Land Rover lança Defender 2023 com novo motor diesel e duas novas versões

Da Redação

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A Land Rover anunciou a chegada do novo Defender modelo 2023, agora com a nova motorização à diesel D300 MHEV de 300 cv.

Esse motor passa a ser o único a ser vendido no Brasil, “aposentando” o P300 Ingenium 2.0 turbo a gasolina, também com 300 cv de potência.

O SUV ganhou duas novas configurações: A versão “X” e a “X Dynamic HSE”, com novos itens que tornam o veículo ainda mais exclusivo.

Disponível nas opções 90 e 110, o novo Defender Diesel D300 também chega com um importante aprimoramento tecnológico, trazendo, de série, o novo sistema InControl Telematics, que permite o monitoramento e controle do status do veículo mesmo à distância por meio de um aplicativo no celular, além de realizar chamadas de emergência e serviço pelo próprio veículo.

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Na nova versão, mostrada em primeira mão na Agrishow, suas principais características ganharam um aprimoramento ainda maior, com novo motor mais potente e tecnológico e um design exterior e interior mais moderno e com mais significado.

“O Defender é um veículo que carrega a essência da nossa marca, com um estilo incomparável, uma motorização potente e um interior tecnológico e versátil. Diante disso decidimos trazer ao Brasil a nova versão com a motorização Diesel MHEV, muito pedida pelos nossos clientes, e ainda aprimorar seus atributos tecnológicos, com a inclusão do sistema InControl Telematics de série. Além disso, seu visual também foi aprimorado, com diversos atributos que o tornam ainda mais único” explicou Tiago Yoshitake, coordenador de marketing de produto da Land Rover.

O Defender recebeu em sua nova versão a motorização Diesel MHEV, fazendo o equilíbrio entre potência para superar os mais variados terrenos e tecnologia para reduzir o consumo de combustível e emissão de CO2.

O motor MHEV combina um motor a de 300 cv com um alternador que também tem a capacidade de funcionar como motor elétrico. O alternador usa a rotação do motor para gerar corrente elétrica, e recupera energia quando o carro desacelera, carregando uma bateria de lithium de 48-volts instalada no veículo.

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Ao operar como um motor elétrico, ele utiliza essa energia da bateria para dar partida no motor pelo start/stop e fornece a assistência de torque necessária para reduzir o consumo de combustível e emissão de CO2.

Somada a essa tecnologia, o veículo conta ainda com a arquitetura especial D7x da Land Rover, projetada para situações extremas.

Construída com um monobloco leve e forte de alumínio, corresponde à carroceria mais resistente que a Land Rover já produziu, segundo a fabricante. Ela é dez vezes mais rígida do que o Defender anterior, fornecendo bases perfeitas para suspensão totalmente independente.

O Defender também é equipado com sistema de suspensão a ar e sistema Adaptative Dynamics, capaz de monitorar os movimentos do veículo 500 vezes por segundo, e fazer o modelo reagir quase instantaneamente às condições de piso e dirigibilidade, para proporcionar maior controle e conforto ao motorista.

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O Terrain Response 2 configurável é outro destaque da linha Defender. O sistema inteligente permite que motoristas experientes de off-road ajustem as configurações individuais para se adequarem perfeitamente às condições, enquanto motoristas mais inexperientes podem deixar que o sistema detecte a configuração mais adequada para o terreno, usando a função automática.

Sua capacidade de transposição em trechos alagados é de até 900 mm, sustentada pelo novo Wade Programme do sistema Terrain Response 2, que garante aos motoristas total confiança para atravessar águas profundas.

A combinação de carga útil máxima de 900 kg, teto estático de até 300 kg, capacidade de reboque de 3.500 kg, confirmam a resistência do modelo.

Entre os atributos de assistência ao motorista, destacam-se o Blind Spot Assist, que monitora pontos cegos em uma área adjacente ao veículo, o Rear Traffic Monitor, que auxilia o motorista em manobras de ré, e o Clear Exit Monitor, que avisa sobre outro veículo ou objeto em movimento se aproximando por trás quando a porta foi destravada por dentro.

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Outra novidade é o controle de cruzeiro adaptativo, que passa a ser de série em todas as versões. O sistema semi-autônomo controla a aceleração e a frenagem do veículo mantendo uma distância segura do carro a frente.  

Na versão X Dynamic HSE, os principais elementos de design que se destacam são: teto contrastante em preto, detalhes nos para-choques e nas laterais em preto brilhante, soleiras com assinatura X-Dynamic, badge exclusive X-Dynamic, assinatura Defender na cor cinza escuro e um jogo de rodas aro 20 diamantadas com detalhes em Dark Grey.

Na versão X, a mais equipada da linha Defender, além dos elementos presentes da versão X Dynamic HSE, somam-se o novo capô contrastante em preto, pinças de freio na cor vermelho e lanternas escurecidas.

O teto panorâmico com abertura oferece aos passageiros uma visão privilegiada do mundo exterior.

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A escolha dos materiais é bem definida, com bancos climatizados em couro premium e acabamentos na cor marrom Vintage Tan ou preto na versão “X”.

Na versão X Dynamic HSE e HSE, estão disponíveis cinco tipos de revestimentos: preto, marrom Vintage Tan, cinza Oyster, bege Acorn e marrom Khaki. 

Completando o belo design da cabine, uma nova tela de 11,4 polegadas sensível ao toque controla os aplicativos e exibe informações do veículo aos ocupantes.

O Defender Diesel conta com tecnologia embarcada de ponta, com funções como o “capô transparente”, o novo sistema de conectividade PIVI PRO, painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas e o novo Terrain Response 2  (configurável).

Ele também oferece o que há melhor em sistema de som, com 11 alto falantes Meridian de 400W de potência e subwoofer integrado. Luz ambiente configurável para a cabine e carregamento wireless sem fio também são de série do veículo.

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A tecnologia ClearSight Ground View (o “capô transparente”) ajuda o motorista a aproveitar a capacidade do Defender, revelando na tela central as áreas normalmente escondidas pelo capô logo à frente das rodas dianteiras.

O novo Defender Diesel D300 já está a venda nas concessionárias da Land Rover de todo País com preços a seguir:

Modelo / Versão

Preço Público Sugerido

Defender 110 D300 X

R$ 800,95 mil

Defender 110 D300 X-Dynamic HSE

R$ 743,95 mil

Defender 110 D300 HSE

R$ 725,95 mil

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Modelo / Versão

Preço Público Sugerido

Defender 90 D300 HSE

R$ 708,95 mil

DEF_110_X_DYN_D300_23MY_ON-ROADFotos: Jaguar Land Rover / Divulgação

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Ford anuncia o lançamento da F-150 no Brasil em 2023

Da Redação

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A Ford vai lançar a F-150 no Brasil em 2023, trazendo a picape grande que é líder de vendas nos Estados Unidos e ícone mundial para completar a sua linha no País.

O anúncio foi feito por Daniel Justo, presidente da Ford América do Sul, durante a abertura da Agrishow, maior feira agropecuária do país, realizada em Ribeirão Preto, SP.

“A F-150 vem para consolidar a nossa linha, ao lado da Ranger e da Maverick, e reafirmar a autoridade que a Ford construiu em picapes em todo mundo. É mais um exemplo de que nós vamos continuar a trazer para o consumidor brasileiro o que existe de mais avançado no mundo”, afirmou Daniel Justo.

A F-150 é o principal modelo da Série F, linha de picapes mais vendida dos Estados Unidos há 45 anos consecutivos e também o veículo líder de vendas do mercado norte-americano há 40 anos consecutivos.

Ford_F-150-1Fotos: Ford / Divulgação

Hoje na 14ª geração, a picape se destaca pelas seguidas inovações introduzidas no mercado e pela tradição de força e qualidade. Em fevereiro deste ano, ela comemorou, também, o marco de 40 milhões de unidades produzidas.

A F-150 já é vendida na Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Equador e é o modelo que lidera o segmento de picapes grandes na América do Sul.

Em seu estande na Agrishow a Ford exibe uma F-150 da versão Lariat, destacando que se trata apenas de um veículo de demonstração e que detalhes do modelo destinado ao Brasil serão divulgados mais próximo do lançamento.

 

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Novo BMW Série 7 ganha versão 100% elétrica e tela retrátil de 31 polegadas

Da Redação

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Revolucionária. Eis a melhor palavra para definir a nova geração do BMW Série 7. Símbolo de luxo e tecnologia do BMW Group, o modelo continua com o status de flagship na marca e traz tecnologias jamais vistas no segmento de sedans de alto luxo.

O novo Série 7 chega com a nova identidade da BMW, motorização com sistema híbrido leve, versão 100% elétrica, tecnologias do BMW iX e até uma enorme tela para entretenimento dos ocupantes do banco traseiro.

Visualmente, o novo BMW Série 7 está completamente renovado. A nova identidade visual, que estreou no X7, divide o conjunto óptico frontal em duas partes.

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Na superior, luzes de LED reforçam a imponência e elegância do sedan fazendo o papel do DRL (Day Running Light). Como opcional, o DRL pode vir com cristais Swarovski, reforçando ainda mais a pegada luxuosa do Série 7.

Logo abaixo, também em LED, mas com tecnologia Matrix, estão os faróis para iluminação noturna. A grade, com acabamento cromado, tem as bordas iluminadas na versão 100% elétrica. O para-choque dianteiro com vincos esportivos completa o visual.

Na traseira, as lanternas foram remodeladas e divididas em duas seções, uma na tampa do porta-malas, enquanto a outra invade a lateral e deixa o visual bastante atraente.

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Nas laterais, maçanetas embutidas na carroceria, como no BMW iX, e novas rodas de 20 polegadas completam a silhueta elegante.

O Série 7 surpreende e revoluciona mesmo no seu interior. Em um primeiro momento, o BMW Live Cockpit Professional é o centro das atenções. A enorme tela curvada, na verdade, é composta por duas telas, com 12,3 polegadas e 14,9 polegadas.

A menor, programável em design e itens de controle do veículo, fica responsável por exibir informações do painel de instrumentos para o motorista, enquanto a maior faz a função de sistema de entretenimento e tem compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto para os passageiros do banco dianteiro.

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O revestimento em couro Merino da cabine, o acabamento em alumínio do sistema de som assinado pela Bowers & Wilkins, assim como os cristais para regular os bancos, engatar as marchas e controlar a central multimídia reforçam o tom requintado da cabine.

Mas a verdadeira revolução está mesmo no banco traseiro. Com dois assentos, dignos de poltronas de primeira classe das maiores companhias aéreas do mundo e equipados com climatização e nove programas de massagem, o Série 7 é equipado também com o BMW Theater Screen.

Uma enorme tela, de 31 polegadas, que fica embutida no teto do modelo e, quando acionada, se posiciona logo atrás do encosto de cabeça dos bancos dianteiros, transformando a traseira do sedan em um cinema móvel e luxuoso.

Fabian Kirchbauer Photography

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Com resolução 8K, conectividade 5G e compatibilidade com Amazon Fire TV, o sistema é controlado por um controle touchscreen, com tela de 5,5 polegadas, localizado dos puxadores internos das portas traseiras.

Com ele, os passageiros podem aproveitar o tempo no trânsito para assistirem vídeos ou palestras no Youtube, jogar qualquer tipo de jogo online e assistir filmes ou séries, graças à conexão ultrarrápida 5G, que ainda não está disponível no Brasil.

Além de versões híbridas-leve, com motor V8 TwinPower Turbo de 551 cv e o mesmo sistema 48v que equipa o BMW X7, o Série 7 pode ser, pela primeira vez, 100% elétrico.

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A primeira versão disponível é a i7 xDrive60, equipada com dois motores elétricos, um em cada eixo, que geram uma potência de 551 cv e até 625 quilômetros de autonomia no ciclo WLTP.

Com bateria de 101,7 kWh e capacidade de carregamento rápido, o i7 obtém até 170 quilômetros com apenas 10 minutos de recarga. Posteriormente, o modelo terá também uma versão chamada e i7 M70 xDrive. Esta, ainda em desenvolvimento, terá potência de 669 cv.

Historicamente responsável por lançar tecnologias inéditas em veículos BMW, o novo Série 7 mantém a tradição e chega recheado de equipamentos. Todos os assistentes de direção foram desenvolvidos e aprimorados e estreiam no sedan.

Com isso, o modelo passa a ter mais controle sobre a direção de forma autônoma, mas sem dispensar a atenção e presença do motorista. O modelo vem equipado com o sistema Driving Assistant Professional, que engloba uma série de assistentes, como ACC (Controle de Velocidade de Cruzeiro Ativo) e o Lane Keeping Assistant, que são capazes de manter o carro na estrada com extrema precisão sem interferências do motorista, mesmo em situações de para e anda nos congestionamentos.

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Com o Parking Assistant Plus, o Série 7 estaciona 100% sozinho. Não há mais a necessidade sequer de acelerar ou frear. Basta o motorista ativar o sistema e acompanhar as manobras pela tela do sistema multimídia por meio das câmeras.

Um assistente remoto de manobras, para estacionar o carro à distância, está previsto para chegar ao modelo em meados 2023 e tornar esse procedimento ainda mais futurista.

Há, ainda, alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.

Compatível com conexão 5G, o novo Série 7 tem um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um chip conectado à internet.

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Esta tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de Concierge, como reservas de hotéis e recomendações sobre restaurantes, além da chamada de Emergência Inteligente.

Equipado com o Intelligent Personal Assistant (IPA), o novo Série 7 ganhou skills para interagir de forma ainda mais natural com seus ocupantes, já que o sistema permite interação, por voz, com o próprio carro de forma natural para ativar diversas funções do veículo como, por exemplo, o controle de temperatura, as luzes, a mídia, modos de experiência e abertura de janelas, o outro transforma o ambiente do interior de acordo com o humor do proprietário, tudo por voz.

O modelo também tem compatibilidade com o My BMW App. Com ele, é possível ativar funções remotas, como localizar o veículo, trancar e destrancar o carro, acender os faróis, e acionar a ventilação do carro, e ainda é possível visualizar o 3D View.

Além disso, com o My BMW App é possível verificar o status do carro, caso tenha alguma porta ou janela aberta, ter informações sobre a quilometragem, o nível de combustível, manutenções e serviços necessários, localizar e fazer contato com concessionários, mensagem de check control como, fluído de freio ou óleo do motor e, ainda, receber notificações a cada atualização remota de software (Remote Software Upgrade).

A BMW não informou quando o novo Série 7 desembarcará no Brasil.

P90458207_highRes_the-new-bmw-i7-xdrivFotos: BMW Group / Divulgação

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Ford lança Mustang Mach 1, 2022, no Brasil

Da Redação

A Ford iniciou a venda do Mustang Mach 1 2022 no Brasil, trazendo cinco novas cores que destacam a esportividade e exclusividade do ícone.

O lançamento coincide com a confirmação do Mustang, em 2021, como o cupê esportivo mais vendido do mundo pelo sétimo ano consecutivo, segundo dados da S&P Global Mobility. Um belo presente para o pony car, que comemorou seu 58º aniversário no último domingo, 17 de abril.

O novo Mustang Mach 1 é a quarta geração do clássico lançado originalmente no final dos anos 60. Equipado com o motor Coyote V8 5.0 mais potente da linha, com 483 cv, vem com transmissão automática de dez (10) marchas e componentes de performance trazidos dos modelos Bullitt, Shelby GT350 e Shelby GT500.

A linha 2022 do esportivo chega com cinco novas cores perolizadas:

Cinza Catalunha (com faixas pretas e destaque em vermelho)

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Verde Fuji

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Laranja Delhi

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Azul Estoril

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Roxo Zolder

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Estas últimas combinando faixas pretas com destaque em branco.

As novas cores destacam a personalidade única do Mustang Mach 1, contendo várias referências históricas de estilo e um trabalho primoroso de aerodinâmica para aumentar o downforce em alta velocidade.

Além de bancos de couro perfurado com refrigeração e aquecimento, tem tecnologias avançadas de assistência ao motorista e é o primeiro Mustang conectado, com comandos remotos pelo aplicativo FordPass.

“O Mustang é um símbolo de liberdade em todo o mundo, que empolga os fãs com seu design, potência impressionante e história. No Brasil não é diferente. O Mach 1 tem como atrativo adicional o fato de ser uma edição especial. É um carro digno de colecionador”, disse Daniel Sinzato, gerente de marcas da Ford.

De acordo com dados internos da Ford, os Estados Unidos continuam sendo o maior consumidor do Mustang, com 76% das vendas globais. Além da Nova Zelândia (54,3%) e Coreia do Sul (16,6%), o Brasil foi um dos mercados que registraram crescimento nas vendas do esportivo em 2021, de 37,3% (de 354 para 486 unidades).

Desde o seu lançamento no Brasil, em 2018, o Mustang soma mais de 2.300 emplacamentos.

Os registros da S&P Global Mobility incluem dados governamentais e de outras fontes que capturam 95% do volume global de veículos novos em mais de 80 países, conforme relatório de fevereiro de 2022.

A categoria de cupês esportivos, na definição da entidade, inclui modelos de duas portas e conversíveis.

O preço do Mustang Mach 1 é de, aproximadamente, R$ 553,18 mil.

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Jeep Renegade Trailhawk 2022 utiliza motor 1.3 turbo flex

Novo propulsor, que pode render 180/185 cv, trouxe mais agilidade para o SUV

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/04/2022)

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Lançado em 2015, o Jeep Renegade foi reestilizado na linha 2019. Agora, em 2022, recebeu a segunda alteração visual e a primeira mudança de motor. Suas versões foram resumidas a quatro: duas 2×2 e duas 4×4.

Em seis anos completos de vendas, ele liderou em 2019 e 2021, foi segundo em 2016 e 2020, terceiro em 2017 e quarto em 2018. Este ano, como a linha 2022 só foi lançada dia 10 de fevereiro, suas vendas ficaram reprimidas, à espera das novidades.

Até o fechamento de março, foram registrados 11.103 emplacamentos, a 3ª colocação entre os SUVs compactos, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o Jeep Renegade Trailhawk T270 4×4 para avaliação. Versão de topo da gama preparada para o fora de estrada, ela mantém as exclusivas alterações mecânicas para este fim.

Também existente anteriormente, nesta e em outra versões, a tração 4×4 com câmbio automático de 9 marchas formam o mesmo conjunto. A novidade da linha 2022 do Renegade é o motor 1.3 turbo, o mesmo que equipa os utilitários Compass e Commander, e a picape Fiat Toro.

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No site da montadora, o seu preço sugerido é R$ 164,13 mil. Este valor só se aplica para a cor preta. As outras cores metálicas elevam o preço em R$ 1,56 mil e, as perolizadas, acrescem R$ 2,22 mil.

Além dos equipamentos de série, a unidade avaliada contava com o teto solar panorâmico, único item opcional disponível, custando R$ 8,30 mil. O valor final deste Renegade é R$ 174,65 mil pois, apesar de parecer sólida, a nova cor cinza é perolizada.

Como antes, o Renegade Trailhawk 2022 traz mudanças estéticas e funcionais. Bancos e volante são revestidos em material sintético que imita o couro, preto com costura na cor vermelha, e os retrovisores externos na cor cinza permanecem.

Peças em vermelho foram reduzidas, deixando a versão mais discreta. Suspensões elevadas em 20 mm, sistema de tração com programação para quatro tipos de terreno e rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus “super verdes” 215/60 R17 de uso misto, inclusive o estepe, são as alterações mais relevantes.

Somente os ganchos de reboque mudaram. Os dianteiros foram suprimidos para diminuir possíveis danos causados aos pedestres em atropelamentos. Um gancho normal pode ser rosqueado por dentro do para-choque dianteiro. O gancho traseiro fixo na cor vermelha foi mantido.

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Equipamentos – Os equipamentos diferenciados do Renegade Trailhawk são: sistema Adventure Intelligence; quadro de instrumentos digital; multimídia com tela de 8,4 polegadas e espelhamento por Apple CarPlay ou Android Auto sem cabo; carregador por indução com saída de ar para resfriamento do celular; chave presencial; assistente de estacionamento em vagas paralelas e perpendiculares e ar-condicionado de duas zonas.

Entre os equipamentos de segurança, os destaques são: frenagem autônoma de emergência; alerta de ponto cego; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; reconhecimento de placas sinalizadoras da velocidade permitida; comutação automática dos faróis alto e baixo; faróis e lanternas em LED; sensores crepuscular e de chuva; sensor de pressão dos pneus; sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

A versão também conta com sete airbags; controle de tração, controles de estabilidade e para trailer (quando com engate Mopar), controle eletrônico anti capotamento, controle eletrônico de velocidade em descidas e auxiliar de partida em rampas.

Motor e Câmbio – O novo, e único motor disponível para o Renegade 2022, é o GSE 1.3 turbo bicombustível. Moderno, ele conta sobrealimentação feita por um turbocompressor de baixa inércia, válvula de alívio eletrônica, injeção direta de combustível dentro do cilindro, sensor para o reconhecimento do combustível na linha de alimentação e resfriamento do ar comprimido e do óleo de lubrificação.

Seu grande diferencial é o sistema de variação das válvulas de admissão. Denominado MultiAir III, ele é o mais flexível projetado até hoje. Um conjunto eletro-hidráulico faz uma ligação totalmente controlável entre o eixo de comando e as válvulas de admissão.

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Ele permite que elas sejam acionadas com variação em período, amplitude, ou mesmo, em freqüência. Isso quer dizer que em um único ciclo de admissão elas podem abrir e fechar duas vezes para otimizar a turbulência na câmera de explosão, por exemplo.

Toda essa amplitude de controle do funcionamento do motor resultou em altos números de potência e torque, ao mesmo tempo em que suas emissões se enquadraram às exigências legais vigentes e às futuras.

O seu torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente. A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático com conversor de torque e nove (9) marchas comutáveis manualmente na alavanca ou por aletas posicionadas atrás do volante.

A tração é integral e conta com programação dedicada para areia e lama, neve, pedra ou condução esportiva, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo controlado por botão localizado no console central.

Segundo a Jeep, este sistema é quase idêntico ao que acompanhava o motor a diesel descontinuado. Para compensar o torque inferior em relação ao antigo propulsor, o diferencial foi encurtado em 23%.

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Visual – O design do Renegade é, certamente, o principal motivo do seu sucesso. A Jeep projetou um SUV compacto atual, porém, com a identidade do seu primeiro modelo, o Willys 1941. Robusto, harmônico e belo, ele carrega essa carga histórica que, normalmente, liga as pessoas a alguma experiência ou lembrança positiva com o pitoresco utilitário octogenário.

O acerto estético ficou evidente em suas reestilizações. Tanto na linha 2019, quanto na 2022, pouco foi alterado. A grade, com menor altura, e os faróis redondos cortados na parte superior mudaram a expressão do Renegade nas duas intervenções. Cada “plástica facial” deixou o modelo mais invocado que o anterior.

Na primeira reestilização, nem os para-choques mudaram. Agora, eles foram redesenhados. O dianteiro ganhou maior volume, aberturas inferiores mais amplas e recortes mais pronunciados no encontro das partes pintada e sem pintura.

No traseiro, além do maior volume, a Jeep aproveitou para tirar o inútil vão de acesso à maçaneta embutida que existia até 2018 e passou a ser visível na tampa do porta-malas a partir de 2019.

No mais, as atuais lanternas ganharam uma nova interpretação para o “X” alusivo ao reforço estrutural existente no galão de combustível extra que o Jeep Willys carregava em sua traseira, e as rodas das quatro versões são novas, com desenho inédito e assinatura Jeep no próprio aro.

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Por dentro, as mudanças no Renegade foram mais contidas. O novo volante é o mesmo do Compass e do Commander, assim como o quadro de instrumentos digital é comum ao Fiat Pulse e à picape Toro.

No nicho dedicado ao carregador de celular por indução magnética foi aberta uma saída de ventilação do ar-condicionado, recurso muito útil, pois estes sistemas elevam muito a temperatura dos smartphones no processo de carregamento das suas baterias.

Menos peças com detalhes em vermelho completam as alterações visíveis da versão Trailhawk.

Inalterada, a ergonomia do Renegade continua acertada, com todos os comandos à mão. O espaço interno é muito bom para as cabeças e ombros e quatro adultos. Para as pernas dos ocupantes traseiros, apenas o suficiente. No centro desde banco, só uma criança vai com conforto.

O acabamento interno é uma referência no segmento. Diversas áreas são revestidas com material macio ao toque e todos os plásticos têm ótima qualidade e textura agradável. O porta-malas desta versão, por contar com estepe normal, tem apenas 273 litros de capacidade. O tanque de combustíveis comporta bons 55 litros.

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Seus equipamentos digitais (como multimídia e ar-condicionado) continuam oferecendo botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. Eles também podem ser operados na tela touchscreen.

Provavelmente, para não “estragar” ótimo design do painel, a Jeep não colocou o multimídia com tela de 10 polegadas no Renegade. Mas manteve todo os melhores recursos que a Stellantis oferece nas variantes mais completas dos seus modelos.

Adventure Intelligence – O destaque é a plataforma Adventure Intelligence. Ela tem conexão com a internet por meio de um chip de telefonia da operadora TIM e navegador nativo da marca TomTom que informa as condições de trânsito.

Sua vantagem é não depender do sinal da rede celular para funcionar, mantendo a navegação em locais ermos ou dentro de túneis, por exemplo.

A conexão do veículo com o usuário extrapola o seu interior. O aplicativo para celular My Uconnect disponibiliza informações sobre o modelo e permite ao proprietário executar algumas funções e programar alertas de condução.

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Essas operações são possíveis quando o chip do carro e do smartphone estão conectados à rede de celular simultaneamente, mesmo que os dois se encontrem em cidades, estados ou países diferentes. Como recurso adicional, estes comandos podem ser executados por voz, por meio de smartwatchs com assistência Alexa ou Echo Dot, da Amazon.

Outros recursos foram possíveis a partir da internet embarcada, tanto em segurança, quanto em entretenimento. Uma central de atendimento foi estruturada para receber chamadas do motorista, atendida por um operador de telemarketing, e auxilia com informações diversas ou pode enviar assistência mecânica em caso de pane, ou de resgate, em acidentes.

Existe um roteador wi-fi que disponibiliza internet a bordo. Oito aparelhos podem usufruir deste sinal ao mesmo tempo. Para este serviço, é necessária a contratação de uma assinatura da operadora TIM, sendo o primeiro mês gratuito.

O sistema Adventure Intelligence não precisa ser pago por um ano e funciona independentemente da assinatura com a operadora de telefonia. Após este período, será cobrada uma anuidade para que ele se mantenha operante.

Além dos diversos recursos descritos acima, o multimídia possibilita configurações pessoais armazenadas em diferentes perfis, tornando fácil a utilização do carro por pessoas diferentes, sem que uma atrapalhe as preferências da outra.

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Todas as funções de áudio, telefonia e navegação funcionaram com perfeição, usando o próprio software ou os aplicativos espelhados sem fio.

Como temos observado em outros sistemas de som padrão, suas potências não conseguem reproduzir muito alto as músicas provenientes de aplicativos de streaming. Modelos com equipamentos de marcas especializadas em áudio, como a Beats, presente no Compass, por exemplo, não sofrem com essa falta de amplificação.

O ar-condicionado é muito eficiente em resfriamento, manutenção da temperatura e intensidade da ventilação.

Recursos de auxílio à condução elevam a segurança do modelo

A direção elétrica, com estes pneus de uso misto, fica mais pesada do que nas outras versões do modelo. Em manobras de estacionamento e rodovias pouco sinuosas, ela é leve o suficiente. Circulando por muitas curvas, fica mais pesada que o ideal.

As aletas para trocas de marchas ajudam bastante nas reduções para ativar o freio motor e economizar combustível.

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A câmera de marcha à ré, com guias esterçáveis, tem boa definição e, em conjunto com os sensores de aproximação, dianteiros e traseiros, são muito úteis para amenizar os pontos cegos do modelo. O sistema de aberturas das portas e partida do motor com chave presencial facilita muito o uso no dia-a-dia.

O Renegade ganhou recursos de auxílio à condução. O alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência e o alerta de presença de veículos no ponto cego formam, em nossa opinião, a dupla mais importante destes sistemas.

O primeiro funciona com aviso destacado no painel digital, alarme de advertência e acionamento dos freios, caso o motorista não reaja. O segundo acende um ponto de luz no retrovisor externo correspondente ao lado com tráfego próximo e soa um alerta sonoro caso haja mudança de faixa ou grande aproximação dos veículos.

O detector de saída de faixa com correção da trajetória pode ser regulado em intensidade de atuação. Ele identifica as faixas de rolamento e corrige a centralização do Renegade quando o esterço da direção não está correto em relação à trajetória ideal.

Outro leitor monitora e exibe no painel, constantemente, uma reprodução da placa de velocidade permitida em cada trecho. Caso o carro ultrapasse a máxima determinada, um aviso sonoro alerta o condutor.

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Não menos importante, a regulagem automática do farol com comutação entre baixo e alto, o detector de fadiga do motorista e os sensores crepuscular, de chuva e de pressão do pneu formam um conjunto muito robusto de equipamentos auxiliares de segurança.

Faltou o controle de cruzeiro adaptativo, sistema interessante, o mais próximo ao futuro autônomo dos automóveis, mas, por ser passivo, voltado ao conforto, ele é menos importante à integridade física humana em relação aos demais.

O acerto das suspensões do Renegade Trailhawk é excelente. Na terra, absorve as irregularidades, entrega conforto e mantém a tração das rodas com o piso, ajudado, é certo, pelos pneus de uso misto.

O seu entre-eixos curto (2,57 metros) e os ângulos de ataque, saída e a altura livre do solo (30°, 32° e 202 mm, respectivamente) garantem grande desenvoltura no fora de estrada.

Em rodovias, a cabine fica bem isolada dos defeitos do asfalto e muito estável em curvas para um SUV pequeno e alto como o modelo. Entretanto, por conta do seu design quadrado, ele sofre para vencer a resistência do ar.

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Aos 90 km/h já é perceptível a retenção da carroceria, porém, o ótimo isolamento acústico deixa os ruídos do vento, dos pneus e do motor muito contidos.

Curiosamente, tanto nesta velocidade, como aos 110 km/h, o motor trabalha na mesma rotação, às 1.850 rpm. O câmbio só permite o uso da nona marcha acima dos 97 km/h.

Mesmo com a relação encurtada do diferencial, este regime de trabalho do motor em velocidade de cruzeiro é baixo o suficiente para garantir conforto acústico e consumo razoável. A combinação deste sistema de tração 4×4 com o novo propulsor ficou muito melhor que seu casamento com o motor a diesel.

Com o bicombustível, o Renegade anda solto, aproveitando o deslocamento por inércia, permitindo ao motorista parar de acelerar sem que o conjunto retenha o movimento do SUV, como acontecia nas versões a óleo combustível.

Em trilhas, o novo Renegade Trailhawk supera obstáculos com a mesma desenvoltura da antiga versão a diesel e, em estradas, o desempenho ficou um pouco melhor.  A aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 9,9s para 9,7s. A velocidade máxima subiu de 190 km/h para 202 km/h.

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A maior diferença está no funcionamento mais esportivo do motor 1.3 flex em relação ao 2.0 diesel. Pisando fundo no acelerador, seu giro ultrapassa o pico de potência, atingindo 6.000 rpm antes das trocas de marchas.

Usando o modo Sport, a diversão é ainda maior. As marchas são retidas até rotações mais elevadas, as respostas ficam mais imediatas e o comportamento do utilitário compacto fica mais arisco que nunca, exigindo prudência para uma condução segura.

Consumo – Se o desempenho do Renegade bicombustível está mais que resolvido, o consumo merece entendimento. Antes da Stellantis lançar os seus motores turbo 1.3 e 1.0, criou-se uma expectativa de eficiência energética.

Provavelmente, por pressão mercadológica, ela optou por entregar os motores sobrealimentados mais potentes que os concorrentes. Contudo, eles não são os mais econômicos. Mesmo assim, são mais eficientes que a maioria dos propulsores aspirados e estão próximos aos outros turbinados.

Em nossos testes padronizados de consumo, avaliamos o Renegade Trailhawk 2021 a diesel em outubro do ano passado. Vamos comparar essas marcas com as que obtivemos agora, com a mesma versão, ano 2022, bicombustível.

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No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, atingimos 19,2 km/l com diesel e 14,8 km/l com gasolina. Na mais rápida, foram 16,5 km/l contra 13 km/l, com os respectivos combustíveis.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo deste acidentado percurso.

A versão Trailhawk finalizou este exigente teste com 8,8 km/l com diesel e 7,3 km/l com gasolina. Ambas pesadas, o consumo das duas versões no anda e para das cidades é muito maior que na estrada.

No caso da variante bicombustível, o exclusivo sistema stop/start ajudou a minimizar a diferença de consumo entre as duas.

O Renegade Trailhawk bicombustível melhorou em quase tudo em relação à versão diesel. O maior consumo foi sua única perda relevante. Em compensação, seu preço é inferior ao que ele custaria hoje se ainda fosse equipado com o motor a óleo combustível.

Também substituto do antigo motor 1.8 flex, este 1.3 turbo, único na linha atual do modelo, tem consumo melhor que o finado aspirado. Sendo assim, o Jeep Renegade tem tudo para recuperar a liderança do segmento e fechar como o SUV compacto mais emplacado de 2022.

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20220321_174753Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Primeiro SUV nacional da Fiat, Pulse estreia motor 1.0 turbo

O novo propulsor é capaz de render 125 cv com gasolina e 130 cv com etanol

Amintas Vidal*

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A Fiat foi a última grande montadora a estrear um SUV nacional. Em março do ano passado, ela apresentou o Pulse no reality Big Brother Brasil, da Rede Globo. Somente em outubro o modelo foi lançado oficialmente.

Ter a Jeep em seu grupo empresarial deixou a Fiat com mais tempo para aderir ao modismo. Segundo a marca, a espera compensou.

Com poucas semanas nas concessionárias, foram feitas mais de 9 mil reservas do Pulse, mediante o pagamento de um sinal. Até o fechamento de 2021, apenas 6.724 unidades do Pulse tinham sido emplacadas.

Agora em 2022, janeiro registrou 3.192 emplacamentos e, fevereiro, apenas 1.843 unidades, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Estes números mostram que a demanda continua maior que a oferta, reflexo prolongado da falta dos semicondutores.

O DC Auto recebeu o Pulse Impetus Turbo 200 automático para avaliação. Essa é a versão mais equipada da linha, exclusivamente vendida com carroceria e teto em cores diferentes.

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No site da montadora, seu preço sugerido é de R$ 121,60 mil, valor reajustado com o novo IPI. Neste preço, a carroceria vem na cor preta sólida e o teto em cinza. As outras oito combinações de cores possíveis são cobradas à parte.

Os equipamentos diferenciados do Pulse Impetus são: multimídia com tela de 10,1 polegadas, navegação embarcada e Apple CarPlay e Android Auto sem fio; painel digital de 7 polegadas; carregador do celular por indução; ar-condicionado digital; rebatimento elétrico dos retrovisores; paddle-shifters; chave presencial, revestimento dos bancos com material sintético que imita o couro e roda em liga leve de 17 polegadas diamantada.

Em termos de segurança, os seguintes recursos se destacam: frenagem autônoma de emergência; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; comutação automática dos faróis alto e baixo; faróis e lanternas em LED; sensor de pressão dos pneus, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

Motor e Câmbio – O motor desta versão é o inédito GSE Turbo 200, 1.0 de três cilindros. Ele tem o exclusivo controle de válvulas MultiAir III, o seu grande diferencial.

Atuadores eletro-hidráulicos fazem uma ligação totalmente controlável entre o eixo de comando e as válvulas de admissão, permitindo variar a sua abertura em período, como em outros sistemas, ou em amplitude ou frequência, como em nenhum outro.

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Essa, e outras tecnologias como turbocompressor de baixa inércia controlado por válvula de alívio eletrônica, sensor para o reconhecimento do combustível na linha de alimentação, injeção direta de combustível dentro do cilindro e sistemas de resfriamento do ar comprimido e do óleo de lubrificação, resultaram em elevados números para um bloco de 999 cm³: torque de 20,4 kgmf às 1.700 rpm com ambos os combustíveis e potência de 130/125 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é o automático do tipo CVT, sistema que varia continuamente as relações de marchas. A Fiat programou sete (7) relações específicas para simular o uso de marchas escalonadas, no modo manual, ou quando o motor é mais exigido. O acoplamento entre o motor e o câmbio é feito por um conversor de torque convencional.

Assim como o Volkswagen Nivus e o Honda WR-V, o Pulse foi projetado a partir de outro carro, no caso, o Argo. Antes do seu lançamento, a Fiat divulgou que desenvolveu uma nova plataforma para o SUV, a MLA, diferente da MP1 do hatch. A marca prefere não associar o Pulse ao Argo.

Realmente, reconstruir o monobloco com modificações estruturais e utilizar aços de alta resistência em sua fabricação é algo extremamente importante, que deveria ser alardeado pela Fiat. Essas mudanças fazem o SUV ser muito mais seguro que o hatch, mas não deixa o Pulse independente do Argo.

Acreditamos que a montadora aproveitou a oportunidade para desenvolver um novo monobloco para o Pulse e para a futura atualização do Argo, corrigindo falhas estruturais e ergonômicas.

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Certamente, a Fiat já sabia desta necessidade, muito antes do hatch se sair mal no teste de colisão do Latin NCAP (Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe). Este investimento vale cada centavo empregado. Segurança é a qualidade mais importante em qualquer carro de uso diário.

Diferentemente dos concorrentes citados anteriormente, no Pulse é possível observar uma das alterações da plataforma. Os elevados para-lamas são fixados em peças que integram o monobloco reprojetado e, não, em finas hastes soldadas ao mesmo, “gambiarra” que foi aplicada ao Nivus e ao HR-V.

Design – Para-choque e para-lama dianteiros, grades, faróis e capô foram redesenhados, conferindo robustez e grande diferenciação estética entre o Pulse e o Argo. As portas, o para-lama traseiro, a estampagem lateral e o teto são os mesmos do hatch.

Um prolongamento metálico do teto e um grande aerofólio plástico foram agregados à nova tampa do porta-malas, essa, igualmente projetada para trás, criando um volume traseiro destacado.

Novas lanternas e o para-choque traseiro acompanharam essas mudanças. Suspensões elevadas e peças plásticas adornando a carroceria completam a caracterização fora de estrada, artifício comum aos aventureiros e SUVs.

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Frente e traseira encorpadas ampliaram o comprimento do Pulse em relação ao Argo, foram mais 11 cm, registrando 4,10 metros. As molduras das caixas de roda garantiram 6 cm extras na largura, chegando a 1,78 metro.

Suspensões elevadas, rodas e pneus maiores e o rack no teto somaram 7,8 cm à altura, que atingiu 1,58 metro. A distância entre eixos cresceu 1,1 cm, ficando com 2,53 metros.

Os números que homologaram o Pulse Impetus como um SUV pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) são: 20,4° de ângulo de entrada; 31,6° de ângulo de saída; 21,3° de ângulo central e 196 mm de vão livre do solo.

Aferido pelo novo método adotado pela Fiat, que considera o espaço preenchido por líquido, o porta-malas do Pulse comporta 370 litros mas, aparentemente, a área foi pouco alterada, cabendo, provavelmente, 310 litros, 10 litros a mais do que no Argo.

O tanque de combustíveis comporta 47 litros, 1 litro a menos que no hatch. O Pulse Impetus é o mais pesado, 1.237 kg, 107 kg a mais do que o Argo Trekking 1.3, a versão mais pesada do modelo. Ambos suportam 400 kg de carga útil.

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Interior – Internamente, a Fiat não economizou no Pulse. Um design distinto ao do Argo foi elaborado para o novo SUV. Todas as peças, envolventes e funcionais, foram redesenhadas. Painéis, central e das portas, o console e todas as partes que os compõe são completamente novas.

O estilo é o mais atual, orientado na horizontal. Formas trapezoidais são abundantes, estão em peças e recortes por toda a cabine, nas texturas variadas dos plásticos e, inclusive, nos equipamentos reestilizados, como o conjunto de comandos do ar-condicionado e áudio, o multimídia e o painel de instrumentos.

Essas alterações criaram um interior exclusivo para o Pulse. A variedade de formas, cores e texturas está presente, qualidades que a Fiat sempre apresenta em seus modelos, pelo menos, nos mais caros.

O encaixe de tantas peças novas, ainda não está perfeito. Na unidade que avaliamos, o porta-luvas não fechava corretamente, deixando a sua luz interna acesa e descarregando a bateria.

Segundo a Fiat, os bancos dianteiros do Pulse foram completamente reprojetados. Novas formas e espuma mais rígida seguram e sustentam melhor o corpo. Porém, sabemos que o objetivo principal da marca foi fazer um banco estruturalmente resistente, que se saia bem na avaliação do Latin NCAP.

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O encosto de cabeça mais robusto e avançado faz parte das mudanças que garantirão o bom resultado esperado no teste que indica o grau de proteção à coluna cervical do usuário.

No mais, alguns detalhes não mudaram. Apenas o miolo do volante foi trocado, botões e aro são os mesmos usados no Argo e em outros modelos do grupo Stellantis. Peças menos observadas, como as que revestem colunas e teto, e menores, como alavancas e alguns botões, também foram reaproveitadas. O banco traseiro é o mesmo do hatch.

Todo este amplo projeto do Pulse sinaliza muito sobre o futuro dos modelos da Fiat. Essas mudanças estruturais e estéticas que diferenciaram o SUV do hatch irão atualizar a linha Argo e Cronos, assim como equipar o SUV cupê da marca, lançamentos que ocorrerão este ano, provavelmente.

Tecnologias – Na cabine do Pulse, quatro adultos e uma criança se acomodam com conforto para um modelo compacto, mas sem sobras. Em relação ao Argo, o Pulse tem ergonomia mais acertada.

Além das modificações nos bancos dianteiros mencionadas, volante e pedais estão mais bem alinhados e os botões dos vidros elétricos estão menos recuados, mais ao alcance das mãos. A volumosa alça das portas dianteiras do Argo foi eliminada, ampliando o espaço para as pernas de quem vai à frente.

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Os inúmeros equipamentos internos são controlados por botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. Alguns sistemas apresentam operação duplicada. Além dos botões, podem ser controlados por toques na tela do multimídia.

O ar-condicionado de zona única é eficiente em volume de ventilação, tempo de resfriamento e manutenção da temperatura. Em um único botão, ventilação e temperatura são ajustadas por rotação, bastando comutar as funções ao pressioná-lo.

Sua cor se alterna entre branco, azul e vermelho, indicando estar apto para regular intensidade de fluxo ou nível da temperatura. As funções comandadas aparecem na tela do multimídia. Neste também existe uma página dedicada ao sistema para operação totalmente por toques na tela. Não ter saídas de ar traseiras é sua única falha.

A internet embarcada (item opcional), o sistema multimídia e o computador de bordo formam, provavelmente, o conjunto de tecnologias de conectividade e navegação mais completo oferecido atualmente.

Para detalhá-lo, seria preciso um texto dedicado somente ao assunto. De forma resumida, ele oferece controle de funções do carro, verificação de condições mecânicas e limitação da área de circulação e localização remota, tudo por meio de aplicativo no celular.

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O multimídia espelha sem fio o smartphone, estável e rapidamente. Entre diversas funções, a navegação nativa se destaca. O computador de bordo é completíssimo, oferecendo informações múltiplas e em janelas diferenciadas, inclusive, duplicadas na tela do multimídia.

O painel de instrumentos é o mesmo da picape Toro. Ao centro ele é digital, muito configurável, e de forma simples, considerando o grande volume de informações disponíveis. Nas extremidades ficam os marcadores de combustível e temperatura, assim como as luzes espia.

O volante traz os comandos para quase todos estes equipamentos e recursos. Os botões são bem dimensionados, distribuídos e identificados. Computador de bordo à esquerda, auxílios de condução à direita e multimídia atrás, estes “cegos”, os mais seguros.

A direção elétrica é muito leve em manobras, mas poderia ser mais progressiva, pois fica mais pesada que o ideal em velocidades intermediárias. Os sensores de estacionamento são essenciais. O Pulse tem frente e traseira muito altas, assim como a coluna “C” avantajada.

Entre os auxílios de condução semiautônomas, o alerta de aproximação com frenagem automática de emergência é o mais importante, e está presente no Pulse. Falta o alerta de ponto cego, o segundo mais relevante.

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Outros, como a identificação de faixa de rodagem, com correção de trajetória, e a comutação dos faróis baixo e alto funcionaram perfeitamente, assim como os faróis em LED, que têm longo alcance e muita potência na iluminação noturna.

Utilitário compacto se mostra econômico até mesmo com etanol no tanque

O acerto das suspensões do Pulse é muito adequado aos nossos pisos irregulares.  Isola muito bem a cabine, para um carro compacto, relativamente leve e com rodas grandes. Elas entregam estabilidade para uma condução responsável e, ainda, conforto de marcha.

Aos 110 km/h o arrasto aerodinâmico é perceptível, entretanto, pouco se ouve o barulho do vento contra carroceria e o atrito dos pneus com o asfalto, resultado de um ótimo isolamento acústico.

Nessa velocidade, com o câmbio em “D” e circulando em condições ideais, a relação mais longa é usada, deixando o motor às 2.100 rpm e, seu ruído, quase inaudível. Em rotações  mais elevadas, é  possível ouvi-lo, mas o som dos motores de três cilindros  é  grave e agradável. Seu desempenho é  coerente com a proposta familiar do Pulse, entregando mais que o necessário para um uso consciente.

Acoplado a este motor turbo de tres cilindros, o câmbio  CVT funciona bem melhor, quando comparado ao seu uso com o motor aspirado de quatro cilindros. Em acelerações intermediárias, ele não multiplica muito as marchas à procura do torque ideal, pois este já  está presente às baixas 1.700 rpm, realizando o trabalho sem a sensação de deslizamento exagerado comum nestas transmissões.

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Com o curso total do acelerador, as sete relações são acionadas e cambiadas no limite de segurança do funcionamento do motor, às 6.200 rpm. Essa condição extrai o melhor desempenho do modelo e garante segurança em ultrapassagens, por exemplo.

Ao ativar a tecla Sport, as relações ficam mais curtas, fazendo o motor girar 500 rpm acima, garantindo uma resposta mais imediata ao comando do acelerador.

Usar as aletas para reduzir as marchas com o câmbio em automático ajuda muito no freio motor. No modo manual, garante uma tocada esportiva, semelhante aos câmbios automatizados, sem os trancos indesejados.

O recurso TC+ é uma programação do controle de tração que identifica uma roda sem aderência e aciona o seu freio para transferir o torque para a roda com tração, ideal para transposições em pisos escorregadios.

Em nossos testes de consumo rodoviário padronizado, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta, o Pulse Impetus 1.0 turbo registrou 13,7 km/l. Na mais rápida, 12 km/l, sempre com etanol no tanque.

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No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5s e 50s e vencemos 152 m de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito. Neste severo teste, o Pulse atingiu a média de 7,6 km/l, também com etanol. Se fosse equipado com o stop/start, sistema que desliga o motor em semáforos, o consumo seria melhor.

Vendido em quatro versões e cinco configurações, o Pulse oferece câmbio manual ou CVT e motores 1.3 aspirado ou 1.0 turbo, partindo de R$ 86,05 mil. Todas as opções são muito bem equipadas, principalmente em itens de segurança, os mais importantes. Sistemas sofisticados como faróis em LED, ar- condicionado digital e multimídia com espelhamento sem fio são equipamentos de série desde a versão de entrada, tornando o modelo muito competitivo em uma ampla faixa de preço.

A versão Impetus com o pacote opcional Fiat Connect-Me tem o melhor sistema de conectividade do mercado, além de importantes tecnologias de auxílio à condução, itens de série. Ela atinge a faixa de preço de SUVs maiores, é certo, mas entrega mais recursos que a maioria destes concorrentes.

20220217_175148Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Lexus lança a 2ª geração do utilitário NX 350h no Brasil

Motores à combustão e elétricos do SUV, combinados, geram 246 cv de potência

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 01/04/2022)

2021.06.02

A Lexus Brasil anunciou a chegada da segunda geração do seu utilitário esportivo de luxo, o NX 350h, no mercado brasileiro.

A nova geração do SUV da Lexus é a primeira linha planejada, desenvolvida e construída sob a nova filosofia Lexus Driving Signature.

Por meio deste método, a companhia prioriza o equilíbrio total do veículo, tornando cada manobra mais calculada e estável, dando, no entanto, toque especial em agilidade e eficiência, informou a Lexus.

Para entregar um veículo diferenciado em condução, a Lexus realizou uma avaliação extensiva no centro de desenvolvimento Toyota Technical Center, em Shimoyama (Japão), para garantir que o NX responda fielmente às intenções dos motoristas.

A segunda geração do NX foi posicionada globalmente como embaixadora de um novo capítulo na estratégia corporativa da Lexus.

2021.06.02

De acordo com a fabricante, para o projeto original do veículo, a empresa levou em consideração atributos adequados aos diferentes estilos de vida dos clientes em todo o mundo.

Aspectos como design, comportamento dinâmico, eletrificação e avançada tecnologia embarcada foram fortemente trabalhados para traduzir, explicitamente, esta nova etapa na vida da companhia, que também cobre a estratégia da Lexus no Brasil.

Motores – Equipado com a quarta geração do sistema Lexus Hybrid Drive, o NX 350h combina um motor à combustão de 4 cilindros DOHC 16V, VVT-i com potência de 192 cv e torque de 22 kgfm, e dois elétricos, sendo um traseiro de 54 cv e torque de 12,1 kgfm e outro dianteiro de 182 cv com torque de 27 kgfm.

Juntos, os propulsores rendem 246 cv de potência total e oferecem  alta eficiência e economia de combustível.  A experiência de condução é o ponto alto do novo NX. 

Com transmissão Hybrid Transaxle otimizada, proporciona aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas e pode gerar alto torque em baixas rotações, e permite maior controle da condução, sem desperdiçar energia.

2021.03.24

A central de controle do sistema híbrido é sofisticada. Todas as versões possuem modo de condução EV (puramente elétrico), Auto EV (que seleciona automaticamente combinação entre elétrico e combustão), além do modo Normal.

Apenas a versão F-Sport possui o botão Sport+ de condução. A rodagem se torna mais dinâmica e confortável, segundo opção do condutor.

O utilitário esportivo da Lexus vem equipado com sistema de tração All-Wheel Drive Full-Time. Este recurso aplica, automaticamente, força para as quatro rodas, permitindo rodagem mais suave em quaisquer terrenos. 

Design – Na dianteira, a segunda geração do NX adota novo padrão de grade frontal que agrega inúmeros blocos em formato de “U”, produzindo efeito tridimensional e de profundidade, aumentando a sensação de robustez do conjunto visual.

Além do novo desenho, foram aplicadas mudanças para fortalecer a estrutura frontal, bem como melhorar a eficiência do fluxo de ar e o desempenho de refrigeração do modelo.

2021.06.02

Já o para-choque tem design renovado, mais moderno e elegante, enquanto o capô foi estendido até a borda da extremidade dianteira para se conectar à grade elevada.

Assim como na dianteira, o para-choque e as linhas traseiras também foram remodelados, para refinar a aparência do modelo.

O veículo também chega com novidades no conjunto ótico, composto por faróis de neblina e faróis de LED com acendimento automático, ajuste automático de altura e lavador. O NX ainda conta com função DRL em formato de “L”, que comunica bem a identidade visual, que remete ao logo da companhia.

Na traseira, mudanças ficam no design das lanternas, que foram ampliadas. Elas invadem a tampa do porta-malas e oferecem melhor iluminação.

O modelo ainda conta com aerofólio para fortalecer a esportividade do automóvel. A mudança-chave na área traseira está na retirada do logo “L”, que dá lugar à palavra “Lexus” escrita.

2021.06.02

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Nas laterais, o utilitário esportivo traz uma silhueta com vincos mais destacados, que sugerem desempenho dinâmico ao automóvel.

Para completar o conjunto, o NX vem de série com rodas de liga leve de 18 polegadas na versão Dynamic, de entrada, e de 20 polegadas nas Luxury e F-Sport.

Interior – O desenvolvimento do novo NX teve como ponto de partida a visão e ação do motorista. Isso significa, segundo a Lexus, que o carro foi construído com olhar que parte da área interna para externa, de modo que todos os comandos se mantenham em posição ergonômica, garantindo condução confortável e segura.

O novo NX 350h se destaca por oferecer um interior convidativo ao luxo, conforto, sofisticação e refinamento tecnológico.

O acabamento em couro reveste o volante e a manopla de transmissão, além das partes em material sintético premium que imita o couro nas portas, painel e console central, que obteve reposicionamento do câmbio automático e porta-objetos, incluindo os comandos de condução.

2021.03.24

Uma novidade é o carregador por indução para smartphones, de série nas versões Luxury e F-Sport. 

Os bancos recebem acabamento em couro natural e detalhes em materiais sintéticos, além de revestimento perfurado exclusivo na versão F-Sport.

De série em todas as versões, os assentos dianteiros dispõem de regulagem elétrica para 8 posições: ajuste de distância, altura, reclinação do encosto e inclinação do assento, enquanto a topo de linha ainda inclui ajuste de lombar e memória para 3 perfis somente para o motorista.

O SUV ainda conta com teto solar panorâmico com abertura elétrica e sistema de iluminação ambiente para acentuar os detalhes do design e materiais interiores.

O condutor também tem às mãos o volante de três raios, com ajustes elétricos de profundidade e altura, além de paddle shifts para aprimorar a experiência de condução esportiva.

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2021.03.24

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O NX também dispõe de funções de controle de áudio, voz, computador de bordo, telefone e acesso às tecnologias do LSS+ 3.0 como o controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e sistema de alerta de mudança de faixa.

Para garantir maior espaço interno, principalmente no bagageiro, a bateria de níquel-metal-hidreto, que alimenta o motor elétrico, está estrategicamente instalada embaixo do assento traseiro, o que garante mais espaço aos ocupantes da segunda fileira.

Tecnologias voltadas para a segurança são destaques do NX 350h

O SUV apresenta um novo sistema multimídia Lexus com áudio compatível com arquivos de alta resolução (WAV, FLAC, ALAC, OGG Vorbis) e tela de LCD de 14 polegadas nas versões Luxury e F-Sport e de 9,8 polegadas na Dynamic.

Ambas são sensíveis ao toque, com avançados recursos de infoentretenimento e conectividade via bluetooth, com espelhamento de aplicativos.

Outra novidade é o sistema de som (Lexus Premium Sound System) que conta com seis alto-falantes, três tweeters e um subwoofer, posicionados para garantir áudio com qualidade e proporcionar a melhor experiência acústica a bordo. 

2021.03.24

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No computador de bordo, com tela TFT colorida de 4,2 polegadas, o motorista conta com informações de consumo instantâneo, consumo médio, autonomia, velocidade média, indicador de marcha, pressão dos pneus e informações de áudio, entre outras.

O condutor também tem à disposição o Head Up Display, que projeta informações de velocidade, navegação GPS, áudio e assistente de direção diretamente no para-brisas.

O NX vem com ar-condicionado digital de duas zonas digital, sensor de umidade e sistema S/Flow com função Concierge, que vincula o sistema de ar com ventilação e aquecimento dos bancos, de acordo com a temperatura programada pelo motorista ou passageiro.

A nova geração do NX é o primeiro modelo da Lexus equipado com a tecnologia E-LATCH, disponível em todas as versões.

Esta função permite que as portas se abram suavemente apenas com toque de um botão, tanto para entrar como para sair. Ao acionar o interruptor, o sistema realiza a abertura das portas, por meio de motor elétrico.

2021.03.24

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Já o porta-malas possui abertura e fechamento elétrico e sistema hands-free, que permite ao usuário abrir a tampa passando o pé sob sensor por movimento localizado embaixo do para-choque traseiro.

O veículo conta com recursos como assistente de estacionamento ativo (ICS), Sistema de Saída de Faixa (LTA) e alerta sonoro e visual para o uso dos cintos traseiros, além do pacote completo de recursos ativos.

LSS (Lexus Safety System) – A grande novidade é a introdução do sistema LSS+ 3.0, que agrega novas funcionalidades e inovações para aprimorar a segurança nas estradas. 

O Lexus Safety System traz, entre outros, os seguintes recursos: 

  • Sistema de Saída de Faixa (LTA) para todas as versões: sistema entra automaticamente em ação e avisa o motorista com sinal sonoro ou vibração no volante para corrigir o curso sempre que ultrapassar as marcações da pista;
  • Sistema de mudança de Faixa (LCA) para todas as versões: sistema entra automaticamente em ação para auxiliar o motorista no processo de mudança de faixa, monitorando aproximação de carros, para prevenir potenciais colisões;
  • Sistema de Colisão Frontal (Pre-Crash) para todas as versões: suporte na prevenção de colisão e danos por meio de alertas sonoros. Se necessário, ativa automaticamente o sistema de frenagem (acima de 20 km/h);
  • Farol Alto Automático (AHB) para todas as versões: acende e apaga os faróis do veículo para evitar o ofuscamento do motorista à frente e na mão contrária, ajudando a garantir a visibilidade ideal durante a condução noturna;
  • Alerta de Ponto Cego (BSM) presente nas versões Luxury e F-Sport: monitor de ponto cego que identifica automóveis fora do campo de visão do motorista e emite alertas por meio de aviso no retrovisor externo do veículo;
  • Rear Cross Traffic Alert para todas as versões: dispositivo que emite aviso sonoro, informando o motorista sobre a presença de tráfego na traseira do veículo;
  • Controle de Velocidade e Cruzeiro Adaptativo (DRCC) para todas as versões: utiliza laser, radar, câmeras ou desses sistemas para manter distância constante e segura em relação ao carro da frente. O sistema ainda diminui ou aumenta automaticamente a velocidade (acima de 40 km/h), de acordo com o tráfego;
  • Radar de verificação de perímetro (Safety Exit Assist – SEA) nas versões Luxury e F-Sport: sistema opera com o auxílio dos sensores do BSM para detectar carros que se aproximem por trás, incluindo bicicletas, para evitar colisões com a porta aberta. Se o sistema identificar um potencial acidente, um sinal sonoro será emitido, junto com um alerta visual que se acenderá no retrovisor externo. Caso a pessoa insista em abrir a porta, o sistema realizará o travamento automático.

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No quesito segurança passiva, o NX 350h conta com oito airbags (um de assento para o passageiro da frente, um de joelho para o motorista, 2 laterais do tipo cortina, dois frontais e dois laterais para motorista e passageiro dianteiro), controle de tração e estabilidade e assistência ao arranque em subidas.

Completam o pacote o farol alto com sistema adaptativo de iluminação (AHS), luzes de iluminação lateral (Cornering Lamp), sensores de estacionamento inteligente (Intelligent Clearance Sonar – ICS) até 15km/h, e Assistente Ativo em Curvas (Active Cornering Assist – ACA).

O utilitário esportivo também contempla, de série, freios ABS ventilados nas quatro rodas e regenerativos na dianteira, com Freio Eletrônico (EBS), sistema Isofix, além de câmera com guias dinâmicas nas versões Dynamic e Luxury.

Já a versão F-Sport conta com câmera de visão 360° e sistema de auto estacionamento. 

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Preços:

NX 350h Dynamic – R$ 344,99 mil

NX 350h Luxury – R$ 380,99 mil 

NX 350h F-Sport – R$ 413,99 mil

Lexus-NX-6Fotos: Lexus / Divulgação

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Nissan Frontier: uma trajetória de sucesso no Brasil

Da Redação

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Prestes a passar por uma importante transformação, a Nissan Frontier celebra uma trajetória de sucesso no Brasil que já dura mais de 20 anos.

A picape chegou ao mercado brasileiro em 1993 e, desde então, se tornou um dos veículos mais emblemáticos da marca japonesa em nosso território.

As primeiras Frontier chegaram ao País por importação independente, já que a Nissan do Brasil foi oficialmente criada em 2000. Assim, a então representante oficial da Nissan no Brasil passou a trazer a D21, antecessora do primeiro modelo a ostentar o nome Frontier.

A picape vinha nas versões cabine simples, dupla e estendida, batizada de King-Cab, com tração 4×2 ou 4×4.

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O nome Frontier estreou no Brasil em 1998, com o modelo importado nas versões AX e DX cabine dupla, dotado de motor diesel de quatro cilindros aspirado.

Em 2002, apenas dois anos após a criação da Nissan do Brasil, subsidiária da empresa japonesa, a picape foi o primeiro veículo oficialmente produzido pela marca no País, na fábrica de veículos comerciais da Aliança em São José dos Pinhais, no Paraná.

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As primeiras unidades chegaram aos concessionários Nissan no primeiro trimestre desse ano, em duas versões de acabamento: XE e SE.

Em outubro de 2008, a Nissan iniciou as vendas da linha Frontier da 11ª geração, que mudou a picape completamente. Entre as muitas novidades de design, tecnologia, segurança e equipamentos estava o acréscimo de mais uma opção de acabamento: LE, XE e SE.

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O motor era o 2.5 16V turbo diesel e as opções de câmbio manual de seis velocidades e a automática de cinco.

A 12º geração do utilitário, importada do México, foi lançada em 2017 no Brasil com visual modernizado, mais equipamentos de conforto, segurança e tecnologias. A durabilidade e robustez da picape foi aperfeiçoada, para entregar ainda mais confiabilidade aos clientes brasileiros, que já tinham abraçado a picape e a transformado em uma das referências do segmento no mercado interno.

Nova Nissan Frontier será destaque no estande da marca na Agris

Dois anos depois, o modelo chega apresentando uma nova evolução com o início de produção na Argentina. Feita em uma linha de produção totalmente nova, a picape recebeu várias melhorias tecnológicas e passou a acumular recordes de vendas no mercado nacional.

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Em 2021, foi o modelo que registrou o maior aumento de vendas, 40%, no segmento de picapes médias no Brasil.

E a história vai ganhar um novo capítulo…

Em breve, a nova Nissan Frontier estará no mercado brasileiro.

2021-nissan-navara-facelift-1160x652Fotos: Nissan / Divulgação

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BMW X4 M40i Individual Edition chega ao Brasil com pintura exclusiva

Da Redação

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Rápido, tecnológico e mais exclusivo. Este é o BMW X4 M40i Individual Edition. Além do motor de 387cv e da farta lista de equipamentos de série, a versão especial chega ao Brasil com tiragem limitada de 24 unidades com pintura exclusiva Individual.

A marca criou, na década de 1990, a linha BMW Individual, um padrão exclusivo capaz de refletir o auge em termos de qualidade técnica.

A linha BMW Individual surgiu com o desenvolvimento de veículos sob medida para personalidades, como o estilista alemão Karl Lagerfeld e o tenor lírico espanhol Jose Carreras, além de uma série de equipamentos que se tornaram sinônimo de qualidade inigualável, atendendo às mais rigorosas exigências e desenvolvimento focado no cliente.

A gama BMW Individual abrange acabamentos de pintura exclusivos, revestimento de couro de alta qualidade e guarnições internas.

Produzidas na planta do BMW Group localizada em Spartanburg, nos Estados Unidos, as 24 unidades do X4 M40i com pintura especial chegam com o mesmo motor da versão produzida em solo nacional.

Trata-se de um motor seis cilindros em linha, 2.998 cm³, TwinPower Turbo, que rende 387 cv de potência (entre 5.800 e 6.500rpm) e 500 Nm de torque máximo (entre 1.900 e 5.000 rpm).

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Além de serem os mais potentes, os novos modelos são, também, os mais carros rápidos produzidos no Brasil. Aceleram de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos, e a velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h.

A transmissão é automática de oito (8) marchas, com aletas atrás do volante para trocas manuais. A tração é integral por demanda.

Visualmente, o modelo se destaca pelo design marcante em elementos como os faróis duplos a laser, a grade com o duplo rim integrado visualmente, o para-choque dianteiro com grandes entradas de ar e as rodas de 21 polegadas.

No quesito tecnologia, o X4 M40i Individual Edition vem equipado com o BMW Live Cockpit Professional. Duas telas, de 12,3 polegadas de alta resolução, exibem as informações do veículo e do sistema de entretenimento, sendo esta última sensível ao toque e compatível com Apple CarPlay e Android Auto.

O ar-condicionado tem controle de temperatura automático com três zonas e o teto-solar é do tipo panorâmico. Além do porta-copos, o console central acomoda a alavanca seletora de marchas, botões para o sistema start/stop e partida do motor, freio de estacionamento elétrico, controle da multimídia, entre outros comandos do veículo.

Topo de linha do X4, a versão M40i vem recheada de assistentes para o motorista. É o caso dos sistemas Driving Assistant, Parking Assistant Plus e Surround View, com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro.

e1f5ad3276288d19af78328d0afd5472Fotos: BMW Group / Divulgação

O Driving Assistant oferece uma condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.

Com o My BMW App, é possível ativar funções remotas, como localizar o veículo, trancar e destrancar o carro, acender os faróis, ligar as buzinas e acionar a ventilação do carro.

Além disso, com o My BMW App é possível verificar o status do carro, caso tenha alguma porta ou janela aberta, ter informações sobre a quilometragem, o nível do tanque de combustível ou a autonomia, manutenções e serviços necessários, localizar e fazer contato com concessionários, mensagem de check control como fluído de freio ou óleo do motor, e ainda, receber notificações a cada atualização remota de software (Remote Software Upgrade).

O BMW X4 M40i Individual Edition também vem equipado com o Drive Recorder, uma funcionalidade capaz de capturar vídeos em 360° ao redor do veículo, através das 4 câmeras. As gravações podem ter até 40 segundos de duração, incluindo os 20 segundos imediatamente antes da ativação e os 20 segundos posteriores.

A função pode ser ativada a qualquer momento através do menu iDrive ou automaticamente quando algum acidente for detectado. Os vídeos podem ser gravados para entretenimento e diversão como em viagens, em deslocamentos com paisagens encantadoras, mas também pode ser configurado para ativação automática em caso de acidente.

A versão também conta com o Intelligent Personal Assistant (IPA) e o Caring Car. Enquanto um permite interação, por voz, com o próprio carro de forma natural e permite ativar diversas funções do veículo, como por exemplo, o controle de temperatura, as luzes, a mídia, modos de experiência e abertura de janelas, o outro transforma o ambiente do interior de acordo com o humor do proprietário, tudo por voz.

O BMW X4 M40i Individual Edition chega ao Brasil com o preço de R$ 616,95 mil.

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