Ducati Diavel “Black and Steel” chega ao Brasil

Da Redação

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A Ducati enriquece a família Diavel com a chegada da nova Diavel 1260 S Black and Steelno Brasil.

Restrito a 17 unidades exclusivas, o modelo tem preço de venda de R$ 134,90 mil.

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Segundo a Ducati, a motocicleta foi projetada “para roubar a cena com gráficos assimétricos e refinados que combinam cinza brilhante, preto fosco e detalhes esportivos na cor amarela, que destacam sua natureza arrojada e bela que combina o desempenho de um maxi naked com a ergonomia e conforto de uma muscle cruiser”.

O diferencial fica por conta da cor amarela, que confere toques esportivos ao quadro, à parte inferior da rabeta e alguns acabamentos da moto.

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O coração da moto é o motor Testastretta DVT de 1262 cc que oferece 164 cv a 9.500 rpm com uma curva de torque plana e encorpada, que permite uma rápida aceleração e, ao mesmo tempo, oferece regularidade em baixas rotações, ideal para uso diário ou em turismo.

O chassis, caracterizado pelo pneu traseiro de 240 mm, garante níveis surpreendentes de maneabilidade e ângulos de inclinação para o piloto, aliados a um bom nível de conforto.

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unnamedFotos: Ducati / Divulgação

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Renault Oroch ganha nova vida com motor 1.3 turbo

Propulsor pode render até 170 cv e trabalha em conjunto com um câmbio CVT

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 30/09/2022)

A picape Renault Duster Oroch foi pioneira entre os modelos intermediários. Lançada em 2015, trazia todos os elementos estruturais e de design do SUV compacto que lhe deu origem.

Agora, na linha 2023, recebeu pequenas modificações externas e grandes mudanças internas. Desta vez, ela não acompanhou as atualizações visuais adotadas no Duster 2021. A Oroch ganhou alterações simplificadas por fora e uma cabine própria, diferente da do SUV.

Muito por isso, seu novo nome é Renault Oroch, deixando a alcunha Duster de lado. De todas as novidades da picape, a adoção do excelente motor turbo 1.3 TCe é o destaque.

O DC Auto recebeu a Oroch Outsider 1.3 TCe 16V para avaliação, versão de topo da gama. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 142,90 mil. A unidade avaliada contava com a nova cor cinza Lune, opcional que custa R$ 2 mil, elevando o seu preço para R$ 144,90 mil.

Vendida completa de série, seus principais equipamentos são: ar-condicionado automático e digital; multimídia com tela flutuante de 8 polegadas e espelhamento sem fio para Apple CarPlay e Android Auto; direção com assistência eletro-hidráulica; computador de bordo; sistema stop/start; vidros elétricos dianteiros e traseiros com um toque e antiesmagamento; volante e bancos revestidos com material sintético que imita o couro; maçanetas e retrovisores pintados em preto brilhante com indicadores de direção lateral; barras de teto longitudinais e funcionais e rodas em liga leve de 16 polegadas, diamantadas,  com pneus de uso misto 215/65 R16.

Em segurança, os destaques são: controles de tração, estabilidade e anti-capotamento; dois airbags; freios ABS; travamento central automático com destravamento em caso de colisão; sensores de chuva e crepuscular; sensor de estacionamento com câmera de marcha à ré e DRL, faróis de neblina e de milha.

Motor – A Outsider é a única versão da Oroch equipada com o propulsor 1.3 TCe 16V, motor turbo desenvolvido pela Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em parceria com a Daimler.

O seu volume total é 1.332 cm³ (333 cm³ por cilindro) e a taxa de compressão é de 10,5 /1. O bloco tem quatro cilindros em linha, cabeçote em formato delta, duplo comando tracionado por corrente e 16 válvulas com variação de abertura na admissão e no escape.

O sistema de injeção direta de combustível tem injetores centrais com seis furos que trabalham sob 250 bar de pressão. Seu turbocompressor atinge pressão máxima de 1.4 bar que é controlada eletronicamente pela válvula wastegate.

Além dessas tecnologias, diversos processos de revestimento de peças móveis, visando à redução de atrito entre elas, foram utilizados, inclusive, o Bore Spray Coating (BCS), tratamento superficial na parede dos cilindros que reduz o atrito com os anéis e pistões, recurso oriundo da divisão esportiva da Nissan, presente no GT-R, o famoso Godzilla.

Com todo este aparato técnico, seus números são expressivos. Ele atinge a potência de 170/162 cv às 5.500 rpm, com etanol e gasolina respectivamente, e seu torque máximo é de 27,5 kgmf às 1.600 rpm, com ambos os combustíveis.

Essa versão pesa 1.432 kg, resultando em 8,4 kg/cv e 52,1 kg/kgmf. Segundo a Renault, a Oroch turbo atinge os 100 km/h em 9,9 segundos e sua velocidade máxima é de 189 km/h.

A caixa de marchas CVT X-Tronic tem uma programação para simular oito velocidades que podem ser comutadas por meio da alavanca do câmbio. O acoplamento é feito por conversor de torque hidráulico, tradicional.

Desbravadora do segmento intermediário, a Oroch é menor que a picape Fiat Toro, sua única concorrente direta nesta categoria, e maior que a picape compacta Fiat Strada cabine dupla, a rival em preço das versões de entrada do modelo da Renault.

Quase como em uma categoria à parte, ela ganha em mobilidade da Toro e em espaço interno da Strada. Confirmada pela GM, a nova Chevrolet Montana chegará em breve para acirrar essa disputa, provavelmente, com dimensões mais próximas às da Oroch.

Diferentemente do Duster, a Oroch 2023 não ganhou uma nova carroceria, apenas novo para-choque dianteiro, grade principal maior, rodas, rack e santantônio redesenhados e lanternas escurecidas. Assim como o SUV, a picape recebeu um interior completamente novo.

Interior – O design da cabine poderia ser o mesmo do Duster, muito bem reprojetado para o modelo 2021, mas a Renault foi além.

Ela redesenhou o painel principal elevando a tela do multimídia, que ficou flutuante. Além disso, adotou o quadro de instrumentos do SUV Captur, que tem velocímetro digital e conta-giros analógico.

Essas duas mudanças tornaram a usabilidade da Oroch melhor do que a do Duster, pois a tela elevada e os grandes dígitos que indicam a velocidade permitem operação e visualização mais fáceis, incrementando a segurança.

No mais, quase todas as outras partes e peças são as mesmas do Duster, sendo as diferentes, apenas em função dos tamanhos e formas distintas das cabines.

Infelizmente, a Renault não usou os novos e ótimos bancos do SUV na picape. Acreditamos que as medidas internas divergentes entre os modelos obrigariam o reprojeto do banco traseiro, inviabilizando o compartilhamento das peças.

Os plásticos do interior continuam rígidos, mas a diversidade de texturas dos mesmos e os materiais metalizados usados em diversas peças internas garantiram uma aparência mais sofisticada que casou perfeitamente com o novo design da cabine.

Vale destacar que, tanto nas portas dianteiras, quanto nas traseiras, os descansos de braço são acolchoados, algo inexistente em diversos modelos concorrentes.

O interior da Oroch tem ótimo espaço para cabeça, ombro e pernas dos ocupantes da frente. Por priorizar a capacidade de carga, como a maioria das picapes, atrás existe menos área para as pernas em comparação ao Duster, mesmo sendo o entre-eixos da picape maior em relação ao do SUV: 2,83 metros contra 2,67 metros.

Mas, cabeças e ombros de dois adultos vão folgados na segunda fileira. E uma criança se acomoda muito bem na parte central do banco traseiro.

A ergonomia é acertada, os comandos estão à mão e não exigem grandes movimentações dos braços para serem alcançados. Como as janelas são grandes e a traseira não é tão alta, a visibilidade é melhor do que na maioria das picapes.

No caso específico da versão Outsider, a barra de proteção do vidro traseiro ficou muito mal posicionada, na linha de visão para um motorista de 1,70 metro. Se fosse dupla, e não simples, a eficiência seria melhor e a visibilidade não seria prejudicada. Achamos essa economia desnecessária e prejudicial à segurança.

Externamente, suas outras medidas são as seguintes: 4,72 metros de comprimento; 1,83 metro de largura (sem contar os retrovisores) e 1,69 metro de altura.

O seu diâmetro de giro é de 10,7 metros. Na caçamba cabem 683 litros e essa versão Outsider suporta 650 kg de carga total. O tanque de combustíveis comporta 55 litros.

Nos números para o fora de estrada, o ângulo de entrada foi aprimorado com o novo para-choque, subiu dos 26° para 27,5°. O ângulo de saída e a altura livre do solo continuam os mesmos: 22,4° e 212 mm.

Equipamentos – Entre os equipamentos de bordo, o ar-condicionado se destaca. Ele tem botões grandes, fáceis de manusear e providos de números e pictogramas visíveis, mesmo que posicionados um pouco baixos.

O sistema é eficiente em intensidade de ventilação, tempo de resfriamento e manutenção de temperatura, essa, regulável de meio em meio grau, o ideal. Atrás, não existem saídas para o ar refrigerado, apenas uma tomada de 12V.

O multimídia, agora, está muito bem posicionado. Contando com tela fosca, tipo que minimiza os reflexos, ele traz a interface mais nova da Renault, a única que espelha celulares sem fio.

Muito estável e com rápida ativação, seu espelhamento é um dos melhores do mercado. Em brilho, definição e tempo de processamento ele está na média da concorrência. Sua falha é não ter nenhum botão físico, todas as operações exigem toques na tela.

Um controlador satélite de uso cego, o mais seguro, minimiza a falta destes botões, pois controla o som e o telefone.

O sistema de áudio não é assinado pela Bose, como no Captur, e faltam potência e definição nas frequências sonoras. Mesmo assim, a distribuição espacial do áudio é agradável, vantagem que temos observado em picapes quando comparadas aos SUVs.

Ao contrário do conta-giros, do velocímetro e do marcador do nível de combustível que têm indicações em grafismos grandes e claros, os dígitos do computador de bordo são pequenos e formados com barras simples, característica que não facilita a leitura.

Mas, ele traz todas as informações necessárias para a navegação e algumas que não estão no painel, como o nível da temperatura do líquido de arrefecimento do motor, por exemplo.

A Oroch recebeu o volante da Renault que equipa seus modelos mais novos, como o Duster e o Captur, mas não ganhou o sistema de direção com assistência elétrica, como há nestes modelos.

Nela, foi mantido o sistema eletro-hidráulico, menos moderno. Ele usa um motor elétrico para acionar a bomba hidráulica da direção, aliviando o motor do carro desta função.

Melhor do que os sistemas puramente hidráulicos, e menos eficiente do que os elétricos, ele deixa a direção um pouco pesada em manobras de estacionamento e em baixas velocidades. Em velocidades maiores, o peso fica ideal, garantindo conforto e segurança ao mesmo tempo.

Suspensões – Como toda picape, a Oroch precisa transportar mais peso do que os outros automóveis. Sendo assim, suas suspensões são mais rígidas e trabalham em frequência mais alta quando o modelo não está carregado.

Porém, ela é equipada com sistema independente no eixo de trás, como a Toro, recurso que garante um comportamento mais neutro que em outras picapes que usam sistemas semi-indepedentes ou eixos rígidos e molas parabólicas.

Sobre ondulações e reparos no asfalto, as suspensões da Oroch isolam bastante a cabine e demonstram robustez, emitindo poucos e abafados ruídos no trabalho de amortecimento.

Em curvas, elas não deixam a carroceria inclinar em demasia, mas os pneus de uso misto exigem cautela, pois sua aderência não é a mesma dos pneus dedicados ao asfalto.

Mesmo não tendo a carroceria tão elevada, a Oroch passou por lombadas e acessou rampas sem raspar para-choques ou o seu fundo. Na terra, ela transpôs as irregularidades com boa tração dos pneus e ótimo controle direcional.

O trabalho das suspensões é eficiente para um fora de estrada leve e no limite para um trecho moderado, o esperado para uma picape 4×2.

Por não ser tão alta e nem tão cumprida, a Oroch é mais prática do que a Toro no dia a dia, facilitando o embarque e o desembarque de pessoas e cargas e, principalmente, em manobras de estacionamento e para circular em centros urbanos.

O modelo da Renault ficou devendo uma mola de torção na tampa da caçamba para melhorar, ainda mais, a comodidade, pois ela é muito pesada, característica que não contribui no trabalho de abertura e fechamento da mesma.

Pelo menos, todas as versões trazem de série a proteção plástica da caçamba. A capota marítima é exclusiva desta versão.

Eficiência energética da picape da Renault surpreende

Os últimos três carros que avaliamos tinham motor turbo acima de um litro, assim como essa versão da Oroch. Não por acaso, o desempenho é o destaque destes modelos.

Mesmo com volumes diferentes, 1.6 no Citroën C4 Cactus, 1.4 no Chevrolet Cruze hatch e 1.3 no Jeep Renegade e na Oroch, todos têm tecnologias semelhantes, além de números de potência e torque próximos. Dessa forma, mostram comportamento parecido.

Mas, cada um tem suas particularidades. No caso da Oroch, circulando em rodovias, o arrasto aerodinâmico sobressai. Em velocidade de cruzeiro, o atrito dos pneus e o ruído do motor quase não são ouvidos.

Porém, quando se acelera mais forte, acima das 2.500 rpm, o barulho do motor invade a cabine, mais grave que estridente, não incomodando muito.

Aos 90 km/h, com o câmbio em “D” e no piso plano, a programação do CVT consegue deixar o conjunto em uma rotação muito baixa, às 1.500 rpm. Aos 110 km/h, nas mesmas condições, a rotação fica às 1.900 rpm.

Como o torque máximo já está presente nesse regime de trabalho, a Oroch reage bem às acelerações, sem necessitar reduzir as relações, como fazem os câmbios CVT quando ligados a motores aspirados, pois estes só atingem torque total acima do dobro de rotações.

Além de ser muito confortável acusticamente essa característica da Oroch, ela passa a sensação de eficiência, diferente desta situação com os motores sem turbo.

Em descidas, por meio dos sensores de inclinação, a programação do câmbio reduz a sua relação, colocando o carro em freio motor.

Para quem não tem este bom hábito para a economia de combustível e para não sobrecarregar os freios, este recurso é muito útil. Mas, para quem sabe andar economicamente, usando o freio motor sem desperdiçar o embalo, nem tanto, pois ele é muito intrusivo e atrapalha o deslocamento por inércia.

O melhor do conjunto é o quanto o desempenho melhorou em relação ao motor 1.6 e, até mesmo, ao 2.0, ambos aspirados.

Pisando fundo no pedal da direita, os pneus dianteiros cantam, a rotação sobe rapidamente e as oito marchas simuladas são trocadas com muita agilidade, uma sobre a outra, garantindo muita desenvoltura à picape.

Se não chega ser um desempenho muito esportivo, para o tamanho e peso do modelo sobra disposição, algo importante para garantir segurança em ultrapassagens, por exemplo.

As trocas manuais na alavanca estão corretas. Com deslocamento dela feito na longitudinal, as marchas são reduzidas para frente e avançadas para trás.

Relativamente permissivo, o sistema merecia aletas atrás do volante, equipamento que garantiria melhor usabilidade ao facilitar as trocas esportivas ou as antecipadas, que melhoram o consumo de combustível.

Consumo – Para uma picape com este peso e desempenho, a Oroch se mostrou econômica rodando com gasolina.

Em nosso teste padronizado de consumo rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta atingimos 15,3 km/l. Na mais rápida, 12,7 km/l.

Nosso teste padronizado de consumo urbano é realizado em um circuito de 6,3 km. São quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

A Oroch finalizou este exigente teste com 8,7 km/l. O resultado poderia ter sido melhor, mas o sistema stop/start, útil para economizar combustível nas paradas simuladas em semáforos, não estava funcionando na unidade avaliada.

A Renault Oroch nunca teve um motor tão eficiente. Nem mesmo um câmbio tão moderno, pelo menos acompanhando o finado motor 2.0 aspirado, pois este fazia par a um câmbio automático convencional de quatro marchas.

Agora, com o interior atualizado e este moderno motor turbo 1.3 TCe 16V acoplado ao câmbio CVT, ela tem um dos melhores conjuntos para brigar com as picapes que já estão no mercado e as que chegarão futuramente.

Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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BYD vai inaugurar sua 1ª concessionária em BH

Da Redação

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O grupo Águia Branca, um dos maiores conglomerados de transporte e logística do País, inaugura na próxima terça-feira (4 de outubro) a primeira concessionária de carros elétricos BYD de Belo Horizonte.

A loja BYD gogreen, que estará localizada na Av. Barão Homem de Melo, 2421 – bairro Estoril, vai comercializar os veículos de alto padrão da gigante asiática.

Com 2.000m2 de área construída e capacidade para armazenar até 80 veículos, a loja de dois andares vai operar em uma estrutura moderna e funcional, que inclui ambientes de convivência e lazer, lanchonete, espaço de coworking e descanso, área de vendas, pós-venda e peças, oferecendo solução completa aos compradores.

“O grupo Águia Branca inovou trazendo as primeiras concessionárias de veículos elétricos para Minas e Espírito Santo”, destacou a gerente comercial em Minas Gerais, Luciana Caldeira.

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A loja BYD gogreen terá em seu portfólio cinco modelos BYD, sendo um PHEV – plug in e híbrido -, e outros quatro EV, ou seja, 100% elétrico.

Custando R$ 269,99 mil, o Song será o único híbrido comercializado na concessionária. Pelo mesmo valor, pode-se adquirir o D1, um carro feito em parceria com a DiDi Chuxing, empresa que é dona da 99 Táxi na China, e que tem foco no transporte urbano de passageiros.

Completam a lista o furgão elétrico T3 (R$ 259,99 mil), que tem até 300 km de autonomia, o Tan EV (R$ 529,89 mil), primeiro SUV 100% elétrico de 7 lugares vendido no Brasil, e o campeão mundial de vendas da marca, o sedan Han EV (R$ 539,99 mil), que tem autonomia de até 500 km e vai de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos, graças aos seu motor de 494 cv.

A BYD (que além de ser a maior fabricante de carros elétricos da China, também produz módulos fotovoltaicos, baterias de fosfato de ferro-lítio, ônibus e empilhadeiras 100% elétricos, dentre outros produtos), tem se juntado a grandes grupos no mercado automotivo brasileiro para expandir sua atuação no território nacional e apostou suas fichas na expertise do grupo Águia Branca para representar suas operações nos estados de Minas Gerias e Espírito Santo.

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“Nosso desejo é estar presente em grandes cidades brasileiras e ao lado de experientes grupos no mercado automotivo, e o tradicional grupo Águia Branca conseguiu unir essas duas expectativas. Assim, continuamos nosso plano de expansão da rede de concessionárias”, destacou Henrique Antunes, diretor de vendas da BYD Brasil.

Para o principal executivo e presidente do Grupo Águia Branca, Renan Chieppe, participar dessa expansão da BYD no Brasil é motivo de muita honra para a tradicional empresa capixaba.

“Estamos muito felizes com nossa nomeação, resultado de um trabalho sério e muito profissionalismo de mais de 76 anos no mercado”, declarou.

Em Minas Gerais, outras duas concessionárias devem ser inauguradas entre o fim de 2022 e o início de 2023, sendo uma delas em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, e outra no principal centro da região do Triângulo, na cidade de Uberlândia.

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A BYD chegou ao Brasil em 2015, quando inaugurou sua primeira fábrica de montagem de ônibus 100% elétricos, em Campinas (SP). Em 2017, abriu uma segunda fábrica, também em Campinas, para a produção de módulos fotovoltaicos.

Para abastecer a frota de ônibus elétricos, a empresa iniciou, em 2020, a operação de sua terceira fábrica no Brasil, no Polo Industrial de Manaus (PIM), dedicada à produção de baterias de fosfato de ferro-lítio (LiFePO4).

A empresa também é responsável por dois projetos de SkyRail (monotrilho) no País: em Salvador (BA), com o VLT do Subúrbio, e na cidade de São Paulo (SP), com a Linha 17 – Ouro.

Além disso, a BYD comercializa no Brasil empilhadeiras, vans, caminhões, furgões e automóveis, todos totalmente elétricos e não poluentes.

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Mais recentemente, devido à pandemia da Covid-19, a empresa também está vendendo máscaras descartáveis no País.

Em abril de 2021, a BYD Brasil passou a integrar o Pacto Global, iniciativa da Nações Unidas (ONU) para mobilizar a comunidade empresarial na adoção e promoção, em suas práticas de negócios, de Dez Princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

Em novembro de 2021, deu o primeiro passo para o início da comercialização dos automóveis de passeio no Brasil, com a apresentação do modelo SUV Tan EV.

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Fotos: BYD / Divulgação

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Extravagante, BMW XM é revelado

Da Redação

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Quarenta e quatro anos desde o primeiro e até então único lançamento exclusivo da BMW M GmbH.

A BMW M GmbH é uma subsidiária da BMW, criada em maio de 1972 com o objetivo de desenvolver modelos de competição e, posteriormente, preparar modelos de série para o mercado consumidor (Série M).

O lendário BMW M1, superesportivo repleto de desempenho e linhas futuristas se tornou um ícone da marca. E podemos dizer que mais um ícone nasce no dia de hoje.

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Trata-se do BMW XM, o segundo carro desenvolvido e criado exclusivamente pela BMW M GmbH.

Um utilitário com visual marcante, propulsão híbrida e números de tirar o fôlego: até 748 cv e 1.000Nm de torque. Trata-se do BMW M GmbH mais potente já produzido em toda a história da marca, e o primeiro híbrido.

O BMW XM tem linhas marcantes na dianteira, que segue o design aplicado nos mais recentes lançamentos da marca, como o BMW i7 e X7.

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Na traseira, a dupla ponteira vertical de escapamento, incorporada ao para-choque, deixa claro o tom esportivo de todo carro BMW M GmbH.

As rodas podem ser de até 23 polegadas e possuem visual exclusivo. Por dentro, o XM traz todo o luxo e esportividade que se espera de um M. A cabine é repleta de acabamentos em fibra de carbono.

Produzido na fábrica do BMW Group em Spartanburg, nos Estados Unidos, o novo BMW XM se destaca pelo trem de força híbrido.

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Ele é equipado com um motor V8 M TwinPower Turbo a gasolina de 585 cv de potência e 750Nm de torque, que combinado com um motor elétrico, resultam na potência de até 748 cv e 1.000Nm de torque.

O câmbio M Steptronic tem oito (8) marchas e toda a potência é distribuída entre as quatro rodas pelo BMW M xDrive, que possui modos esportivo, off-road e, até mesmo, puramente elétrico.

Movido apenas a baterias, o XM pode percorrer até 88 quilômetros e atingir a velocidade máxima de 140 km/h.

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Tratando-se de um legítimo BMW M, o XM tem distribuição de carga por eixo quase perfeita de 50:50 e tecnologia de suspensão Adaptive M Professional.

Molas e amortecedores são controlados eletronicamente para o máximo de desempenho não só em aceleração, mas também em dinâmica.

Mas nem só de desempenho vive o XM. O modelo é equipado com toda a tecnologia disponível para veículos da BMW.

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O painel, por exemplo, é do tipo BMW Live Cockpit Professional, que estreou no BMW iX, e é composto por duas enormes telas, que fazem as funções de painel de instrumentos e multimídia.

Há, ainda, Head-Up Display, sistema de som da renomada Bowers & Wilking com 1.500W de potência, BMW Driving Assistant com diversos auxílios para a segurança do motorista e passageiros, Active Cruise Control e Parking Assistant Plus.

O novo BMW XM começa a ser produzido em dezembro e chega ao mercado norte-americano ainda em 2022. Para a Europa e outros mercados, o modelo terá as primeiras entregas em 2023.

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BMW-XM-2023 (11)Fotos: BMW Group / Divulgação

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Ford confirma chegada da Maverick Hybrid no Brasil

Da Redação

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A Ford confirmou o lançamento da Maverick Hybrid, que chega no início de 2023 para ser a primeira picape híbrida do Brasil.

Ela é o primeiro de três modelos eletrificados que vão compor o portfólio da marca no ano que vem, ao lado do Mustang Mach-E e da E-Transit.

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A Maverick Hybrid conta com freio regenerativo, que contribui para a eficiência energética das baterias, principalmente no anda e para em rodagem urbana. Além disso, os veículos híbridos, assim como os elétricos, têm desconto de IPVA em alguns estados e, na cidade de São Paulo, também estão livres do rodízio.

Após a picape Maverick, chega em 2023 o SUV Mach-E, versão elétrica do icônico Mustang, que superou as expectativas e já é o segundo SUV elétrico mais vendido dos EUA. A demanda do modelo continua em alta, com milhares de unidades reservadas, sendo que 70% de seus clientes são novos na marca Ford.

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Além de emissões zero, o Mustang Mach-E entrega torque instantâneo para acelerações responsivas, como se espera de um ícone de esportividade. Ele também traz o estado da arte da tecnologia e conectividade, com a esportividade do Mustang e um design incomparável.

No segmento de veículos comerciais, a Ford vai iniciar a comercialização da E-Transit para frotistas com o objetivo de demonstrar as vantagens da eletrificação nesse segmento. Ela é a versão elétrica da van líder de vendas na Europa e nos Estados Unidos há mais de seis anos consecutivos e já domina o segmento nos EUA com 90% de participação de mercado.

2022-ford-e-transit-leadFotos: Ford / Divulgação

Como principais vantagens, além de ter menor custo de manutenção, boa autonomia e sistema de carga rápida, a E-Transit aumenta a produtividade dos clientes por meio da conectividade e outros recursos inovadores.

A eletrificação do portfólio de veículos faz parte das ações de descarbonização da Ford, que inclui também iniciativas para reduzir o seu impacto ambiental nas operações e fornecedores. Até 2026, a marca vai investir US$ 50 bilhões globalmente em veículos elétricos e baterias para atingir uma produção anual de 600 mil veículos até o fim de 2023 e de 2 milhões até 2026.

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Royal Enfield Classic 350 chega ao Brasil

Clássica e atemporal, nova versão da motocicleta é equipada com motor de 349 cilindradas capaz de gerar 20,2 cv

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/09/2022)

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A Royal Enfield tem sido um símbolo de resiliência, sempre pensando a longo prazo e mantendo a sua autenticidade desde 1901.

A marca preservou o legado da construção de motocicletas simples, clássicas e harmoniosas, combinando a tradicional arte de se produzir uma motocicleta como um artefato com a mais moderna tecnologia, criar experiências de motopurismo.

Com mais de 120 anos de existência e de produção ininterrupta, a Royal Enfield revisita sua motocicleta icônica, a Classic, com o lançamento da nova Classic 350, uma moto clássica e atemporal, reinventada para atender às aspirações dos tempos atuais.

A beleza sublime e a confiança da Classic, agora aprimoradas com uma experiência de condução mais suave e refinada.

A nova Classic adiciona um novo capítulo ao legado da Royal Enfield de construir motocicletas britânicas autênticas do pós-guerra e que são amadas por entusiastas por todo o mundo.

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O legado da Classic remonta ao ano 1948 com a inovadora Royal Enfield Modelo G2, a primeira a ter suspensão traseira com amortecedores de emulsão de tubo duplo, curso ajustável em 80 mm com 5 ajustes e braço oscilante.

Tão confiável quanto bonita, a motocicleta Modelo Geração 2 serviu como uma forte inspiração de design para as populares Classic 500 e Classic 350, lançadas em 2008.

É uma filosofia de design simples e elegante, com detalhes de estilo exclusivos, combinados com uma postura de pilotagem confortável e imponente, além do confiável motor UCE, que a tornou uma favorita entre os entusiastas do motociclismo de lazer.

Desde o seu lançamento, a Classic surgiu como uma motocicleta que redefiniu o espaço do motociclismo de média cilindrada e gerou o renascimento da Royal Enfield, iniciando sua jornada para liderar o segmento globalmente.

Após 12 anos e mais de três milhões de motocicletas, a Classic construiu um legado próprio e a nova Classic 350 está pronta para levar esse legado ainda mais longe.

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Falando sobre o legado da Classic e comentando sobre o lançamento da nova Royal Enfield Classic 350, Siddhartha Lal, diretor geral da Eicher Motors disse: “A Classic 350, lançada em 2008, era uma motocicleta moderna e capaz, que simbolizava o estilo atemporal do pós-guerra nos tempos áureos da indústria britânica de motocicletas. Sua linguagem visual com um design cativante e simples, juntamente com a confiabilidade do modelo, catapultou a Classic para a popularidade global e redefiniu o segmento de motocicletas de média cilindrada (250-750cc)”.

Classic 350 – Ao longo da história da marca, tem sido consistente a busca por construir motocicletas atemporais, clássicas e bonitas, que são divertidas de se pilotar, exatamente a proposta que traz a Classic 350.

A sua nova versão combina esse design atemporal por excelência com uma experiência de pilotagem moderna e refinada.

Refeita em sua alma e raiz, a moto conta com o motor da série J e com um chassi totalmente novo. Cada mínimo detalhe foi pensado e muita atenção foi dada a todos os aspectos dessa motocicleta, desde o visual, as peças utilizadas e os as novas soldas, até o desempenho de pilotagem.

O motor bem calibrado é suave, intuitivamente responsivo e envolvente, e tem aquele ronco único e clássico na aceleração.

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O chassi totalmente novo inspira confiança ao pilotar e é especialmente bom em situações de trânsito apertado e em curvas sinuosas.

Para o diretor geral da Royal Enfield do Brasil, Claudio Giusti, é um orgulho apresentar no Brasil um clássico renascido que é sucesso mundial de vendas. “Estamos muito confiantes de que a novíssima Classic 350, que foi incrivelmente refinada, irá mais uma vez redefinir o espaço para motocicletas de médio porte globalmente e no Brasil não será diferente, principalmente agora que o País logra a segunda colocação após a Índia”, comemorou o executivo.

Relembrando o sucesso da Classic ao longo dos anos e comentando sobre o lançamento, B Govindarajan, diretor executivo da Royal Enfield, afirmou que a Classic tem sido um grande catalisador no crescimento e expansão do segmento de média cilindrada na Índia, além de ser fundamental para desbloquear uma próspera subcultura de lazer entre motociclistas jovens e experientes em todo o mundo.

“A nova Classic 350 leva adiante esse legado e é construída para o que é familiar e atemporal em termos de linguagem de design, com uma experiência de ride completamente moderna e reimaginada. Mantendo o apelo retrô em sua totalidade, a nova Classic 350 visa levar o legado adiante com sua nova versão e acabamento premium, chassi e motor originais e condução e manuseio aumentados. Com foco no segmento de motocicletas de média cilindrada e a nossa firme crença na tendência de reconhecimento dos atributos e qualidades da indústria automobilística indiana, estamos confiantes de que a nova Classic 350 impulsionará ainda mais nosso crescimento e nossas ambições”, contou o executivo B Govindarajan.

Motor e Câmbio – A nova Classic 350 é equipada com um motor monocilíndrico de 349 cilindradas, refrigerado a óleo e ar, que conta, também, com injeção de combustível.

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Ele gera uma potência de 20,2 cv a 6.100 rpm e um torque de 27 Nm a 4.000 rpm, resultando em uma entrega suave de potência linear.

Com o eixo balanceador que reduz as vibrações, a Classic é leve e boa de estrada. A troca de marchas é nítida e suave, graças à caixa de cinco (5) marchas de engrenamento constante com overdrive otimizado que garante uma forte aceleração em ambientes urbanos, bem como uma condução descontraída e confortável em velocidade de cruzeiro.

A nova motocicleta foi projetada e desenvolvida pelas equipes de designers e engenheiros baseados nos dois centros de tecnologia da Royal Enfield, na Índia e no Reino Unido.

O chassi totalmente novo foi construído para oferecer conforto e manobrabilidade superiores, informou a marca.

Projetado para ser mais rígido, esse chassi gera mais confiança no piloto em velocidades de curva mais altas e passa a sensação de firmeza e estabilidade em estradas retas.

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Modelo está disponível em quatro versões de acabamento

A Royal Enfield Classic 350 está disponível em quatro versões, contando com 9 cores diferentes no total. São elas:

Classic Chrome: Uma edição premium de destaque, a série Classic Chrome reflete a aparência rica das motocicletas britânicas da década de 1950. Disponível em tanques de duas cores (vermelha e bronze), a série Chrome traz verdadeiras insígnias de seu passado com emblemas de tanque que foram adornados pelas Royal Enfields da década de 1950;

Classic Dark: é uma versão jovem, urbana e personalizada da Classic 350, e vem nas cores Stealth Black e Gunmetal Grey. Essas motocicletas vêm equipadas com rodas de liga leve e pneus sem câmara;

Classic Signals: disponível em Marsh Grey e Desert Sand, continua a celebrar a utilização das motocicletas Royal Enfield pelas forças armadas. Cada uma dessas motocicletas vem com emblemas e gráficos e também traz um número único que será estampado no tanque;

Halcyon: como o nome sugere, é uma celebração do legado do clássico e reflete o glorioso visual retrô clássico. Está disponível nas cores verde, cinza e preto.

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Todas as variantes são equipadas com freios a disco na dianteira e na traseira, com ABS de canal duplo.

A Classic 350 agora tem um visual renovado e um ajuste e acabamento premium. O estilo característico da motocicleta britânica do pós-guerra, com harmonia visual acentuada por linhas fluidas da frente à traseira, continua a fazer da Classic 350 um deleite visual.

A motocicleta tem o distinto tanque em forma de lágrima e o clássico casquete Royal Enfield que abriga um novo farol junto com as “lâmpadas de tigre” (luzes piloto), um recurso duradouro nas motocicletas Royal Enfield desde 1954.

Para horas mais confortáveis no banco da motocicleta, a motocicleta tem assentos novos e mais largos com estofamento de espuma macia.

Com um guidão totalmente novo, a posição de pilotagem foi sutilmente ajustada para melhorar o conforto e a ergonomia, mantendo a sensação clássica familiar.

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Trazendo o toque moderno está o novo painel de instrumentos analógico e digital, que abriga uma tela de informações em LCD.

Um ponto de carregamento USB está montado abaixo do guidão para a conveniência de carregamento rápido em movimento.

A nova Classic 350 estará disponível com uma ampla gama de acessórios genuínos, projetados e desenvolvidos para complementar sua versatilidade, bem como para aumentar o conforto, utilidade e estilo.

O conjunto de novos acessórios para a Classic 350 inclui uma gama de 39 opções, que foram projetadas para temas específicos que permitem ao piloto aprimorar a forma e a função da motocicleta de acordo com sua preferência, deixando-a totalmente customizada ao seu gosto e preferência.

Os acessórios para motocicletas da Royal Enfield vêm com uma garantia abrangente de 3 anos e são projetados, desenvolvidos e certificados juntamente com a motocicleta.

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A nova Classic 350 carrega a lenda do clássico moderno no portfólio da Royal Enfield. O design autêntico e atemporal da motocicleta promete inspirar os entusiastas, enquanto sua ergonomia e refinamento prometem aumentar os sentidos toda vez que o piloto se senta na moto.

A nova Classic 350 chega ao País a um preço inicial de R$ 18,49 mil* para a versão Halcyon. As outras versões contam com os seguintes valores:

Signals: R$ 19,49 mil*

Dark: R$ 20,49 mil*

Chrome: R$ 21,49 mil*

* Os valores não contam com o custo de frete incluso

link2Fotos: Royal Enfield / Divulgação

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Nissan Kicks 2023 perde opção pelo câmbio manual

Da Redação

Kicks 2023 - Cinza Grafite - white closerA Nissan apresentou a linha 2023 do SUV Kicks, modelo mais vendido da linha da marca no mercado brasileiro e fabricado no Complexo Industrial Nissan, em Resende (RJ). As novidades estão nas versões, equipamentos e cor.

Uma das novidades do Kicks 2023 é a versão Active, que deixa de ser oferecida exclusivamente para o segmento de pessoas com deficiência (PcD) e se torna também a opção de entrada da linha.

Isso significa que a marca japonesa deixa de oferecer o Kicks com a opção do câmbio manual.

A versão Advance passa a contar com novo console central e apoio de braço redesenhado que traz duas entradas USB tipo A (uma dentro e outra voltada para o banco traseiro) e que tem 25% a mais de capacidade.

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A Advance Pack Plus, equipada com bancos com revestimento sintético que imita o couro, ganha retrovisor interno eletrocrômico.

A opção topo de linha Exclusive conta com o mesmo novo apoio de braço, além de maçanetas na cor do carro.

A Exclusive Pack Tech traz de série, agora, carregador para celular por indução, além do conjunto avançado de dispositivos que forma o Nissan Safety Shield.

Composto por diferentes tecnologias de segurança que monitoram, protegem e respondem, ajuda o carro e o motorista a monitorar o movimento no entorno, responder a ações inesperadas (como a aproximação desatenta a um veículo à frente) e a proteger (frenagem de emergência e segurança passiva).

A versão Exclusive também adiciona monitoramento de pressão de pneus como item de série.

O catálogo do SUV volta contar com a opção de cor cinza Grafite com teto preto, disponível para a opção Exclusive (foto que abre essa matéria).

Todas as versões também trarão o novo logotipo da Nissan NEXT na grade dianteira, tampa do porta-malas, miolo do volante e centro das rodas.

O modelo é equipado com o motor 1.6 16V, também fabricado em Resende (RJ). Ele desenvolve 113 cv de potência e 15,3 kgfm de torque quando abastecido com etanol e 110 cv e 15,2 kgfm com gasolina.

Novo Nissan Kicks 2023: mais equipamentos e novas opçõesFotos: Nissan / Divulgação

Versões e Preços:

Active CVT – R$ 110,99 mil

Active CVT com central multimídia – R$ 112,99 mil

Sense CVT – R$ 120,99 mil

Advance CVT – R$ 129,99 mil

Advance CVT Pack Plus – R$ 131,99 mil

Exclusive CVT – R$ 143,49 mil

Exclusive CVT Pack Tech – R$ 145,49 mil

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BMW Motorrad convoca recall

Da Redação

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A BMW Motorrad Brasil está convocando os proprietários das motocicletas K 1600 Bagger e K 1600 GTL, fabricadas entre outubro de 2017 e agosto de 2018, a entrarem em contato com um concessionário autorizado para agendar gratuitamente um atendimento em razão de risco relacionado ao suporte pivô da suspensão traseira.

Ao todo, 89 motocicletas estão envolvidas neste chamamento complementar.

Foi verificado que o suporte pivô da suspensão traseira das motocicletas envolvidas pode apresentar falhas.

Nesta hipótese, há o risco de o suporte pivô quebrar e, consequentemente, resultar em forte frenagem da roda traseira, o que poderá limitar a estabilidade da condução, não se descartando a possibilidade de acidentes que resultem em danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e terceiros.

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Assim, a BMW convoca os proprietários das motocicletas potencialmente afetadas a agendarem atendimento e conduzirem sua motocicleta à concessionária BMW Motorrad de sua preferência.

Nessa oportunidade, haverá a substituição do suporte pivô da suspensão traseira das motocicletas afetadas.

Para verificar se a sua unidade está dentro do sequenciamento de chassis, ou para outras informações, o cliente deve  entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall: 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

MODELO

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ATÉ

K 1600 Bagger

(fabricadas entre 6/10/2017 e 28/06/2018)

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K 1600 GTL

(fabricadas entre 6/10/2017 e 14/08/2018)

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Volkswagen lança linha 2023 do Polo

Da Redação

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A Volkswagen apresentou a linha 2023 do hatch Polo. Dentro das poucas alterações feitas, destaque para o motor 1.0 turbo. Anteriormente, o propulsor 200 TSI oferecia 116/128 cv (gasolina/etanol) de potência e 20,4 kgfm de torque.

Agora, o modelo passa a utilizar o motor 170 TSI, de 109/116 cv (gasolina/etanol) de potência e 16,8 kgfm de torque. Trata-se do mesmo propulsor que era utilizado no up! Mas, no subcompacto, ele rendia 105 cv de potência.

Ao menos por enquanto, o motor 1.0 200 TSI segue sendo oferecido nos utilitários esportivos T-Cross e Nivus.

Outra novidade é que a linha ganha uma versão equipada com câmbio manual (de 5 marchas) trabalhando em conjunto com esse motor 1.0 turbo.

Em termos de design, o hatch aparece com linhas mais horizontalizadas, superfícies mais arredondadas, conjunto óptico inédito e novos acabamentos internos.

A começar pela parte dianteira, o Polo tem para-choques novos, conjunto óptico completamente renovado e faróis inspirados no Golf europeu, enquanto elementos cromados fazem a conexão entre a iluminação.

Por falar nela, o modelo passa a oferecer faróis de LED desde as versões mais básicas. O conjunto de faróis de LED é composto por farol alto, baixo, e sinalização diurna, luz de posição e luz direcional totalmente em LED.

Já na parte traseira, as lanternas têm nova assinatura noturna, agora bem mais perceptível, além de logo e nome do carro em posicionamento central, seguindo o padrão de outros modelos da marca, como Nivus, T-Cross e Taos.

O habitáculo ganhou novos acabamentos e texturas. Agora, painéis de porta dianteiros foram forrados em tecido, assim como o apoio de braço.

O painel também ganhou atualizações de seus materiais, mas ainda não foi dessa vez que eles passaram a ser do tipo soft touch, o que seria mais condizente com os (elevados) preços.

São inéditos os bancos esportivos, inteiriços, e inspirados na linha GTS, que entregam mais conforto e estão mais integrados ao veículo, segundo a VW.

Ainda do lado de dentro, uma das novidades do modelo é o carregamento de celular por indução, que dispensa o uso de fio ou adaptador.

O Polo, ganhou o app Abasteça Consciente, o aplicativo de incentivo ao uso do etanol, que calcula emissões e consumo, recém anunciado pela marca.

Foram acrescentados, ainda, os apps My Turner, com todos os canais de rádio do mundo, o jogo Serpens, para momentos de descontração, e o Dry Wash, com serviços e lavagem de veículo.

Pelo aplicativo Meu VW Connect, a partir do lançamento da linha 2023 do hatch, será possível receber informações atualizadas do veículo. Quilometragem total, nível de combustível, consumo médio e informações de viagens.

A oferta de cores tem o vermelho Sunset, que apareceu pela primeira vez no Nivus, e é ofertada também no T-Cross. Além da cor de lançamento estão disponíveis as sólidas branco Cristal e preto Ninja e as metálicas cinza Platinum e prata Sirius.

O Polo 2023 é oferecido em duas opções de motorização, MPI e TSI, e duas de câmbio, manual de cinco (5) marchas e automático de seis (6).

A versão de entrada do compacto traz o 1.0 MPI de 84 cv e 10,3 kgfm de torque máximo, acoplado ao câmbio manual de cinco (5) marchas.

Em seguida, conforme informamos no início, temos o motor TSI de 109/116 cv e 16,8 kgfm de torque (independente do combustível), também com câmbio manual de cinco (5) velocidades (nova versão).

Nas versões Comfortline e Highline, o propulsor TSI é acompanhado do câmbio automático de seis (6) marchas.

Fotos: Volkswagen / Divulgação

Chamou a atenção o fato de que todas as versões utilizam freios a tambor nas rodas traseiras. Até a linha 2022, eles eram a disco.

Uma exclusividade do lançamento do hatch compacto em sua linha 2023 é o Kit Black. Na lista estão rodas de liga leve, spoiler traseiro, cobertura do espelho retrovisor, tudo pintado na cor preto brilhante.

Também estão no pacote cobertura dos parafusos da roda, capa para chave, tapetes de borracha para o assoalho, tapete de borracha para o porta-malas e soleiras. Até a conclusão dessa matéria a VW ainda não havia informado o preço desse kit.

Versões e Preços:

1.0 MPI (manual) – R$ 82,99 mil

1.0 TSI (manual) – R$ 92,99 mil

Comfortline (automático) – R$ 102,99 mil

Highline (automático) – R$ 109,99 mil

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Fiat apresenta seu primeiro SUV coupé, o Fastback

Novidade chega ao mercado com opção por três versões e dois motores

Da Redação   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/09/2022)

 

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Ao longo dos seus 46 anos, a Fiat não parou de se reinventar. Desta vez a montadora italiana apresentou o Fastback, seu primeiro SUV coupé.

Mais importante lançamento da Fiat dos últimos anos, o modelo reúne, de acordo com a montadora, o melhor de cada segmento, como o maior porta-malas da categoria e amplo espaço interno, uma das maiores alturas em relação ao solo entre os concorrentes com posição de dirigir elevada e a esportividade dos motores turbo. 

“Com esse lançamento, vamos ressignificar uma categoria. Estamos trazendo a melhor combinação de design, performance, segurança e tecnologia em um nível só visto em segmentos premium. O Fastback aponta na direção do nosso futuro. Totalmente projetado no Brasil e fabricado em Betim (MG), o modelo é o maior representante do reposicionamento da Fiat no mercado, atingindo um novo patamar na percepção do valor da nossa marca e nossos produtos”, afirmou Herlander Zola, vice-presidente sênior da Fiat na América do Sul. 

Tudo começou com um carro conceito apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, que foi elogiado mundialmente por seu design que trazia a harmonização entre os desenhos de um SUV e um coupé.

Com grande sucesso de público e mídia, o conceito ganhou vida e serviu como inspiração para o desenvolvimento do Fastback, desde o nome até as linhas marcantes e inovadoras. 

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Aliás, o próprio termo fastback faz referência direta a uma categoria super seleta de carros que têm em comum essa característica: o desenho veloz e as curvas dinâmicas. Um design fluido e esportivo, que faz com que ele pareça estar em movimento até quando parado.

De acordo com a Fiat, o Fastback foi desenvolvido para ser a combinação perfeita do melhor de cada segmento do mercado automotivo, já que reúne a altura de solo e posição de dirigir de um SUV, um espaçoso porta-malas e a performance de um esportivo com motorização turbo.  

Disponível em três versões (Audace, Impetus e Limited Edition Powered By Abarth), o Fastback traz uma ampla lista de itens de série.

Ele sai de fábrica reunindo conteúdos como sistemas avançados de assistência à direção (ADAS), freio de mão eletrônico, paddle shifters (câmbio borboleta), quadro de instrumentos digital de 7 polegadas, central multimídia de até 10,1 polegadas e o Fiat Connect////Me, plataforma de serviços conectados da marca, oferecido como item opcional.

Vale dizer, ainda, que a Limited Edition Powered By Abarth traz um visual exclusivo e conta com o motor Turbo 270 Flex.

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Segundo SUV da Fiat fabricado no Brasil, o Fastback se junta ao Fiat Pulse no segmento de mercado que mais cresce na preferência dos brasileiros.

Além disso, o lançamento coloca a Fiat em um novo mercado: o de SUV coupé, sendo o primeiro veículo da marca a ocupar tal categoria. Ele será o topo de gama da linha de carros de passeio da Fiat.  

Design e Interior – O time do Design Center South America da Stellantis tinha uma grande missão: mais do que desenvolver um novo modelo, criar um modelo para estrear em uma nova categoria para a marca.

A sua musculatura é um ponto de destaque. Na visão lateral salta aos olhos a silhueta fluida, com a coluna C inclinada e o teto mergulhando em direção à traseira. Esta é a essência de um SUV coupé.

Importante notar a linha que começa na lateral, passa em cima da roda traseira e segue até o spoiler, dando movimento e largura para a traseira. 

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Na dianteira, o parachoque tem entradas aerodinâmicas e grade no formato de colmeia tridimensional em black piano. Os faróis são Full LED de série com DRL quando as setas são acionadas.

Para completar, as rodas de liga leve possuem um design bem particular diamantado, que deixa o Fastback mais completo e refinado. Chegando à traseira, essência do SUV coupé, a tampa do porta malas tem linha bem fluida, terminando na porção final com lanternas a LED.

O design do interior também chama a atenção no Fastback. O cockpit tem uma atmosfera envolvente para todos os ocupantes. Além disso, a posição do console central dá grande destaque à central multimídia e deixa todos os comandos em um só lugar ao alcance dos olhos e das mãos.

Já a posição de direção mais alta transmite total sensação de segurança. Complementando essa ergonomia, os bancos são bem espaçosos, confortáveis e possuem acabamento primoroso, com tecidos suaves ao toque.

Estão disponíveis o Mescla Sanchez com embossed, o material sintético que imita o couro na cor preta com embossed e o couro natural Steel Grey com bordado.

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Ainda sobre o espaço interno, não tem como não falar do surpreendente porta-malas, que é simplesmente o maior da categoria, com 600 litros de capacidade, além de contar com cobertura retrátil, facilitando a disposição de diversas malas e quaisquer objetos que o usuário queira transportar.

Com os bancos rebaixados, o volume ainda chega a 1.087 litros. No que diz respeito aos porta-objetos, são 28 litros no total. Vale dizer que o modelo conta com um porta-copos removível com porta-objetos secreto.

O modelo está disponível em seis cores: preto Vulcano, branco Banchisa, cinza Strato, prata Bari, cinza Silverstone e vermelho Monte Carlo (esta última como opção exclusiva da versão Limited Edition Powered by Abarth).

O Fastback foi desenvolvido sobre a plataforma MLA, uma das mais modernas e versáteis da Stellantis, totalmente modular e que entrega muita qualidade e robustez.

A carroceria que é composta por 87% de aço de alta e ultra resistência que dissipam melhor a energia do impacto em caso de colisão, trazendo grande integridade ao habitáculo.

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Além disso, o veículo possui quatro airbags, sendo dois frontais e dois laterais, que possuem uma tecnologia que permite que façam dupla função, protegendo a cabeça e o tórax.

Outro ponto forte do modelo é a altura do solo (192 mm). Importante mencionar que, mesmo com essa dimensão elevada, o modelo garante baixa rolagem da carroceria em curvas, segundo a Fiat.

Junto com os ângulos de ataque (20,4º) e transposição (21,2º), as medidas fazem com que o Fastback encare tranquilamente quaisquer obstáculos na cidade e também os desafios de uma estrada de terra. O comprimento é de 4,43 metros.

Importante mencionar que o Fiat Fastback tem novas suspensões. Uma otimização na geometria dianteira permitiu um centro de rolagem mais baixo, para aumento da estabilidade, e uma nova relação de direção que garante uma direção mais precisa e direta.

Traz, também, um maior diâmetro da barra estabilizadora que confere mais estabilidade dinâmica. Além disso, foi desenvolvido um novo eixo traseiro que dá mais rigidez, reduzindo a rolagem da carroceria e garantindo mais estabilidade.

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As suspensões ainda contam com novas molas e amortecedores para um melhor handling, mantendo um alto nível de conforto.

Utilitário esportivo pode ser equipado com motor 1.0 ou 1.3, ambos turbinados

Toda a linha Fastback é 100% turbo. Com duas opções de motorização, ele é equipado nas versões Audace e Impetus com o Turbo 200 Flex (1.0) com potência de 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e torque de 200 Nm.

Segundo dados da Fiat, o propulsor permite que o modelo vá de 0 a 100 km/h em  9,4 segundos. A montadora ainda informou que o consumo registrou 14,6 km/l na estrada. 

Já a versão Limited Edition Powered by Abarth traz o motor Turbo 270 Flex (1.3) com a potência de 185 cv com etanol (180 cv com gasolina) e 270 Nm de torque.

Ele vai de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e apresenta uma relação peso-potência de 7kg/cv. 

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O Fiat Fastback vem com três modos de direção: Normal (foco em menor consumo e mais conforto), Manual (mais versatilidade) e Sport (resposta mais rápida).

Para optar pelo último, basta acionar um botão no volante e então todo o ajuste do carro é alterado com maior sensibilidade do pedal acelerador, um mapeamento mais arisco das trocas de marcha, um modo de direção mais firme e o acionamento da vetorização dinâmica de torque (DTV). 

Para comandar esses motores, o Fastback utiliza o câmbio CVT nas versões com Turbo 200 e transmissão automática de 6 marchas associada ao Turbo 270.

Tecnologias – O modelo é equipado com ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) com as seguintes funcionalidades: frenagem automática de emergência, que evita colisões contra veículos à frente; alerta de mudança de faixa, que auxilia o motorista em caso de saída da pista em que está, e a comutação automática dos faróis, que define entre o farol alto e baixo automaticamente.

O SUV conta com freio de mão eletrônico equipado com a função Auto Hold, que mantém o freio acionado após retirar o pé do pedal, seja em uma subida, um semáforo ou no engarrafamento, trazendo muito mais conforto para o dia a dia.

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Para as trocas de marchas manuais, o Fastback apresenta paddle shifters, mais conhecidos como “câmbio borboleta”. Eles ficam logo atrás do volante e, com apenas um toque, é possível trocar de marcha.

O novo SUV da Fiat traz, também, quadro de instrumentos digital de 7 polegadas personalizável em que o usuário pode escolher se deseja ter informações de forma analógica ou digital, como força G, pressão do turbo, consumo em tempo real, entre outras. 

Em termos de conectividade, ele é equipado com central multimídia de 8,4 ou 10,1 polegadas (de acordo com a versão) com o Fiat Connect////Me, a plataforma exclusiva conectada da marca, vinculado à tela maior, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Com mais de 30 funcionalidades, o sistema permite que o usuário tenha acesso a todas as informações do seu Fastback, como diagnósticos e a localização do veículo pelo smartphone, smartwatch ou até através de um assistente pessoal como Alexa ou Google Assistant.

Para completar, agora passará a ser possível também fazer o agendamento da revisão e de outros serviços em concessionária diretamente pelo app My Uconnect conectado à central.

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Por fim estão presentes wireless charger (carregador por indução) para smartphones com saída de ar-condicionado dedicada nesta região; navegação embarcada com trânsito em tempo real de série; função TC+ que garante melhor frenagem em condições de baixa aderência; controle de estabilidade; câmera de ré e novo ar-condicionado automático digital que possui saída para fila traseira para maior conforto térmico.

Versões e Preços:

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Fastback Audace 1.0 Turbo 200 Flex (R$ 129,99 mil): A versão Audace traz o ADAS (frenagem automática de emergência, alerta de mudança de faixa e comutação automática dos faróis); controle de estabilidade e tração; airbags frontais e laterais; rodas de liga leve de 17 polegadas; freio de mão eletrônico com Auto Hold; ar-condicionado automático e digital; paddle shifters (borboleta no volante); sensor e câmera de estacionamento traseiros; wireless charger; central multimídia com tela de 8,4 polegadas com pareamento sem fio; carregador por indução e faróis e lanternas Full LED.

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Fastback Impetus 1.0 Turbo 200 Flex (R$ 139,99 mil): Além dos itens disponíveis na Audace, a versão Impetus traz bancos revestidos em couro; acabamento interno escurecido; sensor de estacionamento dianteiro; pintura bicolor com teto em preto; faróis de neblina dianteiros com função cornering lamps; roda esportiva com acabamento diamantado de 18 polegadas; retrovisores externos com rebatimento elétrico; tapetes de carpete e quadro de instrumentos 7 polegadas Full Digital.

Também conta com a central multimídia com tela de 10,1 polegadas com Apple Carplay e Android Auto sem fio. 

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Fastback Limited Edition Powered by Abarth 1.3 Turbo 270 Flex (R$ 149,99 mil): Além de todos itens disponíveis nas outras versões, esta configuração possui rodas esportivas de liga leve 18 polegadas com pintura escurecida e badges Limited Edition nos para-lamas dianteiros, além de Powered by Abarth no cofre do motor e na tampa do porta-malas. 

A garantia do Fiat Fastback é de três anos. Ele possui três opções de pacotes de manutenção.

O plano Tranquilidade inclui três revisões programadas. O Proteção traz, além das revisões, a cobertura de itens de desgaste, palheta de parabrisa, oxi-sanitização, alinhamento e balanceamento. O terceiro pacote, Segurança, inclui todos os itens do plano anterior e mais um ano de garantia adicional.  

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