Audi inicia a pré-venda do A5 Sportback no Brasil

Da Redação

Audi A5 Sportback

A Audi do Brasil inicia, agora em dezembro, a pré-venda do novo A5 Sportback. Com visual renovado e mais conteúdo tecnológico, o modelo traz como itens de série controle de cruzeiro adaptativo, faróis dianteiros LED Matrix, display com tela sensível ao toque e tecnologia de assistência elétrica.

O Audi A5 Sportback conta com alguns elementos introduzidos a partir da nova linguagem de design da Audi, como a grade frontal Singleframe mais larga e saídas de ventilação acima da grade que foram inspiradas no clássico Audi Sport quattro, de 1984.

A musculatura no capô o diferencia de outros modelos da marca ao agregar um aspecto de força e esportividade. Na traseira, o modelo apresenta mudanças com ponteiras de escape trapezoidais e uma nova assinatura ótica marcada pelas lanternas traseiras de LED com setas dinâmicas.

No interior, as linhas horizontais são tão marcantes como o novo display sensível ao toque MMI, o centro de controle do sistema operacional. Ele funciona como o ponto focal do painel de instrumentos e está ligeiramente inclinado em direção ao motorista, com experiência semelhante à utilização de um smartphone.

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O veículo é equipado com o motor 2.0 TFSI, que desenvolve 190 cv de potência em torque de 320 Nm, e transmissão S Tronic de dupla-embreagem e sete velocidades, que oferece rápida troca de marchas e faz o conjunto acelerar de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos, de acordo com a Audi.

O modelo conta, ainda, com um sistema de assistência elétrica, composto por uma bateria de íons de lítio e um alternador de correia (BAS) em um sistema elétrico primário de 12 volts.

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Com ele, o veículo pode se deslocar em velocidades entre 55 e 160 km/h com o motor desligado e, em seguida, o BAS reinicia o propulsor. Durante a desaceleração, o BAS pode recuperar até 12 kW de energia. O sistema start-stop começa a funcionar aos 22 km/h.

Disponível em nove cores e três combinações diferentes de interior, o novo Audi A5 Sportback traz diversas novidades. Além dos já citados controle de cruzeiro adaptativo e faróis dianteiros LED Matrix, o modelo possui, também, aviso de saída de faixa e volante esportivo multifuncional com shift paddles e base aplanada como itens de série.

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O Audi A5 Sportback chega ao Brasil em janeiro, comercializado em duas versões, com preços a partir de R$ 284,99 mil.

Audi_A5_Sportback_-_Modelfoto_1Fotos: Audi / Divulgação

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Após a Hilux, Toyota lança a linha 2021 do SW4

Como a picape, SUV ganhou novo design e melhorias em tecnologia e segurança

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 27/11/2020)

Depois de lançar a Hilux 2021 no último dia 17 de novembro, a Toyota apresentou o novo SW4, versão SUV (utilitário esportivo) de sua picape média. Líder de sua categoria, o modelo chega com novo design e melhorias em conectividade, conforto, desempenho e segurança.

O SW4 é produzido na fábrica que a marca japonesa possui em Zárate, na província de Buenos Aires (Argentina), e exportado para mercados de toda América Latina e do Caribe.

Quanto ao design exterior, são novos faróis, grade e para-choques. Quanto ao design interior, o modelo possui uma nova combinação de cores no estofamento e nas portas, juntamente com os mostradores do velocímetro e taquímetro.

Por sua vez, todas as versões da Nova SW4 agregam agora mais conectividade ao equipamento de áudio com touchscreen de 8 polegadas com a adição do Android Auto e Apple CarPlay mantendo a função bluetooth.

Em relação ao conforto, a versão SRX agrega um sistema de ventilação nos bancos dianteiros. Além disso, todas as versões diesel e flex passam a contar com sensores de estacionamento dianteiros, além dos traseiros, que já existiam.

Já as versões flex SR e SRV incorporam farol alto e baixo em LED com nivelamento automático, enquanto a SRV ganhou farol de neblina dianteiro em LED.

No que diz respeito à segurança, a grande novidade, assim como na Hilux, foi a adição do pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense na versão topo de linha SRX com os seguintes itens: sistema de pré-colisão frontal (PCS), sistema de alerta de mudança de pista (LDA) e controle de cruzeiro adaptativo (ACC).

Também como ocorreu com a Hilux, o SW4 2021 ganhou 15% mais potência no motor 2.8 turbodiesel, que passa a render 204 cv.

Design – Na dianteira, foi incorporado um novo conjunto óptico no qual as luzes LED de posição e de direção na versão SRX ficam localizadas na parte inferior do para-choque.

Por sua vez, as versões flex SR e SRV também incorporam o novo desenho, no entanto, as luzes de posição e de direção são halógenas. Outra novidade da versão SRV flex são os faróis de neblina dianteiros, também em LED.

Esta atual geração da SW4 passou a ter identidade própria, informou a Toyota Ao descolar sua imagem derivada de uma picape (Hilux), o utilitário esportivo uniu inovação a um toque delicado de refinamento, que fundiu elegância e sofisticação, disse a fabricante.

Na dianteira, a grade cromada adota uma base contínua ao longo dos faróis, com sistema Follow me Home, proporcionando ao veículo uma aparência mais moderna.

As superfícies esculpidas dos para-choques dianteiro e traseiro são destacadas por um eixo que se conecta a toda lateral do SUV. As soleiras, os espelhos retrovisores com rebatimento elétrico, assim como a luz interna e de ignição visam facilitar o acesso ao veículo.

Na lateral da versão SRX, destaca-se as novas rodas de liga leve de 18 polegadas calçadas com pneus 265/60 R18. Essa é a mesma dimensão agora da versão flex SRV, enquanto a SR de cinco lugares segue sendo oferecida com pneus 265/65 R17 e rodas de 17 polegadas.

Na traseira, as lanternas traçam uma linha contínua pelo bagageiro, complementando-se com a moldura cromada. As luzes de neblina são incorporadas ao para-choque, reforçando a segurança.

O spoiler traseiro, os trilhos do teto e a antena, em estilo barbatana de tubarão, conferem esportividade ao modelo.

Interior – No interior, o SW4 apresenta uma nova combinação de cores, onde o preto predomina no estofamento e nos painéis das portas, com detalhes em cinza no painel de instrumentos e no console central.

Na versão SRX, duas das caixas acústicas JBL se destacam no topo do painel de instrumentos. O novo design e combinação de cores dos mostradores do velocímetro e do taquímetro, onde o azul agora é predominante, ajudam a renovar a atmosfera interior do SUV.

Todas as versões do SW4 possuem agora mais conectividade. O sistema multimídia com tela de 8 polegadas sensível ao toque, que já contava com navegação GPS integrada, TV digital, rádio MP3, câmera de ré, entrada USB, conexão bluetooth, passa a contar, também, com conexão para smartphones e tablets através do espelhamento Android Auto e Apple CarPlay.

Por sua vez, a versão SRX possui um sistema de áudio JBL premium com oito alto-falantes, um subwoofer e dois tweeters.

A linha 2021 da família SW4 ganhou mais equipamentos. Começando com a versão topo de linha SRX, os bancos dianteiros ganharam sistema de ventilação, o que contribui muito para o conforto em locais de clima quente.

Já a versão flex SR ganhou ar-condicionado integrado com display digital e computador de bordo com tela de 4,2 polegadas de TFT com funções como autonomia, aviso das portas abertas, consumo médio e instantâneo, velocidade média do veículo, equipamentos que já faziam parte das outras versões.

A versão SRV flex incorporou o ajuste elétrico de distância, inclinação e altura do banco dianteiro do passageiro, enquanto a versão SRX diesel ganhou modo de seleção de condução: Eco, Power e Sport.

Alterações elevam a potência do motor diesel de 177cv para 204 cv

Os modelos da linha 2021 da SW4 seguem equipados com motores diesel e flex. No entanto, a grande novidade, assim como na Hilux, é o aumento de 15% de potência do propulsor 2.8 16V diesel, que passa agora a gerar 204 cv (eram 177 cv). Além disso, o torque cresceu 11%, gerando, agora, 50,9 kgfm a 2.800 rpm.

O SW4 agora possui diferencial de deslizamento limitado eletronicamente (LSD). Quando este sistema é ativado, o freio é aplicado à roda com a menor aderência (sem limitar o rendimento de potência do motor), transferindo a força de tração para a roda com a maior aderência.

As versões flex trazem o motor Dual VVT-i Flex 2.7 16V DOHC, especialmente projetado para o mercado brasileiro. O grande diferencial é a tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), que atua no gerenciamento dos sistemas de admissão e escape da câmara de combustão, otimizando a queima do combustível de maneira inteligente.

As versões flex do SUV apresentam 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecidos com etanol, e 159 cv, também a 5.000 giros, com gasolina.

Todas as versões utilizam um câmbio automático de seis (6) velocidades seqüencial.

Segurança – De acordo com a Toyota, o modelo recebeu nota máxima nos testes realizados pela Latin NCAP.

Fazem parte dos itens de série ligados à segurança: freios ABS com distribuição eletrônica (EBD), Assistente de Frenagens Emergenciais (BAS), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Assistente de Reboque (TSC) e de Subida (HAC), sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um para joelho do motorista) e sistema universal Isofix para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro, entre outros. A versão diesel SRX ainda conta com assistente de descida (DAC).

Uma novidade na versão flex SR é a adição do sistema de alarme perimétrico e volumétrico, como já ocorre nas outras versões.

No entanto, a maior estrela da Toyota nesse quesito é o pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense (TSS), disponível na versão a diesel SRX. Este sistema conta com um radar de ondas milimétricas combinado com uma câmera monocular para detectar uma variedade de perigos e alertar o motorista.

O pacote inclui: Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS); Sistema de Alerta de Mudança de Faixa com condução assistida (LDA) e Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC).

Acessórios – O novo portfólio de acessórios permite a customização das unidades, contendo também acessórios funcionais que se adaptam às necessidades de cada cliente.

Na fase de desenvolvimento de cada um dos acessórios, foram realizados diferentes processos de design e rigorosos estudos de resistência e durabilidade, que, em seu conjunto, resultaram em produtos de alta qualidade, disse a Toyota.

Todos os acessórios genuínos são desenvolvidos pela engenharia global da Toyota, exclusivos para a SW4, de acordo com as rígidas regras da marca que garantem o alto nível de qualidade, durabilidade e confiabilidade Toyota.

Fotos: Toyota / Divulgação

Entre os principais acessórios para o SW4 destacam-se soleira, engate (750 kg) e bandeja do porta-malas (versões de 7 lugares).

As cores disponíveis são: marrom metálico, preto Mica, prata metálico, cinza metálico, Super branco e branco Perolizado (exclusivo para a versão SRX). O novo Toyota SW4 já está disponível nas concessionárias da Toyota.

Versões e Preços:

SW4 Flex SR 4×2 (automático / 5 assentos) – R$ 202,39 mil

SW4 Flex SRV 4×2 (automático / 7 assentos) – R$ 221,09 mil

SW4 Diesel SRX 4×4 (automático / 5 assentos) – R$ 309,69 mil

SW4 Diesel SRX 4×4 (automático / 7 assentos) – R$ 314,79 mil

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Nova Peugeot Landtrek chegará ao Brasil em 2022

Da Redação

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A Peugeot realizou o lançamento mundial de sua nova picape média, a Landtrek. A Peugeot Landtrek representa mais um importante passo na estratégia de internacionalização da marca, que agora entra no segmento de picapes médias com capacidade de carga de 1 tonelada, informou a fabricante.

A Landtrek integra todos os elementos essenciais do segmento, como a confiabilidade, facilidade de manutenção, versatilidade, capacidade off-road e, claro, capacidade de carga e reboque, continuou a Peugeot.

A picape oferece uma caçamba espaçosa, modularidade interna e conforto de rodagem similar ao de um SUV,  conclui o comunicado.

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A comercialização da nova Peugeot Landtrek se dará em duas etapas: a primeira já está começando no México, Equador, Peru, Guatemala, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Uruguai, Haiti e Chile. Em uma próxima fase, está previsto o seu lançamento em outros três mercados: Argentina, Brasil e Colômbia.

Ou seja, a previsão de sua chegada ao mercado brasileiro é somente para 2022. Neste primeiro momento, a Landtrek chegará aos países envolvidos importada da China. Para os países do segundo grupo a montagem se dará no Uruguai, numa parceria com a Nordex.

“A nova Peugeot Landtrek será mais um grande produto a integrar a nossa ofensiva no segmento de veículos utilitários. Ela chegará em um segundo momento ao Brasil e se posicionará com destaque num dos segmentos mais dinâmicos do mercado. Importante, reforçar, ainda, a relevância que o Groupe PSA atribui à América Latina com este lançamento”, comentou Ana Theresa Borsari, Country Manager Brasil da Peugeot, Citroën e DS.

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Para o México, e demais países da primeira etapa de lançamento, a Peugeot Landtrek conta com motorização 2.4 turbo, a gasolina, capaz de render 210 cv e 32,6 kgfm de torque. São duas opções de câmbio: manual ou automático, ambos de 6 marchas.

Posteriormente, haverá opção pelo propulsor 1.9 turbo de 150 cv e 35,7 kgfm de torque que trabalhará em conjunto com um câmbio manual de 6 marchas. A tração 4×4 será disponibilizada para as duas opções de motores, dependendo do mercado.

A demora para o lançamento em mercados importantes para a marca, como Brasil e Argentina, reside justamente na motorização. E mudanças poderão ocorrer. Isso porque, essa primeira opção de powertrain diesel, deixa a desejar em dois quesitos essenciais para esses mercados: motor diesel com pouca potência e torque aliado, somente, a um câmbio manual.

A marca deve se lembrar bem do grande fracasso do crossover 2008, em grande parte, por contar em um primeiro momento somente com a opção do câmbio manual no mercado brasileiro. A lição tem que ser assimilada e aprendida.

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Alguns equipamentos que estão presentes no modelo mexicano: seis airbags; sistema multimídia com tela de 10 polegadas; banco do motorista com ajustes elétricos; ar-condicionado automático de duas zonas; sistema 360º de câmeras; sensores de estacionamento dianteiro e traseiro; alerta de saída de faixa e rodas de 18 polegadas.

Peugeot Landtrek em números:

. Comprimento: 5,33 metros; largura: 1,96 metro; altura: 1,87 metro e entre-eixos: 3,18 metros;

. Capacidade de carga variando entre 1.120 kg e 1.200 kg; capacidade de reboque para até 3.500 kg; 29º ângulo de ataque; 27º ângulo de saída; altura livre do solo de 21,4 cm e capacidade de imersão de até 600 mm.

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PEUGEOT_LANDTREK_2011PJ114Fotos: Peugeot / Divulgação

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Kawasaki apresenta a linha 2021 da KX 450X

Da Redação

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A Kawasaki apresentou a linha 2021 da KX 450X. O propulsor de 449cc, derivado da versão MX, traz embreagem hidráulica e mapas programáveis. A moto conta com chassi moderno e suspensão pronta para competição, além de novas rodas 21 x 18 e diferenciais como proteção do motor e disco de freio traseiro, além do apoio lateral e partida elétrica que facilitam a vida do piloto.

Otimizado para uso em modalidades com percurso livre, fora dos circuitos fechados de motocross, o motor da KX 450X entrega potência e torque em linha desde as mais baixas rotações, para desempenhar seu papel com maestria por trilhas travadas e também nos estradões.

Dentre as modificações que o motor recebeu, um sistema de atuação das válvulas desenhado pelos engenheiros Kawasaki do Mundial de Superbike, com maior diâmetro e perfil mais agressivo da câmara.

2021 KX 450X detalhes (3)Girando até 11.700 rpm, graças as novas válvulas de titânio sendo, admissão com 40 mm e exaustão com 33 mm, pó que permite máxima abertura para passagem de ar, e incrementa a performance em altos regimes de rotação. Também conta com tratamento especial das câmaras e dutos internos para prolongar a durabilidade e reduzir o atrito.

Motor com apenas 3º de inclinação, praticamente na vertical, contribuindo para a distribuição de massas e o centro de gravidade, é também a posição ideal para extrair o máximo de tração ao torcer a manopla do acelerador.

Pistão de saia curta com reforço nas extremidades e parte central, cilindro deslocado levemente para frente (8.5 mm) para reduzir os efeitos da fricção, central eletrônica (ECU) que inclui programação que permite atrasar o tempo de ignição quando a roda traseira destraciona muito rapidamente.

2021 KX 450X detalhes (4)Corpo do acelerador de 44 mm despeja grande volume de ar no motor enquanto os injetores de 12 furos entram em ação para formar o spray perfeito e obter o máximo de explosão na combustão.

Suavidade e leveza no controle por muito mais tempo devido à embreagem hidráulica. Com manete que oferece acionamento preciso, mesmo após longas horas de pilotagem e aquecimento do sistema, não será necessário fazer força na alavanca.

Os discos e molas desenhados para atuar de forma inteligente garantem precisão mesmo em “meia” embreagem. Combinada com o câmbio de 5 marchas e relação final otimizada, que utiliza coroa 51 e pinhão 13, diferente da versão de motocross que é 50/13, controlar a moto em qualquer condição de terreno mantendo o máximo de tração será tarefa fácil.

2021 KX 450X estudio (1)O sistema de controle de largada KLCM (Kawasaki Launch Control Mode) lança o piloto a frente ao reduzir a perda de tração e auxiliar o piloto a ganhar velocidade para deixar os adversários para trás, como nas largadas de motocross.

Próximo ao canote de direção, do lado direito da moto com sistema plug and play, é possível ajustar os mapas de injeção sem ter que pegar uma ferramenta sequer. São três opções de ajuste pré-programados nos plugues DFI que acompanham a moto, o hard, que vem de fábrica e oferece comportamento mais suave e linear; o soft, que é oposto ao primeiro e o standard, que oferece equilíbrio entre os dois mapas, este também é o mapa que vem de fábrica na versão MX.

Mais largo na altura dos tornozelos e estreito na altura do cavalo, o chassi modelado em alumínio é leve, rígido e esguio, o que facilita a movimentação do piloto na moto. As partes que formam o conjunto são fabricadas com diferentes processos, visando obter um chassi resistente nos pontos necessários, sem adicionar peso extra à moto.

2021 KX 450X estudio (2)Através do Kawasaki Ergo-Fit, pilotos de todos os tamanhos e diferentes tipos físicos podem ajustar a moto de acordo com seu gosto e preferência. O guidão Renthal de 28,6 mm que acompanha o modelo pode ser posicionado em 4 pontos: 25 mm a frente, 15 mm a frente, standard e 10 mm para trás. Os pedais de apoio também podem ser ajustados, tendo a posição standard ou 5 mm mais baixo como opções, o que deixa o centro de gravidade ainda mais baixo.

As suspensões ajustáveis derivadas da versão motocross, devidamente acertadas para trilhar caminhos naturais com maciez e progressividade. Na dianteira, uma Showa invertida com canelas de 49 mm, 16 ajustes de compressão e 16 de retorno, 305 mm de curso e tubos internos com acabamento especial.

Uma camada de titânio em azul marinho feita pela Kashima Coat para proteção extra contra abrasão. Na traseira, monoamortecedor em balança com o novo sistema Uni Trak, cuja montagem abaixo da linha da balança proporciona ganho de curso e considerável melhora na tração.

2021 KX 450X detalhes (2)Com ajustes de compressão separados para alta velocidade (4 voltas) e baixa velocidade (19 voltas), tem ainda 22 ajustes de retorno e ajuste de pré-carga, com 307 mm de curso.

Os freios garantem alto poder de frenagem, otimizado para o fora de estrada, graças ao disco de 270 mm na dianteira, com pinça de pistão duplo e manete que oferece respostas moduláveis aos pilotos.

O disco de 240 mm na traseira utiliza pinça de pistão único e ótimas respostas no pedal para controle e segurança. Além disso, a KX 450X traz diferenciais como o protetor de disco traseiro, diferente de sua irmã do motocross.

2021 KX 450X detalhes (1)Também estão inclusos no pacote de exclusividades da versão “X”, os protetores de motor, sob o motor entre o chassi e na lateral cobrindo a bomba d’água, equipamentos exigidos para encarar pedras, troncos e outros desafios naturais sem preocupação e o apoio lateral que permite estacionar a moto em qualquer lugar.

Muito útil em trechos íngremes ou escorregadios, o sistema de partida elétrica traz comodidade e rapidez na hora de ligar a moto. Para isso, foi preciso adicionar uma bateria Li-ion, mais leve e compacta que as convencionais, além de um dispositivo de descompressão automática na câmara de exaustão para facilitar as partidas.

Outro grande diferencial do modelo quando comparada a sua homônima versão de motocross é a adoção de roda aro 18 polegadas na traseira. Com pneus específicos para as trilhas, sendo na dianteira um Pirelli Scorpion MX Extra X com medidas 80 x 100 x 21 (51M) e na traseira o mesmo modelo, medindo 110 x 100 x 18 (64M).

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A diminuição de 1 polegada no aro abre um leque de possibilidades para os pilotos quanto ao uso de pneus de parede mais alta e menor calibragem, o que se converte em conforto e aderência nas trilhas. A pintura preta contribui com a identidade visual da família KX.

Detalhes que refletem as características da linha KX e remetem as versões da equipe oficial de competição, como o minimalismo das tampas de óleo e plugues da tampa do gerador douradas, ajustadores da suspensão em verde e plásticos com gráficos moldados para durarem mais tempo.

A Kawasaki KX 450X estará nas concessionárias da marca em 2021.

Kawasaki KX 450X Lime Green PPS: R$ 51,99 mil + frete

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Fotos: Kawasaki / Divulgação

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Segunda geração do Mercedes-Benz GLE 400 d 4Matic Coupé está em pré-venda no Brasil

Da Redação

Totalmente renovado em sua segunda geração, o Mercedes-Benz GLE 400 d 4Matic Coupé chega ao País em versão única com o preço sugerido de R$ 675,90 mil.

A montadora alemã iniciou a pré-venda do SUV e a entrega está prevista para o início de 2021.

O GLE SUV Coupé é equipado com motor diesel de seis cilindros em linha e sistema de tração 4Matic.O motor 3.0 turbodiesel é capaz de render 330 cv de potência e 71,4 kgfm de torque. O câmbio é automático de 9 (nove) marchas.

De acordo com a Mercedes-Benz, o modelo leva 5,7 segundos para sair da imobilidade e atingir os 100 km/h. A velocidade máxima, limitada eletronicamente, é de 240 km/h.

O novo Mercedes-Benz GLE Coupé é mais um exemplo da estratégia da marca para atender a todas as necessidades dos clientes no segmento de SUV’s premium. O modelo complementa a família, que recebeu a versão SUV em março de 2020, apresentando novos design exterior e interior, nova motorização diesel e alto nível de equipamentos de série.

Assim como os modelos GLE e GLS, o GLE Coupé é fabricado em Tuscaloosa, no Alabama, EUA. No Brasil, a Mercedes-Benz oferece oito classes de SUV’s, sendo elas: GLA, GLC, GLC Coupé, GLE, GLE Coupé, GLS, Classe G e, o mais recente lançamento, o GLB 200.

Atualmente com cerca de um terço das vendas, os SUV’s são um grande pilar estrutural do portfólio de produtos da Mercedes-Benz e contribuem fortemente para o crescimento da marca.

O novo Mercedes-Benz GLE Coupé conta com 4.94 metros de comprimento e 2,01 metros de largura. A distância entre eixos aumentou 20 mm em comparação com o antecessor, mas continua sendo 60 mm mais curta do que a do GLE SUV, o que beneficia sua condução esportiva e também sua aparência.

O porta-malas oferece capacidade para 655 litros que podem passar para 1.790 litros com os bancos rebatidos.

No interior, destaque para o quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas. Ele se une à tela da central multimídia, também de 12,3 polegadas, formando um conjunto único.

Seu design frontal combina as características da família Mercedes-Benz de SUV’s com atributos claros dos modelos coupé: a grade do radiador com formato de diamante e uma única lamina horizontal faz referência aos outros coupés do portfólio da marca.

São novos os para-choques, com desenho mais agressivo, e os faróis.

O para-brisa de ângulo mais plano não apenas torna o veículo mais dinâmico; é também uma combinação com a linha do teto inclinada para trás, criando uma elegância harmoniosa. A borda abaixo foi suavemente desenhada e com superfície acentuada destaca efetivamente as grandes rodas de 20 polegadas.

As lanternas traseiras divididas em duas partes se encaixam no design característico das dos SUV,s Mercedes-Benz, com seus cantos arredondados característicos em um contorno estreito. O caimento do teto, na traseira, define toda a diferença visual entre o SUV e o SUV Coupé.

Fotos: Mercedes-Benz / Divulgação

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Toyota Hilux 2021 ganha novo visual e motor a diesel mais potente

Preços da picape média mais vendida variam entre R$ 145,39 mil e R$ 241,99 mil

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 20/11/2020)

A Toyota apresentou, esta semana, a nova Hilux 2021. A picape chega com um design renovado, com mais conforto e tecnologia, melhor desempenho e mais segurança.

A Hilux, líder de seu segmento no Brasil, é produzida na fábrica de Zárate, na Argentina, e exportada para 23 mercados da América Latina e Caribe. Ela chega à rede de concessionárias do País a partir de 26 de novembro.

A picape segue disponível nas mais diferentes configurações, desde a versão Chassi, de cabine simples, até a topo de linha SRX, de cabine dupla, na motorização diesel, todas 4×4; enquanto a motorização flex segue contando com as versões SR 4×2, SRV 4×2 e SRV 4×4.

As versões SRX, SRV, SR e Power Pack contam, agora, com um novo design dianteiro mais moderno, com alterações nos faróis, grades e para-choques, que juntos lhe conferem uma aparência maior de força e robustez.

A Hilux SRX se destaca com os novos faróis bi-LED que conferem uma marca visual e tecnológica mais pronunciada. Na traseira, a versão topo de linha também passa a contar com lanternas em LED com novo grafismo.

Já as rodas de liga leve de 18 polegadas das Hilux SRX e SRV possuem novo desenho com acabamento em preto, enquanto os pneus são no tamanho 265/60 R18.

Nas versões SR e Power Pack, os pneus têm 265/65 R17. No entanto, a Hilux SR possui rodas de liga leve, enquanto na Power Pack, são rodas em aço estampado. As outras versões possuem rodas em aço estampado de 17 polegadas, porém, com pneus 225/70 R17.

Na traseira, destaque para o grafismo das lanternas verticais. As versões SR, SRV e SRX contam com a maçaneta de abertura da tampa cromada, onde também está localizada a câmera de ré. O para-choque foi projetado para melhorar a acessibilidade à caçamba, e segue sendo cromado nas versões SR, SRV e SRX.

O formato do teto possui dois vincos que ajudam a direcionar a passagem de ar para fora da área da caçamba, tornando o veículo mais estável.

Interior – No seu interior, a nova Hilux passa a integrar o sistema de áudio de forma mais fluida ao painel de instrumentos. Na versão SRX, duas das caixas acústicas JBL se destacam no topo do painel.

O novo design e combinação de cores dos mostradores do velocímetro e do taquímetro, onde o cinza, o preto e o branco agora predominam, ajudam a renovar a atmosfera interior.

Todas as versões da Hilux receberam melhorias destinadas a otimizar o conforto de condução, de acordo com a Toyota.

Nas versões cabine dupla, isso foi possível por meio de um novo design de suspensão focado nos amortecedores e molas. A versão SRX, por sua vez, possui novos amortecedores de maior diâmetro (+ 6,7% em comparação com a anterior) com uma afinação especialmente orientada para o conforto.

Em todas as versões foram adicionadas buchas com novo design na junção das molas com o chassi e foram adicionados novos suportes de cabine, que proporcionam maior rigidez lateral e também reduzem o nível de vibrações transmitidas à cabine.

Equipamentos – A Hilux SRX conta, agora, com bancos dianteiros com sistema de ventilação, o que contribui muito para o conforto em locais de clima quente.

As versões SRX e SRV incorporam sensores de estacionamento dianteiros e traseiros que facilitam as manobras em espaços confinados e contribuem para a segurança.

O computador de bordo, com tela de 4,2 polegadas (versões SRX, SRV e SR), possui duas funções adicionais: o indicador digital de velocidade e o indicador de posição das rodas dianteiras. Esta última função exibe uma referência de qual é a posição das rodas dianteiras com três ângulos diferentes.

As versões equipadas com o sistema multimídia com tela de 8 polegadas sensível ao toque, que já contava com rádio MP3, câmera de ré, entrada USB e conexão bluetooth, passam a oferecer, também, conexão para smartphones e tablets através do espelhamento Android Auto e Apple CarPlay.

A versão SRX, topo de linha, possui um sistema de áudio JBL premium com seis alto-falantes, 2 tweeters e 1 subwoofer, trazendo ainda mais requinte ao modelo.

Motor e Câmbio – Os modelos da linha 2021 da Hilux seguem equipados com motores diesel e flex. A grande novidade é o aumento de 15% de potência do propulsor 2.8 16V diesel, que passa a gerar 204 cv.

Além disso, o torque para os modelos dotados de transmissão automática de seis velocidades sequencial também cresceu 11% gerando, agora, 50,9 kgfm a 2.800 rpm.

As Hilux equipadas com câmbio manual de seis velocidades (Chassi, Cabine Simples e Standard Power Pack) mantêm o torque de 42,8 kgfm a 3.400 giros.

Esse novo patamar de desempenho foi possível com a incorporação de um turbo maior, no qual as pás da turbina estão 25% maiores.

Os engenheiros da Toyota ainda aprimoraram a eficiência térmica e o nível de resfriamento do propulsor 2.8 com redução no atrito entre os materiais.

As transmissões para os modelos diesel são automática de seis velocidades sequencial para as versões SRX, SRV e SR e manual de seis velocidades para as versões Standard Power Pack, Cabine Simples e Cabine Chassi.

As versões flexfuel trazem o motor Dual VVT-i Flex 2.7 16V DOHC, especialmente projetado para o mercado brasileiro. O grande diferencial é a tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), que atua no gerenciamento dos sistemas de admissão e escape da câmara de combustão, otimizando a queima do combustível de maneira inteligente.

Ele rende 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecido com etanol, e 159 cv, também a 5.000 giros, com gasolina.

As versões diesel SRX, SRV e SR e a versão SRV 4×4 flex apresentam diferencial de deslizamento limitado eletronicamente (LSD automático). Quando este sistema é ativado, o freio é aplicado à roda com a menor aderência (sem limitar o rendimento de potência do motor) transferindo a força de tração para a roda com a maior aderência.

Versão topo de linha SRX passa a contar com pacote de segurança ativa

Desde a versão cabine simples, voltada para o trabalho, a Hilux já vem dotada de dois airbags frontais e um de joelho para o motorista, bloqueio do diferencial traseiro (com acionamento elétrico), freios ABS e sistema auxiliar EBD (distribuição eletrônica de força de frenagem) nas quatro rodas, cintos de segurança de três pontos para todos os bancos, com pré-tensionador e limitador de força para o condutor e passageiro.

Além disso, a partir da linha 2021, todo o portfólio passa a contar, também, com assistente de subida (HAC), controle eletrônico de estabilidade (VSC), controle eletrônico de tração (A-TRC) e luz de frenagem emergencial automática.

Nas versões cabine dupla, tanto diesel quanto flex, a Hilux ainda conta com mais quatro airbags, dois laterais e dois de cortina, sistema universal isofix para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro e assistente de reboque.

Outra novidade são os sensores de estacionamento dianteiros e traseiros disponíveis nas versões diesel SRX e SRV e flex SRV 4×4 e SRV 4×2. Essas versões ainda contam com sistema auxiliar BAS de assistência em frenagem de emergência nas quatro rodas. As Hilux diesel SRX, SRV e SR também possuem Assistente de Descida (DAC).

Para a versão SRX, a Hilux passa a incorporar o pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense (TSS). Este sistema conta com um radar de ondas milimétricas combinado com uma câmera monocular para detectar uma variedade de perigos e alertar o motorista.

As tecnologias incluídas nesse pacote são:

Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS) – O sistema usa a câmera e o radar para detectar veículos que circulam nas ruas e estradas. Se ele detectar a possibilidade de uma colisão, alerta o motorista por meio de avisos sonoros e visuais e ativa a assistência de frenagem para evitar ou reduzir os danos causados por elas.

Sistema de Alerta de Mudança de Faixa com condução assistida (LDA) – Em determinadas circunstâncias, o Alerta de Mudança de Faixa (Lane Departure Alert System – LDA) é projetado para detectar desvios de pista quando as linhas divisórias são visíveis. Ao ouvir e ver os alertas, e depois de verificar que é seguro fazê-lo, o veículo deve ser redirecionado para o centro da pista.

Este sistema também inclui a funcionalidade de condução assistida. Quando é ativado e se detecta que está se desviando inadvertidamente, o sistema pode aplicar pequenos movimentos de correção no volante para ajudar a manter o veículo na pista.

No caso da Hilux, o sistema ainda ajuda na correção de rota aplicando os freios nas rodas do lado em que se deseja regressar para retomar a rota correta de condução.

Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) – É um sistema semelhante ao cruise control que permite a condução a uma velocidade constante pré-determinada. O ACC usa o radar montado na grade frontal e a câmera para detectar veículos, calcular sua distância e ajustar a velocidade para ajudar a manter uma distância predeterminada de veículo para veículo.

Fotos: Gaston Colla Fotografia / Toyota / Divulgação

Versões e Preços:

Diesel (4×4):

Chassi (manual) – R$ 164,79 mil

Cabine Simples (manual) – R$ 170,89 mil

Standart Power Pack (manual) – R$ 188,99 mil

SR (automática) – R$ 201,79 mil

SRV (automática) – R$ 216,99 mil

SRX (automática) – R$ 241,99 mil

FlexFuel:

SR 4×2 (automática) – R$ 145,39 mil

SRV 4×2 (automática) – R$ 157,49 mil

SRV 4×4 (automática) – R$ 169,79 mil

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Jeep apresenta o novo Wrangler Rubicon 392 equipado com motor V8

Da Redação

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392

Para os entusiastas ansiosos pelo lendário desempenho off-road e um novo nível de performance on-road, a Jeep está lançando o Wrangler Rubicon 392 com motor V8. A versão conta com um potente propulsor de 6.4 litros (392 polegadas cúbicas, daí o nome da versão) que rende 470 cv de potência e 65 kgfm de torque.

Acoplado a uma transmissão TorqueFlite de 8 velocidades e a uma caixa de transferência permanente, o powertrain impulsiona o Wrangler Rubicon 392 de 0 a 60 mph (96 km/h) em 4,5 segundos e permite que ele percorra um quarto de milha (400 metros) em 13 segundos, informou a Jeep.

Além disso, trata-se de uma combinação que vem com garantia de fábrica. A nova versão estará à venda no mercado norte-americano no primeiro trimestre de 2021.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392

Fora do asfalto, a poderosa mecânica se complementa com eixos Dana 44 para trabalho pesado, raio da transmissão de 3,73, bloqueio do conversor de torque, kit de elevação de 5 cm e pneus de série de 33 polegadas com rodas de 17 polegadas com beadlock.

O resultado, disse a Jeep, é o Wrangler mais capaz da história graças aos seus 26 cm de altura livre do solo, uma articulação da suspensão e manobrabilidade melhoradas, ângulos de aproximação, central e de saída de 44,5°, 22,6° e 37,5°, respectivamente.

Os engenheiros da Jeep o colocaram à prova e o novo Wrangler Rubicon respondeu: é capaz de subir e descer rampas com uma intervenção mínima dos pedais de aceleração e freio.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392

“Este é o Wrangler mais poderoso, rápido e capaz que jamais construímos”, garantiu Jim Morrison, responsável pela marca Jeep – FCA América do Norte. “O kit de elevação de fábrica e o abundante torque a baixas rotações do V8 tornam o Rubicon 392 o rei das montanhas, tanto se vai por um terreno rochoso a baixa velocidade quanto se precisa superar uma rampa inclinada. Para completar, no asfalto, o Rubicon 392 é capaz de desenvolver grande velocidade”.

A incorporação de um motor de 6.4 marca a volta de um V8 da linha Wrangler como opção de fábrica após 40 anos de ausência. Essencial para o rendimento na estrada e fora dela, cerca de 75% do pico do torque está disponível em baixas rotações.

O motor V8 utiliza um bloco de cilindros em ferro fundido e cabeçotes de alumínio, apoiado por um coletor de admissão ativo, distribuição de válvulas variável, duas velas de ignição por cilindro, válvulas de escape com enchimento de sódio, válvulas de entrada e injetores de óleo para a refrigeração do pistão. O propulsor também conta com cárter de vazão traseiro, alternador de montagem alto e coletores de escape de fluxo livre.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 6.4-liter HEMI V-8™

Quando a carga de trabalho é leve, por exemplo, circulando à velocidade de cruzeiro pela rodovia, a tecnologia para a economia de combustível (Fuel Saver Technology) com desativação de cilindros permite passar de forma imperceptível a um modo econômico de funcionamento com apenas quatro cilindros ativos dos oito disponíveis.

A entrada de ar funcional no capô proporciona ar externo frio e mais denso ao motor, aumentando o rendimento.

Os engenheiros da Jeep se asseguraram que o V8 receba ar fresco sem importar o terreno nem o clima usando a tecnologia Hydro-Guide, formada por um sistema de tubos em três níveis com várias drenagens, incluindo um ponto de drenagem em um único sentido localizado na caixa de ar que permite desalojar mais de 56 litros de água por minuto, evitando que se misture com o ar que entra.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392

Isso permite ao Rubicon 392 ter capacidade de imersão de até 83 cm de profundidade, inclusive se ondas passarem por cima do capô.

Caso essa tomada funcional se torne inutilizável devido à neve, lama ou resíduos, um duto secundário ligado à estrutura do capô se torna responsável por conduzir o ar externo para o motor, permitindo que ele atinja a velocidade máxima com a via principal obstruída. 

Um sistema de escape ativo duplo de série fornece, ainda, um som estimulante e inconfundível. O sistema é ativado automaticamente, abrindo as válvulas de escape em cargas de trabalho existentes com o objetivo de reduzir a contrapressão dos gases de escape. O motorista também pode ativar o sistema apertando um botão. O escapamento com tubo duplo tem um acabamento de pontas quádruplas.

2021-jeep-wrangler-rubicon-392-interior-dashUma transmissão automática TorqueFlite 8HP75 de oito velocidades, desenvolvida para gerenciar altas entregas de torque, proporciona trocas de velocidade rápidas e ágeis seja em condições normais de condução ou sob demandas exigentes.

Esta transmissão também permite ao condutor trocar a velocidade através de um paddle shift de alumínio no volante, novidade na linha Wrangler, ou através do seletor eletrônico do câmbio.

A transmissão completamente eletrônica conta com um mapa de câmbio imediato. O sofisticado software está apoiado em vários parâmetros para determinar a condição de direção mais apropriada e ajustar ao padrão do câmbio.

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O resultado é uma troca de marchas que se ajusta de forma ideal aos requerimentos de rendimento de todo tipo de motoristas e circunstâncias. As relações do câmbio permitem a resposta adequada no momento preciso, desde passar por obstáculos do caminho até entregar com suavidade a potência à velocidade de estrada, algo factível graças a um escalonamento mais curto entre as diferentes velocidades.

A força motriz do Wrangler 392 também está apoiada na tecnologia Torque Reserve e no câmbio AMax, disponível em operações de aceleração com torque e que oferece a aceleração máxima possível em saídas do zero sobre pavimento.

O Torque Reserve permite gerenciar o fluxo de combustível para os cilindros e controlar o avanço ou atraso da ligação balanceada assim como as rotações do motor e o torque para maximizar a entrega de potência e o rendimento em operações de aceleração do zero.

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O câmbio AMax, uma estratégia para melhorar o rendimento, procedente do Jeep Grand Cherokee Trackhawk, maximiza a entrega do torque em operações de aceleração para frente, coordenando o momento da troca e a quantidade de torque transmitida.

O powertrain do Wrangler Rubicon transmite a força para as quatro rodas em todo momento. Seu coração é uma caixa de transferência ativa de duas velocidades Selec-Trac com uma relação redutora de 2.72:1 e quatro modos de direção selecionáveis: 4WD Auto, 4WD High, Neutral e 4WD Low.

Trata-se de uma caixa permanente de funcionamento muito intuitivo que permite ao motorista inserir o modo adequado e esquecer, enquanto a força é entregue constantemente aos pneus dianteiros e traseiros. A caixa SelecTrac também permite rebocar o Wrangler Rubicon 392 caso seja necessário.

The Jeep® Wrangler Rubicon 392’s off-road prowess flows from its

Na direção off-road, o Wrangler Rubicon 392 proporciona a lendária capacidade que tornou a Jeep conhecida graças aos seguintes sistemas: Off-Road Plus e Control Selec-Speed.

O Off-Road Plus, com modos para direção sobre areia (Sand) e sobre pedras (Rock), funciona pressionando o botão, quando são maximizadas as capacidades de tração do Rubicon 392. Os modos se ajustam ao acelerador, aos pontos de câmbio da transmissão e ao controle de tração para um rendimento máximo, seja em grandes velocidades sobre terreno arenoso ou baixa velocidade sobre pedras. O modo Off-road Plus também oferece aos motoristas a possibilidade de bloquear os eixos traseiros em altas velocidades em modo 4WD High.

Já o Control Selec-Speed gerencia a velocidade no modo 4WD Low na direção off-road sem a necessidade de acionar o acelerador ou o freio. Este sistema é ativado através de um botão no painel de instrumentos e pode ser ajustado em velocidades entre 2 e 8 km/h, simplesmente usando o seletor do câmbio eletrônico Range Select.

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O Wrangler Rubicon 392 domina as descidas em baixa velocidade graças ao freio motor, ao bloqueio revisado do conversor do torque e à uma relação de transmissão de 48:1, o que permite gerenciar a velocidade sem que seja necessário que o motorista pise no pedal do freio.

O chassi teve os trilhos do quadro melhorados, braços de controle superiores dianteiros e cilindros da direção de ferro forjado para tirar o máximo proveito da abundante força e torque do motor V8. Os freios de alto rendimento permitem parar o veículo a qualquer momento.

As excepcionais aptidões off-road são determinadas por sua ampla distância entre eixos, seus eixos dianteiro e traseiro Dana 44 de seção mais grossa e seus diferenciais de bloqueio eletrônico Tru-Lok.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392 with Jeep Performance Parts

A barra estabilizadora eletrônica dianteira permite maximizar o percurso da suspensão em qualquer situação e enfrentar as condições off-road mais exigentes.

Para aumentar as capacidades do sistema de suspensão de cinco braços, tanto na frente quanto atrás, o Rubicon 392 vem ainda com amortecedores Fox de alto rendimento especificamente calibrados para este modelo.

O Wrangler Rubicon 392 incorpora vários detalhes na cor bronze para destacar que se trata do Wrangler mais poderoso da história, como no emblema Rubicon no capô, nas capas dos ganchos de reboque dianteiros e traseiros e no contorno do emblema Fox Schocks dos amortecedores.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392 with Jeep Performance Parts

Proveniente do Jeep Gladiator Mojave, o capô elevado em 40 mm lhe dá uma aparência agressiva e sua entrada de ar completamente funcional lhe proporciona tanto ar para refrigerar o motor quanto maior capacidade de carga.

Conta, também, com um emblema 392 nas laterais para lembrar de que se trata do motor com maior cilindrada já oferecido em um Jeep Wrangler. O desenho da grade proporciona um maior fluxo de ar e, portanto, mais refrigeração ao motor. As rodas em bronze com beadlock tem medidas 17×7.5” e podem incorporar beadlock preto opcional da Mopar.

A parte interna apresenta uma costura original em bronze que contrasta com a tapeçaria de couro preto dominante. Os assentos em couro, com o logo Rubicon 392 integrado, mantém os ocupantes confortáveis graças a almofadas superiores integradas de tipo esportivo.

2021 Jeep® Wrangler Rubicon 392 with Jeep Performance Parts

Para se ajustar às especificações do novo motor, o quadro de relógios recebe uma nova numeração e novo design. Pela primeira vez na história do Jeep Wrangler, o volante de couro esportivo conta com paddle shift para uma gestão mais rápida da troca de velocidades e para tirar maior proveito do torque.

O sistema Uconnect é projetado em uma tela touch de série de 8,4 polegadas e conta com páginas Off-Road da Jeep, que permitem ao condutor monitorar a oscilação, o balanceamento, a altitude, as coordenadas GPS e a distribuição da força, entre outras informações.

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Fotos: FCA – Fiat Chrysler Automobiles / Jeep / Divulgação

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Novo Jaguar F-Type 2021 chega ao Brasil

Da Redação

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A Jaguar apresentou o novo F-Type 2021. Os novos faróis pixel LED superestreitos, com assinatura em “J” atualizada, integram-se ao capô com estilo Liquid Metal, destacando o visual largo e acentuado do carro. O novo para-choque dianteiro e a grade levemente aumentada destacam a presença e o impacto visual do modelo.

Na traseira, as novas lanternas em LED com assinatura em chicane, inspiradas no SUV Jaguar I-Pace, ressaltam a linha horizontal do conjunto. Nas saídas de ar laterais, o F-Type traz novos detalhes para a carroceria, com detalhe em cromado ou, com o Black Pack, em preto brilhante.

No interior, a combinação de materiais tradicionais da Jaguar, unindo o couro Windsor com o cromado de acabamento fosco no painel, trazem requinte aos ocupantes. Detalhes como monograma costurado nos bancos e painéis de porta, o Jaguar marcado no encosto de cabeça e o entorno do botão para abertura do porta-luvas realçam os pequenos detalhes da cabine.

Novo Jaguar F-TYPE_P300 Conversível_Couro Ebony_Cabine

O modelo faz parte da linha de sucessão dos carros de alto desempenho da Jaguar, com mais de 70 anos de história, iniciada com o Jaguar C-Type vencendo a 24 Horas de Le Mans duas vezes, em 1951 e 1953. A herança seguiu com o D-Type a partir de 1955, vencendo outras três vezes a mesma prova.

Com o E-Type, em 1961, antecessor ao F-Type, a Jaguar apresentou o carro considerado como o mais bonito já produzido até hoje. E, hoje em dia, clientes donos de um E-Type podem restaurar seus carros com os serviços da Jaguar Classic, no Reino Unido.

“O design do F-Type, entre os carros esportivos, é o mais equilibrado quando falamos das linhas e traços da carroceria, com pureza, proporções e presença claramente de um Jaguar. O novo F-Type está mais atraente do que nunca, com mais clareza em todas as linhas, superfícies e características, alcançando o verdadeiro DNA de design da marca. A Jaguar está criando carros esportivos há mais de 70 anos, isso fez com que pudéssemos criar algo totalmente extraordinário, seguindo a inspiração da longa e rica tradição no segmento”, disse Paulo Manzano, diretor de marketing e produto da Jaguar Land Rover do Brasil.

A experiência tecnológica dentro do F-Type evoluiu, incluindo o painel de instrumentos totalmente digital e configurável de 12,3 polegadas, sistema de entretenimento Touch Pro com conectividade Apple CarPlay e Android Auto de série, e duas opções de sistema de som premium Meridian com experiência de som aprimorada.

O painel de instrumentos Interactive Driver Display de 12.3 polegadas configurável, novidade na linha 2021, oferece diferentes modos de visualização, incluindo o mapa em tela cheia.

O modo padrão é caracterizado pelo conta-giros posicionado ao centro da tela, grafismo exclusivo para o F-Type. Essa característica e a luz de indicação de mudança de marcha conduzem o caráter e o desempenho totalmente focados no motorista do F-Type.

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O F-Type, produzido na fábrica da Jaguar em Castle Bromwich, no Reino Unido, contará com duas configurações no mercado brasileiro, conversível e coupé, com versões R-Dynamic P300 e P380.

Debaixo do capô, o modelo P300 conta com motor 2.0 turbo de quatro cilindros, produzindo 300 cv e 40,8 mkgf de torque a partir de 1.500 rpm, acoplado ao câmbio automático Quickshift de oito (8) marchas, desenvolvido com base na edição limitada Jaguar XE SV Project 8. Com a calibração, o modelo entrega trocas mais responsivas e imediatas, tanto pela alavanca SportShift no console quanto pelas borboletas atrás do volante.

O conjunto conta com escapamento ativo variável, possibilitando uma condução mais refinada ou, com as válvulas abertas, com o som mais grave e potente, ressaltando a característica de um verdadeiro esportivo.

Novo Jaguar F-TYPE_P300 Coupé_Couro Mars Red_Painel

A motorização P300 acelera o F-Type de 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos e faz com que o modelo alcance a velocidade final de 250 km/h, de acordo com a Jaguar. E, mesmo com a entrega dessa potência, essa é a versão de menor consumo de combustível da história do F-Type, com média de 14,8 km/l e emitindo apenas 184 g/km de CO2 (de acordo com o ciclo NEDC).

A Jaguar oferecerá, também, a motorização P380, por encomenda, equipada com motor 3.0 V6 com compressor, gerando 380 cv a 6.500 rpm, e 46,9 mkgf, partindo de R$ 537,35 mil.

Além das motorizações, o F-Type é o modelo da Jaguar com maior riqueza de opções e detalhes quando se fala de customização. O cliente tem a liberdade de selecionar todos os acabamentos internos e externos do veículo de acordo com seu gosto e desejo.

Fotos: David Shepherd Photographer / Jaguar Land Rover / Divulgação

Na carroceria conversível, além do acabamento de bancos, painel, cor do cinto de segurança, das mais de 25 cores com paletas sólidas, metálicas, especiais e da linha SVO (Special Vehicle Operations) para o exterior e dos seis designs diferentes de rodas, é possível escolher três cores de capota: vermelha, preta ou bege.

O Jaguar F-Type chega ao Brasil com preços que partem de R$ 404,17 mil, na versão coupé R-Dynamic, e, na versão conversível R-Dynamic, a partir de R$ 418,08 mil.

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Triumph Tiger 900 GT Pro se mostra refinada, completa e atual

Jota*

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A linha Tiger está em constante evolução desde sua chegada ao Brasil, em 2013. A Triumph parece ter ouvidos atentos às críticas de seus consumidores e os aperfeiçoamentos são notáveis, de uma geração para a outra, em seus modelos dualpurpose.

Entretanto, a Tiger 900 GT Pro representa um degrau muito maior nessa modernização da linha. Pode-se dizer que, se por um lado, esteticamente temos uma identidade com as 800, em termos dinâmicos a mudança é quase radical.

O coração (motor) e o esqueleto (quadro) da moto, ou seja, a alma, mudaram de maneira significativa. O motor cresceu para quase 900 cc e mudou-se a ordem de ignição dos cilindros, o que modificou de modo inconfundível a resposta da motocicleta ao acelerador.

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As médias rotações estão muito mais fortes e o motor chega mais rápido à faixa vermelha do conta-giros. A suavidade da 800 foi trocada por uma certa aspereza, quase fazendo lembrar uma bicilíndrica, ronco do escape incluso, e não existe mais aquela “preguiça” em baixos giros.

O quadro foi também completamente reformulado. Ele agora é formado por duas peças, incluindo um subframe em alumínio, o que mudou de modo decisivo a ciclística da moto. Isso acarreta na diminuição do peso. O reposicionamento do motor, mais à frente e mais abaixo, contribui para um melhor posicionamento do centro de gravidade.

Nesse sentido, foi importante realocar e dividir o radiador. O resultado é uma moto muito mais interessante e precisa em qualquer mudança de direção, sem a tendência a abrir em curvas que se percebia nas 800.

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As modificações se estendem a todos os componentes essenciais da moto. Os freios, da grife Brembo em ambas as rodas, com pinças radiais na roda dianteira, são o que há de melhor disponível no mercado. As suspensões são novas, marca Marzocchi, com regulagem manual de compressão e retorno na dianteira; além de regulagem eletrônica de pré-carga e retorno na traseira.

A eletrônica e os mimos, aliás, estão presentes em muitos aspectos. Piloto automático, modos de pilotagem (incluindo um configurável), IMU de 6 eixos que permite ABS e controle de tração adaptativos, painel TFT de alta definição, total conectividade com integração do painel ao celular via aplicativo MyTriumph, possibilitando ouvir músicas, atender chamadas, acionar o GPS no próprio painel e, até mesmo, conectar uma câmera GoPro.

Também estão presentes tomada 12V, case para guardar o celular debaixo do banco com entrada USB, quickshifter bidirecional, aquecimento de manopla em três níveis, banco do piloto e do garupa com aquecimento individual em dois níveis, faróis de neblina em LED, DRL (Daytime Running Light), faróis principais, lanterna traseira e setas em LED, descanso central, banco regulável em duas alturas, sensor de pressão de pneus, embreagem assistida e deslizante, para-brisa regulável sem uso de ferramentas, entre outros. A lista é extensa e completa, uma verdadeira moto de segmento premium.

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Olhar para a Tiger 900 já é uma satisfação. Muito cuidado nos detalhes. Você olha para as pedaleiras, para o painel, as rodas, as setas… onde puser os olhos, verá refinamento. Até para colocá-la no descanso central você percebe se tratar de uma moto em que houve capricho. Não se faz esforço, parece tratar-se de um modelo com a metade de seus 198 kg a seco.

Mas ela é perfeita? Claro que não, isso só existe em nossos sonhos. Ao ligar, já se vê o primeiro pequeno problema. O painel demora longos 10 a 12 segundos até terminar de iniciar.

A proteção aerodinâmica é inferior à da última geração das 800, o layout do conta-giros é muito ruim e o problema do aquecimento da perna quando a ventoinha do radiador arma ainda não foi totalmente sanado.

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Outros pontos a melhorar são o quickshifter nas reduções de marcha, algumas vezes impreciso, e o fato de somente o farol alto contar com as duas luzes acesas simultaneamente.

Sem esquecer esses detalhes, dá pra dizer que a Tiger 900 GT Pro é uma companheira e tanto, muito versátil, apta para curtas e longas viagens, sozinho ou com garupa (autonomia próxima aos 350 km desde que não se queira pilotar como em um autódromo).

Ela permite incursões por estradas de terra e, até mesmo, se sai muito bem em uso urbano. Contribuem para isso alguns fatores: posição de pilotagem mais natural do que nas 800, o reduzido esterço do guidão que ficou no passado, a embreagem que tem “peso pluma”, o banco que não está posicionado muito alto (810/830 mm) e apresenta espuma com densidade adequada.

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O escalonamento das marchas é correto, a moto é estreita levando-se em conta o volume e configuração do motor, e andar em baixos giros é suave nessa requintada 900.

Com o preço de R$ 62,00 mil, a Triumph Tiger 900 GT Pro não é barata, mas você leva para casa um produto refinado, completo, atual e com dois anos de garantia de fábrica.

2020-Triumph-Tiger-900GT-Pro6Fotos: Triumph / Divulgação

*Colaborador

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Yamaha lança 2ª geração do scooter NMAX

Modelo ganhou novas tecnologias, além de alterações no motor e no design

 Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 13/11/2020)

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A Yamaha apresentou, nessa semana, o NMAX 160 ABS. A linha 2021 do scooter chega com alteração no design, painel 100% digital, chave com sensor de presença (smart key), sistema stop/start, tomada de 12V, entre outros.

Inspirado no visual MAX Series, o design mais moderno ressalta as linhas esportivas presentes no formato aerodinâmico da carenagem lateral, no para-brisa mais alto e envolvente, no conjunto óptico e na lanterna em LED e, até mesmo, no assento remodelado.

O novo conjunto óptico traz maior eficiência, com tecnologia em LED. O desenho da lanterna traseira bipartida, em LED, segue o conceito MAX Series. Além disso, as luzes de seta ganharam sistema de pisca-alerta. Estes diferenciais colaboram nas ultrapassagens e cruzamentos, e dão mais segurança na pilotagem noturna.

O painel de instrumentos que equipa o novo scooter é multifuncional e 100% digital, com um design renovado. Seu display está maior e com melhor distribuição das indicações. Além disso, a iluminação é em LED e a lente tem um acabamento especial que elimina reflexos, contribuindo para uma melhor visibilidade.

Ele possui hodômetro total e dois hodômetros parciais, relógio, computador de bordo que indica o consumo instantâneo de combustível, nível de carga da bateria, temperatura do motor e indicador V-BELT de troca da correia do CVT (Continuosly Variable Transmission), entre outros.

A nova geração do NMAX trouxe consigo indicadores inéditos, como o de temperatura do motor, o de modo stop/start, o de chave de presença e o do VVA que, ao acender, informa ao piloto que o sistema VVA está em ação, entregando melhor performance. Essa indicação pode ser desativada no painel sem influenciar o funcionamento do VVA.

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Outra novidade é o acesso às funções do painel. Na nova geração, tudo é feito através de um botão na parte de traz do punho esquerdo, ao toque de um dedo, sem a necessidade de retirar as mãos do guidão. Pontos a favor da comodidade e, principalmente, da segurança.

Tecnologias – Para dar a partida no novo NMAX 160 não é preciso de chave mecânica. Basta portar a smart key para acionar funções como partida elétrica, acesso ao porta-capacete, tanque de combustível e bloqueio do guidão, trazendo maior comodidade e segurança ao piloto.

Na segunda geração do modelo, o motor ganhou o sistema stop/start, que identifica quando o veículo pára e automaticamente desliga o motor, reduzindo o consumo de combustível e emissão de poluentes.

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O motor volta a funcionar com baixo nível de ruído e vibração, quando o condutor gira a manopla do acelerador levemente, e o scooter volta a se mover.

Além de ser o sistema que desliga o motor em menor tempo (1,5 segundos), é o melhor sistema da categoria, capaz de proporcionar partidas mais rápidas e sem alterar a vida útil da bateria, de acordo com a Yamaha.

Esse sistema pode ser ativado ou desativado de acordo com a vontade do piloto, através de um botão no punho.

Yamaha NMAX 2020-18

O assento está remodelado, com formato mais anatômico e mais longo, com 826,5 mm de comprimento. Para o passageiro, o assento duplo traseiro mais elevado em relação ao piloto proporciona, além de melhor acomodação para as pernas, uma maior visibilidade para quem vai atrás.

Sob o assento há um útil compartimento de armazenamento com capacidade de 25 litros, capaz de abrigar um capacete integral tamanho grande e outros pequenos pertences. Sua abertura passa a ser feita através de um botão junto à chave seletora que liga o scooter. O compartimento se tranca automaticamente com o distanciamento da smart key.

O scooter conta, agora, com dois porta-objetos de fácil acesso capazes de acomodar documentos, carteira ou um smartphone que, inclusive, pode ser carregado através de uma tomada 12V localizada dentro do porta-objetos do lado esquerdo.

Yamaha NMAX 2020-24

Trazendo mais conforto ao piloto, o novo NMAX 160 teve sua plataforma para os pés ampliada. Graças ao novo chassi, o túnel entre as pernas está mais estreito. Por conseqüência, ele passou a oferecer uma plataforma 5 mm mais larga para apoio dos pés. De 103,8mm, da geração anterior, passou para 107,8mm.

Motor – Na segunda geração do modelo, o motor é totalmente novo. Inúmeros componentes foram revistos, como cilindro, cabeçote, pistão, válvulas, biela, virabrequim e, até mesmo, a carcaça.

Destaca-se o fato de que, mesmo antes das mudanças sofridas, ele já era o mais potente de sua categoria, segundo a Yamaha, gerando a potência máxima de 15,1cv a 8.000 rpm.

Yamaha NMAX 2020-30

No novo NMAX 160 a potência máxima é maior, subindo para 15,4cv a 8.000 rpm, garantindo a melhor relação peso/potência da categoria, com 8,5kg/cv, informou a fabricante. Já o torque máximo, que era de 1,5 kgf a 6.000 rpm passou para 1,4 a 6.500 rpm.

A grade que envolve o radiador ganhou novo desenho que privilegia a fluidez com que o ar passa por ela. Além disso, no cabeçote foram adicionados dutos de passagem de água próximos a saída de escapamento, permitindo a redução na temperatura da câmara de combustão. Isso torna mais eficiente a queima da mistura ar/combustível, o que melhora a eficiência do motor e sua durabilidade.

Embora não seja uma novidade no NMAX, uma inovação técnica que merece destaque é o sistema VVA (Variable Valve Actuation) de controle de abertura variável das 2 válvulas de admissão, o primeiro deste tipo a ser utilizado em um scooter.

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Com esse sistema, é possível ter um ótimo torque em baixa e respostas contundentes em alta rotação, determinando o momento de abertura e fechamento das válvulas conforme a rotação do motor e a carga.

A tecnologia de materiais empregados na construção do motor é a mesma utilizada nos modelos Neo 125, YZF-R3 e MT03, com cilindro deslocado que minimiza as perdas por atrito entre o pistão e a parede do cilindro. A tecnologia DiASil no cilindro, que melhora a dissipação de calor gerado pela queima da mistura ar/combustível, proporcionando melhor eficiência e durabilidade.

O tanque de combustível teve capacidade ampliada em 7%, aumentando de 6,6 litros para 7,1 litros de gasolina, representando uma autonomia média, sem a reserva, de cerca de 250 km.

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Ele também ganhou uma nova tampa cuja abertura é igual à do assento, funcionando através de um simples toque no botão junto à chave seletora que liga o scooter.

Quando ele está desligado, a tampa fica travada, impedindo sua abertura. Seu posicionamento na parte inferior do scooter contribui para que a centralização de massas fique concentrado na parte de baixo, privilegiando a agilidade.

Novo chassi, mais rígido, proporciona maior estabilidade e sensação de controle

O chassi do NMAX tem novo desenho e está mais rígido, proporcionando maior estabilidade. Nele há grandes avanços tecnológicos como a aplicação de tubos leves e mais resistentes que contribuem na distribuição das forças físicas equilibrando a rigidez de todo o chassi.

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Seu formato é um dos grandes responsáveis por transmitir a sensação de controle e direção ao condutor, e graças às alterações sofridas nas barras superiores, que ficam escondidas junto ao bocal do tanque, agora o novo NMAX 160 oferece mais espaço para apoio dos pés.

Além disso, o acoplamento de seu motor no chassi é feito por um suporte “link” fixado por coxins de borracha, minimizando as vibrações que são sentidas nas acelerações, o que, na prática, resulta em maior conforto e segurança.

O equilíbrio encontrado na rigidez do chassi resulta na entrega de estabilidade e precisão nas trajetórias, permitindo com que o piloto faça mudanças rápidas de direção no tráfego com maior agilidade e firmeza, transmitindo maior sensação de segurança.

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Suspensões – Parte da sensação de conforto e equilíbrio na condução se dá em função do conjunto de suspensões. Os amortecedores traseiros têm o curso de 90 mm e receberam nova calibragem visando melhor controle das oscilações causadas pelas irregularidades do piso e maior conforto.

Já o garfo dianteiro, com curso de 100 mm, passa a contar com uma calibragem que também privilegia o conforto, mas claro, sem prejudicar a estabilidade e firmeza na condução.

As rodas ganharam novo design e estão mais leves. Elas são fundidas em liga de alumínio, têm 13 polegadas de diâmetro e são calçadas com pneus sem câmara (110/70 na dianteira e 130/70 na traseira), garantindo maior área de contato com o solo, resultando em maior aderência.

Yamaha NMAX 2020-1Fotos: Yamaha / Divulgação

Segundo a Yamaha, o NMAX foi o primeiro scooter de seu segmento com sistema de freio antitravamento (ABS) nas duas rodas como item de série. Os discos de freio, dianteiro e traseiro, tem 230 mm de diâmetro, o que proporciona potência e progressividade na frenagem.

O novo NMAX 160 ABS terá três versões de cores: o azul metálico (Navy Blue), o preto fosco (Midnight Black) e o branco (Sports White), e chegará à rede de concessionárias da Yamaha na primeira quinzena de dezembro ao preço público sugerido de R$ 14,99 mil mais o preço do frete.

Além de contar com a Revisão Preço Fixo Yamaha, em que o cliente sabe exatamente quanto pagará nas revisões periódicas, permitindo controle, economia, transparência e valorização do modelo, o NMAX é o único de sua categoria com garantia de 4 anos de fábrica.

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