Volkswagen apresenta ônibus de 15 metros com terceiro eixo direcional

Da Redação

ViewImage.aspxA Volkswagen vai apresentar mais um integrante em sua família de chassis de ônibus. Em avant-première, a empresa apresenta, no Seminário Nacional NTU, em Brasília (DF), seu primeiro chassi que permite encarroçamento com 15 metros.

A grande novidade é o posicionamento do terceiro eixo na dianteira, o que permite que o chassi tenha uma capacidade de carga de 22 toneladas, possibilitando as mais diversas configurações de acordo com a necessidade da operação.

O Volksbus é equipado, ainda, com suspensão pneumática e motorização MAN D08, umas das combinações que oferecem a melhor relação de custo x benefício para o segmento, informou a VW.

VW2“A premissa da VW é aumentar o conforto com o melhor custo-benefício ao cliente. É por isso que oferecemos um portfólio de soluções desde micros até os veículos de maior capacidade, de modo que os operadores possam adequar-se à demanda e sazonalidade de cada operação”, comentou Jorge Carrer, gerente executivo de Vendas de Ônibus da VWCO.

O seminário NTU deste ano tem como tema “Inovação e  Reinvenção: O Futuro do Transporte Público na Perspectiva da Sociedade”.

O evento acontece hoje e amanhã (20 e 21 de agosto) e é realizado pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos.

VWFotos: Malagrine / Volkswagen / Divulgação

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Audi lança versão especial do A3 sedan para comemorar 25 anos no Brasil

Da Redação

audi-a3-prestige-plus-25-anos- 3A Audi no Brasil completa, em 2019, uma data importante: são 25 anos de presença oficial da marca no País após a chegada dos primeiros veículos, em 1994.

Para celebrar o jubileu de prata, a empresa apresenta ao mercado uma versão comemorativa do A3 sedan batizada de Prestige Plus 25 Anos. Produzido atualmente em São José dos Pinhais (PR), o modelo ícone da marca está em sua terceira geração e recebeu diversas atualizações para esta edição especial, que contará com apenas 600 unidades.

“Um marco tão especial como este merece um veículo igualmente especial. Por isso escolhemos o A3, primeiro modelo produzido pela Audi no Brasil e atualmente nosso carro mais vendido no País. É um grande orgulho anunciar esta nova versão desenvolvida unicamente para o nosso mercado”, celebrou Johannes Roscheck, presidente e CEO da Audi do Brasil.

“Para atender à forte demanda dos consumidores pelas diversas versões do A3 e também para a edição comemorativa, nossa expectativa é de dobrar a produção do modelo em 2019”, concluiu.

Audi A3 Sedan Prestige Plus 25 anos – O Audi A3 agrega, em sua versão especial de 25 anos, novo design de faróis Full LED com regulagem de facho e setas direcionais dinâmicas, ponteiras cromadas das saídas do escapamento, pacote interno e externo com detalhes cromados e aço escovado, volante multifuncional com base reta e keyless go, sistema de abertura de portas sem chave.

audi-a3-sedan-prestige-plus-25-anosA nova versão, exclusiva no País e que foi baseada na atual versão Prestige Plus, conta, ainda, com ar-condicionado de duas zonas, bancos esportivos revestidos com material sintético que imita o couro e ajuste elétrico no assento do motorista, sensores de luz e chuva, controle de cruzeiro, além de sensores de estacionamento dianteiro e traseiro com câmera de ré.

O modelo conta com sete airbags para proteção dos ocupantes: frontais e laterais na dianteira, de cortina para as janelas laterais dianteiras e traseiras e também para proteção dos joelhos do motorista.

Outro item de segurança ativa, presente em todas as versões, é o controle eletrônico de estabilidade e o suporte Isofix para a utilização de cadeirinhas infantis.

Há ainda o sistema start-stop para desligamento e partida do motor quando o carro é imobilizado, como em semáforos e congestionamentos. As rodas são de alumínio com 17 polegadas. Teto solar panorâmico está disponível como opcional.

O veículo pode ser encontrado nas concessionárias a partir de R$ 149,99 mil, mas por tempo limitado, os clientes interessados também encontram condições especiais a partir de R$ 131.99 mil.

audi-a3-sedan-prestige-plus-25-anos 1Motor – A versão 25 anos conta com o motor 1.4 TFSI Flex turbo, produzido no Brasil, com 150 cv de potência e 250 Nm de torque disponível a 1.500 rpm.

O motor com injeção direta de combustível na câmara de combustão tem seu desempenho potencializado pelo câmbio automático Tiptronic de 6 velocidades, que oferece a possibilidade de trocas de marchas de forma manual por meio da alavanca seletora ou pelas shift paddles posicionadas atrás do volante.

Esse conjunto mecânico, segundo a Audi, leva o A3 sedan de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos. Ainda de acordo com a montadora, a velocidade máxima é de 215 km/h.

Três gerações no Brasil – O Audi A3 já passou por diversas mudanças desde o início da sua produção no Brasil. Foram três gerações lançadas desde a primeira versão fabricada no País, entre 1999 e 2004.

Na primeira delas, e em versão hatch, o modelo apresentava quatro diferentes versões de motorização e apostou em uma categoria pouco explorada.

A segunda geração do modelo foi apresentada em 2003, com transmissão S-tronic e motores com injeção direta. Um ano depois, chegou ao mercado o primeiro A3 Sportback.

Em 2012, o primeiro A3 sedan foi apresentado na Alemanha até que, em 2015, começou a ser produzido na fábrica da Audi do Brasil em São José dos Pinhais (PR).

audi-a3-sedan-prestige-plus-25-anos 2Fotos: Audi / Divulgação

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Econômico, PCX 150 é uma ótima opção de transporte individual

Rogério Machado*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/08/2019)

Scooter da Honda conta com motor de 13,2 cv e transmissão do tipo CVT

honda_pcx_2019_dlxA revolução da mobilidade não é um evento milagroso que virá de uma hora para outra, ela acontece a cada dia. Nesse contexto, muito se fala sobre futuro do transporte coletivo, sobre a praticidade dos veículos autônomos e a eletrificação da frota, mas é interessante observar que já vivemos e fazemos parte dessa revolução.

Ela está presente na crescente frota de veículos de duas rodas. Esse setor se reinventa constantemente e é inegável que os motores modernos, de baixa cilindrada, demandam um baixo consumo de combustíveis fosseis e, consequentemente, reduzem a poluição.

Esses veículos personalizam as rotas atendendo seus usuários, reduzem a concentração de automóveis e comerciais leves nos grandes centros e aliviam áreas de estacionamento com suas dimensões diminutas.

Finalmente, um fator sócio-econômico: as motocicletas oferecem uma opção mais acessível para quem entra no mundo da mobilidade, pessoas também pressionadas pelo transporte coletivo deficitário cujo custo rivaliza com consórcios e financiamentos.

Panorama – Dentro desse cenário, os grandes fabricantes identificam necessidades especificas de cada grupo consumidor e, como resultado, projetam veículos que atendam a cada um deles.

Desenho moderno e disponivel em tres versoes.Esta segmentação de mercado é responsável pela diversidade dos desenhos das motocicletas e, dentro delas, os scooters, que já dominam grande parte dos mercados internacionais no segmento urbano de baixa cilindrada e representam um setor em franco crescimento também aqui no Brasil.

O scooter é definido como um motociclo de câmbio automático ou semiautomático, concebido para privilegiar o conforto. Esse conforto inclui a posição de dirigir com as pernas paralelas e com os pés em estribos planos, além de uma proteção adicional aos elementos proporcionada pela carenagem.

As linhas de crédito nesta área são favoráveis e representam um complicador a menos, já que o capital envolvido em cada veiculo é menor.

Segundo o Marcos Fermanian, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), “houve uma ampliação da oferta de crédito pelas instituições financeiras, sobretudo bancos de montadoras. Além disso, cresce a contemplação de motocicletas pelo sistema de consórcio, contribuindo para o aquecimento da demanda. O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e o consórcio representam quase 70% das vendas de motocicletas no mercado nacional”.

A redução das taxas de juros e a adoção do Cadastro Positivo poderão representar, em médio prazo, um maior crescimento do setor.

A PCX DLX deve feminina nas cores, o modelo Sporte tem o mesmo conteudo e e mais masculino.Honda PCX – O scooter PCX (Personal Comfort Extra), da Honda, é a evolução de um projeto já presente no mercado e, nesta última geração, é oferecido em três versões: básica, Sport e DLX.

Avaliamos esta última que, conforme o nome indica, evoca mais luxo em função da cor bege dos grafismos externos e presente também no revestimento do assento, o que deve agradar ao publico feminino, cada vez mais ligado a esse tipo de veiculo.

A iluminação utiliza tecnologia LED e está aplicada na carenagem frontal de modo a proporcionar grande visibilidade seja para o piloto, seja para os outros veículos no trânsito o que, principalmente a noite, é fator de segurança.

Na parte posterior, o conjunto de luzes de freio, farolete e indicadores direcionais ocupam as dimensões habituais, com a aplicação da placa traseira, logo abaixo desses elementos, dotada de iluminação especifica, ampliando também a visualização do scooter por trás.

A posição do piloto é diferenciada por uma parte mais baixa do assento, favorecendo o alcance do solo nas paradas enquanto o passageiro segue em posição elevada, com seus respectivos pontos de apoio para as mãos e para os pés de cada lado da carenagem.

Sob o assento espaco de sobra para um capacete e objetos menores.

O porta luvas e pratico.Um local para o capacete e outros objetos encontra-se sob o assento, que pode ser aberto através de um botão no lado direito do painel de comando na carenagem, acionado somente com a proximidade da chave eletrônica (smart key) que libera o seletor para abrir o banco. A chave é presencial e pode estar no seu bolso, por exemplo.

O mesmo botão abre a tampa de acesso ao tanque de combustível, localizada embaixo, entre os estribos. Como opção para carregar objetos menores, chaves e documentos, está disponível no lado esquerdo da carenagem dianteira um pequeno porta luvas dotado de tomada 12V. Para abrí-lo basta pressionar a tampa.

O pequeno para-brisas, marcado por uma coloração escura, oferece bastante conforto quanto ao vento frontal. A dimensão e altura do guidão, comandos de luzes, buzina e indicadores direcionais estão bem posicionados e o conjunto de espelhos é bem funcional.

O painel digital é de fácil leitura e, além das funções habituais, inclui um indicador de consumo.  As rodas aro 14 funcionam muito bem em qualquer condição, porém, cabe uma observação local: trafegando em Belo Horizonte (MG), cujas vias apresentam inúmeros remendos e quebra-molas, o conforto vibracional poderia ser ampliado através de manoplas com um material mais absorvente a estes inconvenientes provocadas pelo piso.

É sobre elas que o corpo se apoia em frenagens e mudanças de nível. A rotação do acelerador é precisa e utiliza uma relação (giro/aceleração) confortável.

O painel com boa visibilidade inclui o indicador de consumo.Conjunto mecânico, freios e suspensão – A versão DLX é equipada, como dissemos anteriormente, com uma chave eletrônica, bastando se aproximar do scooter para que o seletor de posição seja eletronicamente liberado.

São quatro posições: 1 – ignição ligada; 2 – liberação da abertura do tanque e banco; 3 – ignição desligada e 4 – trava do guidão.

O motor da Honda PCX é o mesmo nas três versões e seu desempenho é absolutamente adequado em qualquer situação. A dosagem da injeção, embora administrada eletronicamente, reage imediatamente ao acelerador, fazendo com que o motor, que gera 13,2 cv, impulsione o Honda com segurança.

Um grande aliado na redução de poluição, com impacto no consumo, é o sistema start/stop, batizado pela Honda de Idling Stop, que desliga o motor após 3 segundos em marcha lenta e volta a acioná-lo ao girar o acelerador.

O consumo é uma das qualidades evidentes. Durante nossa avaliação foram registrados 32 km/litro no cenário predominantemente urbano.  A transmissão com variação constante (CVT) utiliza a clássica polia com diâmetro variável, um componente provado e comprovado ao longo de séculos. Nasceu com Leonardo Da Vinci, em 1490 e, na minha opinião, é o “estado da arte” no campo das transmissões.

A PCX se recusa a frequentar postos de abastecimento com seus 260Km de autonomia.Fotos: Rogério Machado / Honda / Divulgação

As rodas de aro 14 são equipadas com freios a disco com 220 mm de diâmetro, tanto na dianteira quando na traseira, proporcionando uma excelente frenagem em conjunto com o sistema ABS na roda anterior.

Os amortecedores posteriores tiveram o ângulo de inclinação modificado neste ano e os pneus também tem dimensões maiores, sendo o resultado dessas alterações positivo. A altura do solo permite curvas com uma inclinação significativa, além de evitar contato em desníveis mais acentuados.

Preço – O mercado oferece uma ampla gama de scooters. O Honda PCX DLX tem o preço sugerido de R$ 12,99 mil, não incluído o frete.

A versão básica, sem ABS e a chave eletrônica, tem o preço sugerido de R$ 11,85 mil, sem frete.

Cabe ao usuário definir suas condições. O PCX, nas versões DLX e Sport, apresenta o freio anterior ABS e a chave smart key enquanto, a versão básica, mantém o freio combinado (CBS).

*Colaborador

Ficha Técnica:

Tipo: OHC, Monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a líquido

Cilindrada: 149,3 cc

Potência Máxima: 9,74 kW (13,2 cv) a 8.500 rpm

Torque Máximo: 13,5 N.m (1,38 kgf.m) a 5.000 rpm

Transmissão: Tipo V – MATIC

Sistema de Partida: Elétrico

Diâmetro x Curso: 57,3 x 57,9 mm

Relação de Compressão: 10,6:1

Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI

Combustível: Gasolina

Tanque de combustível: 8 Litros

Óleo do motor: 0,9 Litro

Comprimento x Largura x Altura: 1923 x 745 x 1107 mm

Distância entre eixos: 1313 mm

Distância mínima do solo: 137 mm

Altura do assento: 764 mm

Peso Seco: 126 kg

Chassis: Berço duplo

Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico / 100 mm

Suspensão Traseira/Curso: Dois amortecedores / 100 mm

Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 220 mm

Freio Traseiro/Diâmetro: A disco – 220 mm

Pneu Dianteiro: 100/80 – 14M/C 48P

Pneu Traseiro: 120/70-14M/C 61P

Ignição: Eletrônica

Bateria: 12V – 5 Ah

Farol: LED

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Design brasileiro em expansão

Rogério Machado*

de Betim (MG)

O pequeno auditorio serve para tomadas de decisao ainda em fases preliminares.O pequeno auditório serve para tomadas de decisão ainda em fases preliminares

O automóvel é um produto tecnológico e, à medida que evolui, avançam com ele todos os processos empregados no seu projeto, design e produção. Vivemos um tempo em que as mudanças são de tal magnitude que, não raro, chegam a ser disruptivas, ou seja, provocam uma quebra dos modelos existentes e isto se traduz, também, no “modo” de projetar, passando do paradigma linear para o sistêmico.

Centro de estilo da Fiat Betim recebe status de Design Center:

Visitando recentemente o Design Center da FCA (Fiat Chrysler Automóveis), localizado na fabrica da Fiat em Betim (MG), pudemos testemunhar como estas mudanças estão impactando na prática projetual dos novos carros da marca, com reflexos nas linhas de produção, no time-to-market e na qualidade do produto.

Na oportunidade, pudemos conversar com o responsável pelo novo Design Center LATAM, Peter Fassbender, bem como com a equipe de designers, sobre o quanto este processo evoluiu desde que o setor nasceu discretamente em 2002, ainda dependente da matriz na Itália.

De lá para cá, houve uma reordenação do desenho global da FCA, agora com quatro pólos de design, ou Design Centers, localizados em Detroit (EUA), Turim (Itália), Xangai (China) e este aqui, em Betim, ampliado agora para atender a demanda de produtos de toda a América Latina, além de incluir em seu foco de abrangência as brands Jeep e Ram.

O antigo estúdio que, entre outros produtos, serviu de maternidade para a família Adventure e para a picape Toro, era instalado em uma área limitada, o que levou ao longo do tempo para construção de plataformas adicionais em diferentes partes da fábrica, um arranjo que custava tempo nos deslocamentos e um delay das tomadas de decisão.

O mockup para avaliacao do uso dos comandos internos com o veiculo em movimento.O mockup para avaliação do uso dos comandos internos com o veículo em movimento

Estes gargalos levaram a construção do novo Design Center, instalado em um grande complexo localizado no coração da área industrial, entre a engenharia e as linhas de produção, ainda dotado de área útil para futura expansão.

Este novo complexo segue uma arquitetura “pensada” em conjunto com os designers e profissionais que ali exercem suas atividades e foi desenvolvido, também, para promover uma conexão entre a área produtiva e a engenharia, antecipando soluções antes mesmo que o produto ganhe forma definitiva, evitando elevados custos financeiros e reduzindo o tempo de projetação.

UX Lab, o cliente participando do projeto:

Começamos nosso percurso pelo UX Lab (Laboratório para experiências do usuário), um espaço que visa avaliar a capacidade de interação (localização, leitura, acionamento e interpretação) do ser humano com os comandos de bordo, incluindo aí a identificação de ideogramas, o acionamento dos comandos e a expectativa de resposta dos equipamentos.

Para promover esse exercício são utilizados dois mockups de interior (simuladores do ambiente interno dos veículos). Um deles, adaptado para uso de óculos de realidade virtual (VR), possibilitando a opção por diferentes ambientes e condições de iluminação, diurna e noturna.

O outro está em fase de desenvolvimento e possui um simulador de movimento, avaliando a localização e acionamento dos equipamentos por parte do usuário com o veiculo em movimento.

Realidade virtual para medir a percepcao dos comandos.Realidade virtual para medir a percepção dos comandos

O UX Lab conta com uma sala de observações oculta, da qual o analista pode identificar as reações dos usuários sem intimidá-los com a sua presença. Essa base experimental nasceu nos laboratórios no Vale do Silício (EUA).

Virtual Room, o futuro na tela:

Em seguida, conhecemos o Virtual Room, que é dotado de um pequeno auditório e equipado com uma tela de alta definição com dimensões que permitem a visualização de imagens de veículos em dimensões reais.

Esse ambiente funciona para apresentação e discussão de propostas com participação das diversas áreas da fábrica. O equipamento possibilita a manipulação virtual de imagens com simulação de cenários e iluminação, cores de pintura e acabamento.

A tela de vidro possibilita estudar modificações através do line drawing (aplicação de linhas com uso de fitas adesivas) diretamente sobre a imagem. Uma passagem ao lado deste ambiente nos conduz a outra sala que pode receber mockups externos de veículos modificados ou novos modelos.

A iluminação é indireta e, além de não modificar a percepção das cores reais, não produz reflexos indesejáveis. Uma das partes do ambiente é usada para apresentação de propostas de cores externas.

A intervencao direta sobre a imagem no Virtual Room.A intervenção direta sobre a imagem no Virtual Room

Para receber nossa visita, o Design Center expôs ali alguns carros conceito dos últimos anos e pudemos constatar a eficiência e neutralidade da iluminação.

A modelagem, colocando as ideias em três dimensões:

O último laboratório que conhecemos foi um dos pontos altos da visita, a sala de modelagem. Neste laboratório são modeladas novas formas que nasceram dos croquis em papel ou virtuais, sejam para modificações em produtos existentes, seja para novas propostas.

A modelagem é feita com o uso de clay, uma massa específica que utiliza diferentes ceras em sua composição, produzida por cerca de seis ou sete empresas com diferentes formulações, sempre mantidas em segredo.

A intervencao sobre o clay com o uso das ferramentas de modelagem.A intervenção sobre o clay com o uso das ferramentas de modelagem

Nas últimas décadas, o material sofreu mudanças em sua base química com a eliminação do enxofre por razões de saúde, mas continua com a mesma consistência desde a década de 1920, quando começou a ser usado.

A aplicação é feita com o material aquecido a 66°C, temperatura na qual ele adquire uma consistência que permite a moldagem (parecido com as massas infantis). Ao resfriar, ele vai se tornando mais consistente sem perder suas características de moldabilidade com instrumentos específicos que cortam, alisam, removem ou produzem detalhamentos, possibilitando sempre uma revisão da forma.

O clay para modelagem, quase 100 anos a servico do design.O clay para modelagem, quase 100 anos a serviço do design

Um mockup que utiliza parte de um modelo existente e parte modelada em clay.Mockup que utiliza parte de um modelo existente e parte modelada em clay

Antes de esculpir um mockup em tamanho real, são feitos modelos em escala reduzida, cerca de três ou quatro propostas. O processo pode ser realizado através de usinagem computadorizada (não fomos neste ambiente) e a intervenção humana fica para a finalização.

Após definida a forma, a carroceria pode ser escaneada para obtenção das cotas dimensionais e do detalhamento das seções que serão utilizadas na produção dos estampos para produção definitiva, bem como matrizes para injeção de plásticos.

Diversos tipos de películas simulando vidros, plásticos ou pintura automotiva podem ser aplicadas sobre o clay com um resultado bastante realístico.

Um escritório sofisticado:

Após a visita aos laboratórios, fomos ao pavimento superior onde ficam as mesas dos designers, dispostos em um enorme living room equipado com cafeteria, ambiente de leitura e um tablado para apresentação de ideias.

É interessante observar que neste ambiente descontraído são pensados, discutidos e definidos o design do interior, exterior, as cores e os materiais dos veículos que estarão nas ruas no futuro. ​

O ambiente descontraido onde os designers desenvolvem suas ideias.O ambiente descontraído onde os designers desenvolvem suas ideias

Um coffee shop que nao interrompe os projetos.Um coffee shop que não interrompe os projetos

Fotos: Rogério Machado

*o colaborador realizou a visita a convite da FCA – Fiat Chrysler Automóveis

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Linha 2020 do Fiat Cronos ganha versão esportiva HGT

Rogério Machado*

Cronos_HGT_vermelho_003A Fiat apresentou um novo integrante da linha 2020. Trata-se de uma versão do sedan Cronos com apelo esportivo, denominada HGT.

O modelo recebeu um novo tratamento externo e interno sem modificações no setup de suspensão ou no motor. O objetivo foi oferecer um visual mais dinâmico e consiste em uma opção adicional para o consumidor que busca o estilo esportivo sem renunciar ao conforto.

A motorização 1.8 E.torQ Evo VIS recebe o câmbio automático de seis marchas que passa a acompanhar como item de serie todas as versões do Cronos com esse motor.

Cronos_HGT_vermelho_013Na parte externa, o HGT recebeu rodas de 17 polegadas na cor preta. O spoiler traseiro, grades dianteiras e retrovisores também são pintados de preto enquanto, as maçanetas, recebem a mesma cor da carroceria.

Os para-lamas exibem siglas próprias do modelo e as identificações também são escuras. No veiculo apresentado para a imprensa, destaque ficou por conta da pintura do teto na cor preta, esta oferecida como opcional e que diferencia muito o modelo.

Por dentro chamam atenção o painel de instrumentos, a central multimídia de 7 polegadas e os revestimentos do teto, portas e tapetes na cor preta. O ar condicionado é digital.

Cronos_HGT_vermelho_044Os opcionais são o teto com pintura preta, os bancos revestidos com material sintético que imita o couro, a câmera de ré, os side bags e o Kit Tech 2 (composto por chave presencial, retrovisor com rebatimento elétrico e luz de conforto, sensor de chuva, sensor crepuscular e retrovisor eletrocrômico).

Cores – Branco Banchisa, Preto Vulcano, Preto Vesuvio, Prata Bari, Branco Alaska, Vermelho Marsala e as cores adicionais Vermelho Montecarlo e Cinza Silverstone.

Preço – R$ 78,49 mil

Cronos_HGT_vermelho_024Fotos: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

*o colaborador foi convidado pela FCA – Fiat Chrysler Automóveis

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Fiat Argo GSR oferece pacote de equipamentos, de série, recheado

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 09/08/2019)

Além do câmbio automatizado, hatch conta com controles de estabilidade e tração

_DSC2773A Fiat está passando pela maior renovação em sua linha de produtos desde que chegou ao Brasil, há mais de 40 anos. Em 2016 ela lançou a picape média Toro e o subcompacto Mobi, dando início a este processo.

Em 2017, foi a vez do hatch compacto Argo e, no ano seguinte, o seu sedan compacto, o Cronos. De lá para cá, nenhum novo carro foi apresentado, mas a montadora promete 14 novos lançamentos até 2023, entre versões e modelos inéditos.

Além da nova fábrica de motores turbo, já lançada em evento oficial e programada para entrar em atividade no próximo ano, os mais esperados pelo mercado são a nova geração da picape Strada, projeto flagrado em testes nas imediações da fábrica em Betim (MG) e um SUV baseado na plataforma da picape Toro.

Este último será o primeiro utilitário esportivo com a marca Fiat fabricado no Brasil e, como a picape, será produzido na planta da Jeep em Goiana (PE), marca que faz parte do grupo Fiat Chrysler Automóveis Brasil (FCA).

Mercado – No fechamento de 2018, a Fiat figurava em 3° lugar entre todos os carros e comerciais leves emplacados no Brasil, com 13,18% de participação. A Jeep, em 9°, cobria 4,33% deste mercado.

_DSC2770Mesmo somando os resultados das duas marcas da FCA, ela ainda ficou com o 2° lugar, pois a GM fechou o ano com 17,58% do bolo.

Neste ano, até o fechamento de julho, a Fiat e a Jeep não mudaram de posição no ranking, mas conquistaram maior espaço, ficando com 13,77% e 4,95% dos emplacamentos, respectivamente.

Com seus números adicionados 918,72%), o grupo ítalo-americano está à frente da GM, que fechou este mesmo período com 17,73%, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Neste processo de mudança, a família Argo/Cronos assumiu a maior responsabilidade no portfólio de carros da marca. Eles substituíram o Palio e o Siena, entre os compactos de entrada, e o Punto e o Linea, na categoria de modelos premium.

Entre versões, motores e câmbios, o Argo conta com 7 opções e o Cronos com 6 para atenderem às diversas faixas de preços.

_DSC2766São três opções de câmbios (manual de 5 marchas, automatizado de 5 marchas e automático de 6 marchas) e três de motores (1.0 Fyrefly de três cilindros, 1.3 Fyrefly de quatro cilindros e o 1.8 E.torQ de quatro cilindros).

Argo GSR – DC Auto recebeu o Fiat Argo Drive, com o câmbio automatizado GSR, para avaliação. Em abril deste ano publicamos o teste do Cronos Drive com as mesmas configurações de câmbio, motor e equipamentos deste Argo.

Segundo o site da montadora, o Argo Drive 1.3 GSR flex (2020) tem o preço sugerido de R$ 62,79 mil. Como já observamos em outras avaliações com carros da marca, a Fiat só está oferecendo uma cor sólida no preço de entrada dos seus modelos.

No caso do Argo, o preto vulcano. As outras sólidas custam R$ 0,80 mil, as metálicas tem o preço de R$ 2mil e, a branca perolizada, R$ 2,30 mil.

Seus principais equipamentos de série são: ar-condicionado, central multimídia de 9 polegadas com tela touchscreen com Android Auto e Apple Car Play, bluetooth, entrada USB e sistema de reconhecimento de voz, aletas para trocas de marchas atrás do volante e direção elétrica progressiva.

_DSC2797Também estão presentes: ESC (Controle de Estabilidade), TC (Controle de Tração), ESS (Sinalização de frenagem de emergência), gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix), airbag duplo e ABS com EBD.

Completam o pacote o Hill Holder (sistema ativo freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subida), o quadro de instrumentos com tela de 3,5 polegadas multifuncional com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável e o volante com comandos de rádio, telefone e regulagem de altura, entre outros.

Kits – A unidade avaliada ainda estava equipada com três opcionais: o kit Stile (faróis de neblina e rodas de liga leve calçadas com pneus 185/60 R15), o kit Parking (sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico e câmera de ré com linhas dinâmicas) e o kit Convenience (retrovisores externos elétricos com luzes indicadoras de direção integradas e função tilt down) oferecidos por R$ 1,81 mil, R$ 1,87 mil e R$ 1,77 mil, respectivamente.

Essa unidade que recebemos é de um modelo 2018 e a tela do seu multimídia ainda era de 7 polegadas. Agora, ela evoluiu para 9, mas o modelo 2020 do Argo também perdeu equipamentos. Verificamos no configurador do site que o sistema start&stop e o controlador de velocidade não fazem mais parte dos equipamentos desta versão.

_DSC2812O Argo Drive é equipado com o motor Firefly 1.3 flex de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples tracionado por corrente com variação de abertura na admissão e na exaltação.

Com alta taxa de compressão, 13.2/1, seu torque máximo é 14,2/13,7 kgmf às 3.500 rpm e a potência atinge 109/101 cv às 6.250 rpm, com etanol e gasolina respectivamente.

Evolução do câmbio automatizado garante maior rapidez nas trocas de marchas

O câmbio GSR é automatizado de embreagem simples com cinco marchas comandadas por botões localizados no console central. Oferece programação Sport e seleção entre automático e manual.

Os câmbios automatizados são mais recentes, mais baratos e menos eficientes que os automáticos, mas os dois cumprem as mesmas funções. No Brasil, eles foram lançados em 2007, também em um modelo Fiat, o Stilo. A antiga caixa de marchas Dualogic evoluiu bastante até chegar a essa GSR, uma das melhores com essa tecnologia atualmente.

Na verdade, eles são câmbios com embreagem convencional, mas não têm pedal para acioná-la e nem é preciso trocar as marchas. Um conjunto de atuadores aciona a embreagem e troca as marchas, tudo automaticamente.

_DSC2832Desenvolver este sistema só foi possível com o uso da informática para gerenciar todo o processo, algo que explica a pouca idade e o fato dos automatizados ainda estarem evoluindo.

Comparado aos câmbios automáticos, o automatizado GSR não entrega o mesmo conforto, mas ele chega a ser mais rápido nas trocas, tanto ao comando do acelerador, quanto às intervenções pelas aletas, pois seu acoplamento é por disco de embreagem e não por conversor de torque, como nos automáticos convencionais. Esta é uma vantagem do sistema automatizado: deixar o carro mais na mão do condutor.

Nos sistemas mais antigos, as trocas de marchas eram mais lentas e menos suaves. Isto resultava nos soluços tão criticados. Nos automatizados atuais, as trocas são mais rápidas e, os soluços, bem mais raros.

Consumo – Fizemos um novo teste de consumo. Circulamos em um mesmo trecho rodoviário de exatos 38,4 km. Com variações de inclinação e quase sem trânsito, pudemos avaliar o consumo rodando de forma econômica e de forma usual.

Na volta econômica, usamos a marcha mais longa possível e não ultrapassamos as 2.500 rpm. Apenas com etanol no tanque, com o ar-condicionado ligado e regulado na refrigeração média, os vidros fechados e apenas o motorista, registramos 14,4 km/l.

_DSC2834Na forma usual, mantivemos a velocidade máxima permitida nas vias: de 60 km/h, em um trecho de ligação, a 110 km/h, na maior parte do trajeto. Acelerando de forma gradual até atingirmos a velocidade limite das vias, atingimos 12,5 km/l.

As suspensões do Argo Drive têm um acerto mais voltado para o conforto, mas entregam estabilidade suficiente para um hatch familiar. Aqui está a maior diferença que sentimos em relação ao Cronos. Elas trabalham em frequência maior, pois sua traseira é mais leve, diminuindo um pouco o conforto de marcha. No mais, os dois modelos são muito parecidos dinamicamente.

A direção elétrica é muito leve em manobras, chega a ser um pouco pesada e indireta em velocidade, mas não tira o prazer ao dirigir. O sensor de estacionamento traseiro e a câmera de marcha à ré facilitam entrar e sair de vagas apertadas, pois os vidros estreitos e a colunas largas atrapalham a visibilidade, principalmente a cruzada.

A Drive é a versão de entrada do Argo. Os bancos são revestidos em tecido simples, os painéis feitos em plástico rígido, mas tudo bem encaixado e com variação de texturas que valorizam o visual do conjunto. O design das peças é moderno e, o uso de cores e pequenos detalhes cromados, conferem alguma sofisticação.

O ar condicionado é eficiente, apesar de ser analógico. O sistema multimídia funcionou muito bem, tanto conectado ao bluetooth quanto com porta USB, oportunidade em que usamos o  Android Auto. Com este câmbio GSR, comandado por botões, sobra um espaço na base do console central que é perfeito para deixar o celular escondido, mas facilmente alcançável.

_DSC2805O porta-malas comporta 300 litros e o tanque de combustíveis 48 litros, números na média da concorrência. Para quem quer o conforto do câmbio automatizado, e um menor consumo relação ao Argo 1.8 automático, o Argo GSR é uma boa opção. Se o consumo não for determinante, o automático é a melhor opção, pois seus preços estão distantes apenas R$ 1,20 mil.

_DSC2768Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Ford confirma o lançamento do SUV Territory, no Brasil, em 2020

Da Redação

FordTerritory-5A Ford confirmou, hoje (7 de agosto), o lançamento do Territory, um utilitário esportivo de tamanho médio, nos mercados do Brasil e da Argentina em 2020.

O anúncio foi feito por Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul, durante um evento realizado hoje em São Paulo (SP) com jornalistas dos dois países, no qual destacou a importância do novo veículo dentro do processo de transformação do portfólio da marca.

O executivo falou, também, das perspectivas de crescimento da região e apresentou um balanço das ações de produto realizadas pela marca no primeiro semestre.

O Territory foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado como teste de mercado e, desde então, vinha sendo apontado como forte candidato à ampliação da linha no Brasil.

FordTerritory-7A reação positiva que o modelo recebeu tanto por parte do público como da rede de concessionárias da marca foi determinante nessa decisão, informou a montadora.

“A resposta dos consumidores ao Territory foi excelente, especialmente nos aspectos chaves de design externo e interno, espaço e tecnologia. Eu disse então ao nosso time que tínhamos de arregaçar as mangas e trazer rapidamente esse veículo para os consumidores da região. É uma satisfação confirmar agora que ele será lançado no Brasil e na Argentina em 2020”, disse Lyle Watters.

Segundo ele, o Territory é uma combinação perfeita da experiência global da Ford em engenharia, qualidade e manufatura com a competitividade de custos da China para entregar um produto vencedor.

“Ele é um exemplo da rápida transformação da Ford em uma empresa realmente centrada no consumidor, mais conectada e focada em qualidade e serviços, com produtos empolgantes que vão surpreender e encantar os clientes.”, completou Watters.

FordTerritory-6O executivo informou, ainda, que a primeira exibição pública do Territory será feita no próximo mês, no Rock in Rio, festival que tem a Ford como montadora oficial.

SUV de nova geração:

Desenvolvido pela Ford na China em parceria com a JMC, o Territory faz parte de uma nova geração de veículos com conceito avançado e tecnologias encontradas apenas em segmentos superiores, segundo a Ford.

A conectividade é um de seus pontos fortes. Além de carregamento sem fio para celular, central multimídia e painel de instrumentos com telas de 10 polegadas, ele terá um sistema de comunicação em tempo real com modem embarcado conectado ao FordPass que permite ao motorista travar, destravar, dar partida, localizar e obter informações de telemetria do carro remotamente.

Esse recurso também poderá viabilizar a oferta de novos serviços, como seguros baseados no uso do cliente.

FordTerritory-GLopez_LWatters“O Territory é um grande exemplo de como a Ford está se transformando rapidamente para cada vez mais espelhar os consumidores de hoje e do futuro. Ou seja, uma geração conectada, móvel e ativa que quer resolver seus problemas de forma fácil e rápida e tem o tempo como commodity mais valiosa”, afirmou Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford América do Sul.

Além de oferecer o maior espaço da categoria para os passageiros de trás, de acordo com a montadora, o Territory traz equipamentos como câmera de visão 360 graus.

Suas tecnologias de assistência ao motorista incluem piloto automático adaptativo, estacionamento automático, alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego. Mais detalhes do veículo como motorização, versões e preço, serão divulgados mais próximo ao lançamento.

Otimismo na economia:

Lyle Watters mostrou uma visão otimista em relação às perspectivas de crescimento econômico do Brasil e da Argentina, os dois maiores mercados da região. O acordo entre o Mercosul e a União Europeia foi destacado como um dos fatores que contribuem para essa percepção.

FordTerritory-4Fotos: Ford / Divulgação

“Esse acordo é um dos maiores já celebrados no mundo. Ele terá uma implantação gradual, mas vai mudar as relações do Brasil e da Argentina com o mundo. Achamos isso muito importante para a região e em particular para o setor automotivo e vai exigir um intenso trabalho para elevar a nossa competitividade”, disse.

O presidente da Ford América do Sul citou, ainda, a aprovação da reforma da previdência e os esforços do governo e do Congresso em direção ao realismo fiscal como pontos favoráveis dessa evolução. “Na minha visão, estes são os combustíveis para um crescimento sustentável da economia”, afirmou.

O executivo também demonstrou confiança de que a Argentina seguirá um caminho de modernização administrativa e econômica. “Tanto o Brasil como a Argentina estão buscando estímulos para promover o crescimento da economia e, ao refletir sobre esse cenário, sinto-me realmente otimista e motivado a levar os nossos negócios a um novo nível na região”, completou.

Gabriel Lopez, presidente da Ford Argentina, destacou a força da marca no mercado argentino, com uma linha de grandes produtos que será reforçada com a chegada do novo SUV. “O Territory será o próximo capítulo da nossa história de sucesso no país e parte do negócio muito mais forte e sustentável que estamos construindo com uma visão centrada no consumidor.”

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