Ford confirma chegada da Maverick Hybrid no Brasil

Da Redação

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A Ford confirmou o lançamento da Maverick Hybrid, que chega no início de 2023 para ser a primeira picape híbrida do Brasil.

Ela é o primeiro de três modelos eletrificados que vão compor o portfólio da marca no ano que vem, ao lado do Mustang Mach-E e da E-Transit.

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2022 Ford Maverick Hybrid XLT

A Maverick Hybrid conta com freio regenerativo, que contribui para a eficiência energética das baterias, principalmente no anda e para em rodagem urbana. Além disso, os veículos híbridos, assim como os elétricos, têm desconto de IPVA em alguns estados e, na cidade de São Paulo, também estão livres do rodízio.

Após a picape Maverick, chega em 2023 o SUV Mach-E, versão elétrica do icônico Mustang, que superou as expectativas e já é o segundo SUV elétrico mais vendido dos EUA. A demanda do modelo continua em alta, com milhares de unidades reservadas, sendo que 70% de seus clientes são novos na marca Ford.

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Além de emissões zero, o Mustang Mach-E entrega torque instantâneo para acelerações responsivas, como se espera de um ícone de esportividade. Ele também traz o estado da arte da tecnologia e conectividade, com a esportividade do Mustang e um design incomparável.

No segmento de veículos comerciais, a Ford vai iniciar a comercialização da E-Transit para frotistas com o objetivo de demonstrar as vantagens da eletrificação nesse segmento. Ela é a versão elétrica da van líder de vendas na Europa e nos Estados Unidos há mais de seis anos consecutivos e já domina o segmento nos EUA com 90% de participação de mercado.

2022-ford-e-transit-leadFotos: Ford / Divulgação

Como principais vantagens, além de ter menor custo de manutenção, boa autonomia e sistema de carga rápida, a E-Transit aumenta a produtividade dos clientes por meio da conectividade e outros recursos inovadores.

A eletrificação do portfólio de veículos faz parte das ações de descarbonização da Ford, que inclui também iniciativas para reduzir o seu impacto ambiental nas operações e fornecedores. Até 2026, a marca vai investir US$ 50 bilhões globalmente em veículos elétricos e baterias para atingir uma produção anual de 600 mil veículos até o fim de 2023 e de 2 milhões até 2026.

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Royal Enfield Classic 350 chega ao Brasil

Clássica e atemporal, nova versão da motocicleta é equipada com motor de 349 cilindradas capaz de gerar 20,2 cv

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/09/2022)

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A Royal Enfield tem sido um símbolo de resiliência, sempre pensando a longo prazo e mantendo a sua autenticidade desde 1901.

A marca preservou o legado da construção de motocicletas simples, clássicas e harmoniosas, combinando a tradicional arte de se produzir uma motocicleta como um artefato com a mais moderna tecnologia, criar experiências de motopurismo.

Com mais de 120 anos de existência e de produção ininterrupta, a Royal Enfield revisita sua motocicleta icônica, a Classic, com o lançamento da nova Classic 350, uma moto clássica e atemporal, reinventada para atender às aspirações dos tempos atuais.

A beleza sublime e a confiança da Classic, agora aprimoradas com uma experiência de condução mais suave e refinada.

A nova Classic adiciona um novo capítulo ao legado da Royal Enfield de construir motocicletas britânicas autênticas do pós-guerra e que são amadas por entusiastas por todo o mundo.

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O legado da Classic remonta ao ano 1948 com a inovadora Royal Enfield Modelo G2, a primeira a ter suspensão traseira com amortecedores de emulsão de tubo duplo, curso ajustável em 80 mm com 5 ajustes e braço oscilante.

Tão confiável quanto bonita, a motocicleta Modelo Geração 2 serviu como uma forte inspiração de design para as populares Classic 500 e Classic 350, lançadas em 2008.

É uma filosofia de design simples e elegante, com detalhes de estilo exclusivos, combinados com uma postura de pilotagem confortável e imponente, além do confiável motor UCE, que a tornou uma favorita entre os entusiastas do motociclismo de lazer.

Desde o seu lançamento, a Classic surgiu como uma motocicleta que redefiniu o espaço do motociclismo de média cilindrada e gerou o renascimento da Royal Enfield, iniciando sua jornada para liderar o segmento globalmente.

Após 12 anos e mais de três milhões de motocicletas, a Classic construiu um legado próprio e a nova Classic 350 está pronta para levar esse legado ainda mais longe.

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Falando sobre o legado da Classic e comentando sobre o lançamento da nova Royal Enfield Classic 350, Siddhartha Lal, diretor geral da Eicher Motors disse: “A Classic 350, lançada em 2008, era uma motocicleta moderna e capaz, que simbolizava o estilo atemporal do pós-guerra nos tempos áureos da indústria britânica de motocicletas. Sua linguagem visual com um design cativante e simples, juntamente com a confiabilidade do modelo, catapultou a Classic para a popularidade global e redefiniu o segmento de motocicletas de média cilindrada (250-750cc)”.

Classic 350 – Ao longo da história da marca, tem sido consistente a busca por construir motocicletas atemporais, clássicas e bonitas, que são divertidas de se pilotar, exatamente a proposta que traz a Classic 350.

A sua nova versão combina esse design atemporal por excelência com uma experiência de pilotagem moderna e refinada.

Refeita em sua alma e raiz, a moto conta com o motor da série J e com um chassi totalmente novo. Cada mínimo detalhe foi pensado e muita atenção foi dada a todos os aspectos dessa motocicleta, desde o visual, as peças utilizadas e os as novas soldas, até o desempenho de pilotagem.

O motor bem calibrado é suave, intuitivamente responsivo e envolvente, e tem aquele ronco único e clássico na aceleração.

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O chassi totalmente novo inspira confiança ao pilotar e é especialmente bom em situações de trânsito apertado e em curvas sinuosas.

Para o diretor geral da Royal Enfield do Brasil, Claudio Giusti, é um orgulho apresentar no Brasil um clássico renascido que é sucesso mundial de vendas. “Estamos muito confiantes de que a novíssima Classic 350, que foi incrivelmente refinada, irá mais uma vez redefinir o espaço para motocicletas de médio porte globalmente e no Brasil não será diferente, principalmente agora que o País logra a segunda colocação após a Índia”, comemorou o executivo.

Relembrando o sucesso da Classic ao longo dos anos e comentando sobre o lançamento, B Govindarajan, diretor executivo da Royal Enfield, afirmou que a Classic tem sido um grande catalisador no crescimento e expansão do segmento de média cilindrada na Índia, além de ser fundamental para desbloquear uma próspera subcultura de lazer entre motociclistas jovens e experientes em todo o mundo.

“A nova Classic 350 leva adiante esse legado e é construída para o que é familiar e atemporal em termos de linguagem de design, com uma experiência de ride completamente moderna e reimaginada. Mantendo o apelo retrô em sua totalidade, a nova Classic 350 visa levar o legado adiante com sua nova versão e acabamento premium, chassi e motor originais e condução e manuseio aumentados. Com foco no segmento de motocicletas de média cilindrada e a nossa firme crença na tendência de reconhecimento dos atributos e qualidades da indústria automobilística indiana, estamos confiantes de que a nova Classic 350 impulsionará ainda mais nosso crescimento e nossas ambições”, contou o executivo B Govindarajan.

Motor e Câmbio – A nova Classic 350 é equipada com um motor monocilíndrico de 349 cilindradas, refrigerado a óleo e ar, que conta, também, com injeção de combustível.

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Ele gera uma potência de 20,2 cv a 6.100 rpm e um torque de 27 Nm a 4.000 rpm, resultando em uma entrega suave de potência linear.

Com o eixo balanceador que reduz as vibrações, a Classic é leve e boa de estrada. A troca de marchas é nítida e suave, graças à caixa de cinco (5) marchas de engrenamento constante com overdrive otimizado que garante uma forte aceleração em ambientes urbanos, bem como uma condução descontraída e confortável em velocidade de cruzeiro.

A nova motocicleta foi projetada e desenvolvida pelas equipes de designers e engenheiros baseados nos dois centros de tecnologia da Royal Enfield, na Índia e no Reino Unido.

O chassi totalmente novo foi construído para oferecer conforto e manobrabilidade superiores, informou a marca.

Projetado para ser mais rígido, esse chassi gera mais confiança no piloto em velocidades de curva mais altas e passa a sensação de firmeza e estabilidade em estradas retas.

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Modelo está disponível em quatro versões de acabamento

A Royal Enfield Classic 350 está disponível em quatro versões, contando com 9 cores diferentes no total. São elas:

Classic Chrome: Uma edição premium de destaque, a série Classic Chrome reflete a aparência rica das motocicletas britânicas da década de 1950. Disponível em tanques de duas cores (vermelha e bronze), a série Chrome traz verdadeiras insígnias de seu passado com emblemas de tanque que foram adornados pelas Royal Enfields da década de 1950;

Classic Dark: é uma versão jovem, urbana e personalizada da Classic 350, e vem nas cores Stealth Black e Gunmetal Grey. Essas motocicletas vêm equipadas com rodas de liga leve e pneus sem câmara;

Classic Signals: disponível em Marsh Grey e Desert Sand, continua a celebrar a utilização das motocicletas Royal Enfield pelas forças armadas. Cada uma dessas motocicletas vem com emblemas e gráficos e também traz um número único que será estampado no tanque;

Halcyon: como o nome sugere, é uma celebração do legado do clássico e reflete o glorioso visual retrô clássico. Está disponível nas cores verde, cinza e preto.

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Todas as variantes são equipadas com freios a disco na dianteira e na traseira, com ABS de canal duplo.

A Classic 350 agora tem um visual renovado e um ajuste e acabamento premium. O estilo característico da motocicleta britânica do pós-guerra, com harmonia visual acentuada por linhas fluidas da frente à traseira, continua a fazer da Classic 350 um deleite visual.

A motocicleta tem o distinto tanque em forma de lágrima e o clássico casquete Royal Enfield que abriga um novo farol junto com as “lâmpadas de tigre” (luzes piloto), um recurso duradouro nas motocicletas Royal Enfield desde 1954.

Para horas mais confortáveis no banco da motocicleta, a motocicleta tem assentos novos e mais largos com estofamento de espuma macia.

Com um guidão totalmente novo, a posição de pilotagem foi sutilmente ajustada para melhorar o conforto e a ergonomia, mantendo a sensação clássica familiar.

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Trazendo o toque moderno está o novo painel de instrumentos analógico e digital, que abriga uma tela de informações em LCD.

Um ponto de carregamento USB está montado abaixo do guidão para a conveniência de carregamento rápido em movimento.

A nova Classic 350 estará disponível com uma ampla gama de acessórios genuínos, projetados e desenvolvidos para complementar sua versatilidade, bem como para aumentar o conforto, utilidade e estilo.

O conjunto de novos acessórios para a Classic 350 inclui uma gama de 39 opções, que foram projetadas para temas específicos que permitem ao piloto aprimorar a forma e a função da motocicleta de acordo com sua preferência, deixando-a totalmente customizada ao seu gosto e preferência.

Os acessórios para motocicletas da Royal Enfield vêm com uma garantia abrangente de 3 anos e são projetados, desenvolvidos e certificados juntamente com a motocicleta.

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A nova Classic 350 carrega a lenda do clássico moderno no portfólio da Royal Enfield. O design autêntico e atemporal da motocicleta promete inspirar os entusiastas, enquanto sua ergonomia e refinamento prometem aumentar os sentidos toda vez que o piloto se senta na moto.

A nova Classic 350 chega ao País a um preço inicial de R$ 18,49 mil* para a versão Halcyon. As outras versões contam com os seguintes valores:

Signals: R$ 19,49 mil*

Dark: R$ 20,49 mil*

Chrome: R$ 21,49 mil*

* Os valores não contam com o custo de frete incluso

link2Fotos: Royal Enfield / Divulgação

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Nissan Kicks 2023 perde opção pelo câmbio manual

Da Redação

Kicks 2023 - Cinza Grafite - white closerA Nissan apresentou a linha 2023 do SUV Kicks, modelo mais vendido da linha da marca no mercado brasileiro e fabricado no Complexo Industrial Nissan, em Resende (RJ). As novidades estão nas versões, equipamentos e cor.

Uma das novidades do Kicks 2023 é a versão Active, que deixa de ser oferecida exclusivamente para o segmento de pessoas com deficiência (PcD) e se torna também a opção de entrada da linha.

Isso significa que a marca japonesa deixa de oferecer o Kicks com a opção do câmbio manual.

A versão Advance passa a contar com novo console central e apoio de braço redesenhado que traz duas entradas USB tipo A (uma dentro e outra voltada para o banco traseiro) e que tem 25% a mais de capacidade.

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A Advance Pack Plus, equipada com bancos com revestimento sintético que imita o couro, ganha retrovisor interno eletrocrômico.

A opção topo de linha Exclusive conta com o mesmo novo apoio de braço, além de maçanetas na cor do carro.

A Exclusive Pack Tech traz de série, agora, carregador para celular por indução, além do conjunto avançado de dispositivos que forma o Nissan Safety Shield.

Composto por diferentes tecnologias de segurança que monitoram, protegem e respondem, ajuda o carro e o motorista a monitorar o movimento no entorno, responder a ações inesperadas (como a aproximação desatenta a um veículo à frente) e a proteger (frenagem de emergência e segurança passiva).

A versão Exclusive também adiciona monitoramento de pressão de pneus como item de série.

O catálogo do SUV volta contar com a opção de cor cinza Grafite com teto preto, disponível para a opção Exclusive (foto que abre essa matéria).

Todas as versões também trarão o novo logotipo da Nissan NEXT na grade dianteira, tampa do porta-malas, miolo do volante e centro das rodas.

O modelo é equipado com o motor 1.6 16V, também fabricado em Resende (RJ). Ele desenvolve 113 cv de potência e 15,3 kgfm de torque quando abastecido com etanol e 110 cv e 15,2 kgfm com gasolina.

Novo Nissan Kicks 2023: mais equipamentos e novas opçõesFotos: Nissan / Divulgação

Versões e Preços:

Active CVT – R$ 110,99 mil

Active CVT com central multimídia – R$ 112,99 mil

Sense CVT – R$ 120,99 mil

Advance CVT – R$ 129,99 mil

Advance CVT Pack Plus – R$ 131,99 mil

Exclusive CVT – R$ 143,49 mil

Exclusive CVT Pack Tech – R$ 145,49 mil

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BMW Motorrad convoca recall

Da Redação

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A BMW Motorrad Brasil está convocando os proprietários das motocicletas K 1600 Bagger e K 1600 GTL, fabricadas entre outubro de 2017 e agosto de 2018, a entrarem em contato com um concessionário autorizado para agendar gratuitamente um atendimento em razão de risco relacionado ao suporte pivô da suspensão traseira.

Ao todo, 89 motocicletas estão envolvidas neste chamamento complementar.

Foi verificado que o suporte pivô da suspensão traseira das motocicletas envolvidas pode apresentar falhas.

Nesta hipótese, há o risco de o suporte pivô quebrar e, consequentemente, resultar em forte frenagem da roda traseira, o que poderá limitar a estabilidade da condução, não se descartando a possibilidade de acidentes que resultem em danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e terceiros.

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Assim, a BMW convoca os proprietários das motocicletas potencialmente afetadas a agendarem atendimento e conduzirem sua motocicleta à concessionária BMW Motorrad de sua preferência.

Nessa oportunidade, haverá a substituição do suporte pivô da suspensão traseira das motocicletas afetadas.

Para verificar se a sua unidade está dentro do sequenciamento de chassis, ou para outras informações, o cliente deve  entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall: 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

MODELO

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ATÉ

K 1600 Bagger

(fabricadas entre 6/10/2017 e 28/06/2018)

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K 1600 GTL

(fabricadas entre 6/10/2017 e 14/08/2018)

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Volkswagen lança linha 2023 do Polo

Da Redação

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A Volkswagen apresentou a linha 2023 do hatch Polo. Dentro das poucas alterações feitas, destaque para o motor 1.0 turbo. Anteriormente, o propulsor 200 TSI oferecia 116/128 cv (gasolina/etanol) de potência e 20,4 kgfm de torque.

Agora, o modelo passa a utilizar o motor 170 TSI, de 109/116 cv (gasolina/etanol) de potência e 16,8 kgfm de torque. Trata-se do mesmo propulsor que era utilizado no up! Mas, no subcompacto, ele rendia 105 cv de potência.

Ao menos por enquanto, o motor 1.0 200 TSI segue sendo oferecido nos utilitários esportivos T-Cross e Nivus.

Outra novidade é que a linha ganha uma versão equipada com câmbio manual (de 5 marchas) trabalhando em conjunto com esse motor 1.0 turbo.

Em termos de design, o hatch aparece com linhas mais horizontalizadas, superfícies mais arredondadas, conjunto óptico inédito e novos acabamentos internos.

A começar pela parte dianteira, o Polo tem para-choques novos, conjunto óptico completamente renovado e faróis inspirados no Golf europeu, enquanto elementos cromados fazem a conexão entre a iluminação.

Por falar nela, o modelo passa a oferecer faróis de LED desde as versões mais básicas. O conjunto de faróis de LED é composto por farol alto, baixo, e sinalização diurna, luz de posição e luz direcional totalmente em LED.

Já na parte traseira, as lanternas têm nova assinatura noturna, agora bem mais perceptível, além de logo e nome do carro em posicionamento central, seguindo o padrão de outros modelos da marca, como Nivus, T-Cross e Taos.

O habitáculo ganhou novos acabamentos e texturas. Agora, painéis de porta dianteiros foram forrados em tecido, assim como o apoio de braço.

O painel também ganhou atualizações de seus materiais, mas ainda não foi dessa vez que eles passaram a ser do tipo soft touch, o que seria mais condizente com os (elevados) preços.

São inéditos os bancos esportivos, inteiriços, e inspirados na linha GTS, que entregam mais conforto e estão mais integrados ao veículo, segundo a VW.

Ainda do lado de dentro, uma das novidades do modelo é o carregamento de celular por indução, que dispensa o uso de fio ou adaptador.

O Polo, ganhou o app Abasteça Consciente, o aplicativo de incentivo ao uso do etanol, que calcula emissões e consumo, recém anunciado pela marca.

Foram acrescentados, ainda, os apps My Turner, com todos os canais de rádio do mundo, o jogo Serpens, para momentos de descontração, e o Dry Wash, com serviços e lavagem de veículo.

Pelo aplicativo Meu VW Connect, a partir do lançamento da linha 2023 do hatch, será possível receber informações atualizadas do veículo. Quilometragem total, nível de combustível, consumo médio e informações de viagens.

A oferta de cores tem o vermelho Sunset, que apareceu pela primeira vez no Nivus, e é ofertada também no T-Cross. Além da cor de lançamento estão disponíveis as sólidas branco Cristal e preto Ninja e as metálicas cinza Platinum e prata Sirius.

O Polo 2023 é oferecido em duas opções de motorização, MPI e TSI, e duas de câmbio, manual de cinco (5) marchas e automático de seis (6).

A versão de entrada do compacto traz o 1.0 MPI de 84 cv e 10,3 kgfm de torque máximo, acoplado ao câmbio manual de cinco (5) marchas.

Em seguida, conforme informamos no início, temos o motor TSI de 109/116 cv e 16,8 kgfm de torque (independente do combustível), também com câmbio manual de cinco (5) velocidades (nova versão).

Nas versões Comfortline e Highline, o propulsor TSI é acompanhado do câmbio automático de seis (6) marchas.

Fotos: Volkswagen / Divulgação

Chamou a atenção o fato de que todas as versões utilizam freios a tambor nas rodas traseiras. Até a linha 2022, eles eram a disco.

Uma exclusividade do lançamento do hatch compacto em sua linha 2023 é o Kit Black. Na lista estão rodas de liga leve, spoiler traseiro, cobertura do espelho retrovisor, tudo pintado na cor preto brilhante.

Também estão no pacote cobertura dos parafusos da roda, capa para chave, tapetes de borracha para o assoalho, tapete de borracha para o porta-malas e soleiras. Até a conclusão dessa matéria a VW ainda não havia informado o preço desse kit.

Versões e Preços:

1.0 MPI (manual) – R$ 82,99 mil

1.0 TSI (manual) – R$ 92,99 mil

Comfortline (automático) – R$ 102,99 mil

Highline (automático) – R$ 109,99 mil

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Fiat apresenta seu primeiro SUV coupé, o Fastback

Novidade chega ao mercado com opção por três versões e dois motores

Da Redação   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/09/2022)

 

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Ao longo dos seus 46 anos, a Fiat não parou de se reinventar. Desta vez a montadora italiana apresentou o Fastback, seu primeiro SUV coupé.

Mais importante lançamento da Fiat dos últimos anos, o modelo reúne, de acordo com a montadora, o melhor de cada segmento, como o maior porta-malas da categoria e amplo espaço interno, uma das maiores alturas em relação ao solo entre os concorrentes com posição de dirigir elevada e a esportividade dos motores turbo. 

“Com esse lançamento, vamos ressignificar uma categoria. Estamos trazendo a melhor combinação de design, performance, segurança e tecnologia em um nível só visto em segmentos premium. O Fastback aponta na direção do nosso futuro. Totalmente projetado no Brasil e fabricado em Betim (MG), o modelo é o maior representante do reposicionamento da Fiat no mercado, atingindo um novo patamar na percepção do valor da nossa marca e nossos produtos”, afirmou Herlander Zola, vice-presidente sênior da Fiat na América do Sul. 

Tudo começou com um carro conceito apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, que foi elogiado mundialmente por seu design que trazia a harmonização entre os desenhos de um SUV e um coupé.

Com grande sucesso de público e mídia, o conceito ganhou vida e serviu como inspiração para o desenvolvimento do Fastback, desde o nome até as linhas marcantes e inovadoras. 

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Aliás, o próprio termo fastback faz referência direta a uma categoria super seleta de carros que têm em comum essa característica: o desenho veloz e as curvas dinâmicas. Um design fluido e esportivo, que faz com que ele pareça estar em movimento até quando parado.

De acordo com a Fiat, o Fastback foi desenvolvido para ser a combinação perfeita do melhor de cada segmento do mercado automotivo, já que reúne a altura de solo e posição de dirigir de um SUV, um espaçoso porta-malas e a performance de um esportivo com motorização turbo.  

Disponível em três versões (Audace, Impetus e Limited Edition Powered By Abarth), o Fastback traz uma ampla lista de itens de série.

Ele sai de fábrica reunindo conteúdos como sistemas avançados de assistência à direção (ADAS), freio de mão eletrônico, paddle shifters (câmbio borboleta), quadro de instrumentos digital de 7 polegadas, central multimídia de até 10,1 polegadas e o Fiat Connect////Me, plataforma de serviços conectados da marca, oferecido como item opcional.

Vale dizer, ainda, que a Limited Edition Powered By Abarth traz um visual exclusivo e conta com o motor Turbo 270 Flex.

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Segundo SUV da Fiat fabricado no Brasil, o Fastback se junta ao Fiat Pulse no segmento de mercado que mais cresce na preferência dos brasileiros.

Além disso, o lançamento coloca a Fiat em um novo mercado: o de SUV coupé, sendo o primeiro veículo da marca a ocupar tal categoria. Ele será o topo de gama da linha de carros de passeio da Fiat.  

Design e Interior – O time do Design Center South America da Stellantis tinha uma grande missão: mais do que desenvolver um novo modelo, criar um modelo para estrear em uma nova categoria para a marca.

A sua musculatura é um ponto de destaque. Na visão lateral salta aos olhos a silhueta fluida, com a coluna C inclinada e o teto mergulhando em direção à traseira. Esta é a essência de um SUV coupé.

Importante notar a linha que começa na lateral, passa em cima da roda traseira e segue até o spoiler, dando movimento e largura para a traseira. 

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Na dianteira, o parachoque tem entradas aerodinâmicas e grade no formato de colmeia tridimensional em black piano. Os faróis são Full LED de série com DRL quando as setas são acionadas.

Para completar, as rodas de liga leve possuem um design bem particular diamantado, que deixa o Fastback mais completo e refinado. Chegando à traseira, essência do SUV coupé, a tampa do porta malas tem linha bem fluida, terminando na porção final com lanternas a LED.

O design do interior também chama a atenção no Fastback. O cockpit tem uma atmosfera envolvente para todos os ocupantes. Além disso, a posição do console central dá grande destaque à central multimídia e deixa todos os comandos em um só lugar ao alcance dos olhos e das mãos.

Já a posição de direção mais alta transmite total sensação de segurança. Complementando essa ergonomia, os bancos são bem espaçosos, confortáveis e possuem acabamento primoroso, com tecidos suaves ao toque.

Estão disponíveis o Mescla Sanchez com embossed, o material sintético que imita o couro na cor preta com embossed e o couro natural Steel Grey com bordado.

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Ainda sobre o espaço interno, não tem como não falar do surpreendente porta-malas, que é simplesmente o maior da categoria, com 600 litros de capacidade, além de contar com cobertura retrátil, facilitando a disposição de diversas malas e quaisquer objetos que o usuário queira transportar.

Com os bancos rebaixados, o volume ainda chega a 1.087 litros. No que diz respeito aos porta-objetos, são 28 litros no total. Vale dizer que o modelo conta com um porta-copos removível com porta-objetos secreto.

O modelo está disponível em seis cores: preto Vulcano, branco Banchisa, cinza Strato, prata Bari, cinza Silverstone e vermelho Monte Carlo (esta última como opção exclusiva da versão Limited Edition Powered by Abarth).

O Fastback foi desenvolvido sobre a plataforma MLA, uma das mais modernas e versáteis da Stellantis, totalmente modular e que entrega muita qualidade e robustez.

A carroceria que é composta por 87% de aço de alta e ultra resistência que dissipam melhor a energia do impacto em caso de colisão, trazendo grande integridade ao habitáculo.

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Além disso, o veículo possui quatro airbags, sendo dois frontais e dois laterais, que possuem uma tecnologia que permite que façam dupla função, protegendo a cabeça e o tórax.

Outro ponto forte do modelo é a altura do solo (192 mm). Importante mencionar que, mesmo com essa dimensão elevada, o modelo garante baixa rolagem da carroceria em curvas, segundo a Fiat.

Junto com os ângulos de ataque (20,4º) e transposição (21,2º), as medidas fazem com que o Fastback encare tranquilamente quaisquer obstáculos na cidade e também os desafios de uma estrada de terra. O comprimento é de 4,43 metros.

Importante mencionar que o Fiat Fastback tem novas suspensões. Uma otimização na geometria dianteira permitiu um centro de rolagem mais baixo, para aumento da estabilidade, e uma nova relação de direção que garante uma direção mais precisa e direta.

Traz, também, um maior diâmetro da barra estabilizadora que confere mais estabilidade dinâmica. Além disso, foi desenvolvido um novo eixo traseiro que dá mais rigidez, reduzindo a rolagem da carroceria e garantindo mais estabilidade.

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As suspensões ainda contam com novas molas e amortecedores para um melhor handling, mantendo um alto nível de conforto.

Utilitário esportivo pode ser equipado com motor 1.0 ou 1.3, ambos turbinados

Toda a linha Fastback é 100% turbo. Com duas opções de motorização, ele é equipado nas versões Audace e Impetus com o Turbo 200 Flex (1.0) com potência de 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e torque de 200 Nm.

Segundo dados da Fiat, o propulsor permite que o modelo vá de 0 a 100 km/h em  9,4 segundos. A montadora ainda informou que o consumo registrou 14,6 km/l na estrada. 

Já a versão Limited Edition Powered by Abarth traz o motor Turbo 270 Flex (1.3) com a potência de 185 cv com etanol (180 cv com gasolina) e 270 Nm de torque.

Ele vai de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e apresenta uma relação peso-potência de 7kg/cv. 

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O Fiat Fastback vem com três modos de direção: Normal (foco em menor consumo e mais conforto), Manual (mais versatilidade) e Sport (resposta mais rápida).

Para optar pelo último, basta acionar um botão no volante e então todo o ajuste do carro é alterado com maior sensibilidade do pedal acelerador, um mapeamento mais arisco das trocas de marcha, um modo de direção mais firme e o acionamento da vetorização dinâmica de torque (DTV). 

Para comandar esses motores, o Fastback utiliza o câmbio CVT nas versões com Turbo 200 e transmissão automática de 6 marchas associada ao Turbo 270.

Tecnologias – O modelo é equipado com ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) com as seguintes funcionalidades: frenagem automática de emergência, que evita colisões contra veículos à frente; alerta de mudança de faixa, que auxilia o motorista em caso de saída da pista em que está, e a comutação automática dos faróis, que define entre o farol alto e baixo automaticamente.

O SUV conta com freio de mão eletrônico equipado com a função Auto Hold, que mantém o freio acionado após retirar o pé do pedal, seja em uma subida, um semáforo ou no engarrafamento, trazendo muito mais conforto para o dia a dia.

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Para as trocas de marchas manuais, o Fastback apresenta paddle shifters, mais conhecidos como “câmbio borboleta”. Eles ficam logo atrás do volante e, com apenas um toque, é possível trocar de marcha.

O novo SUV da Fiat traz, também, quadro de instrumentos digital de 7 polegadas personalizável em que o usuário pode escolher se deseja ter informações de forma analógica ou digital, como força G, pressão do turbo, consumo em tempo real, entre outras. 

Em termos de conectividade, ele é equipado com central multimídia de 8,4 ou 10,1 polegadas (de acordo com a versão) com o Fiat Connect////Me, a plataforma exclusiva conectada da marca, vinculado à tela maior, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Com mais de 30 funcionalidades, o sistema permite que o usuário tenha acesso a todas as informações do seu Fastback, como diagnósticos e a localização do veículo pelo smartphone, smartwatch ou até através de um assistente pessoal como Alexa ou Google Assistant.

Para completar, agora passará a ser possível também fazer o agendamento da revisão e de outros serviços em concessionária diretamente pelo app My Uconnect conectado à central.

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Por fim estão presentes wireless charger (carregador por indução) para smartphones com saída de ar-condicionado dedicada nesta região; navegação embarcada com trânsito em tempo real de série; função TC+ que garante melhor frenagem em condições de baixa aderência; controle de estabilidade; câmera de ré e novo ar-condicionado automático digital que possui saída para fila traseira para maior conforto térmico.

Versões e Preços:

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Fastback Audace 1.0 Turbo 200 Flex (R$ 129,99 mil): A versão Audace traz o ADAS (frenagem automática de emergência, alerta de mudança de faixa e comutação automática dos faróis); controle de estabilidade e tração; airbags frontais e laterais; rodas de liga leve de 17 polegadas; freio de mão eletrônico com Auto Hold; ar-condicionado automático e digital; paddle shifters (borboleta no volante); sensor e câmera de estacionamento traseiros; wireless charger; central multimídia com tela de 8,4 polegadas com pareamento sem fio; carregador por indução e faróis e lanternas Full LED.

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Fastback Impetus 1.0 Turbo 200 Flex (R$ 139,99 mil): Além dos itens disponíveis na Audace, a versão Impetus traz bancos revestidos em couro; acabamento interno escurecido; sensor de estacionamento dianteiro; pintura bicolor com teto em preto; faróis de neblina dianteiros com função cornering lamps; roda esportiva com acabamento diamantado de 18 polegadas; retrovisores externos com rebatimento elétrico; tapetes de carpete e quadro de instrumentos 7 polegadas Full Digital.

Também conta com a central multimídia com tela de 10,1 polegadas com Apple Carplay e Android Auto sem fio. 

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Fastback Limited Edition Powered by Abarth 1.3 Turbo 270 Flex (R$ 149,99 mil): Além de todos itens disponíveis nas outras versões, esta configuração possui rodas esportivas de liga leve 18 polegadas com pintura escurecida e badges Limited Edition nos para-lamas dianteiros, além de Powered by Abarth no cofre do motor e na tampa do porta-malas. 

A garantia do Fiat Fastback é de três anos. Ele possui três opções de pacotes de manutenção.

O plano Tranquilidade inclui três revisões programadas. O Proteção traz, além das revisões, a cobertura de itens de desgaste, palheta de parabrisa, oxi-sanitização, alinhamento e balanceamento. O terceiro pacote, Segurança, inclui todos os itens do plano anterior e mais um ano de garantia adicional.  

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Mini Cooper S E Countryman ganha série especial

Da Redação

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O Mini Cooper S E Countryman ALL4 ganhou mais uma versão exclusiva e com volume limitado.

Trata-se da Untamed Edition, que aposta em um visual mais off-road para o modelo e tem apenas 40 unidades disponíveis, cada uma custando R$ 323,39 mil.

Todas as unidades estão disponíveis na cor cinza Momentum Untamed para a carroceria, exclusiva para a versão, sempre com teto e retrovisores pretos.

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Outros elementos caracterizam o exterior desta série especial, como as rodas de 18 polegadas, também exclusivas, e as faixas laterais, que reforçam o caráter diferenciado do modelo.

Por dentro, tons de verde e azul, inspirados na natureza, dominam o design interior do Mini Countryman na versão Untamed Edition.

O revestimento em couro Highland Green, outro elemento exclusivo desta série especial, é combinado com costuras contrastantes em azul e verde.

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Além, claro, do nome Untamed Edition estar gravado no carro em diversas áreas, como nos tapetes, bancos, painel, soleira das portas, entre outros.

O Mini Cooper S E Countryman ALL4 Untamed Edition é um híbrido plug-in. O modelo é equipado com um motor à combustão TwinPower Turbo com três cilindros de 1.499 cilindradas e com um segundo motor, este elétrico.

Juntos, rendem 224 cv de potência e 385 Nm de torque. A transmissão é automática Steptronic de seis (6) marchas e a tração é integral nas quatro rodas.

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O motorista pode escolher entre o uso combinado dos motores elétrico e à combustão, apenas à combustão, ou mesmo 100% elétrico.

Este último conta com uma potência de 88 cv, torque imediato de 165Nm, e leva o modelo à velocidade de até 135 km/h, com uma autonomia estimada de 57 km, conforme ciclo WLTP.

As baterias que sustentam este motor elétrico podem ser recarregadas através do sistema de regeneração de energia do próprio veículo ou através de uma tomada comum no padrão brasileiro.

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Entre outros, o hatch vem equipado com sistema de som Hi-Fi Harman Kardon, Head-Up Display, tela sensível ao toque de 8,8 polegadas, sistema de navegação com informação de trânsito em tempo real, assistente de direção, conexão com Apple CarPlay, faróis full led direcionais, quadro de instrumentos digital, serviço de conectividade com ligação inteligente de emergência, sistema com Concierge disponível 24X7, dentre outras tecnologias.

A conexão entre o smartphone e o carro por meio do aplicativo Mini App é outro destaque.

Compatível com os sistemas iOS ou Android, o Mini App fornece informações sobre o status do veículo a qualquer momento e, por exemplo, permite a operação remota de comandos como o destravamento das portas e saber a localização do veículo.

Dentre os itens de conforto e conveniência destaque para o ajuste elétrico do assento com 2 memórias, ar-condicionado digital dual-zone, teto solar panorâmico, rebatimento dos espelhos retrovisores, Comfort Access, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro com Parking Assistant, dentro outros.

carpixel.net-2022-mini-cooper-s-countryman-untamed-edition-107610-wideFotos: BMW Group / Mini / Divulgação

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Honda lança linha 2023 do TRX 420 Four Trax

Da Redação

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Os quadriciclos Honda tiveram sua comercialização iniciada no Brasil há mais de duas décadas, e desde então reafirmaram a fama de robustez associada a todos os produtos da marca, bem como uma versatilidade ímpar, sendo usados tanto no agronegócio como em órgãos governamentais, serviços de emergência, atividade empresariais, turismo e lazer.

Fabricados em Manaus (AM) desde 2008, a mais recente versão do quadriciclo Honda comercializada no Brasil, o TRX 420 FourTrax, chega a sua versão 2023 com importantes modernizações destinadas ao aperfeiçoamento do modelo, que porém não alteraram sua essência de veículo com amplo espectro de utilização.

Visualmente o TRX 420 FourTrax preserva um design compacto, totalmente voltado para a máxima resistência seja na lida no campo como nas mais diversas utilizações que sua versatilidade permite cumprir.

E foi exatamente nas estruturas que dominam a parte frontal e traseira do TRX 420 FourTrax que a versão 2023 do modelo trouxe inovações: os bagageiros agora tem um novo desenho, que se caracteriza por reforços em aço estampado na estrutura de tubos de aço de perfil circular.

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Tal modificação, além de incrementar a resistência, contribuiu para uma positiva atualização em termos estéticos e aumento da já conhecida praticidade do TRX 420 FourTrax, uma vez que o bagageiro frontal recebeu um prático porta-objetos com tampa, elemento de indiscutível utilidade seja qual for a utilização do quadriciclo.

A estes aperfeiçoamentos somaram-se pequenas modificações na parte anterior do chassi berço duplo, sempre realizado em tubos de aço, que recebeu um novo protetor da parte frontal destinado a melhorar a resistência ao superar obstáculos, evitando danos na estrutura e/ou suspensões.

O Honda TRX 420 FourTrax 2023 manteve inalterada suas características técnicas essenciais: o robusto motor monocilíndrico de 420 cc, com 26,9 cv de potência e 3,4 kgfm de torque, dotado de refrigeração líquida, câmbio de 5 marchas + ré com embreagem centrífuga automática e transmissão final por eixo cardã.

Uma alavanca lateral permite ao condutor escolher entre a tração 4×2 ou 4×4 de acordo com a dificuldade do terreno ou trabalho a ser realizado.

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As rodas dianteiras contam com suspensão independente e, as traseiras, são monoamortecidas. Os freios são a disco nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras

Isento de emplacamento e do pagamento do IPVA, o quadriciclo Honda TRX 420 FourTrax tem seis (06) meses de garantia e o preço público sugerido é de R$ 44,65 mil.

O vermelho e o verde são as cores disponíveis, e a chegada às concessionárias de todo o Brasil está prevista para este mês de 2022.

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linkFotos: Honda / Divulgação

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Honda City Hatchback tira Fit de cena

Mais moderno e eficiente, modelo tem qualidades para atrair fãs do monovolume

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 09/09/2022)

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Desde o seu lançamento, como modelo 2010, o Honda City é um sedan compacto premium que faz muito sucesso no Brasil. Os modelos 2015 e 2018 receberam reestilizações.

Em novembro do ano passado, o modelo 2022 chegou com uma nova geração. Completamente renovado, a novidade veio acompanhada do inédito City Hatchback, o substituto do monovolume Fit.

À espera por essa nova geração, no fechamento de 2021, o Honda City sedan figurou na 47ª posição com 6.138 unidades vendidas no acumulado dos doze meses.

Só este ano, até o fechamento de agosto, ele registrou 16.783 emplacamentos, subindo para o 22º lugar.

Figurando nesta lista dos 50 modelos mais vendidos, apenas a partir de março, o novato Honda City Hatchback alcançou a 27ª posição em agosto, com 10.453 unidades comercializadas, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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O DC Auto recebeu o City Hatchback Touring 2022 para avaliação, versão de topo de linha do modelo. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 129,40 mil, apenas na cor branca sólida. As cores metálicas acrescem R$ 1,70 mil e, a branca perolizada, R$ 2,00 mil

Os equipamentos diferenciados da versão Touring são: ar-condicionado digital e automático com ventilação para os ocupantes traseiros; multimídia de 8 polegadas com espelhamento sem fio para smartphones; painel de instrumentos parcialmente digital com tela TFT de 7 polegadas de alta resolução; chave presencial com função de destravamento e travamento das portas por sensor de aproximação, abertura do porta-malas, abertura e fechamento dos vidros e partida do motor pelo controle remoto e revestimento dos bancos em material sintético que imita o couro na cor preta com costuras e debruns em branco.

Em segurança, a versão Touring é muito bem equipada. Os destaques são: comutação automática do farol alto e baixo; controle de cruzeiro adaptativo; alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência; detecção das faixas de rodagem com centralização automática da direção; 6 airbags (frontais, laterais e de cortina); freios com sistemas ABS e EBD; controles de estabilidade e tração; alerta de pressão dos pneus; assistente de partidas em aclive; lembrete de afivelamento dos cintos dianteiros e traseiros; câmera de ré multivisão com linhas dinâmicas (três vistas) e câmera no retrovisor do lado direito para redução de ponto cego.

Motor e Câmbio – O motor da linha Honda City continua sendo 1.5, aspirado e com 4 cilindros. Porém, ele é novo e evoluiu em arquitetura e recursos. Ganhou comando de válvulas duplo, injeção direta de combustível e coletor de admissão variável.

Agora, ao adotar tuchos hidráulicos, não é necessária a dispendiosa regulagem periódica das válvulas, tecnologia muito bem vinda aos modelos.

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Contudo, este motor ficou mais potente 11cv, desenvolvendo 126 cv às 6.200 rpm, com ambos os combustíveis. Em torque, o ganho foi mínimo (0,5/0,3 kgmf) atingindo 15,8/15,5 kgmf às 4.600 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático CVT com conversor de torque. Programado com 7 relações para simular marchas convencionais, ele permite comutação manual das mesmas por meio das aletas por trás do volante.

O sistema pode ser bloqueado no modo manual para permitir uma condução mais esportiva.

O City Hatchback usa a mesma plataforma do sedan, um monobloco que evoluiu em materiais empregados e em seus processos de montagem.

Segundo a Honda, chapas de resistências elevadas e novas tecnologias de soldas e colagens entre elas garantem melhor absorção de impactos em caso de colisões e, ao mesmo tempo, menor peso de todo o conjunto, mudanças que deverão elevar sua pontuação nos testes do Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe (Latin NCAP).

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Medidas – As dimensões desta base quase não se alteraram em relação ao City antigo. A distância entre-eixos, medida mais influente no espaço interno do carro, principalmente no banco de trás, perdeu um centímetro, de 2,60 para 2,59 metros.

Mesmo assim, a arquitetura dos dois modelos entrega a melhor área na traseira para as pernas dos passageiros. Isso se compararmos com todos os carros compactos que avaliamos, independentemente do tipo de carroceria. Uma característica impressionante.

Em relação ao Honda Fit, o City Hatchback é mais baixo, mais largo e mais comprido. O entre-eixos que mencionamos é 6 cm superior. Em comprimento, ele é 24 cm maior: são 4,34 metros.

Na largura, foram 5 cm de ganho, ficando com 1,74 metro. Já em altura, ele está mais baixo 3,7 cm, registrando 1,49 metro.

O porta-malas diminuiu consideravelmente, são apenas 286 litros, 95 litros menor em volume do que o do Fit, assim como o tanque de combustíveis que, agora, comporta 39,5 litros (5,5 litros a menos).

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Em compensação, a cabine do hatch é muito mais ampla. Contando com o chamado Magic Seat, exclusivo sistema de modularidade do banco traseiro da Honda, que existiu no Fit e permaneceu no SUV compacto HR-V, o volume interno pode chegar aos 1.168 litros, 123 litros a mais do que no monovolume.

Neste perde-ganha, o City Hatchback vai agradar mais do que decepcionar a numerosa legião de fãs do finado Honda Fit.

Design e Interior – Externamente, o design do City Hatchbak é idêntico ao do sedan até, aproximadamente, a linha da janela espia traseira, quando a curva do teto fica mais horizontal e os para-lamas traseiros são encurtados para receber a quinta porta, a do compartimento de bagagem.

Além destas partes alteradas, lanternas e para-choque traseiro são exclusivos do hatch.

Apesar de distintas, as duas carrocerias têm a mesma linguagem visual. O capô é alongado, paralelo ao chão e destacado da cabine. Os vincos laterais são altos, passando sobre as maçanetas e ligando as assinaturas luminosas dos faróis às das lanternas, um desenho simples, forte e dinâmico.

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Internamente, os dois modelos são idênticos. Mesmo sem painéis emborrachados, todas as peças em plástico rígido têm texturas que agradam visualmente e ao tato. As áreas revestidas são macias ao toque.

Bancos, encostos e apoios de braços das portas e centrais, a base do painel principal e as laterais do console central receberam essa cobertura sem economia por parte da Honda, inclusive nas portas traseiras, peças normalmente negligenciadas nessa categoria.

A Honda garante que os bancos receberam couro legítimo no assento e no encosto. Realmente, existem diferenças visuais e de textura entre essas áreas e as demais.

Em relação ao antigo City, todas as partes internas foram redesenhadas. O painel adotou linhas horizontais e ficou destacado do console central, recurso que deixou o interior mais arejado e atual.

Os apoios de braço das portas ficaram generosos e deixaram os comandos elétricos mais à mão. Os bancos ganharam novo desenho, com volumes mais destacados, aprimorando o apoio do corpo.

O acabamento e o design do City Hatchback elevaram muito a qualidade percebida na cabine em relação ao Fit.

Em favor do monovolume, apenas os porta-objetos eram mais amplos e mais práticos, como o nicho para latas que fica em frente à saída do ar-condicionado do lado esquerdo do painel, posição que permitia a refrigeração do líquido da mesma.

Na cabine do City Hatchback, quatro adultos têm amplo espaço para seus ombros e pernas, maior, até, do que em carros médios.

Acomodados nos bancos dianteiros, motorista e passageiro têm área de sobra para suas cabeças. Mas, no banco traseiro, pessoas mais altas ficam com suas cabeças muito próximas ao teto, em casos mais extremos, encostadas.

Neste quesito, o Fit era mais equilibrado: tinha bom espaço para as pernas, sem a amplitude do City, mas seu teto era alto e acomodava bem melhor os passageiros com grande estatura.

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Em ambos os modelos, o quinto passageiro tem encosto e assento mais estreito, elevado, não tão confortável como nas posições principais do banco traseiro.

Mas o espaço é razoável e o piso é quase plano, permitindo acomodar bem uma criança em viagens ou um adulto em deslocamentos mais curtos.

Magic Seat Como dissemos, o City Hatchback herdou o banco traseiro modular do Fit. Nos dois modelos, eles oferecem a mesma praticidade, transformando a parte de trás da cabine em uma área de carga totalmente plana, ou abrindo um espaço do piso traseiro ao teto.

Neste caso, preservando o volume total do porta-malas. No hatch, ambas as configurações entregam maior área, compensando, em parte, o seu menor porta-malas.

Estranhamente, ao dobrar o assento do City hatch, ação necessária para ganhar este alto espaço atrás, essa parte do banco impede a visão através do vidro traseiro, algo que não acontecia no monovolume, outra vantagem do Fit em relação ao seu substituto.

Todos os equipamentos de bordo do City Hatchback contam com botões físicos, giratórios para as funções principais, de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

O multimídia tem uma tela de 8 polegadas, modesta para os padrões atuais, mas seu funcionamento é muito eficiente em sensibilidade ao toque e na velocidade de processamento.

Espelhando o celular, o sistema foi rápido ao usarmos o Android Auto, pois a conexão sem fio era ativada assim que entrávamos no carro e todos os recursos funcionaram sem falhas.

A qualidade sonora é ótima, mesmo sem contar com preparação por marca especializada em áudio. O som é distribuído por 8 autofalantes de 20W, garantindo equilíbrio de frequências e percepção espacial na emissão.

A potência é suficiente para reproduzir em bom volume as músicas geradas por aplicativos de streaming, mas não é um sistema que se faz ouvido pela vizinhança, como os assinados por essas empresas de sonorização.

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O ar-condicionado de zona única melhorou em usabilidade em relação ao do antigo City e ao do Fit, pois os sistemas de ambos eram operados 100% por toques na tela. Agora, os botões físicos retornaram ao equipamento permitindo o uso cego, o mais seguro.

As saídas de ar são grandes, bem distribuídas e fáceis de serem reguladas, mas a intensidade do fluxo não é das mais elevadas.

Porém, por contar com saídas traseiras igualmente bem dimensionadas, o resfriamento da cabine é eficiente, tornando este sistema superior aos antigos equipamentos usados pela Honda. As graduações da temperatura são reguláveis de meio em meio grau, a forma correta, e a sua manutenção é bastante estável.

Tecnologias – O quadro de instrumentos tem uma solução interessante. O velocímetro é analógico e o conta-giros é digital. O marcador digital copia perfeitamente o analógico. Quando se liga o carro, os dois ponteiros varem a área de marcação em sincronia e, em princípio, parece que todo o conjunto é digital.

Quando usado como tela, no centro do conta-giros aparecem as informações selecionadas pelo motorista e seu ponteiro fica, apenas, sobre os números que indicam as rotações.

Lá podem ser visualizados os dados do computador de bordo, dos assistentes de condução semiautônomas ou um gráfico que mostra a força G atuante nas curvas, por exemplo. Todas as letras, números e desenhos têm bom tamanho e fácil leitura.

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Botões no lado esquerdo do volante comutam essas páginas que trazem informações múltiplas. Ainda neste lado, som e telefonia são controlados.

O lado direito é todo dedicado aos sistemas de condução semiautônoma, equipamento exclusivo da versão Touring. Monitorado apenas por uma câmera, sem o tradicional radar existente nos carros concorrentes, ele funciona com igual segurança, mas, de forma um pouco menos sutil.

As faixas são identificadas e as correções de trajetória são feitas rapidamente e com precisão. A adaptação da velocidade e a manutenção da distância em relação aos veículos a frente são eficientes, porém, a retomada de velocidade é feita de forma mais intensa, chegando a assustar nas primeiras vezes, até que se acostume com o equipamento.

O sistema adaptativo não para o carro por completo. Em semáforos, por exemplo, ele é desativado antes de chegar aos veículos imobilizados, obrigando ao motorista assumir essa função, programação que não é a ideal.

Este conjunto conta com o alerta de colisão eminente e a frenagem de emergência que, em nossa opinião, é o recurso mais importante entre essas tecnologias de auxílio à condução.

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O segundo sistema mais relevante é o detector de veículos no ponto cego, e este, não está presente na linha City. Mas, ela traz uma câmera sob o retrovisor externo direito que mostra na tela do multimídia toda essa área lateral quando a seta é acionada para este lado.

Também, é possível ativar essa câmera em um botão localizado na extremidade da alavanca satélite esquerda, recurso complementar em manobras de estacionamento, por exemplo.

Mesmo útil, nem este, nem os sistemas similares existentes em outras marcas substituem o alerta de ponto cego convencional, pois ele utiliza alarmes e luzes, é mais rápido e funciona sem desviar a atenção do condutor, a forma mais intuitiva e segura de ampliar a atenção ao tráfico periférico.

A direção elétrica tem um acerto muito correto em todas as situações. Ela é leve em manobras de estacionamento, sem exagero, e tem peso adequado para ser segura em velocidades variadas, sem cansar na condução em estradas sinuosas.

Além da câmera lateral, a câmera traseira oferece três ângulos de visão, facilitando bastante as manobras em marcha à ré. A imagem em grande angular é a mais útil, pois permite visualizar o tráfego nas laterais da traseira, aumentando muito a segurança em saídas de vagas perpendiculares.

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Conforto de marcha, desempenho e eficiência energética foram aprimorados

Os acertos das suspensões, motor e câmbio, assim como os materiais de isolamento acústico e de vibrações, elevaram o conforto de marcha, o desempenho e a eficiência energética do City Hatchback em relação à geração anterior do City e do Fit. 

O conjunto de amortecedores e molas apresenta calibração mais rígida do que no sedan, mas conseguem isolar o modelo das imperfeições do solo e entregar conforto satisfatoriamente.

Sem o porta-malas destacado, as suspensões do hatch trabalham em frequência mais alta que as do sedan, mas, é até mais confortavel que no Fit, pois ele tinha menores entre-eixos e peso, características que deixam este trabalho vertical da carroceria mais evidente nos monovolumes.

A posição ao volante do Fit era mais alta. No City Hatchback ela é mais baixa e pode não agradar aos admiradores do antigo modelo.

Mas, além do conforto superior ao rodar, o hatch entrega essa postura mais esportiva e um maior controle direcional, algo que pode conquistar, ou espantar, essa turma.

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Porém, nem tudo são flores. O grande balanço dianteiro, aliado à baixa altura do solo, faz o hatch raspar a parte inferior do seu para-choque ao passar rápido sobre lombadas ou ao acessar entradas e saídas de rampas mais inclinadas, situação que acontecia bem menos no Fit, pois a sua frente era muito mais curta e o vão livre maior do que o do City.

Em estradas, essa baixa altura contribui com o fácil deslocamento modelo, nem tanto como no sedan, mas bem mais do que no Fit. O isolamento acústico, também faz a sua parte, pois o barulho do atrito dos pneus e do motor são pouco ouvidos em seu interior, tornando o hatch muito silencioso.

Desempenho – Aparentemente, o conjunto motor e câmbio aproveita todo o potencial que ambos podem entregar. As relações de trabalho deixam o carro solto, aproveitando ao máximo o deslocamento por inércia.

No plano, e em condições ideais, aos 90 km/h é possível deixar o motor aos 1.600 rpm, e aos 110 km/h, ele pode se sustentar nas 2.000 rpm, regimes baixíssimos para ambas as velocidades. Além do conforto acústico, o consumo de combustível é bem reduzido.

Ficando comum nos câmbios CVT, o sensor de inclinação atua para reduzir as marchas em decidas e deixar o carro em freio motor. Isso não nos agrada, pois prende o carro mais do que o necessário.

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Mas, para quem não tem este bom hábito, que gera economia da combustível e das peças de desgaste dos freios, é  um recurso útil.

Motor aspirado, câmbio CVT e acoplamento por conversor de torque não é o trio ideal. Quando aceleramos para ganhar velocidade rapidamente, o câmbio reduz as relações para o motor alcançar a faixa de rotação em que ele atinge o maior torque, no caso deste novo conjunto, às elevadas 4.600 rpm.

Até chegar a este regime, o conversor desliza um pouco, deixando o giro do motor subir rapidamente, ao preço de muito incômodo sonoro e pouca tração, característica comum aos câmbios CVT que é potencializada por motores aspirados e equipados com 16 válvulas.

Usar as aletas para comutar as marchas ameniza este comportamento. Mesmo em “D” (Drive), este recurso faz o câmbio trabalhar com as sete relações pré-programadas, assemelhando-se aos sistemas automáticos convencionais.

Com a alavanca de câmbio em “S” (Sport), as trocas ficam permanentemente em manual e só são trocadas automaticamente se a rotação do motor atingir o regime máximo de segurança, 6.200 rpm, ou são reduzidas para o motor não morrer, caso o condutor não faça as trocas.

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Neste caso de aceleração total, o City tem um ótimo desempenho, acima do esperado para um compacto familiar.

Consumo – A grande virtude do City é o baixo consumo de combustível. Nos testes padronizados que fizemos com ele, circulamos sempre com gasolina no tanque.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e, outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta, o City Hatchback registrou 18,7 km/l. Na mais rápida, 17,2 km/l.

No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5 e 50 segundos e vencemos 152 metros de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito.

Neste caso, o City hatch atingiu a ótima média de 11,7 km/l. Se ele fosse equipado com o sistema stop/start, o resultado seria ainda melhor.

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É interessante observar que o City sedan foi, em média, 2 km/l mais econômico na estrada em relação ao hatch, efeito de sua melhor aerodinâmica. Já na cidade, ele foi 1 km/l menos eficiente, provavelmente,  devido ao seu maior peso.

Não temos avaliação do Fit nestes circuitos, mas o WR-V, SUV derivado do monovolume, que usava o mesmo motor, mas sem as atualizações, também abastecido com gasolina, registrou 16,3 km/l aos 90 km/h, 14,2 aos 110 km/h e 9,2 km/h na cidade.

São números que indicam que este conjunto aprimorado dos atuais City é realmente mais econômico.

Não é fácil para o City Hatchback substituir o Fit. Ele não entrega tudo que seus amantes mais gostavam, mas boa parte dessas qualidades.

Por outro lado, ele é um carro muito mais moderno e sofisticado que o monovolume, construtivamente e em tecnologias embarcadas, além de ser mais eficiente energeticamente. São argumentos que deverão ser suficientes para conquistar os admiradores do Fit.

20220821_112234Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Volvo Cars terá garantia vitalícia para peças e serviços

Da Redação

unnamedVolvo Cars / Divulgação

Praticidade, comodidade e compromisso com seus clientes, esse é o compromisso da Volvo.

A partir de agora, peças adquiridas e serviços realizados nas concessionárias da marca terão garantia vitalícia, até mesmo para veículos que já passaram do período de garantia de fábrica.

“Estamos dando um novo passo e oferecendo algo inédito a nossos clientes, que terão mais tranquilidade e segurança ao realizar serviços de manutenção em seus veículos”, destacou André Bassetto, diretor de produto e pós-venda.

A garantia vitalícia é válida não apenas para a peça, mas também para o serviço realizado.

Todos os clientes Volvo têm direito, de qualquer ano e modelo, enquanto a pessoa que realizou o serviço for proprietária do veículo.

Não há limite para utilização, tanto para os serviços, como para a aquisição de peças.

A garantia vitalícia só não é aplicável a itens de desgaste que necessitam de trocas periódicas, como pastilhas de freio, palhetas do limpador, filtros, etc.

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