Linha 2024 da Fiat Toro apresenta poucas novidades

Da Redação

Fiat_Toro_Volcano_My24_001Fiat Toro Volcano 2024

A Fiat Toro, na linha 2024, conta com a introdução de aprimoramentos que deixaram seu design mais robusto.

Além disso, há novidades para todo o line-up da picape, que mantém gama completa com uma versão para cada perfil de cliente.

Por fora, a picape ganhou novas grades em toda linha e rodas exclusivas nas versões Ultra e Ranch.

Já por dentro, segue sofisticada e confortável, com itens indispensáveis como wireless charger, ar-condicionado digital dual zone com comando touch screen e central multimídia 10,1 polegadas vertical.

“A Toro é um modelo fundamental no portfólio Fiat por sua relevância no reposicionamento da marca. Ela é líder de mercado em seu segmento e crucial para manter a Fiat na liderança do segmento de picapes. Agora, com as mudanças na linha 2024, ela se torna ainda mais completa, atraente e competitiva”, comentou Herlander Zola, vice-presidente sênior da Fiat na América do Sul.

Fiat Toro Ultra – Uma das versões topo de linha, a Ultra traz novidades como uma nova grade com inserções volumétricas exclusivas que entregam exclusividade e robustez para a versão, além de moldura em preto brilhante com detalhes em vermelho no logo da Fiat e no friso decorativo da grade, a linha frontal acima do para-choque dianteiro.

A nova proposta do exterior cria uma harmonia com as costuras dos bancos em vermelho, exclusivos desta versão.

Além disso, as novas rodas que adicionam um toque de sofisticação e modernidade ao conjunto completam o visual, mantendo a elegância da cor preta, porém, com moldura diamantada, exclusivas para os pneus off-road da versão.

Fiat Toro Ranch – Outra versão topo de gama, a Ranch ganhou mais exclusividade. Ela recebeu uma nova grade com detalhes em bronze (premium brown) no friso decorativo, que proporciona uma aparência única e refinada, e traz design com inserções volumétricas que garantem mais robustez e estilo.

Aliás, essa novidade combina com os bancos na cor marrom exclusivos da versão. Para completar, agora conta com novas rodas de 18 polegadas diamantadas que aprimoram o seu visual.

Fiat Toro Volcano – A versão Volcano, tanto na opção flex quanto na diesel, passa a contar com conectividade como item de série, saindo de fábrica com o Fiat Connect////Me, plataforma de serviços conectados da marca, que oferece funcionalidades como wi-fi, operações remotas, informações sobre o veículo, localização, navegação, assistentes de chamadas e muito mais.

A versão também traz nova grade cromada de série e novos wheel fenders. Para completar, na Volcano Flex, o opcional com Design Black agora ganha grade em preto brilhante, além dos itens escurecidos que já fazem parte do pack (rodas pretas, logo fiat escurecido e interior escurecido).

Fiat Toro Freedom – Elevando o nível de sofisticação e tecnologia da versão, a Freedom passa a oferecer como item opcional o Fiat Connect////Me com navegação embarcada.

Além de, claro, trazer mudanças no visual, como nova grade em preto brilhante, logo da Fiat cromado e atualização no wheel fenders.

Fiat Toro Endurance – A versão de entrada também está com novidades. Agora, a Endurance traz nova grade em preto fosco, logo da Fiat cromado e novos wheel fenders. Nesta configuração, não há opcionais.

A Toro oferece duas opções de motorização. Traz o Turbo 270 Flex com 185 cv e 270 Nm junto com a transmissão de 6 velocidades e o propulsor 2.0 16V turbo diesel com 357 Nm de torque (MultiJet II) combinado ao câmbio automático de última geração de 9 marchas e tração 4×4.

Versões e Preços Fiat Toro – Linha 2024:

Toro Endurance Turbo 270 Flex AT6 Flex: R$ 149,90 mil

Toro Freedom Turbo 270 Flex AT6 Flex: R$ 164,19 mil

Toro Volcano Turbo 270 Flex AT6 Flex: R$ 178,59 mil

Toro Volcano Turbodiesel 4×4 AT9 Diesel: R$ 192,39 mil

Toro Ranch Turbodiesel 4×4 AT9 Diesel: R$ 209,99 mil

Toro Ultra Turbodiesel 4×4 AT9 Diesel: R$ 210,99 mil

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L200 Triton Savana ganha série especial Sertões

Picape da Mitsubishi chega ao mercado com preço sugerido de R$ 311,99 mil

Da Redação (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 11/08/2023)

Às vésperas da 31ª edição do Rally dos Sertões, a Mitsubishi Motors, principal e mais antiga patrocinadora da competição, apresentou a série especial L200 Triton Savana Sertões, como forma de homenagear o maior rally das Américas.

Desenvolvida em parceria com os organizadores da prova, a série especial da picape traz detalhes exclusivos que remetem à competição.

Exclusivo, o modelo será produzido sob encomenda e o valor de venda parte de R$ 311,99 mil.

Já disponível para venda no site da Mitsubishi Motors, a L200 Triton Savana Sertões oferece uma série de detalhes exclusivos que fazem alusão à competição.

Por fora, a picape leva a nova cor cinza Concrete Spot com detalhes em laranja, cor usada no emblema oficial do Sertões em conjunto com o tom preto brilhante, o que oferece ao modelo um visual bastante esportivo.

Na parte da frente, o laranja Sertões está presente em faixas que saem da parte superior da grade frontal e percorrem todo o capô do veículo.

O skid plate na parte inferior da dianteira do modelo também recebeu a cor da série especial que, em contraste com o preto brilhante de parte da grade, deram um visual bastante esportivo e robusto.

Um bagageiro com acabamento X-Liner antirriscos e identificação Savana possui capacidade de carga de até 50kg.

Ele carrega uma prancha de desencalhe de cor preta, exclusiva da Savana Sertões, perfeita para situações de off-road extremo.

As rodas em liga leve de 17 polegadas foram pintadas em preto com um pequeno detalhe em laranja.

Elas são calçadas por pneus GoodYear Duratrack 265/70 R17, projetado para enfrentar situações severas fora de estrada.

Isso porque eles são compostos por dentes de serra nos sulcos, que oferecem maior tração na lama e, ao mesmo tempo, uma condução suave e sem ruídos no asfalto.

Como contraste ao preto das rodas, a série especial Sertões traz um adesivo em preto e laranja com o emblema 4×4, que reveste todo o espaço entre-eixos na parte inferior da lateral da picape.

Ainda na lateral, as maçanetas das portas receberam acabamento em preto que ajudam a destacar o adesivo laranja com a logomarca Sertões presente no final da caçamba, próximo à lanterna traseira.

A parte traseira também é marcada pela logo do Sertões colocada bem abaixo do badge com a versão da picape, colado na tampa da caçamba, cuja maçaneta teve o acabamento cromado substituído por um preto brilhante

Interior – O visual interno da edição especial traz o mesmo apelo esportivo e robusto dado na parte de fora.

Destaque para o revestimento em borracha vulcanizada no assoalho do modelo. Prático e de fácil lavagem, o revestimento é ideal para situações fora de estrada.

O painel central recebeu detalhes de acabamento em laranja brilhante assim como as saídas de ar e a moldura do sistema de transmissão. O contraste dos detalhes em laranja é evidenciado no revestimento das portas, todo na cor preta.

“É uma honra para nós sermos os maiores e mais longevos parceiros do Rally dos Sertões, uma competição que representa como nenhuma outra todo o DNA off-road e todo o estilo de vida que os veículos Mitsubishi oferecem a seus clientes. E é exatamente esse mesmo DNA aventureiro que queremos oferecer nesta série especial L200 Triton Sport Sertões, uma picape robusta, versátil, com muita tecnologia embarcada e visual exclusivo”, afirmou Mauro Correia, CEO da Mitsubishi Motors no Brasil.

Os amantes da prática off-road têm na L200 Triton Savana Sertões um veículo com desempenho para todos os tipos de terreno.

A picape reúne conforto e dirigibilidade de um SUV de luxo com a capacidade 4×4 que já está presente no DNA do modelo desde sua primeira versão, apresentada há mais de 40 anos. O sistema de suspensão é independente na dianteira e com eixo rígido na traseira.

Extremamente bem calibrada, ela garante o bom desempenho e ajuda a encarar os mais variados desafios off-road, mas também a superar lombadas, buracos e valetas com facilidade, além de oferecer um excelente controle de movimentação de carroceria, o que assegura total conforto aos ocupantes.

A picape é equipada com o sistema Super Select 4WD-II (SS4-II), que oferece ao motorista quatro modos distintos de operação incluindo a reduzida, ideais para o tráfego em diferentes tipos de terreno.

Por meio do seletor no console central, ele pode facilmente escolher o melhor ajuste, dependendo do local e das características do piso:

2H  Usado para estradas e vias públicas, privilegia a economia de combustível com desempenho suave;

4H  Ideal para estradas e pisos irregulares, inclusive asfalto, serras e em condição de chuva. O sistema distribui automaticamente a tração entre os eixos dianteiro e traseiro, por meio do diferencial central;

4HLc – Ideal para terreno acidentado com superfícies de baixa aderência como terra e cascalho;

4LLc – Ideal para subidas ou descidas íngremes, rochas, areia e lama.

Ela ainda conta com o exclusivo Off-Road Mode, um moderno e tecnológico recurso que deixa a picape ainda mais preparada para encarar os mais variados terrenos.

São quatro opções que garantem um excelente desempenho em diversos tipos de piso: Cascalho, Lama/Neve, Areia e Pedra.

Cada modo tem uma configuração específica e todos são capazes de otimizar a tração para cada tipo de piso, alterando automaticamente a entrega de potência do motor e ajustando transmissão, sistema de freios e os controles de estabilidade e de tração.

Também está presente o Controle de Descida em Rampas (HDC). Por meio dele, o veículo é capaz de descer as mais íngremes ladeiras, mesmo com baixa aderência, em velocidade controlada.

A aptidão para encarar todos os tipos de terrenos também está nos generosos ângulos de entrada, saída e brake over, com 32º, 23º e 25º respectivamente, além da ampla capacidade de travessia em trechos alagados, que podem ter até 700 milímetros de profundidade.

Para situações em que uma ou mais rodas estão destracionadas, a picape apresenta o Sistema Ativo de Controle de Tração (ATC), que monitora a rotação das rodas e atua desacelerando a roda que tem menos aderência, enviando a tração para a roda melhor apoiada ao solo.

Adicionalmente controla o torque do motor para evitar escorregamentos.

O sistema de tração também conta com o Sistema de Bloqueio do Diferencial Traseiro, que permite que as duas rodas do eixo de trás recebam tração de forma idêntica, o que é muito útil em uma situação de atolamento ou mesmo quando uma das rodas não está em contato com o solo em condições off-road.

Feita para o off-road, mas equipada com muita tecnologia e conforto

De acordo com a Mitsubishi, o modelo foi equipado com uma série de sistemas que não só fazem da picape uma das mais capazes para rodar em qualquer tipo de terreno, como também garantem ainda mais conforto e segurança aos seus ocupantes.

O sistema de entretenimento colocado no painel central é da marca JBL, uma das referências em qualidade de som e conectividade em todo o mundo.

Com tela sensível ao toque de 7 polegadas, o multimídia pode ser totalmente integrado aos melhores smartphones do mercado por meio das tecnologias Apple CarPlay e Android Auto.

Por ele, mais do que receber e fazer ligações por comando de voz e verificar os níveis de sinal e de bateria direto na tela do veículo, o motorista também pode espelhar uma série de aplicativos como Waze, Google Maps, Spotify e, com isso, manter sempre os olhos o máximo de tempo na estrada.

O quadro de instrumentos tem um visual moderno e conta com display colorido que exibe inúmeras informações do computador de bordo.

A picape também é equipada com sensor crepuscular, um sistema que garante o acendimento automático dos faróis, além de sensor de chuva sensores de estacionamento e câmera de ré.

O sistema de ar condicionado é super eficiente por conta das saídas de ar colocadas no teto, que permitem a refrigeração de toda a cabine de forma mais rápida ao captar o ar refrigerado da primeira fileira e transferir para a fileira de trás.

Os passageiros do banco traseiro podem ajustar a intensidade da ventilação em até quatro níveis, por meio de um comando localizado no teto.

O seletor de temperatura é digital de duas zonas, o que permite que o motorista e o passageiro do banco da frente escolham temperaturas distintas para o habitáculo.

Motor e câmbio – A série especial L200 Triton Savana Sertões traz um sistema de transmissão automática de seis (6) velocidades, com opção para trocas sequenciais por meio de paddle shifters atrás do volante.

Sua relação de marchas foi muito bem calibrada para utilizar todo torque máximo do motor em baixas rotações e todo o conforto com o mínimo de vibrações e ruídos na cabine em velocidade de cruzeiro.

O motor que equipa todas as versões da L200 é o 2.4 Turbodiesel de quatro cilindros com estrutura leve em alumínio, o que ajuda a otimizar o consumo de combustível.

Fotos: Leo Sposito / Mitsubishi Motors / Divulgação

Ele traz a tecnologia de válvulas variáveis MIVEC e turbina de geometria variável, que o torna capaz de desenvolver 190 cv de potência e torque máximo de 43,9 kgfm.

A série especial L200 Triton Sport Sertões estará disponível sob encomenda no site da Mitsubishi Motors do Brasil (www.mitsubishimotors.com.br) ou em todas as concessionárias na marca espalhadas pelo País.

Fiat Strada ganha motor turbo para a linha 2024

Da Redação

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A Fiat Strada acaba de ganhar mais potência e torque graças ao motor 1.0 Turbo 200 Flex. Com o novo motor, a Strada se torna a primeira picape B-picape turbo flex no mundo.

O propulsor, que estreou no Pulse, faz parte da premiada família de motores turbo flex desenvolvida pela Stellantis.

O Turbo 200 Flex conta com maior performance e mais eficiência, graças ao uso de três cilindros, seguindo a tendência mundial de downsizing e entregando um conjunto mais leve.

Ele traz turbocompressor de baixa inércia da BorgWarner com wastegate eletrônica, que se ajusta rapidamente às demandas do acelerador de forma ativa.

Além disso, conta com o MultiAir III, uma tecnologia exclusiva da Stellantis, dotada de um sistema eletro-hidráulico para fazer um controle flexível das válvulas de admissão, mantendo a alta performance sem comprometer o consumo de combustível, e baixo nível de emissões.

Com potência de 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e torque de 200 Nm, o propulsor permite que o modelo vá de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos, de acordo com a Fiat.

A Fiat Strada equipada com o novo motor turbo flex passa a contar com o botão Sport no volante.

Com seu acionamento, todo o ajuste da picape é alterado para uma maior sensibilidade do pedal acelerador.

A nova motorização é combinada com o câmbio automático CVT com opção de 7 marchas e três modos de condução (Automático, Manual e Sport).

A versão Endurance passa contar com o motor 1.3 Firefly, ou seja, o motor 1.4 deixa de ser opção para a linha da picape.

Com nota A de consumo pelo Inmetro, ele faz até 14,2 km/l na estrada. São 107 cv de potência e 134 Nm de torque com etanol e 98 cv e 129 Nm quando abastecido com gasolina. O motor é combinado com câmbio manual de cinco marchas.

A versão Ultra, já conhecida na gama da Toro, chega como novidade para completar a família Strada.

Com mais esportividade, ela entra no topo da linha do modelo, junto com a Ranch, que também traz novidades.

A Ultra se destaca pela sua exclusividade. A grade possui friso vermelho, o que traz ainda mais diferenciação ao visual do modelo.

Por dentro, os bancos dianteiros levam a escrita com nome da versão bordada em vermelho.

A Strada em sua nova linha 2024 ainda traz mudanças no design. O modelo traz externamente, nas versões Ultra e Ranch, dianteira com nova grade frontal, novo para-choque integrado, novos faróis de neblina em LED e novo skidplate.

Além disso, a Fiat Strada nas versões Ultra e Ranch ganha uma dose extra de conforto com novos bancos em material sintético que imita o couro e novos painéis de porta com detalhes em couro.

Para completar, traz novas rodas na Ultra, Ranch e Freedom. Por dentro, ganha novo volante com Fiat Script em todas as versões e botão Sport integrado (esse último apenas nas versões com motor turbo flex), além de novos painéis de porta com detalhes em couro.

A picape é equipada com recursos como controle eletrônico de estabilidade, que corrige automaticamente as saídas dianteiras e traseiras, e o sistema Hill Holder, que mantém o freio acionado automaticamente por aproximadamente dois segundos ao arrancar em ladeiras e em ré em manobras.

Ainda há TC+ (Traction Control PLus), que faz o controle eletrônico do eixo de tração em situações leves de off-road, freando a roda que tiver menos tração e proporcionando maior aderência e desempenho em terrenos desafiadores.

A picape também conta com sistema multimídia UCONNECT 7, que oferece conectividade avançada com Wireless Android Auto e Apple CarPlay. Para completar, apresenta ar-condicionado digital automático e um prático carregador sem fio.

As opções de cabine plus carregam até 720 kg e 1.354 litros. Já as de cabine dupla oferecem 650 kg e 844 litros. A capacidade de reboque é de 400 kg.

Edizione 25 – Atingir 25 anos de presença no mercado é uma conquista notável para qualquer veículo, especialmente em um segmento que está cada vez mais competitivo.

Por isso, para celebrar em grande estilo, a Fiat apresenta uma edição especial em comemoração ao ano de aniversário de 2,5 décadas dessa icônica picape.

Exclusiva, a Edizione 25 possui apenas 1.025 unidades disponíveis. A edição especial tem, como base, a versão Ultra.

Com todos os recursos da versão Ultra, a série limitada Edizione 25 traz um visual único. Está disponível na cor cinza Strato com teto em preto, o que confere um visual marcante e diferenciado.

Um adesivo lateral da série é colocado próximo à lanterna traseira, agregando um toque especial ao design.

Para complementar o estilo, os retrovisores vêm com capa em preto brilhante, enquanto as rodas são destacadas por uma pintura escurecida, conferindo uma aparência esportiva e exclusiva ao veículo.

No interior desta edição especial, os bancos dianteiros são detalhados com o bordado Ultra em vermelho, proporcionando um toque de estilo e exclusividade. Além disso, um badge interno numerado de 0001 a 1.025 é colocado abaixo da multimídia, destacando a edição com um número único.

Para deixar o visual mais arrojado, as soleiras são personalizadas com a descrição da série. Além disso, conta com acessórios exclusivos da Mopar para aprimorar ainda mais a série limitada.

Os itens incluem pedaleiras esportivas, Fiat Box (uma caixa organizadora) e para-barros, que oferecem proteção e estilo adicional ao veículo.

Versões e Preços da linha 2024 – Fiat Strada:

Strada Endurance CP 1.3 Flex MT – R$ 100,99 mil

Strada Freedom CP 1.3 Flex MT – R$ 106,99 mil

Strada Freedom CD 1.3 Flex MT – R$ 112,99 mil

Strada Volcano CD 1.3 Flex MT – R$ 114,99 mil

Strada Volcano CD 1.3 Flex CVT – R$ 120,99 mil

Strada Ranch CD 1.0 Turbo 200 Flex CVT – R$ 132,99 mil

Strada Ultra CD 1.0 Turbo 200 Flex CVT – R$ 132,99 mil

Strada Ultra Edizione 25 CD 1.0 Turbo 200 Flex CVT – R$ 135,99 mil

Fotos: Marcos Camargo / Stellantis / Fiat

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Fiat lança linha 2024 do Fastback

Da Redação

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O Fiat Fastback traz novidades para a linha 2024. O modelo, que já é conhecido por seu design moderno, ficou com visual mais sofisticado, tanto por dentro quanto por fora.

Agora, o SUV coupé oferece um novo revestimento no painel interno, acabamento cromado e detalhes escurecidos no externo. Além de novo pacote de opcionais.

Na nova linha 2024, em todas as versões, o modelo ganhou novidades no acabamento interno, garantindo mais conforto e sofisticação.

Por dentro, o Fastback ganhou um upgrade em sofisticação, com o painel de instrumentos que recebeu um revestimento em material sintético que imita o couro nas versões Limited Edition Powered by Abarth e Impetus, e em tecido na Audace, sempre com costura dupla.

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Essa atenção aos detalhes continua no apoia-braço central e painéis das portas dianteiras, que agora apresentam também a costura dupla, agregando um toque refinado.

Outro destaque é o acabamento soft touch ao redor das maçanetas internas das portas, que é mais suave e agradável ao toque.

Também há mudanças na parte de externa. A Limited Edition Powered By Abarth (versão das fotos que ilustram essa matéria) tem como novidades os detalhes cromados no acabamento e badges.

Além disso, os acabamentos inferiores, traseiros e dianteiros do para-choque são em Satin Chrome. Para completar, a versão sai da fábrica com rodas de 18 polegadas diamantadas.

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A Impetus também traz acabamento escurecido, que vai desde os retrovisores até os badges, tanto frontais como posteriores. Parte do para-choque ganha ainda detalhes cromados escurecidos.

Outra novidade na versão é o Fiat Connect////Me, a plataforma de serviços conectados da marca que fornece mais comodidade, segurança e tranquilidade para o motorista, que passa a integrar a gama de opcionais da Impectus.

Já a versão Audace passa a contar com retrovisores na cor preta brilhante.

Além disso, os clientes têm a opção de escolher entre os pacotes adicionais: o pack Multimídia 10”, que oferece uma experiência de entretenimento avançada, ou o pack Bancos em Couro*, proporcionando um toque de luxo e conforto ao interior do automóvel (*Nota da Redação: material sintético que imita o couro).

Vale ressaltar que a versão de entrada, recém-lançada, Turbo 200 Automático já chegou ao mercado na linha 2024.

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Versões e Preços da gama 2024 do Fiat Fastback:

Fastback Turbo 200 AT: R$ 119,99 mil 

Fastback Audace: R$ 138,99 mil 

Fastback Impetus: R$ 150,99 mil 

Fastback Limited Edition Powered by Abarth: R$ 162,49 mil

Fotos: Stellantis / Fiat / Divulgação

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Hyundai HB20 ganha novas versões para linha 2024

Da Redação

HB20+Platinum+Safety

A Hyundai Motor Brasil apresenta, a partir deste mês, mais versões para o Hyundai HB20, ampliando a gama de configurações do hatch produzido em Piracicaba (SP).

Os destaques ficam por conta dos itens de design, conforto e segurança que passam a complementar, de série, a especificação de modelos já presentes no portfólio, oferecendo assim possibilidades ainda mais variadas para atender diferentes perfis de consumidores.

A denominação Plus ou Safety é acrescentada para identificar os novos produtos. Confira as novidades de cada uma das quatro novas versões do Hyundai HB20:

HB20 Sense Plus 1.0 (manual) – Nova versão do HB20 Sense conta com mudanças no pacote visual exterior, como maçanetas externas e retrovisores na cor do veículo, além de acabamento preto fosco nas molduras das portas e também na coluna B.

HB20 Limited Plus 1.0 (manual) – Com base no HB20 Limited, a nova configuração traz quadro de instrumentos digital, chave presencial Smart Key, console central revestido em couro e maçanetas externas cromadas. O modelo mantém itens de destaque da versão Limited, como rodas de liga leve diamantadas de 15 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, sistema de acendimento automático dos faróis, vidros elétricos com sistema one-touch para todas as portas e volante com ajuste de altura e profundidade.

HB20 Comfort Plus TGDI (automático) – Nova versão do HB20 Comfort TGDI oferecerá equipamentos de conforto e segurança, como câmera de ré, acendimento automático dos faróis e volante com regulagem de altura e profundidade.

HB20 Platinum Safety TGDI (automático) – Com a base do HB20 Platinum, a nova configuração oferece o pacote de segurança avançada Smartsense, com funções como frenagem automática (FCA), assistente de permanência e centralização em faixa (LFA e LKA), farol alto adaptativo (HBA) e detector de fadiga (DAW). Outra novidade da versão são os bancos revestidos em material sintético que imita o couro na cor preta com acabamento perfurado, além dos equipamentos já presentes na configuração Platinum, como 6 airbags, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade, quadro de instrumentos digital, rodas de liga leve de 16 polegadas diamantadas, retrovisores de rebatimento elétrico, chave presencial Smart Key com partida do motor por botão, lanternas em LED e Bluelink.

Modelo

Ano-modelo

Motor

Versão

Transmissão

Preço (R$)

HB20

23/24

1.0 12V Flex

Sense

MT5

82,29 mil

Sense Plus

82,89 mil

Comfort

85,59 mil

Limited

90,69 mil

Limited Plus

91,09 mil

1.0 TGDI 12V Flex

Comfort

MT6

98,99 mil

AT6

104,59 mil

Comfort Plus

105,59 mil

Platinum

110,99 mil

Platinum Safety

113,29 mil

Platinum Plus

119,59 mil

Grupo Stellantis anuncia planos estratégicos

Grupo automotivo aposta na tecnologia híbrida para os modelos de suas marcas

Amintas Vidal*   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 04/08/2023)BIO-HYBRID-STELLANTIS2

Antonio Filosa, presidente da Stellantis para América do Sul, apresentou os resultados financeiros globais do grupo e, especificamente, os números comerciais na porção sul do nosso continente.

Segundo o executivo, em sua atuação global, a receita líquida da Stellantis atingiu 98,4 bilhões de euros no primeiro semestre de 2023. Comparado ao mesmo período do ano anterior, foram 24% de crescimento.

Na América do Sul, foram comercializadas 411 mil unidades, volume que representa 23,7% de todo o mercado desta região. Em participação por país, Brasil com 32,3%, Argentina com 31,2%, Uruguai com 24,6% e Chile com 12,1% são os mais relevantes neste domínio.

Algumas conquistas foram destacadas. A Fiat foi a marca, e a picape Strada, o modelo mais vendido no Brasil. O sedan Cronos foi o carro mais vendido na Argentina. A Jeep completou oito anos de liderança no segmento de SUVs em nosso País. A marca RAM cresceu 336% neste período.

Sobre novos produtos, para este ano, apenas a Strada Turbo foi citada. Porém, no período entre 2021 e 2025, todo o grupo terá disponibilizado 19 novos modelos e 24 reestilizações, sendo 17 SUVs, 9 carros, 9 vans e 8 picapes.

Plataforma Bio-Hybrid

Por fim, como introdução aos objetivos da Stellantis, Fisola resumiu as diretrizes. Reduzir as emissões de carbono em 50% até 2030 e se tornarem carbono neutro até 2038.

Também para 2030, em vendas de carros totalmente elétricos, a Stellantis quer atingir 100% na Europa, 50% nos Estados Unidos e 20% no Brasil.

Dando continuidade, João Irineu Medeiros, vice-presidente de assuntos regulatórios para a América do Sul, demonstrou dados sobre a importância da redução de emissões de CO2 para o controle do efeito estufa.

Segundo ele, a atividade humana na Terra já causou a elevação de 1°C nos últimos 70 anos, pois as emissões cresceram sete vezes neste período.

Caso nada seja feito, até 2100 a temperatura média será elevada em quase 5°C, o suficiente para tornar inabitável toda a parte central do nosso planeta.

Plataforma Bio-Hybrid e-DCT

Estima-se que três bilhões de pessoas terão que deixar regiões que estão acima e abaixo da Linha do Equador, atingindo diversos países em quase todos os continentes. No Acordo de Paris (COP 21), diversos compromissos foram firmados para que a elevação da temperatura média não chegue aos 2°C até o fim deste século.

Brasil – As emissões de CO2 do Brasil correspondem a 1,42% do total global, enquanto China e EUA emitem 11,70% e 5,79 %, respectivamente, por exemplo.

O transporte responde por 13% das emissões brasileiras, e os automóveis e comerciais leves, os tipos de veículos que a Stellantis produz, emitem só 41% desta fração.

Mesmo enquadrado em um setor responsável por apenas 5,33% das emissões de CO2 no Brasil, a Stellantis prepara diversas iniciativas para “fazermos a nossa parte”, nas palavras de Medeiros. Analisando o ciclo de vida dos carros, ele justificou o caminho que grupo tomará futuramente.

Considerando as emissões de CO2 do poço à roda, foi comparando o quanto a produção e o transporte da gasolina e do etanol, assim como a geração e a transmissão da energia elétrica, emitem de CO2 na atmosfera.

Plataforma BEV 100% Elétrica

Somando as emissões ocorridas no processo total de fabricação e no uso estimado de cada tipo de carro, o levantamento conclui que um modelo à gasolina, em toda a sua existência, inclusive em seu descarte, emitirá 60 toneladas de CO2.

Cumprindo ciclo idêntico, um carro a etanol emite apenas 26 toneladas de CO2 e, o 100% elétrico, 30 toneladas de CO2.

O fato das plantações de cana de açúcar absorverem grande quantidade do CO2 emitido por cada carro movido a etanol e, também, do processo de fabricação das baterias gerarem muito CO2, explica a menor emissão do carro com motor a etanol, mesmo em relação ao elétrico.

Outro fator preponderante para essa vantagem, é que este carro circula no Brasil, pois a maior parte da nossa energia é gerada de forma igualmente limpa, por matriz hidráulica. Além desta, matrizes eólicas e fotovoltaicas estão em expansão no território nacional.

Contudo, Medeiros concluiu que a Stellantis passará por um processo transitório na América do Sul. Seus modelos receberão tecnologias híbridas para minimizar as emissões na fase de aquecimento, nos dois primeiros minutos de funcionamento dos motores à combustão, período responsável por 80% da poluição gerada, pois os catalisadores ainda estão frios neste momento.

Destas tecnologias, os carros da Stellantis evoluirão para os 100% elétricos e, finalmente, para a célula de combustível a etanol. O prazo total desta transição não foi determinado na apresentação.

Híbridos – Fechando o evento, Márcio Tonani, vice-presidente sênior dos centros técnicos de engenharia para a América do Sul, apresentou três plataformas denominadas Bio-Hybrid, sistemas híbridos, e uma elétrica. Já em 2024, como modelos 2025, serão lançados alguns veículos híbridos.

O engenheiro destacou que modelos de toda a linha Stellantis, inclusive os de entrada, receberão gradativamente estes recursos, e que todos os equipamentos serão nacionalizados para que o processo de eletrificação possa gerar o máximo de divisas para o Brasil e não fique vulnerável às variações cambiais.

A plataforma Bio-Hybrid é composta por um motor/gerador de 3kW e uma bateria de íon de lítio de 1kWh. O primeiro substitui o motor de arranque e o alternador. Este conjunto é ligado paralelamente ao sistema elétrico convencional do carro.

O dispositivo elétrico pode somar torque ao motor térmico ou recarregar a própria bateria, além de assumir as funções dos equipamentos que ele substituiu: dar partida no motor térmico ou recarregar a bateria normal do carro. Neste sistema, as duas baterias são de 12 Volts.

Plataforma Bio-Hybrid

Em situação favorável, velocidade de cruzeiro embalada pelo deslocamento por inércia, o motor/gerador pode assumir a função de manter a dinâmica do veículo, podendo o motor térmico ser desacoplado da transmissão ou, até mesmo, ser desligado por curtos períodos, variações que reduzem o consumo.

Não foi informado, mas essa plataforma aparenta ser a mesma do Fiat Pulse e, o conjunto mecânico, o mesmo das versões turbo do modelo.

Até por ser o sistema mais simples, acreditamos que este recurso poderá equipar outros carros de entrada da Fiat, Peugeot e Citroën. Eles afirmaram que essa tecnologia também pode ser aplicada a motores aspirados, dado que aumenta essa probabilidade.

Bio-Hybrid e-DCT permite que o veículo saia da inércia no modo elétrico

A segunda plataforma, a Bio-Hybrid e-DCT conta com o mesmo motor auxiliar para executar as funções substitutas descritas acima. Adicionalmente, ela recebe uma bateria de 48 Volts, também de íon de lítio e 1kWh, e um segundo motor elétrico com 16 kW de potência.

Plataforma Bio-Hybrid e-DCT

Neste caso, o câmbio é do tipo automatizado de dupla embreagem. A existência das duas embreagens, uma em cada árvore de engrenagens do dispositivo, viabiliza a instalação deste motor elétrico dentro do caixa de marchas.

Sendo assim, o motor elétrico pode trabalhar em conjunto ao motor térmico ou assumir sozinho o deslocamento do carro em curtos percursos, além de trabalhar como gerador de energia para recarregar a bateria de 48 Volts.

Os engenheiros presentes ao evento evitavam detalhar os produtos. Diziam que as plataformas eram “maquetes” e os sistemas não eram definitivos, “estavam em desenvolvimento”.

Segundo eles, os recursos da Bio-Hybrid e da Bio-Hybrid e-DCT são semelhantes, mas no sistema com dois motores o deslocamento 100% elétrico pode ocorrer com o carro partindo da inércia.

Pelo pouco que conseguimos apurar, quando o motor térmico está engrenado em uma árvore da caixa de marchas, o motor elétrico atua na outra árvore, variando a velocidade para se equiparar à relação de marcha que o motor a combustão está trabalhando naquele momento e, assim, somar o seu torque linear ao torque variável do motor bicombustível.

Plataforma BEV 100% Elétrica

Como esse motor era o GSE 1.3 turbo e a plataforma parecia ser da Jeep, este sistema intermediário deverá contemplar as versões de entrada dos modelos Renegade, Compass, Commander e Toro.

Aparentemente, as duas outras “maquetes” não eram novidades. A plataforma Bio-Hybrid Plug-in é a mesma do Jeep Compass S 4xe e a arquitetura BEV (100% elétrica) é a igual à do Fiat 500e, modelos italianos que já avaliamos anteriormente.

Como as capacidades das baterias e as potências dos motores elétricos são muito próximos, comparando os números informados para essas plataformas com os números dos modelos importados, essas pequenas diferenças devem ser resultantes das adaptações aos sistemas dos fornecedores locais no processo de nacionalização destes componentes.

Nacionalização – A arquitetura da plataforma Bio-Hybrid Plug-in é outro indício que a base italiana do Jeep Compass híbrido está sendo nacionalizada.

Motor térmico tracionando o eixo dianteiro, motor elétrico entre-eixos na traseira, baterias sob o túnel central e o tanque de combustível reduzido são as mesmas características do modelo importado.

Plataforma Bio-Hybrid Plug-in

Para o modelo nacional, podemos esperar o “nosso” motor turbo 1.3, bicombustível e mais potente que o italiano.

A Stellantis informou que a bateria usada no Bio-Hybrid Plug-in tem 380 Volts, 20 Volts a menos que a usada no Compass S 4xe. Mas os dados técnicos pararam por aí.

Por ser uma plataforma configurada com tração 4×4 e a possibilidade de carregamento externo, acreditamos que ela será usada nas versões mais caras da Fiat Toro e dos SUVs da Jeep.

Por fim, a arquitetura BEV (100% elétrica) tem uma estrutura muito semelhante ao Fiat 500e, pois ele é o único carro da Stellantis com apenas duas portas, algo visível na “maquete”.

Ter uma bateria de 400 Volts de tensão e capacidade a partir de 45 kWh, motor elétrico com potência a partir de 90 kW, assim como ser possível customizar a sonorização deste motor, são semelhanças que reforçam a probabilidade desta plataforma ser a mesma do subcompacto elétrico da Fiat.

Plataforma Bio-Hybrid Plug-in

Provavelmente, ela estava apenas fazendo número, indicando que o grupo irá produzir modelos 100% elétricos. Mas, a base elétrica nacional deverá ser a do Peugeot 208e, a mesma usada no Avenger, o primeiro Jeep elétrico da história.

Bicombustível – Em entrevista com os executivos da Stellantis, algumas dúvidas foram esclarecidas, mesmo que parcialmente.

Indagados se os sistemas híbridos não deveriam ter motores exclusivamente a etanol, já que o carro com o combustível vegetal é o que menos emite CO2, eles disseram que manterão o motor bicombustível, inicialmente.

Acreditam que podem incentivar os consumidores, por meio de campanhas publicitárias, a usarem o etanol. Mas, exposto entre essas plataformas, havia um motor turbo de quatro cilindros.

Sem maiores informações, além de este ser movido apenas a etanol, um sistema com braço articulado era, provavelmente, um variador da geometria da turbina, tecnologia nova na Stellantis.

Acreditamos que este motor térmico monocombustível deverá, inicialmente, equipar modelos de frotistas, mercado que compra em grandes volumes e pode justificar o lançamento deste produto. Vamos esperar para ver se o motor “a álcool” ressurge depois de tanto tempo fora do mercado.

Fotos: Stellantis / Divulgação

*Colaborador

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BMW iX M60 já está à venda no Brasil

Da Redação

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Lançado no Brasil no início de 2022, o BMW iX elevou o patamar do segmento de veículos elétricos no País.

Com o maior alcance dentre todos os carros com esse tipo de propulsão à venda em solo brasileiro, segundo a BMW, o modelo ganha mais uma versão, desta vez com desempenho aprimorado.

Trata-se do BMW iX M60 que já está à venda nas concessionárias e passa a ser o carro elétrico mais potente da BMW no Brasil, com 619 cv e mais de 1.000 Nm de torque.

Visualmente, a versão M60 segue as linhas das versões já à venda do BMW iX no Brasil, a xDrive50 e xDrive40. Os diferenciais estão em alguns detalhes.

As rodas de 22 polegadas, por exemplo, têm design inédito. Nos freios M Sport, as pinças são pintadas de Dark Blue. Além disso, o modelo tem acabamentos externos em Titanium Bronze Finish.

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A grade, assim como nas versões já à venda, segue sendo um dos destaques. Produzida com nanotecnologia, é capaz de se recuperar pequenos danos por conta própria.

Responsável por proteger boa parte dos sistemas semiautônomos e de segurança ativa que equipam o BMW iX, a grade guarda outra tecnologia.

Pequenos filamentos de aquecimento são responsáveis por limpar e/ou secar a superfície para manter todos os sistemas com as melhores condições de funcionamento.

Equipado com dois motores, um no eixo dianteiro e um no eixo traseiro, o BMW iX M60 tem tração integral xDrive de série.

São 619 cv de potência e 1.015 Nm de torque instantâneo disponíveis diretamente no pedal da direita. São 96 cv e 250 Nm de torque a mais do que a versão xDrive50.

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Com esse conjunto, o BMW iX M60 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos, enquanto a velocidade máxima é limitada a 250 km/h para preservação da bateria.

Além de se tornar o carro elétrico mais potente à venda pela BMW no Brasil, desbancando o posto que era ocupado até então pelo BMW i4 M50 (544 cv), o iX M60 passa a ser o carro com maior aceleração da BMW à venda no País, dividindo o topo com o BMW X6 M, que também arranca de 0 a 100 km/h nos mesmos 3,8 segundos.

Com bateria de capacidade total de 111,5 kWh, o modelo tem alcance de 431 km no ciclo de testes do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).

Vale destacar que o BMW iX M60 vem de série com dois carregadores, um carregador Flex Charger portátil de até 11 kW e uma BMW Wallbox de até 22 kW garantem a recarga em casa e em viagens.

Os carregadores possuem padrão de tomada tipo-2, internacional, compatível com todos os veículos BMW.

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Por dentro, o modelo é equipado com BMW Curved Display, uma tela curva composta por uma tela de informações de 12,3 polegadas atrás do volante e outra tela de 14,9 polegadas que faz o papel de central multimídia.

A menor, programável em design e itens de controle do veículo, fica responsável por exibir informações do quadro de instrumentos, enquanto a maior faz a função de sistema de entretenimento do BMW iX, e tem compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto.

O utilitário aposta na intuitividade do sistema Shy Tech. É possível controlar as funções do sistema multimídia por comandos de voz, gestos, tato ou da forma mais tradicional, por meio dos botões no console central.

Tratando-se de uma versão top de linha de um modelo flagship, o BMW iX M60 tem uma lista de equipamentos pra lá de extensa. O ar-condicionado, por exemplo, é ajustável em quatro zonas, tem comandos touchscreen e filtro de nanofibra para purificar o ar da cabine.

O sistema de som da renomada Bowers & Wilkins Diamond Surround tem 30 alto-falantes (inclusive dentro dos bancos), 1.615W de potência e função 4D, que possibilita uma experiência sonora incrível.

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Outro destaque é o teto-solar panorâmico, que não tem cortina para proteção solar. Com uma tecnologia inédita em carros vendidos no Brasil, basta tocar em um botão para que o vidro se torne fosco e ofereça conforto luminoso e isolamento térmico para os ocupantes.

A tecnologia usa eletricidade para acionar uma membrana interna do vidro que se torna translúcida a ponto de escurecer a cabine, proporcionar sombra e controlar a temperatura do ambiente.

No quesito auxílio e proteção do motorista e passageiros, o BMW iX vem equipado com o sistema Driving Assistant Professional. Ele engloba uma série de assistentes, como ACC (Controle de Velocidade de Cruzeiro Ativo) e o Lane Keeping Assistant.

Com eles acionados, o BMW iX se comporta como veículo semiautônomo, acelerando, freando e com capacidade de fazer curvas. Para isso, cinco câmeras, cinco sensores de radar e 12 sensores ultrassônicos são usados ​​para monitorar os arredores do veículo.

Com o Parking Assistant Professional, o BMW iX estaciona 100% sozinho. Não há mais a necessidade sequer de acelerar ou frear. Basta o motorista ativar o sistema e acompanhar as manobras pela tela do sistema multimídia por meio das câmeras.

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Há, ainda, alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.

O modelo conta com a Realidade Aumentada BMW, que utiliza as câmeras do iX para projetar uma espécie de realidade aumentada na tela multimídia e facilitar a visualização do motorista em determinadas situações, como de estacionamento, por exemplo.

O sistema de regeneração de energia dos freios funciona diretamente interligado aos sistemas do carro e é capaz analisar o mapa de GPS por onde o carro está transitando.

Se detectar, por exemplo, uma situação na qual o motorista será efetivamente obrigado a frear, como um cruzamento, o carro, automaticamente, aumenta o sistema de regeneração de energia. Dessa forma, o motorista usa menos o sistema de freios e, ao mesmo tempo, recupera mais energia para as baterias.

Outro exemplo de inteligência do BMW iX se refere à rotina do motorista. Com a Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant), o veículo é capaz de analisar o caminho que está sendo feito, cruzar com os dados de horário e destino, para ter ações espontâneas que já foram feitas previamente pelo condutor, como por exemplo, abrir sozinho o vidro do motorista para abrir o portão eletrônico da residência.

Fotos: BMW Group / Divulgação

O assistente é capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos. A ativação acontece a partir do comando de voz com a frase “Olá BMW” e o motorista ainda pode definir outro nome para a Assistente Pessoal.

O novo BMW iX M60 tem o preço sugerido de R$ 1,1 milhão.

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Chevrolet Montana ressurge apenas no nome

Com cabine dupla e tamanho intermediário, a nova picape quer brigar com as Fiat Strada e Toro

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 28/07/2023)

Nas duas primeiras gerações, a Chevrolet Montana era uma picape com cabine simples, compacta, com design igual ao dos seus hatches de origem, Corsa e Agile. Da frente até a coluna B, nada mudava.

A nova Montana é baseada no SUV Tracker, mas a carroceria e o interior são inéditos. Projetada com cabine dupla e tamanho intermediário, da antiga geração, só restou o nome.

Posicionada entre a Strada e a Toro, as picapes da Fiat que lideram o segmento dos veículos comerciais leves, a Montana quer abalar essa hegemonia.

No último ano de produção da antiga Chevrolet Montana, 2021, foram vendidas apenas 2.181 unidades do modelo.

Este ano, em cinco meses de comercialização, a nova Montana já registrou 14.064 emplacamentos, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Veículos recebeu a picape Chevrolet Montana Premier 1.2 turbo para avaliação. No site da montadora não é possível configurar os modelos, nem mesmo saber o preço das versões.

Na Jorlan, concessionária Chevrolet de Belo Horizonte (MG), o preço da versão Premier, modelo 2023, é R$ 143,45 mil, apenas na cor preta metálica. Qualquer outra cor metálica acresce R$ 1,95 mil a este valor.

A Montana Premier vem completa de série e não oferece opcionais. Seus principais equipamentos são: sistema de atendimento remoto OnStar com WI-FI embarcado; multimídia MyLink com tela LCD de 8 polegadas e espelhamento sem fio; ar-condicionado automático e digital de zona única; direção elétrica com coluna regulável em altura e profundidade; chave presencial; computador de bordo com display de 3,5 polegadas; vidro elétrico nas quatro portas com acionamento por um toque; bancos revestidos com material sintético que imita o couro; detalhes externos em cromo escurecido; rodas aro 17 polegadas escurecidas e calçadas com pneu 215/55 R17; capota marítima e protetor de caçamba.

Em termos de segurança, os destaques são: detector de movimento no ponto cego; seis airbags; ABS; controle eletrônico de estabilidade e tração; assistente de partida em aclive; faróis em full LED, regulagem elétrica da altura dos faróis; acendimento automático dos faróis; sensor de estacionamento e câmera com linhas guias dinâmicas.

Motor e Câmbio – O motor tem bloco de três cilindros, 1.2 litro de capacidade e 12 válvulas. Turbo alimentado e bicombustível, conta com injeção indireta multiponto, duplo comando de válvulas com variação de abertura na admissão e na exaustão e é tracionado por correia dentada imersa em óleo.

Ele rende 133/132 cv às 5.500 rpm e seu torque atinge 21,4/19,4 kgfm às 2.000 rpm com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático com seis (6) marchas. Ele permite limitar a marcha mais longa por meio de botão posicionado na lateral da manopla da alavanca, recurso para o uso do freio motor. O acoplamento é feito por conversor de torque convencional.

O design do Tracker foi completamente refeito no desenvolvimento da nova Montana. Segundo a Chevrolet, a inspiração veio dos SUVs americanos da marca. Realmente, existem semelhanças com estes, mas a frente da picape também lembra a da Fiat Toro.

No Tracker, faróis e DRL estão juntos. Na Montana eles estão em blocos separados. A grade principal ficou mais estreita, na mesma altura do bloco dos faróis. Uma inédita grade inferior complementa a frente da nova picape.

Lateralmente, em relação ao Tracker, o perfil da Montana é mais retilíneo. Capô, teto e linha da caçamba ficaram paralelos entre si e quase paralelos ao piso. Portas e para-lamas com poucos vincos deixaram suas laterais mais volumosas, porém, menos dinâmicas que no SUV.

A traseira da Montana segue a tendência das lanternas retangulares que avançam nas laterais. Elas têm um aplique em preto brilhante interligando as duas, elemento que confere estilo diferenciado. Seu para-choque traseiro funciona como apoio para os pés, facilitando para subir na caçamba.

O design interno da Montana é diferente ao do Tracker, mas nem tanto como no exterior. O painel principal, painéis das portas e console central foram redesenhados.

Áreas mais planas, chanfradas entre elas e formas trapezoidais nessas partes mudaram a cabine. Peças e equipamentos como os bancos dianteiros, o ar-condicionado e o volante, entre outros, são os mesmos nos dois modelos.

Números – A nova Montana tem 2,80 metros de entre-eixos, 23 cm a mais do que no Tracker. Alongada pela caçamba, a picape tem 4,72 metros de comprimento, 44,7 cm a mais do que o SUV. Essas diferenças deixaram a Montana mais encorpada que o Tracker.

Largura e altura são semelhantes, 1,80 metro e 1,66 metro, respectivamente.

Comparada às concorrentes, a Montana ficou maior do que a Strada: 23,7 cm a mais no comprimento; 6,6 cm na largura e 6,4 cm na altura.

Em relação à Toro, ela ficou menor 22,8 cm no comprimento; 4,7 cm na largura e 1,4 cm na altura. Quando lado a lado, essas diferenças parecem maiores, como vemos ao compararmos modelos subcompactos, compactos e médios, por exemplo.

Não por acaso, o espaço na parte dianteira da cabine dessas picapes é, praticamente, o mesmo dos modelos com os quais elas compartilham a plataforma.

Na Strada ele é semelhante ao do Mobi, na Montana é o mesmo do Tracker, e na Toro, muito próximo ao do Jeep Compass.

Mas, em picapes, a caçamba rouba espaço da parte de trás da cabine. Na Montana, em relação ao Tracker, atrás é menos espaçoso, porém, em comparação à Fiat Strada, essa área traseira é muito mais generosa.

No banco traseiro, a Toro é a mais ampla das três, apesar de não ter o mesmo espaço do Compass nessa posição.

Semelhanças – Diferenças à parte, existem muitas semelhanças entre a nova Montana e o Tracker. Tirando o formato do teto e essa área traseira menor, as cabines da picape e do SUV entregam a mesma ergonomia e qualidade nos acabamentos.

Apenas parte do painel principal, bancos e apoios de braços são revestidos e macios ao toque. Todas as outras peças internas são rígidas, mas têm texturas variadas com boa apresentação. Detalhes cromados, em preto brilhante e alumínio fosco sofisticam o interior.

Os equipamentos de bordo são os mesmos, também. O ar-condicionado é eficiente. Ele permite operações por botões físicos ou por toque na tela do multimídia.

Este sistema de conectividade é estável ao espelhar celulares, tem o tamanho mínimo de tela aceitável atualmente, mas é muito completo em funções e é rápido no processamento.

A tela do computador de bordo é pequena e monocromática, mais simples do que a do Tracker. A sequência dos dados é funcional e o tamanho dos números, visíveis. Não existe controle de cruzeiro adaptativo, apenas o controlador de velocidade convencional.

A Montana conta com o alerta de ponto cego, recurso importantíssimo mas, infelizmente, o alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência que existe no Tracker foi suprimido da picape.

Suspensão – A Chevrolet recalibrou motor, câmbio e direção da Montana, pois sua capacidade de carga é quase 200 kg superior à do Tracker.

Também por isso, a suspensão traseira semidependente recebeu batentes duplos para entregar conforto com a picape vazia ou carregada. E o sistema funcionou.

De todas as picapes que já avaliamos sem carga na caçamba, a Montana é a que menos pula. A oscilação vertical da sua suspensão traseira ocorre em baixa frequência, tão ou mais confortavelmente do que no Tracker.

Curiosamente, ela oscila lateralmente mais do que o SUV, mas é um comportamento muito mais confortável do que seria essa movimentação típica de picape.

Circulando em cidades, a picape é ágil, e seu tamanho, principalmente a largura, não dificulta muito transitar entre os carros. Realmente, a impressão é de se estar em um SUV compacto.

A direção elétrica é muito leve em manobras, mas perde assistência precocemente, ficando pesada em velocidades intermediárias e altas, segura em retas, mas cansativa em curvas de serra, por exemplo.

Em estradas, o acerto do motor e câmbio deixa a picape solta, condição ideal para o baixo consumo de combustível. Acelerando forte, o desempenho é convincente, coerente com as propostas de trabalho e lazer da Montana, superior ao da Strada e no nível do da Toro. Nenhuma delas tem proposta esportiva.

Na sexta marcha e aos 90 km/h o motor trabalha às 1.950 rpm. Aos 110 km/h, às 2.200 rpm. O isolamento acústico é bom, e nessas velocidades, pouco se ouve do arrasto aerodinâmico e do atrito dos pneus. O agradável ruído do motor de três cilindros só se faz presente acima das 2.500 rpm.

Voltada para o lazer, picape conta com capacidade de carga reduzida

A Chevrolet declarou que a nova Montana é uma picape para o lazer. Sua capacidade total de carga é de apenas 600 kg, 50 kg a menos do que a Strada e 150 kg a menos do que a Toro.

Mas, o espaço na caçamba é muito bom, são 874 litros, 30 litros maior do que na Strada e apenas 63 litros menor do que na Toro.

A Montana não é homologada para puxar reboque, como é possível na Strada e na Toro. Elas podem tracionar até 400 kg em equipamento sem freio.

Além dessa generosa caçamba, a Chevrolet oferece o opcional Multi-Board, conjunto de peças plásticas que criam prateleiras e divisões nesse compartimento para transportar objetos diversos bem armazenados.

Dependendo do arranjo das mesmas, é possível deixar a parte inferior da caçamba protegida como se fosse um porta-malas, recurso que transforma a usabilidade da Montana, praticidade semelhante à encontrada na Toro Ultra, versão equipada com tampa rígida sobre a caçamba.

Equipamento que vem de série, a capota marítima da Montana é mais fácil de abrir e fechar do que as usuais, pois existem gatilhos para o seu travamento e travessas que se enrolam com a lona.

Além disso, seu sistema de canaletas retém a entrada de água na caçamba ao desvia-la para drenos. Mas, a Montana é vulnerável à poeira, pois ela penetra pela base da tampa da caçamba.

Essa tampa tem sistema de contramolas que a deixa leve ao abrir e alivia o peso ao fechar. Apenas quando ela está aberta, é possível acessar os parafusos que liberam a roda sobressalente, impossibilitando o seu furto. Seu pneu não é daqueles finos, pode rodar até 120 km/h.

Consumo – Em nossos testes padronizados de consumo, a Montana não foi tão econômica quanto o Tracker com este mesmo motor 1.2 mas, para uma picape intermediária, o consumo foi muito bom.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, atingimos 16,9 km/l. Na mais rápida, 15,5 km/l, sempre com gasolina no tanque.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos.

Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso. A Montana finalizou o teste com 10,7 km/l de gasolina.

Ressurgir a partir do Tracker fez muito bem à Montana. Além de toda modernidade deste SUV, a picape deve ter herdado sua elevada segurança.

O Tracker é um dos raros modelos nacionais que receberam 5 estrelas no atual protocolo de testes do Latin NCAP.

Fotos: Amintas Vidal

Bem equipada, posicionada em tamanho e preço entre as líderes do mercado, a Montana já começou a mexer com os números de emplacamentos das suas concorrentes.

Seu sucesso reflete o aumento na procura por picapes, tendência que deverá motivar lançamentos de modelos intermediários, futuramente, por outras marcas.

*Colaborador

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Novo Mercedes-Benz Classe A chega ao Brasil

Da Redação

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A Mercedes-Benz apresentou o novo Classe A. A novidade combina um design exterior esportivo com muita tecnologia e conforto para o uso diário.

O novo modelo chega ao país na versão hatchback A 200 AMG Line.

O design exterior é destaque neste novo produto. O capô inclinado para frente com duas elevações com o ‘nariz de tubarão’, combinados à grade do radiador redesenhada e aos faróis em LED de desenho plano, transmite uma percepção de alta performance e dinamismo.

O novo difusor traseiro e as lanternas traseiras em LED garantem um visual fascinante, tanto de dia quanto de noite.

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No interior, a exclusividade se reflete com a tela dupla independente de 10,25 polegadas que parecem flutuar com sua aparência ampla. As três saídas de ar redondas em forma de turbina, características marcantes da Mercedes-Benz, são inspiradas no segmento da aviação.

O volante em couro é compacto e combina com a tecnologia do console central redesenhado. Além disso, a versão A 200 AMG Line apresenta acabamento em Dinamica/microfibra no painel e pespontos contrastantes em vermelho nos bancos revestidos em Artico/Dinamica microfibra na cor preta.

Seguindo a estratégia global Ambition 2039, a Mercedes-Benz estabeleceu o objetivo de lançar uma frota neutra em CO2 de novos automóveis e vans a partir de 2039 em toda a cadeia de valor e ciclo de vida.

O objetivo é reduzir pelo menos pela metade as emissões de CO2 por automóveis na frota de veículos novos ao longo de todo o ciclo de vida em comparação com 2020 até o final desta década.

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Uma medida nessa direção é o uso de materiais reciclados. Os assentos revestidos em Artico/Dinamica microfibra apresentam tecidos na seção central feitos de material reciclado na proporção de 65% na superfície do assento e 85% no material por baixo.

No novo Classe A, tanto hardware quanto software evoluíram muito: a última geração do MBUX é ainda mais intuitiva. Ambas as telas criam uma experiência estética holística e podem ser personalizados conforme desejado com a ajuda dos estilos de exibição recém-projetados (Classic, Sport e Discret) e sete opções de cores.

O visor central oferece todas as funções como mídia, telefone, ajustes no veículo, entre outras funções e pode ser operado direta e convenientemente como uma tela sensível ao toque.

O assistente de voz MBUX também pode explicar as funções do veículo e oferece suporte quando você deseja conectar seu smartphone via bluetooth.

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O sistema de telemática foi revisado e impressiona com seu novo design e desempenho aprimorado. A conectividade com smartphones é possível via Apple Carplay ou Android Auto sem fio e, para maior conectividade, uma porta USB-C adicional foi adicionada e a capacidade de carregamento USB também aumentou.

O A 200 AMG Line é equipado com o novo motor de quatro cilindros eletrificado de 163 cv e 270 Nm de torque. Ele conta com transmissão automática DCT de 7 velocidades. A velocidade máxima, limitada eletronicamente, é de 225 km/h, segundo a Mercedes.

Agora, o A 200 AMG Line é um híbrido leve, utilizando um sistema elétrico adicional de 48 volts que oferece agilidade na partida e em situações de retomada de velocidade.

O novo gerador de partida acionado por correia (BSG) melhora visivelmente o conforto e a experiência de condução. Durante a partida, por exemplo, o BSG garante uma vibração mais baixa e mais silenciosa do que os sistemas convencionais.

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Além disso, permite ‘navegar’ com o motor de combustão desligado em regime de cruzeiro com velocidade regular. Durante a frenagem e ultrapassagem, o sistema BSG recupera e, assim, alimenta a rede interna de 12 volts e a bateria de 48 volts.

A energia gerada pode ser utilizada durante os processos de aceleração para sustentar o motor de combustão. Por meio da avaliação diferenciada das várias fases de condução, o ECO Score 3.0, também orienta o condutor a conduzir de forma mais econômica.

Principais equipamentos de série:

Sistema Keyless-Go;

Pacote Estacionamento com câmera de ré e assistente de estacionamento Parktronic;

Alarme Antifurto e Proteção Urban Guard;

Pacote de iluminação interior, luz de projeção do logo;

Sistema MBUX;

Ativação por voz Hey Mercedes;

Duas telas de 10,2 polegadas;

Carregamento sem fio para aparelhos celulares;

Integração para Smartphones sem fio (Apple CarPlay/Android Auto);

Teto solar panorâmico;

Retrovisores externos rebatível eletricamente e função antiofuscante;

Ar-condicionado Thermatic;

Faróis FULL LED com faróis altos adaptativos;

Assistente ativo de frenagem.

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O novo Classe A estará disponível em toda a rede de concessionários da marca com preço sugerido de R$ 344,90 mil (A 200 AMG Line).

IMG_0051 Fotos: Mercedes-Benz/Divulgação

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Nissan lança linha 2024 da Frontier

Da Redação

Nissan Frontier 4x4: Linha 2024 tem preços menores

A Nissan lançou a linha 2024 da picape Frontier. De acordo com a fabricante, todas as seis versões da picape estão com preços reduzidos em relação ao ano/modelo anterior.

Dessa forma, a Nissan Frontier S passa a custar R$ 242,49 mil, enquanto a SE vai a R$ 264,49 mil.

A Attack tem preço sugerido de R$ 266,49 mil e, a XE, R$ 282,99 mil. Os modelos topo de linha Platinum e PRO-4X saem a R$ 319,99 mil.

Ainda segundo a Nissan, a linha passou por refinamentos. Todas as versões contarão com o novo logotipo da marca, enquanto as versões S, SE e Attack ganham acendimento inteligente dos faróis.

A PRO-4X passa a contar de série com protetor de caçamba. A XE vem, agora, com rodas aro 17 calçadas em pneus 255/65 R17.

A linha da picape é a única a dar a opção ao cliente de escolher entre duas versões topo de linha com vocações bem diferentes: a Platinum e a aventureira PRO-4X, passando ainda por modelos como a S, de entrada, e a diferenciada Attack.

A Nissan Frontier conta com um desenho que mistura estilo robusto, elegante e imponente. A grade e os faróis em forma de C tornam a frente única e facilmente reconhecível.

A cabine da picape japonesa é prática e confortável. Cada versão tem seu acabamento diferenciado, o que inclui variados materiais e texturas para os bancos.

A Nissan Frontier oferece uma boa combinação de carga útil e volume na caçamba. Para isso, o compartimento tem capacidade para receber um volume de até 1.054 litros e carga até 1.043 kg.

Para o maior conforto na hora de utilizar a caçamba, o para-choque traseiro tem um degrau que facilita o acesso e o uso do espaço.

A suspensão traseira segue com sistema multilink e molas helicoidais que trabalha em conjunto com um eixo rígido. Essa solução oferece um excelente balanço entre o conforto no passeio e alta estabilidade, sem renunciar às capacidades no fora de estrada e no transporte de cargas.

Já a dianteira tem arquitetura com braço duplo assistido por barra estabilizadora garante o conforto e segurança.

Em todas as versões, o motor é um 2.3 16V biturbo a diesel capaz de render 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque. O câmbio é automático de sete (7) marchas com conversor de torque.

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