Citroën C3 XTR resgata versão que existiu na primeira geração do compacto

Indumentária aventureira reforça o visual de SUV para a linha 2026

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/01/2026)

A terceira geração do Citroën C3 tem um claro visual de utilitário esportivo (SUV) e especificações técnicas para ser homologado como tal, mas a montadora optou por denominá-lo como “um hatch com atitude SUV”, pois estes carros de passeio têm pouca aptidão para o fora de estrada.

Na linha 2026 do C3, a Citroën corrigiu simplificações em seu projeto e lançou a versão XTR, variante que existiu na primeira geração do hatch, entre 2006 e 2012.

A XTR vem equipada com pneus de uso misto Pirelli Scorpion ATR, melhorando a tração em vias não asfaltadas.

Veículos recebeu o Citroën C3 XTR para avaliação, atual versão de topo da gama entre as equipadas com o motor 1.0 aspirado.

Seu preço sugerido é de R$ 97,99 mil, na cor preta. A cor cinza metálica da unidade avaliada, com o teto na cor preta, acresce R$ 3,50 mil ao seu valor.

Os equipamentos diferenciados do C3 XTR são: multimídia de 10 polegadas com espelhamento sem cabo; quadro de instrumentos digital de 7 polegadas; volante multifuncional; ar-condicionado automático e digital; vidros e retrovisores elétricos; rodas escurecidas e pneus Pirelli Scorpion ATR 205/60 R15.

Além dos obrigatórios (airbags dianteiros, cinto de três pontos para todos os ocupantes, alerta de cinto desafivelado, controle de estabilidade, luzes de condução diurnas e indicadores de seta nas laterais do veículo), seus poucos equipamentos de segurança são: assistente de partida em rampa; DRL em LED; farol de neblina; sensor de pressão dos pneus e câmera de marcha à ré.

Motor e Câmbio – Seu motor é o Firefly 1.0 de origem Fiat. Ele atinge 10,7/10,0 kgfm de torque às 3.250 rpm e 75/71 cv de potência às 6.000 rpm, sempre com etanol ou gasolina, respectivamente.

O câmbio é manual de cinco (5) marchas com embreagem monodisco a seco. Segundo a Citroën, o C3 XTR acelera de 0 a100 km/h em 14,1 segundos e atinge velocidade máxima de 162 km/h.

Outrora sofisticada, atualmente a Citroën cumpre papel de marca de entrada no grupo Stellantis, ao menos, em mercados emergentes.

Com menos de 4 metros de comprimento, para pagar imposto reduzido na Índia, o C3 nacional incorporou outras simplificações vindas da Ásia.

Excesso de plásticos rígidos nos painéis e equipamentos obsoletos sinalizavam o baixo custo do projeto. Mas, mudanças para 2025 e 2026 fizeram muita diferença.

2026 – Simplificação resolvida na linha 2025, todos os modelos nacionais da Citroën passaram a vir com a chave do tipo canivete, pois, além de não serem presenciais, nem dobráveis elas eram.

Agora, na linha 2026, o C3 e os SUVs Aircross e Basalt, modelos de um mesmo projeto, receberam novas versões, acabamentos aprimorados e equipamentos mais atualizados.

No C3 XTR, adesivos no capô e na coluna “C”, emblemas nas portas, alusivos à versão, e detalhes nos borrachões, em verde claro, são os diferenciais externos.

Pedais revestidos em alumínio e o logo XTR, bordado nos bancos e em adesivos nas soleiras, decoram o interior.

O Aircross XTR, com estes mesmos diferenciais, e o Basalt Dark Edition, com temática all black, são as outras novas versões, e essas, posicionadas no topo de linha de cada modelo.

Mudanças – Os acabamentos e equipamentos inéditos foram as mudanças realmente relevantes no C3.

Já existentes no Basalt, o quadro de instrumentos digital de 7 polegadas e o ar-condicionado digital estrearam no C3 XTR e no C3YOU. O sistema de refrigeração também chegou ao Aircross.

Os três modelos receberam botões de controle dos vidros traseiros na porta do motorista. No Basalt e no Aircross, os botões dos vidros traseiros saíram do console central e foram para as portas traseiras. Todos ganharam entradas traseiras do tipo USB-C no lugar da USB-A.

Estes equipamentos, o volante multifuncional, o revestimento do painel principal em material sintético que imita o couro, o apoio de braço acolchoado nas portas dianteiras e algumas peças em plástico preto brilhante mudaram completamente a percepção de qualidade interna do C3.

Projetado para ser curto por fora, mas espaçoso por dentro, o C3 tem 3,98 metros de comprimento e 2,54 metros de entre-eixos.

Nele, as pessoas se postam mais eretas, pouco recostadas, a mesma arquitetura dos monovolumes, como era na primeira geração do modelo.

Espaço – Em sua cabine, quatro adultos e uma criança têm área de sobra para cabeças, ombros e pernas. Bancos dianteiros são altos e o painel é recuado, deixam muito espaço para quem vai à frente.

Assento e encosto do banco traseiro são muito planos, formando um conjunto igualmente alto, algo que permite o melhor aproveitamento total desta posição, se comparado à concorrência.

Revestidos com o mesmo material sintético do painel, os bancos apoiam, razoavelmente, costas e pernas, mas a densidade da espuma é baixa, comprometendo o conforto em viagens. A altura dos bancos e o bom ângulo de abertura das portas facilitam entrar e sair do modelo.

Mesmo compacto por fora e amplo para os ocupantes, o C3 comporta bons 315 litros em seu porta-malas e 47 litros no tanque. Leve, com 1.046 kg, ele suporta carga máxima de 400 kg.

Apesar de restrito em comprimento, o C3 tem 1,73 metro de largura. A versão avaliada é a mais alta, com 1,61 metro de altura. Ao vivo, o modelo é maior do que aparenta quando visto por fotos.

Com balanços curtos, o C3 tem ótimos números para o fora de entrada: são 23° de ângulo de entrada; 21° de ângulo central; 39° de ângulo de saída e 180 mm de altura livre do solo.

Conjunto mecânico se mostrou valente e o hatch é relativamente econômico

O novo quadro de instrumentos tem uma tela de 7″. Seu grafismo é visível e a hierarquia dos dados, correta. Existem cinco páginas diferentes, algumas com informações múltiplas.

O multimídia é destacado sobre o painel e ganhou moldura mais fina na linha 2026. Seu grafismo utiliza fundos coloridos e ícones grandes, o que facilita a operação.

Espelhando com o Android Auto atualizado, o sistema ativou-se rapidamente e sua conexão foi estável.

Contando com quatro alto-falantes e dois tweeters, o sistema de áudio garante uma boa distribuição espacial. A qualidade sonora é boa e a potência é normal, sem destaques.

Por ser um sistema de zona única e ter todos os comandos físicos, o ar-condicionado do C3 é muito simples de operar. Além de eficiente em volume de ventilação e na manutenção da temperatura, ele sofistica o interior do hatch, assim como o novo quadro de instrumentos.

Rodando – Manobrar o C3 é muito fácil, pois direção elétrica é leve e a posição ao volante é alta. Para trás, a visibilidade é ruim.

Ele conta com câmera traseira, mas deveria ter sensores de aproximação. Em estradas, a direção poderia perder a assistência mais progressivamente.

Suas altas suspensões isolam bem a cabine para um carro de baixo custo. Pouco se sente as irregularidades do piso, mesmo o acerto sendo equilibrado para também garantir estabilidade.

Circulamos em ruas recém-abertas. Com muita terra solta e alguns facões, andamos em velocidades variadas.

O C3 XTR é alto para um carro 4×2. Sua altura não deixou que fundo e para-choques raspassem nas transições. Neste teste, ele se manteve confortável.

Em estradas, o isolamento acústico também é bom para um modelo de entrada. Ruídos aerodinâmicos, do motor e dos pneus invadem seu interior de forma equilibrada e aceitável.

Desempenho – O conjunto mecânico de origem Fiat é valente. No C3, que é mais leve do que o Fiat Argo, o desempenho é melhor.

As três primeiras marchas são reduzidas, dando agilidade nas acelerações e nas ultrapassagens urbanas. As duas últimas deixam o carro mais solto, melhor em estradas. Lógico que é uma performance normal, nada esportiva.

Mas este motor 1.0 tem o melhor torque entre os seus pares, tira o C3 da inércia com vigor e, mesmo que a potência seja a menor, ele é muito elástico, só corta o giro às 6.500 rpm, e acelera  bem para um 1.0 aspirado.

Aos 90 km/h e aos 110 km/h, na quinta e última marcha, o motor trabalha às 2.550 e 3.100 rpm, respectivamente.

Além de ser uma rotação de trabalho alta, que não contribui muito com a eficiência energética, os pneus de uso misto elevam um pouco o consumo de combustível. Considerando essas limitações, o C3 XTR foi relativamente econômico em nossos testes.

Consumo – No teste padronizado de consumo rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta atingimos 19,6 km/l. Na mais rápida, 16,6 km/l, sempre com gasolina no tanque.

Em nosso circuito urbano, circulamos por 25,2 km, simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos e vencemos 152 metros de altitude. Nessas condições severas, o C3 XTR finalizou o teste com 11,4 km/l, também com gasolina.

O C3 XTR não é um SUV. Mas, o pneu de uso misto eleva o seu desempenho dinâmico em estradas de terra.

Além disso, ele tem o melhor acabamento e os equipamentos mais atualizados da linha nacional da Citroën. Ele é uma ótima opção entre os modelos de entrada.

Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Volkswagen Tera já faz sucesso com pouco tempo de mercado

Utilitário esportivo de entrada mostra que tem muitas qualidades para substituir o Gol

Amintas Vidal*

Tendência aparentemente irreversível, os hatches estão sucumbindo aos utilitários esportivos (SUV) de entrada. Não por acaso, eles são hatches modificados para serem os SUVs mais baratos das montadoras.

Fiat Pulse e Renault Kardian foram os primeiros utilitários de entrada. Volkswagen Nivus e Fiat Fastback também derivaram de hatches, mas são SUVs coupé, inseridos em uma categoria acima.

Para brigar entre os modelos de entrada, a Volkswagen lançou o Tera. Ele foi projetado a partir do Fabia, hatch compacto da marca Skoda, que pertence ao Grupo VW.

Veículos recebeu o Tera TSI para avaliação, única versão turbo e com câmbio manual. Seu preço sugerido é R$ 118,89 mil na cor preta. A branca custa R$ 900,00 e, as demais, R$ 1,75 mil.

Os principais equipamentos de série do Tera TSI são: multimídia 10,1 polegadas com espelhamento sem cabo; painel digital de 8 polegadas; volante multifuncional; função one touch nos vidros dianteiros e tilt down no retrovisor; direção elétrica; ar-condicionado analógico; calotas e pneus 205/60 R16.

Em termos de segurança, além dos equipamentos obrigatórios, os destaques são: frenagem autônoma de emergência; freio a disco traseiro; assistente de saída em rampa; seis (6) airbags; sensor de estacionamento; faróis e lanternas em LED; além dos alertas de fadiga do motorista e pressão do pneu.

Motor e Câmbio – O motor turbo do Tera é o 170 TSI calibrado para render 116/109 cv às 5.000 rpm com etanol e gasolina, respectivamente

O torque é de 16,8 kgfm às 1.750 rpm, com os ambos os combustíveis. A versão TSI é equipada com câmbio manual de cinco (5) marchas e embreagem monodisco.

O Tera TSI pesa 1.130 kg, resultando em uma relação peso/potência de 9,7 kg/cv. Segundo a VW, ele acelera de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e atinge velocidade máxima de 187 km/h.

Ao transformar o hatch Fabia no SUV Tera, a Volkswagen caprichou na tradicional “receita de bolo” adotada nesses projetos. Tanto que quase é impossível reconhecer o Fabia no Tera.

Mudanças – Elevar o capô até a linha horizontal mais alta possível e alargar ao máximo os para-lamas e as portas foi o que fez diferença.

Para-choques, grades, faróis, lanternas e tampa do porta-malas acompanharam este volume avantajado. O modelo ficou robusto e harmônico ao mesmo tempo.

O Tera tem 1,78 metro de largura, sendo o SUV de entrada que passa a maior impressão de tamanho em relação aos seus concorrentes. Certamente, o principal motivo do seu sucesso.

Externamente, apenas para-brisa, colunas, retrovisores e maçanetas do Fabia são reconhecíveis no Tera.  

Internamente, além da arquitetura básica dos painéis, só alguns botões e poucas peças entregam a sua origem. Essa profunda transformação é o segundo motivo do êxito do modelo.

Interior – Em design e acabamento interno, o Tera TSI também se destaca. O painel principal tem dois níveis e revestimento parcial em tecido.

Mais alto e com volumes mais destacados, ele confere maior robustez ao interior e percepção de ganho qualitativo em relação aos compactos da VW. As áreas revestidas das portas são mais amplas e os plásticos rígidos têm melhor aparência.

Surpresa positiva em um Volkswagen nacional, essas diferenças internas são a terceira grande virtude do Tera.

Foi este trio (sensação de tamanho maior, transformação bem sucedida do Skoda Fabia e interior mais caprichado) que elevou o novo SUV ao topo do mercado de automóveis no Brasil.

Herança benéfica do Fabia, o Tera é o único carro nacional da Volkswagen que tem alças de segurança no teto. Isto indica que ambos têm a mesma estrutura metálica interna na cabine.

Comandos e Espaço – Os puxadores das portas do Tera são semelhantes aos dos carros elétricos da Volkswagen.

Eles deixam os botões de comandos mais voltados para os ocupantes, mais visíveis e corretamente posicionados mais à frente, corrigindo essas falhas de ergonomia existentes no Nivus e no Polo.

Tera, Nivus e Polo têm a mesma configuração da plataforma MQB e contam com 2,57 metros de distância entre-eixos.

Todos compartilham os mesmos bancos. Os dois dianteiros correm sobre trilhos muito longos e permitem espaço amplo para ocupantes de qualquer estatura.

Atrás de um motorista com 1,70 metro, um passageiro de mesma estatura tem 15 cm entre seus joelhos e o encosto do banco à frente. Na posição central, somente uma criança viaja com conforto.

Porta-Malas – Com 4,15 metros de comprimento, o Tera tem 77 mm a mais do que o Polo, diferença que contribuiu para um porta-malas maior, com 350 litros, ganho de 50 litros em relação ao hatch nacional.

Em seu tanque de combustíveis cabem 49 litros e ele suporta 450 kg de carga total. A Volkswagen não divulgou a capacidade de reboque e nem os números do Tera para o fora de estrada.

No mais, o modelo compartilha equipamentos de bordo e sistemas mecânicos com os carros “locais”. Volante, quadro de instrumentos digital, multimídia e ar-condicionado são os mesmos de Polo e Nivus.

O volante multifuncional tem ótima ergonomia e botões para controlar quase tudo. Seu tamanho está no limite do esportivo, não poderia ser maior. A assistência elétrica está correta.

Conjunto motor turbo e câmbio manual é muito divertido, mas SUV não é econômico

O quadro de instrumentos digital tem três páginas diferentes. Tacômetro e velocímetro em arco exibem um conjunto de informações ao centro. A terceira página mostra dois conjuntos de informações.

O computador de bordo é completo, mas exige cinco toques nos botões do volante para ser reinicializado. O multimídia replica os seus dados, facilitando um pouco essa operação.

O multimídia é o conhecido VW Play. Agora, ele conta com internet própria que permite baixar aplicativos. O som é bom em distribuição espacial, definição de frequências e potência.

O ar-condicionado é eficiente em tempo de resfriamento, manutenção de temperatura e volume da ventilação. Botões rotativos permitem uso cego, o mais seguro. Faltam as saídas traseiras.

Se estes equipamentos são idênticos aos do Polo e aos do Nivus, alguns sistemas mecânicos têm acertos específicos para cada modelo. As suspensões apresentam as maiores diferenças.

Altura – O Polo é o mais baixo, tem muito chão, sendo o mais esportivo. O Nivus já é um pouco mais alto, mas ainda é muito estável e não raspa em lombadas. O Tera tem o maior vão livre desta trinca.

Aparentemente, a Volkswagen quis aproximar o Tera da concorrência. Em elevação da carroceria, estabilidade e conforto de marcha, ele ficou posicionado entre o Renault Kardian e o Fiat Pulse.

Amortecedores e molas do Tera têm menos carga que no Kardian e mais que no Pulse. Isto é, em curvas, ele aderna um pouco mais que o francês e menos que o italiano.

Ainda estável, não tende sair de frente ou traseira, porém, canta os pneus mais do que Polo, Nivus e Kardian.

Em compensação, o Tera só perde em conforto de marcha para o Pulse. Mesmo firmes, garantindo controle dinâmico, as suas suspensões trabalham verticalmente em frequência mais baixa e isolam a cabine das imperfeições dos pisos melhor do que no Kardian, Nivus e Polo.

Acusticamente, o Tera está bem isolado. Ruídos do arrasto aerodinâmico, do funcionamento do motor e do atrito dos pneus são contidos. Entre os modelos citados anteriormente, ele só não é mais silencioso do que o Nivus.

Rodando – Assim como o Kardian manual, o Tera com pedal de embreagem é muito divertido. Essa combinação de motor turbo e câmbio manual é uma exclusividade destes dois modelos.

Curto e preciso, seu câmbio manual é referência. A embreagem é leve e muito progressiva. O conjunto permite trocas rápidas que combinam uma tocada mais agressiva do modelo.

Contido para emitir menos poluentes, o motor só acorda acima das 2.000 rpm. Após ser pressionado pelo turbo, ele despeja potência e empurra o Tera com ânimo.

A versão não tem desempenho esportivo, claro, mas é a que dá mais prazer para quem gosta de dirigir de verdade.

Porém, ele não foi muito econômico, pois seu câmbio é relativamente curto. Aos 90 km/h e aos 110 km/h, em quinta marcha, o motor trabalha às 2.100 rpm e 2.800 rpm, respectivamente.

Consumo – No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, o Tera TSI atingiu 14,3 km/l. Na mais rápida, 11,8 km/l, sempre com etanol no tanque.

No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas cronometradas, de 5 a 50 segundos, e vencemos 152 metros de desnível. Neste severo teste, o Tera TSI atingiu a média de 7,5 km/l, também usando etanol.

À venda desde o dia 5 de junho do ano passado, o VW Tera atingiu o topo dos emplacamentos de automóveis nos últimos três meses de 2025, um intervalo de tempo muito curto para um novato.

Cotado para substituir o Gol em relevância para o nosso mercado, a ele só falta a dificílima tarefa de ser o veículo mais vendido do Brasil e superar em unidades a Fiat Strada, a líder de vendas no País há cinco anos consecutivos.

Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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