Chevrolet Onix é, novamente, o veículo mais vendido do Brasil. Volkswagen T-Cross assume a liderança entre os utilitários

José Oswaldo Costa

Com a chegada do fim do ano, é o momento de fazermos um balanço das vendas de veículos em 2020. Um ano complicado, assim como foi para todos os setores da economia, para a indústria automobilística em virtude do coronavírus.

Para a comparação com o ano de 2019, desta vez optamos por apresentar os números frios das unidades vendidas e, não somente, o percentual. Essa opção facilita, muito, a melhor compreensão do impacto da pandemia nas vendas de veículos novos.

É importante salientar que estes números são fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Para o fechamento mensal e, neste caso, também anual, a entidade bloqueia o acesso ao seu site, tornando os números indisponíveis para consultas durante um ou dois dias.

Dessa forma, optamos por verificar os números fornecidos até ontem (30 de dezembro) para fornecermos, o quanto antes, essa informação tão importante para o setor e para a economia. 

Conforme vocês, leitores, poderão observar, um dia a mais de vendas (31 de dezembro) não impactará diretamente nas posições finais do ranking.

Mesmo assim, ficaremos atentos aos números fechados pela Fenabrave, oficialmente, para 2020 e atualizaremos este texto assim que forem divulgados.

Apresentamos, abaixo, o ranking Geral das vendas de automóveis em 2020:

1º) Chevrolet Onix – 134.215 unidades / cerca de 11.184 unidades/mês

2º) Hyundai HB20 – 85.992 unidades / cerca de 7.166 unidades/mês

3º) Chevrolet Onix Plus – 82.665 unidades / cerca de 6.888 unidades/mês

4º) Volkswagen Gol – 70.790 unidades / cerca de 5.899 unidades/mês

5º) Ford Ka – 67.082 unidades / cerca de 5.590 unidades/mês

6º) Fiat Argo – 65.648 unidades / 5.470 unidades/mês

7º) Volkswagen T-Cross – 59.802 unidades / 4.983 unidades/mês

8º) Jeep Renegade – 56.511 unidades / cerca de 4.709 unidades/mês

9º) Jeep Compass – 52.552 unidades / cerca de 4.379 unidades/mês

10º) Renault Kwid – 49.086 unidades / cerca de 4.090 unidades/mês

11º) Chevrolet Tracker – 48.972 unidades / cerca de 4.081unidades/mês

12º) Hyundai Creta – 47.406 unidades / cerca de 3.950 unidades/mês

13º) Fiat Mobi – 46.407 unidades / cerca de 3.867 unidades/mês

14º) Volkswagen Polo – 41.596 unidades / cerca de 3.466 unidades/mês

15º) Toyota Corolla – 40.860 unidades / cerca de 3.405 unidades/mês

Abaixo, listaremos o ranking Geral de 2019 (dos 10 primeiros colocados) para que, como informamos anteriormente, a comparação com 2020 possa ser feita de forma mais clara:

1º) Chevrolet Onix – 241.214 unidades / cerca de 20.101 unidades/mês

2º) Ford Ka – 104.331 unidades / cerca de 8.694 unidades/mês

3º) Hyundai HB20 – 101.590 unidades / cerca de 8.465 unidades/mês

4º) Renault Kwid – 85.117 unidades / cerca de 7.093 unidades/mês

5º) Volkswagen Gol – 81.285 unidades / cerca de 6.773 unidades/mês

6º) Fiat Argo – 79.001 unidades / cerca de 6.583 unidades/mês

7º) Chevrolet Prisma – 73.721 unidades / cerca de 6.143 unidades/mês

8º) Volkswagen Polo – 72.057 unidades / cerca de 6.004 unidades/mês

9º) Jeep Renegade – 68.726 unidades / cerca de 5.727 unidades/mês

10º) Jeep Compass – 60.362 unidades / cerca de 5.030 unidades/mês

Os 10 primeiros colocados do ranking, em 2020, venderam, juntos, 724.343 unidades. Já os 10 primeiros de 2019, mostrados acima, emplacaram 967.404 unidades somadas. Ou seja, a queda nas vendas somadas dos 10 primeiros colocados do ranking geral foi de 243.061 unidades (- 25,12%).

Agora listaremos o ranking de vendas dos Utilitários Esportivos (SUVs), segmento com maior crescimento no Brasil, mais vendidos em 2020:

1º) Volkswagen T-Cross – 59.802 unidades / cerca de 4.983 unidades/mês

2º) Jeep Renegade – 56.511 unidades / cerca de 4.709 unidades/mês

3º) Jeep Compass – 52.552 unidades / cerca de 4.379 unidades/mês

4º) Chevrolet Tracker – 48.972 unidades / cerca de 4.081unidades/mês

5º) Hyundai Creta – 47.406 unidades / cerca de 3.950 unidades/mês

6º) Nissan Kicks – 36.248 unidades / cerca de 3.020 unidades/mês

7º) Honda HR-V – 32.313 unidades / cerca de 2.692 unidades/mês

8º) Ford EcoSport – 23.853 unidades / cerca de 1.987 unidades/mês

9º) Renault Duster – 19.345 unidades / cerca de 1.612 unidades/mês

10º) *Volkswagen Nivus – 16.017 unidades / cerca de 2.288 unidades/mês

11º) Renault Captur – 10.793 unidades / cerca de 899 unidades/mês

12º) Honda WR-V – 10.550 unidades / cerca de 879 unidades/mês

13º) Citroën C4 Cactus – 9.506 unidades / cerca de 792 unidades/mês

14º) Toyota SW4 – 9.067 unidades / cerca de 755 unidades/mês

15º) Caoa Chery Tiggo 5X – 8.631 unidades / cerca de 719 unidades/mês

*As vendas do VW Nivus começaram a ser contabilizadas em junho de 2020.

Assim como fizemos com o ranking Geral, também publicaremos o ranking de 2019 dos SUVs (dos 10 primeiros colocados) para facilitar a compreensão do impacto da pandemia no mercado:

1º) Jeep Renegade – 68.726 unidades / cerca de 5.727 unidades/mês

2º) Jeep Compass – 60.362 unidades / cerca de 5.030 unidades/mês

3º) Hyundai Creta – 57.460 unidades / cerca de 4.788 unidades/mês

4º) Nissan Kicks – 56.062 unidades / cerca de 4.671 unidades/mês

5º) Honda HR-V – 49.488 unidades / cerca de 4.124 unidades/mês

6º) *Volkswagen T-Cross – 37.081 unidades / cerca de 3.371 unidades/mês

7º) Ford EcoSport – 34.206 unidades / cerca de 2.850 unidades/mês

8º) Renault Captur – 28.660 unidades / cerca de 2.388 unidades/mês

9º) Renault Duster – 26.090 unidades / cerca de 2.174 unidades/mês

10º) Citroën C4 Cactus – 16.438 unidades / cerca de 1.369 unidades/mês

*As vendas do VW T-Cross começaram a ser contabilizadas em fevereiro de 2019.    

No segmento de utilitários esportivos, a soma dos emplacamentos dos 10 primeiros colocados do ranking, em 2020, foi de 393.019 unidades. Em 2019, esta soma representou 434.573 unidades.

Houve, assim, uma queda nas vendas de SUVs de 41.554 unidades comparando 2019 com 2020 (- 9,56%).

Por fim, mas não menos importante, o ranking dos Comerciais Leves mais vendidos no País em 2020:

1º) Fiat Strada – 79.522 unidades

2º) Fiat Toro – 53.634 unidades

3º) Toyota Hilux – 32.147 unidades

4º) Volkswagen Saveiro – 30.791 unidades

5º) Chevrolet S10 – 26.431 unidades

6º) Ford Ranger – 19.668 unidades

7º) Fiat Fiorino – 17.796 unidades

8º) Volkswagen Amarok – 10.588 unidades

9º) Mitsubishi L200 – 9.432 unidades

10º) Nissan Frontier – 8.013 unidades

Abaixo, o ranking do segmento, em 2019, para fins de comparação:

1º) Fiat Strada – 76.223 unidades

2º) Fiat Toro – 65.566 unidades

3º) Volkswagen Saveiro – 42.270 unidades

4º) Toyota Hilux – 40.419 unidades

5º) Chevrolet S10 – 32.161 unidades

6º) Ford Ranger – 22.218 unidades

7º) Volkswagen Amarok – 18.911 unidades

8º) Fiat Fiorino – 17.342 unidades

9º) Renault Oroch – 13.363 unidades

10º) Chevrolet Montana – 12.524 unidades

Em 2019, a soma das vendas dos 10 primeiros colocados no ranking de Comerciais Leves foi de 340.997 unidades. Já em 2020, esta soma foi de 288.022 unidades. Houve uma queda nos emplacamentos de 52.975 unidades (- 15,53%).

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Ford revela mais detalhes sobre o Mustang Mach-E GT

Da Redação

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A Ford revelou mais detalhes do Mustang Mach-E nas versões GT e GT Performance Edition, topo de linha do SUV elétrico, que chegam ao mercado norte-americano no segundo semestre de 2021.

Com potência de 486 cav e torque de 87,6 kgfm, o Mustang Mach-E GT Performance Edition vai acelerar de 0-100 km/h na casa de 3,5 segundos, informou a fabricante.

Além de extrair mais força da bateria, com autonomia estimada de 378 km pelo padrão EPA, ele terá recursos para melhorar a aderência e a dirigibilidade.

“Já ultrapassamos os limites ao criar um veículo elétrico com o emblema do Mustang, então é natural que levemos o seu desempenho ainda mais longe”, disse Darren Palmer, diretor global de veículos elétricos a bateria da Ford.

“O Mustang Mach-E GT Performance Edition oferece o desempenho extra que se espera do nome GT, acentuado pela emoção e arranque de um trem de força totalmente elétrico.”, completou.

Mustang-Mach-E-GT-Performance-Edition-01Fotos: Ford / Divulgação

Junto com o poder de arranque, o Mustang Mach-E GT Performance Edition terá componentes mais esportivos, incluindo freios dianteiros de 19 polegadas com pinças Brembo pintadas de vermelho, rodas usinadas de 20 polegadas com acabamento preto Ebony combinadas com pneus Pirelli 245/45R20 e amortecedores MagneRide.

Os bancos dianteiros, da Ford Performance, são esculpidos em material Performance Grey ActiveX, com costuras metálicas e insertos refletivos perfurados exclusivos da Miko.

O painel de instrumentos tem um exclusivo aplique de alumínio e a traseira vem com o emblema GT Performance Edition.

Tanto o Mustang Mach-E GT como o Mustang Mach-E GT Performance Edition estarão disponíveis em cores exclusivas, incluindo as metálicas tri-coat laranja Cyber e branco Star, as metálicas cinza Dark Matter, vermelho Rapid, azul Grabber, prata Iconic, branco Space e preto Shadow.

Os clientes que já reservaram o Mustang Mach-E GT poderão optar pelo pacote Performance Edition na confirmação do pedido, próximo do lançamento.

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Honda convoca recall do Accord

Da Redação

A Honda Automóveis do Brasil informou, hoje, a convocação dos proprietários dos automóveis Accord, relacionados no fim da matéria, para comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para realizar a atualização do software do módulo de controle da carroceria (BCM, em inglês Body Control Module).

Algumas unidades podem apresentar falha no módulo de controle da carroceria, que ocasiona problemas de funcionamento de indicadores no painel de instrumentos.

As falhas podem afetar a luz indicadora de farol alto, indicadores de direção (setas), o travamento das portas pelo controle remoto, lavadores dos limpadores de para-brisas e a câmera de ré.

Os problemas relacionados podem ocasionar infrações às legislações de trânsito vigentes. A campanha de recall envolve 251 unidades e o atendimento terá início em 4 de janeiro de 2021.

A atualização do software do módulo de controle da carroceria será realizada, de forma gratuita, em uma concessionária Honda.

A consulta à necessidade do reparo deve ser feita no link www.honda.com.br/recall. O agendamento pode ser efetuado pelo mesmo endereço eletrônico ou pela central de atendimento: 0800 701 3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h e sábado, das 09h às 14h – horário de Brasília).

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Audi Q3 ganha edição especial

Da Redação

Audi Q3 Black S lineFoto: Audi / Divulgação

A nova geração do Audi Q3 foi lançada no mercado brasileiro em fevereiro de 2020 e já emplacou mais de 2 mil unidades, de acordo com a fabricante.

O SUV se tornou o modelo da Audi mais vendido no Brasil. Para celebrar esta conquista, a marca das quatro argolas lançará uma edição especial do veículo, limitada a 100 unidades, que estará disponível em janeiro de 2021.

Batizada de Black S line, a versão especial conta com o novo kit S line, composto pelo parachoque dianteiro e traseiro com entradas de ar maiores e novo spoiler lateral inferior, ambos com pintura na cor do veículo.

No interior, o modelo ganha a inclusão do multimídia MMI Touch com sistema de navegação, onde é possível visualizar os mapas no Virtual Cockpit, e acabamento em Black Piano dando o toque final aos detalhes premium do modelo.

A nova versão Black S line pode ser adquirida em três cores: azul Turbo, azul Navarra e cinza Daytona. A edição limitada estará disponível nas concessionárias Audi Center do Brasil por R$ 255,99 mil.

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Atualizados, Audi RS 4 Avant e RS 5 Sportback já estão no Brasil

Da Redação

A Audi do Brasil lançou, no mercado nacional, as atualizações dos modelos RS 4 Avant e RS 5 Sportback. Ambos ganharam conjunto ótico com faróis LED Matrix de série e novo sistema MMI Touch, além de serem equipados com o motor V6 biturbo de 450 cv de potência.

Eles fazem parte dos nove veículos esportivos confirmados pela marca das quatro argolas para o mercado brasileiro em meados de 2020, em conjunto com RS 6, RS 7, RS Q3, RS Q3 Sportback, RS Q8, TT RS e R8.

Os modelos encomendados em período de pré-venda começaram a ser entregues aos clientes em todo o País.

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Para Johannes Roscheck, CEO e presidente da Audi do Brasil, “2020 ficará registrado como o ano em que fizemos a maior renovação de veículos esportivos da nossa história de 26 anos no País. E fizemos isso de uma forma totalmente inovadora e exclusiva, com a possibilidade de personalização de diversos itens antes da produção. É um formato que agradou os clientes e que certamente vamos continuar”.

O novo motor 2.9 TFSI biturbo V6 foi construído sobre o 2.7 V6 do primeiro RS 4 Avant, de 1999, e é utilizado nos novos modelos esportivos da marca – RS 4 Avant e RS 5 Sportback.

Naquela época, o propulsor tinha uma potência de 380 cv, mas o desenvolvimento e as evoluções elevaram esse número para 450 cv de potência. Isso permite que os RS 4 Avant e RS 5 Sportback acelerem de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e 3,9 segundo, respectivamente. O motor pesa apenas 182 kg, 31 kg a menos do que o motor V8 no modelo anterior de 2012.

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A potência do 2.9 TFSI flui para o sistema de tração integral quattro por meio do câmbio esportivo Tiptronic de oito (8) velocidades. Na direção normal, o sistema fornece mais potência ao eixo traseiro. Seu diferencial central puramente mecânico direciona 60% do torque para o eixo traseiro e 40% para o dianteiro.

Se ocorrer a necessidade de prioridade em um eixo, a maior parte da potência é rapidamente redirecionada para o outro eixo – até 70% para a frente ou até 85% para o eixo traseiro.

Esta atividade permite uma distribuição de torque claramente definida e uma interação altamente precisa com os sistemas de controle do ESC e o controle de torque seletivo da roda.

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O condutor pode criar, também, a sua experiência de condução pessoal através do sistema Audi Drive Select, que influencia o gerenciamento do motor e da transmissão, suspensão, direção dinâmica, o diferencial esportivo quattro, o som do motor e as características do ar condicionado automático.

Existem quatro perfis disponíveis: Conforto, Automático, Dinâmico e Personalizável (este último permite pré-definir dois modos de direção).

Os modelos RS 4 Avant e RS 5 Sportback ganharam novo visual. Ambos possuem grade Singleframe mais larga e plana e novo conjunto ótico com faróis LED Matrix de série – o RS 5 possui, inclusive, a tecnologia Audi Laser Light. Chamam a atenção, também, os detalhes em preto na frente do capô e nas laterais dos faróis.

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No novo RS 4, além do design característico de uma stationwagon Audi, o spoiler traseiro, grade do difusor e as ponteiras de escape conferem ao veículo um acabamento distinto.

O compartimento de bagagem tem capacidade para 505 litros, que aumenta para 1.495 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Já o design exterior do RS 5 Sportback é reconhecível à primeira vista, com as aberturas de ventilação acima da grade que lembram o Audi Sport quattro clássico, de 1984. Os arcos das rodas 15 mm mais largos dão ao RS 5 uma aparência impressionante. Ele ganhou novos desenhos nas soleiras laterais e na inserção do difusor na extremidade traseira, que engloba os dois grandes tubos de escape.

No interior, ambos trazem o novo conceito operacional do MMI Touch de 10,1 polegadas. O grande display independente  é ligeiramente inclinado para o motorista. O sistema de infotainment fornece ao condutor informações sobre a temperatura do sistema motriz, aceleração longitudinal e lateral e do diferencial esportivo quattro.

No novo Audi Virtual Cockpit Plus, com tela de 12,3 polegadas, o motorista pode escolher entre várias telas – uma delas é o design de desempenho específico do RS, que exibe a escala de velocidade de rotação como um tipo de ângulo que inclui uma tela mais limpa.

Quando o motorista usa o botão do volante do modo RS para selecionar um dos dois novos modos individuais, o design de desempenho específico exibe os valores máximos de aceleração G, por exemplo. O Head-Up Display, de série, também oferece gráficos RS exclusivos.

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Nos dois esportivos ainda há acabamento interno em black piano, ar-condicionado de três zonas, bancos dianteiros esportivos, itens do interior em couro Alcântara (volante com base aplanada, console central e alavanca de câmbio), rodas de liga leve de 20 polegadas, controle de cruzeiro adaptativo com aviso de saída de faixa, sistema de interface para smartphones, Audi Phone Box Light (que carrega o celular por indução) e sistema de som Bang & Olufsen.

Como opcionais, para ambos, é possível escolher freios de cerâmica nas cores vermelho, cinza antracite ou azul, além de Pacote Exterior Preto (longarinas do teto, logotipo Audi Rings, frisos decorativos, capa do retrovisor e detalhes da roda). Para o RS 5 há, também, a opção de rodas de liga leve de 20 polegadas de bronze.

Os modelos serão comercializados em versão única e estão disponíveis para venda nas concessionárias com possibilidade de configuração personalizada antes da produção.

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O RS 4 Avant é comercializado por R$ 585,99 mil enquanto, o RS 5 Sportback, é vendido por R$ 605,99 mil, ambos na modalidade venda direta.

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Audi RS 5 (20)Fotos: Rafael Gagliano / Audi / Divulgação

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Fiat Strada foi completamente reformulada

Intenção da montadora foi transformar a picape em uma “mini Toro”, seu grande sucesso no segmento

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/12/2020)

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Em time que está vencendo não se mexe. Essa máxima do futebol não se aplica ao mercado automotivo. A Fiat Strada é um ótimo exemplo disso. Ela foi a picape mais vendida nos últimos 20 anos e passou por diversas evoluções para conquistar este título tantas vezes seguidas.

Nascida em 1998, picape do Palio e com cabine simples, a Strada foi pioneira em todas as variações de carrocerias existentes em modelos compactos: cabine estendida, cabine dupla com duas portas, cabine dupla com três portas e cabine dupla com quatro portas, só para citar as inovações mais relevantes.

DC Auto recebeu para avaliação a nova Fiat Strada na versão de entrada e com cabine dupla, a Endurance 1.4 Flex. Lançada no final de junho por R$ 69,49 mil, a versão figurava no site da montadora por R$ 75,99 mil até recentemente. Isto porque, neste momento de virada de ano, o preço encontra-se como “não disponível no momento”.

Mas este preço só se aplica à pintura preta sólida. A branca e a vermelha, também sólidas, custam cerca R$ 990,00 e, as metálicas prata e cinza, caros R$ 2,30 mil.

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Seus principais equipamentos de série são: ar-condicionado, direção hidráulica, volante com regulagem em altura e computador de bordo, airbags frontais e laterais, freios ABS com EBD, gancho para fixação cadeira infantil (Isofix) e controles de estabilidade e de tração. Também figuram em todas as versões da nova Strada os ganchos para amarração de carga, protetor de caçamba, grade de proteção do vidro traseiro e porta-escada.

Porém, alguns equipamentos nem são oferecidos na versão Endurance, como rodas em liga leve e retrovisores com comandos elétricos. Ela vem com rodas em aço estampado e as calotas, acredite, são opcionais!

Outros equipamentos pagos a parte são: sistema básico de som ou multimídia completo, capota marítima, alarme, travas e vidros elétricos, brake light, fechadura elétrica na caçamba, comando interno da tampa do combustível e ajuste de altura do banco do motorista.

Além da pintura metálica, a unidade avaliada estava equipada com as calotas e os dois pacotes opcionais mais caros. Ainda sem contar com a capota marítima, essa configuração eleva seu preço para cerca de R$ 84,43 mil (lembrando da indisponibilidade dos preços no site da fabricante neste momento).

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Motor e Câmbio – Com cabine dupla ou simples, a versão Endurance vem equipada com o mesmo motor 1.4 Fire Evo bicombustível usado na primeira geração da picape. Ele tem 4 cilindros em linha e 2 válvulas por cilindro com variação na abertura em um comando simples tracionado por correia dentada.

A injeção é indireta multiponto e sua taxa de compressão é 12.35/1. Ele desenvolve torque máximo de 12,5/12,4 kgmf às 3.500 rpm e a potência atinge 88/85 cv às 5.750 rpm com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é manual de cinco (5) velocidades e usa embreagem monodisco a seco com acionamento por meio de atuadores hidráulicos.

Design – Nessa nova Strada, a Fiat usou partes de mais de um modelo. Portas e vidros dianteiros, coluna “A”, teto e para-brisa vieram do Mobi. Estrutura frontal e mecânica mesclam peças do Mobi e do Argo. Na traseira, parte da arquitetura e da suspensão vieram do furgão Fiorino.

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Mas, ao contrário da primeira geração, todas as versões da nova picape são iguais entre si e totalmente diferentes dos seus modelos doadores. A intenção clara da Fiat foi transformar a Strada em uma mini Toro, seu grande sucesso no segmento de picapes intermediárias. Para tal, o design externo e interno são exclusivos, mesmo utilizando componentes de outros carros da marca.

Endurance, Freedom e Volcano são as versões de entrada, intermediária e de topo da gama. Elas se diferem em alguns detalhes. Externamente, a Endurance não tem pintura nos para-choques, maçanetas e retrovisores e não conta com farol de neblina e nem rodas em liga leve.

Além da pintura nessas peças, a Freedom recebe luz de direção nos retrovisores e os dois equipamentos ausentes na Endurance. Faróis em LED, rodas diamantadas e rack integrado são as exclusividades da Volcano que mais a destacam.

Interior – Internamente, as diferenças são bem menores. Todas as versões têm as mesmas peças e se diferenciam apenas pelo acabamento das maçanetas e pelo material de revestimento dos bancos e do volante.

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Mesmo abundante de equipamentos de diversos modelos da marca, o design interno é original. Todas as partes plásticas foram redesenhadas: painéis, console, revestimentos das colunas e do teto. Nenhuma delas é macia ao toque ou têm áreas acolchoadas.

Também não há grande variedade de texturas ou cores, mas as peças estão bem encaixadas e sem rebarbas. Simplicidade comum em veículos de trabalho.

Compacta, a Strada oferece espaço sem sobras para quatro adultos. Um quinto passageiro fica apertado. Os comandos estão todos à mão e os encostos de braço das portas corretamente posicionados. Sua ergonomia é acertada, mas faltam comandos elétricos dos espelhos retrovisores (nessa versão) e regulagem de profundidade do volante (em todas as versões).

Existe uma boa quantidade de nichos para celulares, copos e outros objetos, melhor que no Argo, por exemplo. Os bancos dianteiros são novos e muito eficientes. A espuma rígida dá boa sustentação e as laterais ressaltadas seguram muito bem os passageiros em curvas.

O banco traseiro tem encosto muito vertical, ângulo um pouco desconfortável. Tanto essa posição do encosto, como o limitado espaço para as pernas, visam liberar maior área na caçamba, prioridade em uma picape. Em compensação, as portas traseiras abrem quase 80 graus, facilitando o acesso dos passageiros.

O volume de carga da Strada cabine dupla subiu de 650 para 844 litros na comparação com a antiga geração, espaço conquistado com laterais mais altas e o deslocamento do estepe para debaixo da caçamba.

A capacidade de carga se manteve em 650 kg de peso. Sua tampa ganhou assistência de mola por torção e ficou muito leve para abrir e fechar. Ela foi reestruturada e passou suportar até 400 kg quando aberta. Quando fechada, ela impede acesso ao sistema de liberação do estepe, impossibilitando o roubo do mesmo.

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Seu tanque de combustíveis comporta 55 litros, 3 litros a menos que na sua antecessora. Porém, todas as outras medidas cresceram: 4,47 metros de comprimento, 2,73 metros de distância entre-eixos, 1,73 metro de largura, 1,59 metro de altura e 212 mm de vão livre do solo. Seus ângulos de ataque (23,7°) e saída (26,5°) são muito bons.

Tecnologias – A central multimídia não é das maiores, mas mantém os botões físicos, arquitetura ideal. Ela é rápida em processamento, tem boa definição de tela e sensibilidade ao toque. A possibilidade de espelhamento sem cabo por meio dos sistemas Android Auto e Apple CarPlay é o seu grande destaque.

O sistema de ar-condicionado analógico é eficiente e de fácil operação. Os botões de controle de áudio, telefone e computador de bordo existentes no volante são completos. O número de funções deste computador de bordo também é abrangente, mas o acesso às suas páginas não é tão direto, dificultando o uso em movimentos.

Conjunto mecânico desta versão é mais indicado para o trabalho, seja no campo ou na cidade

A direção hidráulica é pesada em manobras de estacionamento, se compararmos às elétricas. Em médias e altas velocidades o peso é adequado. A embreagem tem peso normal, mas a assistência hidráulica poderia ser maior para torná-la mais leve. O câmbio tem encaixes precisos, mas o curso da alavanca ainda é longo e os batentes são um pouco “muxibentos”.

A relação das marchas deste câmbio não é das mais longas. Aos 110 km/h, engrenado na quinta marcha, o motor já está girando às 3.450 rpm. Essa característica favorece o propulsor que tem torque máximo nessa faixa de giro, mas torna o deslocamento em estradas um pouco ruidoso, pois o isolamento acústico não bloqueia todo o seu barulho na cabine.

Mesmo veterano, o motor 1.4 Fire Evo dá conta de deslocar a Strada cabine dupla com agilidade, mas sem brilhantismo, o suficiente para os serviços mais comuns na cidade ou no campo. Em subidas, ou carregada, a picape com este conjunto motriz exige paciência e maior elevação da rotação do motor em cada marcha para cumprir o trabalho.

As suspensões são elogiáveis, como na maioria dos modelos da Fiat. No caso, elas são preparadas para o trabalho e ficam muito rígidas quando a picape está vazia. Mesmo assim, entregam relativo conforto, sem oscilações exageradas.

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Na traseira, mantendo o diferencial que já destacava a outra geração, existem molas parabólicas no lugar das helicoidais e um eixo em forma de ômega que permitem maior peso de carga e melhor transposição em estradas com pisos irregulares, respectivamente.

Por fim, o recurso TC+ é uma programação do controle de tração que identifica uma roda sem aderência e aciona o seu freio para transferir o torque para a roda com tração. Substituto do antigo Locker, opcional na Strada Adventure de primeira geração, o TC+ equipa, de série, todas as versões da nova Strada.

Consumo – Em nossos testes de consumo padronizado, contamos com a colaboração do canal Carro Esporte Clube que nos cedeu a versão Volcano e, assim, também pudemos avaliar a nova Strada cabine dupla com o motor mais moderno, o 1.3 Firefly de três cilindros.

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Realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e, a outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Somente o motorista, vidros fechados, faróis acesos e ar-condicionado regulado na refrigeração intermediária e a ventilação na segunda posição completam a padronização.

Na volta mais lenta, as versões Endurance e Volcano empataram em 13,1 km/l. Na mais rápida, a Volcano foi um pouco mais econômica, 11,3 km/l contra 11,1 km/l da Endurance, sempre usando etanol. Vale uma observação: nos testes em rodovias, a aerodinâmica é fundamental. Se a versão Endurance tivesse capota marítima, suas médias seriam um pouco melhores.

No teste de consumo urbano, realizado em um circuito de 6,3 km no qual completamos 4 voltas, totalizando 25,2 km, circulamos por 5,2 km em vias secundárias, velocidade máxima de 40km/h e por 20 km em vias primárias, velocidade máxima de 60 km/h.

No total, realizamos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Entre o ponto mais baixo do circuito e o mais alto, existe uma variação de 152 metros em relação ao nível do mar, algo que simula uma topografia bem acidentada, como a de Belo Horizonte (MG).

Seguindo os padrões complementares descritos acima, também com etanol no tanque, a versão Volcano foi mais econômica, registrando 7,5 km/l contra 7,1 km/l da versão Endurance. Essa diferença mostra que motores com maior torque em baixas rotações são mais econômicos em cidades, principalmente naquelas com topografias mais acidentadas.

A nova Strada Endurance cabine dupla só faz sentido se usada para o trabalho, adquirida sem opcionais e com desconto para frotista. Quem quer a picape para o lazer deve optar pelas duas outras versões, mais equipadas e um pouco mais caras.

A melhor é a Volcano, variante que traz de série todos os melhores equipamentos existentes para o modelo e custa cerca R$ 82,29 mil, valor menor que da unidade Endurance repleta de opcionais que avaliamos.

IMG_0735Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Kawasaki apresenta a linha 2021 da KX 250X

Da Redação

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A Kawasaki anunciou a chegada da KX 250X, ano 2021, ao mercado brasileiro.

Por ser baseada em sua versão homônima de MX, a KX 250, a motocicleta recebeu ajustes importantes para transpor com trechos de pedras, cruzar rios, encarar morros íngremes, trilhas fechadas e até alguns saltos, como os encontrados em provas de Rally, Enduro e Cross Country.

Uma das mudanças mais significativas para quem pratica off road e se diverte nos fins de semana por trilhas de todo o País é a adoção de roda traseira aro 18 polegadas, de fábrica, comportando pneus de perfil mais alto, ideais para terrenos de pouca aderência e que exigem calibragem mais baixa.

Além disso, partida elétrica, descanso lateral, suspensões mais macias e relação final diferenciada completam o pacote de ajustes.

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A motocicleta conta com chassi rígido e balanceado na medida certa para proporcionar uma tocada suave, mesmo nos trechos mais difíceis. Ele é esguio e leve nas mudanças de direção, mais estreito na parte de cima, próxima do assento e ligeiramente mais largo na parte de baixo, oferecendo melhor apoio para o piloto que conta, ainda, com carenagem minimalista e tanque na mesma linha do assento, oferecendo mais espaço de movimentação ao piloto sobre a moto.

A KX 250X compartilha o novo chassi e balança derivados do modelo KX 450 e utilizados na KX 250 de MotoCross, que contam com a leveza e a resistência do alumínio composto por partes forjadas, extrudadas e fundidas de forma a oferecer precisão nas manobras, mais tração e ótima leitura do terreno em conjunto com as suspensões.

Suspensões estas que foram otimizadas e estão mais macias quando comparada a versão de motocross. Na dianteira uma KYB invertida com funcionamento a mola e óleo, canelas de 48 mm de diâmetro e 314 mm de curso, tendo ainda 23 opções de ajuste de compressão e 20 de retorno.

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A superfície dos tubos recebeu tratamento especial da Kashima Coat, para melhor fluidez no acionamento e resistência a abrasão. Na traseira, amortecedor com 316 mm de curso acoplado à balança no sistema Uni Trak, que permite montagem da suspensão em uma posição mais baixa, ampliando o curso e também a precisão do conjunto, melhorando a absorção de impactos enquanto oferece controle mais apurado na pilotagem.

Para um acerto minucioso dos pilotos, controle duplo de compressão, onde é possível fazer ajustes separados para alta e baixa velocidade (2.25 de alta e 21 de baixa), 38 de retorno e ajuste de pré carga.

A ergonomia ajustável da moto permite adequar a KX 250X para diferentes pilotos com variados tipos físicos e estilos de pilotagem. É possível escolher a posição do guidão Renthal que acompanha o modelo entre quatro opções, para melhor adequação do Ergo-Fit: 25 mm para frente, 15 mm para frente, standard ou 10 mm para trás.

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Os pedais de apoio também podem ser ajustados, oferecendo duas posições: standard e 5 mm mais baixa.

Com a adoção da embreagem hidráulica, como na KX 450, os pilotos podem usufruir da leveza no acionamento do manete e da precisão nas trocas de marcha que rendem segundos valiosos na pista. Além disso, reduzem a fadiga nos braços e o cansaço das constantes trocas de marcha em trechos mais travados.

Por utilizar molas cônicas, o acionamento é muito leve, facilitando inclusive o controle em “meia embreagem”. Os discos de fricção ficam ligeiramente deslocados para uma separação mais limpa, evitando o arrasto e aumentando a precisão ao acionar o manete.

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Devidamente ajustado para oferecer o melhor desempenho também no Cross Country, o motor é o mesmo utilizado na irmã voltada para as pistas de motocross, o propulsor de 249 cc que utiliza injeção eletrônica dupla, Keihin e entrega desempenho em uma ampla faixa de rotações.

Mais potente e com mais rpm’s, o motor recebeu ajustes finos que extraíram aproximadamente 1,4cv de força extra e elevaram as rotações a 14.500 rpm para oferecer desempenho máximo ao torcer a manopla. As mudanças trouxeram melhora significativa em baixas e médias rotações, enquanto em altos giros a moto ganha mais força e explosão.

Baseada em tecnologia criada nas pistas do Mundial de Superbike, o sistema de acionamento de válvulas Kawasaki despeja performance nas câmaras e deixa a agressividade na pilotagem por conta do piloto.

A KX 250 foi a primeira moto de produção a oferecer injeção eletrônica dupla (2012), onde um dos bicos fica encarregado de realizar entregas suaves e respostas instantâneas enquanto o outro serve para gerar força bruta.

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O modelo vem equipado com o controle de largada KLCM (Kawasaki Launch Control Mode) que ajusta, ao toque de um botão, o mapa de potência, priorizando a tração em pisos de baixa aderência.

Além deste mapa, exclusivo do sistema de largada, existem outras três opções de ajuste para os pilotos escolherem de acordo com sua leitura de pista. O DFI é um conjunto de plugues que podem ser substituídos facilmente, sem auxilio de ferramentas, e serve para ajustar a injeção eletrônica da motocicleta.

O preto (hard), que sai de fábrica com a KX 250X e tem comportamento suave, entregando potência enquanto prioriza aderência em terrenos de solo compactado, o verde (standard da versão MX) e o branco (soft) que oferece um mapa mais agressivo, ideal para terrenos lamacentos ou com terra muito fofa.

A moto pode ser ligada ao aperto de um botão, muito útil em trechos íngremes ou escorregadios. E para trazer a comodidade da partida elétrica foi preciso adicionar uma bateria Li-ion, mais leve e compacta que as convencionais, além de um dispositivo de descompressão automática na câmara de exaustão para facilitar as partidas.

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A KX 250X já vem com protetor de motor na parte de baixo, capa protetora na bomba d’água e protetor de disco traseiro. Além disso, traz descanso lateral, que permite parar a moto em qualquer lugar para uma pequena pausa no caminho ou deixá-la estacionada até a próxima trilha.

Ela é equipada com disco dianteiro de 270 mm com pinça de pistão duplo e, na traseira, disco único de 240 mm e pinça de pistão simples. Também apresenta toda a aderência e conforto dos pneus Pirelli Scorpion MX Extra X sendo: na dianteira, 80 x 100 x 21 (51M) e, na traseira, 110 x 100 x 18 (64M), envolvendo aros com medidas 21 polegadas e 18 polegadas, respectivamente, ideais para a prática da modalidade, diferente da versão MX que utiliza aros 21 x 19.

A transmissão recebeu coroa com um dente a mais que a versão de pista e está configurada em 51D/13D melhorando, com isso, a tração e o controle em trilhas e estradões, oferecendo mais elasticidade no uso, aproveitando melhor as faixas de torque do motor.

Disponível na cor Lime Green ao preço de R$ 48,99 mil + frete, a Kawasaki KX 250X estará nas concessionárias da marca a partir de 2021.

2021 KX 250X acao (4)Fotos: Kawasaki / Divulgação

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Com 400 cv, Audi TT RS chega por R$ 442,99 mil

Da Redação

A Audi anunciou a chegada, ao Brasil, do Audi TT RS. Ao unir as siglas de Renn Sport, o novo Audi TT RS eleva o caráter esportivo. Com visual mais agressivo, o modelo já começou a ser entregue aos primeiros clientes em dezembro e pode ser encontrado nas concessionárias da marca a partir de R$ 442,99 mil na modalidade venda direta.

Em meados de 2020, a Audi do Brasil anunciou a chegada de nove esportivos, incluindo o TT RS, em um formato inédito de vendas: os clientes que adquiriram o veículo puderam configurar diversos itens antes mesmo da produção de sua unidade.

A estratégia, cujo objetivo é oferecer total exclusividade aos novos proprietários, permanece em vigor e os potenciais interessados podem personalizar seus modelos em qualquer Audi Center.

“O Audi TT RS é um modelo realmente único. Ele consegue aliar design marcante com uma sensação incrível ao dirigir, pois seu centro de gravidade baixo, trem de força potente e a tradicional tração quattro deixam a experiência extremamente dinâmica. Não vemos a hora de entregar estas primeiras unidades aos vários clientes que adquiriram o novo TT RS em pré-venda e os novos interessados também terão a chance de configurar o modelo de acordo com suas preferências”, afirmou Johannes Roscheck, CEO e presidente da Audi do Brasil.

Renovado, o Audi TT RS Coupé recebeu mudanças visuais importantes. Na parte frontal, ganhou novas entradas de ar laterais, que foram alargadas, e um spoiler dianteiro contínuo em alumínio fosco, que dão ao carro visual robusto e inspirado no automobilismo. A grade frontal Singleframe hexagonal possui padrão tipo colmeia, característica da linha RS.

Na traseira, a nova asa fixa chama a atenção com os novos winglets nas duas pontas. Como parte do conceito de aerodinâmica, ele oferece suporte ao desempenho e à eficiência dos modelos esportivos. As duas grandes saídas de escape ovais também se destacam no design do novo TT RS. Os faróis Full LED Matrix são de série no modelo.

Motor – Equipado com motor 2.5 TFSI capaz de desenvolver 400 cv de potência, o veículo possui câmbio de dupla embreagem S tronic de sete (7) velocidades e a consagrada tração integral quattro. O conjunto faz o esportivo ter um desempenho poderoso, com aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos, segundo a Audi.

O som do motor se torna sinfonia com os cinco cilindros do Audi TT RS: este ritmo único é música para os ouvidos de muitos puristas. No ano passado, a Audi recebeu o cobiçado “Prêmio Internacional de Motor do Ano” com o 2.5 TFSI pela nona vez consecutiva.

O baixo peso, de apenas 1.440kg, e a suspensão esportiva fornecem os pré-requisitos básicos para a dirigibilidade do Audi TT RS. A direção progressiva adaptada especificamente para o RS garante um contato próximo com a estrada.

No eixo dianteiro, discos de aço ventilados e perfurados estão em ação atrás das rodas de 19 polegadas. As pinças do freio são pintadas de série na cor vermelha.

Os controles e a exibição do novo TT RS são totalmente focados no motorista. Os bancos esportivos RS em Alcântara, bem como os logotipos RS nos bancos, volante, frisos das soleiras das portas e alavancas seletoras, realçam o carácter desportivo do Coupé.

Os visores RS especiais no Audi virtual cockpit, com uma tela de 12,3 polegadas, fornecem informações sobre torque e força G. Além dos botões multifuncionais, o volante esportivo RS em couro possui controles para ligar e desligar o motor, bem como selecionar o modo de direção no Audi Drive Select.

O modelo também conta com muitos recursos de entretenimento e lazer. É possível realizar pesquisa de texto livre e controle de voz no sistema operacional MMI. O Audi Smartphone Interface conecta celulares com facilidade e o sistema de som Bang & Olufsen de série oferece uma excelente experiência sonora com uma saída de 680 watts.

O novo Audi TT RS está disponível em nove cores diferentes: amarelo Vegas, branco Geleira, cinza Daytona, cinza Nardo, preto Mito, vermelho Tango, laranja Pulse, azul Turbo e verde Kyalami.

Como opcionais, é possível escolher Pacote Exterior Preto, que contemplam o logotipo Audi Rings, frisos decorativos, capa do retrovisor e detalhes nas rodas em preto, e o Pacote Interior Design, que acrescenta volante esportivo aplanado em Alcântara e detalhes internos em vermelho.

O modelo é comercializado em versão única, com possibilidade de configuração personalizada antes da produção.

Fotos: Rafael Gagliano / Audi / Divulgação

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Avaliamos o Volvo XC40 híbrido, um dos modelos eletrificados da marca sueca

SUV compacto utiliza motor à combustão de 180 cv aliado a um elétrico de 82 cv

 Amintas Vidal* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 12/12/2020)

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A Volvo é a referência em segurança automotiva. Ela inventou o cinto de três pontos, em 1959, e liberou sua patente para que todas as outras montadoras pudessem usar este importantíssimo dispositivo de segurança em seus carros. A marca estima que essa ação salvou até 1milhão de vidas, desde então.

Outros equipamentos criados pela empresa sueca já se tornaram comuns nos carros de hoje, como as barras de proteção contra impactos laterais, airbags laterais e de cortina e assentos elevados para crianças.

Diversos sistemas de controle de cruzeiro, detecção de tráfego e frenagem de emergência, assim como os avisos de pontos cegos e de colisão eminente, são inovações da Volvo que começaram a ficar populares na corrida tecnológica em direção à automação veicular.

Mas, o que fez a fama de seus carros foram as excelentes classificações obtidas nos testes de colisão, frutos das tecnologias estruturais desenvolvidas para absorção da energia dos impactos nas áreas periféricas das carrocerias e para a preservação das células de sobrevivência que protegem seus passageiros, deixando-os praticamente intactos.

Historicamente, os modelos da Volvo estão entre os mais seguros em suas respectivas categorias, obtendo graduação máxima (cinco estrelas). Toda atual linha da marca apresenta alto percentual de proteção para adultos, crianças e pedestres e alta eficiência dos sistemas de assistência remota.

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Nesse quesito, o Volvo XC40 atingiu 97%, 87%, 71% e 76%, respectivamente, e figura entre os três utilitários esportivos compactos melhor avaliados pelo Programa Europeu de Avaliação de Novos Carros (Euro NCAP).

DC Auto recebeu para avaliação o Volvo XC40 R-Design T5 Hybrid Plug-in, versão de topo da gama do SUV compacto. No site da marca seu preço sugerido é de R$ 264,95 mil, em qualquer cor metálica ou no branco perolizado. A versão vem completa de série e não tem opcionais.

Apresentaremos alguns dos equipamentos disponíveis, aqueles que são raros ou diferentes dos usuais, como a central multimídia de 9 polegadas semelhante a um tablet com tela antirreflexo e posição vertical, GPS nativo com mapas em 3D e detalhamento das conversões.

Também estão presentes o quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas com lay-out configurável, com controle de brilho automático conforme intensidade luminosa externa, e o sistema de som Herman Kardon com 13 alto falantes, subwoofer ventilado e 600w de potência.

O XC40 ainda traz direção elétrica com regulagem da assistência em três níveis, independentemente da velocidade; ar-condicionado digital de duas zonas com controles em página dedicada no multimídia, funcionamento acionável pelo celular e saídas para o banco traseiro; chave presencial para abertura e fechamento das portas por toque na maçaneta e partida por botão; abertura e fechamento elétrico do porta-malas com sensor ao movimento do pé sob o para-choque traseiro; carregamento de celular por indução; teto solar panorâmico com acionamento programável; bancos dianteiros com regulagens elétricas, ajuste lombar, extensores para as pernas e memória para dois motoristas.

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O pacote de segurança se destaca: alerta de colisão frontal e traseiro; avisos de ponto cego e de tráfego cruzado; controle de cruzeiro adaptativo; sistema de detecção e correção de mudança involuntária de faixa; frenagem automática de emergência; assistente de partida em inclinações e controle de frenagem em descida.

Completam o pacote de segurança passiva: airbags frontais, laterais, de cortina e para o joelho do motorista, sistema de proteção contra impactos laterais, sistema de proteção contra lesões na coluna cervical, cintos de segurança com pré-tensores e limitador de esforço e alarme de movimentação interna.

Outros destaques tecnológicos do modelo são o Serviço Volvo On Call de chamada auxiliar por voz e de resgate por deflagração dos airbags; os faróis em full LED com nivelamento automático, luzes direcionais ativas e comutação automática da luz alta; os retrovisores externos rebatíveis eletricamente, com escurecimento automático, assim como o interno; o sistema de leitura de placas com alertas gráficos no painel digital; os sensores de chuva e crepuscular e o sistema de monitoramento de pressão dos pneus.

Motor e Câmbio – O sistema de propulsão híbrida conta com um motor a combustão e outro elétrico. Este conjunto também foi denominado T5, assim como na antiga versão R-Design, mas essa variante não era híbrida e usava um bloco 2.0 turbo de 252 cv.

A nova versão usa um motor 1.5 turbo com três cilindros em linha. Seu cabeçote tem 4 válvulas por cilindro, comando duplo tracionado por correia dentada com variação de abertura na admissão. A injeção é direta e a taxa de compressão é 10.5/1. Ele atinge a potência 180 cv às 5.800 rpm e torque máximo de 27 kgfm às 1.500 rpm, com gasolina, pois não é flex.

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O motor elétrico desenvolve 82 cv de potência e 16,3 kgfm de torque. No uso combinado, os dois motores desenvolvem até 262 cv de potência e 43,3 kgfm de torque. Apenas usando o motor elétrico, a autonomia é de até 47 km quando as baterias estão com carga máxima.

Sua capacidade elétrica é de 10,7 kWh e a recarga pode ser feita pelo motor a combustão ou em eletro postos, públicos ou residenciais. O tempo de recarga varia de 3 a 6 horas, dependendo da voltagem e da amperagem da rede elétrica na qual o equipamento ou adaptador é instalado.

Diferentemente do XC40 T5 2.0, que usa tração integral sob demanda e câmbio automático de 8 marchas, essa versão híbrida tem tração dianteira e câmbio automatizado de dupla embreagem banhada a óleo com 7 marchas e comando tipo joystick.

Motor e câmbio fisicamente menores para dividirem espaço no cofre, e o uso do túnel central para alojar as baterias, viabilizaram a eletrificação do compacto e decretaram essas configurações do conjunto mecânico e da tração, respectivamente.

Design – A Volvo evoluiu muito em design. Podemos dizer que ela passou por três fases distintas em sua existência. Sempre foi uma empresa escandinava, pragmática, o que refletia em seus carros, quadrados, pouco emocionais.

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No fim dos anos de 1990, foi comprada pela americana Ford. A aquisição tornou seus modelos mais orgânicos e fantasiosos, reflexo do design que sua controladora apresentava na época.

A melhor fase é, sem duvida, a atual. Desde 2010 ela pertence à montadora chinesa Geely. Investimentos e liberdade para desenvolver projetos de forma independente da empresa asiática fizeram bem à europeia.

Comandado pelo alemão Thomas Ingenlath, entre 2012 e 2017, o departamento de design da Volvo criou a linguagem visual dos seus modelos atuais. Mantendo o DNA da marca, solidez, segurança e funcionalidade, ele acrescentou personalidade e sofisticação aos seus carros, com certeza, um dos principais motivos da expansão da Volvo em diversos mercados mundiais.

Talvez, o XC40 seja o melhor exemplo desta fase. Ele consegue ter um design típico de “jeep”, com linhas paralelas e altas, e recurso de crossovers, colunas “b” e “c” bem inclinadas. Os volumes côncavos e convexos da carroceria são marcantes e limpos ao mesmo tempo.

Faróis e lanternas carregam a identidade da marca, mas também são mais simples que em outros modelos da linha. Força, dinamismo e elegância resumem este modelo, o Volvo mais vendido atualmente.

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Interior – No interior, o design se repete. Linhas horizontais fortes e simples nos painéis, console e volante. Linhas verticais nas saídas de ar, no multimídia e na manopla do câmbio.  Neste contraste a cabine se equilibra estruturalmente.

Modelo premium, seus revestimentos são de qualidade. Quase todo o painel principal e metade das portas recebem material emborrachado ou acolchoado. Partes plásticas rígidas têm textura agradável ao toque.

Uma faixa central pontilhada com aparência metálica adorna painel e portas. Botões, saídas de ar, maçanetas e estrutura do volante e pedais apresentam acabamentos metálicos variados que sofisticam a cabine.

Volante, manopla do câmbio e bancos são revestidos em couro e camurça. Variações de preto e cinza, tudo muito monocromático. Na Europa, a versão é bem mais interessante: todos os nichos, túnel central e piso são revestidos por carpete na cor laranja, detalhe que quebra a monotonia interna.

O XC40 tem espaço de sobra para quatro adultos. O alto túnel central tira todo o conforto de uma quinta pessoa. O porta-malas comporta 460 litros e, o tanque de combustível, 48 litros. Mesmo compacto, suas dimensões são avantajadas. São 4,43 metros de comprimento, 2,03 metros de largura com os retrovisores abertos, 2,70 metros de entre-eixos e 1,65 metro de altura.

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Tecnologia embarcada e baixo consumo são destaques do XC40 Hybrid

Sendo um híbrido, com um motor a mais e baterias, seu peso é de 1.871 kg, acréscimo de 138 kg em relação ao XC40 T5 2.0. Contudo, mesmo mais potente, seu desempenho é inferior. De 0 a 100 km/h ele registra 7,3 segundos contra 6,5 segundos do irmão não eletrificado.

Em compensação, o torque imediato do motor elétrico, somado ao de combustão, tira o modelo da inércia com mais disposição quando se pisa fundo no acelerador, algo que os motores turbo alimentados demoram um pouco para entregar.

Caso haja carga na bateria, e menos pressa, o melhor da versão se apresenta. Acelerando mais suavemente, o motor elétrico desloca o híbrido quase em silêncio total e com ótima desenvoltura para deslocamentos urbanos. Valente, o conjunto elétrico funciona por mais tempo sem solicitar ajuda do motor a combustão, quando comparado a outros híbridos.

Cinco modos de condução podem ser selecionados em botão no painel ou em página no multimídia. Eles privilegiam o uso individual ou combinado dos motores elétrico e à combustão buscando maior desempenho ou economia de combustível.

O mais equilibrado é o Hybrid, não por acaso, o modo padrão, sempre ativado quando se liga o SUV. Ele usa um motor ou outro buscando economia ou desempenho conforme o comando do motorista e as variáveis topográficas.

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O Power entrega o melhor desempenho possível dos dois motores. O Pure busca a máxima economia de combustível, acionando o motor a combustão apenas quando as baterias se esgotam. O modo Off-Road busca a melhor tração em pisos irregulares e escorregadios e, o Individual, permite personalização por meio de configurações no multimídia.

Páginas diversas neste sistema permitem muitas outras seleções, como optar por uma maior regeneração de energia para as baterias ao pisar no freio, colocar o carro em freio motor ou bloquear o sistema elétrico para usar a carga disponível na bateria em momento futuro.  

Os sistemas de condução semi-autônoma são muito eficientes. Eles mantêm velocidades e distâncias com precisão, identificam e corrigem avanços sobre as faixas antecipadamente e alertam aproximações perigosas e veículos em ponto cegos com alarme e avisos luminosos. Estes auxílios não permitem ao condutor tirar a mão o volante, até porque, as pinturas mal conservadas das nossas vias dificultam as correções de trajetória.  

Além do uso em estradas, o controle de cruzeiro adaptativo pode ser usado em trânsito urbano, parando e acelerando o veículo em semáforos e em congestionamentos, quando o intervalo das ações não ultrapassa 5 segundos. Caso demore mais, basta tocar o acelerador para ele retomar a navegação assistida.

A estabilidade corresponde ao ótimo desempenho. O XC40 quase não inclina a carroceria em curvas, comportamento dinâmico semelhante a modelos mais baixos. Entretanto, as rodas de 20 polegadas, e os pneus 245/45, exigem grande trabalho do conjunto de suspensões para isolar a cabine das irregularidades do nosso asfalto, algo nem sempre possível.

O uso do modelo é muito ergonômico, intuitivo e funcional. A comutação das marchas pelo joystick é muito mais fácil do que pelo sistema de alavanca tradicional. Botões físicos para selecionar modo de condução, volume e faixas das músicas, desembaçadores e luz de alerta são ideais.

Todos os outros dispositivos são acessados pela tela do multimídia ou por botões do volante. Ar-condicionado, GPS, telefonia e inúmeras configurações estão em diversas páginas selecionáveis na tela do multimídia. A página dedicada ao sistema de climatização traz ícones grandes e visíveis que compensam a falta de botões físicos, mas, o excesso de informações e a tela vertical nem sempre ajudam.

O Android Auto fica menor do que em telas horizontais e informações das configurações têm letras de difícil leitura com o carro em movimento, por exemplo. O volante é muito bem planejado. Seus comandos são essenciais e de fácil utilização. O cuidado da Volvo com segurança é sentido até neste aspecto da direção sem desvio da atenção.

O sistema de áudio é um capítulo à parte. O som é projetado sobre o painel, como em show ao vivo e envolve todo o ambiente. Mais que a potência, a qualidade se sobressai.

O GPS nativo detalha as mudanças de rota no painel digital, algo que facilita muito a navegação, além das imagens em 3D das edificações que ajudam no reconhecimento dos locais trafegados.

Consumo – Em nossos testes de consumo padronizado fizemos as medições no modo Hybrid e com as baterias com meia carga. No teste rodoviário realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma aos 90 km/h e, outra, aos 110 km/h.

As baterias se esgotaram aos 28 km da primeira volta. Nesta, na menor velocidade e com amplo uso do motor elétrico, o consumo foi de 30,3 km/l. Na mais rápida, e sem carga na bateria, o consumo registrado pelo motor a combustão foi de 13,5 km/l.

O teste de consumo urbano é realizado em um circuito de 6,3 km no qual completamos quatro voltas, totalizando 25,2 km, fizemos paradas para simular semáforos e deslocamos por vias muito acidentadas.

Mesmo assim, o sistema elétrico funcionou por grande parte do trajeto, possibilitando o melhor consumo urbano que já registramos neste circuito: 20,8 km/l.

Com a mais ampla linha de modelos híbridos plug-in do Brasil, a Volvo aumentou suas vendas e superou duas marcas premium concorrentes (Audi e Mercedes-Benz), ficando em segundo lugar entre os luxuosos, atrás somente da BMW.

Mesmo menos tradicional que o trio alemão, a marca sueca está conquistando o mercado com a eletrificação recarregável, a automação viária e sua tradição em segurança.

IMG_0918Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Ram 1500 Rebel chega ao Brasil

Da Redação

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Presente de maneira oficial desde 2005 no mercado brasileiro, a Ram ganhou um novo modelo na sua linha de produtos. Trata-se da aguardada Ram 1500 Rebel.

Primeira premium muscle truck do Brasil, ela tem debaixo do capô um motor Hemi, 5.7 V8 que produz 400 cv de potência e 56,7 kgfm de torque, dados que fazem a 1500 Rebel acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,4 segundos, de acordo com a fabricante.

Performance que já se destacaria em um carro de passeio e que fica ainda mais impressionante neste caso, de uma picape full size com quase 6 metros de comprimento e que passa das 2,5 toneladas de peso.

“Identificamos que existe interesse por uma picape full size com motor V8 a gasolina em clínicas com consumidores. O objetivo da 1500 é ser um produto único no mercado, a primeira premium muscle truck do Brasil, e por isso recorremos ao Hemi, motor icônico, com enorme tradição, apelo entusiasta e capacidade de proporcionar experiências sensoriais incríveis”, afirmou Breno Kamei, diretor da marca Ram para a América Latina.

“Dessa forma, nos aproximamos de uma clientela mais localizada nas grandes capitais e seus entornos, diferenciando do perfil da Ram 2500, cujos compradores se concentram nas regiões do agronegócio, no interior do País,” concluiu.

A picape é produzida nos Estados Unidos, na fábrica de Sterling Heights (Michigan).

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Com as entregas iniciais a partir de abril do ano que vem, a nova Ram 1500 Rebel já está em processo de pré-venda das 100 unidades iniciais pelo site www.ram.com.br, onde é possível fazer a reserva de R$ 20 mil – valor a ser abatido do preço total de R$ 419,99 mil.

Esse primeiro lote virá com os pacotes opcionais Night Edition (com acabamento escuro no emblema dianteiro, peito de aço e rodas) e Level II (som Harman Kardon, head-up display, retrovisor interno digital e tampa traseira multifuncional). Posteriormente, a picape poderá ser comprada a partir de R$ 399,99 mil, sem os itens extras.

A carroceria tem cinco opções de cor: branco Bright, cinza Maximum Steel, prata Billet, preto Diamond e vermelho Flame, sempre com a parte inferior das portas e para-lamas traseiro pintada de preto.

Por dentro, o revestimento tem duas opções: preto com costuras brancas e detalhes imitando aço escovado no volante, painel e console central ou preto com costuras brancas e vermelhas e detalhes vermelhos

O único pacote opcional disponível, o Level II, inclui o sistema de áudio premium Harman Kardon de 900 watts de potência, com 19 alto-falantes, um subwoofer e sistema ativo de cancelamento de ruídos. Também apresenta o head-up display, que projeta informações como velocidade, chamadas recebidas e coordenadas da rota no para-brisa à escolha do motorista.

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O terceiro item é o retrovisor interno digital com uma tela de LCD que, ao ser acionada, apresenta a imagem em tempo real de uma câmera voltada para trás. Por fim, o pacote acrescenta a tampa da caçamba multifuncional.

A Ram 1500 Rebel é equipada com a central multimídia Uconnect 4C 12 NAV. Colocada verticalmente no painel, a tela é a maior da categoria, com 12 polegadas, podendo ser dividida para mostrar ao mesmo tempo duas das muitas funções disponíveis.

Dentre essas funções estão navegação GPS embutida, câmera 360°, comandos do ar-condicionado digital dualzone, música em execução, entre outras. O sistema é compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

A lista de itens tecnológicos é longa e inclui, ainda: conjuntos óticos dianteiro (faróis principais e de neblina) e traseiro (lanternas) de LED, carregamento de smartphone por indução, freio de estacionamento elétrico (também inédito em picapes no País), comutação automática de farol alto e baixo, sensores de chuva e crepuscular, chave presencial com partida remota, tela colorida e configurável de TFT de 7 polegadas no quadro de instrumentos, entre outros.

Motor – Com suas câmaras de combustão hemisféricas, que explicam o nome de batismo, o motor Hemi V8 acumula quase meio século de tradição e uma enorme legião de fãs. Na Ram 1500 Rebel, o propulsor de 5.7 combina o poderio de seus 400 cv de potência e 56,7 kgfm de torque – em faixa de potência ampla, suave e linear que evita a hesitação e os picos dos motores turboalimentados – com tecnologias para aumentar o desempenho e a economia de combustível.

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Com a desativação de cilindros (MDS), a central do motor corta a alimentação de combustível, as faíscas das velas e fecha as válvulas de admissão e escape em quatro dos oito cilindros durante acelerações leves, como em velocidade de cruzeiro na estrada, quando a potência total não é necessária O motor pode trabalhar até 40% do tempo com metade dos cilindros desativados.

Outro sistema é o da grade dianteira com aletas ativas que se mantém fechadas sempre que possível, ajudando no aquecimento rápido na partida e reduzindo o arrasto aerodinâmico em movimento. Elas só abrem, automaticamente, quando isso se torna absolutamente necessário para otimizar o arrefecimento.

A sincronização do eixo de comando variável ajuda a maximizar a economia de combustível, reduzindo o trabalho de bombeamento do motor por meio de um fechamento retardado da válvula de admissão, o que aumenta o processo de expansão da combustão.

O Hemi ainda se beneficia de um novo ventilador de arrefecimento elétrico de 850 watts usando a modulação por largura de pulso para adaptar o consumo de energia do ventilador à demanda de resfriamento.

A eliminação do ventilador tradicional à frente do motor ajuda a melhorar a economia de combustível ao reduzir perdas parasitas e o ruído do ventilador.

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A Ram 1500 está equipada com o câmbio automático de oito (8) marchas TorqueFlite totalmente eletrônico que, com ampla variedade de relações de transmissão, mantém a rotação do motor na faixa certa para a tarefa. As mudanças são feitas pelo exclusivo seletor rotativo no painel, que libera espaço na parte frontal da cabine.

Conhecida pelo código 8HP75, a transmissão usa uma nova geração de controladores que processam dados mais rapidamente. São mais de 40 mapas individuais para otimizar as trocas de marchas e proporcionar mais economia de combustível, desempenho e dirigibilidade.

A picape emprega um sistema de gerenciamento térmico que se conecta ao líquido refrigerante do motor aquecido para acelerar o aquecimento do fluido da transmissão e do óleo do motor, para maximizar os benefícios de economia de combustível, mantendo a melhor densidade e temperatura desses líquidos.

O sistema ainda tem função de resfriamento sob condições de alta carga ou alta temperatura ambiente para garantir que a temperatura do fluido da transmissão fique sempre controlada. O diferencial também tem um gerenciamento que garante a melhor temperatura de operação.

Do tipo part-time, a caixa de transferência BorgWarner 48-12 tem os modos 4×4 High e 4×4 Low (reduzida). O motorista comanda tudo eletronicamente, por meio dos botões ao lado do seletor rotativo do câmbio, no painel de instrumentos.

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Todo o sistema de tração se caracteriza pela robustez, se traduzindo na capacidade off-road da Ram 1500 Rebel e no poder de rebocar 5.062 kg, a segunda maior capacidade do Brasil, atrás só da Ram 2500 (7.861 kg).

Desenvolvido para aumentar o desempenho, durabilidade e eficiência, o eixo traseiro da Rebel tem relação de transmissão final de 3,920, a mais curta disponível na linha da 1500. E o diferencial dispõe de bloqueio eletrônico, dando ao motorista a possibilidade de travá-lo quando necessário.

Além de itens como 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), assistente de partida em rampa, controles de tração e estabilidade e de mitigação de rolagem da carroceria e freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, a Ram 1500 entrega um conjunto de equipamentos de segurança muito amplo.

Ela é a única picape do mercado nacional com sistema semiautônomo de estacionamento paralelo e perpendicular (Park Assist), que inclui sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

A 1500 conta, ainda, com controle adaptativo de velocidade (ACC) com frenagem automática de emergência e detecção de pedestres, assistente de permanência na faixa de rodagem (Lane Departure Warning Plus), graças ao uso de assistência elétrica na direção, e controle de oscilação de reboque (TSC).

Importante ressaltar que a Nova Ram 1500 foi a primeira picape full size a conquistar o selo Top Safety Pick +, de acordo com as diretrizes atuais do Insurance Institute for Highway Safety (IIHS). Essa classificação é a mais alta concedida pela entidade norte-americana, que realiza seis testes de impactos.

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No interior, destaque para o teto solar panorâmico, único na categoria. Os bancos, o painel de instrumentos e os painéis de portas têm revestimento de couro. Ainda falando dos assentos, todos contam com aquecimento, sendo que os dianteiros são ajustáveis eletricamente em 12 posições. O volante multifuncional também é aquecido e os pedais têm regulagem elétrica de distância.

Os passageiros traseiros se beneficiam do exclusivo assoalho plano e de porta-objetos no assoalho e abaixo do banco. Somando a capacidade de todos os compartimentos de armazenamento na cabine, chega-se ao total de 151 litros de volume. É possível guardar um laptop de 15 polegadas dentro do console central dianteiro.

Outra característica interna é a disponibilidade para carregar aparelhos como telefones celulares e tablets. São nada menos que 9 saídas USB, sendo 4 do tipo C, de carregamento rápido, além de duas tomadas de 115 V.

Importante acrescentar que, além de contribuir com a redução de peso, a tampa da caçamba da Ram 1500 Rebel se destaca por ter amortecimento na descida, auxílio na subida e abertura remota pela chave.

Ela te opção, também, da tampa multifuncional, que pode ser aberta do modo tradicional, para baixo, ou para os lados, por ser dividida em duas folhas assimétricas (o lado esquerdo é maior que o direito). O que permite usar a tampa da melhor forma possível, de acordo com o objeto a ser transportado.

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Mas a 1500 não conta apenas com o leito da caçamba para se carregar. No alto de suas paredes laterais, os exclusivos compartimentos RamBox têm capacidade de abrigar até 103,4 litros cada. O espaço do lado esquerdo da carroceria dispõe, ainda, de tomada de 115 volts e iluminação.

Para o fora de estrada, a Ram 1550 é equipada com o controle de descida (Hill Descent Control), suspensões elevadas em 2,5 cm, diferencial traseiro com bloqueio eletrônico, pneus de uso misto de 32 polegadas da Falken, montados em rodas de aro 18 polegadas, acerto off-road da geometria traseira e os amortecedores especiais com reservatórios de óleo remotos da Bilstein.

O kit inclui placas de proteção por baixo da carroceria (para caixa de transferência, direção, motor e tanque de combustível) e robustos ganchos para reboque nos para-choques.

A Ram 1500 Rebel tem garantia de três anos, sem limite de quilometragem. As revisões devem ser feitas a cada 12 meses ou 12 mil km. As três primeiras, de 12 mil, 24 mil e 36 mil km, estão com preços previstos de, respectivamente, R$ 518, R$ 908 e R$ 847.

O plano de benefícios Privilege Service, disponível para todos os veículos do grupo FCA durante o período da garantia de fábrica, foi reforçado para a Ram 1500 Rebel. São serviços de apoio ao consumidor em casos de pane, acidente, roubo e furto, 24 horas por dia, 7 dias por semana, em todo o território nacional.

Fotos: RAM / FCA (Fiat Chrysler Automóveis) / Divulgação

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