BMW R 1250 GS continua sendo referência no mundo das big trails

Motocicleta mostra, nos diversos tipos de uso, o motivo do seu grande sucesso

Jota  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 25/11/2022)

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A BMW Motorrad Brasil apresentou, no meio deste ano, sua versão Sport para a R 1250 GS para a linha 2022.

A big trail mais vendida do mundo é vendida em três versões: Sport, Premium e Adventure, sendo a Sport a mais simples entre elas.

Uma das mais significativas diferenças, as rodas de liga leve, foram abandonadas. A Sport passou a ter as mesmas belas rodas raiadas para uso de pneus sem câmara das demais versões, o que a torna mais próxima, visualmente, das irmãs.

Oferecida apenas na discreta e elegante cor branca, ela é menos chamativa. O que chama a atenção é o preço, praticamente R$ 20 mil a menos do que a versão Premium.

Inicialmente vendida a R$ 88,50 mil, teve o preço reajustado para R$ 94,90 mil em outubro.

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E qual o segredo para tamanha diferença? O principal é a ausência da suspensão eletrônica (ESA) e do quickshifter (assistente de troca de marchas que dispensa o uso da embreagem).

Além disso, mimos menos relevantes não estão presentes. O farol adaptativo, as setas multifuncionais, vários modos de pilotagem a menos (restando apenas 3 – Road, Rain e Eco) e alguns poucos detalhes no acabamento que passam despercebidos ao olhar menos atento.

Ainda assim, o modelo Sport oferece bastante ao piloto.

Entre outros benefícios, painel TFT com conectividade por bluetooth, assistente de GPS curva a curva por app BMW, monitor de pressão de pneus, aquecimento de manopla em dois níveis, protetor de mãos e cárter, entrada 12V, entrada USB, preparação para GPS, bolha regulável, ABS integral, controle de tração otimizados para curvas e piloto automático.

Rodando – Mas é ao montar na moto, ligar e começar o passeio que se torna claro o motivo de, apesar do preço, a R 1250 GS ser, há tanto tempo, a big trail mais vendida. O ronco dos 2 cilindros opostos é imponente, mas sem exageros.

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O banco é extremamente confortável e a ergonomia da motocicleta nos faz lembrar o trabalho de um alfaiate, tamanha a naturalidade com que braços e pernas chegam aos comandos, além da posição de pilotagem que, apesar de bastante relaxada, proporciona total domínio sobre a máquina.

Ao acionar a embreagem, já se nota a leveza proporcionada pela assistência. A primeira é engatada suavemente e o acelerador tem longo curso, o que já mostra a calibragem voltada ao conforto, como tudo mais nessa moto.

O painel, de fundo preto e área bem distribuída, privilegiando o que importa (rotação do motor e velocidade), é legível sob qualquer condição de luz e de muito bom gosto.

Você pode selecionar as informações complementares que deseja ter sempre visíveis e não há parâmetro que não esteja disponível em poucos cliques. No punho esquerdo encontram-se, à mão, os controles necessários para esses acessos.

Suavidade – A troca de marchas é suave, o motor é vigoroso, muito elástico, mas progressivo. Quase não se nota a velocidade crescendo de maneira ininterrupta.

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Seja a 120 ou 180 km/h, a moto é estável e ignora as irregularidades do piso, graças ao conjunto único de suspensões Telelever-Paralever, ainda inigualáveis quando se pensa em conforto e segurança na estrada.

Aliadas ao freio dianteiro otimizado para curvas, e que distribui a frenagem automaticamente para a roda traseira, é surpreendente perceber que mesmo uma frenagem de emergência em curva é absorvida sem perda de estabilidade. Um luxo!

Aliás, o segredo da R 1250 GS ser imbatível pra quem exige a presença da dupla segurança e conforto está no esqueleto: Paralever + Telelever e motor boxer.

A moto é construída a partir desse conceito, e o resultado é uma moto que se torna íntima do condutor logo após o primeiro contato. Previsível, estável, segura.

Para completar, freios da grife Brembo em ambas as rodas, com pinças radiais na dianteira e uso de malha de aço nos flexíveis para não haver perda de eficiência.

20221121_103455Fotos: João Marcos Souza (Jota)

Ainda é bom lembrar a transmissão secundária por cardã, sistema selado e de baixíssima manutenção, tranquilidade para os aventureiros e, até mesmo, para os preguiçosos.

Motor muito forte, com mais de 14 kgfm de torque máximo, e utilização suave já desde as 2.000 rpm, progressivamente mais forte até cortar perto das 9.000 rpm.

A pouca vibração não chega aos pés e mãos do piloto, o que colabora para o extremo conforto das viagens em estradas, seu habitat por excelência.

Estrada e Cidade – As estradas sinuosas também proporcionam momentos de grande satisfação, pois a vocação da GS para curvas é de fazer inveja a qualquer moto esportiva.

Obviamente, uma motocicleta com suspensões de longo curso, aro 19 e roda raiada está apta para incursões na terra, mas não dá pra esperar um verdadeiro off-road de uma moto de quase 250 kg em ordem de marcha.

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Devido ao centro de gravidade baixo proporcionado pelo motor boxer, à sua suavidade de funcionamento (sem solavancos, mesmo a míseros 2000 rpm), à embreagem assistida, ao proporcionalmente curto entre-eixos e ao generoso ângulo de esterço do guidão, andar com a R 1250 GS no trânsito urbano não é uma tarefa para malabaristas.

Mas o formato do motor dificulta a desenvoltura da pilotagem nos corredores, tão habitual entre motos urbanas.

O “motorzão”, com 1250 cm³ e 136 cv, pode parecer um exagero, mas é um grande aliado para longas viagens com garupa e bagagem.

A moto não sente o peso extra e mantém desempenho esportivo, tornando a diversão garantida e a segurança permanente.

Bom, depois desse relato, fica uma pergunta: Só tem qualidades?

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É aí que aparecem os aspectos não tão agradáveis de se ter um produto emblemático de uma marca premium.

As revisões, feitas a cada ano ou 10 mil km, têm preços salgados. As peças e acessórios originais carregam o peso e o preço da marca.

Como exemplos, uma película para o painel custa R$ 700,00 e, um protetor de motor, mais de R$ 4 mil.

Mesmo a revisão inicial, feita aos 1000 km, custa mais de R$ 1 mil. O preço de manter a garantia de 3 anos é passar por essas revisões.

Uma outra questão que entra em jogo, quando se dispõe a viajar de “primeira classe”, é o que se espera como destaque.

p90450138-lowres-bmw-motorrad-r-1250-e1643723369594Fotos Estúdio: BMW Motorrad / Divulgação

Se o que você procura é muita emoção e esportividade, a Ducati Multistrada V4 fará você muito mais feliz.

Se quer fazer um off-road com extrema competência em uma big trail, você poderá escolher entre a KTM 1290 e a nova Triumph Tiger 1200.

De qualquer modo, a BMW R 1250 GS, ou apenas GS para os íntimos, continua a ser referência no mundo das bigtrails.

O binômio segurança-conforto permanece como referência para os amantes das longas viagens.

Ficha T´écnica:

Motor: Boxer bicilíndrico a quatro tempos de refrigeração ar/líquido, 8 válvulas e sistema variável de distribuição BMW ShiftCam.

Potência Máxima: 136 cv às 7.750 rpm

Carburação/Gestão do Motor: Injeção Eletrônica

Embreagem: Multidisco em banho de óleo, acionada hidraulicamente.

Transmissão: Seis velocidades com veio de sincronização

Quadro: Conceito de quadro bipartido com seção principal e com a traseira aparafusada, motor autoportante.

Suspensão Dianteira: Telelever BMW Motorrad, diâmetro das bainhas 37 mm, amortecedor central.

Suspensão Traseira: Monobraço oscilante em alumínio fundido com Paralever BMW Motorrad; amortecedor WAD (amortecimento dependente do curso), afinação hidráulica contínua da pré-carga da mola por manípulo, afinação da expansão por manípulo.

Curso Dianteiro/Traseiro: 190 mm/200 mm 

Roda Dianteira/Pneu Dianteiro: 3,00 x 19″/ 120/70 R 19

Roda Traseira/Pneu Traseiro: 4,50 x 17″/ 170/60 R 17

Freio Dianteiro: Dois discos flutuantes, diâmetro de 305 mm, pinças radiais de quatro pistões.

Freio Traseiro: Disco simples, diâmetro de 276 mm, pinça flutuante de pistão duplo.

Entre-Eixos: 1.514 mm

Comprimento: 2.207 mm   

Altura (sem espelhos): 1.430 mm

Largura (com espelhos): 952 mm

Peso: 249 kg 

Capacidade do Tanque de Combustível: 20 litros

Reserva: Aproximadamente 4 litros

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Limitado a mil unidades, Gol Last Edition já está nas concessionárias

Da Redação

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Após 42 anos de produção ininterrupta na fábrica de Taubaté (SP), e depois de criar histórias com brasileiros e latinos de todos os cantos do continente, o Gol chega a sua última versão.

Para honrar a despedida do carro mais produzido, vendido e exportado na história do mercado brasileiro, a Volkswagen apresenta a edição limitada Last Edition.

Em lote de apenas 1.000 unidades, a versão de despedida traz todos os equipamentos disponíveis para o compacto, desde itens de design e estilo, até uma cabine totalmente exclusiva.

A cor selecionada para o Last Edition foi o vermelho Sunset, herdada do Nivus e já presente no T-Cross e no Polo.

Na dianteira, a grade superior recebeu detalhes preto piano, seguindo a linha de detalhes exclusivos, como as rodas de liga leve de 15 polegadas pintadas de preto brilhante e os adesivos nas portas com alusão à edição.

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Na traseira, a nomenclatura Gol Last Edition traz a mesma fonte utilizada no Gol GT, protótipo construído pela Volkswagen para o Salão do Automóvel de 2018, além da faixa que interliga as lanternas traseiras, escurecidas exclusivamente para a última edição.

O toque especial ficou para a coluna C, local escolhido para receber o emblema que marca os 42 anos de produção do Gol, revivendo as clássicas rodas orbitais, equipadas pela primeira vez no Gol GTI, na década de 1990.

E, como parceiro de longa data do Gol, o motor 1.0 MPI também equipa o Last Edition, entregando 84 cv de potência e 10,3 kgfm de torque máximo, atrelado ao câmbio manual de cinco marchas.

O interior trouxe a mistura ideal para fazer uma homenagem as edições mais conhecidas do compacto.

Já no primeiro contato, os bancos foram revestidos em tecido exclusivo que remete aos assentos Recaro que estavam presente no Gol GTI, além do destaque em baixo relevo com o nome da edição e as costuras vermelhas.

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Nas portas, foi aplicado, pela primeira vez nesta geração, tecidos na parte central, replicando o material dos bancos. Completando o clima esportivo do interior, o teto foi revestido na cor preta, assim como as colunas A e B.

A frente do motorista, a herança esportiva permanece no quadro de instrumentos, com grafismo exclusivo para a Last Edition, além do volante multifuncional revestido em couro, que também recebeu costuras vermelhas.

No console central, o sistema multimídia Composition Touch com espelhamento Android Auto e Apple CarPlay foi instalado logo abaixo do acabamento em estilo fibra de carbono, onde foi posicionada a placa da edição limitada com a numeração da unidade.

O Gol Last Edition será ofertado com todos os itens de série, sem opcionais, por R$ 95,99 mil.

A o modelo já está à venda, podendo ser adquirido via concessionário ou no site da Volkswagen do Brasil.

14680975-1386-4ec8-a084-bb92dd57c789Fotos: Volkswagen do Brasil / Divulgação

MV Augusta chega ao Brasil

Da Redação

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Os apaixonados por duas rodas têm muito o que comemorar. A marca italiana MV Agusta acaba de chegar ao Brasil.

Com 20 anos de expertise no segmento, o Grupo Lelis, de Campinas (SP), oficializou em março de 2022 um acordo de representação exclusiva para comercialização no País. As primeiras motocicletas chegaram agora em novembro.

Quem visitar a concessionária Lelis MotoSport, na mesma cidade, poderá conferir de perto toda a tecnologia e designs personalizados dos modelos: Brutale RR (800cc), Brutale 1000 RS, Brutale 1000 RR, Dragster RR SCS, F3 RR, Superveloce 800 e Turismo Veloce Lusso SCS.

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Uma motocicleta Rush 1000 (número 267/300, que faz parte de  uma série especial limitada a 300 unidades) chegou nesse primeiro lote, mas a supermáquina já foi adquirida pelo cantor Cristiano, da dupla com Zé Neto, que tornou-se embaixador da MV Agusta no Brasil, durante première realizada no dia 17 de novembro.

Segundo o CEO Eduardo Lelis, do Grupo Lelis, a chegada da marca italiana só reforça o quanto os brasileiros valorizam motocicletas com alta performance, design arrojado e tecnologia avançada e exclusiva.

“Estamos nos preparando para receber o segundo lote até junho de 2023 e nossa perspectiva de vendas é de 30 unidades por ano. Queremos atender os nossos clientes com o que existe de melhor e por isso estamos muito satisfeitos em sermos importador oficial de uma marca tão tradicional como a MV Agusta”, disse o CEO.

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Brutale RR (800cc): motor com três cilindros, 4 tempos e 12 válvulas, capaz de desenvolver 140 cv de potência a 12.300 rpm e 8,87 kgm a 10.250 rpm. O modelo pode atingir 244 km/h. Possui opção de quatro modos de pilotagem, controle de tração ajustável em 8 níveis e caixa de câmbio eletrônica EAS 2.0 up-and-down que complementa a embreagem hidráulica deslizante. Preço: R$ 219,99 mil.

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Brutale 1000 RS: motor com quatro cilindros, 4 tempos e 16 válvulas. Desenvolve 208 cv de potência a 13.000 rpm e 11,9 kgm a 11.000 rpm. A moto pode atingir mais de 300 km/h.  Freios Brembo com função ABS de curva e apenas 186 kg. Função de GPS via Bluetooth com espelhamento por meio do MV Ride App. Preço: R$ 399,99 mil.

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Brutale 1000 RR: motor com quatro cilindros, 4 tempos e 16 válvulas. Desenvolve 208 cv a 13.000 rpm e 11,9 kgm a 11.000 rpm. Aceleração de 0-200 km/h em 8,3 segundos. A moto pode atingir mais de 300 km/h. O novo sistema de lubrificação do splitter, derivado da experiência em pistas de corrida da MV Agusta, permite que o óleo seja separado das peças mecânicas móveis. A lubrificação por cárter semi-seco é capaz de garantir proteção mecânica em condições extremas de condução. Suspensão Ohlins Eletrônica EC TTX. Preço: R$ 459,99 mil.

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Dragster RR SCS: motorcom três cilindros, 4 tempos e 12 válvulas, capaz de desenvolver 140 cv de potência a 12.300 rpm e 8,87 kgm a 10.250 rpm. Pode atingir 244 km/h. O sistema SCS 2.0 foi projetado para uma combinação perfeita de ação da embreagem e curva de entrega do motor. O sistema de freios é composto por discos flutuantes duplos de 320 mm de diâmetro e pinças de montagem radial de quatro pistões, assistidas por ABS de última geração, leve e compacto. Preço: R$ 299,99 mil.

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F3 RR: motor com três cilindros, 4 tempos e 12 válvulas. Desenvolve  155 cv a 13.250 rpm e 8,98 kgm a 10.100 rpm. A versão chega ao Brasil com Kit Racing. Também dispõe de escapamento Akrapovic Full e peças em carbono. Preço: R$ 339,99 mil.

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Superveloce 800: motor com três cilindros, 4 tempos, 12 válvulas, 147 cv a 13.000 rpm e 8,98 kgm a 10.100 rpm. A moto pode atingir 240 km/h. O sistema de freios possui pinças radiais de quatro pistões e discos de grande diâmetro. O objetivo é fornecer poder de parada de última geração e, acima de tudo, controle inspirador de confiança, essencial em todas as circunstâncias. Preço: R$ 319,99 mil.

Turismo Veloce Lusso SCS studio_4_okFotos: MV Agusta / Grupo Lelis / Divulgação

Turismo Veloce Lusso SCS: motor com três cilindros, 4 tempos, 12 válvulas, 110 cv a 11.000 rpm e 8,57 kgm a 8.500 rpm. Pode atingir 240 km/h. O modelo foi projetado para proporcionar conforto, rapidez e diversão em cada detalhe, representando a ideia de turismo sem compromisso da MV Agusta. Possui o novo Smart Clutch System (SCS), uma tecnologia patenteada MV Agusta que permite o gerenciamento eletrônico da embreagem. Preço: R$ 319,99 mil.

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Onix Plus com motor aspirado, e câmbio manual, é o mais econômico da linha

Versão LT do sedan compacto da Chevrolet oferece opcionais interessantes

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/11/2022)

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Entre todos os carros nacionais, o Onix foi o que mais sofreu com a falta dos semicondutores, tanto o hatch quanto o sedan, o Onix Plus.

No fechamento de 2020, eles eram o 1º e o 3º modelos mais vendidos do Brasil. Um ano depois, no levantamento de 2021, caíram para a 4ª e a 10ª posições entre os automóveis, respectivamente.

Se considerássemos os comerciais leves, também, a picape Fiat Strada, o veículo mais vendido no ano passado, empurraria a dupla uma posição para baixo.

Este ano, com a normalização gradual da produção, a linha Onix volta a mostrar força. Até outubro, o Onix registrou 68.349 unidades e, o Onix Plus, 59.178, segunda e terceira posições entre os automóveis, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o Chevrolet Onix Plus LT 1.0 manual para avaliação. Essa é a versão de entrada do sedan compacto com motor aspirado.

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No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 86,18 mil na configuração básica. Essa unidade avaliada, na cor metálica vermelha e configurada com o pacote de opcionais R8H, atinge o valor de R$ 91,04 mil.

Equipamentos – Os principais equipamentos de série da versão LT são: multimídia MyLink com tela LCD de 8 polegadas; ar-condicionado analógico; direção com assistência elétrica; volante com os comandos do rádio, do celular e do limitador de velocidade; computador de bordo com display de 3,5 polegadas; vidro elétrico nas quatro portas com acionamento por um toque e banco do motorista com regulagem em altura.

Chave presencial, para abertura e fechamento das portas, partida por botão e roda em alumínio aro 15 polegadas são os opcionais do pacote que compunha a versão avaliada.

Quase todos os equipamentos de segurança vêm na configuração básica. São eles: seis airbags; ABS; sistema de fixação de cadeiras para crianças (Isofix e Top Tether); controles eletrônicos de estabilidade e tração e assistente de partida em aclive. O sensor crepuscular e a câmera de marcha à ré, também são opcionais no R8H.

Motor e Câmbio – O motor tem bloco de três cilindros, 1.0 litro de capacidade e aspiração natural, sem turbo. Ele é alimentado por injeção indireta multiponto e conta 12 válvulas em duplo comando operado por correia dentada banhada a óleo.

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Com variação de abertura na admissão e na exaustão, rende 82/78 cv às 6.400 rpm e seu torque atinge 10,6/9,6 kgfm às 4.100 rpm com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é manual e conta seis (6) marchas mais a ré. A embreagem é monodisco a seco.

Em relação aos seus antecessores, Onix e Onix Plus são maiores e suas linhas são mais agressivas, principalmente na dianteira, parte atualizada com a nova identidade usada nos carros americanos da Chevrolet.

Porém, seus maiores ganhos foram em segurança e nas inovações mecânicas. De zero estrela no teste de impacto do Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe (Latin NCAP), eles evoluíram para a pontuação máxima, cinco estrelas.

Ao adotarem motores de três cilindros, aspirado e turbo, eles se igualaram aos modelos concorrentes mais modernos.

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Apenas o Onix Plus e o Volkswagen Virtus ganharam entre-eixos maiores que o Onix e o Polo, seus respectivos hatches de origem. Não por acaso, eles estão entre os sedans compactos com maior espaço no banco traseiro.

No Onix Plus, essa importante medida é 5 cm maior que no Onix, marcando 2,60 metros. Já o terceiro volume deixa o seu comprimento 31 cm mais longo do que o do hatch, com 4,47 metros. As outras medidas são iguais: 1,73 metro de largura e 1,47 metro de altura.

Mesmo um pouco maior, essa nova geração dos dois modelos perdeu volume no tanque de combustíveis, de 54 para 44 litros, e no porta-malas, de 500 para 469 litros, no caso do Onix Plus.

Curiosamente, o Onix Plus LT é 6 kg mais leve que o Onix LT. Seu peso é 1.043 kg e sua capacidade de carga total é de 375 kg.

Além dessas diferenças entre o Onix Plus e o seu antecessor (Prisma), podemos dizer que ele ganhou nova personalidade, física e dinâmica.

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Interior – O seu interior é mais refinado, tanto em design das peças, quanto na aparência do material de acabamento. O acerto das suspensões e os novos motores mudaram o seu comportamento de marcha.

Todas as peças internas apresentam desenho e volumes bem mais elaborados, passando a impressão de ser um modelo de categoria superior.

No caso desta versão de entrada, existe alguma variação de texturas nos seus painéis, mas eles são quase monocromáticos.

Em relação aos plásticos empregados, eles não são emborrachados, macios ao toque, e nem mesmo apresentam qualidade superior, ficando na média da concorrência.

Apenas nas portas, os encostos e apoios dos braços são revestidos, não muito macios, pois têm pouco enchimento.

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A ergonomia na cabine tem muitos acertos e pequenas falhas. Todos os comandos dos equipamentos de bordo têm botões giratórios para as funções principais e de pressão para os secundários, arquitetura ideal.

Os sistemas que estão no painel principal estão à mão e permitem fácil operação. Os comandos dos vidros e retrovisores elétricos ficam agrupados à frente do apoio de braço, algo que permite seu uso sem grande movimento dos braços.

Diversos comandos únicos ou duplicados estão concentrados na parte da frente do volante e nas hastes satélites da coluna de direção. Teoricamente, essas posições são adequadas, mas existe um exagero de funções.

Com o tempo se acostuma e o uso fica mais intuitivo, mas, no princípio, é confuso. Priorizar as funções essenciais, usar a parte de trás do volante para comandos cegos, os tipos mais seguros, e deixar as hastes com menos operações seria mais ergonômico.

Conforto – Os bancos dianteiros são estreitos, mas as elevações laterais seguram bem o corpo. Os assentos dianteiros e traseiros poderiam ser mais compridos para apoiar melhor as pernas. A espuma dos bancos deveria ser mais densa para não cansar os passageiros em viagens longas.

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O espaço interno é muito bom para quatro adultos. Existe área de sobra para pernas, ombros e cabeças de todos.

Ao centro do banco traseiro, o assento ressaltado reduz a superfície de apoio do corpo. Mesmo assim, um adulto em pequenos deslocamentos, ou uma criança em viagens, encontra algum conforto nessa posição.

Ao contrário dos complexos comandos do volante e das hastes satélites, todos os equipamentos de bordo são fáceis de operar e funcionam com precisão.

Seus botões são os essenciais e estão separados em três níveis distintos: ar-condicionado abaixo, sistemas de segurança logo acima e multimídia destacada sobre o painel.

O ar-condicionado analógico tem apenas três botões e seis funções, uma giratória e outra de pressão em cada botão, muito fácil de operar.

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O sistema está dimensionado para não sobrecarregar o motor 1.0 aspirado, isto é, ele dá conta do recado, mas não resfria tanto e nem tão rápido quanto nas versões equipadas com motor turbo.

Além disso, quando se pisa fundo no acelerador, o compressor do ar-condicionado é desacoplado do sistema para aliviar a carga sobre o motor.

Logo acima destes três comandos, existem quatro botões de pressão para travar as portas, abrir o porta-malas remotamente, ligar o pisca alerta e desativar o controle de estabilidade.

Multimídia – Do tipo “flutuante”, o multimídia de 8 polegadas está entre os melhores do mercado. Seus poucos botões entregam as operações mais importantes. Ligar, desligar e volume estão concentrados em um botão que permite uso cego.

A tela não está entre as maiores oferecidas atualmente, mas os grafismos são bem resolvidos e contam com ícones grandes e de fácil identificação.

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A definição da imagem, sensibilidade ao toque e velocidade de processamento são muito boas, comparável às melhores que existem. Simplificado nesta versão, seu sistema de espelhamento é apenas por cabo, mas funciona muito bem.

A qualidade sonora é boa, e a potência é mais alta que a usual para conjuntos que não são assinados por marca especializada em sonorização. Porém, nos volumes mais altos ocorrem algumas distorções.

No geral, todo este sistema de entretenimento agrada muito, pois ele é um dos poucos desenvolvidos para a marca e, não, genérico, como muitos existentes no mercado.

O quadro de instrumentos é analógico e muito bem dimensionado. A graduação das marcações está correta, de 100 em 100 rpm e de 10 em 10 km/h. Mas, faltou destacar os traços intermediários, algo que facilitaria a leitura.

O display central concentra o computador de bordo e outras marcações, como o nível de combustível, por exemplo. As informações e seu seqüenciamento, assim como o tamanho dos dígitos nesta tela, estão corretos.

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A direção elétrica é leve em manobras e firme em velocidades maiores, acerto correto. Mas, deveria ser mais progressiva, pois fica mais pesada do que o ideal em velocidades intermediárias.

Nessa versão LT não existem regulagens na coluna de direção, nem como um opcional. Ela fica alta para quem gosta de deixar o banco mais baixo possível, como nós, obrigando a elevarmos um pouco o assento.

A pega do volante é muito boa e seu aro é relativamente fino, garantindo adequação, até, para mãos pequenas.

Em manobras de estacionamento, a câmera de marcha à ré com linhas guias dinâmicas, opcional da versão, ajuda bastante, pois a traseira é alta e longa. A qualidade da imagem é boa e os grafismos destas linhas são bem definidos.

Mesmo assim, sentimos falta dos sensores de aproximação, um recurso que exige menos dispersão do motorista ao ser usado.

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Câmbio e motor deixam o modelo acima dos concorrentes

Os pneus 185/65 R15 fazem a versão LT ser mais confortável do que as demais, que usam aro 16 polegadas.

Trabalhando em conjunto às suspensões que são acertadas mais para o conforto do que para a estabilidade, os altos ombros destes pneus isolam, ainda mais, as irregularidades do solo.

Por ser um sedan, ele tem mais peso após no eixo traseiro. Assim, suas suspensões trabalham em uma freqüência menor, entregando mais conforto de marcha que o hatch.

Para um carro familiar, e sem nenhuma pretensão esportiva, essa versão está muito bem acertada, mesmo cantando os pneus em curvas mais acentuadas. Porém, mantendo o controle direcional.

Algumas características tornam o Onix Plus com motor 1.0 aspirado e câmbio manual um carro diferenciado.

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Normalmente, os sedans já são mais aerodinâmicos do que os hatches, pois as traseiras alongadas facilitam a passagem do ar pela carroceria e não geram turbulência nessa área. Outra, e inusitada característica, é o fato dele ser mais leve do que o hatch, pois o normal é o contrário.

Mas, ter um motor moderno acoplado a um câmbio de seis marchas faz a maior diferença.

Os motores de três cilindros e 1.0 litro de deslocamento são os mais econômicos, principalmente os que contam com turbo, por atingirem números de torque mais elevados do que os de quatro cilindros e por essa força estar disponível em baixos regimes de rotação e se manterem constantes em giros maiores.

Nestes modelos sem turbo, estes potenciais dos motores de três cilindros não são tão explorados. Torque e potência são menores e entregues em rotações maiores.

Contudo, as relações das marchas precisam ser mais curtas, prejudicando o consumo e o conforto acústico em estradas. Ter câmbio de seis marchas ameniza essas limitações.

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Rodando – De sexta marcha e aos 90 km/h o motor trabalha às 2.500 rpm, e aos 110 km/h, às 3.050 rpm. Em carros com cinco marchas estes regimes ficam até 1.000 rpm acima.

Essa diferença garante menor ruído interno e maior eficiência energética. Os engates deste câmbio são precisos, seu curso não é longo e a posição da alavanca é bem ergonômica.

Porém, não existe milagre. Este motor sem o turbo tem torque e potência bem menores do que na configuração sobrealimentada.

As relações de marchas são curtas e, mesmo assim, é preciso cambiar com freqüência para manter o desempenho que, como em todos os carros com motor 1.0, é limitado. Apenas o suficiente para viagens tranqüilas e para circular em cidades com agilidade.

Pisando fundo, a elasticidade deste motor impressiona. Ele eleva a rotação até aos 6.400 rpm, antes de cortar a alimentação. Mesmo exigido, aceita as trocas demonstrando robustez mecânica e, até, faz os pneus cantarem.

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Essa combinação de motor e câmbio está longe de transformar o Onix Plus em um esportivo. É apenas suficiente para atender à proposta familiar do modelo, mas está um degrau acima dos seus concorrentes diretos.

Consumo – Este conjunto de fatores transformou essa versão do Onix Plus no carro à combustão mais econômico do Brasil, excetuando-se os modelos híbridos, logicamente.

Inclusive, em nossos testes padronizados de consumo, ele roubou o posto ocupado anteriormente pelo Onix 1.0 turbo automático.

Pela primeira vez, rodamos um pouco acima da distância mínima das nossas avaliações (343,9 km) e devolvemos o carro marcando meio tanque de combustível, de tão econômico que ele se saiu em rodovias.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

20221021_115428Fotos: Amintas Vidal

Na volta mais lenta, atingimos 23,3 km/l. Na mais rápida, 20,9 km/l, sempre com gasolina no tanque.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

Essa versão do Onix Plus não foi tão econômica ao vencer tantas elevações, finalizando o teste com 12,9 km/l de gasolina. Se o modelo contasse com o sistema stop/start, o resultado poderia ser melhor.

A linha Onix sempre foi um sucesso em nosso mercado. Por sete anos ela dominou o pódio dos hatches e sedans compactos. Recuperando dos atrasos oriundos da pandemia, a dupla sinaliza que irá retornar à liderança em 2023.

Além das qualidades que elevaram os modelos a essa supremacia, o baixo consumo dos novos motores de três cilindros ganharam ainda mais peso na escolha do mercado, pois os combustíveis ficaram muito mais caros nesses últimos quatro anos.

*Colaborador

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Pulse Abarth é o primeiro SUV da marca no mundo

Da Redação

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Com mais de 70 anos, a Abarth se prepara para escrever um novo capítulo da sua história. Mais precisamente em forma de SUV, o primeiro da marca no mundo.

Com a missão de marcar o retorno do escorpião ao Brasil, o Pulse Abarth foi revelado no BBB 22 e caiu nas pistas da Fórmula 4 como carro madrinha da competição que possui motores da marca impulsionando todos os monopostos da categoria.

Agora, ele chega ao mercado brasileiro. O primeiro SUV Abarth foi desenvolvido e é produzido no Polo Automotivo da Stellantis em Betim (MG).

A marca já teve dois veículos comercializados no Brasil antes. Em 2002, tivemos a versão mais potente do Stilo e, em 2014, o 500 Abarth.

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Mas a história da marca é muito mais antiga. Ela nasceu em 1949, com a paixão de Carlo Abarth por corridas, um piloto com o talento de envenenar carros comuns. Desde então, ficou conhecida pela esportividade, performance e experiência única de direção.

Houve investimento em infraestrutura para o lançamento da marca. A rede de concessionárias Abarth está dimensionada para ter 60 pontos de vendas (48 já estão operando).

Presentes em todas as regiões do Brasil, em praticamente todos os estados, elas carregam não só o logotipo do escorpião, mas também toda a identidade visual da marca e uma equipe capacitada para receber os apaixonados por esportividade.

Cada uma terá um corner Abarth no showroom, o escudo da marca na fachada principal e no totem externo, acessórios e Abarth Wear disponíveis para venda, além de possibilidade de test-drive do novo SUV.

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O Pulse Abarth é equipado com o motor turbo 270, sendo o mais rápido do Brasil na sua categoria. O modelo não oferece opcionais.

Ele sai de fábrica reunindo, por exemplo, conteúdos como escapamento duplo esportivo, central multimídia de 10,1 polegadas com serviços conectados, paddle shifters, frenagem automática de emergência, freio de mão eletrônico com Auto Hold, wireless charger, comutação automática de faróis e alerta de mudança de faixa.

Para diferenciá-lo das demais versões do Pulse, o Abarth chega com detalhes em vermelho, cor característica da marca. A começar por uma faixa lateral.

O retrovisor e uma linha no para-choque dianteiro também seguem a mesma estética e cor. Os badges Abarth não poderiam faltar e estão presentes tanto na lateral quanto na dianteira.

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A Fiat Flag também está presente na grade. Traz, ainda, rodas de 17 polegadas Racing exclusivas com alívios de massa, maior largura e center cap único.

Na parte frontal do SUV existem linhas que evidenciam a musculatura do modelo, como o aplique superior com design de fibra de carbono e a grade flutuante com abertura de ar dedicada para maior eficiência.

Também traz elementos para melhorar a aerodinâmica, como o air curtain e o para-choque frontal mais baixo e largo.

Já na parte de trás, traz exclusividade na antena shark esportiva, a assinatura Abarth e um para-choque traseiro que reforça o DNA Abarth Racing com escapamento com ponteira dupla cromada de 3 polegadas e ronco característico da marca.

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A exclusividade de seu DNA envenenado também está marcada no interior escurecido. O símbolo do escorpião está presente em 13 pontos, como no encosto dos assentos, centro do volante, badge do painel, em uma etiqueta no câmbio e até na tampa do motor.

Claro que a cor marcante da Abarth (vermelho) não poderia faltar. Os bancos exclusivos em material sintético que imita o couro na cor preta, o apoio de braço e o volante trazem costuras no tom, assim como a coifa do câmbio.

Evidenciando o acabamento único do SUV há, também, uma faixa vermelha presente no painel e a letra “E” do nome Pulse no badge traseiro também vem nesse tom.

Para completar, o console central possui aproveitamento máximo dos espaços, com diversos porta-objetos. Já o cluster digital é personalizável e traz a mesma estética esportiva Abarth.

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O modelo está disponível nas cores branco Banchisa, cinza Strato, vermelho e preto Volcano, com detalhes externos em vermelho. Já as opções em vermelho Montecarlo possuem detalhes em cinza ou preto.

Acelerando como um autêntico Abarth, o Pulse Abarth possui câmbio automático de seis (6) marchas e é equipado com o motor turbo 270 com potência de 185 cv e torque de 270 Nm.

Segundo a Fiat, ele é capaz de chegar aos 100 km/h em 7,6 segundos e sua velocidade máxima é de 215 km/h (etanol). Sua relação peso-potência é 6,9 kg/cv.

O Pulse Abarth traz modificações específicas, como nova calibração do câmbio, que deixam as trocas mais rápidas e esportivas. As suspensões trazem mais estabilidade e dirigibilidade com molas e amortecedores até 13% mais firmes.

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A suspensão dianteira ganhou nova geometria e barra estabilizadora de maior diâmetro disponível para maior estabilidade. Já a traseira tem eixo com maior rigidez à torção (+15%). A rolagem da carroceria ainda ficou 10% menor, o que ajudou a manter a altura elevada, informou a fabricante.

Equipado com rodas mais largas para maior estabilidade e pneus mais aderentes, o modelo também possui uma nova direção, que é mais direta e precisa.

O sistema de freio também foi redimensionado. Até mesmo a sonoridade do motor está mais esportiva, devido ao novo sistema de exaustão.

O SUV possui três modos de direção disponíveis: Normal, com foco em esportividade e conforto; Manual, trazendo versatilidade e personalidade e o Poison, com resposta rápida e envenenada e muito mais fun-to-drive.

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O modo Poison pode ser acionado por meio de um botão exclusivo no volante. Ele surpreende com a carga da direção, que permite uma condução mais firme, com progressão mais acentuada em velocidades maiores.

Também há uma vetorização dinâmica de torque, sistema que distribui o torque nas rodas durante curvas, deixando o veículo mais provocante e insinuante nas manobras.

Ainda conta com uma calibração super esportiva do  câmbio, com trocas mais rápidas e redução automática das marchas em frenagem, para auxiliar com freio motor e antecipar o engate da marcha mais apropriada para retomar a aceleração.

Os controles de tração e estabilidade se tornam menos intrusivos, oferecendo uma direção mais esportiva.

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Nos quesitos segurança e tecnologia, ele traz diversos itens de série. A central multimídia de 10,1 polegadas vem com o Connect////Me, plataforma de serviços conectados que conta com mais de 30 funcionalidades.

O usuário pode ter acesso a informações do seu veículo, como diagnósticos e a localização pelo smartphone, smartwatch ou até através de um assistente pessoal como Alexa ou Google Assistant.

Além disso, o Pulse Abarth vem equipado com ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) com as seguintes funcionalidades: comutação automática de faróis, alerta de mudança de faixa e frenagem automática de emergência.

Também possui freio de estacionamento eletrônico automático com Auto Hold, em que mantém o freio acionado após retirar o pé do pedal, trazendo mais conforto ao dirigir.

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O modelo conta, ainda, com airbags frontais e laterais de tórax e cabeça para motorista e passageiros.

O Pulse Abarth conta com paddle shifters, mais conhecidos como “câmbio borboleta”, que ficam logo atrás do volante e, com apenas um toque, é possível trocar de marcha.

O SUV compacto vem com wireless charger (carregador por indução) para smartphones, quadro de instrumentos full digital de 7 polegadas específico Abarth com informações como pressão do turbo, força G e potência na tela principal; ar-condicionado automático digital; faróis e lanternas full led; faróis com acendimento automático; sensor de chuva com acionamento automático dos limpadores de parabrisa e Keyless Entry’n Go.

O preço sugerido do Pulse Abarth é de R$ 149,99 mil (exceto São Paulo).

pulse_abarth_026-63757b8af12bcFotos: Stellantis / Fiat / Abarth / Divulgação

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BYD lança, oficialmente, o Song Plus DM-i

Da Redação

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Após o lançamento de três automóveis elétricos, a BYD dá um novo passo em sua consolidação no mercado brasileiro.

A marca apresentou, oficialmente, o utilitário esportivo híbrido Song Plus DM-i. Amplo espaço interno, belo design, luxuoso e desenvolvido com a inédita tecnologia híbrida DM-i destacam-se nesse novo lançamento.

De acordo com a BYD, o veículo já havia chamado a atenção do consumidor. Logo no anúncio da pré-venda, em setembro, foram necessários apenas sete dias para que todas as 200 unidades do primeiro lote fossem esgotadas, informou a BYD.

O novo SUV Song Plus DM-i é o primeiro veículo da BYD a chegar ao Brasil com a exclusiva tecnologia híbrida plug-in DM-i.

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São vários benefícios, incluindo baixo consumo de combustível, rápida aceleração, dirigibilidade suave, além de baixa emissão de CO2.

A tecnologia DM-i é capaz de mesclar os modos de utilização. Para curtas distâncias, por exemplo, usa o sistema elétrico (maior economia). Já para longas distâncias, de forma inteligente, aciona o modo híbrido, unindo o motor térmico ao elétrico.

São 3 módulos de direção na tecnologia híbrida do Song Plus DM-i: modo EV, modo paralelo HEV e modo HEV série.

O modo EV ocorre quando o veículo roda em baixas e médias velocidades. Essa possibilidade oferece todas as vantagens de alto torque, alta eficiência e baixo ruído do motor. É o módulo adequado para uso urbano: econômico, suave, silencioso e zero consumo de combustível fóssil.

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Já o modo paralelo HEV concilia o motor à combustão, mais a geração de energia de alta eficiência. Geralmente em baixas e médias velocidades e sob rápida aceleração, o motor e a energia da bateria juntos fornecem energia de acionamento ao motor elétrico: baixo consumo de combustível, baixo ruído, alta potência, condição muito próxima aos modelos puramente elétricos.

E o modo HEV série, que entra em operação quando o veículo está em alta velocidade, com o motor à combustão e o elétrico cooperando de forma eficiente, impulsionando o veículo na melhor zona de trabalho e ainda economizando energia.

O grande diferencial é que a tecnologia híbrida DM-i é a priorização do uso da motorização elétrica, com o motor térmico entrando em funcionamento para auxiliar o eletrificado.

O Song Plus DM-i chega ao mercado equipado com dois motores. Um a gasolina de ciclo Atkinson com um deslocamento de 1.498 cc, injeção multiponto, quatro cilindros e 16 válvulas.

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Ele gera 110 cv de potência a 6.000 rpm e torque máximo de 135 Nm a 4.500 rpm.

Já o elétrico produz potência máxima de 179 cv, com torque máximo 316 Nm.

O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e conta com autonomia (ciclo NEDC) 100% elétrica de 51 km com carga total da bateria. Já no modo híbrido, a autonomia ultrapassa os 1.000 km, segundo a BYD.

A transmissão, ao não utilizar marchas definidas, otimiza o funcionamento do sistema DM-i.

O novo SUV traz a avançada e segura bateria Blade, de longa duração, cujo conceito remete à tecnologia de autonomia estendida, contribuindo para a mobilidade sustentável.

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Foi projetada em forma de lâmina com função estrutural e não possui estrutura modular, permitindo até 50% mais células no mesmo espaço e aumentando a sua densidade energética.

 

Sua capacidade é de 8,3 kWh, com tempo de carga total de 2,5 horas, quando utilizado um carregador AC de 3,3 KW.

Nas dianteira, os faróis são Full LED e se destaca a grade frontal, ressaltada por finas tiras decorativas cromadas. A grade também conta com acabamento 3D.

Os retrovisores externos possuem ajuste elétrico, são escamoteáveis e contam com desembaçador elétrico.

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Na traseira, o Song Plus DM-i traz lanternas em LED conectadas, oferecendo uma iluminação maior, mais atraente e que aumenta a visibilidade do veículo.

As lanternas e o brake light Skyline são integradas e proporcionam maior segurança, seguindo a tendência atual. O logo Build Your Dreams está estampado entre elas.  

As rodas de liga leve de 19 polegadas e alto brilho, com grandes arcos pronunciados, remetem à esportividade do conjunto, com pneus de dimensões 235/50 R19.

O Song Plus DM-i dispõe de um porta-malas com 574 litros. Com os bancos traseiros rebatidos, o espaço chega a 1.477 litros.

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A abertura da tampa do porta-malas é possível pelo acionamento de um botão localizado na própria tampa, por meio da chave do veículo e também acionando um botão localizado na porta do motorista, de forma elétrica tanto para a abertura quanto para o fechamento.

O Song Plus DM-i tem 4,71 metros de comprimento; 1,89 metro de largura; 1,68 metro de altura e entre eixos de 2,77 metros. Seu peso em ordem de marcha é de 1.700 kg.

Na frente, os bancos possuem ajustes elétricos e são dotados de aquecimento e ventilação. Na traseira, o interior traz piso plano que aumenta o conforto dos ocupantes, além de melhor acessibilidade.

Além disso, os bancos têm acabamento em tecido premium sustentável e materiais sofisticados.

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A iluminação ambiente pode ser configurada com 31 opções de cores.

O quadro de instrumentos é 100% HD digital personalizável com 12,3 polegadas, que conta com display de fácil visualização e múltiplas informações.

Desenvolvida em sistema Android, conta com monitoramento em tempo real do progresso do sistema e suporta expansão para equipamentos periféricos.

A central multimídia Touch é de 12,8 polegadas e conta com 9 alto-falantes de alta-fidelidade da marca Dirac.

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O ar-condicionado é dual zone, com regulagem de temperatura independente (configurável na tela da multimídia) e apresenta saídas para o banco traseiro. Também está presente o teto solar panorâmico elétrico, com anti-esmagamento e sensível ao toque.

O Song Plus DM-i dispõe de volante multifuncional com controles de áudio e tecnologias semiautônomas, carregamento de celular por indução (Wireless) e entradas USB.

Outras tecnologias presentes são: controle de estabilidade (ESP), controle de tração TCS), assistência de partida em rampa (HHC) e também descida (HDC), sensores de estacionamento, sensores de ponto cego, chave keyless para abertura e fechamento e sistema de ignição por botão.

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O modelo possui suspensão independente McPherson na dianteira e independente multi-link na traseira. O sistema de freios é do tipo regenerativo inteligente, com discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira. A tração é dianteira (FWD).

Seis airbags (dianteiros, laterais dianteiros, cortinas de ar laterais dianteiras e traseiras), assistente de permanência em faixa, reconhecimento de sinais de trânsito, assistente de frenagem de emergência, sensores de pressão dos pneus e sistema Isofix fazem parte do pacote de segurança.

O preço público sugerido do Song Plus DM-i é R$ 269,99 mil. O veículo será disponível em versão única de mercado e cinco cores.

A garantia é de cinco anos ou 200 mil quilômetros rodados (sistema elétrico do PHEV + baixa tensão + chassis). A bateria Blade contará com garantia de oito anos ou 200 mil quilômetros.

BYD-Song-Plus-DM-i-PHEV (5)Fotos: BYD / Divulgação

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Polo Track passa a ser o VW de entrada e Gol se despede com edição limitada

Da Redação

A Volkswagen apresentou seu mais novo hatch de entrada do mercado brasileiro. O Polo Track vai substituir o Gol, que sai de linha com a edição limitada Last Edition.

Produzido na planta de Taubaté (SP), o Polo Track é equipado com o motor 1.0 MPI flex, com potência máxima de 84 cv e 10,3 kgfm de torque máximo, acoplado ao câmbio manual de cinco (5) marchas.

Quanto ao números do modelo, são 2,56 metros de entre-eixos e 1,75 metros de largura. O porta-malas tem capacidade para 300 litros.

O Polo Track traz lista recheada de equipamentos de série. Em termos de segurança, ele dispõe de quatro airbags, sendo dois frontais e dois laterais nos bancos dianteiros, Hill Hold Control (Assistente para partida em aclives e subidas), controle eletrônico de estabilidade (ESC), sistema Isofix, Top Tether para fixação de assento de criança, alerta de afivelamento de cinto de segurança para todas as posições, bloqueio eletrônico do diferencial (XDS+), entre outros.

Na paleta de cores, o hatch terá quatro cores disponíveis: as sólidas branco Cristal e preto Ninja, e as metálicas prata Sirius e cinza Platinum.

O novo modelo de entrada da Volkswagen chega ao mercado com lista de conforto incluindo ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos dianteiros, e travamento elétrico e remoto das portas.

Para o momento de pré-venda, em condição especial de lançamento, o modelo será ofertado com pacote que contempla sistema de som com bluetooth, volante multifuncional, computador de bordo, entradas USB e antena de teto pelo mesmo preço do Gol 1.0 MPI, por R$ 79,99 mil*.

Com nova roupagem, o Polo Track traz visual com grade frontal exclusiva, acabamentos em preto fosco nos retrovisores e maçanetas, além de novas rodas de 15 polegadas com calotas em preto fosco.

Na traseira, as lanternas escurecidas acompanham a nomenclatura da versão ao centro e o novo difusor com linhas mais marcantes também escurecidos.

O Polo Track será lançado oficialmente em fevereiro de 2023.

*Valor do Gol 1.0 MPI equipado com opcionais de roda aro 15 polegadas e pacote tecnológico interatividade Media Plus, equivalente ao que será oferecido no Polo Track na cor preto Ninja

Gol Last Edition marca despedida do Gol

O Gol é o modelo mais produzido, mais vendido e mais exportado da história do mercado nacional.

Para honrar a despedida deste clássico da indústria automotiva brasileira, em linha por 42 anos, a Volkswagen anunciou a chegada do Gol Last Edition.

Numerada e limitada a 1.000 unidades, a versão foi desenvolvida especialmente pelo time de design da Volkswagen do Brasil.

Ainda em novembro, a Volkswagen divulgará mais informações sobre o Gol Last Edition, como preço e motorização, e os últimos passos da longa jornada deste ícone.

Fotos: Volkswagen / Divulgação

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Peugeot apresenta versão 100% elétrica do SUV 2008

O e-2008 chega ao mercado com potência de 136 cv e torque de 26,5 kgfm

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 11/11/2022)

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A Peugeot iniciou um novo capítulo de sua revolução elétrica no País. E o protagonista de mais esse passo da marca no universo da eletrificação é o novo e-2008.

O hatch esportivo e-208 GT abriu as portas para a ofensiva elétrica da Peugeot no Brasil, deu passagem para o utilitário e-Expert e, a partir de agora, ambos contam com a companhia de mais um importante integrante no portfólio.

Mais do que ampliar a oferta, a novidade constitui uma peça fundamental na dinâmica de expansão da Peugeot, que passa a contar com um produto diferenciado, forte e estratégico para representá-la no segmento de veículos elétricos urbanos. 

O e-2008 se beneficia da expertise bicentenária da marca para cumprir seu papel no universo da eletrificação com muita competência, sem abrir mão de características naturalmente atribuídas aos veículos que ostentam o emblema do leão, como estilo único, comportamento dinâmico e conforto de altíssimos níveis, e uma experiência de condução incomparável, informou a Peugeot.

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A performance do e-2008 vem de um motor que entrega 26,5 kgfm de torque instantâneo e 136 cv de potência (100 kW).

O SUV conta com três diferentes modos de condução à disposição do condutor: Sport (prioriza o desempenho, utilizando-se da potência e torque máximo), Normal (indicado para garantir o conforto ideal nos deslocamentos do dia a dia) e Eco (foco na otimização da autonomia). A escolha é feita a partir do simples toque no botão.

O modelo traz, ainda, um novo seletor de condução, o e-Toggle, onde está disponível a função B Mode.

Também conhecida como one pedal, ela atua com o freio motor e faz a desaceleração do veículo com a simples retirada do pé do acelerador pelo motorista para regeneração da bateria, otimizando a autonomia.

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Além disso, a função também contribui com o aumento da vida útil das pastilhas de freio.

Bateria e Carregamento – Com 50 kWh de capacidade, a bateria de alta performance garante ao e-2008 uma autonomia de 345 km com carga completa (ciclo WLTP).

Ela fica posicionada sob o piso do veículo, ou seja, sem comprometer o espaço interno, além de ter sido concebida desde o início do projeto para não afetar qualquer item de segurança.

O e-2008 pode ser carregado em tomadas convencionais do tipo residencial ou em carregadores rápidos, por meio de um plug posicionado no mesmo local em que seria feito o abastecimento em um veículo térmico.

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O sistema é composto por um plug Tipo 2, para corrente alternada (AC), e plug CCS-2, para corrente contínua (CC).

O carregamento começa imediatamente após a conexão do cabo e o usuário acompanha o status a partir das luzes indicativas de recarga: branco (abertura para conexão do plug); verde: piscante (em carregamento) e fixo (carga completa); vermelho (anomalia/problema na recarga). Para soltar o plug, basta destravar as portas do veículo.

O modelo pode ter 80% da bateria carregada em apenas 30 minutos, caso o usuário utilize uma estação ultrarrápida de recarga de 100 kW, e os dados de utilização e consumo da bateria e do powertrain elétrico são ilustrados no painel de instrumentos digital 3D.

A bateria tem 8 anos de garantia pela montadora, com limite de quilometragem de 160 mil km.

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Design – O Peugeot e-2008 tem como “cartão de visita” o inconfundível visual felino que é a assinatura da marca do leão.

A frente do modelo é composta pelos faróis em Full LED e com marcantes “dentes de sabre”, além da grade com detalhes na cor da carroceria.

O novo veículo elétrico traz, ainda, lanternas traseiras em LED que remetem às garras do leão, além da faixa horizontal que une o conjunto, e o teto com duas tonalidades.

O monograma com a letra “e” destacada em azul acompanha a nomenclatura 2008 indicando que se tratar de um veículo movido a eletricidade.

Interior – O modelo conta com o Peugeot i-Cockpit 3D, que garante o toque de exclusividade ao interior do modelo.

Fazem parte do i-Cockpit o volante esportivo, a central multimídia com tela de 10 polegadas e o quadro de instrumentos 3D, além da navegação GPS 3D e a série de botões de controle batizada de toggles switches.

Os bancos de couro com formato esportivo e um belo teto solar panorâmico completam o pacote visual. Ainda há uma ambientação com oito opções de cores de iluminação, para dar o toque final de personalização.

A Peugeot deixou claro que o e-2008 foi preparado para circular pelas ruas da cidade, sendo esse o seu “habitat natural”. Ou seja, mesmo sendo um utilitário, não é um veículo preparado para o off-road mais pesado.

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O SUV traz, ainda, rodas bi-ton diamantadas de 18 polegadas, protetores de caixa de rodas, boa altura em relação ao solo, bancos bi-partidos e um porta-malas com capacidade para 434 litros.

Mesmo contando com uma bateria de 220 litros acoplada, a arquitetura do e-2008 garante boa posição de dirigir, além de amplo espaço para os ocupantes da primeira e da segunda fileiras de bancos, e também no bagageiro.

Em relação às tecnologias de assistência à condução e segurança, destaque para o piloto automático inteligente, a frenagem automática de emergência, a assistência de farol alto, o alerta de atenção e fadiga, o reconhecimento de placas de velocidade, o sistema ativo de ponto cego, o alerta e correção de permanência em faixa e os 6 airbags.

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Atendimento ao Cliente – Desde o primeiro modelo elétrico apresentado, a Peugeot expressa sua intenção de entregar não apenas uma nova oferta de veículos, mas toda uma cadeia de serviços e de produtos relacionados, a fim de garantir um ciclo completo de suporte ao cliente que confia e aposta nesse novo caminho da mobilidade.

O resultado é um ecossistema que engloba uma série de ações para garantir a melhor experiência possível, concebidas a partir do mapeamento da jornada da eletrificação, desde a compra até o pós-venda, a fim de identificar as principais necessidades e antecipar soluções, garantindo tranquilidade ao cliente.

Para falar de maneira resumida, os destaques são:

e-Centers: Rede de concessionárias estruturadas para a apresentação, comercialização e reparos de veículos elétricos;

Pós-Vendas e Call Center: qualificados para garantir excelência na oferta de serviços e de atendimento a esse cliente específico;

Parcerias Peugeot: Seleção de parceiros homologados e certificados para auxiliar nas demandas diárias que vão além do produto.

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A estruturação dos e-Centers é um ponto de destaque, pois garante a especialização de uma rede cada vez maior e mais completa, com grande volume de profissionais altamente capacitados.

Cada funcionário dos e-Centers participa de um curso, com foco total nas tecnologias, conectividade, sistemas e diagnósticos específicos dos veículos elétricos, realizados nos diversos pólos de treinamento conveniados SENAI em diversas regiões do Brasil.

Segundo a Peugeot, a meta é atingir um total de 35 unidades de e-Centers ao longo de 2023.

Em termos de Pós-Venda, o objetivo principal da marca é fornecer o máximo de tranquilidade e conveniência, e a resposta imediata está no pacote de revisões.

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Quem adquire um Peugeot e-2008 já tem garantidas as revisões nos cinco primeiros anos (ou até que o veículo atinja os 100.000 km).

Elemento fundamental e estratégico na ofensiva elétrica da marca nos País, o ecossistema de parcerias se expande no mesmo ritmo do lançamento de novos produtos.

Para a chegada do e-2008, a Peugeot apresenta evolução em parcerias firmadas anteriormente e adiciona novas empresas e soluções.

Entre os atuais e os novos parceiros estão:

Weg – Empresa certificada e qualificada para venda e instalação de carregadores/estações de recarga;

Estapar & Zletric – Ecovagas (vagas com recarga gratuita para clientes Peugeot);

Cart – Localizador de eletropostos via multimídia;

Raízen – Infraestrutura de eletromobilidade, oferta de energia para clientes Peugeot, descarbonização de e-Centers, entre outros;

Holu – soluções em energia solar, para residências ou estabelecimentos comercias;

Tupinambá – oferta de locação de carregadores residenciais e conectividade;

ST Marché – Pontos de recarga, veículos compartilhados, e outras ações com a Rede de Supermercados;

Enel & Way– Carregadores e soluções de energia;

Ambify – Bônus ecológico, através de tokens de crédito de carbono;

Flua! – Solução de assinatura para veículos elétricos Peugeot.

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O Peugeot e-2008 chega ao mercado brasileiro com preço a partir de R$ 259,99 mil.

Poder de Carga / Tempo Previsto (bateria kW a 80%):

100 kW (estação recarga): 30 minutos

50 kW (estação recarga): 53 minutos

7,4 kW e 22 kW (estação recarga): 06h02

1,8 kW (tomada tradicional / doméstica): 24h56

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alta5974-63597b34bf926Fotos: Pedro Bicudo / Peugeot / Stellantis / Divulgação

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Mercedes-Benz lança novo sedan elétrico EQE

Da Redação

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil anunciou a ampliação da sua família de produtos 100% elétricos com a apresentação do novo EQE, um sedan executivo, de caráter esportivo e luxuoso.

O EQE oferece uma autonomia superior a 600 km com apenas uma carga em sua bateria de 89 kWh.

Em suas dimensões externas, o EQE é comparável a outros modelos da marca como a Classe E ou ao CLS. Assim como este último, ele possui vidro traseiro fixo junto a tampa do porta-malas.

A última geração do MBUX, recentemente introduzida no EQS e na Classe C, também está a bordo do EQE. Com software adaptável, o conceito de controle e display se adapta completamente ao seu usuário e faz sugestões personalizadas para inúmeras funções de infoentretenimento, conforto e do veículo.

A versão escolhida para o Brasil é o EQE 300 com 245 cv e equipado com a transmissão elétrica (eATS), com todo o conjunto montado no eixo traseiro.

O motor elétrico é do tipo motor síncrono permanente (PSM). Com o PSM, o rotor do motor é equipado com ímãs permanentes e, portanto, não precisa ser alimentado com energia.

As vantagens deste design incluem alta densidade de potência, alta eficiência e alta constância de potência. O motor no eixo traseiro é particularmente potente devido ao seu design de seis fases que possui dois enrolamentos com três fases cada.

A bateria de íons de lítio é composta por dez módulos e possui um conteúdo de energia útil de 89 kWh. O software de gerenciamento de bateria, desenvolvido internamente, permite o gerenciamento inteligente de energia do EQE.

Com a atual geração de baterias, um passo importante foi alcançado em termos de sustentabilidade da química das células. O material ativo otimizado consiste em níquel, cobalto e manganês na proporção de 8:1:1.

Isso reduz o teor de cobalto para menos de 10%. A otimização contínua da reciclabilidade faz parte da estratégia de baterias da Mercedes-Benz.

Desempenho consistentemente alto e múltiplas acelerações sem queda de potência caracterizam a filosofia de condução do EQE. Isso inclui um conceito térmico sofisticado e diversas variantes de recuperação de energia.

Neste processo, a bateria de alta tensão é carregada convertendo o movimento mecânico rotativo em energia elétrica durante o modo de sobreaquecimento ou frenagem.

O motorista pode selecionar manualmente a desaceleração em três estágios (D+, D, D-), bem como a função de deslizamento através das borboletas atrás do volante.

O ECO Assist também oferece recuperação otimizada para diversas situações em que a desaceleração pode ser mais intensa ou mais sutil, o que acaba resultando no estilo de condução mais eficiente.

Se possível, a desaceleração de recuperação também é usada para veículos detectados à frente. Isso ocorre até mesmo quando eles param, por exemplo, nos semáforos.

O motorista não precisa pressionar o pedal do freio para isso. Literalmente é uma condução utilizando apenas um pedal.

Com o objetivo de aumentar o conforto, o novo EQE conta com a suspensão pneumática AIRMATIC e o sistema de amortecimento adaptativo ADS+.

E como todos os outros modelos da marca, o EQE possui uma célula de passageiros rígida, zonas de deformação especiais e sistemas de retenção modernos com PRE-SAFE, aumentando a segurança ativa e passiva do modelo.

O fato de o EQE ser baseado em uma arquitetura totalmente elétrica também abriu novas possibilidades de design para seu conceito de segurança.

Isso significa, por exemplo, que uma posição mais favorável pode ser escolhida para a instalação da bateria, em uma área protegida contra colisão na parte inferior da carroceria.

Fotos: Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil / Divulgação

E como não há cárter a bordo, o comportamento em uma eventual colisão frontal pode ser ainda melhor. Além dos testes de colisão padrão, o desempenho do modelo em várias situações de carga adicional foi verificado e extensos testes de componentes realizados no Vehicle Safety Technology Center (TFS).

A última geração de sistemas de assistência à condução inclui inúmeras funções de apoio ao condutor. A tela de assistência no visor do motorista mostra a operação dos sistemas de assistência à condução em uma visão de tela cheia facilmente compreensível.

Assim como os modelos EQC 400 4MATIC e Mercedes-AMG EQS 53 4MATIC+ lançados em 2020 e 2022, o novo EQE 300 traz um pacote de Energia desenvolvido em parceria com a Enel X Way, linha de negócios global do Grupo Enel dedicada exclusivamente à mobilidade elétrica, que inclui um carregador “wallbox” e instalação.

Além desse pacote, o modelo traz três anos de manutenção preventiva já inclusa e três anos de garantia de fábrica.

A produção do EQE ocorre na fábrica alemã da Mercedes-Benz em Bremen e as primeiras unidades do modelo começam a desembarcar no Brasil agora em novembro ao preço público sugerido de R$ 709,90 mil.

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BMW lança 5º modelo 100% elétrico no País: i4

Da Redação

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O plano de eletrificação do BMW Group Brasil está acelerado. Depois do lançamento do i3, iX, iX3 e Mini Cooper S E, chegou a vez do novo BMW i4.

O modelo também marca o cumprimento do compromisso, feito ainda em 2021, de que o BMW Group teria cinco carros elétricos à venda em 2022. O BMW i4 chega ao Brasil em duas versões, com até 590 km de autonomia (eDrive40) e 544 cv de potência (M50).

“Para a BMW, o futuro é elétrico, circular e digital. O lançamento do BMW i4 reforça a nossa estratégia de que, até 2030, o mercado de carros premium será pelo menos 50% elétrico. Com uma autonomia excelente na versão eDrive40 e um desempenho impressionante na versão M50, o modelo vai se encaixar perfeitamente na vida do nosso cliente que deseja um sedan coupé elétrico, esportivo e dinâmico, para um puro prazer de dirigir”, afirmou Aksel Krieger, CEO e presidente do BMW Group Brasil.

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Visualmente, o BMW i4 mescla um pouco do Série 3 com as linhas do Série 4 e do esportivo M3. A carroceria sedan tem linhas Gran Coupé com charmosos vidros sem molduras.

Na dianteira, os faróis afilados, juntamente com entradas de ar agressivas e a grade duplo rim vertical dão um aspecto esportivo ao modelo.

O para-choque traseiro tem detalhes esportivos e um difusor de ar bem no centro, deixando o sedan mais elegante, mas sem perder a sua esportividade.

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Versátil, o novo BMW i4 busca atender todos os tipos de clientes que procuram um carro elétrico. O modelo está disponível nas versões eDrive40 e M50.

A primeira, mais focada em autonomia, tem 340 cv de potência (250kW) e 430Nm de torque instantâneo. Com esse conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e tem bateria de 80,7kWh, que proporcionam até 590 km de autonomia.

Já versão M50 (fotos dessa matéria) tem como foco os clientes que procuram um desempenho mais esportivo. São 544 cv (400kW) de potência e 795Nm de torque imediato.

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Com esse conjunto, a versão M50 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos, mesmo tempo do BMW M3.

A bateria tem os mesmos 80,7kWh de capacidade da versão eDrive40, mas por conta do desempenho mais esportivo e dois motores elétricos, rende até 510 km de autonomia.

O novo BMW i4 também é equipado com uma tecnologia que possibilita recargas ultrarrápidas de até 350kW em ambas as versões. Esse modo permite carregar até 80% da bateria em apenas 19 minutos.

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O BMW i4, assim como o BMW iX, vem com dois carregadores de fábrica: um BMW Wallbox essential com capacidade máxima de carga de 22kW e um Flexible Fast Charger com capacidade máxima de carga de 11kW.

O Flexible Fast Charger é um carregador rápido, portátil e flexível. O kit standard acompanha um conector de 3 pinos com potência de 1.8 kW, mas o cliente encontra opções de cabos que podem aumentar a potência para até 11 kW.

O carregador tem cabo com comprimento de 6 metros. Além disso, o Flex Charger tem garantia de 2 anos, assim como o BMW Wallbox.

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Dessa forma, ao comprar o BMW i4, o cliente tem dois pontos particulares de recarga, podendo levar um sempre no carro e facilitando sua recarga em qualquer lugar.

Por dentro, o BMW i4 é equipado com o BMW Live Cockpit Professional, uma tela curvada que estreou no BMW iX e, recentemente, passou a equipar também o Série 3.

Composta por duas telas, uma de 12,3 polegadas para o painel de instrumentos e outra de 14,9 polegadas para a multimídia, o conjunto roda o novo Sistema Operacional 8 e exibe as informações de maneira atraente e intuitiva.

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No quesito conectividade, o novo BMW i4 conta com o BMW ConnectedDrive, que fornece serviços como: Chamada de Emergência Inteligente, aviso de manutenção, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e aplicativos, além de serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, localizar o veículo e enviar destinos direto ao sistema de navegação.

Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones com a preparação para Apple CarPlay e Android Auto.

Entre os equipamentos disponíveis, destaque para os faróis Full LED adaptativos; sistemas Parking Assistant Plus e Reversing Assist (refaz em marcha a ré nos últimos 50 metros percorridos pelo veículo); ar-condicionado com controle digital automático de três zonas, BMW Comfort Access 2.0 (destrava e acende luzes de boas-vindas ao se aproximar do carro e tranca o veículo ao se afastar sem necessidade de encostar na chave, além de possibilitar a abertura do porta-malas através da aproximação do pé no para-choque traseiro) e o Driving Assistant Professional (assistente de condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções).

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O sistema de som é da renomada Harman Kardon com 17 alto-falantes e 464W de potência.

Há, ainda, o Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant), sistema testado e desenvolvido pelo time da engenharia da empresa no Brasil por meio de uma parceria com a equipe global, sediada na Alemanha, capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos sendo ativado por comando de voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada pelo motorista.

O modelo pode ainda se conectar com a Amazon Alexa e casas inteligentes, além de estar apto para receber atualizações remotas de software quando disponíveis.

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O novo BMW i4 já está à venda nas concessionárias da BMW no Brasil na versão eDrive 40 (R$ 496,95 mil), em dez opções de cores para a carroceria e seis opções de acabamento interno.

A versão M50 (R$ 596,95 mil) começará a ser vendida em breve. A data não foi informada pela BMW.

P90423620_highRes_the-bmw-i4m50-6-2021Fotos: BMW Group / Divulgação

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