Strasse lança o Taos Oettinger

Da Redação

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A Strasse, filial no País da alemã Oettinger, anunciou a chegada em seu portfólio do novo Taos Oettinger.

As novas configurações disponibilizadas para os brasileiros são as mesmas disponíveis na Alemanha.

Para o Taos Oettinger, a marca reduziu o 0 a 100 (que agora fica 0,3 segundos mais rápida, na casa dos 9 segundos) e aumentou a potência dos originais 150 cv e 250 Nm de torque para 200 cv e 370 Nm, respectivamente. A velocidade máxima é de 195 km/h, informou a Strasse

Para esse modelo, bem como outros Oettinger 1.4, a Strasse também disponibiliza para clientes de fora de São Paulo (acima de 500 km de distância) upgrade sem necessidade de envio do carro ao centro técnico da empresa. 

1--IMG-4804--1-Fotos: Strasse / Divulgação

O upgrade poderá ser feito no modelo original pela Strasse por R$ 14,90 mil, parcelado em até 10x sem juros no cartão de crédito.

Os valores informados para o kit de upgrade são válidos para o último quadrimestre de 2021. O cliente também pode adquirir os carros prontos já Oettinger, sendo assim,  com alterações no valor conforme os opcionais do carro base e da Oettinger a serem adicionados.

As cores são as mesmas dos modelos originais oferecidos no País. Na opção pela aquisição do carro, o valor poderá variar de acordo com a própria tabela da VW.

A garantia para os modelos Oettinger pode ser de até 2 anos e o pacote já pode ser encomendado com a Strasse. Também é possível solicitar blindagem, com valor sob consulta.

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Fiat lança seu primeiro SUV: o Pulse

Da Redação

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Um dos veículos mais aguardados de 2021 chegou ao mercado nacional depois de cumprir uma jornada diferente de qualquer outro lançamento que a Fiat tenha realizado em seus 45 anos de história no Brasil.

Durante o ano, o público foi parte integrante e ativa junto ao primeiro SUV da marca totalmente criado, desenvolvido e agora produzido no Polo Automotivo de Betim (MG).

Em uma estratégia inédita na indústria automotiva brasileira, a Fiat surpreendeu o mercado antecipando a revelação do modelo na final no BBB 21, além de engajar o público em uma votação nacional com participação de mais de 380 mil votantes que escolheram o nome Pulse.

A Fiat também desvendou partes do desenvolvimento do modelo em uma websérie de cinco capítulos que levou o consumidor para dentro da fábrica de Betim (MG) por meio da plataforma digital exclusiva para interação com o público (pulse.suv.com.br), que conta com cerca de 70 mil inscritos.

Líder do mercado brasileiro e sul-americano em 2021, com o Pulse a Fiat passa a disputar o segmento que mais cresce no País. De 2012 até 2021, o B-SUV aumentou de 2,8% para 22,8% sua participação de mercado; e saiu de dois para 18 concorrentes.

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Com um representante nesta categoria (SUV compacto), a marca reforça sua posição ao ampliar a cobertura de mercado: de 61% no ano passado para cerca de 90% em 2021.

O Pulse apresenta a dianteira alta e imponente. O para-choque elevado amplia o ângulo de entrada (20,5°), item crucial para um SUV. A ampla grade frontal estampa a logo da marca com a Fiat Flag no canto inferior direito.

Os faróis são de LED. Um friso, o wide blade, que pode variar conforme a versão (cromado na topo de gama), dá mais personalidade e cria uma assinatura horizontal e equilibrada que une os conjuntos ópticos.

Abaixo fica uma segunda entrada de ar, com grandes nichos para os faróis de neblina, também de LED, nas laterais.

O estilo musculoso do Pulse se mantém na lateral, com grandes arcos em torno dos para-lamas, rack longitudinal no teto e acabamento diferenciado sob os vidros.

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As rodas de liga leve têm desenho exclusivo nas diferentes versões, combinando com a suspensão elevada e o estilo do SUV.

Na traseira as lanternas tridimensionais têm perfil elevado. Também em LEDs, elas são posicionadas para otimizar sua visualização por outros condutores, reforçando a segurança. O para-choque traseiro apresenta um desenho que otimiza o ângulo de saída.

O Pulse estreia duas cores novas e exclusivas, azul Amalfi e cinza Strato, que podem ser combinadas com o teto bicolor, preto ou cinza na versão topo de linha Impetus, e preto como item opcional nas demais, com exceção da versão de entrada.

Todo o habitáculo do veículo é inédito. O novo painel recebe tons prata e cinza com diferentes elementos. As peças usam um mix de texturas agradáveis ao toque que criam um alto valor percebido pelos passageiros.

Os novos bancos em malharia ou em material sintético que imita o couro apresentam costura aparente em um design envolvente. A manopla de câmbio é adornada por uma discreta borda prateada, mesmo tom usado ao redor dos comandos do novo volante, que permite acessar diversas funções, como ajustar o som, trocar as marchas por meio de paddle-shifters ou acionar o modo Sport (botão vermelho) com apenas um toque.

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O painel 100% digital entrega a tecnologia cada vez mais buscada pelos consumidores, fazendo a dupla com a tela flutuante do sistema multimídia, que pode ter 8,4 polegadas ou 10,1 polegadas com conexão via internet 4G.

Os comandos do sistema de som, ar-condicionado e controles do veículo ficam reunidos em um cluster integrado, criando um visual limpo e facilitando o rápido acesso aos principais recursos do Pulse.

Abaixo dele ficam duas entradas USB, sendo uma do tipo C, posicionadas logo acima do carregador de celular por indução. Outro conector USB colocado entre os bancos permite que os passageiros do assento traseiro carreguem seu smartphone.

Esses elementos criam na cabine do Pulse um estilo envolvente com sensação de amplitude, tornando o ambiente agradável para os ocupantes. O SUV conta com 18 porta-objetos espalhados pela cabine, que totalizam 25 litros de armazenamento.

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O modelo chega ao mercado com um amplo catálogo de transmissões e motores, incluindo a chegada do inédito Turbo 200 Flex, o 1.0 sobrealimentado mais potente do Brasil com até 130 cv.

O inédito propulsor faz parte da premiada família de motores desenvolvida pela Stellantis, e repete 100% das inovações e tecnologias do conjunto existente, o Turbo 270 Flex, que já equipa a nova Toro.

Segundo a Fiat, foram mais de três anos de desenvolvimento e 30 mil horas em testes de bancada, que resultaram no melhor de dois mundos: maior performance e mais eficiência, dada a “embalagem” ainda mais compacta, com uso dos três cilindros que acompanha a tendência mundial de downsizing, entregando um conjunto mais leve.

O Turbo 200 Flex é capaz de gerar 130 cv de potência máxima com etanol (125 cv com gasolina). O torque de 200 Nm (20,4 kgfm), independente do combustível, está disponível entre 1.750 rpm e 3.500 rpm, entregando força máxima na faixa de maior uso dos motoristas no dia a dia.

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Um dos recursos que permite isso é o turbocompressor de baixa inércia da BorgWarner. Ele é dotado de uma wastegate eletrônica, que se ajusta rapidamente às demandas do acelerador de forma ativa.

Isso reduz o tempo de resposta do componente e amplia o controle da pressão no conjunto. O sistema de admissão tem um volume reduzido, diminuindo ainda mais o turbo lag.

Essas características são reforçadas pelo MultiAir III, uma tecnologia exclusiva da Stellantis. Ele é dotado de um sistema eletro-hidráulico para fazer um controle flexível das válvulas de admissão, mantendo a alta performance sem comprometer o consumo de combustível, e baixo nível de emissões.

Com o MultiAir III, o motor Turbo 200 Flex do Pulse pode abrir as válvulas de admissão durante o ciclo de compressão do cilindro, o que reduz a taxa de compressão e esfria a câmara de combustão. Isso dá maior controle sobre a detonação sem comprometer o avanço de ignição.

O controle eletrônico também permite antecipar a abertura das válvulas de admissão na fase de escapamento, criando uma recirculação de gases que reduz os óxidos de nitrogênio oriundos da combustão. Por conta disso, o Pulse chega ao mercado já atendendo às novas regras de emissões que passarão a vigorar a partir de 2022.

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A injeção direta de combustível tem injetores colocados quase na vertical em relação aos pistões, em ângulo de 23°. Isso favorece a mistura ar-combustível ao mesmo tempo em que evita o comprometimento do filme de óleo na parede do cilindro, dando estabilidade e velocidade na combustão.

O controle preciso do motor é reforçado com as informações do sensor de etanol, que detecta o tipo de combustível usado antes dele ser queimado.

Até mesmo o posicionamento do catalisador é pensado para o máximo de eficiência. Colocado junto ao coletor de escape integrado ao cabeçote, ele possibilita um rápido aquecimento do conjunto, favorecendo o controle de emissões com o motor em ciclo frio.

Já a corrente de distribuição silenciosa é do tipo “for life”, e não demanda manutenção durante a vida útil do veículo, reduzindo o custo de manutenção.

Além do Turbo 200 Flex, o Pulse também recebe o conhecido motor 1.3 Firefly, que gera 107 cv de potência com etanol a 6.250 rpm e 134 Nm (13,7 kgf.m) a 4.000 rpm.

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Ambas as motorizações do Pulse são acopladas ao inédito câmbio automático CVT com sete (7) marchas. Essa transmissão foi desenvolvida junto à Aisin, uma das mais prestigiadas empresas do segmento de powertrain.

Com ela, o Pulse com motor Turbo 200 Flex é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos.

O câmbio CVT usa duas polias variáveis ligadas por uma correia metálica mergulhada em óleo. Essa solução entrega o máximo de suavidade e conforto para o motorista sem comprometer a performance e eficiência do conjunto.

Ele opera com três modos de funcionamento. No modo Automático a central eletrônica faz o ajuste das relações e tempo de resposta conforme a demanda do motorista, se ajustando de acordo com os diferentes cenários do dia a dia e privilegiando baixas rotações para maior conforto e baixo consumo de combustível.

O modo Manual é para quem não abre mão do controle. Nele, o controle eletrônico do câmbio cria sete marchas pré-definidas, que podem ser trocadas manualmente e de forma sequencial por meio da alavanca de câmbio ou pelas borboletas no volante.

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Por fim, no modo Sport, acionado por um botão no volante, mais diversão na condução do Fiat Pulse. Ele atua na direção, no controle de estabilidade, no mapeamento do acelerador e altera o tempo de resposta e de troca de marchas, aproveitando ainda mais a potência máxima do Turbo 200 Flex.

A robustez e baixo custo de manutenção são garantidos pelo sistema de lubrificação selado com óleo for life. Ele não prevê trocas ao longo de toda a vida útil do Pulse, tornando o custo de propriedade menor.

O câmbio automático CVT é item de série nas versões Turbo 200 Flex do Pulse. A configuração 1.3 Firefly pode receber a transmissão automática e, também, a caixa manual de cinco (5) marchas.

O Fiat Pulse utiliza uma suspensão inédita, desenvolvida especialmente para o modelo. O conjunto é composto pelo sistema McPherson no eixo dianteiro e eixo de torção para as rodas traseiras, ambos dotados com uma nova geometria.

Na frente, uma travessa plana de maior rigidez favorece uma performance dinâmica superior e contribui para mais proteção em colisões. Nela ficam conectadas as novas molas e amortecedores, capazes de absorver irregularidades do solo ao mesmo tempo em que otimizam a estabilidade do Pulse nas curvas.

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A nova barra estabilizadora frontal foi pensada para conter a inclinação da carroceria nas curvas, algo essencial em um SUV. A peça está ligada aos novos braços oscilantes fixados por uma nova bucha vertical, projetados para entregar conforto aos passageiros em qualquer tipo de situação.

Na traseira, o novo eixo de torção tem maior rigidez, o que mitiga a rolagem do veículo em curvas e melhora a estabilidade. O componente também recebeu amortecedores e molas recalibradas especificamente para o Pulse.

O vão livre do solo chega a 22,4 cm, com altura mínima de 19,6 cm. Isso dá segurança em lombadas e estradas de terra, preservando o assoalho do Pulse contra o contato de pedras e outros obstáculos.

Na traseira, a suspensão elevada aliada ao novo para-choque oferece um ângulo de saída de 31,4°, evitando danos e sustos até mesmo nas saídas de garagem mais íngremes.

A nova direção elétrica tem assistência progressiva e linear, permitindo uma condução confortável e segura em qualquer condição de rodagem.

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A robustez do SUV da Fiat se mostra ainda com recursos como o TC+, que auxilia o veículo a transitar em condições de baixa aderência. O equipamento ajusta os parâmetros do controle de estabilidade para bloquear a roda sem aderência e transferir o torque para o outro lado, aumentando a capacidade para superar obstáculos.

Além disso, o TC+ conta com o ABS Off-Road, que garante melhor frenagem em condições de baixa aderência em pisos como terra, barro e areia, trazendo assim mais segurança e eficiência ao frear o modelo.

O porta-malas dispõe de 370 litros de capacidade, que podem ser ampliados ainda mais graças ao rebatimento do banco traseiro. Os encostos podem ser baixados na proporção 60/40, ajustando-se à quantidade de passageiros a bordo do Pulse.

No Pulse é possível destrancar e trancar o carro acionando apenas um botão na maçaneta. Ligar o motor é igualmente simples, bastando acionar um botão ao lado da direção. Sensor e câmera de ré facilitam balizas, e o rebaixamento automático do espelho retrovisor direito ajuda a evitar ralados das rodas contra o meio-fio.

O primeiro SUV nacional da Fiat chega ao mercado com o Sistema Avançado de Assistência ao Condutor (ADAS) e uma grande variedade de tecnologias, apoiadas por um projeto moderno e avançado baseado na nova plataforma MLA.

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Além de elegantes, os faróis de LED em todas as versões (inclusive nas luzes de condução diurna e de neblina) geram uma ampla área luminosa. A tecnologia LED também permite que as luzes sejam acionadas mais rapidamente, característica ideal para o sistema de farol alto automático.

Ele usa uma exclusiva câmera posicionada na parte superior do para-brisas para acionar automaticamente o farol alto quando o veículo estiver trafegando por vias com baixa luminosidade.

Com o recurso Comutação Automática dos Faróis, a câmera é capaz de detectar outros veículos trafegando à frente, ou em direção ao Pulse, e desativa sozinha o farol alto para não ofuscar os outros motoristas.

Além da maior segurança em viagens noturnas, esse recurso também traz conforto em rodovias vicinais sinuosas, onde o motorista não precisará se preocupar em desligar e ligar o farol alto durante todo o trajeto.

Por meio desta mesma câmera, o Pulse é capaz de “enxergar” as faixas de rolamento no asfalto, por meio do recurso Aviso de Mudança de Faixa. E, caso ele detecte que o veículo esteja saindo da trajetória, um aviso sonoro e visual no painel, seguido de uma pequena aplicação de torque no volante na direção contrária à saída de faixa, alerta o motorista imediatamente.

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O SUV também pode reduzir e até evitar colisões traseiras por meio da Frenagem Autônoma de Emergência (AEB). Ele usa imagens da câmera frontal para monitorar a proximidade do veículo à frente.

Caso o sistema perceba uma rápida aproximação, ele emite um alerta visual e sonoro ao motorista. Se o condutor não tomar uma atitude, o sistema aciona os freios automaticamente, sendo capaz de evitar colisões até 50 km/h e reduzir os danos do impacto em velocidades superiores.

Nas situações em que o motorista se deparar com uma súbita mudança de trajetória, ou com piso escorregadio, a segurança é garantida pelo Controle de Estabilidade e Tração (ESC), item de série em todas as versões.

Manobras podem ser feitas sem sustos graças ao monitoramento da traseira em todas as versões, seja por meio de sensores de ré ou pela câmera com projeção no sistema multimídia.

Na cabine, a proteção aos ocupantes é reforçada pelos airbags laterais do tipo Side Head Torax de série em todas as versões. Eles são maiores e avançam até a altura da cabeça do motorista e passageiro, proporcionando ainda mais segurança para os ocupantes.

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O sistema multimídia, equipamento de série, estará disponível em duas versões, com tela flutuante de 8,4 polegadas e 10,1 polegadas sensível ao toque. Ambas oferecem conectividade Android Auto e Apple CarPlay sem fio e recebem o exclusivo Fiat Connect////Me, a plataforma de serviços conectados da marca.

Com ela, o cliente pode controlar os mais diferentes recursos do veículo por meio de seu smartphone, smartwatch ou até usando o inédito assistente do Google (Google Assistant) e da Amazon (Amazon Alexa). É possível, por exemplo, abrir ou fechar as portas, acionar as luzes, buzinas e até aquecer ou resfriar a cabine do veículo somente com um comando de voz.

O Fiat Connect////Me também dá detalhes do hodômetro, nível de combustível, vida útil do óleo do motor e quilometragem até a próxima revisão. Se o cliente quiser, é possível até entrar em contato com a concessionária mais próxima para agendar sua manutenção periódica.

Essas funcionalidades são possíveis graças à conexão via internet do Pulse, feita por meio de um chip virtual (eSIM) da TIM. Com a rede de dados, até a atualização de software ficou mais simples, e pode ser feita em qualquer lugar, usando uma conexão remota. O Pulse também compartilha o sinal de internet em uma rede Wi-Fi capaz de se conectar com até oito dispositivos.

O exclusivo aplicativo para smartphones permite ao motorista acompanhar seu Pulse à distância, e inclusive programar alertas de velocidade e perímetro de rodagem caso o carro seja conduzido por outra pessoa. 

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Notificações automáticas são enviadas para o celular caso haja um possível furto do veículo (disparo do alarme do veículo, desconexão da bateria, movimentação), e é possível usar serviços de assistência à recuperação veicular em casos confirmados de roubo ou furto.

Em casos de acidentes com deflagração de airbag, pretensionamento de cintos ou capotamento o SUV da Fiat aciona automaticamente o Call Center da marca, que será capaz de contatar as autoridades públicas e repassar a localização exata do veículo com coordenadas de GPS bem como informações sobre o acidente para a prestação de um socorro mais assertivo e rápido.

O auxílio a emergências também pode ser ativado pelo condutor ou passageiros, via botão físico no interior do veículo, central multimídia ou app conforme a necessidade.

O SUV compacto também conta com navegador GPS nativo. Nele o trajeto é apresentado em um mapa intuitivo, com visualização 2D e 3D, e com atualização automática de trânsito e radares. O software inteligente é integrado ao veículo e avisa se for necessário abastecer no trajeto até o destino final, indicando opções de postos de combustível no caminho.

Também é possível procurar por pontos de interesse e estacionamentos na região onde você está, em seu destino ou no caminho até lá. Tudo isso pode ser acessado de forma rápida e intuitiva graças a uma interface amigável e processamento rápido dos comandos.

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O Pulse oferece até três conectores USB, sendo um do tipo C. E o Wireless Charger de até 15W de potência é capaz de carregar rapidamente um smartphone (compatível) sem a necessidade de fios.

O painel 100% digital de 7 polegadas é customizável e pode mostrar diferentes informações de acordo com o gosto do motorista. Os comandos do ar-condicionado usam botões físicos intuitivos, tornando seu uso fácil e seguro sem que o condutor tire os olhos da pista.

O conforto é reforçado pelo modo automático de climatização: basta você selecionar a temperatura desejada e o sistema faz todos os ajustes sozinho.

Os botões do ar-condicionado ficam reunidos em um conjunto integrado junto dos comandos do rádio, das funcionalidades do Pulse (com o TC+, sensor de ré e alerta de saída de faixa) e de segurança.

A chave presencial traz, além da comodidade, muita segurança. Ela permite que você abra seu carro e ligue o motor usando somente botões de forma rápida, evitando a exposição fora do veículo em locais desconhecidos.

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Versões e Preços:

Drive 1.3 Flex (manual) – R$ 79,99 mil

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Airbags (4) – frontal e do tipo cortina

Alarme antifurto

Alerta de não utilização do cinto de segurança

Fiat Sound System

Ar-condicionado automático e digital

ASR (Controle eletrônico de tração)

Banco do motorista com regulagem de altura

Barras longitudinais no teto

Central multimídia com tela de 8,4 polegadas touchscreen

Chave canivete com telecomando

Comandos de áudio e painel de instrumentos no volante

Computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)

Direção elétrica

ESP (Controle eletrônico de estabilidade)

ESS (Sinalização de frenagem de emergência)

Faróis em LED

Função “Follow me Home”

Gancho universal para fixação de cadeira para crianças (Isofix)

Hill Holder (Assistente partida em rampa)

Lanterna traseira em LED

LED DRL

Maçanetas na cor preta

Piloto automático (Cruise control)

Repetidores de seta laterais em LED

Retrovisores externos com regulagem elétrica e função Tilt down

Retrovisores externos na cor preta

Roda de liga leve de 16 polegadas

Sensor de estacionamento traseiro

TC+ (Traction Control Plus)

Travas elétricas com travamento automático a 20 km/h

USB traseira (Tipo A)

Vidros elétricos dianteiros e traseiros com função one touch e antiesmagamento

iTPMS (Monitoramento de pressão dos pneus)

Lane Change (Função auxiliar para acionamento das setas indicando trocas de faixa)

Quadro de instrumentos 3,5 polegadas multifuncional com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável

Drive 1.3 Flex (automático) – R$ 89,99 mil

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Acrescenta em relação à Drive 1.3 Flex Manual:

Câmbio automático CVT (7 velocidades simuladas)

Maçanetas externas na cor da carroceria

Retrovisores externos na cor da carroceria

Console central com apoio de braço, porta-copos, porta-celular e porta-objetos

Modo Sport com botão de acionamento no volante

Opcionais: Pack Plus (R$ 4,30 mil) – câmera de ré com linhas adaptativas, carregador wireless, Key Less Entry’n Go, partida remota via chave, pintura bicolor.

Pack Connect////Me (R$ 3,15 mil) – Fiat Connect////Me, navegação embarcada e espelho retrovisor interno eletrocrômico.

Drive Turbo 200 Flex (automático) – R$ 98,99 mil

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Acrescenta em relação à Drive 1.3 Flex Automático:

Motor Turbo 200 Flex com 130 cv

Opcionais: Pack Plus II (R$ 6,74 mil) – roda de liga leve de 17 polegadas escurecida, bancos revestidos em material sintético que imita o couro, banco traseiro rebatível e bipartido (60/40), volante revestido em couro, paddle shifters, Key Less Entry’n Go, partida remota via chave, pintura bicolor.

Pack Connect////Me (R$ 3,15 mil) – Fiat Connect////Me, navegação embarcada e espelho retrovisor interno eletrocrômico.

Audace Turbo 200 Flex (automático) – R$ 107,99 mil

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Acrescenta em relação à Drive Turbo 200 Flex Automático:

Câmera traseira em alta definição com linhas adaptativas

Carregador wireless para smartphones por indução

Key Less Entry’n Go

Partida Remota via chave

Paddle Shifters (Aletas para mudança de marcha no volante)

Volante com revestimento em couro

Banco traseiro rebatível e bi-partido (60/40)

ADAS: AEB (Frenagem autônoma de emergência), LDW (Alerta de saída de pista) e AHB (Comutação automática de farol alto)

Retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e crepuscular

Roda de liga leve de 16 polegadas diamantada

Opcionais: Pack Design (R$ 5,20 mil) – roda de liga leve de 17 polegadas escurecida, bancos revestidos em material sintético que imita o couro, pintura bicolor

Pack Connect////Me (R$ 3,65 mil) – Fiat Connect////Me, navegação embarcada e central multimídia com tela de 10,1 polegadas

Impetus Turbo 200 Flex (automático) – R$ 115,99 mil

FIAT_PULSE_IMPETUS_004Fotos: Marcos Camargo / Stellantis / Fiat / Divulgação

Acrescenta em relação à Audace Turbo 200 Flex Automática:

Bancos revestidos em material sintético que imita o couro

Cluster 7 polegadas Full Digital

Faróis de neblina dianteiros com função cornering lamps

Sistema de navegação GPS embarcado

Retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de cortesia

Roda de liga leve de 17 polegadas com acabamento diamantado

Sensor de estacionamento dianteiro

Tapetes de carpete

Teto bicolor

Volante com regularem de altura e profundidade

Central multimídia com tela de 10,1 polegadas touchscreen

Opcional: Pack Connect////Me (R$ 2,65 mil) – Fiat Connect////Me

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Porsche lança o Taycan Cross Turismo no Brasil

Da Redação

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A Porsche apresentou, oficialmente, o Taycan Cross Turismo no mercado brasileiro. A expansão no portifólio de veículos totalmente elétricos da marca alemã de esportivos, que já comercializa há alguns meses o sedan esportivo Taycan, ganha um capítulo especial com a chegada dessa versão apropriada ao off-road.

Como o sedan, o Taycan Cross Turismo exibe uma propulsão 100% elétrica, com uma arquitetura de 800 Volts e capacidade total de armazenamento de 93,4 kWh. O modelo estará disponível na versão Taycan 4 Cross Turismo, capaz de desenvolver 280 kW (380 cv) ou até 350 kW (476 cv) com a utilização dos recursos overboost e controle de largada.

Com quatro rodas motrizes, o modelo permite uma aceleração 0 a 100 km/h em 5,1 segundos, velocidade máxima de 220 km/h e autonomia (ciclo WLTP) de 389 a 456 km, de acordo com a Porsche. O torque máximo é de 500 Nm.

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“Em 2019, enviamos um sinal importante com o lançamento do nosso primeiro carro totalmente elétrico”, disse Oliver Blume, diretor do conselho executivo da Porsche AG. “Nos vemos como pioneiros da mobilidade sustentável: até 2025, metade dos nossos veículos novos terão propulsão elétrica – totalmente elétrica ou híbrido plug-in. Em 2020, um em cada três de todos os nossos veículos fabricados na Europa tinham um conjunto motopropulsor elétrico. A mobilidade elétrica é o futuro. Com o Taycan Cross Turismo, damos um grande passo nessa direção”.

No que se refere à aparência, o Taycan Cross Turismo acompanha de perto o estudo de conceito Mission E Cross Turismo, apresentado no Salão Internacional do Automóvel de Genebra em 2018: sua silhueta é definida pela linha esportiva do teto se inclinando em direção à traseira – que os designers da Porsche chamam de “flyline”.

Os elementos do design off-road incluem revestimento do arco das rodas, proteções inferiores dianteiras e traseiras exclusivas e soleiras laterais. Adicionalmente, o pacote adiciona elementos de proteção nas extremidades dos para-choques dianteiro e traseiro e nas extremidades das soleiras. Isso torna o exterior marcante, assim como protege contra impactos de pedras.

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Esse pacote design off-road opcional aumenta a altura livre do solo em até 30 mm. Isso significa que o Cross Turismo também pode ser dirigido em terrenos off-road difíceis, informou a Porsche.

O Gravel Mode padrão melhora a adequação do novo modelo para a condução em trechos de estradas com piso irregurlar. Trinta e seis milímetros a mais no espaço entre a cabeça e o teto para os passageiros do banco traseiro e mais de 1.200 litros de capacidade de carga útil no porta-malas tornam o Cross Turismo um veículo versátil.

As aptidões para atravessar pisos irregulares não estacionam, contudo, na aparência. O Porsche Taycan Cross Turismo possui requisitos apropriados para vencer obstáculos nessas condições, como um novo chassi dotado de tração permanente nas quatro rodas e suspensão a ar adaptativa.

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O preço público sugerido do Porsche Taycan 4 Cross Turismo é a partir de R$ 685,00 mil, já inclusa a instalação do carregador doméstico, em que a marca executa um projeto específico de acordo com condições específicas da residência do cliente. O modelo já pode ser encomendado em toda a rede autorizada da Porsche no País.

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PBR21_0122_fineFotos: Porsche AG / Divulgação

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Jeep Compass completa cinco anos com cerca de 315 mil unidades produzidas

Da Redação

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O Jeep Compass foi, no último mês, o segundo automóvel mais vendido no País. Com ótimos números de vendas, sendo o SUV mais vendido do Brasil atualmente, o modelo está completando cinco anos desde que foi lançado e começou a ser produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE).

Com chegada ao mercado em outubro de 2016, o SUV médio da Jeep se mostrou pronto para o sucesso.

“O Compass é um verdadeiro case de sucesso da Jeep. Ele chegou com a função de ditar um novo rumo para o mercado de SUVs, o que de fato cumpriu. Inclusive, trouxe para a sua categoria um alto nível de tecnologia, sofisticação e design. Neste ano, todos estes atributos ficaram ainda mais evidentes com o novo Compass, que também foi responsável por trazer a performance da nova motorização T270 turbo flex. Esta combinação perfeita resultou em mais marcos para a história da Jeep, sendo que a nova geração apresentada em 2021 foi um sucesso desde a sua pré-venda”, afirmou Alexandre Aquino, diretor do Brand Jeep para a América Latina.

Com aproximadamente 315 mil unidades produzidas e mais de 280 mil comercializadas no Brasil, o modelo é exportado também para 16 países da América Latina (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).

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Para continuar esta trajetória de sucesso, a Jeep apostou em inovações no modelo no ano em que a marca celebra seu 80º aniversário. O líder do segmento ganhou novidades mecânicas e tecnológicas.

Também ficou mais conectado com a Adventure Intelligence, plataforma de serviços conectados exclusiva da Jeep, que entrega conveniência, assistência e entretenimento com mapas inteligentes, chamadas de emergência e Wi-fi hotspot, que conecta até oito aparelhos no sistema nativo do automóvel.

A nova geração também estreou o motor turbo flex: o T270. Além disso, também trouxe novos itens de direção autônoma e no mínimo seis airbags.

Cinco curiosidades sobre o Jeep Compass:

  1. Em sua plataforma atual, o Compass é um modelo global, mas o Brasil foi o primeiro a fabricá-lo. Depois, passou a ser produzido em outros quatro países: México, China, Índia e Itália. Anteriormente, o modelo foi produzido nos EUA e começou a ser importado para o Brasil em 2012
  2. São Paulo (SP) é a cidade que mais compra Jeep Compass no Brasil. Depois dela, seguem no ranking Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Fortaleza (CE).
  3. Branco é a cor mais vendida do Compass e a versão Longitude Flex é a queridinha dos brasileiros. 
  4. O modelo é o único que conta com motor Turbo Diesel em seu segmento. 
  5. O SUV da Jeep é comercializado em mais de 100 mercados em todo o mundo.

Compass_Limited_0020Fotos: Stellantis / Jeep / Divulgação

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Fiat 500e: melhor, mais divertido e econômico

Terceira geração do modelo conta com motor 100% elétrico de 118 cv

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/10/2021)

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O Fiat 500 nasceu em 1936 e logo foi apelidado de Topolino. O projeto foi muito bem sucedido ao entrar em um mercado de baixo poder aquisitivo, dominado por bicicletas, ciclomotores e motocicletas. Em pouco tempo, se tornou o carro mais popular da Itália.

Dez anos depois, começaram os estudos para um substituto, lembrando que os tempos da indústria automobilística eram outros. Para um projeto novo sair da prancheta, e chegar às linhas de montagem, se passava quase uma década.

O resultado foi o projeto 100, que seria lançado em 1955 como Fiat 600, um veiculo mais moderno e confortável. O engenheiro Dante Giacosa, responsável pelo novo carro, queria garantir de todas as formas a posição da Fiat no mercado e, sendo assim, paralelamente ao projeto 100, criou o projeto 110, um veículo menor, este sim, um upgrade acessível para quem andava de motocicleta.

Lançado em 1957, recebeu o nome de “Novo 500”, a primeira geração deste clássico que, literalmente, motorizou a Itália e foi produzido até 1975.

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Fruto do Advanced Design, departamento comandado por Roberto Giolito, a segunda geração do Fiat 500 surgiu, comercialmente, 50 anos depois da primeira, em 2007. Primeiro veio o modelo hatch, depois, o cabrio, com capota de lona, ordem inversa à primeira geração que nasceu descapotável para usar menos chapa em sua produção e custar menos.

Além destas, o Fiat 500 ganhou outras duas variações de carroceria ao longo dos últimos anos, o SUV compacto 500X e a minivan 500L. Atualmente, o Fiat 500 hatch e cabrio são vendidos na Europa, exclusivamente, como híbridos, pois contam com um sistema auxiliar elétrico que funciona como fonte para equipamentos periféricos como o ar-condicionado e a direção elétrica e, não, como propulsor do carro.

Ano passado, foi lançado o Fiat 500e, modelo 100% elétrico, a terceira geração do subcompacto. Projetado sobre uma nova plataforma, a Mini EV, ele é um pouco maior que a segunda geração. Porém, suas proporções foram mantidas, tornando-se um sucessor mais encorpado.

Além das tradicionais carrocerias hatch e cabrio, a novidade é a 3+1, variante que tem uma quarta porta, tipo suicida, do lado direito, que ajuda no acesso ao banco traseiro. Essa geração ganhou os títulos Best Design 2020, Red Dot Award 2020 e Green Car, as principais premiações europeias para automóveis, distinções em design e sustentabilidade.

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O DC Auto recebeu, para avaliação, o Fiat 500e na carroceria hatch, versão Icon, de topo de gama. Importada da Itália, ela é a única disponível para o Brasil. No site da montadora, o seu preço sugerido é de R$ 239,99 mil, em qualquer uma das quatro cores: as sólidas branca e preta, a metálica azul e a fosca cinza, esta a cor da unidade avaliada.

Equipamentos – A versão não oferece opcionais. Seus principais equipamentos de série são: teto solar elétrico; ar-condicionado automático digital com agendamento para pré-climatização; direção elétrica; volante com ajuste de altura e profundidade e controles do assistente de condução, do multimídia e do quadro de instrumentos; central multimídia Uconnect 10,25 polegadas com espelhamento sem fio por Apple CarPlay e Android Auto, bluetooth e comandos da climatização; quadro de Instrumentos com visor de 7 polegadas full digital de alta resolução com monitoramento das funções do veículo; carregamento por indução para smartphone (até 15W) com luz indicadora de uso; chave presencial para abertura e fechamento das portas e  partida por botão; painel com acabamento na cor do veículo; bancos e volante revestidos em material sintético que imita o couro bicolor com grafia exclusiva e logo 500-e; rodas em liga leve de 16 polegadas (pneus 195/55 R16) com acabamento escurecido ( com kit fix & go de reparação) e vidros elétricos com sistema one touch.

Os equipamentos de segurança são completos. Seus destaques são: 6 airbags; controle eletrônico de tração e estabilidade (TC + ESC); piloto automático adaptativo (iACC); lane centering (alerta para detecção de faixa); lane control (alerta e auxilio para mudança de faixa involuntária); frenagem de emergência por detecção de obstáculos; monitoramento de ponto cego no retrovisor externo; sistema de ajuste automático para farol alto; reconhecimento de sinalização em via para limite de velocidade; sensores crepuscular e de chuva; espelho retrovisor interno eletrocrômico; parking assist com sensores de estacionamento 360°; câmera de ré com linhas dinâmicas; aviso visual e sonoro para uso de cinto de segurança para todos os passageiros; freios elétricos com Hill Holder (assistente de partida em aclives) e TPMS (sistema de monitoramento pressão dos pneus).

A segunda geração do Fiat 500 resgatou o design clássico de 1957, uma releitura vintage, o mesmo conceito que trouxe para os tempos atuais outros modelos como o Volkswagen New Beetle ou o Mini Cooper, por exemplo.

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Nessa primeira transição, o Fiat 500 trocou a posição do motor e da tração, ambas da traseira para a dianteira, a maior modificação técnica. Agora, na terceira geração, a eletrificação é a grande inovação.

A sua plataforma Mini EV foi desenvolvida, exclusivamente, para modelos elétricos. Mais de 90% dos componentes desta nova geração são inéditos. A posição da bateria sob o assoalho e entre os eixos melhora a distribuição de peso, abaixa o centro de gravidade e, consequentemente, amplia a estabilidade do subcompacto.

Elétrico – A arquitetura recebeu um sistema de baterias de íons de lítio de alta capacidade de armazenamento, 42 kWh. O motor elétrico entrega 87 kW, o que equivale a 118 cv, e atinge 220 Nm, ou 22,4 kgfm de torque.

Entregues, praticamente, em todas as rotações, estes números garantem um ótimo desempenho ao modelo. O Fiat 500 elétrico necessita de 9 segundos para sair da imobilidade e atingir 100 km/h e 4,8 segundos para retomar dos 60 km/h aos 100 km/h, segundo a Fiat.

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Ainda de acordo com a fabricante, a autonomia do 500e, com a carga total das baterias, é de 320 km e, em condições ideais, pode chegar até aos 460 km. Em seu cálculo de custo, considerando o preço médio dos combustíveis fósseis e do kW, essa autonomia equivaleria a um consumo médio acima de 62 km/l em motores a combustão.

O tempo de recarga varia com a potência dos equipamentos usados. O 500e vem com um cabo padrão de carregamento doméstico que se conecta a uma tomada de três pinos. Nesta, a mais lenta das opções, são necessários, no mínimo, 14 horas na tomada, podendo este tempo ser mais longo, caso a tensão elétrica seja de 110V e, não, de 220V.

Em aparelhos denominados wallbox, que podem ser instalados em residências ou escritórios, este tempo varia entre 4 e 6 horas, dependendo da rede usada e da potência dos equipamentos. Em carregadores comerciais, mais robustos, com sistemas de carga ultra-rápida em corrente contínua de até 85 kW, é possível gerar uma reserva de energia suficiente para viajar 50 quilômetros em apenas 5 minutos e, em 35 minutos, a carga pode atingir até 80% da capacidade total da bateria.

O Fiat 500e utiliza tomada inteligente tipo 2. Ela permite o carregamento tanto em AC (corrente alternada) como em DC (corrente contínua). É denominada “inteligente” por possibilitar programação de carregamento e fornecer informação sobre o estado de carga da bateria.

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500e – Como dissemos acima, a segunda geração do Fiat 500 foi uma interpretação moderna da primeira. Já a terceira, é uma evolução da segunda. O Fiat 500e cresceu apenas 61 mm no cumprimento, 56 mm na largura, 22 mm no entre-eixos e 29 mm na altura. Porém, ele ficou muito mais robusto que seu antecessor.

O vinco lateral realçado, os traços dos para-choques horizontalizados e as peças encaixadas às outras formando grandes e contínuas superfícies, como nos encontros das portas com os para-lamas e com as caixas de ar, deram uma nova dimensão ao modelo, aparentando ser bem maior que estes poucos milímetros sugerem. Ao vivo, a diferença é mais perceptível.

O paradoxo a toda essa robustez é a sua personalidade. A dianteira do Fiat 500 já remetia a um ser simpático, sorridente. No Fiat 500e ela se tornou mais feminina, sedutora, sem perder a empatia. O DRL dividido em duas partes criou sobrancelhas.

O proposital vão entre o capô e o para-choque dianteiro deixou uma linha que marca os faróis como se fossem os cílios. As luzes de direção ressaltadas da carroceria arrematam essa linha como um acessório. Feminino e forte, este design não poderia ser mais atual.

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As maçanetas com abertura elétrica e embutidas nas portas, as luzes de posicionamento em forma de aro com o centro na cor da carroceria, o logotipo 500 com um traço azul no segundo zero formando um “e”, assim como o mesmo, sem este traço, posicionado na frente do carro, no lugar do nome Fiat, são os outros detalhes estilísticos externos do modelo.

Por dentro, o ganho de espaço é bem menos visível. A área para os ombros foi a única que aparenta ter melhorado, mesmo assim, nos bancos dianteiros. No mais, o modelo continua um típico subcompacto.

Espaço justo na frente e apertado atrás, mais adequado para duas crianças. No porta-malas cabem 185 litros, mesma capacidade da outra geração. Seu peso é 1.290 kg, 220 kg a mais que a versão Cult com motor 1.4 da segunda geração, ganho de massa comum aos modelos elétricos em relação aos seus pares à combustão.

Interior – O design interno também foi aprimorado em sua forma, acabamentos e usabilidade. Todo o painel principal, a tela do multimídia, os comandos do ar-condicionado e os botões de controle do câmbio foram horizontalizados e posicionados para cima.

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Até o volante passou a contar com apenas dois raios e a base achatada, potencializando essa orientação das linhas internas que ampliaram a cabine visualmente.

Além do duplo raio do volante, o painel de instrumentos continua redondo, heranças da primeira geração do Fiat 500. A concentração dos comandos em posição elevada, e a não necessidade de um túnel central, deixou livre a área entre os dois bancos dianteiros, configuração que arejou ainda mais o interior.

O painel principal na cor da carroceria e a moldura na cor prata que adorna todo este painel é uma solução de design moderna e sofisticada ao mesmo tempo. Não existem materiais emborrachados revestindo as outras partes, mas os plásticos aparentes são de alta qualidade. O revestimento dos bancos, dos apoios de braço e do volante aparenta ótima qualidade e compensam a escassez de superfícies macias ao toque.

A abertura elétrica das portas se repete no interior. Um botão nos puxadores das portas, igual ao usado para a ignição, destrava e abre as mesmas. Dentro dos seus bolsões, existe uma alavanca física para o caso de pane elétrica.

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Também por botões de pressão, o câmbio é acionado com os mesmos controles dos modelos automáticos. O ar-condicionado manteve-se com botões físicos. O da temperatura, e o da velocidade da ventilação, funcionam para cima e para baixo, aumentando e diminuindo essas regulagens.

Sob estes controles, existe um grande nicho para o carregador de celular por indução. Na borracha que reveste este espaço está um dos easter eggs do modelo, o recorte de prédios famosos da cidade de Turim. O outro fica dentro dos puxadores das portas. Ele traz o desenho do Fiat 500 de 1957 e a frase “made in Torino”.

Modelo possui torque e potência quase instantâneos

Design e engenharia à parte, o melhor do 500e está ao volante. Dirigir um elétrico é sempre uma descoberta de soluções que cada montadora encontra para adaptar seu público a essa nova experiência.

No caso do Fiat 500e ela é marcada por sons e música. Ao ser ligado, ficar em “ready”, um breve tema sonoro é emitido, assim como ocorre com outras ações a bordo, quando são ouvidas outras assinaturas sonoras. Essas informações substituem o ruído do motor ou a interrupção do mesmo, por exemplo, uma vez que o motor elétrico é totalmente silencioso.

No princípio do deslocamento, o modelo emite um zumbido externamente que, não por acaso, remete aos sons de carros voadores dos desenhos animados e filmes de nossa infância. Este recurso tem a função de alertar pedestres até o carro atingir 20 km/h. Quando atinge os 25 km/h, pela primeira vez depois de ligado, o tema “Amarcord”, do italiano Nino Rota, é tocado brevemente.

Outra diferença que não passa em branco é a reposta do motor ao pé direito. Com torque e potência quase instantâneos, o Fiat 500e acelera como um esportivo e com uma progressão linear, diferentemente dos motores a combustão que são mais ou menos eficientes, dependendo do regime de rotação em que se encontram.

Três programações da intensidade de regeneração da carga das baterias definem modos de condução distintos e influenciam diretamente na autonomia do veículo. No Normal, ao aliviar o pé do acelerador, o carro continua seu deslocamento por inércia, a regeneração é mínima e ela só se acentua quando se pisa no freio. Esse modo apresenta a função creeping, na qual o veículo inicia seu movimento ao liberar o pedal do freio, como em um carro automático comum.

O modo Range habilita a função One Pedal Driving. Nele, o carro só entra em movimento quando o acelerador é acionado. Quando é aliviado, a regeneração da bateria é ativada intensamente, desacelerando o carro.

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O sistema interpreta o movimento de liberação do acelerador, considerando a velocidade da ação e o curso do mesmo, modulando com maior ou menor retenção do veículo, permitindo uma condução, praticamente, usando apenas o pedal do acelerador. O pedal do freio só é usado em paradas mais fortes.

No modo Sherpa, a velocidade máxima é limitada a 80 km/h, o acelerador responde mais progressivamente para economizar energia, o ar-condicionado e os sistemas de aquecimento são desligados para reduzir ao mínimo o consumo e, assim, garantir que o condutor alcance o destino definido no sistema de navegação ou a estação de carregamento mais próxima.

Sem o barulho do motor, o ruído dos pneus sobre o asfalto e do vento contra a carroceria ficam mais presentes que o normal. O isolamento acústico do modelo é suficiente para entregar conforto sonoro, tanto no circuito urbano, quanto no rodoviário.

Conforto – Pesado e baixo, o Fiat 500e tem um acerto das suspensões mais rígido, característica que garante uma estabilidade excelente. Seu curto entre-eixos possibilita respostas rápidas da direção, comportamento que faz lembrar um kart.

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Contudo, o conforto de marcha se mantém em pisos lisos. Sobre ondulações e asfalto esburacado os pneus e suspensões sofrem com os impactos e transferem vibrações para a cabine.

Ao término da nossa avaliação, o modelo cumpriu a autonomia prometida. Usando 78% da carga da bateria, rodamos 246 km. Neste consumo, chagaríamos aos 315 km com 100% da energia acumulada, apenas 5 km a menos que a especificação da montadora.

Em nossos testes padronizados de consumo pudemos aferir o consumo do Fiat 500e em km/kWh, dado fornecido pelo completo computador de bordo. No teste de consumo rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta atingimos 8,4 km/kWh e, na mais rápida, 7,0 km/kWh.

No teste padronizado de consumo urbano, em um circuito de 6,3 km, realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

DSCN0011Fotos: Amintas Vidal

O Fiat 500e finalizou este exigente teste com 7,9 km/kWh, uma média melhor que a obtida aos 110 km/h, algo que sinaliza uma maior eficiência no anda e para das cidades em comparação ao atingir e manter velocidades maiores em estradas.

O Fiat 500 sempre cativou mais pela emoção do que pela razão. Agora, elétrico e mais belo do que nunca, ele vai continuar virando a cabeça de muitas pessoas pelas ruas do Brasil e estacionando na garagem dos poucos que podem pagar por um carro tão divertido de guiar.

*Colaborador

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Novas edições exclusivas da Ram 1500 são reveladas nos EUA

Da Redação

A Ram exibe, até este domingo (17/10), na Feira Estadual do Texas (EUA), três novidades baseadas na Ram 1500: a TRX Ignition Edition, a Longhorn SouthFork e a (RAM) RED. Cada uma delas oferece aos compradores de picapes uma gama ainda mais ampla de conteúdos e acabamentos.

“Os consumidores exigem uma picape bonita com recursos fáceis de usar. Eles nos dizem que suas Ram são uma extensão de sua personalidade e querem se destacar da multidão”, disse Mike Koval Jr., CEO global da marca Ram.

“Os clientes da Ram exigem ainda mais e nossos novos modelos oferecem isso com uma seleção de conteúdos externos e internos para uma personalização ainda maior”.

O Texas foi o palco escolhido para o lançamento dessas edições especiais pois se trata do estado norte-americano com o maior volume de vendas de caminhonetes. Os novos modelos estarão à venda nos Estados Unidos ainda neste trimestre.

2022 Ram 1500 TRX Ignition Edition

Ram 1500 TRX Ignition Edition: A Ram 1500 TRX Ignition Edition apresenta uma combinação única de tecnologia, gráficos, desempenho e aparência externa direto da fábrica.

Tudo para elevar o nível da picape de produção em massa mais potente e rápida do mundo. Os interessados terão que agir rapidamente, pois haverá apenas 875 unidades disponíveis.

Toda TRX Ignition terá a pintura externa na cor exclusiva Laranja Ignition e um conjunto de equipamentos de série ainda mais abrangente, inclusive com vários itens oferecidos na Ram 1500 Rebel, que chegou neste ano ao Brasil, como: teto solar panorâmico, head-up display, sistema de frenagem autônoma com reconhecimento de pedestre, terceira luz de freio em LED e caçamba com ganchos de amarração e revestimento protetor.

2022 Ram 1500 TRX Ingition Edition interior

Na cabine, a 1500 TRX Ignition Edition inclui costuras em Laranja Copperhead e a inscrição “TRX” nos encostos dos bancos, detalhes em fibra de carbono acobreada, emblema laranja no console central, tela do quatro de instrumentos com TRX em Laranja Ignition.

Debaixo do capô, a TRX Ignition conta com o motor HEMI V8 de 6,2 litros com compressor que o faz render 711 cv, sendo capaz de proporcionar sessões de direção prolongadas sem redução de desempenho.

2022 Ram 1500 Longhorn Southfork

Ram 1500 Longhorn SouthFork: Por sua vez, a Ram 1500 Longhorn SouthFork substitui a Limited Longhorn 10th Anniversary na linha e também inclui recursos disponíveis na 1500 Rebel vendida aqui no nosso País, a exemplo da tampa traseira multifuncional (abre para baixo ou para os lados), caçamba com iluminação em LED e revestimento e pneus todo-o-terreno Falken Wildpeak.

2022 Ram 1500 Longhorn Southfork interior

Além disso, a picape tem divisor de carga, degrau retrátil para subir na caçamba e pedais de metal. Por dentro, a Longhorn SouthFork apresenta a exclusiva cor interior Marrom Mountain e almofadas de porta de camurça com partes de couro e um detalhe de filigrana a laser.

Jeep®, FIAT and Ram Partner with (RED)® to become first multi-br

Ram 1500 (RAM) RED Edition: As marcas Ram, Jeep e Fiat se comprometeram a doar um mínimo de US$ 4 milhões para o Fundo Global entre 2021-2023 para ajudar a combater emergências de saúde com a (RED), uma organização não governamental. E a Ram 1500 (RAM) RED Edition faz parte desse compromisso.

A caminhonete está disponível nas configurações Limited Crew Cab, com opção de motor HEMI V8 de 5,7 litros ou EcoDiesel (V6 3.6) e exibe grade com a logomarca RAM vermelha, mesma cor usada nos emblemas laterais e na logo que enfeita o apoia-braços central, na cabine.

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2022 Ram 1500 (RAM)RED Edition center console plate

Fotos: Stellantis / Ram / Divulgação

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Triumph Street Triple RS ganha nova cor na linha 2022

Da Redação

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As 21 concessionárias Triumph espalhadas pelo Brasil receberão, nos próximos dias, a linha 2022 do modelo Street Triple RS, que traz como novidade novos grafismos e tonalidades na cor Silver Ice (prata).

O modelo custa R$ 57,99 mil e pode ser comprado pelo financiamento exclusivo do Triumph Smart com entrada de R$ 26.095,51 (45%), 23 parcelas fixas de R$ 765,00 e um valor residual final de R$ 25.213,84.

O motor de 765 cc da Street Triple RS atinge um pico de torque de 79 Nm (a 9.350 rpm). Seu escapamento suaviza a curva de torque do motor para obter um torque utilizável desde o início até as faixas de rotações mais elevadas. A potência chega a 123 cv (a 11.750 rpm).

A Street Triple RS possui um visual bem agressivo, incluindo faróis duplos em LED e carenagens esportivas, com linhas muito mais limpas que a versão anterior. A Street Triple RS vem equipada com um nível de tecnologia elevado.

O sistema TFT, por exemplo, possui funcionalidade aprimorada com o sistema de conectividade My Triumph, pronto para ser usado com a instalação do módulo bluetooth (opcional).

Isso permite a integração com a câmera GoPro direto no painel, a navegação curva a curva a partir da definição do destino no aplicativo, e a operação do telefone e escolha de músicas por meio dos botões ergonomicamente distribuídos na manopla e exibidos na tela TFT.

O TFT possui esquemas gráficos de segunda geração, em quatro estilos, e quatro cores diferentes. O ângulo da tela TFT pode ser ajustado para uma ótima visibilidade, de acordo com a altura do piloto.

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O mais recente Triumph Shift Assist (TSA), quickshifter para cima e para baixo, é item de série no modelo. Ele permite trocas de marchas confortáveis e suaves sem o uso da embreagem, mantendo a posição do acelerador, garantindo mais performance e conforto para o piloto.

Há cinco modos de pilotagem (Road, Rain, Sport, Track e Rider) para o máximo controle do piloto. Esses modos ajustam a resposta do acelerador, às configurações dos freios ABS e do controle de tração e podem ser facilmente selecionados durante a condução.

O modo Rain, por exemplo, restringe a potência a 100 cv para maior segurança e controle. A Street Triple RS ainda conta com o sistema Ride by Wire, freios ABS ajustáveis e controle de tração comutável.

Sendo a motocicleta mais leve de sua categoria, a Street Triple RS tem uma relação peso/potência incrível, que é essencial para o seu desempenho, tornando-a uma moto muito ágil, emocionante e acessível para todos os pilotos.

O icônico braço oscilante com abertura superior oferece rigidez torcional e flexibilidade lateral, o que maximiza a estabilidade em velocidades mais altas.

A suspensão é de alta performance, com grandes garfos dianteiros invertidos de pistão Showa de 41 mm totalmente ajustáveis, com curso de 115 mm, e unidade de suspensão traseira com monochoque com reservatório piggyback Öhlins STX40, totalmente ajustável, com curso de roda traseira de 131 mm.

A Street Triple RS apresenta pinças dianteiras monobloco radiais de quatro pistões Brembo M50, de alta especificação, e uma alavanca de freio ajustável Brembo, além de uma pinça traseira deslizante também da marca Brembo.

Triumph-Street-Triple-RS---Linha-2022--1-Fotos: Triumph / Divulgação

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Captur estreia motorização 1.3 turbo na linha Renault

Propulsor, que entrega 170/162 cv de potência, trabalha em conjunto com câmbio CVT

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 08/10/2021)

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Em março de 2020 a Renault lançou a reestilização do Duster, seu SUV compacto. Na época, o mercado já esperava pelo motor turbo desenvolvido pela Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em parceria com a Daimler. Somente este ano, em julho, ele chegou, mas, no Captur, o SUV compacto premium da marca.

Além do novo motor, batizado de TCe (Turbo Control Effiency), acoplado ao câmbio CVT X-Tronic que simula 8 marchas, duas a mais que o usado anteriormente, o Captur 2022 também recebeu sua primeira reestilização, ganhando mudanças externas na dianteira, novas rodas e algumas alterações em seu interior.

O DC Auto recebeu o Captur Iconic Turbo TCe 1.3 flex para avaliação, versão de topo da gama. No site da montadora, seu preço sugerido é de R$ 138,49 mil. A unidade avaliada tem pintura metálica na cor cinza bronze com teto em preto, opcional que custa R$ 3,2 mil, elevando o seu valor para R$ 141,69 mil.

Também no site, o sistema de som Bose aparece entre os equipamentos de série, agregado ao multimídia Easy Link, sem alterar o preço da versão. No lançamento, este equipamento constava como opcional.

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Os outros itens de série que se destacam são: ar-condicionado automático; direção com assistência elétrica; chave tipo cartão com sistema walk away closing; sistema Stop & Start; retrovisores externos com rebatimento elétrico automático; saídas USB para o banco traseiro e vidros elétricos dianteiros e traseiros tipo um toque com antiesmagamento.

Os principais equipamentos de segurança são: dois airbags frontais e dois laterais; freios antitravamento (ABS); assistente de frenagem de urgência (AFU); controle eletrônico de estabilidade (ESP) com auxílio de partida em rampa (HSA); monitoramento indireto de pressão dos pneus (iTPMS); sensores de ponto cego, chuva e crepuscular; multiview camera e sensor de estacionamento traseiro; faróis em full-LED; luzes de circulação diurna em LED (DRL) e faróis de neblina com função cornering.

Motor e Câmbio – Todas as versões disponíveis para o Captur (Zen, Intence e Iconic) são equipadas com este motor 1.3 turbo, a grande novidade do modelo 2022. O seu volume total é 1.332 cm³ (333 cm³ por cilindro) e sua taxa de compressão é de 10,5 /1.

O bloco tem 4 cilindros em linha, cabeçote em formato delta, duplo comando tracionado por corrente e 16 válvulas com variação de abertura na admissão e no escape.

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O sistema de injeção direta de combustível tem injetores centrais com seis furos que trabalham sob 250 bar de pressão. Seu turbocompressor atinge pressão máxima de 1.4 bar que é controlada eletronicamente pela válvula wastegate.

Além destas tecnologias, diversos processos de revestimento de peças móveis, visando à redução de atrito entre elas, foram utilizados, inclusive, o Bore Spray Coating (BCS), tratamento superficial na parede dos cilindros que reduz o atrito com os anéis e pistões, recurso oriundo da divisão esportiva da Nissan, presente no modelo GT-R.

Com todo este aparato técnico, seus números são expressivos. Ele atinge a potência de 170/162 cv às 5.500 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente, e seu torque máximo é de 27,5 kgmf às 1.600 rpm, com ambos os combustíveis.

Essa versão pesa 1.366 kg, resultando em 8,03 kg/cv e 49,67 kg /kgmf. Segundo a Renault, o Captur atinge os 100 km/h em 9,2 segundos e sua velocidade máxima é de 190 km/h.

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A caixa de marchas CVT X-Tronic tem uma programação que simula oito velocidades que podem ser comutadas por meio da alavanca do câmbio. O acoplamento é feito por conversor de torque hidráulico, tradicional.

Há quase um ano, avaliamos o Captur Bose com motor 1.6. Na época, ela era a versão mais cara, pois as opções com o motor 2.0 já tinham deixado a linha de produção, à espera deste novo motor. Vamos comparar essas variantes de topo e pontuar as permanências e evoluções entre as duas.

Mudando detalhes internos nos faróis, formato e apliques das grades e o design do para-choque dianteiro, a Renault revitalizou o Captur com o novo DNA da marca. As luzes de circulação diurna em forma de “C” contrapostos é o ponto alto desta nova identidade visual. Na lateral, apenas novas rodas para essa versão e, atrás, tudo igual.

Em dimensões, quase nada mudou, apenas 5 cm no comprimento, de 4,33 metros para 4,38 metros, por conta deste novo para-choque. As outras medidas são as mesmas: 2,67 metros de entre-eixos, 1,81 metro de largura e 1,62 metro de altura. O porta-malas continua com os bons 437 litros de capacidade, assim como o tanque de combustíveis, com 50 litros.

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Interior – Internamente, o painel principal ganhou revestimento emborrachado em ampla área, acabamento em preto brilhante envolvendo todo o nicho que abriga o multimídia e o ar-condicionado e uma régua, neste mesmo material, que divide sua porção superior da inferior.

Ainda em acabamento black piano, as molduras dos alto-falantes frontais e os puxadores das portas dianteiras foram  peças que melhoraram o aspecto interno e, juntamente  com detalhes cromados ou aparentando aço escovado, presentes em outras partes da cabine,  conferiram sofisticação ao interior.

O que continua destoando no SUV mais chique da família são as partes plásticas não revestidas. Sua textura é áspera, um pouco brilhante, e os tampões dos parafusos de fixação das mesmas ficam muito visíveis, um padrão muito simples para um modelo desta categoria.

O revestimento sintético que imita o couro manteve a micro perfuração e as costuras em linha branca nos bancos, peças que ganharam tonalidade marrom escura. Este pesponto foi estendido aos apoios de braço dianteiros, detalhe que fez diferença na qualidade percebida.

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As peças que recobrem as colunas e a forração do teto continuam totalmente em preto, cor que deixa o interior mais esportivo.

A ergonomia é boa e todos os comandos ficam a mão. O console central foi redesenhado, ficando bem mais moderno e ganhando espaços para diversos objetos, praticidade que faltava ao Captur.

Os bancos apoiam bem em tamanho e densidade da espuma. Existem alças de apoio no teto para ajudar no embarque e no desembarque, providenciais, pois os assentos do Captur ficam altos em relação ao solo e ao piso do mesmo.

A cabine do Captur acomoda quatro adultos com conforto. O espaço para pernas, ombros e cabeças é um dos melhores entre os SUVs compactos. Até uma quinta pessoa assenta bem no centro do banco traseiro, mas as suas pernas ficam limitadas pelo console central e os pés elevados pelo túnel.

Nova motorização trouxe ao utilitário esportivo desempenho e economia de combustível

Os equipamentos de bordo têm botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. O multimídia evoluiu. Sua tela não cresceu muito, de 7 para 8 polegadas, porém, a sua interface gráfica foi aprimorada e novos recursos ampliaram a usabilidade.

Não foi desta vez que o espelhamento por Android Auto ou Apple Carplay ganhou conexão sem cabo, mas, as melhores mudanças foram físicas. A mais ergonômica foi a unificação dos botões de power e volume e a inclusão de um botão home.

Por fim, a entrada USB saiu da parte superior da tela para a sua lateral. O ideal seria descer para o console central, mas, ao menos, o cabo não passa mais sobre a tela.

O sistema de som Bose que nominava a antiga versão se manteve, com mérito. Ele traz seis alto-falantes e um subwoofer embutido na lateral do porta-malas. Seu som é potente e claro.

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O sistema permite equalização individual e tem efeito surround. Por ter amplificador externo, ele consegue reproduzir músicas dos aplicativos de streaming em alto volume, competência mais usual aos equipamentos de marcas especializadas em áudio, como neste caso.

O ar-condicionado automático não tem visor digital, mas permite uso cego, por ter todos os comandos analógicos. Ele é de zona simples, resfria e mantém a temperatura de forma satisfatória, mas a intensidade da ventilação é fraca para o volume da cabine, aumentando o tempo necessário para climatizá-la. 

Tecnologias – A chave presencial tipo cartão é um destaque do modelo. O sistema detecta a aproximação do motorista antes dele tocar na maçaneta e destrava as portas com antecedência. Ao se afastar do carro, as portas são travadas com precisão. A ignição é feita por botão posicionado no console central.

O conjunto de quatro câmeras e o sensor de marcha à ré ajudam bastante, pois o Captur tem a traseira muito alta, apesar da boa área envidraça. O primeiro permite ao condutor visualizar os quatro lados, alternadamente, na tela do multimídia.

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O segundo funciona automaticamente e em parceria com a câmera traseira. Guias dinâmicas sobre essa imagem indicam a trajetória e facilitam as manobras.

Finalmente, o modelo recebeu direção com assistência elétrica, substituindo a direção eletro-hidráulica. Agora, ela é leve em manobras de estacionamento e apresenta peso adequado para garantir segurança em estradas.

Entre os compactos, o Captur tem a maior altura em relação ao solo, 212 mm. Isso obriga um acerto das suspensões mais firme. Sobre asfalto liso, ele entrega conforto e muita estabilidade. Em pisos ruins ou de terra, as vibrações incomodam, mas, ao menos, ele não raspa os para-choques e o fundo em lombadas e entradas de garagens.

Rodando – A cereja do bolo é o desempenho. A motorização 1.3 turbo deu vida nova ao Captur. Em acelerações vigorosas, o turbo enche muito rápido e o motor empurra o modelo como poucos neste segmento. No pára e anda urbano, ou em ultrapassagens rodoviárias, a agilidade é garantida.

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Andando suavemente, o câmbio deixa o conjunto solto, nas marchas mais longas possíveis, característica que contribui para a economia de combustível e com o silêncio a bordo. Inclusive, a oitava marcha entrega a relação mais longa que o CVT permite.

No câmbio antigo, na sexta e última marcha, selecionada no modo manual, o motor girava, em média, 500 rpms acima do que ele ficava quando circulávamos no automático, com o câmbio em “Drive”.

O Captur com motor 1.3 turbo obteve médias de consumo muito próximas às que registramos com modelo equipado com o motor 1.6 aspirado, mesmo entregando um desempenho muito superior a este motor descontinuado na linha 2022.

Consumo – Em nosso teste padronizado de consumo rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

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Na volta mais lenta, atingimos 12,5 km/l com o motor 1.6 e 11,1 km/l com o motor 1.3. Na mais rápida, foram 10,8 km/l com o aspirado, contra 9,8 km/l com o turbo, sempre com etanol.

Mesmo contando com o sistema stop/start, útil para economizar combustível nas paradas simuladas em semáforos, o novo motor 1.3 não superou o motor 1.6 em nosso teste padronizado de consumo urbano.

Em um circuito de 6,3 km, realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

A versão Bose 1.6, finalizou este exigente teste com 6,9 km/l contra 6,5 km/l da versão Iconic 1.3 turbo, também com etanol.

DSCN9980Fotos: Amintas Vidal

O Renault Captur sempre foi uma boa opção entre os SUVs compactos. Seu calcanhar de Aquiles eram os motores, um fraco (1.6) e outro com consumo elevado (2.0). Agora, com este novo 1.3 turbo, ele entrega desempenho acima da média e um bom consumo.

Todas as versões são muito bem equipadas, tornando a Zen, de entrada, provavelmente, a de melhor custo benefício. A intermediária, e essa de topo da gama, atendem aos que querem equipamentos mais sofisticados e diferenciais estéticos.

*Colaborador

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Honda lança linha 2022 da XRE 190 ABS

Da Redação

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A Honda lançou, hoje, a XRE 190 ABS linha 2022. A porta de entrada da família XRE se mantém, cinco anos após o seu lançamento, fiel ao conceito de trail aventureira e uma das motocicletas On-Off Road mais versáteis do line-up Honda no Brasil.

O equilíbrio entre performance, economia e robustez é seu grande atrativo, que a coloca em posição estratégica, um degrau acima da NXR 160 Bros e um abaixo da XRE 300 ABS.

Oferecida em duas versões, ABS e a ABS Adventure, as XRE 190 ABS 2022 chegam com novos grafismos e esquema cromático renovado.

A Honda XRE 190 ABS Adventure vem com uma nova cor fosca, cinza, com detalhes em vermelho e grafismos em preto.

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Na XRE 190 ABS as novas tonalidades de vermelho e azul perolizado contam com grafismos renovados e ampliação das áreas em preto.

O motor OHC monocilíndrico arrefecido a ar deriva do motor que equipa as linhas CG e Bros, cuja capacidade cúbica foi elevada para equipar a XRE a exatos 184,4 cc mediante o aumento do diâmetro do pistão.

O sistema de injeção de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection) Flex One permite o uso tanto de etanol quanto de gasolina. A potência máxima é de 16,4 cv com etanol e 16,3 cv com gasolina, sempre a 8.500 rpm.

O torque máximo alcança 1,66 kgfm com etanol e 1,65 kgfm com gasolina, a 6.000 rpm. O câmbio é de cinco (5) marchas.

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O chassi de aço é tipo berço semiduplo, com suspensão dianteira telescópica e a traseira monoamortecida, ambas de longo curso, o que em conjunto com a boa ergonomia e assento de dois níveis torna a Honda XRE190 muito confortável, com a distância em relação ao solo do assento contida a 836 mm.

Destaque do modelo é a frenagem ABS, que atua no disco dianteiro de 240 mm, deixando a atuação do traseiro isenta do sistema, o que favorece a utilização em terrenos não pavimentados.

Quanto aos pneus, a Honda XRE 190 ABS traz modelos mistos calçados em rodas raiadas de aço, medidas 90/90-19 na dianteira e 110/70-17 na traseira.

O estilo inconfundível das XRE está presente através das carenagens laterais, cujo volume e formato favorecem o porte e a personalidade do modelo, destacada pelo característico “bico” sob o farol, elemento de design que identifica esta família de aventureiras.

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Outros detalhes relevantes no design da XRE 190 ABS são o painel totalmente digital, o banco em dois níveis, as alças laterais integradas ao bagageiro sobre a rabeta e a lanterna traseira com lente dupla.

Já disponíveis na rede de concessionários Honda, as XRE 190 ABS modelo 2022 tem 3 anos de garantia sem limite de quilometragem, mais óleo Pro Honda grátis em sete revisões (o fornecimento gratuito do óleo é válido a partir da 3ª revisão).

O preço público sugerido, base Distrito Federal (DF), que não inclui despesas com frete ou seguro é o seguinte:

Honda XRE 190 ABS Adventure (Cinza Fosco): R$ 16,65 mil

Honda XRE 190 ABS (Vermelho e Azul Perolizado): R$ 16,25 mil

92ac505ee82b9d6e655b42b058751607Fotos: Honda / Divulgação

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Série especial Nissan Kicks XPlay já está disponível nas concessionárias

Da Redação

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As concessionárias da Nissan em todo o País começaram a vender, na última segunda (4 de outubro), o novo Kicks XPlay, primeira série especial com edição limitada do crossover fabricado em Resende (RJ).

A novidade também é o primeiro carro do mercado nacional vinculado a um certificado de arte digital, chamado NFT (Non Fungible Token).

O lançamento tem visual diferenciado, itens exclusivos e o NFT de uma peça de criptografia feita pelo artista digital brasileiro Fesq com base nos desenhos de esboços do design da novidade.

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Além das 1 mil unidades para o mercado brasileiro, estão sendo fabricadas mais 350 unidades que serão exportadas para Argentina e Paraguai.

O modelo é oferecido em combinação exclusiva de duas cores: branco Diamond perolizado com teto vermelho. A assinatura do nome da edição limitada está nas soleiras das portas, acima da placa na tampa do porta-malas e nos bancos dianteiros.

No teto, um aerofólio esportivo preto foi desenhado especificamente para a novidade. O estilo da traseira é complementado com adesivos na parte superior das colunas C.

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Ainda no exterior, acabamento em vermelho foi aplicado nos retrovisores. E, como a Nissan costuma fazer em suas edições limitadas, a numeração da unidade fica indicada na grade dianteira, em uma área também na cor vermelha.

Outras exclusividades do Nissan Kicks XPlay estão no interior. São vários detalhes de acabamento em vermelho, em lugares como as saídas de ar, a base do volante e as costuras duplas do painel, do apoio de braço e dos bancos com acabamento sintético em preto e cinza.

Entre os equipamentos de série, o modelo vem com itens como: carregador sem fio para celular, tela de abertura especial que remonta à edição limitada no multimídia Nissan Connect com tela sensível ao toque de 8 polegadas e rodas aro 17 com acabamento em preto brilhante.

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A lista de itens de fábrica completa-se com equipamentos já consagrados na linha do crossover da Nissan.

No interior, há itens como: chave presencial inteligente I-Key; botão de partida do motor; painel de instrumentos de 7 polegadas em alta definição de imagens; bancos dianteiros com tecnologia gravidade zero; abertura e fechamento das portas e fechamento dos vidros por controle remoto; acendimento inteligente dos faróis; comandos no volante de áudio, do telefone e do piloto automático; direção elétrica; faróis dianteiros com sistema Follow me Home; para-sol com espelhos para motorista e passageiro; porta-malas com iluminação interna; espelho retrovisor eletrocrômico; entre outros.

Para reforçar a segurança, o Kicks XPlay vem com seis airbags; alerta de cinto de segurança destravado (frontal e traseiros); controles de tração e estabilidade – (VDC – Vehicle Dynamic Control); luzes de condução diurna (DTRL); sistema Isofix para cadeiras de crianças; freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e assistência de frenagem (BA); sistema inteligente de partida em rampa (HSA); travamento central automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento, entre outros.

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Disponível em todas as concessionárias da marca no Brasil, a exclusiva série especial tem o preço sugerido de R$ 122,99 mil.

NISSAN_KICKS_XPLAY_ALTA-67Fotos: Nissan / Divulgação

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