Argo Trekking ganha motor 1.8 e câmbio automático

Da Redação

imagem(2)Segundo a Fiat, o Argo Trekking 1.3 com câmbio manual preencheu uma lacuna que faltava na linha do hatch compacto, trazendo mais espírito aventureiro. A fabricante informou que a versão já garante cerca de 30% do mix de vendas do modelo.

Desta forma, a FCA (Fiat Chrysler Automóveis) acaba de lançar um novo membro, agora com mais potência e a comodidade da transmissão automática. O Fiat Argo Trekking 1.8 com câmbio automático de 6 marchas completa a linha aventureira, se colocando no topo da gama Argo, ao lado da versão esportiva HGT.

Lançado em 2017, o Fiat Argo passa a contar com oito diferentes versões: Argo 1.0, Argo Drive 1.0, Argo Drive 1.3, Argo Trekking 1.3, Argo Trekking 1.8 AT, Argo Drive 1.3 GSR, Argo Precision 1.8 AT e Argo HGT 1.8 AT.

imagem(3)A nova versão é oferecida com motor E.torQ 1.8 Evo de 139 cv de potência e torque de 19 Kgfm, transmissão automática de 6 marchas e rodas de liga leve de 15 polegadas de série.

Como opcionais, estão disponíveis a câmera de ré (R$ 990,00) e novos kits: Tech, com quadro de instrumentos de 7 polegadas em TFT, ar-condicionado digital, retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, chave presencial (keyless entry’n’go), sensor de chuva e crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico (R$ 3,53 mil), e Stile, com apoia braço no banco do motorista, volante revestido em couro, piloto automático, câmbio tipo borboleta com trocas de marchas atrás do volante, bancos revestidos em material sintético que imita o couro e banco traseiro bi partido (R$ 2,90 mil).

Assim como o Argo Trekking 1.3, a nova versão traz rsuspensão elevada e vão livre de 210 mm. Ele traz, aind,a os pneus 205/60R15 91H S-ATR WL, com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking.

imagem(4)O modelo também conta com teto bicolor, barras no teto, que é preto assim como os retrovisores e o aerofólio.

A versão apresenta um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento em cromo escurecido na traseira e ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva.

No interior, traz tecido escuro dos bancos com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado.  Além disso, conta com logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e das saídas de ar cromadas.

imagem(6)Também são de série a central multimídia Uconnect de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, os vidros dianteiros e traseiros elétricos, os retrovisores elétricos e os faróis de neblina.

Disponível nas cores branco Banchisa, branco Alaska, vermelho Montecarlo e cinza Silverstone, o novo Argo Trekking 1.8 automático tem o preço sugerido de R$ 68,99 mil.

É uma pena que, no quesito segurança, o modelo não seja equipado com os controles eletrônicos de estabilidade e tração. Mas a Fiat oferece aquilo que o mercado pede.

imagem(5)E, ao menos por enquanto, a segurança não está na pauta principal do motorista brasileiro. Ele ainda prefere “perfumarias”, como sistema multimídia, do que, por exemplo, 4 ou mais airbags.

imagem(7)Fotos: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

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Argo Precision: para quem aprecia conforto

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 29/11/2019)

Hatch da Fiat, com excelente rendimento, é equipado com motor 1.8 e câmbio automático

DSCN7261Hoje, o hatch compacto Argo é o principal carro da Fiat, pois além de substituir o Palio e o Novo Palio, modelos que saíram de linha, ele ainda preenche a lacuna deixada por Punto e Bravo. Contudo, ele é oferecido em várias versões e preços, em combinações entre três motores e três câmbios diferentes.

DC Auto recebeu o Argo Precision 1.8 automático para avaliação. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 63,99 mil, valor exclusivo na opção de cor preto sólido. As demais cores sólidas custam R$ 800,00, as metálicas têm o valor de R$ 2,00 mil e, a perolizada branca, R$ 2,30 mil.

Apesar de ser a sexta versão mais cara, entre as sete disponíveis, seus itens de série não são tão generosos, ficando para os pacotes opcionais os equipamentos mais desejados atualmente.

De série, os principais equipamentos da versão são: ar-condicionado, direção elétrica progressiva, sistema de som com bluetooth, volante com regulagem em altura e comandos do rádio e telefone, airbag duplo, ABS com EBD, ESC (Controle de Estabilidade), TC (Controle de Tração), Hill Holder (controle eletrônico que auxilia nas arrancadas em subidas), quadro de instrumentos com tela de 3,5 polegadas multifuncional em TFT, assinatura em LED nos faróis, rodas de 15 polegadas em aço com calotas, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros e traseiros com one touch e antiesmagamento, entre outros.

DSCN7227A unidade avaliada foi equipada com quatro dos cinco pacotes opcionais disponíveis para a versão. O Kit Uconnect 7 polegadas, que agrega a central multimídia touch screen com Android Auto e Apple CarPlay e porta USB adicional na traseira, é vendido por  R$ 2,10 mil.

O Kit Function vem com câmera de marcha à ré, rodas de liga leve, retrovisores externos elétricos com função Tilt Down e setas integradas, sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico e faróis de neblina, tudo por R$ 3,30 mil.

O Kit Style conta com apoia braço para motorista, bancos e volante revestidos em material sintético que imita o couro, controlador de velocidade, “borboletas” atrás do volante para as trocas de marchas, acabamento interno com detalhes cromados e banco traseiro bi partido que saem por R$ 2,90 mil.

Fechando a lista de opcionais, o Pack Tech adiciona ar-condicionado digital, retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de cortesia, chave presencial, sensor de chuva, sensor crepuscular e  retrovisor interno eletrocrômico, com acréscimo de R$ 3,05 mil. Somando tudo, inclusive a cor metálica, o Argo avaliado tem o alto preço de R$ 77,34 mil.

DSCN7310Motor e Câmbio – O motor da versão é o E.TorQ 1.8 16V  Flex de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples tracionado por corrente com variação de abertura apenas na admissão.

A injeção é indireta, multiponto, e a taxa de compressão é 12.5/1. O torque máximo é 19,3/18,8 kgmf às 3.750 rpm e a potência atinge 139/135cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com conversor de torque e 6 marchas. Ele oferece seleção entre automático e manual com possibilidade de comutação pela alavanca de câmbio ou pelas aletas posicionadas atrás do volante.

O porta-malas do Argo comporta 300 litros e, o tanque de combustíveis, 48 litros. Suas dimensões são: 3,99 metros de comprimento, 2,52 metros de distância entre-eixos, 1,72 metro de largura (sem considerar os retrovisores), 1,51 metro de altura total e 15,5 centímetros de vão livre.

DSCN7293Confortável, o Argo acomoda bem quatro adultos com bom espaço para as cabeças, ombros e pernas de todos. Como na maioria dos carros compactos, um ocupante no centro do banco traseiro fica mal acomodado, mas a distância entre-eixos é boa e o espaço para as pernas na parte de trás é um dos melhores entre os hatches compactos.

A ergonomia é bem projetada, com todos os comandos à mão. A central multimídia é “flutuante”, destacada acima do painel e tem fácil visualização. As maçanetas internas e os comandos dos vidros e retrovisores elétricos são bem localizados. Os puxadores das portas dianteiras são grandes, facilitando o seu fechamento, apesar de atrapalharem um pouco a abertura das mesmas.

Destaque – O acabamento interno é um dos seus destaques. Detalhes cromados e prateados em diversas partes internas e o revestimento sintético que imita o couro, aplicado ao volante, à coifa da alavanca de marchas e aos bancos, conferem requinte ao interior.

As peças plásticas não são emborrachadas, mas são muito bem encaixadas e não apresentam rebarbas. Apenas nas portas dianteiras existem materiais macios ao toque. Nas portas traseiras é tudo rígido mesmo. Os revestimentos das colunas e do teto são claros, menos esportivos que os escuros, mas ampliam a percepção do espaço interno.

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DSCN7311A tela digital no centro do cluster tem apenas 3,5 polegadas e não é colorida, como a opcional de 7 polegadas que não está disponível para essa versão. Mas ele tem as mesmas funções e oferece uma boa leitura das informações, pois seus números ainda são bem dimensionados.

A central multimídia e o ar-condicionado possuem botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, além dos comandos por toque na tela. Controles físicos são mais eficientes, pois não precisamos desviar o olhar das vias para operá-los.

A central multimídia (tela de 7 polegadas) funciona com precisão, tanto usando o bluetooth, como os aplicativos de espelhamento para celulares, quanto via cabo USB. Por sinal, com os dispositivos espelhados, o uso da tela se torna mais fácil, pois os gráficos originais da mesma apresentam ícones pequenos e difíceis de serem identificados rapidamente quando estamos dirigindo.

A sensibilidade ao toque, a definição da imagem e o tamanho da tela são muito bons, mas o sistema operacional da central multimídia poderia ter maior velocidade de processamento.

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DSCN7295O sistema de refrigeração também apresenta uma configuração de fácil leitura e operação e, mesmo sendo um ar-condicionado de zona única, é muito eficiente no resfriamento da cabine.

Acerto das suspensões da versão se destaca

Assim como observamos no Cronos HGT, avaliado há três semanas, a direção elétrica é muito leve em baixas velocidades, ótima para manobras de estacionamento, mas poderia ser mais progressiva.

Ela deixa de ser leve muito rapidamente e estabiliza em um peso que garante controle ao condutor em altas velocidades, porém, o ideal seria que este ganho de peso fosse mais gradual, com pesos intermediários, adequados às velocidades médias.

Além da leveza da direção, os sensores de estacionamento traseiros, aliados à câmera com guias gráficas esterçáveis, facilitam bastante as manobras em garagens e ao se deslocar em marcha à ré, pois, o vidro traseiro é estreito, diminuindo a visibilidade para trás, e as colunas “c” são largas, atrapalhando a visão cruzada.

DSCN7217Mesmo não sendo dos mais modernos, o conjunto motor e câmbio é bem dimensionado para o Argo. Andando moderadamente, o motor é silencioso e as trocas de marchas ocorrem suavemente, sem trancos. A programação do câmbio visa à economia de combustível, comutando as marchas em baixas rotações, mas essa não é a essência deste motor.

O E.TorQ 1.8 16V é o famoso motor “girador”. Acorda após às 4.000 rpm e muda de personalidade.  Na posição manual do câmbio, e trocando as marchas pelas aletas, é muito divertido andar mais forte com o Argo.

Suspensões – Como no Cronos, o grande destaque do Argo são as suspensões. O acerto do conjunto privilegia o conforto, mas entrega estabilidade e não deixa a carroceria inclinar muito em curvas, como acontecia com o Palio.

O que mais impressiona é a capacidade de absorção do conjunto. Ele filtra a maior parte dos impactos causados por imperfeições e buracos das vias, transferindo pouca vibração para a cabine.

DSCN7247Independente da situação, as suspensões trabalham de forma silenciosa, passando a impressão de robustez. O Argo Precision é equipado com rodas menores e pneus mais altos que os do Cronos HGT, características que permitem calibração mais baixa dos pneus e, consequentemente, um maior conforto ao rodar.

Consumo – Em um circuito rodoviário de 38,4 km realizamos duas voltas, uma aos 90 km/h e outra aos 110 km/h. Considerando que o Argo Precision e o Cronos HGT têm os mesmos motor e câmbio, sabíamos que os resultados seriam próximos, pois o Cronos é apenas 7 kg mais pesado que o Argo.

O Argo se mostrou um pouco mais econômico. Aos 90 km/h, ele registrou 12,2 km/l contra 11,9 km/l do Cronos. Já aos 110 km/h, o hatch chegou aos 11 km/l e, o sedan, não passou dos 10,5 km/l, abastecidos apenas com etanol.

Circulando em cidades, também com etanol, o Argo registrou médias entre 5,5 km/l e 7,5 km/l, dependendo da intensidade do tráfego. A Fiat deixou de oferecer o sistema stop/start para o Argo e o Cronos alegando pouca aceitação do consumidor. Este recurso melhoraria as médias urbanas.

O Argo Precision é uma versão para quem aprecia o bom desempenho, mas não abre mão do conforto. Para quem busca maior economia de combustível, o Argo Drive GSR ou o Drive manual são os mais indicados. Já o Argo HGT entrega o mesmo desempenho e maior estabilidade, mas é menos confortável que o Argo Precision.

DSCN7250Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Piloto mineiro Maurício Pena Rocha é Vice-Campeão brasileiro de Rally Baja

José Oswaldo Costa*

Nelson Pereira 1Foto: Nelson Pereira

As coisas não saíram como o piloto Maurício Rocha, o Ratinho, esperava na etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja disputada em Lençóis Paulista (SP).

O Rally Rota Sudeste ocorreu nos últimos dias 10 e 11 de novembro e contou pontos para as 13ª e 14ª etapas da competição nacional. Com dois dias de disputas e 308,46 quilômetros percorridos, a prova foi marcada por chuva e muita lama. A categoria para UTVs contou com 40 inscritos.

A surpresa, negativa, para Ratinho começou logo no sábado, primeiro dia de prova. E quem lhe deixou na mão foi o seu equipamento. O retificador de bateria do seu UTV apresentou problemas e parou de carregar a bateria. Com isso, seu veículo simplesmente desligou com apenas 6 km de prova.

Com o abandono de Ratinho, Bruno Varela se sagrou Campeão do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2019 com uma etapa de antecipação. Mesmo com esse fim de semana negativo, Maurício já é o Vice-Campeão Brasileiro de Rally Baja, no geral.

Nelson PereiraFoto: Nelson Pereira

Na última etapa (15ª), que será disputada nesse próximo fim de semana em MG, Ratinho precisa de apenas um 7º lugar para também se tornar Vice-Campeão Brasileiro na categoria que disputa, a Pró-Elite.

A conquista do piloto mineiro deve ser muito comemorada. Afinal, Bruno Varela faz parte da chamada “Família da Poeira”, cujo patriarca, Reinaldo Varela, é campeão mundial e do Rally Dakar. Além de Bruno, seu irmão Rodrigo também disputa a competição nacional, na qual ocupa a 3ª colocação e não pode mais alcançar Ratinho.

Ambos contam com uma enorme equipe de apoio, no mesmo nível da que o pai utiliza nas competições mundiais das quais participa. Com uma equipe infinitamente menor, e com menos recursos, o resultado de Ratinho foi obtido “no braço”, no puro talento!

PhotoactionFoto: Photoaction

Categoria UTVs – Rally Rota Sudeste:

1 – #102 – Bruno Varela – 3h25m23s7 – Can-Am Maverick X3
2 – #147 – Guilherme Di Mase / Tomas Di Mase – 3h32m38s5 – Can-Am Maverick X3
3 – #130 – Marcelo Carqueijo – 3h34m09s6 – Can-Am Maverick X3
4 – #101 – Rodrigo Varela – 3h34m27s2 – Can-Am Maverick X3
5 – #123 – Wilker Campos – 3h35m08s1- Can-Am Maverick X3

 *com informações da Mundo Press

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Fiat Argo e Cronos ganham versão S-Design

Da Redação

Fiat_Argo_S-Design_015A Fiat estreou o conceito italiano S-Design na América Latina com a Fiat Toro 2020. Agora, chegou a vez do Argo e Cronos se tornarem membros da família S-Design.

Apresentado mundialmente no Salão do Automóvel de Genebra (Suíça) de 2017, o conceito reúne estilo e conteúdo para quem busca um visual atual e diferenciado. O S de S- Design vem de shadow: sombra em inglês.

A família estreou na Europa no Fiat Tipo 5 portas e no 500X, mas atualmente já pode ser vista também em outros modelos, como o Fiat 124 Spider, o 500L e o Tipo StationWagon.

Fiat_Argo_S-Design_018Vale dizer que tanto o Cronos quanto o Argo podem ser customizados com qualquer cor de pintura externa (vermelho Montecarlo, cinza Silverstone, preto Vulcano, preto Vesúvio, branco Banchisa, branco Alaska e prata Bari nos dois modelos e ainda vermelho Marsala no Cronos).

Além do design, outro diferencial da série é a oferta de itens de conforto e tecnologia que normalmente são encontrados apenas nas versões topo de gama no mercado.

O valor do pacote de equipamentos da série S-Design é de R$ 3,89 mil no Argo Drive 1.0, R$ 5,35 mil no Argo Drive 1.3 (em ambos com a Central multimídia Uconnect 7 polegadas exclusiva do pacote) e de R$ 3,50 mil no Cronos Drive 1.3. Todos os modelos são equipados com câmbio manual.

Fiat_Argo_S-Design_031Preços – Versões S-Design:

Argo Drive 1.0 S-Design (manual): R$ 53,59 mil* + R$ 3,89 mil = R$ 57,48 mil

Argo Drive 1.3 S-Design (manual): R$ 54,59 mil* + R$ 5,35 mil = R$ 59,94 mil

Cronos Drive 1.3 S-Design (manual): R$ 61,99 mil* + R$ 3,50 mil = R$ 65,49 mil

*Preços do site da FCA – Fiat Chrysler Automóveis.

De acordo com a cor escolhida, haverá o seguinte acréscimo ao preço final:

Argo  

Sólidas: R$ 800,00

Metálicas: R$ 2,00 mil

Perolizadas: R$ 2,30 mil

Cronos

Sólidas: R$ 800,00

Metálicas: R$ 2,05 mil

Perolizadas: R$ 2,35 mil

Argo S-Design

Disponível na versão 1.0 e 1.3, a nova série vem com rodas de liga leve de 15 polegadas com pintura escurecida (1.3), novas calotas com pintura escurecida (1.0), faróis de neblina, friso lateral em dark chrome, badge S-Design, retrovisor elétrico e spoiler pintados em preto.

Por dentro, central multimídia com tela de 7 polegadas, ar-condicionado digital e vidros traseiros elétricos, além de interior e logotipos Fiat escurecidos.

Fiat_Cronos_S-Design_012Cronos S-Design

A nova série pode ser adquirida na versão Drive 1.3 e vem com rodas de liga leve de 15 polegadas com pintura escurecida, faróis de neblina, retrovisores elétricos pintados em preto, spoiler, para-choque e friso lateral com pintura dark chrome.

Traz, ainda, logo S-Design, ar-condicionado digital, vidros elétricos traseiros. Assim como nos outros modelos S-Design, o interior e logotipos Fiat são escurecidos.

Fiat_Cronos_S-Design_011Fotos: Fiat Chrysler Automóveis – FCA / Divulgação

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Novo Mini John Cooper Works GP é revelado no Salão de Los Angeles

Da Redação

P90377066_highRes_mini-john-cooper-worO novo Mini John Cooper Works GP, o mais rápido compacto já produzido pela fabricante britânica, foi revelado mundialmente no Salão de Los Angeles (EUA), que ocorre entre os dias 22 de novembro e 1º de dezembro.

Baseado no Mini 3 portas, o modelo oferece estrutura reforçada da carroceria, sistema de freios esportivos de alto desempenho e suspensão reduzida em 10 mm em relação ao Mini John Cooper Works.

P90377062_highRes_mini-john-cooper-worO visual exclusivo traz spoilers dianteiros, entrada de ar no capô, detalhes escurecidos nas lanternas, logotipo e contorno da grade e dos faróis,  adesivos alusivos à série especial e um amplo aerofólio traseiro com a sigla “GP” em vermelho, também presente na frade frontal.

O hot hatch é equipado com o novo propulsor TwinPower Turbo 2.0, com quatro cilindros, 306 cavalos de potência (5000 rpm e 6250 rpm) e 450 Nm de torque (1759 rpm a 4500 rpm).

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P90376684_highRes_mini-john-cooper-worO modelo oferece, ainda, transmissão esportiva Steptronic de 8 velocidades com bloqueio de diferencial nas rodas dianteiras, além de um sistema de escapamento esportivo que torna a experiência ainda mais emocionante. O conjunto leva o esportivo de 0 a 100 km/h em apenas 5,2 segundos e à velocidade máxima de 265 km/h, infomrou a fabricante.

Internamente, o modelo oferece volante em couro exclusivo, dois assentos esportivos John Cooper Works em couro com costuras vermelhas – tonalidade que aparece também nos cintos de segurança, acentuando o seu caráter esportivo.

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P90376685_highRes_mini-john-cooper-worA numeração do veículo (0 a 3.000) aparece diante do painel à frente do passageiro, revelando toda a exclusividade dessa série especial. Opcionalmente, o modelo disponibiliza, ainda, painel de instrumentos digital em uma tela de 5 polegadas de alta resolução e sistema Connected Media na tela de 6,5 polegadas no painel de instrumentos central, entre outros.

Revelado como conceito no Salão do Automóvel de Frankfurt, em 2017, o modelo terá produção na fábrica da Mini em Oxford (Inglaterra) limitada a 3 mil unidades. As encomendas no mercado europeu iniciam em março de 2020.

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Fotos: BMW Group / Mini / Divulgação

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Versão topo de linha do Nissan Kicks é muito bem equipada

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 22/11/2019)

Utilitário conta com motor 1.6 16V, capaz de render 114 cv, e câmbio CVT

DSCN7147O SUV compacto Nissan Kicks é o automóvel mais vendido da marca japonesa no Brasil. Lançado em 2016, durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, ele está entre os modelos líderes deste disputado segmento.

No levantamento deste ano, até outubro, o modelo já ganhou as garagens de 45.057 consumidores, sustentando a 3ª colocação, mesma posição de 2018. Ele ficou logo atrás do Hyundai Creta, que registrou 46.231 unidades, porém, ambos estão bem distantes do líder, o Jeep Renegade, que atingiu 56.791 emplacamentos neste mesmo período.

Todos os dados consolidados de mercado foram fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

DC Auto recebeu o Kicks SL Pack Tech, com câmbio CVT, para avaliação. Versão de topo de linha do modelo, ela tem o preço sugerido de R$ 105,19 mil no site da montadora.

Este é o valor na opção pela cor preto sólido. Também existem as opções em vermelho, cinza, prata e marrom, todas em tons metálicos, e um único perolizado, o branco. Para essas cores é cobrado um preço único de R$ 1,35 mil.

DSCN7107Exclusivamente nesta versão SL, é possível optar por combinações dessas cores aplicadas à carroceria e ao teto, como o branco e o preto da unidade avaliada, item opcional no valor de R$ 1,5 mil.

Equipamentos – Os principais equipamentos de série da versão são: ar-condicionado automático digital, direção elétrica, controle de áudio, computador de bordo e telefone no volante, sistema multimídia com rádios AM/FM , CD e DVD player, função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player, conector USB, conexão à internet por meio de wi-fi pela plataforma Android, download de aplicativos e conectividade com Apple CarPlay e Android Auto e quadro de instrumentos digital e multifuncional em HD de 7 polegadas com 12 funções.

Entre os equipamentos tecnológicos e de segurança, podemos destacar o sistema eletrônico de ignição (botão Push Start) e abertura das portas sem o uso da chave, o acendimento inteligente dos faróis, os controles eletrônicos de estabilidade, VDC (Vehicle Dynamic Control) e de tração (TCS – Traction Control System ) e o sistema inteligente de partida em rampa (HSA).

Além dos obrigatórios freios ABS e dos airbags frontais, a versão traz mais quatro airbags (dois laterais e dois de cortina) e a ancoragem para cadeiras de crianças (Isofix).

Por meio de sensores que trabalham junto ao câmbio e motor, o modelo oferece outras tecnologias que auxiliam para uma condução mais segura, como o Controle Inteligente em Curvas (Active Trace Control), o Controle Inteligente de Freio Motor (Active Engine Brake) e o Estabilizador Inteligente de Carroceria (Active Ride Control).

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IMG_20191120_120504O alerta de colisão com assistente inteligente de frenagem e a visão 360° com imagem integrada ao display do sistema multimídia completam os equipamentos diferenciados do Kicks SL, alguns exclusivos nesta opção Pack Tech.

Externamente, a versão traz retrovisores rebatíveis automaticamente com indicador de direção em LED e pintura em preto para a opção com teto colorido, rodas em liga leve de 17 polegadas e pneus 205/55 R17, detector de objetos em movimento (MOD), faróis de neblina, faróis baixos em LED, luz de freio em LED e sensor de estacionamento traseiro, entre outros.

O motor que equipa todas as versões do Kicks é o 1.6 de quatro cilindros e 16 válvulas, bicombustível, capaz de render 114 cv, com ambos os combustíveis. O torque máximo atinge 15,5 kgfm às 4.000 rpm .

O câmbio é automático CVT com simulação de 6 marchas e seu acoplamento é feito por conversor de torque. Ele não oferece seleção entre automático e manual, mas conta com programação “Sport” ativada por botão posicionado na alavanca.

DSCN7163O porta-malas comporta bons 432 litros, mas, o tanque de combustíveis, apenas 41 litros. Suas dimensões são: 4,29 metros de comprimento, 2,62 metros de distância entre-eixos, 1,76 metro de largura (sem contar os retrovisores) e 1,59 metro de altura total. Nas medidas mais importantes para um SUV, ele apresenta 20 centímetros de vão livre, 20º de ângulo de entrada e 28º de ângulo de saída.

Interior – Chama a atenção a parte central do painel revestida no mesmo material dos bancos, portas e volante, inclusive, acolchoada, o que a deixa muito macia ao toque. Este material sintético que imita o couro é aplicado com costuras aparentes e apresenta um desenho canelado em todos os bancos, uma sofisticação mais comum de se ver em modelos de luxo.

Texturas, acabamentos em preto brilhante e prata conferem alguma sofisticação às peças plásticas, todas produzidas em materiais rígidos, mas sem rebarbas e bem encaixadas. As portas traseiras não contam com a cor prata em seus puxadores, mas têm o revestimento acolchoado nos apoios de braço, como nas portas dianteiras.

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DSCN7170O sistema multimídia do Kicks é um dos mais completos do mercado. Ele funciona quase como um tablet com sistema Android, podendo receber sinal de internet via celulares ou wi-fi para baixar novos programas, além dos já instalados.

Assim, é possível usar o Wase, por exemplo, sem a necessidade de espelhar um smartphone, desde que se compartilhe algum sinal de internet com o aparelho do carro. Seu tamanho de tela, definição de imagem e sensibilidade ao toque são bons, mas a velocidade de processamento poderia ser maior.

Usando o espelhamento por meio do cabo USB ele funcionou perfeitamente. Pelo bluetooth, ocorreram falhas em algumas chamadas telefônicas e reproduções de áudios. Este sistema e o ar-condicionado possuem botões giratórios para as principais funções e botões de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

A refrigeração do interior é eficiente, apesar deste sistema ser de zona única. O computador de bordo, as informações e configurações do veículo e o conta giros são exibidos em uma tela HD de 7 polegadas com 12 funções. Controlado por botões localizados no volante, este painel oferece páginas variadas que ajudam na navegação com diversas informações úteis.

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IMG_20191118_152727Acerto das suspensões privilegia o conforto

A direção elétrica é bem leve para manobras de estacionamento e fica mais pesada e direta em velocidades. O sistema de câmeras com visão de 360º ajuda em diversos tipos de manobras, tanto em marcha à ré como para frente, pois é possível escolher visualizar a imagem ampliada das câmeras, dianteira e da direita, facilitando aproximar de frente contra obstáculos ou das guias em balizas.

Mesmo com tantos recursos, falta o sensor de estacionamento dianteiro, indisponível para o modelo. O acerto das suspensões está mais voltado para o conforto. O rodar é macio, o conjunto filtra pequenas irregularidades do piso, mas emite muito barulho ao transpor buracos e lombadas maiores, pois faltam recursos mecânicos para limitar o movimento de retorno das partes móveis das suspensões.

Apesar de privilegiar a maciez ao rodar, o Kicks não inclina muito em curvas e ainda conta com os diversos recursos de auxilio dinâmico que ajudam no controle direcional. Assim como o Honda HRV e o Volkswagen T-Cross, ele é um SUV urbano, sem vocação para o fora de estrada.

Os bancos dianteiros seguram muito bem o corpo, pois foram projetados para aliviar o desgaste dos ocupantes em longas viagens, algo realmente diferenciado em relação aos concorrentes.

DSCN7153Circulando na marcha mais longa, a sexta, e aos 110 km/h, o motor gira às baixas 1.600 rpm. Nesta condição só se ouve o atrito dos pneus com o asfalto e o vento contra a carroceria, aliás, mais do que o esperado.

Em uma condução normal, as marchas passam de forma suave e sem trancos, prova da qualidade mecânica de todo o conjunto. Quando ele é mais exigido, sua programação utiliza um artifício comum entre os câmbios CVT.

Ela permite que a rotação do motor suba antes da redução das relações, que acontece em seguida e de forma mais vigorosa, aumentando o desempenho do carro. Mesmo funcionando bem, este recurso atrasa um pouco a resposta do carro ao acelerador e, também, mantém o motor acelerado por alguns segundos depois de tirarmos o pé do pedal, situações que exigem antecipação nas acelerações e nas frenagens.

Procuramos explorar ao máximo o potencial mecânico dos carros que avaliamos, tanto visando o desempenho, quanto, principalmente, buscando a maior eficiência energética. No caso do Kicks, sentimos a ausência de recursos que possibilitassem as trocas manuais das marchas. O ideal seriam as aletas (shift paddles) posicionadas atrás do volante ou mesmo a comutação por meio da alavanca de câmbio.

DSCN7110Em manobras de ultrapassagens e nas desacelerações com o freio motor, intervir manualmente nas marchas ajuda na segurança da condução e na economia de combustível.

Consumo – Em nosso teste padrão de consumo, o Kicks apresentou números melhores que esperávamos, pois suas marcas divulgadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) o qualificam no índice “C”.

Nas duas voltas de 38,4 km, uma aos 90 km/h e outra aos 110 km/h, ele registrou 12,4 km/l e 11,2 km/l, respectivamente, usando apenas etanol no tanque. Circulando em cidades, também com etanol, ele se mostrou menos econômico, variando entre 5,5 km/l e 7,5 km/l, dependendo da intensidade do tráfego.

Apesar de contar com muitos equipamentos, alguns ainda raros entre os SUVs compactos, o Kicks não conta com o sistema stop/start, recurso que o tornaria mais econômico no trânsito urbano.

Entre a versão de entrada com câmbio automático, a S CVT, e esta mais equipada, a SL CVT Pack Tech, existe uma diferença nos preços de R$ 19,20 mil. Como os conjuntos mecânicos são os mesmos, e os principais equipamentos de segurança também, a escolha de compra recai sobre o valor que se dá aos equipamentos de conforto, tecnologia e diferenciais estéticos que a SL oferece a mais.

DSCN7127Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Novidades do Salão Duas Rodas 2019

Rogério Machado*

Yamaha MOTOROiDYamaha MOTOROiD

Aberto na última segunda-feira, 18, no São Paulo Expo (SP), o Salão Duas Rodas já merece comemorações. Pelo menos é assim que conclui Marcos Zaven Fermanian, presidente da Abraciclo, a entidade que reúne as empresas do setor.

A produção de motocicletas no Brasil ocupa a oitava posição no ranking mundial e tem como parque industrial mais importante a Zona Franca de Manaus (AM). As fábricas atingiram seu pico de produção em 2008, superando dois milhões e trezentas mil unidades. Mas este recorde foi sucedido por queda vertiginosa ate 2017.

De lá para cá, o trend se tornou novamente positivo e os números apresentam elevação continua, ultimamente na casa de 70 mil unidades adicionais ao ano com estimativa para atingir 1,1 milhão de unidades este ano.

Triumph – O Salão reserva um lugar especial no estande da Triumph no qual esta exposta a mais nova versão da Rocket 3, a Rocket 3R. O “R” aí fica por conta de Roadster e trata-se de um lançamento mundial, apresentado na Europa três meses atrás.

Triumph Rocket 3R. 2,5 litros.Triumph Rocket 3R

O modelo estará disponível para o Brasil no inicio de 2020 sendo a motocicleta de produção em série com a maior cilindrada disponível, nada menos que 2,5 litros, uma cilindrada duas vezes e meia maior que um carro popular.

O motor de três cilindros é montado longitudinalmente proporcionando um belo conjunto com os três tubos de descarga no lado direito. A potência também surpreende, são 167 cavalos a serviço do piloto e do próprio peso da motocicleta (291 kg seco). Os controles eletrônicos contribuem para tornar a direção mais segura, além de oferecerem diferentes opções de pilotagem.

Outro lançamento da Triumph presente no Salão é a Street Triple RS. O modelo em si não representa grande novidade, porém, a principal característica é a atualização do motor com cilindrada de 765cc que inclui a adequação as normas de poluição européias (Euro 5).

Ele foi usado este ano na categoria Moto 2 de velocidade e é claro que a Triumph retirou muita experiência das pistas para esta atualização, inclusive uma modificação das curvas de torque/potência, possibilitando uma rodagem mais suave e mantendo o vigor do motor. O protótipo da Moto 2 também está exposto no estande.

Triumph Moto 2 - PrototipoTriumph Moto 2 – Protótipo

Honda – A Honda comemora meio século da introdução de motocicletas quatro cilindros, a linha “F” (Four) que perde o “F” e agora ostenta a letra “R”. Uma novidade lançada este ano, e agora no Brasil, é a CB650R (que substitui a CB650F e CBR650F).

O modelo chama a atenção pela clássica descarga “quatro em um” que caracterizou a família “F” no passado e tecnicamente as mudanças vão muito além. O chassi, suspensão e freios sofreram uma mudança completa e a posição de pilotagem ficou mais esportiva.

O motor também gira mais alto e os cavalos disponíveis sofreram acréscimo de 8%. Provavelmente um conjunto muito agradável de pilotar, um desenho que remete imediatamente a CB1000R.

2019 CB650R

Honda CB650R (Honda / Divulgação)

Outras atrações – Quem visitar o Salão Duas Rodas poderá conhecer, também, as novidades da Yamaha com seus conceitos baseados nos heróis da Marvel Comics, a Kawasaki com a recém lançada Z-900, a Suzuki com as novas V-Storm, os scooters da Piaggio, a Royal Enfield com novo motor e os modelos Interceptor e Continetal GT, a chinesa Haojue com sua linha econômica e a gigante de Taiwan, Kinco, com o scooter AK de 550cc.

Além das marcas, o Salão dedicou grande parte de sua área para os customizadores independentes que já movimentam parte do capital do mercado de motocicletas. As ausências da Harley-Davidson e da BMW foi notada, uma vez que estas marcas premium atraem muita atenção do público.

Yamaha Niken GTYamaha Niken GT

Fotos: Rogério Machado

*Colaborador

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