Stock Car homologa empresas como promotoras da etapa em Belo Horizonte

Da Redação

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Promotora da Stock Car Pro Series, a Vicar anunciou nesta sexta-feira (15) que firmou contrato com as empresas Speed Seven e DM Corporate, dos empresários Sergio Sette Câmara e Emanuel Júnior, para atuar como promotoras do GP Belo Horizonte (MG) da categoria.

Este é o primeiro passo do processo de oficialização do projeto junto à Prefeitura da capital mineira. Aguardada com muita expectativa pelos fãs e competidores, a etapa entrou no calendário anunciado esta semana pela Stock Car no dia 18 de agosto de 2024, mas ainda depende de obtenção de patrocínio para a sua realização no ano que vem.

“Este é o primeiro movimento oficial em direção à realização desta corrida, que é muito importante não somente para a Stock. É vital para todo o nosso automobilismo termos competições em um Estado da dimensão de Minas Gerais”, destacou Fernando Julianelli, CEO da Vicar.

“Mas, como foi o caso do GP Galeão, que disputamos no Rio de Janeiro no ano passado, temos que cumprir as etapas. Esta foi a primeira delas. Estamos confiantes de que, como foi o caso do Galeão, este será um projeto com grande repercussão para toda a comunidade do esporte a motor”, completou.

428393_1077813_20230806__dudabairros_4947__1_Fotos: Duda Bairros / Stock Car / Divulgação

“Como mineiros, estamos muito entusiasmados com a possibilidade de trazer a Stock Car para Belo Horizonte”, disse Sergio Sette Câmara, CEO da Speed Seven.

“E, como empresário e cidadão, sei que este projeto é importante para o esporte e também para a cidade, que sediará um evento de alcance internacional. Já estamos desenvolvendo o anteprojeto técnico do circuito nas ruas do entorno do Mineirão, que será submetido à Confederação Brasileira de Automobilismo para avaliação e possível homologação. É incrível a receptividade de todos os envolvidos e isso reforça a nossa certeza de que esta iniciativa representará uma grande vitória para o esporte mineiro e nacional”, completou Sette Câmara.

Após a assinatura do contrato, a Prefeitura de Belo Horizonte foi comunicada oficialmente da homologação da Speed Seven e da DM Corporate como promotoras da prova.

“Com isso, oficializamos a prova junto às autoridades, o que também sinaliza às empresas interessadas que o projeto está disponível, tem data e local previstos. Tenho certeza de que esse GP será um marco também para a Stock Car”, observou Emanuel Júnior, Presidente da DM Corporate.

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5ª geração do Jeep Grand Cherokee está chegando ao Brasil

Da Redação

2340771-c1qjhxt3coStellantis / Jeep / Divulgação

O Jeep Grand Cherokee redefiniu o segmento de utilitários esportivos de luxo em 1992, com uma entrada histórica no Salão de Detroit (EUA).

Depois de deixar a fábrica e cruzar a cidade, o SUV subiu as escadas do evento e atravessou uma porta de vidro, trazendo definitivamente o segmento SUV para um patamar jamais visto.

No Brasil, o modelo é vendido desde 1994. O País recebeu todas as quatro primeiras gerações e não poderia ficar sem a quinta e mais tecnológica geração do modelo.

E a mais nova geração do Jeep Grand Cherokee vai estrear no Brasil muito em breve, segundo informou a marca hoje.

A Jeep também informou que a versão que chegará por aqui será híbrida plug-in, utilizando a plataforma 4xe.

Confira o teaser em: www.youtube.com/watch?v=MAzHSCfC40c

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Toyota do Brasil inicia testes da tecnologia híbrida plug-in flex

Da Redação

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A Toyota do Brasil anunciou, hoje, que iniciou testes internos utilizando etanol em conjunto com a tecnologia híbrida plug-in e que, neste primeiro estágio, os estudos se mostram promissores.

A iniciativa reforça o pioneirismo da marca no desenvolvimento de novas rotas tecnológicas rumo à neutralidade de carbono, enquanto também aumenta o uso de componentes brasileiros nos modelos híbridos.

A montadora ressaltou que esses testes estão alinhados com os planos de investimento em avaliação para o próximo ciclo e a uma possível futura produção nacional de veículos PHEV-FFV (híbridos plug-in flex fuel).

O modelo utilizado nesses testes internos é um híbrido plug-in (PHEV), e está sendo estudado no laboratório da Toyota do Brasil.

Sua base é um sistema “híbrido full”, similar ao utilizado no Corolla sedan e Corolla Cross, que tem bateria de alta capacidade e um motor elétrico de maior potência, gerando uma eficiência energética em torno de 70% maior quando comparado com modelos movidos somente a combustão, pois tem energia suficiente para mover o carro exclusivamente no modo elétrico por longas distâncias.

“Partindo do princípio de que o híbrido flex possui um dos mais altos potenciais de compensação e reabsorção na emissão de CO2 gerado desde o início do ciclo de uso do etanol extraído da cana-de-açúcar, passando pela disponibilidade nas bombas de abastecimento e sua queima no processo de combustão do carro, estamos animados com os testes em um híbrido plug-in”, afirmou Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

“A indústria vem olhando cada vez com mais atenção aos benefícios do uso do etanol, o que é muito positivo, ainda mais quando combinado com a eletrificação – que é o caso dos veículos híbridos da Toyota”, comemorou Chang.

“E por isso, é de extrema importância que ressaltemos o contínuo adensamento da cadeia produtiva como parte integral do nosso compromisso. Ao fortalecermos a produção local de componentes, estamos não apenas impulsionando a inovação e a qualidade, mas também contribuindo para a sustentabilidade, o crescimento e a autonomia da indústria automotiva brasileira”, afirmou Rafael.

Globalmente, a Toyota acredita que a melhor tecnologia em eletrificação seja aquela que se encaixa perfeitamente na infraestrutura existente em seus diversos mercados de atuação, sem deixar de considerar a matriz energética do País como ponto crucial para essa virada de chave da indústria como um todo, em busca da efetiva descarbonização.

Dentro deste contexto, após a consolidação do híbrido flex, a companhia defende que a inclusão de outras tecnologias também contribui com o processo de eletrificação de seu portfólio no Brasil e na região.

linkFotos: Toyota do Brasil / Divulgação

E, no mercado brasileiro, o etanol é parte fundamental para que a eletrificação avance, de fato, com ganhos reais em baixas emissões de CO2, considerando que a infraestrutura existe e sem impactar os hábitos de uso dos consumidores.

“Fomos os primeiros a defender os híbridos e híbridos flex como peças fundamentais, em nosso contexto atual, para começarmos a reduzir emissões de CO2 imediatamente, pois são soluções práticas, acessíveis e que não dependem de infraestruturas importantes. O híbrido plug-in flex combina o melhor de dois mundos: elétrico com zero emissões para viagens urbanas diárias e combustão com baixas emissões para longas distâncias. Além disso, ainda estamos contribuindo com a pesquisa do uso de hidrogênio a partir de etanol para carros de passageiros no Brasil”, completou Rafael Chang.

“É importante ressaltar que esses testes estão alinhados com nossos planos de futura produção nacional de veículos PHEV-FFV (híbridos plug-in flex fuel), reforçando nosso compromisso com a inovação e o crescimento sustentável da indústria nacional, e que se traduz em geração de empregos e benefícios para a economia”, adiantou o presidente.

Recentemente, a Toyota celebrou dez anos da introdução de seu primeiro veículo híbrido no mercado brasileiro. O Prius, lançado por aqui em 2013, colaborou para a popularização de uma tecnologia até então desconhecida no País.

Seguindo uma trajetória de pioneirismo e evolução no desenvolvimento de novas tecnologias, a fabricante também foi a primeira a lançar, em 2019, o sistema híbrido, que combina três motores, dois elétricos e um a combustão com tecnologia flex, apresentado oficialmente no Corolla sedan, e que também equipa o SUV Corolla Cross, lançado em 2021.

Além disso, os modelos híbridos-flex da Toyota são todos “híbrido full”, ou seja, veículos que melhoram a eficiência em até 40%, pois são capazes de mover o veículo somente com energia elétrica, enquanto um veículo híbrido leve (ou mild-hybrid), que melhora a eficiência em cerca de 5%, pois não chega a ter força para mover o veículo.

Este ano, a Toyota também anunciou participação no projeto de pesquisa e desenvolvimento para avaliar a utilização de hidrogênio de baixo carbono em carros de passageiros junto com Shell, Raízen, Hytron, Senai e USP.

Atualmente, segundo a Toyota, a marca é líder na venda de eletrificados no País com seus modelos Corolla e Corolla Cross, ambos produzidos em suas fábricas brasileiras, com a tecnologia híbrido flex.

Somados, os modelos já venderam somente no Brasil quase 65 mil unidades, ou cerca de 37% de todo o mercado de eletrificados.

E os números de exportação também impressionam em relação aos híbridos: foram mais de 55 mil unidades exportadas para países da América Latina, destacando a competitividade global do parque tecnológico e de produção brasileiros.

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Citroën C4 Cactus ganha edição limitada

Da Redação

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O SUV Citroën C4 Cactus THP acaba de ganhar a inédita edição limitada Noir. O C4 Cactus Noir agrega todos os itens já oferecidos na versão Shine Pack e adiciona elementos de estilo.

Por fora a versão adota adesivos exclusivos que cruzam longitudinalmente a carroceria, frisos laterais e moldura do farol de neblina pintados em preto brilhante, adesivos Noir no capô, colunas C e porta-malas.

Além disso a edição limitada adota as rodas Cross de 17 polegadas pintadas em preto brilhante.

Por dentro, o modelo oferece bancos em material sintético que imita o couro com forração exclusiva, apliques no painel de instrumentos e tapetes personalizados.

Essas novidades complementam os itens que estrearam na linha 2024 do SUV, como o exclusivo sistema multimídia Citroën Connect Touchscreen de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador de indução, novas entradas USB e compartimento entre os bancos dianteiros ampliado e com tampa regulável.

O SUV é equipado com o motor 1.6 de até 173 cv potência e acelera de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos, com velocidade máxima de 212 km/h.

Capaz de gerar 166 cv com gasolina e 173 cv com etanol e 240 Nm de torque com qualquer combustível, esse propulsor reúne inovações como turbo de dupla voluta e refrigeração independente com auxílio de bomba elétrica, wastegate elétrica, injeção direta, bomba de água variável e duplo comando de válvulas com variação de fase.

O conjunto faz dupla com o câmbio automático de seis (6) marchas com opção de trocas sequenciais e três modos de condução.

Além disso, o C4 Cactus Noir vem de série com o Grip Control: por meio de um simples acionamento no botão no console central, o controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa altera os parâmetros do trem de força para que o SUV possa superar os mais diferentes tipos de piso, dentro e fora da estrada.

A lista de itens de série também inclui seis airbags, alerta de evasão de faixa, frenagem automática de emergência, freio a disco nas quatro rodas e aviso de fadiga.

O SUV Citroën C4 Cactus Noir tem preço sugerido de R$ 130,99 mil e já está sendo vendido em todas as concessionárias da marca no Brasil.

Fotos: Stellantis / Citroën / Divulgação

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Fastback Limited Edition é a versão esportiva do SUV coupé da Fiat

Única equipada com o motor turbo 1.3, ela traz pacote completo de opcionais

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 01/09/2023)

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Apesar de ser nomeado como uma edição limitada, o Fiat Fastback Limited Edition estreou em 2022, como modelo 2023, mas já está disponível no catálogo 2024 e permanecerá em linha.

Provavelmente, quando a Stellantis lançar o Fastback Abarth, ele substituirá essa versão do SUV coupé da Fiat, dando sentido à sua alcunha de edição limitada.

Veículos recebeu o Fastback Limited Edition Turbo 270 Flex para avaliação. No site da montadora, o preço sugerido para o ano 2023, modelo 2024, único disponível online, é R$ 162,49 mil.

Neste valor, a carroceria vem na cor preta sólida. A cor banca sólida custa R$ 900,00 a mais, a cinza sólida, com teto em preto, acresce R$ R$ 1,49 mil ao valor inicial, e as outras cores metálicas, também com teto em preto, custam R$ 1,99 mil nessa fatura.

Os equipamentos diferenciados do Fastback Limited Edition são: multimídia com tela de 10,1 polegadas, navegação embarcada da marca TomTom e espelhamento por Apple CarPlay e Android Auto sem fio; painel digital de 7 polegadas; carregador do celular por indução com ventilação; ar-condicionado digital com saídas para o banco traseiro; rebatimento elétrico dos retrovisores; paddle-shifters; acionamento elétrico do freio de mão com função hold; chave presencial; bancos revestidos com material sintético que imita o couro e roda em liga leve de 18 polegadas, escurecida e calçadas com pneus 215/45 R18.

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Em segurança, os principais recursos são: frenagem autônoma de emergência; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; comutação automática dos faróis alto e baixo; controles de tração, de tração avançada e de estabilidade; quatro airbags; faróis e lanternas em LED; sensor de pressão dos pneus; sensores de iluminação, chuva e retrovisor eletrocrômico; sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

Motor e Câmbio – Contando com a nomenclatura Powered by Abarth, marca da Fiat para modelos esportivos, essa versão do Fastback é a única equipada com o motor turbo GSE 1.3 de 4 cilindros em linha.

Seu cabeçote tem comando simples, tracionado por corrente e sistema MultiAir III que permite grande controle de abertura das válvulas de admissão, variando tanto em amplitude, quanto em tempo e em ciclo.

A injeção é direta e a taxa de compressão é 10.5/1. O torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente.

A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

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O câmbio é automático convencional com conversor de torque e seis (6) marchas. Ele oferece programação sport e seleção entre automático e manual com possibilidade de comutação pela alavanca ou pelas aletas posicionadas atrás do volante.

O conjunto conta com o TC+, sistema de bloqueio que trava a roda motriz sem aderência com o solo para que a outra tracione em transposição de obstáculos.

Plataforma – Assim como o Pulse, o Fastback foi desenvolvido sobre a plataforma MLA, uma evolução da base do Argo e do Cronos.

Ao reconstruir este monobloco com modificações estruturais, utilizar aços de alta resistência em sua fabricação e projetar bancos dianteiros mais robustos, a Fiat garante que o Pulse e o Fastback são veículos mais modernos e mais seguros do que os outros modelos compactos da sua linha.

Externamente, até a coluna “B”, o Fastback é quase idêntico ao Pulse, mais especificamente, ao Pulse Abarth.

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Desta parte para trás, laterais, teto, para-lamas e portas traseiras, assim como a tampa do porta-malas, lanternas e para-choque traseiro são exclusivos.

Foram reprojetados para formarem o design coupé inspirado no belo protótipo de mesmo nome que foi baseado na plataforma da picape Toro e apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo de 2018.

O desenho coupé é definido pelo arco contínuo do teto que se estende até o fim da tampa do porta-malas. Essa característica deixa o vidro traseiro muito deitado, posição que o mantém o limpo pelo intenso deslocamento de ar sobre o mesmo.

Provavelmente, isso motivou a Fiat eliminar o limpador traseiro no projeto do Fastback. Em nossa opinião, este equipamento faz falta.

Por ser muito inclinado, a área de visão através deste vidro é restrita e o fluxo de ar não limpa tão bem como fazem as paletas, agravando essa limitação na visibilidade traseira sob chuva, por exemplo.

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O design coupé deixou a traseira do Fastback muito destacada, encorpada por duplo vinco nos para-lamas e alongada ao extremo.

Medidas – Comparado ao Pulse Abarth, o SUV coupé é 31,2 cm mais comprido. Ele atingiu 4,42 metros de comprimento, medida superior à do Jeep Compass, um SUV médio.

Todo esse ganho de espaço foi aproveitado no porta-malas, com 230 litros a mais do que o do Pulse, atingindo 600 litros, considerando a aferição do volume líquido, regra adotada pela Stellantis.

No sistema VDA, o mais comum, são 516 litros. Mesmo assim, o bagageiro do Fastback é o maior entre todos os SUVs compactos e entre a maioria dos SUVs médios vendidos em nosso mercado.

As outras medidas do Fastback quase não diferem das do Pulse são: 1,77 metro de largura; 1,54 metro de altura e 2,53 metros de distância entre eixos.

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Porém, como não houve afastamento entre os eixos, a medida entre o centro da roda traseira até o limite do para-choque traseiro foi ampliada, resultando em um ângulo de saída pior, 24,2°, 7,4° a menos que no Pulse.

O ângulo de entrada, central e a distância livre do solo em ambos são equivalentes: 20,2°, 20,8° e 192 mm, respectivamente.

Segundo especialistas em design, o volume traseiro do Fastback está fora da proporção ideal. Regras à parte, a Fiat conseguiu o que queria: lado a lado, o Fastback aparenta ser um SUV muito maior do que o Pulse.

Além desta impressão alcançada, a marca não arriscou, usou elementos de design semelhantes aos encontrados nos SUVs coupé da BMW, a empresa pioneira e referência nessa categoria.

Desempenho – Em janeiro deste ano, avaliamos o Fastback Impetus, versão mais completa equipada com o motor 1.0 turbo 200 flex e câmbio CVT.

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Na prática, ela e essa versão Limited Edition se diferenciam pelo motor e câmbio. Contudo, peso e desempenho são as maiores diferenças entre as duas.

O Fastback Limited Edition com este powertrain pesa, em ordem de marcha (completamente abastecido), 1.304 kg, 42 kg a mais do que a versão Impetus.

Mas, com 55 cv de potência a mais, a sua relação peso/potência é de 7,04 kg/cv, bem melhor do que os 9,70 kg/cv da versão com o motor 1.0.

Segundo a Fiat, o Fastback Limited Edition acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos, 1,3 segundo mais rápido do que a versão Impetus.

Mesmo com essas diferenças, as duas versões são homologadas para transportar 400 kg, também em ordem de marcha, o mesmo peso que ambas podem rebocar em equipamentos sem freio. O tanque de combustíveis é o mesmo e comporta 47 litros.

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Interior – Internamente, em relação ao Fiat Pulse, o console central do Fastback foi reprojetado, ficou mais elevado e interiço, pois a alavanca do freio de mão foi substituída pela tecla de acionamento elétrico, o primeiro ganho em conforto desta mudança.

A saída traseira do ar-condicionado é outra evolução que melhora a sua usabilidade. Por fim, a área mais ampla e refrigerada do carregador de celular por indução eletromagnética, uma posição mais ergonômica dos comandos do ar-condicionado e novos nichos para objetos são as inovações presentes no Fastback e, também, no Pulse Abarth.

Essa versão Limited Edition tem o estilo all black, tanto nos detalhes externos, quanto nos internos. Todos os revestimentos na cabine, frisos e peças pintadas têm essa temática, característica que confere qualidade percebida superior ao seu interior.

Mas, todos os painéis e peças são feitos em plásticos rígidos, apesar da boa variação de texturas e cores. As áreas macias são escassas, apenas nos bancos e nos apoios de braço.

Ao menos os apoios das portas traseiras não foram esquecidos, como na maioria dos concorrentes. O revestimento dos bancos com volumes em padrão canelado e as costuras em linha aparente completam o requinte interno.

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Na cabine do Fastback, quatro adultos e uma criança se acomodam com conforto para um modelo compacto, mas sem sobras.

Em relação ao Pulse, o encosto do banco traseiro está um pouco mais reclinado, mudança que melhora a acomodação e propicia maior espaço para as cabeças de quem vai atrás, algo necessário para compensar o teto mais caído do coupé.

Os bancos dianteiros do Pulse e do Fastback, em relação aos do Argo, são mais robustos, apoiam melhor pernas e costas, assim como seguram com mais eficiência o corpo em curvas.

A densidade da espuma de todos os bancos é alta e garante ótima sustentação ao corpo em viagens mais longas.

Como no Pulse, a ergonomia dentro do Fastback é acertada. Os inúmeros equipamentos internos são controlados por botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

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Alguns sistemas apresentam operação duplicada, ou nos botões, ou por toques na tela do multimídia.

Os comandos do ar-condicionado estão levemente mais voltados para cima, melhorando a visualização e sua operação. Sistema digital, automático e de zona única, ele é eficiente em volume de ventilação, tempo de resfriamento e manutenção da temperatura.

Em um único botão, ventilação e temperatura são ajustadas por rotação, bastando comutar as funções ao pressioná-lo.

Ao comandá-lo, essas funções aparecem na tela do multimídia. Neste, também existe uma página dedicada para a sua operação totalmente por toques. Com saídas de ar traseiras, este sistema ficou melhor do que o do Pulse.

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Tecnologias – A internet embarcada (item opcional), o sistema multimídia e o computador de bordo formam o conjunto de tecnologias de conectividade e navegação mais completo oferecido atualmente.

Resumindo, por um aplicativo para celular é possível controlar funções do carro, verificar condições mecânicas, limitar a área de circulação do modelo e saber a sua localização remotamente.

O multimídia espelha sem fio o smartphone, estável e rapidamente. Entre diversas funções, a navegação nativa se destaca, notificando sobre o fluxo do trânsito e até sugerindo postos de abastecimento quando o tanque entra na reserva.

O computador de bordo é completíssimo, oferecendo informações múltiplas e em janelas diferenciadas, inclusive, duplicadas na tela do multimídia.

O quadro de instrumentos é o mesmo da picape Toro. Ao centro ele é digital, muito configurável e de forma simples, considerando o grande volume de informações disponíveis.

Nas extremidades ficam os marcadores de combustível e temperatura, assim como as luzes de advertência, todas fixas.

O carregador de celular com ventilação dedicada ao resfriamento é um detalhe pequeno, mas faz grande diferença. Ele funciona quando o ar-condicionado está acionado, mas, segundo a Fiat, fica sempre em 22°.

Em sistemas sem este recurso, os celulares superaquecem e não carregam direito. Neste, eles ganham carga quase sem mudar de temperatura.

O volante traz os comandos para quase todos estes equipamentos e recursos. Os botões são bem dimensionados, distribuídos e identificados.

Computador de bordo e telefonia à esquerda, controlador de velocidade e botão sport à direita e sistema de áudio atrás, estes cegos, os mais seguros.

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A direção elétrica é muito leve em manobras e, assim como no Pulse, fica pesada rapidamente. Porém, essa calibragem combina com o acerto mais esportivo do Fastback.

Os sensores de estacionamento são essenciais para o modelo, pois ele tem frente e traseira altas, assim como a coluna “C” muito larga.

Os traseiros são auxiliados por câmera com ótima resolução, dois ângulos de visão e guias dinâmicas. Os dianteiros, por gráfico da vista superior do SUV mostrada no painel.

Tecnologias Semiautônomas – Entre os auxílios de condução semiautônomas, o alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência é o mais importante, e está presente no Fastback. Falta o alerta de ponto cego, o segundo mais relevante.

Outros, como a identificação da faixa de rodagem com correção de trajetória e a comutação dos faróis baixo e alto funcionam perfeitamente, assim como os faróis em LED que têm longo alcance e muita potência na iluminação noturna.

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Para o design da traseira do Fastback ficar mais proporcional, a Fiat precisou aumentar o aro da roda para 18 polegadas, pois até o Pulse Abarth, modelo mais esportivo da marca, usa roda de 17 polegadas. Para o conjunto caber na caixa de roda, os pneus são muito baixos, com a medida de 215/45 R18.

Contudo, foram necessárias alterações nas suspensões como a otimização na geometria dianteira e adoção de um novo eixo traseiro, abaixando o centro de rolagem e, consequentemente, reduzindo a inclinação da carroceria em curvas.

Essas alterações e uma nova relação de direção mais direta resultaram em um comportamento arisco do Fastback, algo que combina com a sua proposta mais esportiva e, ainda mais, com este motor mais potente.

Com sobra de potência para o seu peso, SUV coupé apresenta ótimo desempenho

No Fastback Limited Edition sobra torque nas arrancadas, os pneus cantam nas acelerações mais intensas e o carro tende a sair de frente quando se acelera muito nas curvas, características que exigem atenção e cautela do condutor.

Para o peso do carro, a potência também é farta. Motor e câmbio automático trabalham em harmonia e entregam ótimo desempenho, atingindo velocidades maiores sem grande esforço da dupla.

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Seu ruído de funcionamento não é tão agradável quanto o dos motores de três cilindros, mas ainda é grave, bem menos estridente do que nos modelos aspirados de quatro cilindros.

Tanto as aletas para as trocas manuais de marchas, como o modo sport, programação ativada por um botão vermelho posicionado no volante e que exibe o escorpião da Abarth, aprimoram a “pilotagem” desta versão esportiva.

Nessas trocas manuais, o sistema é permissivo, reduz as marchas mesmo quando a rotação ficará muito elevada e avança as mesmas rapidamente, considerando ser este um câmbio automático convencional, normalmente, bem mais lento do que o automatizado de dupla embreagem.

Ao ser acionado, o modo sport altera a resposta do motor ao curso do acelerador e o sistema retém as marchas para elevar a rotação antes de cada troca e, assim, deixar o desempenho do modelo ainda mais esportivo.

Pneus com perfil baixo são calibrados com pressão elevada, pouco deformam, não contribuem com o amortecimento e, em conjunto com as suspensões mais rígidas, não isolam tanto a cabine das irregularidades do piso.

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Quando vazio, cabine e porta-malas do Fastback amplificam os ruídos provenientes dos atritos dos pneus sobre o asfalto.

Com bagagens e outras pessoas a bordo, o SUV coupé fica bem mais silencioso e confortável, pois com peso extra, as suspensões trabalham em frequência mais baixa.

Ruídos do vento contra a carroceria e o barulho do motor são ouvidos em velocidades mais altas e rotações mais elevadas, mas de forma contida, mostrando um bom trabalho dos materiais de isolamento acústico.

Consumo – Aos 90 km/h e de sexta marcha, o motor trabalha às 1.850 rpm, já aos 110 km/h, às 2.200 rpm, regimes relativamente baixos e que deixaram o carro econômico para um modelo esportivo.

Em nossos testes de consumo rodoviário padronizado, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

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Na volta mais lenta, o Fastback Limited Edition registrou 14,6 km/l. Na mais rápida, 12,1 km/l, sempre com etanol no tanque.

No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fizemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5 e 50 segundos e vencemos 152 metros de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito.

Neste severo teste, o Fastback Limited Edition atingiu a média de 7,1 km/l, também com etanol. Este consumo foi conseguido com o auxílio do stop/start, sistema que desliga o motor nas simulações de paradas em semáforos.

Como dissemos na avaliação da versão Impetus, o Fastback é o típico modelo que seduz pelo belo visual.

Ele aparenta ser mais caro do que custa e custa mais caro do que deveria, pois é tão imponente quanto um SUV médio, mas é um SUV compacto derivado de um modelo mais simples.

20230712_172747Fotos: Amintas Vidal

Além do design arrebatador do Fastback, a versão Limited Edition entrega desempenho que combina mais com o seu estilo coupé esportivo.

Para quem não faz questão deste diferencial, a versão Impetus traz os mesmos equipamentos, é mais econômica e custa R$ 11,50 mil a menos.

*Colaborador

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Linha 2024 da VW Saveiro não traz novidades importantes

Da Redação

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A Volkswagen Saveiro chega ao modelo 2024 com pequenas alterações no design, novos acabamentos e mais equipamentos.

Na dianteira, o capô mais alto e com linhas marcadas conectam com o para-choque, que agora recebe nova grade com friso cromado entre os faróis, estes que também recebem detalhe cromado na assinatura.

Nas laterais, os para-lamas contam com detalhes em relevo no arco de roda, alargando a visão frontal do carro, além de proteger a lataria e rodas em condições off-road.

As versões de entrada recebem novas rodas de aço de 15 polegadas com calotas escurecidas.

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A tampa da caçamba conecta as novas lanternas com design escurecido na traseira, além da faixa em preto fosco horizontal que recorta a traseira e o escrito Saveiro escurecido (exclusivo para as versões Trendline e Extreme).

O para-choque é mais imponente, com vincos laterais e parte inferior mais agressiva,  entregando um melhor ângulo de saída para o modelo.

São cinco cores disponíveis: cinza Oliver (exclusiva para Trendline e Extreme) e cinza Moonstone (exclusiva para Extreme), novidades para 2024, além de preto Ninja, prata Sirius e branco Cristal.

A gama da Saveiro conta com quatro versões: a de entrada, Robust (cabine simples e dupla), a intermediária Trendline (cabine simples), e completando a família, a Extreme (cabine dupla). A picape compacta não conta mais com a versão Cross, substituída pela Extreme.

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Para 2024, todas as versões passam a contar, de série, com itens exclusivos no segmento, de acordo com a VW: sensor de estacionamento traseiro, ESC (controle eletrônico de estabilidade), Hill Hold Control (Assistente de Partida em rampa) e freio a disco nas quatro rodas.

De baixo do capô, toda a linha é equipada com o motor 1.6 (EA211) de 116 cv e 16,1 kgfm de torque. Ele trabalha em conjunto com o câmbio manual de cinco (5) marchas.

Ao contrário de sua principal concorrente e líder absoluta do segmento, a Fiat Strada, a picapinha da VW não oferece opção pelo câmbio automático ou por um motor turbo.

A suspensão dianteira recebeu 10 mm de altura livre do solo, permitindo uma resposta mais confortável das imperfeições do solo e um melhor ângulo de ataque em valetas ou em situações off-road.

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Saveiro Extreme – No topo da gama, a Saveiro recebe a versão Extreme (versão das fotos dessa matéria), herdada da sua irmã maior, a Amarok.

Com roupagem exclusiva, o exterior conta com as novas cores de acabamento, emblema em black piano na coluna B alusivo a versão, adesivos no capô e laterais, e faixa em preto fosco que conecta as lanternas na tampa traseira.

As rodas, de 15 polegadas, são exclusivas da Extreme, pintadas em black piano e acabamento diamantado.

O rack de teto se une ao santo antônio, facilitando a amarração de todos os itens, além da capota marítima, que protege os pertences na caçamba.

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No interior, os bancos são revestidos em material sintético que imita o couro com detalhes em cinza Oliver, assim como os painéis e apoio de braço nas portas.

No encosto, o escrito Extreme reforça o nome da versão. O painel recebe friso com acabamento em aço escovado e novo grafismo no quadro de instrumentos.

De série, a versão já conta com multimídia Composition Touch com conexão Apple CarPlay e Android Auto, quatro alto falantes, câmera de ré, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, faróis de neblina, indicador de controle da pressão dos pneus e volante multifuncional em couro.

No pacote opcional Tech, o motorista encontra o botão off-road na parte superior do painel, ativando as funções fora de estrada da Saveiro como o HDC (Hill Descent Control), que utiliza o sistema de ABS para controle em rampa na terra, sem a necessidade de acelerar ou frear.

O pacote ainda traz retrovisor fotocrômico, piloto automático, sensores de chuva e crepuscular.

unnamed(3)Fotos: Volkswagen / Divulgação

Versões e Preços – VW Saveiro 2024:

Saveiro Robust (cabine simples) – R$ 95,77 mil

Saveiro Trendline (cabine simples) – R$ 101, 49 mil

Saveiro Robust (cabine dupla) – R$ 109,71 mil

Saveiro Extreme (cabine dupla) – R$ 114,58 mil

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Novo Ford Territory chega por R$209,99 mil

Da Redação

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A Ford iniciará, em setembro, a venda do novo Territory. Segundo a fabricante, totalmente novo, é um produto global que está sendo lançado de forma quase simultânea em mais de 60 mercados.

O novo Territory tem uma presença marcante, com design de linhas modernas, aerodinâmicas e esportivas que são destacadas pela grade dianteira hexagonal, pelo conjunto óptico com faróis e lanternas full-LED e pelas rodas de 19 polegadas calçadas com pneus 235/50 R19.

O acabamento interno é sofisticado, com materiais de alta qualidade e revestimentos suaves ao toque.

O SUV é equipado com o novo motor 1.5 EcoBoost de ciclo Otto, de 169 cv, que apresenta um desempenho refinado e silencioso, acoplado a uma transmissão automática de dupla embreagem banhada em óleo de sete (7) velocidades.

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O novo motor 1.5 EcoBoost a gasolina, com turbo, injeção direta e comando variável, gera um torque de 250 Nm e recebeu uma calibração exclusiva para o estilo de condução e combustível do Brasil.

Com tração dianteira, o novo Territory acelera de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos, faz a retomada de 80-120 km/h em 4,4 segundos e tem velocidade máxima limitada em 180 km/h, informou a Ford.

Ainda de acordo com a Ford, ele é equipado com sistema start-stop e roda 9,5 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada, números que garantem boa autonomia com o tanque de combustível de 60 litros.

O modelo possui quatro modos de condução (Normal, Serra/Colina, Eco e Esportivo), que ajustam o veículo automaticamente a diferentes condições de rodagem.

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O pacote de itens de série do novo SUV é completo. Ele vem com quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital de dupla zona com saídas traseiras, bancos revestidos em material sintético que imita o couro com ajuste elétrico e assentos ventilados, câmera 360°, farol alto automático, central multimídia com tela de 12,3 polegadas, carregador por indução e luz ambiente configurável, entre outros.

Suas tecnologias de segurança incluem assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo com stop & go, sensor de ponto cego, alerta e assistente de permanência em faixa, sensor e assistente de estacionamento e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes.

O Ford Territory, na versão topo de linha Titanium, chega ao mercado com o preço sugerido de R$ 209,99 mil.

Com 4,63 metros de comprimento, 1,94 metro de largura (2,18 metros com os espelhos), 1,70 metro de altura e 2,73 metros de entre-eixos, ele é o maior SUV da categoria.

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O porta-malas de 448 litros garante versatilidade no uso diário e viagens e pode ser ampliado para 1.422 litros com o rebatimento do banco traseiro, incluindo acionamento elétrico sem as mãos.

O novo Territory foi desenvolvido pelos centros globais de produto da Ford com a participação da engenharia da América do Sul.

De acordo com a Ford, o time de engenharia do Brasil ajudou a refinar todos os aspectos do veículo, testando e validando o seu desempenho em diferentes regiões e condições de temperatura, altitude e pavimentos.

A suspensão dianteira é independente, do tipo MacPherson, e tem amortecedores com batentes hidráulicos. A suspensão traseira é independente multilink.

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Esse conjunto também foi refinado para as condições brasileiras, melhorando a absorção das imperfeições em diferentes tipos de piso para oferecer um rodar confortável e estável.

O SUV tem carroceria de estrutura reforçada com aços de alta resistência, freios a disco nas quatro rodas, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, assistente de descida e monitoramento de pressão dos pneus.

Direção elétrica com controles no volante, seletor de marcha rotativo, freio de mão eletrônico com auto-hold e teclas de comando de áudio e chamadas no console são outros recursos presentes no SUV.

Ele oferece ainda a opção de blindagem, que pode ser feita pela Leandrini, empresa parceira certificada pela Ford.

NovoFordTerritory-5Fotos: Ford / Divulgação

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GWM lança o Ora 03 no Brasil

Da Redação

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A GWM Brasil lançou, hoje, o seu primeiro carro 100% elétrico: o Ora 03, um hatchback premium urbano que combina inovação, tecnologia e foco em segurança e conforto.

O carro está disponível em duas versões, Skin e GT, além de uma série especial, limitada a 200 unidades, chamada de Skin Copacabana.

O Ora 03 Skin custa R$ 150 mil e o GT sai por R$ 184 mil. No lançamento da linha, haverá, excepcionalmente, também a edição especial Skin Copacabana, por R$ 150 mil, com opcional de teto solar por mais R$ 10 mil.

A pré-venda já está disponível nas concessionárias, nas lojas de shopping espalhadas pelo Brasil ou no Mercado Livre, mediante o depósito de R$ 9 mil, que pode ser pago por Pix ou boleto e fica depositado em uma conta no Mercado Pago, banco digital do site de vendas.

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A parceria da GWM com o Mercado Livre garante que o consumidor poderá desistir da compra do Ora 03 a qualquer momento até a hora da entrega do seu veículo.

Nesse caso, o reembolso será rápido e sem burocracia, pois o dinheiro não fica aos cuidados da GWM, mas sim disponível em uma conta digital do Mercado Livre.

A Autotech ainda vai presentear todos os clientes que já possuem um Haval H6 e comprarem um Ora 03 e para aqueles que adquirirem os dois modelos da GWM na pré-venda com um carregador wallbox.

As três versões são equipadas com o mesmo motor elétrico, localizado no eixo dianteiro, que oferece 171 cv de potência e 250 Nm de torque. O modelo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 segundos, de acordo com a fabricante.

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A principal diferença entre as versões está na capacidade energética da bateria. No Ora 03 Skin (e, também, no Skin Copacabana), a bateria é de 48 kWh. Na opção GT, é de 63 kWh, proporcionando maior autonomia ao veículo.

Os modelos podem ser carregados de 10% a 80% entre três e cinco horas com carregadores de corrente alternada (AC) ou 30 a 40 minutos na corrente contínua (DC).

A autonomia do carro é de 310 km nas versões Skin e 400 km na GT, no ciclo WLTP.

O motorista pode optar por cinco modos de condução do veículo: Normal, Eco, Automático, Esportivo e Esportivo+.

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Também está presente o modo de condução Individual, que permite configurações específicas escolhidas pelo condutor.

Segundo a GWM, o Ora 03 conquistou a nota máxima (cinco estrelas) nos testes do Euro NCAP e foi apontado pela associação como o veículo mais seguro da sua categoria comercializado na Europa, batendo os concorrentes alemães, americanos e suecos.

O modelo conta com Sistema Avançado de Assistência ao Condutor nível 2+ (ADAS – Advanced Driver Assistance System), que promove uma condução semiautônoma e extremamente segura.

O ADAS é composto por um radar frontal de curto, médio e longo alcances e cinco câmeras (para-brisas, para-choque dianteiro, para-choque traseiro e uma em cada retrovisor).

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Entre os principais itens de segurança disponíveis em todas as versões, destacam-se:

. Piloto automático inteligente, com diversos recursos: Stop & Go, Controle de Cruzeiro Inteligente, Smart Cornering (ajusta a velocidade do veículo de acordo com o ângulo da curva), Smart Dodge (Desvio Inteligente de Caminhões), Alerta, Manutenção e Centralização de Faixa, entre outros;

. Sete airbags, sendo o primeiro carro da categoria com airbag central (entre os bancos dianteiros);

. Alerta e Frenagem Autônoma de Emergência (AEB – Auto Emergency Breaking), capaz de reconhecer pedestres, ciclistas e motos. A versão GT traz, ainda, frenagem de tráfego cruzado;

. Assistente ativo de ponto cego que alerta e ajuda a evitar acidentes em troca de faixas e ainda conta com alerta de abertura de portas após o carro estar estacionado e desligado, com reconhecimento de carros, ciclistas e motos;

. Reconhecimento de placas de velocidade com alerta de excesso de velocidade;

. Visão 360° com nove modos de visualização gerados por meio de cinco câmeras.

Para o estacionamento do veículo, a versão Ora 03 GT é equipada com 12 sensores e o Assistente de Estacionamento Automático (Full Parking Assist).

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O modelo esportivo traz, também, o Smart-Start, não havendo necessidade de apertar o botão “start” para ligar o carro, além de alerta e frenagem autônoma de emergência de tráfego cruzado dianteiro.

No quesito conectividade, o Ora 03 possui, por exemplo, um quadro de instrumentos e multimídia com processador Qualcomm Snapdragon, com duas telas integradas de 10,25 polegadas cada, Full HD, com textos em português.

Sua central multimídia é compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, com conexão via Bluetooth.

Portas USB iluminadas nas dianteiras, sistema de som com 120 W de potência e seis alto-falantes também integram a lista de equipamentos do modelo.

Ora 03 Skin Copacabana

O carro conta com carregador por indução com tecnologia fast charge e potência máxima de 15 W, compatível com telefones certificados no padrão Qi.

Os bancos dispõem de massageador, ventilação, ajuste elétrico, com memória para o motorista e recurso Easy-Entry/Easy Exit, no qual os assentos se afastam automaticamente ao abrir a porta, para oferecer espaço extra no acesso e ao sair do veículo.

Além desses diferenciais, o modelo conta com o sistema free-hands para abertura do porta-malas, proporcionando mais agilidade e conforto para o cliente.

Na parte externa, o cliente pode escolher entre as cores branco Ágata, preto Hematita e vermelho Brava disponíveis para as duas versões, além de cinza Amazonita disponível apenas para o GT e o azul Copacabana, exclusivo para o Skin.

Ora 03 Skin Copacabana

Internamente, o consumidor consegue definir o visual do seu Skin: azul Copacabana, com acabamento nas cores cinza e azul; branco Ágata, nas cores off-white e marrom; preto Hematita, todo preto com costuras azuis; ou vermelho Brava, nas cores gelo e vermelho. Já na versão GT, seu interior é sempre preto e vermelho.

Para o lançamento do modelo no Brasil, a GWM preparou uma série especial que ganhou o nome de Skin Copacabana.

Esta edição conta com os mesmos equipamentos da versão Skin com itens exclusivos, como teto e colunas laterais pintados de branco, tapetes exclusivos com logotipo personalizado com o nome da versão e teto solar como opcional.

O GWM Ora 03, em todas as suas versões, sai de fábrica com garantia de cinco anos para o carro e oito anos ou 200 mil km para a bateria.

Ora 03 Skin Copacabana

A marca ainda oferece dois anos do seu  Pacote Tranquilidade, que consiste em um carregador portátil de 3,6 kW, proteção total de dois anos para a bateria em caso de danos físicos ou elétricos (além do já oferecido pela garantia), Tag GWM \ Veloe por um ano para pedágios e cancelas de estacionamento, financiamento com recompra garantida de 85% da tabela Fipe e a conveniência do serviço exclusivo Tomorrow Assistance, formado por oficina remota para revisões, pequenos reparos e carro cortesia.

O cronograma de lançamento avança até dezembro, quando as entregas dos veículos serão realizadas.

Em outubro, o Ora 03 estará disponível para test-drive para os clientes que garantiram suas unidades na pré-venda.

Após essa etapa, finalizará o pagamento e escolherá a entrega de seu carro, na concessionária ou em casa.

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Fotos: GWM Brasil / Divulgação

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BMW i7 chega ao Brasil no fim de agosto

Da Redação

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O segmento de carros elétricos premium no Brasil ganhará uma novidade ainda este mês com a chegada do novo BMW i7.

O mais novo lançamento da marca no País chegará com o maior alcance entre seus concorrentes diretos: até 479 km, de acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro, informou a BMW.

Além disso, o BMW i7 terá equipamentos jamais vistos em carros vendidos no País, como o BMW Theater Screen.

Uma enorme tela, de 31 polegadas, que fica embutida no teto do modelo e, quando acionada, se posiciona logo atrás do encosto de cabeça dos bancos dianteiros, transformando os assentos traseiros do sedan em um cinema móvel e luxuoso.

Com resolução 8K e conectividade 5G, o sistema é controlado por um controle touchscreen, com tela de 5,5 polegadas, localizado nas portas traseiras.

O sistema de entretenimento para os passageiros do banco traseiro terá uma nova referência após o lançamento do novo BMW i7, é o que promete a fabricante alemã.

O sistema é equipado com Amazon Fire TV, que possibilita a utilização de diversos aplicativos de streaming a bordo para assistir filmes, séries e vídeos.

Para isso, a BMW oferecerá aos compradores do i7 um pacote de dados de 20 GB por mês, com um ano de duração.

Contando com as telas do quadro de instrumentos e do sistema multimídia, o modelo tem, ao todo, cinco telas: duas que equipam o BMW Curved Display (12,3 polegadas atrás do volante e 14,9 polegadas para a central multimídia), uma de 31 polegadas do sistema BMW Theater Screen e mais duas telas de 5,5 polegadas, localizadas nos puxadores das portas traseiras para possibilitar o controle diversos parâmetros do veículo pelos passageiros de trás.

Fotos: BMW Group / Divulgação

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HB20 Platinum Plus se destaca na categoria

Hatch da Hyundai oferece pacote de auxílios à condução incomum entre os compactos

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/08/2023)

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Lançado em 2012, o HB20 foi o primeiro carro compacto que a Hyundai produziu no Brasil. Projetado para ser robusto como o Volkswagen Gol, mas com design clonado do belo Hyundai i30, ele fez muito sucesso em nosso mercado.

O HB20 chegou ao pódio da categoria em 2015. Até 2022, ele foi o líder no fechamento de dois anos, 2º colocado em quatro e 3º em dois anos, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Veículos recebeu o Hyundai HB20 Platinum Plus (2023) para avaliação. No site da montadora ele é oferecido por R$ 119,59 mil. Neste valor a pintura é preta sólida. A branca, também sólida, acresce R$ 700,00 e, qualquer outra cor, custa R$ 1,60 mil a mais.

Essa versão é completa de série e os equipamentos diferenciados são: sistema de conectividade remota Blue Link; multimídia de 8 polegadas com espelhamento sem cabo; ar-condicionado digital e automático; carregador de celular por indução; chave presencial e com partida remota do motor; retrovisores rebatíveis eletricamente; sistema stop/start e bancos com revestimento misto, tecido e material sintético que imita o couro.

Em termos de segurança, o HB20 Platinum Plus está entre os compactos mais equipados do mercado. Seu grande destaque são os recursos do sistema ADAS (Advanced Driver Assistance Systems).

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Ele conta com detector de colisão eminente e frenagem autônoma de emergência capaz de identificar carros, ciclistas e pedestres; assistente de centralização e de permanência em faixa; alerta de presença em ponto cego; alerta de tráfico cruzado traseiro com frenagem autônoma; alerta de saída segura da cabine e farol alto adaptativo.

Completando a segurança temos: seis airbags; controles de estabilidade e tração; monitoramento de pressão dos pneus; assistente de partida em rampa; detector de fadiga do motorista; DRL e lanternas em LED; alerta de presença no banco traseiro; sensores crepuscular e de aproximação traseira com câmera de marcha à ré.

Motor e Câmbio – Seu motor é o Kappa 1.0 Turbo GDI. Bicombustível, ele tem bloco de três cilindros, injeção direta, duplo comando de válvulas acionado por corrente com variação de abertura, tanto na admissão como no escape.

Ele desenvolve 120 cv às 6.000 rpm e tem torque de 17,5 kgfm às 1.500 rpm, com etanol ou gasolina.

O câmbio é automático convencional com seis (6) marchas e conversor de torque. Ele permite comutação manual das marchas na alavanca de câmbio ou nas aletas atrás do volante.

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Na linha 2023, o HB20 foi reestilizado.  O hatch recebeu mudanças externas mais extensas e internas mais leves. Agora, a nova grade, hexagonal e mais alta, elevou a frente do modelo.

Também inéditos, para-choque mais retilíneo, faróis retangulares, capô marcado por vincos e para-lamas dianteiros com linhas mais paralelas ao piso completaram as mudanças na parte da frente.

Lateralmente, houve somente a adoção de novas rodas diamantadas de 16 polegadas para as versões com motor turbo. Atrás, o para-choque também é novo e igualmente retilíneo.

Agora, as novas lanternas são interligadas e formam uma peça contínua de um extremo ao outro, certamente, a mudança mais impactante.

Esse conjunto tem um volume tridimensional e avança para fora da tampa do porta-malas. Mas, ao contrário do sedan, no hatch apenas as lanternas são iluminadas por LEDs, a faixa ao centro não acende.

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Interior – Internamente, as mudanças foram menos radicais. O quadro de instrumentos totalmente digital presente nas duas versões mais caras é a grande novidade.

No hatch as tonalidades são escuras, variações de preto e cinza escuro nos painéis e revestimentos.  Peças em preto brilhante e detalhes metalizados formam um conjunto com alta qualidade interna percebida.

Bancos e apoios de braços das portas são revestidos, tanto na frente quanto atrás, algo raro na categoria. O revestimento predominantemente escuro mistura tecido listrado e canelado com material sintético que imita o couro, combinação que deixa a versão jovial.

O espaço interno no HB20 é justo. Quatro adultos têm boa área para pernas, ombros e cabeças. Atrás, ao centro do banco, só uma criança viaja bem acomodada, pois o modelo não é tão largo para receber cinco adultos com conforto.

O HB20 tem 4,01 metros de comprimento; 2,53 metros de distância entre-eixos; 1,72 metro de largura e 1,47 metro de altura. Ele é um compacto tradicional, não avantajado, como são alguns concorrentes.

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Seu porta-malas tem 300 litros de capacidade e o tanque de combustíveis comporta bons 50 litros. Sua carga útil é de 423 kg e ele pode rebocar até 400 kg, em equipamentos com ou sem freio.

Ergonomia – A ergonomia na cabine é acertada. Os ajustes de altura e distância do volante, assim como as regulagens de altura do banco e do cinto de segurança, garantem uma postura correta ao motorista.

Os equipamentos de bordo estão bem posicionados, não exigem grandes deslocamentos dos braços para serem alcançados e possuem botões físicos para serem operados: giratórios para os comandos principais e de pressão para os secundários, arquitetura ideal.

O ar-condicionado é eficiente em tempo de resfriamento, manutenção da temperatura e ruído de funcionamento. Basicamente controlado por apenas dois botões giratórios e um de pressão, ele permite o uso cego, o mais seguro.

Poder regular a intensidade da refrigeração em três níveis, quando operando em AUTO, é um diferencial deste sistema. Não ter saídas de ar para o banco traseiro é uma limitação.

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Multimídia – O multimídia tem tela pequena para os tempos atuais, mas em brilho, definição e sensibilidade ao toque ela está na média da concorrência.

Porém, diferente da maioria, existem muitos botões físicos de atalhos pra acessar páginas do sistema ou controlar o áudio, algo que ajuda muito na usabilidade.

O sistema de multimídia tem funções raras, como gravador de voz para registro de lembretes e ativação da câmera de ré em deslocamento para frente, útil para quem usa reboque.

Também é possível acionar e monitorar o carro pelo celular usando o aplicativo Blue Link. Poder ligar e desligar o motor remotamente ou controlar a velocidade e o trajeto de um manobrista são recursos úteis para o dia a dia.

O quadro de instrumentos é um conjunto formado por uma tela central, marcadores digitais e arcos luminosos no formato do cluster.

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Na tela, as páginas do computador de bordo apresentam dados múltiplos e com números legíveis, além de outras informações do veículo, como as do ADAS.

Velocidade e rotação do motor são mostradas em números digitais em destaque. No caso da rotação, falta uma casa decimal para uma indicação mais precisa.

Os arcos luminosos se ascendem conforme a rotação é elevada ou ficam vermelhos e piscam ao alertar para uma colisão eminente.

Como o carro tem muitos equipamentos embarcados, existem doze controles no volante e outros diversos nas hastes satélites, exigindo algum tempo de adaptação. O ADAS traz os recursos mais importantes, mesmo não sendo completo.

Tecnologias – A detecção de colisão eminente com frenagem autônoma emergencial e o alerta de presença em ponto cego formam a dupla mais importante destes equipamentos de auxílio à condução semiautônoma, em nossa opinião.

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Estes dois sistemas usam avisos visuais e sonoros, ambos progressivos em intensidade conforme o aumento do risco, programação correta.

Ainda existe a detecção de saída de faixa e o centralizador nas mesmas, duplo recurso que também consideramos de suma importância.

No HB20 ele é conservador, atua antecipadamente nas correções. O modelo não conta com o controle de cruzeiro adaptativo, mas os principais estão presentes.

Além destes, existem três recursos bem raros no segmento. O primeiro é o detector de tráfico cruzado traseiro.

Em uma saída em marcha à ré de um estacionamento, por exemplo, ele freia o carro automaticamente, caso detecte outro veículo na perpendicular e em movimento, evitando a colisão.

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O segundo recurso é um alerta de tráfego paralelo, que identifica veículos trafegando nas laterais quando as maçanetas internas das portas são acionadas, evitando colisões com as portas ou o atropelamento dos ocupantes ao desembarcarem do veículo.

Por fim, o terceiro recurso nós utilizamos de maneira proposital. Parados em um semáforo, deixamos o carro da frente seguir quando este se abriu e ficamos parados.

O sistema soou um bip avisando que estávamos “distraídos”. Ele é ótimo para pessoas que usam o celular no trânsito quando o fluxo para.

Ao estacionar, o sensor de marcha à ré e a câmera ajudam na manobra, apesar das guias de orientação não serem dinâmicas e a definição da imagem não ser tão alta. Por sua vez, a direção elétrica é muito leve, ajudando nessa operação.

Acerto do conjunto motor e câmbio é o grande destaque do modelo

Em velocidades intermediárias e altas, a diminuição da assistência elétrica também é correta, sendo progressiva. Ela deixa o peso da direção confortável e suficientemente segura em uma condução responsável.

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O acerto das suspensões é um pouco mais rígido, garantindo estabilidade para o bom desempenho que descreveremos a seguir.

Mesmo assim, elas isolam a carroceria das irregularidades do piso, o necessário para o modelo não ser desconfortável. 

Mas, nos trechos mais irregulares, a estrutura do HB20 aparentou sofrer com torções, condição sinalizada por ruídos provenientes dos painéis.

Nos obstáculos maiores, sentimos que o curso das suspensões é curto, chegando facilmente ao batente. Mas, a altura do solo é boa, o carro não raspa em lombadas e entradas de garagens.  

Essa versão pesa 1.110 kg, já abastecida. Sendo assim, ela tem relação peso/potência de 9,25 kg/cv, carga que garante um desempenho muito bom para um carro sem pretensão esportiva.

Desempenho – A Hyundai é conservadora nos números. Ela divulga que essa versão acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e atinge velocidade máxima de 190 km/h.

Entretanto, testes publicados na internet mostram que ela cumpre a primeira tarefa bem mais rápido, em 9,0 segundos, uma marca respeitável.

Entre todas as qualidades do modelo, a que mais se destaca é o acerto do conjunto motor e câmbio. Ele entrega um ótimo equilíbrio, permite um andar econômico e, também, responde com vigor a uma condução mais esportiva.

A falta da segunda casa decimal no conta-giros não ajuda, mas, aparentemente, aos 90 km/h o motor trabalha às 1.950 rpm e, aos 110 km/h, às 2.400 rpm, regimes baixos e que favorecem a economia de combustível.Nessas condições, o ruído aerodinâmico predomina sobre o dos pneus e do motor.

Inclusive, nas decidas mais íngremes e longas em estradas, é perceptível a retenção do modelo, pois ele não embala muito por inércia, quando não há curso no acelerador. Mas, o conforto acústico está na média da categoria.

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Quando aceleramos forte, o motor sobe de giro rápido, troca as marchas com precisão e entrega um desempenho convincente. Não dá para considerá-lo um esportivo, mas vai além do esperado para um carro com vocação familiar.

Exigindo o máximo deste elástico motor, o câmbio estica as marchas até às 6.200 rpm, antes de trocá-las.

Usando as aletas, é possível ter maior controle sobre as trocas, mais nos avanços das marchas, pois o sistema é conservador e não faz reduções que elevem o giro próximo ao regime máximo de segurança.

Mesmo assim, o uso das aletas para colocar o carro em freio motor é muito útil. Além de diminuir o desgaste das pastilhas e discos de freio, contribui com o bom consumo do modelo.

Consumo – Circulando apenas com etanol no tanque, o HB20 se mostrou bem econômico. Em nosso teste padronizado de consumo rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

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Na volta mais lenta atingimos 15,2 km/l. Na mais rápida, 13,1 km/l. No circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km.

Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos.Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso.

Nessas condições, o HB20 finalizou o teste com 8,9 km/l de etanol. O sistema stop/start funcionou perfeitamente em todas as paradas, contribuindo para este bom resultado.

O HB20 Platinum Plus está entre os hatches mais completos e mais caros. Ele é uma opção para quem quer ter as tecnologias mais avançadas em um carro com este tipo de carroceria, já que são recursos mais comuns em utilitários esportivos.

20230702_123115Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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