Audi A4 e A5, linha 2022, estarão nas concessionárias em abril

Da Redação

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A Audi do Brasil confirmou a chegada dos novos A4 Sedan e A5 Sportback no Brasil nas próximas semanas. Os modelos ganharam atualizações em sua motorização e estarão disponíveis nas concessionárias no início de abril.

“Os modelos A4 e A5 fazem parte da renovação de portfólio realizada nos últimos anos e são dois dos veículos mais desejados das quatro argolas. Os modelos atendem diferentes públicos mantendo a esportividade e o design arrojado característicos da marca. Ambos conseguem aliar elegância e versatilidade, para continuar sua trajetória de sucesso no País”, avaliou Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

Os novos A4 Sedan e A5 Sportback 2022 chegam ao Brasil com nova motorização. O motor 2.0 TFSI, que equipa os modelos, passa a contar com nova potência em seu conjunto.

Os modelos entregam 204 cv de potência e torque de 320 Nm entre 1.450 e 4.475 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,3 segundos e velocidade máxima é de 210 km/h, limitada eletronicamente.

Audi A4 Sedan

Na versão de entrada, o novo Audi A4 Prestige passa a contar com Audi Virtual Cockpit de 12,3 polegadas, pacote de luzes ambiente posicionados estrategicamente no modelo e novo desenho de rodas, de 18 polegadas, exclusivo.

Na versão S line, pacote de luzes customizáveis com 30 cores, volante base reta e rodas Audi Sport aro 19 polegadas aparecem com destaque entre as mudanças.

Já no novo Audi A5 Sportback, além das rodas de 19 polegadas, kit exterior S line e pacote de luzes customizáveis completam as atualizações do modelos.

Tanto A4 Sedan quanto A5 Sportback possuem também como opcional a versão Black Package com detalhes do exterior em preto brilhante, revestimento do teto em preto e retrovisor externo em preto.

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No pacote especial, o Audi A4 Sedan também ganha um novo design de rodas.

O novo Audi A4 chega com nova grade Singleframe e novo conjunto ótico. As linhas horizontais enfatizam a largura na frente e traseira do sedan médio.

A vista lateral tem como destaque os contornos sobressalentes acima das rodas e pela linha inferior marcando o entre-eixos.

Os faróis de LED são itens de série no Audi A4 com a tecnologia Matrix LED com farol alto automático como opcional na versão de topo.

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O novo desenho apresentado no conjunto ótico do sedan mantém as características dos modelos de topo, com pequenos pontos de LED formando a assinatura presente tanto nos faróis quanto nas lanternas.

No interior, o centro do painel de instrumentos conta com o Audi MMI Plus, levemente inclinado em direção ao motorista. A tela sensível ao toque apresenta a mesma linguagem vista no mais recente lançamento Audi A3, com o MMI Touch no centro de controle do novo sistema operacional.

A experiência é semelhante ao uso de um smartphone e as informações são projetadas na tela de alta resolução com 10,1 polegadas ao lado.

O Audi A4 chega às concessionárias em duas versões: Prestige e S line.

A versão Prestige traz como itens de série a tecnologia keyless go, entradas USB para os passageiros do banco traseiro, volante em couro multifuncional com shifts paddles, rodas de liga-leve de 18 polegadas, câmera de ré, sistema de monitoramento da pressão de pneus. Como opcional desta versão existe apenas o teto solar elétrico.

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Já a versão S line agrega ar-condicionado automático de três zonas, bancos dianteiros esportivos e eletricamente ajustáveis, controle de cruzeiro adaptativo, teto solar elétrico, kit exterior S line, aviso de saída de faixa, faróis Full LED, rádio MMI plus com sistema de navegação e o Virtual Cockpit Plus, com tela de 12,3 polegadas e resolução full HD localizada atrás do volante multifuncional com opção de três visualizações.

A versão ainda conta com spoiler traseiro em carbono, faróis Matrix HD com apresentação de luzes e sistema de som Bang & Olufsen como opcionais disponíveis.

O Audi A4 Sedan está disponível nas concessionárias a partir de R$ 294,99 mil.

Assim como o modelo A4 Sedan, o novo A5 Sportback conta com o eficiente sistema de assistência elétrica, composto por uma bateria de íons de lítio e um alternador de correia (BAS) em um sistema elétrico primário de 12 volts.

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Com ele, o veículo pode se deslocar em velocidades entre 55 e 160 km/h com o motor desligado e, em seguida, o BAS reinicia o propulsor rápida e confortavelmente. O sistema start-stop começa a funcionar a partir de 22 km/h.

Direção, transmissão e gestão do motor estão igualmente integradas no Audi Drive Select, com possibilidade de cinco modos de direção: automatic, efficiency, comfort, dynamic e individual.

O Audi A5 Sportback conta com alguns elementos introduzidos a partir da nova linguagem de design da Audi, como a grade frontal Singleframe mais larga e saídas de ventilação acima da grade que foram inspiradas no clássico Audi Sport quattro de 1984.

Como nas gerações anteriores, a musculatura no capô o diferencia de outros modelos da marca ao agregar um aspecto de força e esportividade.

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Na traseira o modelo apresenta mudanças com ponteiras de escape trapezoidais e uma nova assinatura ótica marcada pelas lanternas traseiras de LED com setas dinâmicas.

Na dianteira, o para-choque possui uma lâmina na borda inferior que liga as entradas de ar, ainda maiores. Mas é o novo conjunto ótico que chama toda a atenção: a nova versão recebe os faróis LED Matrix de série.

Além de mais eficiente e dinâmica, esta tecnologia agrega segurança ao direcionar o facho de luz de modo que não atrapalhe os veículos vindos na direção contrária.

No interior as linhas horizontais são tão marcantes como o novo display sensível ao toque MMI, que funciona como o ponto focal do painel de instrumentos e está ligeiramente inclinado em direção ao motorista.

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Fotos: Audi / Divulgação

Nele as informações são projetadas na tela de alta resolução com 10,1 polegadas. Os gráficos são minimalistas e a estrutura do menu é intuitiva e planejada para toda a linha de veículos da marca. Conta com pacote de luzes customizáveis com 30 cores que destaca o espaçoso interior e também é série no modelo.

O modelo ainda conta com o Audi Virtual Cockpit Plus de 12,3 polegadas, com três modos de apresentações diferentes, posicionado logo atrás do volante multifuncional. As rodas são de liga-leve de 19 polegadas.

O novo Audi A5 Sportback traz diversas novidades tecnológicas dentre seus equipamentos. Além dos já citados faróis dianteiros LED Matrix de série, o modelo possui também teto solar elétrico panorâmico, ar-condicionado de três zonas e volante esportivo multifuncional com shift paddles e base aplanada como itens de série.

O A5 Sportback é comercializado a partir de R$ 351,99 mil na versão S line.

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Subaru Forester e Subaru XV agora contam com versões híbridas

Da Redação

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O Subaru Forester e o Subaru XV são líderes de vendas da marca no País e são importados com exclusividade pela Caoa para o Brasil.

Agora, os dois modelos passam a contar com sistema e-BOXER, que combina as ações do motor boxer, a tração 4×4 Symmetrical AWD e a assistência de um motor elétrico introduzido em sua transmissão.

Estes dois modelos também contam com o sistema de condução inteligente SI-Drive, que foi customizado para o e-BOXER, para melhor aproveitar os benefícios do motor elétrico.

No Modo S, o motor elétrico é ativado mais cedo durante a aceleração enquanto mantém os RPMs mais altos do motor boxer para uma melhor resposta de aceleração, tornando a direção em estradas sinuosas mais conveniente e agradável.

Subaru XVSubaru XV

Ainda no Modo S, os níveis da relação do motor elétrico são exibidos no visor multifuncional para que o motorista possa visualizar seu funcionamento.

Os modelos são designados como Mild Hybrid Vehicle (MHEV) em que o motor a combustão é a principal fonte de energia, com a bateria e o motor elétrico auxiliando em certas situações de direção, como no momento que o veículo está estático e inicia sua movimentação.

Utilizado nos dois modelos, o motor elétrico resulta em maior desempenho de potência do que os números do motor à combustão isoladamente e melhora também nos índices de eficiência energética.

Especialmente durante a condução com carga leve e partindo de uma parada, o motor elétrico se destaca proporcionando uma aceleração mais forte e agradável.

Subaru Forester

Além disso, o motor elétrico é relativamente pequeno e leve, o que o torna mais econômico em termos de consumo de combustível. Este motor elétrico utilizado no e-BOXER gera uma potência máxima de 12,3 kW e torque de 66 Nm.

Os SUVs Forester e-BOXER e XV e-BOXER herdam o desempenho do centro de gravidade baixo e AWD simétrico especificamente balanceado.

Para manter esta característica, o motor elétrico é colocado próximo ao centro de gravidade do veículo, enquanto a bateria e outros componentes são dispostos acima do eixo traseiro, obtendo um centro de gravidade mais baixo e uma distribuição de peso dianteiro / traseiro mais equilibrada do que o modelo a gasolina.

O motor elétrico acoplado na caixa de transmissão ajudou a implementar a tecnologia e-BOXER, sem ter que mudar o layout estrutural básico do trem de força Symmetrical AWD.

Subaru Forester

Este motor permite dirigir em modo EV em baixas velocidades e fornece assistência motriz em velocidades médias, ajudando a melhorar a eficiência de combustível, permanecendo um veículo divertido de dirigir.

O motor boxer e o motor elétrico geram potência para a condução. A relação de divisão da potência depende da abertura do acelerador e do nível de carga da bateria de alta tensão, e ao dirigir em altas velocidades onde a eficiência do motor é excelente, o motor elétrico é desligado.

Já o motor boxer (combustão) é desativado durante a marcha lenta para economizar combustível. Quando o pedal do freio é liberado, o motor elétrico permite que o veículo se movimente para a frente em baixas velocidades.

O motor boxer será ativado conforme demanda, em resposta a fatores como necessidade de maior velocidade, uso do ar condicionado e o nível de carga da bateria.

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A regeneração da bateria de íons de Lítio acontece quando o veículo desacelera ou quando o pedal do freio é pressionado. Pode também ser recarregada pelo motor elétrico quando este não estiver auxiliando o deslocamento do veículo.

A utilização do sistema e-BOXER garantiu ganhos expressivos para o Subaru XV, segundo a Caoa. Entre os dados informados ao Inmetro, por exemplo, o XV e-BOXER atingiu uma melhora de 19% no consumo urbano, o que irá garantir uma grande mudança em sua classificação, passando de D para A, em sua categoria.

O Forester e-BOXER recebeu mudanças em sua dianteira e passou a contar com faróis redesenhados com um estilo mais agudo. O para-choque dianteiro ganhou uma pequena área em relevo, abaixo do farol, garantindo um ar mais esportivo e jovial ao design frontal, além de salientar o desenho da moldura que contempla os faróis de neblina.

O grande destaque fica para a nova grade com o reposicionamento do tradicional logo das seis estrelas.

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O Forester conta com a motorização boxer 2.0 litros aspirada de 150 CV e 20 kgfm com injeção direta de combustível. Agora, com a introdução do motor elétrico, ele ganhou mais 16% em eficiência energética, informou a Caoa.

Também entre os dados informados ao Inmetro, o Forester e-BOXER atingiu uma melhora de 11% no consumo urbano, garantindo sua classificação na categoria como A.

Outra tecnologia para atingir os melhores níveis de eficiência foi a introdução da Active Grill Shutter. A grade dianteira com controle abre ou fecha automaticamente suas aletas mudando sua configuração, em função da velocidade do veículo e da temperatura do liquido de arrefecimento do motor, além de ser um importante componente aerodinâmico.

Outra importante mudança no Forester é a quarta geração do EyeSight. O sistema utiliza câmeras com um campo de visão significativamente maior, além de um novo software de reconhecimento de imagem. O desempenho da assistência à frenagem também evoluiu, e os dados internos que fornecem suporte para evitar colisões foram ampliados.

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Nesta nova versão as seguintes funções foram aprimoradas, de acordo com a Caoa: frenagem de pré-colisão, controle de cruzeiro adaptativo, centralização na faixa de rodagem, alerta de saída de faixa, além da adição da direção autônoma de emergência, responsáveis por tornar a condução ainda mais segura e agradável.

O Forester e-BOXER conta com o Sistema de Monitoramento do Motorista que verifica o comportamento do condutor para alertar fadiga excessiva e falta de atenção.

Também permite o reconhecimento facial de até 5 condutores, ajustando automaticamente as configurações individuais das posições do banco, dos espelhos externos, do ar-condicionado e do computador de bordo.

O Subaru Forester 2.0 e-BOXER já está sendo comercializado com preço de R$ 223,90 mil, enquanto o Subaru XV 2.0 e-BOXER chega ao Brasil com preços a partir de R$ 193,90 mil.

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Subaru XVFotos: Caoa / Subaru / Divulgação

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Pulse Abarth chega no último trimestre

Da Redação

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A Fiat anunciou a volta de sua marca esportiva Abarth ao Brasil. Em um movimento inédito em seus 73 anos de história, a marca do escorpião retorna ao País na forma de um SUV.

“Nosso planejamento visa a implementação da marca Abarth, e não apenas o lançamento de um novo produto. A Abarth é esportiva na sua essência, é excitante, provocante. É essa combinação que vai gerar valor tanto para a Abarth quanto para a própria Fiat”, afirmou Herlander Zola, vice-presidente sênior da Fiat para América do Sul (Brand e Comercial).

Desenvolvido no Brasil e com produção nacional, o primeiro produto da marca será o Pulse Abarth, previsto para chegar no último trimestre do ano. Com ele virá uma série de iniciativas para implantar a marca no País.

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O executivo destacou a primeira delas. “Nesta segunda-feira entra no ar a plataforma digital que criamos para nos aproximar deste cliente apaixonado por performance. Ao se cadastrar nela, ele vai começar a receber informações exclusivas sobre a marca e sobre o Pulse Abarth ao longo dos próximos meses, até que o modelo seja lançado oficialmente”.

O interessado pode acessar a plataforma por meio do link abarth.fiat.com.br

Outra medida diz respeito à rede de concessionárias Fiat, que terá lojas especializadas na venda de Abarth, com identidade visual exclusiva e que contará com vendedores especialmente treinados para um atendimento dedicado.

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A história da marca intimamente ligada a competições também poderá ser conferida no Brasil, que este ano vai abrigar a Fórmula 4, equipada com motores Abarth.

“É um privilégio participar deste momento da marca Abarth, que certamente vai proporcionar experiências extraordinárias para os nossos clientes e para todos os apaixonados por velocidade e esportividade”, concluiu.

A Abarth já teve dois modelos vendidos no país. Em 2002 foi o Stilo. A versão mais potente do hatch era equipada com um motor cinco cilindros, 2.4 litros, 167 cv de potência e 22,8 kgfm de torque.

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Sua velocidade máxima era de 212 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 8,4 segundos.

Já em 2014 foi a vez do 500 Abarth que, ainda mais rápido, fazia de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos. O compacto era equipado com o propulsor 1.4 Multiair 16 V Turbo com 167 cv e 23 kgfm.

O design também trazia referência à esportividade da marca, com 16 elementos espalhados pela carroceria e interior do modelo, compondo linhas e contornos exclusivos.

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Além disso, contava com duplo escapamento cromado, exclusivos faróis e rodas de liga leve de 16 polegadas, faixas laterais nas cores vermelho, branco e preto e capa dos retrovisores externos acompanhando a mesma cor da faixa.

Agora, a história ganha um novo capítulo com o Fiat Pulse Abarth. A Stellantis ainda não revelou qual a motorização que será utilizada no SUV esportivo.

É esperado o novo motor 1.3 turbo flex, de até 185 cv, já utilizado no Renegade, no Compass e na Toro. Porém, pode ser que a marca esteja preparando alguma surpresa nesse sentido.

unnamed(1)Fotos: Stellantis / Abarth / Divulgação

Foi no Big Brother Brasil, na prova Bate-Volta deste domingo (13), que a Fiat revelou o Pulse Abarth, um de seus lançamentos programados para 2022.

A marca confirmou, também, que o grande vencedor desta edição do programa irá levar o veículo mais apimentado da marca para casa.

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Mais confortável e requintado, Honda City 2022 subiu o sarrafo

Sedan chega ao mercado com a difícil missão de conquistar compradores do Civic

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 11/03/2022)

A Honda está passando por uma profunda transformação, a maior desde que começou a produzir no Brasil. De uma só vez, ela tirou de linha três produtos nacionais: o sedan Civic, o monovolume Fit e o crossover WR-V.

O novo Honda City sedan chegou para iniciar o processo de renovação, seguido pelo City hatch, inédito no Brasil, modelo que veio para substituir o Fit.

A nova geração do utilitário esportivo HR-V chegará para completar a gama produzida localmente. Alguns modelos descontinuados poderão receber substitutos importados.

Nestes meses de transição, a Honda continua mantendo a tradicional oitava posição entre os automóveis, porém, seu percentual de participação caiu até dois pontos, de 7 para 5%.

Mas, a novidade já está mostrando resultados: o Honda City, que fechou o ano passado como o 47º modelo mais emplacado do mercado, este ano foi o 28º em janeiro e o 15º em fevereiro, sendo o modelo mais vendido da marca mês passado, registrando 2.326 unidades, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o New City Touring 2022 para avaliação, versão de topo de linha do modelo. No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 123,10 mil, apenas na cor branca sólida. As cores metálicas acrescem R$ 1,70 mil e, a branca perolizada, R$ 2,00 mil

Os equipamentos diferenciados da versão Touring são: ar-condicionado digital e automático com ventilação para os ocupantes traseiros; multimídia de 8 polegadas com espelhamento sem fio para smartphones; painel de instrumentos parcialmente digital com tela TFT de 7 polegadas de alta resolução; chave presencial com função de destravamento e travamento das portas por sensor de aproximação, abertura do porta-malas, abertura e fechamento dos vidros e partida do motor pelo controle remoto e revestimento dos bancos em material sintético que imita couro na cor preta ou em cinza claro.

Em segurança, a versão Turing é muito bem equipada. Os destaques são: comutação automática do farol alto e baixo; controle de cruzeiro adaptativo; alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência; detecção das faixas de rodagem com centralização automática da direção; 6 airbags (frontais, laterais e de cortina); freios com sistemas ABS e EBD; controles de estabilidade e tração; alerta de pressão dos pneus; assistente de partidas em aclive; lembrete de afivelamento dos cintos dianteiros e traseiros; câmera de ré multivisão com linhas dinâmicas (três vistas) e câmera no retrovisor do lado direito para redução de ponto cego.

Motor e Câmbio – O motor do Honda City continua sendo 1.5, aspirado e com 4 cilindros. Porém, ele é novo e evoluiu em arquitetura e recursos. Ganhou comando de válvulas duplo, injeção direta de combustível e coletor de admissão variável.

Agora, ao adotar tuchos hidráulicos, não é necessária a dispendiosa regulagem periódica das válvulas, tecnologia muito bem vinda ao modelo.

E este motor ficou mais potente 11 cv, desenvolvendo 126 cv às 6.200 rpm, com ambos os combustíveis. Em torque, o ganho foi mínimo, 0,5/0,3 kgmf, atingindo 15,8/15,5 kgmf às 4.600 rpm, com etanol ou gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático CVT com conversor de torque. Programado com 7 relações para simular marchas convencionais, ele permite comutação manual das mesmas por meio das aletas atrás do volante. O sistema pode ser bloqueado no modo manual para permitir uma condução mais esportiva.

Segundo a Honda, a plataforma do novo City evoluiu em materiais empregados e em seus processos de montagem. Chapas de resistências elevadas e novas tecnologias de soldas e colagens entre elas garantem melhor absorção de impactos em caso de colisões e, ao mesmo tempo, menor peso de todo o conjunto.

No mais, as dimensões do monobloco quase não se alteraram. A distância entre-eixos, medida mais influente no espaço interno do carro, principalmente no banco traseiro, perdeu um centímetro, de 2,60 metros para 2,59 metros.

A nova carroceria foi responsável por pequenas alterações de tamanho do novo Honda City. Em comprimento, ele está 9 cm maior, com 4,54 metros. Na largura, foram 5 cm de ganho, ficando com 1,74 metro. Já em altura, ele está mais baixo 2 cm, registrando 1,46 metro.

O porta-malas tem bons 519 litros, porém, 17 litros a menos do que na geração anterior, assim como o tanque de combustíveis que, agora, comporta 44 litros, 2 litros a menos.

Design – Externamente, o design do novo City assumiu de vez o perfil clássico de sedan, capô alongado e paralelo ao chão. Os vincos laterais estão altos, passam sobre as maçanetas e correm de fora a fora, igualmente na horizontal.

A frente ganhou a régua cromada mais larga que passa sobre os faróis, estilo bem parecido ao do descontinuado Civic. A traseira é a parte mais acertada. As lanternas horizontais são proporcionais e o desenho das luzes de posicionamento dá continuidade aos vincos laterais, descrevendo uma assinatura marcante que contorna toda a peça e confere dinamismo ao conjunto.

Internamente, as mudanças foram mais profundas. Tanto em design, como na qualidade e aparência dos materiais empregados, o novo City subiu o sarrafo.

Mesmo sem painéis emborrachados, todas as peças em plástico rígido têm texturas que agradam visualmente e ao tato. As áreas revestidas são macias ao toque e, com a padronização clara, o interior ficou bem sofisticado.

Bancos, apoios de braços das portas e centrais, a base do painel principal e as laterais do console central receberam essa cobertura sem economia por parte da Honda, inclusive nas portas traseiras, área negligenciada, até mesmo, em alguns carros de marcas premium.

Além deste cuidado com os materiais, todas as partes internas foram redesenhadas. O painel adotou linhas horizontais e ficou destacado do console central, recurso que deixou o interior mais arejado e atual.

Os apoios de braço das portas ficaram generosos e deixaram os comandos elétricos mais à mão. Os bancos ganharam novo desenho, com volumes mais destacados, aprimorando o apoio do corpo.

A ergonomia continua correta. Na cabine do City, quatro adultos têm amplo espaço para suas cabeças, ombros e pernas. O quinto passageiro tem encosto e assento mais estreito, elevado, não tão confortável quanto nas posições principais do banco traseiro, mas o espaço é razoável e o piso é quase plano, permitindo acomodar bem uma criança em viagens ou um adulto em deslocamentos mais curtos.

Multimídia e Tecnologias – Todos os equipamentos de bordo contam com botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. O multimídia tem uma tela de 8 polegadas, modesta para os padrões atuais, mas seu funcionamento é muito eficiente em sensibilidade ao toque e na velocidade de processamento.

Espelhando o celular, o sistema foi rápido ao usarmos o Android Auto, pois a conexão sem fio era ativada assim que entrávamos no carro e todos os recursos funcionaram sem falhas.

A qualidade sonora é ótima, mesmo sem contar com preparação por marca especializada em áudio. O som é distribuído por 8 autofalantes de 20W, garantindo equilíbrio de frequências e percepção espacial na emissão.

O ar-condicionado de zona única melhorou em usabilidade em relação ao do antigo City, sistema que era operado 100% por toques na tela. Agora, os botões físicos retornaram ao equipamento permitindo o uso cego, o mais seguro.

As saídas de ar são grandes e fáceis de serem reguladas, mas a intensidade do fluxo não é muito elevada, ampliando o tempo necessário para resfriar a cabine em dias mais quentes, mesmo este sistema contando com saídas traseiras igualmente bem dimensionadas. As graduações da temperatura são reguláveis de meio em meio grau e a sua manutenção é bastante estável.

O painel de instrumentos tem uma solução interessante. O velocímetro é analógico e o conta-giros é digital. O marcador digital copia perfeitamente o analógico. Quando se liga o carro, os dois ponteiros varem a área de marcação em sincronia e, em princípio, parece que todo o conjunto é digital.

Porém, no centro deste conta-giros aparecem as páginas do computador de bordo e, ao mostrá-las, o ponteiro fica apenas sobre os números que indicam as rotações.

Botões no lado esquerdo do volante comutam essas páginas que trazem informações múltiplas e em caracteres organizados e visíveis. Ainda neste lado, som e telefonia são controlados.

Sistema Semiautônomo – O lado direito é todo dedicado aos sistemas de condução semiautônoma. Comandado apenas por uma câmera, sem o tradicional radar existente nos carros concorrentes, ele funciona com igual segurança, mas, de forma um pouco menos sutil.

As faixas são identificadas e as correções de trajetória são feitas rapidamente e com precisão. A adaptação da velocidade e a manutenção da distância em relação aos veículos a frente são eficientes, porém, a retomada de velocidade é feita de forma mais intensa, chegando a assustar nas primeiras vezes, até que se acostume com o equipamento.

O sistema adaptativo não para o carro por completo. Em semáforos, por exemplo, ele é desativado antes de chegar aos veículos imobilizados, obrigando ao motorista assumir essa função, programação que não é a ideal.

Este conjunto conta com o alerta de colisão eminente e a frenagem de emergência. Em nossa opinião, o recurso mais importante entre essas tecnologias de auxílio à condução. O segundo sistema mais relevante é o detector de veículos no ponto cego. E este não está presente no City.

Mas, o sedan traz uma câmera sob o retrovisor externo direito que mostra na tela do multimídia toda essa área lateral quando a seta é acionada para este lado. Também é possível ativar essa câmera em um botão localizado na extremidade da alavanca satélite esquerda, recurso complementar em manobras de estacionamento, por exemplo.

Mesmo útil, nem este, nem os sistemas similares existentes em outras marcas substituem o alerta de ponto cego convencional, pois ele utiliza alarme e luzes, é mais rápido e funciona sem desviar a atenção do condutor, a forma mais intuitiva e segura de ampliar a atenção ao tráfego periférico.

A direção elétrica tem um acerto muito correto em todas as situações. Ela é leve em manobras de estacionamento, sem exagero, e tem peso adequado para ser segura em velocidades variadas, sem cansar na condução em estradas sinuosas.

Além da câmera lateral, a câmera traseira oferece três ângulos de visão, facilitando bastante as manobras em marcha à ré. A imagem em grande angular é a mais útil, pois permite visualizar o tráfego nas laterais da traseira, aumentando muito a segurança em saídas de vagas perpendiculares, principalmente em um sedan, veículo com o porta-malas destacado.

Rodando – Os acertos das suspensões, motor e câmbio, assim como os materiais de isolamento acústico e de vibrações, elevaram o conforto de marcha, o desempenho e a eficiência energética do novo City em relação à geração anterior.

O conjunto de amortecedores e molas apresenta calibração mais rígida e confere estabilidade direcional ao City. Mesmo com essa calibração, conseguem isolar o modelo das imperfeições do solo e entregam conforto satisfatoriamente.

Este equilíbrio é difícil em carros compactos, mais leves e suscetíveis às oscilações horizontais quando as cargas destes dispositivos são mais elevadas.

Os grandes balanços, dianteiro e traseiro, contribuem na diminuição da frequência de trabalho das suspensões, atenuando o incomodo causado por este movimento comum aos carros mais estáveis.

Mas, nem tudo são flores. Estes mesmos prolongamentos além dos eixos prejudicam a transposição de obstáculos. O City é um típico sedan, baixo em relação ao solo.

Ao passar rápido sobre lombadas, a parte inferior do seu para-choque dianteiro toca no piso, assim como em entradas e saídas de rampas mais inclinadas.

Dentro das vantagens desta pouca altura está a ótima aerodinâmica, que sobressai. Em estradas, a carroceria do City não acusa dificuldades para romper a resistência do ar, algo percebido em seu fácil deslocamento e no baixo ruído proveniente desta ação.

O isolamento acústico, também faz a sua parte, pois o barulho do atrito dos pneus pouco é ouvido em seu interior, tornando o modelo muito silencioso em rodovias.

Aparentemente, o conjunto motor e câmbio aproveita todo o potencial que ambos podem entregar. As relações de trabalho deixam o carro solto, aproveitando ao máximo o deslocamento por inércia.

No plano, e em condições ideais, aos 90 km/h é possível deixar o motor aos 1.600 rpm. E aos 110 km/h, ele pode não passar dos 2.000 rpm. São regimes baixíssimos para ambas as velocidades. Além do conforto acústico, o consumo de combustível é bem reduzido.

Motor aspirado, câmbio CVT e acoplamento por conversor de torque não é o trio ideal. Quando aceleramos para ganhar velocidade rapidamente, o câmbio reduz as relações para o motor alcançar a faixa de rotação em que ele atinge o maior torque. No caso, em elevadas 4.600 rpm.

Até chegar a este regime, o conversor desliza um pouco, deixando o giro do motor subir rapidamente, mas, ao preço de muito incômodo sonoro e pouca tração, característica comum aos câmbios CVT que é potencializada por motores aspirados e equipados com 16 válvulas, como este do City.

Usar as aletas para comutar as marchas ameniza este comportamento. Mesmo em “D” (Drive), este recurso faz o câmbio trabalhar com as sete relações pré-programadas, assemelhando-se aos sistemas automáticos convencionais.

Com a alavanca de câmbio em “S” (Sport), as trocas ficam permanentemente em manual, e só são trocadas automaticamente se a rotação do motor atinge o regime máximo de segurança (6.200 rpm) ou são reduzidas para o motor não morrer, caso o condutor não faça as trocas.

Neste caso de aceleração total, o City tem um ótimo desempenho, acima do esperado para um sedan compacto familiar.

Consumo – A grande virtude do City é o baixo consumo de combustível. Nos testes padronizados que fizemos com ele, circulamos sempre com gasolina no tanque.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta, o City registrou 20,5 km/l. Na mais rápida, 19 km/l.

No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5 e 50 segundos e vencemos 152 metros de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito.

Nessas condições, o City atingiu a média de 10,7 km/l. Se ele fosse equipado com o sistema stop/start, o resultado seria ainda melhor.

Todos os automóveis no Brasil tiveram seus preços muito elevados nos últimos três anos. Alguns dobraram de preço. Com o City não foi diferente. Hoje, ele custa o equivalente a um Honda Civic em 2019.

Por ser compacto, o novo City não substitui o Civic, um médio. Mas, ele foi aprimorado em acabamento, estrutura e equipamentos, tornando-se uma boa opção às versões de entrada do Civic que não serão importadas para o Brasil.

Se o sedan médio retornar mesmo, virá em sua versão mais cara, provavelmente, com tecnologia híbrida.

Fotos: Amintas Vidal

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Volkswagen ID.Buzz, a nova Kombi elétrica, é lançado

Da Redação

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Uma Kombi para o futuro. E agora elétrica. A Volkswagen Commercial Vehicles e a Volkswagen Passenger Cars apresentaram, hoje, os novos ID. Buzz e ID. Buzz Cargo, primeira linha de veículo multiuso e van totalmente elétrica da Europa, oferecendo mais uma solução para a mobilidade sustentável e livre de CO2.

O ID. Buzz vem com o mais recente ID. software e estabelece novos padrões em seu segmento com novíssimos sistemas e funções para segurança, conforto e carregamento.

“O ID. Buzz é um ícone genuíno da era elétrica. Um carro que só a Volkswagen pode construir. Na década de 1950, a Kombi representava uma nova sensação de liberdade automotiva, independência e grande emoção. O ID. Buzz carrega esse estilo de vida e o transfere para o nosso tempo: livre de emissões, sustentável, totalmente conectado e agora pronto para o próximo grande capítulo, a direção autônoma. Com este carro, estamos reunindo os temas centrais da nossa estratégia ACCELERATE em um produto pela primeira vez”, disse Ralf Brandstätter, Presidente e CEO da marca Volkswagen.

Totalmente elétricos, ID. Buzz e ID. Buzz Cargo se baseiam na primeira geração da Kombi original, a T1, e resgatam um dos maiores ícones do design automotivo para a era da mobilidade elétrica.

O ID. Buzz também é neutro em emissões de carbono durante o ciclo de vida, desde a fabricação até o transporte. Além disso, o uso de um alto percentual de materiais reciclados e a não-utilização de couro no interior do veículo completam a estratégia sustentável que a Volkswagen implementa com os novos modelos.

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As novas versões da icônica Kombi chegarão ao mercado inicialmente em alguns países europeus em setembro deste ano. As vendas antecipadas devem começar em maio. As unidades europeias serão equipadas com uma bateria de 77 kWh.

Ela fornece corrente para um motor elétrico de 204 cv, que movimenta o eixo traseiro. A potência de carga, utilizando corrente alternada (AC) é de 11 kW. Com uma tomada CCS, numa estação de carga rápida de corrente contínua (DC), a potência de carga aumenta para até 170 kW.

Carregada dessa maneira, o nível da bateria sobe de 5% para 80% em cerca de 30 minutos. Como acontece com todos os modelos da família ID. da Volkswagen, os novos ID. Buzz e ID. Buzz Cargo são tecnicamente baseados na plataforma modular elétrica (MEB) do Grupo Volkswagen.

Os sistemas de assistência da nova linha de modelos proporcionam facilidade de condução e segurança. O ID. Buzz e o ID. Buzz Cargo trazem sistema de alerta local Car2X, que utiliza sinais de outros veículos e da infraestrutura de transporte para detectar perigos em tempo real.

Outros itens presentes são Front Assist e Lane Assist. Com o novo software, novas funções de assistência também estão a caminho. Uma delas é o “Travel Assist com Swarm data”, que facilita a condução parcialmente autônoma em toda a faixa de velocidade e, pela primeira vez, a mudança de faixa assistida na estrada.

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Outra novidade é a função de memória para estacionamento autônomo em um ambiente salvo anteriormente.

“O ID. Buzz tem uma grande dose de charme e traz a afinidade com as pessoas de volta à estrada”, disse Jozef Kaba?, Head de Design da marca Volkswagen. Tais proporções que tornam o ID. Buzz tão único.

O time de design criou uma conexão direta com o veículo clássico original: “Na Kombi T1 (primeira geração), você fica sentado praticamente em cima do eixo dianteiro, não há um balanço dianteiro. O ID. Buzz tem balanços incrivelmente curtos, garantindo tudo o que é importante para a segurança e tecnologia.”

Falando apenas em números, isso é ressaltado pela relação entre o comprimento de 4,71 metros e a distância entre-eixos de 2,98 metros. No caso da T1, a primeira Kombi, o design sempre seguiu a função.

A forma segue a função (este princípio central da construção automotiva) também se aplica ao design do ID. Buzz. Nela, as formas icônicas e limpas são acompanhadas por uma aerodinâmica excepcional: o ID. Buzz tem um coeficiente de arrasto de apenas 0,285, e o ID. Buzz Cargo, 0,29. Isso reduz o consumo de energia e amplia a autonomia.

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Os motoristas e passageiros do ID. Buzz experimentam a sensação da nova Kombi num interior concebido como um espaço aberto. Os dois veículos oferecem um espaço interno grande para sua pegada de veículo compacto.

O interior acomoda bem cinco pessoas, que dispõem de amplo espaço para viajar e para levar suas bagagens (com até 1.121 litros de capacidade). Se a segunda fileira de bancos for rebatida, a capacidade de carga sobe para até 2.205 litros.

Configurações com seis e sete lugares e distância entre eixos maior virão em médio prazo. Enquanto isso, três bancos na dianteira (alternativamente dois) e uma divisória fixa separando o espaço de carga são itens diferenciados da configuração do ID. Buzz Cargo.

Os novos modelos ID. Buzz e ID. Buzz Cargo estão sendo produzidos pela Volkswagen Commercial Vehicles em Hannover, na Alemanha. Desde 2022, essa fábrica tem sido uma das instalações de alta tecnologia do grupo para a produção de veículos totalmente elétricos.

Nela, a produção do ID. Buzz atinge, em algumas partes, um nível de automação de até 90%. Paralelamente à transformação da fábrica, a força de trabalho também está dando um grande passo para o futuro, já que muitos perfis de funções estão mudando: através de medidas para treinamento, os trabalhadores estão adquirindo o know-how necessário para lidar com o novo hardware e software dos ID. Buzz e da Multivan com sistema de propulsão híbrido plug-in também feito em Hannover.

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Coincidentemente, o ID. Buzz não é a primeira versão da Kombi com sistema de propulsão elétrica. Há 50 anos, a Volkswagen já mostrava, na Hannover Trade Fair, uma Kombi T2 (segunda geração) impulsionada por um motor elétrico montado na parte traseira.

O alcance máximo de 85 km, porém, mostrava que a tecnologia de baterias desse projeto de curta duração ainda estava muito longe de ser adequada para o uso prático.

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Ford Ranger FX4 já está disponível nas concessionárias

Da Redação

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A Ford ampliou, recentemente, a linha Ranger com as versões Black e Storm. Agora, lança a Ranger FX4, nova opção da picape inspirada na mesma receita.

Ela foi feita, de acordo com a fabricante, para os consumidores que querem uma picape off-road robusta e exclusiva sem abrir mão do requinte e conforto de uma topo de linha e começa a ser vendida hoje nas concessionárias da marca.

A FX4 dá sequência à estratégia de ampliação e diversificação da Ranger, com opções desenvolvidas para atender diferentes perfis de clientes, a chamada subsegmentação do mercado.

“A Ford é líder mundial em picapes, este é o nosso território, e estamos usando esse legado para ampliar a base de consumidores da Ranger com novas opções dentro do portfólio”, disse Marcel Bueno, diretor de marketing da Ford América do Sul.

“O comportamento do consumidor está mudando e identificamos clientes que não estavam totalmente atendidos pelos veículos existentes no mercado. Foi assim que nasceu a Ranger FX4.”, completou.

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A linha 2023 da Ranger traz também outras novidades. Todos os modelos (XL, XLS, Black, Storm, FX4, XLT, e Limited) vêm com um novo sistema de controle de emissões que atende as exigências do Proconve 7, sem perda de potência e desempenho do motor.

A Ford Ranger conta hoje com versões voltadas para o trabalho (XL), para uso misto (XLS) e para uso pessoal (Black, Storm, XLT e Limited). Este último grupo se subdivide em dois perfis de clientes: os que buscam sofisticação (Black, XLT e Limited) ou aventura (Storm).

“A Ranger Storm atende o cliente que quer robustez e estilo para uso off-road, sem se incomodar em abrir mão de alguns equipamentos para ter um custo-benefício melhor. Após o seu lançamento, identificamos que existe também um cliente com o mesmo perfil aventureiro, mas que exige mais requinte, tecnologia e conforto. Foi para ele que nós desenvolvemos a Ranger FX4”, disse Antonio Freitas, gerente de marketing de Picapes da Ford.

O nome FX4 começou a ser usado pela Ford no começo dos anos 2000 para identificar o pacote off-road de suas picapes, formado pela junção de Ford e 4×4. Com o tempo, ele passou a identificar também versões com atributos especiais de desempenho e estilo.

A Ranger FX4 é uma picape superesportiva, equipada e elegante, feita para o cliente que busca sofisticação e alto nível de capacidade para suas aventuras off-road.

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Ela vem com o motor mais forte da linha, o Duratorq 3.2 turbodiesel com potência de 200 cv e torque de 47,9 kgfm, transmissão automática, direção elétrica, tração 4×4 e diferencial traseiro blocante.

O novo sistema de redução de poluentes que equipa todos os modelos da Ranger 2023 reduz significativamente as emissões de óxido de nitrogênio, ultrapassando em mais de 70% as exigências legais do Proconve 7, além de duplicar o intervalo entre as regenerações do filtro de partículas.

Ele protege o meio ambiente sem perda de potência e torque do motor, com uso do reagente líquido Arla 32, que é facilmente encontrado nas concessionárias Ford e postos de combustível.

Abastecido em um tanque com capacidade de 20 litros, permite rodar de 10.000 a 14.000 km em condições normais, com custo de menos de R$0,01 por quilômetro rodado.

O sistema aprimorado de suspensão da Ranger FX4, igual ao da versão Storm, é outro diferencial que contribui para o comportamento dinâmico e dirigibilidade da picape, seja vazia ou carregada e em diferentes condições de terreno.

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O seu conjunto de segurança inclui sete airbags, sistema AdvanceTrac com controle eletrônico de estabilidade e tração, controle anticapotamento e adaptativo de carga, assistente de partida em rampas, controle automático em descidas, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro.

Entre os itens de conforto, a picape oferece ar-condicionado digital de dupla zona, banco do motorista com ajuste lombar e elétrico, sensor de chuva, painel com duas telas de LCD, central multimídia SYNC com tela de 8 polegadas, acesso a Android Auto e Apple CarPlay e assistente de fechamento da tampa da caçamba.

Como toda a linha Ranger, a FX4 conta ainda com o sistema de conectividade FordPass Connect, com comandos e informações remotas do veículo pelo celular.

Com ele é possível dar partida remota e climatizar a cabine, conferir a autonomia, o odômetro e pressão dos pneus, travar e destravar portas, receber alertas de alarme e de funcionamento e localizar a picape, além de agendar serviços nas concessionárias da marca e acessar o manual do proprietário.

O estilo da FX4 é marcado por cores de destaque em preto que valorizam a esportividade, combinando partes foscas e brilhantes na dose certa para criar um design elegante e exclusivo.

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“A FX4 se destaca também pelo que ela não tem. Ou seja, não traz cromados, rodas diamantadas ou detalhes na cor do carro, porque é uma receita diferente do luxo tradicional. É uma versão aventureira que valoriza a esportividade e a elegância com um pacote exclusivo”, explicou Ricardo Sugimoto, supervisor de design da Ford.

A grade dianteira com desenho exclusivo traz o logotipo oval da marca em destaque no centro.

Assim como a parte central inferior do para-choque, ela tem acabamento em preto brilhante, e se conecta aos faróis com máscara escura formando um conjunto harmonioso. Os faróis full-LED com projetores são exclusivos da versão.

A traseira exibe um distintivo vermelho FX4 em alto relevo e o nome Ranger em letras grandes totalmente em preto. As lanternas têm máscara escurecida. O para-choque traseiro, assim como os retrovisores e maçanetas, são em preto brilhante.

O santantônio tubular, exclusivo e funcional, dispõe de pontos de ancoragem para amarração de equipamentos. Na lateral, os alargadores de paralama em preto fosco são projetados para enfrentar batidas de pedras no off-road.

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A faixa cinza na região inferior das portas, logo acima dos estribos tipo plataforma, é complementada pela assinatura FX4 em vermelho.

As rodas de 18 polegadas têm visual exclusivo e são calçadas com pneus Pirelli Scorpion 265/60 R18 All Terrain (50% on-road e 50% off-road).

Quem quiser enfrentar trilhas mais pesadas pode optar pelas rodas de 17 polegadas com pneus 265/65 R17 All Terrain Plus da versão Storm, por um custo adicional de R$ 2,00 mil.

Como acessórios, a Ranger FX4 oferece um snorkel desenhado especialmente para ela, que aumenta a margem de segurança na travessia de lâminas d’água, com profundidade de até 800 mm.

Há, também, caixas organizadoras da caçamba com 42 litros e chave, muito úteis para transportar pequenos equipamentos e compras.

FordRangerFX4-5Fotos: Ford / Divulgação

O interior da nova picape, igualmente exclusivo, inclui bancos de couro premium com costuras vermelhas e o emblema FX4 em relevo nos encostos.

O mesmo acabamento é visto na alavanca do câmbio e no descansa-braço central. Outro detalhe que chama a atenção é o aplique com acabamento escuro brilhante no painel em frente ao passageiro, no volante e nas molduras das maçanetas internas.

A Ranger FX4 chega por R$ 288,99 mil, mesmo preço da versão XLT, já com a redução do IPI (- 2%), para que o consumidor possa optar pelos dois modelos de acordo com a sua necessidade.

Ela é disponível em seis cores selecionadas, com tonalidades de tendência, como vermelho Toscana e vermelho Bari, e outras mais tradicionais: prata Geada, branco Ártico, preto Gales e cinza Moscou.

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BMW i3 ganha série limitada, já disponível no Brasil

Da Redação

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O BMW i3, lançado no Brasil em 2014, segue como o carro elétrico mais eficiente energeticamente do Brasil, fato atestado pelo Inmetro, segundo a fabricante.

E carros a frente do seu tempo são historicamente colecionáveis. O que falar então do BMW i3 Unique Forever? Limitado a 30 unidades, o modelo chega ao Brasil como uma opção de carro de coleção 0 km.

Dentre os diferenciais da versão, estão a cor da carroceria, que vem no tom exclusivo cinza Storm Bay, grade frontal bicolor e elementos de design E-Copper.

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Por dentro, o i3 está mais sofisticado. As novidades ficam para os bancos com o emblema Unique Forever nos encostos de cabeça e pela plaqueta One of 2000, que evidência a tiragem limitada do modelo a 2.000 unidades em todo o mundo.

O conjunto motriz é o mesmo do BMW i3 120Ah. A unidade elétrica BMW eDrive é capaz de gerar 125kW (170 cv) e 250Nm de torque instantâneo; a transmissão é automática continuamente variável, a tração traseira, e as baterias de alta voltagem de íons de lítio, tem capacidade de armazenamento de energia de 120 Ah/42,2 kWh.

Nesta configuração, os i3 Unique Forever alcança até 310 quilômetros de autonomia no ciclo WLTP e 335 quilômetros de autonomia no ciclo NEDC, acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 150 km/h.

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Os destaques do i3 Unique Forever ficam por conta dos faróis full-LED, do teto solar elétrico em cristal, das rodas de liga leve JetBlack de 20 polegadas e dos freios a discos ventilados com ABS.

O pacote tecnológico do compacto premium traz os sistemas Comfort Access e Driving Assistant Plus. O primeiro trava e destrava as portas com a simples aproximação da chave, incluindo a tampa do porta-malas; enquanto o segundo informa, por meio de alertas visuais e sonoros, situações de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal.

Por dentro, chamam a atenção o painel de instrumentos digital, o acabamento, o revestimento de couro e os recursos do BMW ConnectedDrive.

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Entre eles, destacam-se a Chamada de Emergência Inteligente, função responsável por acionar os serviços de auxílio ao usuário em caso de colisão; o BMW Teleservices, dispositivo capaz de monitorar e informar o proprietário do veículo sobre a necessidade de manutenção de determinados componentes do veículo; e os Serviços Remotos, que permite a utilização de algumas funcionalidades do veículo remotamente por meio de smartphones Android e iOS.

Nos modelos elétricos, o BMW ConnectedDrive indica os pontos de recarga para veículos (de utilização pública) disponíveis em shoppings, postos, supermercados, restaurantes e hotéis.

Ainda é possível visualizar no mapa a autonomia do veículo elétrico, que considera o histórico de consumo, a informação de trânsito e a topografia do terreno para definir se haverá necessidade de recarga durante o percurso.

29210120-2O pacote de itens inclui, ainda, conectividade bluetooth, porta USB, e seis airbags (duplos frontais, laterais dianteiros e tipo cortina dianteiros e traseiros).

O BMW i3 Unique Forever já está à venda nas concessionárias da BMW do Brasil por R$ 353,95 mil e vem de fábrica com um carregador portátil, além do BMW Wallbox em cortesia, e garantia de dois anos sem limite de quilometragem.

E_3-RihVIAAItLxFotos: BMW Group / Divulgação

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Renault anuncia produção de um novo motor 1.0 turbo no Brasil

Da Redação

O Renault Group anunciou, hoje, a produção de uma nova plataforma CMF-B, da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, e um novo motor 1.0 turbo no Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR). Um novo SUV será produzido nesta plataforma.

“A decisão de localizar a moderna plataforma CMF-B no Brasil visa oferecer na América Latina o mesmo nível de conteúdo e qualidade que oferecemos mundialmente”, afirmou José Vicente De Los Mozos, EVP Industrial Renault Group.

A plataforma CMF-B permite a chegada de novos produtos no futuro bem como uma eventual eletrificação.

O anúncio foi feito hoje ao governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, pelo presidente da Renault América Latina, Luiz Fernando Pedrucci, e pelo presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gondo.

“Esta decisão demonstra o início da fase Renovation do nosso plano estratégico Renaulution na América Latina. Seguimos trabalhando para a aprovação de outros produtos para os demais países da latam onde temos fabricação”, afirmou Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault América Latina.

“A chegada da moderna plataforma CMF-B, juntamente com um novo motor 1.0 turbo dão continuidade à nossa estratégia de reforçar nossa presença em segmentos mais altos do mercado, coerente com o plano estratégico Renaulution”, explicou Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil.

Após um ciclo de R$ 1,1 bilhão anunciado exatamente há um ano, a Renault do Brasil realizou o lançamento do novo Captur com novo motor turbo TCe 1.3 Flex, Kwid 2023, da nova Master 2023 e do Duster com novo motor turbo TCe 1.3 Flex, além do lançamento do Zoe E-TECH Electric, em abril de 2021, e a confirmação da comercialização do Kwid E-TECH Electric, ainda este ano no Brasil.

A conclusão deste ciclo de investimento acontecerá no primeiro semestre deste ano com mais um lançamento.

Vale destacar que a aprovação do acordo coletivo com o Sindicato dos Metalúrgicos da grande Curitiba (SMC) e os colaboradores em 2020, trouxe previsibilidade e flexibilidade, fundamentais para a aprovação desta nova plataforma, do novo SUV e do novo motor 1.0 turbo. O acordo tem duração de quatro anos (2020-2024).

A marca segue com a aplicação do plano estratégico mundial Renaulution, que prevê a mudança da estratégia do Renault Group de volumes para valor, que entra na fase Renovation com a chegada de novos produtos. 

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Honda NC 750X 2022 tem design renovado

Agora em duas versões, motocicleta passa a contar com opções do câmbio manual e da transmissão DCT

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 04/03/2022)

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Há uma década a Honda NC é sinônimo de inovação e sucesso, um verdadeiro novo conceito de motocicleta explicitado pela sigla escolhida, NC, derivada de New Concept.

Lançada no Brasil em 2012, o modelo estreou aqui pouquíssimo tempo após ter chegado ao mercado europeu.

Cá como lá atraiu grande atenção por causa de aspectos peculiares e inovadores, como o motor bicilíndrico de torque abundante e grande economia, cuja arquitetura com cilindros inclinados 62º à frente facilitou a criação de um compartimento localizado onde geralmente está o reservatório de combustível e capaz de abrigar um capacete integral.

A posição de pilotagem confortável oferecida pelo guidão largo, banco amplo e suspensões adequadas a um grande espectro de utilizações, se aliaram à segurança dos freios ABS tornando a Honda NC 750X uma campeã em versatilidade: motocicleta à vontade em uso urbano, rodoviário e até mesmo em escapadas por vias sem pavimentação.

Ao longo dos anos a Honda NC 750X foi sendo lapidada, recebendo um upgrade no motor que passou dos 670cc da versão inicial para 745cc em 2015.

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No ano seguinte, mais atualizações de caráter estético e técnico foram aplicadas ao modelo, como suspensões de maior curso, iluminação por LED, novo painel e ampliação do compartimento de 21 para 22 litros.

Agora, a NC 750X 2022 é alvo de uma profunda e importante atualização, que todavia não alterou o caráter original, mas sim exalta as reconhecidas qualidades da genuína crossover.

À versão com câmbio convencional se soma a NC 750X DCT, dotada de transmissão de dupla embreagem, já presente na scooter X-ADV, na grã-turismo GL 1800 Gold Wing e em versões da Honda CRF 1100L Africa Twin.

Mudanças – Entre as principais alterações das NC 750X para 2022 está a elevação do regime de rotação máxima do motor em 500 rpm, possibilitado graças ao redesenho do sistema de admissão/exaustão e comando de válvulas.

Relações mais curtas na 1ª, 2ª e 3ª marchas e mais longas na 4ª, 5ª e 6º marchas visaram melhoria na performance. Na NC 750X a carga no manete de embreagem diminuiu em 20% graças a aperfeiçoamentos na embreagem deslizante, o que favoreceu a pilotagem urbana em trajetos truncados, feitos em baixa velocidade.

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O sistema de acelerador eletrônico TBW (Throttle By Wire), possibilitou introduzir três modos de condução que alteram o caráter do motor e cuja seleção e controle se dá através de seletor no punho esquerdo e painel: são eles Rain, Standard, e Sport, assim como o modo User, que permite personalização dos parâmetros.

No modo Sport a entrega de potência e o freio-motor são mais agressivos, com baixa atuação do sistema HSTC e, quando disponível, o DCT estará em modo 4.

Em Rain a entrega da potência fica menos agressiva assim como freio-motor. A intervenção do HSTC é alta e o DCT fica em nível 1.

O modo Standard oferece um ponto intermediário entre entrega de potência, efeito de freio-motor e nível de atuação do HSTC, com DCT em 2.

Ao selecionar User a personalização dos parâmetros de acordo com as preferências do condutor é possível.

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Importante, também, foi a redução de 6 kg no peso total da motocicleta graças a um novo quadro e melhorias no motor e parte ciclística. O sistema HSTC (Honda Selectable Torque Control), é outra novidade, destinada a limitar perdas de aderência do pneu traseiro, podendo ser ajustado em três níveis ou ser desligado.

Inédita no Brasil, a NC 750X DCT permite optar entre trocas de marchas plenamente automáticas ou atuar na seleção das marchas com os dedos através de comandos instalados no punho esquerdo.

No design, a NC 750X ganhou novo conjunto ótico dianteiro e uma rabeta reestilizada com nova lanterna e indicadores de direção. O compartimento situado entre guidão e banco foi redesenhado internamente e ganhou ainda mais espaço.

A distância do banco em relação ao solo foi reduzida em 30 mm enquanto o para-brisa reprojetado oferece mais proteção. O novo painel LCD possibilita melhor visualização e controle dos dados.

Motor e Câmbio – O motor bicilíndrico paralelo da NC750X e NC 750X DCT é dotado de arrefecimento líquido e cabeçote SOHC de 8 válvulas, projeto que privilegia baixas e médias rotações, com curso dos pistões relativamente longo, câmaras de combustão de formato especial e virabrequim de elevada massa de inércia, o que permite torque elevado desde as mais baixas rotações.

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A característica de ter os cilindros inclinados 62º a frente favorece um centro de gravidade baixo e, por consequência, melhor estabilidade, no que também ajudou a redução de 1,2 kg no peso do motor.

Em ambas as versões da NC 750X estão disponíveis o acelerador eletrônico TBW, os modos de condução selecionáveis e o controle de tração HSTC.

Com a introdução do acelerador eletrônico, ajustes no comando de válvulas a melhorias no escape, a potência do bicilíndrico subiu a 58,6 cv a 6.750 rpm. O torque máximo de 7,03 kgf.m surge a 4.750 rpm.

O câmbio de ambas versões, convencional ou DCT, tem as três primeiras marchas encurtadas visando maior poder de aceleração, enquanto as três últimas marchas foram alongadas para melhoria do consumo.

Dois eixos de equilíbrio se encarregam de mitigar vibrações do motor, que oferece pulsação característica graças ao virabrequim de 270º e intervalos de ignição irregulares.

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A embreagem deslizante da NC 750X atua para diminuir a tendência ao bloqueio da roda traseira em reduções de marcha mais rápidas. A carga para acionamento do manete ficou 20% menor em relação a versão anterior.

A ponteira de escape, de formato pentagonal e baixo peso, usa duas câmaras unidas por um tubo de ligação, que age como câmara de ressonância para criar uma sonoridade profunda e distinta. O catalisador de estrutura dupla mantém o índice de emissão de gases nocivos ao meio ambiente baixo assim como a emissão de ruídos.

O motor da NC750X é capaz de oferecer grande autonomia graças ao tanque de 14,1 litros situado no centro do quadro, sob o banco do condutor, posicionamento que contribui para a maneabilidade.

Tecnologia do câmbio DCT permite uma condução suave e confortável

A tecnologia DCT, exclusiva da Honda no mundo das motos, está em seu décimo segundo ano de produção. Na Europa, maior mercado do sistema DCT, cerca de 60% dos clientes escolheram tal opção para a NC750X, segundo a Honda.

A confiabilidade e facilidade de uso do DCT é consenso. Tanto subir quanto reduzir marchas, seja em opção automática como agindo nos seletores do punho esquerdo, resulta suave e precisa.

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O câmbio DCT usa duas embreagens, uma que serve 1ª, 3ª e 5ª marcha; a outra 2ª, 4ª e 6ª. Cada grupo de marchas, pares e ímpares, tem eixo-piloto e embreagem exclusiva.

Cada embreagem tem circuito eletro-hidráulico individual. Quando ocorre uma mudança o sistema pré-seleciona a mudança seguinte através do sistema de embreagem que não está ativo. Depois, a primeira embreagem é desengrenada eletronicamente, ao mesmo tempo em que a segunda embreagem acopla.

O resultado é uma condução suave e confortável, com mudanças rápidas e fluidas. Como as duas embreagens transferem a potência de uma mudança para a mudança seguinte com um mínimo de interrupção de tração à roda traseira, interferências decorrentes de trancos na transmissão que poderiam afetar a estabilidade são mínimas.

Como benefício extra a transmissão DCT oferece maior durabilidade (é impossível danificar o câmbio por erro na troca de marcha) e impossibilidade de levar a rotação do motor a níveis excessivos.

A utilização do câmbio DCT em condução urbana resulta em menor cansaço do condutor, que sem necessidade de comandar as trocas de marcha, pode se concentrar em outros aspectos da pilotagem.

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O Controle Adaptativo da Capacidade da Embreagem é uma funcionalidade da NC750X DCT que realiza a gestão do torque no par de embreagens, o que resulta em grande suavidade durante a ação de abrir ou fechar o acelerador.

Painel – Também o painel de instrumentos LCD colorido é novo e permite gerenciar os modos de condução por meio do botão de seleção no punho esquerdo do guidão.

Os piscas traseiros agora tem uma função de emergência, a ESS (Emergency Stop Signal): em velocidade superior a 53 km/h, uma frenagem intensa que provoque desaceleração de no mínimo 6,0 m/s2 fará piscar as luzes de emergência, alertando os condutores que seguem.

Caso o ABS entre em funcionamento na frenagem em pavimento molhado, o valor de desaceleração mínimo para a entrada do ESS em funcionamento decresce para 2,5 m/s2.

A chave de ignição é dotada de sistema imobilizador da Honda (HISS). Se as identidades do chip embutido na chave e o da ECU (Electronic Control Unit) não corresponderem, o motor não poderá ser ligado.

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O quadro tubular em aço tipo Diamond foi alvo de reformulação cuidadosa. Ao utilizar tubos de espessura e peso variáveis, foi possível reduzir o peso do quadro em 1,8 kg em relação ao modelo anterior, assim como reorganizar o posicionamento da bateria e caixa do filtro do ar, trabalho que reduziu 1,2 kg no peso.

Os dados fundamentais da geometria do chassi são 27º para o ângulo de cáster, 110 mm para o trail, e distância entre eixos de 1.525 mm (1.535mm na versão DCT). A distribuição do peso entre a dianteira e a traseira é de 48% — 52%.

O peso em ordem de marcha é de apenas 214 kg (224 kg na versão com DCT), 6 kg mais leve que na NC 750X anterior. A distância do banco ao solo agora é de 802 mm de altura, 30 mm mais baixo.

Suspensão e Freios – A suspensão dianteira de 41 mm de diâmetro e 120 mm de curso usa o sistema SDBV (Showa Dual Bending Valve), garantia de eficiência e reduzida manutenção.

A pequena alteração no curso da suspensão dianteira permitiu reduzir a altura do banco sem prejuízo ao comportamento dinâmico. A suspensão traseira Pro-Link possibilita regulagem da pré-carga da mola e proporciona 120 mm de curso.

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Quanto ao sistema de freios, o disco tipo wave de 320 mm com cáliper de dois pistões oferece frenagem potente e modulável, complementada pelo disco traseiro, também tipo wave, com 240 mm e pinça de pistão simples.

O sistema ABS de dois canais tem peso reduzido e proporciona segurança superior em frenagem em superfícies molhadas e escorregadias.

Rodas de alumínio fundido, à frente de 17 x 3,50 polegadas e atrás com 17 x 4,50 polegadas usam pneus de 120/70 ZR17 e 160/60 ZR17, respectivamente. As válvulas de alumínio forjado em forma de “L” facilitam a verificação da pressão.

A Honda NC 750X e NC 750X DCT 2022 têm garantia de três anos, sem limite de quilometragem, além do Honda Assistance (assistência 24 horas) durante o período que durar a garantia.

A Honda NC 750X dotada de câmbio convencional tem previsão de chegada às concessionárias de todo o Brasil a partir desse mês e preço sugerido de R$ 49,70 mil, base Distrito Federal, que não inclui despesas com frete ou seguro.

A Honda NC 750X DCT tem previsão de chegada às concessionárias de todo o Brasil a partir de abril, e o preço sugerido será anunciado em breve.

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Fotos: Honda / Divulgação

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Ford anuncia a chegada da Ranger FX4 ao Brasil

Da Redação

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A Ford anunciou o lançamento da Ranger FX4, nova versão da picape que chega em breve ao mercado para ampliar as opções da linha.

Como o nome sugere, trata-se de um veículo de vocação aventureira, com visual exclusivo e perfil off-road, que se diferencia também pelos equipamentos e pela esportividade e requinte no acabamento.

O interior traz bancos com revestimento em material sintético que imita o couro, costuras vermelhas e o logotipo FX4 estampado nos encostos, de aparência refinada e esportiva.

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Como toda a linha Ranger, a FX4 vem com o sistema de conectividade FordPass que permite vários comandos remotos pelo celular, como partida, climatização, travamento e destravamento de portas e localização, além de alertas de alarme e de funcionamento do veículo.

A picape é equipada com o motor Duratorq 3.2 de 200 cv e 470 Nm. Ela vem com santantônio funcional, faróis full-LED com máscara negra integrados à grade dianteira exclusiva, alargadores de paralamas e detalhes nas laterais que destacam a sua personalidade.

A Ford comunicou que mais informações sobre o modelo serão divulgadas brevemente.

ranger_fx4_traseira-1160x653Fotos: Ford / Divulgação

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