Confirmado para o Brasil, BMW i4 é revelado

Da Redação

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Confirmado para o Brasil, o BMW i4 foi revelado, hoje, na Conferência Anual do BMW Group.

“Com sua aparência esportiva, melhor dinâmica de condução e emissões locais zero, o BMW i4 é um BMW de verdade. Isso faz com que o coração da marca BMW agora bata totalmente elétrico”, afirmou Pieter Nota, membro do Conselho de Administração da BMW AG responsável por Clientes, Marcas e Vendas.

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O BMW i4 é um Gran Coupé de 4 portas totalmente elétrico e chegará ao mercado durante o ano de 2021, incluindo um modelo BMW M Performance.

A linha do modelo BMW i4 estará disponível em diferentes versões, abrangendo autonomias de até 590 km (WLTP) e até 300 milhas* (EPA).

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Com uma potência de até 390 kW/530 cv, o BMW i4 pode acelerar de zero a 100 km/h em cerca de 4 segundos, informou a fabricante alemã

De acordo com a BMW, detalhes completos do BMW i4 serão divulgados oportunamente.

Fotos: BMW Group / Divulgação

*estimativa preliminar do fabricante, não são valores oficiais da EPA

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Suzuki lança linha 2022 do Jimny

Da Redação

A Suzuki lançou a linha 2022 do seu modelo Jimny, que apresenta algumas atualizações. Ao todo, são quatro versões: 4Work, 4All, 4Sport e 4Sport Forest.

As versões 4Sport e 4Sport Forest ganharam novas rodas revestidas na cor grafite, um novo skid plate, peça que compõe a parte interior do para-choques dianteiro, que também recebeu uma nova pintura em preto.

Ambas as versões também passam a trazer um novo acabamento em grafite na parte inferior da tampa do porta-malas e um novo friso lateral. Por dentro, novos acabamentos no painel central pintados na cor da carroceria completam as novidades.    

Todas as versões da linha Jimny 2022 passam a contar com aviso de alerta caso o cinto de segurança não esteja devidamente afivelado. Por último, a versão 4ALL ganhou um novo tecido que reveste os bancos

No sistema 4×4, a mudança da tração é feita com um simples toque no botão. No total, são 15 combinações de marcha: 2WD para uso urbano com tração traseira, 4WD com tração nas quatro rodas e 4WD-L que dobra o torque e permite enfrentar diversos obstáculos off-road com tração 4×4 com reduzida. O Jimny tem altura livre do solo de 200 mm, ângulo de entrada de até 45° e de saída até 51º.

A versão de entrada, 4Work, traz, além da tração nas quatro rodas com a mudança através de botão, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e bluetooth.

As quatro versões trazem debaixo do capô um motor em alumínio 1.3 (DOHC) a gasolina, com 16 válvulas, 4 cilindros em linha, 85 cv de potência a 6.000 rpm com torque máximo de 11.2 kgfm a 4.100 rpm, injeção multiponto sequencial e transmissão manual de cinco marchas.

A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox garantem confiabilidade para toda a vida útil do veículo.Graças ao chassi heavy duty, que garante maior robustez e durabilidade, o modelo tem, apenas, 1.060 Kg.

O sistema 4×4 tem roda livre pneumática com caixa de transferência sincronizada e gerenciamento eletrônico. Com isso, é possível fazer a mudança de tração com apenas um toque no botão, que fica localizado facilmente no painel. É possível realizar as mudanças entre os modos 2WD e 4WD em velocidades de até 100 km/h.

As suspensões, dianteira e traseira, utilizam molas helicoidais sobre eixo rígido, que garantem reduzido custo de manutenção e aumentam a longevidade do veículo.

O Jimny possui barras de proteção lateral, para maior segurança dos passageiros, e o motorista ainda dispõe de coluna de direção retrátil em caso de colisão. Os cintos são de três pontos e encostos de cabeça ajustáveis para todos os ocupantes.

Os freios a disco na dianteira possuem as pinças em posição mais elevada. Assim, facilitam a transposição em trechos alagados, ao trazer eficiência de frenagem com o escoamento de água, e evitam retenção de terra ou lama. Na traseira, o freio a tambor com válvula sensível a carga (LSVB) traz controle de frenagem e direção mais eficiente. A direção é hidráulica progressiva.

O Suzuki Jimny é fabricado no Brasil, na planta da HPE Automotores instalada em Catalão, GO. São três anos de garantia e o modelo tem revisão programada com preço fixo.

Fotos: HPE Automotores / Suzuki / Divulgação

Versões e Preços:

Jimny 4Work – R$ 100.99 mil

Jimny 4All – R$ 104,990 mil

Jimny 4Sport – R$ 112,99 mil

Jimny 4Sport Forest – R$ 119,99 mil

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Toyota apresenta novo Corolla Cross

Modelo chega ao mercado para encarar o Jeep Compass, líder do segmento de utilitários esportivos médios

 José Oswaldo Costa*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 12/03/2021)

A Toyota do Brasil lançou, ontem à noite, o novo Corolla Cross, modelo que chega ao mercado com a difícil missão de encarar o líder do segmento de utilitários esportivos médios, o Jeep Compass.

Segundo a Toyota, para criar o Corolla Cross, o engenheiro-chefe, DaizoKameyama, fez questão de manter a essência do Corolla, ou seja, garantir que seja um veículo que atenda às necessidades dos clientes: “Queria um carro que fosse bom do ponto de vista do consumidor e não apenas do ponto de vista da engenharia. Isso porque acredito que todos devemos nos colocar no lugar do cliente para fazer um bom produto”.

A própria fabricante conceitua o Corolla Cross como um “SUV de conceito urbano”. Ou seja, no quesito off-road, ele não vai encarar o Jeep Compass em suas versões 4×4 com motor turbodiesel.

Não somente pela vocação para a cidade, mas também, pelo preço. A versão mais cara do modelo da Toyota (XRX) será cerca de R$ 10 mil mais barata do que a do Compass diesel “de entrada”, a versão Longitude.

Ainda assim, a empreitada será árdua. Com o início das operações da fábrica de motores da Stellantis em Betim (MG), em breve o Jeep Compass (e outros modelos do grupo) contará com um motor 1.3 turbo, de 180 cv, para substituir os atual propulsor flex utilizado.

Por outro lado, a Toyota aposta suas fichas em pontos como o amplo espaço interno, na dirigibilidade e conforto na condução e na segurança. Um bom exemplo deste último ponto são os sete airbags disponíveis para todas as versões e o pacote de segurança ativa Toyota SafetySense para as versões híbridas, mais caras.

O Corolla Cross conta com duas opções de motores: 2.0 Dynamic Force flex com transmissão Direct Shift de 10 marchas e injeção direta, e o sistema híbrido que combina três motores, dois elétricos e um a combustão flexfuel, já disponível no Corolla sedan.

Para esse lançamento, a Toyota investiu R$ 1 bilhão em sua unidade fabril de Sorocaba (SP), inaugurada em 2012, e onde já produz os modelos Yaris e Etios. Este último deixou de ser produzido para abrir espaço na linha para o SUV.

O Corolla Cross estará disponível em quatro versões diferentes. As versões XR e XRE são equipadas com o motor 2.0 flex (veículo branco nas fotos). Já as versões XRV e XRX, topo de linha, contam com a motorização híbrida (veículo vermelho nas fotos).

Além destas, o Corolla Cross terá uma edição especial de lançamento chamada de SpecialEdition baseada na versão topo de linha, XRX Hybrid, e limitada a 1.200 unidades.

Design – Logo na frente, a grade trapezoidal dupla traz um caráter robusto e uma aparência de amplitude e força. A grade superior, pintada em cinza escuro e em formato de colmeia, acomoda a logomarca Toyota.

Nas versões híbridas, a moldura da grade é na cor prata e o acabamento da logomarca é na cor azul. Já a grade inferior em plástico preto garante um estilo off-road e conta com os faróis de neblina em LED para todas as versões.

O para-choque possui grandes vincos, onde repousam os faróis em formato horizontal, que partem desde a lateral do Corolla Cross até encontrarem a grade superior dianteira. Na versão de entrada, os faróis são de halogêneo, enquanto nas demais versões, de LED.

Já as versões híbridas contam com acabamento na cor azul também nos faróis. Além disso, toda a linha conta com luzes diurnas, o Daytime Running Lights (DRL).

Na lateral, a linha de cintura é formada por um eixo proeminente que percorre o carro da frente até a traseira. Destacam-se as maçanetas externas na cor do veículo, enquanto as versões híbridas possuem moldura superior das janelas com acabamento cromado.

O acabamento em plástico preto segue toda a lateral do veículo até a traseira, inclusive envolvendo as rodas.

Na traseira, os para-lamas seguem o perfil robusto e de formato tridimensional dos para-choques dianteiros e as lanternas seguem o estilo horizontal, “abraçando” o veículo desde a lateral.

Destaques para a parte central da traseira, onde se encontra a abertura da tampa do porta-malas, com a inscrição Corolla Cross, e o spoiler traseiro.

Todas as versões do Corolla Cross possuem rodas de liga leve, sendo que na XR é de 17 polegadas com acabamento na cor prata e pneus 215/60 R17, enquanto as versões XRE e XRV Hybrid é de 18 polegadas com acabamento na cor cinza escuro e diamantada.

A topo de linha, XRX Hybrid, possui acabamento na cor preta e diamantada. Nessas três versões, os pneus são 225/50 R18.

O Corolla Cross em números: altura – 1,62 metro; comprimento – 4,46 metros; distância entre-eixos – 2,64 metros e largura – 1,83 metro. O porta-malas tem capacidade para 440 litros. O ângulo de ataque é de 21º. A Toyota não informou o ângulo de saída.

Interior – O interior do Corolla Cross segue o padrão do sedan, com pequenas diferenças. No SUV, todo o acabamento é disposto horizontalmente até se conectar com as portas, dando uma sensação maior de amplitude.

O console central também tem espessura mais grossa e é sustentado por duas hastes nas extremidades com acabamento na cor prata. Além disso, os puxadores internos das portas têm um design flutuante.

Outros detalhes que garantem elegância e requinte a bordo são as maçanetas internas das portas e os difusores de ar no painel central que possuem acabamento na cor prata.

Os bancos da versão XR contam com partes revestidas de tecido preto. Já as versões XRE e XRV Hybrid contam exclusivamente com partes revestidas de couro e material sintético preto, enquanto a versão topo de linha XRX Hybrid é dotada de partes revestidas de couro e material sintético bege.

O volante de três raios com controles de áudio e computador de bordo tem acabamento em couro. A versão XRE ainda conta com aletas para trocas de marcha (paddle shift)..

O painel de instrumentos nas versões XR, XRE e XRV Hybrid contam com três mostradores: um circular, no centro, onde é possível visualizar o velocímetro e o nível de combustível; um semicircular do lado esquerdo, onde exibe ao motorista o conta-giros (nas versões XR e XRE) e o indicador do sistema híbrido (na versão XRV Hybrid) e o termômetro do motor para ambas abaixo do semicírculo; e uma tela de TFT de 4,2 polegadas colorida do lado direito que mostra o computador de bordo, com informações como indicador de marcha, consumo de combustível, hodômetro, autonomia, entre outros.

Já a versão XRX Hybrid possui uma tela de TFT digital colorida de 7 polegadas no centro do painel, exibindo o velocímetro e informações do computador de bordo. Enquanto o semicírculo do lado esquerdo possui um indicador do sistema híbrido, no lado direito é possível visualizar a informação de combustível e temperatura do motor.

A versão XRX Hybrid do Corolla Cross ainda conta com iluminação ambiente e teto solar elétrico. Com movimentos de basculamento e retrátil, ele tem acionamento elétrico por um toque e função antiesmagamento.

Equipamentos – Desde a versão de entrada XR o modelo conta com ar-condicionado digital automático com duto traseiro, banco do motorista com regulagem para seis ajustes – altura, distância e inclinação, banco do passageiro dianteiro com regulagem manual para quatro ajustes (distância e inclinação), direção eletroassistida progressiva (EPS), computador de bordo com tela TFT de 4,2 polegadas de alta resolução, freio de estacionamento no pedal, espelhos retrovisores externos elétricos eletro-retráteis e rebatimento automático ao fechar o veículo e pisca integrado, modo de seleção de condução Sport (versões XR e XRE), rack de teto longitudinal, e sistema de áudio central multimídia Toyota Play com tela sensível ao toque de 8 polegadas, rádio AM/FM, função MP3, entrada USB, bluetooth, conexão para smartphones e tablets com Android Auto e Apple CarPlay.

As versões XRE, XRV Hybrid e XRX Hybrid adicionam sistema de destravamento das portas por sensores na chave (SmartEntry), sistema de partida por botão (Start Button/Push Start), limpador do para-brisa com sensor de chuva, enquanto somente a XRE conta com paddle shift no volante.

As versões híbridas XRV e XRX contam com modo de seleção de condução Power, enquanto somente a XRX Hybrid possui ar-condicionado digital automático Dual Zone com sistema S-Flow e duto traseiro, banco do motorista com regulagem elétrica para oito posições e teto solar elétrico com função antiesmagamento.

A edição limitada SpecialEdition é baseada na topo de linha, XRX Hybrid, no entanto, vem com mais equipamentos, como carregador por indução para celular (wireless charger) e alguns acessórios, tais como estribo lateral, soleira nas portas e bandeja do porta-malas.

Pacote de segurança ativa do SUV é destaque

O SUV conta com suspensão dianteira independente, MacPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora – como no sedan – no entanto, com diferenças que garantem uma melhor dirigibilidade para um SUV.

Já a suspensão traseira do Corolla Cross é do tipo eixo de torção com molas helicoidais e barra estabilizadora. Ela conta com buchas de borracha grandes e altamente duráveis que permitem que a suspensão trabalhe bem mesmo em terrenos com grandes ondulações. O eixo de torção e a barra estabilizadora de grande diâmetro são projetados para ajudar a diminuir o rolamento do veículo durante as curvas.

Motor e Câmbio – O motor 2.0 de quatro cilindros em linha e 16 válvulas conta com comando de válvulas variável inteligente (VVT-iE) e sistema de injeção direta e indireta.

Ele rende 177 cv de potência a 6.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 169 cv, a 6.600 giros, com gasolina. O torque máximo abastecido com etanol ou gasolina é 21,4 kgf.m a 4.400 rpm.

A transmissão do SUV é a Direct Shift de 10 marchas, também usada no sedan, que proporciona a suavidade de uma transmissão CVT convencional com uma sensação de aceleração direta, informou a Toyota.

O sistema híbrido combina um motor a gasolina de 1.8 VVT-i 16V flex, com 101 cv de potência a 5.200 giros quando abastecido com etanol, e 98 cv também a 5.200 rpm, quando abastecido com gasolina, e 14,5 kgf.m de torque a 3.600 rpm (abastecido com etanol ou gasolina).

Este motor funciona em conjunto com dois motores elétricos (MG1 e MG2) de 72 cv de potência e 16,6 kgf.m de torque, garantindo aceleração suave e excelente conforto ao rodar em qualquer tipo de condução.

A bateria híbrida de níquel-hidreto metálico está localizada embaixo do banco traseiro, contribuindo para a redução do centro de gravidade e aprimorando a estabilidade na condução do veículo, sem comprometer o espaço interno para os ocupantes.

A transmissão HybridTransaxle funciona através de planetária com engrenagem, praticamente eliminando perdas e atritos. Este tipo de transmissão entrega uma aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas de acordo com a demanda do motor, sem desperdiçar energia, contribuindo para a eficiência de combustível.

O Corolla Cross possui sistema de freios regenerativos, que acumula a energia cinética gerada pelas frenagens e a transforma em energia elétrica, alimentando a bateria híbrida. Isso garante maior autonomia ao modelo no modo elétrico, também contribuindo para economia de combustível.

Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o Corolla Cross híbrido é capaz de rodar 13,9 km/l na estrada e 17 km/l na cidade quando abastecido com gasolina. Com etanol, o modelo roda 9,6 km/l na estrada e 11,8 km/l na cidade.

Segurança – Desde a versão de entrada XR, o modelo já vem dotado de sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho para o motorista), câmera de ré com projeção na central multimídia (as versões XRE, XRV Hybrid e XRX Hybrid contam ainda com linhas guias dinâmicas), controle eletrônico de estabilidade (VSC), controle eletrônico de tração (TRC), sistema de assistência ao arranque em subida (HAC), sensor de estacionamento traseiro, faróis com acendimento automático e ajuste de altura elétrico, faróis de neblina dianteiros em LED, luz de frenagem emergencial automática, alarme volumétrico e sistema universal ISOFIX para fixação de cadeirinhas no banco traseiro com ancoragem de três pontos.

As versões XRE, XRV Hybrid e XRX Hybrid ainda contam com limpador do para-brisa com sensor de chuva, enquanto as versões híbridas possuem sensor de estacionamento dianteiro, Alerta de Ponto Ceg, e o Alerta de Tráfego Traseiro (RCTA)..

Além dessas tecnologias de segurança passiva, o destaque do Corolla Cross é seu pacote de segurança ativa Toyota SafetySense (TSS), disponível nas versões XRV Hybrid e XRX Hybrid. Este sistema conta com um radar de ondas milimétricas combinado com uma câmera monocular para detectar uma variedade de perigos e alertar o motorista.

As tecnologias incluídas nesse pacote são:

Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS) – O sistema de Pré-Colisão Frontal usa a câmera e o radar de ondas milimétricas para detectar veículos que circulam nas ruas e estradas. Se o sistema detectar a possibilidade de uma colisão, ele alerta o motorista por meio de avisos sonoros e visuais e ativa a assistência de frenagem para evitar ou reduzir os danos causados por elas. Como novidade, o sistema agora passa a detectar também pedestres e ciclistas.

Sistema de Assistência de Permanência de Faixa (LTA), com função de Alerta de Mudança de Faixa (LDA) – Em determinadas circunstâncias, o Sistema de Alerta de Mudança de Faixa (Lane DepartureAlert System – LDA) é projetado para detectar desvios de pista quando as linhas divisórias são visíveis. Ao ouvir e ver os alertas, e depois de verificar que é seguro fazê-lo, o veículo deve ser redirecionado para o centro da pista. Este sistema também inclui a funcionalidade de condução assistida que, junto com o Sistema de Assistência de Permanência de Faixa (Lane TraceAssist – LTA)observa as marcações da estrada e faz ajustes para ajudá-lo a manter sua posição, aplicando suporte de direção extra e soando um alerta sonoro.

Faróis altos automáticos (AHB) – Faróis altos automáticos (AHB) é um sistema de segurança projetado para ajudar o motorista a ver mais claramente à noite sem distrair outros motoristas. O AHB trabalha com uma câmera a bordo para detectar os faróis dos veículos que se aproximam e os faróis traseiros dos veículos na frente. Ele alterna automaticamente entre os faróis altos e baixos em conformidade.

Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) – O Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) é um sistema semelhante ao cruisecontrol que permite a condução a uma velocidade constante pré-determinada. O ACC usa o radar de ondas milimétricas montado na grade frontal e a câmera projetada a bordo para detectar veículos, calcular sua distância e ajustar a velocidade para ajudar a manter uma distância predeterminada de veículo para veículo.

O novo Corolla Cross chega com cinco anos de garantia sem limite de quilometragem para pessoas físicas (para pessoa jurídica, são cinco anos ou 100.000 km, o que ocorrer primeiro). As versões híbridas do Corolla Cross contarão com garantia estendida de oito anos para o sistema híbrido, que é composto por bateria híbrida, inversor/conversor, módulo de controle da bateria híbrida e módulo de controle de energia.

As cores disponíveis são: branco Polar (sólido), branco Lunar Perolizado, além das metálicas preto Infinito, prata Lua Nova, cinza Granito, vermelho Granada e a nova azul Netuno.

Preços e Versões:

Toyota Corolla Cross XR (2.0 Flex) – R$ 139,99 mil

Toyota Corolla Cross XRE (2.0 Flex) – R$ 149,99 mil

Toyota Corolla Cross XRV (Hybrid Flex) – R$ 172,99 mil

Toyota Corolla Cross XRX (Hybrid Flex) – R$ 179,99 mil

Toyota Corolla Cross SpecialEdition – R$ 183,98 mil

Fotos: Wander Malagrine / Toyota / Divulgação

*com informações da Toyota do Brasil

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Planta da Stellantis em Betim pronta para produzir família global de motores turbo

Da Redação

A mais nova unidade de produção da Stellantis, localizada no Polo Automotivo Fiat de Betim (MG), iniciou a fabricação da família de motores GSE Turbo por ocasião da visita do CEO da Stellantis, Carlos Tavares, em conjunto com Mike Manley, Head of Americas, e Antonio Filosa, COO da Stellantis para a América do Sul.

A fábrica tem capacidade inicial de produção de 100 mil unidades por ano e exigiu recursos da ordem de R$ 400 milhões, incluindo investimentos de fornecedores e Pesquisa & Desenvolvimento.

Esta é a primeira fase da planta, que começa a fabricar imediatamente o motor de quatro cilindros turbo e, ainda em 2021, terá expansão com novos investimentos adicionais da ordem de R$ 100 milhões e o início da produção do propulsor de três cilindros turbo.

Com o início da operação da nova planta, Betim torna-se o maior centro de produção de powertrain da América Latina, com capacidade anual de 700 mil motores e 500 mil transmissões. A integração produtiva da nova unidade com as linhas dos motores Fire e Firefly promove alta sinergia de gestão, manutenção, logística e expertise técnica.

“A Stellantis abre uma nova era para nossa presença sustentável na América Latina e o início da produção desse motor GSE Turbo de classe mundial é uma grande notícia para a economia brasileira. Estou convencido de que nossos talentosos e comprometidos funcionários farão o possível para garantir a satisfação de nossos clientes”, disse o CEO da Stellantis, Carlos Tavares, por ocasião de sua primeira visita ao Brasil desde a criação da Stellantis, em janeiro.

“A inauguração desta planta de motores turbo representa um passo estratégico na direção de ampliarmos nossa presença na América Latina. Também traz muitas possibilidades para nossa gama de produtos, pois os motores GSE Turbo reúnem as melhores tecnologias de desempenho e sustentabilidade, com ganhos no consumo de combustível e redução de emissões. Esta nova produção será fonte de grande orgulho e motivação para todos nós”, acrescentou Antonio Filosa, COO da Stellantis para a América do Sul.

Com 12 mil metros quadrados de área produtiva, a nova planta possui duas linhas de usinagem, que compreendem cabeçote e bloco de motor, e uma linha de montagem, dividida em três ciclos: cabeçote, short block e long block.

O projeto teve início em 2019 e, seguindo as tendências da Indústria 4.0, as análises técnicas do layout produtivo foram realizadas em 3D, com uso de ferramentas de virtualização para criar e testar os processos de manufatura antes da instalação física.

 A realidade virtual também foi empregada para simular a operação de equipamentos e máquinas, em um trabalho integrado com fornecedores para garantir qualidade e eficiência, além da ergonomia correta dos operadores.

Ao longo de dois anos, a nova unidade de motores GSE Turbo foi projetada e instalada com a participação de mais de 90 empresas para aporte de soluções tecnológicas e componentes, grande parte delas brasileiras.

Com tecnologias de alta eficiência e desempenho, a fábrica adota as melhores práticas de manufatura já existentes em unidades fabris do grupo na Europa e na China. “Para garantir os melhores padrões mundiais de qualidade, realizamos benchmarks globais que, somados ao conhecimento acumulado ao longo de 44 anos de atividade do Polo Automotivo de Betim, tornam a nova fábrica de motores uma referência global”, destacou o diretor de Manufatura da Stellantis para a América do Sul, Pierluigi Astorino.

Para assegurar alto grau de qualidade e confiabilidade, os processos têm como diferencial a completa rastreabilidade das operações realizadas. Dados como o aperto de parafusos e testes de componentes são armazenados em unidades de memória, chamadas databolt e datatag, que acompanham todo os ciclos produtivos da usinagem e da montagem.

A nova unidade segue rigorosos requisitos ambientais e de segurança, em conformidade com as normas ISO 14.001, ISO 50.001 e OHSAS.

A nova fábrica emprega diretamente 350 pessoas, das quais 139 são mulheres. Considerando-se a cadeia produtiva e de desenvolvimento dos propulsores, foram gerados cerca de três empregos indiretos para cada posto de trabalho direto.

Com mais economia de combustível, melhor desempenho e menos emissões de CO2, a nova família GSE Turbo que começa a ser produzida na planta de Betim é composta pelos motores T3 (1.0) e T4 (1.3), ambos disponíveis nas versões flex e gasolina.

Na versão gasolina, o motor de 4 cilindros e trem de válvulas 4V MultiAir III 1.3 (cilindrada de 1.332 cm³) conta com uma potência de 180 cv, torque de 270 Nm e taxa de compressão de 10.5:1.

Os motores GSE trazem a tecnologia MultiAir da Stellantis, já presente em outros propulsores de excelente performance. O sistema eletro-hidráulico permite o controle totalmente flexível da duração e da elevação das válvulas de admissão, além do controle de carga do motor sem gerar perdas de bombeamento e contribuindo para reduzir o consumo de combustível do motor em operações de baixa e média carga.

Com qualidade de classe mundial, os motores da família GSE possuem tecnologias para reduzir o tempo de aquecimento do motor, diminuindo as emissões de gases e o consumo de combustível, especialmente em uso urbano (trajetos curtos).

O bloco de alumínio, além de reduzir o peso do propulsor, esquenta mais rápido pela menor resistência à condução de calor. Já o trocador de calor do óleo colabora para diminuir o tempo de aquecimento do motor, transferindo calor da água – que esquenta mais rápido – para o óleo, que, atingindo a temperatura ideal, reduz o atrito do motor. Por outro lado, o trocador também evita que o óleo esquente demais, o que traz confiabilidade ao conjunto.

Fotos: Leo Lara / Studio Cerri / Stellantis / Divulgação

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Discovery Sport ganha novo motor diesel

Da Redação

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Após o anúncio da chegada da linha 2021 do Discovery Sport em janeiro, a Land Rover anunciou o início das vendas da nova motorização diesel para o modelo produzido na fábrica em Itatiaia, no Rio de Janeiro.

Os interessados pela nova motorização já poderão encontrá-la em toda a rede de concessionárias a partir desta semana.

Ao lado da opção flex P250 (2.0 turbo de 249 cv), o novo D200, de 199 cv de potência, a 3.750 rpm, e 43,8 kgfm de torque, a 1.750 rpm, estará disponível em todas as quatro versões do SUV. Trata-se de um propulsor 2.0,  de 4 cilindros, turbodiesel.

Para 2021, o Discovery Sport recebeu, além do novo motor, uma nova cor na paleta de opções, a prata Hakuba. No interior, o volante renovado, revestido em couro com design esportivo e minimalista, destaca o requinte da cabine acompanhado da nova manopla de câmbio.

Ainda no interior, a experiência digital foi transformada com a introdução do novo sistema multimídia, o PIVI PRO. A central já está à disposição do usuário logo quando o carro é ativado, graças ao sistema de dados e bateria independentes.

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Com as atualizações OTA (over the air), a plataforma se mantém atualizada, garantindo que o motorista sempre receba as últimas mudanças em mapas, aplicativos e funcionalidades do veículo, sem a necessidade de visitar uma concessionária autorizada.

Acompanhando o PIVI PRO, o modelo ainda recebeu câmeras 360º, além da função Capô Transparente (ClearSight Ground View), sistema de câmeras inteligentes que permitem o motorista visualizar o terreno a sua frente, logo abaixo do capô.

No conjunto de auxílios ao motorista, a central de entretenimento traz, também, o Sensor de Profundidade (Wade Sensing), sistema que monitora a profundidade da água em que o carro está percorrendo, perfeito para travessia de rios e pequenos alagamentos. O Discovery Sport tem capacidade de imersão de 600 mm.

“Para os modelos 2021, conseguimos trazer ainda mais conectividade e tecnologia para um dos nossos SUVs mais vendidos aqui no Brasil. A união do software e hardware do novo PIVI PRO e das tecnologias embarcadas transformam a experiência digital do consumidor na cabine, além de se manter sempre atualizado automaticamente, ideal para o uso no dia a dia sem qualquer preocupação“, comentou Tiago Yoshitake, gerente de produtos para Land Rover do Brasil.

O Discovery Sport é oferecido em três versões, S, SE e R-Dynamic SE, todas com duas opções de motorização, o novo diesel D200 e o P250 flex.

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Fotos: Jaguar Land Rover / Divulgação

Os preços da versão S na motorização D200 partem de R$ 310,95 mil.

Todas as versões oferecem opção de 7 lugares, aumentando a versatilidade do modelo, com preços a partir de R$ 319,65 mil, também na versão S com motor D200.

Uma gama ampla de acessórios como tapetes de proteção para o porta malas, capas para os bancos traseiros para transporte de pets, dock de conexão e carregamento para smartphones, caixa refrigerada, entre outros, estão disponíveis para a linha do modelo.

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BMW Série 4 Cabrio será vendido no Brasil

Da Redação

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A BMW anunciou que o Série 4 Cabrio, recém-lançado na Europa, chegará para integrar o portfólio de modelos da marca no Brasil ainda no 1º semestre de 2021.

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De acordo com a BMW, o novo modelo combina design, luxo, dinamismo e prazer de dirigir ao ar livre.

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A fabricante alemã ainda não informou qual será o preço do modelo quando desembarcar por aqui.

BMW 430i Cabrio:

Motor de 4 cilindros em linha, câmbio Steptronic de 8 velocidades;

Capacidade: 1.998cc;

Potência: 258cv entre 5.000 – 6.500rpm;

Torque máximo: 400Nm entre 1.550 e 4.400rpm;

Aceleração 0 – 100 km/h: 6,2 segundos;

Velocidade máxima: 250 km/h.

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Veja os vídeos do novo BMW Série 4 Cabrio:

http://www.press.bmwgroup.com/global/tv-footage/detail/PF0008286/The-all-new-BMW-4-Series-Convertible-On-Location-Munich-Germany-%e2%80%93-2021?language=en

P90414441_highRes_bmw-m440i-xdrive-conFotos: BMW / Divulgação

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Chevrolet Spin Premier já vem de série com sete lugares

Câmbio manual ou automático é a única configuração opcional para a versão

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 05/03/2021)

Os monovolumes já foram o sonho de consumo do brasileiro. Entre o final dos anos de 1990, até a metade da década seguinte, eles disputavam com os sedans médios a preferência dos consumidores que podiam comprar algo a mais do que os carros de entrada.

Algumas montadoras que se estabeleceram no Brasil nessa época inauguraram suas fábricas com um monovolume. Renault Scénic, Citroën Xsara Picasso e Mercedes Benz Classe A foram os carros pioneiros destas marcas em terras tupiniquins.

Outros monovolumes disputaram esse mercado. Honda Fit, Fiat Idea e Nissan Livina brigaram entre os compactos, assim como o Chevrolet Meriva. A GM também tinha um representante médio, o Zafira.

Com a atualização da sua linha, estes dois modelos foram substituídos pelo Chevrolet Spin. Ainda classificado como compacto, ele tem comprimento avantajado e pode levar até sete ocupantes, recurso herdado do Zafira.

Atualmente, somente Spin e Fit defendem o segmento. No fechamento de 2020, eles emplacaram 15.661 unidades, a 32ª posição e 12.833 unidades, a 34ª posição, respectivamente, entre os 50 automóveis mais vendidos no ano passado, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu, para avaliação, o Chevrolet Spin (2021) na versão Premier com câmbio automático. Ela é a terceira variante mais cara da linha, ficando posicionada atrás das duas aventureiras Activ.

No site da montadora, seu preço sugerido é R$ 104,92 mil, na cor branca, única opção de pintura sólida. As cores metálicas custam R$ 1,60 mil, finalizando o preço da unidade avaliada em R$ 106,52 mil.

Equipamentos – A versão tem dois pacotes de equipamentos, um com câmbio manual, outro com automático. Os itens que acompanham ambas as transmissões são iguais e vêm de série, sem opcionais.

Os principais são: sistema de atendimento remoto OnStar; multimídia MyLink com tela LCD de 7 polegadas sensível ao toque, espelhamento por meio do Android Auto e Apple CarPlay e pareamento por bluetooth; direção elétrica com coluna regulável em altura; volante com os comandos do rádio, do celular e do controlador de velocidade de cruzeiro; ar-condicionado analógico; vidro elétrico nas quatro portas com acionamento por um toque; roda em alumínio aro 16 polegadas e conjunto de bancos modulares para sete lugares com revestimento em material sintético que imita o couro.

Os equipamentos de segurança vão um pouco além dos obrigatórios. Airbag duplo; freios ABS; controle eletrônico de estabilidade e tração; assistente de partida em aclive; sistema de fixação de cadeiras para crianças (Isofix e Top Tether); sensores crepuscular e de chuva; regulagem de altura dos faróis; luz de posição em LED; faróis de neblina e sensor de estacionamento traseiro com câmera de marcha à ré são os destaques.

Motor e Câmbio – O motor de todas as versões é o 1.8 8V bicombustível com injeção indireta multiponto. Seu comando de válvulas é simples e tracionado por correia dentada. Ele rende 111/106 cv às 5.200 rpm e tem torque de 17,7/16,8 kgfm às 2.600 rpm com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com seis (6) marchas. Ele permite comutação das mesmas por meio de botão posicionado na lateral da manopla da alavanca. O acoplamento é feito por conversor de torque.

O Chevrolet Spin é um monovolume típico. Seu projeto é voltado para o melhor aproveitamento possível do espaço. As laterais são quase paralelas, isto é, o teto é um pouco mais estreito que a base do carro.

Essa estrutura quadrada não ajuda na estética, mas amplia muito o volume interno. Comprido, possui três fileiras de bancos, sete lugares no total, todos com encosto de cabeça e cinto de três pontos, como manda a legislação vigente.

Na segunda fileira, o banco bipartido corre sobre trilhos, as duas partes separadamente, para ajustar as suas posições conforme o tamanho das pernas dos passageiros. Os encostos, inclusive na terceira fileira, permitem regulagens de inclinação, mais um recurso útil para alcançar a melhor configuração para todos.

Quatro adultos e três crianças andam com conforto, considerando que este é um carro compacto. Acertando as regulagens possíveis, até sete adultos cabem no carro, quatro com relativo conforto, três com pouco espaço.

O volume no porta-malas varia com as configurações dos bancos. Com sete ocupantes, este espaço é de apenas 162 litros, mas sobe para 553 litros sem ninguém na terceira fileira e o seu encosto rebatido.

Dependendo da posição dos assentos do meio, a capacidade de carga pode chegar aos 756 litros. Rebatendo todos os encostos da segunda e da terceira fileira, a área para bagagem ultrapassa os 1.000 litros.

No tanque de combustíveis do Spin cabem bons 53 litros. Sua carroceria mede 4,36 metros de comprimento, 1,73 metro de largura, 1,68 metro de altura e ela tem 2,62 metros de distância entre-eixos.  Para o tamanho do modelo, o peso é contido, são 1.207 kg e sua capacidade de carga é de 495 kg.

Interior – Os bancos do Spin ficam mais altos que nos hatches ou sedans, garantindo ótima visibilidade. O assento é mais paralelo ao solo, deixando a postura das pessoas menos recostada. A ergonomia não é perfeita.

Quase todos os comandos estão à mão e bem posicionados, é verdade, mas a amplitude interna deixa alguns botões mais afastados, como os da regulagem elétrica dos retrovisores e o da trava do porta-luvas, por exemplo.

A usabilidade dos seus equipamentos é muito boa. O ar-condicionado analógico e o multimídia têm comandos giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. Os botões no volante operam o som, o telefone e o controlador de velocidade. Na alavanca satélite esquerda ficam os comandos do computador de bordo.

O sistema de climatização é eficiente na primeira fileira, mas demora resfriar o restante da volumosa cabine. As saídas de ar são pequenas e concentradas no painel principal. Saídas maiores e distribuídas na parte de trás ajudariam a reduzir os 15 minutos mínimos necessários para deixar confortável o interior do Spin.

O multimídia MyLink funcionou com precisão, espelhando e pareando o celular. Ele já foi um dos melhores do mercado, apontado como um dos motivos pelo crescimento das vendas da GM nos últimos sete anos. Entretanto, já existe uma nova geração do sistema que conta com tela maior e Wi-Fi por 4G nativo. Este equipamento mais atualizado deveria equipar, pelo menos, as versões Premier e Activ, as mais caras do modelo.

O computador de bordo fornece as principais funções, mas, uma de cada vez. Ele é controlado por um anel giratório e um botão de pressão que ficam na alavanca satélite das luzes de direção. A falta de múltiplas informações é compensada por estes controles que, após acostumarmos, são de fácil operação e não exigem desvio do olhar, pois permitem uso cego, o mais seguro.

O painel de instrumentos é analógico e bem dimensionado, garantindo uma boa leitura.  O único deslize ocorre no grafismo do velocímetro. Somente as velocidades pares são marcadas com numerais, as ímpares, apenas por traços. Entretanto, existem outros traços entre as dezenas, muita informação, algo que dificulta definir as velocidades ímpares com a visão periférica, o modo mais correto de se fazer essa leitura.

O interior do Spin Premier é simples para uma versão “de luxo” com três dígitos na etiqueta de preço. Todas as peças são feitas em plástico rígido e com toque áspero. Somente os encostos dos braços são revestidos com o mesmo material dos bancos, porém, nas quatro portas, capricho pouco comum atualmente.

O tom marrom em parte do painel e nos revestimentos mencionados anteriormente quebra a monotonia cromática, conferindo algum requinte ao interior, assim como os detalhes metálicos e em preto brilhante que dão acabamento a outras peças.

Apesar de antigo, motor 1.8 forma conjunto eficiente com o câmbio automático

O motor é aspirado e antigo, mas isso é bom. Vamos explicar. Se fosse um motor turbo, moderno e de pequeno volume, seria o ideal. Não sendo, é melhor que seja assim como é: quatro cilindros com comando de válvulas simples e duas válvulas por cilindro.

Os motores aspirados modernos contam com comando duplo e quatro válvulas por cilindro com aberturas variáveis, mas, mesmo assim, só entregam torque em altas rotações, característica esportiva que não favorece a economia de combustível e nem o uso urbano.

O motor do Spin atinge torque máximo às 2.600 rpm, enquanto os aspirados mais modernos só fazem isso acima das 4.000 rpm. Contudo, mesmo mais simples, o 1.8 do Spin casa melhor com o propósito do carro e com o câmbio automático convencional de seis marchas.

O conjunto é eficiente. O carro responde rápido ao comando do acelerador, as trocas de marchas são suaves e as relações adequadas para o peso do modelo. O sistema de comutação manual não é o melhor, pois exige mudança de posição da alavanca para habilitar essa função e as trocas são feitas por botões e, não, por deslocamento da alavanca ou por paddle shifts  posicionados atrás do volante.

Entretanto, a programação do câmbio é muito permissiva, aceitando reduções de diversas marchas, mesmo que o giro do motor se eleve bastante, característica que permite o uso do freio motor de forma similar ao feito em câmbios manuais.

Aos 110 km/h, e em sexta marcha, o motor trabalha um pouco abaixo das 2.000 rpm. Nesta condição não se ouve o seu ruído. O vento contra a carroceria é audível, porém, contido, considerando ser sua estrutura alta, pouco aerodinâmica.

O que mais chama atenção é o ruído dos pneus. Aparentemente, a GM economizou no isolamento acústico das caixas de rodas, pois o barulho proveniente do atrito de rolamento é predominante dentro da cabine.

As suspensões são elogiáveis. Elas entregam conforto e ainda deixam o Spin muito estável para um monovolume alto. Em todos os tipos de pisos elas trabalham em silêncio e não aparentam atingirem seus limites de curso.

O conjunto isola bem o monobloco, mas a carroceria e os bancos produzem alguns barulhos ao se trafegar em vias mais irregulares. A grande estrutura da cabine está sujeita a torções e pequenas folgas em peças móveis e travas dos bancos emitem ruídos inevitáveis.

Consumo – Em nossos testes padronizados de consumo, o Spin se saiu bem para um carro com carroceria alta e comprida. Seu motor é aspirado e tem grande volume cúbico, mas o conjunto surpreendeu. Ele foi econômico, principalmente na estrada.

No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,4 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta atingimos 17,2 km/l. Na mais rápida, 15,0 km/l, com gasolina no tanque.

Fotos: Amintas Vidal

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo do acidentado percurso. Mesmo nessas condições severas, o Spin finalizou o teste com 8,6 km/l de gasolina, uma marca razoável para um motor 1.8.

Toda a linha 2021 do Spin ganhou os importantíssimos controles de estabilidade e de tração, além do sistema auxiliar de partida em rampas, tornando o modelo mais seguro. As versões Premier e Activ oferecem sete lugares e opção de câmbio automático. Elas são ótimas alternativas aos utilitários esportivos para quem tem família grande ou precisa de mais espaço no porta-malas.

*Colaborador

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Porsche Taycan Cross Turismo é lançado mundialmente

Da Redação

A Porsche apresentou ao público o Taycan Cross Turismo virtualmente hoje, em um lançamento mundial. A fabricante de veículos esportivos expande o portfólio de produtos da sua nova geração de veículos esportivos totalmente elétricos, adicionando essa versão off-road.

Assim como o sedan esportivo Taycan, o Taycan Cross Turismo tem a vantagem de uma propulsão elétrica inovadora, com uma arquitetura de 800 Volts.

Trinta e seis milímetros a mais no espaço entre a cabeça e o teto para os passageiros do banco traseiro e mais de 1.200 litros de capacidade de carga útil no porta-malas tornam o Cross Turismo um verdadeiro veículo versátil.

“Em 2019, enviamos um sinal importante com o lançamento do nosso primeiro carro totalmente elétrico,” disse Oliver Blume, diretor do Conselho Executivo da Porsche AG, no lançamento mundial da nova e ainda mais versátil versão.

“Nos vemos como pioneiros da mobilidade sustentável: até 2025, metade dos nossos veículos novos terão acionamento elétrico – totalmente elétrico ou híbrido plug-in. Em 2020, um em cada três de todos os nossos veículos fabricados na Europa tinham um conjunto motopropulsor elétrico. A mobilidade elétrica é o futuro. Com o Taycan Cross Turismo, damos um grande passo nessa direção. ”, concluiu.

Quatro versões do Taycan Cross Turismo estão disponíveis imediatamente em seu lançamento. A bateria Performance Plus, que tem uma capacidade total de 93,4 kWh, é um item de série.

As versões incluem os seguintes modelos:

  • Taycan 4 Cross Turismo, com 280 kW (380 cv), potência “overboost” com Launch Control de 350 kW (476 cv), aceleração 0-100 km/h em 5,1 segundos, velocidade máxima de 220 km/h, alcance (WLTP) de 389 – 456 km
  • Taycan 4S Cross Turismo, com 360 kW (490 cv), potência “overboost” com Launch Control de 420 kW (571 cv), aceleração 0-100 km/h em 4,1 segundos, velocidade máxima de 240 km/h, alcance (WLTP) de 388 – 452 km
  • Taycan Turbo Cross Turismo com 460 kW (625 cv), potência “overboost” com Launch Control de 500 kW (680 cv), aceleração 0-100 km/h em 3,3 segundos, velocidade máxima de 250 km/h, alcance (WLTP) de 395 – 452 km
  • Taycan Turbo S Cross Turismo com 460 kW (625 cv), potência “overboost” com Launch Control de 560 kW (761 cv), aceleração 0-100 km/h em 2,9 segundos, velocidade máxima de 250 km/h, alcance (WLTP) de 388 – 419 km.

O novo chassi de alta tecnologia com tração total e a suspensão a ar adaptativa é padrão em todos os quatro modelos. O pacote design off-road opcional aumenta a altura livre do solo em até 30 mm.

Isso significa que o Cross Turismo também pode ser dirigido em terrenos off-road difíceis. O Gravel Mode padrão melhora a adequação do novo modelo para a condução em trechos de estradas mal conservadas.

No que se refere à aparência, o Taycan Cross Turismo acompanha de perto o estudo de conceito Mission E Cross Turismo, apresentado no Salão Internacional do Automóvel de Genebra, em 2018: sua silhueta é definida pela linha esportiva do teto se inclinando em direção à traseira – que os designers da Porsche chamam de flyline.

Os elementos do design off-road incluem revestimento do arco das rodas, escudos inferiores dianteiros e traseiros exclusivos e soleiras laterais. Como parte do pacote design off-road, o Cross Turismo tem portinholas nas extremidades dos para-choques dianteiro e traseiro e nas extremidades das soleiras. Isso torna o exterior marcante, assim como protege contra impactos de pedras.

A Porsche desenvolveu um suporte traseiro para até três bicicletas, especialmente para o Taycan Cross Turismo, estabelecendo uma referência em termos de tamanho e manuseio de armazenamento. O suporte pode ser utilizado universalmente, para diversos tipos de bicicletas.

Uma das características inovadoras desse suporte para bicicletas é que o porta-malas traseiro pode ser aberto mesmo quando o suporte traseiro está carregado. A Porsche também apresentou, simultaneamente, duas e-bikes – a eBike Sport e a eBike Cross.

O Taycan Cross Turismo será lançado no verão. Os valores na Alemanha iniciam no patamar de 93.635 euros (incluindo o IVA de 19% e os itens específicos para o país).

O mercado brasileiro irá receber a versão Taycan 4 Cross Turismo com preço público sugerido a partir de R$ 649 mil, já incluso a instalação do carregador doméstico e pode ser encomendado a partir de hoje com previsão de entrega no segundo semestre.

O lançamento mundial do novo Porsche Taycan Cross Turismo foi realizado no Hyperbowl Studio, no Munich Trade Fair Centre. Esse novo estúdio reúne o mundo real e o dos filmes: um painel curvado de LED de 270 graus, com 40 metros de largura e 5,5 m de altura, é combinado com um teto de LED para proporcionar uma tela de 478 metros quadrados, com 70 milhões de pixels.

Fotos: Porsche / Divulgação

O lançamento mundial foi transmitido pela newstv.porsche.com e pode ser visto a qualquer momento.

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Transações de veículos usados crescem no Brasil

Da Redação

De acordo com os dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), apresentaram alta de 16,83% em fevereiro (1.188.887 unidades), na comparação com o mesmo mês de 2020 (1.017.621 unidades).

Quando comparamos com janeiro (1.159.997 unidades) deste ano, a alta foi de 2,49%. No acumulado de 2021, foram transacionadas 2.348.884 unidades, contra 2.228.086, no mesmo período de 2020, num crescimento de 5,42%.

“O mês de fevereiro, historicamente, apresenta queda nas vendas de usados, quando se compara a janeiro, e um dos motivos é o Carnaval. Neste ano, o cancelamento do feriado e a queda da produção de veículos nas fábricas levaram o consumidor, que tinha necessidade imediata do veículo, a optar por um seminovo”, avaliou Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, as transações apresentaram alta de 15,10%, em fevereiro/2021, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Foram negociadas 876.306 unidades, contra 761.333 unidades, em fevereiro de 2020. Em relação a janeiro, quando foram comercializadas 869.169 unidades, houve alta de 0,82%.

Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os seminovos, com 1 a 3 anos de fabricação, representaram 9,88% das negociações. Em fevereiro/2021, a relação entre novos e usados ficou em 5,5 automóveis usados para cada novo comercializado no País.

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Fenabrave / Divulgação

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Emplacamentos de veículos recuam 17,48% em fevereiro

Da Redação

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou, nesta terça-feira, 2 de março, que os emplacamentos de veículos novos, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), somaram 242.080 unidades, o que representa uma retração de 17,48%, na comparação com fevereiro do ano passado (293.357 unidades).

Na comparação com janeiro de 2021 (274.081 unidades), o resultado também foi negativo, representando queda de 11,68%.

No acumulado do 1º bimestre de 2021, houve queda de 12,78%, com 516.161 unidades emplacadas, contra 591.816 veículos comercializados, no mesmo período do ano passado.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, alguns fatores impactaram, negativamente, na oferta e no mercado de veículos, como a falta de componentes para normalizar a produção e o aumento dos casos da COVID-19.

“Na indústria, mesmo com os esforços das montadoras, para aumentar a produção, a falta de disponibilidade de peças e componentes ainda persiste, fazendo com que algumas fábricas tivessem de paralisar, temporariamente, a produção em fevereiro, afetando, de forma importante, a oferta de produtos”, comentou Assumpção Júnior, acrescentando: ”Além disso, o aumento dos casos de COVID-19, que provocou o retrocesso da abertura do comércio em várias cidades, também contribuiu para a queda de vendas do mês de fevereiro”.

Automóveis e comerciais leves

Os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram queda de 17,85% em fevereiro de 2021 (158.237 unidades), nos emplacamentos, se comparados com o mesmo período do ano passado (192.610 unidades). Com relação ao mês de janeiro, quando foram licenciadas 162.556 unidades, houve queda de 2,66%.

No acumulado do ano, a retração foi de 14,85%, totalizando 320.793 unidades, contra os 376.722 emplacamentos, registrados no mesmo período de 2020.

“Mesmo com o cancelamento do feriado de Carnaval e os esforços feitos pelas montadoras para normalizar a produção, o mês de fevereiro fechou em baixa, o que já era esperado dadas as dificuldades, com paralisações por escassez de peças e componentes, que fazem com que haja falta de alguns modelos no mercado”, analisou Assumpção Júnior.

Caminhões

As vendas de caminhões continuam aquecidas. Em fevereiro, foram emplacados 7.719 veículos, 18,46% acima do resultado de igual mês de 2020 (6.516 unidades).

Já na comparação com janeiro de 2021, quando foram emplacadas 7.262 unidades, houve crescimento de 6,29% e, no acumulado do ano (14.981 unidades), o resultado ficou positivo em 9,37%, quando comparado a igual período do ano anterior (13.697 unidades).

Ônibus

Em fevereiro, o mercado de ônibus emplacou 1.428 unidades, o que significa retração de 22,43% sobre fevereiro de 2020, quando foram negociadas 1.841 unidades. Quando comparado com o mês de janeiro (1.324 unidades), a alta foi de 7,85%. No acumulado de 2021 (2.752 unidades), o resultado do 1º bimestre foi negativo em 31,18%, na comparação com 2020 (3.999 unidades).

Implementos rodoviários

O mercado de implementos rodoviários emplacou, em fevereiro/2021, 6.596 unidades, apresentando crescimento de 49,77% sobre o mesmo mês do ano passado (4.404 unidades), mas retraiu 1,93% sobre janeiro/2021 (6.726 unidades).

No acumulado do ano, houve crescimento de 47,22% (13.322 unidades) sobre igual período de 2020 (9.049 unidades).

Motocicletas

Em fevereiro de 2021, o mercado de motocicletas licenciou 57.428 unidades, o que significa uma baixa de 28,07% sobre fevereiro de 2020, quando foram emplacadas 79.837 unidades. Houve, também, queda de 33,10% sobre janeiro desse ano (85.839 motos).

Os emplacamentos, no acumulado de 2021, somam 143.267 unidades que, comparadas às 171.528 unidades, de igual período de 2020, resultam em uma queda de 16,48%.

“O mês de fevereiro foi, fortemente, impactado pela segunda onda da pandemia da COVID-19, que fechou as fábricas, afetando a produção em Manaus (AM), também prejudicadas pela escassez de peças e componentes nos últimos meses, causando um desajuste de oferta. O estoque de motos, nas concessionárias, está extremamente baixo e, para alguns modelos, a espera chega a até 40 dias. A demanda segue aquecida, fomentada pela consolidação da motocicleta como meio de transporte individual pessoal e de trabalho (delivery/serviços), dado o incremento das vendas do e-commerce, além da boa oferta de crédito pelas instituições financeiras, que estão aprovando 45% das propostas apresentadas”, avaliou Assumpção Júnior.

Tratores e máquinas agrícolas

OBS.: Por não serem emplacados, os tratores e as máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes.

Em janeiro/2021, as vendas de tratores e máquinas agrícolas (3.085 unidades) registraram queda de 36,67%, na comparação com o mês de dezembro (4.871 unidades). Na comparação com janeiro de 2020, quando foram vendidas 2.468 unidades, a alta chegou a 25%.

Fenabrave / Divulgação

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