Panigale V4 ganha acessórios Ducati Performance

Da Redação

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A Panigale V4 S é a moto que incorpora toda a essência da esportividade da Ducati. Na versão 2021, a superbike esportiva de Borgo Panigale está mais fácil de pilotar e foi projetada para ajudar o piloto a alcançar o melhor desempenho no circuito, resultando em uma melhora nos tempos de volta para o profissional e para o amador.
 
A Panigale V4 2021 está equipada com dois Modos de Pilotagem Race, A e B, que podem ser personalizados pelo usuário e é a única moto do mundo equipada com ABS Cornering “Only Front” desenvolvido especificamente para o máximo desempenho em pista, como os níveis mais baixos de configurações eletrônicas (DTC, DSC e DWC).
 
Para tornar a Panigale V4 S mais exclusiva e com desempenho em pista, a Ducati oferece aos seus fãs uma série de acessórios do catálogo Ducati Performance.
 
Os acessórios contidos no catálogo são desenhados pelo Centro Stile Ducati e produzidos em colaboração com parceiros selecionados, com o objetivo de garantir o máximo desempenho e realçar o aspecto tipicamente desportivo da moto.
 
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No dia 30 de maio, o piloto da Barni Racing Team Luca Salvadori demonstrou a competitividade da Panigale V4 S, ao participar e vencer na categoria Open 1000 da segunda etapa do Troféu MotoEstate 2021, um dos troféus amadores mais populares da Itália.
 
Na ocasião, a Panigale V4 S de “linha” de Salvadori, equipada com escapamento de corrida completo, pneus Pirelli slick e uma série de acessórios contidos no catálogo Ducati Performance, também conquistou a pole position, estabelecendo o recorde de volta do Circuito de Cremona.
 
Os acessórios equipados na Panigale V4 de Salvadori durante a corrida podem ser adquiridos em todas as concessionárias da rede Ducati.
 

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Eles incluem o conjunto de escapamento de titânio completo Akrapovic, desenvolvido por técnicos da Ducati Corse com base no escapamento instalado na Panigale V4 R usado no Campeonato Mundial de Superbike por Scott Redding e Michael Rinaldi; os pedais de alumínio ajustáveis da Rizoma, que permitem aos pilotos encontrarem a melhor posição possível para a sua pilotagem e estilo de condução; e um assento de corrida em tecido técnico, capaz de oferecer conforto e aderência para maximizar a estabilidade durante a pilotagem.
 
Há, também, uma série de elementos em carbono, como o para-lamas dianteiro e a tampa do braço oscilante, mas também os conjuntos de tampas removíveis e tampas de orifícios espelhados, ideais para fechar os orifícios feitos pela remoção de elementos desnecessários no uso da pista.
 
Esses acessórios são os mesmos que equipam a Panigale V4 S que os pilotos da Ducati Corse usam para treinar entre as etapas do Campeonato Mundial de MotoGP e Superbike.
 
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Fotos: Ducati / Divulgação
 

Caoa Chery Tiggo 2 tem recall por problema nos chicotes

Da Redação

foto_44-e1522273260932CAOA Chery / Divulgação

O Procon de São Paulo (SP) divulgou nota, no último dia 21 de junho, sobre uma campanha de chamamento da Caoa Chery para o modelo Tiggo 2.

Leia abaixo, na íntegra, o comunicado do Procon-SP:

O Procon-SP orienta os consumidores sobre seus direitos, no que diz respeito ao recall de veículos modelos Tiggo 2, com números de chassis JA000929 a LA004208 (não sequenciais) fabricados de 23/5/2019 a 02/8/2019.

A Caoa Chery deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor.

A empresa informa que, em veículos equipados com motores 15 Flex Fuel, o conector de ligação entre o chicote do motor e o chicote principal, fixado no suporte da válvula termostática do motor, pode sofrer vibração excessiva, causando interrupção de sinal do sensor de velocidade, podendo causar funcionamento anormal do motor e sua parada repentina, limitando o controle do veículo.

Ocorrendo a parada, seus ocupantes e terceiros podem ser expostos a riscos de colisões e acidentes com ferimentos e lesões fatais.

A rede de concessionárias autorizadas Caoa Chery estará apta para realizar o agendamento e a verificação gratuitamente a partir de 12 julho de 2021.

Em caso de dúvidas, entrem em contato diretamente com a Central de Atendimento ao Cliente Caoa Chery por meio do telefone 0800-772-4379 ou acessem https://sistemas.caoachery.com.br/recall/ConsultaRecall.html

Os consumidores que sofreram algum tipo de acidente poderão solicitar, por meio do Judiciário, a reparação dos danos eventualmente sofridos.

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Porsche 911 GT3 ganha pacote Touring

Da Redação

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“Um “atleta” de alto desempenho que não exibe todo o seu talento e adora ser despojado: esse é o novo Porsche 911 GT3 com pacote Touring”, essa é a definição da Porsche para o modelo esportivo.

A sétima edição do potente carro GT de 510 cv agora pode ser solicitada com o pacote de recursos extremamente popular de seu antecessor. Este 911 GT3 purista, que pesa apenas 1.418 kg, apresenta como item de série, uma caixa manual esportiva GT de 6 velocidades.

Pela primeira vez, o pacote Touring também pode ser combinado com o sistema de embreagem dupla PDK de 7 marchas sem nenhum custo adicional.

A diferença mais notável no exterior é a ausência do aerofólio traseiro fixo do 911 GT3. O downforce necessário em altas velocidades e ainda mais despojamento são garantidos por um spoiler traseiro retrátil.

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Os frisos decorativos prateados feitos de alumínio anodizado de alto brilho nos vidros laterais são outra característica distintiva que sublinham a aparência discreta do recém-chegado. A frente é totalmente pintada na cor do exterior.

O interior com itens de couro em preto é especialmente elegante e está disponível exclusivamente para o GT3 com pacote Touring. A frente do painel e as seções laterais superiores dos painéis de acabamento das portas possuem relevo especial na superfície.

O nome “pacote Touring” remonta a uma versão do 911 Carrera RS do ano modelo de 1973. Já naquela época, o foco estava no design purista do 911 e nos elementos de um interior clássico.

A Porsche retomou a ideia em 2017 e, pela primeira vez, ofereceu um pacote Touring para a geração anterior do 911 GT3, o Tipo 991. Desde então, essa versão atraiu, acima de tudo, os amantes de carros esportivos de primeira classe com uma paixão pronunciada pelo despojamento e pelo clássico prazer de dirigir.

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Uma grade na tampa traseira com o logotipo “GT3 touring” em design exclusivo está localizada sobre o motor de alta potência. Os frisos decorativos dos vidros laterais e as saídas de escape do sistema de escape esportivo são prateados.

Esses elementos têm acabamento em preto brilhante acetinado no pacote exterior opcional Touring. Os módulos de luz frontal são escurecidos neste caso.

O 911 GT3 com pacote Touring também oferece a atmosfera de um carro esportivo clássico em seu interior. O aro do volante, a alavanca de mudanças/câmbio, a tampa do console central, os apoios de braço nos painéis das portas e as maçanetas são revestidos em couro preto.

O interior parcialmente em couro apresenta costuras pretas. Os painéis centrais dos bancos são revestidos com tecido preto e o forro do teto também é preto. Os apoios de cabeça ostentam a marca Porsche em relevo. As guarnições das portas e os elementos decorativos no painel e no console central são feitos de alumínio preto escovado.

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A Porsche também oferece quase todos os itens opcionais para o 911 GT3 combinados com o pacote Touring. Isso inclui todas as cores da pintura exterior e das rodas, os faróis de LED com Porsche Dynamic Light System e Porsche Dynamic Light System Plus, os inúmeros sistemas de assistência, os discos de freio em cerâmica PCCB, o sistema de elevação do eixo dianteiro, todas as variações de bancos, o pacote Chrono e os sistemas de áudio.

A Porsche Design também disponibiliza um cronógrafo muito especial para os clientes do 911 GT3 com pacote Touring. O relógio apresenta um movimento com função flyback. O rotor de enrolamento evoca o design da roda do veículo e está disponível em seis versões diferentes correspondentes à configuração do veículo.

A moldura do mostrador em Cinza Ágata Metálico é baseada na pintura do veículo. O mostrador em si tem acabamento em preto fosco, enquanto os ponteiros do cronógrafo em amarelo luminoso combinam com a cor do conta-rotações.

O cronógrafo 911 GT3 com pacote Touring é usado com uma pulseira feita no couro do veículo Porsche com o relevo “GT3”. A costura decorativa em preto com a linha do veículo Porsche dá à pulseira um toque final adicional. O cronógrafo é produzido pela própria fábrica de relojoaria suíça da empresa e é reservado exclusivamente aos proprietários do veículo.

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Com a sétima edição deste carro esportivo de alto desempenho, a Porsche transferiu a tecnologia das corridas de forma mais sistemática do que nunca para um modelo de produção: a suspensão dianteira double-wishbone e a aerodinâmica rigorosa com aerofólio traseiro tipo pescoço-de-ganso, excluídos do pacote Touring, e o difusor marcante originam-se do carro de corrida de sucesso 911 RSR GT, e o motor boxer de 6 cilindros, 4.0 litros e de 510 cv é baseado no conjunto motopropulsor do 911 GT3 R testado e comprovado em corridas de resistência.

Apesar de uma carroceria mais larga, rodas maiores e características técnicas adicionais, o peso do novo GT3 está no mesmo nível do seu antecessor. Ele pesa 1.418 kg com a transmissão manual e 1.435 kg com a transmissão de embreagem dupla da Porsche (PDK).

O capô feito de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP), a leveza dos vidros do veículo e as rodas de liga forjada exemplificam o foco na redução de peso, assim como o compacto sistema de escape esportivo.

Os genes de corrida são expressos em praticamente todos os detalhes do novo 911 GT3. O cockpit é equipado com uma tela de rastreamento pela primeira vez: com o toque de um botão, os visores digitais à esquerda e à direita do conta-rotações central se restringem às informações essenciais sobre os pneus e a pressão do óleo, temperatura do óleo e do líquido de arrefecimento e nível de enchimento do tanque de combustível.

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O 911 GT3 possui um seletor de Modos de fácil acesso no volante. Isso facilita a alternância rápida entre as configurações normais e os modos Sport e Track personalizáveis.

O 911 GT3 Touring Package deve desembarcar no Brasil no segundo semestre deste ano. Preço e disponibilidade ainda serão definidos.

A Porsche Brasil, com sede em São Paulo (SP), é a primeira subsidiária Porsche na América Latina, tendo a sua operação iniciada em julho de 2015.

A rede Porsche no Brasil está presente nas seguintes praças: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Brasília (DF), Ribeirão Preto (SP), Belo Horizonte (MG) e Goiânia (GO).

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2022-porsche-911-gt3-touring-exteriorFotos: Porsche / Divulgação

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Toro 2022 estreia motor 1.3 turbo na linha Fiat

Avaliamos a versão Freedom da picape que foi reestilizada recentemente

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/06/2021)

No processo de reestruturação da Fiat, as picapes foram cruciais. A veterana Strada, compacta, e a caçula Toro, intermediária, mantiveram altos números de venda nestes últimos cinco anos.

Enquanto diversos modelos da marca saíam de linha, e quase todos os novos demoravam engrenar, a Strada se manteve como a picape mais vendida do Brasil e a Toro, o mais ousado projeto lançado nesse período, estourou em vendas, superando todas as outras picapes concorrentes, de todos os tamanhos, menos a “irmã” mais velha.

Nos cinco primeiros meses deste ano, a Strada, reestilizada ano passado, se consolidou como o veículo mais vendido em nosso mercado, emplacando 51.368 unidades. A Toro, reestilizada mês passado, é a segunda picape em vendas e ocupa a oitava colocação entre todas as categorias de automóveis e utilitários, com 28.184 emplacamentos, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu a Toro Freedom 1.3 Turbo 270 para avaliação. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 131,89 mil na cor sólida vermelha. A sólida branca custa R$ 1,5 mil a mais e, as metálicas, R$ 2,5 mil.

Equipamentos – Seus principais equipamentos de série são: ar condicionado digital de duas zonas; direção elétrica com regulagem em altura e profundidade, aletas tipo “borboleta” para trocas de marchas; central multimídia com tela de 8,4 polegadas touchscreen com espelhamento sem fio para Apple Carplay e Android Auto; cluster de 7 polegadas digital; piloto automático com controlador de velocidade; retrovisores externos com comando elétrico e tilt dow; vidros elétricos dianteiros e traseiros com antiesmagamento e rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus 225/60 R17 on road.

Os equipamentos de segurança, além dos obrigatórios, são: airbags laterais e de cortina, totalizando seis bolsas; ASR (controle de tração) e ESP (controle eletrônico de estabilidade); Hill Holder (sistema que auxilia nas arrancadas); ESS (auxílio em paradas de emergência); faróis, faróis de neblina, DLR e lanternas traseiras em LED; câmera e sensor de estacionamento traseiro e iTPMS (sensor de pressão dos pneus).

A unidade avaliada estava com o pacote de opcionais mais completo. Ele equipa a versão com bancos revestidos em material sintético que imita o couro; apoio de braço no banco traseiro; sistema Tomtom de navegação GPS nativa; carregador de celular por indução; Wi-Fi embarcado; sistemas de auxílio à condução com AEB (frenagem automática de emergência), LDW (aviso e corretor de saída de faixas) e AHB (comutação automática do farol alto); sensor de estacionamento dianteiro e sensores de chuva, crepuscular e retrovisor interno eletrocômico, tudo no valor de R$ 7,00 mil.

Também de série, alguns equipamentos práticos para picapes: capota marítima; revestimento e luz de iluminação na caçamba; ganchos para amarração de carga e barras no teto com porta-escadas.

Motor e Câmbio – A Toro Freedom Turbo 270 Flex é equipada com o motor GSE 1.3 de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples, tracionado por corrente e sistema MultiAir III, com variação de abertura na admissão e exaustão.

A injeção é direta e a taxa de compressão é 10.5/1. O torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente. A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com conversor de torque e seis (6) marchas. Ele oferece programação Sport e seleção entre automático e manual com possibilidade de comutação pela alavanca ou pelas aletas posicionadas atrás do volante. O conjunto conta com o TC+, sistema de bloqueio que trava a roda motriz sem aderência com o solo para que a outra tracione em transposição de obstáculos.

Design – A Touro estreou em 2016 e sempre foi uma das picapes mais bonitas do mundo. Suas linhas externas são agressivas, mas o conjunto é harmônico e proporcional, algo raro em carros e muito mais escasso em utilitários.

Agora, na linha 2022, ela passa por sua primeira reestilização verdadeira, pois, em 2019, a linha 2020 foi lançada com pequenas modificações externas que quase ninguém percebeu, de tão sutis.  

Alterar um design muito bem resolvido não é tarefa fácil, mas a Fiat, mudando basicamente o para-choque dianteiro e o capô, acertou em cheio. Grades, faróis e a barra que simula o quebra mato, peças que fazem parte do grande para-choque dianteiro, foram redesenhadas, ficaram mais dinâmicas e elegantes ao mesmo tempo.

A atual identidade visual dianteira da montadora foi adotada: logotipo Fiat sobre a grade, sem o fundo vermelho e o escudo cromado que enclausurava os elementos da antiga marca.

A grande saliência central do capô deu lugar a duas nervuras laterais menores, porém, mais altas. Contudo, o centro e os cantos ficaram rebaixados, deixando os dois novos volumes expostos como músculos, recurso que elevou a frente da picape e deixou seu design mais robusto. Laterais e traseira não receberam modificações, apenas novas rodas para as versões.

Interior – Sempre dissemos que o interior da Toro não combinava com o exterior. Era conservador e pouco inspirado. As mudanças precisavam ser mais profundas, e foram. Painel, quadro de instrumentos, saídas de ar, nicho do multimídia, conjunto de comandos dos equipamentos de bordo, console central e os painéis das portas dianteiras foram redesenhados.

Os designers da Fiat transformaram a cabine do modelo em um ambiente moderno e sofisticado. Também criaram nichos, variados e amplos, espaços que na Toro antiga eram escassos e apertados.

Dois deles, um sob o multimídia e o outro no início do console central, onde fica o carregador por indução, acomodam celulares deitados e, no fim deste console, existe um que acomoda um smartphone inclinado, para uso dos ocupantes de trás. Fora estes, há outros dedicados para garrafas, chaves e carteiras, além dos bolsões nas portas e dos espaços sob os apoios de braço centrais, frontal e traseiro.

Algumas dessas modificações merecem destaque. O antigo painel era volumoso e tinha um, inexplicável, buraco do lado do passageiro, economia de carro popular sem airbag. O novo painel é o oposto.

Ao menos visualmente, poderia estar em um modelo de marca premium. Ele é dividido em duas partes horizontais, a superior texturizada e a inferior imitando aço escovado, tudo em plástico rígido, porém, de boa aparência e toque agradável.

Os comandos do ar condicionado e do multimídia foram unificados em uma estreita faixa horizontal. Depois de identificados, fica fácil controlar os dois sistemas que têm botões giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias.

Abaixo deste conjunto foram posicionados os controles em forma de teclado, estilo adotado em quase todos os novos modelos da marca. Essa centralização dos comandos de bordo abriu espaço para uma tela vertical de 10,1 polegadas presente em versões superiores à Freedom.

A mudança mais inteligente no interior da Toro foi o novo quadro de instrumentos. Propagado pela marca como “um painel 100% digital com tela TFT”, ele é, na verdade, uma tela de 7 polegadas centralizada em uma área de, aproximadamente, 11 polegadas.

A tela é configurável com diversos lay-outs e as suas informações são úteis e aparecem de forma legível em todas as páginas existentes, um excelente aproveitamento do recurso. O restante do cluster abriga as luzes espia e os marcadores graduais do nível de combustível e da temperatura do motor, porém, esses dispositivos não fazem parte da tela LCD.

Como todo o conjunto tem fundo escuro, a aparência é de um painel interiço, 100% digital. Funcional e bonito, este equipamento foi adotado em todas as versões da Toro, pois ele é, certamente, mais barato que o antigo painel que tinha velocímetro e conta giros analógicos e uma tela LCD central para o computador de bordo.

Ironicamente, o elemento interno mais diferenciado da Toro foi retirado. Os puxadores das portas dianteiras eram modernos e funcionais, destacados em relação ao interior sem graça. Porém, eles eram grandes, escondiam e atrapalhava o uso do comando dos retrovisores elétricos, provável motivo da sua eliminação.

Os novos painéis de porta ganharam puxadores convencionais, uma cavidade no apoio dos braços, mas a área para este apoio foi ampliada, assim como o espaço para garrafas na parte debaixo dos mesmos.

Essas foram as mudanças estéticas e funcionais da nova Toro. Todas as outras características ergonômicas e de uso são as mesmas do modelo antigo, pois suas dimensões continuam inalteradas.

O espaço interno continua sendo bom para quatro adultos e uma criança, sem sobras.  A porta bipartida da caçamba, diferencial do modelo, facilita o uso no dia-a-dia. O tamanho da carroceria permite agilidade no trânsito urbano, quando comparamos às picapes médias.

O diâmetro de giro é grande, dificultando manobras de estacionamento. Janelas estreitas e altura do solo reduzem a visibilidade. Porém, sensores de aproximação e câmera de marcha à ré contornam essa limitação.

Cereja do bolo, motor turbo flex oferece mais agilidade do que o diesel

A central multimídia com Wi-Fi embarcado, os sistemas de auxílio à condução e o motor turbo são as novidades que promoveram grandes mudanças na Toro 2022. Além de conectar os ocupantes do veículo com um sinal mais potente que o 4G dos celulares, pois a antena do carro é mais eficiente, o grande diferencial do sistema da Fiat é conectar a Toro a um aplicativo de celular, o My Uconnect.

Por meio dele o usuário pode saber o nível de combustível, a autonomia, a quilometragem, a pressão dos pneus e informações sobre as condições de diversos sistemas mecânicos e de segurança. Também é possível abrir e travar as portas, ligar luzes e acionar a buzina.

Sua localização pode ser vista em um mapa, assim como um perímetro limitador pode ser demarcado no mesmo. Caso saia desta área restrita, uma notificação é enviada para o aplicativo. Velocidade máxima, horário de funcionamento e limitações para manobristas são outras funções disponíveis. Todos estes recursos podem ser utilizados de qualquer lugar, deste que o aplicativo e o carro estejam recebendo sinal de celular.

O destaque dos auxílios à condução é o LDW. Conservador, ele avisa no painel qualquer disparidade entre o esterço da direção e o raio da curva, por exemplo. Caso o motorista não reaja e se aproxime da faixa, ele contraesterça para corrigir a trajetória.

A AHB, comutação automática do farol alto, torna mais prático o uso do excelente conjunto ótico em LED. As aproximações aos veículos à frente sem uma desaceleração compatível faz a AEB, frenagem automática de emergência, agir em três estágios: notificação, auxílio à pressão do sistema e frenagem total, quando a colisão é eminente.

Rodando – A cereja do bolo é o motor turbo. Em marcha lenta, seu ruído de funcionamento é semelhante aos propulsores a diesel, provavelmente, o sistema MultiAir que trabalha sob alta pressão hidráulica é o responsável por essa característica. O alto torque em baixa rotação torna a Toro turbo flex mais ágil que a turbo diesel. Ela acelera com vigor, ganha velocidade facilmente e, o melhor, fica solta, aproveitando todo o embalo do deslocamento, ao contrário da diesel que é 4×4 e fica amarrada ao sistema de tração.

A Toro já tinha o melhor acerto de suspensões entre todas as picapes, agora, tem o melhor motor flex. Circulando aos 110 km/h e na sexta marcha, ele gira às 2.500 rpm. Nessas condições, não se ouve o motor nem o pneus, apenas o vento contra a carroceria, mesmo assim, muito contido. Confortável e estável ao mesmo tempo, a Toro é a picape que entrega a melhor equação entre essas duas características antagônicas.

Pela primeira vez em nosso teste padronizado de consumo rodoviário, um modelo foi mais econômico andando mais rápido. Realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e, outra, os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta atingimos 9,0 km/l. Na mais rápida, 10,9 km/l, com etanol no tanque.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

Nessas condições severas, a Toro Freedom Turbo 270 finalizou o teste com 5,6 km/l, igualmente com etanol.

A Toro é um sucesso de mercado. Agora, reestilizada e com um motor flex mais potente, deve ampliar sua participação no segmento. A versão Freedom tem um ótimo custo benefício, talvez, o melhor entre as opções bicombustíveis. Mesmo equipada com o pacote opcional descrito acima, seu preço fica abaixo da Volcano e, os equipamentos, são praticamente os mesmos nas duas versões.

Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Linha 2022 comemora os 45 anos de produção da Honda CG no Brasil

Da Redação

Desde que a Honda CG começou a ser fabricada no Brasil, mais de 13 milhões de unidades do modelo saíram das linhas de produção da fábrica da Honda em Manaus (AM).

Uma incomparável história de sucesso, que confirma o acerto de decisões tomadas há quase meio século atrás, quando a Honda optou por produzir localmente em vez de apenas importar suas motos para cá.

Presente no País, como importadora, desde 1971, em cinco anos de Brasil a Honda percebeu que era possível efetivar aqui uma filosofia enraizada na empresa desde sua fundação: pensar globalmente, agir localmente.

Tal iniciativa resultou na fabricação da Honda CG 125 pioneira e suas oito gerações subsequentes, que entre si tem um invejável aspecto em comum: a CG sempre foi líder de mercado, a preferida entre todas as motocicletas vendidas no Brasil.

Não é exagero dizer que o brasileiro aprendeu a andar de moto com a CG, modelo que continua, ano após ano, o favorito seja qual for a versão, do modelo de entrada Start à admirada Titan, passando pela prática Fan e pela profissional Cargo.

Constantemente aperfeiçoada no decorrer de seus muitos anos de produção, colocar lado a lado a primeiríssima CG com a atual impressiona: a evolução tecnológica fica evidente, mas surpreende ainda mais verificar que, na essência, a fórmula original continua a mesma.

A CG é sucesso e a razão sempre foi, e continua sendo, a confiabilidade, resistência, economia e uma imbatível relação custo-benefício, além do menor índice de depreciação do mercado.

As versões para 2022 continuam sendo quatro. A CG 160 Start traz novo design na moldura do painel de instrumentos e na carenagem frontal, com três opções de cores.

A CG 160 Fan e a CG Cargo também receberam nova moldura de painel, nova carenagem de farol e laterais do tanque redesenhadas interna e externamente. Para a Cargo, a opção de cor é única, o branco, enquanto que para a Fan as opções de cores são três.

O modelo mais prestigiado da família, a CG 160 Titan, recebeu também uma nova moldura do painel, nova carenagem de farol e de laterais do tanque, exclusivas do modelo, além de rabeta com laterais redesenhadas. A CG Titan 2022 também chega com três opções de cores.

Quanto à parte ciclística, o chassi tipo Diamond de chapa estampada, no qual o motor tem função estrutural, permanece inalterado e é comum a todas as versões da CG.

A suspensão dianteira tipo SFF (Separated Function Fork) faz par com a suspensão traseira bichoque, com amortecedores de dupla ação reguláveis na carga da mola.

As Honda CG 2022 são dotadas do sistema CBS (Combined Braking System), sendo a CG 160 Start equipada de freio dianteiro e traseiro a tambor. Nas CG 160 Cargo, Fan e CG 160 Titan, o freio na dianteira é a disco e o traseiro a tambor.

A ergonomia, sempre objeto de especial atenção nas Honda de um modo geral, é destaque nas CG. Sendo o mais utilizado modelo para fins profissionais, os extensos períodos ao guidão demandaram o estudo de uma posição de pilotagem ideal.

Guidão, pedaleiras e banco oferecem um posicionamento de referência, no qual a facilidade de pilotagem se alia ao conforto. Na versão CG 160 Cargo, um robusto bagageiro, capaz de suportar até 20 kg, é equipamento de série.

O motor monocilindro 4 tempos com sistema de comando de válvula no cabeçote OHC (Over Head Camshaft) é comum às versões Cargo, Fan e Titan. Tem exatos 162,7 cm3, e gera a potência máxima de 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) a 8.000 rpm.

O torque máximo é de 1,54 kgf.m (etanol) e 1,40 kgf.m (gasolina), a 7.000 rpm. O sistema de alimentação por injeção eletrônica PGM-FI incorpora a tecnologia FlexOne (Fan, Cargo e Titan), que admite uso de etanol e gasolina em proporções diferentes.

Na CG 160 Start o sistema PGM-FI admite apenas o uso de gasolina no motor, que mantém as mesmas características de potência e torque dos modelos FlexOne quando alimentados com este tipo de combustível.

Os novos modelos evoluíram no visual, mas se destacam também no conjunto mecânico que proporciona maior e melhor potência e torque do segmento, mas mantendo os conceitos Honda baseados na melhoria da eficiência de combustão e economia, proporcionando baixa emissão de poluentes na atmosfera.

O sistema de transmissão se vale de corrente tipo 428, com coroa de 44 dentes e pinhão de 15 dentes. O câmbio tem cinco velocidades e a embreagem de acionamento mecânico é do tipo multidisco em banho de óleo.

O equilíbrio da parte ciclística das Honda CG decorre da harmonia de funcionamento de suspensões e precisa geometria do rígido chassi, realizado em chapa de aço estampado com arquitetura tipo Diamond, que oferece maneabilidade e excelente estabilidade.

A resistência estrutural é garantia de elevada durabilidade, mesmo em condições de uso extremas.

A suspensão dianteira é do tipo SFF (Separated Function Fork), com curso de 135 mm, cujo princípio de funcionamento é dar as bengalas, direita e esquerda, funções diferentes.

Nas suspensões convencionais, ambas bengalas contam com molas e dispositivos hidráulicos dedicados ao amortecimento. No sistema SFF, uma das bengalas é dedicada ao sistema hidráulico, o amortecimento progressivo em compressão e extensão, enquanto outra bengala abriga a mola.

O sistema SFF equipa as Honda CG desde o modelo 2018, e apresenta vantagens reconhecidas tais como a maior leveza do conjunto de suspensão dianteira, o que proporciona melhor dirigibilidade, funcionamento mais preciso na absorção das irregularidades do terreno e um menor número de componentes internos, além de maior durabilidade.

O sistema de suspensão traseira, cujo curso é de 106 mm, utiliza dois conjuntos amortecedor-mola de dupla ação (com possibilidade de regulagem na carga da mola em cinco posições), ligados à robusta balança de suspensão de aço.

Na Honda CG 160 Cargo, Fan e CG 160 Titan, as rodas são de liga leve com cinco raios duplos, enquanto na CG 160 Start são raiadas, com aros de aço Black Chrome.

Em todas as versões da CG o pneu dianteiro tem medida 80/100 18 M/C 47P. Na CG Start e CG Fan o pneu traseiro tem medida 90/90 (18 M/C REINF 57P), enquanto na CG 160 Titan o pneu traseiro tem medida maior, de 100/80 (18M/C REINF 59P).

Quanto aos freios, o sistema CBS (Combined Braking System), é comum à todas as Honda CG 2022. Na CG 160 Start ambos freios são a tambor, com diâmetro de 130 mm.

Nas CG 160 Cargo, Fan e Titan o disco dianteiro de 240 mm de diâmetro e cáliper de pistão triplo de acionamento hidráulico, enquanto na traseira o tambor tem 130 mm de diâmetro.

No que diz respeito aos aspectos práticos, vale ressaltar a elevada capacidade do tanque das Honda CG 160 Cargo, Fan e Titan (16,1 litros, dos quais 3,1 litros de reserva) e da Honda CG 160 Start (14,6 litros, com 3,2 litros de reserva), cifras que em virtude da proverbial economia oferecida pelo motor, podem permitir alcançar até 600 km de autonomia em condições de uso ideais, se abastecidas com gasolina.

As Honda CG 2022 estarão disponíveis nas concessionárias Honda de todo o território nacional a partir de julho. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem, além de sete trocas de óleo gratuitas.

Fotos: Honda / Divulgação

As cores disponíveis para a CG 160 Start são prata metálico, vermelho e preto. Na CG 160 Cargo o branco, enquanto na CG 160 Fan as opções são o azul perolizado, vermelho e preto.

Já a CG 160 Titan pode ser escolhida entre opções cinza metálico, vermelho perolizado e amarelo perolizado.

Os preços públicos sugeridos são os seguintes:

Honda CG 160 Start: R$ 10,52 mil

Honda CG 160 Fan: R$ 11,76 mil

Honda CG 160 Cargo: R$11,90 mil

Honda CG 160 Titan: R$ 13,04 mil

*Os valores têm como base o Distrito Federal e não incluem despesas com frete ou seguro.

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Mitsubishi Outlander ganha série especial

Da Redação

A Mitsubishi Motors apresentou a série especial Black Edition em suas linhas Outlander e Outlander Sport. Com detalhes de acabamento exclusivos, tanto por dentro quanto por fora, ambos os modelos oferecem visual robusto e mais esportivo.

Limitada a apenas 100 unidades para a linha Outlander Sport e 30 para a linha Outlander, a série especial Black Edition já está disponível na rede de concessionárias Mitsubishi no Brasil.

“A série especial Black Edition reforça todo o apelo visual robusto e esportivo que as linhas Outlander e Outlander Sport oferecem aos nossos clientes. O acabamento em Black, tanto por dentro quanto por fora, ajudam a trazer um aspecto moderno e elegante. Tudo isso sem perder o legítimo DNA 4×4 que a Mitsubishi traz em toda a sua linha de veículos”, afirmou Julio Fiorin, diretor comercial da Mitsubishi Motors no Brasil.  

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Outlander Sport Black Edition: Apresentado em meados de 2020, o Outlander Sport ganhou a edição especial Black Edition. Oferecida em três opções de cores de carroceria – preto, prata e branco – a série limitada traz visual extremamente robusto, moderno e esportivo.

Os acabamentos em black piano estão presentes em diversos locais do SUV como no teto, retrovisores, aerofólio traseiro, nas rodas em liga leve de aro 18, na grade frontal, nas saídas de ar laterais e em detalhes do para-choques traseiro e dianteiro.

Por dentro, bancos com revestimento exclusivo em couro que remete à edição especial Black Edition trazem detalhes da costura em vermelho e se unem ao revestimento em black piano das molduras do console central. Uma placa Black Edition está instalada no painel do veículo. 

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Baseada na versão HPE do modelo de série, o modelo é oferecido nas versões com tração 4×2 ou integral nas quatro rodas, ambas equipadas com motor 2.0 flex de 170 cv de potência e até 23 kgfm de torque, a 4.250 rotações.

O Outlander Sport Black Edition já está disponível para venda com preços de R$ 162,99 mil para a versão com tração 4×2 e R$ 169,99 mil para a versão com tração integral.

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Outlander Black Edition: O SUV com maior espaço da Mitsubishi também ganhou uma edição especial Black Edition limitada a apenas 30 unidades.

Produzido sobre a versão topo de linha HPE-S, o modelo traz diversos detalhes em preto na carroceria, como rack de teto, skid plate traseiro e dianteiro, capas dos retrovisores, molduras dos vidros, grade dianteira, rodas em liga leve de aro 18 e moldura inferior das portas, além de detalhes nas laterais.

Um emblema que remete à série Black Edition foi adicionado na tampa do porta-malas

As molduras dos faróis de neblina na cor vermelha criam um contraste com apelo esportivo.

Por dentro, o exclusivo couro preto que reveste bancos, volante, manopla de câmbio e console central ganhou costura com linha vermelha. Uma placa alusiva à série especial Black Edition foi adicionada no painel logo acima do porta-luvas.

393065_972365__mg_1007Fotos: Mitsubishi Motors / Divulgação

O acabamento das colunas, além do revestimento do teto, também é oferecido na cor preta, criando um habitáculo bastante moderno e esportivo.

Além do visual exclusivo, o Outlander Black Edition traz debaixo do capô um motor 3.0 V6 a gasolina de 240 cv e 31 Kgfm de torque a 3750 rotações.

Em conjunto com o sistema de transmissão automática de seis (6) velocidades com opção para trocas manuais por meio de botões na coluna de direção, o modelo pode chegar até 220 km/h de velocidade máxima e sair da imobilidade aos 100 km/h em 8,7 segundos.

A capacidade de trafegar em qualquer tipo de terreno é garantida pelo sistema eletrônico de tração nas quatro rodas com diferencial central eletromagnético acoplado.

O Outlander Black Edition é oferecido aos clientes com o preço de R$ 257,99 mil.

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VW Caminhões e Ônibus inicia a produção do e-Delivery

Da Redação

Volkswagen Caminhões e Ônibus / Divulgação

Ao comemorar seus 40 anos, a Volkswagen Caminhões e Ônibus pavimenta seu futuro: numa data histórica (hoje, 15/06), deu início à produção em série do caminhão elétrico e-Delivery, único 100% concebido, desenvolvido, testado e aprovado em território brasileiro.

Com isso, a fábrica da VWCO em Resende (RJ) se torna a primeira do País com montagem em larga escala de veículos com tecnologia zero emissões. O primeiro modelo, um e-Delivery 11 toneladas 4×2, vai compor a frota da própria montadora.

“Criamos um processo sob medida para assegurar uma grande estrutura elétrica de forma eficiente. Vamos produzir os veículos aproveitando ao máximo os recursos já existentes, com um alto nível de sinergia, ao mesmo tempo em que garantimos a inovação que o cliente espera e que o produto exige. Todo esse avanço é acompanhando por um amplo trabalho de preparação da cadeia com os envolvidos para viabilizar a mobilidade elétrica no País”, afirmou Roberto Cortes, presidente e CEO da VW Caminhões e Ônibus.

A VWCO investiu cerca de R$ 150 milhões no desenvolvimento e no complexo produtivo do e-Delivery. A empresa construiu uma nova área dedicada exclusivamente à eletrificação: o e-Shop.

O centro mundial de pesquisa e desenvolvimento da marca também passa a abrigar a maior infraestrutura de carregadores de alta potência do Brasil, com diferentes modelos, para dar apoio à essa inovação. Todos os colaboradores da empresa receberam uma capacitação específica para atuarem nesse novo cenário.

Coração da montagem elétrica, o e-Shop é o novo espaço da VWCO em que os veículos recebem as baterias e são energizados pela primeira vez para serem ligados, satisfazendo aos mais rígidos protocolos de segurança.

Antes de chegar lá, os modelos e-Delivery nascem na mesma linha de montagem dos veículos diesel para a máxima eficiência da unidade fabril e se beneficiando do alto padrão de qualidade já estabelecido no processo da VWCO e que é reconhecido no mercado. 

Modernizações ao longo de todos os postos de trabalho garantem tecnologia de ponta à sua fabricação, com precisão e rastreabilidade superiores nos processos. Cada etapa foi repensada para a maior produtividade: na pré-montagem do motor, por exemplo, agora são consolidados os sistemas auxiliares. O componente de tração segue direto para a borda de linha, por sua arquitetura mais enxuta.

Pela primeira vez, também, a suspensão pneumática é instalada dentro da própria fábrica. No fim de todas as montagens, a VW Caminhões e Ônibus submete o veículo a novas aprovações específicas para caminhões com alta voltagem, além dos mesmos testes de qualidade que todos os outros produtos já passam antes de serem liberados para o cliente com a garantia do padrão Volkswagen. 

Ao longo de todo o desenvolvimento, a engenharia simultânea dominou o processo para o planejamento da manufatura e logística nesse grau de sinergia. Isso possibilitou a inserção da tecnologia elétrica no portfólio da VWCO e um acréscimo de apenas mil metros quadrados à sua área construída.

A fabricação do e-Delivery também se beneficia de todos os ganhos da indústria 4.0 agregados pela VW Caminhões e Ônibus em seu processo desde o lançamento da nova linha Delivery, que conta com um nível de automação de 60% na armação de sua cabine.

Também predomina a tecnologia de reconhecimento automático do veículo, com um chip em cada um deles para programação dos robôs. É tecnologia de ponta, equiparada ao que há de mais moderno nas linhas de produção da Europa. Todo o processo foi desenhado para conferir flexibilidade e integração, resultando num gerenciamento eficiente dessa fábrica inteligente. 

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Novo BMW M440i Coupé chega ao Brasil

Da Redação

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O BMW Group Brasil deu início, oficialmente, às vendas do esportivo M440i Coupé, que faz sua estreia acompanhado de novas tecnologias, além do consagrado conjunto mecânico.

Com preço sugerido de R$ 575,95 mil, o Série 4 Coupé se destaca, aind,a pelo design ousado, principalmente da grade dianteira vertical que evidencia a nova identidade visual dos veículos da marca bávara, e acabamento refinado.

Produzido na fábrica do BMW Group em Dingolfing, na Alemanha, o lançamento traz o que há de melhor em termos de esportividade com motor de seis cilindros em linha TwinPower Turbo com 387cv de potência, entre 5.800rpm e 6.500rpm, 500Nm de torque, entre 1.800rpm e 5.000rpm, e aceleração de 0 a 100 km em 4,8 segundos, atingindo a velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente.

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O modelo chega ao País com suspensão mais baixa (15mm) com calibração de molas, amortecedores e buchas de suspensão mais firmes, Diferencial M Sport controlado eletronicamente – de deslizamento limitado e efeito autoblocante -, conjunto aerodinâmico diferenciado (spoiler dianteiro com tomadas de ar maiores, saias laterais e para-choque traseiro remodelado), bancos esportivos com maior suporte lateral e prolongadores para as pernas, que oferecem uma posição de dirigir esportiva e, ao mesmo tempo, confortável, além de ajustes elétricos e de memória e a insígnia M nos cintos de segurança e nos assentos.

“Trazer novidades e manter nossas tecnologias sempre atualizadas é nossa forma de agradecer ao cliente brasileiro pela liderança de mercado com maior participação em vendas na nossa história”, contou Roberto Carvalho, diretor comercial da BMW do Brasil.

A evolução estética do carro de duas portas é evidente no modelo e reforça os atributos de design da BMW e da tradicional geração de coupés da marca – com os clássicos BMW 328 Coupé, dos anos 1930, e BMW 3.0 CS, dos anos 1970.

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No BMW M440i Coupé, o design de grade e de rodas é marcado pelo acabamento em Cerium Grey, e pode ser adquirido nas cores branco Alpino, preto Safira, branco Mineral, azul Portimao, verde Sanremo e Arctic Racing Blue, com opções de revestimento interno em couro Vernasca em preto/preto com costuras em azul e couro Vernasca em cognac/preto.

A combinação de luxo, tecnologia, conforto e conveniência marcam as funcionalidades da versão e podem ser conferidas em todos os detalhes do carro.

Ele vem equipado com: Driving Assistant Professional, que permite a direção inteligente em situações de congestionamentos, trânsito lento ou viagens longas; Parking Assistant Plus, sistema que mede os espaços para estacionar automaticamente por intermédio de câmeras e de sensores, realizando as manobras com máxima precisão, economia de tempo e conforto; Surround View com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros; faróis BMW Laserlight; BMW Live Cockpit Professiona,l que oferece ao usuário informações e monitoramento da condução por intermédio de duas telas, uma de 12,3 polegadas e outra de 10,25 polegadas, além de interfaces disponíveis para operação por meio de controle de voz; e funcionalidade Head-up display, que projeta no campo de visão do motorista todas as informações necessárias para o condutor não perder o foco no trânsito, como rotas do sistema de navegação e velocidade do veículo.

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A versão tem sistema de som surround Harman Kardon com 16 alto-falantes de 464W de potência e possui uma série de atributos de conectividade. O BMW ConnectedDrive, assistente que fornece serviços ao motorista e ao passageiro e permite usufruir de itens como: Chamada de Emergência Inteligente, BMW Teleservices, serviços ConnectedDrive (BMW Online, englobando portal de notícias, clima e aplicativos), serviços remotos com utilização das funcionalidades por meio do novo aplicativo My BMW – aplicativo de relacionamento entre cliente, BMW e rede de concessionários, com uma série de facilidades, bem como uma experiência totalmente interativa -, preparação para Apple CarPlay e Android Auto, informações de trânsito em tempo real, Concierge, serviço de suporte e informações para o cliente 24 horas por dia e sete dias por semana, integração com Amazon Alexa – com atualização remota gratuita de software (Remote Software Upgrade – RSU) – e Drive Recorder, funcionalidade capaz de capturar vídeos em 360° ao redor do veículo por meio de quatro câmeras, permitindo a gravação tanto para entretenimento em viagens e em deslocamentos com paisagens, como também para ativação automática em caso de acidente.

A experiência interativa fica ainda melhor com a tecnologia da Digital Key, uma chave digital que substitui a chave física e permite trancar, destrancar e ligar o veículo por meio do celular.

A configuração da chave digital pode ser feita por intermédio do aplicativo My BMW, e o proprietário do carro também pode criar chaves virtuais e compartilhá-las via iMessage com até cinco pessoas, inclusive no Apple Watch.

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ddeb9e3e112e105349cf6a6f402103a0Fotos: BMW Group / Divulgação

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Emplacamentos de veículos crescem 10,82% em maio

Da Redação

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou que os emplacamentos de veículos, no mês de maio/2021, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) tiveram crescimento de 10,82% sobre o mês anterior (319.257 unidades contra 288.081 emplacamentos) e 218%, quando comparado a maio/2020 (100.394 veículos).

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a alta foi impulsionada por conta das entregas de veículos vendidos em meses anteriores.

“Apesar dos esforços das montadoras, as entregas de veículos ainda não atingiram o equilíbrio, em função da falta de alguns componentes, principalmente eletrônicos, mantendo o represamento de vendas, que já vinha sendo verificado. Nos resultados de maio, notamos que uma parcela dos emplacamentos se referem às vendas realizadas em meses anteriores. Como consequência da menor oferta, os estoques de veículos, para todos os segmentos, se mantêm em um nível muito baixo”, observou Alarico Assumpção Júnior, Presidente da Fenabrave.

Na análise de dias úteis, considerando que maio teve 21 dias úteis (um dia a mais do que abril), o mercado registrou uma alta de 5,57%.

O volume acumulado de emplacamentos, nos cinco primeiros meses de 2021, soma 1.393.358 unidades. Na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram emplacadas 1.031.235 unidades, houve um crescimento de 35,12%.

“Vale observar que esse crescimento, embora bastante positivo, se dá sobre uma base comparativa baixa, já que tivemos péssimos resultados nos meses de março e abril do ano passado, em função do início da pandemia e da paralisação súbita da economia”, lembrou o presidente da Fenabrave.

A Fenabrave mantém a previsão inicial de crescimento, de 16%, para o ano de 2021, divulgada em janeiro. A entidade somente deve revisar suas projeções em julho, após o fechamento do 1º semestre deste ano.

“Os índices de confiança da indústria estão altos, estando entre os 5 maiores do País. Há demanda e crédito elevados no mercado automotivo e, com a evolução da vacinação e imunização da população, contra o COVID-19, talvez estejamos diante de um quadro mais favorável do que o estimado, quando iniciamos a 2ª onda da pandemia, neste ano”, declarou Assumpção Júnior, complementando: “Mas, ainda é cedo para alterar nossas projeções. Vamos aguardar o fechamento do semestre para avaliar melhor o cenário como um todo, incluindo a regularização da produção”.

Automóveis e Comerciais Leves:

Os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves apresentaram alta de 7,03%, nos emplacamentos de maio/2021 (175.405 unidades emplacadas), se comparados com o mês de abril (163.888 unidades). Em relação a maio de 2020 (56.627 unidades), houve alta de 209,76%.

Já no acumulado dos cinco primeiros meses de 2021, houve um crescimento de 30,07%, totalizando 837.125 automóveis e comerciais leves emplacados, contra os 640.477 registrados no mesmo período do ano passado.

O crédito, para financiamentos, continua com uma boa oferta, e a aprovação se mantém em 6,7 fichas para cada 10 enviadas aos bancos.

Caminhões:

O mercado de Caminhões continua aquecido, mas ainda afetado pela falta de peças e componentes. “Esse aquecimento demonstra a melhora da economia, o que é corroborado pelo Índice de Confiança da Indústria Automotiva que, segundo levantamento (ICEI), está entre os 5 maiores do ranking nacional. No comércio também estamos confiantes e notamos que se a produção de caminhões fosse maior, teríamos mercado para isso”, comentou Assumpção Júnior.

Em maio, foram emplacados 11.358 Caminhões, numa alta de 140,43% sobre maio de 2020, quando foram vendidas 4.724 unidades.

Já na comparação com abril de 2021, quando foram emplacados 9.817 Caminhões, houve alta de 15,70% e, no acumulado dos primeiros cinco meses do ano (46.948 unidades), houve crescimento de 62,82% sobre igual período do ano passado, quando foram comercializados 28.835 Caminhões.

Ônibus:

Em maio, o segmento, que vinha amargando sucessivas quedas, emplacou 1.897 unidades, o que significa crescimento de 130,78% sobre maio/2020, quando foram negociadas 822 unidades, e de 35,50% sobre abril/2021 (1.400 Ônibus emplacados).

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2021, quando foram emplacados 7.549 Ônibus, houve alta de 14,80%, na comparação com igual período de 2020 (6.576 unidades).

“Apesar dessa alta expressiva, devemos avaliar que a comparação se dá em uma base baixa, e que as vendas de Ônibus, ainda que tenham melhorado, continuam afetadas pela pandemia da COVID-19, que impactou na circulação e viagens das pessoas”, explicou Assumpção Júnior.

Implementos Rodoviário:

O segmento de Implementos Rodoviários acompanha, de perto, a evolução de Caminhões e, em maio, registrou 7.998 unidades emplacadas, num crescimento de 113,28% sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 3.750 unidades, e uma alta de 7% sobre abril deste ano (7.475 unidades).

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, houve crescimento de 83,03% (36.780 unidades) sobre igual período de 2020 (20.095 unidades).

Motocicletas:

O segmento de Motocicletas, que foi o grande destaque do mês passado, continua com bons resultados em maio/2021, quando teve 110.417 unidades emplacadas, numa alta de 277,91% sobre maio de 2020 (29.218 motos comercializadas).

Em relação a abril de 2021, quando 94.693 unidades foram vendidas, houve alta de 16,61%.

Já no acumulado dos cinco primeiros meses de 2021, os emplacamentos de Motocicletas somaram 410.657 unidades, um resultado que, se comparado às 304.393 unidades, comercializadas em igual período de 2020, demonstra alta de 34,91%.

“O mercado de Motocicletas continua aquecido, mas ainda há reflexos dos problemas enfrentados pela indústria, para regularizar sua produção/entrega. Devido a essas dificuldades, alguns modelos estão com entrega programada para daqui a 40 dias, mas, aos poucos, o mercado está se ajustando. Desde abril, com o retorno da produção, as fábricas estão conseguindo entregar parte do volume das vendas que já haviam sido efetivadas. O crédito também está melhor, para quem pretende financiar Motocicletas, com a aprovação de quase metade das propostas enviadas aos bancos”, comentou o presidente da Fenabrave.

Tratores e Máquinas Agrícolas têm quadrimestre positivo

OBS.: Por não serem emplacados, os Tratores e as Máquinas Agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes.

Em abril de 2021, as vendas de Tratores e Máquinas Agrícolas atingiram 4.492 unidades, numa alta de 7,88%, na comparação com o mês de março, quando foram comercializadas 4.164 unidades.

Na comparação com abril de 2020, quando foram vendidas 2.335 unidades, a alta foi de 92,38%.

No acumulado do 1º quadrimestre de 2021, houve crescimento nas vendas de Tratores e Máquinas Agrícolas. Foram negociadas 15.347 unidades, o que representa crescimento de 36,53% sobre as 11.241 negociadas no mesmo período do ano passado.

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Crédito: Fenabrave / Divulgação

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