FCA comunica recall do Dodge Durango e do Jeep Grand Cherokee

Da Redação

71wTFAQsmLLA FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil, está informando aos proprietários dos veículos Jeep Grand Cherokee, anos/modelo 2011, 2012 e 2013 e Dodge Durango, anos/modelo 2012 e 2013, sobre a possibilidade de falha no relé da bomba de combustível, ocasionando a dificuldade de partida do motor e, em casos extremos, o desligamento inesperado do veículo em movimento.

Esta última situação pode comprometer as condições de dirigibilidade do veículo, aumentando o risco de colisão, com potenciais danos materiais, físicos ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo ou terceiros.

Tão logo a solução definitiva esteja disponível, os proprietários de todos os veículos envolvidos na campanha serão convocados para a segunda fase do chamamento, para agendamento gratuito do reparo em uma das concessionárias das redes Dodge ou Jeep.

2014 Jeep Grand Cherokee LimitedFotos: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

Para consulta dos números dos chassis envolvidos e outras informações, o consumidor poderá entrar em contato através das Centrais de Serviços ao Cliente Dodge, pelo telefone 0800 703 7140, ou Jeep, pelo telefone 0800 703 7150 ou, ainda, consultar os websites www.dodge.com.br e www.jeep.com.br.

O consumidor da Jeep poderá consultar, também, o canal de WhatsApp da marca pelo telefone (31) 2123-4000.

VEÍCULO ANOS/MODELO CHASSIS NÃO SEQ. (ÚLT. 6 DÍGITOS) UNIDADES ENVOLVIDAS
Dodge Durango 2011, 2012 e 2013 169582 a 691492 764
Jeep Grand Cherokee 2012 e 2013 524644 a 529282 4.379

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Linha 2020 da picape Nissan Frontier chega às revendas

Da Redação

Nissan FrontierA picape Nissan Frontier chega à linha 2020 com novidades. O utilitário fabricado na unidade industrial da Nissan na América do Sul, localizada em Córdoba, Argentina, ganha novas opções de rodas, grafismos e protetor de caçamba, além do sistema para pagamento automático por adesivo “Sem Parar” de série.

Os preços começam em R$ 140,90 mil, na versão S com câmbio manual, e vão a R$ 197,99 mil, na opção mais completa, a LE.

A Nissan Frontier é vendida em quatro versões: S 4×4, Attack 4×4, XE 4×4 e LE 4×4. Elas trazem diversos equipamentos como a Visão 360º e o teto solar, novo sistema multimídia A-IVI com tela de 8 polegadas (Android Auto e Apple Carplay), sistema Isofix, 6 airbags, entre outros.

O motor 2.3 turbodiesel equipa todas as versões, mas pode ter uma ou duas turbinas, o que faz a potência ser de 160 cv ou 190 cv, com opções de câmbio manual e automático.

Para a linha 2020, as versões S, Attack e XE ganham rodas com novos desenhos. A topo de linha LE passa a contar com protetor de caçamba, moldura lateral e adesivos 4×4 na parte traseira. Outra novidade da versão mais completa são os frisos laterais das portas.

Nissan FrontierTodas as novas versões 2020 passam a vir de fábrica com o sistema de pagamento automático “Sem Parar”. É o segundo modelo da linha Nissan no Brasil a disponibilizar a facilidade – o primeiro foi o 100% elétrico Nissan LEAF.

Com o adesivo Sem Parar já instalado de série, o cliente que optar pela ativação do serviço poderá utilizá-lo para pagamentos em pedágios, em mais de 650 postos de abastecimento (entre as redes Shell e Petrobras), mais de 1.400 estacionamentos de aeroportos, shoppings, hotéis, centros comerciais, além de 330 drive-thrus e 150 lava-rápidos.

Ao escolher ativar o serviço, o cliente Nissan Frontier poderá escolher entre dois planos:

– “NA CIDADE”, que é voltado para quem se desloca mais dentro da cidade, conta com gratuidade em 12 mensalidades e, a partir do 13º mês, terá um desconto de 10% sobre a mesma, pagando somente R$ 13,41 por mês. O serviço é disponível para pagamento de estacionamentos, drive- thru, lavagem de automóvel e abastecimento. Caso o cliente deste plano utilize o serviço de pedágio, haverá cobrança da taxa única de R$ 14,90 de roaming no mês de utilização do serviço.

– “EM TODO LUGAR”, direcionado a quem viaja regularmente, contará com gratuidade em 04 mensalidades e, partir do 5º mês, terá um desconto de 10% sobre a mesma, pagando somente R$ 25,11 por mês. O serviço é disponível para pagamento de estacionamentos, drive-thru, lavagem de automóvel, pedágio ilimitado sem cobrança adicional e utilização imediata de abastecimento para a forma de pagamento cartão de crédito. Na opção débito, a funcionalidade de abastecimento inicialmente não estará disponível.

Nissan FrontierFotos: Marco Antônio Teixeira / Nissan / Divulgação

Versões e Preços:

S 4X4 (manual) – R$ 140,90 mil

Attack 4X4 (automática) – R$ 155,59 mil

XE 4X4 (automática) – R$ 174,38 mil

LE 4X4 (automática) – R$ 197,99 mil

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Mitsubishi Eclipse Cross passa a ser produzido no Brasil e ganha novas versões

Da Redação

373552_923732_eclipse_cross_hpe__005___lA_C_o_sposito_mitsubishiHPE e GLS: novas versões do Mitsubishi Eclipse Cross

A Mitsubishi anunciou, hoje, que o SUV Eclipse Cross passará a ser produzido no Brasil, na planta de Catalão (GO).

“É com muito orgulho que produzimos o Eclipse Cross em terras brasileiras. É um grande marco para nossa fábrica na cidade de Catalão (GO), que agora produz um dos veículos com maior grau de tecnologia embarcada dentre os fabricados no País. E isso também permitiu acrescentar novas versões, expandindo o leque de possibilidades para os consumidores”, explicou Reinaldo Muratori, diretor de planejamento da Mitsubishi Motors.

Somando-se as versões HPE-S e HPE-S AWC, já comercializadas no nosso mercado, o Eclipse Cross passa a ter as versões HPE e GLS, fabricadas no Brasil.

373552_923730_eclipse_cross_hpe__001___lA_C_o_sposito_mitsubishiEclipse Cross HPE

Todas contam com o motor MIVEC 1.5 turbo com dupla injeção, 165 cv de potência e 25,5 kgf.m de torque. Completando o powertrain, a transmissão CVT de 8 velocidades.

Todas as versões contam com TPMS (sensor de pressão dos pneus), sensores de chuva e farol, ABS, BAS, BOS, HSA (assistente de partida em rampa), controles de tração e estabilidade (ASC + ATC), câmera de ré, ar-condicionado automático digital, sistema Full Airbags com 9 airbags, DRL em led e faróis de neblina.

HPE – A versão HPE tem um pacote de cromados que diferencia a versão e dão um toque extra de sofisticação. Vem equipada com bancos em couro com aquecimento nos dianteiros e com regulagem elétrica para o motorista, chave de presença para abertura das portas e partida por botão, ar-condicionado de duas zonas, Head-up Display, freio de estacionamento eletrônico, paddle shifters (“borboletas” para trocas de marchas) e retrovisores retráteis.

373552_923733_eclipse_cross_hpe__004___lA_C_o_sposito_mitsubishiEclipse Cross HPE

HPE-S – A versão HPE-S é oferecida em dois modelos com opções de tração 4×2 e 4×4, e recebe o pacote de tecnologia MiTEC com FCM, ACC, LDW, BSW + RCTA e AHB + UMS, além do teto solar panorâmico, faróis em LED, limitador de velocidade, retrovisor eletrocrômico, sensores dianteiros e traseiros.

HPE-S S-AWC – Ela traz o exclusivo Super All Wheel Control (S-AWC), um sistema de controle dinâmico integrado ao 4WD, que garante uma rodagem segura em qualquer tipo de piso.

Com um acoplamento eletromagnético, o sistema controla automaticamente a distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro. E o AYC (Active Yaw Control), que faz otimização do torque entre as quatro rodas.

O motorista pode optar por três tipos de condução: Auto, Snow ou Gravel, dependendo das condições de cada tipo de terreno, visando melhorar a precisão na condução, estabilidade e manobrabilidade em estradas escorregadias.

373552_923735_eclipse_cross_hpe__007___lA_C_o_sposito_mitsubishiInterior do Eclipse Cross HPE

O visual externo agrega as luzes diurnas (DRL) e faróis auto e baixo em LED com Auto High Beam que intercala automaticamente o farol alto e baixo em locais com pouca iluminação, evitando o ofuscamento de outros motoristas.

Alguns dos itens de segurança presentes:

BSW (Blind Spot Warning) – Aviso sonoro e de luz nos espelhos retrovisores indicando região de ponto cego.

UMS (Ultrasonic Misacceleration Mitigation System) – Sistema de prevenção de aceleração involuntária, que reduz as chances e o perigo de atingir obstáculos a até quatro metros, na frente ou atrás do veículo, caso o motorista pressione fortemente o acelerador por engano com o carro parado ou até 10 km/h.

RCTA (Rear Cross Traffic Alert) – Sistema de aviso de tráfego traseiro, que ajuda a evitar colisões ao sair de uma vaga em marcha a ré.

Speed Limiter – Limita uma velocidade pré-estabelecida pelo motorista.

ASC (Active Stability Control) – Controle ativo de estabilidade, evitando escorregamento em curvas.

ATC (Active Traction Control) – Controle Ativo de Tração, atua em pisos de baixa aderência ou em situações de aceleração brusca.

ACC (Adaptative Cruise Control) – Piloto automático inteligente de nova geração, que diminui e acompanha automaticamente a velocidade do veículo à frente.

FCM (Foward Collision Mitigation) – Sistema de frenagem autônoma, que ajuda a prevenir colisões frontais identificando veículos ou pedestres por meio de câmeras e radar.

LDW (Lane Departure Warming) – Aviso de saída de faixa de rolamento.

373552_923731_eclipse_cross_gls___014___lA_C_o_sposito_mitsubishiEclipse Cross GLS

Fotos: Léo Sposito / Mitsubishi / Divulgação

O modelo tem três anos de garantia sem limite de quilometragem, além da MitRevisão com preço fixo.

Preços Sugeridos:

Eclipse Cross GLS – R$ 129,99 mil

Eclipse Cross HPE – R$ 144,99 mil

Eclipse Cross HPE-S – R$ 153,99 mil

Eclipse Cross HPE-S S-AWC – R$ 161,99 mil

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Emplacamentos de veículos registram alta de 10,3% no acumulado até novembro

Da Redação

As vendas de veículos continuam com demanda crescente e estável, de acordo com o levantamento realizado, nesta segunda-feira, 2 de dezembro, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa mais de 7 mil concessionários de veículos.

No acumulado de janeiro a novembro de 2019, a alta foi de 10,3%, com o total de 3.665.370 veículos novos emplacados, ante as 3.322.200 unidades registradas, em igual período do ano passado.

Em novembro, o volume das vendas somou 345.386 unidades, o que representou avanço de 7,8% sobre novembro de 2018, porém, com queda de 6% sobre outubro de 2019, em função do menor número de dias úteis (23 dias úteis em outubro, contra 20 dias úteis em novembro – sem considerar o dia 20 como feriado nacional).

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o ritmo de crescimento das vendas, no geral, permanece como o esperado para o ano, o que deve levar ao volume estimado pela Federação.

“Faltando apenas um mês, para o fechamento do ano, notamos a estabilidade do mercado. Isso é positivo, pois não houve grandes oscilações durante o ano, o que confirma as nossas expectativas para 2019, que deve crescer 10,76% sobre 2018”, comentou Assumpção Júnior.

À exceção de tratores e máquinas agrícolas, todos os segmentos automotivos deverão apresentar crescimento este ano.

Acompanhe, na tabela, as projeções da Fenabrave para 2019:

Segmento Volume Variação %
2019 x 2018
Automóveis e Comerciais Leves 2.668.414 8%
Caminhões 102.260 33,8%
Ônibus 26.775 36,8%
Auto+Com.Leves+Caminhões+Ônibus 2.797.449 9,01%
Implementos Rodoviários 63.770 42,7%
Motocicletas 1.072.011 14%
Tratores e Máquinas Agrícolas 44.300 (-) 10,3%
Setor em Geral* 3.933.230 10,76%

Automóveis e Comerciais Leves

As vendas de automóveis e comerciais leves somaram, no acumulado dos 11 meses do ano, 2.406.984 unidades licenciadas, numa alta de 7,21% sobre as 2.245.164 unidades emplacadas no mesmo período de 2018.

Considerando apenas o mês de novembro, 230.923 unidades foram licenciadas pelo País, apontando alta de 4,4% sobre novembro de 2018, mas retração de 4,2% ante outubro. “Esses segmentos sentiram, mais fortemente, os efeitos do feriado da Proclamação da República e, principalmente, do Dia da Consciência Negra, que não foi nacional, mas atingiu grandes cidades, como São Paulo, por exemplo”, explicou Assumpção Júnior.

Ainda assim, a média diária de vendas cresceu 10% em novembro, com relação a outubro, confirmando a estabilidade nas vendas, mesmo com 3 dias úteis a menos (23 dias em outubro, contra 20 dias em novembro).

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Fenabrave / Divulgação

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Argo Trekking ganha motor 1.8 e câmbio automático

Da Redação

imagem(2)Segundo a Fiat, o Argo Trekking 1.3 com câmbio manual preencheu uma lacuna que faltava na linha do hatch compacto, trazendo mais espírito aventureiro. A fabricante informou que a versão já garante cerca de 30% do mix de vendas do modelo.

Desta forma, a FCA (Fiat Chrysler Automóveis) acaba de lançar um novo membro, agora com mais potência e a comodidade da transmissão automática. O Fiat Argo Trekking 1.8 com câmbio automático de 6 marchas completa a linha aventureira, se colocando no topo da gama Argo, ao lado da versão esportiva HGT.

Lançado em 2017, o Fiat Argo passa a contar com oito diferentes versões: Argo 1.0, Argo Drive 1.0, Argo Drive 1.3, Argo Trekking 1.3, Argo Trekking 1.8 AT, Argo Drive 1.3 GSR, Argo Precision 1.8 AT e Argo HGT 1.8 AT.

imagem(3)A nova versão é oferecida com motor E.torQ 1.8 Evo de 139 cv de potência e torque de 19 Kgfm, transmissão automática de 6 marchas e rodas de liga leve de 15 polegadas de série.

Como opcionais, estão disponíveis a câmera de ré (R$ 990,00) e novos kits: Tech, com quadro de instrumentos de 7 polegadas em TFT, ar-condicionado digital, retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, chave presencial (keyless entry’n’go), sensor de chuva e crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico (R$ 3,53 mil), e Stile, com apoia braço no banco do motorista, volante revestido em couro, piloto automático, câmbio tipo borboleta com trocas de marchas atrás do volante, bancos revestidos em material sintético que imita o couro e banco traseiro bi partido (R$ 2,90 mil).

Assim como o Argo Trekking 1.3, a nova versão traz rsuspensão elevada e vão livre de 210 mm. Ele traz, aind,a os pneus 205/60R15 91H S-ATR WL, com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking.

imagem(4)O modelo também conta com teto bicolor, barras no teto, que é preto assim como os retrovisores e o aerofólio.

A versão apresenta um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento em cromo escurecido na traseira e ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva.

No interior, traz tecido escuro dos bancos com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado.  Além disso, conta com logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e das saídas de ar cromadas.

imagem(6)Também são de série a central multimídia Uconnect de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, os vidros dianteiros e traseiros elétricos, os retrovisores elétricos e os faróis de neblina.

Disponível nas cores branco Banchisa, branco Alaska, vermelho Montecarlo e cinza Silverstone, o novo Argo Trekking 1.8 automático tem o preço sugerido de R$ 68,99 mil.

É uma pena que, no quesito segurança, o modelo não seja equipado com os controles eletrônicos de estabilidade e tração. Mas a Fiat oferece aquilo que o mercado pede.

imagem(5)E, ao menos por enquanto, a segurança não está na pauta principal do motorista brasileiro. Ele ainda prefere “perfumarias”, como sistema multimídia, do que, por exemplo, 4 ou mais airbags.

imagem(7)Fotos: FCA – Fiat Chrysler Automóveis / Divulgação

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Argo Precision: para quem aprecia conforto

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 29/11/2019)

Hatch da Fiat, com excelente rendimento, é equipado com motor 1.8 e câmbio automático

DSCN7261Hoje, o hatch compacto Argo é o principal carro da Fiat, pois além de substituir o Palio e o Novo Palio, modelos que saíram de linha, ele ainda preenche a lacuna deixada por Punto e Bravo. Contudo, ele é oferecido em várias versões e preços, em combinações entre três motores e três câmbios diferentes.

DC Auto recebeu o Argo Precision 1.8 automático para avaliação. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 63,99 mil, valor exclusivo na opção de cor preto sólido. As demais cores sólidas custam R$ 800,00, as metálicas têm o valor de R$ 2,00 mil e, a perolizada branca, R$ 2,30 mil.

Apesar de ser a sexta versão mais cara, entre as sete disponíveis, seus itens de série não são tão generosos, ficando para os pacotes opcionais os equipamentos mais desejados atualmente.

De série, os principais equipamentos da versão são: ar-condicionado, direção elétrica progressiva, sistema de som com bluetooth, volante com regulagem em altura e comandos do rádio e telefone, airbag duplo, ABS com EBD, ESC (Controle de Estabilidade), TC (Controle de Tração), Hill Holder (controle eletrônico que auxilia nas arrancadas em subidas), quadro de instrumentos com tela de 3,5 polegadas multifuncional em TFT, assinatura em LED nos faróis, rodas de 15 polegadas em aço com calotas, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros e traseiros com one touch e antiesmagamento, entre outros.

DSCN7227A unidade avaliada foi equipada com quatro dos cinco pacotes opcionais disponíveis para a versão. O Kit Uconnect 7 polegadas, que agrega a central multimídia touch screen com Android Auto e Apple CarPlay e porta USB adicional na traseira, é vendido por  R$ 2,10 mil.

O Kit Function vem com câmera de marcha à ré, rodas de liga leve, retrovisores externos elétricos com função Tilt Down e setas integradas, sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico e faróis de neblina, tudo por R$ 3,30 mil.

O Kit Style conta com apoia braço para motorista, bancos e volante revestidos em material sintético que imita o couro, controlador de velocidade, “borboletas” atrás do volante para as trocas de marchas, acabamento interno com detalhes cromados e banco traseiro bi partido que saem por R$ 2,90 mil.

Fechando a lista de opcionais, o Pack Tech adiciona ar-condicionado digital, retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de cortesia, chave presencial, sensor de chuva, sensor crepuscular e  retrovisor interno eletrocrômico, com acréscimo de R$ 3,05 mil. Somando tudo, inclusive a cor metálica, o Argo avaliado tem o alto preço de R$ 77,34 mil.

DSCN7310Motor e Câmbio – O motor da versão é o E.TorQ 1.8 16V  Flex de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples tracionado por corrente com variação de abertura apenas na admissão.

A injeção é indireta, multiponto, e a taxa de compressão é 12.5/1. O torque máximo é 19,3/18,8 kgmf às 3.750 rpm e a potência atinge 139/135cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com conversor de torque e 6 marchas. Ele oferece seleção entre automático e manual com possibilidade de comutação pela alavanca de câmbio ou pelas aletas posicionadas atrás do volante.

O porta-malas do Argo comporta 300 litros e, o tanque de combustíveis, 48 litros. Suas dimensões são: 3,99 metros de comprimento, 2,52 metros de distância entre-eixos, 1,72 metro de largura (sem considerar os retrovisores), 1,51 metro de altura total e 15,5 centímetros de vão livre.

DSCN7293Confortável, o Argo acomoda bem quatro adultos com bom espaço para as cabeças, ombros e pernas de todos. Como na maioria dos carros compactos, um ocupante no centro do banco traseiro fica mal acomodado, mas a distância entre-eixos é boa e o espaço para as pernas na parte de trás é um dos melhores entre os hatches compactos.

A ergonomia é bem projetada, com todos os comandos à mão. A central multimídia é “flutuante”, destacada acima do painel e tem fácil visualização. As maçanetas internas e os comandos dos vidros e retrovisores elétricos são bem localizados. Os puxadores das portas dianteiras são grandes, facilitando o seu fechamento, apesar de atrapalharem um pouco a abertura das mesmas.

Destaque – O acabamento interno é um dos seus destaques. Detalhes cromados e prateados em diversas partes internas e o revestimento sintético que imita o couro, aplicado ao volante, à coifa da alavanca de marchas e aos bancos, conferem requinte ao interior.

As peças plásticas não são emborrachadas, mas são muito bem encaixadas e não apresentam rebarbas. Apenas nas portas dianteiras existem materiais macios ao toque. Nas portas traseiras é tudo rígido mesmo. Os revestimentos das colunas e do teto são claros, menos esportivos que os escuros, mas ampliam a percepção do espaço interno.

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DSCN7311A tela digital no centro do cluster tem apenas 3,5 polegadas e não é colorida, como a opcional de 7 polegadas que não está disponível para essa versão. Mas ele tem as mesmas funções e oferece uma boa leitura das informações, pois seus números ainda são bem dimensionados.

A central multimídia e o ar-condicionado possuem botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, além dos comandos por toque na tela. Controles físicos são mais eficientes, pois não precisamos desviar o olhar das vias para operá-los.

A central multimídia (tela de 7 polegadas) funciona com precisão, tanto usando o bluetooth, como os aplicativos de espelhamento para celulares, quanto via cabo USB. Por sinal, com os dispositivos espelhados, o uso da tela se torna mais fácil, pois os gráficos originais da mesma apresentam ícones pequenos e difíceis de serem identificados rapidamente quando estamos dirigindo.

A sensibilidade ao toque, a definição da imagem e o tamanho da tela são muito bons, mas o sistema operacional da central multimídia poderia ter maior velocidade de processamento.

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DSCN7295O sistema de refrigeração também apresenta uma configuração de fácil leitura e operação e, mesmo sendo um ar-condicionado de zona única, é muito eficiente no resfriamento da cabine.

Acerto das suspensões da versão se destaca

Assim como observamos no Cronos HGT, avaliado há três semanas, a direção elétrica é muito leve em baixas velocidades, ótima para manobras de estacionamento, mas poderia ser mais progressiva.

Ela deixa de ser leve muito rapidamente e estabiliza em um peso que garante controle ao condutor em altas velocidades, porém, o ideal seria que este ganho de peso fosse mais gradual, com pesos intermediários, adequados às velocidades médias.

Além da leveza da direção, os sensores de estacionamento traseiros, aliados à câmera com guias gráficas esterçáveis, facilitam bastante as manobras em garagens e ao se deslocar em marcha à ré, pois, o vidro traseiro é estreito, diminuindo a visibilidade para trás, e as colunas “c” são largas, atrapalhando a visão cruzada.

DSCN7217Mesmo não sendo dos mais modernos, o conjunto motor e câmbio é bem dimensionado para o Argo. Andando moderadamente, o motor é silencioso e as trocas de marchas ocorrem suavemente, sem trancos. A programação do câmbio visa à economia de combustível, comutando as marchas em baixas rotações, mas essa não é a essência deste motor.

O E.TorQ 1.8 16V é o famoso motor “girador”. Acorda após às 4.000 rpm e muda de personalidade.  Na posição manual do câmbio, e trocando as marchas pelas aletas, é muito divertido andar mais forte com o Argo.

Suspensões – Como no Cronos, o grande destaque do Argo são as suspensões. O acerto do conjunto privilegia o conforto, mas entrega estabilidade e não deixa a carroceria inclinar muito em curvas, como acontecia com o Palio.

O que mais impressiona é a capacidade de absorção do conjunto. Ele filtra a maior parte dos impactos causados por imperfeições e buracos das vias, transferindo pouca vibração para a cabine.

DSCN7247Independente da situação, as suspensões trabalham de forma silenciosa, passando a impressão de robustez. O Argo Precision é equipado com rodas menores e pneus mais altos que os do Cronos HGT, características que permitem calibração mais baixa dos pneus e, consequentemente, um maior conforto ao rodar.

Consumo – Em um circuito rodoviário de 38,4 km realizamos duas voltas, uma aos 90 km/h e outra aos 110 km/h. Considerando que o Argo Precision e o Cronos HGT têm os mesmos motor e câmbio, sabíamos que os resultados seriam próximos, pois o Cronos é apenas 7 kg mais pesado que o Argo.

O Argo se mostrou um pouco mais econômico. Aos 90 km/h, ele registrou 12,2 km/l contra 11,9 km/l do Cronos. Já aos 110 km/h, o hatch chegou aos 11 km/l e, o sedan, não passou dos 10,5 km/l, abastecidos apenas com etanol.

Circulando em cidades, também com etanol, o Argo registrou médias entre 5,5 km/l e 7,5 km/l, dependendo da intensidade do tráfego. A Fiat deixou de oferecer o sistema stop/start para o Argo e o Cronos alegando pouca aceitação do consumidor. Este recurso melhoraria as médias urbanas.

O Argo Precision é uma versão para quem aprecia o bom desempenho, mas não abre mão do conforto. Para quem busca maior economia de combustível, o Argo Drive GSR ou o Drive manual são os mais indicados. Já o Argo HGT entrega o mesmo desempenho e maior estabilidade, mas é menos confortável que o Argo Precision.

DSCN7250Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Piloto mineiro Maurício Pena Rocha é Vice-Campeão brasileiro de Rally Baja

José Oswaldo Costa*

Nelson Pereira 1Foto: Nelson Pereira

As coisas não saíram como o piloto Maurício Rocha, o Ratinho, esperava na etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja disputada em Lençóis Paulista (SP).

O Rally Rota Sudeste ocorreu nos últimos dias 10 e 11 de novembro e contou pontos para as 13ª e 14ª etapas da competição nacional. Com dois dias de disputas e 308,46 quilômetros percorridos, a prova foi marcada por chuva e muita lama. A categoria para UTVs contou com 40 inscritos.

A surpresa, negativa, para Ratinho começou logo no sábado, primeiro dia de prova. E quem lhe deixou na mão foi o seu equipamento. O retificador de bateria do seu UTV apresentou problemas e parou de carregar a bateria. Com isso, seu veículo simplesmente desligou com apenas 6 km de prova.

Com o abandono de Ratinho, Bruno Varela se sagrou Campeão do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2019 com uma etapa de antecipação. Mesmo com esse fim de semana negativo, Maurício já é o Vice-Campeão Brasileiro de Rally Baja, no geral.

Nelson PereiraFoto: Nelson Pereira

Na última etapa (15ª), que será disputada nesse próximo fim de semana em MG, Ratinho precisa de apenas um 7º lugar para também se tornar Vice-Campeão Brasileiro na categoria que disputa, a Pró-Elite.

A conquista do piloto mineiro deve ser muito comemorada. Afinal, Bruno Varela faz parte da chamada “Família da Poeira”, cujo patriarca, Reinaldo Varela, é campeão mundial e do Rally Dakar. Além de Bruno, seu irmão Rodrigo também disputa a competição nacional, na qual ocupa a 3ª colocação e não pode mais alcançar Ratinho.

Ambos contam com uma enorme equipe de apoio, no mesmo nível da que o pai utiliza nas competições mundiais das quais participa. Com uma equipe infinitamente menor, e com menos recursos, o resultado de Ratinho foi obtido “no braço”, no puro talento!

PhotoactionFoto: Photoaction

Categoria UTVs – Rally Rota Sudeste:

1 – #102 – Bruno Varela – 3h25m23s7 – Can-Am Maverick X3
2 – #147 – Guilherme Di Mase / Tomas Di Mase – 3h32m38s5 – Can-Am Maverick X3
3 – #130 – Marcelo Carqueijo – 3h34m09s6 – Can-Am Maverick X3
4 – #101 – Rodrigo Varela – 3h34m27s2 – Can-Am Maverick X3
5 – #123 – Wilker Campos – 3h35m08s1- Can-Am Maverick X3

 *com informações da Mundo Press

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