Maurício Pena Rocha, de MG, vence a 1ª etapa do Brasileiro de Rally Baja

Da Redação

x_02-DoniCastilho-0391 - BFoto: Doni Castilho / BRP / Divulgação

Correndo em casa, o mineiro Maurício Pena Rocha foi o grande destaque da etapa de abertura do Campeonato Brasileiro de Rally Baja.

O piloto acelerou o UTV Can-Am Maverick X3 e conquistou a vitória da classificação geral no Rally Minas Brasil, que incluiu 107 veículos inscritos – entre UTVs, motos, quadriciclos e carros.

A prova terminou neste domingo (17), em Patos de Minas (MG), após dois dias de disputas e cerca de 300 quilômetros de desafios.

“Foi uma estreia com o pé direito, estou muito feliz”, comemorou Rocha, que representa a equipe UTV Off-Road Quadrijet Racing. Ele fechou a disputa com o tempo de 4h17min40seg, mais de 13 minutos de vantagem com relação ao vencedor da categoria motos, Rafael Espíndola.

Na classe específica para os UTVs, os quatro primeiros utilizaram o veículo Can-Am Maverick X3.

“A prova foi bastante rápida, com trechos molhados por conta da chuva, muito bem sinalizada e prazerosa para acelerar. O Can-Am Maverick X3 teve um desempenho ótimo. Deu tudo certo nesta primeira etapa do Brasileiro de Rally Baja e vamos para cima, em busca do título nacional”, concluiu Rocha.

105_KevinCastilhoDfotos-8746_bFoto: Kevin Castilho / Doni Castilho / BRP / Divulgação

A segunda etapa da competição está marcada para os dias 4 e 5 de maio, em Botucatu (SP).

Brasileiro de Rally Baja – 1ª etapa

Resultados (extraoficiais) – Categoria UTVs:

1 – #105 – MAURICIO PENA ROCHA – 04:17:40 – Can-Am Maverick X3

2 – #115 – DENINHO CASARINI – 4:20:11 – Can-Am Maverick X3

3 – #154 – GUSTAVO GUGELMIN – 4:21:23 – Can-Am Maverick X3

4 – #123 – WILKER DE CAMPOS – 4:21:51 – Can-Am Maverick X3

5 – #138 – HENRIQUE GUTIERREZ – 4:23:27

Sobre a BRP – A BRP é líder global no segmento de veículos motorizados esportivos, sistemas de propulsão e embarcações construídos em mais de 75 anos de capacidade inventiva e foco intensivo no consumidor.

O portfólio do grupo canadense é formado por produtos e marcas líderes de mercado, o que inclui as motos de neve Ski-Doo e Lynx, as embarcações Sea-Doo, os veículos on-road e off-road da Can-Am, os barcos Alumacraft e Manitou e os sistemas de propulsão marítima Evinrude e Rotax, bem como os motores Rotax para karts, motocicletas e aeronaves recreativas.

Com vendas anuais de US$ 4,5 bilhões em mais de 100 países, o grupo conta com força de trabalho global composta por cerca de 10.350 pessoas.

105-gustavoepifanio-012514_bFoto: Gustavo Epifanio / BRP / Divulgação

Volkswagen T-Cross é apresentado em Minas Gerais

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição:15/03/2019)

Modelo chega ao mercado para disputar fatia do segmento mais concorrido

bc46ccc1-c51e-4e7b-86e4-9e80c4d8a04fO T-Cross nacional foi projetado sobre a plataforma MQB, a mesma do Polo, Virtus, Jetta, Tiguan Allspace e outros modelos da Volkswagen e da Audi. Ele é ligeiramente maior que o modelo europeu, tendo 88 mm a mais no entre-eixos e sendo 11mm mais alto em relação ao solo, com as  rodas de 17 polegadas. Essas medidas se traduzem em mais espaço no banco traseiro e maior capacidade de transpor obstáculos.

Ele foi lançado em quatro versões: 200TSI com câmbio manual (R$84,99 mil), 200TSI Automático (R$94,49 mil), Comfortline 200TSI Automático (R$99,99 mil) e Highline 250TSI Automático (R$109,99 mil).

200TSI (manual) – O T-Cross 200TSI manual é equipado com ar-condicionado, direção elétrica e ajuste de altura e distância para o volante, volante multifuncional, travas e vidros elétricos, 6 airbags, controle eletrônico de estabilidade (ESC), freios a disco nas quatro rodas, bloqueio eletrônico do diferencial (XDS+), assistente para partida em rampas (Hill Hold), sensores traseiros de estacionamento, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, faróis com função Coming & Leaving Home, faróis de neblina com função cornering, luzes de condução diurna em LED, lanternas traseiras em LED, banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível, suporte para smartphone com entrada USB para carregamento, entre outros.

Como opcional, o pacote Interactive I (R$1,72 mil) inclui sistema de som Composition Touch com App-Connect, dois alto-falantes adicionais (além dos quatro de série), câmera de ré para auxílio em manobras e sensores dianteiros de estacionamento.

200TSI (automático) – Essa versão traz os mesmos itens da anterior acrescidos de: câmbio automático de 6 marchas, controle automático de velocidade, apoio de braço central com porta-objetos, volante multifuncional revestido em material que imita couro com shift paddles para trocas manuais de marcha, duas entradas USB para o banco traseiro, saída traseira de ar-condicionado, sistema de som Composition Touch com tela colorida sensível ao toque de 6,5 polegadas e App-Connect.

Seu único pacote opcional é o Interactive II (R$1,59 mil) que inclui câmera de ré, sensores dianteiros de estacionamento e espelhos retrovisores externos com rebatimento elétrico.

cf232713-e0bc-4c7a-ac64-3cb0435fa190Comfortline 200TSI (automático) – O T-Coss Comfortline 200TSI, com câmbio automático, vem equipado com ar-condicionado digital, banco do motorista com ajuste lombar, câmera de ré para auxílio no estacionamento, indicador de pressão dos pneus, manopla da alavanca de câmbio revestida em material que imita couro, porta-luvas refrigerado, sistema save de variação do espaço do porta-malas, rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus 205/55 R17, sensores dianteiros de estacionamento e sistema de frenagem automática pós-colisão.

Esteticamente, ele se diferencia por detalhes cromados na grade dianteira (que é pintada em preto brilhante), colunas centrais pintadas na cor preto brilhante e para-choque traseiro com apliques cromados na região inferior. O revestimento interno é na cor azul escuro e há insertos decorativos no painel.

Para essa versão, existem quatro pacotes opcionais. O Exclusive & Interactive (R$3,95 mil) inclui sistema multimídia Discover Media com navegador via satélite, tela de 8 polegadas, comando por voz e entrada USB no console central; iluminação ambiente em LED; seletor do modo de condução; sistema Kessy de abertura das portas sem chave e partida do motor por botão; espelhos retrovisores externos com rebatimento elétrico e tapetes adicionais de carpete.

O pacote Sky View II (R$4,80 mil) traz o teto solar panorâmico, espelho retrovisor interno eletrocrômico e sensores de chuva e crepuscular. O pacote Design View (R$1,95 mil) agrega bancos em material que imita couro com detalhes na cor Marrakesh Brown e apliques decorativos no painel com detalhes na cor bronze.

O quarto pacote, Premium (R$6,05 mil), traz o sistema de assistência de estacionamento Park Assist, faróis full-LED com luz de condução diurna em LED e sistema de som da marca Beats com subwoofer.

c0ede57b-867e-4c03-8859-baa3fc357025_mediumHighline 250TSI (automático) – Essa é a única versão do T-Cross com o motor 1.4 turbo já que, as demais, utilizam o 1.0 turbo.

Ela agrega os seguintes itens: bancos revestidos em material que imita couro, espelho retrovisor interno eletrocrômico, espelhos retrovisores externos com rebatimento automático, iluminação ambiente em LED, detector de fadiga, sistema Kessy, sistema start&stop e sensores de chuva e crepuscular.

Ela se diferencia visualmente pelo rack de teto na cor prata, moldura cromada para os faróis de neblina e para a grade dianteira e frisos laterais na região inferior dos vidros.

No interior, iluminação ambiente em LED, manopla da alavanca de freio de estacionamento revestida em material que imita couro e cobertura dos pedais em alumínio.

tcross-2Há três pacotes opcionais para essa versão: o Innovation (R$4 mil) traz o painel totalmente digital (Active Info Display); sistema de som Discover Media com navegador via satélite, tela colorida de 8 polegadas, comando por voz e entrada USB no console central e o seletor de modo de condução.

O opcional Sky View (R$4,80 mil) inclui o teto solar panorâmico. E o pacote Tech&Beats (R$6,05 mil) engloba o sistema Park Assist; faróis full-LED com luz de condução diurna em LED e o sistema de som Beats com subwoofer.

Motor 1.4 turbo é o destaque da versão topo de linha Highline

Os motores são turbo alimentados, tem injeção direta de combustível, duplo comando de válvulas tracionado por correia dentada com variação da abertura, tanto na admissão como na exaustão.

O motor 200TSI é 1.0 turbo flex que rende 128/116 cv às 5.500 rpm com etanol e gasolina, respectivamente, e tem torque de 200 NM (20,4 kgfm) às 2.000 rpm com os dois combustíveis.

O motor 250TSI é 1.4 turbo flex que rende 150 cv às 4.500 rpm e tem torque de 250 NM (25,5 kgfm) às 1.500 rpm, números iguais com os dois combustíveis.

Ambos os câmbios tem 6 marchas. O manual tem embreagem monodisco a seco e o automático tem conversor de torque tradicional, com opção de trocas sequenciais na alavanca ou nas aletas atrás do volante.

2edfcb2f-61ac-4643-a516-8953c9254a94_mediumTest-Drive – Apesar de curto, o circuito do teste-drive foi variado, descendo e subindo serras em estradas estreitas e sinuosas e também em estradas planas, largas e com velocidades de até 110 km/h. Percorremos as estradas entre as serras do Rola Moça e da Moeda (RMBH).

Andamos na versão Highline 250 TSI. Assim como outros modelos da marca que usam essa mesa plataforma, o T-Cross se destacou pela dirigibilidade. A direção é leve e, ao mesmo tempo, precisa. Qualidades que nem sempre andam juntas.

O isolamento acústico é muito bom, quase não se ouve o motor, pneus e o vento passando pela carroceria. Por falar em motor, este 1.4 turbo sobra para o modelo compacto. Acelera com bastante desenvoltura.

Segundo a montadora, de 0 a 100 km/h ele cumpre em 8,7 segundos e, entre 80 e 120km/h, ele retoma em 6,1s. Também divulgaram a eficiência em frenagem. Entre 100 e 0 km/h, ele desacelera em 37,8 metros.

Por ter um centro de gravidade mais alto, desvantagem de todos os SUVs, as suspensões são mais rígidas, mas não são desconfortáveis, ao menos sobre o asfalto. Não andamos na terra, pois não estava programado um trecho fora de estrada no percurso.

0c04df19-6ca0-4fad-a797-263fff25a83b_mediumPelas características do T-Cross, inclusive como ele é apresentado em fotos e vídeos pela Volkswagen, sua pegada deve ser mesmo urbana. Quando recebermos uma unidade para avaliação, reportaremos as impressões no uso off-road.

Dos cinco utilitários que Volkswagen prometeu lançar até 2020, o T-Cross é o segundo e o mais importante. Ele terá a árdua missão de competir entre os modelos compactos, fatia mais disputada do mercado brasileiro de automóveis.

Segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entre os 50 carros mais emplacados este ano figuram 12 SUVs compactos e apenas um médio-compacto.

Os números dos principais compactos são os seguintes: Jeep Renegade (9.488), Honda HRV (7.923), Nissan Kicks (7.621) e Hyundai Creta (7.222). Pela pequena diferença de unidades emplacadas de cada modelo, e o número de concorrentes querendo abocanhar este bolo, tem-se a exata noção da responsabilidade depositada sobre o caçula da marca de origem alemã.

860ae36b-68e3-4a09-8b45-4f0f2c6a1b18_mediumFotos: Pedro Danthas / Volkswagen / Divulgação

*Colaborador

Chega ao mercado brasileiro a 2ª geração da Yamaha MT-09

Da Redação

2020_MTN850-A_DPBMC_JPN_3A Yamaha lançou a segunda geração da MT-09. A motocicleta, modelo 2020, tem um novo design onde se destacam o conjunto óptico formado por dois faróis duplos em LED, as maiores tomadas de ar junto ao tanque de combustível e as carenagens de proteção do radiador, na qual agora são fixados os piscas dianteiros.

Na traseira, as mudanças incluem a nova lanterna com efeito 3D em LED e o para-lama junto à roda que é fixado diretamente na balança da suspensão, que também tem a função de suporte da placa.

STE_6441Para poder curtir ainda mais toda sua esportividade e o grande torque de seu motor de 3 cilindros, a MT-09 2020 também vem equipada com controle de tração, sistema Quick Shift (que permite trocas de marchas ainda mais rápidas) e embreagem deslizante do tipo Slip Clutch (que possibilita reduções de marcha mais bruscas sem risco do travamento da roda traseira).

O motor é capaz de gerar um torque de 8,92 kgf.m. Além disso, ela é leve, com peso em ordem de marchas de apenas 193 quilos, que dividido pelos 115 cv, gera a ótima relação peso e potência de 1,67 quilo por cv.

Ele é de três cilindros e o ronco é uma verdadeira música aos ouvidos, além de impressionar por sua concepção. Do tipo DOHC, com dois comandos, 12 válvulas e arrefecimento a líquido, ele foi batizado pela Yamaha com a sigla CP3, que significa Crossplane 3, uma alusão ao número de cilindros e à tecnologia Crossplane nele empregado (a mesma utilizada na Yamaha M1 de Valentino Rossi).

STE_6291Essa tecnologia é responsável por permitir não somente um baixo nível de vibração como, principalmente, por entregar o torque e potência de forma linear e progressiva, permitindo, assim, que todo o potencial do motor seja mais facilmente explorado.

Com o novo sistema Quick Shift as trocas de marchas são feitas em um piscar de olhos, apenas pressionando para cima o pedal do câmbio, sem a necessidade de acionar a embreagem a cada engate, e mantendo a rotação do motor sempre alta.

Isso acontece graças a um sensor junto ao pedal do câmbio que identifica seu movimento quando as marchas vão ser engatadas. Nesse momento, o sistema Quick Shift – que não atua nas reduções – realiza o corte na ignição em uma fração de segundos, permitindo assim o rápido acionamento do câmbio sem que o mesmo, e também a embreagem, sejam danificados.

2020_MTN850-A_DPBMC_JPN_1O motor da MT-09 é equipado com um sistema de injeção eletrônica em que o combustível é injetado na câmara de combustão como um “spray micrométrico” por meio de doze orifícios instalados em cada um dos três bicos injetores..

Trabalhando integrado ao sistema de injeção, está o sistema YCC-T (Yamaha Chip Controlled – Throttle), que  detecta as menores ações do piloto por meio do punho do acelerador e transmite os dados para a ECU (Electronic Control Unit), que calcula instantaneamente o quanto de combustível deve ser injetado no motor e o quanto de ar deve entrar no sistema. Isso permite ao condutor ter um controle mais preciso das respostas do motor.

Outro importante recurso oferecido, para melhor adequá-la às condições de utilização e ao gosto de seu condutor, é o sistema Yamaha D-MODE (Drive Mode), que possibilita a escolha de três diferentes formas de respostas ao acelerador (STD, A e B), que podem ser escolhidos de acordo com as condições de pilotagem e estilo de cada um:

  • STD: Opção que cobre várias situações de pilotagem, entregando torque firme e contínuo tanto em baixa como em alta velocidade;
  • A: Mais agressivo do que o modo STD, com respostas mais rápidas;
  • B: Brando, se comparado ao STD, este modo proporciona uma pilotagem mais moderada.

STE_6339O quadro inteiramente em alumínio é leve, compacto e sua geometria privilegia a agilidade na pilotagem. Também conta a favor de sua ciclística, o baixo peso em ordem de marcha de 193 kg e a forma na qual ele é distribuído.

Além das massas estarem concentradas na parte de baixo da motocicleta, o que a torna rápida nas mudanças de direção, sua distribuição do peso entre os dois eixos tem a ótima proporção de 50.2% por 49.8%, ou seja, 97 kg para o dianteiro, e 96 kg para o traseiro.

Outras novidades na nova MT-09, que também garantem maior controle na pilotagem, são a embreagem deslizante (Slip Clutch) e o controle eletrônico de tração.

STE_6404O sistema de embreagem deslizante tem como objetivo impedir o travamento da roda traseira em reduções de marcha mais bruscas, ajudando a manter a estabilidade e controle, além de deixar o manete de embreagem 20% mais leve para facilitar seu acionamento.

Já o controle eletrônico de tração tem a função de dosar a entrega de torque do motor para a roda traseira, evitando que ela perca tração em situações de aceleração brusca ou quando houver baixa aderência no piso.

Na MT-09, esse recurso tem duas opções de ajustes: o modo 1 evita que a roda patine em qualquer situação, enquanto o modo 2 realiza um controle moderado, intervindo menos na pilotagem.

Além disso, o sistema permite ser desligado, ideal para quem utiliza a motocicleta de forma mais esportiva, como em um track day.

STE_6351A MT-09 ganhou novos ajustes da suspensão dianteira. Como já acontecia no amortecedor traseiro, os amortecedores dianteiros do tipo invertido agora contam, além da regulagem da pré-carga da mola, com ajuste do retorno e a compressão da parte hidráulica.

Dessa forma, é possível adequar o funcionamento de ambas suspensões ao peso do condutor, à forma que ele pilota a moto, e até mesmo ao tipo de piso em que ela será utilizada.

Os freios contam com sistema ABS. A motocicleta é equipada com dois discos flutuantes de 298 mm e pinças radiais de quatro pistões cada na dianteira, e pinça e disco simples de 245 mm na traseira.

STE_6275Já o sistema ABS, garante o não travamento das rodas, tantos nas frenagens mais bruscas, quanto em condições de baixa aderência, como por exemplo no asfalto molhado ou sujo.

O banco também é novo. Ele ganhou um formato mais anatômico e sua parte traseira está mais longa para oferecer maior espaço e conforto ao garupa.

Na parte central, a ponteira de escapamento toda em aço inox foi modificada, ganhado um design mais moderno e único.

O painel 100% digital ganhou novo posicionamento, mais para a direita, para tornar sua visualização mais fácil. Ele traz informações como os indicadores de marcha, combustível, posição do D-mode, conta giros, odômetro total e parcial, média de consumo, consumo de combustível instantâneo, contagem regressiva de Km em “reserva”, temperatura do motor e temperatura ambiente.

STE_6487Além disso, foram incorporadas três novas funções: as luzes de funcionamento do sistema Quick Shift e do Controle de Tração, e o mostrador digital que indica em qual modo de utilização está selecionado o Controle de Tração, e se ele está desligado ou não.

São três opções de cores: preto fosco (Matt Black), azul (Racing Blue), e cinza sólido (Night Fluo).

A nova MT-09 2020 estará disponível na rede de concessionárias da Yamaha, no fim desse mês, ao preço público sugerido (sem frete) de R$43,69 mil. Sua garantia é de um ano sem limite de quilometragem.

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2020_MTN850-A_BNS4_JPN_3Fotos: Yamaha / Divulgação

Ducati realiza recall da alavanca da caixa de câmbio da Monster 1200 S e da SuperSport S

Da Redação

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ducati-supersport_s-14Fotos: Ducati / Divulgação

A partir de hoje (12 de março), a  Ducati do Brasil está convocando os proprietários de duas motocicletas da marca para a verificação da alavanca da caixa de câmbio.

O recall inclui a  Monster 1200 S, modelo 2017, com início do chassi 95VMA02AAHM000002 e final do chassi 95VMA02AAHM000060 (Data de Fabricação Inicial: 24/04/17 e Data de Fabricação Final: 28/08/17).

Já a Monster 1200 S, modelo 2018, com início do chassi  95VMA02AAJM000061 e final do chassi 95VMA02AAJM000161 (Data de Fabricação Inicial: 14/09/17 e Data de Fabricação Final: 20/06/18).

A convocação também é para os proprietários da SuperSport S, modelo 2018, com início de chassi  95VVA00AAJM000001 e final de chassi 95VVA00AAJM000053 (Data de Fabricação Inicial: 01/03/18 e Data de Fabricação Final: 26/07/18).

A Ducati identificou um potencial problema na alavanca da caixa de câmbio para os modelos acima mencionados.

Em alguns casos raros pode acontecer que, devido a um erro de fornecimento, a interferência presente entre o eixo e a alavanca da caixa de câmbio não esteja em conformidade e poderá resultar na sua soltura e perda do eixo. Desta forma, o engate das marchas ficará comprometido.

A realização desta convocação é de caráter 100% preventivo, sem nenhum registro de qualquer tipo de ocorrência no Brasil, informou a empresa.

Se você é proprietário de um dos modelos citados, deve entrar em contato com uma concessionária autorizada Ducati, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para agendar gratuitamente a verificação e, se necessário, a substituição da peça.

O serviço de atendimento ao consumidor Ducati (0800 738 2284) poderá indicar a concessionária mais próxima.

O tempo estimado para verificação é de aproximadamente 10 minutos. Caso haja a necessidade da substituição da alavanca de câmbio, o tempo do serviço é de, aproximadamente, 20 minutos.

Para outras informações, o cliente pode acessar o site www.brasil.ducati.com.

VW Caminhões e Ônibus lança o Constellation 30.280

Da Redação

ViewImage.aspx2A Volkswagen Caminhões e Ônibus está lançando o Constellation 30.280, caminhão rígido 8×2 que estreia para ampliar a presença da marca no segmento de semipesados, no qual o Constellation 24.280 já é, segundo a montadora, o campeão de vendas.

O novo modelo traz uma importante vantagem competitiva: é o único 8×2 com sistema EGR de tratamento, o que dispensa o uso de Arla 32. Com isso, não necessita de um tanque extra para o aditivo, trazendo facilidade na instalação do implemento, sem agregar peso extra no conjunto.

O motor é o MAN D08 de 277 cv de potência e 1.050 Nm de torque, que garante performance e alta velocidade média operacional, proporcionando ótima produtividade e menor custo.

Ao atingir o máximo de torque com rotação menor, é ágil em subidas e ultrapassagens e traz economia de combustível, maior vida útil aos componentes e consequente redução dos custos operacionais.

O modelo é equipado com segundo eixo direcional com suspensor pneumático. O powertrain é completado por uma transmissão mecânica ZF de 9 velocidades. O câmbio automatizado V-Tronic é opcional.

ViewImage.aspx3O motorista e os passageiros contam com as principais características da cabine Constellation, reconhecida no mercado pelo espaço interno e ergonomia, proporcionando boas condições de operação.

O modelo está disponível nas opções de cabine Estendida, Leito Teto Baixo e Leito Teto Alto.

O VW Constellation 30.280 8×2 é indicado para aplicações rodoviárias de médias e longas distâncias para: baú carga geral, carga seca, tanque, sider, graneleiro, entre outras.

“O VW Constellation 30.280 8×2 traz todos os grandes atributos do Constellation 24.280, agora com um 4º eixo de fábrica e PBT homologado de 29 toneladas, estendendo essas vantagens ao operador que precisa de mais capacidade de carga. A novidade traz em seu DNA nosso conceito sob medida”, explicou Ricardo Yada, supervisor de marketing do produto da VW Caminhões e Ônibus.

O caminhão estreia também com foco em segurança operacional: traz, de série, os sistemas ABS e EBD, que respectivamente impede o travamento das rodas em pisos em condições de baixa aderência e gerencia automaticamente a quantidade de força aplicada em cada roda a fim de maximizar a potência de frenagem.

Para o Constellation 30.280 8×2 V-Tronic estão disponíveis os sistemas de controle automático de tração (ATC), que também pode ser adquirido como opcional para a versão com transmissão mecânica, e o Easy Start, que auxilia a partida em rampa.

ViewImage.aspxFotos: Malagrine / Volkswagen / Divulgação

Hyundai anuncia aumento da capacidade produtiva da planta de Piracicaba (SP)

Da Redação

Planta HMB (2)A Hyundai Motor Brasil informou que está ampliando a capacidade produtiva de sua fábrica localizada na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, de 180 mil unidades por ano para 210 mil unidades por ano.

O novo volume vai corresponder a 17 mil unidades acima do que foi produzido em 2018, quando foram fabricadas 193 mil unidades, já acima da capacidade instalada graças a ganhos de eficiência pontuais no processo de produção.

Segundo a Hyundai, para 2019, investimentos da ordem de R$125 milhões em melhorias nas operações e aquisição de novos equipamentos de alta tecnologia, incluindo robôs, vão possibilitar o aumento consistente do volume de produção, passando de 36 veículos por hora para 42 veículos por hora, com a fábrica funcionando em três turnos.

“Nossa fábrica passou por melhorias em diversas áreas, principalmente nas estruturas de solda, pintura e montagem, o que torna possível esse aumento na produção e, consequentemente, maior capacidade total anual. O volume adicional de 30 mil veículos vai atender prioritariamente o mercado brasileiro, respondendo às perspectivas de crescimento do setor automotivo, que pode ultrapassar 10% em 2019, segundo a Anfavea. Com isso, a Hyundai poderá manter sua participação de mercado ao longo do ano”, comentou Eduardo Jin, presidente e CEO da Hyundai Motor Brasil.

Planta HMB (1)Fotos: Hyundai / Divulgação

Na época de sua inauguração, em setembro de 2012, a fábrica da Hyundai em Piracicaba apresentava uma capacidade de produção anual de 150 mil unidades, operando em dois turnos e contando com 2,5 mil funcionários.

Um ano depois, o terceiro turno foi adicionado, eliminando horas extras e elevando a capacidade para 180 mil carros ao ano. O número de funcionários foi acrescido de 200 pessoas. Em 2018, com ganhos pontuais no fluxo de processo produtivo, foi possível elevar a capacidade, naquele ano, para mais de 190 mil unidades. Agora, oficialmente, a capacidade da fábrica passa a ser de 210 mil unidades ao ano.

Em volumes totais produzidos efetivamente, a Hyundai Motor Brasil fabricou 27 mil carros em 2012, de setembro a dezembro, unicamente do modelo HB20 hatch. Em 2013, no primeiro ano completo de operação, o volume total foi de 167 mil carros, já contemplando as versões hatch e sedan do HB20.

No ano seguinte, a produção total bateu em 179 mil unidades. Em 2015 e 2016, os volumes anuais foram de 175 mil e 162 mil, respectivamente. O total de 183 mil unidades seria atingido em 2017, primeiro ano em que a produção do SUV compacto Creta somou-se à do HB20. Em 2018, o recorde da fábrica foi estabelecido em 193 mil unidades.

A fábrica em Piracicaba tem operado, desde sua inauguração, com ocupação acima de 90% da capacidade instalada, dedicando mais de 95% de sua produção dos modelos HB20 e Creta para o mercado doméstico.

O volume restante é destinado para  exportação ao Paraguai, Uruguai e, recentemente, à Colômbia.

Hyundai  - PiracicabaFoto: Christiano Diehl Neto / Hyundai / Divulgação

Atividades da planta da Lifan, no Uruguai, permanecem suspensas

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 08/03/2019)

Foto 3 - Lifan X80Foto: Lifan / Divulgação

A queda nas vendas da Lifan nos mercados do Brasil e Argentina levou a direção da empresa a manter a produção parada em sua fábrica no Uruguai. A unidade teve a produção suspensa em meados de 2018, após o lançamento do SUV X80.

Os cerca de 109 funcionários da planta permanecem em lay off (licença remunerada com auxílio do Governo Uruguaio) desde então, prática já utilizada em dezembro de 2015 nesta unidade fabril.

Sob a direção do novo presidente, Kevin Lau, que também comanda a fábrica do Uruguai, a Lifan pretende retomar a produção no país vizinho assim que as vendas voltarem a crescer.

Nesse momento, a opção para continuar abastecendo os mercados locais é a importação direta da China. “A nossa fábrica no Uruguai só é viável economicamente com volume e estabilidade de produção, o que infelizmente não acontece desde o segundo semestre do ano passado”, explicou Lau.

“Mesmo com a implementação do novo programa Rota 2030, que traz a possibilidade estratégica da importação de veículos diretamente da China, a nossa fábrica no Uruguai ainda é a melhor opção”, enfatizou o novo presidente da Lifan.

No Brasil, a operação da Lifan segue regularmente, com sua rede de concessionárias ativa, com serviços e venda de peças aos clientes da marca, bem como a comercialização de veículos novos e seminovos. Diante desta fase transitória de operação, a Lifan trabalha fortemente para lançar o SUV X70 ainda neste ano.

Fundada em 1992, e presente no Brasil desde 2012, a Lifan é um grupo empresarial privado que fabrica automóveis, motocicletas, motores e máquinas, com investimentos também em fontes de energia alternativas e no setor imobiliário.

Com seus produtos presentes em 117 países em diferentes regiões do mundo, a empresa mantém sua base de operações em Chongqing (China) e sua capacidade de produção de automóveis é de 200 mil veículos por ano.