Ford prepara o retorno do Bronco

Da Redação

3-Bronco-Linha-1969Família Ford Bronco de 1969

A Ford está dando os retoques finais no seu próximo lançamento global, um SUV totalmente novo mas que carrega muita tradição: o Bronco – veja o vídeo.

Pouco conhecido dos brasileiros, o veículo se tornou um ícone 4×4 nos EUA durante as três décadas em que foi produzido, de 1966 a 1996.

Nascido como SUV compacto, com chassi próprio, o Bronco tornou-se um SUV grande nas quatro gerações seguintes, derivado das picapes Série F.

Off-road de raiz, com concepção robusta, três portas e outras características únicas, ele teve a produção encerrada no ano-modelo 1997, abrindo espaço no portfólio da marca para os SUVs familiares de quatro portas.

1-Ford_Bronco_Sportster-1966Ford Bronco roadster de 1966

No Salão de Detroit, de 2004, a Ford apresentou o conceito da sexta geração do Bronco, com design inspirado no modelo original e baseado na arquitetura global da Ranger, com chassi de perfil retangular fechado e tecnologias avançadas.

“A Ford ajudou a criar o fenômeno off-road e se especializou nesse tipo de veículo por décadas – do Bronco à Raptor”, diz Jim Farley, presidente de Mercados Globais da Ford. “Agora, estamos prontos para recuperar nosso lugar de direito como líderes em veículos off-road”.

Em 1969, um Bronco com preparação especial venceu a Mexican 1000 (depois rebatizada como Baja 1000), uma das competições off-road mais difíceis do mundo.

A Ford homenageou os 50 anos dessa conquista com a apresentação do protótipo Bronco R na Baja 1000 do ano passado, dando mais pistas de como será o novo modelo – veja o vídeo.

4-Ford_Bronco_Competição-1969Ford Bronco de competição (1969)

Cinco gerações

O Bronco de primeira geração (de 1966 a 1977) nasceu como um off-road compacto, com 3,85 m de comprimento. Inicialmente equipado com motor 2.8 de seis cilindros e transmissão manual de três velocidades, ganhou depois as opções de motor V8 e transmissão automática.

Seu estilo simples e robusto era marcado pela carroceria de linhas retas e faróis redondos, nas versões perua de três portas, picape e roadster aberto sem portas. Ele tinha um acabamento simples, mas podia ser incrementado com vários acessórios, desde bancos, tacômetro, rádio, engate de reboque, tanque auxiliar de combustível e guincho até equipamentos profissionais e de camping.

Em 1967, a perua ganhou o pacote opcional Sport, com itens cromados e o nome Ford na grade pintado de vermelho, depois transformado em modelo de série. A versão roadster saiu de linha em 1968 e a picape, em 1972, concentrando a produção na versão perua.

Na segunda geração (de 1978 a 1979) o Bronco entrou para o segmento de SUVs grandes, crescendo 71 cm no comprimento, 28 cm na largura e 10 cm na altura. Ele tinha como base a F-100 4×4, em versão encurtada.

5-Ford_Bronco_Sport-Wagon-1971Ford Bronco Sport Wagon de 1971

O teto rígido removível, agora produzido em fibra e cobrindo apenas a área dos bancos traseiros, em vez da peça inteiriça de aço, continuou a ser uma característica do utilitário, assim como as três portas, o eixo rígido dianteiro e a tração 4×4.

Esse Bronco de segunda geração durou só dois anos, mas foi um sucesso de vendas, com clientes esperando vários meses na fila pela sua chegada. Era equipado com motor V8, de 5,8 ou 6,6 litros, e pela primeira vez passou a oferecer capacidade para seis passageiros, com banco inteiriço opcional dianteiro.

O Bronco de terceira geração (de 1980 a 1986) foi baseado na F-150, conservando a distância entre-eixos de 2,64 m. Além de ganhar suspensão dianteira independente, ele voltou a oferecer um motor seis cilindros de 4,9 litros, ao lado do V8.

Em 1982, o oval azul na grade dianteira substituiu as letras Ford no capô. Essa geração também foi montada e vendida na Austrália.

6-Ford_Bronco-1973Ford Bronco de 1973

A quarta geração do Bronco (de 1987 a 1991) acompanhou as mudanças da oitava geração da Série F, com vários aprimoramentos. A quinta geração do veículo (de 1992 a 1996) renovou o design, alinhado com a nona geração da F-150, e introduziu vários itens de segurança, como cintos traseiros de três pontos, vigas de portas reforçadas e airbag do motorista de série.

Também por questão de segurança, sua capota deixou de ser removível. Em 1996, a Ford anunciou o encerramento da produção do Bronco, que agora está perto de ser retomada e é aguardada com expectativa pelo mercado.

All-New Ford Bronco Off-Road TestingNovo Ford Bronco em testes no deserto

Fotos: Ford / Divulgação

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FCA e McDonald’s fecham parceria

Da Redação

A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) e o McDonald’s no Brasil anunciaram parceria para tornar a experiência na rede de alimentação cada vez mais simples e ágil.

Diretamente pelo carro, será possível acessar o cardápio do McDonald’s, escolher o que deseja pedir, pagar e decidir qual restaurante melhor se encaixa em sua rota. A expectativa é de que os testes com os consumidores comecem no primeiro semestre de 2020.

A iniciativa faz parte da plataforma de inovação aberta da FCA, que busca entender os diversos momentos do consumidor e seu relacionamento com outras marcas e, assim, identificar oportunidades de desenvolvimento de soluções colaborativas.

De acordo com o diretor de Portfólio, Pesquisa e Inteligência Competitiva da FCA para a América Latina, Breno Kamei, o propósito da parceria é a criação de soluções para maior conforto e conveniência das pessoas.

“Ao longo de sua jornada com o carro, o consumidor demanda relacionamento com outras marcas, além da FCA. Por isso, a necessidade da FCA identificar esses momentos e se conectar com as marcas preferidas do consumidor. O desafio é, juntos, desenvolvermos soluções nas quais a complexidade deixa de ser visível ao usuário, dando visibilidade aos benefícios”, completou o diretor.

Para Paulo Camargo, presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, empresa responsável por operar a marca McDonald’s na América Latina, esta parceria reforça os investimentos da rede para gerar mais conveniência.

“Estamos, a cada dia, empoderando mais e mais o nosso cliente ao disponibilizar novas opções para que ele escolha o que comer, onde comer e como pagar”, disse Camargo.

Além do McDonald’s, também faz parte dessa rede de inovação a Visa do Brasil, que tem como objetivo buscar uma nova opção de pagamento durante sua jornada de mobilidade com o carro.

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BMW anuncia recall do M5

Da Redação

bmw-ups-the-ante-with-m5-competition-package4-730x450BMW /  Divulgação

A BMW do Brasil está convocando os proprietários dos carros modelo M5, fabricados entre fevereiro e outubro de 2019, a entrarem em contato com uma concessionária autorizada BMW para agendar, gratuitamente, o reposicionamento do chicote elétrico da transmissão automática e substituição do clipe de fixação dos veículos afetados.

Verificou-se que os veículos podem apresentar posicionamento incorreto do chicote elétrico da transmissão. Tal situação gera dano mecânico ao chicote, que, combinado com o aumento da temperatura ambiente, pode ocasionar o derretimento do material de isolamento do chicote elétrico da transmissão e resultar em curto circuito.

Nesse cenário, aciona-se o modo de emergência da transmissão, com perda de potência do veículo, e a alavanca seletora de marchas ficará na posição “Neutro”.

Em nova partida do veículo, a alavanca seletora de marchas altera-se automaticamente para a posição “Estacionado”, impossibilitando a movimentação das rodas.

Nessas situações, não se descarta a possibilidade de acidentes que resultem em danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e terceiros.

De acordo com  a BMW, são 52 unidades envolvidas na campanha. Os chassis, não seqüenciais, são:

MODELO DE ATÉ
M5 WBSJF0100LBS92123 WBSJF010XLCD37887

Para verificar se a sua unidade está dentro do sequenciamento de chassis, ou para outras informações, o proprietário deve acessar o site www.bmw.com.br e clicar na opção “Recall”, e “Ferramenta de Busca de Recall”.

Também pode entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall: 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

Os reparos poderão ser agendados de imediato, com início de atendimento a partir de 10 de fevereiro de 2020 e levam cerca de 50 minutos.

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BMW realiza campanha de chamamento para o X6 por problemas com o Isofix

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 17/01/2020)

BMW X6MBMW / Divulgação

A BMW do Brasil está convocando os proprietários do modelo BMW X6, nas versões X6 xDrive50i, X6 xDrive35i, X6 xDrive30d e X6M, fabricados entre maio de 2014 e março de 2019, a entrarem em contato com uma concessionária autorizada da marca para agendar, gratuitamente, a correção da peça de fixação Isofix dos veículos afetados.

A fabricante verificou que, ao se usar cadeiras de criança com fixação Isofix e apoio adicional na parte inferior do veículo, o aro de fixação deste sistema de proteção pode sofrer fraturas por vibração.

Ocorrendo a falha, em caso de o aro de fixação ser partido, a fixação da cadeira de criança não é mais possível, na medida em que o suporte Isofix pode se desprender do banco.

Neste caso, a BMW não descarta a possibilidade de acidentes fatais ou de acidentes que resultem em danos físicos, ou materiais, aos ocupantes e terceiros.

A BMW do Brasil está orientando os proprietários dos veículos afetados para que não utilizem as cadeiras de criança até que seja efetuado o reparo da peça de fixação.

A fabricante informou que um total de 1.564 veículos estão envolvidos neste recall, conforme tabela abaixo. Os chassis, não seqüenciais, envolvidos são:

MODELO DE ATÉ
X6 xDrive50i WBAKU6100F0G57713 WBAKU610XG0N49548
X6 xDrive35i WBAKU2100G0N29477 WBAKU210XKLN98734
X6 xDrive30d

WBAKV2100G0R26619

X6M WBSKW8100G0P67807 WBSKW810XKLE85152

Para verificar se o seu veículo está dentro do sequenciamento de chassis, ou para outras informações, o cliente deve acessar o seguinte site: www.bmw.com.br.

O proprietário também pode fazer contato através do Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall, pelo telfeone 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18 horas.

Os serviços poderão ser agendados de imediato, com início de atendimento a partir do dia 15 de fevereiro de 2020 e levam cerca de 02 horas.

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Yamaha PW50 chega ao mercado brasileiro

Da Redação   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 17/01/2020)

Modelo da fabricante asiática, voltado para o público infantil, conta com motor 2 tempos e 50cc

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Qualquer criança sonha explorar o mundo por si só. Com a PW50 pilotos mirins podem desbravar o mundo das duas rodas e estimular a disciplina, concentração e capacidade motora.

São vários os motivos que tornam a nova Yamaha PW50 a melhor opção para crianças, com destaques para a qualidade, durabilidade e baixo custo de manutenção, de acordo com a fabricante.

A nova mini-moto da Yamaha é dotada de um motor de 50cc de dois tempos com arrefecimento a ar, alimentação por carburador e válvula de indução junto ao coletor de admissão. Resistente, com manutenção fácil de baixo custo, ela é capaz de garantir emoção em qualquer situação de uso.

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Para dosar suas respostas e adequar a PW50 aos pequenos que estão aprendendo a conduzir, o modelo é equipado com acelerador regulável, que permite aos pais limitarem a velocidade máxima de acordo com as aptidões do piloto mirim. Para isso, o sistema restringe seu curso no giro da manopla direita.

Pensando na praticidade, e principalmente na segurança da garotada, a Yamaha equipou a PW50 com sistema de transmissão secundária do tipo cardã. Além de abolir a necessidade de ajuste e lubrificação da corrente, este sistema minimiza os riscos de ferimento, pois todas as engrenagens que o compõem não são expostas.

A ponteira de escapamento é outro exemplo de como os engenheiros buscaram melhorar a segurança e o conforto na PW50. Ela conta com proteção contra o calor, e seu posicionamento visa ficar mais resguardado, impedindo queimaduras.

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Facilidade na pilotagem – A PW50 traz facilidade de condução e comodidade, fundamentais em uma minimoto, já que o público ao qual se destina é de crianças com pouca idade e sem prática na condução de motocicletas.

Um bom exemplo está em seu câmbio, que dispensa troca de marchas por ser totalmente automático. Com ele, basta os pilotos mirins acelerarem para se deslocarem, tornando a PW50 bastante “amigável” para os iniciantes.

Outros destaques neste quesito são a baixa altura do banco (485 mm) e o peso (39 kg). Para facilitar a frenagem tornando-a mais familiar ao de uma bicicleta infantil – em que geralmente acontece a iniciação das crianças às duas rodas –, o acionamento dos freios dianteiro e traseiro é feito através dos manetes juntos ao guidão, já que nas motos para adultos, o acionamento do freio traseiro é feito pelo pedal direito.

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A PW50 conta, ainda, com carenagens plásticas bonitas, leves e resistentes, e também rodas de três raios estampadas em aço, conferindo altíssima durabilidade. Elas são calçadas por pneus off-road com 2,5 polegadas de largura, capazes de garantir grande aderência e, por consequência, maior segurança e controle na pilotagem.

A motocicleta conta com a assistência técnica da Rede de Concessionários Racing Blue. O modelo estará disponível desde já para compra, no valor de R$ 13,99 mil, sem incluir o frete, com entrega prevista para seis meses após o pedido. Sua garantia é de 3 meses. A única opção de cor é o azul Competition Blue.

Yamaha Riding Academy – A Yamaha Motor do Brasil também se preparou para contribuir na formação de pilotos mirins.

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Os instrutores José Roberto Favaro e Helio Mazzarella receberam um exclusivo e intenso treinamento de qualificação para ministrarem cursos para crianças a partir dos 5 anos de idade.

Para que isso fosse possível, o Sr. Tomoyuki Suzuki, um dos mais experientes e renomados Instrutores do YRA, veio diretamente do Japão para conceder a certificação aos dois Instrutores do YRA Brasil.

O calendário de cursos de pilotagem do Yamaha Riding Academy para crianças em 2020 será informado através dos concessionários da marca.

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Fotos: Yamaha / Divulgação

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Os 10 automóveis menos e mais depreciados de 2019

Da Redação

Os emplacamentos de automóveis e veículos comerciais leves novos avançou em 7,65% em 2019 quando comparado a 2018, totalizando 2.470.005 unidades, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que reúne as concessionárias.

A mudança econômica positiva tem entusiasmado os consumidores que cogitam comprar um carro, mas estavam receosos por conta do movimento negativo do mercado automotivo nos últimos anos.

Para auxiliar nesta decisão e entender o desejo dos consumidores, a KBB Brasil, site referência em precificação de carros novos e usados, apresenta os 10 carros que menos e mais perderam valor em 2019 e aqueles que mais foram buscados na plataforma, junto às respectivas marcas.

Baseado no conceito de “depreciação de revenda”, que considera o preço pelo qual os lojistas revenderam os modelos, o estudo abrange todos os modelos 0 km de todas as categorias disponíveis à venda em janeiro de 2019 e quanto valiam no mercado de usados em dezembro do mesmo ano.

Quando o assunto é preço de carros, há duas metodologias para calcular a perda de valor: desvalorização e depreciação.

Desvalorização é a comparação do preço atual de um veículo com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores.

Já a depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas. Neste estudo, foi aplicado o conceito de depreciação.

Menores e maiores depreciações:

O método de depreciação possibilita que alguns índices, ainda que a princípio pareçam improváveis, sejam valorizados, ou seja, o valor do veículo usado é mais caro do que do carro 0 Km no passado.

Uma das explicações para este comportamento é o fato de o veículo ter sofrido uma forte alta, variação do câmbio e o bom posicionamento da marca no mercado.

A análise demonstra o desempenho citado com o modelo Toyota Hilux. O carro passou pela valorização de 0,55% em seu preço, seguido pela menor depreciação do Peugeot 3008, de 1,49%.

Já a montadora alemã Volkswagen contou com a dobradinha do Golf e Fox, que perderam 3,41% e 3,65% do valor, respectivamente.

Já dentre os carros que mais perderam valor, os dados revelam três modelos da Ford. Em primeiro lugar, o índice de queda em preço do Ford Focus fica em 28,13%, próximo ao modelo Ford Focus Fastback com porcentagem de 25,99%.

Enquanto isso, o EcoSport mostra depreciação de 20,53%, na oitava posição. O já conhecido Fiat Weekend ocupa o segundo lugar, depreciando 27,80%.

Confira, abaixo, a relação completa das menores e maiores depreciações de 2019:

MARCA/MODELO

Menos

depreciados:

 1º ano de uso

MARCA/MODELO Mais

depreciados:

 1º ano de uso

Toyota Hilux

+0,55%

Ford Focus

-28,13%

Peugeot 3008 SUV

-1,49%

Fiat Weekend

-27,80%

Volkswagen Golf

-3,41%

Ford Focus Fastback

-25,99%

Volkswagen Fox

-3,65%

Jaguar XF

-21,94%

Toyota Yaris Hatch

-4,08%

Renault Sandero

-21,69%

BMW M5

-4,41%

Fiat Doblo

-21,23%

Mercedes-Benz S 560

-4,59%

Citroën C4 Lounge

-20,83%

Troller T-4

-4,62%

Ford EcoSport

-20,53%

Honda WR-V

-4,70%

Peugeot 2008

-18,74%

Peugeot 5008

-5,04%

Chevrolet Cobalt

-18,61%

Os mais buscados:

Para compreender os principais interesses do consumidor, o estudo da KBB Brasil traz, também, insights sobre a busca no setor automotivo, por meio do levantamento dos modelos de carros mais pesquisados no seu site (kbb.com.br).

O popular Chevrolet Onix é destaque na categoria de 0 Km mais buscados pelos consumidores. Já a picape Fiat Toro é a segunda colocada, seguida pelo modelo Ford Ka.

Quando o assunto é carros usados, o veterano Volkswagen Gol mostra que não sai do gosto dos apaixonados por automóveis. O mesmo acontece com os dois hatches da Fiat, o Palio e o Uno, que conquistam as outras duas posições do Top 3 de interesse.

Para entender os demais posicionados no ranking confira, abaixo, a lista completa com os modelos mais procurados no site da KBB Brasil:

CARROS NOVOS

MAIS BUSCADOS

CARROS USADOS

MAIS BUSCADOS

MARCA/MODELO MARCA/MODELO
Chevrolet Onix Volkswagen Gol
Fiat Toro Fiat Palio
Ford Ka Fiat Uno
Volkswagen Polo Toyota Corolla
Nissan Kicks Honda Civic
Honda Civic Chevrolet Onix
Toyota Corolla Ford Fiesta
Chevrolet Prisma Ford Ka
Caoa Chery Chevrolet Prisma
Honda HR-V Fiat Strada

O site de precificação de carros mostra que, no universo das marcas, a Volkswagen (16%) conta com o maior share de buscas dentre veículos novos e, a Chevrolet (20%), é o destaque na categoria de usados.

Ambas montadoras são seguidas pela Fiat, com 14% e 18% de pesquisa, respectivamente.

MARCAS MAIS

BUSCADAS:

CARROS NOVOS

SHARE (%)

DE BUSCAS

MARCAS MAIS

BUSCADAS:

CARROS USADOS

SHARE (%)

DE BUSCAS

VOLKSWAGEN 16% CHEVROLET 20%
FIAT 14% FIAT 18%
CHEVROLET 13% VOLKSWAGEN 17%
HONDA 10% FORD 11%
TOYOTA 9% HONDA 8%
FORD 9% TOYOTA 8%
RENAULT 8% RENAULT 6%
HYUNDAI 8% HYUNDAI 5%
NISSAN 6% NISSAN 3%
JEEP 3% CITROËN 3%

A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados.

Os valores apresentados são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas.

A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

Sobre a Kelley Blue Book (KBB):

Criada em 1926, nos Estados Unidos, a Kelley Blue Book é referência em preços de carros novos e usados tanto para quem compra quando para quem vende. Ela usa como base de cálculo para o Preço KBB valores de mercado praticados regionalmente.

Também é a única a produzir uma tabela que apresenta o preço de troca de um carro levando em conta fatores como quilometragem, cor, nível de equipamentos e estado de conservação do veículo.

Referência em precificação no mercado automotivo norte-americano, a KBB está no Brasil desde outubro de 2017 com o site kbb.com.br. A sede da Kelley Blue Book é baseada em Irvine, Califórnia (EUA).

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Ka FreeStyle: uma versão “aventureira” do compacto da Ford

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 10/01/2020)

Modelo tem suspensão elevada e visual diferenciado

DSCN7335A Ford já declarou que só produzirá picapes e SUVs na maior parte dos mercados em que atua. Mas, ainda existe grande demanda por sedans e hatches compactos em países emergentes, como a Índia e o Brasil, por exemplo. O Ka e o Ka Sedan atendem estes consumidores brasileiros.

DC Auto recebeu o Ford Ka Freestyle 1.0, manual, para avaliação. No site da montadora ele é apresentado com cor metálica e completo, sem opcionais, e seu preço sugerido é R$ 58,79 mil. É possível configurá-lo na cor preta sólida, única opção para o preço de entrada (R$ 57,44 mil). O branco sólido custa R$ 600,00 e todas as outras cores, inclusive o marrom da unidade avaliada, R$ 1,35 mil.

Seus principais equipamentos, todos de série, são: ar-condicionado, direção elétrica com ajuste de altura do volante, travas e vidros elétricos dianteiros e traseiros, sistema multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, comando de voz, entrada USB, tela de LCD multifuncional touchscreen no painel central de 7 polegadas com conexão bluetooth, controles de áudio no volante e 4 alto falantes.

Entre os equipamentos de segurança, os destaques são: assistente de partida em rampas, controles eletrônicos de estabilidade (ESC) e tração (TCS), sistema de proteção anticapotamento com sensor de deriva (ARP), freios ABS com EBD, duplo airbag, ganchos de ancoragem para cadeiras de crianças (Isofix), cintos de segurança traseiros laterais e central de 3 pontos, farol de neblina, retrovisores externos com indicador de direção, sensor de estacionamento traseiro e travamento automático das portas.

DSCN7346FreeStyle – A versão FreeStyle traz, exclusivamente, alterações estéticas e alguns equipamentos. Seus para-choques apresentam desenho mais encorpado e imitação de peito de aço na parte inferior central de ambos.  Nas laterais, molduras em plástico preto contornam as caixas de rodas, passam pelas soleiras e formam uma linha continua ao redor do carro.

Os faróis têm acabamento escurecido, as lanternas traseiras são fumês e a grade dianteira, em forma de colmeia, é pintada em preto. As capas dos retrovisores externos são pintadas em cinza, assim como as rodas em liga leve.

No interior, a parte superior do painel e o console central são feitos em plástico na cor marrom, mesmo tom usado nos detalhes dos acabamentos das portas. A cor se repete nos grafismos do tecido dos bancos que também têm áreas revestidas em material sintético que imita o couro.

As demais partes são moldadas ou revestidas na cor preta, assim como as colunas e o teto. Outra exclusividade da versão são os tapetes feitos em borracha em forma de bandejas, inclusive no porta-malas.

Fechando os diferenciais, o Ka FreeStyle recebe barras longitudinais sobre o teto que deixam a versão preparada para receber um rack (acessório vendido à parte) com capacidade para transportar até 50 Kg de carga.

DSCN7361Motor e Câmbio – O motor é o 1.0 Ti-VCT Flex de três cilindros e 12 válvulas. Ele desenvolve um torque de 10,2 kgfm às 3.500 rpm com gasolina e 10,7 kgmf às 4.500 rpm com etanol. Sua potencia atinge 80 cv com gasolina e 85 cv com etanol, sempre entre 6.300 e 6.500 rpm. O câmbio é o manual de cinco marchas.

O porta-malas do KA Freestyle comporta 257 litros e, o tanque de combustíveis, bons 51 litros. Suas dimensões são: 3,95 metros de comprimento; 2,49 metros de distância entre-eixos; 1,69 metro de largura (sem considerar os retrovisores); 1,56 metro de altura e 18,8 centímetros de vão livre.

A altura do solo foi alcançada por meio de alterações em suas suspensões e o uso de pneus mais altos, nas medidas 185 /60/R15. Com a possibilidade de transportar peso extra sobre a capota, além do elevado centro de gravidade, a versão recebeu mudanças mecânicas para garantir seu controle direcional: o afastamento de 3,0 cm entre as rodas, para aumentar a estabilidade e um maior diâmetro da barra estabilizadora, 2,3 cm.

O Ka ainda é um típico compacto com bom espaço para quatro pessoas e com todos os comandos à mão, apesar dos instrumentos do painel serem igualmente pequenos. Mas por fora, ele se mantém estreito e não é tão comprido, facilitando circular em vias congestionadas e estacionar em vagas apertadas.

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IMG_20191206_092755O espaço interno para cabeças, ombros e pernas de quatro adultos é muito bom. A área para um quinto passageiro é bem limitada, se o mesmo não for uma criança. Os bancos têm assentos compridos que apoiam bem as pernas e os encostos são um pouco estreitos, porém, suas abas laterais são salientes e seguram o corpo em curvas. A densidade da espuma dos mesmos é boa, mas poderia ser maior, para não cansar os passageiros em viagens mais longas.

Interior – O interior apresenta todas as peças plásticas rígidas e uma única e pequena área macia no encosto dos braços das portas dianteiras. A aparência do material está na média do segmento, simples, mas todas as partes são bem feitas e bem encaixadas.

A variedade de cores e texturas, o design moderno das peças e alguns materiais de acabamento cromados e em preto brilhante conferem um pouco de requinte à cabine. Também contribuem com a versão os revestimentos dos bancos que mescla o marrom e o preto e as cores escuras das colunas e do teto.

A nova central multimídia teve a tela um pouco ampliada, de 6,5 polegadas para 7 polegadas. Ela também ganhou novos botões giratórios e de pressão que ficaram em posição mais destacada, facilitando o uso.

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IMG_20191206_112712Seu funcionamento, tanto usando o bluetooth, como espelhando o celular foi bom, mas ocorreram algumas falhas nas ligações. A sensibilidade ao toque e a velocidade de processamento do sistema  ainda podem melhorar.

Eficiência energética é destaque do moderno motor 1.0

A direção elétrica é muito leve e facilita as manobras de estacionamento. Ela ganha peso correto com o aumento de velocidade e é direta o suficiente para dar prazer ao dirigir.

Por sinal, as dimensões compactas do modelo também contribuem neste quesito. Por ter menores distância entre-eixos e largura que seus concorrentes, o Ka é mais ágil e responde mais prontamente ao comando do condutor.

O motor é moderno, oferece bom torque em baixas rotações e é econômico, mas não faz milagre. Para ter agilidade nas arrancadas, a primeira marcha ficou muito reduzida e, quando em uma subida, por exemplo, precisa ser esticada antes de se engatar a segunda marcha, pois essa ficou muito longa em relação à primeira.

IMG_20191206_145230Em compensação, o câmbio apresenta engates precisos, curtos e a posição correta da alavanca permite trocas com pouco deslocamento do braço, algo até esportivo.

Em deslocamentos urbanos ele é muito ágil, mas, por ter muito torque e a primeira marcha tão curta, sua embreagem não é das mais leves.  Em estradas ele anda bem para um carro com motor 1.0, mas não é silencioso.

Aos 110 km/h e de quinta marcha, a rotação do motor já está às 3.500 rpm e seu ruído é ouvido dentro da cabine. Porém, o som é grave e pouco incomoda. O que mais chama atenção é o som do vento contra a carroceria.

Por ser elevado, o Ka Freestyle é pouco aerodinâmico e sofre para vencer a resistência do ar. Mesmo assim, ele apresentou boas marcas em nosso teste padronizado de consumo.

IMG_20191206_144416O resultado das alterações nas suspensões foi muito positivo. O modelo passou a filtrar boa parte das irregularidades do solo e de forma silenciosa. Em comparação ao Fiat Argo Trekking, referência na categoria de aventureiros urbanos, as suspensões do Ka Freestyle trabalham em uma frequência mais alta, com menor amplitude e visando mais a estabilidade que o conforto, necessidades de um modelo mais estreito e igualmente alto.

Mesmo não sendo equipado com pneus de uso misto, e sem a mesma eficiência do concorrente, seu desempenho em estradas de terra é bom e ele passa por lombadas e entradas de garagens sem raspar para-choques ou bater o fundo do carro.

Consumo – Realizamos nosso teste de consumo em um circuito rodoviário de 38,4 km. São duas voltas, uma aos 90 km/h e outra aos 110 km/h. O mesmo motorista, sozinho, ar-condicionado ligado na refrigeração média, ventilação na segunda posição, faróis ligados e vidros fechados completam a padronização.

Já esperávamos uma boa eficiência energética deste motor, principalmente circulando apenas com gasolina. Aos 90 km/h ele cravou 18 km/l. Mesmo aos 110 km/h ele se mostrou econômico, registrando 16,3 km/l.

DSCN7341As médias urbanas não foram tão boas e apresentaram grande variação. Durante o período de avaliação choveu muito e o trânsito estava muito congestionado. Registramos consumo de 5,5 km/l até 9 km/l, também com gasolina.

A Ka Freestyle 1.0 é ideal para quem gosta do estilo, quer um carro econômico e não faz questão de desempenho. Essa versão também é oferecida com câmbio automático e motor 1.5, mas custa quase R$ 12 mil a mais. Quem quer desempenho, mais conforto e abre mão do estilo aventureiro, pode comprar a versão SE com motor 1.5, automática, por apenas R$ 1,45 mil a mais.

DSCN7330Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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