FCA anuncia recall da Toro para substituição dos coxins do motor

Da Redação

A FCA (Fiat Chrysler Automóveis Brasil), está convocando os proprietários dos veículos Fiat Toro, em versões com motor a diesel, anos/modelo 2018/2019, 2019/2019 e 2019/2020 para, a partir de 17 de fevereiro, agendarem comparecimento em uma das concessionárias Fiat, a fim de que seja providenciada, gratuitamente, as substituições dos coxins de absorção de vibrações do motor do veículo.

Segundo a nota, foi identificado que os veículos convocados foram produzidos com os coxins não específicos para a motorização em questão e, em caso de batida frontal do veículo, o motor poderá se deslocar e danificar o filtro de combustível, permitindo o vazamento de combustível em regiões de temperatura elevada do motor.

Em casos extremos, poderá ocorrer o risco de incêndio, com potenciais danos materiais, danos físicos graves ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo e/ou terceiros.

Estão envolvidas nesta campanha 111 unidades da Fiat Toro, com os números de chassi, não sequenciais (últimos seis dígitos), entre C14362 e C82702.

O tempo mínimo para o reparo é de aproximadamente duas (2) horas. A FCA solicita que o cliente agende previamente a visita à concessionária Fiat de sua preferência.

Para consulta dos chassis envolvidos, ou para obter outras informações, o consumidor pode acessar o site www.fiat.com.br ou contatar a central de serviços ao cliente Fiat pelo telefone 0800-707-1000 ou por meio do WhatsApp da Fiat no número (31) 2123-6000.

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Honda convoca proprietários do modelos Civic, Accord, CR-V e Odyssey

Da Redação

A Honda Automóveis do Brasil está convocando os proprietários dos automóveis relacionados, a seguir, a comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para realizar a desativação temporária do insuflador do airbag do motorista, de forma gratuita, até que a peça definitiva para a substituição esteja disponível.

9b548eb2f961ba90bb6799f632af6098Honda / Divulgação

Em caso de colisão primordialmente frontal, de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de airbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo.

Em outras situações, a bolsa do airbag pode não ser inflada com eficiência, perdendo a sua funcionalidade. Em casos extremos, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

A desativação do item é temporária, gratuita e deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada da marca a partir do dia 21 de fevereiro.

Importante: esse comunicado se aplica aos veículos Civic modelo 1996 a 2000, Accord modelo 1997 a 1999, CR-V modelo 1997 a 2000 e Odyssey modelo 1997.

A consulta à necessidade do reparo deve ser feita no link www.honda.com.br/recall.

O agendamento pode ser efetuado pelo mesmo endereço eletrônico ou pela central de atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h e sábado, das 09h às 14h – horário de Brasília).

Para conferir os endereços das concessionárias Honda, o cliente pode acessar o site: acesse www.honda.com.br/concessionarias.

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FCA divulga primeira imagem oficial da nova Fiat Strada

José Oswaldo Costa

A FCA (Fiat Chrysler Automóveis) divulgou, no início dessa noite, a primeira imagem oficial da nova Fiat Strada.

Como líder do segmento de picapes compactas, há anos, seu lançamento é um dos mais aguardados e o primeiro contato com o público deve ocorrer no Salão do Automóvel de São Paulo, no 2º semestre deste ano.

NovaFoto: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

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Carros conceito e um brasileiro na Europa

Rogério Machado*

de Paris (França)

Quando a indústria automobilística desenvolve novas ideias, é necessário avaliar a reação do público e da imprensa especializada. No passado já aconteceram grandes fiascos de venda, com perda de milhões, e nenhuma empresa quer passar por isso.

Este teste de novas formas e novos dispositivos é materializado na forma de um carro conceito que pode conter diferentes propostas no campo estético, ou funcional, que não necessariamente serão usadas em um mesmo veículo quando produzido.

O Museu do Chateau de Compiegne, localizado próximo a Paris (França), organizou uma mostra sobre alguns desses conceitos que marcaram seu lugar na história.

Bugatti T28

PHOTO-2020-02-10-08-27-04Ettore Bugatti se dedicava especificamente a veículos esportivos quando, em 1921, apresentou, no Salão de Paris, um veículo de luxo com um acabamento primoroso, o modelo T28.

Embora a prioridade tenha sido a parte estética, a mecânica também recebeu muita atenção com um motor 8 cilindros em linha e diversos dispositivos na área de freios e calibração.

Chrysler-Ghia Streamline X “Gilda”

PHOTO-2020-02-10-08-28-37O engenheiro aeronáutico Giovanni Savonuzzi foi diretor técnico da Ghia entre 1953 e 1957. Este conceito de 1955 é marcado pela utilização de propulsão a turbina e explora a aerodinâmica nas suas formas esguias.

Socema-Gregoire

PHOTO-2020-02-10-08-27-36Este é o primeiro carro francês movido a turbina. A carroceria foi construída pela Hotchkiss a partir de um desenho do Gregorie. O veiculo atingiu 200 km/h, em 1952.

Chevrolet Corvair “Testudo” – Bertone

PHOTO-2020-02-10-08-29-49Em 1960, a GM lançou o Corvair e encomendou à Pininfarina e Bertone um carro conceito a cada um. O modelo do Bertone apresentava as portas incorporadas ao teto e foi apresentado no Salão de Genebra, de 1963.

A mostra estará ativa até o próximo dia 23 de março.

Simca brasileiro em Paris

PHOTO-2020-02-10-09-40-54Embora a Simca (Societe Industrielle de Mecanique et Carrosserie Automobile) tenha nascido em 1935, os carros chegaram ao Brasil vinte anos depois. O primeiro incentivador da vinda para cá foi o próprio Juscelino Kubitschek.

PHOTO-2020-02-10-09-42-03A marca não ia bem no mercado francês e o seu proprietário, Enrico Pigozzi, viu ali uma boa chance de sobreviver e, em 1958, foi dado o pontapé inicial para o Simca brasileiro, um derivado do Simca Vedette Chambord produzido na França cujo motor era o velho flathead americano da Ford.

PHOTO-2020-02-10-09-45-23A fábrica deveria ser formada em Minas Gerais, mas iniciou as atividades em São Bernardo do Campo (SP), de onde nunca mais saiu.

PHOTO-2020-02-10-09-45-50O engenheiro francês Jaques Pasteur foi o responsável pelo empreendimento que superou completamente a evolução do modelo na França, inclusive com a adoção de um novo cabeçote do motor inspirado em um cabeçote de performance americano, o Ardun (projeto do Arkus Zora Duntov da GM).

PHOTO-2020-02-10-09-44-40Na última semana, a Retromobile, maior feira de carros clássicos da Europa, recebeu um exemplar do Simca brasileiro. O modelo, raríssimo, é o Simca Rallye Emisul 6 marchas, de 1966, do qual existem somente dois exemplares conhecidos.

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Fotos: Rogério Machado

O proprietário, Eduardo Wahrlich, trouxe o exemplar do Rio Grande do Sul e o estande aqui em Paris ficou movimentado durante toda a semana. O veiculo ficará na Europa por um ano, participando de feiras e encontros de clássicos.

PHOTO-2020-02-10-09-48-42 2*Colaborador

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Economia é marca do Honda Civic Touring

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 07/02/2020)

Motor 1.5 turbo rende 173 cv, somente com gasolina, e o câmbio é do tipo CVT

DSCN7502Os sedans médios já foram o sonho de consumo do brasileiro, posto assumido pelos utilitários esportivos (SUV). Ambos garantem status aos seus donos, mas os modelos de três volumes levam a melhor em dinâmica.

Eles são mais baixos e estáveis, consequentemente, mais seguros. Os SUVs necessitam de muito acerto nas suspensões e auxílios eletrônicos para não capotarem, são mais inseguros e menos divertidos que os sedans.

Mesmo assim, os SUVs estão impactando diversos segmentos de veículos em nosso mercado. Eles já exterminaram as peruas e estão prestes a matar os hatches médios e os monovolumes.

Entretanto, os sedans resistem bravamente a essa mudança de comportamento do consumidor. Entre os 50 automóveis mais emplacados em 2019, 18 são sedans (14 compactos e 4 médios) e 16 são SUVs (13 compactos, 2 médios e 1 grande).

Considerando os emplacamentos dos sedans médios no ano passado, o Toyota Corolla registrou 73.721 unidades, o Honda Civic, 27.318, o Chevrolet Cruze, 17.829 e, o Volkswagen Jetta, 11.248 unidades. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

DSCN7515DC Auto recebeu o Honda Civic Touring 1.5 Turbo CVT para avaliação. No site da montadora, ele tem o preço sugerido de R$ 136,70 mil. Neste valor pode-se optar por qualquer uma das seis cores disponíveis. Branco sólido, cinza, prata ou azul metálicos, e as perolizadas, preto ou branco, como da unidade avaliada.

O Honda Civic é vendido em configuração única, com todos os equipamentos de série, e sem opcionais. Os principais itens da versão Touring são: direção com assistência elétrica progressiva, ar-condicionado digital de duas zonas, vidros elétricos com a função de subida automática em todas as portas, freio de estacionamento eletrônico com função brake hold, espelho retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva, banco do motorista com ajuste elétrico e regulagem lombar, revestimento em material sintético que imita o couro, entre outros.

Em conectividade, ele traz multimídia com tela de 7 polegadas touchscreen e navegador GPS, bluetooth para ligações, espelhamento por aplicativos Apple CarPlay e Android Auto, duas entradas USB, conexão HDMI e áudio premium com 452W e 10 alto-falantes, incluindo subwoofer.

Carregador de celular por indução, painel digital TFT de 7 polegadas de alta resolução, chave presencial para abertura das portas e partida do motor por botão ou à distância são outras tecnologias a bordo.

No quesito segurança, estão presentes: airbags frontais, laterais e de cortina, freios com sistemas ABS e EBD, controle de tração e estabilidade, assistente de partidas em aclive, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros com aviso sonoro e luminoso, câmera de ré multivisão com linhas dinâmicas e sistema Isofix de fixação para cadeirinhas infantis.

Alguns itens são exclusivos da versão, como a câmera no retrovisor direito para redução de ponto cego, os faróis principais em full LED, os faróis de neblina em LED e o teto solar com função one-touch.

DSCN7614Motor e Câmbio – O motor do Civic Touring é o 1.5 Turbo 16V DOHC. Construído em alumínio, seu cabeçote tem duplo comando de válvulas com variação de abertura na admissão e na exaustão e é tracionado por corrente.

O sistema é alimentado apenas com gasolina por meio de injeção direta na câmara de combustão e sua taxa de compressão é de 10,6:1. Ele atinge potência máxima de 173 cv às 5500 rpm e seu torque de 22.4 kgfm está disponível em uma ampla faixa de rotação, entre 1.700 e 5.500 rpm.

O câmbio é automático do tipo CVT com simulação de sete velocidades. Ele apresenta acoplamento por conversor de torque e permite comutação das marchas por meio das aletas posicionadas atrás do volante. Uma programação econômica do conjunto pode ser acionada por botão e o uso manual das marchas se faz posicionando a alavanca em “S”, de Sport.

A linha 2020 do Honda Civic ganhou poucas mudanças. Apliques cromados na parte inferior dos para-choques e novo desenho da roda. Por dentro, saída traseira do ar-condicionado e carregamento de celulares por indução são as principais novidades.

A qualidade construtiva e os materiais usados no acabamento desta versão se destacam. Os painéis e os encostos e apoios dos braços têm revestimentos macios ao toque. Este padrão também é aplicado nas portas traseiras, e não apenas nas dianteiras, como muitas montadoras fazem.

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DSCN7599Detalhes cromados, prateados e em preto brilhante sofisticam o interior. Um aplique no painel principal, e nas portas dianteiras, simula uma fibra de madeira, elevando a percepção de qualidade na cabine.

O Civic tem 4,64 metros de comprimento, 2,70 metros de distância entre-eixos, quase 1,80 metro de largura e apenas 1,43 metro de altura. Em seu porta-malas cabem 517 litros de bagagem e, no tanque de combustível, 56 litros de gasolina.

Nesta décima geração, o Civic assumiu um estilo “coupé de quatro portas”, resultando em um dos sedans mais belos do mercado. Ele apresenta ergonomia acertada em seu interior envolvente, mas com algumas limitações.

Quatro adultos têm muito espaço para suas pernas e ombros e menos para suas cabeças, principalmente na parte de traseira do veículo. No centro do banco traseiro, até uma criança fica desconfortável, pois ele é baixo e o túnel central muito alto.

Os bancos dianteiros também são baixos, deixando a posição de condução mais esportiva e os ocupantes envolvidos pelo alto console central. Essas características garantem interação do condutor com a máquina e mais prazer ao dirigir, mas dificultam entrar e sair do modelo.

DSCN7613Além de bem encaixado ao banco, o motorista tem todos os comandos à mão. Sem deslocar muito os braços é possível acessar todos os equipamentos facilmente. Apenas as portas USB e HDMI e a tomada de 12V ficaram muito baixas, recuadas e escondidas na parte inferior do console central.

O sistema multimídia funciona com precisão quando emparelhado ou espelhando os celulares.  Ele é completo em recursos, inclusive, tem GPS nativo, item cada vez mais raro no mercado.  Tamanho de tela, definição de imagem, sensibilidade ao toque e velocidade de processamento são bons, mas podem melhorar.

Faltam botões físicos para as principais operações, giratórios ou mesmo os de pressão, pois todos são por toque. Até no ar-condicionado eles são escassos, ficando parte dos seus controles operados em página dedicada ao equipamento de climatização na tela touchscreen.

Os sensores de estacionamento, frontal e traseiro, e a câmera de marcha à ré com guias gráficas esterçáveis são muito úteis, pois o carro é longo e a traseira alta. A câmera localizada na extremidade do retrovisor fornece uma imagem ampla do tráfego à direita, eliminando os pontos cegos deste lado do carro.

A imagem aparece na tela do multimídia sempre que se ativa a luz de direção direita. O recurso também pode ser ligado por botão localizado na extremidade da haste satélite esquerda.

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DSCN7600Dinâmica do sedan garante satisfação ao dirigir

É em dinâmica que o Civic Touring diz a que veio. Motor, câmbio, direção e suspensões trabalham em harmonia e conectados para darem prazer ao dirigir.

Com a programação ECO ativada, o motor responde mais progressivamente ao comando do acelerador, as marchas são trocadas em rotações mais baixas possíveis e o consumo chega surpreender, como veremos mais a frente em nossos testes padronizados.

Ainda conduzindo com trocas automáticas, mas nos parâmetros normais, o carro responde mais prontamente ao acelerador e o câmbio estica um pouco mais as marchas.

Mas o conjunto demora um pouco a reagir quando aceleramos até o fim do curso, despejando toda potência e torque logo em seguida. Acreditamos que este tempo seja perdido no deslizamento do conversor de torque.

DSCN7632Com a alavanca na posição “S” do câmbio, o comando vira manual e a diversão é garantida. As marchas são esticadas até ás 6.000 rotações e o Civic vira um esportivo. Nada assustador, mas o suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos.

Usando as aletas, é possível comandar as marchas e assumir as trocas de forma mais precisa, ganhando muita agilidade, se compararmos ao uso totalmente automático.

Mais prazeroso que a velocidade, é sentir que o carro está na mão. Estrutura e suspensões são rígidas, a carroceria não rola e o carro faz curvas quase como um kart. Ainda assim, ele ainda é muito confortável.

Mesmo com essa dinâmica esportiva, usando rodas de liga leve de 17 polegadas e pneus 215/50 R17, seu conjunto de suspensões, independentes nos dois eixos, consegue isolar a cabine das irregularidades do piso.

Aos 110 km/h, e na sétima marcha, o motor gira um pouco abaixo das 2.000 rpm. Nessas condições, o ruído interno é mínimo e ouve-se apenas o atrito contra o asfalto, mas contido.

DSCN7546Também é possível sentir o rolamento dos pneus no volante, pois o sistema preserva este contato entre o motorista e o carro e entrega somente o auxilio elétrico necessário para o peso da direção não cansar em conduções mais longas. Em baixas velocidades, este acerto é leve o suficiente para manobras de estacionamento, sem exageros.

Mesmo entregando muito desempenho, o Civic Touring foi muito econômico em nosso teste padrão de consumo rodoviário. Realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e na outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Somente o motorista, vidros fechados, faróis acesos, ar-condicionado regulado na refrigeração intermediária e a ventilação na segunda posição completam a padronização.

Na volta mais lenta atingimos 18,7 km/l. Na mais rápida, 15,9 km/l. Por ser um motor monocombustível, desenvolvido apenas para gasolina, sua eficiência energética é superior se compararmos aos motores bicombustíveis.

O nosso novo teste de consumo urbano é realizado em um circuito de 6,3 km no qual completamos 4 voltas, totalizando 25,2 km. Circulamos por 5,2 km em vias secundárias, velocidade máxima de 40 km/h, e por 20 km em vias primárias, velocidade máxima de 60 km/h.

DSCN7520No total, realizamos 20 paradas simuladas em semáforos com  tempos entre 5 e 50 segundos. Entre o ponto mais baixo do circuito, 671 metros e o mais alto, 823 metros, existe uma variação de 152 metros em relação ao nível do mar, algo que simula bem uma topografia acidentada.

Seguindo os padrões complementares descritos anteriormente, o Civic atingiu uma média urbana de 9,7 km/l. Ele conseguiria melhor resultado se fosse equipado com o sistema stop/start que desliga o motor nos semáforos, pois o tempo parado em nossas simulações corresponde à 10% do total do teste, algo relevante em matéria de consumo.

O Honda Civic Touring tem o conjunto mecânico que mais realça sua grande virtude, a dirigibilidade. Seu preço não é convidativo, tornando-se uma escolha mais emocional do que racional. Para quem quer um carro familiar com desempenho mais esportivo, sem abrir mão do baixo consumo, ele é uma ótima opção.

 

DSCN7526Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Com apenas 500 unidades produzidas, Ducati Panigale Superleggera V4 já pode ser encomendada

Da Redação

06_Ducati-Superleggera-V4_Action_UC145868_MidApós uma pré-visualização exclusiva para seus clientes mais apaixonados e leais, a Ducati está apresentando, oficialmente, sua nova Superleggera V4, a moto mais poderosa e tecnologicamente avançada já feita pelo fabricante de Borgo Panigale, produzida em uma edição limitada de apenas 500 motos numeradas individualmente.

A Superleggera V4 é a única motocicleta legal de rua do mundo com toda a estrutura de suporte do chassi (chassi, chassi auxiliar, chassi de balanço e rodas) feita de material composto, alcançando uma redução de peso de 6,7 kg graças a esses componentes.

Para garantir os mais altos padrões de qualidade e segurança, esses componentes são 100% testados usando as técnicas mais sofisticadas emprestadas da indústria aeroespacial, como termografia, inspeções por ultrassom e tomografia, informou a fabricante.

As dimensões do chassi foram modificadas para uso otimizado da esteira, aumentando o comprimento do braço oscilante. O resultado geral é um poder de desaceleração incomparável, inclinação mais rápida nos cantos e linhas mais nítidas saindo das curvas.

O nível de desempenho alcançado é extremamente alto: Alessandro Valia, piloto de teste oficial da Ducati, levou a motocicleta equipada com o kit de corrida e pneus lisos ao circuito de Mugello em 1:52:45, um tempo de volta dois segundos mais baixo do que o tempo da volta de Panigale V4 R SBK, vencedora do Campeonato Italiano de Velocidade (CIV) 2019, com Michele Pirro.

Ducati-Superleggra-V4-leak-04-3665-default-largeMuitos componentes são feitos de fibra de carbono, moldados em formas aerodinâmicas avançadas. Isso inclui a carenagem, que garante um nível de eficiência aerodinâmica que coincide e excede o das motos de MotoGP atuais.

Graças aos aerofólios ‘biplanos’ inspirados na Ducati MotoGP 2016, com o melhor desempenho neste campo, pode garantir uma força descendente de 50 kg a 270 km /h, 20 kg a mais do que o criado pelos aerofólios na Panigale V4 MY20 e V4 R.

Essa força descendente melhora a aceleração, contrariando a tendência de acelerar e aumenta a estabilidade da frenagem.

As carenagens de fibra de carbono também exibem uma pintura inspirada na GP19 da Desmosedici, que justapõe o vermelho da GP19 com um carbono nu que enfatiza formas, materiais e detalhes técnicos.

Sob a pele de carbono, está o motor Desmosedici Stradale R, mais leve e mais potente do que nunca. O 998 cm3 90 ° V4 que alimenta a Superleggera V4 pesa, de fato, 2,8 kg a menos que o 1.103 cm3 V4.

02_Ducati Superleggera V4_UC145954_MidGraças a um escape Akrapovič homologado fornece pelo menos 224 cv na configuração legal de estrada (valores de homologação da UE). Esse número sobe para 234 cv quando equipado com o escape Akrapovič de titânio para uso em pista, incluído no kit de corrida fornecido com a motocicleta.

A natureza de corrida do motor é aprimorada pelo uso da embreagem seca e pelo ajuste manual individual do sistema de distribuição Desmodromic.

Somente na Superleggera V4, uma calibração especial do motor para o escapamento de corrida dá aos pilotos acesso a uma tela RaceGP. Destinada exclusivamente ao uso da pista, e projetada com informações valiosas de Andrea Dovizioso, é uma ramificação direta do painel de instrumentos no Desmosedici GP20.

Graças ao uso extensivo de componentes de fibra de carbono, titânio e magnésio e outros fabricados em alumínio sólido, a Superleggera V4 tem um peso seco de apenas 159 kg (16 kg a menos que a Panigale V4), resultando em uma relação potência/peso de 1,41 hp/kg: um número recorde para uma motocicleta esportiva legal em trânsito.

A montagem do kit de corrida fornecido, e a mudança da motocicleta para a configuração da pista, aumentam a potência para 234 cv, diminuindo o peso para 152,2 kg e aumentando a relação potência/peso para 1,54 hp/kg.

2020-ducati-superleggera-v4-leaked-photos-panigale-price-2Os controles eletrônicos também foram desenvolvidos para melhorar a natureza das corridas desta motocicleta. Seus parâmetros operacionais são associados por padrão a três modos de pilotagem reprogramados (Corrida A, Corrida B e Esporte).

Também há – pela primeira vez – cinco modos de pilotagem adicionais que podem ser personalizados com as configurações preferidas do motociclista. Os pilotos podem monitorar os tempos das voltas através do Lap Timer atualizado, que pode gravar as coordenadas da linha de chegada e dos tempos parciais para cinco circuitos favoritos.

Estes podem ser recuperados no início de cada dia sem ter que repetir o procedimento de configuração. As configurações padrão do sistema apresentam os detalhes da linha de chegada/tempo parcial de: Laguna Seca, Mugello, Jerez, Sepang e Losail.

Isso é elevado ainda mais por conta do pacote eletrônico de última geração, incluindo estratégias EVO 2 para o DTC e DQS para cima/baixo.

Outros itens padrão incluem um sistema de suspensão Öhlins mais leve, com um garfo pressurizado e fundo de garfo em alumínio usinado mais leve, uma mola de amortecedor de titânio e válvulas derivadas de GP que melhoram o amortecimento de solavancos durante a fase inicial de compressão.

01_Ducati Superleggera V4_UC145951_MidO sistema de freios é o melhor da faixa de produção da Brembo, com uma pinça MCS com uma folga de alavanca ajustada remotamente e pinças Stylema R, exclusivas da Superleggera V4, para proporcionar maior consistência do curso do freio dianteiro em pistas longas.

Uma atenção meticulosa aos detalhes também é óbvia na tampa do radiador usinada em alumínio sólido e na chave de ignição dedicada, com uma pastilha de alumínio mostrando o número da motocicleta.

A exclusividade dos materiais e soluções técnicas é refletida no número limitado de unidades: apenas 500, todas numeradas individualmente e com certificado de autenticidade. O número de identificação da bicicleta (XXX / 500), que corresponde ao VIN, é exibido no quadro, no garfo e na chave de ignição.

O início das entregas está previsto para junho de 2020 na Europa e, dada a extrema complexidade da produção de tantos componentes, a taxa é limitada a apenas 5 motos/dia. No entanto, todas as motos serão produzidas em 2020.

Somente os clientes da Superleggera terão a chance de comprar um exclusivo traje de couro premium Superleggera V4 com airbag integrado e um capacete de fibra de carbono, ambos estampados com as cores e os gráficos do modelo.

2020-ducati-panigale-v4-superleggeraFotos: Ducati / Divulgação

Produzidos pela Dainese, os couros combinam leveza e resistência com a segurança do sistema D-air. Da mesma forma, o capacete Arai meticulosamente trabalhado – que apresenta fibra de carbono de grau aeronáutico – oferece proteção e conforto inigualáveis.

O pacote que a Ducati preparou para os entusiastas que compram uma Superleggera V4 também inclui acesso à SBK Experience, permitindo que os proprietários experimentem a Panigale V4 R, que compete no Campeonato do Mundo SBK, em uma pista de teste em Mugello.

Ainda mais surpreendente, 30 proprietários da Superleggera V4 terão uma oportunidade exclusiva de aproveitar a Experiência MotoGP e viver o sonho de todos os entusiastas da corrida. Pela primeira vez, eles poderão montar um circuito no Desmosedici GP20 usado por Dovizioso e Petrucci, com o apoio dos técnicos da Ducati Corse.

Estes eventos e oportunidades especiais são tão únicos quanto este novo modelo da Ducati. A Superleggera V4 é extrema, projetada e desenvolvida para alcançar o máximo desempenho na pista e garantir toda a confiabilidade e facilidade de uso de uma motocicleta esportiva legal para trânsito.

A Panigale Superleggera V4 custa R$ 700 mil e já pode ser encomendada em uma das concessionárias Ducati em todo o País. No ato da reserva é necessário efetuar o pagamento do sinal de R$ 100 mil.

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Novo Hyundai HB20 ganha versão Sport

Da Redação

HB20_SPORT_01A Hyundai está ampliando seu portfólio com a chegada do HB20 Sport. A versão inédita da nova geração do hatch compacto traz visual mais esportivo e itens exclusivos, além de motor 1.0 turbo com injeção direta de combustível.

As vendas têm início no próximo dia 17 de fevereiro, com preço sugerido de R$ 70,99 mil.

A versão Sport do HB20 recebeu diversos itens que incrementam seu visual exterior, a começar pelo body kit, composto por saias laterais e spoiler de teto, pintados em preto brilhante, e saia traseira com filete em vermelho ou cinza, a depender da cor escolhida para a carroceria.

HB20_SPORT_02As novidades passam, ainda, pela grade frontal em formato de cascata, com contorno em preto brilhante, e pelo para-choque dianteiro, que pode vir com detalhe em vermelho ou cinza.

O novo integrante da família HB20 traz, também, rodas de liga leve de 16 polegadas com design exclusivo, logo da marca sul-coreana em vermelho, e assinatura Sport na coluna “C”.

O HB20 Sport está disponível em quatro cores externas, sendo três metálicas (cinza, prata e vermelho) e uma sólida (branco).

HB20_SPORT_34No interior, a versão conta com pedais esportivos em alumínio e volante revestido em couro perfurado com costura na cor vermelha. O acabamento central do painel simula fibra de carbono, enquanto as maçanetas internas são em preto brilhante.

O hatch traz carregador de celular sem fio, item até então disponível apenas para o Creta Prestige. O acessório é compatível com aparelhos que dispõem da tecnologia de carregamento sem fio por indução (wireless).

Também fazem parte do pacote tecnológico a nova central multimídia, do tipo flutuante, com tela touchscreen de 8 polegadas que oferece conectividade com smartphone por meio do Apple CarPlay e do Google Android Auto, comandos de áudio no volante, conexão bluetooth para telefonia, streaming de áudio, acesso à agenda telefônica, compatibilidade com iPod e MP3.

HB20_SPORT_07

HB20_SPORT_33Além disso, o HB20 Sport é equipado com ar-condicionado com mostrador digital, direção elétrica progressiva, volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisores elétricos com repetidores de seta, computador de bordo com sete funções, piloto automático com limitador de velocidade e “borboletas) no volante para trocas de marcha.

O motor 1.0 turbo com injeção direta de combustível, e 120 cv de potência, equipa o HB20 Sport. O propulsor três cilindros, com torque máximo de 17,5 kgfm a partir de 1.500 rpm, trabalha acoplado ao câmbio automático de 6 marchas.

HB20_SPORT_05Fotos: Hyundai Motor Brasil / Divulgação

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