Jeep Renegade Trailhawk 2022 utiliza motor 1.3 turbo flex

Novo propulsor, que pode render 180/185 cv, trouxe mais agilidade para o SUV

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/04/2022)

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Lançado em 2015, o Jeep Renegade foi reestilizado na linha 2019. Agora, em 2022, recebeu a segunda alteração visual e a primeira mudança de motor. Suas versões foram resumidas a quatro: duas 2×2 e duas 4×4.

Em seis anos completos de vendas, ele liderou em 2019 e 2021, foi segundo em 2016 e 2020, terceiro em 2017 e quarto em 2018. Este ano, como a linha 2022 só foi lançada dia 10 de fevereiro, suas vendas ficaram reprimidas, à espera das novidades.

Até o fechamento de março, foram registrados 11.103 emplacamentos, a 3ª colocação entre os SUVs compactos, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o Jeep Renegade Trailhawk T270 4×4 para avaliação. Versão de topo da gama preparada para o fora de estrada, ela mantém as exclusivas alterações mecânicas para este fim.

Também existente anteriormente, nesta e em outra versões, a tração 4×4 com câmbio automático de 9 marchas formam o mesmo conjunto. A novidade da linha 2022 do Renegade é o motor 1.3 turbo, o mesmo que equipa os utilitários Compass e Commander, e a picape Fiat Toro.

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No site da montadora, o seu preço sugerido é R$ 164,13 mil. Este valor só se aplica para a cor preta. As outras cores metálicas elevam o preço em R$ 1,56 mil e, as perolizadas, acrescem R$ 2,22 mil.

Além dos equipamentos de série, a unidade avaliada contava com o teto solar panorâmico, único item opcional disponível, custando R$ 8,30 mil. O valor final deste Renegade é R$ 174,65 mil pois, apesar de parecer sólida, a nova cor cinza é perolizada.

Como antes, o Renegade Trailhawk 2022 traz mudanças estéticas e funcionais. Bancos e volante são revestidos em material sintético que imita o couro, preto com costura na cor vermelha, e os retrovisores externos na cor cinza permanecem.

Peças em vermelho foram reduzidas, deixando a versão mais discreta. Suspensões elevadas em 20 mm, sistema de tração com programação para quatro tipos de terreno e rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus “super verdes” 215/60 R17 de uso misto, inclusive o estepe, são as alterações mais relevantes.

Somente os ganchos de reboque mudaram. Os dianteiros foram suprimidos para diminuir possíveis danos causados aos pedestres em atropelamentos. Um gancho normal pode ser rosqueado por dentro do para-choque dianteiro. O gancho traseiro fixo na cor vermelha foi mantido.

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Equipamentos – Os equipamentos diferenciados do Renegade Trailhawk são: sistema Adventure Intelligence; quadro de instrumentos digital; multimídia com tela de 8,4 polegadas e espelhamento por Apple CarPlay ou Android Auto sem cabo; carregador por indução com saída de ar para resfriamento do celular; chave presencial; assistente de estacionamento em vagas paralelas e perpendiculares e ar-condicionado de duas zonas.

Entre os equipamentos de segurança, os destaques são: frenagem autônoma de emergência; alerta de ponto cego; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; reconhecimento de placas sinalizadoras da velocidade permitida; comutação automática dos faróis alto e baixo; faróis e lanternas em LED; sensores crepuscular e de chuva; sensor de pressão dos pneus; sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

A versão também conta com sete airbags; controle de tração, controles de estabilidade e para trailer (quando com engate Mopar), controle eletrônico anti capotamento, controle eletrônico de velocidade em descidas e auxiliar de partida em rampas.

Motor e Câmbio – O novo, e único motor disponível para o Renegade 2022, é o GSE 1.3 turbo bicombustível. Moderno, ele conta sobrealimentação feita por um turbocompressor de baixa inércia, válvula de alívio eletrônica, injeção direta de combustível dentro do cilindro, sensor para o reconhecimento do combustível na linha de alimentação e resfriamento do ar comprimido e do óleo de lubrificação.

Seu grande diferencial é o sistema de variação das válvulas de admissão. Denominado MultiAir III, ele é o mais flexível projetado até hoje. Um conjunto eletro-hidráulico faz uma ligação totalmente controlável entre o eixo de comando e as válvulas de admissão.

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Ele permite que elas sejam acionadas com variação em período, amplitude, ou mesmo, em freqüência. Isso quer dizer que em um único ciclo de admissão elas podem abrir e fechar duas vezes para otimizar a turbulência na câmera de explosão, por exemplo.

Toda essa amplitude de controle do funcionamento do motor resultou em altos números de potência e torque, ao mesmo tempo em que suas emissões se enquadraram às exigências legais vigentes e às futuras.

O seu torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente. A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático com conversor de torque e nove (9) marchas comutáveis manualmente na alavanca ou por aletas posicionadas atrás do volante.

A tração é integral e conta com programação dedicada para areia e lama, neve, pedra ou condução esportiva, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo controlado por botão localizado no console central.

Segundo a Jeep, este sistema é quase idêntico ao que acompanhava o motor a diesel descontinuado. Para compensar o torque inferior em relação ao antigo propulsor, o diferencial foi encurtado em 23%.

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Visual – O design do Renegade é, certamente, o principal motivo do seu sucesso. A Jeep projetou um SUV compacto atual, porém, com a identidade do seu primeiro modelo, o Willys 1941. Robusto, harmônico e belo, ele carrega essa carga histórica que, normalmente, liga as pessoas a alguma experiência ou lembrança positiva com o pitoresco utilitário octogenário.

O acerto estético ficou evidente em suas reestilizações. Tanto na linha 2019, quanto na 2022, pouco foi alterado. A grade, com menor altura, e os faróis redondos cortados na parte superior mudaram a expressão do Renegade nas duas intervenções. Cada “plástica facial” deixou o modelo mais invocado que o anterior.

Na primeira reestilização, nem os para-choques mudaram. Agora, eles foram redesenhados. O dianteiro ganhou maior volume, aberturas inferiores mais amplas e recortes mais pronunciados no encontro das partes pintada e sem pintura.

No traseiro, além do maior volume, a Jeep aproveitou para tirar o inútil vão de acesso à maçaneta embutida que existia até 2018 e passou a ser visível na tampa do porta-malas a partir de 2019.

No mais, as atuais lanternas ganharam uma nova interpretação para o “X” alusivo ao reforço estrutural existente no galão de combustível extra que o Jeep Willys carregava em sua traseira, e as rodas das quatro versões são novas, com desenho inédito e assinatura Jeep no próprio aro.

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Por dentro, as mudanças no Renegade foram mais contidas. O novo volante é o mesmo do Compass e do Commander, assim como o quadro de instrumentos digital é comum ao Fiat Pulse e à picape Toro.

No nicho dedicado ao carregador de celular por indução magnética foi aberta uma saída de ventilação do ar-condicionado, recurso muito útil, pois estes sistemas elevam muito a temperatura dos smartphones no processo de carregamento das suas baterias.

Menos peças com detalhes em vermelho completam as alterações visíveis da versão Trailhawk.

Inalterada, a ergonomia do Renegade continua acertada, com todos os comandos à mão. O espaço interno é muito bom para as cabeças e ombros e quatro adultos. Para as pernas dos ocupantes traseiros, apenas o suficiente. No centro desde banco, só uma criança vai com conforto.

O acabamento interno é uma referência no segmento. Diversas áreas são revestidas com material macio ao toque e todos os plásticos têm ótima qualidade e textura agradável. O porta-malas desta versão, por contar com estepe normal, tem apenas 273 litros de capacidade. O tanque de combustíveis comporta bons 55 litros.

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Seus equipamentos digitais (como multimídia e ar-condicionado) continuam oferecendo botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. Eles também podem ser operados na tela touchscreen.

Provavelmente, para não “estragar” ótimo design do painel, a Jeep não colocou o multimídia com tela de 10 polegadas no Renegade. Mas manteve todo os melhores recursos que a Stellantis oferece nas variantes mais completas dos seus modelos.

Adventure Intelligence – O destaque é a plataforma Adventure Intelligence. Ela tem conexão com a internet por meio de um chip de telefonia da operadora TIM e navegador nativo da marca TomTom que informa as condições de trânsito.

Sua vantagem é não depender do sinal da rede celular para funcionar, mantendo a navegação em locais ermos ou dentro de túneis, por exemplo.

A conexão do veículo com o usuário extrapola o seu interior. O aplicativo para celular My Uconnect disponibiliza informações sobre o modelo e permite ao proprietário executar algumas funções e programar alertas de condução.

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Essas operações são possíveis quando o chip do carro e do smartphone estão conectados à rede de celular simultaneamente, mesmo que os dois se encontrem em cidades, estados ou países diferentes. Como recurso adicional, estes comandos podem ser executados por voz, por meio de smartwatchs com assistência Alexa ou Echo Dot, da Amazon.

Outros recursos foram possíveis a partir da internet embarcada, tanto em segurança, quanto em entretenimento. Uma central de atendimento foi estruturada para receber chamadas do motorista, atendida por um operador de telemarketing, e auxilia com informações diversas ou pode enviar assistência mecânica em caso de pane, ou de resgate, em acidentes.

Existe um roteador wi-fi que disponibiliza internet a bordo. Oito aparelhos podem usufruir deste sinal ao mesmo tempo. Para este serviço, é necessária a contratação de uma assinatura da operadora TIM, sendo o primeiro mês gratuito.

O sistema Adventure Intelligence não precisa ser pago por um ano e funciona independentemente da assinatura com a operadora de telefonia. Após este período, será cobrada uma anuidade para que ele se mantenha operante.

Além dos diversos recursos descritos acima, o multimídia possibilita configurações pessoais armazenadas em diferentes perfis, tornando fácil a utilização do carro por pessoas diferentes, sem que uma atrapalhe as preferências da outra.

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Todas as funções de áudio, telefonia e navegação funcionaram com perfeição, usando o próprio software ou os aplicativos espelhados sem fio.

Como temos observado em outros sistemas de som padrão, suas potências não conseguem reproduzir muito alto as músicas provenientes de aplicativos de streaming. Modelos com equipamentos de marcas especializadas em áudio, como a Beats, presente no Compass, por exemplo, não sofrem com essa falta de amplificação.

O ar-condicionado é muito eficiente em resfriamento, manutenção da temperatura e intensidade da ventilação.

Recursos de auxílio à condução elevam a segurança do modelo

A direção elétrica, com estes pneus de uso misto, fica mais pesada do que nas outras versões do modelo. Em manobras de estacionamento e rodovias pouco sinuosas, ela é leve o suficiente. Circulando por muitas curvas, fica mais pesada que o ideal.

As aletas para trocas de marchas ajudam bastante nas reduções para ativar o freio motor e economizar combustível.

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A câmera de marcha à ré, com guias esterçáveis, tem boa definição e, em conjunto com os sensores de aproximação, dianteiros e traseiros, são muito úteis para amenizar os pontos cegos do modelo. O sistema de aberturas das portas e partida do motor com chave presencial facilita muito o uso no dia-a-dia.

O Renegade ganhou recursos de auxílio à condução. O alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência e o alerta de presença de veículos no ponto cego formam, em nossa opinião, a dupla mais importante destes sistemas.

O primeiro funciona com aviso destacado no painel digital, alarme de advertência e acionamento dos freios, caso o motorista não reaja. O segundo acende um ponto de luz no retrovisor externo correspondente ao lado com tráfego próximo e soa um alerta sonoro caso haja mudança de faixa ou grande aproximação dos veículos.

O detector de saída de faixa com correção da trajetória pode ser regulado em intensidade de atuação. Ele identifica as faixas de rolamento e corrige a centralização do Renegade quando o esterço da direção não está correto em relação à trajetória ideal.

Outro leitor monitora e exibe no painel, constantemente, uma reprodução da placa de velocidade permitida em cada trecho. Caso o carro ultrapasse a máxima determinada, um aviso sonoro alerta o condutor.

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Não menos importante, a regulagem automática do farol com comutação entre baixo e alto, o detector de fadiga do motorista e os sensores crepuscular, de chuva e de pressão do pneu formam um conjunto muito robusto de equipamentos auxiliares de segurança.

Faltou o controle de cruzeiro adaptativo, sistema interessante, o mais próximo ao futuro autônomo dos automóveis, mas, por ser passivo, voltado ao conforto, ele é menos importante à integridade física humana em relação aos demais.

O acerto das suspensões do Renegade Trailhawk é excelente. Na terra, absorve as irregularidades, entrega conforto e mantém a tração das rodas com o piso, ajudado, é certo, pelos pneus de uso misto.

O seu entre-eixos curto (2,57 metros) e os ângulos de ataque, saída e a altura livre do solo (30°, 32° e 202 mm, respectivamente) garantem grande desenvoltura no fora de estrada.

Em rodovias, a cabine fica bem isolada dos defeitos do asfalto e muito estável em curvas para um SUV pequeno e alto como o modelo. Entretanto, por conta do seu design quadrado, ele sofre para vencer a resistência do ar.

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Aos 90 km/h já é perceptível a retenção da carroceria, porém, o ótimo isolamento acústico deixa os ruídos do vento, dos pneus e do motor muito contidos.

Curiosamente, tanto nesta velocidade, como aos 110 km/h, o motor trabalha na mesma rotação, às 1.850 rpm. O câmbio só permite o uso da nona marcha acima dos 97 km/h.

Mesmo com a relação encurtada do diferencial, este regime de trabalho do motor em velocidade de cruzeiro é baixo o suficiente para garantir conforto acústico e consumo razoável. A combinação deste sistema de tração 4×4 com o novo propulsor ficou muito melhor que seu casamento com o motor a diesel.

Com o bicombustível, o Renegade anda solto, aproveitando o deslocamento por inércia, permitindo ao motorista parar de acelerar sem que o conjunto retenha o movimento do SUV, como acontecia nas versões a óleo combustível.

Em trilhas, o novo Renegade Trailhawk supera obstáculos com a mesma desenvoltura da antiga versão a diesel e, em estradas, o desempenho ficou um pouco melhor.  A aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 9,9s para 9,7s. A velocidade máxima subiu de 190 km/h para 202 km/h.

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A maior diferença está no funcionamento mais esportivo do motor 1.3 flex em relação ao 2.0 diesel. Pisando fundo no acelerador, seu giro ultrapassa o pico de potência, atingindo 6.000 rpm antes das trocas de marchas.

Usando o modo Sport, a diversão é ainda maior. As marchas são retidas até rotações mais elevadas, as respostas ficam mais imediatas e o comportamento do utilitário compacto fica mais arisco que nunca, exigindo prudência para uma condução segura.

Consumo – Se o desempenho do Renegade bicombustível está mais que resolvido, o consumo merece entendimento. Antes da Stellantis lançar os seus motores turbo 1.3 e 1.0, criou-se uma expectativa de eficiência energética.

Provavelmente, por pressão mercadológica, ela optou por entregar os motores sobrealimentados mais potentes que os concorrentes. Contudo, eles não são os mais econômicos. Mesmo assim, são mais eficientes que a maioria dos propulsores aspirados e estão próximos aos outros turbinados.

Em nossos testes padronizados de consumo, avaliamos o Renegade Trailhawk 2021 a diesel em outubro do ano passado. Vamos comparar essas marcas com as que obtivemos agora, com a mesma versão, ano 2022, bicombustível.

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No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, atingimos 19,2 km/l com diesel e 14,8 km/l com gasolina. Na mais rápida, foram 16,5 km/l contra 13 km/l, com os respectivos combustíveis.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo deste acidentado percurso.

A versão Trailhawk finalizou este exigente teste com 8,8 km/l com diesel e 7,3 km/l com gasolina. Ambas pesadas, o consumo das duas versões no anda e para das cidades é muito maior que na estrada.

No caso da variante bicombustível, o exclusivo sistema stop/start ajudou a minimizar a diferença de consumo entre as duas.

O Renegade Trailhawk bicombustível melhorou em quase tudo em relação à versão diesel. O maior consumo foi sua única perda relevante. Em compensação, seu preço é inferior ao que ele custaria hoje se ainda fosse equipado com o motor a óleo combustível.

Também substituto do antigo motor 1.8 flex, este 1.3 turbo, único na linha atual do modelo, tem consumo melhor que o finado aspirado. Sendo assim, o Jeep Renegade tem tudo para recuperar a liderança do segmento e fechar como o SUV compacto mais emplacado de 2022.

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20220321_174753Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

Acesse o nosso site: http://www.diariodocomercio.com.br

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