Nissan Versa 2021: sedan compacto foi renovado

Avaliamos a versão intermediária, Advance, com motor 1.6, de 114 cv, e câmbio CVT

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/07/2021)

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A economia de escala sempre foi fundamental na indústria automotiva. A linha de montagem moderna, criada por Henry Ford, em 1913, possibilitou produzir o maior número de veículos, no menor intervalo de tempo e com o custo mais baixo possível, um padrão para o setor.

De lá para cá, inúmeros aperfeiçoamentos foram promovidos em sua estrutura, como o fornecimento de peças que não geram estoque, o famoso “Just in time”, e a robotização, por exemplo.

Atualmente, a padronização de modelos já é algo do passado. Em uma mesma linha são montados carros diferentes que atendem, especificamente, à demanda de um cliente, isto é, se produz na ordem em que os mesmos são vendidos.

Aparentemente, isso seria um retrocesso, mas não é. Hoje, diversos modelos são montados sobre uma mesma plataforma, usam as mesmas peças mecânicas, elétricas e eletrônicas, diferenciando-se em partes das suas carrocerias e peças internas.

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Alguns carros até usam diversas peças internas iguais, como os modelos Nissan Versa e Kicks, sedan compacto e SUV compacto, respectivamente.

O DC Auto recebeu, para avaliação, a versão intermediaria do novo Nissan Versa, a Advance 1.6 CVT. No site da montadora o seu preço sugerido é R$ 96,19 mil, nas cores branca ou preta sólidas. As pinturas metálicas (vermelha, azul, cinza e prata) custam R$ 1,45 mil. As versões do novo Versa não oferecem opcionais.

Os principais equipamentos de série da Advance são: ar-condicionado; direção elétrica progressiva; comandos de áudio, computador de bordo, controlador de velocidade e telefone no volante; multimídia Nissan Connect com display touch screen colorido de 7 polegadas com Apple CarPlay, Android Auto e bluetooth; painel multifuncional de 7 polegadas com 12 funções; chave inteligente presencial (I-Key) e botão Push Start para partida do motor; acendimento inteligente dos faróis e rodas diamantadas de 16 polegadas calçadas com pneus 205/55, entre outros.

Além dos itens obrigatórios, como os airbags duplos frontais, essa versão traz outros equipamentos de segurança importantes: airbags laterais e de cortina; freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e assistência de frenagem (BA); controles de tração e estabilidade; sistema inteligente de partida em rampa (HSA), sensor de estacionamento traseiro e câmera com linhas auxiliares dinâmicas; alerta de objetos no banco traseiro e faróis de neblina.

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Motor e Câmbio – Todas as versões do novo Nissan Versa têm o mesmo conjunto mecânico. O motor é o 1.6 16V, aspirado e bicombustível, usado amplamente em modelos Nissan e Renault vendidos no Brasil.

Ele tem quatro cilindros em linha, cabeçote com duplo comando de válvulas, variação de abertura na admissão e no escape e é tracionado por corrente. A injeção é indireta, multiponto, e sua taxa de compressão é 10,7/1. O torque máximo atinge 15,5 kgmf às 4.000 rpm e a potência chega aos 114 cv às 5.600 rpm, com ambos os combustíveis.

O câmbio é automático CVT com simulação de seis (6) marchas e seu acoplamento é feito por conversor de torque. Ele não oferece seleção entre automático e manual, mas conta com programação S (Sport), ativada por botão, e posição L(Low) comutável na alavanca.

O porta-malas do Versa comporta bons 482 litros, mas, o tanque de combustíveis, apenas 41 litros. Suas dimensões são: 4,49 metros de comprimento, 2,62 metros de distância entre-eixos, 1,74 metro de largura (sem contar os retrovisores) e 1,46 metro de altura. Essa versão pesa 1.122 kg e a sua carga útil é de 522 kg.

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Design – Como informamos anteriormente, o Versa compartilha inúmeras peças com o Kicks. Porém, o mais interessante é analisar o design dos dois. O Kikcs é um SUV que foi projetado a partir da plataforma do Versa de primeira geração, sedan ainda vendido no nosso mercado com o nome V-Drive.

Mas ele não tem um traço do antigo modelo, ficando muito mais bonito e moderno que o seu doador. Por sinal, ao projetar o Versa atual, a Nissan usou e abusou das referências de design do SUV para fazer o sedan, um caminho inverso ao usual, pois são os hatches e sedans que servem de base para os SUVs e acabam influenciando os seus estilos.

E isso foi ótimo para o novo Versa. Ele adotou o atual DNA dianteiro da Nissan encontrado, principalmente, na grade do radiador. O desenho foi inaugurado no Kicks e recebe o nome de Double V-Motion.

Também ganhou as linhas vincadas e dinâmicas nas laterais, semelhantes às do SUV e o teto flutuante, outra identidade que o Kicks estreou, e que se alastrou pelos modelos da montadora. Mesmo sendo modelos parecidos, externamente, somente a parte superior dos retrovisores são iguais, pois eles são de categorias muito distintas.

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Interior – Já no interior, inúmeras peças são as mesmas. A maioria dos botões, as maçanetas, alavancas, saídas de ar, volantes, painel de instrumentos, console central e todos os equipamentos contidos nele são idênticos.

O painel principal, painel das portas, apoios de braço e os bancos são muito parecidos. Só quem conhece os detalhes é capaz de identificar rapidamente os dois interiores.

Em relação à Exclusive, versão superior, a Advance também é muito parecida internamente. A parte central do painel principal é feita em plástico rígido que imita o revestimento sintético bege que vem na versão mais cara, inclusive as costuras, muito semelhante mesmo.

Nos bancos, a mesma intenção. O revestimento em tecido também tem os detalhes nessa mesma cor, aplicados nas extremidades, tanto nos da frente quanto nos de trás.

Os acabamentos imitando alumínio fosco nas saídas de ar, nos botões do ar-condicionado, no volante e no câmbio são os mesmos nas duas versões. Eles só não estão nas molduras dos controles dos vidros elétricos dianteiros da Advance, um pequeno detalhe, mas que faz diferença.

Existem áreas revestidas e macias nos apoios de braço das quatro portas, algo raro, assim como os puxadores traseiros feitos em material que imita fibra de carbono, iguais aos puxadores dianteiros. Peças em preto brilhante e algumas cromadas, como as maçanetas, conferem mais requinte ao interior.

Ergonomia – O modelo tem espaço de sobra para as pernas e ombros de quatro adultos, mas a cabeça de pessoas com mais de 1,80 metro esbarra no teto na parte traseira. Até um quinto adulto se acomoda bem para percursos mais curtos, pois o console central não invade a traseira e o túnel não é tão elevado. Uma criança viaja confortavelmente.

A ergonomia do Versa é como deveria ser em todos os sedans. Os bancos dianteiros permitem que se assente bem baixo, envolvido pela cabine do carro. Os comandos estão todos à mão e o ar-condicionado e o multimídia possuem botões físicos giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

O sistema de refrigeração é manual, eficiente no resfriamento e conta com três botões giratórios que permitem uso cego, o mais seguro. Eles comandam o direcionamento do fluxo, a intensidade e a temperatura do ar, as funções mais importantes a serem operadas.

Quatro botões de pressão completam os controles: ligar e desligar a refrigeração, ligar e desligar o desembaçador do vidro traseiro, recircular o ar e permitir que o ar venha de fora da cabine.

Consumo de combustível do modelo surpreende

No multimídia também existem comandos físicos que permitem este uso mais correto. O botão giratório direito liga e desliga o sistema e controla o volume. O esquerdo troca as faixas e é um atalho às regulagens do áudio. Oito comandos de pressão dão acesso a outros recursos relevantes.

Tanto com o celular pareado, quanto espelhado, o multimídia funcionou muito bem para reproduzir músicas. Porém, quando atendíamos ao telefone, algumas ligações caíam, pois o sistema inicial das chamadas desabilitou-se sozinho. Observamos essa falha, também, quando avaliamos a versão Exclusive.

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A qualidade do som é ótima para um equipamento sem assinatura de uma marca especializada. O tamanho da tela é o mínimo exigido atualmente. A sensibilidade ao toque e a velocidade de processamento estão na média. Definição e brilho da tela podem melhorar.

O computador de bordo, as informações e configurações do veículo, além do conta giros, são exibidos em uma tela HD de 7 polegadas com 12 funções posicionada no quadro de instrumentos.

Controlado por botões bem organizados no volante, este painel oferece diversas páginas com informações múltiplas que ajudam com diversos dados úteis. O velocímetro é analógico.

Rodando – A direção elétrica é bem leve para manobras de estacionamento, mas fica mais pesada que o ideal em velocidades intermediárias. Nas velocidades maiores, o peso garante a segurança necessária.

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Os sensores de aproximação e a câmera com guias gráficas dinâmicas ajudam bastante nas manobras de estacionamento, pois a traseira é alta e a coluna “C” não tem janela espia.

O conjunto motriz está calibrado para extrair a maior eficiência energética possível. O motor entrega potência e torque suficientes para dar agilidade ao Versa em uma condução familiar, nada esportiva. O câmbio funciona como um CVT convencional, deixando a rotação na faixa de giro que garanta o menor consumo.

Apenas quando mais exigido, ele simula as seis marchas, criando a sensação de um câmbio automático convencional. Ao usar o modo S, o motor trabalha em rotações bem mais altas, 1.500 rpm a mais, em média. Nessas condições, o câmbio fica mais preciso nas trocas e o desempenho melhora um pouco.

O recurso também ajuda no freio motor em altas velocidades, assim como o modo L atua nas baixas rotações. Porém, eles são apenas paliativos. O ideal seriam as aletas (shift paddles) atrás do volante para comutar as marcha livremente ou, pelo menos, a possibilidade de trocá-las por meio da própria alavanca de marchas.

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O conforto acústico ao rodar é uma das principais qualidades do Versa. O uso de materiais de isolamento robustos, guarnições duplas, carpetes e espumas expandidas garantem silêncio a bordo acima da média para a categoria.

Aos 90 km/h é possível circular com o motor girando às 1.600 rpm. Aos 110 km/h, às 1.900 rpm. Em ambas situações, não se escuta o motor. Na velocidade mais baixa, o atrito dos pneus é tudo que se ouve. Na mais rápida, o vento contra a carroceria aparece e se soma ao primeiro ruído, mas de forma contida.

O Versa é muito estável dinamicamente, pois essa é a prioridade no acerto das suas suspensões.  Mesmo mais rígidas, elas entregam conforto de marcha e trabalham em silêncio sobre pisos lisos ou ondulados.

Em pisos mal conservados, esburacados ou em lombadas mais salientes, o conjunto sofre para isolar a cabine, aparentando trabalhar no limite e chega ao fim de curso nos impactos maiores.

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Consumo – O Novo Versa já tinha passado pelo nosso teste padrão de consumo abastecido com etanol. Os resultados foram bons para um motor 1.6 com câmbio CVT. Agora, usando gasolina, ele foi ainda melhor, superando no circuito rodoviário o Onix 1.0 turbo com câmbio automático, o modelo que testamos antes do Versa, e o melhor até então. Abaixo, a título de comparação, publicamos o consumo do sedan da Nissan com os dois combustíveis.

No teste rodoviário realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo os 90 km/h e outra, os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. O mesmo motorista, tanque com no mínimo de ¾ de combustível, vidros fechados, faróis acesos, ar-condicionado na temperatura média e ventilação na segunda velocidade completam a padronização.

Na menor velocidade o consumo foi de 14,3 km/l com etanol e 20,5 km/l com gasolina. Na mais rápida, a média registrada caiu para 12,7 km/l com etanol e 18,1 km/l com gasolina. Esses números só foram possíveis pela baixa rotação do motor em velocidade de cruzeiro e pela boa aerodinâmica do sedan.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5s e 50s. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso. Seguindo os padrões complementares descritos acima, o Novo Versa atingiu as médias de 6,7 km/l com etanol e 9,5 km/l com gasolina. Se ele fosse equipado com o sistema stop/start, recurso que desliga o motor nas paradas em semáforos, seu consumo urbano poderia ser melhor.

DSCN0068Fotos: Amintas Vidal

O novo Versa está muito mais refinado que o modelo da antiga geração, tanto em acabamento, como em isolamento acústico e calibração das suspensões.  Todas as suas versões são muito bem equipadas, contando com os sistemas de segurança mais importantes e algumas conveniências, como a chave presencial. 

As diferenças de preços entre as três versões com câmbio CVT estão em uma média de R$ 9 mil, valor próximo aos 10% dos seus preços totais. A versão Advance é a mais equilibrada, mas a Sense atende bem a quem quer pagar menos e, a Exclusive, traz tecnologias interessantes para quem pode pagar mais.

*Colaborador

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Hyundai libera primeiras imagens do novo Creta 2022

Da Redação

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A partir de hoje, a Hyundai Motor Brasil disponibiliza em seus canais digitais no YouTube, Facebook, Instagram, e em uma página exclusiva em seu website, as primeiras imagens oficiais do Creta Nova Geração 2022.

O vídeo, de cerca de um minuto, reforça os recursos de conectividade e tecnologia embarcada, muitos deles inéditos para a categoria, mantendo ainda certo suspense sobre as formas externas do veículo.

A renovação do SUV Creta vem sendo aguardada ao longo deste ano e, pelo vídeo, é possível conferir a sofisticação diferenciada para o modelo que será produzido na fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP).

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A conectividade veicular a partir do Hyundai Bluelink abre o vídeo, que passa, na sequência, para a assinatura moderna das luzes diurnas em LED e dos faróis Full LED, marcando o estilo inconfundível e totalmente renovado do carro.

Merece destaque a central multimídia blueNAV com tela de 10,25 polegadas, navegação embarcada e conexão para Apple CarPlay e Android Auto.

Também é possível observar recursos como o freio de estacionamento eletrônico, ativado por meio de um simples toque de botão, painel digital colorido de 7 polegadas, borboletas para troca de marcha no volante multifuncional com design esportivo e ergonômico e, finalmente, câmera para monitoramento de ponto cego, que amplia o campo de visão do condutor e aumenta a segurança nas mudanças de faixa.

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O Creta Nova Geração 2022 trará para o Brasil o Hyundai SmartSense, um pacote de segurança que reúne soluções inteligentes como sistema de frenagem autônomo, assistente de permanência em faixa e controle de velocidade adaptativo, entre outros, que auxiliam em situações difíceis no trânsito e contribuem para uma experiência de condução mais tranquila e segura.

O vídeo termina com a indicação de que as vendas começam mais para o fim deste ano: Verão 2021/2022.

Outras características do Creta Nova Geração 2022 serão reveladas nas próximas semanas.

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Para assistir ao vídeo, visite https://hyundai.com.br/a-vida-tem-espaco-pra-mais.html ou acesse as redes sociais da Hyundai.

Abaixo, o Creta em sua versão já vendida em países do exterior nos quais foi lançado, e que apresenta design quase idêntico ao que será comercializado no Brasil.

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Novo+Hyundai+Creta+Rússia+dianteira+lateralFotos: Hyundai Motor Brasil / Divulgação

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Novo Porsche Macan já está disponível no Brasil

Da Redação

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A Porsche apresentou o novo Macan. O modelo chega com maior desempenho e um design mais agressivo. Todas as três versões disponíveis vêm com potência significativamente maior do que suas versões anteriores.

Como o carro-chefe esportivo da linha de SUV’s, o Macan GTS está no topo da linha. Seu motor biturbo V6 de 2,9 litros agora oferece 440 cv, um aumento de 60 cv.

Com a capacidade de resposta e entrega de potência típicas dos automóveis Porsche GTS, ele acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos quando equipado com o pacote Sport Chrono e atinge uma velocidade máxima de 272 km/h.

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O Macan S, agora, também está equipado com um motor biturbo V6 de 2,9 litros que produz 26 cv a mais de potência do que antes, com 380 cv. Isso impulsiona o veículo da condição parado até 100 km/h em 4,6 segundos, enquanto proporciona uma velocidade máxima de até 259 km/h.

Um motor de quatro cilindros turboalimentado recentemente desenvolvido com 265 cv serve como ponto de entrada para o universo do Macan. Ele completa a aceleração padrão de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos e atinge uma velocidade máxima de 232 km/h.

Todos os motores são acoplados ao câmbio de dupla embreagem (PDK) de sete (7) velocidades e ao sistema de tração nas quatro rodas Porsche Traction Management (PTM).

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Os novos modelos Macan também oferecem uma largura de banda de suspensão ampla, equilibrando o conforto máximo da suspensão e o desempenho dinâmico dos automóveis esportivos.

O chassi foi otimizado ainda mais: o Macan agora responde com mais sensibilidade ainda e, mais diretamente à situação de condução e às condições da estrada, dando ao motorista uma resposta melhor por meio do volante de direção.

Para isso, elementos como as características do amortecedor do Gerenciamento de Suspensão Ativa Porshe (PASM) foram readequados especificamente para este modelo. Ele regula ativa e continuamente a força de amortecimento individualmente para cada roda.

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O PASM está disponível como opcional para o Macan e é de série para os modelos S e GTS.

O Macan GTS agora se diferencia ainda mais do que antes dos outros modelos, com a suspensão pneumática esportiva, agora de série, que abaixa a carroceria em 10 milímetros.

Os benefícios dinâmicos do novo GTS se devem, principalmente, ao fato de que a suspensão pneumática é 10% mais rígida no eixo dianteiro e 15% mais firme no eixo traseiro em comparação com seu antecessor.

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O pacote opcional GTS Sport aumenta ainda mais o potencial dinâmico do automóvel, com rodas de design GT de 21 polegadas com pneus de alto desempenho, Porsche Torque Vectoring Plus (PTV Plus) e o pacote Sport Chrono.

A Porsche aprimorou o visual de seu SUV compacto com várias modificações específicas. O nariz redesenhado com uma incrustação na cor externa enfatiza a largura do Macan, tornando-o mais imponente na estrada.

No novo GTS, o centro da seção do nariz, bem como outros elementos, têm acabamento em preto. A parte traseira agora é arredondada e conta com um difusor atraente.

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Na traseira e na extremidade dianteira, o modelo apresenta uma nova estrutura 3D, que também é disponível como opcional para as chapas laterais do veículo. Os faróis LED com o Sistema de Iluminação Dinâmico Porsche (PDLS) e os retrovisores externos Sport Design agora são itens de série em todos os modelos.

Um total de 14 cores estão disponíveis para o novo Macan, incluindo as novas cores Papaya metálico e azul Genciana metálico, bem como o verde Python para o Macan GTS com o pacote GTS Sport.

Com suas opções de cor individual e pintura para amostra, o Porsche Exclusive Manufaktur expande significativamente a liberdade de design do Macan.

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Rodas maiores também são fornecidas como equipamento de série: elas medem pelo menos 19 polegadas para o Macan, 20 polegadas para o Macan S e 21 polegadas para o Macan GTS. Um total de sete novos designs de rodas também foram adicionados à linha.

O novo Porsche Macan oferece um interior substancialmente aprimorado com um console central moderno e elegante. Seu novo conceito de operação, que faz uso de superfícies de toque em vez de botões táteis, traz uma estrutura clara para o posto do motorista.

Uma nova alavanca seletora mais curta fica no centro do módulo de controle distintamente organizado. O relógio analógico na parte superior do painel agora também é equipamento de série.

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Vários estofados em couro e pacotes de costura contrastante em azul Genciana, Papaya ou Crayon estão disponíveis como opcional para adicionar novos destaques de cor ao interior.

O Macan continua a oferecer muitas funções e serviços online de série. Estes podem ser controlados através da tela tátil full HD de 10,9 polegadas do Gerenciamento de Comunicação Porsche ou por meio de comandos de voz. O Macan adota os novos volantes de direção GT Sport multifuncional do 911.

Além dos benefícios dinâmicos e dos realces pretos na parte externa, o pacote GTS Sport disponível apenas para o modelo top também contém equipamentos específicos e exclusivos para a parte interna.

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Isso inclui bancos esportivos de 18 posições, o pacote de interior em carbono, estofamento Race-Tex com elementos de couro estendidos, vários itens com costuras contrastantes e letras GTS em Verde Python.

Os novos modelos já estão disponíveis para encomenda no Brasil e tem preços públicos sugeridos a partir de R$ 415 mil para o Macan, R$ 539 mil para o Macan S e R$ 635 mil para o Macan GTS.

P21_0348_a4_rgbFotos: Victor Jon Goico / Porsche / Divulgação

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Nissan aposta na eletrificação e quintuplica o número de lojas que vendem o Leaf

Da Redação

BAIXA-0602Pedro Bicudo / Nissan / Divulgação

A Nissan vai dar um novo passo para ajudar a consolidar a mobilidade elétrica no Brasil e dar oportunidade a mais brasileiros conhecerem e terem acesso ao seu modelo elétrico, o Nissan Leaf.

A marca japonesa anunciou, hoje, o início da 2ª Fase do Plano de Eletrificação no País, dando continuidade com consistência ao caminho que começou a percorrer em 2019, quando foi lançada a 1ª fase.

A nova fase tem como um dos seus principais marcos a ampliação da rede de concessionárias autorizadas a vender e ter serviços de pós-vendas dedicados aos carros elétricos.

A Nissan vai mais que quintuplicar esta rede especializada e, com isso, passará a disponibilizar o Leafem todas as regiões do Brasil.

Se a primeira fase começou com 7 concessionárias em 5 Estados e no Distrito Federal, em 3 regiões do País, a partir de setembro, a rede passa a ter 44 lojas. Elas estarão distribuídas por 15 Estados e o Distrito Federal.

Esta rede começa agora a ser preparada para ter o atendimento completo, com vendas e serviço de oficina, ou atuar como ponto de vendas.

Em setembro, todas terão completado os treinamentos específicos para atender aos clientes de carros elétricos, feito as adaptações necessárias em suas infraestruturas e recebido as ferramentas e equipamentos para garantir a manutenção seguindo o padrão global da Nissan, no caso das lojas que tiverem serviço de oficina especializada para elétricos.

“Mesmo disponível apenas em 7 lojas, o Nissan Leaf se transformou em um dos carros elétricos mais vendidos do Brasil. Foi um período importante para entendermos melhor as características dos clientes deste segmento ainda em formação e nos deu a base para planejar esse novo passo e decidirmos mais do que quintuplicar a rede. Estamos preparados e com as baterias carregadas para levarmos os elétricos para outro patamar no mercado nacional”, afirmou Tiago Castro, diretor sênior de marketing e vendas da Nissan do Brasil.

Juntamente com a ampliação da rede para disponibilizar o Nissan Leaf, a empresa também integrou o seu carro elétrico no Showroom Virtual Nissan, lançado recentemente.

O recurso digital permite a imersão interativa com os produtos Nissan por meio de realidade virtual, fotos e vídeos que destacam os seus atributos e tecnologias, em um ambiente democrático aos diferentes dispositivos.

A segunda fase do Plano de Eletrificação, porém, vai além e a Nissan está preparando novas ações para reforçar a mobilidade elétrica no País.

Além da expansão das concessionárias credenciadas para a venda do Leaf, o projeto conta com três outros pilares: contribuir com a rede de infraestrutura de recarga, desmistificar dúvidas sobre a utilização e funcionamento dos carros elétricos e formar novas parcerias para reforçar o segmento e permitir que o Brasil desenvolva conhecimento e tecnologia ligados à eletrificação.

“A Nissan tem experiência mundial de mais de 10 anos na comercialização de carros elétricos e já vendeu mais de 500 mil unidades do Leaf em mais de 50 países. No Brasil, estes dois anos de pioneirismo no segmento também nos fizeram conhecer melhor os clientes. Agora, unindo o nosso conhecimento mundial com as particularidades e demandas locais, estamos prontos para a nova fase, que começa agora e vai evoluir rapidamente. Estamos chegando a todas as regiões e teremos muitas outras novidades nos próximos meses”, reforçou Airton Cousseau, presidente da Nissan Mercosul e diretor geral da Nissan do Brasil.

A empresa também vem desenvolvendo esta nova cultura em solo nacional por meio de ações e projetos que incentivem o uso e apoiem o estudo da tecnologia e de soluções ligadas aos automóveis elétricos.

Para incentivar o conhecimento sobre os carros elétricos e desmistificar receios sobre esse tipo de mobilidade, em novembro de 2020, a empresa japonesa e a locadora Movida fecharam uma parceria para disponibilizar o Nissan Leaf para o aluguel tanto para clientes pessoa física quanto jurídica, desde o aluguel eventual até o de longo prazo.

Na área da pesquisa e democratização do conhecimento, desde 2018, por exemplo, a fabricante de veículos tem uma parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de estudar soluções para o futuro das baterias usadas de veículos elétricos.

No projeto mais recente desta parceria, estão sendo testadas baterias de segunda vida do Nissan Leaf para armazenar energia de postes de luz equipados com painel solar fotovoltaico. Eles são alimentados por uma combinação de painéis solares no topo e baterias do veículo elétrico na base.

Em parceria com o Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) e o Instituto de Tecnologia Aplicada e Inovação (ITAI), a Nissan vem apoiando o desenvolvimento nacional de carregadores bidirecionais.

Esses carregadores criam um novo ecossistema fazendo com que os carros elétricos funcionem como uma solução para compartilhamento de energia com a casa do consumidor, edifícios comerciais e a rede.

A Nissan também desenvolve estudos com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) para o desenvolvimento tecnológico do uso do bioetanol para veículos movidos à Célula de Combustível.

O Leaf, modelo 100% elétrico da Nissan, tem mais de 500 mil unidades vendidas em todo o mundo. A atual geração, a segunda do modelo, é comercializada no Brasil desde 2019.

O modelo é produzido em três países, de três continentes diferentes, e é comercializado em mais de 50 mercados pelo mundo.

O Nissan Leaf está equipado com um conjunto de tecnologias avançadas. Ele conta, por exemplo, com o inovador e-Pedal, que permite o condutor simplificar movimentos na hora de acelerar, desacelerar e parar o carro, pois pode utilizar somente o pedal do acelerador para todas essas ações – algo revolucionário e que representa uma nova maneira de dirigir.

Com um moderno e-powertrain, o modelo conta com uma grande eficiência energética por meio baterias de íon-lítio de 40 kWh. O conjunto oferece um bom desempenho ao entregar potência equivalente a 149 cv (110 kW) e torque de 32,6 kgfm. É desempenho com emissão zero.

Tudo isso com uma economia significativa com recarga/abastecimento. Em um levantamento da Nissan do Brasil com dados médios de mercado para o custo do litro de gasolina e do quilowatt-hora (kWh), a redução de custos de recarga/abastecimento pode chegar a 75% ao se rodar com um Nissan Leaf em comparação com um automóvel de tamanho similar com motor a combustão.

Locais com concessionárias homologadas para vender o Nissan LEAF:

Amapá (Macapá)

Amazonas (Manaus)

Bahia (Salvador)

Ceará (Fortaleza)

Distrito Federal (Brasília)

Espírito Santo (Cachoeiro de Itapemirim)

Mato Grosso (Cuiabá, Rondonópolis e Sinop)

Minas Gerais (Belo Horizonte)

Goiás (Goiânia)

Pará (Ananindeua, Belém e Marabá)

Paraná (Curitiba e Foz do Iguaçu)

Pernambuco (Recife -2)

Rio de Janeiro (Rio de Janeiro – 3)

Rio Grande do Sul (Caxias do Sul, Gravataí, Ijuí e Porto Alegre)

Santa Catarina (Araranguá, Balneário Camboriú e Florianópolis)

São Paulo (Campinas, Cotia, Franca, Guaratinguetá, Indaiatuba, Ribeirão Preto – 2, Santo André, São José dos Campos e São Paulo – 7)

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Avaliamos o Onix Premier 1.0 turbo

Versão de topo da gama do hatch compacto da Chevrolet é muito bem equipada

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/07/2021)

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O Onix e o Onix Plus (antigo Prisma) são os principais modelos da Chevrolet no Brasil. Desde 2015, eles lideravam as vendas entre os hatches e os sedans, respectivamente, chegando a emplacar até o dobro de unidades em relação aos seus concorrentes mais próximos, em alguns meses deste período.

O desempenho surpreendente levou a montadora americana à liderança do nosso mercado durante cinco anos, até o fechamento de 2020.

A procura pela dupla continuou alta em 2021, mas a oferta foi caindo gradualmente, até a Chevrolet paralisar a sua montagem na unidade de Gravataí (RS) em abril. Segundo a marca, a cadeia de suprimentos da indústria automotiva na América do Sul foi impactada pelas paradas de produção durante a pandemia e pela recuperação do mercado mais rápida do que o esperado.

Líder e terceiro colocado entre todos os automóveis vendidos em 2020, Onix e Onix Plus caíram para a 3ª e para a 11ª posições, respectivamente, no acumulado dos últimos seis meses, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A importância dos dois modelos aparece na queda sofrida pela GM. Da primeira colocação, com 18,13% de participação entre os automóveis e comerciais leves em 2020, ela desceu para a sétima posição, com apenas 6,86% deste bolo, no fechamento do último semestre.

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Programada para retornar em agosto, a produção dos modelos já está comprometida até o fim de setembro. Segundo revendedores, os carros vendidos atualmente só chegarão aos seus donos em outubro, consequência da grande demanda reprimida por essa paralisação.

O DC Auto recebeu, para avaliação, o Chevrolet Onix Premier 1.0, automático, versão de topo de linha do modelo. No site da montadora, seu preço sugerido é de R$ 89,88 mil, curiosamente, apenas na cor preta metálica. A cor branca sólida custa R$ 850,00  e todas as outras metálicas (prata, cinza, azul e vermelha) acrescem R$ 1,60 mil ao valor inicial.

Equipamentos – A versão vem completa de série, ela não oferece opcionais, mas tem dois pacotes com diferenças nas cores dos acabamentos internos: cinza claro ou caramelo.

Seus principais equipamentos são: sistema de atendimento remoto OnStar com Wi-Fi embarcado; multimídia MyLink com tela LCD de 8 polegadas, espelhamento sem fio e pareamento; carregador de celular por indução; ar-condicionado automático e digital; direção elétrica com coluna regulável em altura e profundidade; volante com os comandos do rádio, do celular e do controlador de velocidade de cruzeiro; chave presencial para abertura e fechamento das portas e partida por botão; computador de bordo com display de 3,5 polegadas; vidro elétrico nas quatro portas com acionamento por um toque; revestimento de volante e bancos em material sintético que imita o couro; banco do motorista com regulagem de altura; banco traseiro bipartido e rodas em alumínio de 16 polegadas calçadas com pneus 195/55.

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São muitos os equipamentos de segurança: seis airbags; ABS; sistema de fixação de cadeiras para crianças (Isofix e Top Tether); controles eletrônicos de estabilidade e tração; assistente de partida em aclive; assistente de estacionamento automático; alerta de ponto cego; faróis tipo projetor, sensor crepuscular e lanternas em LED; regulagem elétrica de altura dos faróis; luz de posição em LED; sensor de estacionamento dianteiro, lateral e traseiro e câmera de marcha à ré são os destaques.

Motor e Câmbio – O motor tem bloco de três cilindros, 1.0 litro de capacidade e 12 válvulas. Turbo alimentado e bicombustível, conta com injeção indireta multiponto, duplo comando de válvulas e é tracionado por correia dentada com variação de abertura na admissão e na exaustão.

Ele rende 116 cv às 5.500 rpm com ambos os combustíveis. Seu torque atinge 16,8/16,3 kgfm às 2.000 rpm com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com seis (6) marchas. Ele permite limitar a marcha mais longa por meio de botão posicionado na lateral da manopla da alavanca, recurso para o uso do freio motor. O acoplamento é feito por conversor de torque.

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O Onix de segunda geração é um pouco maior que o da primeira. Suas linhas são mais agressivas, principalmente sua dianteira, parte atualizada com a nova identidade usada nos modelos americanos da Chevrolet.

Porém, seus maiores ganhos foram em segurança e nas inovações mecânicas. De zero estrela no teste de impacto do Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe (Latin NCAP), evoluiu para a pontuação máxima, cinco estrelas.  Ao adotar motores de três cilindros, aspirado e turbo, ele se igualou aos modelos concorrentes mais modernos.

As novas medidas externas são: 4,16 metros de comprimento, 1,73 metro de largura, 1,47 metro de altura e 2,55 metros de distância entre-eixos. Mesmo um pouco maior, essa nova geração perdeu volume no tanque de combustíveis, de 55 para 44 litros, e no porta-malas, de 280 para 275 litros. O modelo pesa 1.113 kg e sua capacidade de carga total é de 375 kg.

Interior – Além dessas diferenças entre as duas gerações, podemos dizer que o novo Onix ganhou nova personalidade, física e dinâmica. O interior é mais refinado, tanto em design das peças, quanto na aparência do material de acabamento. O acerto das suspensões e os novos motores mudaram o seu comportamento de marcha.

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Todas as peças internas apresentam desenho e volumes bem mais elaborados, passando a impressão de ser um modelo de categoria superior. Cores e texturas dos materiais de acabamento também corroboram com essa percepção, mas esses materiais não são macios ao toque e nem mesmo apresentam qualidade superior dos plásticos, ficando na média da categoria.

O material sintético de revestimento dos bancos dianteiros e dos encostos de braço, assim como o plástico do centro do painel principal, apresentam uma combinação de preto, cinza e caramelo, na verdade, bege, um padrão comum em carros mais clássicos.

Essa coloração agrega mais requinte, mas não combina tanto com a modernidade do Onix. O padrão em cinza claro, também disponível para essa versão, é mais pertinente com o design do modelo.

A ergonomia na cabine tem muitos acertos e pequenas falhas. Todos os comandos dos equipamentos de bordo têm botões giratórios para as funções principais e de pressão para os secundários, arquitetura ideal.

Os sistemas que estão no painel principal estão à mão e permitem fácil operação. Os comandos dos vidros e retrovisores elétricos ficam agrupados à frente do apoio de braço, algo que permite seu uso sem grande movimento dos braços.

Diversos comandos únicos ou duplicados estão concentrados na parte da frente do volante e nas hastes satélites da coluna de direção. Teoricamente, essas posições são adequadas, mas no caso do Onix, existe um exagero de funções.

Com o tempo se acostuma e o uso fica mais intuitivo, mas, no princípio, é confuso. Priorizar as funções essenciais, usar a parte de trás do volante para comandos cegos, os tipos mais seguros, e deixar as hastes com menos operações, seria mais ergonômico.

Os bancos dianteiros são estreitos, mas as elevações laterais seguram bem o corpo. Os assentos dianteiros e traseiros poderiam ser mais compridos para apoiar melhor as pernas. A espuma dos bancos deveria ser mais densa para não cansar os passageiros em viagens longas.

O interior é muito bom para quatro adultos de estatura média. Suas pernas, ombros e cabeças ficam confortáveis em todas as posições. Ao centro do banco traseiro, apenas uma criança viaja com conforto. Outro adulto, só viaja bem em percursos menores, pois o console central rouba espaço das pernas e pés e o assento reduz área de apoio do corpo.

Ao contrário dos complexos comandos do volante e das hastes satélites, todos os equipamentos de bordo são fáceis de operar e funcionam com precisão. Seus botões são os essenciais e estão separados em três níveis distintos: ar-condicionado abaixo, sistemas de segurança logo acima e multimídia destacado sobre o painel.

O ar-condicionado tem zona única, resfria em tempo normal, mantém a temperatura de forma estável e não produz muito ruído. Os comandos permitem uso cego para temperatura e velocidade da ventilação e as operações são replicadas na tela do multimídia. Também neste sistema existe uma página dedicada para operação do ar-condicionado direto na tela.

Botões de pressão comandam as travas das portas, o pisca alerta, desativam o controle de estabilidade e os sensores de aproximação e ativam o assistente de estacionamento automático.

Multimídia – O sistema multimídia de 8 polegadas está entre os melhores do mercado. Seus poucos botões entregam as operações mais importantes. Ligar, desligar e volume estão concentrados em um botão que permite uso cego.

A tela não está entre as maiores oferecidas atualmente, mas os grafismos são bem resolvidos e contam com ícones grandes e de fácil identificação. A definição da imagem, sensibilidade ao toque e velocidade de processamento são muito boas, comparável às melhores que existem.

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Espelhando ou pareando o celular o sistema funcionou com precisão. A qualidade sonora é boa, mas a potência não é tão alta, deixando médio o volume das músicas baixadas em streaming.

O Wi-Fi embarcado permite conexão do carro com o celular para fornecimento de diversas informações do veículo e a realização de algumas operações remotas.

A direção elétrica é leve e bem direta. O aro do volante é relativamente fino, garantindo boa pega, até, para mãos pequenas. Manobras de estacionamento são bem monitoradas por sensores de aproximação dianteiros e traseiros. A câmera de marcha à ré não tem linhas guias e sua imagem não é das mais definidas, mas compensa a pouca visibilidade, pois a traseira é alta e, o vidro, estreito.

O assistente de estacionamento automático é uma tecnologia que ajuda bastante, mas precisa de condições ideais para ser usado. Um bom espaço entre os carros e um trânsito tranquilo, para que o sistema reconheça as vagas, são necessários.

Contudo, é uma função de uso eventual. Já o alerta de ponto cego é muito útil e preciso, auxiliando continuamente em todos os momentos.

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Desempenho do motor entrega força e vigor ao modelo

Tecnologias à parte, o que empolga no novo Onix é sua dinâmica. Nessa versão, que tem regulagem de altura para o banco do motorista, é possível assentar mais próximo ao piso, característica rara nos modelos atuais.

As suspensões são mais rígidas, privilegiando a estabilidade. O Onix não é desconfortável, mas deixa o motorista conectado aos trabalhos mecânicos de direção e amortecimento, um prazer para quem gosta de sentir o carro ao dirigir.

Além deste diferencial, o que faz sorrisos se abrirem é o desempenho do motor 1.0 turbo. Mesmo demorando uma fração de segundo para reagir ao acelerador, provavelmente por ter injeção indireta, o propulsor entrega muita força com pouca rotação e acelera o carro com vigor, tanto em arrancadas quanto em retomadas.

Aos 110 km/h, e de sexta marcha, a rotação fica um pouco acima das 2.000 rpm. Nessas condições, apenas o vento contra a carroceria e o atrito dos pneus são ouvidos, porém, muito contidos.

Acima das 3.000 rpm o motor aparece, mas seu ruído é quase musical, grave, não estridente, mas com o trabalho estalado das válvulas ao fundo, lembrando, mesmo que de longe, o som dos motores de seis cilindros do saudoso Opala.

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Consumo – O Onix 1.0 turbo foi o melhor carro não híbrido em nossos testes padronizados de consumo.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta, atingimos 20,1 km/l. Na mais rápida, 17,2 km/l, sempre com gasolina no tanque.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso. O Onix 1.0 turbo finalizou o teste com 11,3 km/l de gasolina.

Espaçoso, e com um sistema multimídia avançado para a época, o Onix de primeira geração conquistou os brasileiros e levou a GM à liderança do mercado nacional, mesmo zerando nos testes de impacto, com informamos anteriormente.

Agora, muito mais refinado e seguro, ele está entre os melhores hatches nacionais e, provavelmente, retomará seu reinado quando sua produção for normalizada.

Para quem pode pagar, a versão Premier entrega tecnologias acima da média. Mas a linha do Onix é ampla e existe, até, uma versão turbo, automática, abaixo dos R$ 70 mil.

DSCN0001Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Nova BMW G 310 GS acelera a produção da planta em Manaus

Da Redação

unnamedBMW Group / Divulgação

A fábrica do BMW Group de Manaus (AM) acelera suas operações com o início da produção da mais nova geração da BMW G 310 GS, prevista para chegar ao mercado no próximo mês de agosto.

O marco encerra as celebrações dos 40 anos da linha GS, iniciadas em julho do ano passado, e ainda reforça a estratégia da BMW Motorrad de liderar o segmento premium de motocicletas no mercado brasileiro.

Única unidade do BMW Group fora da Alemanha dedicada à produção de motocicletas, Manaus é responsável, hoje, pela fabricação de nove modelos: G 310 GS, G 310 R, F 750 GS, F 850 GS, F 850 GS Adventure, S 1000 R, S 1000 RR, R 1250 GS e R 1250 GS Adventure.

A planta manauara mantém os níveis de qualidade equivalentes às motos montadas pelo BMW Group em Berlim (Alemanha), comprovados por auditorias realizadas periodicamente por uma equipe qualificada. De lá saem 99% das motocicletas BMW comercializadas no Brasil.

A planta do BMW Group em Manaus emprega atualmente 215 colaboradores, incluindo terceirizados diretos, tem capacidade produtiva de 15 mil unidades anuais e tem previsão de fabricar, em 2021, mais de 10 mil motocicletas. São mais de 50 fornecedores locais na operação.

“Expandimos a nossa capacidade e priorizamos a produção local na planta de Manaus, a fim de garantir um volume que atenda à demanda do mercado nacional. Dessa forma, continuamos focados em proporcionar a melhor experiência ao consumidor brasileiro, com produtos que trazem o melhor da qualidade e tecnologia existente dentro do BMW Group”, afirmou Jefferson Dias, diretor da fábrica de motocicletas do BMW Group em Manaus.

Entusiastas de duas rodas podem aproveitar para adquirir as últimas unidades da atual BMW G 310 GS, que estão com condições especiais neste mês de julho.

“A BMW G 310 GS é um produto de grande relevância para a nossa estratégia comercial. Celebramos um crescimento de vendas na ordem de 42%, no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período do ano passado, e vamos continuar a expandir nossa presença no mercado, oferecendo produtos e experiências premium aos nossos clientes”, ressaltou Julian Mallea, diretor da BMW Motorrad Brasil.

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Jeep celebra 80 anos

Da Redação

Em 15 de julho de 1941, há exatos 80 anos, a antiga Willys-Overland Co. assinou um contrato com o Exército dos Estados Unidos para iniciar a produção do primeiro veículo Jeep militar.

Oitenta anos depois, a marca Jeep atua em todo o mundo com uma linha de produtos que continua se expandindo para novos segmentos, uma comunidade fiel de clientes e a utilização de novas tecnologias, como a dos veículos elétricos 4xe, como a evolução de oito décadas de liderança no setor.

Em 2021, no Brasil, a Jeep celebra seus 80 anos com diversas novidades. No Jeep Day (dia 4×4 ou 04/04), quando foi realizada a comemoração do aniversário da marca de forma antecipada no País, foi feito o lançamento de uma série especial de aniversário para cada um dos quatro modelos comercializados por aqui (Renegade, Compass, Grand Cherokee e Wrangler), além da apresentação da Adventure Intelligence by Jeep Connect, plataforma de serviços de conectividade que estreou no Renegade, primeiro carro conectado da marca e da Stellantis no Brasil.

Pouco depois, foi a vez da apresentação do novo Compass, com mais performance com o novo motor turbo Flex T270 com potência de 185 cv e torque de 270 Nm; novo design com mudanças por fora e por dentro, como o novo volante; mais sofisticação com itens como os novos faróis Full LED; e mais tecnologia com a nova central multimídia conectada de 10,1 polegadas. 

“Celebramos estas oito décadas de olho no futuro, com um ano repleto de novidades. Além de tudo que já trouxemos no primeiro semestre, ainda teremos em 2021 os lançamentos do Jeep Commander, SUV premium de 7 lugares que elevará o patamar de luxo da marca, e do primeiro modelo híbrido 4xe da Jeep na região. Estamos começando uma nova era para a Jeep já pensando nos próximos 80 anos”, afirmou Alexandre Aquino, diretor do Brand Jeep para a América Latina.

Coloque 100 apaixonados pela Jeep ao redor do mundo juntos e peça a eles para indicar os momentos mais memoráveis na história da marca e é pouco provável que qualquer um deles dê a mesma resposta.

Abaixo está uma lista de alguns dos momentos mais importantes para a Jeep no mundo nessas oito décadas memoráveis:

  1. 4xe é o novo 4×4

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A evolução da marca Jeep acelerou neste seu 80º aniversário com a chegada do 4xe, a utilização de recursos de eletrificação para desenvolver e produzir os veículos 4×4 mais robustos, divertidos e avançados do mundo, incluindo o totalmente remodelado Jeep Grand Cherokee, que será apresentado no Salão do Automóvel de New York, nos Estados Unidos. Como ícone da Jeep, o Wrangler 4xe está liderando a ofensiva de eletrificação da marca no hemisfério Norte. O recurso 4×4 Trail Rated do modelo é possível graças a uma bateria à prova d’água selada e sistemas eletrônicos que podem operar nas condições mais difíceis. Alimentado por um motor PHEV turbo de injeção direta 2.0L I4 DOHC, o 4xe oferece 375 cv e 637 Nm de torque instantâneo. Com 49 MPGe, uma autonomia de 595 quilômetros, aceleração de 0-100 km/h em apenas seis segundos e modos de direção E-Selec, esse é o Wrangler mais robusto, eficiente, ecológico e tecnicamente avançado que, por conta de sua alimentação elétrica silenciosa, pode agora inserir com mais imersão seus usuários na natureza.

  1. O novo premium americano

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Os novos Wagoneer e Grand Wagoneer 2022 colocam os SUVs premium em um patamar sem paralelos em termos de estilo, conforto e aventura. Os modelos para oito passageiros representam uma extensão premium da marca Jeep, embalada em um novo projeto sofisticado e autêntico.  Eles foram construídos baseados na rica herança do refinamento e construção americano de alto padrão, oferecendo a melhor experiência ao cliente com um conjunto de vantagens padrão premium que vão além do simples serviço VIP.

  1. Expansão global

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Durante a última década, a marca Jeep expandiu sua oferta de produto global com novas identificações como o compacto Jeep Renegade e o novo Jeep Gladiator, a picape Jeep mais robusta da história. A marca também expandiu sua área de produção, permitindo que clientes em mercados tais como Europa, Brasil, Índia e China apreciem veículos da marca Jeep produzidos localmente. Esse portfólio diverso de produtos e áreas de produção global, com dez plantas em seis países permitiu que a marca Jeep quadruplicasse as vendas em um período de dez anos. 

  1. O máximo em tração e dirigibilidade

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Em 1999, dois novos sistemas de tração nas quatro rodas foram apresentados. O Quadra-Trac II ofereceu um sistema inovador que transfere o torque traseiro para a frente e de um lado para o outro, significando que o torque de tração estará disponível imediatamente para todas as quatro rodas – garantindo máxima tração e dirigibilidade a qualquer momento e em todas as circunstâncias sem participação do motorista. Quando o Quadra-Trac foi combinado com os novos eixos progressivos dianteiro e traseiro Vari-Lok, que entregam muito mais torque para a roda com maior aderência, o resultado foi o novo sistema Quadra-Drive.

  1. O Jeep Grand Cherokee impressionou em Detroit

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Em 7 de janeiro de 1992, no Salão do Automóvel de Detroit (NAIAS), Bob Lutz, então presidente da Chrysler, dirigiu o primeiro novo Jeep Grand Cherokee ZJ da linha de produção de Jefferson, pelas ruas da cidade e através da porta de vidro do Cobo Hall (local onde o evento acontece), apresentando o avanço do SUV premium. O Grande Cherokee oferecia detalhes interiores sofisticados, dirigibilidade na estrada, condução e conforto sem perder qualquer característica off-road que fez da marca Jeep uma lenda.

  1. O nascimento de uma lenda

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A chegada do Jeep Wrangler em 1986 atendeu ao desejo do público de um SUV compacto com mais conforto. Ele apresentava um centro de gravidade mais baixo, dirigibilidade melhorada e um interior mais confortável. O modelo estabeleceu precedente para um dos veículos Jeep mais amados e robustos de todos os tempos. Embora o Wrangler tenha compartilhado o perfil de carroceria aberta familiar do CJ-7, ele continha poucas partes comuns com seu famoso predecessor. Mecanicamente, o Wrangler tinha mais em comum com o Cherokee. Em 5 de agosto de 1987, pouco mais de um ano após a apresentação do Wrangler, a American Motors Corporation foi vendida para a Chrysler Corporation e a popular marca Jeep se tornou parte da Divisão Jeep / Eagle da Chrysler.

  1. O primeiro SUV compacto do mundo – Cherokee

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A crise de energia de 1979 estimulou o desenvolvimento de um 4×4 menor. O Jeep Cherokee XJ 1984 foi projetado a partir do zero e foi o primeiro SUV compacto do mundo. Usando uma estrutura de monobloco, o veículo ficou muito menor que seu antecessor mantendo ainda 90% de seu espaço interior. O veículo apresentou o sistema de tração de quatro rodas Command-Trac shift-on-the-fly.

  1. Wagoneer cria o SUV premium original

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Em 1963, o Jeep Wagoneer foi o SUV premium original que combinou a tração quatro rodas com uma transmissão automática. Oferecendo opções que estavam, até então, disponíveis em carros de passageiros de alta tecnologia, o Wagoneer mudou a percepção das pessoas sobre um veículo de tração nas quatro rodas. Isso ampliou o mercado e o apelo dos veículos 4×4 e criou o SUV moderno, que foi anunciado como “Totalmente novo, Totalmente Jeep”. Duas décadas depois, a marca Jeep lançou o Grand Wagoneer, que trouxe a experiência premium 4×4 a outro nível com características como bancos em couro, ar-condicionado, rádio AM/FM/CB e isolamento acústico.

  1. Jeep Jamboree – o “avô” de todos os eventos 4 rodas

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Em 1953, o primeiro Jeep Jamboree aconteceu em Georgetown Divide na Califórnia (EUA), atraindo 55 veículos e 155 participantes. Esse evento, organizado por Mark Smith, demonstrou como muitos proprietários de veículos da marca Jeep amam se reunir para se divertir, praticar a camaradagem e a aventura 4×4. Embora o Jeep Jamboree realize orgulhosamente eventos sobre trilhas em todos os Estados Unidos, um dos mais populares encontros é o que acontece na Rubicon Trail, que atravessa a cadeia de montanha de Sierra Nevada na Califórnia — sem dúvida, os 27 km mais extenuantes de aventura off-road já vistos. Poucas marcas no mundo geram tanta dedicação e compromisso de sua comunidade como a marca Jeep. Em cada canto do globo, todos os dias, há demonstrações de paixão dos proprietários e fãs.

  1. O primeiro SUV

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Em 1946, a Willys-Overland introduziu a primeira station wagon de carroceria toda em aço – o Willys Wagon, mas a grande novidade revolucionária foi em 1949 quando a tração nas quatro rodas foi adicionada ao wagon para criar o primeiro SUV. Capaz de transportar sete passageiros com conforto, levar carga e enfrentar as trilhas mais difíceis, o Willys Wagon representou uma virada de jogo. A Wagon projetada por Brooks Stevens esteve em produção por aproximadamente 20 anos, mais que qualquer automóvel americano contemporâneo de sua época.

  1. Um Jeep 4×4 para as massas

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O CJ-2A de 1945 se tornou o primeiro veículo leve com tração nas quatro rodas disponível em massa para o público em geral. Embora o CJ-2A tenha compartilhado a arquitetura básica do MB, houve diversas melhorias notáveis. Isso incluiu uma tampa traseira dobrável, estepe montado na lateral, faróis maiores e uma unidade de tomada de força.

  1. Um ícone nasce no período de guerra

44OverlandMBP44C8945v0qeknsp1clvaof86qch54dpu3Fotos: Stellantis / Jeep / Divulgação

Em 1941, a Willys-Overland celebrou um contrato para ser a fornecedora primária do novo veículo militar de um quarto de tonelada para o Governo dos Estados Unidos. Mais de 350.000 desses Jeeps MBs seriam produzidos em 1945 e seriam a base para o Jeep CJ civil que iniciaria produção mesmo antes da guerra acabar.

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Ford lança o Mustang Mach-E GT na Europa

Da Redação

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A Ford levou pela primeira vez ao Festival de Velocidade de Goodwood, no Reino Unido, um dos eventos automobilísticos mais tradicionais do mundo, uma mostra composta somente de veículos elétricos.

E anunciou como grande novidade o início de venda na Europa do Mustang Mach-E GT, versão de alta performance do seu novo SUV elétrico.

Com potência de 487 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos, o Mustang Mach-E GT é o carro de cinco passageiros mais rápido já oferecido pela Ford na Europa e estreou na tradicional subida de serra de Goodwood, percurso de cerca de 1,8 km onde o público pode apreciar o desempenho dos veículos.

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Além de dois motores elétricos a bateria, suspensão adaptativa MagneRide, freios Brembo e pneus especiais, o Mustang Mach-E GT tem tração nas quatro rodas com uma calibração exclusiva, com maior distribuição de torque nas rodas traseiras para apimentar o desempenho esportivo.

Ele conta, também, com o novo modo de direção Untamed Plus, que ajuda a equilibrar a potência para melhorar o tempo de volta na pista, ajustando simultaneamente a tração e o controle de estabilidade para uma experiência de direção mais emocionante.

Seus itens personalizados incluem bancos esportivos Ford Performance, rodas de liga leve de 20 polegadas e um estilo de carroceria exclusivo, diferenciando ainda mais o design elegante e poderoso do SUV premium.

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Equipado de série com uma bateria de alcance estendido de 88 kWh, ele tem autonomia de até 500 km (padrão WLTP) e pode ganhar uma autonomia média de 99 km em cerca de 10 minutos com carregador de 150 kW, informou a Ford. 

O CEO da Ford, Jim Farley, mostrou o potencial de diversão dos carros elétricos dirigindo o protótipo Mustang Mach-E 1400 na subida de serra de Goodwood. Desenvolvido pela Ford Performance em parceria com a RTR Vehicles e equipado com sete motores elétricos, ele desenvolve nada menos que 1.419 cv.

A Ford exibiu, ainda, uma nova réplica em tamanho natural do Team Fordzilla P1, o primeiro carro de corrida virtual desenvolvido em parceria com a comunidade de gamers, com atributos escolhidos por cerca de 250.000 fãs no Twitter.

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Para alegria dos entusiastas, com essa exibição a Ford aproveitou para reafirmar que não abandonou o seu compromisso com o prazer de dirigir ao entrar na era dos produtos elétricos e conectados.

“O prazer de dirigir está no DNA da Ford. Todo veículo que fazemos é projetado para colocar um sorriso no rosto. Agora, estamos prontos para levar essa diversão a um novo patamar na era elétrica, com tecnologias inovadoras de propulsão e conectividade, começando com o novo Mustang Mach-E”, disse Roelant de Waard, gerente geral de veículos de passageiros da Ford Europa.

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Fiat comemora 45 anos de Brasil

Da Redação

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O Polo Automotivo de Betim completou 45 anos de operação na última sexta-feira, 9 de julho de 2021. É uma das maiores fábricas de automóveis do mundo e está em processo permanente de modernização, recebendo contínuos investimentos para continuar a ser uma referência em tecnologia automotiva.

Novas áreas de desenvolvimento de veículos foram implantadas simultaneamente à modernização de instalações, equipamentos, processos e sistemas a partir do conceito da Indústria 4.0, no maior ciclo de investimentos realizado no Polo Automotivo de Betim (MG), que possui plena capacitação para desenvolver, desenhar, projetar, testar e produzir veículos de classe mundial.

Desta fábrica saem os modelos de veículos que estão entre os mais vendidos no Brasil – a picape Fiat Strada, líder absoluta de vendas no País, além do Argo e Mobi, entre outros modelos. Em breve, de suas linhas de produção sairá também o Fiat Pulse, primeiro SUV desenvolvido e fabricado em Betim. O sucesso destes modelos fez da Fiat a marca líder do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves.

A comemoração dos 45 anos coincide com a volta da marca ao topo do mercado. No primeiro semestre do ano, a Fiat foi a marca mais vendida, com 22,1% de participação de mercado acumulada. Também é a marca líder na América do Sul no período, com 14,8% de participação nas vendas totais.

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“Temos muito orgulho de nossas raízes mineiras. Há 45 anos, a Fiat iniciou suas operações aqui em Betim e começou a produzir automóveis que agradaram o consumidor de todo o Brasil. Investimos muito, inovamos sempre e impulsionamos a instalação de dezenas de fornecedores no entorno de nossa fábrica”, disse o presidente da Stellantis para a América do Sul, Antonio Filosa.

“Como resultado, consolidamos um extenso e diversificado parque industrial automotivo, conquistamos a liderança do mercado brasileiro e sul-americano e empregamos milhares de pessoas que desenvolveram seus talentos e são hoje nosso grande diferencial”, acrescentou.

O Polo Automotivo, além de ser uma fábrica moderna e um centro completo de desenvolvimento de veículos de classe mundial, é também a sede da Stellantis para a América do Sul.

A empresa, constituída em janeiro deste ano, é resultado da fusão da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) com o Groupe PSA. É um dos maiores grupos automotivos do mundo, detentor de 14 marcas icônicas e líder mundial no desenvolvimento da mobilidade sustentável.

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O Polo Automotivo de Betim também é o maior centro de produção de powertrain da América Latina, com capacidade para produzir 1,3 milhão de motores e transmissões por ano. São produzidas três famílias de motores: Fire, Firefly e GSE Turbo.

A fábrica da Fiat, inaugurada em 9 de julho de 1976, foi a primeira a instalar-se fora do cinturão industrial paulista. Desde o início de suas operações, a presença do Polo Automotivo em Betim vem contribuído para transformar a economia e perfil da cidade mineira e do Estado. Ao longo dos anos vem atraindo inúmeros fornecedores, fortalecendo o tecido industrial mineiro.

Hoje, a fábrica é o centro de um polo automotivo que reúne mais de 120 fornecedores em torno de Betim. A atração de fornecedores e adensamento industrial começaram na década de 1990. É o processo chamado de “mineirização”, que permitiu à Fiat operar nos sistemas Just In Time (JIT) e Just In Sequence (JIS), com sucessivos ganhos para sua competitividade.

Esta foi a base para a expansão da produção. A confiabilidade da logística de suprimentos liberou áreas físicas dentro da fábrica, que antes eram utilizadas para estocagem, permitindo a expansão das linhas de produção. Atualmente, cerca de 60% dos itens comprados provêm de fornecedores instalados num raio de até 150 quilômetros da fábrica.

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Esse processo possibilitou um impulso na economia de Minas Gerais, consolidando a industrialização do Estado. A instalação de novas empresas na região diversificou o parque industrial mineiro, proporcionando um aumento do número de empregos e de geração de riqueza. O processo de “mineirização” é ininterrupto.

O Polo Automotivo Fiat é a maior fábrica de veículos da América Latina e uma das maiores do mundo. Ocupa uma área de 2,2 milhões de metros quadrados e tem capacidade para produzir 700 mil automóveis e comerciais leves por ano e 1,3 milhão de unidades de motores e transmissões. Desde sua fundação, produziu mais de 16 milhões de veículos, dos quais 3,6 milhões foram exportados.

Em Betim são produzidos os seguintes modelos da marca Fiat: Uno, Fiorino, Doblò, Grand Siena, Strada, Mobi e Argo.

São produzidas as famílias de motores Fire, Firefly e GSE Turbo.

O Polo Automotivo de Betim emprega 13 mil pessoas, cerca de metade de todos o efetivo de Stellantis na América do Sul.

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A Stellantis conta com 100% de autonomia tecnológica na América Latina para cumprir as sete fases no desenvolvimento de novos veículos (Conceito; Definição de estratégia de produto; Definição de parâmetros; Desenvolvimento técnico; Desenvolvimento de ferramental; Verificação de processos e Produção), com grande nível de qualidade e excelência.

Esta capacidade é consequência da excelência de estruturas como o Tech Center e do Design Center, que reúnem mais de 2 mil engenheiros, designers e técnicos, cujos talentos somados fazem do Polo Automotivo de Betim um centro de desenvolvimento automotivo de classe mundial.

O desenvolvimento de um automóvel começa no Hub Center, onde as ideias começam a tomar forma. Aí nasce o planejamento estratégico, a visão do produto e as definições mercadológicas que vão nortear o projeto. É um espaço de convergência e interação, que reúne as áreas de Brand, Produto, Mercado e Desenvolvimento de Produto. O consumidor também é chamado a participar desta etapa estratégica.

As ideias se materializam no Design Center e no Tech Center. No Design Center, o conceito começa a tomar forma, em desenhos que conectam funcionalidade e beleza. É um trabalho conjunto com o Tech Center, onde ideias, conceitos e desenhos ganham forma e funcionalidade mecânicas.

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Uma área estratégica é o Development Center, um amplo espaço aberto, com 450 postos de trabalho e completa infraestrutura de apoio. Nesta área, todas as ideias, desenhos e conceitos técnicos encontram sua viabilidade econômica e de manufatura. Aí trabalham profissionais de todas as áreas envolvidas, como Projeto, Design, Compras, Manufatura, Finanças etc, que desenvolvem o business case.

O Virtual Center e seus laboratórios fazem as validações virtuais do projeto à medida que avança, para que a evolução seja consistente. A Manufatura desenvolve os ferramentais e se prepara para a industrialização e futura produção do novo veículo.

No Component Center todos os itens do novo veículos são avaliados.

Surge o protótipo físico do novo veículo e começa a validação no Safety Center. O carro é submetido a vários tipos de testes físicos. Ao mesmo tempo, validam-se o processo de produção do veículo em linha e os parâmetros de qualidade.

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Várias unidades do novo modelo são submetidos a testes de rodagem sob a ótica do cliente, para avaliação de desempenho, segurança, conforto e vida a bordo. São percorridos milhões de quilômetros.

Tudo pronto, começa a fase de pré-série, com a produção do novo modelo na linha em baixa cadência. O modelo é submetido à homologação junto a vários órgãos governamentais. Tudo aprovado, o ritmo da linha de produção começa a ser acelerado. O novo carro está pronto para ser lançado.

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20210709 - BETIM-MG - FIAT 45 ANOS -  Foto Leo Lara/Studio Cerri

Fotos: Stellantis / Fiat / Divulgação

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Linha 2022 do Renault Captur ganha o aguardado motor turbo

Motorização 1.3 é capaz de rende 170 cv de potência e 27,5 kgfm de torque

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 09/07/2021)

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A Renault apresentou a linha 2022 do utilitário esportivo Captur. Agora, o SUV chega com o design externo renovado, mudanças no interior e o inédito motor turbo TCe (Turbo Control Effiency) 1.3 flex.

Além do novo motor, o SUV também oferece a nova transmissão automática CVT Xtronic.

No design, o modelo ganhou novo para-choque dianteiro, que é mais envolvente, e traz novos elementos tecnológicos, como a nova luz de circulação diurna DRL em LED que emoldura os faróis de neblina, também em LED, com a função auxiliar em curvas.

Os faróis passam a ser full LED na versão topo de linha, com até 75% de melhoria na eficiência da iluminação. A grade superior está mais larga e ganhou detalhe cromado, dando ainda mais sofisticação ao modelo. As rodas de 17 polegadas também são novas. 

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O interior foi completamente renovado. Com materiais suaves ao toque, o Captur está num novo patamar de percepção de qualidade. A versão topo de linha ganhou, ainda, a opção bíton no interior com a combinação da cor marrom Castanyera. 

O acabamento interno mistura detalhes em black piano com cromados, como ao redor do sistema multimídia e das saídas de ar. 

Tecnologias – A nova central multimídia com tela de oito polegadas está mais rápida e intuitiva, com espelhamento de smartphones Apple CarPlay e Android Auto, e sistema Multiview, com quatro câmeras. 

A direção é elétrica e o novo volante tem ajustes de altura e profundidade, com comandos iluminados do “piloto automático” (regulador e limitador de velocidade) e do comando de voz.

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A versão topo de linha, Iconic, traz como opcional o sistema de som premium Bose, com seis alto-falantes de alta fidelidade, subwoofer no porta-malas e amplificador digital exclusivo, promovendo uma experiência sonora de qualidade superior. 

Garantindo mais conforto ao motorista, o apoio de braço agora é integrado ao console, que foi todo redesenhado e ganhou novos porta-copos. Os passageiros do banco de trás passam a ter duas saídas USB para facilitar o carregamento de dispositivos eletrônicos neste mundo cada vez mais conectado. 

O Captur também traz novos itens de tecnologia e segurança, como partida do motor à distância com a nova chave hands free, que permite climatizar o interior antes mesmo de entrar no veículo, além de sensor de ponto cego nos retrovisores, que indica, por exemplo, a presença de uma motocicleta ou automóvel fora do campo de visão do motorista.  

Produzido no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), o Captur chega em três versões de acabamento: Zen, Intense e Iconic. Todas com o motor turbo TCe 1.3 flex. 

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Motor e Câmbio – O novo motor turbo TCe 1.3 flex do Captur gera 170 cv de potência e 27,5 kgfm de torque e foi desenvolvido com o know-how da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em parceria com a Daimler, tendo como características um alto torque em baixas rotações e baixo consumo de combustível. Isso se traduz em um comportamento ágil. 

O propulsor turbo TCe 1.3 flex traz ainda, segundo a fabricante, tecnologias que a Renault desenvolveu nas pistas da Fórmula 1, como a injeção direta central com 250 bar de pressão, turbocompressor com válvula wastegate eletrônica e duplo comando de válvulas variável com atuadores elétricos, que garantem uma combustão otimizada com mais performance e menos consumo de combustível.  

O turbo TCe 1.3 flex é um motor global, que equipa modelos da alta gama em diversos países. Produzido na Espanha, esse propulsor rodou mais de 40 mil horas de testes no seu desenvolvimento, mais de 300 mil km de validação em condições extremas e já teve mais de 1,2 milhão de unidades produzidas em 2020.

Existe a possibilidade de que a Renault passe a fabricá-lo no Brasil. Todo o desenvolvimento da versão flex ficou a cargo da equipe de engenheiros do RTA (Renault Tecnologia Américas), que fica no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR). 

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Entre as principais características do motor turbo TCe 1.3 flex estão: 

Turbocompressor: trabalha com a pressão máxima de 1.4 bar controlada com precisão pela wastegate comandada eletronicamente, que proporciona o torque máximo a 1.600 rpm. Com essa tecnologia, o motor ganha em agilidade, para responder melhor às variações de pressão na admissão;

Cabeçote em formato delta: essa construção permite um tamanho mais compacto reduzindo massa, centro de gravidade mais baixo e auxiliando no controle térmico do motor. O coletor de escape integrado ao cabeçote proporciona uma melhor resposta do turbo, otimizando a curva de torque;

Comando de válvulas: o duplo eixo do comando de válvulas no cabeçote tem temporização variável das válvulas de admissão e escape, comandada eletronicamente permitindo variação contínua dos ângulos de abertura e fechamento das válvulas, garantindo assim melhor performance e menor consumo em qualquer rotação. Além disso, o comando tem balancins roletados, que proporcionam redução de atrito e, consequentemente, menos consumo de combustível;

Tratamento DLC (Diamond-Light Carbon): utilizando nano tecnologia desenvolvida na F1, os componentes móveis do cabeçote, anéis e pinos dos pistões receberam tratamento superficial (DLC) para reduzir atrito e consumo de combustível;

Bronzinas polímero-metálicas: aplicação de tratamento superficial de polímero para redução de atrito no sistema virabrequim-mancais e aumento da durabilidade;

Injeção direta de combustível: a adoção de injetores centrais com pressão de 250 bar com design desenvolvido para o etanol (vazão, direção e tamanho de jato), com seis furos por injetor, garantem uma maior atomização do combustível, proporcionando maior torque e potência;

Cilindros com BSC (Bore Spray Coating): o bloco de alumínio tem tratamento superficial inovador na parede dos cilindros, chamado de Bore Spray Coating (BCS). Isso permite troca térmica mais eficiente entre a câmara de combustão e a camisa d’água, reduzindo atrito com os anéis e pistões, além de um melhor controle da pré-detonação. Só esta medida já permite reduzir o consumo e as emissões em aproximadamente 1%, segundo a Renault. Essa tecnologia é utilizada com sucesso na Aliança no esportivo Nissan GT-R;

Sonda lamba proporcional: analisa qualitativamente os gases, que permite controle mais preciso da qualidade da combustão assegurando a melhor performance em qualquer situação e de maneira mais rápida.

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A combinação de um motor com tecnologia de ponta com o câmbio automático CVT Xtronic garante retomadas de velocidade vigorosas e força em todas as condições de uso. 

O novo câmbio proporciona o máximo conforto, especialmente para grandes centros urbanos, garantindo também economia de combustível. Um dos seus destaques é um software de gerenciamento que simula a troca de marchas no modo automático, sempre que o pedal do acelerador estiver solicitando a alta performance do motor. 

Essa transmissão continuamente variável oferece a possibilidade de troca manual na alavanca de câmbio, simulando oito (8) marchas. Ao motorista, cabe posicionar a manopla à esquerda para assumir o controle. A opção traz vantagem em performance, especialmente nas ultrapassagens e arrancadas, e vantagens em consumo de combustível onde é possível usar o freio-motor.

Com acelerações constantes e eficientes, o desenvolvimento desta transmissão foi baseado em três pilares, informou a Renault: linearidade, agilidade e dirigibilidade. O efeito pode ser percebido em retomadas de velocidade ou saídas de semáforo, por exemplo. Para os passageiros, a sensação é de conforto, sem que haja qualquer tranco.

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Outra tecnologia aplicada para a redução do consumo de combustível é o sistema Start&Stop, que desliga o automóvel automaticamente em semáforo ou outras paradas prolongadas. Este sistema garante uma economia de até 5% de combustível no trânsito urbano, de acordo com a Renault. 

Para auxiliar ainda mais o condutor na economia de combustível e no monitoramento de suas viagens, a central multimídia Easy Link mantém as funções Eco Scoring e Eco Monitoring. 

Toda a tecnologia embarcada no motor e câmbio do Captur TCe 1.3 turbo flex garantiram nota A no selo do programa brasileiro de etiquetagem do Inmetro. Com gasolina, o consumo na estrada é de 12 km/l e na cidade de 11,1 km/l. Com etanol, o consumo é de 8,3 km/l no percurso rodoviário e 7,5 km/l no urbano. 

Design – O Captur sempre chamou a atenção nas ruas pelo design. Agora, o modelo foi reestilizado. A nova grade dianteira, com desenho fluido e no conhecido formato de “C”, ficou ainda maior e ganhou detalhe cromado. 

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O novo para-choque é mais envolvente e traz inéditos elementos, como os apliques prateados, a luz de circulação diurna DRL em LED “C Shape”, que emoldura os faróis de neblina LED com a função cornering, auxiliar em curvas, e o novo ski dianteiro com entrada de ar, que dá um toque de sofisticação e esportividade. Os faróis passam a ser full LED na versão topo de linha, em até com 75% de melhoria visual. 

Na lateral, há um grafismo cromado na parte inferior das portas, acompanhando a linha de cintura elevada. As rodas de 17 polegadas, disponíveis com dois desenhos e dois tipos de acabamento, de acordo com a versão, integram o conjunto.

A traseira traz LEDS na identidade visual das lanternas, ponteira do escapamento cromada e agora o local onde está o nome Captur passa a ser na mesma cor da carroceria. E a sigla TCe (do inglês Turbo Control Efficiency), em alusão ao motor turbo 1.3 flex, está estampada na tampa do porta-malas. 

A pintura em bíton oferece originalidade e personalização. São oferecidas oito combinações de cores, incluindo seis combinações em bíton. O teto do Captur pode ser preto ou prata. A carroceria ganhou duas novas cores: bronze Sable e azul Iron, que se somam às cores branco Glacier, vermelho Fogo, prata Etoile e cinza Cassiopée.

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O Captur acomoda cinco passageiros com conforto, graças aos 4,38 metros de comprimento e aos 2,67 metros de entre-eixos. Mesmo no banco traseiro, três pessoas podem viajar confortavelmente.  O porta-malas tem capacidade para 437 litros.

SUV recebeu novas tecnologias para a segurança e sistema multimídia de 8 polegadas

O Captur 2022 traz alerta de baixa pressão dos pneus que avisa o condutor por meio de uma luz no painel quando a pressão está baixa. Também conta com alerta luminoso para o sensor de ponto cego, que indica quando um veículo ao lado se aproxima, mas está fora do campo de visão do motorista, avisando o condutor por meio de uma luz nos retrovisores externos.

Na lista de equipamentos também estão controles de estabilidade (ESP), tração (TCS) e assistente de partida em rampas (HSA), além de quatro airbags, sendo dois dianteiros e dois laterais, que foram redesenhados, aumentando a proteção para a cabeça em colisões laterais. Além disso, o SUV possui dois pontos Isofix nos bancos traseiros para a fixação de cadeirinhas infantis. 

O modelo também é equipado com sensor crepuscular, de chuva e as portas se travam automaticamente quando a chave-cartão se distancia do veículo.

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Uma novidade é o sistema Multiview, que consiste em quatro câmeras, sendo uma dianteira, duas laterais e uma traseira, permitindo ao condutor alterar a visualização entre as imagens pelo Easy Link para obter uma visão de todas as direções do veículo.

Multimídia – A nova central multimídia EasyLink traz mais tecnologia e conectividade ao condutor. Com uma tela capacitiva de 8 polegadas com interface simples e intuitiva, a central possui layout personalizável e oferece espelhamento para celular por meio do Android Auto e Apple CarPlay.

Os ocupantes também podem realizar conexão via bluetooth e visualizar informações como temperatura externa e horário direto na tela. 

O sistema possui uma vasta gama de opções de personalização para adaptar a tela ao gosto de cada cliente. O EasyLink permite o cadastro de até cinco perfis, que podem personalizar funções sem interferir nos outros perfis cadastrados. 

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Outra importante novidade é a possibilidade de parear até seis celulares simultaneamente via bluetooth, sendo possível realizar duas chamadas pelo sistema ao mesmo tempo, o que garante maior comodidade aos ocupantes do veículo.

Também existe a opção de acessar o sistema como convidado, sem entrar como uma das cinco contas já configuradas.

Versões, Preços e Equipamentos:

Zen (R$ 124,49 mil):

Entre outros, a versão de entrada conta com: Multimídia Easylink 8 polegadas com espelhamento de smartphones Android Auto e Apple Carplay; volante com comandos integrados e ajustes de profundidade e altura; 4 airbags (dois dianteiros e dois laterais); câmera e sensores de estacionamento traseiros; controles de estabilidade (ESP) e tração (ASR); assistente de partida em rampas (HSA); luzes de circulação diurna (DRL) em LED; sensor de pressão dos pneus; chave-cartão; sistema Start&Stop; piloto automático (regulador e limitador de velocidade) e rodas de 17 polegadas. O único opcional é a pintura pintura bíton.

Intense (R$ 129,49 mil):

A versão intermediária conta com os mesmos equipamentos da Zen acrescidos de: ar-condicionado automático; luzes de neblina em LED com função cornering; sensores crepuscular e de chuva; duas saídas USB para o banco traseiro e função Follow me home nos faróis. Como opcionais, pintura bíton e revestimento interno premium.

Iconic (R$ 138,49 mil):

A versão topo de linha conta com os mesmos equipamentos das versões anteriores acrescidos de: faróis com tecnologia full LED; sensor de ponto cego; sistema de câmeras Multiview com quatro câmeras; sistema de partida remota do motor e revestimento interno premium.

Como opcionais, pintura bíton e sistema de áudio  Bose com seis alto-falantes, subwoofer no porta-malas e equalizador digital exclusivo.

02Fotos: Arnaud Taquet / Renault / Divulgação

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