Suzuki lança linha 2020 do Jimny

Da Redação

362946_887502_suzuki_jimny___lA_C_o_sposito_suzuki___017A Suzuki apresentou a linha 2020 do Jimny. Ao todo são quatro versões: 4Work, 4All, 4Sport e 4Sport Desert.

“O Suzuki Jimny reúne diversos fãs não só no Brasil, mas em vários lugares do mundo graças a seu tamanho compacto e grande capacidade off-road. É ideal para rodar na cidade, pois é fácil de manobrar, e também para o uso 4×4, com grande força e resistência para encarar as mais difíceis situações. Estamos sempre inovando e deixando o Jimny atualizado com as novas tendências”, disse Reinaldo Muratori, diretor de planejamento da Suzuki Veículos.

O Jimny chega à versão 2020 com algumas. O 4Sport recebeu atualizações por dentro e por fora e passa a contar com duas novas cores: azul e prata. A cor grafite domina os detalhes no exterior, evidenciando e dando mais destaque à carroceria. O novo para-choque está mais robusto e é, também, na cor grafite, assim como os retrovisores, snorkel e grade dianteira.

362946_887501_suzuki_jimny_4sport___leo_sposito_suzuki___001As laterais ganharam a grafia 4×4. Na parte dianteira, a máscara do farol agora está com novo desenho na cor grafite, combinando com os outros elementos. Os novos shield splash traseiro e dianteiro reforçam o visual, enquanto os flares com estilo quadrado evidenciam o potencial off-road. As rodas são em liga leve, de 15 polegadas.

A parte interna também vem com novidades. As molduras do ar-condicionado e os frisos verticais do painel recebem a mesma cor da carroceria.

As novas capas dos bancos são com revestimento premium, segundo a Suzuki, e ainda tem bolsos laterais e frontais para guardar objetos. Os tapetes do assoalho agora são em borracha, material de fácil lavagem.

362946_887498_suzuki_jimny_4sport___lA_C_o_sposito_suzuki___008O veículo possui chassi heavy duty, motor em alumínio e suspensão independente com eixo rígido.

O Jimny Desert é uma versão com diversos elementos especiais. O bagageiro tipo cesta no teto do veículo chama a atenção logo de cara e reforça o aspecto aventureiro. Além de deixar o veículo robusto, permite levar mais itens na viagem. A cor bege é exclusiva do modelo e inspirada nas areias dos desertos, informou a Suzuki.

A grade dianteira e as máscaras dos faróis têm acabamento grafite. As novas caixas de rodas em grafite estão alinhadas com o rock slider tubular e os pneus Pirelli Scorpion 215/75R15 MTR que garantem uma eficiência maior em diversos tipos de terrenos.

362946_887506_suzuki_jimny_desert___lA_C_o_sposito_suzuki___010Para enfrentar os trechos mais acidentados, o Jimny Desert vem com diversos equipamentos que reforçam sua vocação off-road: além do skid plate da caixa de transferência, são quatro protetores dos braços de suspensão e outros dois protetores dos amortecedores traseiros, amortecedor de direção e snorkel, que permite a travessia por trechos alagados.

Para deixar esta versão mais exclusiva e personalizada, o interior apresenta bancos com têm revestimento premium, com costura em bege, logotipo Desert e texturas que remetem a marcas de pneus.

Bolsos nas laterais e na parte frontal dos bancos permitem colocar acessórios e até garrafas de água para serem usadas durante as viagens.

362946_887508_suzuki_jimny_desert___lA_C_o_sposito_suzuki___016As versões 4Sport são equipadas com sistema multimídia com tela de 7 polegadas que permite o espelhamento de celulares com sistemas Android e IOS, além de possibilitar a instalação de acessórios, como câmera de ré e tv digital.

O quadro de instrumentos conta com grafismo e elementos prateados. A tela digital oferece mais visibilidade e fácil acesso as informações, como relógio, odômetro parcial A e B, odômetro total, temperatura do fluído de arrefecimento e volume de combustível no tanque.

Com o moderno sistema 4×4, a mudança da tração é feita com um simples toque no botão. No total, são 15 combinações de marcha: 2WD para uso urbano com tração traseira, 4WD com tração nas quatro rodas e 4WD-L que dobra o torque e permite enfrentar diversos obstáculos off-road com tração 4×4 com reduzida. É possível realizar as mudanças entre os modos 2WD e 4WD em velocidades de até 100 km/h.

O Jimny tem altura livre do solo de 200 mm, ângulo de entrada de 35º e ângulo de saída de 45º. A versão 4Sport conta, ainda, com engate traseiro de série.

362946_887500_suzuki_jimny_4sport___lA_C_o_sposito_suzuki___003A versão de entrada, Jimny 4Work, custa R$ 71,49 mil e traz, além da tração nas quatro rodas com a mudança através de botão, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e bluetooth.

O Suzuki Jimny é equipado com motor em alumínio 1.3 (DOHC) a gasolina, com 16 válvulas, 4 cilindros em linha, 85 cv de potência a 6.000 rpm com torque máximo de 11,2 kgfm a 4.100 rpm, injeção multiponto sequencial e transmissão manual de cinco marchas.

A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox garantem confiabilidade para toda a vida útil do veículo. O Jimny pesa 1.060 Kg.

As suspensões dianteira e traseira são independentes com eixo rígido e molas helicoidais, que garantem reduzido custo de manutenção e aumentam a longevidade do Jimny.

362946_887505_suzuki_jimny_4sport___lA_C_o_sposito_suzuki___009O modelo possui barras de proteção lateral, para maior segurança dos passageiros, e o motorista ainda dispõe de coluna de direção retrátil em caso de colisão. Os cintos são de três pontos e encostos de cabeça ajustáveis para todos os ocupantes.

Os freios a disco na dianteira possuem as pinças em posição mais elevada. Assim, facilitam a transposição em trechos alagados, ao trazer eficiência de frenagem com o escoamento de água, e evitam retenção de terra ou lama.

Na traseira, o freio a tambor com válvula sensível a carga (LSVB) traz controle de frenagem e direção mais eficiente.

O Suzuki Jimny é fabricado no Brasil desde 2012. São três anos de garantia e o modelo tem revisão programada com preço fixo.

362946_887503_suzuki_jimny___lA_C_o_sposito_suzuki___020Fotos: Léo Sposito / Suzuki / Divulgação

Preços e Versões:

Jimny 4Work – R$ 71,49 mil

Jimny 4All – R$ 74,99 mil

Jimny 4Sport – R$ 82,99 mil

Jimny 4Sport Desert – R$ 89,99 mil

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Série especial Mini 60 Years chega ao Brasil por R$ 172 mil

Da Redação

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BMW Group / Divulgação

A série especial e limitada Mini 60 Years, que celebra o 60º aniversário do lançamento oficial do Mini clássico, acaba de desembarcar no Brasil.

O início das vendas deste Mini comemorativo acontece nesta semana nas concessionárias autorizadas da marca britânica no País. Produzido em Oxford (Inglaterra), o modelo tem preço sugerido de R$ 171,99 mil.

Serão apenas 25 exemplares do modelo, na configuração hatch de 3 portas, todas dotadas de motorização Cooper S, de quatro cilindros, 1.998 cm³ e capaz de desenvolver 192 cavalos de potência, entre 5.000 e 6.000 rpm, e 280Nm de torque máximo, de 1.350 rpm a 4.600 rpm.

Em um post publicado no dia 16 de abril, informamos tudo sobre essa série especial comemorativa que, agora, chega ao País.

Você pode ler a matéria através do seguinte link: https://dcautoblog.com/2019/04/16/serie-comemorativa-mini-60-years-edition-sera-vendida-no-brasil/

 

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Avaliamos o Fiat Cronos Drive 1.3 equipado com câmbio manual

Amintas Vidal*   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 14/06/2019)

Sedans-compactos podem ser uma opção mais racional aos utilitários esportivos

IMG_20190531_154138Os sedans já dominaram o mercado automotivo. Os pragmáticos três volumes se tornaram o símbolo do carro, reconhecido desde os desenhos infantis até os pictogramas de sinalização.

Necessidades humanas corromperam essa silueta dando origem a outros tipos de automóveis que passaram a dividir a preferência do consumidor pelo mundo. O carro mais vendido do planeta ainda é um sedan, o Toyota Corolla. Mas a “espécie” vem perdendo terreno para os seus descendentes.

Entre os dez soberanos globais de 2018, figuraram apenas três sedans, mesmo número de SUVs. Picapes e hatches apareceram com dois representantes cada.

No Brasil, a situação é ainda menos favorável. No mesmo período, entre os dez modelos mais emplacados, sete eram hatches e, apenas um, era sedan. Uma picape e um utilitário esportivo fechavam a conta.

Até o mês de maio, as vendas de 2019 apresentam o mesmo cenário do ano passado. O sedan é o Chevrolet Prisma, na incrível quarta posição entre todos os modelos de automóveis e comerciais leves juntos. O Fiat Cronos é, apenas, o 36° colocado nesta mesma lista unificada.

IMG_20190531_153637DC Auto recebeu o sedan da Fiat na versão Drive com o câmbio manual para avaliação. Em abril publicamos a avaliação desta mesma versão porém, com o câmbio automatizado GSR.

Agora, pontuaremos as diferenças dinâmicas entre os dois, além de relembrarmos as principais características comuns. Preços e equipamentos de série também são diferentes..

Cronos Drive 1.3 – Segundo o site da montadora, o sedan compacto Fiat Cronos Drive 1.3, manual, tem o preço sugerido de R$ 61,99 mil.

Seus principais equipamentos de série são: ar-condicionado manual, central multimídia de 7 polegadas touchscreen com Android Auto e Apple Car Play, bluetooth, entrada USB e sistema de reconhecimento de voz, volante com comandos de rádio, telefone, regulagem de altura e direção elétrica progressiva.

Também estão presentes airbag duplo, ABS com EBD, ESS (sinalização de frenagem de emergência), lane change (função auxiliar para acionamento das setas indicando trocas de faixa) e gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix).

_DSC2740Conta com quadro de instrumentos de 3,5 polegadas multifuncional com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável, entre outros equipamentos.

Em relação à versão GSR, mais cara R$ 4,7 mil, a manual não trás de série, e nem oferece como opcional, controles de estabilidade e tração (ESC + TC), hill holder (sistema ativo freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subida), controlador de velocidade (piloto automático) e o Start&Stop (desligamento/acionamento automático do motor).

Pacotes opcionais – A unidade avaliada ainda estava equipada com três opcionais: o kit Stile (faróis de neblina, rodas de liga leve de 5 polegadas calçadas com pneus 185/60 R15 e banco traseiro bipartido), o kit Parking (sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico e câmera de ré com linhas dinâmicas) e o Kit Convenience (retrovisores externos elétricos e vidros elétricos traseiros) oferecidos por R$ 3,18 mil, R$ 1,76 milR$ 2,15 mil, respectivamente.

Todos os Cronos Drive 1.3 são equipados com o motor Firefly flex de 4 cilindros em linha. Seu cabeçote tem comando de válvulas simples tracionado por corrente com variação de abertura na admissão e na exaltação. Com alta taxa de compressão, 13.2/1, seu torque máximo é 14,2/13,7 kgmf às 3.500 rpm e a potência atinge 109/101cv (etanol/gasolina) às 6.250 rpm.

O motor Firefly dá agilidade à versão, sem sobra.  O câmbio tem engates precisos, mas o curso da alavanca é longo, tanto no sentido lateral como no longitudinal. Com este câmbio, o condutor tem o carro mais a mão, controlando acelerações e reduções de forma mais responsiva, mas perde o conforto do Hill Holder, precisando fazer o controle de embreagem nas arrancadas em subidas.

IMG_20190531_154306O sistema de acoplamento aparenta trabalhar em seu limite de torque, pois trepida um pouco quando mais exigido, ou a unidade testada apresentava desgaste prematuro por mau uso.

A relação das marchas não é das mais longas. Aos 110 km/h, engrenado na quinta marcha, o motor já está girando às 3.200 rpm. Nessa condição já é possível ouvir o seu ruído dentro da cabine, mas de forma contida, pois o isolamento acústico é bom. Rodando de forma econômica, alcançamos 14 km/l em estradas e 9 km/l  na cidade, usando apenas etanol no tanque.

A direção elétrica é muito leve em manobras e firme e direta em velocidade, o suficiente para ser segura e dar prazer ao dirigir. O sensor de estacionamento traseiro e a câmera de marcha à ré com guias de esterço são recursos muito bem vindos ao Cronos, um modelo longo e largo, pois facilitam entrar e sair de vagas apertadas.

A versão Drive só é oferecida com rodas de 15 polegadas. As suspensões têm um acerto mais voltado para o conforto, mas a carroceria não inclina tanto em curvas como acontecia no Siena, por exemplo.

Este conjunto entrega estabilidade suficiente para um compacto familiar e garante um ótimo conforto de marcha, pois os pneus com ombros mais altos absorvem melhor as irregularidades do asfalto.

_DSC2760Interior é simples, mas bastante confortável, ergonômico e espaçoso

Os bancos são revestidos em tecido simples, os painéis feitos em plástico rígido, mas tudo bem encaixado e com variação de texturas que valorizam o visual do conjunto. O design das peças é moderno e o uso de cores e pequenos detalhes cromados conferem alguma sofisticação.

A ergonomia é acertada, com todos os comandos à mão, mas valem duas observações: os pedais estão muito deslocados para a direita, o suficiente para, em algumas ocasiões, o pé direito entrar atrás do console central que não se estende até o final da cabine, algo que pode atrapalhar no comando do acelerador. Já os puxadores das portas dianteiras são muito deslocados para frente, dificultando o fechamento das mesmas.

O Cronos acomoda confortavelmente, em largura, apenas dois adultos e uma criança no banco de trás, mas entrega um bom espaço para as pernas de todos. Já na parte da frente, passageiro e motorista ficam muito bem acomodados.

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_DSC2733A posição ao volante é alta, mesmo com o banco na regulagem mais baixa. O ar condicionado é eficiente, apesar de ser analógico. O sistema multimídia funcionou muito bem, tanto conectado ao bluetooth como à porta USB, quando usamos o Android Auto.

O volante, o mesmo usado em modelos Fiat e Jeep, é completo e com fáceis comandos, tanto os frontais quanto fixados na parte de traseira. Estes últimos requerem adaptação, mas são os mais ergonômicos e seguros, pois não desviam o olhar do condutor aos utilizá-los.

O porta-malas comporta 525 litros e, usando o rebatimento de parte do encosto traseiro, foi possível transportar uma bicicleta aro 20 sem desmontá-la. Seu tanque de combustível comporta 48 litros, garantindo uma autonomia de mais de 670 km em nosso deslocamento por estradas.

Apesar de estarem caindo nas listas de emplacamentos, os sedans compactos são modelos mais racionais e menos caros que os SUVs do seu tamanho. Além de entregarem maior capacidade de carga, eles são mais confortáveis e seguros, pois, por terem o centro de gravidade mais baixo, são mais estáveis, mesmo tendo as suspensões mais macias.

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IMG_20190531_154112Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Suzuki V-Strom 650 XT ABS mostra o quanto é versátil

Jota*

DL650A_XAL7_Action_17No ano passado, chegou ao Brasil mais uma geração da Suzuki V-Strom 650. Ela oferece duas versões: ABS e XT ABS. Os modelos vendidos nesse mês de junho já são da linha 2020.

As duas versões são comercializadas com as opções das cores branca ou amarela. A XT tem a opção exclusiva pela cor vermelha enquanto, a ABS, pode ser encontrada, também de forma exclusiva, na cor preta. O preço promocional, à vista, é de R$ 39,89 mil para a versão XT e R$ 38,89 mil para a versão com roda de liga-leve, a ABS. Esses preços não têm o frete incluso.

A diferença entre ambas se dá pelo caráter mais aventureiro da XT, pelas suas belíssimas rodas raiadas da marca DID (japonesas) feitas para uso com pneus sem câmara, pelos protetores de punhos, de cárter e grafismos, o que a deixa cerca de R$ 1 mil mais cara.

Novidades – Essa nova geração apresenta muitas novidades, mas acerta ao manter a mesma estrutura que fez da V-Strom 650 um sucesso de mercado em diferentes países. O quadro perimetral em alumínio e o motor em V a 90º, alma da moto e que trazem grande confiabilidade ao produto, permanecem.

DL650XAL9_action_2O tanque de 20 litros, aliado ao consumo na faixa de 22 km/l aos 120km/h, oferece grande autonomia ao modelo.

As novidades são várias.  A primeira delas é o controle de tração em dois níveis. Muito bem-vindo, pois permite ao piloto escolher um modo menos intrusivo para uso normal e um modo mais presente, para uso em chuva ou ambientes escorregadios, além de poder ser desligado pelo condutor.

Outra novidade é o assistente de partida. Você apenas toca o botão de partida e o acionamento do motor de arranque pelo tempo necessário é feito de modo automático.

Mais funcional é o low rpm assist, que eleva a rotação do motor automaticamente, sendo possível colocar a moto em movimento sem o uso do acelerador, manter uma velocidade baixíssima constante ou mesmo evitar que o motor morra em manobras bastante lentas.

Novo, também, é o painel herdado da irmã maior, a V-Strom 1000, com indicador de rotação analógico e várias seções digitais, bem organizadas e de fácil leitura.

DL650XAL7_Cockpit_2Ele é completo e inclui, no computador de bordo, consumo médio e instantâneo, voltagem no sistema elétrico, temperatura externa, relógio, indicador de marcha e range de consumo, entre outros.

A inclusão de uma tomada 12v em padrão universal faz parte do painel. O escapamento é mais leve e baixo, auxiliando no rebaixamento do centro de gravidade.

O acabamento é correto. Não se observam falhas graves, mas também não se vêem exemplos de requinte comumente encontrados em motocicletas Triumph, Ducati e BMW.

Um detalhe que deixa a desejar é a pedaleira para o garupa, própria de um segmento inferior. A iluminação é convencional para setas e faróis, que nessa geração são montados verticalmente. Apenas a lanterna traseira e a luz de freio são em LED.

Suspensão – A suspensão dianteira, apesar de convencional, aliada à roda de 19 polegadas, atende de forma invejável ao compromisso entre conforto e estabilidade. Uma nota negativa é a perda da regulagem de pré-carga, presente na geração anterior.

DL650A_XAL7_Action_9A suspensão traseira mantém-se a mesma, com regulagem de retorno do amortecedor e pré-carga da mola pelo prático dispositivo que dispensa o uso de ferramentas. O ABS está bem calibrado e tem respostas rápidas, o que significa que ele para de atuar imediatamente após o momento em que foi necessária sua intervenção.

Um item a ser melhorado é a bolha que, apesar de eficiente para tirar o vento do peito, poderia vir com o prático ajuste manual de altura e inclinação sem uso de ferramenta, presente em sua irmã maior.

Na 650, ajuste apenas em altura, em 3 níveis, mas dependente de uso de uma chave allen para remover e recolocar os 4 parafusos de fixação da bolha.

A ergonomia é correta e o piloto dirige em uma posição confortável, com os joelhos não muito dobrados. O guidão se encontra a uma distância e altura confortáveis, com toda a sensação de vestir a moto.

DL650A_XAL7_Action_14Infelizmente, o banco, apesar de bastante largo, peca na densidade da espuma. Poderia ser mais macio, uma vez que é uma motocicleta que se pretende estradeira e tem muitas qualidades para isso.

Os freios não decepcionam, mas também não constituem um destaque, podendo ser classificados como corretos. Para que estivessem ao nível das demais prestações da moto, deveriam vir com malha de aço (aeroquip).

Por outro lado, a estabilidade da motocicleta em curvas ou em alta velocidade é exemplar. Seu comportamento é sempre previsível e o quadro de dupla trave superior de alumínio fundido, aliado à balança também de alumínio, garantem uma estabilidade impecável à motocicleta, tornando-a acessível mesmo aos principiantes.

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O motor é correto, e ganhou um ligeiro incremento de potência e torque, chegando aos 71hp a 8800rpm e 6,32kgfm a 6500rpm. Está longe de ser empolgante como uma Tiger 800, mas é suficiente para transportar com desenvoltura e segurança piloto, passageiro e bagagens.

Com um peso em ordem de marcha de 216 kg na versão XT (3 kg a mais que na versão ABS), a V-Strom 650 se mostra uma das motocicletas mais versáteis do mercado, sendo plenamente habilitada a enfrentar longas viagens com conforto e segurança. Na cidade, trafega com relativa facilidade e, ainda, é capaz de rodar em estradas de terra, obviamente sem a pretensão off-road de uma Honda Africa Twin.

*Colaborador

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Suzuki V-Strom 650 XT ABS

Fotos: Suzuki / Divulgação

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Ônibus elétricos que se recarregam nos pontos de parada são o futuro da mobilidade urbana

Da Redação

tosa-busNão é mais novidade que o futuro da mobilidade urbana gira em torno dos veículos elétricos – e, em alguns casos, possivelmente sem motorista.  Mas para quem vive a realidade brasileira, essa tecnologia parece distante.

Os primeiros ônibus elétricos do País começaram a circular em são Paulo no mês de março e não há estimativas que esse número passe de 60 até o final do ano. Isso acontece porque o custo de um veículo desses pode ser até 3 vezes maior do que o do modelo tradicional a diesel, o que demanda um investimento muito alto para a troca da frota.

Ainda assim, muitos países já estão mudando suas legislações para garantir a mudança das frotas, em nome da diminuição das emissões de poluentes – é o caso da Colômbia e do Chile.

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Além dos custos de produção, existem outros empecilhos que atrasam a adoção dos ônibus elétricos. O principal é em relação à recarga, já que os modelos disponíveis hoje demandam cerca de 4 horas de carga para uma autonomia de 200 quilômetros.

Isso implica na necessidade de uma frota muito maior para atender o mesmo número de passageiros, já que o tempo de inatividade dos veículos aumenta. Resultado: os operadores de transporte público não se sentem estimulados para trocar sua frota à combustão por modelos elétricos.

Uma solução desenvolvida para driblar esse problema já vem sendo utilizada com muito sucesso em Genebra, na Suíça. Trata-se da TOSA, solução desenvolvida em exclusividade pela ABB (multinacional com sede na Suíça que trabalha em tecnologias de energia e automação) que permite que os ônibus sejam carregados nos pontos de parada, durante o período de embarque e desembarque de passageiros.

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Assim, o tempo de inatividade e os custos operacionais do veículo são reduzidos.

A tecnologia empregada no TOSA é revolucionária, pois é extremamente rápida e não requer que o ônibus fique inativo nem vá para uma garagem para ser recarregado. Por meio de um “braço” que se conecta ao veículo no momento do embarque e desembarque de passageiros, o sistema recarrega a energia em aproximadamente 20 segundos.

Assim, o ônibus tem energia o suficiente para chegar ao próximo ponto, onde recebe nova carga, e assim sucessivamente. Em Genebra, onde a tecnologia já está em funcionamento, o veículo é recarregado em 13 dos 50 pontos do itinerário.

Além disso, a ABB oferece outras possibilidades para esse setor, como pontos de recarga em terminais e sistemas de monitoramento de frota, para garantir que o sistema funcione em sua totalidade.

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Fotos: ABB / Divulgação

Volkswagen apresenta versão esportiva do sedan-médio Jetta

Da Redação

GLI é equipada com motor 2.0 turbo, de 230 cv, e câmbio DSG de 6 marchas

Volkswagen_Jetta_GLI__36_O sedan de um GTI. É assim, segundo a Volkswagen, que o Jetta GLI é reconhecido mundialmente. Isso porque o modelo traz o mesmo conjunto mecânico (motor e câmbio), as inovações tecnológicas e os recursos de segurança e de assistência à condução do hatch esportivo Golf GTI.

Produzido sobre a plataforma MQB, a mesma do Polo e do Virtus, o Jetta GLI reforça a lista de sedans VW no Brasil e faz parte dos 20 lançamentos previstos pela montadora até 2020.

A novidade complementa a linha Jetta no País, sendo posicionada acima das configurações R-Line, Comfortline e 250 TSI. A configuração GLI é a única equipada com motor 350 TSI, com 230 cv. São 80 cv a mais do que o motor 250 TSI, 1.4 turbo de 150 cv, que equipa as demais versões.

Por que não GTI ou GTS? Simples, a sigla GTI é utilizada exclusivamente para carroceria hatch ao redor do mundo e, a gama GTS, é designada para versões esportivas intermediárias.

A nomenclatura GLI nasceu na década de 1980, nos Estados Unidos, como parte da estratégia de esportivos da Volkswagen no mundo, e se refere aos modelos de topo de gama, trazendo todo o apelo dos modelos GTI para os sedans. Daí a origem do nome Gran Luxury Injection (GLI).

Volkswagen_Jetta_GLI__35_É a primeira vez que a Volkswagen oferece no Brasil o Jetta GLI, que começa a ser distribuído à rede de concessionárias ainda este mês e será importada do México

Design – No caso do GLI, uma versão esportiva, a proposta de design foi deixar o modelo com a aparência mais baixa. A parte inferior do veículo é toda contornada por elementos escuros e as rodas de 18 polegadas (pneus 225/45 R18) têm estilo dinâmico (direcional), ou seja, não são simétricas, o que resulta em um visual exclusivo e em harmonia com a proposta.

Destaque para o para-choque dianteiro – exclusivo para essa versão – com design mais esportivo, para a grade superior com elementos em formato de colmeia e para o friso horizontal vermelho conectando os faróis.

A barra que conecta a parte superior dos faróis, cromada nas demais configurações, é preta no Jetta GLI. Já a parte inferior dos faróis é unida por um filete vermelho.

Falando em faróis, o conjunto Full LED do Jetta GLI tem desenho diferenciado em relação às demais versões.

Volkswagen_Jetta_GLI__37_Na traseira, chama a atenção o difusor na parte inferior e o aerofólio na tampa do porta-malas, ressaltando a proposta do modelo. A saída dupla de escape cromada e toda a logotipia em vermelho complementam o conjunto. As pinças de freio dianteiras também são pintadas em vermelho.

Assim como as demais versões, o Jetta GLI tem as seguintes medidas: 4,71 metros de comprimento, 1,80 metro de largura, 1,48 metro de altura e 2,68 metros de entre-eixos. O porta-malas tem capacidade para 510 litros e, o tanque de combustível, para 50 litros.

Interior – O interior escuro destaca os detalhes esportivos, como: forração do teto, colunas, laterais das portas, painel e bancos.

Esse tom escuro, além de ser aconchegante e destacar a esportividade, deixa em evidência os elementos cromados do volante (o mesmo do GTI, com base reta), capas dos pedais e soleiras de porta. A ambientação escura também favorece os detalhes em vermelho, presentes nas costuras do banco, no volante e nos tapetes.

Volkswagen_Jetta_GLI__24_Motor e Câmbio – O motor 350 TSI do Jetta GLI (2.0 turbo) é o mesmo que equipa, no mercado nacional, os modelos Golf GTI, Tiguan R-Line e Passat.

São 230 cv a 4.700 rpm, mantendo-se até 6.200 rpm. O torque máximo é de 35,7 kgfm (350 Nm), na faixa de 1.500 rpm a 4.600 rpm. A transmissão é a DSG, de dupla embreagem, com 6 marchas.

A combinação de baixo peso da carroceria, escalonamento de marchas, alta potência e torque elevado já em baixas rotações garantem um sedan esportivo de verdade.  O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e, a velocidade máxima, é de 250 km/h, informou a Volkswagen.

O Jetta GLI é equipado, de série, com direção progressiva. Com respostas mais diretas, a direção progressiva diminui o trabalho do volante perceptivelmente em manobras e ao estacionar, em comparação aos sistemas de direção convencionais, que trabalham com uma relação de redução constante.

Outro componente que colabora para uma condução mais refinada é o sistema de suspensão independente nas quatro rodas.

Novo modelo conta com quadro de instrumentos digital e som da marca Beats

A versão GLI chega ao Brasil como a configuração de topo do sedan-médio. Assim como a R-Line, ela conta com o Active Info Display (quadro de instrumentos digital), controlador automático de velocidade (ACC), Front Assist com função City Emergency Brake, sistema de frenagem pós-colisão e regulagem automática do farol alto (FLA) como itens de série.

Volkswagen_Jetta_GLI__49_O volante multifuncional, revestido em couro, traz shift paddles (“borboletas”). Os bancos também são revestidos em couro (os dianteiros contam com regulagem elétrica e sistema de aquecimento e, o do motorista, oferece três posições de memória). A iluminação ambiente é ajustável em 10 tonalidades.

O recurso de seleção do modo de direção inclui quatro opções: Eco, que privilegia a economia de combustível; Normal, que mantém os ajustes de fábrica; Sport, para uma condução mais esportiva e Individual, no qual é possível ajustar os parâmetros de direção, transmissão e outros assistentes de condução da forma que o condutor preferir.

Sistema de Som – Na parte sonora, o sedan conta, de série, com o sistema de som da marca Beats, com 300 Watts e amplificador digital de 8 canais. O som de alta fidelidade é fornecido por 4 alto-falantes, 2 tweeters e 1 subwoofer com ajustes especiais.

O único opcional é o teto solar panorâmico (R$ 4,99 mil), que abrange mais da metade da área do teto do veículo. O Jetta GLI está disponível em seis cores: três sólidas (branco, cinza e vermelho), duas metálicas (cinza e prata) e uma perolizada (preto).

O Jetta atingiu a nota máxima de segurança em testes realizados pelo National Highway Traffic Safety Administration – NHTSA (órgão de segurança nos Estados Unidos).

Volkswagen_Jetta_GLI__73_O modelo conquistou 5 estrelas (de cinco possíveis) nos testes de colisão frontal, lateral e de sobreposição. Foram avaliados também todos os dispositivos eletrônicos de segurança e assistência à condução oferecidos de série.

Nesse quesito, estão presentes seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), bloqueio eletrônico do diferencial, sistema Start/Stop e função de frenagem de manobra (RBF).

Falando em freios, a GLI tem discos de freios cerca de 10% maiores, em comparação às demais versões do modelo. Os freios dianteiros têm discos ventilados de 312 milímetros. Na traseira os discos têm 300 milímetros. O sistema possui recurso BSW, de secagem dos discos de freio dianteiros, para ajudar a remover a água e dar mais segurança na frenagem em dias chuvosos.

O sistema de freios também traz as tecnologias de distribuição eletrônica da pressão de frenagem (EBD) e de assistência hidráulica à frenagem (HBA).

O sistema multimídia é o Discover Media, com tela de 8 polegadas que permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect (Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink) e oferece navegação integrada.

Volkswagen_Jetta_GLI__68_O Jetta GLI chega ao Brasil com garantia de três anos, sem limite de quilometragem. As três primeiras revisões são gratuitas (10.000 km, 20.000 km e 30.000 km).

Preços da linha Jetta:

250 TSI: R$ 99,99 mil

Comfortline: R$ 109,99 mil

R-Line: R$ 119,99 mil

GLI: R$ 144,99 mil

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Volkswagen_Jetta_GLI__20_Fotos: Volkswagen / Divulgação

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Fiat Toro 2020 ganha nova versão de entrada

Da Redação

imagem(2)Fiat Toro Endurance (Diesel)

A Fiat Toro já está com sua linha 2020. Entre as picapes médias e grandes (segmentos C e D), ela é líder de vendas desde seu lançamento, tendo hoje 29,3% de market share.

Entre as novidades, foram incluídas duas novas versões de entrada  Endurance (uma Flex com câmbio manual e uma Diesel com transmissão automática de nove velocidades).

Em termos de equipamentos, a Toro passa a contar com uma nova central multimídia maior, agora com tela de 7 polegadas. O item é de série em toda linha do Fiat Toro, exceto nas versões Endurance, em que aparece como opcional.

imagem(1)Fiat Toro Endurance (Diesel)

A frente ganhou novo design com para-choque exclusivo tipo overbumper (para-choque de impulsão com quebra-mato) que se integra totalmente ao desenho frontal.

Nas versões Endurance a caçamba recebe agora santantonio e o vidro traseiro traz protetor exclusivo, tudo isso para evitar danos quando se transporta cargas mais volumosas. O alarme com comando na chave passa a ser de série em todas as versões, inclusive nas de entrada.

Três novas cores inéditas (Prata Billet, Marrom Deep e Azul Jazz) se somam para compor uma palheta de nove cores para a escolha do consumidor (duas sólidas, seis metálicas e uma perolizada).

imagemFiat Toro Endurance (Flex)

São quatro versões – Endurance, Freedom, Volcano e Ranch – com opções de três motores – Flex 1.8 e 2.4 e Turbodiesel 2.0 – combinados com três diferentes câmbios: manual de cinco marchas, automáticos de seis e nove marchas. A tração pode ser 4×2 ou 4×4.

Agora, com a linha 2020, a Fiat Toro em suas versões Freedom (Flex e Diesel) trará ao Brasil, pela primeira vez, o novo conceito italiano S-Design, apresentado no Salão de Genebra de 2017, e que estreou no Fiat 500X.

O pacote especial é incorporado à picape ainda dentro do pólo automotivo Jeep, em Pernambuco, pelo Custom Shop Mopar. O Fiat Toro Freedom S-Design traz um visual bem mais agressivo, esportivo e exclusivo, podendo ser customizado com qualquer cor externa.

imagem(3)Fiat Toro Freedom (Diesel)

Na S-Design, todo o interior é escurecido e o pacote ainda traz diversos equipamentos, como logotipos Fiat escurecidos, santantônio e estribos negros, além de todos os itens de série nas Freedom.

Preços Fiat Toro (Linha 2020):

Toro Endurance 1.8 Flex (manual / 5 marchas) – R$ 92,99 mil

Toro Endurance 1.8 Flex (automática / 6 marchas) – R$ 98,99 mil

Toro Freedom 1.8 Flex (automática / 6 marchas) – R$ 109,99 mil

Toro Freedom 1.8 Flex S-Design (automática / 6 marchas) – R$ 114,99 mil

Toro Volcano 2.4 Flex (automática / 9 marchas) – R$ 122,99 mil

Toro Endurance 2.0 Diesel 4×4 (automática / 9 marchas) – R$ 129,99 mil

Toro Freedom 2.0 Diesel 4×4 (automática / 9 marchas) – R$140,99 mil

Toro Freedom 2.0 Diesel S-Design 4×4 (automática / 9 marchas) – R$ 145,99 mil

Toro Volcano 2.0 Diesel 4×4 (automática / 9 marchas) – R$ 152,99 mil

Toro Ranch 2.0 Diesel 4×4 (automática / 9 marchas) – R$ 159,99 mil

imagem(4)Fiat Toro Ranch                                        Fotos: Fiat Chrysler Automóveis – FCA / Divulgação

 

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