Mercedes-Benz amplia portfólio elétrico com o novo EQB

Da Redação

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil acaba de apresentar mais um produto da sua marca de modelos 100% elétricos no País, o novo EQB.

O SUV apresenta design marcante, focado no espaço e nas necessidades das famílias, com a exclusiva oferta de sete lugares pela primeira vez em um elétrico no Brasil, informou a Mercedes.

O novo EQB traz a capacidade para sete ocupantes como grande diferencial, oferecendo muito espaço para famílias e as mais diversas possibilidades de uso.

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Isso lhe confere uma posição excepcional entre os veículos elétricos atuais. Os dois bancos da terceira fila podem ser utilizados por pessoas de até 1,65 metros de altura, podendo também ser instaladas cadeiras para crianças.

Desenvolvido a partir da versão à combustão GLB, o EQB tem um grande espaço interno graças à longa distância entre-eixos (2,83 metros).

A capacidade de carga é de 495 litros, sendo expansível até 1.710 litros. Os encostos dos bancos da segunda fila são ajustáveis em várias etapas na inclinação, podendo ser movida em 140 milímetros de comprimento.

Mercedes-EQ, EQB 350 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB 350 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Para o Brasil, o modelo EQB 250 utiliza o mesmo conjunto mecânico do EQA: motor de 190 cv, um conjunto de baterias com capacidade de 66,5 kWh e até 474 km de autonomia (método WLTP).

O sistema tem capacidade de carga de 11 KWh em um carregador de corrente alternada (AC) e até 100 kWh em um carregador rápido de corrente contínua (DC).

O EQB apresenta a grade dianteira preta com estrela central característica da linha de elétricos. Outro destaque de design dos veículos Mercedes-EQ, é a faixa de luz contínua na frente e na traseira de cada modelo.

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB, 2021

Mercedes-EQ, EQB, 2021

O novo modelo também utiliza o sistema de infoentretenimento MBUX (Mercedes-Benz User Experience), que está presente com uma tela de 10,2 polegadas e pode ser configurado individualmente.

Principais vantagens do sistema são um computador potente, telas e gráficos de alta qualidade, apresentação personalizável e controle de voz ativado pela palavra-chave “Olá, Mercedes”.

O Pacote de Assistência à Condução, SAE nível 2 de condução semiautônoma, faz parte de sua lista de equipamentos de série, incluindo os seguintes assistentes:

  • Assistente ativo de distância DISTRONIC
  • Assistente ativo de direção
  • Assistente ativo de frenagem
  • Assistente ativo de manutenção de faixa
  • Assistente ativo de ponto cego
  • Assistente de tráfego cruzado
  • Assistente de aviso de desembarque

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Mercedes-EQ, EQB 300 4MATIC // Press Test Drive, Stuttgart 2021

Assim como os modelos EQC 400 4MATIC e Mercedes-AMG EQS 53 4MATIC+ lançados em 2020 e 2022, o novo EQB 250 traz um pacote de Energia desenvolvido em parceria com a Enel X Way, linha de negócios global do Grupo Enel dedicada exclusivamente à mobilidade elétrica, que inclui um carregador wallbox e instalação.

Além desse pacote, o modelo traz três anos de manutenção preventiva já inclusa e três anos de garantia de fábrica.

O EQB será o primeiro veículo de produção puramente elétrico da fábrica de Kecskemét, na Hungria. As primeiras unidades do EQB 250 começam a desembarcar no Brasil agora em novembro ao preço público sugerido de R$ 502,90 mil.

Mercedes-EQ, EQB, 2021

Mercedes-EQ, EQB, 2021

Fotos: Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil / Divulgação

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Ducati Streetfighter V4S Dark Stealth Edition chega ao Brasil

Da Redação

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A Ducati Streetfighter V4S Dark Stealth Edition está desembarcando no Brasil. Serão 37 unidades e na nova cor Dark Stealth.

A Ducati Streetfighter V4S é uma ultranaked e conta com o motor Desmosedici Stradale, dotado de 208 cv de potência, 1.103 cm³, e comando de válvulas desmodrômico que permite ao motor alcançar altas rotações pra alta performance.

Uma Panigale V4 despojada das carenagens, com guidão alto e largo, peso de 178 kg, motor Desmosedici Stradale, mantido à distância por duas asas laterais de cada lado e um pacote eletrônico de última geração: é a fórmula que dá vida à Streetfighter V4S. 

O resultado é uma Ducati exagerada, naked moderna e tecnológica com um design agressivo e empolgante, que nada faz para esconder a performance.

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O pacote eletrônico de última geração é baseado no uso de uma plataforma inercial de 6 eixos (6D IMU – Unidade de Medição Inercial) capaz de detectar instantaneamente o ângulo de rotação, guinada e inclinação da moto.

Os comandos gerenciam todas as fases da direção, sendo que alguns são responsáveis pela partida, aceleração e frenagem, outros supervisionam a tração, outros ainda se relacionam com as fases de deslocamento e saída de curva.

A Streetfighter V4 S vem com aros forjados Marchesini e a adoção de suspensões (garfo NIX30 de 43 mm e TTX36 mono) e amortecedor de direção Öhlins controlado eletronicamente.

Todos baseados no sistema Öhlins Smart EC 2.0 de segunda geração que, além de explorar todo o potencial oferecido pelo IMU 6D, possui uma interface com o piloto mais intuitiva.

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Diferenciada por extratores de ar inspirados nos carros de Fórmula 1, estes elementos estruturais são fixados diretamente no chassi e integrados às asas laterais que geram a carga vertical necessária para garantir máxima estabilidade em altas velocidades, informou a Ducati.

As asas laterais (desenhadas pela Ducati Corse em colaboração com o Ducati Design Center) são feitas em material termoplástico reforçado com fibra de vidro, dando rigidez e força. 

Seu espírito é perfeitamente representado pelo design minimalista do farol full-LED que lembra a frente da Panigale V4.

A Ducati Streetfighter V4S Dark Stealth Edition está à venda por R$ 157,99 mil.

unnamed(3)Fotos: Ducati / Divulgação

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Toyota Yaris XS é a versão intermediária do hatch premium

Para a linha 2023, modelo aposentou o motor 1.3 e agora é somente equipado com o 1.5

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 04/11/2022)

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A Toyota encanta consumidores com os seus carros. Popularmente, dizem que eles “não são melhores em nada, mas são ótimos em tudo”.

Ponto fora da curva, o descontinuado Etios (hatch e sedan compactos) ficava devendo em design e acabamento. Eles foram substituídos pelo Yaris, hatch e sedan premium, após um período em que dividiram o salão das concessionárias.

Lançado em junho de 2018, o Yaris manteve as qualidades mecânicas do Etios, ganhou um câmbio mais moderno, CVT com sete (7) marchas simuladas, e trouxe o design e a qualidade dos materiais de acabamento que se espera de um Toyota.

Prematuramente, em janeiro deste ano, o Yaris chegou à linha 2023. Leve reestilização na dianteira, novos equipamentos e a aposentadoria do motor 1.3 foram as principais novidades.

Nos dez primeiros meses deste ano, o Yaris hatch registrou 21.029 unidades vendidas e, o sedan, 12.164 emplacamentos.

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Eles estão na 8ª e 6ª colocações em seus segmentos, respectivamente, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 

O DC Auto recebeu o Toyota Yaris XS para avaliação, versão intermediária. No site da montadora, seu preço sugerido na cor sólida branca é R$ 103,99 mil.

Em qualquer uma das cinco cores metálicas, o valor sobe para R$ 105,55 mil. Na cor branca perolizada, igual à unidade avaliada, a cifra atinge R$ 105,85 mil.

Todas as versões do Yaris são vendidas com os itens de série e sem opcionais. Os principais equipamentos da XS são: central multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas; ar-condicionado automático digital; chave presencial Smart Entry; computador de bordo de alta resolução (TFT) com 16 funções; direção eletroassistida progressiva (EPS); aletas para troca de marchas localizada no volante (Paddle Shift); controle de velocidade de cruzeiro; descansa-braço traseiro com porta-copos e rodas em liga leve de 15 polegadas.

Em segurança, os destaques são: airbag frontal (dois), lateral (dois), de cortina (dois sistemas com duas bolsas cada) e de joelho para o motorista; controle eletrônico de estabilidade (VSC), controle eletrônico de tração (TRC) e sistema de assistência ao arranque em subida (HAC); freios ABS com BAS e EBD; sistema de pré-colisão (PCS) e alerta de evasão de faixa (LDA).

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Motor e Câmbio – Agora, o Yaris não conta mais com o motor 1.3 litro. Todas as versões são equipadas com o motor 1.5 Dual VVT-i 16 V DOHC Flex.

Seu bloco de quatro cilindros em linha tem cabeçote com duplo comando, acionado por corrente e 16 válvulas que variam em abertura, tanto na admissão, como no escape.

Essa motorização rende 110/105 cv de potência às 5.600 rpm e seu torque atinge 14,9/14,3 kgfm às 4.400 rpm com etanol e gasolina, respectivamente.

Ao contrário da maioria dos motores que receberam mudanças para se adequarem às novas regras de emissões, não houve perda de potência ou torque com a nova calibração. Segundo a Toyota, a adoção do modo de condução Eco melhorou o consumo do modelo em circuitos urbanos e rodoviários.

O câmbio é automático do tipo CVT. Ele é programado com sete relações que simulam marchas.

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Elas podem ser cambiadas em aletas posicionadas atrás do volante ou por meio da própria alavanca. Seu acoplamento é realizado por conversor de torque convencional.

Essa é a primeira reestilização do Yaris. Ele ganhou nova grade e para-choque dianteiro. A abertura no para-choque continuou trapezoidal, mas, invertida.

Agora, a base é o lado maior, conferindo equilíbrio e força ao mesmo tempo. Na lateral, apenas novas rodas. Na traseira, nada mudou.

Interior – As modificações no interior são quase imperceptíveis. Algumas peças plásticas receberam tons mais escuros e o revestimento dos bancos recebeu novos padrões. O design interno já está um pouco datado e as partes em plástico imperam na cabine.

Uma característica chama atenção positivamente: todos os encostos de braço são macios, revestidos com material sintético que imita o couro, algo raro entre os compactos.

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Detalhes em alumínio escurecido, preto brilhante, cromado e uma falsa costura no painel principal amenizam a simplicidade dos plásticos usados nas partes internas.

Estes apresentam diversidade de texturas, o que é bom, mas alguns brilham mais do que o desejado para um modelo premium.

O espaço interno do Yaris é um dos maiores entre os hatches compactos. Quatro adultos têm ótima área para cabeça, ombros e pernas.

Atrás, até existe boa largura para o quinto passageiro, mas o design do banco prioriza as pessoas das extremidades, encaixando os corpos das mesmas com bordas elevadas e deixando a parte central do assento muito elevada, prejudicando o conforto nessa posição. 

O banco do motorista tem regulagem em altura para os que preferem dirigir elevados em relação ao piso. Para quem prefere ficar mais próximo ao centro de gravidade, ele não abaixa tanto. Porém, é melhor do que nos crossovers e SUVs.

Todos os bancos são envolventes e seguram bem o corpo em uma condução normal, dentro da proposta familiar do modelo.

A densidade da sua espuma é boa, o suficiente para não cansar em viagens de pequena e média duração. Poderia ser mais rígida para oferecer maior conforto em percursos mais longos.

A ergonomia é acertada. Os comandos estão à mão e não exigem amplos movimentos dos braços para serem alcançados. O que não agrada é a regulagem do volante.

Ajustável apenas em altura, o sistema é muito simples e despenca ao ser destravado. Além de denotar pouco capricho da montadora, dificulta achar a posição ideal ao volante.

Em compensação, descansa braço central, apoio para o pé esquerdo do motorista, regulagem de altura dos cintos de segurança dianteiros e alças de segurança no teto para os passageiros não foram esquecidos e ajudam bastante no dia a dia.

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Equipamentos – Todos os equipamentos de bordo apresentam botões físicos de pressão para comandá-los. O ideal seriam comandos giratórios nas funções principais e de pressão nas secundárias.

Mesmo assim, estes do Yaris são melhores do que os sensíveis ao toque, modernidade que mais atrapalha do que ajuda.

O ar-condicionado é automático e digital de zona única. A temperatura é regulável em meio e meio grau, o ideal. Seus ícones e botões principais são legíveis e de fácil operação. Já os secundários, são pequenos e de difícil uso e identificação.

O sistema é eficiente na redução e manutenção da temperatura e no volume da ventilação, assim como seu ruído de funcionamento está dentro da média para o segmento. Sua cabine é volumosa e merecia saídas de ar traseiras para reduzir o tempo de resfriamento.

O multimídia está bem posicionado, na parte mais alta do painel. Em tamanho de tela, sensibilidade ao toque e velocidade de processamento ele está defasado, assim como o espelhamento por cabo, recurso em desuso para carros premium.

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Sua qualidade sonora não salva o sistema, entregando apenas o suficiente para o entretenimento casual.

O quadro de instrumentos tem um ótimo conjunto. Velocímetro e conta-giros têm bom tamanho e graduação completa de velocidade e rotação, ambas com fácil visualização.

Além disso, na tela digital é mostrado o nível do tanque de combustível e diversas informações do computador de bordo. Essas são organizadas em conjuntos completos e bem sequenciadas.

Botões nos dois lados do volante, bem dimensionados e organizados, controlam essas informações, o áudio e a telefonia.

O controlador de velocidade fica em uma haste satélite de uso cego. Ideal, por não desviar o olhar do motorista, ele requer algum tempo de uso para se tornar prático.

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O design do Yaris o deixa com uma aparência avantajada, mas ele tem 4,14 metros de comprimento; 1,73 metro de largura e 1,49 metro de altura, números próximos ao dos seus concorrentes diretos, assim como o seu peso, de apenas 1.125 kg.

No seu porta-malas cabem 310 litros e, no tanque de combustíveis, 45 litros. O modelo tem carga útil de 450 kg e não é homologado para utilizar reboque, assim como o sedan Corolla.

Conforto e segurança são os principais destaques do Yaris

A sensação ao volante também é surpreendente. Suas suspensões têm um acerto mais voltado para o conforto, trabalham em uma frequência mais baixa que o normal para um modelo compacto, passando a impressão de ser um carro mais pesado.

Além do conforto de marcha, pois elas absorvem bem as irregularidades do piso e trabalham em silêncio, o conjunto segura a carroceria em curvas, tornando sua inclinação mais lenta e previsível.

Todo este conforto deixa a direção mais indireta, anestesiada. Porém, ela fica muito leve em manobras e ganha peso adequado em velocidades diversas, equação que poucas montadoras conseguem resolver.

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O conjunto motor e câmbio casa perfeitamente com estes acertos voltados mais para o conforto do que para a esportividade. O câmbio CVT trabalha priorizando a economia de combustível.

Em rodovias, aos 90 km/h, é possível deixar o motor às 1.550 rpm. Aos 110 km/h, às 2.100 rpm. Ambos regimes são muito baixos para essas velocidades.

Nessas situações, o atrito dos pneus sobressai, pois o arrasto aerodinâmico é contido e o motor quase inaudível, garantindo conforto acústico.

Pisando fundo, as sete marchas programadas são trocadas no limite de corte do motor. Como é normal nessas situações extremas, seu barulho invade a cabine e o Yaris ganha alguma agressividade, mas longe de ser um esportivo.

Segundo a Toyota, ele atinge 110 km/h em 11,8 segundos. Na subida mais íngreme que percorremos, o motor nem atingiu o giro máximo, mantendo-se por um longo período na mesma marcha. Ou seja, ele dá conta do recado, porém, sem sobras.

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O acerto do câmbio CVT mostrou uma característica boa e outra ruim. No uso das aletas para as trocas manuais das marchas ele foi muito permissivo, facilitando colocar o carro em freio motor, por exemplo.

Por outro lado, em decidas que queríamos embalar para aproveitar o deslocamento por inércia, ele segurava o carro mais do que o desejado, atrapalhando a nossa avaliação de consumo. Mesmo assim, o Yaris se mostrou econômico com etanol no tanque.

Consumo – Em nossos testes de consumo rodoviário padronizado, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, o Yaris XS registrou 13,4 km/l. Na mais rápida, 12 km/l.

No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5 e 50 segundos.

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Vencemos 152 metros de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito. Neste teste, o Yaris atingiu a média de 7,3 km/l. Se fosse equipado com o sistema stop/start, essa média poderia ser melhor.

O Yaris é um modelo mais a cara da Toyota do que seu antecessor, o Etios. Essa versão XS é a mais equilibrada.

Ela só entrega o básico em conectividade, mas se destaca em conforto e segurança, com o ar-condicionado digital e chave presencial.

Destaque, também, para os sete airbags, o aviso de saída de faixa e o alerta com frenagem de emergência. Em nossa opinião, a melhor opção da linha.

20221009_114658Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Nissan Kicks ganhará segunda edição da série especial XPlay

Da Redação

Nissan Kicks XPlay terá segunda edição com combinação de co

A Nissan lançará, no fim de novembro, a segunda edição da série limitada Kicks XPlay. Fabricada em Resende, no estado do Rio de Janeiro, a novidade terá, mais uma vez, 1 mil unidades para o mercado brasileiro.

A série chega com uma nova e inédita combinação de cores, cinza com teto vermelho, que não está disponível para a linha de produção regular do Nissan Kicks.

Como na primeira edição, a assinatura do nome do XPlay está nas soleiras das portas, acima da placa na tampa do porta-malas e nos bancos dianteiros.

No teto, surge novamente o aerofólio esportivo preto desenhado especificamente para a versão. O estilo da traseira é complementado com adesivos na parte superior das colunas C.

Ainda no exterior, foi aplicado acabamento em vermelho nos retrovisores. E, como a Nissan costuma fazer em suas edições limitadas, a numeração da unidade fica indicada na grade dianteira, em uma área também na cor vermelha.

Outras exclusividades do Nissan Kicks XPlay estão no interior. São vários detalhes de acabamento em vermelho, em lugares como as saídas de ar, a base do volante e as costuras duplas do painel, do apoio de braço e dos bancos com acabamento sintético em preto e cinza.

Entre os equipamentos de série, a série limitada do SUV compacto vem com carregador sem fio para celular e rodas aro 17 com acabamento em preto brilhante.

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O novo logotipo da marca Nissan também está na edição limitada.

No interior, há itens como: multimídia de 8 polegadas com tela sensível ao toque; chave presencial inteligente I-Key; botão de partida do motor; painel de instrumentos com display de 7 polegadas em alta definição de imagens; abertura e fechamento das portas e fechamento dos vidros por controle remoto; acendimento inteligente dos faróis; comandos no volante de áudio, do telefone e do piloto automático; direção elétrica; faróis dianteiros com sistema Follow me Home; para-sol com espelhos para motorista e passageiro; porta-malas com iluminação interna; espelho retrovisor eletrocrômico, entre outros.

No quesito segurança, estão presentes: seis airbags; alerta de cinto de segurança destravado (frontal e traseiros); controles de tração e estabilidade (VDC – Vehicle Dynamic Control); luzes de condução diurna (DTRL); sistema Isofix para cadeiras de crianças; freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e assistência de frenagem (BA); sistema inteligente de partida em rampa (HSA); travamento central automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento.

A segunda edição da série especial Nissan Kicks XPlay terá preço sugerido de R$ 137,49 mil e estará disponível em todas as concessionárias da Nissan até o fim de novembro.

AR 09 3-4 frontal pasajero-alta editable _proxyFotos: Nissan / Divulgação

OBS: a Nissan não disponibilizou fotos do interior do veículo.

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Honda PCX 2023 já está nas concessionárias

Nova geração da scooter traz mais tecnologia e estilo exclusivo

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 28/10/2022)

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A PCX representa mais uma história de sucesso da Honda no Brasil e no mundo. Lançada no mercado nacional em 2012, produzida na fábrica da Honda em Manaus (AM), a scooter imediatamente alcançou a preferência do público consumidor.

Desde então é o modelo mais vendido em sua categoria do mercado brasileiro, um sucesso contínuo que se deve à uma fórmula inteligente, que concilia design forte e moderno a dimensões compactas.

Economia de combustível, robustez, ótima performance, facilidade de uso, praticidade e conforto são sinônimos da PCX, modelo que para 2023 recebe uma renovação em itens fundamentais como motor e ciclística, mas sem perder o caráter que fez dela a principal referência de seu segmento.

Admirada por um público formado tanto por novatos como pelos mais experientes ao guidão, a PCX atende a pessoas que tanto a usam para lazer como para transporte ou trabalho.

Ela é um verdadeiro “coringa”, servindo com competência a todos os propósitos de utilização.

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A posição de pilotagem e a praticidade do compartimento sob o assento são elementos de destaque, que se unem à boa qualidade construtiva e à relação custo-benefício.

Upgrade A inovadora tecnologia Idling Stop, direcionada para otimizar consumo e reduzir emissões de poluentes, que estreou justamente na PCX lançada há uma década, está preservada no novo modelo, cujo motor recebeu um importante upgrade.

Pertencente à geração eSP (enhanced Smart Power), agora ganhou o “+”, que indica a evolução contida não apenas no aumento da capacidade cúbica e a decorrente elevação de potência e torque, mas também marca a chegada do cabeçote de quatro válvulas, tecnologia que visa tornar o modelo mais eficiente, inclusive do ponto de vista ambiental.

O incremento da performance tornou necessária a introdução de um novo chassi, mais robusto e capaz de atender o nível de desempenho superior.

A nova estrutura trouxe especificações inéditas para a ciclística de um modo geral, destacando-se neste contexto o aumento na dimensão dos pneus e novo ajuste de suspensões.

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A nova PCX preserva a forte personalidade do modelo, mas traz um estilo mais ousado, que ressalta sua condição de novidade.

Neste aspecto a iluminação por LED redesenhada é fator de diferenciação marcante, mas não único.

As novas formas atraentes englobam aspectos práticos importantes, como a maior capacidade de armazenamento sob o banco, a porta USB-A no porta-luvas e um painel widescreen como todas as informações vitais necessárias.

Versões – São três as versões do modelo para 2023: PCX CBS, PCX ABS e PCX DLX. Em todas há a opção da Smart Key que opera a ignição e a abertura do assento e também aciona um alarme antifurto.

A diferenciação entre as versões também se dá pelo sistema de frenagem: CBS (Combined Brake System) no modelo de entrada, enquanto nas PCX ABS e DLX o sistema é o ABS (Antilock Brake System), de um canal.

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Outra novidade de importância tecnológica é a introdução do HSTC (Honda Selectable Torque Control), exclusivo das versões PCX ABS e DLX.

Uma das características mais marcantes da Honda PCX sempre foi seu estilo, que explora linhas fluidas e arrojadas, tema que foi evoluído e acentuado nesta nova safra.

As linhas da PCX 2023 são ainda mais futurísticas e expressam fielmente a ousadia do projeto, que será facilmente identificado como uma nova PCX, porém mantendo a personalidade marcante, pilar de seu sucesso.

Os grupos óticos dianteiro e traseiro foram totalmente redesenhados e são elementos de forte identidade.

Na dianteira, a luz de posição, ou DRL, é composta por cinco “traços” muito característicos. Na traseira a iluminação desfruta de tecnologia que dá ao “X” iluminado um intenso efeito 3D.

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Melhorias – As superfícies da carroceria foram redesenhadas visando obter um resultado estético de grande impacto, no qual o escudo frontal ganha volume em sua porção superior para abrigar o para-brisa escurecido de novo desenho, que oferece melhor proteção sem prejuízo à visibilidade.

Quanto à ergonomia, o assento foi alvo de um reestudo em sua conformação para dar a piloto e garupa ainda mais conforto sem alterar a pequena distância em relação ao solo, característica muito apreciada das PCX.

Outra melhoria foi com relação ao espaço para os pés do piloto, que cresceu 30 mm tanto longitudinalmente quanto nas laterais.

O redesenho da carroceria também permitiu majorar a capacidade do compartimento sob o banco em nada menos do que 2 litros, incremento que fez o volume total alcançar a marca de 30 litros de capacidade, ideal para abrigar um capacete de grandes dimensões e ainda assim proporcionar espaço para outros objetos.

O porta-luvas, posicionado à esquerda do escudo frontal, também foi redesenhado e agora, além de ser mais espaçoso, conta com uma útil porta USB destinada à recarga de smartphones.

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Também nova é a portinhola que recobre o reservatório de combustível, agora dotada de espaço para apoiar a tampa do tanque durante o reabastecimento.

O Smart Key System, a prática chave presencial que ativa o comutador da trava de guidão e partida, além da abertura do assento para acesso ao compartimento porta-capacete, agora é equipamento disponível também na PCX CBS.

Em todas as versões a Smart Key aciona, também, um útil alarme antifurto.

O novo painel widescreen engloba todas as informações necessárias à condução e gestão da PCX 2023.

A tecnologia LCD com fundo escuro e indicadores em alto contraste permite leitura fácil sob quaisquer condições de luz, aspecto de grande importância no âmbito da segurança.

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Característico da PCX, o guidão largo e cromado está agora montado sobre suportes de borracha cuja densidade foi estudada para maior conforto na pilotagem, reduzindo os impactos derivados das irregularidades do solo e vibrações do motor.

Também a alça destinada ao apoio do garupa tem novo desenho, agora mais fina e confortável.

Scooter recebeu melhorias no motor e está mais potente

O motor da PCX é um monocilíndrico SOHC de quatro válvulas arrefecido a líquido, que se vale da tecnologia eSP+ (enhanced Smart Power Plus), conceito construtivo que explora a redução de atrito interno e outras tecnologias voltadas para otimização da eficiência.

A potência máxima passou de 13,2 cv para 16 cv, com torque máximo subindo de 1,38 kgm.f para 1,5 kgm.f. O diâmetro do cilindro passou de 57,3 mm no motor de 150 cc para 60,0 mm no motor 160 cc. O tanque de 8,0 litros permite autonomia superior a 350 km entre os reabastecimentos.

Nas versões PCX ABS e PCX DLX estreia o sistema HSTC (Honda Selectable Torque Control), que limita eventuais perdas de tração do pneu traseiro em pisos de baixa aderência.

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Uma luz-alerta “T” pisca no painel quando o HSTC entra em funcionamento. O sistema pode ser desligado completamente através de um comando no punho esquerdo.

A tecnologia de redução de atrito que caracteriza os motores Honda eSP+ está em diversos componentes, assim como há dispositivos como a bomba de óleo embutida no cárter, que contribuem para melhora da eficiência.

O atrito na transmissão foi reduzido com o uso de três rolamentos de baixo atrito projetados especificamente para as cargas que recebem individualmente.

O sistema CVT (Continuous Variable Transmission) foi otimizado pelo aperfeiçoamento das polias, o que complementou a performance global do motor.

O sistema CVT (Continuous Variable Transmission) foi otimizado pelo aperfeiçoamento das polias, o que complementou a performance global do motor.

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O gerador/motor de partida ACG, sem escovas, é controlado eletronicamente e montado diretamente na extremidade do virabrequim, agora mais rígido.

A dupla função do componente (motor de partida e alternador) contribui para redução de peso, de dimensões e para redução de rumorosidade decorrente da partida do motor.

Idling Stop O sistema Idling Stop desliga automaticamente o motor após paradas de três segundos em marcha lenta, com os freios acionados, e o religa instantaneamente quando o acelerador é acionado.

A partida instantânea se deve ao ACG, ao sistema denominado swing-back (que faz o virabrequim e o pistão voltarem ao ponto morto inferior), e ao mecanismo de descompressão automático.

O sistema Idling Stop tem a funcionalidade de “ler” a carga da bateria e, em caso de baixa tensão, desligar o sistema para evitar o consumo excessivo.

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A tampa do motor e o braço oscilante foram redesenhados para complementar a nova carroceria.

As passagens internas do sistema de escape foram revistas assim como o posicionamento do catalisador, tudo visando a redução na emissão de gases nocivos ao meio ambiente.

A nova PCX tem um chassi aço tipo berço duplo redesenhado, que oferece maior durabilidade e adequação à maior potência proporcionada pelo novo motor.

A distância entre eixos foi levemente alongada em 2 mm e as restantes medidas da geometria de direção permaneceram voltadas a oferecer a agilidade típica das PCX.

O peso total em ordem de marcha é de cerca 130 kg. Ambas as rodas trazem um novo e desenho.

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Na traseira a roda passou de 14 para 13 polegadas de diâmetro enquanto os pneus agora são maiores, 110/70-14 o dianteiro e 130/70-13 o traseiro (anteriormente 100/80-14 e 120/70-14).

A suspensão dianteira tem tubos de 31 mm de diâmetro e curso de 100 mm. Os amortecedores traseiros ganharam novas molas, mais adequadas a encarar as irregularidades na pavimentação.

A frenagem das versões PCX ABS e PCX DLX é entregue a um cáliper de pistão duplo e disco de 220 mm na dianteira, combinado com um freio a disco traseiro de 220 mm, com sistema ABS de canal único que opera no freio dianteiro.

Na versão PCX CBS o freio a disco dianteiro é igual ao dos demais PCX porém com cáliper de 3 pistões, enquanto que atrás a frenagem se dá por tambor de 130 mm de diâmetro, com ambas rodas integradas ao sistema CBS.

A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem.

unnamed(17)Fotos: Honda / Divulgação

Abaixo, as cores disponíveis para cada uma das três versões e seus preços sugeridos (base Distrito Federal):

PCX CBS: R$ 15,46 mil (cinza metálico)

PCX ABS: R$ 17,00 mil (branco perolizado)

PCX DLX ABS: R$ 17,40 mil (azul metálico)

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Novo Range Rover Sport chega ao Brasil

Da Redação

Novo Range Rover Sport - 2023 - Exterior (3)

A Land Rover realizou, ontem, o lançamento do SUV Range Rover Sport, que chega ao mercado brasileiro a partir do mês de novembro.

O novo Range Rover Sport foi criado para redefinir o luxo esportivo, combinando desempenho assertivo e instintivo na estrada com refinamento já característicos de um Range Rover, informou a marca.

O exterior do veículo é rico em detalhes e acabamentos requintados, com uma grade frontal marcante e unidades de iluminação LED digital, que criam uma assinatura distinta de luz de rodagem diurna (DRL).

O design atraente dos faróis destaca-se acima do para-choque, que cria uma maior largura visual ao veículo, reforçada por detalhes em preto.

Na traseira, as novas lanternas unificadas com a assinatura Range Rover reforçam a silhueta robusta do veículo com requinte e apelo dinâmico.

Novo Range Rover Sport - 2023 - Exterior (5)

O SUV traz uma tecnologia de design de ponta com vidros rentes a carroceria com um acabamento impecável, tornando quase uma peça única.

As tecnologias de produção de última geração do veículo também contribuem para um excelente desempenho aerodinâmico, reduzindo o coeficiente de arrasto.

O interior apresenta as mais recentes tecnologias e os melhores materiais, gerando equilíbrio, elegância e desejo.

A cabine é semelhante a um cockpit, dando ao motorista uma experiência dinâmica de condução e proporcionando excelente visibilidade. A disposição e o fácil acesso as tecnologias intuitivas do veículo integram o motorista dando controle total com segurança e praticidade.

Entre os itens de luxo e conforto do veículo estão bancos dianteiros de memória elétrica ajustáveis, aquecidos e ventilados de 22 vias com função de massagem e apoios de cabeça elétricos.

Range Rover Sport - 2023 - Interior (5)

O Range Rover Sport oferece o sistema de som Meridian Signature Sound System (opcional). Ele entrega uma  experiência sonora envolvente utilizando 29 alto-falantes, um novo subwoofer e 1.430W de potência.

Além disso, o sistema ativo de cancelamento de ruído reduz o efeito sonoro das estradas e dos pneus possibilitando o condutor desfrutar do som esportivo do motor.

O sistema New Dynamic Response Pro trabalha lado a lado com a última geração Dynamic Air Suspension, que introduz o sistema de molas de ar pela primeira vez.

O Dynamic Response Pro fornece o controle ativo de rodagem através de um sistema eletrônico de 48 volts capaz de aplicar até 1.400Nm de torque em cada eixo, dando mais confiança e estabilidade nas curvas.

A suspensão a ar dinâmica é de série em toda a linha Range Rover Sport e o sistema inteligente oferece o conforto e o dinamismo esperado de um Range Rover.

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Para otimizar as respostas, o veículo monitora a estrada à frente usando dados de navegação eHorizon para antecipar as curvas.

A tecnologia Adaptive Dynamics 2 contribui para a capacidade dinâmica controlando continuamente os amortecedores ativos de válvula dupla para reduzir os movimentos indesejados da carroceria.

Ele monitora fatores externos até 500 vezes por segundo para oferecer as respostas perfeitas, em harmonia com as outras tecnologias de chassi, oferecendo a dinâmica de condução mais precisa e composta de qualquer Range Rover Sport.

Todos os novos modelos Range Rover Sport são equipados com uma transmissão automática ZF de oito (8) velocidades e Tração Integral Inteligente, que antecipa onde a tração é necessária.

Aprimorando o desempenho off-road está o mais recente sistema Terrain Response 2 da Land Rover, que aplica de forma inteligente as configurações mais apropriadas para os tipos de terreno.

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O Controle de Cruzeiro Off-Road Adaptativo faz sua estreia no Range Rover Sport e ajuda os motoristas a avançar em terrenos desafiadores, mantendo o progresso constante de acordo com as condições do solo.

Os motoristas podem selecionar uma das quatro configurações disponíveis e o sistema ajusta a velocidade de acordo, permitindo que o motorista se concentre na direção.

O modelo também oferece, como opcional, o sistema de esterçamento das quatro rodas, que auxilia o motorista em manobras a baixas velocidades e na melhor estabilidade em curvas.

No Brasil, os clientes poderão contar com três opções de motorização: a versão D350 MHEV seis cilindros diesel de 350 cv, o P530 Twin Turbo V8 de 530 cv e PHEV P510 com um conjunto de um motor à combustão e um motor elétrico com 510 cv combinados que chega em 2023.

O sistema MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle ou Veículo Elétrico Híbrido Leve) do D350 combina um motor diesel de 350 cv com um alternador que também funciona como um motor elétrico.

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O alternador ainda funciona como um gerador de corrente elétrica, recuperando energia durante a desaceleração do veículo e, assim, carregando uma bateria de lítio de 48 volts.

Ao operar como um motor elétrico, ele utiliza essa energia da bateria para dar partida no motor pelo start/stop e fornece a assistência de torque necessária para reduzir o consumo de combustível e a emissão de CO2.

O sistema multimídia Pivi Pro que equipa a linha Range Rover Sport comanda a tela flutuante de alta resolução sensível ao toque de 13,1 polegadas posicionada no centro do painel.

O sistema controla desde navegação até configurações de mídia, aprendendo os hábitos do usuário e personalizando de maneira inteligente a experiência a bordo.

O Pivi Pro possui uma interface fácil de usar com uma tela inicial que pode ser personalizada para incluir funções mais usadas, enquanto a maioria dos recursos são acessados em apenas dois toques da tela principal.

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Range Rover Sport - 2023 - Interior (3)

A  tela Pivi Pro é complementada por uma tela interativa de 13,7 polegadas no painel do motorista, com gráficos de alta resolução que ecoam o sistema Pivi principal e um layout reconfigurável para que os motoristas possam ver as informações mais importantes para eles.

O sistema Apple CarPlay e Android Auto são de série em todas as versões, aliados ao carregador de dispositivo sem fio de 15W, sob a tela Pivi, sem a necessidade de fios.

Todos os modelos são equipados com sistema de frenagem de emergência, câmera surround 3D, incluindo sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, Wade Sensing, ClearSight Ground View, luzes de boas-vindas, Controle de Cruzeiro Adaptativo, Monitor de Condição do Motorista e Lane Keep Assist.

As primeiras unidades do novo Range Rover Sport já chegaram ao Brasil e o veículo já está disponível em toda a rede de concessionárias da marca para reserva.

O veículo está disponível em três versões: Dynamic SE, Dynamic HSE e First Edition.

Novo Range Rover Sport - 2023 - Exterior (20)Fotos: Land Rover / Divulgação

Modelo Motorização Versões Preço Público Sugerido
Novo Range Rover Sport 3.0L – 6 Cilindros em linha

(Diesel MHEV)

D350 MHEV Dynamic SE R$    953,95 mil
D350 MHEV Dynamic HSE R$    985,75 mil
D350 MHEV First Edition R$ 1.013.950,00
4.4L – V8 (gasolina) P530 First Edition R$ 1.125.950,00

*Os preços do Range Rover Sport PHEV serão divulgados em 2023

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Lexus ES300h e UX250h chegam à linha 2023

Da Redação

A Lexus do Brasil anunciou, hoje, a chegada da linha 2023 do sedan ES 300h e do crossover compacto de luxo UX 250h.

Os modelos ES 300h e UX 250h são os primeiros veículos da marca a chegarem à linha 2023. 

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ES 300h – Disponível em versão única, a Luxury, o ES 300h 2023 conta, agora, com mais um item no pacote de segurança ativa Lexus Safety Sense (LSS), o Farol Alto Adaptativo (AHS), e um novo design mais agressivo nas rodas.

Além disso, para reforçar a identidade visual da Lexus, o sedan chega com a assinatura da marca na grade, com padrão em L e acabamento cromado, e linhas marcantes no exterior.

Internamente, o modelo traz o novo sistema de infotainment em tela sensível ao toque de 12,3 polegadas com espelhamento para Android Auto e Apple CarPlay.

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Sob o capô, o modelo é equipado um motor a combustão 2.5 de ciclo Atkinson, quatro cilindros, combinado com um propulsor elétrico mais compacto e potente, que geram 211 cv de potência.

Destaque, também, para a transmissão Hybrid Transaxle, já conhecida pelos consumidores Lexus por proporcionar aceleração mais linear, além de contribuir com a eficiência de combustível e uma condução mais prazerosa.

Além disso, o modelo é equipado com sistema de tração All-Wheel Drive, que direciona automaticamente a força para duas ou quatro rodas, conforme a necessidade do condutor, de acordo com o tipo de terreno.

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No interior, o ES 300h conta com volante revestido com couro, assim como a manopla do câmbio. A Lexus utiliza no sedan material sintético que imita o couro nas portas, painel e console central.

O banco do motorista dispõe de regulagem elétrica com 10 posições, enquanto o do passageiro é dotado de oito opções de ajustes. 

No quesito segurança, o sedan apresenta 10 airbags, sendo quatro laterais (motorista, passageiro dianteiro e traseiros), dois frontais, dois de cortina e dois de joelho para os passageiros da frente; controle de tração e estabilidade e assistente de partida em rampas. 

O sistema LSS (Lexus Safety System) dispõe de: Sistema de Saída de Faixa (LTA); Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC); Sistema de Colisão Frontal (Pre-Crash) e Farol Alto Adaptativo (AHS).

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UX 250h – O crossover, lançado no Brasil em 2019, chega à linha 2023 com mais personalidade e modernidade, com itens de luxo exclusivos.

Com design marcante e inconfundível, o UX 250h 2023 conta com novo painel com acabamento mais refinado em couro e nova central multimídia sensível ao toque com uma leve inclinação, facilitando a visualização do motorista. 

Na versão Dynamic a tela passa de 7 para 8 polegadas, enquanto a Luxury ganha a tela de 12,3 polegadas já utilizada em modelos superiores da Lexus.

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Ambas as versões permitem conexão com Android Auto e Apple CarPlay.

O combina um propulsor a gasolina 2.0, quatro cilindros, junto com um motor elétrico. Ambos entregam 184 cv de potência, tudo isso aliado à transmissão Hybrid Transaxle.

Além do modo Normal, as duas versões possuem os modos de condução ECO, para priorizar a economia de combustível e Sport, para uma condução mais dinâmica e ágil. 

O UX250h é equipado com o Lexus Safety System que contempla: Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC); Sistema de Saída de Faixa (LTA); Sistema de Colisão Frontal (Pre-Crash System); Farol alto automático (AHB) para a versão Dynamic e Farol Alto Adaptativo (AHS) para a versão Luxury.  

lexus-ux250h-gallery-int-04-dFotos: Lexus / Divulgação

As duas versões do modelo contam, também, com dispositivo de segurança de alerta de tráfego traseiro, enquanto a configuração Luxury é equipada com o Sistema de identificação de ponto cego (BSM), que identifica veículos que estão fora do campo de visão do motorista e emite alertas por meio de um aviso no retrovisor externo do veículo. 

Modelo:

Preço:

Lexus ES 300h Luxury

R$ 356,99 mil

Lexus UX 250h Dynamic

R$ 270,99 mil

Lexus UX 250h Luxury

R$ 310,99 mil

 

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Toyota Hilux ganha nova versão

Da Redação

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A Toyota apresentou ao mercado brasileiro uma nova versão da picape líder em seu segmento: a Hilux SRX Limited.

Com a ampliação do portfólio, a gama ganha uma opção que agrega mais itens exclusivos que oferecem mais conforto e comodidade aos usuários.

A venda da versão Limited já foi iniciada ao preço de R$ 337,99 mil.

A Hilux Limited herda as mesmas características da configuração topo de linha SRX, com design moderno, desde os faróis dianteiros, grade e para-choques.

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Internamente se destaca pelo áudio totalmente integrado ao painel de instrumentos.

Entretanto, seu grande diferencial está na inclusão de itens de conforto, para melhor experiência de condução e passeio, informou a Toyota.

Para se destacar, a versão especial Limited focou no aprimoramento da experiência de condução para uma maior praticidade no uso. Com isso, novos acessórios incorporam o modelo:

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Retrovisor externo com rebatimento automático: além dos itens já conhecidos de sua versão base (SRX), como o indicador de direção e o rebatimento elétrico acionado por meio de um botão, a Limited possui o rebatimento automático após o travamento e destravamento do veículo via alarme;

Capota rígida: do tipo esteira manual com trava, que facilita o manuseio para abertura e fechamento. Ela praticamente transforma o compartimento traseiro em um porta-malas, aumentando a segurança no transporte de cargas;

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Tampa traseira: na nova versão, compartimento recebe assistência de abertura e fechamento e trava elétrica, acionada remotamente. A adição desses itens facilita a utilização da carga no dia a dia, tornando o manuseio mais prático e suave.

A Hilux SRX Limited traz o motor diesel 2.8 16V, que gera 204 cv de potência e torque de 50,9 kgfm a 2800 rpm. Ele trabalha em conjunto com uma transmissão automática sequencial de seis (6) velocidades.

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O seu pacote de equipamentos incorpora o sistema de monitor de visão 360º (Panoramic View Monitor – PVM), que vai agregado no modo de exibição do display como suporte ao motorista na identificação de movimentos ao redor de todo o veículo, combinando uma câmera frontal, uma em cada lateral e uma traseira, totalizando quatro dispositivos para abranger todos os ângulos do veículo.

A nova versão também conta com o sistema de segurança ativa, o Toyota Safety Sense (TSS), que traz a função que detecta pedestres e ciclistas, por meio do Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS).

O TSS é complementado pelas funções: Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) e Sistema de Alerta de Mudança de Faixa com condução assistida (LDA). É importante observar que esses sistemas são projetados para auxiliar o motorista e não para substituí-lo.

Desde a versão cabine simples, voltada para o trabalho, a Hilux já vem dotada de dois airbags frontais e um de joelho para o motorista, bloqueio do diferencial traseiro (com acionamento elétrico), freios ABS e sistema auxiliar EBD (distribuição eletrônica de força de frenagem) nas quatro rodas, cintos de segurança de três pontos para todos os bancos, com pré-tensionador e limitador de força para o condutor e passageiro.

2_Hilux-SRX-LimitedFotos: Toyota / Divulgação

A linha ainda tem assistente de subida (HAC), controle eletrônico de estabilidade (VSC), controle eletrônico de tração (A-TRC) e luz de frenagem emergencial automática.

Nas versões cabine dupla, a Hilux ainda vem com mais quatro airbags, sendo dois laterais e dois de cortina, sistema universal Isofix para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro e assistente de reboque.

Com a chegada da versão SRX Limited, os preços da gama Hilux ficam assim:

Versão Preço R$
GR-S R$ 354,79 mil
SRX Limited R$ 337,99 mil
SRX A/T R$ 325,49 mil
SRV A/T R$ 290,69 mil
SR A/T R$ 273,09 mil
STD Power Pack R$ 244,39 mil
Cabine Simples R$ 228,49 mil
Chassi R$ 220,69 mil

Renault Duster ganha motor turbo na linha 2023

Esse tipo de motorização era aguardada deste o lançamento do modelo 2021 do SUV

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 21/10/2022)

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Se existe uma tendência que virou realidade, ela responde por Sport Utility Vehicle, o famoso SUV. Surfando na mesma onda, o downsize está quase lá. A tecnologia de reduzir o volume cúbico dos motores e utilizar turbocompressores já está presente nas principais montadoras.

Na Renault, o motor turbo 1.3 nasceu da sua aliança com a Nissan e a Mitsubishi, em parceria com a Daimler. Inicialmente, apenas o Captur, seu SUV compacto premium, recebeu este propulsor.

Agora, tanto a picape Oroch, quanto o SUV compacto Duster, ganharam uma versão com esta motorização.

O DC Auto recebeu o Duster Iconic 1.3  TCe  flex para avaliação, versão de topo da gama. No site da montadora, seu preço sugerido é de R$ 143,39 mil.

A unidade avaliada tinha pintura metálica na cor bege Dune, que custa R$ 1,65 mil, e o pacote opcional Outsider Pack, no valor de R$ 1,8 mil. Finalizando, R$ 146,84 mil é o preço atualizado do Duster avaliado.

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O opcional Outsider Pack acrescenta faróis de longo alcance, os verdadeiros “faróis de milha”, que trabalham exclusivamente em conjunto aos faróis altos. Eles vêm instalados sobre uma espécie de para-choque de impulsão feito em plástico.

Também neste pacote, os protetores plásticos das portas são volumosos e compõe bem com o design robusto do Duster.

No mais, o Duster Iconic turbo não tem outros opcionais. Seus principais equipamentos de série são: ar-condicionado automático; direção elétrica; volante com regulagem de altura e profundidade e revestimento premium; chave-cartão com sensor presencial; central multimídia Easylink 8 polegadas; sistema stop & start; vidros dianteiros e traseiros com função one touch e sistema antiesmagamento; retrovisores externos e barras de teto na cor preta; alargadores de para-lamas; rodas em liga leve diamantadas de 17 polegadas calçadas com pneus 215/60 R17 e revestimento dos bancos em material sintético que imita o couro.

Em segurança, os destaques são: dois airbags frontais; freios ABS; sistema Multiview de câmeras; detector de ponto cego; sensor de estacionamento traseiro; assistente de frenagem de emergência (AFU); controle eletrônico de estabilidade (ESP) com auxílio de partida em rampa (HSA); faróis de neblina; acendimento automático dos faróis; alerta de cinto de segurança não afivelado e controlador e limitador de velocidade.

Motor e Câmbio – Como aconteceu no Captur 2022, o motor 1.3 TCe é a grande novidade nas linhas Duster e Oroch 2023.

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O seu volume total é de 1.332 cm ³ (333 cm ³ por cilindro) e sua taxa de compressão é de 10,5/1. O bloco tem 4 cilindros em linha, cabeçote em formato delta, duplo comando tracionado por corrente e 16 válvulas com variação de abertura na admissão e no escape.

O sistema de injeção direta de combustível tem injetores centrais com seis furos que trabalham sob 250 bar de pressão. Seu turbocompressor atinge pressão máxima de 1.4 bar que é controlada eletronicamente pela válvula wastegate.

Com todo este aparato técnico, seus números são expressivos. Ele atinge a potência de 170/162 cv às 5.500 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente, e seu torque máximo é de 27,5 kgmf às 1.600 rpm, com ambos os combustíveis.

Essa versão do Duster pesa 1.353 kg, resultando em 7,9 kg / cv e 49,2 kg / kgmf. Segundo a Renault, o modelo atinge os 100 km/h em 9,2 segundos e sua velocidade máxima é de 190 km/h.

A caixa de marchas CVT X-Tronic tem uma programação que simula oito velocidades que podem ser comutadas por meio da alavanca do câmbio. O acoplamento é feito por conversor de torque hidráulico, tradicional.

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Interior – Também orientado na horizontal, seu interior foi completamente reprojetado. Comparado ao antigo, ele ficou bonito e sofisticado.

Painéis, saídas de ar, multimídia e diversas outras peças são retangulares e apresentam linhas mais paralelas e quinas mais vivas possíveis. 

Além deste design limpo e sólido, a construção das peças perdeu a simplicidade de outrora. Os novos botões em forma de teclado, os comandos do ar-condicionado mais robustos e as saídas de ar menos simplificadas elevaram a percepção de qualidade interna, pois apresentam um desenho mais elaborado e materiais de melhor aparência.

Os plásticos continuam rígidos e as partes macias ao toque escassas, porém, as peças estão bem injetadas, seus encaixes mais precisos e não há mais parafusos expostos. Detalhes imitando alumínio e cromados aumentam ainda mais o requinte nas versões mais caras.

Os bancos dianteiros ganharam novos desenhos com assentos mais longos e maior apoio lateral, tanto para as pernas, quanto para as costas. O banco do motorista recebeu ajuste em altura.

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Multimídia – Quase todos os equipamentos têm botões físicos, giratórios para as funções principais, de pressão para as secundárias. Apenas o multimídia aboliu essas teclas, sendo operado 100% por toques, o que não é o ideal.

Este sistema da Renault já foi um dos melhores do mercado. Em velocidade de processamento, sensibilidade ao toque, brilho, definição e tamanho da tela ele ainda é bom, porém, a concorrência está melhor. Manter o espelhamento por cabo entrega a sua idade.

O ar-condicionado é ótimo. Equipado com três botões giratórios, ele permite uso cego para velocidade da circulação, regulagem da temperatura e direcionamento do ar na cabine.

Posicionadas entre estes botões, alinhadas em dois níveis, teclas tipo piano acionam as outras funções do sistema, facilmente. Ajustável de meio em meio grau, o equipamento é eficiente em volume da ventilação e manutenção de temperatura.

O tempo para o resfriamento é bom, mas, seria melhor se houvesse saídas de ar traseiras, pois a cabine é muito volumosa.

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No quadro de instrumentos, velocímetro e conta-giros são analógicos e com graduação completa, de 5 em 5 km, e de 100 em 100 rpm, respectivamente, o ideal.

O display digital concentra as outras informações, como o marcador do volume de combustível e a marcha engrenada, por exemplo. Nessa mesa tela, as poucas informações do computador de bordo aparecem individualmente.

Aplicativos no multimídia apresentam estes dados de forma bem mais completa e em conjuntos, compensando essa simplicidade do display.

Tecnologias – Um sistema com quatro câmeras possibilita visualizar imagens ao redor do carro na tela do multimídia. Ele é muito útil em deslocamento por trilhas e em manobras de estacionamento, pois o carro é alto e volumoso.

Os sensores de aproximação também auxiliam nos deslocamentos para trás. Quando a marcha à ré é engatada, a câmera traseira é acionada automaticamente.

Mas, não é desativada ao se posicionar o câmbio em Drive, obrigando ao condutor voltar a tela para a home e, em seguida, para o espelhamento do celular, algo confuso e que deveria ser revisto pela Renault.

Chave presencial para a abertura das portas por aproximação, para o fechamento por afastamento e para a partida por botão; sensor crepuscular para acendimento automático dos faróis e alerta luminoso de ponto cego nos retrovisores externos são outras tecnologias que já haviam estreado na linha 2021.

Os três recursos são muito úteis no dia a dia. Destaque para a praticidade da chave presencial e a segurança propiciada pelo alerta de ponto cego.

Por meio de botões no volante é possível operar o controlador de velocidade e atender às ligações. Em um controle satélite de uso cego, o melhor tipo, quase todas as funções do áudio estão disponíveis.

Outra tecnologia oriunda do modelo 2021, a direção elétrica é muito mais leve do que a antiga eletro-hidráulica, existente até 2020.

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Este novo sistema garante leveza nas manobras de estacionamento e varia a assistência progressivamente, deixando o peso do volante adequado em todas as velocidades de deslocamento.

Trabalho da suspensão, em diversos pisos, se destaca

Logan, Sandero e Duster têm a mesma origem de projeto. Eles foram desenvolvidos pela montadora romena Dacia, subsidiária da Renault.

Projetados para a Europa Oriental, região com infraestrutura, muitas vezes, similar à do Brasil, a suas suspensões são robustas, adequadas às nossas pavimentações. Por ser um SUV, mais alto do que os outros modelos, a suspensão do Duster é ainda melhor.

Ela absorve os impactos, copiando bem a superfície do solo e emitindo poucos ruídos, todos graves, um misto do trabalho de retorno dos amortecedores com a acústica dos volumosos pneus. Estes são altos, como convém aos SUVs (215/60 R17).

Se direção e suspensão brilham, o encaixe das peças plásticas sobre monobloco merecia maior isolamento. Ao circular por estradas de terra com muitos desníveis e irregularidades no piso, os painéis plásticos, mesmo bem construídos, rangiam nessas condições mais extremas.

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Já em estradas bem pavimentadas, o Duster é bem silencioso. Com aerodinâmica aprimorada em relação à antiga geração, o arrasto aerodinâmico ficou um pouco mais contido, assim como o atrito dos pneus quase não invade a cabine, denotando melhoria no isolamento acústico.

Rodando – Mas, o maior ganho veio do novo motor e da reprogramação do câmbio CVT. Circulando por estradas, em velocidade de cruzeiro, a câmbio entrega relações longas e deixa o Duster solto, aproveitando ao máximo o deslocamento por inércia.

Por permitirem aos motores alcançar torque máximo em baixas rotações, no caso deste 1.3 TCe às 1.600 rpm, o uso do turbo mudou a dinâmica dos automóveis atuais.

Se o silêncio ao rodar e a economia de combustível já são uma grande vantagem destes sistemas, o desempenho costuma arrancar sorrisos dos motoristas.

Podemos dizer que o Duster acelera como o Volkswagen T-Cross 1.4 turbo, mais do que o Jeep Renegade turbo flex e menos do que os “irmãos” Peugeot 2008 e Citroën C4 Cactus, seus principais concorrentes com motor turbo acima de 1.0 litro.

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Com curso total do acelerador, o motor responde rápido, praticamente sem atraso da turbina. As marchas programadas são esticadas ao limite da rotação de segurança, são cambiadas sem trancos e o Duster acelera mais esportivamente do que a sua altura do solo e acerto para o fora de estrada sugerem.

Contudo, é necessário moderação, principalmente em curvas, pois o alto centro de gravidade do SUV joga contra a aderência dos pneus. Nesses momentos de muita força nas rodas, a inclinação da carroceria alivia o peso sobre uma delas, prejudicando a tração.

Em manobras de ultrapassagem, ou circulando em estradas de areia, por exemplo, este novo conjunto motriz ampliou muito a capacidade dinâmica do Duster, tanto no asfalto, quanto fora dele.

Consumo – Além deste ganho, em avaliação por estradas litorâneas, sempre com gasolina, essa versão se mostrou econômica.

Em diversos trechos curtos, entre 30 e 50 km, andando economicamente, o consumo médio foi de 16 km/l.

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Nos deslocamentos maiores, em rodovias duplicadas que permitiam a manutenção do ritmo ideal e sem desacelerações provocadas por tráfico, o consumo variou entre 18 e 20 km/l.

Em cidades, circulando por vilas com trânsito intenso, em ruas estreitas, o consumo não foi tão surpreendente. As média foi de 8 km/l, mesmo com o sistema stop/start funcionando na maioria das paradas por excesso de tráfico.

O Duster sempre foi uma boa opção de SUV com visual raiz, com mais cara de “jeep” do que de crossover. Mesmo muito melhorado, desde a linha 2021, faltava um motor mais potente.

Agora, ele tem uma versão para encarar os outros concorrentes com motor turbo existentes no mercado. Caso a Renault estenda essa motorização para versões de entrada, ele ficará ainda mais competitivo.

20220923_160953Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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BMW Group anuncia investimento de R$50 milhões na Planta Manaus

Da Redação

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BMW Group / Divulgação

Comemorando 6 anos de existência em 2022, a fábrica de motocicletas do BMW Group, em Manaus (AM), receberá um investimento de R$ 50 milhões entre 2022 e 2025, para incremento em todas as áreas produtivas (qualidade, produção, logística e expedição).

O investimento na planta, responsável pela produção de modelos da marca BMW Motorrad, também prevê aumento de 25% na capacidade produtiva, 20% na mão de obra direta e 50% na área útil da planta.

Parte do investimento também será destinada à produção de sete (7) novos modelos até 2025.

“O investimento de R$ 50 milhões na planta Manaus ratifica a nossa aposta acertada no Brasil, onde montamos a primeira fábrica da BMW Motorrad dedicada à produção de motocicletas fora da Alemanha. Este foi um resultado de um robusto planejamento estratégico, que focou em todas as dimensões do negócio, e que agregado à competência da nossa equipe, permite que nossa planta siga os mais rigorosos padrões de qualidade internacionais da BMW, o que é motivo de orgulho para todo o time da BMW Motorrad”, afirmou Jefferson Dias, diretor-geral da Planta Manaus.

“O mercado brasileiro é o sexto maior para a BMW Motorrad no mundo. E a fábrica de Manaus é responsável por 99% do volume da marca no Brasil. Até 2025, sete novos modelos serão produzidos localmente, sendo quatro totalmente novos. Um deles será lançado esse ano ainda. Esse investimento vai reforçar a nossa liderança nacional no segmento de motos premium”, disse Julian Mallea, CEO da BMW Motorrad Brasil.

Com o investimento, a capacidade de produção vai subir de 15.000 para 19.000 motos por ano.

Trata-se de um aumento de mais de 25% na unidade fabril, que hoje produz oito modelos: G 310 GS, G 310 R, F 750 GS, F 850 GS, F 850 GS Adventure, S 1000 RR, R 1250 GS e R 1250 GS Adventure.

Para suportar esse aumento de capacidade produtiva, também está prevista a geração de empregos, com aumento de 20% no número de postos de trabalho na fábrica manauara.

Outra grande mudança confirmada é a integração de um novo galpão à fábrica. Atualmente com dois galpões e área aproximada de 10 mil m², a Planta Manaus passará a contar com três galpões (uma ampliação de 50% na área total, para 15 mil m²).

Programado para novembro, o novo espaço será destinado ao estoque de materiais, recebimento e inspeção de qualidade.

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