Tecnologia é destaque na Ford Ranger

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 31/01/2020)

Versão Limited conta com motor 3.2 turbodiesel, de 200 cv, e câmbio automático

DSCN7397A Ford é uma referência quando o assunto é picape. Nos Estados Unidos, seu país de origem, ela domina este segmento e seus modelos da Série F são os automóveis mais vendidos naquele mercado.

A picape F150, média para os padrões americanos, grande para os nossos, supera sedans e SUVs em números de unidades comercializadas há muitos anos.

No Brasil, a montadora já vendeu a F-100 e a F-1000 entre os anos de 1970 e 1980. Elas duelaram com modelos da Chevrolet pela liderança nacional. A partir dos anos 90, após abertura do nosso mercado, chegaram muitas picapes importadas, outras produzidas no Mercosul, que são isentas de imposto de importação, e algumas montadas nacionalmente.

A Ford reagiu com a Ranger e, a Chevrolet, com a S10. Hoje, elas dividem o segmento com a Toyota Hilux, a Volkswagen Amarok, a Mitsubishi L200 e a Nissan Frontier, suas principais concorrentes entre as médias.

Futuramente, o mercado de picapes tende a crescer juntamente com o de SUVs, a coqueluche do momento. Modelos intermediários, tanto da Ford quanto da Chevrolet, deverão ser lançados para disputar com a Fiat Toro e a Renault Oroch, essa nova categoria dentro do segmento.

DSCN7384A Ford Ranger, única picape vendida pela marca no Brasil atualmente, teve 22.218 unidades emplacadas em 2019. Entre os modelos médios, ela ficou na terceira posição, atrás da Toyota Hilux, que vendeu 40.419 unidades, e da Chevrolet S10, que registrou 32.161 unidades empacadas neste mesmo período. Os dados foram fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

DC Auto recebeu a Ford Ranger Limited 3.2 Diesel 4×4, automática, para avaliação. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 192,79 mil. Este preço se aplica apenas para a cor sólida vermelha, pois na branca, também sólida, o preço sobe R$ 800. Todas as outras cores, metálicas ou perolizadas, como este cinza da unidade avaliada, custam R$ 1,75 mil.

A partir do modelo 2020, a Ford Ranger passou a ser oferecida exclusivamente com motores a Diesel. As cinco primeiras versões são equipadas com blocos de 4 cilindros e 2.2 cm³.  As duas mais completas, com blocos de 5 cilindros e 3.2 cm³.

Além dos motores, câmbios manuais ou automáticos, trações 4×2 ou 4×4 e listas de equipamentos diferenciam as sete versões. Todas elas são oferecidas apenas com os itens de série e sem opcionais, tornando as cores as únicas escolhas no momento da compra.

Equipamentos – Os principais equipamentos de série da Ford Ranger Limited são: sistema multimídia com tela de LCD  touchscreen de 8 polegadas, ar-condicionado automático de duas zonas, direção elétrica, roda de liga leve de 18 polegadas, bancos revestidos parcialmente em couro e com ajustes elétricos para o motorista, vidros, travas e retrovisores elétricos e rebatíveis, tampa traseira com assistente de abertura e fechamento, abertura das portas e partida do motor por meio de chave presencial, entre outros itens estéticos, de conforto e conveniência.

DSCN7386Em segurança, a versão é bem equipada: 7 airbags (2 frontais, 2 laterais, 2 de cortina e 1 de joelhos para o motorista), assistente de partida em rampas, controle automático em descidas, controle adaptativo de carga, controle de oscilação do reboque, controle eletrônico de estabilidade e tração, câmera de marcha à ré, faróis baixos em xênon e luzes de condução diurna em LED.

Mas o grande diferencial da Limited em relação às demais versões da Ranger, e mesmo quando comparada aos seus concorrentes diretos, são os equipamentos de auxílio à condução.

Alerta de colisão frontal, assistente autônomo de frenagem com detecção de veículos e pedestres, sistema de identificação e permanência em faixas, sistema de reconhecimento de placas sinalizadoras de velocidade, piloto automático adaptativo e farol alto automático são equipamentos quase exclusivos neste segmento.

Motor e Câmbio – A Ranger Limited vem equipada com o motor Duratorq 3.2 DTCi. Seu bloco tem 5 cilindros e exatos 3.198 cm³ de capacidade. Equipado com turbo compressor, duplo comando no cabeçote acionado por corrente e injeção direta de combustível, atinge potência máxima de 200 cv as 3.000 rpm e seu torque chega aos 47,9kgfm as 1.750 rpm.

O câmbio é automático convencional de 6 marchas com conversor de torque. O sistema de tração permite acoplamento 4×2 traseiro ou 4×4, comutáveis por botão elétrico posicionado no console central.

DSCN7432Ainda existe a posição 4×4 reduzida neste mesmo seletor que encurta a relação das marchas para melhor desempenho no fora de estrada. O bloqueio do diferencial traseiro pode ser acionado por outro botão, também posicionado neste console, mas agrupado a outros dois comandos, o de controle automático de decida e o de desligamento do controle de tração, todos úteis em terrenos mais radicais.

Além dos ganhos em tecnologia, a Ranger 2020 recebeu algumas pequenas modificações estéticas. Novos faróis com luzes de condução diurna em LED, nova grade e para-choque frontal.

Também ganhou novos padrões de cores e acabamentos das rodas e adesivos alusivos ao modelo e à tração 4×4 completam as mudanças externas.

Interior – Por dentro, apenas o padrão cromático do painel tornou-se mais escuro, o apoio de braço central é novo e o revestimento parcial em couro desta versão passou a ser em couro legítimo, segundo a Ford. Em comodidade, a porta da caçamba ganhou um sistema de mola de torção que alivia o peso da mesma facilitando sua abertura e fechamento.

A ergonomia da Ford Ranger é muito boa. Seu interior acomoda com conforto quatro adultos de qualquer estatura e um quinto passageiro não muito alto ou uma criança, pois o túnel e o console centrais roubam espaço paras as pernas de quem vai à posição do meio do banco traseiro. Mas, apesar das dimensões avantajadas, todos os comandos estão à mão, fáceis de serem visualizados e operados.

Essa característica amenizou uma das poucas faltas da picape, a inexistência dos shift paddles atrás do volante para comandar as marchas. Como a alavanca de câmbio fica alta e muito próxima ao motorista, é fácil puxá-la para esquerda para acionar o modo manual e deslocá-la para frente e para trás para comutar as seis velocidades.

Este câmbio tem um funcionamento suave e um acerto mais voltado para a economia de combustível. Ele passa as marchas sem trancos e em rotações mais baixas. Entretanto, demora um pouco a responder às acelerações mais agressivas.

Quando exigido, o motor despeja potência e garante um bom desempenho para uma picape com 2.216 kg. Não transforma a Ranger em um esportivo, acelerando de 0 a 100 km/h em 11,6 s, mas ela anda mais do que é prudente para um veículo com seu tamanho e peso.

Para uma picape com essas dimensões, calçada em pneus 265/60 e rodas aro 18 polegadas, o conforto acústico da Ranger é muito bom. Aos 110 km/h, e em sexta marcha, o motor trabalha as 2.100 rpm e quase não se ouve seu ruído.

Nessas condições, escuta-se mais o atrito sobre o asfalto e menos o vento contra a carroceria, algo muito positivo para um modelo, aparentemente, nada aerodinâmico.

DSCN7427A Ranger tem 5,35 metros de comprimento, 1,86 metro de largura e 1,84 metro de altura. Com 232 mm de vão livre, ela apresenta capacidade de submersão de 800 mm.

Já os seus ângulos de ataque, central e de saída não são dos mais generosos, mas suficientes para superar obstáculos: 28°, 25° e 26°, respectivamente.

Com o motor da versão Limited, a Ranger pode rebocar 750 kg em equipamentos sem freios e até 2.680 kg em equipamentos com sistemas de freios. A caçamba tem um volume útil de 1.180 litros e o tanque de combustível comporta 80 litros.

Rodando – Neste modelo 2020, o projeto das suspensões foi refeito para diminuir a frequência das oscilações verticais, responsáveis pelos famosos pulos que picapes costumam dar, principalmente quando estão sem carga.

O ganho em conforto é perceptível nas reações mais comedidas às imperfeições das pistas e na menor transferência de vibrações para o interior da cabine, mas as suspensões ainda são firmes e garantem uma ótima estabilidade à picape.

DSCN7424Entretanto, a Ranger é uma picape tradicional construída sobre chassi e tem feixe de mola na suspensão traseira para poder transportar até 1.009 kg de carga, característica que não permite melhorar ainda mais o conforto de marcha.

Em estradas de terra, ela passou por irregularidades com desenvoltura e também se mostrou melhor adaptada a este tipo de piso.

A direção tem assistência elétrica, sistema pouco comum em picapes deste porte. O volante fica muito leve ao ser esterçado em baixas velocidades e seu ganho de peso é adequado ao aumento da mesma.

Esta é uma tecnologia que garante um maior conforto em relação aos sistemas hidráulicos, mas, no primeiro contato, chega ser artificial uma direção tão leve em um veículo tão grande, algo que se acostuma rapidamente.

Os sensores de aproximação, e a câmera de marcha à ré com guias esterçáveis, auxiliam muito em manobras de estacionamento, pois a visibilidade traseira é muito prejudicada pela altura do modelo e o comprimento da caçamba.

DSCN7448O sistema multimídia Sync 3 é um dos melhores do mercado. O tamanho e definição da tela, a sensibilidade ao toque e a velocidade de processamento são ótimos. Seu funcionamento, tanto usando o bluetooth, quanto espelhando o celular, foi estável e preciso. Botões físicos e giratórios para os comandos primários e de pressão para os secundários completam suas qualidades.

Um sistema de comando por voz também permite controlar alguma funções do multimídia e de outros equipamentos. Com ele é possível fazer ligações telefônicas, ativar a navegação por GPS nativo ou operar o ar-condicionado, por exemplo.

Este último, por sinal, refrigera com eficiência a cabine, tem botões físicos de pressão, mas não conta com os giratórios, que são os ideais. Em compensação, tem uma página dedicada no multimídia com todas as funções acessíveis por toque na tela, que também mostra as funções comandadas pelos botões físicos.

Equipamentos de auxílio à condução são ponto forte da picape

Os equipamentos de auxílio à condução são os destaques tecnológicos desta versão Limited. O principal deles é o alerta de colisão frontal com assistente de frenagem.

Permanentemente ativo, ele emite sinais por meio de um radar que detecta veículos e pedestres que trafegam à frente e calcula a velocidade de aproximação em relação aos mesmos.

DSCN7404O sistema alerta à necessidade de desaceleração para evitar uma iminente colisão, emitindo um alarme sonoro e uma advertência visual no painel. Caso o motorista não reaja, o sistema freia o veículo de forma contundente e autônoma.

Já o sistema de identificação e permanência em faixas pode ser ativado pelo condutor por um botão na extremidade do comando satélite esquerdo. Ele utiliza uma câmera de vídeo que monitora as faixas das rodovias e informa ao sistema se o veículo está saindo da trajetória sem que a luz de conversão esteja ativada.

Caso ocorra um desvio nessas condições, o volante esterça para voltar à trajetória correta e vibra para alertar ao condutor. Este sistema da Ranger é mais permissivo que outros que já avaliamos, inclusive, o do Ford Edge, deixando o veículo atingir a faixa antes de agir, algo que poderia ser mais bem calibrado pela Ford.

Mais raro que os equipamentos anteriores é o sistema de reconhecimento de placas sinalizadoras de velocidade. Ele identifica a velocidade máxima permitida em cada local por meio da leitura das placas nas rodovias e informa visualmente no painel digital. Quando se ultrapassa essa velocidade, um sinal sonoro alerta o ocorrido.

Mais popular entre os carros mais caros, o piloto automático adaptativo é um equipamento de segurança que também oferece muito conforto em rodovias. Ele pode ser ativado para manter uma velocidade constante de forma autônoma a partir de 30 km/h.

Contudo, a velocidade máxima escolhida só será atingida se o fluxo na via permitir. Caso contrário, o sistema mantém distância e a mesma velocidade do veículo logo à frente, retomando a velocidade selecionada assim que não houver obstáculos.

DSCN7400Por fim, o farol alto automático permite deixá-lo sempre ativado, pois ele será colocado em posição baixa quando vier um veículo em sentido contrário ou quando aproximamos de um carro que está à nossa frente.

A partir desta matéria, vamos publicar uma avaliação de consumo urbano padronizada, além da avaliação de consumo rodoviário que já realizamos desde agosto do ano passado.

A nova avaliação é realizada em um circuito de 6,3 km no qual completamos 4 voltas, totalizando 25,2 km. Circulamos por 5,2 km em vias secundárias, velocidade máxima de 40 km/h e por 20 km em vias primárias, velocidade máxima de 60 km/h.

No total, realizamos 20 paradas simuladas em semáforos com  tempos entre 5s e 50s. Entre o ponto mais baixo do circuito, 671m e o mais alto, 823m, existe uma variação de 152 metros em relação ao nível do mar, algo que simula bem uma topografia acidentada.

O mesmo motorista, sozinho, ar-condicionado ligado na refrigeração média, ventilação na segunda posição, faróis ligados e vidros fechados completam a padronização.

DSCN7422Nessas condições severas de trânsito, como na maioria das cidades brasileiras, pretendemos criar uma referência comparativa muito próxima da realidade de uso urbano.

No caso da Ford Ranger Limited, seu consumo foi de 7,7 km/l neste primeiro teste, dado que reflete a dificuldade de deslocar um veículo tão pesado no anda e para das grandes cidades.

No circuito rodoviário de 38,4 km, em que realizamos duas voltas, uma aos 90 km/h e outra aos 110 km/h, o seu consumo foi bem melhor. Seguindo os mesmos padrões complementares mencionados anteriormente, aos 90 km/h ela marcou 13,8 km/l. Já aos 110 km/h, registrou 12,4 km/l.

A Ford Ranger sempre foi uma das melhores picapes oferecidas em nosso mercado. Agora, com todos os equipamentos tecnológicos oferecidos nesta versão, ela passou a ser a mais bem equipada da categoria e uma ótima opção para quem valoriza estes sistemas de segurança, que são mais comuns em sedans, mas precisa de uma picape.

DSCN7398Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Suzuki Jimny ganha série especial Forest

Da Redação

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (1)Com inspiração nas florestas e expedições fora de estrada, a Suzuki apresentou, ontem, o novo Jimny Forest, uma série especial que vem recheada de elementos para o proprietário se aventurar no off-road.

O Jimny Forest chama a atenção com sua cor única e exclusiva, chamada pela marca de Verde Floresta, que contrasta com elementos em grafite, como para-choque, grade frontal, máscaras de faróis, snorkel e flares. Para completar o conjunto visual externo, as rodas de 15 polegadas são na cor grafite.

No visual, o modelo recebe adesivo que faz alusão às florestas, que batiza a série especial. O grafismo Forest está em ambos os lados na parte externa e uma plaqueta no interior reforça a exclusividade da série especial.

Para garantir mais versatilidade no off-road,  a Suzuki trabalhou no desenvolvimento do sistema de suspensão, o que garantiu uma altura ainda maior do solo, com 268mm. Isso gerou uma melhora nos ângulos de entrada, saída e rampa, informou a fabricante.

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (10)Na parte inferior das portas, há o novo rock slider tubular protegendo a carroceria nos obstáculos. Além disso, foi instalada uma chapa para proteger a caixa de transferência na parte inferior e quatro protetores dos braços da suspensão, que reforçam suas característcas off-road.

O Jimny Forest também recebeu um amortecedor de direção, deixando a condução mais suave, principalmente em terrenos muito acidentados.

O bagageiro tipo cesta no teto foi desenvolvido exclusivamente para a versão.

O interior também apresenta toques de exclusividade, especialmente no acabamento. Molduras das saídas de ar-condicionado e acabamento central do painel são na cor verde, harmonizando com o padrão de estilo visto no exterior.

Os bancos recebem capa em revestimento preto, com bolsos laterais, costura cinza e estampas com alusão às “marcas de pneu”, enquanto a inscrição Forest aparece bordada no encosto.

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (11)O modelo é equipado com central multimídia de 7 polegadas, com espelhamento da tela de smartphones Android e IOS, garantindo conectividade e praticidade.

O painel de instrumentos conta com elementos prateados e o cluster tem tela digital, dando mais visibilidade e fácil acesso as informações, como relógio, odômetro parcial A e B, odômetro total, temperatura do fluído de arrefecimento e volume de combustível no tanque, tudo isso num visual moderno e agradável.

Prático e valente no 4×4, o Jimny Forest tem um moderno sistema de tração nas quatro rodas, que permite até 15 combinações de marcha: 2WD para uso urbano com tração traseira, 4WD com tração nas quatro rodas e 4WD-L que dobra o torque e permite enfrentar diversos obstáculos off-road com tração 4×4 com reduzida.

As mudanças na tração são feitas com apenas um toque no controle do painel, graças ao drive action 4×4, que contempla um moderno sistema de roda livre pneumática com caixa de transferência sincronizada e gerenciamento eletrônico.

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (12)Por meio do sincronizador da caixa de transferência é possível realizar mudanças entre os modos 2WD e 4WD em velocidades de até 100 km/h.

O veículo possui chassi heavy duty, motor em alumínio e suspensão com eixo rígido na dianteira e traseira.

A suspensão tem molas helicoidais na dianteira e é Trilink na traseira, garantindo reduzido custo de manutenção e ainda mais tranquilidade em terrenos acidentados.

O Jimny possui motor em alumínio, movido a gasolina, 1.3 (DOHC), com 16 válvulas, 85 cv de potência a 6.000 rpm com torque máximo de 110 Nm a 4.100 rpm e transmissão manual de 5 marchas. A corrente de comando, velas de longa duração e escapamento em aço inox garantem rendimento durante toda a vida útil do veículo.

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (7)A tecnologia do comando variável de válvulas (VVT) otimiza o torque para todas as faixas de rotação e proporciona resposta rápida nas acelerações. Em conjunto com a injeção eletrônica multiponto sequencial, o sistema garante otimização do consumo de combustível e baixa emissão de poluentes.

O modelo possui airbags frontais, freios com ABS e barras de proteção lateral nas portas, para maior segurança dos passageiros, e o motorista dispõe de coluna de direção retrátil em caso de colisão.

Os cintos são de três pontos e encostos de cabeça ajustáveis para todos os ocupantes. Os bancos traseiros contam com Isofix, além de 2 ajustes de inclinação do encosto.

Os freios a disco na dianteira possuem as pinças em posição mais elevada. Assim, facilitam a transposição em trechos alagados, ao trazer eficiência de frenagem com o escoamento de água, e evitam retenção de terra ou lama.

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (5)Na traseira, o freio a tambor com válvula sensível a carga (LSVB) traz controle de frenagem e direção mais eficiente.

A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta. Garantia de direção confortável, estável e segura.

O Suzuki Jimny Forest tem garantia de três anos e a revisão com preço fixo. O valor sugerido do modelo é de R$ 94,99 mil.

Suzuki Jimny Forest - Foto Leo Sposito (2)Fotos: Leo Sposito / Suzuki Veículos / Divulgação

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Kia lança o hatch Rio no Brasil

Da Redação

A12A5392Com design atraente e uma ampla lista de itens de série, o hatch Rio é o mais recente lançamento da Kia Motors no Brasil, ampliando a linha de veículos da marca no País.

“Estamos otimistas com a chegada do Kia Rio, um modelo que tem tudo a ver com o Brasil. O hatch é um produto alegre e divertido – e seu nome ainda remete, mesmo que não intencionalmente, ao Rio de Janeiro, cidade-símbolo do nosso País e referência em belezas naturais, musicalidade e estilo de vida”, observou José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

Em sua quarta geração, o Rio tem o status de um dos modelos mais vendidos da história da montadora sul-coreana, com mais 6,7 milhões de unidades comercializadas em todo o mundo a partir do ano de 2000, informou a Kia.

A12A5398Fabricado na planta de Pesquería, no México, ele estará disponível nas concessionárias brasileiras em duas versões: LX, por R$ 69,99 mil e EX, por R$ 78,99 mil. Ambas possuem garantia de cinco anos ou 100 mil km.

O exterior é definido por linhas firmes e bem marcantes, proporcionando visual mais sofisticado e esportivo. Na frente, a grade “nariz de tigre” conta com acabamento black piano e se une aos faróis para uma aparência mais agressiva. A traseira possui projeções mais curtas e lanternas mais finas e expressivas.

O hatch possui 4,07 metros de comprimento, 1,45 metro de altura e 1,73 metro de largura. O entre-eixos é de 2,58 metros e a capacidade do porta-malas (VDA) é de 325 litros.

A12A5367As versões LX e EX vêm equipadas com rodas de liga leve de 15 polegadas com pneus 185/65 R15. Em breve, para um visual mais esportivo e dinâmico, o Rio EX terá uma outra versão equipada com rodas de 17 polegadas com pneus 205/45 R17, cujo preço ainda não está definido.

Dentre os recursos de tecnologia oferecidos, temos o sistema multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, conectividade com smartphones, por meio do Android Auto e do Apple CarPlay, bluetooth com reconhecimento de voz e volante multifuncional com regulagem de altura, além de controles de chamada e do sistema de som. Falha do modelo em não oferecer regulagem de profundidade para o volante.

Na versão EX, o conforto e a conveniência são reforçados pelo ar-condicionado automático digital, revestimento de material sintético que imita o couro nos bancos, no volante e na alavanca de transmissão, além de revestimento dos apoios de braço em soft touch (material macio ao toque) nas quatro portas e saída USB para os assentos traseiros.

A12A5386O Kia Rio vem sempre equipado com transmissão automática de 6 marchas (com possibilidade de trocas manuais na alavanca) e motor 1.6 16V, de quatro cilindros, com comando duplo variável (Dual CVVT), flex, visando eficiência energética aprimorada, melhor capacidade de resposta e dinâmica de condução em baixa velocidade.

É o mesmo powertrain utilizado pelo Hyundai HB20. Abastecido com etanol, desenvolve até 130 cv de potência a 6.000 rpm e 16,5 kgm de torque a 4.500 rpm. Com gasolina, atinge até 123 cv de potência a 6.000 rpm e 16,0 kgm de torque a 4.700 rpm.

Em ambas as versões disponíveis no Brasil, os recursos de segurança incluem câmera de ré com gráfico auxiliar de manobra e visor no sistema multimídia, direção elétrica progressiva, airbags frontais, freios com ABS / EBD, controles eletrônicos de estabilidade (ESC) e de tração (TCS), sistema de gerenciamento de estabilidade veicular (VSM), sensor de monitoramento de pressão dos pneus (TPMS), controle de frenagem em curvas (CBC), assistente de partida em rampa (HAC), acelerador tipo Drive by wire (eletrônico), acendimento automático dos faróis, sistema imobilizador de condução, sistema Isofix, destravamento automático das portas em caso de colisão e vidros, retrovisores e travas elétricas.

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_VON2866_1Na versão EX, a segurança é reforçada por recursos como luz diurna de navegação (DRL) em LED, faróis com SBL (luz de assistência de manobra) e espelhos retrovisores externos elétricos, com rebatimento automático, setas integradas de LED e aquecimento.

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A12A5356Fotos: Kia / Divulgação

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Fiat Weekend se despede do mercado nacional

Da Redação

_C8A9949A última unidade da station wagon Weekend deixou a linha de montagem ontem, 27/01/2020, após 23 anos de produção no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG).

Representante de destaque de uma das categorias mais importantes da época, a perua conquistou rapidamente o consumidor – e principalmente as famílias brasileiras – ao oferecer um estilo harmonioso, a robustez característica da marca, ótimo espaço interno e o maior porta-malas da categoria, com 460 litros.

Essa fórmula foi tão acertada, que a Fiat informou que contabilizou a venda de mais de 530 mil unidades na história do modelo.

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Fiat Palio Weekend (1997)

Com a mudança da preferência do cliente pelos utilitários esportivos (SUVs), uma tendência mundial também verificada no Brasil, as peruas perderam esse espaço no mercado.

“A Weekend teve um papel muito importante para a Fiat, liderando o segmento durante quase toda sua trajetória comercial”, afirmou Herlander Zola, diretor do brand Fiat e operações comerciais brasil.

“Nos mantivemos sempre atentos ao que o consumidor procura, por isso entramos em uma fase acelerada de mudança na Fiat. Para atender ao desejo do cliente brasileiro, está previsto o início da produção de três novos modelos a partir de 2020. Dois deles vão colocar a nossa marca no segmento de SUVs”, concluiu o executivo.

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Fiat Palio Weekend Sport (1997)

Um modelo histórico repleto de inovações

A Palio Weekend foi lançada no início de 1997 seguindo a tradição de derivar veículos de seu produto principal, neste caso, o hatch Palio.

Tecnicamente, a diferença estava na suspensão traseira, com braços arrastados na perua, para assegurar maior conforto e comportamento superior em curvas comparado ao eixo de torção no hatch. O entre-eixos também era seis centímetros maior no modelo familiar.

O veículo chegou em três versões e, já em seu quarto mês de vendas, assumiu a liderança do segmento de peruas no País, de acordo com a fabricante.

A partir daí, a Fiat promoveu inovações que acompanharam a Weekend em sua trajetória no mercado nacional:

1999: lançamento da versão Adventure, que recebeu caracterização robusta. Seu sucesso foi tão grande que a linha foi estendida para Idea, Doblò e Strada e virou moda, inaugurando a categoria conhecida por off-road light;

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Fiat Palio Weekend Adventure (1999)

2001: chegada da nova Weekend, desenhada pelo estilista italiano Giorgetto Giugiaro;

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images 8Fiat Palio Weekend (2001)

2004: outra mudança que alterava principalmente a traseira, também promovida por Giorgetto Giugiaro, com amplas lanternas e um estilo mais robusto;

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Fiat Palio Weekend (2004)

2008: com a reestilização da station, a versão Adventure incorpora o Locker, um componente inédito no mundo: a Fiat é a primeira fabricante de automóveis a lançar um veículo de tração dianteira 4×2 com bloqueio de diferencial. Para aumentar a capacidade de tração, o recurso possibilita superar condições adversas de terreno com mais desenvoltura;

images 11Fiat Palio Weekend (2008)

2008: apresentação do Palio Weekend Elétrico, desenvolvido com a hidrelétrica Itaipu Binacional. O motor tinha potência de 15 Kw (20 cv) e torque de 50 Nm (5,1 Kgm). Alimentado por uma bateria de níquel, situada no fundo do porta-malas, garantia autonomia de 120 Km;

images 6Fiat Palio Weekend Elétrico (2008)

2012: o modelo teve sua última modificação de estilo;

images 12Fotos: Fiat (FCA – Fiat Chrysler Automóveis) / Divulgação

2015: a station passou a ser identificada apenas pelo nome Weekend.

Com a despedida do veículo, o mercado brasileiro deixa de ter a última station wagon do segmento.

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BMW M135i xDrive já à venda no Brasil

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 24/01/2020)

Versão do hatchback é mais apimentada e conta com motor de 306 cv

P90349567_highRes_the-all-new-bmw-1-seA BMW está lançando, no Brasil, o M135i xDrive. O modelo, inclusive, já está disponível na rede de concessionárias autorizadas da marca ao preço sugerido de R$269,95 mil. A configuração mais apimentada do hatchback premium chega como opção à versão 118i Sport GP (R$177,45 mil na tabela Fipe), que estreou no País em novembro do ano passado.

Externamente, a versão esportiva se diferencia pelo pacote M aerodinâmico, que inclui os novos para-choques, spoiler traseiro, retrovisores revestidos e o novo design das rodas de 18 polegadas.

Os faróis full-LED adaptativos são separados pela grade no tradicional formato em duplo-rim, que ganhou interior em colmeia na versão esportiva e, pela primeira vez, está unida ao centro nesta nova geração do modelo.

Com bom espaço para os ocupantes, e boa ergonomia, a cabine esbanja esportividade e sofisticação, com controles voltados ao motorista e misturando diferentes acabamentos e texturas como aço escovado, couro e Alcântara.

Internamente, há diversos elementos que fazem alusão à versão, como bancos dianteiros esportivos, soleiras M Sport, volante M Sport e cintos de segurança M Sport.

P90349576_highRes_the-all-new-bmw-1-seMotor e Câmbio – O propulsor TwinPowerTurbo 2.0, de quatro cilindros, desenvolve 306 cv de potência entre 5.000 rpm e 6.250 rpm (166 cv a mais que a versão 118i Sport GP) e 450Nm de torque entre 1.750 rpm e 4.500 rpm (230Nm de torque a mais que a versão 118i Sport GP).

Ele impulsiona o modelo, de 0 a 100 km/h, em apenas 4,7 segundos (3,8s a menos que a versão 118i Sport GP) e à velocidade máxima de 250 km/h.

Conectada a uma transmissão automática esportiva de oito marchas, a unidade foi submetida a uma série de aprimoramentos individuais para melhorar sua eficiência, segundo a BMW, o que resultou em menores consumo e emissões de partículas.

O conjunto dinâmico é otimizado, ainda, com a suspensão M Sport e freios M Sport, tornando o modelo mais seguro e divertido.

P90349648_highRes_the-all-new-bmw-1-seO BMW M135i xDrive tem como principais equipamentos a função start/stop; regeneração de energia de frenagem; airbags frontais, laterais dianteiros e cortinas dianteiros e traseiros; controles de estabilidade e tração; retrovisores externos com declinação e rebatimento; pacote interno de conveniência; ajuste de lombar para motorista e passageiro; ar-condicionado automático digital com controle de 2 zonas; e pacote de iluminação  e Comfort Access 2.0, que acende luzes de boas-vindas quando o motorista se aproxima a três metros do veículo portando a chave.

A 1,5 metro do veículo, as portas se destrancam e, afastando-se dois metros, o veículo se tranca novamente, além da abertura do porta-malas por meio de aproximação do pé do para-choque traseiro

Tecnologia – Em termos de tecnologia e conectividade, o modelo oferece Head-up Display; sistema de som surround Harman Kardon com 16 alto-falantes; sistema parking assistant com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, que mede os espaços para estacionar automaticamente através das câmeras e sensores do veículo, que realiza todas as manobras com máxima precisão, economizando tempo e garantindo o conforto do motorista enquanto estaciona.

Já o sistema Reversing Assist registra os últimos 50 metros percorridos, podendo, se desejado, “desfazê-los” em marcha ré.

Já o BMW Live Cockpit Professional se refere à duas telas, sendo o display digital de 10,25 polegadas e o iDrivede 10,25 polegadas, além de interfaces disponíveis e requisitos técnicos para opções operacionais controle de voz.

P90349591_highRes_the-all-new-bmw-1-seAs telas, posicionadas dentro do ângulo de visão de quem estiver ao volante, podem ser configuradas de acordo com as preferências pessoais do usuário e incluem, entre outras informações, dados do sistema de navegação e preparação para o sistema Apple Car Play.

O BMW Intelligent Personal Assistant (IPA) é um sistema capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos sendo ativado através da voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada.

Além disso, o sistema é capaz de aprender os hábitos do motorista e adaptar suas funções, como por exemplo, ligar automaticamente o aquecimento dos bancos em certa temperatura.

A conexão com a internet é realizada por meio de um SIM Card que permite ao cliente obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, entre outras funcionalidades oferecidas pelo sistema ConnectedDrive.

Por meio deste recurso, o usuário é alertado sobre a necessidade de manutenção de componentes (Teleservices); recebe informações sobre pontos de interesse, programações de salas de cinema, recomendações de restaurantes, efetua reservas em hotéis (Concierge) e pode acionar os serviços de emergência em caso de acidente (Chamada de Emergência Inteligente).

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Terceira geração do BMW Série 1 é mais conectada

O modelo está disponível em cinco opções de cores externas: a sólida branco Alpino, e as metálicas preto Safira, vermelho Melbourne, cinza Mineral e azul Misano.

Há, ainda, cinco opções de revestimento interno: couro Dakota preto/preto; couro Dakota mocha/preto; couro Dakota oyster/preto; couro Dakota magma red/cinza e couro Dakota preto/azul.

Produzida nas fábricas do BMW Group em Leipzig e Regensburg, na Alemanha, a terceira geração do BMW Série 1 estreou ano passado no País com design completamente renovado e com novos recursos de conectividade.

O uso inteligente do alumínio no capô e na tampa traseira, aliado ao aço de alta resistência, possibilitou à BMW reduzir em até 30 quilos o peso modelo em comparação ao antecessor.

Ao mesmo tempo, aumentou ainda mais a rigidez à torção do chassi. Elementos de reforço, como a coluna em forma de bumerangue na parte traseira do veículo, contribuíram para esse atributo.

P90349582_highRes_the-all-new-bmw-1-seO chassi, munido de recursos inovadores e integrados aos principais componentes dinâmicos, proporciona ao hatch uma agilidade invejável que pode ser nitidamente notada pelo motorista, informou a BMW.

O capô, mais curto, funde-se com o para-brisa, e a longa linha do teto cai levemente na direção da traseira do carro. Já a ampla traseira e uma linha de ombros atlética, situada sobre os arcos das rodas, ressaltam uma presença poderosa e esportiva. Ao mesmo tempo, a carroceria oferece mais espaço na cabine.

Medidas – Com 4,32 metros de comprimento, a nova geração é 5 milímetros mais curta que seu antecessor. Em termos de largura, agora com 1,80 metro, o novo modelo cresceu 34 mm, enquanto a altura, de 1,43 metro, aumentou 13 mm. A distância entre-eixos de 2,60 metros, por sua vez, é 20 mm mais curta que a da geração anterior.

A versão 118i Sport GP iniciou as suas vendas no Brasil em novembro de 2019, equipada com o mesmo motor de três cilindros pertencente à família BMW EfficientDynamics e usado no esportivo híbrido BMW i8.

Conectado a uma transmissão automática de sete marchas e dupla embreagem, o motor de 1.499 cm³, movido à gasolina, entrega 140 cv de potência, entre 4.600 e 6.500 rpm, e 220Nm de torque, de 1.480 rpm a 4.200 rpm. O BMW 118i acelera de 0 a 100 km/h em 8,5 s e atinge 211 km/h.

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P90349553_highRes_the-all-new-bmw-1-seFotos: Guenter Schmied / BMW / Divulgação

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Ford prepara o retorno do Bronco

Da Redação

3-Bronco-Linha-1969Família Ford Bronco de 1969

A Ford está dando os retoques finais no seu próximo lançamento global, um SUV totalmente novo mas que carrega muita tradição: o Bronco – veja o vídeo.

Pouco conhecido dos brasileiros, o veículo se tornou um ícone 4×4 nos EUA durante as três décadas em que foi produzido, de 1966 a 1996.

Nascido como SUV compacto, com chassi próprio, o Bronco tornou-se um SUV grande nas quatro gerações seguintes, derivado das picapes Série F.

Off-road de raiz, com concepção robusta, três portas e outras características únicas, ele teve a produção encerrada no ano-modelo 1997, abrindo espaço no portfólio da marca para os SUVs familiares de quatro portas.

1-Ford_Bronco_Sportster-1966Ford Bronco roadster de 1966

No Salão de Detroit, de 2004, a Ford apresentou o conceito da sexta geração do Bronco, com design inspirado no modelo original e baseado na arquitetura global da Ranger, com chassi de perfil retangular fechado e tecnologias avançadas.

“A Ford ajudou a criar o fenômeno off-road e se especializou nesse tipo de veículo por décadas – do Bronco à Raptor”, diz Jim Farley, presidente de Mercados Globais da Ford. “Agora, estamos prontos para recuperar nosso lugar de direito como líderes em veículos off-road”.

Em 1969, um Bronco com preparação especial venceu a Mexican 1000 (depois rebatizada como Baja 1000), uma das competições off-road mais difíceis do mundo.

A Ford homenageou os 50 anos dessa conquista com a apresentação do protótipo Bronco R na Baja 1000 do ano passado, dando mais pistas de como será o novo modelo – veja o vídeo.

4-Ford_Bronco_Competição-1969Ford Bronco de competição (1969)

Cinco gerações

O Bronco de primeira geração (de 1966 a 1977) nasceu como um off-road compacto, com 3,85 m de comprimento. Inicialmente equipado com motor 2.8 de seis cilindros e transmissão manual de três velocidades, ganhou depois as opções de motor V8 e transmissão automática.

Seu estilo simples e robusto era marcado pela carroceria de linhas retas e faróis redondos, nas versões perua de três portas, picape e roadster aberto sem portas. Ele tinha um acabamento simples, mas podia ser incrementado com vários acessórios, desde bancos, tacômetro, rádio, engate de reboque, tanque auxiliar de combustível e guincho até equipamentos profissionais e de camping.

Em 1967, a perua ganhou o pacote opcional Sport, com itens cromados e o nome Ford na grade pintado de vermelho, depois transformado em modelo de série. A versão roadster saiu de linha em 1968 e a picape, em 1972, concentrando a produção na versão perua.

Na segunda geração (de 1978 a 1979) o Bronco entrou para o segmento de SUVs grandes, crescendo 71 cm no comprimento, 28 cm na largura e 10 cm na altura. Ele tinha como base a F-100 4×4, em versão encurtada.

5-Ford_Bronco_Sport-Wagon-1971Ford Bronco Sport Wagon de 1971

O teto rígido removível, agora produzido em fibra e cobrindo apenas a área dos bancos traseiros, em vez da peça inteiriça de aço, continuou a ser uma característica do utilitário, assim como as três portas, o eixo rígido dianteiro e a tração 4×4.

Esse Bronco de segunda geração durou só dois anos, mas foi um sucesso de vendas, com clientes esperando vários meses na fila pela sua chegada. Era equipado com motor V8, de 5,8 ou 6,6 litros, e pela primeira vez passou a oferecer capacidade para seis passageiros, com banco inteiriço opcional dianteiro.

O Bronco de terceira geração (de 1980 a 1986) foi baseado na F-150, conservando a distância entre-eixos de 2,64 m. Além de ganhar suspensão dianteira independente, ele voltou a oferecer um motor seis cilindros de 4,9 litros, ao lado do V8.

Em 1982, o oval azul na grade dianteira substituiu as letras Ford no capô. Essa geração também foi montada e vendida na Austrália.

6-Ford_Bronco-1973Ford Bronco de 1973

A quarta geração do Bronco (de 1987 a 1991) acompanhou as mudanças da oitava geração da Série F, com vários aprimoramentos. A quinta geração do veículo (de 1992 a 1996) renovou o design, alinhado com a nona geração da F-150, e introduziu vários itens de segurança, como cintos traseiros de três pontos, vigas de portas reforçadas e airbag do motorista de série.

Também por questão de segurança, sua capota deixou de ser removível. Em 1996, a Ford anunciou o encerramento da produção do Bronco, que agora está perto de ser retomada e é aguardada com expectativa pelo mercado.

All-New Ford Bronco Off-Road TestingNovo Ford Bronco em testes no deserto

Fotos: Ford / Divulgação

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FCA e McDonald’s fecham parceria

Da Redação

A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) e o McDonald’s no Brasil anunciaram parceria para tornar a experiência na rede de alimentação cada vez mais simples e ágil.

Diretamente pelo carro, será possível acessar o cardápio do McDonald’s, escolher o que deseja pedir, pagar e decidir qual restaurante melhor se encaixa em sua rota. A expectativa é de que os testes com os consumidores comecem no primeiro semestre de 2020.

A iniciativa faz parte da plataforma de inovação aberta da FCA, que busca entender os diversos momentos do consumidor e seu relacionamento com outras marcas e, assim, identificar oportunidades de desenvolvimento de soluções colaborativas.

De acordo com o diretor de Portfólio, Pesquisa e Inteligência Competitiva da FCA para a América Latina, Breno Kamei, o propósito da parceria é a criação de soluções para maior conforto e conveniência das pessoas.

“Ao longo de sua jornada com o carro, o consumidor demanda relacionamento com outras marcas, além da FCA. Por isso, a necessidade da FCA identificar esses momentos e se conectar com as marcas preferidas do consumidor. O desafio é, juntos, desenvolvermos soluções nas quais a complexidade deixa de ser visível ao usuário, dando visibilidade aos benefícios”, completou o diretor.

Para Paulo Camargo, presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, empresa responsável por operar a marca McDonald’s na América Latina, esta parceria reforça os investimentos da rede para gerar mais conveniência.

“Estamos, a cada dia, empoderando mais e mais o nosso cliente ao disponibilizar novas opções para que ele escolha o que comer, onde comer e como pagar”, disse Camargo.

Além do McDonald’s, também faz parte dessa rede de inovação a Visa do Brasil, que tem como objetivo buscar uma nova opção de pagamento durante sua jornada de mobilidade com o carro.

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BMW anuncia recall do M5

Da Redação

bmw-ups-the-ante-with-m5-competition-package4-730x450BMW /  Divulgação

A BMW do Brasil está convocando os proprietários dos carros modelo M5, fabricados entre fevereiro e outubro de 2019, a entrarem em contato com uma concessionária autorizada BMW para agendar, gratuitamente, o reposicionamento do chicote elétrico da transmissão automática e substituição do clipe de fixação dos veículos afetados.

Verificou-se que os veículos podem apresentar posicionamento incorreto do chicote elétrico da transmissão. Tal situação gera dano mecânico ao chicote, que, combinado com o aumento da temperatura ambiente, pode ocasionar o derretimento do material de isolamento do chicote elétrico da transmissão e resultar em curto circuito.

Nesse cenário, aciona-se o modo de emergência da transmissão, com perda de potência do veículo, e a alavanca seletora de marchas ficará na posição “Neutro”.

Em nova partida do veículo, a alavanca seletora de marchas altera-se automaticamente para a posição “Estacionado”, impossibilitando a movimentação das rodas.

Nessas situações, não se descarta a possibilidade de acidentes que resultem em danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e terceiros.

De acordo com  a BMW, são 52 unidades envolvidas na campanha. Os chassis, não seqüenciais, são:

MODELO DE ATÉ
M5 WBSJF0100LBS92123 WBSJF010XLCD37887

Para verificar se a sua unidade está dentro do sequenciamento de chassis, ou para outras informações, o proprietário deve acessar o site www.bmw.com.br e clicar na opção “Recall”, e “Ferramenta de Busca de Recall”.

Também pode entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall: 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

Os reparos poderão ser agendados de imediato, com início de atendimento a partir de 10 de fevereiro de 2020 e levam cerca de 50 minutos.

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BMW realiza campanha de chamamento para o X6 por problemas com o Isofix

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 17/01/2020)

BMW X6MBMW / Divulgação

A BMW do Brasil está convocando os proprietários do modelo BMW X6, nas versões X6 xDrive50i, X6 xDrive35i, X6 xDrive30d e X6M, fabricados entre maio de 2014 e março de 2019, a entrarem em contato com uma concessionária autorizada da marca para agendar, gratuitamente, a correção da peça de fixação Isofix dos veículos afetados.

A fabricante verificou que, ao se usar cadeiras de criança com fixação Isofix e apoio adicional na parte inferior do veículo, o aro de fixação deste sistema de proteção pode sofrer fraturas por vibração.

Ocorrendo a falha, em caso de o aro de fixação ser partido, a fixação da cadeira de criança não é mais possível, na medida em que o suporte Isofix pode se desprender do banco.

Neste caso, a BMW não descarta a possibilidade de acidentes fatais ou de acidentes que resultem em danos físicos, ou materiais, aos ocupantes e terceiros.

A BMW do Brasil está orientando os proprietários dos veículos afetados para que não utilizem as cadeiras de criança até que seja efetuado o reparo da peça de fixação.

A fabricante informou que um total de 1.564 veículos estão envolvidos neste recall, conforme tabela abaixo. Os chassis, não seqüenciais, envolvidos são:

MODELO DE ATÉ
X6 xDrive50i WBAKU6100F0G57713 WBAKU610XG0N49548
X6 xDrive35i WBAKU2100G0N29477 WBAKU210XKLN98734
X6 xDrive30d

WBAKV2100G0R26619

X6M WBSKW8100G0P67807 WBSKW810XKLE85152

Para verificar se o seu veículo está dentro do sequenciamento de chassis, ou para outras informações, o cliente deve acessar o seguinte site: www.bmw.com.br.

O proprietário também pode fazer contato através do Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall, pelo telfeone 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18 horas.

Os serviços poderão ser agendados de imediato, com início de atendimento a partir do dia 15 de fevereiro de 2020 e levam cerca de 02 horas.

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Yamaha PW50 chega ao mercado brasileiro

Da Redação   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 17/01/2020)

Modelo da fabricante asiática, voltado para o público infantil, conta com motor 2 tempos e 50cc

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Qualquer criança sonha explorar o mundo por si só. Com a PW50 pilotos mirins podem desbravar o mundo das duas rodas e estimular a disciplina, concentração e capacidade motora.

São vários os motivos que tornam a nova Yamaha PW50 a melhor opção para crianças, com destaques para a qualidade, durabilidade e baixo custo de manutenção, de acordo com a fabricante.

A nova mini-moto da Yamaha é dotada de um motor de 50cc de dois tempos com arrefecimento a ar, alimentação por carburador e válvula de indução junto ao coletor de admissão. Resistente, com manutenção fácil de baixo custo, ela é capaz de garantir emoção em qualquer situação de uso.

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Para dosar suas respostas e adequar a PW50 aos pequenos que estão aprendendo a conduzir, o modelo é equipado com acelerador regulável, que permite aos pais limitarem a velocidade máxima de acordo com as aptidões do piloto mirim. Para isso, o sistema restringe seu curso no giro da manopla direita.

Pensando na praticidade, e principalmente na segurança da garotada, a Yamaha equipou a PW50 com sistema de transmissão secundária do tipo cardã. Além de abolir a necessidade de ajuste e lubrificação da corrente, este sistema minimiza os riscos de ferimento, pois todas as engrenagens que o compõem não são expostas.

A ponteira de escapamento é outro exemplo de como os engenheiros buscaram melhorar a segurança e o conforto na PW50. Ela conta com proteção contra o calor, e seu posicionamento visa ficar mais resguardado, impedindo queimaduras.

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Facilidade na pilotagem – A PW50 traz facilidade de condução e comodidade, fundamentais em uma minimoto, já que o público ao qual se destina é de crianças com pouca idade e sem prática na condução de motocicletas.

Um bom exemplo está em seu câmbio, que dispensa troca de marchas por ser totalmente automático. Com ele, basta os pilotos mirins acelerarem para se deslocarem, tornando a PW50 bastante “amigável” para os iniciantes.

Outros destaques neste quesito são a baixa altura do banco (485 mm) e o peso (39 kg). Para facilitar a frenagem tornando-a mais familiar ao de uma bicicleta infantil – em que geralmente acontece a iniciação das crianças às duas rodas –, o acionamento dos freios dianteiro e traseiro é feito através dos manetes juntos ao guidão, já que nas motos para adultos, o acionamento do freio traseiro é feito pelo pedal direito.

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A PW50 conta, ainda, com carenagens plásticas bonitas, leves e resistentes, e também rodas de três raios estampadas em aço, conferindo altíssima durabilidade. Elas são calçadas por pneus off-road com 2,5 polegadas de largura, capazes de garantir grande aderência e, por consequência, maior segurança e controle na pilotagem.

A motocicleta conta com a assistência técnica da Rede de Concessionários Racing Blue. O modelo estará disponível desde já para compra, no valor de R$ 13,99 mil, sem incluir o frete, com entrega prevista para seis meses após o pedido. Sua garantia é de 3 meses. A única opção de cor é o azul Competition Blue.

Yamaha Riding Academy – A Yamaha Motor do Brasil também se preparou para contribuir na formação de pilotos mirins.

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Os instrutores José Roberto Favaro e Helio Mazzarella receberam um exclusivo e intenso treinamento de qualificação para ministrarem cursos para crianças a partir dos 5 anos de idade.

Para que isso fosse possível, o Sr. Tomoyuki Suzuki, um dos mais experientes e renomados Instrutores do YRA, veio diretamente do Japão para conceder a certificação aos dois Instrutores do YRA Brasil.

O calendário de cursos de pilotagem do Yamaha Riding Academy para crianças em 2020 será informado através dos concessionários da marca.

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Fotos: Yamaha / Divulgação

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