Renault Captur ganha opção pelo câmbio CVT

Da Redação      (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/06/2017)

Somente as versões do utilitário equipadas com motor 1.6 foram contempladas com a tecnologia

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultO Renault Captur passa a oferecer, a partir de agora, a opção pelo câmbio CVT, que proporciona mais conforto aliado à economia de combustível.

A transmissão X-Tronic está disponível no Captur com motorização 1.6. O casamento do câmbio continuamente variável – que tem opção de seis marchas simuladas – com o novo motor garante um rodar suave e silencioso em velocidade de cruzeiro.

Como este câmbio não tem trocas de marchas, a condução é sempre suave. Além disso, o motor pode ser mantido em rotação constante, auxiliando no menor consumo de combustível.

O Captur CVT é fruto do desenvolvimento da equipe de engenharia da Renault Tecnologia Américas (RTA), que tem como objetivo desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano.

De acordo com a montadora, o Captur rodou mais de 1,5 milhão de quilômetros apenas no Brasil.

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultAgora o SUV conta com duas opções de motorização e três de câmbios: 1.6 manual, 1.6 CVT e o 2.0 16V com transmissão automática.

O câmbio CVT (Continuously Variable Transmission) oferece relações de marcha continuamente variáveis, ou seja, tem “marchas infinitas”. O maior diferencial em relação ao câmbio automático tradicional é a ausência de engrenagens.

Como característica, este câmbio é econômico e permite aceleração contínua, sem trancos, o que dá a impressão de que o carro nunca troca de marchas.

Seu funcionamento acontece da seguinte forma: uma correia metálica liga duas polias com sulco em forma de “V” e largura variável. A primária, também conhecida como condutora, recebe o torque do motor, enquanto a secundária transmite ao diferencial.

Cada polia tem dois cones que podem se afastar ou se aproximar por meio de um sistema hidráulico, diminuindo ou aumentando a largura do canal onde passa a correia. De acordo com a demanda do motorista, este afastamento ou aproximação dos cones aumenta ou reduz a velocidade do carro.

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultQuando os cones estão juntos, o canal fica mais estreito e o raio da polia aumenta. Em marcha reduzida, a polia primária apresenta um raio menor, enquanto a polia secundária fica com raio maior.

Na medida em que o carro acelera, o movimento das polias se inverte e a relação de marcha fica maior. A distância entre as polias é fixa. Assim, o câmbio CVT apresenta uma infinidade de marchas entre as menores e maiores relações.

Trocas manuais – Um dos diferenciais do câmbio utilizado pela Renault é um software de gerenciamento que dá a opção ao condutor de reproduzir seis marchas virtualmente. A transmissão X-Tronic oferece, em todas as versões, a possibilidade de troca manual na alavanca de câmbio.

a (10)Ao motorista, cabe posicionar a manopla à esquerda para assumir o controle. A opção traz vantagem em performance, especialmente nas ultrapassagens e arrancadas.

Esta transmissão traz relações mais longas em comparação a outros câmbios do mercado, sem abrir mão de desempenho e prazer ao dirigir.

As acelerações são constantes e eficientes. O desenvolvimento desta transmissão foi baseado em três pilares: linearidade, agilidade e dirigibilidade.

O efeito pode ser percebido em retomadas de velocidade ou saídas de semáforo, por exemplo. Para os passageiros, a sensação é de conforto, sem que haja qualquer tranco.

Pensando no conforto, há o sistema Lock-up com Active Slip Control. Neste sistema, a polia é liberada de forma gradual para que o torque seja transmitido de forma linear.

Essa característica garante acelerações com respostas mais vigorosas e sem alternâncias, pois “segura” a polia e a solta de forma gradual para que o torque seja transmitido de forma linear e rápida.

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

Fotos: Rodolfo Buhrer / Renault / Divulgação

A caixa que equipa o Captur é produzida pela Jatco, empresa da Aliança Renault-Nissan.

O Captur tem garantia de fábrica de 3 anos ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Clientes que optarem pelas facilidades de financiamento via Banco Renault têm 5 anos de garantia total.

O plano de manutenção do modelo prevê revisões periódicas a serem feitas em intervalos de 10 mil quilômetros ou a cada ano de uso.

Além disso, a rede de concessionárias Renault oferece para os proprietários o programa “Revisão com Preço Fechado” e o “Pacote de Preço Fechado de Peças”, que reúne os principais itens de desgaste e manutenção.

Esses dois serviços permitem aos clientes saberem de forma antecipada quanto gastarão para a realização de reparos, já que os preços sugeridos dos dois pacotes incluem os valores de peças e mão de obra.

Vale ressaltar que a taxa de financiamento melhora quando o cliente opta pelo contrato de manutenção já no momento de compra do veículo.

Os proprietários dos modelos também contam com o apoio do Renault Assistance, um serviço de atendimento emergencial e de socorro mecânico disponível 24 horas por dia, em todo território nacional.

Esta assistência oferece técnico para reparo no local, remoção do automóvel para a concessionária mais próxima, meio de transporte alternativo aos ocupantes do veículo, entre outros. Para os veículos de passeio, o serviço é oferecido, gratuitamente, por 24 meses após a compra e 12 meses para veículos utilitários.

Ford New Fiesta automático tem mais uma versão

Da Redação    (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/06/2017)

NewFiestaHatchSE-1bA Ford apresentou uma nova versão do New Fiesta 1.6 com câmbio automático. O preço sugerido anunciado é R$ 55,99 mil.

De acordo com a montadora, o modelo é o único na sua faixa a ter, por exemplo, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, chave de segurança My Key e alarme volumétrico.

O objetivo do New Fiesta SE Plus é criar uma opção acessível entre os veículos com motorização 1.6 e câmbio automático.

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Fotos: Ford / Divulgação

Além de direção elétrica, ar-condicionado e trio elétrico, o novo catálogo traz computador de bordo, banco traseiro bipartido, cintos de segurança de três pontos para todos os passageiros e sistema Isofix para cadeiras infantis.

O sistema de conectividade inclui CD/MP3 player, comandos de voz para áudio e telefone, conexão Bluetooth, USB e entrada auxiliar, sistema AppLink para acesso a aplicativos de smartphones e assistência de emergência em caso de acidentes.

“O New Fiesta SE Plus foi criado para ser a compra mais inteligente da categoria. Um carro bonito, com câmbio automático, sem ter que pagar mais. Por isso, oferecemos equipamentos da linha premium que favorecem a dirigibilidade, o conforto e a conveniência, com itens não encontrados em concorrentes mais caros”, disse Fernando Pfeiffer, gerente de produto da Ford.

Ford apresenta o novo EcoSport na Argentina

José Oswaldo Costa*   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/06/2017)

de Bueno Aires (Argentina)

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A Ford aproveitou o Salão do Automóvel de Buenos Aires (Argentina) para apresentar a reestilização do SUV compacto EcoSport. Em termos de design, as mudanças foram mais profundas na dianteira.

Na traseira, a montadora manteve o mesmo desenho – discretas alterações no para-choque – e não ocorreu uma mudança bastante aguardada pelo mercado: o estepe permanece alojado na tampa do porta-malas. O interior também foi bastante alterado, bem como o powertrain (motor e câmbio).

Nos mercados da Europa e Estados Unidos, onde o SUV estreará ainda nesse ano, a traseira é limpa, sem a presença do pneu sobressalente.

A Ford informou que a pré-venda, no Brasil, será iniciada no fim do mês de julho. As primeiras unidades serão entregues em meados de agosto.

A frente recebeu nova grade para o radiador, novos faróis (de xenônio), para-choque e capô. Também são novas as rodas de 17 polegadas. É perceptível que o design bebeu da mesma fonte do “irmão grande” Edge, ficando mais de acordo com a assinatura da marca.

Além do já conhecido motor 2.0 Direct Flex, utilizado no Focus, o EcoSport passará a utilizar o novo e moderno motor 1.5 de três cilindros e duplo comando de válvulas, capaz de render até 137 cv e 16,2 kgfm de torque. Ele substituirá o atual 1.6.

O utilitário esportivo, que é um modelo mundial, terá a estreia da nova geração no Brasil, primeiro mercado a recebê-la.

Até então, além do câmbio manual, o EcoSport oferecia a opção pela transmissão automatizada, de dupla embreagem (Powershift). Ela será substituída por um câmbio automático de seis marchas.

Interior – O interior foi bastante alterado, com destaque para o novo (e belo) painel. Agora, o EcoSport passa a contar com o mesmo sistema multimídia (Sync 3) do Fusion e do Focus.

A tela é de 8 polegadas e fica de maneira destacada no painel, como vem sendo amplamente utilizado no mercado, para facilitar o manuseio. O sistema é compatível com o Android Auto e o Apple Car Play.

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Painel da nova geração do SUV compacto da Ford

Fotos: Ford / Divulgação

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Antigo painel do Ford EcoSport

Foto: José Oswaldo Costa

Tudo é novo para o modelo: quadro de instrumentos, volante, sistema de ar-condicionado, sistema multimídia e posição das saídas de ar centrais. Algumas versões passam a contar, como opcionais, com revestimento bicolor (preto e bege), teto solar, 7 airbags e sistema de som, da marca Sony, com 9 alto-falantes.

Sem dúvidas o interior está bem mais requintado e luxuoso. O quadro de instrumentos recebeu uma tela TFT, posicionada entre o velocímetro e conta-giros, que apresenta vários dados do veículo.

O novo EcoSport manterá as mesmas versões atualmente disponíveis: Titanium, Freestyle e SE. Os preços ainda não foram divulgados pela montadora.

Porém, o presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, fez questão de destacar: “O novo EcoSport vai oferecer os preços mais competitivos entre os SUVs de nova geração, tanto nas versões de entrada como nas mais equipadas”.  Vamos aguardar.

*O jornalista viajou a convite da Ford

Mercedes-Benz C 300 Sport é o mais novo membro da Classe C no Brasil

Da Redação           (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 09/06/2017)

Versão com motor 2.0 turbo, de 245 cv, passa a ser a topo de linha

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A Mercedez-Benz apresentou o modelo que passa a ser o topo de linha da família Classe C no Brasil: C 300 Sport. Ele é equipado com motor turbo 2.0 com injeção direta de terceira geração, capaz de gerar 245 cv.

O novo modelo traz uma novidade importante, que passa a ser adotada por todas as versões do Classe C: o câmbio 9G-TRONIC, com nove velocidades, que aumenta o conforto de rodagem e a eficiência energética.

As diferentes versões do Classe C são produzidas no Brasil desde março de 2016, na fábrica de automóveis da Mercedes-Benz localizada em Iracemápolis, no interior do estado de São Paulo. O modelo é líder em vendas no segmento dos sedãs premium no País e também o mais vendido da marca no Brasil.

Nos primeiros quatro meses deste ano, foram vendidas 915 unidades do Classe C no mercado brasileiro, de acordo com a montadora.

Vários itens dão ao C 300 Sport uma personalidade muito especial. Visualmente, conta com acabamento interior e exterior AMG Line e vem com o pacote Night que contempla retrovisores, frisos de para-choques e da grade frontal todos com acabamento em preto, além das novas rodas AMG de 18 polegadas com cinco raios e fundo preto brilhante.

Vei2 - Malagrine - Mercedes-Benz - DivulgaçãoUm toque diferenciado do C 300 Sport é a possibilidade de o condutor escolher o som do motor que mais lhe agrada por meio do sistema Dynamic Select: é possível optar por desfrutar do sistema de som para escutar suas músicas preferidas praticamente sem escutar o motor no trânsito urbano ou, ao curtir a dirigibilidade esportiva do veículo em uma estrada sinuosa, por exemplo, ouvir pelo mesmo sistema o desempenho sonoro do motor de 245 cv.

Motor e Câmbio – Falando em motor, ele leva o veículo de 0 a 100 km/h em apenas 5,9 segundos e permite atingir 250 km/h (velocidade limitada eletronicamente).

A função ECO start/stop, que há mais de dez anos já equipa toda a linha de automóveis Mercedes-Benz, desliga o motor quando o veículo para, dando a partida automaticamente assim que o motorista toca no acelerador novamente.

Ela conta com um recurso especial que agiliza a partida: quando o motor é desligado, um sensor registra a posição do virabrequim e seleciona o pistão melhor posicionado para receber a primeira ignição na partida.

 A chegada ao mercado brasileiro do C 300 Sport marca também a introdução da transmissão automática 9G-TRONIC em todos os modelos Classe C. Com nove velocidades, é a primeira transmissão automática do segmento premium com conversor de torque hidrodinâmico e sua moderna concepção permite uma redução no consumo de combustível de até 4,5% (dependendo das condições de uso e modo de dirigir).

Vei4 - Malagrine - Mercedes-Benz - DivulgaçãoTrês programas de condução (Comfort, Sport e Sport+) permitem ao motorista pré-selecionar as características das trocas de marchas ou realizá-las por meio das borboletas posicionadas no volante.

Quando solicitada de forma esportiva, a transmissão pode “saltar” marchas nas reduções de velocidade, indo da 5ª para 3ª velocidade, por exemplo.

As nove marchas permitem uma condução com alta eficiência em baixas rotações, com trocas suaves e quase imperceptíveis proporcionadas pelos reduzidos intervalos entre as marchas.

A redução do atrito interno e a maior amplitude de redução, incluindo marchas mais longas, aumentam o conforto e reduzem os níveis de ruído e o consumo de combustível.

Apesar das duas marchas a mais, em comparação com o câmbio 7G-TRONIC PLUS anteriormente usado no Classe C, a nova transmissão tem tamanho tão compacto como a de sua antecessora e é até mesmo um quilograma mais leve, graças ao alojamento do conversor de torque de alumínio e à carcaça de liga de magnésio extremamente leve da caixa de engrenagens.

Vei6 - Malagrine - Mercedes-Benz - DivulgaçãoTrês sensores de rotação monitoram o funcionamento, transmitindo ao controle eletrônico os dados necessários para selecionar as marchas mais adequadas e executar as trocas de modo eficiente.

A suspensão esportiva do C 300 Sport proporciona reações ágeis e diretas oferecendo, ao mesmo tempo, um ótimo conforto de rodagem.

O eixo dianteiro com quatro braços desempenha papel importante nas ágeis características de dirigibilidade, reagindo de forma mais sensível ao comando do volante e permitindo uma condução mais esportiva.  A suspensão independente traseira conta com cinco braços.

A dianteira é esportiva, com a estrela no centro da grade e os faróis full LED.  Na traseira, as lanternas e luzes de freios utilizam tecnologia LED em todas as versões.

O interior do C 300 Sport foi desenvolvido com materiais refinados, de toque agradável. O display central destacado é o principal item a chamar a atenção no console central, com uma tela de 8,4 polegadas.

Vei3 - Malagrine - Mercedes-Benz - DivulgaçãoAs cinco aberturas de entrada de ar redondas dão um toque esportivo ao painel.  Com acabamento metálico frio ao toque, elas criam um contraste com o visual mais quente da madeira black ash do revestimento do painel.

Todas as teclas têm design tridimensional de alta qualidade. Para maior conforto, no C 300 Sport o banco do passageiro da frente conta, da mesma forma que o do condutor, com ajustes elétricos e memória.

O touchpad no descanso para a mão no túnel central permite a operação simples e intuitiva das funções da unidade central pelo movimento dos dedos. Ele também permite a entrada de letras, números e outros caracteres manuscritos.

 A estrutura da carroceria do C 300 Sport, com peso reduzido, permite diminuir o consumo de combustível sem nenhuma perda de desempenho quando comparado à geração anterior, comercializada no País até o início de 2014.

Ao mesmo tempo, possui baixo centro de gravidade, o que aumenta a agilidade e esportividade do modelo.

Vei5 - Malagrine - Mercedes-Benz - Divulgação

Fotos: Malagrine / Mercedes-Benz / Divulgação

O C 300 Sport conta com materiais de altíssima resistência. Chapas de aço e alumínio fundido foram utilizadas na maior parte da carroceria, que conta com 20% mais partes de alumínio do que a versão com redução de peso de até 50 kg.

Segurança – Entre os vários sistemas de assistência ao condutor, o C 300 Sport conta com o ESP Curve Dynamic Assist, que proporciona mais estabilidade e melhor dirigibilidade em curvas por meio do reconhecimento da necessidade de equilíbrio de forças nas rodas, distribuindo a tração via diferencial para as rodas de fora.

O Cross Wind Assist (assistente de ventos transversais) reduz o esforço do condutor nas estradas e aumenta a segurança, em especial em altas velocidades. O sistema detecta golpes de vento súbitos e fortes que poderiam influenciar na trajetória do veículo e ajuda a evitar que ele seja empurrado para os lados aplicando de forma seletiva os freios nas rodas do lado em que há ação do vento, sem perder velocidade.

Essa ação também é importante ao cruzar pontes altas ou na ultrapassagem de veículos mais pesados.

Outro importante sistema de segurança é o Attention Assist, que atua com mais de 40 parâmetros de reconhecimento e detecta quando o motorista demonstra sinais de fadiga ao volante, alertando-o por meio de sinais sonoros e visuais, além de sugerir uma pausa para descanso.

O C 300 Sport é também equipado com airbag de joelhos do lado do motorista, que auxilia na proteção das pernas em caso de colisão e oferece estabilidade adicional para todo o corpo.

Ainda em relação aos sistemas de segurança, o ao tirar o pé do acelerador repentinamente, o condutor pode contar com a ação do Priming (pré-carregamento), que mantém as pastilhas dos freios automaticamente em contato com o disco, de modo que a distância de frenagem seja diminuída.

Outro destaque é o Brake Drying (sistema de secagem dos freios), que em condições de pista molhada, diminui a umidade dos discos de freio em intervalos regulares, de modo que a potência de frenagem esteja disponível.

O novo Classe C 300 Sport chega ao mercado com preço sugerido de R$241,90 mil.

Toyota realiza recall para cinto de segurança do Corolla

Da Redação

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Foto: Toyota / Divulgação

A Toyota anunciou, ontem, uma campanha de recall para o cinto de segurança traseiro, do lado direito, do sedan-médio Corolla.

Foi verificada uma desconformidade técnica na peça de ancoragem do cinto de segurança traseiro, lado direito do veículo, que apresenta marca de estampagem irregular, podendo não atender às normas brasileiras de segurança.

O defeito foi verificado por meio de teste de impacto dinâmico do veículo.

Há o risco de rompimento da peça de ancoragem do referido cinto de segurança, com possíveis danos físicos ao passageiro que estiver usando e aos demais ocupantes.

De acordo com a nota, existe uma possibilidade remota de danos fatais, em caso de colisão muito severa do veículo.

Modelo

Data de Fabricação

Chassis envolvidos

Código alfanumérico

Últimos 8 dígitos do chassi

Corolla

20/12/2016 a 24/02/2017

9BRBDWHE*

9BRBLWHE*

9BRBD3HE*

H0340333 – H0346204

H0097419 – H0104445

H03040380 – H0346194

A partir do dia 19 de junho, a Toyota realizará a substituição do conjunto de ancoragem do cinto de segurança traseiro, lado direito do veículo, em tempo estimado de 40 minutos.

Os proprietários deverão acessar o site www.toyota.com.br/web-agenda ou entrar em contato com a Rede de Concessionárias Autorizadas Toyota, para agendamento prévio do reparo. A relação de concessionárias autorizadas para atendimento está disponível no site www.toyota.com.br

Triumph será fornecedora oficial de motores da Moto2 a partir de 2019

Da Redação

0o6a4648_street-triple-rsNesse último sábado, a Triumph Motorcycles foi anunciada como fornecedora exclusiva de motores, a partir de 2019, para o Campeonato FIM Moto2 – uma das classes que integra o Campeonato Mundial de Motovelocidade, a mais importante competição de motocicletas do planeta.

A fabricante inglesa assinou um contrato de três anos com a Dorna (detentora dos direitos comerciais da competição) para fornecer um motor Triumph de três cilindros com 765 cc, baseado no novíssimo propulsor que equipará a nova Street Triple 2017 – motocicleta que chegará ao mercado brasileiro em agosto deste ano.

O novo motor é um desenvolvimento significativo do vitorioso motor Daytona 675R, que possibilitou a vitória desta esportiva em provas como “Isle of Man TT”, “Daytona 200” e “British Supersports” em 2014 e 2015.

triumph_hd6_engine_still_fr228_001Com base na mais alta especificação do motor de 765 cc, a nova Street Triple RS foi desenvolvida para a Moto2 com as seguintes modificações:

·Cabeçote do cilindro modificado, com novas portas de admissão e de exaustão, para um fluxo de combustível otimizado.

·Válvulas de titânio e molas das válvulas mais rígidas, para um aumento de rotação.

·Kit alternador de baixa saída para redução de inércia.

·Relação de transmissão de 1ª marcha mais longa.

·Embreagem deslizante/assistida (slipper clutch), desenvolvida para competição,  na qual será ajustável.

·Módulo da injeção eletrônica específico de competição, que será desenvolvido em conjunto com a Magneti Marelli.

·Tampa do motor reprojetada para redução de largura.

·Cárter modificado para permitir uma melhoria no fluxo do coletor.

Tendo como base o novo motor da Street Triple 2017, o Triumph Moto2 765cc foi desenvolvido e ajustado para proporcionar ganhos de potência e torque. No modo de pilotagem “estrada”, o motor proporciona o mais alto nível de desempenho para uma Street Triple, fornecendo potência de 123 cv (a 11.700 rpm) e torque de 77 Nm (a 10.800 rpm).

triumph_moto2_005Este novo motor possui mais de 80 peças novas, em comparação com o motor da geração anterior, incluindo um aumento do diâmetro e do curso. Os componentes novos incluem:

·Novo virabrequim

·Novos pistões

·Novas bielas e eixo balanceador

·Cilindros galvanizados em Nikasil

·Caixa de marchas revisada

A tecnologia do novo motor Triumph 765 cc Moto2 foi desenvolvida para possibilitar que o motor aspire mais livremente e com maior rotação comparado a uma motocicleta padrão, aumentando ainda mais o desempenho geral.

530a9197_street-triple-rsOutras alterações foram feitas especificamente para o uso em corridas. Para assistir ao filme do motor Triumph Moto2, clique aqui: https://youtu.be/bDT8y0WEfxo.

Paul Stroud, Chief Commercial Officer da Triumph Motorcycles, afirmou: “Este é um momento significativo para a Triumph, iniciando um novo e empolgante capítulo em nossos 110 anos de história e tendo como base nossos celebrados e vitoriosos motores triplos TT e Supersports. Esperamos consolidar uma longa e empolgante relação com a Dorna e as equipes, pilotos e torcedores da Moto2″.

Carmelo Ezpeleta, Diretor Executivo da Dorna, acrescentou: “Estamos muito felizes em trabalhar com uma das mais icônicas marcas de motocicletas. Os motores três cilindros da Triumph são conhecidos por sua força, transmissão e entrega de torque e obtiveram muito sucesso na pista, tornando-os a escolha ideal para o campeonato Moto2. Estamos ansiosos para a temporada de 2019 e o início de uma nova geração da Moto2, em parceria com a Triumph”.

Julian Simon, Campeão Mundial 125cc 2009 e vice-campeão da Moto2 e experiente piloto de testes da Moto2, que esteve envolvido nos testes da fase de desenvolvimento do motor, disse: “O motor parece muito forte e sua faixa intermediária é particularmente impressionante. A sensação entre o acelerador e a roda traseira é muito direta e controlável. O sentimento geral é muito bom e o motor já mostra um grande potencial”.

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Fotos: Triumph Motorcycles Brazil / Divulgação

Argo, novo hatch compacto da Fiat, chega ao mercado

José Oswaldo Costa*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 02/06/2017)

de São Paulo (SP)

Argo

Foto: Marcos Camargo / FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

A Fiat apresentou para a imprensa especializada, nessa semana, seu mais novo hatch compacto: o Argo. O modelo, que chega para aposentar o premiado Punto, conta com três opções de motores e três tipos de câmbio. No total, são sete versões.

Durante o lançamento do novo produto, em São Paulo (SP), a diretoria da montadora italiana deixou bem claro quais são os alvos da concorrência para os quais está apontada a mira do Argo: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Volkswagen Fox e Toyota Etios.

O novo modelo chega para disputar mercado no segmento de hatches compactos com o preço acima de R$ 45 mil. Abaixo desse preço, a Fiat já conta com o Mobi, o Uno e o Palio. O presidente do grupo FCA – Fiat Chrysler Automóveis, Stefan Ketter, deixou claro que Argo é o primeiro veículo para “rechear o sanduíche” que tem a picape Toro, no topo, e o Mobi, na base.

Ou seja, tais palavras nos levam a crer que a montadora prepara um substituto para o Bravo (hatch médio), que pode ser o Tipo, lançado recentemente na Europa, ou para o Palio, que se mostra bastante defasado frente aos concorrentes.

Não podemos esquecer que, dentro desse recheio, também há espaço para um sedan-médio, substituto do Linea. Nesse caso, o mesmo Tipo, mas com carroceria sedan.

Argo 3

Foto: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

A aposta no Argo é alta, tanto que Ketter chegou a dizer em seu discurso no lançamento que “esse carro é fundamental para a marca Fiat”. Afinal, a montadora perdeu a liderança do mercado nacional para a General Motors e esse quadro vem se mantendo em 2017.

E a situação fica ainda pior se, do total de vendas, tirarmos os números relativos aos chamados comerciais leves (picapes e furgões) e considerarmos somente os automóveis.

Motores e Transmissões – Como dissemos anteriormente, o Argo possui três opções de motores e três de câmbio. Os motores são os seguintes: 1.0 de três cilindros (77 cv e 10,9 kgfm de torque com etanol) 1.3 (109 cv e 14,2 kgfm de torque com etanol) e 1.8 (139 cv e 19,3 kgfm de torque com etanol).

Para o motor 1.0, a opção de câmbio é o manual de 5 marchas. Para o motor 1.3, manual de 5 marchas ou automatizado (GSR). Já o motor 1.8 pode trabalhar em conjunto com o câmbio manual de 5 marchas ou com o automático de 6 marchas.

O desenho da frente do Argo bebeu na mesma fonte, principalmente os faróis que avançam para as laterais do veículo, do subcompacto Mobi. A grade também é bastante semelhante. O conjunto traz uma (bem-vinda) impressão de esportividade e robustez para o hatch.

Em algumas versões há um friso, em cor diferente da carroceria, que atravessa a base do para choque de uma ponta a outra, localizada abaixo dos faróis de neblina. Na HGT, a mais esportiva, ele é vermelho.

A traseira, com design moderno e esportivo, foi muito bem desenvolvida, trazendo belas lanternas que avançam sobre a tampa do porta-malas. Uma boa sacada da Fiat foi colocar na tampa o nome da marca e, não, o tradicional escudo vermelho. Preencheu de maneira proporcional o espaço destinado para esse fim e ficou diferenciado.

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Foto: Marcos Camargo / FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

No interior, destaque para o bom nível de acabamento e os materiais escolhidos. O painel é bonito e conta com acabamento bicolor (versão esportiva) que utiliza o vermelho para a parte central, que engloba as saídas de ar.

Falando nelas, ponto para a Fiat por ter optado por três saídas centrais. Perfeito para um país tropical como o nosso. O quadro de instrumentos apresenta os dois marcadores tradicionais (velocímetro e conta-giros) e uma tela de TFT entre eles. Dependendo da versão, ela é de 7 polegadas.

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Foto: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

A tela do sistema multimídia (também de 7 polegadas), sensível ao toque, foi alojada acima das saídas de ar, de uma forma proeminente que facilita a utilização.

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Foto: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

Os cinco ocupantes contam com encostos para a cabeça e cinto de três pontos, em todas as versões.

Preços e Versões da gama do novo hatch

Drive 1.0 – Equipada com motor Firefly 1.0 e transmissão manual de 5 marchas. Nos itens de série, destaque para a direção elétrica progressiva, ar-condicionado, tela de TFT no quadro de instrumentos, duplo airbag, banco do motorista com ajuste de altura, sistema de partida por botão (dispensa o uso da chave), sistema Isofix para fixação de cadeirinhas e vidros dianteiros elétricos. Preço: R$ 46,80 mil. Se o comprador optar pelo sistema multimídia (R$ 1.900,00) o preço passa para R$ 48,79 mil.

Drive 1.3 – O motor utilizado é o 1.3, de até 109, cv acoplado ao câmbio manual. Traz os mesmos itens da versão 1.0 acrescidos de monitoramento da pressão dos pneus, central multimídia de 7 polegadas e sensível ao toque compatível com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, volante com comandos do rádio e telefone e segunda porta USB para os passageiros do banco traseiro. Preço: R$ 53,90 mil.

Drive 1.3 GSR – É equipada com o mesmo motor 1.3. Mas, nesse caso, ele trabalha em conjunto com a transmissão automatizada GSR (Gear Smart Ride). Essa versão traz, a mais, o controle de tração (TC), o controle eletrônico de estabilidade (ESC) e o sistema Hill-Holder para partidas em rampas. O console central conta com um botão com a função Sport para uma condução mais esportiva. Exitem borboletas (paddles shifts) atrás do volante para trocas manuais de marchas. Também é equipada com vidros elétricos traseiros, retrovisores com comandos elétricos, apoio de braço para o motorista e controle de velocidade de cruzeiro. Preço: R$ 58,90 mil.

Precision 1.8 – Utiliza o motor 1.8 e câmbio manual de 5 marchas. Nos itens de série, acréscimo em relação à versão anterior dos faróis de neblina, lâmpadas diurnas em LED, rodas em liga leve de 15 polegadas e banco traseiro bipartido.  Preço: R$ 61,80 mil.

Precision 1.8 AT6 – Mesmo motor 1.8, mas que trabalha em conjunto com uma transmissão automática de 6 marchas. Acrescenta as borboletas para trocas de marchas, controle de velocidade de cruzeiro, apoio de braço para o motorista e volante revestido em couro. Preço: R$ 67,80 mil.

HGT 1.8 – Essa é a versão esportiva do Argo.  Equipada com motor 1.8 e câmbio manual de 5 marchas.  Na HGT, a tela de TFT no quadro de instrumentos é colorida e de alta definição. A grade dianteira inferior recebe o acabamento vermelho ao qual nos referimos anteriormente. Além disso, traz spoilers no para-choque, moldura preta na parte inferior lateral e na caixa das rodas, ponteira de escapamento esportiva, rodas em liga leve de 16 polegadas e suspensão com calibração mais esportiva. Essa versão traz o acabamento vermelho no painel. Preço: R$ 64,60 mil.

HGT 1.8 AT6 – As fotos que ilustram essa matéria são dessa versão. Mesmo pacote das anteriores acrescido do câmbio automático de 6 marchas e das borboletas no volante. Preço: R$ 70,60 mil.

Opcionalmente, algumas versões podem ser equipadas com airbags laterais para motorista e passageiro do banco dianteiro.

O Fiat Argo já está disponível nas concessionárias da marca. Porém, se o comprador se interessar pela série especial de lançamento Opening Edition (fotos abaixo), limitada a 1 mil unidades, terá que aguardar até o fim de junho. O preço dela não foi informado durante o evento de lançamento.

A expectativa do grupo FCA é comercializar cerca de 5 mil unidades do Argo por ano. O mix de vendas deve ficar da seguinte forma: 75% para as versões Drive (1.0 e 1.3); 10% para a versão Drive GSR; 5% para a versão Precision e 10% para a HGT.

*O jornalista viajou a convite do grupo FCA – Fiat Chrysler Automóveis