Audi lança a perua A4 Avant no Brasil…e nós avaliamos o modelo

José Oswaldo Costa  (Publicado no Diário do Comércio)

GEDSC DIGITAL CAMERAO mercado automotivo nacional passou por um fenômeno. Se, nos anos 1980 e 1990, o veículo “ideal” que toda família buscava eram as peruas, já há algum tempo passou a ser os utilitários esportivos (SUV). Basta verificar que os principais lançamentos das montadoras, nos últimos anos, têm sido voltados para esse segmento.

Porém, ainda existem algumas peruas – ou station wagons, se você preferir – que merecem um olhar mais atencioso e, por que não, com mais carinho. A Volkswagen, por exemplo, tem a Golf Variant e, a Audi, a A4 Avant.

Hoje falaremos da belíssima A4 Avant. Primeiro foi o sedan. Cinco meses após o seu lançamento, a montadora alemã apresentou a nona geração da sua perua familiar. O motor utilizado nos dois modelos é o mesmo: 2.0 16V turbo de 190 cv (32,6 kgfm de torque).

Completa o powertrain a transmissão automatizada S-Tronic de 7 marchas e dupla embreagem. Casamento perfeito. Recebemos uma A4 Avant, na versão Ambiente (única comercializada no Brasil), para avaliações e percorremos mais de 1.000 quilômetros por estradas do interior de Minas Gerais.

GEDSC DIGITAL CAMERAConforto a bordo, desempenho do motor, conjunto da suspensão e toda tecnologia à disposição fazem dela um automóvel acima da média. O veículo responde prontamente ao pedal do acelerador, trazendo aquela gostosa sensação de ser “jogado” de encontro ao banco. As retomadas de velocidade são muito eficientes.

O conjunto da suspensão é tão bem calibrado que, na maior parte da nossa viagem, simplesmente esquecemos que dirigíamos uma perua. Não parece, rodando, ser um veículo de suas proporções (ver Ficha Técnica). Curvas de alta e baixa velocidade são percorridas com a mesma (grande) eficiência.

Em parte, essa eficiência foi obtida com a utilização, nas suspensões independentes, de cinco braços por eixo – anteriormente eram quatro. A estabilidade foi melhorada sem prejudicar o conforto. Importante informar que a tração é somente dianteira.

De acordo com a Audi, o uso de alumínio e aços de alta resistência na construção tornou o modelo120 kg mais leve do que a geração anterior. E esse é um fator que se reflete no desempenho e na economia de combustível.

GEDSC DIGITAL CAMERAPorta-Malas – O porta-malas teve o volume aumentado em 15 litros, de suma importância para um veiculo com proposta familiar. Agora, tem a capacidade para 505 litros. Com os bancos traseiros rebatidos, ela passa para 1.510 litros.

Outra novidade no que diz respeito ao porta-malas é a tampa no interior do veículo, que protege a carga (além de escondê-la dos “amigos do alheio”), com acionamento elétrico automático, tanto para fechar quanto para abrir.

GEDSC DIGITAL CAMERANo interior, além do acabamento impecável, digno da marca, o maior destaque é adoção do painel digital, que recebe o nome de Virtual Cockpit. Mostradores como velocímetro e conta-giros são projetados em uma tela de 12,3 polegadas no quadro de instrumentos.

Além disso, o motorista pode optar, em maior ou menor tamanho, por informações do sistema multimídia ou do GPS, por exemplo. A A4 Avant conta, ainda, com Head-Up Display, que projeta informações, como a velocidade, no para-brisa para que o condutor não tire a atenção do caminho.

O motorista pode selecionar o modo de condução (Audi Drive Select): Individual, Efficiency, Dynamic ou Comfort. O mais divertido, com certeza, é o Dynamic. A perua fica bem mais arisca, com as trocas de marchas sendo feitas em rotações mais altas. Você também percebe que o volante, com assistência elétrica, fica mais “pesado”, o que traz mais segurança nessas condições de condução.

GEDSC DIGITAL CAMERADentre outros, a Audi A4 Avant é equipada com 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), controles de tração e estabilidade, sensor de estacionamento traseiro, assistente de partida em rampa, encostos de cabeça e conto de três pontos para todos os ocupantes, faróis de xenônio, ar-condicionado automático, ajuste elétrico do banco do motorista, sistema start-stop para dar a partida, bancos revestidos em couro, “borboletas” atrás do volante para trocas de marchas manuais e sistema multimídia.

Na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço da Audi A4 Avant Ambiente 2.0 16V TFSI S-Tronic é R$188,86 mil.

Ficha Técnica:

  • Velocidade Máxima – 238 km/h
  • Potência – 190 cv
  • 0 a 100 km/h – 7,5 segundos
  • Consumo Cidade – 9,5 km/l (gasolina)
  • Consumo Estrada – 11,8 km/l (gasolina)
  • Entre-Eixos – 2,82 metros
  • Comprimento – 4,73 metros
  • Altura – 1,43 metro
  • Largura – 1,84 metro
  • Capacidade do Porta-Malas – 505 litros / 1.510 (bancos rebatidos)
  • Capacidade do Tanque – 54 litros
  • Pneus e Rodas – 245/40 R18 / Liga Leve de 18 polegadas

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Fotos: José Oswaldo Costa

 

Fiat Mobi 2018: motor 1.0 com câmbio automatizado é a novidade

José Oswaldo Costa   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 31/03/2017)

Vei24 - Fiat Mobi - Fiat - DivulgaçãoA linha 2018 do Fiat Mobi chega ao mercado com uma novidade: a nova versão Drive GSR, equipada com câmbio automatizado e motor 1.0 de três cilindros. É o primeiro modelo na história da Fiat brasileira a receber essa combinação de motor e câmbio.

Segundo a montadora, nos testes do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) o Mobi Drive GSR (a sigla GSR significa Gear Smart Ride) alcançou o menor consumo de combustível em ciclo urbano entre todos os modelos equipados com motor 1.0 à venda no País.

Os números informados foram os seguintes: ciclo urbano – 14,0 km/litro (gasolina) e 9,8 km/litro (etanol). Ciclo rodoviário – 15,9 km/litro (gasolina) e 11,1 km/litro (etanol).

Vei25 - Fiat Mobi - Fiat - DivulgaçãoO câmbio automatizado pode ser acionado por botões no console e paddle shifts (borboletas atrás do volante). A gama 2018 do Mobi conta com cinco versões: Easy, Like, Way, Drive e a nova Drive GSR.

O câmbio do Mobi Drive GSR conta com a função Creeping, que torna arranques e manobras mais confortáveis e seguras, inclusive em rampas de até 8% de inclinação. Basta tirar o pé do freio que o Mobi se movimenta, a exemplo de um câmbio automático convencional.

Há também o Auto-up Shift Abort, sistema inteligente que identifica uma rápida retomada de velocidade e aborta a troca para uma marcha superior, mantendo acelerações mais vigorosas, inclusive em ultrapassagens, com o motor em rotação mais elevada.

Vei26 - Fiat Mobi - Fiat - Divulgação

Fotos: Fiat / Divulgação

A direção elétrica do modelo traz a função City que, quando ativada por meio de um botão no painel, reduz ainda mais a necessidade de esforço durante as manobras de estacionamento. A função é desativada automaticamente em velocidades maiores, mantendo a segurança.

O sistema Fiat Live On está disponível em quatro das cinco versões do Mobi. Por meio de um exclusivo app, ele transforma um smartphone comum em uma central multimídia que pode ser acessada pela própria tela do aparelho ou pelo volante multifuncional.

Além de acessar apps de trânsito e de músicas como o Spotify, rádios, fotos, internet e realizar e receber chamadas, o Fiat Live On oferece aplicativos exclusivos que auxiliam o motorista, como o EcoDrive e o Onde Parei?. O sistema é complementado por uma entrada USB no painel, que pode ser usada para carregar a bateria do smartphone.

Ka Trail entra no segmento aventureiro

José Oswaldo Costa*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 31/03/2017)

Compacto da Ford tem suspensão mais elevada, mudanças estéticas e opção por motores 1.0 e 1.5

Vei19 - Ka Trail - Ford - DivulgaçãoO atual Ford Ka foi lançado no fim de 2014. Hoje, o modelo é vendido, também, em 20 países da Europa, na Índia e no México. De acordo com a Ford, em 2015, o Ka foi o veículo 1.0 mais vendido do País, com 90.132 unidades emplacadas.

Nessa semana, o compacto passou a ocupar espaço no nicho dos aventureiros urbanos, aquelas versões que trazem algumas pequenas alterações estéticas, suspensão mais elevada em relação aos veículos dos quais se originam e, em alguns casos, pneus de uso misto (asfalto e terra).

O espaço para crescimento nesse nicho de mercado é grande. Durante a apresentação à imprensa especializada, a Ford mostrou que de todo o segmento de compactos, apenas 5% são versões aventureiras. Esse número significou, nas vendas totais de 2016, apenas 36 mil unidades. E não custa lembrar que o brasileiro acolhe muito bem essas versões.

Vei20 - Ka Trail - Ford - DivulgaçãoNo caso do Ka Trail, “sobrenome” adotado pela Ford para designá-lo, as mudanças externas foram as seguintes: maçanetas e retrovisores cinzas, independente da cor da carroceria, caixas das rodas com molduras de plástico e lanternas traseiras fumê.

O modelo também ganhou rack de teto decorativo e faróis de neblina. As rodas na cor cinza, exclusivas da versão, são de15 polegadas e em liga leve.

Outra alteração externa é o uso de adesivos, alusivos à versão, nas laterais e na tampa do porta-malas. Os para-choques, dianteiro e traseiro, receberam apliques localizados abaixo das placas.

Vei23 - Ka Trail - Ford - DivulgaçãoNo interior, bancos especiais revestidos com uma mescla de material sintético e tecido, pedais de alumínio, soleiras das portas e tapetes personalizados.

Vei22 - Ka Trail - Ford - DivulgaçãoO sistema de som utilizado é o MyConnection, que traz comando de voz e Bluetooth.

Mecânica – Como dissemos anteriormente, alguns compactos aventureiros possuem suspensão mais elevada. No caso do Ka Trail, o aumento em relação às demais versões foi de 31mm. Segundo a montadora, a suspensão recebeu novas molas e amortecedores dianteiros e traseiros, barra estabilizadora dianteira maior, eixo traseiro mais rígido e coxins do motor com amortecimento hidráulico.

Os pneus, de uso misto, são Pirelli Scorpion ATR 185/65 R15. A direção é eletricamente assistida.

Assim como seus “irmãos”, o Ka Trail recebeu os motores 1.0, de três cilindros (85 cv), e 1.5 (110 cv). Os dois contam com tecnologia de partida a frio que dispensa o tanquinho no cofre do motor. O câmbio é manual de cinco marchas.

O Ka Trail estará disponível nas concessionárias Ford a partir dessa segunda-feira. Com motor 1.0, o preço sugerido é R$ 47,69 mil. Já com motorização 1.5, o preço é R$ 51,99 mil.

Vei21 - Ka Trail - Ford - Divulgação

Fotos: Ford / Divulgação

O modelo traz, de série, ar-condicionado, direção elétrica, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros, abertura elétrica do porta-malas, sistema de som MyConnection, direção com ajuste de altura, banco traseiro bipartido (60/40) e cinto de segurança de três pontos e apoio de cabeça para os cinco ocupantes.

Para a Ford, seus principais concorrentes são o Chevrolet Onix Activ, o Toyota Etios Cross, o Renault Sandero Stepway e o Hyundai HB20X. Dentre a concorrência que utiliza motor 1.0, faltou à montadora citar o Fiat Palio Way.

*O jornalista viajou a convite da Ford

Michelin fecha parceria, no Brasil, com General Motors e Toyota

Da Redação

Os pneus Michelin, fabricados na unidade fabril da empresa em Itatiaia (RJ), foram escolhidos para equipar veículos de duas montadoras instaladas no País: General Motors e Toyota.

“A Michelin tem construído sólidas parcerias com as principais montadoras do País, estando presente com pneus para equipamento original em todos os segmentos de veículos. Nesse trabalho, buscamos sempre oferecer pneus da mais alta qualidade, com o melhor nível de resistência a rolamento, respeitando o caderno de encargos dos clientes”, explicou Antonio Mello, diretor da Michelin América do Sul.

A General Motors escolheu o pneu Michelin Primacy 3 para equipar três modelos de veículos de passeio: Cobalt, Spin e Onix Activ. Outros dois modelos da Chevrolet, a picape S10 e o SUV Trailblazer, sairão da linha de montagem com os pneus Michelin LTX Force.

Já a Toyota, elegeu a Michelin para equipar o novo Corolla 2017 com os pneus Primacy 3.

Michelin Primacy 3 – Conforme testes realizados pelo instituto TÜV SÜD Automotive, freia até 3 metros antes que a concorrência e proporciona maior aderência em curvas sobre piso molhado, oferecendo maior controle da trajetória do veículo.

MICHELIN PRIMACY 3 (2)

Michelin LTX Force – Para uso misto, oferece, em comparação com a média dos concorrentes, uma frenagem mais curta em solo molhado e um melhor controle em situações de aquaplanagem, além de possuir uma maior durabilidade e uma maior robustez.

MICHELIN LTX FORCE (2)

Fotos: Michelin / Divulgação

BMW anuncia recall do i3

Da Redação

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Foto: José Oswaldo Costa

Comunicado da BMW na íntegra:

“A BMW do Brasil convoca os proprietários dos veículos BMW i3 REX Full e BMW i3 REX Entry, fabricados entre 5 de março de 2014 e 27 de janeiro de 2015, a entrarem em contato com um concessionário autorizado a fim de agendarem gratuitamente o reposicionamento do tubo de ventilação do tanque de combustível e, se necessário, a substituição da referida peça.

O tanque de combustível integra o sistema gerador de energia auxiliar, caso necessário, para ampliar a autonomia do veículo, que possui propulsão elétrica.

Em decorrência de falha de instalação, o atrito do tubo de ventilação do tanque de combustível com o cabo positivo da bateria pode causar vazamentos de vapor do combustível no compartimento do motor, gerando risco de incêndio.

Nessa hipótese, não se descarta a ocorrência de danos físicos e materiais aos ocupantes do veículo e a terceiros.

O BMW Group Brasil destaca que, até o presente momento, não tem conhecimento de nenhum acidente no Brasil envolvendo os veículos da marca BMW que fazem parte desta campanha de recall.

Os atendimentos terão início no dia 10 de abril. O tempo gasto na realização do serviço é de aproximadamente uma hora.

Os chassis não sequenciais envolvidos são:

MODELO DE ATÉ
i3 Rex Entry VZ72344 VZ73643
i3 Rex Full VZ70901 VZ74193

Para mais informações, acesse www.bmw.com.br/recall, ou entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para Recall, 0800 019 7097, de 2ª a 6ª feira, das 8 as 19 horas”.

Honda apresenta o WR-V, um “cross” Fit

José Oswaldo Costa  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 17/03/2017)

Honda WR-V

Foto: Honda / Divulgação

A montadora japonesa lançou, nessa semana, o WR-V. Por mais que se refira a ele como um utilitário esportivo (SUV) compacto, não há como negar o óbvio: trata-se mesmo de um “cross” Fit. Ou seja, uma versão aventureira do conhecido monovolume da marca.

Tanto que o WR-V compartilha com o Fit interior, powertrain (motor 1.5 e câmbio CVT), plataforma e laterais. A suspensão foi elevada para aumentar a altura em relação ao solo.

É sabido o ótimo momento que o segmento de utilitários esportivos atravessa no Brasil. Esses veículos caíram, definitivamente, no gosto do consumidor nacional. E, com o sucesso do HR-V, parece que a Honda se espelhou nesse desempenho para definir os (irreais) preços do WR-V: versão EX – R$79,40 mil e versão EXL – R$83,40 mil.

Resta saber se o brasileiro vai, literalmente, comprar essa ideia e pagar um valor tão alto por, como dissemos, nada mais que um Fit aventureiro.

Toyota aprimora segurança do Corolla

José Oswaldo Costa*   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 17/03/2017)

de São Paulo / SP

A edição 2018 do líder de vendas passa a ter, em todas as versões, controles de estabilidade e tração

1. Corolla XEi 2018Imagine um carro que completará, em 2017, nada menos que 50 anos de existência. Nesse período, vendeu, em cerca de 150 países, mais de 44 milhões de unidades. Esse número, aliás, o coloca como um dos modelos mais vendidos de todos os tempos.

Para completar, é líder absoluto do seu segmento no Brasil, vendendo mais unidades do que todos os seus concorrentes, somados, no ano passado.

Ocorre que esse carro não é fruto da imaginação de nenhum aficionado por automóveis. Ele existe: estamos falando do fenômeno Toyota Corolla. A montadora japonesa acaba de lançar no País a linha 2018 do consagrado sedan-médio.

Por aqui, o Corolla chegou, no início dos anos 1994, por meio de importações. A partir de 1998, começou a ser produzido na planta da Toyota em Indaiatuba (SP). Dos últimos 13 anos, liderou em dez o segmento de sedans-médios. Atualmente, é dono de cerca de 44% do seu nicho de mercado.

O modelo passou por pequenas mudanças no design e recebeu mais itens de conforto, conveniência e segurança. Aliás, nesse último quesito, estava concentrada a maior crítica ao modelo, até então: a ausência dos controles de estabilidade e tração.

Bem, essa crítica, agora, fica no passado. Na linha 2018 o Corolla passa a contar, em todas as versões, com esses dois sistemas de segurança somados, ainda, ao assistente de partidas em rampas e a sete airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista).

Outra novidade é a reintrodução da versão XRS, com atributos um pouco mais esportivos para conquistar um público com perfil um pouco diferente dos habituais compradores do modelo. Ela conta com aerofólio traseiro, saias esportivas (frontal, traseira e laterais), ponteira de escapamento cromada e interior na cor preta.

1. Corolla XRS 2018

2. Corolla XRS 2018Com a XRS, a gama do Corolla 2018 passa a contar com seis versões: GLi 1.8 com câmbio manual de 6 marchas; GLi 1.8 e GLi 1.8 Upper com câmbio CVT que simula 7 marchas e possibilidade de trocas manuais na alavanca de transmissão; XEi, XRS e Altis, equipadas com motor 2.0 e o mesmo câmbio CVT que simula 7 marchas. A diferença é que essas três últimas oferecem a troca manual através da alavanca ou de “borboletas” atrás do volante.

Como se pode ver, na parte de motores não houve alteração. O 1.8 16V é capaz de gerar até 139/144 cv e 17,7/18,6 kgfm de torque (gasolina/etanol). Já o 2.0 16V rende 143/154 cv e 19,4/20,7 kgfm de torque (gasolina/etanol).

Mudanças – Externamente, as principais mudanças concentraram-se na dianteira. Os faróis estão mais finos e a grade, mais estreita. Nos para-choques, os cantos receberam vincos aprofundados.

As versões GLi e XEi utilizam faróis de halogênio. Já as versões topo de linha, XRS e Altis, contam com faróis de LED e nivelamento automático dos mesmos. As luzes diurnas (DRL) em LED estão disponíveis a partir da versão XEi.

Na traseira, as luzes das lanternas contam com nova disposição e toda a linha do Corolla passa a utilizar LED. A barra cromada, já presente no atual modelo, que atravessa a tampa do porta-malas, unindo as lanternas, está mais fina. As luzes de ré e setas estão com um tom mais escurecido, trazendo mais classe ao sedan.

2. Corolla XEi 2018O sedan-médio apresenta mais duas novidades no visual: a partir da versão XEi, a antena passa a ser do tipo “barbatana de tubarão” e as rodas em liga leve são de 17 polegadas. O Corolla XEi passa a contar com botão Start/Stop para dar a partida no veículo.

Multimídia com tela de sete polegadas

As mudanças no modelo para a linha 2018 também chegaram ao interior. O quadro de instrumentos (dois tipos, dependendo da versão) passou por alterações gráficas. As versões XEi, XRS e Altis apresentam uma tela de TFT com 4,2 polegadas, que traz diversas informações de condução, agora colorida.

10. Corolla Altis 2018Nessas mesmas versões, a tela do sistema multimídia passa a ser de 7 polegadas e sensível ao toque. Ela é equipada com rádio, CD/DVD player, sistema de navegação (GPS), sistema de telefonia, TV digital e câmera de ré.

11. Corolla Altis 2018O Corolla GLi, Upper e XEi utilizam couro na cor cinza. Na versão esportiva XRS ele é preto. Já na topo de linha, Altis, a cor escolhida é o linho claro. Desde a versão XEi, o acabamento dos difusores de ar são cromados. Aliás, aí reside outra novidade: os difusores de ar-condicionado laterais passam a ter formato arredondado.

11. Corolla XEi 2018

Fotos: Malagrine / Toyota / Divulgação

Os preços sugeridos pela Toyota são os seguintes:

Corolla 1.8 GLi (manual) – R$ 69,69 mil

Corolla 1.8 GLi (CVT) – R$ 69,99 mil

Corolla 1.8 GLi Upper (CVT) – R$ 90,99 mil

Corolla 2.0 XEi (CVT) – R$ 99,99 mil

Corolla 2.0 XRS (CVT) – R$ 108,99 mil

Corolla 2.0 Altis (CVT) – R$ 114,99 mil

Segundo a Toyota, até os 60 mil quilômetros, o custo total com as revisões é em torno de R$3,25 mil. O Corolla traz as seguintes opções de cores: branco, prata, cinza, preto, vermelho e, a novidade, marrom.

A linha 2018 do líder de vendas entre os sedans-médios está disponível nas concessionárias da marca a partir de hoje.

*O jornalista viajou a convite da Toyota