Toro 2022 estreia motor 1.3 turbo na linha Fiat

Avaliamos a versão Freedom da picape que foi reestilizada recentemente

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/06/2021)

No processo de reestruturação da Fiat, as picapes foram cruciais. A veterana Strada, compacta, e a caçula Toro, intermediária, mantiveram altos números de venda nestes últimos cinco anos.

Enquanto diversos modelos da marca saíam de linha, e quase todos os novos demoravam engrenar, a Strada se manteve como a picape mais vendida do Brasil e a Toro, o mais ousado projeto lançado nesse período, estourou em vendas, superando todas as outras picapes concorrentes, de todos os tamanhos, menos a “irmã” mais velha.

Nos cinco primeiros meses deste ano, a Strada, reestilizada ano passado, se consolidou como o veículo mais vendido em nosso mercado, emplacando 51.368 unidades. A Toro, reestilizada mês passado, é a segunda picape em vendas e ocupa a oitava colocação entre todas as categorias de automóveis e utilitários, com 28.184 emplacamentos, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu a Toro Freedom 1.3 Turbo 270 para avaliação. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 131,89 mil na cor sólida vermelha. A sólida branca custa R$ 1,5 mil a mais e, as metálicas, R$ 2,5 mil.

Equipamentos – Seus principais equipamentos de série são: ar condicionado digital de duas zonas; direção elétrica com regulagem em altura e profundidade, aletas tipo “borboleta” para trocas de marchas; central multimídia com tela de 8,4 polegadas touchscreen com espelhamento sem fio para Apple Carplay e Android Auto; cluster de 7 polegadas digital; piloto automático com controlador de velocidade; retrovisores externos com comando elétrico e tilt dow; vidros elétricos dianteiros e traseiros com antiesmagamento e rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus 225/60 R17 on road.

Os equipamentos de segurança, além dos obrigatórios, são: airbags laterais e de cortina, totalizando seis bolsas; ASR (controle de tração) e ESP (controle eletrônico de estabilidade); Hill Holder (sistema que auxilia nas arrancadas); ESS (auxílio em paradas de emergência); faróis, faróis de neblina, DLR e lanternas traseiras em LED; câmera e sensor de estacionamento traseiro e iTPMS (sensor de pressão dos pneus).

A unidade avaliada estava com o pacote de opcionais mais completo. Ele equipa a versão com bancos revestidos em material sintético que imita o couro; apoio de braço no banco traseiro; sistema Tomtom de navegação GPS nativa; carregador de celular por indução; Wi-Fi embarcado; sistemas de auxílio à condução com AEB (frenagem automática de emergência), LDW (aviso e corretor de saída de faixas) e AHB (comutação automática do farol alto); sensor de estacionamento dianteiro e sensores de chuva, crepuscular e retrovisor interno eletrocômico, tudo no valor de R$ 7,00 mil.

Também de série, alguns equipamentos práticos para picapes: capota marítima; revestimento e luz de iluminação na caçamba; ganchos para amarração de carga e barras no teto com porta-escadas.

Motor e Câmbio – A Toro Freedom Turbo 270 Flex é equipada com o motor GSE 1.3 de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples, tracionado por corrente e sistema MultiAir III, com variação de abertura na admissão e exaustão.

A injeção é direta e a taxa de compressão é 10.5/1. O torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente. A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com conversor de torque e seis (6) marchas. Ele oferece programação Sport e seleção entre automático e manual com possibilidade de comutação pela alavanca ou pelas aletas posicionadas atrás do volante. O conjunto conta com o TC+, sistema de bloqueio que trava a roda motriz sem aderência com o solo para que a outra tracione em transposição de obstáculos.

Design – A Touro estreou em 2016 e sempre foi uma das picapes mais bonitas do mundo. Suas linhas externas são agressivas, mas o conjunto é harmônico e proporcional, algo raro em carros e muito mais escasso em utilitários.

Agora, na linha 2022, ela passa por sua primeira reestilização verdadeira, pois, em 2019, a linha 2020 foi lançada com pequenas modificações externas que quase ninguém percebeu, de tão sutis.  

Alterar um design muito bem resolvido não é tarefa fácil, mas a Fiat, mudando basicamente o para-choque dianteiro e o capô, acertou em cheio. Grades, faróis e a barra que simula o quebra mato, peças que fazem parte do grande para-choque dianteiro, foram redesenhadas, ficaram mais dinâmicas e elegantes ao mesmo tempo.

A atual identidade visual dianteira da montadora foi adotada: logotipo Fiat sobre a grade, sem o fundo vermelho e o escudo cromado que enclausurava os elementos da antiga marca.

A grande saliência central do capô deu lugar a duas nervuras laterais menores, porém, mais altas. Contudo, o centro e os cantos ficaram rebaixados, deixando os dois novos volumes expostos como músculos, recurso que elevou a frente da picape e deixou seu design mais robusto. Laterais e traseira não receberam modificações, apenas novas rodas para as versões.

Interior – Sempre dissemos que o interior da Toro não combinava com o exterior. Era conservador e pouco inspirado. As mudanças precisavam ser mais profundas, e foram. Painel, quadro de instrumentos, saídas de ar, nicho do multimídia, conjunto de comandos dos equipamentos de bordo, console central e os painéis das portas dianteiras foram redesenhados.

Os designers da Fiat transformaram a cabine do modelo em um ambiente moderno e sofisticado. Também criaram nichos, variados e amplos, espaços que na Toro antiga eram escassos e apertados.

Dois deles, um sob o multimídia e o outro no início do console central, onde fica o carregador por indução, acomodam celulares deitados e, no fim deste console, existe um que acomoda um smartphone inclinado, para uso dos ocupantes de trás. Fora estes, há outros dedicados para garrafas, chaves e carteiras, além dos bolsões nas portas e dos espaços sob os apoios de braço centrais, frontal e traseiro.

Algumas dessas modificações merecem destaque. O antigo painel era volumoso e tinha um, inexplicável, buraco do lado do passageiro, economia de carro popular sem airbag. O novo painel é o oposto.

Ao menos visualmente, poderia estar em um modelo de marca premium. Ele é dividido em duas partes horizontais, a superior texturizada e a inferior imitando aço escovado, tudo em plástico rígido, porém, de boa aparência e toque agradável.

Os comandos do ar condicionado e do multimídia foram unificados em uma estreita faixa horizontal. Depois de identificados, fica fácil controlar os dois sistemas que têm botões giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias.

Abaixo deste conjunto foram posicionados os controles em forma de teclado, estilo adotado em quase todos os novos modelos da marca. Essa centralização dos comandos de bordo abriu espaço para uma tela vertical de 10,1 polegadas presente em versões superiores à Freedom.

A mudança mais inteligente no interior da Toro foi o novo quadro de instrumentos. Propagado pela marca como “um painel 100% digital com tela TFT”, ele é, na verdade, uma tela de 7 polegadas centralizada em uma área de, aproximadamente, 11 polegadas.

A tela é configurável com diversos lay-outs e as suas informações são úteis e aparecem de forma legível em todas as páginas existentes, um excelente aproveitamento do recurso. O restante do cluster abriga as luzes espia e os marcadores graduais do nível de combustível e da temperatura do motor, porém, esses dispositivos não fazem parte da tela LCD.

Como todo o conjunto tem fundo escuro, a aparência é de um painel interiço, 100% digital. Funcional e bonito, este equipamento foi adotado em todas as versões da Toro, pois ele é, certamente, mais barato que o antigo painel que tinha velocímetro e conta giros analógicos e uma tela LCD central para o computador de bordo.

Ironicamente, o elemento interno mais diferenciado da Toro foi retirado. Os puxadores das portas dianteiras eram modernos e funcionais, destacados em relação ao interior sem graça. Porém, eles eram grandes, escondiam e atrapalhava o uso do comando dos retrovisores elétricos, provável motivo da sua eliminação.

Os novos painéis de porta ganharam puxadores convencionais, uma cavidade no apoio dos braços, mas a área para este apoio foi ampliada, assim como o espaço para garrafas na parte debaixo dos mesmos.

Essas foram as mudanças estéticas e funcionais da nova Toro. Todas as outras características ergonômicas e de uso são as mesmas do modelo antigo, pois suas dimensões continuam inalteradas.

O espaço interno continua sendo bom para quatro adultos e uma criança, sem sobras.  A porta bipartida da caçamba, diferencial do modelo, facilita o uso no dia-a-dia. O tamanho da carroceria permite agilidade no trânsito urbano, quando comparamos às picapes médias.

O diâmetro de giro é grande, dificultando manobras de estacionamento. Janelas estreitas e altura do solo reduzem a visibilidade. Porém, sensores de aproximação e câmera de marcha à ré contornam essa limitação.

Cereja do bolo, motor turbo flex oferece mais agilidade do que o diesel

A central multimídia com Wi-Fi embarcado, os sistemas de auxílio à condução e o motor turbo são as novidades que promoveram grandes mudanças na Toro 2022. Além de conectar os ocupantes do veículo com um sinal mais potente que o 4G dos celulares, pois a antena do carro é mais eficiente, o grande diferencial do sistema da Fiat é conectar a Toro a um aplicativo de celular, o My Uconnect.

Por meio dele o usuário pode saber o nível de combustível, a autonomia, a quilometragem, a pressão dos pneus e informações sobre as condições de diversos sistemas mecânicos e de segurança. Também é possível abrir e travar as portas, ligar luzes e acionar a buzina.

Sua localização pode ser vista em um mapa, assim como um perímetro limitador pode ser demarcado no mesmo. Caso saia desta área restrita, uma notificação é enviada para o aplicativo. Velocidade máxima, horário de funcionamento e limitações para manobristas são outras funções disponíveis. Todos estes recursos podem ser utilizados de qualquer lugar, deste que o aplicativo e o carro estejam recebendo sinal de celular.

O destaque dos auxílios à condução é o LDW. Conservador, ele avisa no painel qualquer disparidade entre o esterço da direção e o raio da curva, por exemplo. Caso o motorista não reaja e se aproxime da faixa, ele contraesterça para corrigir a trajetória.

A AHB, comutação automática do farol alto, torna mais prático o uso do excelente conjunto ótico em LED. As aproximações aos veículos à frente sem uma desaceleração compatível faz a AEB, frenagem automática de emergência, agir em três estágios: notificação, auxílio à pressão do sistema e frenagem total, quando a colisão é eminente.

Rodando – A cereja do bolo é o motor turbo. Em marcha lenta, seu ruído de funcionamento é semelhante aos propulsores a diesel, provavelmente, o sistema MultiAir que trabalha sob alta pressão hidráulica é o responsável por essa característica. O alto torque em baixa rotação torna a Toro turbo flex mais ágil que a turbo diesel. Ela acelera com vigor, ganha velocidade facilmente e, o melhor, fica solta, aproveitando todo o embalo do deslocamento, ao contrário da diesel que é 4×4 e fica amarrada ao sistema de tração.

A Toro já tinha o melhor acerto de suspensões entre todas as picapes, agora, tem o melhor motor flex. Circulando aos 110 km/h e na sexta marcha, ele gira às 2.500 rpm. Nessas condições, não se ouve o motor nem o pneus, apenas o vento contra a carroceria, mesmo assim, muito contido. Confortável e estável ao mesmo tempo, a Toro é a picape que entrega a melhor equação entre essas duas características antagônicas.

Pela primeira vez em nosso teste padronizado de consumo rodoviário, um modelo foi mais econômico andando mais rápido. Realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e, outra, os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta atingimos 9,0 km/l. Na mais rápida, 10,9 km/l, com etanol no tanque.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

Nessas condições severas, a Toro Freedom Turbo 270 finalizou o teste com 5,6 km/l, igualmente com etanol.

A Toro é um sucesso de mercado. Agora, reestilizada e com um motor flex mais potente, deve ampliar sua participação no segmento. A versão Freedom tem um ótimo custo benefício, talvez, o melhor entre as opções bicombustíveis. Mesmo equipada com o pacote opcional descrito acima, seu preço fica abaixo da Volcano e, os equipamentos, são praticamente os mesmos nas duas versões.

Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Linha 2022 comemora os 45 anos de produção da Honda CG no Brasil

Da Redação

Desde que a Honda CG começou a ser fabricada no Brasil, mais de 13 milhões de unidades do modelo saíram das linhas de produção da fábrica da Honda em Manaus (AM).

Uma incomparável história de sucesso, que confirma o acerto de decisões tomadas há quase meio século atrás, quando a Honda optou por produzir localmente em vez de apenas importar suas motos para cá.

Presente no País, como importadora, desde 1971, em cinco anos de Brasil a Honda percebeu que era possível efetivar aqui uma filosofia enraizada na empresa desde sua fundação: pensar globalmente, agir localmente.

Tal iniciativa resultou na fabricação da Honda CG 125 pioneira e suas oito gerações subsequentes, que entre si tem um invejável aspecto em comum: a CG sempre foi líder de mercado, a preferida entre todas as motocicletas vendidas no Brasil.

Não é exagero dizer que o brasileiro aprendeu a andar de moto com a CG, modelo que continua, ano após ano, o favorito seja qual for a versão, do modelo de entrada Start à admirada Titan, passando pela prática Fan e pela profissional Cargo.

Constantemente aperfeiçoada no decorrer de seus muitos anos de produção, colocar lado a lado a primeiríssima CG com a atual impressiona: a evolução tecnológica fica evidente, mas surpreende ainda mais verificar que, na essência, a fórmula original continua a mesma.

A CG é sucesso e a razão sempre foi, e continua sendo, a confiabilidade, resistência, economia e uma imbatível relação custo-benefício, além do menor índice de depreciação do mercado.

As versões para 2022 continuam sendo quatro. A CG 160 Start traz novo design na moldura do painel de instrumentos e na carenagem frontal, com três opções de cores.

A CG 160 Fan e a CG Cargo também receberam nova moldura de painel, nova carenagem de farol e laterais do tanque redesenhadas interna e externamente. Para a Cargo, a opção de cor é única, o branco, enquanto que para a Fan as opções de cores são três.

O modelo mais prestigiado da família, a CG 160 Titan, recebeu também uma nova moldura do painel, nova carenagem de farol e de laterais do tanque, exclusivas do modelo, além de rabeta com laterais redesenhadas. A CG Titan 2022 também chega com três opções de cores.

Quanto à parte ciclística, o chassi tipo Diamond de chapa estampada, no qual o motor tem função estrutural, permanece inalterado e é comum a todas as versões da CG.

A suspensão dianteira tipo SFF (Separated Function Fork) faz par com a suspensão traseira bichoque, com amortecedores de dupla ação reguláveis na carga da mola.

As Honda CG 2022 são dotadas do sistema CBS (Combined Braking System), sendo a CG 160 Start equipada de freio dianteiro e traseiro a tambor. Nas CG 160 Cargo, Fan e CG 160 Titan, o freio na dianteira é a disco e o traseiro a tambor.

A ergonomia, sempre objeto de especial atenção nas Honda de um modo geral, é destaque nas CG. Sendo o mais utilizado modelo para fins profissionais, os extensos períodos ao guidão demandaram o estudo de uma posição de pilotagem ideal.

Guidão, pedaleiras e banco oferecem um posicionamento de referência, no qual a facilidade de pilotagem se alia ao conforto. Na versão CG 160 Cargo, um robusto bagageiro, capaz de suportar até 20 kg, é equipamento de série.

O motor monocilindro 4 tempos com sistema de comando de válvula no cabeçote OHC (Over Head Camshaft) é comum às versões Cargo, Fan e Titan. Tem exatos 162,7 cm3, e gera a potência máxima de 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) a 8.000 rpm.

O torque máximo é de 1,54 kgf.m (etanol) e 1,40 kgf.m (gasolina), a 7.000 rpm. O sistema de alimentação por injeção eletrônica PGM-FI incorpora a tecnologia FlexOne (Fan, Cargo e Titan), que admite uso de etanol e gasolina em proporções diferentes.

Na CG 160 Start o sistema PGM-FI admite apenas o uso de gasolina no motor, que mantém as mesmas características de potência e torque dos modelos FlexOne quando alimentados com este tipo de combustível.

Os novos modelos evoluíram no visual, mas se destacam também no conjunto mecânico que proporciona maior e melhor potência e torque do segmento, mas mantendo os conceitos Honda baseados na melhoria da eficiência de combustão e economia, proporcionando baixa emissão de poluentes na atmosfera.

O sistema de transmissão se vale de corrente tipo 428, com coroa de 44 dentes e pinhão de 15 dentes. O câmbio tem cinco velocidades e a embreagem de acionamento mecânico é do tipo multidisco em banho de óleo.

O equilíbrio da parte ciclística das Honda CG decorre da harmonia de funcionamento de suspensões e precisa geometria do rígido chassi, realizado em chapa de aço estampado com arquitetura tipo Diamond, que oferece maneabilidade e excelente estabilidade.

A resistência estrutural é garantia de elevada durabilidade, mesmo em condições de uso extremas.

A suspensão dianteira é do tipo SFF (Separated Function Fork), com curso de 135 mm, cujo princípio de funcionamento é dar as bengalas, direita e esquerda, funções diferentes.

Nas suspensões convencionais, ambas bengalas contam com molas e dispositivos hidráulicos dedicados ao amortecimento. No sistema SFF, uma das bengalas é dedicada ao sistema hidráulico, o amortecimento progressivo em compressão e extensão, enquanto outra bengala abriga a mola.

O sistema SFF equipa as Honda CG desde o modelo 2018, e apresenta vantagens reconhecidas tais como a maior leveza do conjunto de suspensão dianteira, o que proporciona melhor dirigibilidade, funcionamento mais preciso na absorção das irregularidades do terreno e um menor número de componentes internos, além de maior durabilidade.

O sistema de suspensão traseira, cujo curso é de 106 mm, utiliza dois conjuntos amortecedor-mola de dupla ação (com possibilidade de regulagem na carga da mola em cinco posições), ligados à robusta balança de suspensão de aço.

Na Honda CG 160 Cargo, Fan e CG 160 Titan, as rodas são de liga leve com cinco raios duplos, enquanto na CG 160 Start são raiadas, com aros de aço Black Chrome.

Em todas as versões da CG o pneu dianteiro tem medida 80/100 18 M/C 47P. Na CG Start e CG Fan o pneu traseiro tem medida 90/90 (18 M/C REINF 57P), enquanto na CG 160 Titan o pneu traseiro tem medida maior, de 100/80 (18M/C REINF 59P).

Quanto aos freios, o sistema CBS (Combined Braking System), é comum à todas as Honda CG 2022. Na CG 160 Start ambos freios são a tambor, com diâmetro de 130 mm.

Nas CG 160 Cargo, Fan e Titan o disco dianteiro de 240 mm de diâmetro e cáliper de pistão triplo de acionamento hidráulico, enquanto na traseira o tambor tem 130 mm de diâmetro.

No que diz respeito aos aspectos práticos, vale ressaltar a elevada capacidade do tanque das Honda CG 160 Cargo, Fan e Titan (16,1 litros, dos quais 3,1 litros de reserva) e da Honda CG 160 Start (14,6 litros, com 3,2 litros de reserva), cifras que em virtude da proverbial economia oferecida pelo motor, podem permitir alcançar até 600 km de autonomia em condições de uso ideais, se abastecidas com gasolina.

As Honda CG 2022 estarão disponíveis nas concessionárias Honda de todo o território nacional a partir de julho. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem, além de sete trocas de óleo gratuitas.

Fotos: Honda / Divulgação

As cores disponíveis para a CG 160 Start são prata metálico, vermelho e preto. Na CG 160 Cargo o branco, enquanto na CG 160 Fan as opções são o azul perolizado, vermelho e preto.

Já a CG 160 Titan pode ser escolhida entre opções cinza metálico, vermelho perolizado e amarelo perolizado.

Os preços públicos sugeridos são os seguintes:

Honda CG 160 Start: R$ 10,52 mil

Honda CG 160 Fan: R$ 11,76 mil

Honda CG 160 Cargo: R$11,90 mil

Honda CG 160 Titan: R$ 13,04 mil

*Os valores têm como base o Distrito Federal e não incluem despesas com frete ou seguro.

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Mitsubishi Outlander ganha série especial

Da Redação

A Mitsubishi Motors apresentou a série especial Black Edition em suas linhas Outlander e Outlander Sport. Com detalhes de acabamento exclusivos, tanto por dentro quanto por fora, ambos os modelos oferecem visual robusto e mais esportivo.

Limitada a apenas 100 unidades para a linha Outlander Sport e 30 para a linha Outlander, a série especial Black Edition já está disponível na rede de concessionárias Mitsubishi no Brasil.

“A série especial Black Edition reforça todo o apelo visual robusto e esportivo que as linhas Outlander e Outlander Sport oferecem aos nossos clientes. O acabamento em Black, tanto por dentro quanto por fora, ajudam a trazer um aspecto moderno e elegante. Tudo isso sem perder o legítimo DNA 4×4 que a Mitsubishi traz em toda a sua linha de veículos”, afirmou Julio Fiorin, diretor comercial da Mitsubishi Motors no Brasil.  

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Outlander Sport Black Edition: Apresentado em meados de 2020, o Outlander Sport ganhou a edição especial Black Edition. Oferecida em três opções de cores de carroceria – preto, prata e branco – a série limitada traz visual extremamente robusto, moderno e esportivo.

Os acabamentos em black piano estão presentes em diversos locais do SUV como no teto, retrovisores, aerofólio traseiro, nas rodas em liga leve de aro 18, na grade frontal, nas saídas de ar laterais e em detalhes do para-choques traseiro e dianteiro.

Por dentro, bancos com revestimento exclusivo em couro que remete à edição especial Black Edition trazem detalhes da costura em vermelho e se unem ao revestimento em black piano das molduras do console central. Uma placa Black Edition está instalada no painel do veículo. 

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Baseada na versão HPE do modelo de série, o modelo é oferecido nas versões com tração 4×2 ou integral nas quatro rodas, ambas equipadas com motor 2.0 flex de 170 cv de potência e até 23 kgfm de torque, a 4.250 rotações.

O Outlander Sport Black Edition já está disponível para venda com preços de R$ 162,99 mil para a versão com tração 4×2 e R$ 169,99 mil para a versão com tração integral.

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Outlander Black Edition: O SUV com maior espaço da Mitsubishi também ganhou uma edição especial Black Edition limitada a apenas 30 unidades.

Produzido sobre a versão topo de linha HPE-S, o modelo traz diversos detalhes em preto na carroceria, como rack de teto, skid plate traseiro e dianteiro, capas dos retrovisores, molduras dos vidros, grade dianteira, rodas em liga leve de aro 18 e moldura inferior das portas, além de detalhes nas laterais.

Um emblema que remete à série Black Edition foi adicionado na tampa do porta-malas

As molduras dos faróis de neblina na cor vermelha criam um contraste com apelo esportivo.

Por dentro, o exclusivo couro preto que reveste bancos, volante, manopla de câmbio e console central ganhou costura com linha vermelha. Uma placa alusiva à série especial Black Edition foi adicionada no painel logo acima do porta-luvas.

393065_972365__mg_1007Fotos: Mitsubishi Motors / Divulgação

O acabamento das colunas, além do revestimento do teto, também é oferecido na cor preta, criando um habitáculo bastante moderno e esportivo.

Além do visual exclusivo, o Outlander Black Edition traz debaixo do capô um motor 3.0 V6 a gasolina de 240 cv e 31 Kgfm de torque a 3750 rotações.

Em conjunto com o sistema de transmissão automática de seis (6) velocidades com opção para trocas manuais por meio de botões na coluna de direção, o modelo pode chegar até 220 km/h de velocidade máxima e sair da imobilidade aos 100 km/h em 8,7 segundos.

A capacidade de trafegar em qualquer tipo de terreno é garantida pelo sistema eletrônico de tração nas quatro rodas com diferencial central eletromagnético acoplado.

O Outlander Black Edition é oferecido aos clientes com o preço de R$ 257,99 mil.

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VW Caminhões e Ônibus inicia a produção do e-Delivery

Da Redação

Volkswagen Caminhões e Ônibus / Divulgação

Ao comemorar seus 40 anos, a Volkswagen Caminhões e Ônibus pavimenta seu futuro: numa data histórica (hoje, 15/06), deu início à produção em série do caminhão elétrico e-Delivery, único 100% concebido, desenvolvido, testado e aprovado em território brasileiro.

Com isso, a fábrica da VWCO em Resende (RJ) se torna a primeira do País com montagem em larga escala de veículos com tecnologia zero emissões. O primeiro modelo, um e-Delivery 11 toneladas 4×2, vai compor a frota da própria montadora.

“Criamos um processo sob medida para assegurar uma grande estrutura elétrica de forma eficiente. Vamos produzir os veículos aproveitando ao máximo os recursos já existentes, com um alto nível de sinergia, ao mesmo tempo em que garantimos a inovação que o cliente espera e que o produto exige. Todo esse avanço é acompanhando por um amplo trabalho de preparação da cadeia com os envolvidos para viabilizar a mobilidade elétrica no País”, afirmou Roberto Cortes, presidente e CEO da VW Caminhões e Ônibus.

A VWCO investiu cerca de R$ 150 milhões no desenvolvimento e no complexo produtivo do e-Delivery. A empresa construiu uma nova área dedicada exclusivamente à eletrificação: o e-Shop.

O centro mundial de pesquisa e desenvolvimento da marca também passa a abrigar a maior infraestrutura de carregadores de alta potência do Brasil, com diferentes modelos, para dar apoio à essa inovação. Todos os colaboradores da empresa receberam uma capacitação específica para atuarem nesse novo cenário.

Coração da montagem elétrica, o e-Shop é o novo espaço da VWCO em que os veículos recebem as baterias e são energizados pela primeira vez para serem ligados, satisfazendo aos mais rígidos protocolos de segurança.

Antes de chegar lá, os modelos e-Delivery nascem na mesma linha de montagem dos veículos diesel para a máxima eficiência da unidade fabril e se beneficiando do alto padrão de qualidade já estabelecido no processo da VWCO e que é reconhecido no mercado. 

Modernizações ao longo de todos os postos de trabalho garantem tecnologia de ponta à sua fabricação, com precisão e rastreabilidade superiores nos processos. Cada etapa foi repensada para a maior produtividade: na pré-montagem do motor, por exemplo, agora são consolidados os sistemas auxiliares. O componente de tração segue direto para a borda de linha, por sua arquitetura mais enxuta.

Pela primeira vez, também, a suspensão pneumática é instalada dentro da própria fábrica. No fim de todas as montagens, a VW Caminhões e Ônibus submete o veículo a novas aprovações específicas para caminhões com alta voltagem, além dos mesmos testes de qualidade que todos os outros produtos já passam antes de serem liberados para o cliente com a garantia do padrão Volkswagen. 

Ao longo de todo o desenvolvimento, a engenharia simultânea dominou o processo para o planejamento da manufatura e logística nesse grau de sinergia. Isso possibilitou a inserção da tecnologia elétrica no portfólio da VWCO e um acréscimo de apenas mil metros quadrados à sua área construída.

A fabricação do e-Delivery também se beneficia de todos os ganhos da indústria 4.0 agregados pela VW Caminhões e Ônibus em seu processo desde o lançamento da nova linha Delivery, que conta com um nível de automação de 60% na armação de sua cabine.

Também predomina a tecnologia de reconhecimento automático do veículo, com um chip em cada um deles para programação dos robôs. É tecnologia de ponta, equiparada ao que há de mais moderno nas linhas de produção da Europa. Todo o processo foi desenhado para conferir flexibilidade e integração, resultando num gerenciamento eficiente dessa fábrica inteligente. 

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Novo BMW M440i Coupé chega ao Brasil

Da Redação

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O BMW Group Brasil deu início, oficialmente, às vendas do esportivo M440i Coupé, que faz sua estreia acompanhado de novas tecnologias, além do consagrado conjunto mecânico.

Com preço sugerido de R$ 575,95 mil, o Série 4 Coupé se destaca, aind,a pelo design ousado, principalmente da grade dianteira vertical que evidencia a nova identidade visual dos veículos da marca bávara, e acabamento refinado.

Produzido na fábrica do BMW Group em Dingolfing, na Alemanha, o lançamento traz o que há de melhor em termos de esportividade com motor de seis cilindros em linha TwinPower Turbo com 387cv de potência, entre 5.800rpm e 6.500rpm, 500Nm de torque, entre 1.800rpm e 5.000rpm, e aceleração de 0 a 100 km em 4,8 segundos, atingindo a velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente.

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O modelo chega ao País com suspensão mais baixa (15mm) com calibração de molas, amortecedores e buchas de suspensão mais firmes, Diferencial M Sport controlado eletronicamente – de deslizamento limitado e efeito autoblocante -, conjunto aerodinâmico diferenciado (spoiler dianteiro com tomadas de ar maiores, saias laterais e para-choque traseiro remodelado), bancos esportivos com maior suporte lateral e prolongadores para as pernas, que oferecem uma posição de dirigir esportiva e, ao mesmo tempo, confortável, além de ajustes elétricos e de memória e a insígnia M nos cintos de segurança e nos assentos.

“Trazer novidades e manter nossas tecnologias sempre atualizadas é nossa forma de agradecer ao cliente brasileiro pela liderança de mercado com maior participação em vendas na nossa história”, contou Roberto Carvalho, diretor comercial da BMW do Brasil.

A evolução estética do carro de duas portas é evidente no modelo e reforça os atributos de design da BMW e da tradicional geração de coupés da marca – com os clássicos BMW 328 Coupé, dos anos 1930, e BMW 3.0 CS, dos anos 1970.

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No BMW M440i Coupé, o design de grade e de rodas é marcado pelo acabamento em Cerium Grey, e pode ser adquirido nas cores branco Alpino, preto Safira, branco Mineral, azul Portimao, verde Sanremo e Arctic Racing Blue, com opções de revestimento interno em couro Vernasca em preto/preto com costuras em azul e couro Vernasca em cognac/preto.

A combinação de luxo, tecnologia, conforto e conveniência marcam as funcionalidades da versão e podem ser conferidas em todos os detalhes do carro.

Ele vem equipado com: Driving Assistant Professional, que permite a direção inteligente em situações de congestionamentos, trânsito lento ou viagens longas; Parking Assistant Plus, sistema que mede os espaços para estacionar automaticamente por intermédio de câmeras e de sensores, realizando as manobras com máxima precisão, economia de tempo e conforto; Surround View com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros; faróis BMW Laserlight; BMW Live Cockpit Professiona,l que oferece ao usuário informações e monitoramento da condução por intermédio de duas telas, uma de 12,3 polegadas e outra de 10,25 polegadas, além de interfaces disponíveis para operação por meio de controle de voz; e funcionalidade Head-up display, que projeta no campo de visão do motorista todas as informações necessárias para o condutor não perder o foco no trânsito, como rotas do sistema de navegação e velocidade do veículo.

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A versão tem sistema de som surround Harman Kardon com 16 alto-falantes de 464W de potência e possui uma série de atributos de conectividade. O BMW ConnectedDrive, assistente que fornece serviços ao motorista e ao passageiro e permite usufruir de itens como: Chamada de Emergência Inteligente, BMW Teleservices, serviços ConnectedDrive (BMW Online, englobando portal de notícias, clima e aplicativos), serviços remotos com utilização das funcionalidades por meio do novo aplicativo My BMW – aplicativo de relacionamento entre cliente, BMW e rede de concessionários, com uma série de facilidades, bem como uma experiência totalmente interativa -, preparação para Apple CarPlay e Android Auto, informações de trânsito em tempo real, Concierge, serviço de suporte e informações para o cliente 24 horas por dia e sete dias por semana, integração com Amazon Alexa – com atualização remota gratuita de software (Remote Software Upgrade – RSU) – e Drive Recorder, funcionalidade capaz de capturar vídeos em 360° ao redor do veículo por meio de quatro câmeras, permitindo a gravação tanto para entretenimento em viagens e em deslocamentos com paisagens, como também para ativação automática em caso de acidente.

A experiência interativa fica ainda melhor com a tecnologia da Digital Key, uma chave digital que substitui a chave física e permite trancar, destrancar e ligar o veículo por meio do celular.

A configuração da chave digital pode ser feita por intermédio do aplicativo My BMW, e o proprietário do carro também pode criar chaves virtuais e compartilhá-las via iMessage com até cinco pessoas, inclusive no Apple Watch.

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ddeb9e3e112e105349cf6a6f402103a0Fotos: BMW Group / Divulgação

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Emplacamentos de veículos crescem 10,82% em maio

Da Redação

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou que os emplacamentos de veículos, no mês de maio/2021, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) tiveram crescimento de 10,82% sobre o mês anterior (319.257 unidades contra 288.081 emplacamentos) e 218%, quando comparado a maio/2020 (100.394 veículos).

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a alta foi impulsionada por conta das entregas de veículos vendidos em meses anteriores.

“Apesar dos esforços das montadoras, as entregas de veículos ainda não atingiram o equilíbrio, em função da falta de alguns componentes, principalmente eletrônicos, mantendo o represamento de vendas, que já vinha sendo verificado. Nos resultados de maio, notamos que uma parcela dos emplacamentos se referem às vendas realizadas em meses anteriores. Como consequência da menor oferta, os estoques de veículos, para todos os segmentos, se mantêm em um nível muito baixo”, observou Alarico Assumpção Júnior, Presidente da Fenabrave.

Na análise de dias úteis, considerando que maio teve 21 dias úteis (um dia a mais do que abril), o mercado registrou uma alta de 5,57%.

O volume acumulado de emplacamentos, nos cinco primeiros meses de 2021, soma 1.393.358 unidades. Na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram emplacadas 1.031.235 unidades, houve um crescimento de 35,12%.

“Vale observar que esse crescimento, embora bastante positivo, se dá sobre uma base comparativa baixa, já que tivemos péssimos resultados nos meses de março e abril do ano passado, em função do início da pandemia e da paralisação súbita da economia”, lembrou o presidente da Fenabrave.

A Fenabrave mantém a previsão inicial de crescimento, de 16%, para o ano de 2021, divulgada em janeiro. A entidade somente deve revisar suas projeções em julho, após o fechamento do 1º semestre deste ano.

“Os índices de confiança da indústria estão altos, estando entre os 5 maiores do País. Há demanda e crédito elevados no mercado automotivo e, com a evolução da vacinação e imunização da população, contra o COVID-19, talvez estejamos diante de um quadro mais favorável do que o estimado, quando iniciamos a 2ª onda da pandemia, neste ano”, declarou Assumpção Júnior, complementando: “Mas, ainda é cedo para alterar nossas projeções. Vamos aguardar o fechamento do semestre para avaliar melhor o cenário como um todo, incluindo a regularização da produção”.

Automóveis e Comerciais Leves:

Os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves apresentaram alta de 7,03%, nos emplacamentos de maio/2021 (175.405 unidades emplacadas), se comparados com o mês de abril (163.888 unidades). Em relação a maio de 2020 (56.627 unidades), houve alta de 209,76%.

Já no acumulado dos cinco primeiros meses de 2021, houve um crescimento de 30,07%, totalizando 837.125 automóveis e comerciais leves emplacados, contra os 640.477 registrados no mesmo período do ano passado.

O crédito, para financiamentos, continua com uma boa oferta, e a aprovação se mantém em 6,7 fichas para cada 10 enviadas aos bancos.

Caminhões:

O mercado de Caminhões continua aquecido, mas ainda afetado pela falta de peças e componentes. “Esse aquecimento demonstra a melhora da economia, o que é corroborado pelo Índice de Confiança da Indústria Automotiva que, segundo levantamento (ICEI), está entre os 5 maiores do ranking nacional. No comércio também estamos confiantes e notamos que se a produção de caminhões fosse maior, teríamos mercado para isso”, comentou Assumpção Júnior.

Em maio, foram emplacados 11.358 Caminhões, numa alta de 140,43% sobre maio de 2020, quando foram vendidas 4.724 unidades.

Já na comparação com abril de 2021, quando foram emplacados 9.817 Caminhões, houve alta de 15,70% e, no acumulado dos primeiros cinco meses do ano (46.948 unidades), houve crescimento de 62,82% sobre igual período do ano passado, quando foram comercializados 28.835 Caminhões.

Ônibus:

Em maio, o segmento, que vinha amargando sucessivas quedas, emplacou 1.897 unidades, o que significa crescimento de 130,78% sobre maio/2020, quando foram negociadas 822 unidades, e de 35,50% sobre abril/2021 (1.400 Ônibus emplacados).

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2021, quando foram emplacados 7.549 Ônibus, houve alta de 14,80%, na comparação com igual período de 2020 (6.576 unidades).

“Apesar dessa alta expressiva, devemos avaliar que a comparação se dá em uma base baixa, e que as vendas de Ônibus, ainda que tenham melhorado, continuam afetadas pela pandemia da COVID-19, que impactou na circulação e viagens das pessoas”, explicou Assumpção Júnior.

Implementos Rodoviário:

O segmento de Implementos Rodoviários acompanha, de perto, a evolução de Caminhões e, em maio, registrou 7.998 unidades emplacadas, num crescimento de 113,28% sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 3.750 unidades, e uma alta de 7% sobre abril deste ano (7.475 unidades).

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, houve crescimento de 83,03% (36.780 unidades) sobre igual período de 2020 (20.095 unidades).

Motocicletas:

O segmento de Motocicletas, que foi o grande destaque do mês passado, continua com bons resultados em maio/2021, quando teve 110.417 unidades emplacadas, numa alta de 277,91% sobre maio de 2020 (29.218 motos comercializadas).

Em relação a abril de 2021, quando 94.693 unidades foram vendidas, houve alta de 16,61%.

Já no acumulado dos cinco primeiros meses de 2021, os emplacamentos de Motocicletas somaram 410.657 unidades, um resultado que, se comparado às 304.393 unidades, comercializadas em igual período de 2020, demonstra alta de 34,91%.

“O mercado de Motocicletas continua aquecido, mas ainda há reflexos dos problemas enfrentados pela indústria, para regularizar sua produção/entrega. Devido a essas dificuldades, alguns modelos estão com entrega programada para daqui a 40 dias, mas, aos poucos, o mercado está se ajustando. Desde abril, com o retorno da produção, as fábricas estão conseguindo entregar parte do volume das vendas que já haviam sido efetivadas. O crédito também está melhor, para quem pretende financiar Motocicletas, com a aprovação de quase metade das propostas enviadas aos bancos”, comentou o presidente da Fenabrave.

Tratores e Máquinas Agrícolas têm quadrimestre positivo

OBS.: Por não serem emplacados, os Tratores e as Máquinas Agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes.

Em abril de 2021, as vendas de Tratores e Máquinas Agrícolas atingiram 4.492 unidades, numa alta de 7,88%, na comparação com o mês de março, quando foram comercializadas 4.164 unidades.

Na comparação com abril de 2020, quando foram vendidas 2.335 unidades, a alta foi de 92,38%.

No acumulado do 1º quadrimestre de 2021, houve crescimento nas vendas de Tratores e Máquinas Agrícolas. Foram negociadas 15.347 unidades, o que representa crescimento de 36,53% sobre as 11.241 negociadas no mesmo período do ano passado.

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Crédito: Fenabrave / Divulgação

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Linha 2021 do Jaguar F-Pace chega ao Brasil

Da Redação

A Jaguar apresentou, hoje, o novo F-Pace 2021, que chega ao mercado neste mês de junho. Aliando esportividade e desempenho, o modelo estará disponível em duas opções de motorização: a versão com motor 3.0 turbo com 6 cilindros em linha e 340 cv e a superesportiva SVR com motor 5.0 V8 Supercharged e 550 cv de potência.

Ambos possuem tração integral inteligente e transmissões automáticas de oito velocidades com paddle shift (“borboletas”).

O F-Pace recebeu importantes aprimoramentos em seu design, ganhando um interior completamente novo e incorporando o sistema de infoentretenimento Pivi Pro de última geração.

“O novo F-Pace representa um importante desenvolvimento em termos de design, traduzindo o verdadeiro DNA da marca em termos de performance e desempenho. O luxo, a atenção aos detalhes e as tecnologias de última geração fazem do veículo um grande referencial no mercado brasileiro, oferecendo aos nossos clientes a proposta de um SUV com a verdadeira essência da marca Jaguar”, explicou Paulo Manzano, diretor de marketing da Jaguar Land Rover Brasil.

O Jaguar F-Pace ganhou um novo capô esculpido com uma protuberância mais larga e superfícies mais suaves e definidas. O novo capô também contribui para um acabamento mais marcante, reduzindo o número de linhas de fechamento na frente do carro.

Na nova grade, o veículo traz detalhes no formato de diamante, inspirados no logotipo “heritage” da Jaguar. Um novo para-choque dianteiro com entradas de ar redesenhadas e detalhes de malha escura ampliam a frente do veículo. Novos faróis quádruplos totalmente em LED com a assinatura J-Blade garantem mais resolução e brilho.

Na traseira, o F-Pace recebeu lanternas afiladas de LED com desenho em chicane e um novo para-choque traseiro com saídas de escape atualizadas. Na versão SVR, o veículo conta com uma série de elementos de design distintos, com um visual mais focado em desempenho.

As duas versões possuem a opção de configuração com o Black Exterior Pack opcional.

No interior, o novo design do cockpit é mais ousado, dinâmico e com maior foco no motorista. Um novo console central melhorou a interface do painel de instrumentos, além de incorporar um carregador sem fio (opcional). No coração do novo interior, está a nova tela curva sensível ao toque HD de 11,4 polegadas.

A nova tela sensível ao toque opera com o sistema de infoentretenimento Pivi Pro de última geração. O sistema está mais intuitivo e permite que o motorista realize 90% das tarefas comuns com apenas dois toques na tela inicial, graças à sua estrutura de menu simplificada.

Para ajudar o motorista a acessar informações mais rapidamente, o modelo também possui um quadro de instrumentos totalmente digital com uma tela interativa, de 12,3 polegadas, com gráficos aprimorados e um layout configurável, que pode mostrar o mapeamento de navegação, mostradores digitais, mídia, informações do veículo ou detalhes do sistema de infoentretenimento. O Head-up Display, também está disponível, como opcional.

Na cabine, o SUV recebeu materiais premium que aumentam a sensação de conforto, espaço e refinamento. Revestimentos de toque suave foram incorporados ao painel, apoio de braço da porta e nas laterais. Acabamentos autênticos, feitos em madeira e alumínio, apresentam-se por todo o interior do veículo.

Para elevar a sensação de luxo, o veículo também recebeu nova iluminação interior, com uma exclusiva faixa superior de luz que circula por toda a cabine, enquanto a iluminação inferior usa um efeito mais suave. O novo sistema possibilita a escolha de dez cores diferentes.

Os novos bancos dianteiros oferecem amortecimento mais amplo, funcionalidade melhorada para as configurações opcionais de massagem frontal e maiores áreas de aquecimento e resfriamento.

A versão 3.0 é equipada com câmbio automático de oito (8) marchas e paddle shift, e leva o veículo, segundo a Jaguar, de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos.

Já na versão superesportiva SVR, o com motor V8, o teve sua curva de torque modificada, elevando sua potência máxima para 700Nm. Essa motorização garante uma velocidade máxima de 286 km/h e 4 segundos para sair da imobilidade e alcançar os 100km/h.

O veículo também recebeu um novo seletor de modos de condução, com as opções Conforto, Eco, Chuva e Dinâmico/esportivo, que podem ser escolhidos manualmente pelo motorista com base nas condições da estrada.

O sistema de freios também foi aprimorado na versão SVR. O veículo recebeu freios a disco de 395 mm (dianteiro) e 396 mm (traseiro) agora suportados por um novo Power Booster Integrado que, juntamente com uma recalibração do sistema, oferece uma frenagem mais curta e esportiva.

A tração integral, com Intelligent Driveline Dynamics, é equipamento de série nas duas versões. A tecnologia conta com software preditivo e reativo, que pode distribuir torque para os eixos dianteiro e traseiro de forma independente e quase instantaneamente, melhorando a estabilidade em condições de baixa tração. O diferencial ativo eletrônico traseiro proporciona maior desempenho e maior confiança quando necessário.

A tecnologia de suspensão Adaptive Dynamics, disponível apenas na versão SVR, garante uma configuração mais dinâmica e precisa. Para isso, a tecnologia analisa constantemente entradas de aceleração, direção, acelerador e pedal de freio.

Os sensores de altura em cada canto do veículo medem o movimento vertical da carroceria, ajustando continuamente a rigidez do amortecedor para maximizar o conforto e o controle.

Além disso, a tecnologia permite que o motorista configure o veículo para atender às suas preferências pessoais, com uma escolha de configurações Conforto ou Dinâmico, aplicadas ao mapeamento do acelerador, pontos de troca de marcha, esforço de direção e suspensão.

O novo sistema de infoentretenimento Pivi Pro chega com o sistema Apple CarPlay e Android Auto, e permite que os clientes conectem dois telefones simultaneamente via bluetooth.

O sistema de carregamento wireless (opcional) com amplificador de sinal telefônico permite que os ocupantes carreguem rapidamente seus smartphones. O sistema também proporciona chamadas mais claras com a ajuda de uma antena externa.

Além disso, o novo sistema permite maior conectividade aos ocupantes, com uma funcionalidade onde pode ser operacionalizado por um SIM card, que permite ao motorista ver trânsito em tempo real em sua tela (mesma funcionalidade do Waze), procurar por interesses (salões de beleza, restaurantes e outros) e até o mapeamento de postos de combustíveis e estacionamentos.

A seleção de novas tecnologias de conveniência do veículo também incluiu o recurso de Software-Over-The-Air (SOTA), que garante que o F-Pace esteja sempre usando o software mais recente. Através da conectividade Wi-Fi, os proprietários podem realizar as atualizações diretamente de suas casas, sem a necessidade de levar o veículo para uma concessionária.

O veículo também conta com o Clear Exit Monitor, que alerta os ocupantes dianteiros e traseiros sobre a presença de um carro ou ciclista que se aproxima do veículo. O controle de cruzeiro adaptativo (opcional) mantém automaticamente uma distância definida do veículo à frente.

A mais recente tecnologia de câmeras também foi incorporada ao veículo, oferecendo funcionalidade 3D surround por meio de uma câmera de alta performance para auxílio nas manobras de estacionamento. Ela pode ser acessada no painel do veículo e conta com diversos tipos de configurações.

O novo Jaguar F-Pace chegará as revendas Jaguar neste mês, com preços a partir de R$ 463,75 mil, na versão 3.0, e R$ 725,95 mil na versão 5.0 SVR.

Fotos: Jaguar / Divulgação

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Kawasaki lança a linha 2022 da Ninja ZX-10R

Da Redação

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A Kawasaki anunciou a chega ao Brasil da linha 2022 da Ninja ZX-10R. De acordo com a fabricante, o modelo ganhou inovações advindas diretamente das pistas produzidas pela equipe Kawasaki Racing Team.

A Kawasaki Ninja ZX-10R recebeu importantes revisões em seu motor quadricilíndrico de 998 cm³, incluindo um novo radiador de óleo refrigerado a ar, e com a introdução de winglets integrados e atualizações nas suspensões.

Ainda segundo a Kawassaki, a superesportiva deve surpreender os fãs com sua nova eletrônica que oferece diversos recursos de navegação, dentre eles, um painel digital com conectividade para smartphones.

A nova Ninja ZX-10R 2022 chegará na rede de concessionárias autorizadas Kawasaki  a partir da 2ª quinzena de junho, e já virá com sistema de freios ABS inteligente da Kawasaki (KIBS) de fábrica.

Ela estará disponível em dois modelos de cores: a versão preta terá preço especial de lançamento de R$ 97,99 mil, enquanto a versão Kawasaki Racing Team (KRT) sairá por R$ 99,99 mil, valores que já incluem frete para todo o País.

O motor de 998 cm³, com quatro cilindros em linha, ganhou ainda mais desempenho e tornou as emissões mais limpas que de seu antecessor, informou a Kawasaki. Com revisões no catalisador e no tubo coletor do escapamento, o novo sistema de exaustão se adequou aos padrões do sistema Euro 5 sem perder potência.

O lançamento da Kawasaki também trouxe outras mudanças. Entre elas, destaca-se o novo acelerador, que é agora eletrônico e teve o sensor de posição reposicionado para a manopla, o que elimina a necessidade de cabos e reduz manutenções.

As atualizações no sistema de transmissão, com uma roda dentada traseira maior, tornou as mudanças de 1ª, 2ª e 3ª marchas significativamente mais próximas, oferecendo grande aceleração em média/baixa rotação, ideal para saídas de curvas mais rápidas.

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Já a principal mudança na motorização ficou a cargo do novo radiador de óleo refrigerado a ar, implantado com base no trabalho da equipe Kawasaki Racing Team no Mundial de SuperBike.

O sistema, frequentemente visto em modelos de competição, possui circuito independente. Em vez de direcionar o líquido de arrefecimento do radiador para o radiador de óleo e de volta para o motor, o óleo é encaminhado do cárter inferior esquerdo para o radiador de óleo, onde é resfriado e, em seguida, devolvido para o lado direito.

Isso gera uma refrigeração mais eficiente, o que contribui para um ganho de desempenho do motor em todas as rotações.

A superesportiva ganhou atualizações na geometria do chassi (Twin-spar de alumínio) que contribuíram para aumentar sua estabilidade e oferecer maior controle nas mudanças de direção.

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Dentre as revisões, o pivô do braço oscilante foi reposicionado 1 mm para baixo e a distância entre eixos ganhou 10 mm, passando de 1.440 mm para 1.450 mm. Com essa nova configuração, o equilíbrio dianteiro-traseiro moveu-se ligeiramente para frente (0,2%), proporcionando melhor desempenho nas curvas.

As suspensões também trouxeram algumas atualizações que contribuíram para um melhor controle. Na dianteira, o garfo invertido de 43 mm, com tecnologia Showa BFF (Balance Free Front Fork), desenvolvido pela equipe Kawasaki Racing Team, ganhou uma área de fixação mais ampla no grampo triplo inferior e os tubos externos foram revisados.

Já as configurações da mola foram alteradas para se adequar melhor as características das pistas, reduzindo o spring rate de 21,5 N/mm para 21,0 N/mm. Mudança parecida também ocorreu na traseira, só que o oposto.

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O spring rate foi elevado de 91 N/mm para 95 N/mm para tornar a mola mais rígida. O restante da configuração seguiu igual ao modelo anterior: back-link horizontal com BFRC-lite (Balance Free Rear Cushion), com reservatório de gás tipo piggyback, compressão, retorno e pré-carga totalmente ajustáveis.

No sistema de freios da versão 2022 da ZX-10R, a superesportiva da Kawasaki manteve a alta performance de frenagem da Brembo com a utilização de ABS de fábrica.

O modelo teve poucas mudanças: ganhou revisões nas pastilhas e no reservatório de fluido traseiro, que foi reposicionado para oferecer maior liberdade de movimento aos pilotos durante as mudanças de direção.

No mais, o lançamento seguiu com a configuração de disco duplo semiflutuante de 330 mm e pinça dupla com quatro pistões na dianteira, e, na traseira, disco simples de 220 mm com pinça de furo simples com pino deslizante.

Já a mudança mais significativa da nova versão da superesportiva da Kawasaki foi em relação ao seu visual, que priorizou conforto e alto desempenho. A ZX-10R 2022 tem uma ergonomia totalmente nova concebida com foco na aerodinâmica.

Entre as diversas modificações estão a bolha para-brisa disposta num ângulo mais íngreme e 40 mm mais alta, a posição dos punhos (manoplas) estendida 10 mm para frente, a parte traseira do assento mais elevada, assim como pedais que foram reposicionados 5 mm para cima.

Essas revisões contribuíram para melhorar a liberdade do piloto sobre a moto, diminuir o arrasto nas retas e proporcionar uma condução mais agressiva nas pistas.

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A estrutura da carenagem também seguiu a mesma linha e trouxe inúmeras atualizações. A entrada do Ram Air, marca registrada da Ninja, recebeu novo formato e ficou mais compacto sem perder eficiência.

A carenagem do farol recebeu Winglets embutidos que contribuem para manter a roda dianteira no solo nas saídas de curva e em fortes acelerações. Novas aberturas laterais foram inseridas para melhorar a dissipação do calor do motor.

Na parte inferior, o novo formato da carenagem foi projetado para direcionar o ar para o radiador de óleo, aumentando sua eficiência. Já na traseira, ranhuras foram incorporadas para tornar o estilo ainda mais aerodinâmico.

O sistema de iluminação da nova ZX-10R também foi modernizado. Totalmente em LED, a superesportiva ganhou novos faróis, agora mais centralizados e com design de inclinação reversa, posicionados na parte mais interna da caixa.

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Além disso, a tecnologia de projeção direta da Mitsubishi proporcionou luzes mais brilhantes e faróis mais compactos e leves, pesa apenas 1.200 g contra 1.650 g das unidades halógenas do modelo anterior.

Os espelhos retrovisores receberam novo design com luzes indicadoras de direção em LED. Já os piscas passaram a ser conectados por meio de acopladores, o que facilita a remoção dos espelhos para pilotagem em circuitos. E completando o pacote de iluminação, os piscas traseiros também receberam luzes de LED.

Assim como na ergonomia, o sistema eletrônico da ZX-10R recebeu inúmeras atualizações. Desenvolvido pelo Programa de Modelagem Dinâmica da Kawasaki e aprimorado com a entrada de uma IMU (Unidade de Medição Inercial) da Bosch, a superesportiva trouxe novos recursos como modos de pilotagem integrados, controle eletrônico de cruzeiro e painel de instrumentos digital em TFT colorido com conectividade para smartphones.

As novas atualizações da ZX-10R 2022 tornaram muito mais fácil de se definir o controle de tração (S-KTRC) e a entrega de potência (Power Mode) ideais para cada tipo de situação encontrado pelo caminho.

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Isso graças às melhorias do sistema de Modos de Pilotagem, que, por meio de um botão ao lado do punho esquerdo, o condutor pode escolher entre três configurações pré-determinadas (Esportiva, Estrada e Chuva) ou ainda quatro configurações manuais (Rider 1-4), previamente definidas.

Além disso, o S-KTRC (Sport-Kawasaki TRaction Control) recebeu atualizações nos modos 4 e 5, o que tornou a condução mais ‘amigável’ e facilitou a aceleração durante as curvas e nas saídas de curva.

Já para pilotagens em longas distâncias, a nova eletrônica trouxe melhorias no Controle Eletrônico de Velocidade de Cruzeiro. Com ela é possível manter a velocidade desejada com um simples toque de um botão, o que reduz o desgaste na mão direita durante grandes viagens.

Após selecionada a velocidade, a potência do motor é ajustada automaticamente através de válvulas de aceleração eletrônica para se manter estável mesmo durante subidas e descidas. Para desativar o sistema, basta o piloto fazer um acionamento manual nos freios, no acelerador ou ainda na embreagem.

Por fim, o novo e compacto painel de instrumentos digital em TFT colorido de 4,3 polegadas completa o visual de alta tecnologia da ZX-10R. A tela, com elevado nível de visibilidade e cor de fundo selecionável (preto ou branco), ajusta o brilho automaticamente conforme a luz ambiente.

Com janelas multifuncionais roláveis, dois modos de exibição (um para as pistas e outro para pilotagem de rua) e luz indicadora para mudança de marchas estilo corrida, o painel é completo e inclui: velocímetro e conta-giros estilo barra, indicador de posição de marcha, hodômetro, medidores de percurso duplo, consumo de combustível atual e médio, volume de combustível consumido, indicador de combustível baixo, velocidade média, tempo total, temperatura do motor, temperatura do ar de admissão, relógio, voltagem da bateria, lembretes de serviço Kawasaki e de troca de óleo, além de indicadores de chamada e de e-mail.

É possível checar uma ligação graças a conectividade via bluetooth. O smartphone se conecta à moto e, por meio do aplicativo Rideology The APP, é possível acessar diversas funções, como, por exemplo, verificar o consumo de combustível, ajustar os modos de pilotagem, ou ainda gravar registros detalhados de condução.

21ZX1002L_40RGN1ARFA2CG_AFotos: Kawasaki / Divulgação

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