Mitsubishi L200 Triton Sport – off road com classe

Rogério Machado* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 07/10/2016)

de Mogi Guaçu (SP)

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Divulgação / HPE Automotores do Brasil / Murilo Mattos

A nova Mitsubishi Triton Sport é resultado de uma grande reengenharia da Triton tradicional, apresentando soluções que realmente conferiram mais vitalidade, conforto e tecnologia ao modelo.
A carroceria mantém as mesmas formas básicas e, um olhar mais atento, identificará o novo tratamento da lateral através da adoção de uma nervura logo abaixo da linha de cintura que percorre a lateral desde a nova lanterna traseira até o farol, com uma interrupção na região de encontro das portas que receberam maçanetas cromadas.

A montadora informa que o desenvolvimento da carroceria resultou em um coeficiente de arraste aerodinâmico de Cd 0,40. Isso representa um bom resultado para uma picape e essa é uma área em que o segmento tem avançado muito.
Considerando o capô em forma de cunha a área de visão é beneficiada, sendo bastante útil em percursos com declives acentuados nos quais existe uma perda temporária de visibilidade da trilha. A carroceria apresentou algumas variações nos ângulos de entrada (30º) e saída (22º), mas ainda se mantém dentro do padrão da categoria.

A manobrabilidade é favorecida por um diâmetro de giro de 12,7 metros, adequado também ao uso urbano. O grupo ótico recebeu faróis de xenon e uma faixa de LED para uso diurno que simplifica a vida do motorista quando retornar a vigência da nova legislação.

Para completar o conjunto foram acrescentados faróis de neblina inseridos no pára-choque e a grade anterior tem acabamento cromado. Para quem não gosta de cromados estão disponíveis, como acessórios, outras três opções de grade: uma com padrão carbono, uma preta e outra grafite.
A caçamba oferece a possibilidade de carregar até 1 tonelada e cresceu 20cm no comprimento e 7cm na altura em relação a Triton tradicional. A tampa de acesso possui o centro de gravidade deslocado para frente de modo a evitar abertura espontânea ao destravar a fechadura. O brake light e a câmara de ré estão incorporados à tampa.
O interior preto é dotado de assentos revestidos de couro com densidades variadas e seu ajuste elétrico, somado ao volante com regulagem de altura e profundidade, permite estabelecer uma posição ideal de conforto.

O painel apresenta o sistema multimídia em uma tela central touch screen de 7 polegadas e a partida se dá sem o uso da chave, a partir de um botão situado à esquerda do volante.

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Divulgação / HPE Automotores do Brasil

Na parte central do quadro de instrumentos está localizado um computador de bordo com as funções de praxe. O ar condicionado é do tipo dual-zone e, a cabine, dispõe de airbags de cortina, laterais, de joelho para o motorista e frontais.
Considerando todas as modificações para colocar a Triton Sport em outro nível, o que mais chama a atenção são as novidades do motor e a adoção de sistemas de controle de tração e direção. O carro está equipado com um motor turbo diesel de 2,4 litros que produz surpreendentes 190 cavalos, com torque perto de 44 Kgfm e a relação peso potência é de 10,2 quilos por cavalo gerado.

Rodando – Durante a prova de pista, realizada no autódromo Velo Città (Mogi Guaçu – SP), foi possível avaliar tanto o desempenho do motor quanto a estabilidade e aí esta incluída, também, aquela salada de letras formada pelos dispositivos de segurança atrelados ao sistema de freios (BOS, ABS, EBD, ESS e BAS).
Essas tecnologias realmente elevam a segurança a outro patamar e, durante manobras em pista, simulando desvios de emergência, comprovamos que o controle de tração e de estabilidade atuam sobre os freios de diferentes rodas corrigindo o sobre esterço (saída de traseira) e o sub esterço (saída de frente) enquanto privilegia a melhor aderência ao solo, mantendo uma trajetória segura até a imobilidade ou o retorno da dirigibilidade.

Realmente é grande a segurança, particularmente importante em um veiculo mais alto e pesado.
A utilização da picape no autódromo reforça a percepção do seu caráter híbrido. Serve perfeitamente como transporte da família sem comprometer o uso fora de estrada.
Nas saídas de curva as respostas são rápidas, comprovando a eficiência do motor e do câmbio automático, que também permite o modo manual e o uso de paddle shifts.

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Divulgação / HPE Automotores / Murilo Mattos

O volante gira 3,8 voltas de batente a batente, o que favorece manobras de entrada e saída de vagas. A ergonomia dos bancos ficou realmente bem resolvida e a posição das pernas oferece maior comodidade, mesmo em percursos de longa duração.
Na pista off-road, dotada de obstáculos realmente desafiadores, avaliamos o ASTC (Active Stability and Traction Control,) que se torna uma ferramenta poderosa, auxiliando o motorista na mudança dos parâmetros do veiculo de acordo com a situação que se apresente.

Seja na lama, bancos de areia, no piso com erosões ou trafegando em encostas com inclinação lateral de 27 graus, o sistema está pronto para entrar em ação a qualquer momento.
O desenho dos bancos volta a mostrar vantagens em manobras mais severas do off-road quando o motorista tem sua posição estabilizada pelas almofadas laterais do assento e do encosto (side support), impedindo o deslocamento lateral involuntário.
A tração, denominada pela Mitsubishi de Super Select II, possibilita rodar no modo 4×2 em piso seco na cidade e na estrada, priorizando a economia de combustível, e essa é provavelmente a condição que será mais utilizada.
Na chuva, em piso escorregadio, a melhor opção é o 4×4, que confere mais segurança. Em manobras fora de estrada, com obstáculos mais severos, a opção 4×4 com bloqueio do diferencial supera bancos de areia, lama e trechos alagados com sucesso.

Finalmente, caso a situação fique ainda mais complicada, o modo 4×4 com redução é a opção final, transpondo praticamente qualquer obstáculo. A escolha destas opções e feita através de um seletor giratório no console, posição ergonomicamente melhor do que no painel.

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Divulgação / HPE Automotores do Brasil

Usando o modo 4×2 na estrada, a picape produz um rodar suave com um bom isolamento acústico. A direção é precisa e os pneus 265/70 com aro 16 polegadas, que se comportaram bem na terra, não deixaram a desejar no asfalto. Trafegando em torno de 110 km/h, as rotações do motor ficam na faixa de 1.500 rpm com um bom conforto acústico, sem ruídos incômodos dos pneus ou do motor.
Seguramente, o upgrade do novo modelo representa um diferencial importante quanto ao seu conteúdo e desempenho, acrescido do uso flexível na cidade, estrada ou fora de estrada sem perda de conforto e das funções em nenhum destes cenários.
Com relação aos preços e versões, são três as opções: Sport HPE Top – R$174,99 mil; Sport HPE – R$164,99 mil e Sport GLS – R$131,990 mil. A garantia é de três anos.

Nissan adquiriu 34% da Mitsubishi

O ano de 2016 ficará na história das montadoras como um ano de grandes escândalos relacionados às informações incorretas sobre emissões de gases. O fato de terem ocorrido também em montadoras tradicionais de países que ocupam o vértice da tecnologia automotiva, como Alemanha e Japão, talvez tenha provocado maior surpresa.
Uma das japonesas penalizadas foi a Mitsubishi e, pelo o que se sabe, os dados modificados foram aplicados somente aos microcarros vendidos no mercado japonês. Como resultado disso, após o fato receber publicidade em maio desse ano, as perdas naquele mercado foram colossais e as ações caíram a tal ponto que a Nissan, que já era parceira da Mitsubishi em diversas plataformas desde 2011, entrou na sociedade, adquirindo nada menos que 34% da empresa e assumindo o controle.

O custo foi alto e resultou no fechamento de fábricas da Mitsubishi nos EUA e na Europa.
Curiosamente, a Nissan já havia entrado em cena anteriormente para socorrer a Renault, em 1996, e o protagonista desse salvamento foi o seu CEO (Chief Executive Officer), o brasileiro Carlos Ghosn, apelidado, na França, de cortador de custos (Cost Killer).
Agora, Ghosn entra em ação novamente com o objetivo de colocar a Mitsubishi nos trilhos. Tanto no sudeste asiático, como no Brasil, duas famílias de produtos da marca conquistaram importantes parcelas no mercado: a picape Triton e o SUV Pajero. É claro que as duas regiões passaram a ocupar uma posição estratégica no mapa de Ghosn, o que é bom para o Brasil.

*o colaborador viajou a convite da HPE Automotores do Brasil

L200 Triton em números:

✔ Distância entre eixos — 3,00 metros

✔ Comprimento — 5,28 metros

✔ Largura — 1,82 metro

✔ Altura — 1,80 metro

✔ Dimensões Internas Caçamba – Comprimento: 1,52 metro / Largura: 1,47 metro / Altura: 0,48 metro

✔ Capacidade do tanque — 75 litros

✔ Pneus e Rodas — 265/70 R16 / Liga leve de 16 polegadas

✔ Ângulo de entrada – 30º

✔ Ângulo de saída – 22º

✔ Altura livre do solo – 220 mm

Sindirepa oferecerá inspeção gratuita para automóveis em Belo Horizonte

Da Redação

Quem levar o carro à escola do SENAI localizada no Horto (Rua Santo Agostinho, 1717, bairro Horto), no dia 8/10 (sábado), das 9h às 16h, vai ganhar uma inspeção veicular grátis. Trata-se da edição 2016 do Pit Stop, promovido pelo Sidicato da Insdústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de Minas Gerais (Sindirepa-MG) e pela Câmara Automotiva Mineira, da FIEMG. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância das inspeções preventivas e manutenções periódicas nos veículos. “Isso contribui, junto com a condução responsável, para a redução de emissão de gases poluentes e também do número de acidentes de trânsito nas vias urbanas e rodovias”, explicou o presidente da Câmara Automotiva, Fábio Sacioto.

Iniciativas como o Pit Stop são extremamente importantes para verificar não apenas o estado da frota circulante, que cresce a cada dia (superou os 50 milhões, no país, neste ano), como também para conscientizar os motoristas sobre a importância da manutenção preventiva para garantir a segurança no trânsito. Por isso, o Pit Stop BH irá realizar uma inspeção gratuita em quatros itens: inspeção de amortecedores, inspeção de emissão de gases, inspeção de lâmpadas do sistema elétrico e inspeção estado dos pneus.

Muito motorista ainda não leva esse problema com a seriedade devida. Segundo pesquisa da GIPA– órgão internacional de pesquisa –, em uma amostra de três mil motoristas, o índice de manutenção preventiva diminui quando aumenta a idade do carro. O levantamento mostrou que 80% dos motoristas levam o veículo para revisão nos primeiros dois anos de uso. A partir de três anos, esse índice cai para 59%, com cinco anos só 51% faz manutenção preventiva e acima de 10 anos apenas 45%. Com mais de 20 anos de idade, 39% disseram levar o veículo a uma oficina para revisão.

O quê: Pit Stop – inspeção veicular gratuita

Quando: 8 de outubro (sábado), das 9h às 16h

Onde: SENAI Horto (Rua Santo Agostinho, 1717, bairro Horto)

Nissan Kicks atinge 30% de participação em sua faixa de mercado no Brasil

José Oswaldo Costa*

Nissan Kicks atinge 30% de participação em sua faixa de mercad
Divulgação / Nissan

De acordo com a Nissan, o recém-lançado Kicks já mudou o panorama do segmento de utilitários esportivos compactos, e da própria marca, no Brasil. Em nota divulgada para a imprensa, hoje, a montadora informou que, com apenas dois meses de mercado, o crossover global, em sua versão única, já detém 30% da faixa de mercado onde atua, dos SUVs compactos com preço acima de R$90 mil.

Com isso, ele ocupa a segunda posição entre os concorrentes, informou a Nissan. No período, totalizou 4.923 unidades emplacadas da única versão disponível no momento, a SL. O resultado também ajudou a montadora a estabelecer sua maior participação de mercado no Brasil em toda sua história: 4,1%.

O carro oficial dos Jogos Rio 2016 também se consolidou como o segundo modelo mais vendido em sua faixa de preço – entre R$90 mil e R$95 mil.

*Com informações da Nissan do Brasil

Fenabrave divulga queda de 12,92% nos emplacamentos em setembro

Da Redação

O desempenho dos emplacamentos de veículos automotores, no mês de setembro e acumulado do ano, foi divulgado hoje (05) durante coletiva de imprensa, pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7 mil Concessionárias no Brasil. As vendas de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) apresentaram queda de 12,92% em setembro, na comparação com o mês anterior. Foram emplacadas 240.326 unidades em setembro, contra 275.989 em agosto.

Em relação ao mês de setembro do ano passado (310.418 unidades), a queda foi de 22,58%.

No acumulado de 2016, a retração foi de 20,84% para todos os setores somados. Foram emplacadas, de janeiro a setembro deste ano, 2.380.807 unidades, contra 3.007.585 no mesmo período de 2015.

Os segmentos de automóveis e comerciais leves também apresentaram queda em setembro, com uma redução de 12,98% sobre agosto. Foram emplacadas 154.979 unidades, contra 178.100 em agosto. Se comparado com setembro do ano passado (192.591 unidades), o resultado aponta uma baixa de 19,53%. No acumulado do ano, esses segmentos caíram 22,46% sobre o mesmo período de 2015, com 1.458.952 unidades comercializadas de janeiro a setembro de 2016, contra 1.881.635 no mesmo período do ano passado.

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, “apesar do índice de confiança do consumidor já ter apresentado uma melhora, as recentes mudanças no cenário político ainda não refletiram na efetivação das medidas a serem tomadas na economia, e as altas taxas de desemprego também preocupam o consumidor que, por essas razões, permanece retraído para compras”.

Na análise do presidente da Fenabrave, a queda é menor se considerados apenas os dias úteis do mês de setembro sobre agosto. “Em setembro, tivemos 21 dias úteis, contra 23 dias em agosto. Com isso, os emplacamentos, se considerados apenas os dias úteis, registraram uma baixa de 4,83%”, avalia Assumpção Júnior.

Projeções Revisadas:

Durante a coletiva de imprensa, a Fenabrave revisou, mais uma vez, as projeções para o ano 2016

Para todos os segmentos somados, automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e implementos rodoviários, a entidade estima que encerrem o ano com queda de 19,33%.

No novo estudo de projeções da entidade, os segmentos de automóveis e comerciais leves apontam queda de 19,50% em 2016.

Para caminhões, as perspectivas atuais são de redução de 28,50% nos emplacamentos em 2016 e, para implementos rodoviários, a queda pode chegar a 16,40%.

Para ônibus, a Fenabrave projeta retração de 23%. O segmento de motocicletas deve permanecer com queda acumulada de 18,50% até dezembro.

Transações de Usados têm baixa de 10,04% em setembro:

As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) apresentaram queda de 10,04% em setembro, na comparação com o mês anterior. Foram transacionadas 1.134.393 unidades de veículos usados em setembro, contra 1.261.007 em agosto.

Na comparação com o mês de setembro/2015, o resultado geral de transações de usados apresentou retração de 2,95% e, no acumulado do ano, a queda foi um pouco menor, chegando a 1,94% sobre o acumulado de 2015.

As transferências de automóveis e comerciais leves usados apresentaram retração de 10,41% em setembro, na comparação com o mês anterior. Foram transacionadas 851.471 unidades em setembro, contra 950.460 em agosto. Em relação a setembro/2015, houve retração de 1,85% nas transações destes veículos e, no acumulado de 2016, houve queda de 2,06% sobre o mesmo período de 2015.

Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 19% das negociações realizadas em setembro e 18% no acumulado do ano.

De acordo com a Fenabrave, a menor quantidade de dias úteis em setembro também refletiu na transação de veículos usados, pois a queda, em dias úteis, foi de 1,47%. “O mercado de seminovos, mesmo registrando esta pequena queda, continua aquecido. Existe falta de oferta desses veículos seminovos no mercado, visto que, diante da atual situação, o proprietário do veículo de até 3 anos ainda não se sente seguro para fazer a troca por um veículo 0 Km. Sendo assim, na totalidade, o índice da proporcionalidade continua alto, registrando 4,7 usados transacionados para cada veículo novo emplacado”, comentou o presidente da Fenabrave.

Subaru Outback com mais segurança e conforto

Da Redação

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Divulgação / Subaru / Jim Haefner

A Subaru iniciou, nesta semana, as vendas da linha 2016/2016 do modelo Outback 3.6R, com novos equipamentos que ampliam os padrões de segurança, conforto e comodidade.

Disponível em versão única de acabamento e preço sugerido de R$186,90 mil, o Outback 3.6R passa a contar com os benefícios do sistema Subaru Rear/Side Vehicle Detection (SRVD), que identifica e informa ao motorista, por meio de um sinal luminoso no espelho retrovisor, a presença de veículos próximos durante a execução de manobras.

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Divulgação / Subaru

O SRVD reúne várias tecnologias de segurança, como:

Blind Spot Detection: durante a rodagem, sensores instalados nos extremos do parachoque traseiro monitoram e informam, por meio de um ícone luminoso nos espelhos retrovisores a presença de veículos ou motos em pontos cegos.

Lane Change Assist: quando o condutor aciona a seta para mudar de faixa de rolamento e o sistema identifica a presença de um veículo no ponto cego, o ícone luminoso pisca no espelho retrovisor, ajudando na execução segura da manobra.

Rear Cross-Traffic Alert: bastante útil no momento de retirar o veículo de vagas de estacionamento, por exemplo, essa tecnologia monitora e sinaliza, durante a utilização da marcha a ré, a presença de outros veículos e motos que estejam no ponto cego ou áreas visualmente cobertas por obstáculos, evitando eventuais colisões.

Outra novidade da linha 2016/2016 do modelo, também relacionada a ampliação dos níveis de segurança, é o Assistente de Farol Alto, ou HBA (em inglês: High Beam Assist).

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Divulgação / Subaru

Ao acionar o farol alto, uma câmera frontal, instalada na parte superior do parabrisa, próxima ao espelho retrovisor interno, monitora o tráfego. Quando ele detecta um outro veículo em sentido contrário ou à sua frente, ele altera temporariamente a iluminação do veículo para farol baixo, evitando, assim, ofuscar a visão do outro condutor. Ao identificar a pista livre, o farol alto volta a ser acionado novamente.

O Subaru Outback será o primeiro veículo da marca comercializado no Brasil a contar com a tecnologia GPS de série e integrada ao sistema de áudio com tela sensível ao toque de 7 polegadas.

Além da função GPS, o sistema de áudio possibilita a execução de músicas de dispositivos externos como celulares e aparelhos de MP3 (via USB ou tecnologia Bluetooth). Além disso, o motorista visualiza no display as imagens da câmera de ré, acessa a lista de contatos, atende chamadas e tem acesso ao histórico de ligações.

O Outback é equipado com motor Boxer 3.6R, que atinge a potência máxima de 256 cv a 6.000 rpm e torque de 35.7 kgf.m a 4.400 rpm. O motor Boxer 3.6R trabalha em conjunto com o câmbio automático Lineartronic – com possibilidade de troca sequencial de marchas através do sistema paddles shifts.

O modelo conta com os benefícios do sistema de tração integral Symmetrical All-Wheel Drive. Essa tecnologia de tração nas quatro rodas, combinada aos pneus de uso misto, elevada posição de condução e amplos ângulos de entrada (18,6º) e saída (23,1º), permite ao modelo rodar com em qualquer condição de terreno, seja asfalto ou estradas de terra.

Volkswagen – Família TSI é ampliada

José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 30/09/2016)

de São Paulo / SP

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Pedro Danthas

O up! recebeu uma grande “injeção de ânimo” nas vendas quando passou a ter a opção pelo motor 1.0 TSI, de 3 cilindros, turbo. Prova disso é que, quando foi lançado, os executivos da Volkswagen esperavam que a venda das versões com essa motorização chegasse a 20% da gama. A aceitação do mercado foi tamanha que, hoje, o up! TSI é responsável por 50% do volume total.

Atenta a esse belo resultado, a montadora alemã resolveu ampliar o leque de opções da “família” TSI. A partir de agora, os consumidores brasileiros podem comprar o Golf 1.0 TSI, a Golf Variant 1.4 TSI e o Tiguan 1.4 TSI.

Dentre esses, o mais aguardado pelo mercado era o Golf. O modelo foi lançado em 1974 e, desde então, vendeu mais de 30 milhões de unidades no mundo. No Brasil, chegou em 1994 e já emplacou cerca de 390 mil unidades. A atual geração foi lançada em 2014.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Pedro Danthas

O motor que equipa o Golf 1.0 TSI é o mesmo do up!. Porém, com as alterações pelas quais passou, ele entrega 116/125cv (20,4 kgfm de torque) enquanto, o do compacto, tem potência de 101/105 cv (16,8 kgfm de torque). Gasolina e etanol, respectivamente. O câmbio escolhido foi o manual de 6 marchas para essa versão do Golf que é baseada na Comfortline.

Está enganado quem imagina que o motor 1.0 turbo seja fraco para o compacto médio. De acordo com a VW, ele leva 9,7 segundos para sair da imobilidade e alcançar os 100 km/h. A velocidade máxima é de 194 km/h (etanol). Ainda segundo a montadora, os números de consumo são os seguintes: gasolina – 11,9 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada; etanol – 8,4 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada.

A segurança não foi deixada de lado e o Golf 1.0 turbo conta com controles de estabilidade e tração. Os freios são a disco nas quatro rodas. Além disso, o veículo vem equipado com 7 airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista).

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Imagem: Divulgação / Volkswagen

Dentre os itens de série, destaque para a direção elétrica (volante revestido de couro), ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico, travamento central por controle remoto, rodas em liga leve de 16 polegadas, faróis de neblina, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas, freio de estacionamento com o sistema Hill Assist, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com ajuste elétrico (aquecíveis) e luz de seta integrada.

O sistema multimídia, também de série (Composition Media) apresenta tela de 6,5 polegadas sensível ao toque e reúne os sistemas MirrorLink, Apple CarPlay e Google Android Auto.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

Há três pacotes de opcionais disponíveis para o Golf Comfortline TSI. O Elegance traz volante multifuncional revestido de couro, controlador eletrônico de velocidade de cruzeiro, rodas de 17 polegadas com pneus 225/45 R17, sensor de chuva, sistema coming&leaving home e retrovisor interno eletrocrômico.

O pacote Exclusive adiciona aos itens do Elegance um sistema diferenciado de multimídia que conta com navegação por GPS (Discover Media). O pacote Comfort pode ser combinado a qualquer um dos anteriores e inclui ar-condicionado digital de duas zonas e revestimento de couro para os bancos. O teto solar está disponível para ser acrescido aos três pacotes.

A Volkswagen oferece 8 opções de cores para o Golf Comfortline TSI e o preço sugerido é R$74,99 mil. As vendas iniciam-se em novembro.

Tiguan e Golf Variant

Os dois modelos passam a oferecer a mesma opção de motor: 1.4 TSI de 150cv e 25,4 kgfm de torque (com gasolina ou etanol). Para o SUV Tiguan, a escolha da VW foi pelo câmbio automatizado (DSG) de 6 marchas. No caso da perua Golf Variant, a opção foi pelo automático, também de 6 marchas, com possibilidade de trocas manuais na alavanca de câmbio ou por meio de “borboletas” no volante.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Ingo Barenschee

Como o foco do Tiguan 1.4 TSI é o custo-benefício, ele possui somente tração 4×2. A 4×4 está disponível para a versão equipada com motor 2.0 TSI, que continua a ser vendida. O modelo é 84 quilos mais leve nessa nova versão.

Assim como no caso do Golf, o desempenho desse motor não faz feio: 0 a 100 km/h em 9,2 segundos e velocidade máxima de 195 km/h. Quanto à segurança, é equipado com 6 airbags (frontais, laterais e do tipo cortina) e controles de tração e estabilidade.

Dentre os itens de série, podemos destacar o sistema Start/Stop, direção com assistência elétrica, rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus 235/55, oito alto-falantes, controlador de velocidade de cruzeiro, ar-condicionado, volante multifuncional com acabamento de couro (com ajustes de distância e profundidade), computador de bordo, freio de estacionamento eletrônico com função auto-hold e sensor de estacionamento.

Opcionalmente, o utilitário pode ser equipado com o pacote Elegance, que acrescenta ar-condicionado digital de duas zonas, rodas de liga leve de 18 polegadas calçadas com pneus 235/50 R18, sistema Kessy (destravamento das portas por aproximação da chave e partida do motor por meio de botão no console), câmera de ré, sensor de chuva, entre outros. Também há opção pelo teto solar panorâmico. O preço sugerido para a versão única é R$125,99 mil.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

O desempenho da Golf Variant 1.4 TSI é um pouco superior ao do Tiguan. Segundo a VW, ela alcança os 207 km/h de velocidade máxima e leva 9,1 segundos para sair da imobilidade e chegar aos 100 km/h (com etanol). A perua será vendida em duas versões: Comfortline (R$101,88 mil) e Highline (R$113,29 mil).

A Comfortline traz como equipamentos de série o sistema Star/Stop, direção elétrica, ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, rodas em liga leve de 16 polegadas calçadas com pneus 205/55 R16, freio de estacionamento com o sistema Hill Assist, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com ajuste elétrico (aquecíveis) e luz de seta integrada. Há opção por rodas de liga leve de 17 polegadas (pneus 225/45 R17).

A versão topo de linha Highline oferece os mesmos itens acrescidos de ar-condicionado digital de duas zonas, bancos em couro, lanternas de LED, volante multifuncional e sensores de chuva e luminosidade.

Opcionalmente, essa versão pode ser equipada com faróis de xenônio, rodas de liga leve de 17 polegadas, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 8 polegadas e capacidade para realizar o espelhamento de celular nas plataformas Mirrorlink, Android Auto e Google CarPlay. O modelo oferece, de série, a possibilidade de seleção do perfil de direção com quatro modos (Normal, Sport, Eco e Individual).

A perua também se destaca pela segurança: sete airbags (dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros, dois laterais do tipo cortina e um de joelho para o motorista), controles de tração e estabilidade, bloqueio eletrônico do diferencial, distribuição eletrônica de frenagem, sistema Isofix de fixação de cadeirinha de criança e freios com sistema de frenagem automática pós-colisão. Ainda há o sistema de monitoramento frontal por meio de radar (para evitar colisões), detector de fadiga e a mais nova versão do sistema de assistência de estacionamento capaz de auxiliar as manobras em vagas paralelas e perpendiculares.

*o colaborador viajou a convite da Volkswagen do Brasil

 

Compass – novo norte para o segmento

José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 30/09/2016)

do Recife (PE)

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

A Jeep apresentou, nessa semana, a nova geração do SUV médio Compass.  O modelo, que fez sua estréia mundial, é fabricado na planta de Goiana (PE). A produção local atenderá ao mercado da América Latina.

Com a inclusão do Compass, a produção da fábrica pernambucana – que também inclui o Jeep Renegade e a Fiat Toro – chega a 180 mil unidades/ano. Sua capacidade instalada é para 250 mil unidades/ano.

O Compass ficou muito bonito e, principalmente na traseira, lembra muito seu “irmão” maior, o Grand Cherokee. Na frente, destaque para a tradicional grade do radiador com suas sete fendas e os pára-lamas com contornos trapezoidais.

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

A linha do teto, descendente na traseira, dá o toque esportivo. Tanto os faróis, quanto as lanternas traseiras, receberam assinatura em LED e são de série desde a versão de entrada. Luzes diurnas e faróis de neblina também estão presentes. Nas versões Limited e Trailhawk os faróis são de xenon.

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

Chama atenção o friso que começa na base da coluna A, acompanha a linha superior dos vidros laterais, atravessa a coluna C e contorna o vidro traseiro pela lateral e por baixo. Na traseira, as lanternas, com bonito e moderno design, invadem a tampa do porta-malas.

No interior, agradável e acolhedor, destaque, assim como já ocorre com o Renegade, para o esmerado acabamento que utiliza materiais de qualidade superior. O revestimento do painel, por exemplo, é de material emborrachado e macio ao toque.

O quadro de instrumento traz tela em TFT (de sete polegadas) com informações sobre o utilitário no computador de bordo incluindo, também, áudio, GPS, telefonia e recursos de segurança.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Studio Cerri

O sistema multimídia apresenta tela de 8,4 polegadas sensível ao toque a partir da versão Longitude. Através dela são controlados áudio, GPS, ar-condicionado, Bluetooth e apresentadas as imagens da câmera de ré. O sistema de som da marca Beats, de 506 Watts de potência, 9 alto-falantes e subwoofer é opcional.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Studio Cerri

No quesito segurança, são itens de série: controle eletrônico de estabilidade (ESC), sistema anticapotamento (ERM), sistema de monitoramento de pressão de pneus (TPMS), controle de velocidade de cruzeiro, controle de partida em subida, assistente de partida em rampa (HSA), freios a disco nas quatro rodas com ABS, três pontos de fixação de cadeiras infantis Isofix, repetidores de direção nos retrovisores externos, faróis de neblina com função cornering (acende do lado que se esterça em manobras ou em baixas velocidades) e direção de torque dinâmico (DST), que induz o condutor a virar o volante corretamente em uma situação de perda de aderência.

 As versões Sport e Longitude oferecem os obrigatórios airbags frontais. Como opcionais, podem ser equipadas com mais cinco (dois laterais, dois do tipo cortina e um para os joelhos do motorista). Os sete airbags são de série para as versões Limited e Trailhawk.

 Outros recursos presentes no Jeep Compass são o controle adaptativo de velocidade (ACC), monitoramento de mudança de faixa (LDW), farol alto automático (AHB) e aviso e prevenção de colisão frontal (FCWP), que engloba frenagem automática. O sistema de estacionamento automático, Park Assist, que opera em vagas paralelas e perpendiculares, é outro recurso disponível.

Jeep Compass Longitude Diesel
Divulgação / Jeep / Marcos Camargo

 Motores e câmbios – Serão duas opções de motor e câmbio. O motor 2.0 bicombustível oferece 159/166 cv de potência e 20,5 kgfm de torque. Ele trabalha em conjunto com o câmbio automático de 6 marchas.

A outra motorização é a 2.0 turbodiesel capaz de render 170 cv de potência e 35,7 kgfm de torque.  Nesse caso, o câmbio é automático de 9 marchas. Somente as versões com motor a diesel possuem tração 4×4. O motivo alegado pela montadora é o fato desses motores oferecerem mais torque.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Pedro Brito / Studio Cerri

A tração 4×4 com função 4WD Low (reduzida), chamada pela montadora de Jeep Active Drive Low, acompanha o sistema Selec-Terrain, que prepara o veículo para lidar da melhor forma possível com o piso.

 Basta girar o seletor no console central e o conjunto mecânico se adapta aos modos Snow (neve, para terrenos escorregadios), Sand (areia), Mud (lama) e Rock (pedra), este último exclusivo da versão Trailhawk. Ainda há o modo Auto, quando o veículo se adapta da melhor maneira possível, de forma automática, ao terreno o qual trafega.

Projeto 551 JEEP
Divulgação / Jeep / Pedro Brito / Studio Cerri

 Tivemos a oportunidade de guiar o Compass em uma pista off road, montada dentro da planta da Jeep em Goiana (PE), e podemos afirmar que nenhum dos concorrentes apontados pela montadora possuem capacidade equivalente para terrenos desse tipo. Sua aparência mais urbana engana, e muito!

 Os números de consumo, medidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) são: 2.0 Flex (gasolina) – 8,1 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada; 2.0 Flex (etanol) – 5,5 km/l na cidade e 7,2 km/l na estrada e 2.0 Turbodiesel – 9,8 km/l na cidade e 11,4 km/l na estrada.

Versões e preços sugeridos do Jeep Compass:

Sport 2.0 Flex 4×2 (automático 6 marchas) – R$99,99 mil

Longitude 2.0 Flex 4×2 (automático 6 marchas) – R$106,99 mil

Limited 2.0 Flex 4×2 (automático 6 marchas) – R$124,99 mil

Longitude 2.0 Turbodiesel 4×4 (automático 9 marchas) – R$132,99 mil

Trailhawk 2.0 Turbodiesel 4×4 (automático 9 marchas) – R$149,99 mil

Haverá uma edição de lançamento, limitada a 500 unidades, que recebeu o nome de Opening Edition. Ela é baseada na versão Longitude Flex. O pacote de itens que a equipa custa R$2,5 mil. O preço sugerido final ficará em torno de R$109,50 mil.

Devido ao preço das versões de entrada, uma questão levantada pela imprensa presente ao evento de lançamento, dizia respeito a uma possível canibalização das versões mais caras do Renegade pelo Compass.

De acordo com os diretores da Jeep, o Renegade está mais vinculado ao Wrangler. Por esse motivo, ele atende um público mais voltado para o off-road, um perfil de usuário que gosta de encarar o fora de estrada

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Divulgação / Jeep

Por outro lado, o Compass está ligado ao Cherokee e, dessa forma, a um perfil de comprador mais urbano. Dessa forma, o comprador de um Renegade não é o mesmo de um Compass e não haverá “concorrência” nas vendas dos dois modelos.

A Jeep acredita que os principais concorrentes do SUV médio serão os seguintes, de acordo com cada motorização: Flex – Hyundai ix35; Kia Sportage e Mitsubishi ASX. Diesel – BMW X1; Mercedes-Benz GLA e Audi Q3.

A montadora tem expectativa de que a versão Longitude concentrará 50% das vendas do novo modelo (Flex – 30% e Turbodiesel – 20%). O Compass tem garantia de 3 anos e as revisões são a cada 12 mil quilômetros para as versões flex e 20 mil quilômetros para as diesel.

Falando em vendas, a Jeep espera comercializar cerca de 24 mil unidades/ano, ou seja, algo em torno de 2 mil unidades/mês. Do total anual, 8 mil unidades deverão abastecer os demais mercado da América Latina. Traduzindo, no Brasil espera-se que sejam emplacadas 16 mil unidades/ano (1.330 unidades/mês).

São números bastante ambiciosos e que tornariam o Compass líder do segmento. Isso porque, dos concorrentes apontados pela Jeep, o Hyundai ix35 foi o líder de vendas em 2015. E ele emplacou, no ano passado, 14.729 unidades (algo em torno de 1.227 unidades/mês).

Ainda teremos a oportunidade de avaliar o novo Compass por um período mais longo. Mas, nesse primeiro contato com o modelo e em conversas com colegas jornalistas, ficou claro para todos que a Jeep tem em mãos um veículo acima da média, plenamente capaz de repetir o enorme sucesso do Renegade no Brasil.

Design, conforto, tecnologia, desempenho e, principalmente, preços ao ser comparado com a concorrência, o Compass tem de sobra. O mercado dirá se essa expectativa será, ou não, confirmada.

*o colaborador viajou a convite da Jeep

**as fotos utilizadas nesse texto são da versão Longitude Diesel