uno.  No ano seguinte, evoluiu para a versão EP, que tinha injeção eletrônica, o que deixava o motor mais potente e progressivo.

1994 – O primeiro turbo

Em fevereiro de 1994, a Fiat mais uma vez revolucionou o mercado brasileiro com o Uno Turbo. Pela primeira vez na história, um carro de passeio saía de fábrica com turbo compressor.

imagem(5)                                                           Fiat Uno Turbo

Com desempenho invejável, acelerava de 0 a 100 km em 9,2 segundos e a velocidade máxima era de 195 km/h, algo totalmente inovador na época. Também tinha resfriador de ar para aumentar a eficiência do turbo e radiador de óleo a fim de manter a temperatura do lubrificante em níveis seguros.

Anos 2000 – Começo de uma nova era

O Fiat Uno chegou ao novo século com uma bagagem de conquistas. Com a marca de mais 1,2 milhão de unidades comercializadas, foi um dos carros mais vendidos da década anterior, o que consolidou a Fiat como grande líder do mercado de carros 1.0.

O  modelo chegou a 2001 com uma opção nova de motor, o Fire 1.0 e oito válvulas, que era moderno e otimizado, pois vinha com avanços na diminuição de atritos internos.

imagem(9)                                                             Fiat Uno Mille Fire

Com potência para 55 cv, o destaque do Mille Fire era a economia de combustível. Além disso, algumas alterações estéticas: grade frontal, calotas e direção com o logotipo comemorativa dos cem anos da Fiat.

Ao completar 20 anos no mercado nacional, em 2004, o queridinho dos brasileiros passou uma repaginada no visual, ganhou um estilo mais renovado e interior moderno.

A frente foi remodelada, com faróis de superfície complexa, sendo mais eficientes e uma ampla grade que o deixava com aspecto robusto.

Na traseira vinham lanternas redesenhadas, que aumentaram a segurança ao permitir uma melhor visualização pelos demais motoristas. O interior também tinha novidades como controle de vidros elétricos, rádio/toca-CDs e direção assistida, que poderiam ser adicionados nas concessionárias. Além disso, vinha com o novo logo da Fiat, redondo e com o fundo azul.

imagem(6)                                                                 Fiat Novo Uno Série Especial Interlagos

2010 – O novo Fiat Uno

Então foi a vez da segunda geração do Fiat Uno fazer uma nova história de sucesso. Atributos para isso não faltavam. O modelo chegou para lançar mais um sopro de modernidade no mercado dos carros pequenos brasileiros.

No desenho, adotava o tema do quadrado arredondado, que remetia ao uno original, porém atualizado para o século XXI.

Por trás do visual moderno, também tinha uma máquina equivalente. A nova versão marcou a estreia de dois novos motores – o Fire 1.0 Evo e o Fire 1.4 Evo, ambos Flex – atribuídos a modernas tecnologias para garantir economia de combustível e baixo nível de emissões.

imagem(13)                                                            Fiat Uno Série Especial Grazie Mille

2013 – Uma despedida

Em 2013, foi apresentada a série especial Grazie Mille, com tiragem limitada a 2 mil unidades numeradas do modelo. Exclusiva, oferecia requinte, conforto e a nova a cor Verde Saquarema, desenvolvida especialmente para esta série.

A série marcou a despedida do Fiat Uno com a aparência mais quadradinha, com a qual ficou conhecido pelos brasileiros desde que chegou ao mercado.

Fotos: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

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Ducati apresenta a nova Panigale V4 S

Da Redação

31 PANIGALE V4 S_UC35026_MidA nova Ducati Panigale V4 S marca um importante capítulo na história da marca. A Panigale V4 é a primeira motocicleta produzida em série da Ducati a ser equipada com um motor de 4 cilindros, derivado da Desmosedici, da MotoGP.

O novo modelo é um concentrado da tecnologia, estilo e performance, informou a Ducati. Uma motocicleta que, com um deslocamento de 1.103 cm3, 214 cv e uma relação potência/ peso de 1,1 cv /kg, torna- se uma referência no segmento de superesportivas em produção.

A Panigale V4 S – que começou a ser produzida no Brasil – substitui a 1299 Panigale com aumento do desempenho e na facilidade de condução. Desenvolvido em estreita colaboração com a Ducati Corse, o novo modelo explora o know-how e a tecnologia do mundo das corridas para ser a moto de estrada mais próxima dos modelos presentes no MotoGP, de acordo com a Ducati.

A motocicleta é equipada com suspensões Öhlins refinadas com o sistema Smart EC 2.0 e componentes de nível superior, como rodas de alumínio forjado e uma bateria de íons de lítio.

43 PANIGALE V4 S_UC35040_MidA filosofia seguida pela equipe de desenvolvimento da Panigale V4 S é a mesma que impulsiona o design de uma moto de competição na Ducati: a busca pela integração total entre o motor, o chassi e o piloto.

Para atingir este objetivo foram utilizadas tecnologias derivadas do MotoGP, enquanto o desenvolvimento na pista – feito em conjunto com os técnicos e pilotos da Ducati Corse – possibilitou a criação de uma moto extremamente eficaz na pista, mas também agradável na estrada.

O motor Desmosedici Stradale é um V4 de 90° com uma distribuição Desmodromic como o Desmosedici GP, do qual também leva o valor de 81 mm (o máximo permitido pelo regulamento técnico da MotoGP).

O novo motor Ducati tem uma potência de 214 cv, a 13.000 rpm, o que torna a Panigale V4 S a moto com melhor desempenho no segmento, mas ainda assim,  agradável na estrada graças a um binário de 12,6 kgm a 10.000 rpm.

02 PANIGALE V4 S_UC35011_MidApesar destes desempenhos como referência, a Desmosedici Stradale permite longos intervalos de manutenção que incluem o controle da folga das válvulas a cada 24.000 km.

Essas soluções contribuem para tornar a moto ágil na mudança de direção e estável e rápida na estrada, além de garantir um gerenciamento fácil do torque de saída nos cantos.

O já alto poder do motor Desmosedici Stradale na configuração padrão cresce ainda mais, alcançando 226 cv, encaixando o escape de corrida completamente em titânio.

O preço público sugerido da Ducati Panigale V4 S é R$ 109,90 mil.

16 PANIGALE V4 S_UC35017_MidFotos: Ducati / Divulgação

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Toyota e Suzuki anunciam acordo de aliança de capital

Da Redação

A Toyota Motor Corporation e a Suzuki Motor Corporation anunciaram um acordo de aliança de capital, hoje (28/08), para estabelecer e promover uma parceria de longo prazo e fomentar a colaboração em novos segmentos, incluindo o de direção autônoma.

Propósito da Aliança

As duas empresas começaram a conversar sobre a parceria comercial em 12 de outubro de 2016 e, desde então, continuaram incluindo detalhes específicos.

Em 20 de março deste ano, as montadoras anunciaram que começariam a fazer considerações específicas para se dedicarem ao desenvolvimento de produtos e à colaboração na produção, além de promover suprimento mútuo de produtos, unindo a força da Toyota em tecnologias de eletrificação à tecnologia para compactos da Suzuki.

O setor automotivo passa atualmente por uma mudança sem precedentes tanto em escopo quanto em escala, não apenas por causa de regulamentos ambientais intensificados, mas também pela entrada de novas indústrias e negócios de mobilidade diversificados.

As duas empresas pretendem alcançar um crescimento sustentável, superando novos desafios na indústria, construindo e aprofundando relacionamentos cooperativos em novos segmentos, enquanto continuam concorrentes, além de fortalecer suas fundações de negócios existentes e as tecnologias e produtos nos quais cada empresa é especializada.

A assinatura do acordo de aliança de capital é uma confirmação e expressão do resultado de discussões sinceras e cuidadosas entre as duas empresas, e servirá para construir e promover sua futura parceria em novos campos.

Detalhes da Aliança

Para desenvolver e promover uma parceria de longo prazo, a Toyota e a Suzuki planejam adquirir as ações umas das outras com base na aliança.

A Toyota planeja adquirir 24.000.000 ações ordinárias da Suzuki (4,94% do total de ações emitidas pela Suzuki em 31 de março de 2019, excluindo ações em tesouraria, no valor total de 96 bilhões de ienes) ao subscrever a disposição de ações em tesouraria por meio de loteamento de terceiros realizado pela Suzuki.

Da mesma forma, a Suzuki planeja adquirir, por meio de compra no mercado, ações da Toyota equivalentes a 48 bilhões de ienes.

Essas aquisições de ações serão implementadas após as empresas obterem as aprovações das autoridades estrangeiras de concorrência.

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Kawasaki Ninja ZX-10R SE, 2020, chega em setembro

Da Redação

Kawasaki Ninja ZX-10R SE_Estúdio 01Em setembro chega às concessionárias a nova Kawasaki Ninja ZX-10R SE 2020, modelo desenvolvido com base na motocicleta do Kawasaki Racing Team (KRT) que disputa o Campeonato Mundial de SuperBike.

A novidade está no ganho de performance: a potência máxima agora é de 213 cv a 13.500 rpm (ante 210 cv a 13.000) e torque máximo de 11,7 kgf.m alcançado a 11.200 rpm (antes era a 11.500 rpm). O principal elemento que contribuiu para estes acréscimos foi uma mudança no sistema de ação das válvulas, entre outras atualizações, informou a Kawasaki.

Segundo a fabricante, o novo sistema de atuação da válvula é um exemplo de tecnologia que saiu das competições direto para uma moto de fabricação em série. Contribui para alcançar mais desempenho, bem como maior confiabilidade durante o funcionamento em alta rotação.

Kawasaki Ninja ZX-10R SE_Estúdio 03Outro destaque é o controle eletrônico de suspensão KECS (Kawasaki Electronic Control Suspension), desenvolvido recentemente pela marca, que traz sensores e solenoides integrados às unidades de suspensão, garantindo que o sistema atue de maneira discreta e altamente eficiente.

Além das atualizações no motor, a nova Ninja ZX-10R SE possui quick-shifter bidirecional, controle de tração S-KTRC (Sport-Kawasaki TRaction Control), controle de largada KLCM (Kawasaki Launch Control Mode), sistema de freios ABS KIBS (Kawasaki Intelligent anti-lock Brake System), KECS (Kawasaki Electronic Control Suspension),  pintura de alta durabilidade e rodas forjadas Marchesini.

O modelo chega à rede de concessionárias da marca nas cores Metallic Carbon Gray/Metallic Flat Platinum Gray/Lime Green. O preço público sugerido é R$ 95,99 mil.

Kawasaki Ninja ZX-10R SE_Estúdio 02Fotos: Kawasaki / Divulgação

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FCA realiza recall do software do módulo de controle da transmissão do Jeep Cherokee

Da Redação

2014-Jeep-Cherokee-front-three-quarter-motionFCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

A FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil está convocando os proprietários dos veículos Jeep Cherokee, ano/modelo 2014, para agendarem seu comparecimento em uma das concessionárias Jeep, a fim de que seja providenciada, gratuitamente, a atualização do software do módulo de controle da transmissão.

Foi identificada a possibilidade da troca inesperada das marchas para a posição Neutro (ponto morto), com o veículo em movimento, podendo resultar na perda de força motriz, aumentando os riscos de acidente e de consequentes danos físicos graves ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo ou a terceiros.

Estão envolvidas nesta campanha 241 unidades do Jeep Cherokee.

Os números dos chassis, não sequenciais (últimos seis dígitos), são: de 134303 a 322998.

O tempo estimado de reparo é de, aproximadamente, 1h. A montadora solicita que o proprietário agende a visita previamente na concessionária Jeep de sua preferência.

Para consultar os números dos chassis envolvidos, ou obter outras informações, o cliente poderá acessar o site site: www.jeep.com.br

O contato também pode ser feito através do Whatsapp da Jeep, pelo telefone: (31) 2123-4000.

Também há atendimento pela Central de Serviços ao Cliente Jeep: 0800 703 7150.

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Honda CB 1000R é uma superbike para todos os momentos

Rogério Machado*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/08/2019)

Motocicleta estilo Café Racer é equipada com motor de 998,4 cc e 141,4 cv

honda-cb1000r3O tempo não pára na engenharia de motores das fábricas. As exigências de emissões atingem as motocicletas assim como os automóveis, mas a turma das duas rodas ainda consegue retirar coelhos das cartolas.

A Honda CB1000R é um exemplo desta evolução com uma reengenharia notável sobre o motor quatro cilindros descendente da CBR1000RR Fireblade, de 2006.

Em volta dele, a fábrica japonesa produziu um chassis totalmente novo que coloca esta nova geração entre as melhores opções de superbikes do mercado.

O desenho da motocicleta é uma releitura do estilo Café Racer (na linguagem da Honda uma Neo-Sports Cafe Concept) revelado em alguns detalhes dominantes tais como o motor exposto e o farol redondo, sem carenagem.

Aliás, o desenho do farol tem papel muito importante no visual, dotado de iluminação full led e com uma faixa de contorno que evidencia sua forma circular, uma ótima solução estética e funcional com um projetor duplex no centro que mostra muito bem o caminho à noite.

O motivo circular se repete no painel.O semicírculo de neon do farol se repete, na forma, no contorno do conta-giros e na luz traseira. O guidão e o tanque de combustível também são tradicionais. O restante da motocicleta segue um rigor tecnológico sem excessos e acaba chamando a atenção pela limpeza do desenho, mesmo sendo uma naked.

Na parte posterior, um pára-lamas compacto montado no braço oscilante serve de suporte para a placa, deixando completamente livre o assento, finalizado pela luz de freio e indicadores direcionais. O resultado é um visual agressivo da traseira, apontada para cima e lembrando as motocicletas de competição.

Motor – Como dissemos anteriormente, o motor é descendente daquele aplicado na CBR1000RR e foi ajustado para as ruas com um resultado melhor do que na motocicleta de origem.

A grande suavidade obtida através do acelerador eletrônico (Throttle by Wire) não esconde os 141,4 cv (10,2 Kgfm de torque em 8.000 rpm) que estão disponíveis logo ali, ao giro da mão direita.

A versão atual oferece 20 cv a mais e, para chegar a esse resultado, os comandos de válvulas foram redesenhados para uma maior abertura, a admissão recebeu novos dutos com trajeto otimizado e o corpo borboleta foi ampliado de 36 mm para 44 mm.

honda-cb1000r2Para atender esta nova curva de torque são adotados pistões forjados. A descarga é mais leve e ajuda a potência a partir das 5000 rpm. Possui o layout 4-2-1 no qual os quatro tubos se reúnem dois a dois, passam por catalizadores e entram em dois silenciadores para alcançar a saída. Um pequeno duto de equilíbrio liga as duas linhas principais antes dos catalizadores.

O chassis é do tipo mono-backbone, construído em aço. Esse desenho utiliza um tubo principal de maior diâmetro, que descreve uma curva desde a fixação do guidão (no cabeçote da direção), passando sob o tanque até a parte inferior, atrás do câmbio, onde ele se conecta à placas de alumínio que promovem a fixação da suspensão traseira e servem de base para as pedaleiras.

O motor está fixado neste tubo através de subestruturas e se torna parte integrante do chassis. O braço oscilante traseiro é único, do lado esquerdo. Seu comprimento é mais curto (- 14,7 mm) em relação ao modelo precedente e tem peso reduzido, contribuindo com o equilíbrio da motocicleta.

O braço oscilante simples, juntamente com a descarga mais curta, favorece a retirada da roda traseira. A posição do motor sofreu uma série de modificações para alterar o centro de gravidade. O virabrequim, em relação ao solo, esta situado 5 mm acima do modelo anterior. Parece insignificante, mas funciona.

O entre-eixos mais longo (1.455 mm) contribuiu muito para o handling. Na área dos freios, as pinças anteriores tem uma montagem radial, ou seja, os parafusos de fixação das mesmas estão apontados para o centro da roda.

2018 CB1000R+Da mesma forma, o cilindro mestre também segue um layout radial. Quando você aciona o freio, o pistão do cilindro mestre se movimenta na mesma direção da manete. Estas duas orientações fazem com que a resultante do esforço frenante seja mais direta, sutilezas do ajuste fino das pistas que chegaram já há algum tempo nas ruas.

Opções de pilotagem – O controle eletrônico da CB1000R oferece quatro opções de pilotagem que aparecem no painel. A seleção é feita através de teclas auto-explicativas no lado esquerdo do guidão e três opções já tem o mapa de injeção definido.

São elas: Esportiva (Sport), Padrão (Standard) e Chuva (Rain). A seleção é bastante simples. A quarta opção é definida na posição Usuário (User) que leva o seletor para três menus circulares no painel e resumem os fatores de desempenho: Potência (Power), Controle de Torque (Honda Selectable Torque Control ou HSTC), e Freio Motor (Engine Braking).

Cada um desses fatores pode ser ajustado para três níveis (Alto, Médio e Baixo), sendo que a opção de Controle de Torque é a única que pode ser desativada, o que manterá esse controle no nível “Baixo” a cada vez que a motocicleta for ligada, a não ser que o HSTC seja desligado após o motor estar em funcionamento.

Parece complicado, porém, depois da primeira seleção o piloto já poderá dar aulas sobre o assunto. Não é um sistema que exigirá, à todo momento, a intervenção do usuário. Talvez sejam necessárias duas opções mais frequentes ao gosto do piloto, uma para cidade e outra para estrada.

O menu de potencia de facil setup.A suspensão anterior invertida possui, em um lado do garfo, as funções de amortecimento e, do outro, a suspensão com molas. O setup da suspensão, tanto anterior (nos dois lados) quanto posterior, oferecem amplas possibilidades de regulagem na pré-carga (relacionada ao peso do piloto e bagagem), compressão (a maior ou menor absorção da irregularidade) e retorno (a velocidade com que a mola retorna a posição inicial).

Mantivemos o ajuste de fábrica que se mostrou completamente eficaz, embora notadamente mais macio atrás. Era conveniente para o meu peso de 60 quilos com cerca de 1,67 metro de altura, mantendo as pontas dos pés com segurança no asfalto.

Alta performance na estrada e excelente manobrabilidade no trânsito urbano

Ao sair pela primeira vez com a CB1000R selecionamos a opção Padrão (Standard). Obrigatoriamente, nosso trajeto era pelo centro da cidade. Sendo assim, aproveitamos para explorar um pouco mais o trânsito urbano.

Os radares impedem um desprendimento maior, mas como as relações foram encurtadas em 4% nesse novo câmbio, trafegar entre terceira e quinta marchas não é problema.

O motor sempre presente com cavalos de sobra, além do acelerador amigável. Entre sinais de trânsito, arrancando e freando, o motor revela sua suavidade. Girando entre 3.000 e 4.000 rpm entre os carros dá, até mesmo, para esquecer-se do peso de 212 kg abastecida, 12 kg mais leve que a versão anterior.

Elegancia de linhas remetendo aos desenhos classicos.A temperatura na casa dos 90º se mantém equilibrada e, de dentro do capacete, nem sentimos o acionamento do eletro ventilador. A manobrabilidade colocada à prova, através de corredores estreitos, revela as ótimas opções do projeto na escolha do entre-eixos, do cáster e no centro de gravidade.

Os motoboys se divertem vendo a agilidade da CB1000R, só limitada para costurar carros parados devido ao ângulo de giro de 3 metros. Uma parada no supermercado no estacionamento de motocicletas confirma a facilidade de manobra, empurrando com os pés para frente e para trás.

Nas entradas de garagem, em rampas irregulares e com paradas durante as manobras, a segurança é total e o acelerador eletrônico é o grande protagonista, sem provocar solavancos.

Checamos os pneus que se mostraram na pressão correta, o anterior (120/70) com 36 lbs e, o posterior (180/55), com 42 lbs. Em trechos de paralelepípedos o desconforto fica por conta do piso. Os pneus são, evidentemente, para asfalto e eventualmente deslizam.

Ainda com alguns quarteirões pela frente optamos por mudar o setup de pilotagem para o modo Chuva (Rain). A percepção imediata foi de uma resposta ainda mais suave do acelerador já que a potência esta no nível mínimo.

O pequeno e eficiente para-lamas traseiro.O freio motor, no nível médio, evita bloqueio da roda sobre areia e superfícies deslizantes. A conclusão que chegamos, após ter rodado na cidade na opção Padrão (Standard), foi de que na condução urbana, em Belo Horizonte (MG), a opção Chuva (Rain) é mais indicada. Sendo assim, terminamos a volta para casa com este setup.

Na estrada – Em uma daquelas manhãs geladas do começo de agosto o dia começou ensolarado, ocasião ideal para uma esticada até perto de Ouro Preto (MG) pela Rodovia dos Inconfidentes.

Ainda na garagem selecionamos o modo Esportivo que, automaticamente, coloca o nível de potência em “Alto”, o Controle de Torque em “Baixo” e o Freio Motor em “Baixo”.

Esta é a opção de maior desempenho. Seguimos até a Av. Senhora do Carmo e pudemos constatar que, imprimindo maior aceleração, o motor reage com maior presença ao mais leve toque do acelerador.

Pelo fato do Controle de Torque se encontrar na atuação mínima, a frente da motocicleta já tenta se elevar em acelerações rápidas, sentindo os 140 cv a caminho (para permitir que a moto empine, efetivamente, é necessário desativar o HSTC).

Pincas flutuantes com 4 pistoes cada uma sobre discos de 310mm.Um indicador de marchas no painel facilita a constatação da marcha em curso. Após o viaduto da Mutuca, e as ótimas curvas em aclive, chegamos ao Posto Chefão para um café, além de uma pausa para meditação.

Outros motociclistas a caminho da estrada chegavam para ver a CB1000R com as mais diversas perguntas. Finalmente nos preparamos para seguir viagem. Já havíamos testado todos os modos, só restava a opção User, com os parâmetros escolhidos pelo usuário.

Foi o que fizemos. Selecionamos a potência na opção “Médio”, o Controle de Torque na opção “Baixo” e o Freio Motor também na opção “Baixo”. À medida que o giro cresce, um alerta luminoso no painel indica a relação ideal entre marchas e rpm, bem como a pilotagem mais econômica.

Seguimos assim até a Pousada do Sesc, em Ouro Preto (MG). A dirigibilidade na estrada foi excelente e as curvas mais rápidas confirmaram a ótima configuração do chassis.

A elasticidade do motor é notável e, a sexta marcha, raramente necessita mudança. Uma característica interessante para a segurança fica por conta do acionamento automático do pisca alerta em frenagens de emergência, acima dos 50 km/h, desligando quando a frenagem foi finalizada.

Descarga geradora de potencia.O som da descarga, mesmo em maiores solicitações durante períodos mais longos, não incomoda e o isolamento de vibrações é ótimo. O guidão leva o piloto à uma posição mais inclinada, favorável à velocidade. Para a nossa preferência, optaríamos por elevá-lo cerca de 20 mm, contrariando o trend.

Chegando próximo a Ouro Preto paramos na pousada do Sesc para café e, depois de alguns minutos, a vontade de voltar para a estrada falou mais alto.

O computador de bordo revelou que durante o período que pilotamos de forma econômica o consumo ficou em torno dos 18 km/l. Enquanto, em maiores solicitações, não passamos de 10 km/l.

Para quem busca uma superbike capaz de alta performance na estrada, e excelente manobrabilidade no trânsito urbano, a CB1000R oferece isto e muito mais, considerando as opções de pilotagem. O preço público sugerido, sem o frete e o seguro, é de R$60,90 mil.

A CB1000R visitando fantasmas urbanos de BHFotos: Rogério Machado / Honda / Divulgação

*Colaborador

Dados técnicos

Motor e Sistema Elétrico

Tipo: DOHC, Quatro cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida.

Cilindrada: 998,4 cc

Potência Máxima: 141,4 CV a 10500 rpm

Torque Máximo: 100 N.m a 8000 rpm

Transmissão: 6 velocidades.

Sistema de Partida: Elétrico

Diâmetro x Curso: 75,0 x 56,5 mm

Relação de Compressão: 11.6 : 1

Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica, PGM FI

Combustível: Gasolina

Ignição: Eletrônica

Bateria: 12V – 8.6 Ah (10H)

Farol: LED

Chassis

Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico / 120 mm

Suspensão Traseira/Curso: Mono-Shock / 131 mm

Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco/ 310 mm

Freio Traseiro/Diâmetro: A disco / 256 mm

Pneu Dianteiro: 120/70ZR 17M/C (58W)

Pneu Traseiro: 190/55ZR 17M/C (75W)

Capacidades e Dimensões

Tanque de Combustível: 16,1 litros

Óleo do Motor: 3,6 l. (2,7 litro p/ troca)Comprimento x Largura x Altura: 2117 x 789 x 1094 mm

Distância entre eixos: 1452 mm

Distância mínima do solo: 138 mm

Altura do assento: 830 mm

Peso Seco: 199 kg

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Nova geração do Volvo S60 chega em setembro nas concessionárias

Da Redação

lcstrip_492507_4_fullO novo Volvo S60 foi apresentado na cidade de Santiago, no Chile. Este é o primeiro evento regional desde o anúncio da nova estrutura de Latam Hub, que está sob o comando de Luis Rezende, e contempla os mercados de Brasil, México e mais 18 países da América Latina e Caribe.

A partir desta organização, a marca busca adquirir maiores sinergias, crescimento expressivo e harmonização de portfólio de produtos que atenda a todas as demandas da região.

Produzido na mais recente unidade industrial da fabricante sueca em Charleston, Carolina do Sul (EUA), a nova geração do S60 desembarca em setembro nas 36 concessionárias da marca no Brasil.

O conjunto ótico com o distintivo formato em T – conhecido como Martelo de Thor – confere ao modelo uma personalidade forte e expressiva. Os faróis Full LED têm um avançado sistema de iluminação que incorpora quatro funções.

A iluminação de LED é programada para evitar o ofuscamento da visão de outros motoristas que vêm em sentido contrário ou que estejam à frente no mesmo sentido ao mudar automaticamente entre um feixe de luz focado ou desfocado dos carros.

lcstrip_492507_5_fullHá, também, nivelamento automático do facho do farol de acordo com o número de ocupantes e o carregamento do veículo, além de luz DRL com acendimento automático, que contribui para a visualização do modelo, mesmo em dias muito claros.

Os faróis contam, ainda, com a tecnologia Automatic Bending Lights (ABL), que os direciona, automaticamente, em até 30º para os lados, facilitando a visão nas curvas.

O sedan chega equipado com ampla oferta de motorizações, sempre amparado por controle dinâmico de estabilidade e de tração nas quatro versões designadas para o Brasil: T4 Momentum (190 cv), T5 Inscription (254 cv) e as híbridas plug-in T8 R-Design e Polestar.

No caso das híbridas plug-in, o modelo combina o motor Drive-E Turbo Supercharger de 2.0 de 4 cilindros, que produz 320 cv, com um motor elétrico de 87 cv, alimentado por uma bateria de íons de lítio de alta capacidade (11,6 Kwh).

Juntos, geram 407 cv de potência máxima e torque de 640 N.m, desempenho que faz o veículo atingir do 0 a 100 km/h em apenas 4,4 segundos, informou a Volvo.

lcstrip_492507_11_fullUsando um botão de seleção posicionado entre os bancos dianteiros, o motorista pode alternar entre três configurações pré-estabelecidas, ou personalizar a sua própria, que alteram a rotação para mudança de marcha, resposta do acelerador e peso da direção:

  • Eco: privilegia economia de combustível;
  • Comfort: prioriza suavidade no uso diário;
  • Dynamic: para uma condução mais esportiva;
  • Individual: customiza a configuração.

As versões híbridas plug-in T8 (R-Design e Polestar) contam com outros quatro modos de condução:

  • PURE: condução econômica para uso urbano

Este modo prioriza o motor elétrico. Como resultado, apresenta uma condução silenciosa, sem consumir combustível e com zero emissão de poluentes. Com a bateria totalmente carregada, a autonomia do veículo pode atingir até 40 km, dependendo das condições de uso, mas ainda assim cobrindo o uso diário da maioria das pessoas;

  • HYBRID: uso cotidiano

É o modo padrão do modelo, programado para utilizar ambos os motores e entregar a melhor relação entre performance e consumo de combustível;

  • POWER: condução esportiva

O foco deste modo de condução é a performance. Novos parâmetros de direção, trocas de marchas, respostas do acelerador e freios são ajustados para obter a melhor resposta para uma condução esportiva;

  • AWD (All Wheel Drive): para tração permanente conforme demanda específica.

O veículo vem equipado com cabo de 4,5 metros para carregamento de uso doméstico. A carga total da bateria é feita em três horas considerando uma tomada aterrada de tensão 220V e 16A. É possível carregar o veículo com tomadas de menor amperagem, no entanto, com maior tempo para a recarga.

lcstrip_492507_1_fullO S60 é equipado com a transmissão automática Geartronic de 8 velocidades, que utiliza a tecnologia Shift by Wire, totalmente eletrônica.

A suspensão dianteira apresenta duplo braço triangular enquanto, a traseira, possui a inovadora configuração integral link, que garante equilíbrio e compromisso entre conforto e dinamismo, de acordo com a montadora.

O interior minimalista oferece ao motorista apenas os controles necessários. A maioria das funções é controlada por meio do volante, exibidas no painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas personalizável.

O sistema de entretenimento e conectividade Sensus Connect é acessível pela tela antirreflexo sensível ao toque de 9 polegadas de LCD no painel central, principal forma de controlar navegação, telefone, mídia e configurações do carro, que podem ser salvas em perfil individual do condutor.

O controle de voz é outra maneira de operar essas funcionalidades. Como nos modelos da série 90, a integração do smartphone também está disponível com os aplicativos Apple CarPlay e Android Auto.

lcstrip_492507_3_fullAlém disso, o sistema Sensus integra o Volvo On Call, um serviço de segurança, proteção e conveniência que oferece assistência 24h, auxílio de emergência e localização, em caso de roubo ou furto.

Extremamente útil, permite ao condutor, por meio de seu aplicativo no smartphone, controlar o nível de combustível, trancar e abrir as portas, climatizar a cabine à distância, dar partida remota e enviar destinos para o sistema de navegação, por exemplo.

O modelo chega ao Brasil equipado com o City Safety, um sistema de frenagem automática para evitar ou mitigar colisões com outros veículos, pedestres, ciclistas e animais de grande porte, tanto de dia quanto a noite.

O City Safety conta, também, com um assistente de direção para ajudar nos casos em que o motorista comece a esterçar o volante para desviar de uma iminente colisão. Nestes casos, o sistema auxiliará neste movimento de desvio tornando a manobra mais eficaz.

O S60 também disponibiliza, como item de série, sistema de alerta de mudança de faixa – emite um alerta sonoro e esterça o volante automaticamente evitando possível acidente entre 65 km/h até 200 km/h –, sistema de proteção em saída de estrada, sistemas de proteção contra impactos laterais e lesões na coluna cervical, alerta de colisão frontal e sistema de monitoramento de pressão dos pneus.

lcstrip_492507_2_fullAlém desses equipamentos, o novo sedã conta com sistema de alerta de ponto cego (BLIS) com Cross Traffic Alert e o recurso de Mitigação de Pista Oposta, que aplica frenagem automática para reduzir o dano de colisão com um veículo que se aproxima na contramão. Seu funcionamento se dá entre 60 km/h e 140 km/h.

O S60 oferece, como equipamento de série desde a configuração de entrada, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com assistente de direção (Pilot Assist) até 130 km/h. Assim, o motorista pode realizar uma condução mais relaxada e segura, com controle de distância do veículo à frente e ajuda na manutenção de faixa.

Preços:

S60 T4 Momentum – R$ 195,95 mil

S60 T5 Inscription – R$ 229,95 mil

S60 T8 R-Design – R$ 269,95 mil

lcstrip_492507_7_fullFotos: Andres Poehler W / Volvo Cars / Divulgação

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