Novo BMW X3 chega ao mercado nacional

Da Redação

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Reforçando a sua oferta de carros eletrificados, a BMW lançou o novo BMW X3 híbrido plug-in no mercado brasileiro.

O modelo chega em três versões: BMW X3 xDrive 30e X-Line, que tem preço sugerido de R$ 399,95 mil, e os inéditos BMW X3 xDrive30e M Sport, oferecido pelo preço sugerido de R$ 439,95 mil, e o BMW X3 xDrive30e M Sport Launch Edition, com preço sugerido de R$ 449,95 mil.

Produzidas na fábrica do BMW Group em Spartanburg, Estados Unidos, as configurações se diferenciam no estilo e equipamentos.

Em comum aos três, o design do novo BMW X3 ficou mais agressivo em todas as partes. Além de ser maior, a grade de duplo rim está ligada por uma moldura única. Para combinar, os faróis foram estreitados em dez milímetros e, assim, ficaram mais afilados e esportivos.

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As lanternas traseiras de led adotaram design tridimensional e têm filetes que seguem o formato de uma pinça.

Há mudanças de estilo que diferenciam as três opções de configuração. O BMW X3 xDrive30e X-Line tem visual aventureiro e traz detalhes de alumínio nos para-choques e soleiras, toques que remete às proteções off-road. O novo para-choque dianteiro tem entradas de ar verticais nas pontas.

Já o para-choque traseiro exibe uma moldura que envolve as saídas de escapamento. Os faróis full led são de série nessa versão. As rodas de liga-leve Y Spoke são de 20 polegadas e calçam pneus de medida diferentes na dianteira (245/45) e na traseira (275/40).

O BMW X3 xDrive30e M Sport tem visual diferenciado e aposta no estilo esportivo, com detalhes em preto High Gloss na grade, para-choques e moldura dos vidros, que são cromadas no X-Line. O para-choque dianteiro tem contorno demarcado por vincos agressivos.

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As saídas de ar nos para-lamas frontais são diferentes das do X-Line e ficam logo abaixo da tampa da tomada de recarga. O para-choque traseiro acompanha essa inspiração e traz saídas de ar laterais e molduras das saídas dupla de escape no mesmo tom preto dos demais detalhes.

Outra diferença do M Sport é o uso de faróis Laserlight, cuja iluminação chega a 650 metros de distância. As rodas aro 20 são Double-spoke e usam pneus com a mesma medida da outra versão.

Já o BMW X3 xDrive30e M Sport Launch Edition traz a grade frontal preta e volume limitado de unidades.

Dentro do objetivo de personalizar o carro ao gosto dos clientes, o BMW X3 X-Line exibe cinco opções de cores: a sólida branco Alpino e as metálicas preto Safira, cinza Sophisto,branco Mineral e azul Phytonic. Os revestimentos de couro podem vir nos tons preto ou mocha.

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O BMW X3 M Sport soma duas opções extras de cores metálicas: Carbon Black e o novíssimo cinza Brooklyn. Os revestimentos podem vir em preto, Mocha misturado a preto, preto com costuras azuis ou Oyster.

O que não muda é a tecnologia híbrida de condução. São duas unidades de propulsão que podem ser utilizadas simultaneamente ou separadamente. O X3 xDrive30e conta com a combinação de dois motores para gerar força plena e oferecer economia de combustível.

O propulsor a combustão é o 2.0 TwinPower Turbo de 184 cv e 350 Nm de torque, que recebe a força plena do motor híbrido para gerar a potência combinada de 292 cv e chegar a 420 Nm de torque total.

Os motores são associados ao câmbio automático de oito (8) marchas e repassam a força para as quatro rodas graças ao sistema de tração integral xDrive, que também permite se aventurar por terrenos fora de estrada. Toda essa energia o leva de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos, informou a BMW.

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De acordo com a situação exigida, o motor elétrico do BMW X3 xDrive30e pode movimentar exclusivamente o modelo até a autonomia estimada de até 46 km (ciclo WLTP) ou até 55 km (NEDC) no modo eDrive, que também permite atingir até 135 km/h.

No modo Auto eDrive, dá para atingir até 110 km/h com propulsão elétrica. Para maior segurança dos pedestres, o modelo híbrido plug-in gera um ruído artificial para alertar as pessoas em volta a até 30 km/h.

O tempo aproximado de recarga no Wallbox (0 a 100%) é de três horas. No carregador portátil de 120V são cerca de 9 horas, tempo que baixa para 5h30 com 220V.

O modo Battery Control permite recarregar o veículo através do motor a combustão e manter a carga desejada para as baterias entre 30% e 100%. Assim, o veículo é movido, principalmente, pelo motor a combustão até atingir o nível desejado das baterias.

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Por sua vez, os modos Sport e Sport Plus permitem que os motores trabalhem em conjunto para oferecer a melhor performance, além de ajustar os amortecedores e respostas motor e câmbio para entregarem a experiência mais esportiva possível. É possível personalizar o comportamento de cada um desses componentes no modo Individual.

Todas as informações de condução são exibidas no BMW Live Cockpit Professional. Ele é composto pelas duas telas de 12,3 polegadas do quadro de instrumentos e da central iDrive. A conectividade é um dos pontos altos do novo BMW X3. É possível se comunicar diretamente com a assistente Alexa (Amazon), da mesma maneira há compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay.

O BMW Intelligent Personal Assistant pode ser ativado pela frase “olá, BMW” ou qualquer outra que esteja programada. O sistema é capaz de executar inúmeras funções do veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos.

Além disso, a tecnologia é capaz de aprender os hábitos do motorista e adaptar suas funções, como por exemplo, ajustar automaticamente o aquecimento dos bancos para certa temperatura.

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O sistema se soma ao BMW Connected Drive, um pacote de tecnologia que engloba várias funções. É possível atualizar remotamente o carro, ter o serviço de concierge ou de informações do trânsito em tempo real.

O BMW Teleservices também envia mensagens automáticas sobre o estado do seu carro com base no uso, o que possibilita agendar serviços na concessionária mais próxima. Também é possível acionar o SOS em uma emergência ou acidente.

Até mesmo quando você está distante do BMW X3 é possível ficar conectado com o carro pelo My BMW app, que permite ativar funções remotas. Exemplos: localizar o veículo, trancar ou destrancá-lo, checar se as janelas estão abertas, se todas as portas estão fechadas, entre outras possibilidades.

O My BMW App também dispõe de funções especialmente para os veículos elétricos e híbridos. Com ele, é possível ter uma visão geral em relação ao processo de carregamento do carro, como autonomia atual, status, hora prevista para a carga completa e histórico de recarga.

bmw_x3_xdrive30e_xline_19_edited-990x594Fotos: BMW Group / Divulgação

Além disso, tem a opção de ajustar a programação de recarga, pré-condicionar o veículo e buscar os pontos de recarga próximos à sua localização.

Com segurança avançada, o BMW X3 X-Line vem com assistentes de direção como o Parking Assistant (baliza automática), sensor de ponto cego (com prevenção de colisões traseiras), alerta de mudança de faixa (com correção automática) e aviso de tráfego cruzado.

Também são de fábrica ar-condicionado de três zonas, sistema de som Hi-Fi, teto solar panorâmico, bancos esportivos revestidos de couro, além de seis airbags e controles de tração e de estabilidade.

Por sua vez, o BMW X3 M Sport acrescenta o pacote M Sport de design e suspensão, acabamentos interno e externo em preto High Gloss, faróis Laserlight e a inovadora tecnologia de reconhecimento de gestos, que conta com um sensor 3D para interpretar os gestos do motorista e do passageiro para controlar funções específicas, tal como aumentar ou diminuir o volume (basta girar o dedo para esquerda ou direita) e rejeitando chamadas (só é necessário apontar o dedo para a tela e abanar a mão para a direita).

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Adventure Intelligence é o diferencial do Jeep Renegade 2021

Novo sistema de conectividade da Stellantis estreou no utilitário esportivo compacto

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 01/10/2021)

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Desde 2015, o Renegade faz grande sucesso no disputado segmento de SUVs. Nos quatro primeiros anos, ele foi o segundo colocado em 2015 e 2016, o terceiro em 2017 e o quarto em 2018. Em 2019, após sua primeira reestilização, ele atingiu a liderança geral, deixando para trás todos os modelos comercializados em nosso mercado.

Em 2020, ele voltou para vice-liderança, pois o Volkswagen T-Cross emplacou 3.254 unidades a mais.

Este ano, o Renegade voltou a liderar e está disputando com o irmão maior, o Jeep Compass, para ver qual será o mais emplacado em 2021. No acumulado até agosto, o Renegade registrou 54.170 unidades, o Compass, 46.038, o Hyundai Creta, 42.582, e o T-Cross, 39.268. Dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o Jeep Renegade Trailhawk 2021 para avaliação. Versão de topo da gama, seu conjunto mecânico é composto pelo motor 2.0 turbodiesel, câmbio automático com nove marchas e tração 4×4. No site da montadora, o preço sugerido é R$ 176,99 mil. Este valor só se aplica para a cor sólida verde. As cores metálicas elevam o preço em R$ 1,7 mil e, a branca perolizada, acresce R$ 2,38 mil.

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Além dos equipamentos de série, são disponibilizados dois opcionais para essa versão, ambos, configurados na unidade avaliada: o teto solar panorâmico, ofertado por R$ 8,30 mil e o sistema de entretenimento e monitoramento Adventure Intelligence, vendido por R$ 2 mil. O valor final deste Renegade é R$ 189,18 mil, considerando a cor vermelha metálica e os dois opcionais.

Os principais equipamentos de série do Renegade Trailhawk são: ar-condicionado de duas zonas; direção elétrica; sistema de áudio com tela de 8.4 polegadas, espelhamento por Apple CarPlay ou Android Auto,  pareamento por bluetooth e seis alto falantes; display de 7 polegadas colorido e configurável no quadro de instrumentos; faróis e lanternas traseiras em LED; chave presencial e travas e vidros elétricos nas quatro portas com one touch.

Entre os equipamentos de segurança, os destaques são: airbag de cortina, airbag de joelho para o motorista, airbag dianteiros e airbags laterais; controle de tração; controle de estabilidade e para trailer (quando equipado com engate Mopar); controle eletrônico anti capotamento; controle eletrônico de velocidade em descidas e auxiliar de partida em rampas; câmera de ré; sensor de estacionamento traseiro; sensor crepuscular e sensor de chuva.

A “assinatura” Trailhawk traz exclusividades em relação às outras versões. As principais diferenças estéticas são: bancos e volante revestidos em material sintético que imita o couro com costura na cor vermelha, assim como as molduras do painel e console nesta mesma cor. Retrovisores externos na cor cinza, adesivo antirreflexo no capô e teto pintado, ambos na cor preta.

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A preparação para o off-road, também existente na versão Moab, engloba as seguintes alterações: suspensões elevadas em 20 mm, 3 ganchos para ancoragens de cintas para reboque (acabamento em vermelho, nessa versão), sistema de tração com programação para quatro tipos de terreno e roda em liga leve aro 17 polegadas com pneus “super verdes” 215/60 de uso misto, inclusive o estepe.

Motor e Câmbio – O motor de 4 cilindros é o Multijet 2.0 turbodiesel com injeção direta e duplo comando acionado por correia dentada. Ele desenvolve 170 cv de potencia às 3.750 rpm e torque de 35,69 Kgfm às 1.750 rpm.

O câmbio é automático com conversor de torque e nove (9) marchas comutáveis manualmente na alavanca ou por aletas posicionadas atrás do volante. A tração é integral e conta com programação automática ou dedicada para areia, neve, lama ou pedra, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo controlado por botão localizado no console central.

No modo automático, o sistema pode desacoplar a tração no eixo traseiro, em condições de alta aderência, deixando o Jeep em 4×2 para economizar combustível.

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Avaliamos o Renegade Trailhawk nos modelos 2019 e 2020. Entre estes dois anos, não havia nenhuma mudança significativa. Agora, o modelo 2021 traz uma mudança relevante, a nova plataforma Adventure Intelligence, item opcional mencionado anteriormente..

Adventure Intelligence – Basicamente, o sistema Adventure Intelligence é composto por um novo software para o multimídia de 8.4 polegadas, já existente na versão, e a sua conexão com a internet por meio de um chip de telefonia da operadora TIM.

Essas duas alterações abriram um amplo leque de usabilidade para diversos produtos da Stellantis (fusão da FCA com a PSA), inclusive, elas foram aplicadas em recentes lançamentos da Jeep e da Fiat e irão equipar os futuros modelos do grupo.

Ligado à internet, o sistema disponibiliza um navegador nativo da marca TomTom que informa, em tempo real, as condições de trânsito e propõe paradas para reabastecimento baseado a autonomia do carro. Em relação aos GPS online, sua vantagem é não depender do sinal da rede celular para funcionar, mantendo a navegação em locais ermos ou dentro de túneis, por exemplo.

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A conexão com o usuário extrapola o interior do veículo . O aplicativo para celular My Uconnect disponibiliza informações sobre o modelo equipado com o Adventure Intelligence e permite ao proprietário executar algumas funções e programar alertas de condução.

Essas operações são possíveis quando o chip do carro e do smartphone estão conectados à rede de celular simultaneamente, mesmo que os dois se encontrem em cidades, estados ou países diferentes.

Cada modelo, da Fiat e da Jeep, tem mais ou menos funções. No Renegade é possível travar e destravar as portas, assim como disparar a buzina intermitentemente e as luzes externas para uma fácil localização em estacionamentos, ou mesmo, para afastar os amigos do alheio.

Em outros modelos, é possível ligar o motor e ativar o sistema de climatização para resfriar a cabine antecipadamente.

São diversas as informações enviadas ao aplicativo sobre o carro e seu estado mecânico. Nível de combustível e autonomia, pressão dos pneus, quilometragem total e a restante para a próxima revisão. O sistema também recebe notificações de recalls.

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Sobre o motor e equipamentos auxiliares, é informado se a bateria está sendo recarregada corretamente, se os sistemas de ignição e injeção estão funcionando dentro dos padrões e se o óleo está com a pressão correta ou se a data ou quilometragem de troca está próxima.

Alerta de Condução – As funções de alerta de condução são, provavelmente, as mais diferenciadas em relação à concorrência. Sobre um mapa, é indicada a localização exata do veículo, nome e número da via em que ele se encontra.

Usando um dedo como marcador, é possível determinar um perímetro qualquer no mapa, dia da semana e horário em que ele deverá circular apenas dentro desta área delimitada pelo usuário. Caso saia da demarcação, um alerta é enviado para o aplicativo. Em um atalho mais rápido, é possível ser notificado do afastamento do carro em raios de 500 em 500 metros, até atingir os 5 km, ideal para monitorar o serviço de manobristas.

Com as mesmas restrições de horários e dias semanais, ainda é possível ser notificado da velocidade máxima atingida ou, simplesmente, se o carro foi usado neste período, um controle útil para empréstimos a terceiros.

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Como recurso adicional, estes comandos podem ser executados por voz, por meio de smartwatchs com assistência Alexa ou Echo Dot, da Amazon. O uso deste aplicativo está condicionado a um cadastro iniciado nas concessionárias das marcas e concluído em formulário enviado por e-mail.

As intervenções que podem comprometer a segurança veicular são protegidas por senha que antecede ao comando executado no aplicativo, evitando uso indevido por pessoas não autorizadas.

Outros recursos foram possíveis a partir da internet embarcada, tanto em segurança, como em entretenimento. Uma central de atendimento foi estruturada para receber chamadas do motorista e auxilia-lo com informações diversas ou enviar assistência mecânica ou de resgate.

Dados gerais sobre o carro e seu uso ou qualquer informação pesquisável, existente na internet, pode ser consultada por chamada de voz atendida por um operador de telemarketing.

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Se ocorrer algum problema mecânico, a central pode ser acionada para providenciar reparo no local ou reboque para remoção. Em acidentes com deflagração dos airbags, uma chamada é realizada para o carro visando verificar o estado de saúde dos ocupantes e a necessidade de assistência aos mesmos.

Caso não ocorra um retorno, o serviço de resgate mais próximo será acionado com as informações de localização do acidente. Em um roubo ou furto do veículo, todo este aparato é usado para localizá-lo, uma ação conjunta da central de atendimento com as autoridades competentes. Segundo a Stellantis, este serviço reduz o valor cobrado pelas seguradoras.

Existe um roteador wi-fi que disponibiliza internet a bordo. Oito aparelhos podem usufruir deste sinal ao mesmo tempo. Para este serviço, é necessária a contratação de uma assinatura da operadora TIM, sendo o primeiro mês gratuito.

O sistema Adventure Intelligence não precisa ser pago por um ano e funciona independentemente da assinatura com a operadora de telefonia. Após este período, será cobrada uma anuidade para que ele se mantenha operante.

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Motor diesel 2.0 turbo se mostrou bastante econômico

Testamos quase todos estes recursos. As informações recebidas no aplicativo estavam corretas e os comandos feitos no celular foram acionados no SUV, assim como as notificações apareceram na tela do aparelho móvel.

A navegação nativa é bem superior às feitas por seus concorrentes diretos, mas, menos rápida de operar que os aplicativos online. O atendimento por chamada foi cordial e satisfatório nas informações, dentro da média da concorrência.

O sinal de wi-fi não estava habilitado para testarmos, porém, estes sistemas costumam ser mais estáveis, pois suas antenas são mais potentes que as dos smartphones.

A Stellantis padronizou a interface gráfica deste sistema. A arquitetura das páginas do software e o grafismo de seus elementos são muito semelhantes em todos os dispositivos que receberam essa atualização, variando muito pouco, conforme o tamanho das telas e sua disposição, na horizontal, ou na vertical.

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A apresentação ficou mais limpa e sofisticada que nos outros sistemas do grupo, certamente, mas, o tamanho dos ícones da “home” ficou pequeno nessa tela de 8.4 polegadas.

Estruturalmente, a únicas diferenças promovidas pelo Adventure Intelligence são os botões SOS e Assist alojados no plafon das luzes de cortesia dianteiras, mesma peça que recebe os controles do teto solar.

No mais, tanto o multimídia quanto o ar-condicionado, bem como outros equipamentos de bordo, possuem botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

Multimídia – Os botões que controlam a central multimídia ficam abaixo dela, mesmo assim, permitem o uso cego, pois as funções comandadas são replicadas em sua tela. Além dos diversos recursos descritos, este novo sistema possibilita configurações pessoais armazenadas em diferentes perfis, tornando fácil a utilização do carro por pessoas diferentes, sem que uma atrapalhe as preferências da outra.

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Todas as funções de áudio, telefonia e navegação funcionaram com perfeição, usando o próprio software ou os aplicativos espelhados sem fio. Como temos observado em outros sistemas de som padrão, suas potências não conseguem reproduzir muito alto as músicas provenientes de aplicativos de streaming.

Modelos com equipamentos de marcas especializadas em áudio, como a Beats, presente no Compass, não sofrem com essa falta de amplificação.

No geral, todos os outros sistemas embarcados no Renegade Trailhawk funcionam muito bem. O ar-condicionado é muito eficiente em resfriamento, manutenção da temperatura e intensidade da ventilação. A direção elétrica tem peso ideal em diversas velocidades, mas, em manobras de estacionamento, ela fica mais pesada do que nas outras versões do modelo, provavelmente, por utilizar pneus de uso misto.

As aletas para trocas de marchas ajudam bastante, principalmente, nas reduções para ativar o freio motor e economizar combustível. A câmera de marcha à ré com guias dinâmicas tem boa definição e, em conjunto com os sensores de aproximação traseiros, são muito úteis para amenizar os pontos cegos do modelo. O sistema de aberturas das portas e partida do motor com chave presencial facilita muito o uso no dia-a-dia.

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A ergonomia é acertada, com todos os comandos à mão. O espaço interno é muito bom para as cabeças e ombros e quatro adultos. Para as pernas dos ocupantes traseiros, apenas o suficiente. No centro desde banco, somente uma criança vai com conforto.

O porta-malas desta versão, por contar com estepe normal, tem apenas 273 litros de capacidade. O acabamento interno é uma referência no segmento. Diversas áreas são revestidas com material macio ao toque e todos os plásticos têm ótima qualidade e textura agradável.

Rodando – O acerto das suspensões do Renegade Trailhawk é excelente, absorve as irregularidades, entrega conforto e mantém a tração das rodas com o piso, ajudado, é certo, pelos pneus de uso misto.

O seu entre-eixos curto, 2,57 metros, e os ângulos de ataque, saída e a altura livre do solo (30 graus, 33 graus e 216 mm), garantem grande desenvoltura no fora de estrada. Entretanto, por conta da sua carroceria com muitos ângulos retos, ele sofre para vencer a resistência do ar ao circular por rodovias.

O motor tem muita força e torque em baixas rotações, garantindo ótimo desempenho, mesmo com as limitações aerodinâmicas. Além de acelerar com desenvoltura, ele contorna curvas sem grande inclinação da carroceria e mantém a trajetória com pouca tendência ao sobre-esterço. O isolamento acústico é muito eficiente, deixando o modelo silencioso para um SUV a diesel.

Todos os modelos com este conjunto mecânico se saem bem em nossos testes padronizados de consumo. No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, atingimos 19,2 km/l. Na mais rápida, 16,5 km/l, ótimas marcas, mesmo para um motor a diesel.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso. A versão finalizou este exigente teste com 8,8 km/l de diesel. Neste caso, seus 1.674 kg de peso jogam contra o consumo ao circular em cidades.

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O Renegade já recebeu a sua segunda reestilização fora do Brasil. A linha nacional deverá ser atualizada no começo do ano que vem, provavelmente, como modelo 2023. Especulações indicam que a versão Trailhawk trocará o motor a diesel pelo 1.3 turbo bicombustível.

Independentemente se estas mudanças ocorrerão, as versões a diesel existentes hoje são ótimas opções. Moab e Trailhawk são indicas para quem anda em estradas de terra e trilhas com frequência.

A Longitude, para quem circula mais em cidades e rodovias. Em todas elas, o opcional Adventure Intelligence deve ser adquirido, pois muda totalmente, e para melhor, a usabilidade do modelo.

DSCN0522Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Nissan Frontier ganha edição limitada

Da Redação

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Uma picape com visual único e itens exclusivos. Esta é a Nissan Frontier X-Gear, edição limitada do modelo da marca japonesa que resgata um nome já familiar dos clientes e fãs da Nissan no Brasil.

A novidade terá somente 500 unidades produzidas e já pode ser reservada nas concessionárias da marca em pré-venda. Ela estará nas revendas agora no mês de outubro.

A Nissan Frontier X-Gear traz diversos itens estéticos que valorizam seu desenho. Entre eles, máscara negra nos faróis, santantônio com detalhes vermelhos, moldura do farol de neblina preto brilhante, identidade visual no capô e na tampa traseira e novos frisos laterais nas portas.

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Além disso, a picape vem com rodas de liga leve aro 18, rack de teto, estribo lateral e grade frontal, moldura do retrovisor externo com detalhes exclusivos e maçanetas com acabamento preto brilhante, compondo o conjunto da versão.

A Nissan Frontier X-Gear é equipada com o motor diesel biturbo de 2.3 litros, que desenvolve 190 cv de potência, e transmissão automática de 7 velocidades. Além disso, conta com a suspensão traseira com sistema multilink e molas helicoidais.

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O modelo chega às lojas com diversos recursos tecnológicos, como: controles de tração e estabilidade (VDC – Vehicle Dinamic Control); freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e assistência de frenagem (BA); controles automáticos de descida (HDC) e auxílio de partida em rampa (HSA), luz de freio de LED (CHMSL), luzes diurnas (DRL) e muitos outros equipamentos.

O preço sugerido para venda da Nissan Frontier X-Gear é R$ 251,99 mil.

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Fotos: Nissan / Divulgação

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Jeep Grand Cherokee 2022 ganha versão híbrida

Da Redação

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A marca Jeep continua a comemorar o seu 80º aniversário e apresentou, nos Estados Unidos, o primeiro Jeep Grand Cherokee 4xe eletrificado ao lado do Grand Cherokee Trailhawk, versão que oferece alta capacidade off-road.

O Jeep Grand Cherokee de quinta geração lançado nos Estados Unidos baseia-se em seu legado como o SUV mais premiado de todos os tempos, ao mesmo tempo que incorpora um novo motor híbrido plug-in, arquitetura design exterior e interior totalmente novos, acabamentos artesanais e tecnologias absolutamente de ponta no segmento de SUVs de tamanho grande.

“O Jeep Grand Cherokee é um ícone global e levará a marca a uma nova era de recursos 4×4, tecnologia de ponta, recursos premium e eletrificação. Com um equilíbrio perfeito de dinamismo na estrada, capacidade 4×4 e desempenho 4xe, o novo Jeep Grand Cherokee 2022 é o Grand Cherokee mais avançado, luxuoso e capaz de todos os tempos”, disse Christian Meunier, CEO da marca Jeep.

O novo Jeep Grand Cherokee chegará às concessionárias norte-americanas no último trimestre de 2021, enquanto o Jeep Grand Cherokee 4xe chegará no início de 2022.

A última geração foi pensada e projetada para oferecer ainda mais de tudo o que tornou este Jeep SUV um verdadeiro ícone global, informou a fabricante.

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O modelo terá mais opções de motorizações graças à nova tecnologia 4xe (PHEV) que fornece uma autonomia estimada de 40 quilômetros no modo totalmente elétrico, 24,2 km/l e uma autonomia combinada de 708 km.

O novo Trailhawk 4xe, de acordo com a Jeep, conquistou a trilha Rubicon em modo totalmente elétrico graças a recursos como a barra estabilizadora exclusiva de seu segmento, cuja desconexão eletrônica permite melhor articulação e maior tração em rochas e terrenos acidentados.

O modelo conta, também, com o sistema Uconnect 5 que oferece a primeira tela para o passageiro do segmento, um novo sistema de entretenimento de alta definição para os passageiros traseiros e o sistema Active Driving Assist.

Agora o SUV incluiu a opção pelo acabamento Summit Reserve com interior de couro Palermo e sistema de áudio McIntosh com 19 caixas de som.

O Grand Cherokee de última geração foi projetado por dentro e por fora para oferecer dinâmica e capacidade de direção equilibradas. Seus renomados sistemas 4×4 (Quadra-Trac I, Quadra-Trac II e Quadra-Drive II), a suspensão pneumática Quadra-Lift e o sistema de gerenciamento de tração Selec-Terrain fornecem ao novo Grand Cherokee a uma grande capacidade 4×4 da Jeep.

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O novo Grand Cherokee 4xe 2022 é o primeiro Grand Cherokee a oferecer um motor híbrido plug-in (PHEV).

A tecnologia 4xe oferece desempenho, economia de combustível e sustentabilidade sem precedentes, segundo a Jeep:

  • Meta de 40 km de autonomia totalmente elétrica e 24,2 km/l
  • 375 cv e 637 Nm de torque
  • Sistema Quadra Trac II 4×4 com caixa de transferência de duas velocidades e relação de transmissão de 2,72: 1 para marchas baixas
  • Taxa de arraste (crawl ratio) de 47,4: 1
  • Capacidade máxima de reboque de 2.720 kg

“O motorista do Jeep Grand Cherokee 4xe pode adaptar seu motor híbrido a cada circunstância, desde usar o modo elétrico em trechos curtos até fazer longas viagens sem se preocupar com a autonomia, permitindo que os proprietários explorem a natureza fora da estrada de forma quase completamente silenciosa. Este é mais um passo importante em direção à nossa visão de ‘Liberdade de Emissões Zero’. Em 2025, vamos oferecer um veículo Jeep totalmente elétrico em todos os segmentos de SUV”, disse Meunier.

Disponível nos modelos Grand Cherokee Limited, Trailhawk, Overland, Summit e Summit Reserve, a tecnologia 4xe combina dois motores elétricos, uma bateria de 400 volts, um motor turbo 2.0 de quatro cilindros e uma transmissão automática TorqueFlite de oito velocidades para máxima eficiência e capacidade.

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O motor I-4 turboalimentado de 2.0 litros com baixo consumo de combustível faz parte da família Stellantis de propulsores globais de médio porte (GME). Este motor de injeção direta usa um turbo de baixa inércia montado diretamente na parte traseira dos cilindros.

A eficiência é melhorada graças ao uso de direção assistida elétrica e um compressor de ar-condicionado acionado eletricamente, evitando que essas cargas sejam assumidas pelo motor.

O alternador convencional é substituído por um motor gerador de alta tensão com refrigeração líquida. Conectado à polia do virabrequim por meio de uma correia, o gerador dá partida no motor para uma operação eficiente de partida e parada sem interrupções, enquanto gera eletricidade para a bateria.

Um alternador de alta tensão maior é montado na transmissão, substituindo o conversor de torque. Duas embreagens gerenciam a potência e o torque do motor elétrico e do motor convencional.

Uma primeira embreagem está localizada entre os dois motores. Quando o sistema opera apenas no modo elétrico, a embreagem está aberta, portanto, não há conexão mecânica entre eles. Quando a embreagem é fechada, o torque combinado dos motores flui pela transmissão automática.

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Uma segunda embreagem variável, montada atrás do motor elétrico, gerencia sua combinação com a transmissão com o objetivo de melhorar a dirigibilidade e eficiência.

O Jeep Grand Cherokee 4xe incorpora uma bateria elétrica de 400 volts de 17 kWh. As unidades de bateria e os controles estão localizados sob o piso e protegidos por uma série de placas.

O sistema inclui um circuito de aquecimento com uma unidade dedicada para aquecer e uma para resfriar que mantém as baterias em sua temperatura ideal para um melhor desempenho.

Para isso, utiliza um resfriador que aproveita o refrigerante do ar-condicionado para reduzir a temperatura do líquido de resfriamento da bateria quando necessário.

O sistema 4xe do Grand Cherokee também inclui um Módulo de Carregamento Duplo Integrado (ICDM) que combina um carregador de bateria e um conversor DC / DC em uma única unidade compacta e um Módulo Inversor de Energia (PIM) compacto.

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Eles são montados sob a carroceria e protegidos com placas de aço. Todos os eletrônicos de alta tensão são selados e à prova d’água. O Jeep Grand Cherokee 4xe Trail Rated é capaz de entrar na água em uma profundidade de até 61 cm.

A porta de carregamento está sob uma tampa no lado esquerdo do para-choque dianteiro que se abre e fecha por pressão para facilitar o carregamento de estacionamento frontal nas estações de carga. A entrada inclui indicadores LED que informam sobre o status da operação.

O monitor LED do nível da bateria está localizado na parte superior do painel de instrumentos, permitindo que você verifique o status da carga da bateria rapidamente.

Com os modos E Selec, o motorista do Jeep Grand Cherokee 4xe pode ajustar o motor híbrido para melhor se adequar a cada viagem, seja em trechos off-road ou de longa distância. O condutor seleciona o modo desejado por meio de botões montados no painel de instrumentos à esquerda do volante:

  • Híbrido: combina o torque do motor a gasolina de 2.0 litros e o elétrico. O trem de força otimizará a gasolina e a energia da bateria e fornecerá a melhor combinação de eficiência de combustível e desempenho.
  • Elétrico: funciona com energia elétrica e zero emissões até que a bateria atinja a carga mínima ou o motorista solicite mais torque (por exemplo, pressionando totalmente o pedal do acelerador). Ambas as ações acionam o motor a gasolina.
  • eSave: prioriza o motor a gasolina, economizando carga da bateria para uso posterior. Neste modo, o motorista também pode escolher entre Economia de bateria e Carregamento de bateria por meio do Hybrid Electric Pages da tela de toque de gerenciamento do Uconnect 5.

Independentemente do modo selecionado, o Grand Cherokee 4xe opera como um híbrido quando a bateria se aproxima de seu estado mínimo de carga.

The all-new 2022 Jeep® Grand Cherokee 4xe Summit Reserve has a s

A tela de informações do motorista e a tela principal incluem páginas de Eco Coaching, permitindo que os proprietários monitorem o fluxo de energia e verifiquem o impacto da frenagem regenerativa, programação, tempos de carga para aproveitar as tarifas elétricas mais baixas, incluindo o histórico de direção com um detalhe do uso de eletricidade e gasolina.

A frenagem regenerativa faz parte do sistema 4xe. Quando o motorista pisa no pedal do freio, o trem de força aciona a frenagem regenerativa máxima possível disponível, até 0,25g, dos motores elétricos para desacelerar o veículo, e complementa com os tradicionais freios de fricção do Grand Cherokee.

Com o 4×4 ativado, todos os quatro pneus fornecem o torque para frenagem regenerativa, maximizando a energia de recuperação. A energia é enviada à bateria para manter ou aumentar o estado de carga.

Com a função Max Regen selecionável pelo motorista, uma calibração de frenagem regenerativa mais sensível é obtida quando o veículo percebe que não há solicitação de aceleração do motorista. O Max Regen pode desacelerar o Grand Cherokee 4xe mais rápido do que a frenagem regenerativa padrão e gerar mais eletricidade para a bateria.

A suspensão a ar Jeep Quadra-Lift exclusiva, agora com amortecimento eletrônico semiativo, oferece até 28,7 cm de distância ao solo. O sistema ajusta automaticamente o amortecedor com base nas condições da estrada, melhorando o conforto, a estabilidade e o manuseio, ou pode ser controlado manualmente no console central e tem cinco configurações de altura diferentes para um desempenho de direção ideal.

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Trailhawk 4xe

O sistema de gerenciamento de tração Selec-Terrain, líder em sua categoria, permite que os motoristas escolham as configurações on-road e off-road para um desempenho 4×4 ideal. Esta tecnologia é capaz de coordenar eletronicamente a distribuição de torque 4×4, freios, manuseio, coluna de direção, sistemas de suspensão, acelerador, mudança de modo de transmissão, caixa de transferência, controle de tração, controle de estabilidade, ABS e sensação do volante.

Existem até cinco modos de direção, dependendo do terreno (Automático, Esporte, Rocha, Neve, Lama / Areia), proporcionando configurações otimizadas em qualquer cenário de direção.

Outra novidade do Grand Cherokee 4×4 2022 é o desligamento do eixo dianteiro. Se o veículo detectar que as condições da estrada não exigem tração nas quatro rodas, a desconexão do eixo dianteiro aciona automaticamente a tração nas duas rodas, reduzindo o arrasto da transmissão e melhorando a economia de combustível.

A tração nas quatro rodas é reativada automaticamente assim que o veículo detecta que ela é necessária.

O Jeep Grand Cherokee 2022 possui uma capacidade máxima de reboque de 3.265 kg com o motor V-8 de 5.7 litros.

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O novo Trailhawk apresenta pneus off-road de série, câmara off-road integrada, suspensão a ar Quadra-Lift com até 28,7 cm de distância ao solo, grandes ângulos de entrada, saída e ventral, uma caixa de transferência ativa Quadra-Drive II com diferencial de deslizamento limitado eletrônico (eLSD) traseiro e sistema de controle de tração Selec-Terrain.

O modelo também inclui:

– Liberação da barra estabilizadora exclusiva da classe para melhor articulação e tração em rochas e terrenos acidentados

– Controle Selec-Speed ​​para gerenciar a velocidade do veículo no modo 4LO (marchas baixas) em condução off-road. Em encostas íngremes tanto em aclives como em declives ou ao superar obstáculos difíceis, o sistema aplica mais torque e / ou pressão de freio para manter uma velocidade consistente e segura sem a necessidade de o motorista intervir pressionando o freio ou os pedais.

– Placas deslizantes de aço de alta resistência

– Ganchos de reboque vermelhos

– Rodas de 18 polegadas com pneus off-road

– Tração, capacidade de manobra e de passagem em água, distância ao solo e articulação líderes no segmento

– Emblema do capô “Trailhawk” em preto fosco e vermelho fosco

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Trailhawk 4xe

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Trailhawk 4xe

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Trailhawk 4xe

Pela primeira vez, o Grand Cherokee de quinta geração oferecerá a versão eletrificada Trailhawk 4xe, que combina uma autonomia de emissões zero de 40 km em modo totalmente elétrico com a lendária capacidade 4×4 do Grand Cherokee Trailhawk.

Os elementos e características mais proeminentes do Grand Cherokee Trailhawk 4xe são:

– Sistema Quadra Trac II 4×4 com caixa de transferência de 2 velocidades e relação de engrenagem baixa de 2,72: 1

– Diferencial de deslizamento eletrônico limitado traseiro (eLSD)

– Sistema de gerenciamento de tração Selec-Terrain

– Controle de velocidade Selec-Speed

– 27,8 cm de distância ao solo

– Capacidade de passagem em água de 61 cm

– Taxa de arraste de 47,4: 1

– 40 km de autonomia totalmente elétrica

– Rodas de 18 polegadas com detalhes em azul e pneus off-road

– Emblema do capô “Trailhawk” preto e azul antirreflexo

Além do trem de força elétrico híbrido plug-in o Jeep Grand Cherokee oferece aos compradores dois outros motores potentes.

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Summit Reserve

De série, vem com o Pentastar V-6 totalmente em alumínio de 3.6 litros, que produz 293 cv de potência e 353 Nm de torque. Famoso por sua potência e refinamento, o ângulo de 60 graus entre os suportes do cilindro o mantém funcionando suavemente, aprimorando a percepção por acessórios que são aparafusados ​​diretamente ao bloco do motor.

Os clientes que desejam mais potência podem optar pelo V-8 de 5.7 litros, 357 cv e 528 Nm de torque com uma ampla faixa de entrega.

O V-8 oferece desempenho e eficiência em partes iguais, graças às tecnologias de distribuição da válvula variável (VVT) e desativação de cilindro (FST). Durante operações de carga leve, como viagens em estradas, em que a potência máxima não é necessária, a tecnologia FFT desconecta a entrada de combustível, apaga a faísca e permite que até quatro cilindros sejam desativados.

Ambos os motores são acoplados a uma transmissão automática TorqueFlite de 8 velocidades que economiza combustível, enquanto oferece mudanças de marcha rápidas e suaves graças a um amplo escalonamento da troca de velocidades.

A nova linha Grand Cherokee consiste em seis versões: Laredo, Limited, Overland, Trailhawk, Summit e Summit Reserve. Todos os modelos são movidos pelo motor Pentastar V-6 de 3.6 litros feito inteiramente de alumínio.

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Summit Reserve

All-new 2022 Jeep® Grand Cherokee Summit Reserve

O motor V-8 de 5,7 litros pode ser a escolha nas versões Overland e Summit Reserve.

O novo propulsor 4xe, com 2.0 litros turbo I-4, dois motores elétricos e caixa de câmbio de oito velocidades automática está disponível nas versões Limited, Trailhawk, Overland, Summit e Summit Reserve.

O luxuoso interior da nova geração do Jeep Grand Cherokee evoluiu trazendo materiais artesanais de qualidade, além de modernas comodidades. O painel frontal apresenta tomadas HVAC elegantes, um console central realinhado para melhor acesso da posição do motorista e dois visores digitais de 10,1 polegadas (um para o painel de instrumentos e outro para a tela sensível ao toque para gerenciar o rádio).

Pela primeira vez no segmento, há um display interativo para o passageiro dianteiro de 10,25 polegadas e um novo sistema de entretenimento HD com Fire TV integrada para os passageiros traseiros.

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The all-new 2022 Jeep Grand Cherokee features an available 10.25

Os novos bancos dianteiros apresentam agora comprimento variável e até 16 ajustes diferentes, incluindo ajuste lombar elétrico e memória. Os níveis de acabamento mais altos oferecem funções de massagem para os bancos do motorista e do passageiro dianteiro. Assentos aquecidos/ventilados estão disponíveis nas duas filas, com controles de ajuste de três níveis.

O design do console central apresenta interruptores atualizados e mais espaço de armazenamento no compartimento frontal para abrigar dois dispositivos, além de um carregador sem fio.

O lançamento da próxima geração do Jeep Grand Cherokee também marca a introdução de um conjunto avançado de mais de 110 sistemas e elementos de segurança ativa e passiva, incluindo aplicações inovadoras de tecnologias que refinam a conexão entre o motorista, o veículo e a estrada.

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Entre os itens de série existentes em toda a gama estão:

– Aviso de colisão em alta velocidade com freio ativo e detecção de pedestre / ciclista

– Detecção de tráfego cruzado

– Controle de cruzeiro adaptável com Stop & Go

– Gerenciamento de faixa ativa

– Alerta de saída de pista LaneSense com assistência de manutenção de pista

– Assistência avançada à frenagem

– Monitoramento de ponto cego

– Câmera traseira de estacionamento ParkView

– Sensores de estacionamento traseiro ParkSense com parada

– Interruptor do freio de estacionamento eletrônico ativado

– Monitoramento da pressão dos pneus

Entre os itens opcionais estão:

– Nova câmara de visão noturna com detecção de pedestres e animais

– Novo assistente de colisão em cruzamentos

– Novo sistema de detecção de condutores sonolentos

– Assistência de estacionamento em paralelo e perpendicular, e novo sistema de reconhecimento de placas

– Novo sistema de câmera de visão surround 360 graus com injetores de lavagem frontal e traseiro

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Fotos: Stellantis / Jeep / Divulgação

O novo Jeep Grand Cherokee é produzido no novo Complexo de Montagem de Detroit – Mack Plant, nos EUA, a primeira fábrica construída na cidade em quase três décadas.

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Peugeot inicia a venda do 208, 100% elétrico, no Brasil

Da Redação

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A Peugeot deu início, hoje, à comercialização do e-208 GT, versão do hatch 208 100% elétrica. O modelo marca o início da eletrificação da marca no Brasil.

A performance do Peugeot e-208 GT é garantida por um motor que entrega 260 Nm de torque imediatos (26,5 kgfm) e 136 cv de potência (100 kW), que permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos, informou a fabricante.

Há três modos de condução disponíveis, e a escolha fica a critério de quem está ao volante, de acordo com a necessidade do momento. O modo Eco tem como foco a otimização da autonomia; já o Drive é indicado para garantir o conforto ideal nos deslocamentos do dia a dia, enquanto o Sport prioriza o desempenho, utilizando-se da potência e torque máximos.

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O câmbio tipo joystick dispõe de cinco modos de seleção: P (Park), D (Drive), N (Neutro), R () e B Mode. Este último atua de modo a garantir regeneração da bateria, otimizando a autonomia do veículo.

O condutor pode escolher entre “moderado”, para sensações semelhantes às de um veículo a combustão, e “aumentado”, para uma desaceleração controlada pelo pedal do acelerador.

Com 50 kWh de capacidade, o Peugeot e-208 GT é capaz de percorrer até 340 km com carga completa (ciclo WLTP). O veículo pode ser carregado em tomadas convencionais do tipo residenciais ou em carregadores rápidos por meio de um plug (presente no mesmo local de abastecimento da versão a combustão).

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O sistema é composto por um plug Type 2, para corrente alternada (AC), e plug CCS-2, para corrente continua (DC).

O carregamento começa imediatamente após a conexão do cabo, e o usuário acompanha o status a partir das luzes indicativas de recarga (branco = abertura para conexão do plug; verde: piscante = em carregamento e fixo = carga completa; vermelho = anomalia/problema na recarga). Para soltar o plug, basta destravar as portas do veículo.

O Peugeot e-208 GT pode ter 80% da bateria carregada em menos de 30 minutos, caso o usuário utilize uma estação de recarga de 100 kW (o que, na prática, significa recuperar cerca de 270 km de autonomia).

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Os dados de utilização e consumo da bateria e do powertrain elétrico são ilustrados no painel. A bateria tem 8 anos de garantia, com limite de quilometragem de 160 mil km.

Poder de carga Tempo previsto (bateria kW a 80%):

1,8 kW (tomada doméstica) – 24h56

11 kW / 22 kW – 04h03

7,4 kW – 06h02

50 kW – 53 minutos

100 kW – 30 minutos

O Peugeot 208 marcou a estreia da produção de hatches na plataforma CMP (Common Modular Platform), uma das mais modernas do Groupe PSA. Uma das características dessa plataforma é ser multienergia, ou seja, ela pode ser otimizada para versões térmicas e elétricas na mesma linha de produção.

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Assim, a marca é capaz de manter exatamente o mesmo padrão de equipamentos para toda a linha, garantindo que todo Peugeot 208 disponha dos itens de segurança e de assistência à condução do mais alto nível, qualquer que seja sua motorização.

Isso quer dizer, por exemplo, que mesmo com uma bateria de 220 litros de densidade acoplada debaixo do piso do veículo, a arquitetura da plataforma do e-208 GT permite:

–         Manter o mesmo volume de porta-malas da versão a combustão (311 litros).

–         Espaço frontal e traseiro dos ocupantes idênticos aos da versão a combustão.

–         Excelente posição de dirigir e aplicação das mais modernas tecnologias de assistência à condução.

Para rodar com plena segurança no Brasil, o time local de engenharia da Peugeot aplicou um pacote de alterações com reforços específicos para as nossas condições topográficas, climáticas e, principalmente, de pavimentação.

Uma delas é o pacote para proteção da bateria, com aplicação de chapas metálicas (ao invés de plásticas) em toda a região do assoalho e também na área abaixo do cofre. As bandejas de suspensão do e-208 GT ganharam reforços, assim como os pneus, que também tiveram as medidas mantidas, mas aqui são do tipo run flat.

O sistema de fixação da bateria de 12 volts também foi levado em conta e recebeu adaptação para garantir um funcionamento perfeito e seguro em nosso País, assim como o sistema de climatização, que sofreu ajustes para obtenção do máximo desempenho térmico mesmo em situações de elevada temperatura ambiente, ampliando o nível de conforto a bordo do veículo.

PEUGEOTe208GT_25Fotos: Pedro Bicudo / Stellantis / Peugeot / Divulgação

O Peugeot e-208 GT chega ao Brasil com o preço sugerido de R$ 244,99 mil e os 20 primeiros compradores do modelo garantirão uma estação de recarga doméstica da WEG.

Neste primeiro momento, o modelo será vendido somente nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). A Peugeot garante que ele chegará em outras cidades  em 2022.

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Ford lança a Transit no Brasil

Da Redação

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A Ford apresentou, oficialmente, a Transit versão de passageiros que chega ao mercado brasileiro em outubro, como primeiro produto da sua recém-criada Divisão de Veículos Comerciais.

Com a experiência da marca que é líder mundial do segmento, o modelo traz tecnologias e equipamentos exclusivos e vem acompanhado de uma estrutura completa de venda e pós-venda, focada em oferecer o melhor retorno financeiro para o cliente comercial, informou a Ford.

“A Transit é um ícone global, com mais de 60 anos de tradição, e chega ao Brasil com os mesmos atributos que a tornaram líder de vendas na Europa e nos Estados Unidos”, disse Guillermo Lastra, diretor de veículos comerciais da Ford América do Sul.

“Ela faz parte do Ford Pro, um ecossistema completo criado para oferecer máxima produtividade para o cliente comercial, com o melhor produto e o menor custo total de operação.”

A Ford Transit será oferecida, inicialmente, no modelo de passageiros, ou minibus, com dois comprimentos e duas alturas que somam cinco versões: com 14+1 ou 15+1 lugares; com 17+1 ou 18+1 lugares; e a chamada versão vidrada.

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Há duas opções de cores: branco e prata, que são as mais usadas e fáceis de adaptar, também, para adesivagem e envelopamento.

Entre outros equipamentos, é equipada com piloto automático adaptativo, sistema de permanência em faixa, auto start-stop, três modos de condução, volante multifuncional, estribo elétrico automático, cinto de segurança de três pontos para todos os passageiros e conexão USB nas fileiras.

A van da Ford traz conectividade de série, com um modem embarcado e o aplicativo FordPass, que aumenta a produtividade e agiliza os serviços para o cliente profissional que não pode parar.

Além de ser um produto reconhecido mundialmente pela qualidade, agora produzido na América do Sul e validado pela engenharia brasileira, a Transit conta com uma estrutura completa de serviços pós-venda para atender o cliente em toda a sua jornada com o menor custo de posse.

Isso inclui desde uma rede com mais de 100 concessionárias e cobertura nacional, novos depósitos de peças e serviço de atendimento ao cliente dedicado, até condições especiais de financiamento e parceiros modificadores certificados.

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A nova Transit é produzida no Uruguai, na nova fábrica construída pela Ford em parceria com a Nordex, seguindo padrões globais de qualidade.

Para garantir sua adequação ao mercado brasileiro, o veículo passou por um extenso programa de desenvolvimento feito pela engenharia brasileira, que incluiu mais de 1 milhão de quilômetros de testes usando a estrutura do Campo de Provas de Tatuí, em São Paulo, de acordo com a fabricante.

Ela é equipada com o motor EcoBlue 2.0 turbodiesel. Além de ter o maior torque e potência da categoria (41,3 kgfm e 170 cv), e baixo consumo, ele é o primeiro homologado no programa de emissões Proconve 7 (Euro 6), com Arla-32.

O novo motor se destaca pelo desempenho tanto em alta como em baixa rotação, com soluções voltadas para a eficiência, durabilidade e baixo custo de manutenção.

Seus avanços incluem turbo de geometria variável com comando eletrônico, intercooler, correia de sincronismo banhada em óleo, virabrequim com geometria para redução de ruído e atrito, injetores individuais e comando de válvulas integrado.

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O uso de óleo SAE 5W30 semissintético, com troca a cada 20.000 km, é outro fator de economia.

”Desde o projeto, a Transit foi pensada com foco na produtividade do cliente para oferecer a maior eficiência e o menor custo na operação do veículo”, disse Daniel Santos, gerente de desenvolvimento do produto da Ford América do Sul.

“A tração traseira, o assistente de troca de marchas no painel, os pneus com baixa resistência ao rolamento e a direção elétrica, com diâmetro de giro até 12% menor que o da concorrência, são itens que contribuem para reduzir o desgaste de componentes e favorecem a dirigibilidade.”, concluiu.

Mostrando sua vocação urbana, a Transit é a única da categoria com sistema auto start-stop, que aumenta a economia de combustível na cidade.

Os três modos de direção (Normal, Econômico e Escorregadio) que variam a calibração do módulo do motor, da curva do pedal do acelerador e do desempenho do ar-condicionado, são outra exclusividade.

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Ela tem, ainda, um sistema inteligente de carregamento da bateria, com alternador de ciclo otimizado que aproveita as desacelerações para poupar energia.

Direção elétrica, freio a disco nas quatro rodas, computador de bordo completo e luzes diurnas também são itens de série.

A praticidade na cabine é destacada pelo amplo console de teto, nichos para copos, garrafas e documentos e um compartimento sob o banco do passageiro com espaço para acomodar uma mochila ou ferramentas. Outro recurso útil é o encosto rebatível do banco do passageiro, que se transforma numa mesinha de apoio para laptop ou documentos.

A Transit traz um pacote de tecnologias semiautônomas de assistência ao motorista, apoiadas por câmera e radar com foco na produtividade e segurança. Ela é a única da categoria com piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa e assistência autônoma de frenagem com detecção de pedestres.

Também vem de série com controles de estabilidade e tração, anticapotamento, de torque em curvas e adaptativo de carga, estabilização de vento lateral e assistência de partida em rampas, que ajuda a reduzir o desgaste da embreagem.

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Câmera de ré elevada, sensor traseiro de estacionamento e retrovisores elétricos com indicador de direção também são de série.

A conectividade é um dos grandes diferenciais da Transit. Ela é a primeira do segmento a vir com um modem embarcado de série, integrado à arquitetura elétrica do veículo para facilitar o seu controle e manutenção. Com o aplicativo FordPass o cliente tem o veículo na palma da mão, acessando comandos e informações pelo celular.

O app permite agendar serviços online nas concessionárias e acompanhar a sua execução, localizar o veículo, gerar indicadores úteis para o negócio e receber mais de 3.000 alertas de falha, facilitando a precisão e agilidade no diagnóstico.

Além disso, se ocorrer uma falha grave a Ford pode entrar em contato com o cliente através do acompanhamento preventivo inteligente para evitar a parada do veículo.

Outra novidade é a assistência técnica em conferência, em que o suporte técnico por telefone coloca o cliente em contato direto com o chefe de oficina da concessionária para resolver qualquer problema no veículo, seja por orientação remota, atendimento no local ou guincho.

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A Transit vem com central multimídia de série, o SYNC Move, desenvolvido pela engenharia local, com tela sensível ao toque de 8 polegadas, fácil visualização e comandos de voz.

Ela inclui acesso a Android Auto e Apple CarPlay, Bluetooth e permite baixar aplicativos, como o Waze. Quando pareada com o celular, exibe também um botão 0800 para falar direto com a Ford, por um simples toque na tela.

A central dispõe ainda de uma tecla de acesso rápido à câmera traseira, para o motorista poder conferir o que acontece atrás do veículo a qualquer momento. A atualização de software é feita “over the air”, na nuvem.

A Transit conta com garantia de um ano ou 100.000 km e tem revisões a cada 20.000 km com o sistema preço fixo, que garante transparência e previsibilidade de custo. O cliente também tem a opção dos contratos Ford Protect, que permitem a aquisição antecipada de revisões, incluídas no financiamento.

A Ford criou condições especiais de lançamento para o financiamento da Transit, em parceria com o Bradesco, incluindo 90 dias de carência, taxas reduzidas, zero de entrada e até 36 parcelas, tanto para pessoa física como pessoa jurídica.

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As modificações mais comuns na Transit, como instalação de ar-condicionado e banco adicional, serão feitas no Mod Center localizado no Espírito Santo, ao lado do porto de entrada. Além de garantir a qualidade e agilidade na implementação, essa estrutura oferece flexibilidade no atendimento.

Para outras transformações na Transit, a Ford preparou uma rede de parceiros modificadores. Além de um portal exclusivo para esses transformadores, com manuais e regras de uso e tudo o que pode ser feito no veículo, incluindo pontos de furação e diagramas elétricos, eles contam com a assistência da engenharia da marca em todo o processo.

“Trouxemos da Europa um processo de certificação chamado QVM, um selo de qualidade que dá segurança para o consumidor de que o modificador tem um processo certificado e robusto”, disse Flávio Costa.

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Mobi Trekking é a versão aventureira do subcompacto da Fiat

Modelo conta com uma suspensão elevada que garante 190 mm de vão livre

 Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 24/09/2021)

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Há mais de 30 anos os hatches são os carros mais vendidos no Brasil. Não por acaso, pois são os mais acessíveis. Entretanto, com o crescente interesse por utilitários esportivos (SUV) e picapes, até este reinado está ameaçado.

A expansão destes dois segmentos é tão pungente que tem influenciado o desenvolvimento de versões em diversas outras categorias. Deste modismo, nem os subcompactos escaparam. O Volkwagen up! recebeu uma variante, a cross up!, que só entregava visual aventureiro, sem nenhuma modificação mecânica.

O Renault Kwid foi projetado alto o suficiente para ser homologado como um SUV. Até o menor veículo nacional vestiu a fantasia. A Fiat lançou o Mobi Trekking com elevação das suspensões e diversos diferenciais estéticos característicos destas versões.

Coincidência, ou não, o modelo está em seu melhor ano de mercado. No fechamento do mês de agosto ele figurou na terceira colocação entre todos os automóveis e comerciais leves emplacados. No acumulado de 2021, ele é o quarto modelo nesta mesma comparação, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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O DC Auto recebeu o Mobi Trekking 1.0 Fire EVO bicombustível para avaliação. No site da montadora, o preço sugerido da versão é R$ 59,99 mil, mas este valor só se aplica para a cor preta sólida.

As outras cores sólidas, branca e vermelha, acrescem R$ 800,00 ao valor inicial e, a cinza, única opção de cor metálica, R$ 1,6 mil. Independente da cor escolhida, a versão vem com o teto pintado na cor preta.

Além desta diferença cromática, o Mobi Trekking traz molduras nas caixas de rodas, para-choques dianteiro e traseiro diferenciados em relação à versão Easy, a de entrada, e barras longitudinais no teto.

Adesivos nas laterais, sobre o capô, teto e porta traseira assinam a versão. Maçanetas na cor da carroceria, calotas escurecidas e retrovisores externos pintados em preto brilhante completam a caracterização externa.

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Internamente, o revestimento diferenciado dos bancos fecha a lista de alegorias aventureiras da versão. A única alteração mecânica é a elevação das suspensões. A versão Trekking tem 190 mm de vão livre do solo, 45 mm a mais em relação à versão Easy, pois a versão intermediária, a Like, também tem essa mesma modificação na suspensão e as molduras nas caixas de rodas.

Equipamentos – Os principais equipamentos de série do Mobi Trekking são: ar-condicionado; direção hidráulica; central multimídia de 7 polegadas com tela touchscreen e sistemas Android Auto e Apple CarPlay com conexão wireless, conexão bluetooth, entrada USB e sistema de reconhecimento de voz; volante multifuncional; chave canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas e vidros; banco do motorista com regulagem em altura; computador de bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo e autonomia); quadro de instrumentos com iluminação com LED e display digital de 3,5 polegadas (indicador de trocas de marchas, odômetro parcial e total, relógio digital, indicação do nível de combustível e temperatura do motor); vidros elétricos dianteiros (one touch e anti esmagamento) e travas elétricas nas 4 portas.

Em termos de segurança, pouco mais que os equipamentos obrigatórios. São eles: airbag duplo (motorista e passageiro); freios ABS com EBD; gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix); três cintos de segurança retráteis e três encostos de cabeça no banco traseiro; ESS (Sinalização de frenagem de emergência); Lane Change (função auxiliar para acionamento das setas indicando trocas de faixa); barras de proteção nas portas; retrovisores externos com luz indicadora de direção e válvula antirrefluxo de combustível.

A unidade avaliada estava equipada com os dois pacotes opcionais disponíveis. O Pack Style (rodas de liga leve 5.5 x 14′ e pneus com baixa resistência a rolagem 175/65 R14 e faróis de neblina) no valor de R$ 2,3 mil e o Pack One (volante com regulagem em altura; cintos dianteiros com regulagem de altura; comando interno de abertura do porta-malas e do tanque de combustível; retrovisores externos elétricos com Tilt Down e sensor de estacionamento traseiro) custando R$ 1,5 mil. Considerando o valor da cor branca, o preço final desta configuração é a prova de que o carro “popular” morreu de vez: R$ 64,54 mil.

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Motor e Câmbio – Todas as versões do Mobi são equipadas com o mesmo conjunto mecânico. O motor é o 1.0 Fire Evo bicombustível. Ele tem 4 cilindros em linha e 2 válvulas por cilindro em um comando simples tracionado por correia dentada.

A injeção é indireta multiponto e sua taxa de compressão é 12.15/1. Ele desenvolve torque máximo de 9,9/9,5 kgmf às 3.850 rpm e a potência atinge 75/73 cv às 6.250 rpm com etanol e gasolina, respectivamente. O câmbio é manual de cinco (5) velocidades e, a embreagem, é do tipo monodisco a seco.

Entre os sub-compactos de 4 ou 5 lugares que já foram  montados no Brasil, o Mobi é o segundo menor, sendo poucos milímetros maior que o finado Chery QQ. Suas medidas externas são: 3,56 metros de comprimento, 1,66 metro de largura, 1,55 metro de altura e 2,30 metros de distância entre-eixos.

O porta-malas tem 215 litros de volume e, o tanque de combustíveis, 47 litros. Seu peso em ordem de marcha é de 933 kg e sua capacidade de carga total é de 400 kg.

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Interior – Como todo carro de entrada, o interior do Mobi é feito em plástico rígido. Os encaixes são bons e as peças são bem injetadas, sem rebarbas. Alguns poucos parafusos estão aparentes, mas nenhuma parte metálica, pois todo o interior é revestido por peças plásticas ou por compostos de fibra e tecido, como o teto.

Algumas texturas nessas partes plásticas e pequenos detalhes cromados, em preto brilhante e, até em bronze, melhoram a simplicidade do acabamento interno.

Os bancos receberam um revestimento exclusivo na versão Trekking. Ele tem variações de cinzas, textura emaranhada ao centro do encosto e assento e arremate em linha na cor laranja. Mesmo sendo interiço, o apoio do encosto é bom, porém, a densidade da espuma é baixa nas duas partes, o que cansa em viagens mais longas.

O espaço interno não é generoso. Dois adultos se acomodam bem nos bancos dianteiros, sem sobra. Espaço para cabeça e ombros é bom, mas as pernas são limitadas pelo painel principal que fica um pouco baixo. No banco traseiro, praticamente só cabem duas pessoas mais baixas, mesmo assim, apertadas.

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Ao centro, só uma criança. Contudo, o Mobi atende bem a um casal sem filhos que, eventualmente, irá circular com mais um ou, no máximo, dois passageiros, e por um curto percurso. Além de pequeno, o espaço no porta-malas está disposto na vertical e é profundo, dificultando a acomodação da bagagem.

Mas, o tamanho restrito traz alguma vantagem. Todos os comandos estão ao alcance das mãos e não exigem grande amplitude nos movimentos dos braços para serem alcançados. Até os botões dos vidros elétricos estão bem posicionados. Corrobora com este acerto ergonômico a existência de botões físicos em todos os equipamentos de bordo, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

A eficiência do ar-condicionado impressiona por se tratar de um carro com motor 1.0. Ele resfria muito rapidamente e entrega ótimo volume de ar para uma cabine tão pequena. Seu ruído de funcionamento está na média da concorrência. Por ter comandos analógicos, permite operação “cega”, a mais correta.

Sistema multimídia de 7 polegadas está entre os melhores do mercado

O sistema multimídia, entre os novos do grupo Stellantis, é o menor em tamanho, mas é bem completo. Dotado de quatro botões, dois de pressão e função única, e dois giratórios com mais de uma função, ele tem uma usabilidade melhor que alguns modelos sem botões, mesmo os maiores.

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Com boas características técnicas, como definição de tela, sensibilidade ao toque e velocidade de processamento, ele é, provavelmente, o melhor entre os aparelhos de sete polegadas. Oferecer espelhamento sem fio é um diferencial entre os seus pares.

Só faltou uma tecla “home” fora da tela para permitir a comutação entre o sistema nativo e o espelhado, pois, uma das funções embarcadas é o computador de bordo.

Por já estarem na tela do multimídia, as informações do computador de bordo deixaram a tela LCD do pinel de instrumentos. Não é o ideal, pois elas aparecem em uma janela dedicada e só podem ser visualizadas alternadamente com outras funções.

Além disso, essas informações não ficam ativas na “memória” do multimídia e precisam ser lidas toda vez que o computador de bordo é acionado, algo que causa certo atraso na visualização das informações.

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Observações à parte, todos os outros recursos funcionam com muita eficiência. A falta de potência do som para reproduzir músicas provenientes de aplicativos de streaming não acomete apenas estes aparelhos de carros de entrada. Temos observado essa característica em modelos bem mais caros.

A direção hidráulica é um sistema ultrapassado, mas, neste modelo pequeno, resolve. Ela tem peso aceitável para as manobras de estacionamento, momento em que a assistência é mais importante. Em médias e altas velocidades ela entrega a firmeza necessária para garantir segurança. O tamanho encurtado do Mobi facilita a circulação entre pilastras de garagem ou entre carros no trânsito urbano.

A visibilidade é boa para frente e para os lados. A cruzada e a traseira são limitadas, pois a coluna “C” se une ao aplique da janela traseira e à caixa da lanterna criando um grande ponto cego e deixando, apenas, uma pequena parte translúcida no grande vidro traseiro que faz a vez da porta do porta-malas. O sensor traseiro de aproximação ajuda minimizar essa limitação.

Rodando – Atualmente, o Mobi só usa este motor 1.0 da linha Fire, a mais antiga e confiável da Fiat. A descontinuada versão Drive trazia o tricilíndrico Firefly, mais eficiente, porém, mais caro para adquirir e manter.

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O Fire 1.0 se sai muito bem no Mobi, cumprindo as necessidades urbanas com desenvoltura. Para isso, suas relações de marcha são curtas, garantido arrancadas e retomadas vigorosas no trânsito. Em rodovias, este acerto cobra seu preço.

Circulando aos 90 km/h e aos 110 km/h, e de quinta marcha, o motor trabalha próximo às 3.000 rpm e às 3.500 rpm, respectivamente. Na primeira condição, os ruídos do diferencial e do arrasto aerodinâmico se sobressaem ao barulho do motor e dos pneus.

Mesmo nessa velocidade menor, é preciso manter algum curso no acelerador, pois, ao tirar o pé, o carro já entra em freio motor. Circulando na mais rápida, essa necessidade é, evidentemente, maior, mas o deslocamento do carro se mostra mais estável, a velocidade tende a oscilar menos.

Entretanto, como esperado, o ruído do motor vira protagonista, o do diferencial quase desaparece e o do vento contra a carroceria, bem como o do atrito dos pneus, ficam em segundo plano, bem contidos.

O que impressiona no Mobi é o acerto das suspensões. Mesmo com essa pequena distância entre-eixos, o modelo não fica arisco, pulando na mínima ondulação do asfalto. Além disso, elas absorvem bem as irregularidades do piso e garantem um ótimo conforto de marcha para um carro subcompacto.

Com as suspensões elevadas, a carroceria aderna um pouco mais, mas sem perder a estabilidade em uma condução responsável. Por outro lado, a versão passa sobre lombadas e entra e sai de rampas sem raspar os para-choques ou fundo do carro. Até em estradas de terra ele anda bem, copiando o terreno e mantendo a tração acima da média para um sistema 4×2.

Consumo – O Mobi Trekking se saiu como esperávamos em nossos testes padronizados de consumo. Ele foi econômico para um carro com motor 1.0 de quatro cilindros, mas menos do que seria com o motor Firefly de três cilindros.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e, a outra, os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta, atingimos 14,2 km/l. Na mais rápida, 12,5 km/l, sempre com etanol no tanque.

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Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso. A versão finalizou este exigente teste com 8,5 km/l de etanol.

Ótima suspensão, bom acabamento e alta confiabilidade são qualidades que acompanham todos os produtos da Fiat, inclusive este de entrada. Sua linha reduzida em três versões está bem dimensionada.

A Easy tem o básico, ideal para frotas. A Like é completa e tem as suspensões elevadas, a mais equilibrada no nosso entender. E a Trekking, atende a quem quer um carro completo e que tenha como diferencial o estilo aventureiro, o mais desejado atualmente.

DSCN0438Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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BMW confirma os elétricos i4 e iX no Brasil

Da Redação

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O BMW Group informou que os modelos BMW i4 e iX terão o lançamento europeu adiantado para novembro. A chegada ao Brasil está confirmada e acontecerá em breve.

“A revolução elétrica está em nosso DNA e agora inicia mais uma fase no Brasil, acelerando o ainda mais o Prazer de Dirigir elétrico no País”, afirmou Roberto Carvalho, diretor comercial da BMW no Brasil.

“Os novos BMW iX e i4 chegam com foco nos desejos do cliente brasileiro que amam tecnologia, design e esportividade, agora também elétrico. Este é o primeiro passo em uma nova revolução elétrica”, reforçou o executivo.

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BMW i4 – Pioneiro, o BMW i4 M50 é o primeiro modelo totalmente elétrico feito pela BMW M, um Gran Coupé. Desde o projeto inicial, este modelo foi concebido para elevar o nível do prazer de dirigir um veículo elétrico, informou a BMW.

Esportivo, o BMW i4 M50 esbanja muita força: são 544 cv de potência e 795 Nm de torque, tudo despejado nas quatro rodas graças aos motores frontal e traseiro. A transmissão de torque fica, em sua maior parte, concentrada na traseira, uma maneira de reforçar a tradição da BMW.

A aceleração extrema provida pelos motores elétricos permite ir de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos. A autonomia chega a 510 km (ciclo WLTP, ciclo harmonizado internacional para medição de autonomia), com consumo entre 19 e 24 kWh/100 km.

Durante a apresentação mundial, também foi revelado o BMW i4 eDrive40, que tem 340 cv de potência e 420 Nm de torque instantâneo, números que garantem aceleração de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos, com tração é traseira.

O alcance máximo é de 590 km (ciclo WLTP, ciclo harmonizado internacional para medição de autonomia). Por sua vez, o consumo de energia é baixo: são entre 16 e 20 kWh/100 km, uma prova de que é possível unir desempenho e economia.

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O perfil esportivo é garantido pelas proporções típicas de um coupé. O capô é longo, a altura é reduzida e o porta-malas é curto, mas nem por isso menos espaçoso: são 470 litros de volume. O espaço interno para cinco pessoas é beneficiado pelas medidas amplas, auxiliadas pelo entre-eixos de 2,85 metros.

As baterias ficam entre os eixos do BMW i4, uma solução que assegura o menor centro de gravidade possível, nada menos do que 3,7 centímetros mais baixo do que o BMW Série 3.

A quinta geração do conjunto de potência eDrive permitiu uma série de evoluções. A recarga é a mais rápida possível graças à possibilidade de se carregar as baterias em estações ultra rápidas de recarga com capacidade de admissão de energia de até 200 kW, o máximo disponível. Nesse modo, é possível recarregar as baterias de 10% a 80% em apenas 31 minutos.

Falando nelas, os materiais e design das baterias permitem reciclagem de até 90%. Tudo foi pensado para ser o mais ecológico possível, de acordo com a BMW.

Como exemplo, as baterias têm 10% a menos de cobalto. Até os materiais necessários para a fabricação delas são adquiridos de maneira transparente e monitorada pela empresa, caso do lítio comprado na Austrália.

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BMW iX – O BMW iX é, de acordo com a nomenclatura da marca, o SAV (Sport Activity Vehicle) elétrico que une a funcionalidade do BMW X5, o dinamismo do BMW X6 e a aparência do BMW X7.

A construção foi feita para ser ultra leve e resistente. Aços de ultra alta resistência se somam ao alumínio e aos polímeros reforçados com fibra de carbono, uma tecnologia advinda do BMW Série 7.

O BMW iX dispõe de duas versões de tração integral. O BMW iX xDrive 50 gera 523 cv e 765 Nm, índices expressivos que se traduzem em aceleração de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos, com consumo entre 19,8 e 23 kWh/100 km. O alcance da versão é de 630 km (ciclo WLTP, ciclo harmonizado internacional para medição de autonomia).

Já O BMW iX xDrive 40 tem potência equivalente a 326 cv e torque máximo de 630 Nm, o que basta para ir de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos. O consumo de energia fica entre 19,4 e 22,5 kWh/100 km. A autonomia máxima chega a 425 km (ciclo WLTP, ciclo harmonizado internacional para medição de autonomia).

Ainda há uma opção ainda mais forte a caminho, o BMW iX M60, cuja potência ultrapassa 600 cv.

Com espaço amplo para cinco pessoas, o interior é dominado pelo painel curvo que integra o quadro de instrumentos de 12,3 polegadas e a central de 14,9 polegadas.

BMW-ix-5Fotos: BMW Group / Divulgação

O sistema operacional iDrive 8 faz sua estreia no iX e do i4. Personalizáveis de acordo com o seu gosto, as telas do ID8 têm alta resolução e dispõem a quantidade certa de informações, exibidas de maneira atraente e intuitiva.

Em nome da facilidade de uso, o número de botões do painel foi reduzido à metade, mas sem abdicar dos práticos comandos manuais. O objetivo é oferecer uma operação mais descomplicada possível.

O SAV é, de acordo com a fabricante, o primeiro veículo premium equipado mundialmente com 5G, algo que se soma a outros recursos de ponta. A navegação usa realidade aumentada para reforçar graficamente as imagens exibidas pelas câmeras do modelo, exemplos de uma saída que você precisa pegar ou uma conversão de esquina.

Até mesmo o interior pode ser monitorado. Uma câmera interna permite capturar momentos com a família e amigos, como também serve como uma segurança extra ao monitorar qualquer tentativa de invasão ou roubo do veículo.

Outra tecnologia inédita é a possibilidade de gravar os últimos 200 metros exigidos para uma manobra. Com a ajuda de sensores e câmeras por todos os lados, o BMW iX consegue repetir o percurso e estacionar quase que sozinho.

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Jaguar lança nova geração do E-Pace no Brasil

Da Redação

Jaguar E-PACE - Gelo - Alta

Com visual atualizado, interior aprimorado, sistema de infoentretenimento Pivi Pro de última geração, a Jaguar apresentou o novo SUV E-Pace. O modelo completa a família Pace no Brasil, ao lado do elétrico I-Pace e do SUV esportivo F-Pace.

Apelidado de Baby Jag, o veículo se inspira na motorização do Jaguar F-Type e oferece uma combinação do powertrain Ingenium de 249 cv Flex a uma transmissão automática de nove (9) velocidades, com opção de troca de marchas pelo paddle shift (borboletas) de série.

Seu design ganhou uma postura mais robusta e uma aparência mais luxuosa. Na frente do veículo, as alterações começam pela nova abertura inferior e um novo design de malha para a grade, com detalhes no formato de diamante, influenciados pelo logotipo da Jaguar Heritage.

Jaguar E-PACE - Frontal estrada - Alta

Novos faróis com assinatura Double J em LED (opcional), garantem um visual mais fluido e agressivo ao veículo.

Na traseira, o veículo também recebeu importantes aprimoramentos, com novo para-choque e novas saídas de ar, aumentando o tom de esportividade do modelo. Novas lanternas traseiras em LED inspiradas no I-Pace apresentam o gráfico de chicane da Jaguar.

Rodas esportivas de 18 polegadas, pretas com acabamento diamantado, completam o visual exterior. O cliente também conta com uma ampla gama de rodas opcionais para customização, em diversos tamanhos e design.

Jaguar E-PACE - Gelo traseira - Alta

O interior do E-Pace apresenta uma nova proposta mais luxuosa, com conectividade aprimorada e itens que garantem mais refinamento à cabine.

No coração do novo interior está a tela curva sensível ao toque HD de 11,4 polegadas integrada no centro do painel, que controla o novo sistema de infoentretenimento Pivi Pro. Quimicamente reforçada, a tela possui dois revestimentos: um anti-brilho e outro que minimiza as impressões digitais.

O interior do veículo foi desenhado com foco no motorista, proporcionando acesso mais fácil ao seletor de marchas e ao dispositivo de carregamento sem fio para smartphone (opcional).

E-PACE - Cockpit

Todos os pontos de contato do motorista no cockpit do SUV são trabalhados com materiais de toque macio, enquanto a área de contato do lado do joelho foi esculpida para proporcionar mais ergonomia e conforto.

A manopla de câmbio possui um novo design, com acabamentos feitos com costura “bola de críquete” e metal, projetado para um manuseio mais confortável e preciso. O foco na alta qualidade dos materiais estende-se por toda a cabine, com detalhes metálicos nos alto-falantes e nas saídas de ar-condicionado.

O veículo também ganhou um novo volante mais moderno e intuitivo, com design inspirado no elétrico I-Pace. Teto solar panorâmico e bancos dianteiros elétricos com 12 ajustes completam o interior do novo Jaguar E-Pace.

E-PACE - Interior 13

O modelo chega em sua nova geração equipado com motor Flex Ingenium de 249 cv, combinado a uma transmissão automática de nove (9) velocidades. O SUV alcança de 0 a 100 km em 7,5 segundos, com velocidade máxima de 229 km/h.

O novo E-Pace também está equipado com o sistema inteligente de tração integral da Jaguar, que entrega uma direção mais dinâmica ao veículo. O novo sistema AWD utiliza a tecnologia Standard Driveline de segunda geração, que distribui automaticamente o torque entre as rodas dianteira e traseira para garantir que a tração seja sempre maximizada.

O modelo conta, ainda, com o conceito de suspensão traseira Integral Link da Jaguar. A arquitetura separa forças laterais e longitudinais, fornecendo a combinação ideal de direção responsiva com absorção e refinamento.

E-PACE - Carregador

O E-Pace chega ao Brasil equipado com a mais avançada arquitetura eletrônica de veículos da Jaguar, a EVA 2.0, que dá suporte a uma série de tecnologias para garantir que o veículo esteja sempre conectado e atualizado.

O sistema de infoentretenimento Pivi Pro agora é acessado através de uma nova tela HD, mais sensível ao toque de 11,4 polegadas.

O sistema Pivi Pro, de série, possui sua própria fonte de energia dedicada. Portanto, a navegação fica pronta assim que o motorista estiver ao volante, enquanto os aplicativos incorporados disponíveis fornecem funcionalidade completa mesmo sem o seu smartphone.

E-PACE - Lateral interna - Alta

Outros recursos conectados incluem a integração do calendário do Google e do Microsoft Outlook, o que permite ao motorista visualizar diários de trabalho e até mesmo participar de chamadas importantes através do sistema hands-free.

A conectividade Pivi Pro do veículo é fornecida pela mais recente tecnologia dual-sim com dois  modems LTE,  que tornam possível que o sistema realize múltiplas funções ao mesmo tempo, como streaming de mídia e download de atualizações SOTA, sem comprometer o desempenho.

A conectividade avançada SOTA (software over the air) proporciona que os clientes baixem e instalem atualizações de software sem ter de visitar uma revenda Jaguar. Os updates são baixados em segundo plano, com os clientes notificados por um alerta detalhando as principais alterações. Para atualizações que exigem que o veículo seja desligado, os clientes podem agendar uma hora conveniente para instalação.

Jaguar E-PACE - Traseira

O novo E-Pace também apresenta pela primeira vez a tecnologia ClearSight Interior Retro View Mirror da Jaguar (opcional). Usando uma câmera traseira grande angular, o sistema alimenta imagens em uma tela de alta definição dentro do espelho retrovisor oferecendo uma visão desobstruída ao motorista.

O novo Jaguar E-Pace está disponível para compra em todas as concessionárias da Jaguar no País, com preços a partir de R$ 376,95 mil.

Jaguar E-PACE - Frente estrada 2 - AltaFotos: Richard Parsons / Jaguar / Divulgação

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Fiat Toro Volcano turbo flex ganha dois novos pacotes opcionais

Da Redação

Em abril, as concessionárias Fiat receberam a linha 2022 da picape Toro.

Além de estrear o novo motor Turbo 270 Flex e agregar itens como faróis Full LED, cluster digital de 7 polegadas, ar-condicionado digital dualzone, wireless charger e uma cabine completamente reformulada, a picape ampliou seu sucesso no mercado nacional e lidera o seu segmento com 34,1% de market share, o que corresponde a 47.815 unidades emplacadas desde o início do ano até agosto.

Agora, a fabricante anunciou que passa a oferecer as séries Chrome Edition e Black Edition exclusivamente para a versão Volcano Turbo 270 Flex.

“Com o design arrebatador inspirado nas versões Ultra e Ranch, trouxemos para o consumidor novas possibilidades para o visual já sofisticado da Volcano”, afirmou Herlander Zola, diretor do Brand Fiat América do Sul e Operações Comerciais Brasil.

A série Chrome Edition acrescenta à Fiat Toro grade frontal cromada e overbumper.

Com a Black Edition, a picape exibe grade frontal e overbumper escurecidos, rodas de 18 polegadas de liga leve pintadas de preto, logotipo FIAT (dianteiro e traseiro) e emblemas (Toro, Volcano, Turbo 270) escurecidos, maçaneta da porta na cor da carroceria, além de rack de teto, molduras dos vidros e molduras de portas na cor preta.

Para tornar o design mais diferente e deixar a Toro mais tecnologicamente avançada, o consumidor pode combinar uma das séries Black Edition e Chrome Edition ao pacote Tecnologia, que conta com a nova central multimídia de 10,1 polegadas posicionada na vertical, Apple CarPlay e Android Auto sem fio, comandos de voz bluetooth, MP3, Rádio AM/FM, entrada auxiliar e porta USB, além de recursos avançados de auxílio à condução, como frenagem autônoma de emergência (AEB), aviso de saída de pista (LDW) e comutação automática do farol alto (AHB).

Versão topo de gama com motorização turbo flex, a Fiat Toro Volcano conta com o motor turbo flex que gera 185 cv de potência máxima a 5.750 rpm e torque máximo de 270 Nm a 1.750 rpm abastecido com etanol.

Ela dispõe de faróis Full LED, faróis de neblina, DRL e lanterna em LED, além do cluster digital de 7 polegadas. Controles eletrônicos de estabilidade e tração, Hill Holder, TC+ (Electronic Locker) e sete airbags garantem segurança na condução do veículo.

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Comodidade e conforto também podem ser encontrados em equipamentos como espelho elétrico com Tilt Down, ar-condicionado digital dualzone, piloto automático, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, bancos e volante em couro, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, Keyless Enter-N’Go, assentos com ajuste elétrico e wireless charger.

A versão Volcano Turbo 270 Flex tem preço público sugerido de R$ 153,99 mil. A série Chrome Edition e a Black Edition são comercializadas por R$ 2,99 mil cada uma e o pacote Tecnologia sai por R$ 5,50 mil.

NovaToroChromeEdition2Fotos: Stellantis / Fiat / Divulgação

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