Renegade Sport é a opção de entrada da Jeep no Brasil

Versão mais simples do SUV compacto traz importantes equipamentos de segurança

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/07/2022)

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Desde a abertura do nosso mercado, nos anos 1990, a paixão dos brasileiros por SUVs vem se consolidando. Curiosamente, o primeiro carro importado que chegou ao Brasil era um utilitário esportivo compacto, o russo Lada Niva.

Porém, a maioria deles era composta por modelos médios e grandes, todos muito caros e, consequentemente, os seus volumes de vendas eram mínimos.

Hoje, trinta anos depois, diversos utilitários esportivos nacionais figuram com destaque no levantamento dos automóveis mais vendidos em nosso mercado.

Entre todas as marcas, a Jeep detém duas exclusividades: é a única com dois SUVs entre os dez automóveis mais vendidos (Renegade e Compass) e o último é o único modelo médio nessa restrita lista.

No acumulado de 2021, entre os vinte automóveis mais vendidos, nove eram SUVs, e destes, quatro estavam entre os dez primeiros.

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Este ano houve um avanço em suas posições. No fechamento do primeiro semestre de 2022, permanecem nove SUVs entre os vinte modelos mais emplacados, mas, agora, seis deles estão entre os dez primeiros, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o Jeep Renegade Sport T270 4×2 (2022) para avaliação. No site da montadora, o seu preço sugerido é R$ 129,99 mil. Este valor só se aplica para a cor preta sólida.

As cores metálicas elevam o preço em R$ 1,56 mil e essa cor branca da unidade avaliada, a única perolizada, acresce R$ 2,22 mil.

Além dos equipamentos de série, este Renegade está equipado com o único pacote opcional disponível, custando R$ 5,38 mil. Dessa forma, o valor final dele é R$ 137,59 mil.

A Sport é a versão de entrada do Renegade, o modelo mais em conta da Jeep. Para ter um preço mais competitivo, ela é simplificada.

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Equipamentos – De série, suas peças plásticas externas não recebem pintura, os revestimentos são em tecido, o ar-condicionado não é digital, a tela do multimídia é pequena, a chave não é presencial e não existe paddle shift para as trocas das marchas e nem os sensores de estacionamento traseiros.  Mesmo assim, ela é uma versão muito bem equipada.

Seus principais equipamentos de série são: central multimídia com tela de 7 polegadas, Apple Carplay e Android Auto com espelhamento sem fio, bluetooth, sistema de áudio com 6 alto falantes e entradas USB e USB C; quadro de instrumento em TFT de 3,5 polegadas; ar-condicionado analógico; direção elétrica; volante multifuncional com regulagem em altura e distância; sistema stop&start; chave canivete com telecomando para abertura das portas e acionamento do alarme; rodas em liga leve aro 17 polegadas e pneus 215/60; bancos revestidos em tecido; banco do motorista com regulagem em altura e banco traseiro bipartido 60/40 e rebatível.

O pacote opcional (R$ 5,38 mil) inclui rodas de 18 polegadas calçadas com pneus por 225/55 e o revestimento dos bancos com material sintético que imita o couro com costuras em linha branca.

Em segurança, o Renegade Sport é muito completo. Os destaques são: seis airbags (frontais, laterais e de cortina); controles de tração, de estabilidade, anti-capotamento e de saída em rampas; frenagem autônoma de emergência; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; detector de fadiga do motorista; sistema de monitoramento de pressão dos pneus; faróis em full LED e lanternas com assinatura em LED e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

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Motor e Câmbio – O motor do Renegade Sport é o GSE 1.3 turbo bicombustível, o único disponível para a linha 2022 do modelo.

Moderno, ele conta com sobrealimentação feita por um turbocompressor de baixa inércia, injeção direta de combustível dentro do cilindro, sensor para o reconhecimento do combustível na linha de alimentação e resfriamento do ar comprimido e do óleo de lubrificação.

Seu grande diferencial é o sistema de variação das válvulas de admissão. Denominado MultiAir III, ele é o mais flexível projetado até hoje. Um conjunto eletro-hidráulico faz uma ligação totalmente controlável entre o eixo de comando e as válvulas de admissão.

Ele permite que elas sejam acionadas com variação em período, amplitude, ou mesmo, em frequência, isto é, em um único ciclo de admissão elas podem abrir e fechar duas vezes para otimizar a turbulência na câmera de explosão, por exemplo.

Toda essa amplitude no controle do funcionamento do motor resultou em altos números de potência e torque, ao mesmo tempo em que suas emissões se enquadraram às exigências legais vigentes e às futuras.

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O seu torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente.

A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático convencional com conversor de torque e seis (6) marchas. Ele oferece programação Sport e seleção entre automático e manual com possibilidade de comutação das marchas pela alavanca.

O conjunto conta com o Jeep Traction Control+, sistema de bloqueio que trava a roda motriz sem aderência com o solo para que a outra tracione em transposição de obstáculos.

Este novo motor chegou à linha 2022 do Renegade acompanhado da sua segunda reestilização.

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Design – Lançado em 2015, inspirado no Jeep Willys 1941, seu design quadrado com faróis redondos sempre fez sucesso em nosso mercado. Tanto na primeira mudança visual, na linha 2019, quanto nessa de 2022, não por acaso, pouco foi alterado no modelo.

A grade com menor altura e os faróis redondos, cortados na parte superior, mudaram a expressão do Renegade nas duas últimas intervenções. A cada nova “plástica facial” o modelo ficou mais invocado que o anterior, sendo essas as grandes diferenciações entre as três carrocerias do SUV compacto.

Na primeira reestilização, nem os para-choques mudaram. Agora, eles foram redesenhados. O dianteiro ganhou maior volume, aberturas inferiores mais amplas e recortes mais pronunciados no encontro das partes pintadas e sem pintura.

No para-choque traseiro, além do maior volume, a Jeep aproveitou para tirar o inútil vão de acesso à maçaneta embutida que existia até 2018 e passou a ser visível na tampa do porta-malas a partir de 2019.

Por fim, as atuais lanternas ganharam uma nova interpretação para o “X” alusivo ao reforço estrutural do galão de combustível extra que o Jeep Willys carregava em sua traseira e as rodas de todas as versões foram redesenhadas.

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Internamente, as mudanças no Renegade Sport foram mínimas. Basicamente, foi adotado o mesmo volante usado no Compass e no Commander. No mais, este novo “X” das lanternas traseiras foi aplicado em alto relevo no tecido dos bancos.

Nessa versão, o quadro de instrumentos continua analógico e ganhou novo grafismo, ao contrário das demais versões que adotaram o cluster digital usado na Fiat Toro.

O acabamento interno continua uma referência no segmento. Diversas áreas são revestidas e todos os plásticos têm ótima qualidade e textura agradável ao toque.

Inalterada, a ergonomia do Renegade continua acertada, com todos os comandos à mão. O espaço interno é muito bom para as cabeças e ombros de quatro adultos.

Para as pernas dos ocupantes traseiros, apenas o suficiente. No centro desde banco, só uma criança vai com conforto. Porta objetos estão bem distribuídos, em bom número e têm capacidades razoáveis.

Mesmo compacto, o Renegade é robusto. Ele mede 4,27 metros de comprimento; 1,80 metro de largura e 1,69 metro de altura. Pesando 1.468 kg, transporta até 400 kg. Seu porta-malas tem 320 litros de capacidade e o tanque de combustíveis comporta 55 litros.

Com entre-eixos de 2,57 metros, seus ângulos de ataque, saída e a altura livre do solo são, respectivamente: 21º; 31º e 186 mm, medidas que garantem boa capacidade de transposição no fora de estrada.

Tecnologias – Os equipamentos do Renegade continuam oferecendo botões físicos, giratórios, para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal.

O ar-condicionado analógico é eficiente no tempo de resfriamento na parte dianteira da cabine e na manutenção de temperatura. A ventilação tem boa intensidade e é pouco ruidosa.

A falta de saídas de ar na traseira eleva o tempo do resfriamento para quem vai no banco de trás. Seus botões são grandes, têm boa pega e alta qualidade.

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Mesmo com tela pequena, o multimídia funciona muito bem. Em sensibilidade ao toque, definição de tela e velocidade de processamento, ele está entre os melhores do mercado.

O espelhamento de celular sem cabo é estável e a conexão é muito rápida quando se entra no carro. Não muito comum, o sistema de som tem potência para reproduzir músicas dos aplicativos de streaming em altos volumes.

Entretanto, os alto falantes ficaram subdimensionados, apresentando distorções no limite da amplificação. Assim como a tela, os botões são pequenos, mas oferecem as funções necessárias.

A câmera de marcha à ré tem ótima definição de imagem e conta com guias dinâmicas que ajudam bastante nas manobras de estacionamento. Porém, sensores de aproximação fariam ótima parceria à mesma, pois o Renegade é alto, suas colunas largas e a visibilidade limitada.

Como em todos os modelos da Stellantis, o computador de bordo é muito completo. Ele apresenta informações múltiplas dos dados de viajem, além de diversos outros dados mais raros, como temperatura do óleo, tensão da bateria, funcionamento do turbo, dias restantes para a revisão e a força G atuante em acelerações, frenagens e curvas.

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A sequência de exibição destas páginas poderia ser melhor. As páginas “trip” e a de velocidade deveriam ser subsequentes, pois são as mais usadas em estradas, mas estão separadas por três outras páginas, obrigando ao condutor comutar quatro vezes um botão posicionado no lado esquerdo do volante para visualizar essas duas informações tão relevantes em viagens.

Além do computador de bordo, outros botões no volante operam o telefone, o controlador de velocidade e o sistema de som. Esse último, por comandos de uso cego localizados atrás do volante, os mais seguros, pois não desviam a atenção do motorista.

Modelo é confortável ao rodar e motor turbo trouxe ganho em desempenho

A direção elétrica é leve em manobras, ganha peso adequado em velocidades maiores, mas fica um pouco pesada nas intermediárias.

Os pneus opcionais têm banda de rodagem mais larga, característica que eleva a resistência do volante ao esterço da direção.

Além do ganho estético, este conjunto de roda e pneu aumenta a estabilidade do modelo, principalmente em curvas e sobre o asfalto liso. Em asfalto áspero, ou danificado, e em vias no fora de estrada, eles transferem mais as irregularidades desses pisos para a cabine.

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Essa maior área de contato dos pneus também prejudica o consumo de combustível, outra desvantagem do pneu mais largo e com perfil mais baixo.

Mesmo com este conjunto mais esportivo, o Renegade entrega conforto de marcha, mérito da competente suspensão independe nos dois eixos. Ela é firme e não deixa a carroceria rolar em demasia, mas trabalha em uma frequência baixa para um SUV compacto.

Ao encarar ondulações e buracos, os impactos são bem absorvidos e o monobloco demonstra rigidez, preservando os painéis de rangidos e os ocupantes de oscilações em excesso na cabine.  

Ao volante, o Renegade parece ser outro carro, pois a Stellantis calibrou GSE 1.3 turbo para entregar os mais altos números de torque e potência possíveis.

Segundo a Jeep, com o antigo 1.8 aspirado, a versão Sport atingia os 100 km/h em 11,1 segundos. Agora, com este novo motor, o tempo caiu para 8,7 segundos. A velocidade máxima também mudou. Ela aumentou de 182 km/h para 210 km/h.

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Com menos atraso do que no antigo motor diesel, a turbina do motor 1.3 sobrealimenta os cilindros rapidamente e desloca o SUV esportivamente, arrancando e retomando a velocidade com muita eficiência.

Mas, como existe grande oferta de torque em rotações muito baixas, é possível atingir, progressivamente, velocidades de cruzeiro mantendo o giro do motor próximo às 2.000 rpm.

Nessas condições, a calibragem do câmbio contribui com trocas suaves e antecipadas e a longa relação da sexta e última marcha permite circular aos 90 km/h às 1.500 rpm e aos 110 km/h às 1.750 rpm, regimes extremamente baixos que deixam o Renegade econômico, para um modelo tão potente.

Consumo – Em viagem por região litorânea, circulamos 470 km. No acumulado em rodovias, ruas e estradas de areia, nosso consumo foi de 13,9 km/l de gasolina.

Nos melhores deslocamentos por rodovias, em trechos aproximados de 150 km, atingimos até 16,7 km/l, também com gasolina.

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Nas estradas de areia, ao longo de diversas praias, pudemos avaliar o Renegade 4×2 no fora de estrada. Os pneus largos, baixos e não apropriados afundavam na areia mais do que o desejado, formando cavas que exigiam maior aceleração para ele não atolar.

Mesmo assim, apenas nos trechos com areia mais fofa foi necessário usar o TC+, recurso ativado ao se desligar o controle de tração convencional. Por não ter tração 4×4, o Renegade Sport só é indicado para trilhas com baixo grau de dificuldade.

O Renegade Sport é uma versão de entrada com extensa lista de equipamentos, principalmente os de segurança, os mais importantes.

Básico, sem as rodas maiores e os bancos revestidos em material sintético que imita o couro, ele nos parece a melhor opção, pois tende a ser mais econômico e se sair melhor no fora de estrada.

Rumando para 8 anos de Brasil, o Renegade é o SUV com maior tempo de permanência no pódio entre os mais vendidos. Mesmo com um motor fraco, e pouco econômico, as versões bicombustíveis representavam a maior parte dessa demanda.

Agora, dotado do motor flexível mais moderno do mercado, ele tem tudo para figurar mais vezes no primeiro lugar da categoria.

20220629_172009Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Audi apresenta motores mais eficientes para a família A

Da Redação

Família A

A Audi do Brasil anunciou a renovação da sua linha de modelos A3, A4 e A5, que acabam de receber propulsores mais modernos e eficientes, alinhados às novas exigências da fase L7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Com as atualizações na motorização, os integrantes da família A ficaram mais potentes e com menor emissão de poluentes, segundo a fabricante.

“Estamos vivenciando mudanças profundas na indústria automotiva em direção à mobilidade sustentável e estamos orgulhosos em ser parte atuante nessa transformação, oferecendo o portfólio mais completo do mercado automotivo de luxo com opções elétricas, híbrida e a combustão cada vez mais eficientes e adequadas às normas de emissão”, afirma Daniel Rojas, CEO da Audi do Brasil.

Modelo mais vendido da história da marca no País, o Audi A3 ganhou atualizações no propulsor 2.0 S line TFSI S tronic, disponível nas versões Sedan e Sportback.

A potência passou de 190 cv (320 Nm de torque) para 204 cv (300 Nm de torque) e o propulsor conta com um sistema híbrido leve de 48V.

Com as mudanças, o veículo reduziu as emissões de poluentes e preservou sua performance esportiva, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. A transmissão é  S tronic de sete (7) velocidades.

O sedan médio A4 também recebeu atualizações na motorização, obtendo os mesmo números do A3: potência do motor 2.0 TFSI de 190 cv (torque de 320 Nm) para 204 cv e (320Nm), também utilizando a transmissão S tronic de sete (7) velocidades.

O novo conjunto tornou o veículo mais rápido e eficiente, baixando a sua aceleração de 0 a 100 km/h de 7,3 para 7,1 segundos, informou a Audi.

Com seu visual coupé que mistura esportividade e elegância, o Audi A5 completa a renovação de motores da família A, utilizando o mesmo powertrain do A4.

Os ajustes fizeram a aceleração de 0 a 100 km/h do modelo cair de 7,3 para 7,2 segundos, de acordo com a fabricante.

Família A - 2Fotos: Audi / Divulgação

Preços Públicos Sugeridos (Julho/2022):

A3 Sedan 2.0 S line TFSI S tronic (22/22): R$ 269,99 mil

A3 Sportback 2.0 S line TFSI S tronic (22/22): R$ 269,99 mil

A3 Sedan 2.0 Performance Black TFSI S tronic (22/22): R$ 289,99 mil

A3 Sportback 2.0 Performance Black TFSI S tronic (22/22): R$ 289,99 mil

A4 Sedan Prestige 2.0 TFSI S tronic (22/22): R$ 294,99 mil

A4 Sedan S line 2.0 TFSI S tronic (22/22): R$ 317,99 mil

A5 Sportback S line 2.0 TFSI S tronic (22/22): R$ 351,99 mil

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BMW inicia a pré-venda da K 1600 Bagger

Da Redação

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De novo visual, mais esportivo, mas sem perder as linhas elegantes e futuristas, a nova BMW K 1600 Bagger já está em pré-venda no Brasil, importada de Berlim, na Alemanha, com preços de R$ 306,50 mil, R$ 313,50 mil e R$ 326,50 mil.

Os clientes interessados devem reservar na rede de concessionários da marca os modelos, com previsão de entrega nos próximos dois meses.

Sua silhueta é sóbria, o que contribui para torná-la um objeto de desejo para aqueles que almejam uma máquina para encarar longas distâncias de forma imponente e tranquila.

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No quesito motorização, a K 1600 Bagger é equipada com um motor de seis cilindros em linha de 1.649 cm³, 4 tempos, 24 válvulas com duplo comando e é capaz de entregar 160 cv de potência, a 7.750 rpm, e 175 Nm de torque, a partir de 5.250 rpm.

O conjunto motriz agrega, ainda, câmbio de seis (6) marchas e transmissão por eixo cardã.

A lista de equipamentos de série engloba freios assistidos por ABS Pro, Controle de Tração Dinâmico (DTC), Ajuste Eletrônico de Suspensão (ESA), manoplas e banco aquecidos, farol xênon, lanterna e luzes indicadoras de direção em LED, Controle Eletrônico de Velocidade, computador de bordo, modos de pilotagem, rádio, preparação para GPS e para-brisa com ajuste elétrico.

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Outro destaque desta cruiser da família K são os recursos tecnológicos semelhantes aos encontrados em automóveis premium, entre eles: farol direcional, Assistente de Partida em Ladeira (HSC), Controle de Pressão dos Pneus (RDC), partida sem chave (keyless), Assistente de Trocas de Marchas Pro, luzes adicionais em LED, interface bluetooth, sistema de alarme antifurto e marcha a ré.

P90440710_highRes_bmw-k-1600-b-10-2021Fotos: BMW Motorrad / Divulgação

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Nissan Frontier ganha versão de entrada com motor biturbo

Da Redação

Linha completa: Nova Frontier S completa a oferta da picape e Ni

Agora a linha da Nissan Frontier está completa e com uma novidade no Brasil. A marca japonesa já está disponibilizando a versão de entrada S no País e o modelo chega também com dois turbos no motor 2.3 16V a diesel, como nas outras versões.

A decisão de disponibilizar o biturbo na versão S, diferentemente do que acontecia no modelo anterior e chegou a ser anunciado pela empresa, foi tomada para padronizar a oferta da linha no mercado e melhorar o desempenho e o consumo da opção de entrada da Frontier, que é a única equipada com câmbio manual, de seis (6) marchas.

Como tem vocação para o trabalho, a Frontier S tem os dois turbos com calibragem diferente da oferecida nas outras versões da linha.

Linha completa: Nova Frontier S completa a oferta da picape e Ni

Linha completa: Nova Frontier S completa a oferta da picape e Ni

Assim, entrega 43,3 kgfm de torque, disponíveis entre 1.500 e 2.500 rpm, e 163 cv de potência a 3.750 rpm. Apesar de ter também dois turbos, como as demais versões (que têm 190 cv), o modelo de entrada é 5% mais econômico e mantém um bom desempenho.

A nova versão se soma as outras já disponíveis nas concessionárias da marca em todo o Brasil: SE, Attack, XE, Platinum e PRO4X.

Com todas as opções disponíveis, a linha da nova Nissan Frontier conta com seis versões no mercado brasileiro.

Linha completa: Nova Frontier S completa a oferta da picape e Ni

A versão S é um modelo de entrada, mas traz de fábrica itens como seis airbags, ar-condicionado, vidros e retrovisores elétricos, bloqueio de diferencial mecânico, controle automático de descida (HDC) e controles de tração e estabilidade (VDC – Vehicle Dynamic Control), sistema de auxílio de partida em rampa (HSA), entre outros.

A versão S tem preço sugerido de R$ 238,29 mil.

Linha completa: Nova Frontier S completa a oferta da picape e Ni

Linha completa: Nova Frontier S completa a oferta da picape e Ni

Fotos: Nissan / Divulgação

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Linha 2023 do Hyundai HB20 ganha reestilização

Terceira mudança visual do hatch chega acompanhada de novos equipamentos

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 08/07/2022)

de Campinas (SP)

Lançado em 2012, o Hyundai Brasil 20, mais conhecido como HB20, foi o modelo de estreia da marca sul coreana como montadora em território nacional.

Ele foi projetado para disputar a ponta do segmento de hatches compactos, na época, o tipo e tamanho de carroceria que ocupava sete das dez primeiras posições em vendas entre os automóveis.

Para tal, o alvo foi o Volkswagen Gol, modelo que estava para completar 25 anos como o mais vendido do Brasil. A robustez da estrutura, das suspensões e dos acabamentos, assim como confiabilidade mecânica e baixo custo de manutenção foram características espelhadas do líder nacional.

Para encher os olhos, o exemplo veio da própria marca. O hatch médio Hyundai i30 serviu de inspiração para o design do irmão menor. Eles compartilharam tantas semelhanças que era comum confundir os dois nas ruas.

O formato das lanternas e faróis, as linhas da carroceria e o desenho das portas e capô eram tão parecidos que o HB20 se tornou, quase, um i30 em escala um pouco reduzida.

Mais bonito e atual que a concorrência, bem adaptado às péssimas condições das nossas vias e oferecendo cinco anos de garantia, o HB20 se tornou um sucesso de mercado.

Nos fechamentos de 2013 a 2015 ele foi oitavo, quinto e terceiro lugar em vendas, respectivamente. De 2016 a 2018, emplacou a vice-liderança do mercado. Em 2019 foi o terceiro, retomando o segundo lugar em 2020.

Líder em 2021, ele está mantendo a escrita este ano, pois registrou 42.834 emplacamentos no fechando do 1º semestre de 2022, o automóvel mais vendido do País, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Na linha 2023, o HB20 acaba de receber a terceira alteração no design nestes dez anos de mercado. A primeira ocorreu no modelo 2016, quando nova grade e para-choque atualizaram a frente do modelo com a apresentada em compactos e médios da marca vendidos fora do Brasil.

Considerada a segunda geração do HB20, a mudança no modelo 2020 foi a mais profunda. Lançada em setembro de 2019, ela causou polêmica por ser muito ousada externamente, por trazer elementos de design de modelos maiores e mais sofisticados da marca. Porém, eles ficaram estranhos no compacto.

Mesmo sem atrapalhar as suas vendas, este design destoante foi, precocemente, substituído no HB20 2023. Agora, essa atualização ficou bem mais harmônica que a anterior.

Mudanças – A nova grade, hexagonal e mais alta, elevou a dianteira do modelo. Também inéditos, para-choque mais retilíneo, faróis retangulares, capô marcado por vincos e para-lamas com linhas mais paralelas ao piso completaram as mudanças na frente do HB20.

Lateralmente, a carroceria não teve alterações, somente a adoção de novas rodas diamantadas, de 16 polegadas, para as versões com motor turbo.

Atrás, um novo para-choque, igualmente retilíneo, e as lanternas interligadas por aplique plástico. Certamente, a mudança mais impactante. O conjunto tem um volume tridimensional, avança para fora da tampa do porta-malas.

Sua assinatura luminosa apresenta duas setas nas extremidades e traços horizontais na base das mesmas, desenho que confere dinamismo. Mesmo não havendo iluminação por toda a peça, a parte central desta interligação conta com régua reflexiva que, às vezes, parece estar acesa.

Este recurso de design para a traseira replica o estilo mais atual dos carros da Hyundai, como nos novos Tucson e Elentra.

Internamente, as mudanças foram menos radicais. O quadro de instrumentos totalmente digital, presente nas duas versões mais caras, é a grande novidade. Desenho, cores e texturas dos materiais de revestimento também são novos, assim como as cores dos painéis e outras peças internas.

Todas essas superfícies foram padronizadas em tons mais escuros. Segundo a marca, um estilo mais esportivo, adequado ao público de hatches compactos.

As sete versões do HB20 2023 vêm completas de série e não oferecem opcionais. Seus importantes equipamentos de segurança foram aprimorados.

Todas elas contam com seis airbags (incluindo airbags laterais e de cortina), freios ABS com EBD, controles de estabilidade e tração (ESP e TCS), sinalização de frenagem de emergência (ESS) e assistente de partida em rampa (HAC).

Equipamentos – Além dos equipamentos básicos como ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos dianteiros, a versão de entrada (Sense 1.0 manual) traz rádio com bluetooth, quadro de instrumentos analógicos com visor central em TFT de 3.5 polegadas, computador de bordo,  controlador de velocidade e regulagem em altura do banco do motorista.

A Comfort 1.0 manual recebe, a mais, multimídia com tela de 8 polegadas e espelhamento sem cabo, vidros traseiros e retrovisores elétricos, chave tipo canivete, entre outros.

Na versão Limited 1.0 manual, os destaques são o acendimento automático dos faróis, a câmera de marcha à ré, o sensor de estacionamento traseiro, o ajuste em altura e profundidade do volante e as rodas em liga leve de 15 polegadas diamantadas.

Todas as versões turbo são equipadas com as rodas de liga leve de 16 polegadas diamantadas. As versões  Comfort com motor turbo têm os mesmos equipamentos da Comfort com motor aspirado e, ainda, recebem antena tipo “barbatana de tubarão” e grade dianteira em preto brilhante.

As versões Platinum e Platinum Plus são vendidas, exclusivamente, com o motor turbo e o câmbio automático. Os destaques, comuns as duas, são o quadro de instrumentos digital, farol de neblina, lanternas em LED e dois recursos de segurança: o alerta de Saída Segura (SEW), que busca prevenir acidentes que podem ser causados por portas abertas quando outros veículos se aproximam, e o Alerta de Presença nos Bancos Traseiros (ROA).

A Platinum Plus é a versão mais completa. Ela é a única que conta com DRL em LED, faróis com projetores, ar-condicionado automático digital, carregador de celular por indução eletromagnética, aletas no volante para troca das marchas, sistema stop/start, banco traseiro bipartido e revestimento que mescla tecido e material sintético que imita o couro. 

Condução Semiautônoma – Mas, seu grande diferencial são os sistemas auxiliares de condução semiautônomas. Este novo pacote de segurança, denominado SmartSense, conta com o Assistente de Centralização em Faixa (LFA) que monitora a posição do veículo em relação a sinalização horizontal de trânsito, e em relação ao veículo a frente, e atua de forma autônoma no volante para manter o HB20 centralizado na faixa de rodagem, sempre como suporte ao motorista.

O LFA atua em conjunto e é uma extensão do Assistente de Permanência em Faixa (LKA). Ele emite sinais sonoros e eventualmente atua de forma autônoma no volante ao identificar que o carro está trocando de faixa imprevisivelmente, visando reduzir o risco de uma eventual colisão.

O Assistente de Tráfego Cruzado Traseiro (RCCA) ajuda a evitar colisões ao sair de ré de uma vaga. Ele usa radares que detectam quando um obstáculo se aproxima, emitindo avisos sonoros e visuais e, até mesmo, aplicando os freios de forma autônoma, se necessário.

O Assistente de Ponto Cego (BCA) usa sensores para indicar ao motorista a existência de veículos nos pontos cegos. Essa indicação é feita diretamente nos espelhos retrovisores externos.

O BCA é uma função ativa, e, se necessário, pode automaticamente controlar o veículo, reduzindo o risco de colisão ao se mudar de faixa imprudentemente.

Além disso, o Sistema de Alerta e Frenagem Autônomo (FCA), atua na prevenção de acidentes, primeiro alertando o motorista com sinais visuais e sonoros sobre potenciais riscos à frente, reduzindo a velocidade automaticamente e, até mesmo, parando completamente o veículo. Agora, o FCA passa a detectar, também, ciclistas, além de pedestres e outros veículos adiante.

Outros recursos disponíveis no HB20 Platinum Plus são o Detector de Fadiga (DAW), o Farol Alto Adaptativo (HBA) e o Monitoramento de Pressão dos Pneus (TPMS).

O HB20 2023 continua com os dois motores 1.0 de três cilindros com bloco em alumínio, aspirado e turbo, e os câmbios manual de 5 marchas para o motor aspirado, manual de 6 marchas e automático de 6 marchas para o motor turbo.

O motor 1.0 aspirado rende 80/75 cv às 6.000 rpm e seu  torque atinge 10,2/9,4 kgfm às 4.500 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O motor 1.0 turbo alimentado rende 120 cv às 6.000 rpm e seu torque atinge 17,5 kgfm às 1.500 rpm com ambos os combustíveis.

Versões e Preços:

Sense 1.0 manual – R$ 76,69 mil

Comfort 1.0 manual – R$ 79,99 mil

Limited 1.0 manual – R$ 85,49 mil

Comfort 1.0 Turbo manual – R$ 93,79 mil

Comfort 1.0 Turbo automático – R$ 99,39 mil

Platinum 1.0 Turbo automático – R$ 105,39 mil

Platinum Plus 1.0 Turbo automático – R$ 114,39 mil

Na apresentação do HB20 2023, também foi mostrado o novo HB20 S, a carroceria sedan do modelo. Não foram divulgadas as versões, equipamentos e preços do mesmo, informações que ficaram para um futuro próximo, quando o HB20 S será oficialmente lançado.

A grande diferença entre as configurações dos dois modelos, algo que foi possível observar in loco, é a padronização do interior. Se na cabine do HB20 predomina tons escuros, todas as peças e revestimento do HB20 S utilizam materiais na cor cinza e em tons claros.

Outro diferencial está no conjunto de lanternas traseiras. No sedan, ele é completamente iluminado, criando uma assinatura que “risca” toda a sua traseira, conferindo a mesma sofisticação dos modelos maiores e mais atuais da marca.

Fotos: Hyundai / Divulgação

*o colaborador viajou a convite da Hyundai

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Kawasaki lança linha 2023 da Versys 650

Da Redação

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A Kawasaki anunciou o lançamento da Versys 650 2023 no mercado nacional. Ela chega trazendo melhorias, incluindo novas carenagens e iluminação em LED, assim como um painel de instrumentos atualizado e uma nova chave de ignição.

Mantendo seu poderoso motor bicilíndrico de 649 cm³, que recebeu algumas atualizações, o lançamento chega às concessionárias autorizadas Kawasaki pelo preço sugerido R$ 50,64 mil.

Já a versão Tourer, que apresenta itens de série como top case e malas laterais, tem preço sugerido de R$ 57,14 mil.

De acordo com a Kawasaki, a nova Versys 650 2023 ganhou melhorias voltadas especialmente ao conforto na hora da pilotagem. Para reduzir o impacto do vento, ela recebeu um novo para-brisa, com quatro posições de ajuste, facilmente configurável sem a necessidade de ferramentas.

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O novo conjunto de carenagens também contribui para auferir conforto e proteção nas condições de pilotagem mais adversas. Além dos novos faróis e setas em LED, a bigtrail recebeu atualizações no spoiler, no coletor de escape, na tampa do tanque de combustível, no punho de comando esquerdo e no painel de instrumentos.

Dentre as novidades, o sistema de iluminação ganha destaque. Os faróis em LED, além da eficiência, tornam simétrico o “novo rosto” da Versys 650. O conjunto fica ainda mais completo com a adição dos piscas em LED, o que contribui para uma condução segura.

Já o novo painel de controle promete agradar a todos os fãs da marca, informou a fabricante. O lançamento recebeu um painel em TFT colorido de 4,3 polegadas, que oferece ótima visualização.

Entre seus diferenciais, disponibiliza conectividade com smartphone e com o aplicativo Rideology the App, que permite registrar a telemetria da moto.

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Através do painel é possível configurar os dois modos do controle de tração (Kawasaki Traction Control), que ainda pode ser desligado, selecionar a faixa de mudança de marcha a cada 500 rpm, de forma semelhante a um Shift Light, e visualizar alertas para troca de óleo do motor.

Bastante completo, o painel traz, ainda, velocímetro e conta giro no estilo de barra, indicador de posição de marcha, nível de combustível, hodômetro, autonomia restante, velocidade média, relógio, ente outros tantos.

Na parte mecânica, a Versys 650 2023 manteve seu tradicional motor bicilíndrico paralelo, DOHC, com refrigeração líquida e 649 cm³. A novidade fica por conta de um ajuste fino na configuração para que o lançamento alcançasse uma resposta mais equilibrada entre potência e aceleração.

Para isso, o torque foi aumentado nas faixas de baixas e médias rotações, sem que isso prejudicasse o desempenho nas altas rotações. Desta forma, ao abrir o acelerador, o piloto irá perceber um comportamento suave e poderoso do motor, com excelente nível de controle.

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Fotos: Kawasaki / Divulgação

A Versys 650 TR (Tourer) também recebeu as mesmas atualizações. Previstas para chegar nas concessionárias autorizadas Kawasaki (fim de julho / começo de agosto)  a versão vem equipada com top case e malas laterais, slider lateral, faróis de neblina, para-brisa alongado, protetores de mão, tomada auxiliar e tank pad, tudo como item de série.

Ficha Técnica:

Motor: bicilíndrico paralelo, DOHC, com refrigeração líquida e 649 cm³; potência máxima de 67 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 6,2 kgf.m a 7.000 rpm; diâmetro x curso 83,0 x 60,0 mm, taxa de compressão 10,8:1; injeção eletrônica com válvulas de aceleração duplas de ø38 mm; ignição digital; partida elétrica; lubrificação forçada com cárter semi-seco e transmissão de 6 velocidades do tipo cassete, igual da superesportiva ZX-10R.

Peso em ordem de marcha: 219 kg; Versão Tourer: 239 kg.

Chave: novo tipo de corte que confere mais segurança.

Freios: na dianteira, disco duplo semi-flutuante de ø300 mm em formato margarida; na traseira, disco simples em formato de margarida de ø250 mm.

Suspensão: na dianteira, garfo invertido de 41 mm, com retorno e pré-carga da mola ajustáveis; na traseira, monoamortecedor com pré-carga ajustável.

Pneus Dunlop Sportmax. Dianteiro 120/70 ZR 17 M/C (58W) e Traseiro 160/60 ZR 17 M/C (69W).

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Ranking dos veículos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2022

José Oswaldo Costa

Com o fim do 1º semestre do ano, é chegado o momento de divulgarmos os veículos mais emplacados no Brasil em 2022.

Abaixo, listamos o ranking do 15 modelos mais vendidos do País, nos seis primeiros meses de 2022, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave):

Veículos:

1º) Hyundai HB20 – 42.834 unidades

2º) Chevrolet Onix – 33.850 unidades

3º) Volkswagen T-Cross – 32.870 unidades

4º) Fiat Mobi – 31.453 unidades

5º) Jeep Compass – 31.029 unidades

6º) Hyundai Creta – 29.254 unidades

7º) Chevrolet Tracker – 26.966 unidades

8º) Chevrolet Onix Plus – 26.940 unidades

9º) Jeep Renegade – 24.879 unidades

10º) Fiat Pulse – 24.035 unidades

11º) Volkswagen Gol – 23.607 unidades

12º) Renault Kwid – 23.049 unidades

13º) Toyota Corolla Cross – 22.267 unidades

14º) Fiat Argo – 22.128 unidades

15º) Toyota Corolla – 20.836 unidades

A seguir, o ranking do segmento mais valorizado do País nos últimos anos, o de utilitários esportivos (SUVs), com os seus 15 modelos mais emplacados.

Utilitários Esportivos (SUV):

1º) Volkswagen T-Cross – 32.870 unidades

2º) Jeep Compass – 31.029 unidades

3º) Hyundai Creta – 29.254 unidades

4º) Chevrolet Tracker – 26.966 unidades

5º) Jeep Renegade – 24.879 unidades

6º) Fiat Pulse – 24.035 unidades

7º) Toyota Corolla Cross – 22.267 unidades

8º) Nissan Kicks – 17.087 unidades

9º) Volkswagen Nivus – 16.674 unidades

10º) Citroën C4 Cactus – 10.618 unidades

11º) Jeep Commander – 9.657 unidades

12º) Renault Duster – 9.537 unidades

13º) Toyota Hilux SW4 – 6.700

14º) Caoa Chery Tiggo 5X – 5.151

15º) Caoa Chery Tiggo 8 – 4.524

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Jeep confirma lançamento da picape Gladiator para o dia 4 de agosto

Da Redação

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A Jeep confirmou, hoje, o lançamento da picape Gladiator, no Brasil, para o dia 4 de agosto.

A Jeep Gladiator chegará ao País com uma capacidade off-road jamais vista no segmento de picapes, informou a fabricante.

Com muita tecnologia, versatilidade e atributos para enfrentar qualquer desafio, ela chegará para redefinir o conceito off-road no universo das picapes no Brasil, segundo o material de imprensa divulgado.

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A picape, que une todo o espírito e a autenticidade da Jeep, carrega ainda o selo Trail Rated, que atesta toda a força e o DNA aventureiro da marca.

Para conquistar esse selo, um veículo precisa superar uma série de testes nos terrenos mais difíceis e desafiadores.

E todos esses atributos vão chegar muito em breve ao Brasil para oferecer aos amantes das picapes e aventuras um universo novo.

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A versatilidade da Jeep Gladiator escreverá um novo capítulo no segmento e chegará em lugares que nenhuma outra chegou, encerra o material.

1200x-1Fotos: Stellantis / Jeep / Divulgação

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BMW R 18 tem chegada confirmada no Brasil

Da Redação

unnamedBMW Motorrad / Divulgação

A BMW R 18 acaba de ser confirmada para chegar ao Brasil este ano.

A motocicleta, com linhas clássicas e altamente customizável, está fazendo sucesso em todo o mundo, informou a fabricante.

O modelo é equipado com o motor boxer mais potente da história da BMW.

O propulsor tem 1.800 cilindradas, dois cilindros, quatro válvulas, bloco e transmissão feitos de alumínio, componentes de alumínio polido a mão e um moderno sistema de arrefecimento a ar e óleo.

Em termos de desempenho, o motor gerenciado pela transmissão automática de seis (6) velocidades e desenvolve 91cv a 4.750rpm, com um torque máximo de 158Nm já disponível a partir de 3.000rpm.

De acordo com a BMW Motorrad, informações sobre versões, preços e equipamentos de série serão revelados em breve.

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