Fiat Cronos Drive 1.3 GSR entrega conforto por um preço mais em conta

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 19/04/2019)

Versão com câmbio automatizado é uma boa opção de compra entre o manual e o automático

IMG_20190415_113241Dos tipos de câmbios existentes atualmente, o automatizado é o mais recente. Lançado, no Brasil em 2007, em um modelo da Fiat, o Stilo, ele já evoluiu bastante, mas não o suficiente para apagar as marcas deixadas pelo grande equívoco cometido em nosso mercado: foi oferecido como se fosse um câmbio automático.

Na verdade, trata-se de um câmbio com embreagem convencional, mas não tem pedal para acioná-la e nem é preciso trocar as marchas. Um conjunto de atuadores aciona a embreagem e troca as marchas, tudo automaticamente.

Desenvolver este sistema só foi possível com o uso da informática para gerenciar todo o processo, algo que explica a pouca idade dos câmbios automatizados e o fato deles ainda estarem evoluindo.

Apesar de custarem até 50% menos que os câmbios automáticos, e cumprirem a mesma função básica, os automatizados não conquistaram o espaço que mereciam. As próprias montadoras contribuíram negativamente pois, ao vendê-los como automáticos, criaram uma expectativa no consumidor que não se concretizou nas ruas.

O honesto, com os clientes e com a própria tecnologia, seria vender os câmbios automatizados como uma alternativa ao manual, porém, bem mais confortável do que estes e mais em conta que os automáticos. Talvez, assim, os automatizados seriam mais reconhecidos por sua capacidade do que por suas limitações.

IMG_20190415_113312DC Auto recebeu o Fiat Cronos Drive com o câmbio automatizado GSR para avaliação. Além dos dados da versão e as impressões ao dirigir, destacaremos as características desta transmissão. Ela evolui bastante, desde a primeira Dualogic, e, hoje, é uma das melhores com essa tecnologia.

Segundo o site da montadora, o sedan compacto Fiat Cronos Drive 1.3 GSR (2019) tem o preço sugerido em R$ 66,69 mil.

Equipamentos – Seus principais equipamentos de série são: ar-condicionado, central multimídia com tela de 7 polegadas touchscreen e capacidade de conexão com os sistemas Android Auto e Apple Car Play, bluetooth, entrada USB e sistema de reconhecimento de voz, aletas para trocas de marchas atrás do volante e direção elétrica progressiva.

_DSC2664Também estão presentes o controle de estabilidade (ESC), a sinalização de frenagem de emergência (ESS), gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix), airbag duplo e ABS com EBD, sistema ativo de freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subidas (Hill Holder), controlador de velocidade (piloto automático), quadro de instrumentos com tela em TFT de 3,5 polegadas multifuncional.

Por fim, retrovisores externos elétricos com função tilt down e setas integradas, sistema Start&Stop (desligamento/acionamento automático do motor), controle de tração, volante com comandos de rádio, telefone e regulagem de altura, entre muitos outros equipamentos.

_DSC2699A unidade avaliada estava equipada com dois opcionais: o kit Stile (faróis de neblina, rodas em liga leve de 15 polegadas e banco traseiro bipartido) e o kit Parking (sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico e câmera de ré com linhas dinâmicas). Eles são vendidos por R$ 3,18 mil e R$ 1,76 mil, respectivamente.

Motor e Câmbio – O Cronos Drive é equipado com o motor 1.3, bicombustível, de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples tracionado por corrente com variação de abertura na admissão e na exaltação.

Com alta taxa de compressão, 13.2/1, seu torque máximo é 14,2/13,7 kgmf às 3.500 rpm e, a potência, atinge 109/101cv às 6.250 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio GSR, como mencionado anteriormente, é automatizado de embreagem simples com cinco marchas comandadas por botões localizados no console central. Oferece programação Sport e seleção entre automático e manual.

Comparado ao Cronos Precision 1.8, automático, o Drive automatizado chega a surpreender. Não tem o mesmo desempenho e conforto, mas o motor 1.3 dá agilidade à versão e, o câmbio, responde até mais rápido, tanto ao comando do acelerador, quanto às intervenções pelas aletas.

_DSC2686Automatizado – Isso porque seu acoplamento é por disco de embreagem e, não, por conversor de torque, como nos automáticos convencionais. Esta é uma vantagem do sistema automatizado, deixar o carro mais na mão do condutor.

Nos sistemas mais antigos, as trocas de marchas eram mais lentas e menos suaves. Isso resultava nos “soluços” tão criticados. Nos automatizados atuais, as trocas são mais rápidas e os soluços bem mais raros.

Quando a aceleração é progressiva, as marchas passam quase tão suavemente quanto nos automáticos. Apenas em baixas velocidades, e em acelerações intermitentes, como em manobras de estacionamento, o câmbio costuma ficar indeciso, acoplando e desacoplando a cada leve movimento do acelerador, tornando-se menos confortável que os automáticos.

Em subidas e descidas, ele tende a segurar as marchas por mais tempo que o necessário, elevando a rotação do motor em demasia, e isso incomoda também. Mas, em deslocamentos nas cidades e estradas, este sistema funciona muito bem.

Quando o condutor se adapta ao câmbio automatizado, é possível trocar as marchas apenas acelerando ou desacelerando nos momentos certos, algo que vai se tornando natural, como fazemos ao dirigir modelos manuais, mas com a vantagem de não precisar apertar o pedal da embreagem e nem passar as marchas através da alavanca.

_DSC2685Intervir pelas aletas também é muito útil para usar o freio motor ou reduzir para realizar ultrapassagens.

Duas características de todos os veículos automáticos ou automatizados do Grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles) nos agradam muito. As aletas atrás do volante para as trocas de marchas e a programação das transmissões que permite ao condutor fazer essas trocas sem que haja a necessidade de passar o câmbio para a posição manual.

Neste caso, o próprio sistema retorna ao automático quando o motorista para de intervir por um determinado tempo.

A relação das marchas não é das mais longas. Aos 110 km/h, engrenado na quinta marcha, o motor já está girando às 3.200 rpm. Nessa condição já é possível ouvir o ruído do motor, mas de forma contida, pois o isolamento acústico é bom. Rodando de forma econômica em estradas, usando etanol, atingimos 14 km/l. Na cidade, não passamos dos 8 km/l com o mesmo combustível.

Conforto ao rodar e espaço se destacam no sedan compacto da Fiat

A versão Drive só é oferecida com rodas de 15 polegadas. As suspensões têm um acerto mais voltado para o conforto. Este conjunto entrega estabilidade suficiente para um compacto familiar e garante um ótimo conforto de marcha, pois os pneus com ombros mais altos absorvem melhor as irregularidades do asfalto.

_DSC2704A direção elétrica é muito leve em manobras e firme e direta em velocidade mais alta, o suficiente para ser segura e dar prazer ao dirigir. O sensor de estacionamento traseiro e a câmera de ré são recursos muito bem-vindos ao Cronos, um modelo longo e largo, já que facilitam entrar e sair de vagas apertadas.

A Drive é a versão de entrada do Cronos. Os bancos são revestidos em tecido simples, os painéis feitos em plástico rígido, mas tudo bem encaixado e com variação de texturas que valorizam o visual do conjunto. O design das peças é moderno e, o uso de cores e pequenos detalhes cromados, conferem alguma sofisticação.

A ergonomia é acertada, com todos os comandos à mão, mas valem duas observações: os pedais estão muito deslocados para a direita, o suficiente para, em algumas ocasiões, o pé direito entrar atrás do console central que não se estende até o final da cabine, algo que pode atrapalhar no comando do acelerador. Já os puxadores das portas dianteiras são muito deslocados para frente, dificultando o fechamento das mesmas.

Passageiros – Como em todos os carros compactos, a largura interna é limitada. Dessa forma, o Cronos acomoda, confortavelmente, apenas dois adultos e uma criança no banco de trás. Já na parte da frente, passageiro e motorista ficam bem acomodados.

_DSC2709A posição ao volante é alta, mesmo com o banco na regulagem mais baixa. O ar-condicionado é eficiente, apesar de ser analógico. O sistema multimídia funcionou muito bem, tanto conectado por bluetooth como à porta USB, quando usamos o  Android Auto.

Com este câmbio GSR, comandado por botões, sobra um espaço na base do console central que é perfeito para deixar o celular escondido, mas facilmente alcançável. O porta-malas comporta bons 525 litros e, o tanque de combustível, 48 litros.

_DSC2697O Cronos Drive GSR é uma ótima opção de sedan compacto, pois entrega o conforto do câmbio automatizado, um desempenho honesto, boa autonomia e muito espaço interno por um preço intermediário entre a versão manual e as automáticas do modelo.

IMG_20190415_113854Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

 

 

Ducati XDiavel ganha cor exclusiva para o mercado brasileiro

Da Redação

DU 2018-05-04 MY19 XDIAVELCom alma racing, a versão exclusiva pro Brasil da Ducati XDiavel Dark vem equipada, de fábrica, com acessórios que conferem mais esportividade na pilotagem do modelo.

O guidão avançado permite uma condução mais dinâmica. Já as rodas, são forjadas em alumínio e, as tampas de guidão, são um novo opcional do modelo.

Na versão Dark, a Ducati XDiavel chega com preço de venda ao consumidor de R$87,90 mil. Disponível nas cores Liquid Concrete Grey (exclusiva para o mercado nacional) e Black.

Alongada, musculosa e de curvas futuristas, a XDiavel tem motor 1262 cm3 de cilindrada Ducati Testastretta L-Twin com DVT (Desmodromic Variable Timing), comando de válvulas variável, e propulsor de dois cilindros em “L”, de 1.262 cm³ responsável por produzir 156 cv (a 9500 rpm) de potência máxima e 13,35 kgfm (já a 5000 giros) de torque máximo.

DU 2018-05-04 MY19 XDIAVELO novo modelo Dark se une à família formada pela XDiavel e XDiavel S. Todos os modelos vêm equipados com um conjunto completo dos mais recentes produtos eletrônicos da Ducati.

A Ducati XDiavel Dark tem câmbio de seis marchas e três modos de pilotagem: Urban (potência limitada a 100 cv), Touring (torque suavizado) e Sport (força total), aliados a 8 níveis de atuação do controle de tração.

Criada em 2012, a subsidiária brasileira iniciou suas operações comerciais em junho de 2013, com a inauguração de sua primeira loja.

Atualmente, conta com dez concessionárias no Brasil: São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS) e Campo Grande (MS).

DU 2018-05-04 MY19 XDIAVELFotos: Giovanni De Sandre / Ducati / Divulgação

Série comemorativa Mini 60 Years Edition será vendida no Brasil

Da Redação

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O Mini 60 Years Edition, série especial comemorativa da fabricante inglesa alusiva ao 60º aniversário de lançamento do Mini clássico, está com seu passaporte carimbado para o Brasil.

Apresentado oficialmente no início deste ano, a edição exclusiva e limitada será disponibilizada no País na versão hatch de 3 portas, equipada com a motorização Cooper S de quatro cilindros, 1.998 cm³ e capaz de entregar 192 cavalos de potência (entre 5.000 e 6.000 rpm) e 280Nm de torque máximo (de 1.350 a 4.600 rpm).

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No total, serão apenas 25 unidades para o mercado brasileiro do Mini 60 Years Edition, com configuração padrão que terá a cor externa New British Racing Green (cor oficial do automobilismo britânico) e teto na cor branco pepper.

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Outros itens exclusivos que estarão presentes nesta série especial, que podemos destacar, são: faixas esportivas sobre o capô com a inscrição 60 Years; rodas de liga leve de 17 polegadas, projeção em LED da inscrição 60 years; soleiras com a inscrição 60 Years; volante em couro Walknappa e inscrição Years, revestimento dos assentos em couro na cor Dark Brown.

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Além destes equipamentos exclusivos, esta versão virá equipada com diversos outros itens de série, como: sistema de áudio Hi-Fi Harman/Kardon, Head-Up Display, superfícies do interior iluminada, ar-condicionado digital automático dual-zone, faróis adaptativos de LED, teto solar panorâmico, dentre outros.

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A data de início das vendas e o preço, da versão limitada Mini 60 Years Edition, ainda não foram divulgados.

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Fotos: BMW Group / Divulgação

Com 407 cv, Volvo XC90 T8 ganha versão esportiva R-Design

Da Redação

lcstrip_369477_0_fullO utilitário esportivo (SUV) Volvo XC90 acaba de ganhar mais uma versão híbrida plug-in, agora na configuração de estilo esportivo da gama, R-Design.

O XC90 T8 R-Design investe em um visual mais ousado, de olho no consumidor que está em busca de um utilitário esportivo completo para sua família, mas que preza por um design marcante e diferenciado, por dentro e por fora.

A marca equipou o modelo com rodas de liga leve de 22 polegadas, os para-choques dianteiro e traseiro são exclusivos da versão, assim como a grade preta. Completam o pacote exterior, duas novas cores: vermelho (Passion Red) e azul (Bursting Blue).

lcstrip_369477_1_fullO interior conta com volante e assentos com revestimento em couro e Nubuck próprios da versão. O XC90 T8 R-Design apresenta acabamento interno com detalhes de fibra de carbono no painel de instrumentos e console da cabine.

O consumidor também encontra jogo de tapetes de carpete alusivos à configuração esportiva, além de chave de couro R-Design com controle remoto integrado e função de memória.

O XC90 T8 R-Design combina o motor Drive-E Turbo Supercharger 2.0, de 4 cilindros, que produz 320 cv, com um motor elétrico de 87 cv, alimentado por uma bateria de íons de lítio de alta capacidade (10,4 Kwh).

lcstrip_369477_5_fullJuntos, geram 407 cv de potência máxima e torque de 640 Nm, números de desempenho dignos de carro esportivo. Afinal, mesmo com 2.319 kg, o modelo atinge os 100 km/h em apenas 5,6 segundos, informou a Volvo.

O controle dinâmico do veículo é ajudado pelo posicionamento da bateria. Instalada na área central, ao longo do túnel do chassi, ela não compromete o espaço interno para os passageiros e para a bagagem (721 litros de capacidade), além de oferecer melhor distribuição de peso.

A transmissão automática Geartronic de 8 marchas utiliza a tecnologia Shift by Wire totalmente eletrônica. O câmbio na posição B auxilia na frenagem pelo freio-motor elétrico para recuperar e transmitir energia de volta para o carro, seja para recarregar a bateria, seja para uso imediato.

lcstrip_369477_7_fullNela, é também possível fazer a redução de marchas manualmente, ajudando na frenagem.

O painel de instrumentos digital, de 12,3 polegadas, incorpora funções diferentes das versões D5 (diesel) e T6 (gasolina), como indicação do modo de condução, nível de regeneração de energia, quantidade de carga da bateria e horário em que ela estará 100% carregada.

A tela central sensível ao toque de 9 polegadas também agrega informações que possibilitam ao condutor observar, em gráficos, o funcionamento do sistema híbrido, no que se refere a utilização dos motores elétrico e a combustão, seus respectivos consumos e também a regeneração de energia entre esses componentes.

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Volvo-XC90-R-Design-T8-Hybrid-4A tela central apresenta outras duas funções: a tecla Hold permite ao condutor “guardar” a energia da bateria para uso posterior. Por exemplo, no caso de o motorista optar por utilizar somente o motor a combustão na estrada e a carga da bateria na cidade. O ícone de um cadeado aparece no painel.

A tecla Charge aciona o carregamento da bateria utilizando o motor à combustão, que age como um “gerador de energia”.

O XC90 T8 R-Design vem equipado com cabo de 4,5 metros para carregamento de uso doméstico. A carga total da bateria é feita em três horas considerando uma tomada aterrada de tensão 220V e 16A.

lcstrip_369477_6_fullÉ possível carregar o veículo com tomadas de menor amperagem, no entanto, com maior tempo para a recarga.

O modelo é vendido na rede de concessionárias da marca por R$429,95 mil.

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lcstrip_369477_10_fullFotos: Fernanda Freixosa / Volvo Cars / Divulgação

 

Jeep Renegade demonstra os motivos do seu sucesso entre os utilitários

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 12/04/2019)

Avaliamos a versão topo de linha Trailhawk, a melhor preparada para o fora de estrada

IMG_20190322_161539Quando a Fiat comprou a Chrysler, tornando-se a FCA (Fiat Chrysler Automobiles), com certeza ela estava de olho na galinha dos ovos de ouro do grupo americano, a marca Jeep. Apesar da Chrysler ser composta por outras marcas, o que a montadora italiana precisava era de um nome forte no off-road, segmento no qual ela não tinha representantes no Brasil e nem modelos expressivos na Europa.

O nome Jeep é usado, até, para identificar automóveis sem nenhuma ligação com a marca, pois se tornou sinônimo de veículo todo-terreno. Entretanto, seus produtos eram caros e atendiam a um nicho de mercado que pagava por sua real capacidade de superar obstáculos ou pelo luxo que eles ofereciam.

Mas para competir entre os utilitários compactos, e mesmo entre os médios, a FCA precisou desenvolver modelos mais atualizados e de custo mais baixo que os já existentes na gama Jeep.

Mercado – No Brasil, o Renegade estreou em 2015 e o Compass em 2016. Ambos fizeram sucesso, mas o Compass foi a grande surpresa, pois liderou a categoria por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, mesmo sendo um modelo médio e mais caro, deixando uma dezena de concorrentes compactos para trás, inclusive o seu “irmão” menor.

Este ano, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no 1º trimestre, os dois modelos lideram na categoria, com 15.671 emplacamentos para o Renegade, agora à frente, e 12.955 para o Compass.

IMG_20190322_160740DC Auto avaliou o Jeep Renegade Longitude AT 2.0 Turbodiesel 4×4 há dois meses. A versão tem o segundo valor mais alto do modelo, R$127,99 mil.

Agora, avaliamos a Trailhawk AT 2.0 Turbodiesel 4×4, dona da etiqueta mais cara, R$139,99 mil, ambos os preços sugeridos no site da montadora.

Além de mais equipada de série, a versão Trailhawk é mais preparada para o off-road: suspensões elevadas em 20 mm, pneus de uso misto e 3 ganchos para ancoragens de cintas para reboque.

Dos R$12 mil de diferença, R$6,18 mil pagam dois pacotes de equipamentos que na Longitude são opcionais: o Pack Safety (R$3,88 mil) que traz os airbags laterais, de cortina e o de joelhos para o motorista e, o outro opcional, traz os faróis em Full Led (R$2,30 mil).

Contudo, R$5,82 mil é o valor cobrado pelas diferenças voltadas para o uso no fora de estrada, mencionadas acima, e características funcionais e estéticas da versão como tapetes feitos em borracha, no lugar dos feitos em carpete, e teto e parte do capô em preto, por exemplo.

IMG_20190322_161920Em termos absolutos a diferença de preço entre a Longitude e a Trailhawk significa 10% a mais, mas relativamente, considerando os valores dos equipamentos que são de série na versão mais cara, o valor representa pouco mais que 4%.

Sendo assim, entre as duas versões, a prioridade de uso deve definir a escolha do consumidor. Para ajudar nessa decisão, descreveremos a avaliação da versão Trailhawk pontuando as diferenças em relação à versão Longitude.

Trailhawk x Longitude – Além dos dois itens que a Trailhawk apresenta a mais do que a Longitude, já descritos anteriormente, os principais equipamentos de série da versão são: ABS, acendimento automático dos faróis, airbags dianteiros (além dos outros cinco), ar-condicionado dual zone, bancos, volante e manopla do câmbio revestidos em material que imita couro com costura na cor “vermelho rubi”, saídas de ar e console central também em vermelho rubi.

IMG_20190401_123723Também conta com partida por botão e chave presencial para abertura e fechamento das portas, controle de estabilidade, de tração e anti capotamento, câmera e sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica, HDC (controle eletrônico de velocidade em descidas) e assistente de saída em rampas, rodas em liga leve aro 17 polegadas e pneus 225/60 all terrain, sistema multimídia com tela touch de 8,4 polegadas e conexões USB e bluetooth com possibilidade de espelhamento por Apple Carplay e Android Auto, entre outros.

As duas versões têm o mesmo conjunto mecânico, motor, câmbio e sistema de tração. O motor de 4 cilindros é o Multijet 2.0 turbodiesel com injeção direta e duplo comando acionado por correia dentada.

IMG_20190401_124153Ele desenvolve 170 cv de potencia às 3.750 rpm e torque de 35,69 Kgfm às 1.750 rpm. O câmbio é automático com conversor de torque e 9 marchas. A tração é integral e conta com programação automática ou dedicada para areia, neve, lama ou pedra, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo comutável por botão localizado no console central.

No modo automático, o sistema pode desacoplar a tração no eixo traseiro, em condições de alta aderência, deixando o Jeep em 4×2 para economizar combustível.

Suspensão e pneus – Contudo, as diferenças dinâmicas das versões são provenientes da maior altura das suspensões e dos pneus de uso misto. A Trailhawk apresenta maior conforto de marcha, pois as rodas menores e os pneus com ombros mais altos permitem uma calibragem mais baixa dos mesmos.

Com isso, o conjunto filtra melhor as irregularidades do solo, causando menos vibrações e baques no interior da cabine. Por outro lado, o conforto acústico é bem prejudicado: estes pneus são muito ruidosos, tornando as viagens no asfalto menos silenciosas. Até o ruído do vento contra a carroceria parece ser mais elevado, provavelmente devido à maior altura em relação ao solo.

Quando avaliamos a versão Longitude, nós percorremos dois trechos de 50 km buscando o máximo de economia possível e atingimos 22 km/l na melhor aferição. Refizemos este exercício com a Trailhawk, circulando ao nível do mar, condição que favorece a economia, devido a maior pressão atmosférica.

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IMG_20190401_125450Entretanto, ela foi menos econômica, alcançando “apenas” 19,6 km/l. Já esperávamos uma diferença, pois os pneus de uso misto são mais resistentes ao rolamento e a maior altura da carroceria prejudica a aerodinâmica.

Utilitário esportivo encara, sem problemas, diversas condições de utilização

A última, e grande diferença das versões, esta no propósito de uso. Circulamos por muitas estradas de areia batida para acessar praias entre Alagoas e o Rio Grande do Norte. Semelhantes às estradas de terra em que testamos a versão Longitude, certamente ela se sairia muito bem nessas condições.

Mas na estrada entre Pipa (RN) e a praia de Sibauma (RN), mesmo percurso escolhido para o teste da versão Trailhawk no lançamento da linha Renegade 2019, encaramos, aproximadamente, 20 km de areia fofa.

Usando a tração selecionada em sand (areia) passamos pelos trechos piores, bases de dunas, sem problemas. Nem foi preciso usar a reduzida ou o bloqueio do sistema. Se estivéssemos com a versão Longitude, não teríamos a mesma facilidade, pois os pneus não dariam a mesma tração e o fundo do Jeep poderia apoiar nos diversos montes de areia do percurso.

No mais, as versões têm comportamento praticamente idêntico. Por ser mais alto e ter menor distância entre eixos, o Renegade não chega a ser tão confortável quanto o Compass. Sua pegada é mais de Jeep e menos de sedan.

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IMG_20190401_123557Não que seja desconfortável, pelo contrário, mas a posição elevada dos ocupantes e a forma quadrada da carroceria são mais típicas de um utilitário. A visibilidade é muito boa para todos os lados e a ergonomia é acertada.

Exceção à visão cruzada, pois as colunas “C” são muito largas.  Os retrovisores externos são grandes, ampliando a visibilidade para trás, mas requerem cuidados, pois costumam esconder pessoas e até mesmo veículos menores quando se olha para os lados.

O “jipinho” circula com desenvoltura na cidade, pois o motor é forte e esperto, principalmente acima das 2.000 rpm. Na estrada é ainda melhor, atinge os 110 km/h com apenas 1.750 rpm, usando a nona marcha, garantindo economia de combustível.

Tecnologia – Três recursos merecem destaque: a chave presencial foi perfeita para uma viagem, pois ficou em um bolso de mochila protegida da areia, sol e água. Não precisava ser retirada deste local, bastando portar a mochila para abrir, ligar ou fechar o carro.

A câmera de marcha à ré com guias gráficas, e o sensor de estacionamento, auxiliaram bastante em manobras nas apertadas garagens dos locais em que nos hospedamos.

IMG_20190326_091122Por fim, a possibilidade de trocar as marchas pelas aletas (paddle shift) atrás do volante contribuiu para segurança em ultrapassagens, permitindo reduções que faziam o motor subir o giro e, ao Renegade, ganhar velocidade rapidamente. Este recurso também ajudou na economia de combustível, pois permitiu usar o freio motor com mais frequência.

Apesar de eficiente, a programação do câmbio não é permissiva. Ele só avança as marchas, tanto automaticamente, como no modo manual, se as velocidades forem maiores que as dezenas correspondentes às marchas, por exemplo, a quinta só entra após os 50 km/h, a sexta só após os 60 km/h, etc.

Nas marchas mais altas a situação piora, pois a 8ª só entre após os 90 km/h e, a 9ª, só depois dos 105 km/h. O carro fica um pouco amarrado assim e, só mantém as velocidades mais altas, se o motorista acelera. Para quem gosta de desempenho, o Renegade diesel  é muito bem resolvido mas, para quem prioriza economia, essa característica chega a incomodar.

Circulamos um total de 1.174 km. Aferimos o consumo por 1.155 km e, nossa média total, estrada e cidade, rodando prioritariamente de forma econômica, foram bons 14,7 km/l. Desse percurso, 80% foi feito em rodovias e 20% em cidades e trilhas.

Como dissemos anteriormente, o tipo de uso define a escolha entre as versões. Para quem raramente vai encarar uma trilha leve ou média, a melhor opção é a Longitude. Mas, para quem se aventura nos fins de semana no barro ou areia, o Renegade Trailhawk é a melhor escolha.

*Colaborador

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IMG_20190324_122241Fotos: Amintas Vidal

Venda de veículos importados cresce 1,2% em março

Da Redação

As dezesseis marcas filiadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), com licenciamento de 2.524 unidades, anotaram em março último alta de 1,2% em relação a fevereiro de 2019, quando foram vendidas 2.495 unidades importadas.

Mas ante, março de 2018, quando foram comercializadas 3.457 unidades, a queda foi de 27%.

O desempenho negativo de 27% em março deste ano fez com o resultado do acumulado no primeiro trimestre do ano também fosse de queda de 11,4%.

“Mantemos esperança na retomada da economia ainda ao longo deste ano. Mas certamente nossa expectativa foi alta demais desde o princípio de dezembro último, quando – em realidade – teremos de ter paciência por mais algum tempo para resgatarmos melhor desempenho de venda de veículos importados”, analisou José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem a instabilidade da moeda norte-americana, há vários meses com tendência de alta, e falta de confiança do consumidor na economia brasileira foram determinantes no comportamento de vendas do setor no primeiro trimestre.

“Iniciamos janeiro de 2018 com o dólar cotado a R$ 3,30 e, no fim do primeiro trimestre deste ano, atingiu a casa dos R$ 3,89. Em quinze meses, o setor de veículos importados anotou um acréscimo de 17,8% em seus custos diretos”, complementou Gandini.

Além desses fatores, que dependem da credibilidade e condução das políticas públicas, outras circunstâncias compulsórias influenciam no desempenho do setor de veículos importados, como os benefícios fiscais, tanto federais como estaduais, para os fabricantes nacionais, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e também da base de cálculo pra o ICMS substituição tributária, na qual para os fabricantes nacionais é adotada a tabela de preço público sugerido e para os importados é utilizado um I.V.A de 41,82%, sem mencionar que até querem acabar com o livre comércio Brasil-México, quando em nossa avaliação é uma política salutar de competitividade internacional”, analisou Gandini.

As cinco marcas que mais venderam, em março, foram a Kia Motors (710 unidades / -1%), Volvo (606 / +6,1%), BMW (327 / +75,8%), Land Rover (193/ +1,6%) e Suzuki (179/ +9,1%).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Caoa Chery, Land Rover e Suzuki fecharam março último com 2.471 unidades emplacadas, total que representou alta de 5,8% em relação a fevereiro de 2019, quando totalizaram 2.335 unidades e significaram alta de 44,5% ante março de 2018, quando anotaram 1.710 unidades.

Por marcas, a Caoa Chery, com 1.414 unidades emplacadas, obteve crescimento de 7,8% ante igual período de fevereiro de 2019; a BMW, com 627 unidades, alta de 3,5%; a Land Rover, com 277, alta de 11,2% e a Suzuki, com 153 unidades licenciadas, queda de 8,9%.

Se somados os emplacamentos de unidades importadas e produzidas localmente, o ranking das cinco marcas, por volumes, indica a Caoa Chery com 1.414 unidades (só produção nacional), a BMW com 954 unidades (627 nacionais + 327 importadas), a Kia Motors com 710 veículos (só importados), a Volvo com 606 unidades (só importadas) e Land Rover com 470 veículos ( 277 nacionais e 193 importados).

Participações – Em março último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade (total de 2.524 unidades), o setor significou marketshare de 1,26%. Com 4.995 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,5% do mercado total de autos e comerciais leves (199.550 unidades).

BMW inicia a pré-venda do novo Z4

Da Redação

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Sucessor legítimo dos roadsters clássicos da BMW, e uma das principais atrações da marca bávara nas mais recentes edições dos Salões de Paris e São Paulo, a 3ª geração do BMW Z4 estreia no País em campanha de pré-venda e já pode ser adquirido diretamente na rede de concessionárias autorizadas BMW com previsão de entrega no próximo trimestre.

O conversível esportivo faz parte da mais nova ofensiva de lançamentos anunciada pela empresa e que prevê a chegada, neste ano, de 20 novos modelos das três marcas do BMW Group ao mercado brasileiro.

A ação de pré-venda do novo BMW Z4 começou ontem (8 de abril) e compreende a versão sDrive30i M Sport, fabricada em Graz, na Áustria, oferecida por R$309,95 mil.

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“Sabemos que o brasileiro ama design, esportividade e prazer de dirigir, características marcantes do BMW Z4. Para atender esta demanda, lançamos a pré-venda para atender aos diversos pedidos gerados no Salão do Automóvel de São Paulo e temos a rede BMW pronta para receber os clientes que desejarem chegar na frente para este lançamento”, destacou Roberto Carvalho, diretor comercial da BMW do Brasil.

Mesmo ostentando atributos de um genuíno roadster BMW, entre eles a silhueta baixa, o baixo centro de gravidade, a baixa posição dos assentos e os balanços curtos, o novo BMW Z4 se distingue facilmente de seu antecessor.

Graças, principalmente, às proporções diferenciadas, como a distância de entre eixos mais compacta, e a reinterpretação dos elementos de design icônicos, como a grade de duplo rim e os faróis, que foram completamente remodelados.

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O para-choque dianteiro dotado de grandes entradas de ar, a grade de duplo rim – uma das identidades visuais da BMW –, mais larga e situada em posição mais baixa, e os faróis localizados nas extremidades garantem a este roadster uma aparência inconfundível ao ser visto de frente.

A nova grade frontal combina desenho de favos de mel, inspirado em competições automobilísticas, com uma estrutura tridimensional, cujos elementos internos exibem um arranjo vertical e que remetem às tradicionais grades da marca.

Os faróis também trazem novidades: pela primeira vez as duas fontes de luz estão posicionadas uma sobre a outra. O design verticalizado das máscaras é recortado, na parte superior, por uma faixa diagonal com luzes indicadoras de direção integradas. O novo BMW Z4 vem com faróis de LED de série.

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O capô alongado, com vincos, se estende por sobre os arcos das rodas de estilo clamshell (concha), outra característica dos carros esportivos clássicos. As junções do capô se fundem com as linhas dos ombros que percorrem as laterais da carroceria até as lanternas traseiras.

Um segundo vinco surge a partir das grandes tomadas de ar, localizadas atrás dos arcos das rodas dianteiras. Essa interação de superfícies reproduz artisticamente o fluxo de ar ao longo do novo Z4.

Um difusor de ar integrado à tampa do porta-malas e as novas lanternas delgadas, dispostas horizontalmente em L, ajudam a dar à traseira do novo BMW Z4 uma aparência mais ampla e rente ao piso.

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O visual do spoiler traseiro é reforçado pelos contornos laterais e pelos dutos de escape posicionados nas extremidades do componente. O acabamento das barras de proteção anticapotamento são em preto.

O teto de lona ostenta cor preta e é acionado eletricamente, podendo ser aberto ou fechado em dez segundos, mesmo com o veículo em movimento, a velocidades de até 50 km/h.

O novo BMW Z4 cresceu em tamanho, em comparação à geração anterior. Ele é 85 mm mais longo que o anterior (4,32 metros), 74 mm mais largo (1,86 metro) e 13 mm mais alto (1,30 metro).

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A exceção fica por conta da distância entre eixos de 2,47 metros – 26 mm menor que a da geração anterior. A presença de bitolas 98 mm mais largas, no eixo dianteiro (1,61 metro), e com 54 mm a mais, na traseira (1,62 metro), tem influência direta e extremamente positiva no comportamento dinâmico e na agilidade do conversível.

Externamente, o modelo também traz como destaque o pacote aerodinâmico M Sport, que inclui para-choque dianteiro com três amplas entradas de ar; saias laterais, para-choque traseiro com bordas laterais distintas e rodas de liga leve M Double-spoke, de 18 polegadas.

A versão M Sport será disponibilizada em seis opções de cores externas, sendo uma sólida (Branco Alpino), e mais seis de acabamento metálico (Preto Safira, Prata Glacier, Azul Misano, Vermelho San Francisco e Cinza Frozen II).

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Interior – Com um design centrado no motorista, o cockpit do novo BMW Z4 traz detalhes com acabamento galvanizado que contribuem para um ambiente sofisticado, enquanto a disposição dos comandos concentra a atenção do motorista ainda mais na experiência ao volante.

Tanto o motorista quanto o passageiro acomodam-se em bancos M Sport, específicos para o modelo, com apoios de cabeça integrados e ajustes lombares. O BMW Z4 sDrive30i exibe painel revestido em Sensatec com acabamentos em alumínio e assentos estofados com couro, com quatro diferentes combinações: Branco Ivory/Preto, Preto/Preto, Vermelho Magma/Preto e Cognac/Preto.

Internamente, o pacote M Sport se faz presente com cintos de segurança M Sport e volante M revestido de couro.

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Tecnologias – Além do ar-condicionado digital automático, o modelo conta com sistema de som Surround Harman Kardon – com amplificador digital integrado a 12 alto-falantes (tweeters, alto falantes de médio porte, centro, graves centrais e subwoofers) e com 365W de potência –, e pacote de iluminação que inclui cortina de luzes de boas-vindas e de conveniência.

O Z4 também conta com o sistema Comfort Access 2.0, um conjunto de sensores capaz de perceber a presença da chave a uma distância de 3 m do veículo e acender as luzes de boas-vindas. À 1,5 m do carro, o dispositivo destranca as portas e, ao se afastar 2 m, ele as tranca automaticamente. Este sistema também possibilita a abertura do porta-malas ao aproximar o pé do para-choques traseiro.

Outra tecnologia de destaque é o BMW Live Cockpit Professional. Ele engloba Head-up Display colorido, duas telas digitais (sendo um display de 12,3 polegadas e outro de 10,25 polegadas) do sistema iDrive.

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Ambas possuem design personalizável e estão aptas a serem controladas por comandos de voz. Elas combinam informações essenciais de condução, como velocidade, rotações do motor, quilometragem e nível de combustível, com dados gerais, como rotas, chamadas telefônicas e de entretenimento, entre outros.

O conjunto de tecnologias oferecido na opção top de linha M Sport inclui também o Driving Assistant, que informa ao motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, sobre situações de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle de aproximação frontal, entre outras aplicações.

Esta tecnologia agrega, ainda, o controle de cruzeiro adaptativo que possibilita ao condutor definir uma velocidade constante e que o veículo a adapte de acordo com a velocidade do veículo à frente. As velocidades podem ser fixadas entre 30 km/h e 160 km/h e com quatro diferentes ajustes de distância de segurança.

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Ao estacionar o veículo, o motorista tem à disposição o Parking Assistant que, por sua vez, permite parar e posicionar o veículo automaticamente, realizando manobras com a máxima precisão e segurança, com a ajuda de câmeras e sensores externos.

Motor – O novo BMW Z4 sDrive30i M Sport é impulsionado por um motor TwinPower Turbo, com quatro cilindros em linha, 1.998 cm³, à gasolina e capaz de entregar 258 cv de potência (entre 5.000 e 6.500 rpm) e torque máximo de 400Nm (de 1.550 a 4.400 rpm).

Esta unidade recebeu aperfeiçoamentos no sistema BMW TwinPower Turbo, que contempla turbocompressores twin-scroll, injeção direta de combustível de alta precisão, sistema de controle de válvulas variável e comando de válvulas.

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De acordo com a BMW, o conjunto motriz do roadster está apto a levá-lo do 0 aos 100 km/h em 5,4 segundos. A velocidade máxima é de 250 km/h.

Este desempenho deve-se, também, à tração traseira, outra característica distintiva da marca, e à presença de um câmbio automático esportivo Steptronic, de 8 marchas, com alavancas atrás do volante para acionar os engates (shift-paddle).

A transmissão inclui, ainda, a função Launch Control para otimizar a entrega de torque no momento da partida, evitando a derrapagem.

O pacote de tecnologias embarcadas no novo BMW Z4 inclui, ainda, sistemas de segurança como monitoramento da pressão dos pneus, freios a disco ventilado com ABS, controles de estabilidade e tração, além dos airbags (duplos frontais, laterais dianteiros, de cortina dianteiros e traseiros), pneus com tecnologia Run-Flat e estepe de emergência.

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Fotos: BMW Group / Divulgação