Kawasaki lança linha 2021 da Ninja 650 e da Z650

Da Redação

A Kawasaki promoveu uma live para o lançamento de dois modelos para a linha 2021: Ninja 650 e Z650.

Com design característico, a Kawasaki Ninja 650 é potente para a estrada, ideal para o dia a dia e ágil para o trânsito. Ela traz novos pneus, motor DOHC bicilíndrico de 68 cv, embreagem assistida e deslizante Kawasaki e suspensão traseira horizontal tipo back-link com amortecedor ajustável.

Priorizando a performance e conforto, além de incorporar outras características da família Ninja, a bolha está mais baixa e ligeiramente inclinada, para melhorar a proteção contra o vento.

Além disso, a carenagem fixada por presilhas suaviza a parte externa e visível, o que garante um visual limpo e agradável, deixando os parafusos para as áreas que necessitam de mais resistência no conjunto. Foram adotados faróis (alto/baixo) em LED, que aumentam o poder de iluminação.

As luzes indicadoras de direção estão integradas à carenagem na parte dianteira e os retrovisores são retráteis, que tornam o visual mais enxuto e agressivo. A fim de proporcionar leveza e conforto na pilotagem, somente manetes e punhos de comando estão fixados ao guidão.

Considerado o melhor painel de instrumentos do mercado, segundo a Kawasaki, tanto pela disposição das informações quanto pela luminosidade, o novo painel TFT com conexão bluetooth traz toques de modernidade com funcionalidades que inserem a Ninja 650 na seleta lista de motocicletas da próxima geração.

Integrado a carenagem, o painel oferece a visualização das informações, não importando as condições de luz do ambiente, pois a tela de 4,3 polegadas (10,9cm) permite aos usuários escolher entre duas cores de fundo, preta ou branca e, ainda, quatro níveis de intensidade da luz de fundo.

Dentre as informações mostradas estão: velocímetro e conta giros digitais, indicador de marcha, shift light (a barra de RPM muda de cor até ficar toda laranja e, ao atingir as rotações indicadas pelo usuário, começa a piscar indicando o momento da troca de marcha), nível de combustível, hodômetros total e 2 parciais, consumo de combustível instantâneo e previsão de autonomia, velocidade média, tempo total desde o último reinício, relógio, temperatura do líquido de arrefecimento, voltagem da bateria, lembrete da agenda de manutenção, da troca de óleo, notificação de e-mail e chamadas do smartphone e indicador de modo ECO.

O modo ECO garante economia e autonomia prolongada, ideal para o uso urbano. Conectando o smartphone à sua Kawasaki, o proprietário tem acesso ao histórico da moto e vê arquivos de dados de pilotagem através do Rideology The App.

Aqueles que participam de Track Days têm, na palma da mão, dados similares à telemetria das motos de competição. É possível rever no mapa as condições de velocidade, RPM e marcha, de acordo com o ponto do percurso, tudo em um gráfico de fácil leitura.

Além disso, o piloto pode conferir os dados de aceleração, frenagem e até mesmo de força G, informações que vão adicionar um tempero extra às conversas após os treinos.

O motor de dois cilindros paralelos, e 650 cc, entrega 68 cv a 8000 rpm e torque de 6,7 kgfm a 6500 rpm, atendendo ao Euro4 e aos limites de emissão de poluentes. Ele conta com injeção eletrônica de corpo duplo e o câmbio é de 6 marchas.

Com baixa vibração, esse motor entrega torque e potência desde os giros mais baixos e, combinados à leveza do chassi e da baixa concentração de massas, tornam a pilotagem fácil, divertida e instigante.

A Ninja 650 conta com uma dupla de discos de 300 mm na dianteira, disco simples de 220 mm na traseira e sistema ABS.

O conjunto de suspensões é progressivo e bem equilibrado. Na traseira, o amortecedor de 130 mm de curso e, na dianteira, o garfo telescópico com 125 mm de curso, trazem o ajuste ideal tanto para o uso esportivo quanto para o urbano.

A moto adotou novos pneus Dunlop Sportmax Roadsport 2, que elevam a aderência e a leveza nas mudanças de direção. Eles medem 120 x 70 x 17 na dianteira e 160 x 60 x 17 na traseira.

O assento do garupa foi melhorado com adição de espuma mais volumosa e firme, que oferece mais conforto para encarar longas distâncias, assim como o assento do piloto, que conta com maior área para apoio da lombar. As bordas estendidas da carenagem traseira oferecem apoio extra para as pernas.

São apenas 790 mm de altura até o solo e ligeiro estreitamento na junção do tanque com o assento, para o melhor encaixe das pernas.

Os manetes de freio e embreagem oferecem ajustes em até 5 níveis, para personalizar a moto à maneira de pilotar do proprietário e ao tamanho de suas mãos.

A Kawasaki Ninja 650 está disponível na cor Metallic Spark Black. O preço público sugerido é de R$ 39,99 mil + frete

Z650 – A versão 2021 da naked de médio porte da Kawasaki desembarca no mercado nacional mais confortável e refinada. Ela traz um design agressivo graças às mudanças no estilo Sugomi, farol e lanterna traseira em LED.

A Z650 oferece um motor potente, econômico e com baixa emissão de poluentes, além de novos pneus para uma pilotagem mais leve e esportiva.

A moto foi equipada com um novo painel TFT que conecta o piloto e a Z650 através do smartphone.

Os assentos contam com novo estofamento, mais espesso e confortável. As carenagens laterais acompanham toda a traseira e oferecem mais suporte para o garupa, com maior área de apoio para a lombar do piloto.

São apenas 790 mm de altura até o solo e ligeiro estreitamento na junção do tanque com o assento, que proporciona um melhor encaixe das pernas.

Assim com a Ninja, ela é equipada com embreagem assistida e deslizante que traz suavidade nas trocas de marchas.

O motor também é o mesmo da Ninja, de dois cilindros paralelos e 650 cc, produzindo 68 cv.

O duplo controle de válvulas do acelerador oferece aceleração linear e suaviza as respostas do punho direito, além disso, contribui com a eficiência do consumo, mostrada através do indicador ECO no painel.

Com seu conjunto de exaustão (escape + catalisador) atende ao Euro4 e aos limites de emissão de poluentes..

O guidão proporciona ergonomia e uma postura equilibrada de pilotagem para muitos quilômetros sem cansar. O painel fica centralizado sobre a mesa e oferece ótima visualização das informações.

O sistema de freio repete o da Ninja, descrito anteriormente. A Z650 apresenta balança estilo asa de gaivota e amortecedor ajustável com curso de 130 mm na traseira. Na dianteira, garfo telescópico com 125 mm de curso.

A Z650 adota os mesmos pneus Dunlop Sportmax Roadsport 2, sendo 120 x 70 x 17 na dianteira e 160 x 60 x 17 na traseira, da Ninja.

 A Kawasaki Z650 está disponível em duas cores em duas cores e preços:

Metallic Spark Black / Metallic Flat Spark Black:

Preço público sugerido de R$ 37,49 mil + frete

Candy Lime Green / Metallic Spark Black:

Preço público sugerido de R$ 37,99 mil + frete

Fotos: Kawasaki / Divulgação

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Honda apresenta a linha 2021 do Civic

Da Redação

A Honda anunciou a linha 2021 do Civic com novidades em equipamentos em todas as versões.

Desde a versão LX, o Civic já oferece um bom pacote de equipamentos, dos quais se destacam: ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, controle de cruzeiro, botão ECON de modo de condução econômico, vidros elétricos com função “um toque” para subida/descida em todas as posições, câmera para manobras em ré e rodas de liga leve de 17 polegadas.

Para a linha 2021, todas as versões passam a ser equipadas com faróis com regulagem elétrica de altura e sensor crepuscular. A versão LX ganha o sistema multimídia de 7 polegadas, com conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, além de iluminação no porta-luvas e nos espelhos dos para-sóis.

As versões Sport e EX passam a contar com o sistema Smart Key, que elimina a necessidade da chave para a abertura e partida do veículo, que agora é feita por meio de botão no painel. A EX ganha, ainda, saídas de ar condicionado traseiras e sensor de estacionamento traseiro.

O modelo EXL, por sua vez, traz como principais novidades a adoção dos faróis Full LED, bem como o farol de neblina em LED (os mesmos adotados no Touring), além de uma nova central multimídia de 7 polegadas com botão físico giratório para controle do volume, o que torna mais cômoda a operação do sistema de áudio.

A versão Touring (fotos que ilustram essa matéria) também ganha essa novidade na central multimídia e mantém os seus equipamentos exclusivos, como o teto solar elétrico, o sistema de áudio com 10 alto-falantes e 452 watts, a recarga de celular por indução e o sistema LaneWatch de monitoramento de ponto cego por meio de câmera, dentre outros itens.

Recentemente, o Civic recebeu mudanças pontuais em seu design. Na dianteira, o para-choque traz design mais horizontal. As versões LX, EX, EXL e Touring trazem grade frontal e molduras laterais do para-choque com acabamento cromado, bem como rodas de liga leve de dez raios de 17 polegadas, com acabamento em grafite brilhante.

Na traseira, todas as versões possuem acabamento cromado na parte inferior do para-choque. Os modelos EXL e Touring trazem, ainda, as colunas de portas em preto brilhante.

A versão Sport, por sua vez, reforça seu caráter mais esportivo com acabamentos frontais e retrovisores em preto brilhante e aerofólio na tampa traseira. As rodas de liga leve de cinco raios, com acabamento diamantado escurecido, finalizam o estilo externo do modelo.

Os modelos LX e Sport trazem bancos em tecido premium na cor preta, enquanto as demais versões trazem duas opções de revestimento interno dos bancos em couro: preto ou cinza, dependendo da cor externa.

Todas as versões trazem airbags frontais, laterais e de cortina, controle de tração e estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist), sistema de partida em aclive (HSA), sistema de vetorização de torque baseado em frenagem Agile Handling Assist (AHA), luz de frenagem de emergência (pisca de forma intermitente em frenagens emergenciais), além de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), luzes de rodagem diurna (DRL), lanternas traseiras em LED e sistema de indicação de perda de pressão dos pneus (TPMS).

O Civic oferece dois conjuntos motrizes. A motorização 2.0 i-VTEC FlexOne, com 155 cv a 6.300 rpm e 19,5 kgfm a 4.800 rpm no etanol – disponível nas versões LX, Sport, EX e EXL – é acoplada à transmissão continuamente variável (CVT). A transmissão traz a opção de sete marchas simuladas que podem ser trocadas por borboletas atrás do volante nas versões Sport, EX e EXL.

O motor 1.5 de quatro cilindros, que equipa a versão Touring, traz turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura de válvulas (VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque linear de 22,4 kgfm entre 1.700 rpm a 5.500 rpm. Este propulsor é acoplado a uma nova transmissão continuamente variável.

O Civic 2021 possui diversas opções de cores, de acordo com a versão. Para todas, são disponibilizadas as cores branco Tafetá (sólida), prata Platinum (metálica), preto Cristal (perolizada) e branco Estelar (perolizada especial). As versões LX, EX, EXL e Touring também estão disponíveis nas cores cinza Barium e azul Cósmico (metálicas).

Nos modelos equipados com bancos de couro (EX, EXL e Touring), a cor do revestimento varia conforme a cor externa: interior cinza para as tonalidades cinza Barium, azul Cósmico e branco Estelar e interior preto para as tonalidades branco Tafetá, prata Platinum e preto Cristal.

Fotos: Honda / Divulgação

A linha 2021 do Civic tem três anos de garantia, sem limite de quilometragem, e já está disponível nas concessionárias.*

Versões e Preços:

LX – R$ 107,20 mil

Sport – *versão estará disponível nas concessionárias em janeiro/2021.

EX – R$ 118,00 mil

EXL – R$ 124,00 mil

Touring – R$ 146,50 mil

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Toro Ranch se destaca pelos equipamentos

Rica em detalhes cromados, versão da picape da Fiat agrada em cheio aos consumidores do estilo country

 Amintas Vidal* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 09/10/2020)

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 A picape Toro é o maior sucesso de vendas da Fiat entre os modelos lançados nos últimos anos. Além de vender quase cinco vezes mais que a Renault Oroch, sua única concorrente na categoria de picapes intermediárias, ela supera todas as outras picapes compactas e médias, exceto, a Fiat Strada, líder absoluta em nosso mercado de veículos comerciais leves.

Em 2019, a Toro registrou 65.566 emplacamentos, número relativamente próximo às 76.223 unidades vendidas da Strada, considerando suas diferenças significativas de valores.

Neste ano de pandemia, até ontem, as posições se sustentam. São 35.995 unidades da Toro vendidas, contra 52.508 emplacamentos da Strada, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

DC Auto recebeu a Fiat Toro Ranch AT9 4×4 Diesel para avaliação. No site da montadora, o preço básico da versão é R$ 171,99 mil. A unidade testada tem pintura perolizada branca que custa caros R$ 3,5 mil, finalizando seu valor em R$ 175,49 mil.

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Ela é modelo 2020, porém, a Fiat já disponibilizou a configuração 2021 da Toro e, além destes preços acima, já atualizados, descreveremos todos os equipamentos listados recentemente.

A Toro Ranch não tem opcionais e seus principais equipamentos de série são: 7 airbags (motorista e passageiro, laterais, cortinas e joelho), ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade), ASR (Controle de Tração), freios ABS com EBD, Hill Holder (controle eletrônico de arrancada em subida), Hill Descent Control (controle eletrônico de descida), Keyless entry’n’go (abertura e travamento das portas sem a chave e partida do motor por botão), partida remota na chave, retrovisor interno eletrocrômico, sensores crepuscular e de chuva, sensor de estacionamento traseiro com câmera de marcha à ré e alarme antifurto.

Também estão incluídos: ar-condicionado digital de duas zonas, direção elétrica, banco do motorista com regulagem elétrica (8 posições), quadro de instrumentos com display de 7 polegadas colorido, computador de bordo, central multimídia com tela de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto e navegação GPS embarcada.

A versão traz muitos diferenciais estéticos e funcionais. Os principais são: bancos, volante e painéis de portas revestidos em material sintético que imita o couro, na cor marrom, com gravação a laser da logo nos encostos dos assentos dianteiros, acabamento com pintura marrom na moldura do rádio, saídas de ar, alça da porta e volante; capa dos retrovisores, estribos, santantônio, frisos da grade frontal, soleiras, maçanetas externas e moldura dos faróis de neblina cromadas; console central e portas dianteiras com a logo Ranch; interior escurecido; sobretapete em carpete personalizado; rodas em liga leve de 18 polegadas calçadas com pneus 225/60 R18 e engate para reboque removível completam os equipamentos desta variante.

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Motor e Câmbio – O conjunto propulsor é o mesmo usado em alguns modelos da Jeep. O motor Multijet II 2.0 turbodiesel de 4 cilindros tem injeção direta e duplo comando acionado por correia dentada.

Ele desenvolve 170 cv de potência às 3.750 rpm e torque de 35,69 kgfm às 1.750 rpm. O câmbio é automático convencional com conversor de torque e tem nove (9) marchas com possibilidade de trocas manuais na alavanca ou por meio das aletas atrás do volante.

A tração 4×4 funciona em modo automático e, em condições ideais de aderência, o sistema pode desacoplar a tração traseira deixando o Jeep em 4×2. Ela também pode ser bloqueada em 4×4 ou em reduzida, por meio de botão giratório posicionado no console central.

A Toro é, provavelmente, uma das picapes mais bonitas do mundo. Seu design é agressivo e dinâmico, mas, extremamente harmônico, sem os exageros e desequilíbrios visuais comuns na categoria.

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Essa versão atende aos que gostam de mais detalhes, principalmente os cromados. Seu visual ficou mais parecido com os concorrentes que abusam deste acabamento reluzente valorizado tanto pelo homem do campo quanto por “vaqueiros” do asfalto.

Internamente ela não se destaca tanto. Seu design é mais conservador e os materiais de acabamento são quase todos rígidos. Todos bem feitos, com bons encaixes e texturas que valorizam as peças, mas sem áreas macias ao toque nos painéis.

Apenas as parte revestidas são acolchoadas e, no caso da Ranch, com um material na cor marrom que confere mais sofisticação do que nas demais versões.

As partes pintadas com tinta metálica em tonalidade semelhante a este marrom, os revestimentos escuros das colunas e teto, os emblemas com o nome da versão e as soleiras cromadas finalizam sua identidade visual interna.

Espaço – Mesmo sendo da categoria intermediária, o espaço interno da Toro é muito bom. Quatro adultos acomodam perna, ombro e cabeça com conforto. Um terceiro tem menos espaço no centro do banco traseiro, mas vai bem em deslocamentos mais curtos.

A ergonomia geral na cabine é acertada e todos os comandos estão à mão. Existem nichos para copos, chaves, carteiras e óculos, mas falta um adequado para celulares, ficando este melhor acomodado no interior do apoio de braço central, local menos prático por exigir abertura e fechamento da tampa para acessá-lo.

Os equipamentos de bordo, multimídia, ar-condicionado e seletor de modo de tração possuem controles por botão giratório nas principais funções e teclas de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

O sistema de refrigeração de duas zonas funciona com grande eficiência. O bom tamanho dos comandos ajuda fisicamente nas regulagens e na visualização dos diversos acertos. Algumas informações aparecem na tela do multimídia facilitando ainda mais o uso do ar-condicionado.

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Multimídia – Tamanho de tela, definição de imagem e sensibilidade ao toque do multimídia são bons, mas, a velocidade de processamento pode melhorar. Ele funcionou muito bem, tanto pareado ao celular, como espelhando o mesmo.

O sistema nativo é muito completo, inclusive com GPS, mas este grande número de recursos tornou seus ícones pequenos na tela, dificultando a leitura. Aqui vale uma ressalva: a Toro 2021 adotou um sistema mais moderno com espelhamento sem fio, processador mais rápido, 16 GB de armazenamento e 2 GB de RAM. Além disso, a tela passou a ter 1.280 x 768 pixels, o que garante maior definição.

O que mais chamou atenção foi a qualidade sonora. Mesmo não sendo um equipamento assinado pela Beats, como em modelos da Jeep, seu som é potente e muito agradável aos ouvidos, um dos melhores que já avaliamos no segmento.

Os sensores de estacionamento e a câmera de marcha à ré são essenciais. A caçamba é alta e quase não se enxerga para trás. As guias gráficas dinâmicas ajudam na visualização da trajetória. A capacidade limitada de esterço das rodas, e o generoso comprimento da picape, exigem manobras extras em locais mais apertados. Em compensação, a direção elétrica é muito leve nessas condições e ganha peso adequado em velocidades maiores, outro destaque positivo da Toro.

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O volante agrega quase todos os comandos dos dispositivos da versão. Os botões da parte frontal acessam o completo computador de bordo, o sistema de telefonia e o controlador de velocidade convencional. Os localizados atrás são de uso cego, ótimos para não desviar a atenção do condutor, e controlam as funções do sistema de áudio do multimídia.

A Toro tem 4,94 metros de comprimento, 2,99 metros de entre-eixos, 1,84 metro de largura e 1,68 metro de altura. Suas medidas para o fora de estrada são: vão livre de 202 mm, 24,8° de ângulo de entrada, 29° de ângulo de saída e 21,7° de ângulo central. A caçamba comporta 820 litros e, com essa motorização, 1000 kg de carga. Seu peso é de 1.871 kg e o tanque de combustíveis comporta 60 litros.

Conjunto motor e câmbio, bem como o das suspensões, são os destaques

 Para um veículo com essas dimensões e peso, o powertrain é bem eficiente, tanto em consumo, quanto em desempenho. O motor de apenas dois litros entrega alto torque em uma rotação muito baixa, 1.750 rpm.

Ele acelera e retoma com vigor, mas apresenta uma pequena demora para reagir às acelerações mais fortes (turbo lag) devido ao tempo necessário para acumular pressão suficiente dos gases de escape para girar os hélices internos da turbina.

O câmbio tem boa distribuição de relações por suas nove marchas. A primeira é tão reduzida que a picape sai da inércia, normalmente, em segunda marcha. As trocas são suaves e as marchas mais longas só são usadas acima dos 100 km/h.

Aos 110 km/h, e de nona marcha, o motor trabalha a baixas 1.700 rpm. Nessas condições, seu funcionamento é muito silencioso, assim como o atrito dos pneus e o vento contra a carroceria são pouco percebidos.

Para andar mais rápido, o motor precisa trabalhar acima das 2.500 rpm e seu ruído invade a cabine. Não é um som estridente, mas pode cansar em viagens mais longas. Usar as aletas para trocar as marchas manualmente ajuda ativar o freio motor ou subir o giro para fazer ultrapassagens.

Outra qualidade da Toro é o seu conjunto de suspensões. Independente nos dois eixos, ele entrega um conforto acima da média para uma picape. A calibração é até rígida para um modelo Fiat, mas bem mais confortável que suas concorrentes, pois não usa feixe de molas e ela é um modelo montado sobre monobloco, e não sobre chassi, como as picapes médias.

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O resultado disso é que ela é boa para trafegar sobre asfalto e ótima para terra. O trabalho das suspensões permite passar sobre irregularidades diversas com muito contato das rodas sobre o piso, poucos pulos e de forma silenciosa. Seus ângulos e altura para aventuras não são tão elevados, mas satisfazem as necessidades em uma circulação no fora de estrada leve.

Consumo – Em nosso teste padrão de consumo rodoviário, realizamos duas voltas de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e, a outra, os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Somente o motorista, vidros fechados, ar-condicionado regulado na refrigeração intermediária e faróis acesos completam a padronização. Na volta mais lenta atingimos 16,9 km/l e, na mais rápida, 13,7 km/l. Um bom consumo para uma picape turbo diesel.

Em nosso teste de consumo urbano, rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito, ou seja, um percurso severo, como circular nas vias acidentadas de Belo Horizonte (MG). Seguindo os padrões complementares descritos acima, a Toro Ranch atingiu uma média urbana de 7,9 km/l.

IMG_0219Fotos: Amintas Vidal

A Toro Ranch é uma picape que enche os olhos dos amantes do estilo sertanejo. Para quem gosta dos adereços cromados, muitos equipamentos de conforto e segurança, a versão é uma ótima opção. Mas a linha Toro é a segunda mais extensa da Fiat, contando com oito versões que trazem motores, câmbios e equipamentos para atenderem aos mais diversos consumidores.

*Colaborador

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Tiggo 2, linha 2021, passa a contar com versão para o público PcD

Da Redação

A Caoa Chery anunciou as novidades da linha 2021 do Tiggo 2. O SUV ganhou uma nova versão (para o público PcD) e apresenta algumas novidades.

A nova integrante da família Tiggo 2 é a versão EX automática, destinada para atender ao público que conta com isenção de impostos como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

O modelo está disponível nas duas novas opções de cores metálicas da linha 2021: prata e vermelho, que valem para todas as versões do Tiggo 2, além do preto, branco e cinza metálico.

As opções Look (manual e automático) e ACT (automático) trazem uma nova central multimídia de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay. Outra novidade é o apoio de braços com porta objetos que foi incorporado no Tiggo ACT e no Look com câmbio automático.

A versão Look 2021 com câmbio manual conta, também, com volante multifuncional, o mesmo que está presente nos veículos com câmbio automático, além de rodas com pintura cinza. Já a Look com câmbio automático ganhou as novas rodas com pintura cinza e o apoio de braço com porta objetos.

A versão ACT  com câmbio automático foi  a que ganhou mais itens de série. Destaques para as rodas com novo design e acabamento polido e os adesivos fixados nas portas traseiras que dão uma nova identidade visual.. Essa versão possui ainda a cor branco pérola como opção.

Os preços sugeridos são:

Look (manual) – R$ 68,39 mil

EX (automático) – R$ 68,69 mil

Look (automático) – R$ 72,39 mil

ACT (automático) – R$ 79,99 mil

Lançado em março de 2018, o Tiggo 2 marcou a estreia da Caoa Chery no mercado brasileiro. Desde o seu lançamento, já foram vendidas 14.766 unidades, o que o torna o segundo carro mais vendido da marca, de acordo com a fabricante.

Produzido na fábrica de Jacareí, interior de São Paulo, possui motor 1.5 Flex capaz de render 110/115 cv de potência e 13,8/14,9 kgfm de torque com gasolina ou etanol, respectivamente.

Fotos: Caoa Chery / Divulgação

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Toyota Yaris ganha série limitada para a linha 2021

Da Redação

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A linha 2021 do Toyota Yaris ganhou uma novidade. Agora, a versão hatch do modelo conta com a série especial S, limitada a 450 unidades, equipada com itens internos e externos exclusivos.

Rodas de 16 polegadas com desenho inédito, farol com projetor e detalhe em vermelho, lanterna traseira em LED, exterior com filetes em vermelho e bancos em couro com costura vermelha fazem parte do pacote, além de teto solar.

Disponível em três cores, preto e cinza metálico e branco perolizado, o Yaris hatch Série S é equipado com motor 1.5 Dual VVT-i 16V DOHC Flex de 110 cv de potência a 5.600 rpm, com etanol, e 105 cv, a 5.600 giros com gasolina.

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A transmissão é a já conhecida automática do tipo CVT que simula sete (7) marchas.

A edição limitada possui central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay. Com uma interface simples e intuitiva, é possível utilizar os principais aplicativos de um smartphone no painel do veículo. Entre os mais comuns estão Google Maps, Waze, Spotify, Apple Music, WhatsApp, além das funções de ligação e mensagens de texto originais de cada sistema.

Com relação aos equipamentos de série, o Yaris S possui computador de bordo, comandos no volante, controle de estabilidade (VSC), controle de tração (TRC), freios com sistema ABS e assistente de partida de rampa (HAC).

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Além disso, o modelo também é equipado com direção eletro assistida (EPS), ar-condicionado automático e digital, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina, os obrigatórios airbags duplos dianteiros, controle de velocidade de cruzeiro e função Eco Driving do computador de bordo.

Na parte interna, a versão S é equipada com descansa-braço traseiro, chave inteligente presencial, Smart Entry e sistema de partida sem chave tipo Start Button. A Toyota não disponibilizou fotos do interior do veículo.

O preço sugerido do Toyota Yaris Série S é R$ 89,99 mil. Inclusive, é o mesmo preço que a Toyota sugere para a versão topo de linha do hatch, a XLS Connect.

Fotos: Toyota / Divulgação

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FCA informa recall do Jeep Cherokee por problema com o software da transmissão

Da Redação

40250409cf555b69d9d6f52dd6e62cbeFoto: Fiat Chrysler Automóveis (FCA) / Divulgação

O Procon-SP informou que a Fiat Chrysler Automóveis Brasil, FCA, anunciou uma campanha de recall para o Jeep Cherokee.

De acordo com o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (SP), em comunicado divulgado, a FCA identificou a possibilidade do desgaste do eixo de entrada do diferencial, acarretando a perda da sua conexão com a transmissão do veículo.

Essa falha poderá resultar na perda da força motriz das rodas dianteiras com o veículo em movimento e, também, na ausência do travamento das referidas rodas quando o ele estiver estacionado e com a função “P” (Park) acionada, aumentando os riscos de acidente, com consequentes danos físicos graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

Estão incluídos na campanha de chamamento os veículos Jeep Cherokee, ano modelo 2014 e 2015, com os seguintes números de chassis, não sequenciais (últimos seis dígitos): de 322595 até 792687. O recall envolve um total de 126 unidades.

Os proprietários dos veículos envolvidos deverão agendar junto a uma concessionária da marca a atualização do software da transmissão.

Para agendamento, ou outras informações, a empresa disponibiliza o telefone 0800 703 7150 e o site www.jeep.com.br.

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FPT Industrial investe no desenvolvimento de propulsores movidos a combustíveis alternativos

Da Redação

Foto: FPT Industrial / Divulgação

Fornecedora de soluções em powertrain, para diferentes missões nos segmentos on-road, off-road, marítimo e de geração de energia, a FPT Industrial é uma marca na vanguarda do mercado, com 150 anos de trajetória e sete centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), um deles sediado em Betim, Minas Gerais.

O desenvolvimento de novos propulsores movidos a combustíveis alternativos, como o motor FPT F1C Gás Etanol vencedor do Prêmio REI 2020 e a aquisição da Potenza Technology, expandindo a capacidade tecnológica em soluções para a eletrificação, reafirmam o DNA inovador da marca da CNH Industrial, que desde abril de 2020 também disponibiliza atendimento customizado ao cliente via WhatsApp.

Conceito desenvolvido pelo time de engenharia da FPT no Brasil, o motor FPT F1C Gás Etanol combinará o uso de gás natural comprimido (CNG), biometano e etanol, base renovável de nossa matriz energética e um dos combustíveis mais utilizados no País.

A configuração voltada aos veículos comerciais permitirá a escolha mais adequada às missões de entregas urbanas, aliando desempenho, versatilidade, robustez e economia de uso, informou a FPT.

Com 3,0 litros, 136 cv de potência e 350 Nm de torque, esta motorização utilizará a exclusiva tecnologia de combustão estequiométrica da FPT Industrial que dispensa a necessidade de Arla 32 e EGR (Recirculação de Gases de Escape), entregando um potencial de economia nos gastos com combustível de até 30%, além de atender o próximo estágio em emissões e apresentar baixo ruído de funcionamento.

FPT F1C Gás Etanol

Anunciada em maio de 2020, a aquisição de 100% da Potenza Technology, empresa  especializada no design e desenvolvimento de sistemas de propulsão elétrica e híbrida, segue o plano estratégico da FPT Industrial no fornecimento de motores de múltiplas fontes de energia.

Sediada em Coventry, no Reino Unido, a Potenza Technology está à frente das tecnologias de propulsão elétrica desde 1999, com especialização também em engenharia de segurança e sistemas funcionais de gerenciamento para baterias de tração.

FPT Atende

Os clientes da FPT no mercado brasileiro também contam com o FPT Atende pelo WhatsApp, agilizando ainda mais respostas e soluções no atendimento. Enviando mensagens de texto ao telefone (31) 2107-2354 é possível obter informações sobre motores e geradores de energia, peças, serviços e pós-vendas.

O FPT Atende integra diversas áreas da empresa, sendo uma importante ferramenta de assistência técnica e suporte. A equipe de Product Support, responsável pelo canal, é formada por engenheiros e técnicos, sediados em Sete Lagoas (MG), Contagem (MG), Piracicaba (SP), Curitiba (PR) e Buenos Aires, na Argentina.

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Emplacamentos de veículos têm alta de 9,55% em setembro

Da Redação

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou os resultados dos emplacamentos de veículos no mês de setembro e no acumulado de 2020.

Considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, as vendas ao varejo cresceram 9,55% sobre o mês de agosto. O volume total foi de 328.233 veículos, em setembro, ante 299.628, no mês anterior.

No acumulado do ano, de janeiro a setembro, foram emplacados 2.132.549 veículos, o que representa retração de 27,77%, na comparação com o mesmo período do ano passado (2.952.347 unidades).

Com relação a setembro de 2019 (336.901 veículos), no entanto, a retração foi de apenas 2,57%, o que indica que o mercado já opera em níveis de venda pré-pandemia.

“A cada mês que passa, conseguimos observar que o mercado vem retomando os volumes e se readequando ao que se convencionou chamar de ‘novo normal’. Tanto que, apesar de ter o mesmo número de dias úteis de agosto (21), o volume de setembro foi mais elevado”, destacou Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Com o resultado, setembro/2020 ocupa a 10ª posição no ranking histórico (entre todos os meses de setembro, desde o início da série, em 1957) e o acumulado está na 15ª colocação, na somatória dos meses de janeiro a setembro.

Automóveis e comerciais leves

Em setembro, o segmento de automóveis e comerciais leves apresentou alta de 14,56%, na comparação com o mês de agosto, com 198.792 unidades emplacadas, contra 173.531, no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2019, a queda foi de 10,92%, quando foram emplacadas 223.151 unidades.

No acumulado de janeiro a setembro, sobre o mesmo período de 2019 (1.934.890), o resultado aponta retração de 32,88%, totalizando 1.298.630 unidades comercializadas.

Na avaliação de Assumpção Júnior, a alta sobre agosto comprova a expectativa de retomada dos volumes para o mercado de automóveis e comerciais leves. “O mês de setembro, como já era esperado, registrou o maior volume de emplacamentos de 2020. O mercado vem se recuperando, visivelmente, desde julho, impulsionado pela manutenção da taxa Selic em níveis baixos, pela manutenção da queda de inadimplência e a consequente melhora na aprovação de crédito, fazendo com que os clientes voltassem a efetivar a tomada de decisão para a aquisição de automóveis. O estímulo também está atrelado à própria pandemia, que tem feito as pessoas optarem pelo transporte individual, ao invés do coletivo”, explicou o presidente da Fenabrave.

O mês de setembro/2020 ficou na 10ª colocação entre todos os meses históricos de setembro, para automóveis e comerciais leves, e o acumulado, de janeiro a setembro, ficou na 15ª colocação histórica.

Caminhões

Mesmo com a demanda aquecida, o segmento de caminhões continua enfrentando um gargalo na produção. Pela falta de produtos, os emplacamentos retraíram 8,29% (7.411 unidades) sobre agosto (8.081 unidades).

Comparado a setembro de 2019 (9.300 unidades), o resultado foi de queda de 20,31% e, no acumulado de janeiro a setembro, os resultados de 2020 (62.626 unidades) ficaram 16,21% abaixo de igual período do ano passado (74.744 unidades).

“O mercado de caminhões continua com uma forte demanda, em todos os seus subsegmentos, e não foi melhor pelos problemas gerados na produção, causados, ainda, pela falta de componentes e pela baixa capacidade de produção nos seus principais fornecedores. Com relação ao crédito, notamos uma boa oferta, com a manutenção de taxas abaixo de 1% e aprovação de 8 para cada 10 solicitações. Com isso, vem crescendo o número de pedidos para 2021”, comentou Assumpção Júnior.

Implementos Rodoviários

A demanda de implementos rodoviários também se manteve aquecida em setembro. Apesar da ligeira queda, de 1,76% (6.408 unidades), na comparação com agosto (6.523 unidades), o segmento apontou alta de 22,83%, quando comparado a setembro de 2019 (5.217 unidades).

No acumulado de janeiro a setembro, os resultados de 2020 (46.836 unidades) ficaram 1,88% abaixo dos registrados em 2019 (47.732). “Mesmo com as implementadoras trabalhando na sua capacidade máxima de produção, a oferta não conseguiu suprir a demanda. Com isso, os fabricantes continuam operando com pedidos já para o início de 2021”, explicou Assumpção Júnior.

Ônibus

Em setembro, os emplacamentos de ônibus registraram retração de 13,62%, na comparação com agosto, totalizando 1.535 unidades, contra 1.777 do mês anterior. Sobre setembro de 2019 (2.323 unidades), esse resultado foi 33,92% menor e, se considerarmos o acumulado de janeiro a setembro/2020 (13.081), houve queda de 34,03% sobre igual período do ano passado (19.830 unidades).

O segmento de ônibus continua enfrentando problemas gerados pela pandemia, que fizeram com que as empresas de transporte, tanto as urbanas quanto as rodoviárias, retraíssem sua frota circulante. Até agora, grande parte do volume vendido se deve ao Programa Caminho da Escola, do Governo Federal.

Motocicletas

Os emplacamentos de motocicletas registraram alta de 3,77% em setembro, totalizando 99.623 unidades, contra 96.004, em agosto. Se comparados a setembro de 2019 (87.737), os emplacamentos cresceram 13,55%.

“O segmento de motocicletas está realmente aquecido, tanto pela procura de um transporte individual, como pela consolidação como veículo de trabalho. Por outro lado, a produção segue prejudicada pela falta de componentes, fazendo com que o prazo médio para entrega do veículo seja de, aproximadamente, 40 dias. A aprovação de crédito nos financiamentos é de 4,2 cadastros para cada 10 apresentados”, afirmou Assumpção Júnior.

No acumulado de janeiro a setembro/2020, foram emplacadas 631.081 motocicletas, um volume 20,78% menor do que as 796.599 unidades vendidas, no mesmo período de 2019.

Tratores e Máquinas Agrícolas

Por não serem emplacados, os tratores e as máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes.

Apesar de estar com forte demanda, em função da safra recorde, o segmento enfrenta problemas com relação à produção. A indústria continua sofrendo com a falta de peças e componentes e, como resultado, não consegue suprir a demanda.

Em agosto, as vendas (3.983 unidades) registraram queda de 9,83%, na comparação com o mês de julho (4.417). Ante agosto de 2019, a queda foi de 6,96% – quando o segmento registrou 4.281 unidades comercializadas.

“Em função da expectativa de crescimento de área plantada, de 2,5%, para a Safra 2020/2021, estamos observando antecipação de venda da safra, a mercado futuro, já travando o preço dos produtos, o que garante rentabilidade. Esse aumento de confiança, dos produtores rurais, eleva a intenção de compra de tratores e máquinas agrícolas. No entanto, há problemas de fornecimento de componentes e limitação na produção – pelo distanciamento social nas fábricas, o que prejudica o atendimento à crescente demanda”, explicou o presidente da Fenabrave.

No acumulado do ano, de janeiro a agosto, a queda foi de 5,17%, contra o mesmo período de 2019. Em 2020, foram comercializadas 26.662 unidades, contra 28.117, em 2019.

Projeções 2020

A cada trimestre, a Fenabrave reavalia as projeções para o ano, conforme dados da MB Associados, consultoria econômica da entidade. Com a rápida recuperação dos patamares de vendas nos últimos meses, a retração prevista para 2020 foi revisada.

Em julho, já sob os efeitos da pandemia, estimava-se que a queda no ano, considerando todos os setores, seria de 35,8%. Agora, a previsão é que 2020 encerre com retração de 25,3%.

Automóveis e Comerciais Leves

O segmento iniciou o ano com perspectiva de alcançar crescimento de 9%, em 2020. Em julho, a estimativa foi revista para uma queda de 37,1% e, agora, as projeções foram revistas, com a melhora do mercado, passando para uma queda menor, de 29,4%.

Caminhões

A primeira estimativa era de crescimento de 24%, caindo para uma retração de 18,6% em julho. A última revisão aponta queda de 14,9% nos emplacamentos do segmento, em 2020.

Ônibus

Crescimento de 16% na primeira estimativa, revisado para uma queda de 39,1%, em julho, e retração de 33,1%, na última estimativa.

Motocicletas

Começou o ano com perspectiva de crescer 9%, apontou para uma retração de 35,8%, em julho, e de 17,7%, na última projeção, em função da melhora do mercado.

Implementos Rodoviários

A primeira estimativa era de crescimento de 23%, caindo para uma retração de 7,6% em julho. A última revisão aponta crescimento de 2,9% em 2020.

Máquinas Agrícolas

As projeções foram mantidas em uma queda de 5% na produção.

Veja, na tabela abaixo, as revisões de projeções, para 2020, até o momento:

Tabelas: Fenabrave / Divulgação

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Renault Captur Bose: foco na qualidade sonora

Versão topo de linha do SUV utiliza motor 1.6 de 118/120 cv e câmbio CVT

Amintas Vidal* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 02/10/2020)

 A Renault fechou 2019 com 9% do mercado nacional, considerando os automóveis e os veículos comerciais leves. Foi a quarta montadora com maior número de emplacamentos no Brasil.

No importante segmento dos SUVs compactos, ela participa com dois modelos: o Duster e o Captur. Mesmo mais caro, o Captur superou o Duster no fechamento do ano passado, registrando 28.660 emplacamentos contra 26.090 do seu concorrente caseiro.

DC Auto recebeu o Captur Bose 1.6, com câmbio CVT, para avaliação, versão de topo da gama. Ela contava com a opção pelo motor 2.0 e o câmbio automático de 4 marchas. Porém, a montadora se prepara para a chegada de uma motorização turbo e retirou a opção do catálogo do modelo. No site da Renault, a versão avaliada tem o preço de R$ 107,99 mil.

A unidade que recebemos tinha pintura metálica na cor cinza com teto prata, o que eleva a etiqueta para R$ 109,64 mil. Ou seja, as cores metálicas têm o preço de R$ 1,65 mil.

Todas as versões do modelo vêm bem equipadas de série e sem opcionais. Os principais equipamentos do Captur Bose são: freios com ABS, quatro airbags (dois frontais e dois laterais), sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, assistente de partida em rampas e controles eletrônicos de estabilidade e tração.

Também estão presentes: direção eletro-hidráulica, ar-condicionado automático, câmera de marcha à ré, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, lanternas traseiras e luzes diurnas em LED, vidros elétricos com sistema one touch, retrovisores rebatíveis eletricamente, piloto automático (controlador e limitador de velocidade), computador de bordo e alarme.

Completam o pacote de opcionais as rodas em liga leve diamantadas de 17 polegadas, o revestimento dos bancos e do volante em material sintético que imita o couro, o sensor de chuva e o de luminosidade, entre outros.

Destaque – O destaque da versão é o sistema de sonorização que batiza a mesma. Assinado pela marca norte-americana Bose, traz seis alto-falantes e um subwoofer embutido na lateral do porta-malas. O multimídia é o Media Evolution com tela de sete polegadas e conexão bluetooth para smartphone e espelhamento por Android Auto e Apple CarPlay.

O motor utilizado é o 1.6 SCe acoplado ao câmbio automático CVT X-Tronic, mesmo conjunto oferecido no Duster. O bloco tem 4 cilindros em linha, o cabeçote conta com 16 válvulas e o sistema de injeção é indireto e multiponto.

O comando de válvulas é duplo e tracionado por corrente com variação de abertura apenas na admissão. Sua taxa de compressão é de 10,7 /1, a potência atinge 120/118 cv às 5.500 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente, e seu torque máximo é de16,2 kgmf às 4.000 rpm, com ambos os combustíveis.

A caixa de marchas CVT tem uma programação que simula seis velocidades que podem ser acionadas através da alavanca do câmbio. O acoplamento é feito por conversor de torque hidráulico, tradicional.

Como já dissemos em outras matérias, excluindo o Kwid, todos os outros modelos de automóveis da Renault dividem a mesma plataforma e apresentam características comuns: eles são espaçosos, robustos e mais baratos que seus concorrentes diretos.

No Duster, essas características são mais evidentes. Além do visual “Jeep”, suas peças são mais simples e seu preço mais competitivo. O Captur tem um design mais elaborado, como o de um “crossover”. Suas peças internas são mais bem construídas e os materiais de acabamento são melhores ao toque. Contudo, mesmo mais barato, seus preços são mais próximos aos da concorrência.

O design mais esportivo da carroceria do Captur rouba um pouco do seu espaço interno, quando o comparamos com o Duster, mas, mesmo assim, ele é um dos SUVs mais amplos da categoria. São 4,33 metros de comprimento, 2,67 metros de entre-eixos, 1,81 metro de largura e 1,62 metro de altura.

Com 1.286 kg, ele é 7 kg mais pesados que o Duster, apesar de seu visual mais esguio sugerir o contrário. O porta-malas comporta bons 437 litros, apenas 38 litros a menos do que o Duster, mas ambos têm 50 litros de capacidade no tanque de combustíveis, dentro da média do segmento.

Interior – Quatro adultos acomodam pernas, ombros e cabeças com conforto em seu interior. A ergonomia é boa e os comandos ficam a mão. Os bancos apoiam bem em tamanho e densidade da espuma.

Existem diversos nichos para objetos, mas apenas o localizado a frente do câmbio tem encaixe para copo ou garrafa pequena. Nos demais, estes objetos tão usuais não ficam bem acomodados.

Essa versão conta com chave presencial tipo cartão que recebeu um local dedicado a ela no console central, algo que ajuda em sua localização a bordo. Seu funcionamento é muito preciso. A ignição e a abertura das portas são feitas por botão e o travamento das mesmas, por afastamento, sem a necessidade de tirá-la do bolso.

O ar-condicionado automático tem botões físicos giratórios para temperatura e ventilação e de pressão para as demais funções, arquitetura ideal. O tempo de resfriamento é bom e o ruído da ventilação é contido, mas sua intensidade poderia ser maior.

O sistema multimídia é completo e simples de operar, mas fica devendo botões físicos giratórios no lugar dos de pressão. Tamanho de tela, definição e sensibilidade ao toque estão entre os melhores, mas a velocidade de processamento ainda pode melhorar.

Emparelhamento e espelhamento são facilmente ativados. O bluetooth se mostrou muito estável, mas a conexão com o Android Auto apresentou alguns travamentos pontuais. A qualidade sonora se destaca. O sistema Bose garante ótima distribuição do áudio com muita potência e sem distorção.

O sensor de estacionamento traseiro e a câmera de marcha à ré ajudam bastante, pois o Captur tem a traseira muito alta, apesar da boa área envidraça. Existem linhas de posicionamento que dão algumas referências de aproximação, mas elas não esterçam com a direção para indicarem a trajetória do veículo.

A direção eletro-hidráulica é um pouco pesada em manobras, quando comparadas às elétricas, porém, melhor que as puramente hidráulicas. Já em estradas, seu peso é ideal e sua resposta ao esterço é direta.

Desempenho do SUV condiz com sua proposta familiar

O conjunto motor e câmbio garantem um desempenho honesto ao modelo, coerente com a proposta familiar do veículo. As marchas são trocadas com precisão e nos tempos corretos, quando em uma condução normal.

Para um uso mais esportivo, o câmbio precisa ser usado no modo manual visando alcançar rotações mais elevadas. Em baixas rotações, o silêncio a bordo prevalece. O atrito dos pneus e o funcionamento do motor quase não são ouvidos. O barulho do vento sobre a carroceria também é muito contido, mas, provavelmente, devido ao bom isolamento acústico, pois o modelo é alto e sofre com o arrasto aerodinâmico, algo percebido em sua retenção dinâmica ao circularmos a partir dos 100 km/h.

Nas acelerações acima das 3.000 rpm, o ruído do motor invade a cabine e ele se mostra limitado para um desempenho mais empolgante. Mesmo quando em modo manual, o câmbio utiliza algumas relações próximas à marcha pré-programada para compensar a falta de torque em determinadas rotações, por exemplo.

Outra curiosidade é o acerto que a montadora fez das relações das marchas manuais. A sexta e última marcha não tem a relação mais longa que este câmbio CVT pode alcançar. Engrenado nela, e aos 110 km/h, o motor trabalha às 2.250 rpm. Mantendo essa velocidade, e o mesmo curso no acelerador, ao retornar o câmbio para o modo automático, a rotação cai para às 1.750 rpm, isto é, 500 rpm de diferença.

Acreditamos que a Renault optou por relações mais curtas para deixar o modelo mais esperto em modo manual, mas o ideal seria programar o câmbio com 7 ou 8 marchas para um maior aproveitamento das relações possíveis, recurso que resultaria em economia de combustível em estradas com o sistema selecionado em manual.

Tanto o Duster quanto o Captur têm a altura em relação ao solo como uma de suas grandes virtudes. O Captur tem 212 mm de vão livre, 23 graus de ângulo de entrada e 31 graus de ângulo de saída. As medidas são generosas e garantem circular por nossas ruas mal conservadas sem tocar o fundo ou os para-choques em lombadas ou entradas de garagens.

Contudo, usando rodas de 17 polegadas e pneus 215/60 R17, o acerto das suspensões está mais voltado para a estabilidade do que para o conforto, não fazendo do modelo um prodígio na terra. Ele é muito estável em curvas sobre o asfalto, considerando sua altura. A carroceria pouco inclina e o conjunto reage equilibradamente no limite da aderência, escorregando de forma uniforme e sem tendência de sobre-esterço dianteiro ou traseiro.

Para essa performance, sua suspensão é rígida e não combina com buracos e valetas do fora de estrada. Havendo necessidade de circular em locais assim, a altura do solo não deixa o Captur tocar o fundo facilmente e a transposição do percurso pode ser feita em baixas velocidades para não sacrificar muito o conjunto.

Consumo – Em nosso teste padronizado de consumo, o Captur atingiu marcas esperadas para um SUV compacto com motor aspirado e capacidade cúbica intermediária. A altura do solo e os pneus largos são algumas características que também não ajudam na eficiência energética, mas são valorizadas pelos consumidores da categoria. É o preço que se paga.

Realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra a 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Somente o motorista, vidros fechados, faróis acesos, ar-condicionado regulado na refrigeração intermediária e a ventilação na segunda posição completam a padronização. Na volta mais lenta atingimos 12,5 km/l. Na mais rápida, 10,8 km/l, usando etanol no teste.

O nosso novo teste de consumo urbano é realizado em um circuito de 6,3 km no qual completamos 4 voltas, totalizando 25,2 km. Circulamos por 5,2 km em vias secundárias, velocidade máxima de 40 km/h, e por 20 km em vias primárias, velocidade máxima de 60 km/h. No total, realizamos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Entre o ponto mais baixo do circuito e o mais alto, existe uma variação de 152 metros em relação ao nível do mar, algo que simula uma topografia bem acidentada, como a de Belo Horizonte (MG).

Sem contar com o sistema stop/start, útil para economizar combustível nas paradas simuladas em semáforos, o motor 1.6 aspirado não pode ser tão econômico neste teste urbano severo. Seguindo os padrões complementares descritos acima, o Captur Bose atingiu uma média urbana de 6,9 km/l com etanol.

O Renault Captur Bose 1.6 CVT se mostrou um SUV urbano por excelência. Seu design está entre os mais atraentes da categoria e seu acerto dinâmico é muito bom para cidades e regular em rodovias. O consumidor que faz uso predominantemente em viagens, pode optar pela versão com motor 2.0, ou, se puder aguardar, esperar o novo motor 1.3 turbo que estreará no modelo até o fim deste ano ou no início do próximo.

Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Chevrolet Camaro passa por atualização do visual e incorpora novo pacote de conectividade

Da Redação

A Chevrolet prepara a chegada de mais um lote do Camaro. A novidade está na atualização do visual e do pacote de conectividade tanto do coupé quanto do conversível, oferecidos em versão única de acabamento SS, que é equipada com motor V8, transmissão automática sequencial de dez marchas e controle de largada.

O modelo ganha dianteira inspirada no conceito Camaro Shock, com a gravata agora reposicionada para a grade superior e a barra central do para-choque pintada na cor do veículo. O facelift foi necessário porque a frente do modelo 2019 não caiu nas graças do público em geral e foi bastante criticada (veja as fotos comparativas no fim da matéria).

O Camaro também passa a trazer Wi-Fi nativo, OnStar, myChevrolet app e MyLink com projeção sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. O veículo já era equipado com sistema de carregamento de smartphone por indução magnética.

O sistema Wi-Fi nativo da Chevrolet conta com antena amplificada e sinal até 12 vezes mais estável, proporcionando uma experiência em 4G por muito mais tempo.

O modelo traz a mais atual geração do OnStar. O sistema de telemática permite que sistemas eletrônicos do veículo sejam atualizados de forma remota, ou seja, sem a necessidade do comparecimento à oficina.

O OnStar oferece, ainda, diversos serviços conectados, entre eles os de auxílio em caso de emergências, o que inclui resposta automática em caso de acidente mais grave, auxílio na recuperação em caso de roubo e socorro mecânico do Road Service da Chevrolet.

O cliente do Camaro pode, a partir de então, comandar diversas funções do carro por meio do aplicativo myChevrolet app. Entre elas, acionar a ignição à distância para ir climatizando a cabine ou consultar informações do computador de bordo – nível do combustível, pressão dos pneus, consumo médio, indicador da vida útil do óleo, etc.

Dentre os equipamentos de segurança, conforto e conveniência, destaque para:

– Faróis dianteiros com LED e ajuste de altura automático;

Airbags frontais, laterais e de joelho para motorista e passageiro além de airbags de cortina para a versão coupé;

– Alerta de ponto cego com sensor de aproximação repentina;

Head-up Display;

– Bancos dianteiros com ajustes elétricos e sistema de aquecimento e refrigeração;

– Sistema de som Bose premium;

– Espelho retrovisor interno central com imagens da câmera de vídeo traseira;

– Alerta de tráfego cruzado traseiro;

– Teto solar (coupé);

– Capota rebatível com acionamento elétrico de abertura e fechamento também pela chave (conversível).

O Camaro é equipado com um motor 6.2 V8 de 461 cv de potência e 62,9 kgfm de torque. Já a transmissão é automática de dez marchas. A relação entre as trocas são curtas e permitem que o motor trabalhe em giro otimizado, possibilitando a sensação de retomadas mais vigorosas.

Outra vantagem são as trocas suaves e o ganho de eficiência energética em velocidades de cruzeiro, quando o motor V8 é capaz de desligar quatro cilindros para economizar combustível.

O motor V8 do Camaro traz sistema de injeção direta de combustível e comando de válvulas continuamente variável, que aumenta a oferta de torque e potência dentro da faixa de rotação do motor. 

O Camaro é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos, enquanto a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 290 km/h para o coupé e 250 km/h para o conversível.

O modelo Chevrolet também conta com a função de controle de largada, conhecido como launch control, própria para autódromos.

Outro destaque é o avançado sistema de vetorização do torque, que usa recursos do controle eletrônico de estabilidade para a máxima performance do carro em curvas, possibilitando que as rodas recebam quantidade distinta de torque, na medida exata para a otimização da tração.

As medidas são dos pneus são 245/40 ZR20 (D) e 275/35 ZR20 (T). Por serem do tipo Run Flat, podem rodar emergencialmente mesmo furados.

Importado dos Estados Unidos, o novo lote do Camaro chega em cinco opções de cores: vermelho Tinto, azul Egípcio, laranja Imperial, branco Summit e preto Global.

A General Motors não disponibilizou fotos do interior do Camaro, bem como os preços das duas opções de carroceria.

Chevrolet Camaro SS – 2020

Chevrolet Camaro SS – 2019

Fotos: General Motors do Brasil (GMB) / Divulgação

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