Jeep Renegade demonstra os motivos do seu sucesso entre os utilitários

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 12/04/2019)

Avaliamos a versão topo de linha Trailhawk, a melhor preparada para o fora de estrada

IMG_20190322_161539Quando a Fiat comprou a Chrysler, tornando-se a FCA (Fiat Chrysler Automobiles), com certeza ela estava de olho na galinha dos ovos de ouro do grupo americano, a marca Jeep. Apesar da Chrysler ser composta por outras marcas, o que a montadora italiana precisava era de um nome forte no off-road, segmento no qual ela não tinha representantes no Brasil e nem modelos expressivos na Europa.

O nome Jeep é usado, até, para identificar automóveis sem nenhuma ligação com a marca, pois se tornou sinônimo de veículo todo-terreno. Entretanto, seus produtos eram caros e atendiam a um nicho de mercado que pagava por sua real capacidade de superar obstáculos ou pelo luxo que eles ofereciam.

Mas para competir entre os utilitários compactos, e mesmo entre os médios, a FCA precisou desenvolver modelos mais atualizados e de custo mais baixo que os já existentes na gama Jeep.

Mercado – No Brasil, o Renegade estreou em 2015 e o Compass em 2016. Ambos fizeram sucesso, mas o Compass foi a grande surpresa, pois liderou a categoria por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, mesmo sendo um modelo médio e mais caro, deixando uma dezena de concorrentes compactos para trás, inclusive o seu “irmão” menor.

Este ano, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no 1º trimestre, os dois modelos lideram na categoria, com 15.671 emplacamentos para o Renegade, agora à frente, e 12.955 para o Compass.

IMG_20190322_160740DC Auto avaliou o Jeep Renegade Longitude AT 2.0 Turbodiesel 4×4 há dois meses. A versão tem o segundo valor mais alto do modelo, R$127,99 mil.

Agora, avaliamos a Trailhawk AT 2.0 Turbodiesel 4×4, dona da etiqueta mais cara, R$139,99 mil, ambos os preços sugeridos no site da montadora.

Além de mais equipada de série, a versão Trailhawk é mais preparada para o off-road: suspensões elevadas em 20 mm, pneus de uso misto e 3 ganchos para ancoragens de cintas para reboque.

Dos R$12 mil de diferença, R$6,18 mil pagam dois pacotes de equipamentos que na Longitude são opcionais: o Pack Safety (R$3,88 mil) que traz os airbags laterais, de cortina e o de joelhos para o motorista e, o outro opcional, traz os faróis em Full Led (R$2,30 mil).

Contudo, R$5,82 mil é o valor cobrado pelas diferenças voltadas para o uso no fora de estrada, mencionadas acima, e características funcionais e estéticas da versão como tapetes feitos em borracha, no lugar dos feitos em carpete, e teto e parte do capô em preto, por exemplo.

IMG_20190322_161920Em termos absolutos a diferença de preço entre a Longitude e a Trailhawk significa 10% a mais, mas relativamente, considerando os valores dos equipamentos que são de série na versão mais cara, o valor representa pouco mais que 4%.

Sendo assim, entre as duas versões, a prioridade de uso deve definir a escolha do consumidor. Para ajudar nessa decisão, descreveremos a avaliação da versão Trailhawk pontuando as diferenças em relação à versão Longitude.

Trailhawk x Longitude – Além dos dois itens que a Trailhawk apresenta a mais do que a Longitude, já descritos anteriormente, os principais equipamentos de série da versão são: ABS, acendimento automático dos faróis, airbags dianteiros (além dos outros cinco), ar-condicionado dual zone, bancos, volante e manopla do câmbio revestidos em material que imita couro com costura na cor “vermelho rubi”, saídas de ar e console central também em vermelho rubi.

IMG_20190401_123723Também conta com partida por botão e chave presencial para abertura e fechamento das portas, controle de estabilidade, de tração e anti capotamento, câmera e sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica, HDC (controle eletrônico de velocidade em descidas) e assistente de saída em rampas, rodas em liga leve aro 17 polegadas e pneus 225/60 all terrain, sistema multimídia com tela touch de 8,4 polegadas e conexões USB e bluetooth com possibilidade de espelhamento por Apple Carplay e Android Auto, entre outros.

As duas versões têm o mesmo conjunto mecânico, motor, câmbio e sistema de tração. O motor de 4 cilindros é o Multijet 2.0 turbodiesel com injeção direta e duplo comando acionado por correia dentada.

IMG_20190401_124153Ele desenvolve 170 cv de potencia às 3.750 rpm e torque de 35,69 Kgfm às 1.750 rpm. O câmbio é automático com conversor de torque e 9 marchas. A tração é integral e conta com programação automática ou dedicada para areia, neve, lama ou pedra, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo comutável por botão localizado no console central.

No modo automático, o sistema pode desacoplar a tração no eixo traseiro, em condições de alta aderência, deixando o Jeep em 4×2 para economizar combustível.

Suspensão e pneus – Contudo, as diferenças dinâmicas das versões são provenientes da maior altura das suspensões e dos pneus de uso misto. A Trailhawk apresenta maior conforto de marcha, pois as rodas menores e os pneus com ombros mais altos permitem uma calibragem mais baixa dos mesmos.

Com isso, o conjunto filtra melhor as irregularidades do solo, causando menos vibrações e baques no interior da cabine. Por outro lado, o conforto acústico é bem prejudicado: estes pneus são muito ruidosos, tornando as viagens no asfalto menos silenciosas. Até o ruído do vento contra a carroceria parece ser mais elevado, provavelmente devido à maior altura em relação ao solo.

Quando avaliamos a versão Longitude, nós percorremos dois trechos de 50 km buscando o máximo de economia possível e atingimos 22 km/l na melhor aferição. Refizemos este exercício com a Trailhawk, circulando ao nível do mar, condição que favorece a economia, devido a maior pressão atmosférica.

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IMG_20190401_125450Entretanto, ela foi menos econômica, alcançando “apenas” 19,6 km/l. Já esperávamos uma diferença, pois os pneus de uso misto são mais resistentes ao rolamento e a maior altura da carroceria prejudica a aerodinâmica.

Utilitário esportivo encara, sem problemas, diversas condições de utilização

A última, e grande diferença das versões, esta no propósito de uso. Circulamos por muitas estradas de areia batida para acessar praias entre Alagoas e o Rio Grande do Norte. Semelhantes às estradas de terra em que testamos a versão Longitude, certamente ela se sairia muito bem nessas condições.

Mas na estrada entre Pipa (RN) e a praia de Sibauma (RN), mesmo percurso escolhido para o teste da versão Trailhawk no lançamento da linha Renegade 2019, encaramos, aproximadamente, 20 km de areia fofa.

Usando a tração selecionada em sand (areia) passamos pelos trechos piores, bases de dunas, sem problemas. Nem foi preciso usar a reduzida ou o bloqueio do sistema. Se estivéssemos com a versão Longitude, não teríamos a mesma facilidade, pois os pneus não dariam a mesma tração e o fundo do Jeep poderia apoiar nos diversos montes de areia do percurso.

No mais, as versões têm comportamento praticamente idêntico. Por ser mais alto e ter menor distância entre eixos, o Renegade não chega a ser tão confortável quanto o Compass. Sua pegada é mais de Jeep e menos de sedan.

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IMG_20190401_123557Não que seja desconfortável, pelo contrário, mas a posição elevada dos ocupantes e a forma quadrada da carroceria são mais típicas de um utilitário. A visibilidade é muito boa para todos os lados e a ergonomia é acertada.

Exceção à visão cruzada, pois as colunas “C” são muito largas.  Os retrovisores externos são grandes, ampliando a visibilidade para trás, mas requerem cuidados, pois costumam esconder pessoas e até mesmo veículos menores quando se olha para os lados.

O “jipinho” circula com desenvoltura na cidade, pois o motor é forte e esperto, principalmente acima das 2.000 rpm. Na estrada é ainda melhor, atinge os 110 km/h com apenas 1.750 rpm, usando a nona marcha, garantindo economia de combustível.

Tecnologia – Três recursos merecem destaque: a chave presencial foi perfeita para uma viagem, pois ficou em um bolso de mochila protegida da areia, sol e água. Não precisava ser retirada deste local, bastando portar a mochila para abrir, ligar ou fechar o carro.

A câmera de marcha à ré com guias gráficas, e o sensor de estacionamento, auxiliaram bastante em manobras nas apertadas garagens dos locais em que nos hospedamos.

IMG_20190326_091122Por fim, a possibilidade de trocar as marchas pelas aletas (paddle shift) atrás do volante contribuiu para segurança em ultrapassagens, permitindo reduções que faziam o motor subir o giro e, ao Renegade, ganhar velocidade rapidamente. Este recurso também ajudou na economia de combustível, pois permitiu usar o freio motor com mais frequência.

Apesar de eficiente, a programação do câmbio não é permissiva. Ele só avança as marchas, tanto automaticamente, como no modo manual, se as velocidades forem maiores que as dezenas correspondentes às marchas, por exemplo, a quinta só entra após os 50 km/h, a sexta só após os 60 km/h, etc.

Nas marchas mais altas a situação piora, pois a 8ª só entre após os 90 km/h e, a 9ª, só depois dos 105 km/h. O carro fica um pouco amarrado assim e, só mantém as velocidades mais altas, se o motorista acelera. Para quem gosta de desempenho, o Renegade diesel  é muito bem resolvido mas, para quem prioriza economia, essa característica chega a incomodar.

Circulamos um total de 1.174 km. Aferimos o consumo por 1.155 km e, nossa média total, estrada e cidade, rodando prioritariamente de forma econômica, foram bons 14,7 km/l. Desse percurso, 80% foi feito em rodovias e 20% em cidades e trilhas.

Como dissemos anteriormente, o tipo de uso define a escolha entre as versões. Para quem raramente vai encarar uma trilha leve ou média, a melhor opção é a Longitude. Mas, para quem se aventura nos fins de semana no barro ou areia, o Renegade Trailhawk é a melhor escolha.

*Colaborador

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IMG_20190324_122241Fotos: Amintas Vidal

Venda de veículos importados cresce 1,2% em março

Da Redação

As dezesseis marcas filiadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), com licenciamento de 2.524 unidades, anotaram em março último alta de 1,2% em relação a fevereiro de 2019, quando foram vendidas 2.495 unidades importadas.

Mas ante, março de 2018, quando foram comercializadas 3.457 unidades, a queda foi de 27%.

O desempenho negativo de 27% em março deste ano fez com o resultado do acumulado no primeiro trimestre do ano também fosse de queda de 11,4%.

“Mantemos esperança na retomada da economia ainda ao longo deste ano. Mas certamente nossa expectativa foi alta demais desde o princípio de dezembro último, quando – em realidade – teremos de ter paciência por mais algum tempo para resgatarmos melhor desempenho de venda de veículos importados”, analisou José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem a instabilidade da moeda norte-americana, há vários meses com tendência de alta, e falta de confiança do consumidor na economia brasileira foram determinantes no comportamento de vendas do setor no primeiro trimestre.

“Iniciamos janeiro de 2018 com o dólar cotado a R$ 3,30 e, no fim do primeiro trimestre deste ano, atingiu a casa dos R$ 3,89. Em quinze meses, o setor de veículos importados anotou um acréscimo de 17,8% em seus custos diretos”, complementou Gandini.

Além desses fatores, que dependem da credibilidade e condução das políticas públicas, outras circunstâncias compulsórias influenciam no desempenho do setor de veículos importados, como os benefícios fiscais, tanto federais como estaduais, para os fabricantes nacionais, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e também da base de cálculo pra o ICMS substituição tributária, na qual para os fabricantes nacionais é adotada a tabela de preço público sugerido e para os importados é utilizado um I.V.A de 41,82%, sem mencionar que até querem acabar com o livre comércio Brasil-México, quando em nossa avaliação é uma política salutar de competitividade internacional”, analisou Gandini.

As cinco marcas que mais venderam, em março, foram a Kia Motors (710 unidades / -1%), Volvo (606 / +6,1%), BMW (327 / +75,8%), Land Rover (193/ +1,6%) e Suzuki (179/ +9,1%).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Caoa Chery, Land Rover e Suzuki fecharam março último com 2.471 unidades emplacadas, total que representou alta de 5,8% em relação a fevereiro de 2019, quando totalizaram 2.335 unidades e significaram alta de 44,5% ante março de 2018, quando anotaram 1.710 unidades.

Por marcas, a Caoa Chery, com 1.414 unidades emplacadas, obteve crescimento de 7,8% ante igual período de fevereiro de 2019; a BMW, com 627 unidades, alta de 3,5%; a Land Rover, com 277, alta de 11,2% e a Suzuki, com 153 unidades licenciadas, queda de 8,9%.

Se somados os emplacamentos de unidades importadas e produzidas localmente, o ranking das cinco marcas, por volumes, indica a Caoa Chery com 1.414 unidades (só produção nacional), a BMW com 954 unidades (627 nacionais + 327 importadas), a Kia Motors com 710 veículos (só importados), a Volvo com 606 unidades (só importadas) e Land Rover com 470 veículos ( 277 nacionais e 193 importados).

Participações – Em março último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade (total de 2.524 unidades), o setor significou marketshare de 1,26%. Com 4.995 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,5% do mercado total de autos e comerciais leves (199.550 unidades).

BMW inicia a pré-venda do novo Z4

Da Redação

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Sucessor legítimo dos roadsters clássicos da BMW, e uma das principais atrações da marca bávara nas mais recentes edições dos Salões de Paris e São Paulo, a 3ª geração do BMW Z4 estreia no País em campanha de pré-venda e já pode ser adquirido diretamente na rede de concessionárias autorizadas BMW com previsão de entrega no próximo trimestre.

O conversível esportivo faz parte da mais nova ofensiva de lançamentos anunciada pela empresa e que prevê a chegada, neste ano, de 20 novos modelos das três marcas do BMW Group ao mercado brasileiro.

A ação de pré-venda do novo BMW Z4 começou ontem (8 de abril) e compreende a versão sDrive30i M Sport, fabricada em Graz, na Áustria, oferecida por R$309,95 mil.

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“Sabemos que o brasileiro ama design, esportividade e prazer de dirigir, características marcantes do BMW Z4. Para atender esta demanda, lançamos a pré-venda para atender aos diversos pedidos gerados no Salão do Automóvel de São Paulo e temos a rede BMW pronta para receber os clientes que desejarem chegar na frente para este lançamento”, destacou Roberto Carvalho, diretor comercial da BMW do Brasil.

Mesmo ostentando atributos de um genuíno roadster BMW, entre eles a silhueta baixa, o baixo centro de gravidade, a baixa posição dos assentos e os balanços curtos, o novo BMW Z4 se distingue facilmente de seu antecessor.

Graças, principalmente, às proporções diferenciadas, como a distância de entre eixos mais compacta, e a reinterpretação dos elementos de design icônicos, como a grade de duplo rim e os faróis, que foram completamente remodelados.

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O para-choque dianteiro dotado de grandes entradas de ar, a grade de duplo rim – uma das identidades visuais da BMW –, mais larga e situada em posição mais baixa, e os faróis localizados nas extremidades garantem a este roadster uma aparência inconfundível ao ser visto de frente.

A nova grade frontal combina desenho de favos de mel, inspirado em competições automobilísticas, com uma estrutura tridimensional, cujos elementos internos exibem um arranjo vertical e que remetem às tradicionais grades da marca.

Os faróis também trazem novidades: pela primeira vez as duas fontes de luz estão posicionadas uma sobre a outra. O design verticalizado das máscaras é recortado, na parte superior, por uma faixa diagonal com luzes indicadoras de direção integradas. O novo BMW Z4 vem com faróis de LED de série.

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O capô alongado, com vincos, se estende por sobre os arcos das rodas de estilo clamshell (concha), outra característica dos carros esportivos clássicos. As junções do capô se fundem com as linhas dos ombros que percorrem as laterais da carroceria até as lanternas traseiras.

Um segundo vinco surge a partir das grandes tomadas de ar, localizadas atrás dos arcos das rodas dianteiras. Essa interação de superfícies reproduz artisticamente o fluxo de ar ao longo do novo Z4.

Um difusor de ar integrado à tampa do porta-malas e as novas lanternas delgadas, dispostas horizontalmente em L, ajudam a dar à traseira do novo BMW Z4 uma aparência mais ampla e rente ao piso.

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O visual do spoiler traseiro é reforçado pelos contornos laterais e pelos dutos de escape posicionados nas extremidades do componente. O acabamento das barras de proteção anticapotamento são em preto.

O teto de lona ostenta cor preta e é acionado eletricamente, podendo ser aberto ou fechado em dez segundos, mesmo com o veículo em movimento, a velocidades de até 50 km/h.

O novo BMW Z4 cresceu em tamanho, em comparação à geração anterior. Ele é 85 mm mais longo que o anterior (4,32 metros), 74 mm mais largo (1,86 metro) e 13 mm mais alto (1,30 metro).

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A exceção fica por conta da distância entre eixos de 2,47 metros – 26 mm menor que a da geração anterior. A presença de bitolas 98 mm mais largas, no eixo dianteiro (1,61 metro), e com 54 mm a mais, na traseira (1,62 metro), tem influência direta e extremamente positiva no comportamento dinâmico e na agilidade do conversível.

Externamente, o modelo também traz como destaque o pacote aerodinâmico M Sport, que inclui para-choque dianteiro com três amplas entradas de ar; saias laterais, para-choque traseiro com bordas laterais distintas e rodas de liga leve M Double-spoke, de 18 polegadas.

A versão M Sport será disponibilizada em seis opções de cores externas, sendo uma sólida (Branco Alpino), e mais seis de acabamento metálico (Preto Safira, Prata Glacier, Azul Misano, Vermelho San Francisco e Cinza Frozen II).

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Interior – Com um design centrado no motorista, o cockpit do novo BMW Z4 traz detalhes com acabamento galvanizado que contribuem para um ambiente sofisticado, enquanto a disposição dos comandos concentra a atenção do motorista ainda mais na experiência ao volante.

Tanto o motorista quanto o passageiro acomodam-se em bancos M Sport, específicos para o modelo, com apoios de cabeça integrados e ajustes lombares. O BMW Z4 sDrive30i exibe painel revestido em Sensatec com acabamentos em alumínio e assentos estofados com couro, com quatro diferentes combinações: Branco Ivory/Preto, Preto/Preto, Vermelho Magma/Preto e Cognac/Preto.

Internamente, o pacote M Sport se faz presente com cintos de segurança M Sport e volante M revestido de couro.

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Tecnologias – Além do ar-condicionado digital automático, o modelo conta com sistema de som Surround Harman Kardon – com amplificador digital integrado a 12 alto-falantes (tweeters, alto falantes de médio porte, centro, graves centrais e subwoofers) e com 365W de potência –, e pacote de iluminação que inclui cortina de luzes de boas-vindas e de conveniência.

O Z4 também conta com o sistema Comfort Access 2.0, um conjunto de sensores capaz de perceber a presença da chave a uma distância de 3 m do veículo e acender as luzes de boas-vindas. À 1,5 m do carro, o dispositivo destranca as portas e, ao se afastar 2 m, ele as tranca automaticamente. Este sistema também possibilita a abertura do porta-malas ao aproximar o pé do para-choques traseiro.

Outra tecnologia de destaque é o BMW Live Cockpit Professional. Ele engloba Head-up Display colorido, duas telas digitais (sendo um display de 12,3 polegadas e outro de 10,25 polegadas) do sistema iDrive.

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Ambas possuem design personalizável e estão aptas a serem controladas por comandos de voz. Elas combinam informações essenciais de condução, como velocidade, rotações do motor, quilometragem e nível de combustível, com dados gerais, como rotas, chamadas telefônicas e de entretenimento, entre outros.

O conjunto de tecnologias oferecido na opção top de linha M Sport inclui também o Driving Assistant, que informa ao motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, sobre situações de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle de aproximação frontal, entre outras aplicações.

Esta tecnologia agrega, ainda, o controle de cruzeiro adaptativo que possibilita ao condutor definir uma velocidade constante e que o veículo a adapte de acordo com a velocidade do veículo à frente. As velocidades podem ser fixadas entre 30 km/h e 160 km/h e com quatro diferentes ajustes de distância de segurança.

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Ao estacionar o veículo, o motorista tem à disposição o Parking Assistant que, por sua vez, permite parar e posicionar o veículo automaticamente, realizando manobras com a máxima precisão e segurança, com a ajuda de câmeras e sensores externos.

Motor – O novo BMW Z4 sDrive30i M Sport é impulsionado por um motor TwinPower Turbo, com quatro cilindros em linha, 1.998 cm³, à gasolina e capaz de entregar 258 cv de potência (entre 5.000 e 6.500 rpm) e torque máximo de 400Nm (de 1.550 a 4.400 rpm).

Esta unidade recebeu aperfeiçoamentos no sistema BMW TwinPower Turbo, que contempla turbocompressores twin-scroll, injeção direta de combustível de alta precisão, sistema de controle de válvulas variável e comando de válvulas.

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De acordo com a BMW, o conjunto motriz do roadster está apto a levá-lo do 0 aos 100 km/h em 5,4 segundos. A velocidade máxima é de 250 km/h.

Este desempenho deve-se, também, à tração traseira, outra característica distintiva da marca, e à presença de um câmbio automático esportivo Steptronic, de 8 marchas, com alavancas atrás do volante para acionar os engates (shift-paddle).

A transmissão inclui, ainda, a função Launch Control para otimizar a entrega de torque no momento da partida, evitando a derrapagem.

O pacote de tecnologias embarcadas no novo BMW Z4 inclui, ainda, sistemas de segurança como monitoramento da pressão dos pneus, freios a disco ventilado com ABS, controles de estabilidade e tração, além dos airbags (duplos frontais, laterais dianteiros, de cortina dianteiros e traseiros), pneus com tecnologia Run-Flat e estepe de emergência.

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Fotos: BMW Group / Divulgação

Praticamente sem novidades, VW Gol, Voyage e Saveiro chegam à linha 2020

Da Redação

golEnquanto o mercado aguarda a chegada da nova geração, a Volkswagen lançou a linha 2020 da família Gol, Voyage e Saveiro quase sem alterações.

A grande novidade fica com a Saveiro Robust, que passa a contar com o painel alinhado com o restante da linha, com visual mais moderno e refinado.

Para o Gol e o Voyage há oferta do novo opcional Urban Completo II – Limited Edition, como o próprio nome já diz, um pacote por tempo limitado, que traz, entre outros itens, rodas de liga leve 15 polegadas com design exclusivo.

Todos os modelos já estão na rede de concessionários da marca. Gol e Voyage são oferecidos em versão única de acabamento. A Saveiro está disponível nas configurações Robust (com cabine simples e com cabine dupla), Trendline (cabine simples) e Cross (cabine dupla).

voyageOs modelos Gol e Voyage já saem de fábrica equipados com ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura, suporte para celular integrado ao painel com entrada USB, travamento elétrico das portas, vidros dianteiros com acionamento elétrico, entre outros.

Para o cliente que quiser um carro mais completo, há três pacotes de opcionais. O Urban Completo II – Limited Edition traz, como principais itens, rodas de liga leve 15 polegadas, alarme keyless, chave tipo “canivete” com controle remoto, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico e função tilt down, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos dianteiros e traseiros. O preço não foi divulgado pela VW.

Entre os sistemas multimídia, estão à disposição o Media Plus e o kit Interatividade Composition Touch, com a tecnologia APP Connect de espelhamento para smartphones, volante multifuncional (para os veículos com transmissão automática, o volante multifuncional tem revestimento de couro e shift paddles) e computador de bordo.

A linha 2020 do Gol e do Voyage oferece três opções de motor e duas de câmbio: 1.0 (84 cv) e 1.6 (104 cv) com câmbio manual de cinco marchas e 1.6 MSI (120 cv) com câmbio automático de seis marchas.

Saveiro_Robust_34_FrenteA Saveiro Robust traz, como novidade, o novo painel, que já fazia parte das demais versões da Saveiro. A versão Trendline é oferecida, exclusivamente, na cabine simples. Ela conta com rodas de aço de 15 polegadas como série e rodas de liga leve de 15 polegadas como opcional.

Saveiro_Trend_CS_Basica_Painel_Central_FBAs configurações Robust e Trendline são equipadas com o motor e 1.6 (de até 104 cv) e a Saveiro Cross conta com o conjunto 1.6 MSI (de até 120 cv). Ambos motores são associados com a transmissão manual de 5 marchas.

Saveiro_Robust_34_TraseiraOs preços para a linha 2020 ainda não foram definidos pela VW. Para a linha 2019, os do Gol variavam entre R$ 46,32 mil e R$ 57,62 mil.

Os preços do Voyage, em 2019, iniciavam em  R$ 54,37 mil e chegavam, na versão topo de linha, em R$ 62,90 mil.

Já no caso da picape Saveiro, a versão de entrada tinha o preço sugerido de R$ 52,36 mil enquanto, a versão Cross, mais cara da linha, tinha o preço de R$ 84,58 mil.

Saveiro_Cross_CD_Completo_34_Frente_FBFotos: Volkswagen / Divulgação

Renault Sandero GT Line é esportivo somente na aparência

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 05/04/2019)

Avaliamos a versão com motor 1.0 12V feita para quem valoriza o visual diferenciado

DSCN5601Ser esportivo, ou mesmo, parecer esportivo vende. Se tratando de carros, vende mais ainda, pois essa associação remete às competições automotivas em que as estrelas são os modelos mais velozes e admirados. Por esse motivo, as montadoras sempre lançam versões com essa temática, batizando as mesmas com nomes e siglas que permeiam o universo das competições.

Entre tantas, a sigla GT é a mais popular. Inicialmente, ela denominava modelos de alto desempenho que disputavam corridas em estradas e por longos percursos. Vem daí o nome em italiano Gran Turismo.

Numa tradução livre para o português, “grande viagem”. Outras diversas letras foram anexadas à sigla para diferenciar características mecânicas ou de estilo, como GTI (Gran Turismo Iniezione), modelo GT com injeção de combustível, ou GTB (Gran Turismo Berlinetta), modelo GT com estilo coupé, sempre do original em italiano.

Posteriormente, essa sigla passou a denominar categorias de carros esportivos produzidos para circular em vias e preparados para competir em pistas, como o Porsche 911 e inúmeros outros modelos, aumentando ainda mais a aura associada a essas duas letrinhas.

DSCN5626Valendo-se deste poder, quase todas as montadoras já usaram o “GT” em uma versão especial de um modelo, adotando mecânica e visual esportivo ou, na maioria das vezes, apenas a aparência.

Sandero GT Line – Há quatro meses nós avaliamos o Sandero RS 2.0 16V Racing Spirit, série especial da versão realmente esportiva do modelo. Agora, DC Auto recebeu a GT Line 1.0 12V, da linha 2020, variante esportiva apenas no visual.

Existente desde a primeira geração do Sandero, a versão era equipada com o motor 1.6 16V mas, a partir do modelo 2019/2020, ela recebeu este motor de três cilindros que tem como prioridade o baixo consumo de combustível.

No site da montadora seu preço sugerido é R$ 48,85 mil. Estranhamente, a este valor, é necessário acrescentar R$700 para a cor branca, que é única sólida disponível, e R$ 1,50 mil para as demais, que são metálicas. Dessa forma, o real preço do Sandero GT Line é R$ 49,55 mil.

DSCN5589Também chama atenção o fato de haver opção por dois modelos de rodas, um de 15 e outro de 16 polegadas, mas ao optar pela roda maior, não se paga nada por isso.

Pode até ser uma compensação pela cobrança por uma cor sólida, mas isso não está explícito no site da Renault.

Equipamentos – Os principais itens de série da versão são: alarme perimétrico, duplo airbag, freios ABS, Isofix, volante com regulagem em altura, travas elétricas, ar-condicionando, direção eletro-hidráulica, comando do som satélite atrás do volante, vidros dianteiros com função one touch e sistema antiesmagamento, computador de bordo, farol de neblina, sensor de estacionamento traseiro, retrovisores elétricos com repetidores e capa pintada na cor dark metal, ESM – sistema de regeneração de energia, sistema multimídia, volante e manopla do câmbio revestido em material que imita couro costurado com linha na cor azul.

DSCN5642Opcionais, só as rodas mencionadas acima, sem acréscimo, e a câmera de ré, por R$ 300.

Seu motor é o mesmo das versões de entrada do modelo, o 1.0 12V, bicombustível, de três cilindros. Ele é aspirado e tem injeção indireta multiponto, duplo comando de válvulas tracionado por corrente com variação de abertura das mesmas, tanto na admissão quanto no escape.

DSCN5702Desenvolve um torque de 10,5/10,2 kgfm às 3.500 rpm e potência de 82/79 cv às 6.300 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente. Sua taxa de compressão é 12:1. O câmbio é manual de cinco marchas com acoplamento por embreagem monodisco.

Visual – Para compor o visual esportivo da versão GT Line, a Renault usou algumas peças externas da versão RS, simplificando os detalhes das mesmas e trocando as cores. No para-choque frontal toda a parte externa é a mesma, mas as molduras que envolvem os faróis de neblina são menores e pintadas na cor dark metal, a mesma aplicada aos retrovisores.

As grades são as das versões de entrada, com filetes horizontais, e não em forma de colmeia. O para-choque traseiro é igual ao da versão RS, mas o extrator também é pintado na cor mencionada acima e o corte inferior é menor, para receber apenas uma saída simples do escapamento, e não dupla, como na RS.

As “saias” laterais também são as mesmas, mas não recebem adesivos alusivos à versão, como o “Renault Sport” afixado na versão esportiva de verdade.

DSCN5576Mesmo sendo moderno, motor deveria ser mais econômico e eficiente

No interior as semelhanças são poucas. O revestimento do teto e colunas em preto e a manopla do câmbio são as mesmas. No mais, a versão GT Line é simples: ar-condicionado convencional e, não, automático digital, volante básico e sem comandos, apenas com a inscrição GT Line na base.

Os bancos têm revestimento diferenciado, mas são os mesmos das versões de entrada e não os esportivos com grandes apoios laterais. Por fim, os aros das saídas de ar em azul combinam coma as costuras dos revestimentos do volante e da manopla do câmbio.

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DSCN5667Mecanicamente a versão GT Line é igual às outras com este motor e câmbio. Ela não recebeu as alterações nas suspensões como ocorreu na RS. Contudo, o conforto de marcha é melhor, pois seu conjunto filtra mais as imperfeições do solo e oscila em menor frequência e em maior amplitude que o sistema do esportivo.

Já o câmbio, também tem as relações curtas, garantindo muita agilidade no trânsito com arrancadas e retomadas ligeiras. Entretanto, o barulho do motor invade a cabine com frequência. Em quinta marcha, e aos 110 km/h, o motor já está às 3.250 rpm.

Seu ruído atrapalha conversar a bordo, mas não incomoda tanto quanto o dos antigos motores de quatro cilindros, pois estes novos modelos emitem um som mais grave e não estridente.

A direção ainda é pesada, quando comparada aos veículos que contam com sistema totalmente elétrico. Ruim para manobras de estacionamento, mas firme em velocidades maiores.

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DSCN5679Consumo – Apesar do moderno motor, o Sandero GT Line ficou com avaliação “B” no Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Em sua etiquetagem, a versão obteve, na cidade, 8,9/12,9 km/l e, na estrada, 9,1/13,1 km/l, com etanol e gasolina respectivamente.

Nossa avaliação foi feita apenas com etanol. Em estradas conseguimos médias um pouco melhores, pois atingimos até 15 km/l, dirigindo de forma econômica e dentro das velocidades máximas das vias. Já circulando em cidade, a diferença foi pequena, pois não passamos de 9 km/l. O tanque comporta 50 litros, o que garante uma boa autonomia.

Espaço interno é um dos grandes trunfos do modelo. Quatro pessoas andam com folga e uma quinta com relativo conforto, pois sua largura é maior que da maioria dos seus concorrentes. Seu porta-malas de 320 litros também é dos mais amplos na categoria, comportando muita bagagem para um hatch.

O encosto do banco traseiro não é bipartido e isto é um problema, pois não permite levar pessoas quando a bagagem exigir bascular o mesmo.

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DSCN5664Mercado – Depois do Kwid, o Sandero é o modelo mais vendido da Renault. Pelos dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em 2018 foram emplacadas 67.320 unidades do Kwid contra 52.401 do Sandero, sétima e décima primeira posições entre os comerciais leves.

Nos primeiro trimestre deste ano, o Kwid ocupa a 6ª posição, com 16.662 emplacamentos, e o Sandero está em 14º, com 11.588 unidades vendidas.

O Sandero GT Line 1.0 12V cumpre o papel de esportivo apenas no visual, mas pode agradar em cheio quem quer comprar um carro de entrada e não passar despercebido. Ele tem todos os equipamentos de série que as pessoas mais procuram nesta categoria.

Ele traz, por exemplo, o sistema multimídia que, na unidade avaliada ainda não espelhava smartphones mas, segundo comunicado feito pela Renault na semana passada, o sistema recebeu atualização e já conta com esse recurso nos carros montados a partir daquela data.

DSCN5695Para quem quer um carro com bom espaço interno, desempenho e economia de um motor 1.0 de três cilindros e ainda chamar atenção por onde passa, o GT Line é uma opção diferenciada no segmento.

*Colaborador

DSCN5582Fotos: Amintas Vidal

Novo Jeep Wrangler chega ao mercado brasileiro

Da Redação

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaO novo Jeep Wrangler chega ao mercado brasileiro combinando sua história – com origem no pioneiro Jeep Willys MB de 1941 – com sua capacidade off-road, design Jeep, motorizações mais avançadas e eficientes, comportamento melhorado no asfalto e uma série de recursos de segurança e tecnologia.

Produzido na fábrica original da Jeep, em Toledo, Ohio (EUA), a nova geração do Jeep Wrangler está disponível na versão de acabamento Sahara em duas carrocerias, de duas e quatro portas (Unlimited), sempre com capota rígida removível e dividida em três partes.

Esta última, com mais espaço interno e praticidade para o dia a dia, conta, ainda, com o pacote de acabamento Overland, que inclui rodas com desenho diferente e capota e capa do estepe na cor da carroceria – as peças são pretas na versão menor.

Os preços sugeridos são de R$ 259,99 mil (2 portas) e R$ 274,99 mil (4 portas).

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaInédita no País, a versão Rubicon está prevista para o próximo semestre, com todos os diferenciais que o tornam mais apto para o fora de estrada.

Vale ressaltar que, segundo a Jeep, todo Wrangler já nasce com o selo Trail Rated, que comprova seu potencial off-road, ao atender as exigências da marca em cinco quesitos: tração, distância do solo, articulação, manobrabilidade e capacidade de submersão.

O Jeep Wrangler 2019 reforça sua capacidade off-road graças a dois sistemas 4×4 avançados e, pela primeira vez na história do Wrangler, uma caixa de transferência de duas velocidades com tração integral permanente e uma relação reduzida de 2,72:1 na versão Sahara.

Chamada de Selec-Trac, essa nova caixa de transferência é intuitiva e permite que o condutor o configure e esqueça, enquanto a força é constantemente entregue às rodas dianteiras e traseiras.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaEntretanto, continuam existindo as posições específicas para off-road, com a tração 4×4 dividida igualmente entre os dois eixos e a 4×4 reduzida. Tudo sempre selecionado pela alavanca posicionada ao lado da alavanca de câmbio.

No Wrangler Rubicon, o sistema Rock-Trac 4×4 terá eixos Dana 44 de última geração e alto desempenho com relação reduzida de 4:1.

Os outros recursos exclusivos dessa versão serão: diferenciais de bloqueio eletrônico Tru-Lok, barra estabilizadora dianteira com desconexão eletrônica, suspensão 5 cm mais alta, pneus lameiros BF Goodrich de 33 polegadas e mais proteção sob a carroceria.

Design – O novo design exterior do Wrangler traz linha de cintura mais baixa e janelas maiores para melhor visibilidade externa, especialmente nas trilhas.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaA equipe de design do Jeep deu à lendária grade de sete fendas um olhar atualizado que agora mostra as duas fendas nas pontas se cruzando com os faróis, homenageando os Jeep CJ (como o CJ-5 feito no Brasil entre 1957 e 1982).

A parte superior da grade foi suavemente inclinada para melhorar a aerodinâmica. Também são novos os faróis de LED e as luzes de neblina. As luzes diurnas formam um aura em torno do perímetro exterior dos faróis e as setas de direção em LED estão posicionados na frente dos para-lamas trapezoidais.

Na traseira, as tradicionais lanternas quadradas são de LED.

A inclinação do para-brisa foi otimizada para melhorar a aerodinâmica e possui um novo design de quatro parafusos na parte superior da moldura para permitir que ele possa ser rebatido mais facilmente.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaUma nova barra transversal dianteira agora conecta as colunas A e permanece no lugar mesmo quando o para-brisa é dobrado. Dessa forma, o espelho retrovisor central permaneça no lugar.

As novas e mais leves portas de alumínio de alta resistência têm um detalhe funcional: na dobradiça está impresso o tamanho da ferramenta necessária para remover as portas.

Como novidade, todos os Wrangler apresentam barras esportivas coloridas, soldadas à carroceria e com alças integradas. O modelo pode ter todo o teto removido ou apenas os dois painéis frontais Freedom acima do motorista e passageiro.

De acordo com a Jeep, as peças estão mais leves e é possível até retirar somente a que fica sobre o condutor.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaMotor – O novo motor 2.0 turbo (gasolina) do Wrangler, de 4 cilindros em linha e injeção direta, oferece 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque.

Juntamente com um novo câmbio automático de 8 marchas (três a mais que antes), seu torque supera o do propulsor da geração anterior, o Pentastar V6.

A maior eficiência energética é auxiliada, ainda, pelo sistema Stop/Start e até pela assistência da direção, que agora é eletro-hidráulica.

Esse novo motor tem turbocompressor twin-scroll (fluxo duplo) de baixa inércia com uma válvula waste-gate de atuação eletrônica para melhorar a resposta e o desempenho, mesmo em terrenos difíceis.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaO turbo é montado diretamente no cabeçote para melhorar a durabilidade. Um circuito de refrigeração dedicado reduz a temperatura do ar de admissão, do corpo do acelerador e do turbo.

A injeção direta, juntamente ao turbo, permite combustão mais eficiente e um maior desempenho, com sistema common-rail de alta pressão (2.900 psi). Essas altas pressões produzem melhor pulverização do combustível e entrega de combustível mais precisa, dando mais rendimento.

O novo câmbio de oito marchas entrega melhor desempenho em trilhas off-road e mais suavidade no asfalto. Um conjunto com dois níveis de overdrive melhoram a economia de combustível em rodovia, gerando reduções em ruído, vibração e aspereza (NVH).

Multimídia – Pela primeira vez, o Wrangler oferece a quarta geração do conjunto multimídia Uconnect, com tela de toque de 8,4 polegadas. O novo sistema inclui recursos fáceis de usar, potência de processamento aprimorada, tempos de inicialização mais rápidos e gráficos de alta resolução, informou a Jeep.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaAlém disso, oferece sistema de navegação GPS próprio e conectividade com os sistemas Apple Car Play e Android Auto.

Outra exclusividade do Uconnect no Wrangler são as Off-Road Pages. Essas telas passam informações importantes como os graus de inclinação lateral e longitudinal do veículo, o modo de tração selecionado, o grau de esterço da direção, as coordenadas geográficas, altitude em relação ao nível do mar, entre outras.

À frente do motorista, salta aos olhos a tela colorida de 7 polegadas no centro do quadro de instrumentos, com inúmeras possibilidades de configuração. Nesse visor, também podem ser selecionadas muitas das informações do monitor central do sistema multimídia.

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaSegurança – O Wrangler conta com quatro airbags (sendo dois frontais e dois laterais), controles de tração, de estabilidade (ESC) e oscilação da carroceria (ERM), assistente de partida em rampa (HSA), assistente de descida (HDC), monitoramento de pontos cegos (BSM), coluna de direção ajustável em altura e profundidade, freios a disco nas quatro rodas com ABS, pontos Isofix para fixação de assentos infantis, monitoramento de pressão dos pneus, repetidores de direção nos retrovisores, nivelamento automático dos faróis, câmera traseira com linhas dinâmicas, sensores traseiros de estacionamento, sistema de entrada e partida sem chave, entre outros.

Todas as versões têm de série interior lavável e durável, com plugues de drenagem para fácil limpeza.

All-new 2018 Jeep® Wrangler Sahara

All-new 2018 Jeep® Wrangler SaharaFotos: FCA US LLC / Divulgação

Vendas de veículos usados crescem 1,61% no 1º trimestre de 2019

Da Redação

As transações de veículos usados apresentaram crescimento de 1,61% no primeiro trimestre, ante iguais meses de 2018, de acordo com o levantamento realizado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Elas somaram, neste ano, 3.310.171 unidades, contra 3.257.768 unidades, de janeiro a março de 2018.

Em março deste ano, as transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), totalizaram 1.036.579 unidades, contra 1.115.817 em fevereiro, refletindo em retração de 7,10%.

Na comparação com o mês de março de 2018, que registrou 1.135.935 unidades, o resultado geral de transações de usados apresentou queda de 8,75%.

Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, as vendas, em março, somaram 770.343 unidades, 7,69% abaixo dos 834.521 veículos vendidos em fevereiro.

Em relação a março de 2018, houve retração de 9,28% no mercado de usados. No acumulado de janeiro a março deste ano, as vendas totais dos segmentos foram de 2.479.330 veículos, alta de 0,78%, ante idêntico período do ano passado.

Do total de automóveis e comerciais leves negociados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 10,86% do total de março e 10,3% do acumulado do ano.

Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, o desempenho deste mercado reflete as expectativas que observamos no mercado de veículos novos.

“Este mercado é, basicamente, composto por consumidores não corporativos, ou seja, pessoas físicas. Justamente este público, encontra-se em compasso de espera, na expectativa do resultado das reformas e tem buscado mais crédito para o pagamento de contas”, explicou o presidente.

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Tabela: Fenabrave / Divulgação