Jeep Renegade Trailhawk 2022 utiliza motor 1.3 turbo flex

Novo propulsor, que pode render 180/185 cv, trouxe mais agilidade para o SUV

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 15/04/2022)

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Lançado em 2015, o Jeep Renegade foi reestilizado na linha 2019. Agora, em 2022, recebeu a segunda alteração visual e a primeira mudança de motor. Suas versões foram resumidas a quatro: duas 2×2 e duas 4×4.

Em seis anos completos de vendas, ele liderou em 2019 e 2021, foi segundo em 2016 e 2020, terceiro em 2017 e quarto em 2018. Este ano, como a linha 2022 só foi lançada dia 10 de fevereiro, suas vendas ficaram reprimidas, à espera das novidades.

Até o fechamento de março, foram registrados 11.103 emplacamentos, a 3ª colocação entre os SUVs compactos, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O DC Auto recebeu o Jeep Renegade Trailhawk T270 4×4 para avaliação. Versão de topo da gama preparada para o fora de estrada, ela mantém as exclusivas alterações mecânicas para este fim.

Também existente anteriormente, nesta e em outra versões, a tração 4×4 com câmbio automático de 9 marchas formam o mesmo conjunto. A novidade da linha 2022 do Renegade é o motor 1.3 turbo, o mesmo que equipa os utilitários Compass e Commander, e a picape Fiat Toro.

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No site da montadora, o seu preço sugerido é R$ 164,13 mil. Este valor só se aplica para a cor preta. As outras cores metálicas elevam o preço em R$ 1,56 mil e, as perolizadas, acrescem R$ 2,22 mil.

Além dos equipamentos de série, a unidade avaliada contava com o teto solar panorâmico, único item opcional disponível, custando R$ 8,30 mil. O valor final deste Renegade é R$ 174,65 mil pois, apesar de parecer sólida, a nova cor cinza é perolizada.

Como antes, o Renegade Trailhawk 2022 traz mudanças estéticas e funcionais. Bancos e volante são revestidos em material sintético que imita o couro, preto com costura na cor vermelha, e os retrovisores externos na cor cinza permanecem.

Peças em vermelho foram reduzidas, deixando a versão mais discreta. Suspensões elevadas em 20 mm, sistema de tração com programação para quatro tipos de terreno e rodas em liga leve de 17 polegadas com pneus “super verdes” 215/60 R17 de uso misto, inclusive o estepe, são as alterações mais relevantes.

Somente os ganchos de reboque mudaram. Os dianteiros foram suprimidos para diminuir possíveis danos causados aos pedestres em atropelamentos. Um gancho normal pode ser rosqueado por dentro do para-choque dianteiro. O gancho traseiro fixo na cor vermelha foi mantido.

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Equipamentos – Os equipamentos diferenciados do Renegade Trailhawk são: sistema Adventure Intelligence; quadro de instrumentos digital; multimídia com tela de 8,4 polegadas e espelhamento por Apple CarPlay ou Android Auto sem cabo; carregador por indução com saída de ar para resfriamento do celular; chave presencial; assistente de estacionamento em vagas paralelas e perpendiculares e ar-condicionado de duas zonas.

Entre os equipamentos de segurança, os destaques são: frenagem autônoma de emergência; alerta de ponto cego; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; reconhecimento de placas sinalizadoras da velocidade permitida; comutação automática dos faróis alto e baixo; faróis e lanternas em LED; sensores crepuscular e de chuva; sensor de pressão dos pneus; sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

A versão também conta com sete airbags; controle de tração, controles de estabilidade e para trailer (quando com engate Mopar), controle eletrônico anti capotamento, controle eletrônico de velocidade em descidas e auxiliar de partida em rampas.

Motor e Câmbio – O novo, e único motor disponível para o Renegade 2022, é o GSE 1.3 turbo bicombustível. Moderno, ele conta sobrealimentação feita por um turbocompressor de baixa inércia, válvula de alívio eletrônica, injeção direta de combustível dentro do cilindro, sensor para o reconhecimento do combustível na linha de alimentação e resfriamento do ar comprimido e do óleo de lubrificação.

Seu grande diferencial é o sistema de variação das válvulas de admissão. Denominado MultiAir III, ele é o mais flexível projetado até hoje. Um conjunto eletro-hidráulico faz uma ligação totalmente controlável entre o eixo de comando e as válvulas de admissão.

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Ele permite que elas sejam acionadas com variação em período, amplitude, ou mesmo, em freqüência. Isso quer dizer que em um único ciclo de admissão elas podem abrir e fechar duas vezes para otimizar a turbulência na câmera de explosão, por exemplo.

Toda essa amplitude de controle do funcionamento do motor resultou em altos números de potência e torque, ao mesmo tempo em que suas emissões se enquadraram às exigências legais vigentes e às futuras.

O seu torque máximo é 27,5 kgmf às 1.750 rpm com ambos os combustíveis, que corresponde a 270 Nm (Newton metro), número que batiza o propulsor comercialmente. A potência atinge 185/180 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é automático com conversor de torque e nove (9) marchas comutáveis manualmente na alavanca ou por aletas posicionadas atrás do volante.

A tração é integral e conta com programação dedicada para areia e lama, neve, pedra ou condução esportiva, além de funcionar em reduzida ou em reduzida com bloqueio, tudo controlado por botão localizado no console central.

Segundo a Jeep, este sistema é quase idêntico ao que acompanhava o motor a diesel descontinuado. Para compensar o torque inferior em relação ao antigo propulsor, o diferencial foi encurtado em 23%.

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Visual – O design do Renegade é, certamente, o principal motivo do seu sucesso. A Jeep projetou um SUV compacto atual, porém, com a identidade do seu primeiro modelo, o Willys 1941. Robusto, harmônico e belo, ele carrega essa carga histórica que, normalmente, liga as pessoas a alguma experiência ou lembrança positiva com o pitoresco utilitário octogenário.

O acerto estético ficou evidente em suas reestilizações. Tanto na linha 2019, quanto na 2022, pouco foi alterado. A grade, com menor altura, e os faróis redondos cortados na parte superior mudaram a expressão do Renegade nas duas intervenções. Cada “plástica facial” deixou o modelo mais invocado que o anterior.

Na primeira reestilização, nem os para-choques mudaram. Agora, eles foram redesenhados. O dianteiro ganhou maior volume, aberturas inferiores mais amplas e recortes mais pronunciados no encontro das partes pintada e sem pintura.

No traseiro, além do maior volume, a Jeep aproveitou para tirar o inútil vão de acesso à maçaneta embutida que existia até 2018 e passou a ser visível na tampa do porta-malas a partir de 2019.

No mais, as atuais lanternas ganharam uma nova interpretação para o “X” alusivo ao reforço estrutural existente no galão de combustível extra que o Jeep Willys carregava em sua traseira, e as rodas das quatro versões são novas, com desenho inédito e assinatura Jeep no próprio aro.

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Por dentro, as mudanças no Renegade foram mais contidas. O novo volante é o mesmo do Compass e do Commander, assim como o quadro de instrumentos digital é comum ao Fiat Pulse e à picape Toro.

No nicho dedicado ao carregador de celular por indução magnética foi aberta uma saída de ventilação do ar-condicionado, recurso muito útil, pois estes sistemas elevam muito a temperatura dos smartphones no processo de carregamento das suas baterias.

Menos peças com detalhes em vermelho completam as alterações visíveis da versão Trailhawk.

Inalterada, a ergonomia do Renegade continua acertada, com todos os comandos à mão. O espaço interno é muito bom para as cabeças e ombros e quatro adultos. Para as pernas dos ocupantes traseiros, apenas o suficiente. No centro desde banco, só uma criança vai com conforto.

O acabamento interno é uma referência no segmento. Diversas áreas são revestidas com material macio ao toque e todos os plásticos têm ótima qualidade e textura agradável. O porta-malas desta versão, por contar com estepe normal, tem apenas 273 litros de capacidade. O tanque de combustíveis comporta bons 55 litros.

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Seus equipamentos digitais (como multimídia e ar-condicionado) continuam oferecendo botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. Eles também podem ser operados na tela touchscreen.

Provavelmente, para não “estragar” ótimo design do painel, a Jeep não colocou o multimídia com tela de 10 polegadas no Renegade. Mas manteve todo os melhores recursos que a Stellantis oferece nas variantes mais completas dos seus modelos.

Adventure Intelligence – O destaque é a plataforma Adventure Intelligence. Ela tem conexão com a internet por meio de um chip de telefonia da operadora TIM e navegador nativo da marca TomTom que informa as condições de trânsito.

Sua vantagem é não depender do sinal da rede celular para funcionar, mantendo a navegação em locais ermos ou dentro de túneis, por exemplo.

A conexão do veículo com o usuário extrapola o seu interior. O aplicativo para celular My Uconnect disponibiliza informações sobre o modelo e permite ao proprietário executar algumas funções e programar alertas de condução.

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Essas operações são possíveis quando o chip do carro e do smartphone estão conectados à rede de celular simultaneamente, mesmo que os dois se encontrem em cidades, estados ou países diferentes. Como recurso adicional, estes comandos podem ser executados por voz, por meio de smartwatchs com assistência Alexa ou Echo Dot, da Amazon.

Outros recursos foram possíveis a partir da internet embarcada, tanto em segurança, quanto em entretenimento. Uma central de atendimento foi estruturada para receber chamadas do motorista, atendida por um operador de telemarketing, e auxilia com informações diversas ou pode enviar assistência mecânica em caso de pane, ou de resgate, em acidentes.

Existe um roteador wi-fi que disponibiliza internet a bordo. Oito aparelhos podem usufruir deste sinal ao mesmo tempo. Para este serviço, é necessária a contratação de uma assinatura da operadora TIM, sendo o primeiro mês gratuito.

O sistema Adventure Intelligence não precisa ser pago por um ano e funciona independentemente da assinatura com a operadora de telefonia. Após este período, será cobrada uma anuidade para que ele se mantenha operante.

Além dos diversos recursos descritos acima, o multimídia possibilita configurações pessoais armazenadas em diferentes perfis, tornando fácil a utilização do carro por pessoas diferentes, sem que uma atrapalhe as preferências da outra.

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Todas as funções de áudio, telefonia e navegação funcionaram com perfeição, usando o próprio software ou os aplicativos espelhados sem fio.

Como temos observado em outros sistemas de som padrão, suas potências não conseguem reproduzir muito alto as músicas provenientes de aplicativos de streaming. Modelos com equipamentos de marcas especializadas em áudio, como a Beats, presente no Compass, por exemplo, não sofrem com essa falta de amplificação.

O ar-condicionado é muito eficiente em resfriamento, manutenção da temperatura e intensidade da ventilação.

Recursos de auxílio à condução elevam a segurança do modelo

A direção elétrica, com estes pneus de uso misto, fica mais pesada do que nas outras versões do modelo. Em manobras de estacionamento e rodovias pouco sinuosas, ela é leve o suficiente. Circulando por muitas curvas, fica mais pesada que o ideal.

As aletas para trocas de marchas ajudam bastante nas reduções para ativar o freio motor e economizar combustível.

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A câmera de marcha à ré, com guias esterçáveis, tem boa definição e, em conjunto com os sensores de aproximação, dianteiros e traseiros, são muito úteis para amenizar os pontos cegos do modelo. O sistema de aberturas das portas e partida do motor com chave presencial facilita muito o uso no dia-a-dia.

O Renegade ganhou recursos de auxílio à condução. O alerta de colisão eminente com frenagem automática de emergência e o alerta de presença de veículos no ponto cego formam, em nossa opinião, a dupla mais importante destes sistemas.

O primeiro funciona com aviso destacado no painel digital, alarme de advertência e acionamento dos freios, caso o motorista não reaja. O segundo acende um ponto de luz no retrovisor externo correspondente ao lado com tráfego próximo e soa um alerta sonoro caso haja mudança de faixa ou grande aproximação dos veículos.

O detector de saída de faixa com correção da trajetória pode ser regulado em intensidade de atuação. Ele identifica as faixas de rolamento e corrige a centralização do Renegade quando o esterço da direção não está correto em relação à trajetória ideal.

Outro leitor monitora e exibe no painel, constantemente, uma reprodução da placa de velocidade permitida em cada trecho. Caso o carro ultrapasse a máxima determinada, um aviso sonoro alerta o condutor.

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Não menos importante, a regulagem automática do farol com comutação entre baixo e alto, o detector de fadiga do motorista e os sensores crepuscular, de chuva e de pressão do pneu formam um conjunto muito robusto de equipamentos auxiliares de segurança.

Faltou o controle de cruzeiro adaptativo, sistema interessante, o mais próximo ao futuro autônomo dos automóveis, mas, por ser passivo, voltado ao conforto, ele é menos importante à integridade física humana em relação aos demais.

O acerto das suspensões do Renegade Trailhawk é excelente. Na terra, absorve as irregularidades, entrega conforto e mantém a tração das rodas com o piso, ajudado, é certo, pelos pneus de uso misto.

O seu entre-eixos curto (2,57 metros) e os ângulos de ataque, saída e a altura livre do solo (30°, 32° e 202 mm, respectivamente) garantem grande desenvoltura no fora de estrada.

Em rodovias, a cabine fica bem isolada dos defeitos do asfalto e muito estável em curvas para um SUV pequeno e alto como o modelo. Entretanto, por conta do seu design quadrado, ele sofre para vencer a resistência do ar.

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Aos 90 km/h já é perceptível a retenção da carroceria, porém, o ótimo isolamento acústico deixa os ruídos do vento, dos pneus e do motor muito contidos.

Curiosamente, tanto nesta velocidade, como aos 110 km/h, o motor trabalha na mesma rotação, às 1.850 rpm. O câmbio só permite o uso da nona marcha acima dos 97 km/h.

Mesmo com a relação encurtada do diferencial, este regime de trabalho do motor em velocidade de cruzeiro é baixo o suficiente para garantir conforto acústico e consumo razoável. A combinação deste sistema de tração 4×4 com o novo propulsor ficou muito melhor que seu casamento com o motor a diesel.

Com o bicombustível, o Renegade anda solto, aproveitando o deslocamento por inércia, permitindo ao motorista parar de acelerar sem que o conjunto retenha o movimento do SUV, como acontecia nas versões a óleo combustível.

Em trilhas, o novo Renegade Trailhawk supera obstáculos com a mesma desenvoltura da antiga versão a diesel e, em estradas, o desempenho ficou um pouco melhor.  A aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 9,9s para 9,7s. A velocidade máxima subiu de 190 km/h para 202 km/h.

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A maior diferença está no funcionamento mais esportivo do motor 1.3 flex em relação ao 2.0 diesel. Pisando fundo no acelerador, seu giro ultrapassa o pico de potência, atingindo 6.000 rpm antes das trocas de marchas.

Usando o modo Sport, a diversão é ainda maior. As marchas são retidas até rotações mais elevadas, as respostas ficam mais imediatas e o comportamento do utilitário compacto fica mais arisco que nunca, exigindo prudência para uma condução segura.

Consumo – Se o desempenho do Renegade bicombustível está mais que resolvido, o consumo merece entendimento. Antes da Stellantis lançar os seus motores turbo 1.3 e 1.0, criou-se uma expectativa de eficiência energética.

Provavelmente, por pressão mercadológica, ela optou por entregar os motores sobrealimentados mais potentes que os concorrentes. Contudo, eles não são os mais econômicos. Mesmo assim, são mais eficientes que a maioria dos propulsores aspirados e estão próximos aos outros turbinados.

Em nossos testes padronizados de consumo, avaliamos o Renegade Trailhawk 2021 a diesel em outubro do ano passado. Vamos comparar essas marcas com as que obtivemos agora, com a mesma versão, ano 2022, bicombustível.

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No circuito rodoviário, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra os 110 km/h, sempre conduzindo economicamente.

Na volta mais lenta, atingimos 19,2 km/l com diesel e 14,8 km/l com gasolina. Na mais rápida, foram 16,5 km/l contra 13 km/l, com os respectivos combustíveis.

Em nosso circuito urbano de 6,3 km realizamos quatro voltas, totalizando 25,2 km. Simulamos 20 paradas em semáforos com tempos entre 5 e 50 segundos. Vencemos 152 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo deste acidentado percurso.

A versão Trailhawk finalizou este exigente teste com 8,8 km/l com diesel e 7,3 km/l com gasolina. Ambas pesadas, o consumo das duas versões no anda e para das cidades é muito maior que na estrada.

No caso da variante bicombustível, o exclusivo sistema stop/start ajudou a minimizar a diferença de consumo entre as duas.

O Renegade Trailhawk bicombustível melhorou em quase tudo em relação à versão diesel. O maior consumo foi sua única perda relevante. Em compensação, seu preço é inferior ao que ele custaria hoje se ainda fosse equipado com o motor a óleo combustível.

Também substituto do antigo motor 1.8 flex, este 1.3 turbo, único na linha atual do modelo, tem consumo melhor que o finado aspirado. Sendo assim, o Jeep Renegade tem tudo para recuperar a liderança do segmento e fechar como o SUV compacto mais emplacado de 2022.

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20220321_174753Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Primeiro SUV nacional da Fiat, Pulse estreia motor 1.0 turbo

O novo propulsor é capaz de render 125 cv com gasolina e 130 cv com etanol

Amintas Vidal*

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A Fiat foi a última grande montadora a estrear um SUV nacional. Em março do ano passado, ela apresentou o Pulse no reality Big Brother Brasil, da Rede Globo. Somente em outubro o modelo foi lançado oficialmente.

Ter a Jeep em seu grupo empresarial deixou a Fiat com mais tempo para aderir ao modismo. Segundo a marca, a espera compensou.

Com poucas semanas nas concessionárias, foram feitas mais de 9 mil reservas do Pulse, mediante o pagamento de um sinal. Até o fechamento de 2021, apenas 6.724 unidades do Pulse tinham sido emplacadas.

Agora em 2022, janeiro registrou 3.192 emplacamentos e, fevereiro, apenas 1.843 unidades, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Estes números mostram que a demanda continua maior que a oferta, reflexo prolongado da falta dos semicondutores.

O DC Auto recebeu o Pulse Impetus Turbo 200 automático para avaliação. Essa é a versão mais equipada da linha, exclusivamente vendida com carroceria e teto em cores diferentes.

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No site da montadora, seu preço sugerido é de R$ 121,60 mil, valor reajustado com o novo IPI. Neste preço, a carroceria vem na cor preta sólida e o teto em cinza. As outras oito combinações de cores possíveis são cobradas à parte.

Os equipamentos diferenciados do Pulse Impetus são: multimídia com tela de 10,1 polegadas, navegação embarcada e Apple CarPlay e Android Auto sem fio; painel digital de 7 polegadas; carregador do celular por indução; ar-condicionado digital; rebatimento elétrico dos retrovisores; paddle-shifters; chave presencial, revestimento dos bancos com material sintético que imita o couro e roda em liga leve de 17 polegadas diamantada.

Em termos de segurança, os seguintes recursos se destacam: frenagem autônoma de emergência; alerta de saída de faixas com correção da trajetória; comutação automática dos faróis alto e baixo; faróis e lanternas em LED; sensor de pressão dos pneus, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera traseira de alta definição com linhas guias dinâmicas.

Motor e Câmbio – O motor desta versão é o inédito GSE Turbo 200, 1.0 de três cilindros. Ele tem o exclusivo controle de válvulas MultiAir III, o seu grande diferencial.

Atuadores eletro-hidráulicos fazem uma ligação totalmente controlável entre o eixo de comando e as válvulas de admissão, permitindo variar a sua abertura em período, como em outros sistemas, ou em amplitude ou frequência, como em nenhum outro.

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Essa, e outras tecnologias como turbocompressor de baixa inércia controlado por válvula de alívio eletrônica, sensor para o reconhecimento do combustível na linha de alimentação, injeção direta de combustível dentro do cilindro e sistemas de resfriamento do ar comprimido e do óleo de lubrificação, resultaram em elevados números para um bloco de 999 cm³: torque de 20,4 kgmf às 1.700 rpm com ambos os combustíveis e potência de 130/125 cv às 5.750 rpm, com etanol e gasolina, respectivamente.

O câmbio é o automático do tipo CVT, sistema que varia continuamente as relações de marchas. A Fiat programou sete (7) relações específicas para simular o uso de marchas escalonadas, no modo manual, ou quando o motor é mais exigido. O acoplamento entre o motor e o câmbio é feito por um conversor de torque convencional.

Assim como o Volkswagen Nivus e o Honda WR-V, o Pulse foi projetado a partir de outro carro, no caso, o Argo. Antes do seu lançamento, a Fiat divulgou que desenvolveu uma nova plataforma para o SUV, a MLA, diferente da MP1 do hatch. A marca prefere não associar o Pulse ao Argo.

Realmente, reconstruir o monobloco com modificações estruturais e utilizar aços de alta resistência em sua fabricação é algo extremamente importante, que deveria ser alardeado pela Fiat. Essas mudanças fazem o SUV ser muito mais seguro que o hatch, mas não deixa o Pulse independente do Argo.

Acreditamos que a montadora aproveitou a oportunidade para desenvolver um novo monobloco para o Pulse e para a futura atualização do Argo, corrigindo falhas estruturais e ergonômicas.

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Certamente, a Fiat já sabia desta necessidade, muito antes do hatch se sair mal no teste de colisão do Latin NCAP (Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe). Este investimento vale cada centavo empregado. Segurança é a qualidade mais importante em qualquer carro de uso diário.

Diferentemente dos concorrentes citados anteriormente, no Pulse é possível observar uma das alterações da plataforma. Os elevados para-lamas são fixados em peças que integram o monobloco reprojetado e, não, em finas hastes soldadas ao mesmo, “gambiarra” que foi aplicada ao Nivus e ao HR-V.

Design – Para-choque e para-lama dianteiros, grades, faróis e capô foram redesenhados, conferindo robustez e grande diferenciação estética entre o Pulse e o Argo. As portas, o para-lama traseiro, a estampagem lateral e o teto são os mesmos do hatch.

Um prolongamento metálico do teto e um grande aerofólio plástico foram agregados à nova tampa do porta-malas, essa, igualmente projetada para trás, criando um volume traseiro destacado.

Novas lanternas e o para-choque traseiro acompanharam essas mudanças. Suspensões elevadas e peças plásticas adornando a carroceria completam a caracterização fora de estrada, artifício comum aos aventureiros e SUVs.

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Frente e traseira encorpadas ampliaram o comprimento do Pulse em relação ao Argo, foram mais 11 cm, registrando 4,10 metros. As molduras das caixas de roda garantiram 6 cm extras na largura, chegando a 1,78 metro.

Suspensões elevadas, rodas e pneus maiores e o rack no teto somaram 7,8 cm à altura, que atingiu 1,58 metro. A distância entre eixos cresceu 1,1 cm, ficando com 2,53 metros.

Os números que homologaram o Pulse Impetus como um SUV pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) são: 20,4° de ângulo de entrada; 31,6° de ângulo de saída; 21,3° de ângulo central e 196 mm de vão livre do solo.

Aferido pelo novo método adotado pela Fiat, que considera o espaço preenchido por líquido, o porta-malas do Pulse comporta 370 litros mas, aparentemente, a área foi pouco alterada, cabendo, provavelmente, 310 litros, 10 litros a mais do que no Argo.

O tanque de combustíveis comporta 47 litros, 1 litro a menos que no hatch. O Pulse Impetus é o mais pesado, 1.237 kg, 107 kg a mais do que o Argo Trekking 1.3, a versão mais pesada do modelo. Ambos suportam 400 kg de carga útil.

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Interior – Internamente, a Fiat não economizou no Pulse. Um design distinto ao do Argo foi elaborado para o novo SUV. Todas as peças, envolventes e funcionais, foram redesenhadas. Painéis, central e das portas, o console e todas as partes que os compõe são completamente novas.

O estilo é o mais atual, orientado na horizontal. Formas trapezoidais são abundantes, estão em peças e recortes por toda a cabine, nas texturas variadas dos plásticos e, inclusive, nos equipamentos reestilizados, como o conjunto de comandos do ar-condicionado e áudio, o multimídia e o painel de instrumentos.

Essas alterações criaram um interior exclusivo para o Pulse. A variedade de formas, cores e texturas está presente, qualidades que a Fiat sempre apresenta em seus modelos, pelo menos, nos mais caros.

O encaixe de tantas peças novas, ainda não está perfeito. Na unidade que avaliamos, o porta-luvas não fechava corretamente, deixando a sua luz interna acesa e descarregando a bateria.

Segundo a Fiat, os bancos dianteiros do Pulse foram completamente reprojetados. Novas formas e espuma mais rígida seguram e sustentam melhor o corpo. Porém, sabemos que o objetivo principal da marca foi fazer um banco estruturalmente resistente, que se saia bem na avaliação do Latin NCAP.

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O encosto de cabeça mais robusto e avançado faz parte das mudanças que garantirão o bom resultado esperado no teste que indica o grau de proteção à coluna cervical do usuário.

No mais, alguns detalhes não mudaram. Apenas o miolo do volante foi trocado, botões e aro são os mesmos usados no Argo e em outros modelos do grupo Stellantis. Peças menos observadas, como as que revestem colunas e teto, e menores, como alavancas e alguns botões, também foram reaproveitadas. O banco traseiro é o mesmo do hatch.

Todo este amplo projeto do Pulse sinaliza muito sobre o futuro dos modelos da Fiat. Essas mudanças estruturais e estéticas que diferenciaram o SUV do hatch irão atualizar a linha Argo e Cronos, assim como equipar o SUV cupê da marca, lançamentos que ocorrerão este ano, provavelmente.

Tecnologias – Na cabine do Pulse, quatro adultos e uma criança se acomodam com conforto para um modelo compacto, mas sem sobras. Em relação ao Argo, o Pulse tem ergonomia mais acertada.

Além das modificações nos bancos dianteiros mencionadas, volante e pedais estão mais bem alinhados e os botões dos vidros elétricos estão menos recuados, mais ao alcance das mãos. A volumosa alça das portas dianteiras do Argo foi eliminada, ampliando o espaço para as pernas de quem vai à frente.

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Os inúmeros equipamentos internos são controlados por botões físicos, giratórios para as funções principais e de pressão para as secundárias, arquitetura ideal. Alguns sistemas apresentam operação duplicada. Além dos botões, podem ser controlados por toques na tela do multimídia.

O ar-condicionado de zona única é eficiente em volume de ventilação, tempo de resfriamento e manutenção da temperatura. Em um único botão, ventilação e temperatura são ajustadas por rotação, bastando comutar as funções ao pressioná-lo.

Sua cor se alterna entre branco, azul e vermelho, indicando estar apto para regular intensidade de fluxo ou nível da temperatura. As funções comandadas aparecem na tela do multimídia. Neste também existe uma página dedicada ao sistema para operação totalmente por toques na tela. Não ter saídas de ar traseiras é sua única falha.

A internet embarcada (item opcional), o sistema multimídia e o computador de bordo formam, provavelmente, o conjunto de tecnologias de conectividade e navegação mais completo oferecido atualmente.

Para detalhá-lo, seria preciso um texto dedicado somente ao assunto. De forma resumida, ele oferece controle de funções do carro, verificação de condições mecânicas e limitação da área de circulação e localização remota, tudo por meio de aplicativo no celular.

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O multimídia espelha sem fio o smartphone, estável e rapidamente. Entre diversas funções, a navegação nativa se destaca. O computador de bordo é completíssimo, oferecendo informações múltiplas e em janelas diferenciadas, inclusive, duplicadas na tela do multimídia.

O painel de instrumentos é o mesmo da picape Toro. Ao centro ele é digital, muito configurável, e de forma simples, considerando o grande volume de informações disponíveis. Nas extremidades ficam os marcadores de combustível e temperatura, assim como as luzes espia.

O volante traz os comandos para quase todos estes equipamentos e recursos. Os botões são bem dimensionados, distribuídos e identificados. Computador de bordo à esquerda, auxílios de condução à direita e multimídia atrás, estes “cegos”, os mais seguros.

A direção elétrica é muito leve em manobras, mas poderia ser mais progressiva, pois fica mais pesada que o ideal em velocidades intermediárias. Os sensores de estacionamento são essenciais. O Pulse tem frente e traseira muito altas, assim como a coluna “C” avantajada.

Entre os auxílios de condução semiautônomas, o alerta de aproximação com frenagem automática de emergência é o mais importante, e está presente no Pulse. Falta o alerta de ponto cego, o segundo mais relevante.

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Outros, como a identificação de faixa de rodagem, com correção de trajetória, e a comutação dos faróis baixo e alto funcionaram perfeitamente, assim como os faróis em LED, que têm longo alcance e muita potência na iluminação noturna.

Utilitário compacto se mostra econômico até mesmo com etanol no tanque

O acerto das suspensões do Pulse é muito adequado aos nossos pisos irregulares.  Isola muito bem a cabine, para um carro compacto, relativamente leve e com rodas grandes. Elas entregam estabilidade para uma condução responsável e, ainda, conforto de marcha.

Aos 110 km/h o arrasto aerodinâmico é perceptível, entretanto, pouco se ouve o barulho do vento contra carroceria e o atrito dos pneus com o asfalto, resultado de um ótimo isolamento acústico.

Nessa velocidade, com o câmbio em “D” e circulando em condições ideais, a relação mais longa é usada, deixando o motor às 2.100 rpm e, seu ruído, quase inaudível. Em rotações  mais elevadas, é  possível ouvi-lo, mas o som dos motores de três cilindros  é  grave e agradável. Seu desempenho é  coerente com a proposta familiar do Pulse, entregando mais que o necessário para um uso consciente.

Acoplado a este motor turbo de tres cilindros, o câmbio  CVT funciona bem melhor, quando comparado ao seu uso com o motor aspirado de quatro cilindros. Em acelerações intermediárias, ele não multiplica muito as marchas à procura do torque ideal, pois este já  está presente às baixas 1.700 rpm, realizando o trabalho sem a sensação de deslizamento exagerado comum nestas transmissões.

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Com o curso total do acelerador, as sete relações são acionadas e cambiadas no limite de segurança do funcionamento do motor, às 6.200 rpm. Essa condição extrai o melhor desempenho do modelo e garante segurança em ultrapassagens, por exemplo.

Ao ativar a tecla Sport, as relações ficam mais curtas, fazendo o motor girar 500 rpm acima, garantindo uma resposta mais imediata ao comando do acelerador.

Usar as aletas para reduzir as marchas com o câmbio em automático ajuda muito no freio motor. No modo manual, garante uma tocada esportiva, semelhante aos câmbios automatizados, sem os trancos indesejados.

O recurso TC+ é uma programação do controle de tração que identifica uma roda sem aderência e aciona o seu freio para transferir o torque para a roda com tração, ideal para transposições em pisos escorregadios.

Em nossos testes de consumo rodoviário padronizado, realizamos duas voltas no percurso de 38,7 km, uma mantendo 90 km/h e outra, 110 km/h, sempre conduzindo economicamente. Na volta mais lenta, o Pulse Impetus 1.0 turbo registrou 13,7 km/l. Na mais rápida, 12 km/l, sempre com etanol no tanque.

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No teste de consumo urbano rodamos por 25,2 km em velocidades entre 40 e 60 km/h, fazemos 20 paradas simuladas em semáforos com tempos cronometrados entre 5s e 50s e vencemos 152 m de desnível entre o ponto mais baixo e o mais alto do circuito. Neste severo teste, o Pulse atingiu a média de 7,6 km/l, também com etanol. Se fosse equipado com o stop/start, sistema que desliga o motor em semáforos, o consumo seria melhor.

Vendido em quatro versões e cinco configurações, o Pulse oferece câmbio manual ou CVT e motores 1.3 aspirado ou 1.0 turbo, partindo de R$ 86,05 mil. Todas as opções são muito bem equipadas, principalmente em itens de segurança, os mais importantes. Sistemas sofisticados como faróis em LED, ar- condicionado digital e multimídia com espelhamento sem fio são equipamentos de série desde a versão de entrada, tornando o modelo muito competitivo em uma ampla faixa de preço.

A versão Impetus com o pacote opcional Fiat Connect-Me tem o melhor sistema de conectividade do mercado, além de importantes tecnologias de auxílio à condução, itens de série. Ela atinge a faixa de preço de SUVs maiores, é certo, mas entrega mais recursos que a maioria destes concorrentes.

20220217_175148Fotos: Amintas Vidal

*Colaborador

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Lexus lança a 2ª geração do utilitário NX 350h no Brasil

Motores à combustão e elétricos do SUV, combinados, geram 246 cv de potência

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 01/04/2022)

2021.06.02

A Lexus Brasil anunciou a chegada da segunda geração do seu utilitário esportivo de luxo, o NX 350h, no mercado brasileiro.

A nova geração do SUV da Lexus é a primeira linha planejada, desenvolvida e construída sob a nova filosofia Lexus Driving Signature.

Por meio deste método, a companhia prioriza o equilíbrio total do veículo, tornando cada manobra mais calculada e estável, dando, no entanto, toque especial em agilidade e eficiência, informou a Lexus.

Para entregar um veículo diferenciado em condução, a Lexus realizou uma avaliação extensiva no centro de desenvolvimento Toyota Technical Center, em Shimoyama (Japão), para garantir que o NX responda fielmente às intenções dos motoristas.

A segunda geração do NX foi posicionada globalmente como embaixadora de um novo capítulo na estratégia corporativa da Lexus.

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De acordo com a fabricante, para o projeto original do veículo, a empresa levou em consideração atributos adequados aos diferentes estilos de vida dos clientes em todo o mundo.

Aspectos como design, comportamento dinâmico, eletrificação e avançada tecnologia embarcada foram fortemente trabalhados para traduzir, explicitamente, esta nova etapa na vida da companhia, que também cobre a estratégia da Lexus no Brasil.

Motores – Equipado com a quarta geração do sistema Lexus Hybrid Drive, o NX 350h combina um motor à combustão de 4 cilindros DOHC 16V, VVT-i com potência de 192 cv e torque de 22 kgfm, e dois elétricos, sendo um traseiro de 54 cv e torque de 12,1 kgfm e outro dianteiro de 182 cv com torque de 27 kgfm.

Juntos, os propulsores rendem 246 cv de potência total e oferecem  alta eficiência e economia de combustível.  A experiência de condução é o ponto alto do novo NX. 

Com transmissão Hybrid Transaxle otimizada, proporciona aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas e pode gerar alto torque em baixas rotações, e permite maior controle da condução, sem desperdiçar energia.

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A central de controle do sistema híbrido é sofisticada. Todas as versões possuem modo de condução EV (puramente elétrico), Auto EV (que seleciona automaticamente combinação entre elétrico e combustão), além do modo Normal.

Apenas a versão F-Sport possui o botão Sport+ de condução. A rodagem se torna mais dinâmica e confortável, segundo opção do condutor.

O utilitário esportivo da Lexus vem equipado com sistema de tração All-Wheel Drive Full-Time. Este recurso aplica, automaticamente, força para as quatro rodas, permitindo rodagem mais suave em quaisquer terrenos. 

Design – Na dianteira, a segunda geração do NX adota novo padrão de grade frontal que agrega inúmeros blocos em formato de “U”, produzindo efeito tridimensional e de profundidade, aumentando a sensação de robustez do conjunto visual.

Além do novo desenho, foram aplicadas mudanças para fortalecer a estrutura frontal, bem como melhorar a eficiência do fluxo de ar e o desempenho de refrigeração do modelo.

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Já o para-choque tem design renovado, mais moderno e elegante, enquanto o capô foi estendido até a borda da extremidade dianteira para se conectar à grade elevada.

Assim como na dianteira, o para-choque e as linhas traseiras também foram remodelados, para refinar a aparência do modelo.

O veículo também chega com novidades no conjunto ótico, composto por faróis de neblina e faróis de LED com acendimento automático, ajuste automático de altura e lavador. O NX ainda conta com função DRL em formato de “L”, que comunica bem a identidade visual, que remete ao logo da companhia.

Na traseira, mudanças ficam no design das lanternas, que foram ampliadas. Elas invadem a tampa do porta-malas e oferecem melhor iluminação.

O modelo ainda conta com aerofólio para fortalecer a esportividade do automóvel. A mudança-chave na área traseira está na retirada do logo “L”, que dá lugar à palavra “Lexus” escrita.

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Nas laterais, o utilitário esportivo traz uma silhueta com vincos mais destacados, que sugerem desempenho dinâmico ao automóvel.

Para completar o conjunto, o NX vem de série com rodas de liga leve de 18 polegadas na versão Dynamic, de entrada, e de 20 polegadas nas Luxury e F-Sport.

Interior – O desenvolvimento do novo NX teve como ponto de partida a visão e ação do motorista. Isso significa, segundo a Lexus, que o carro foi construído com olhar que parte da área interna para externa, de modo que todos os comandos se mantenham em posição ergonômica, garantindo condução confortável e segura.

O novo NX 350h se destaca por oferecer um interior convidativo ao luxo, conforto, sofisticação e refinamento tecnológico.

O acabamento em couro reveste o volante e a manopla de transmissão, além das partes em material sintético premium que imita o couro nas portas, painel e console central, que obteve reposicionamento do câmbio automático e porta-objetos, incluindo os comandos de condução.

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Uma novidade é o carregador por indução para smartphones, de série nas versões Luxury e F-Sport. 

Os bancos recebem acabamento em couro natural e detalhes em materiais sintéticos, além de revestimento perfurado exclusivo na versão F-Sport.

De série em todas as versões, os assentos dianteiros dispõem de regulagem elétrica para 8 posições: ajuste de distância, altura, reclinação do encosto e inclinação do assento, enquanto a topo de linha ainda inclui ajuste de lombar e memória para 3 perfis somente para o motorista.

O SUV ainda conta com teto solar panorâmico com abertura elétrica e sistema de iluminação ambiente para acentuar os detalhes do design e materiais interiores.

O condutor também tem às mãos o volante de três raios, com ajustes elétricos de profundidade e altura, além de paddle shifts para aprimorar a experiência de condução esportiva.

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O NX também dispõe de funções de controle de áudio, voz, computador de bordo, telefone e acesso às tecnologias do LSS+ 3.0 como o controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e sistema de alerta de mudança de faixa.

Para garantir maior espaço interno, principalmente no bagageiro, a bateria de níquel-metal-hidreto, que alimenta o motor elétrico, está estrategicamente instalada embaixo do assento traseiro, o que garante mais espaço aos ocupantes da segunda fileira.

Tecnologias voltadas para a segurança são destaques do NX 350h

O SUV apresenta um novo sistema multimídia Lexus com áudio compatível com arquivos de alta resolução (WAV, FLAC, ALAC, OGG Vorbis) e tela de LCD de 14 polegadas nas versões Luxury e F-Sport e de 9,8 polegadas na Dynamic.

Ambas são sensíveis ao toque, com avançados recursos de infoentretenimento e conectividade via bluetooth, com espelhamento de aplicativos.

Outra novidade é o sistema de som (Lexus Premium Sound System) que conta com seis alto-falantes, três tweeters e um subwoofer, posicionados para garantir áudio com qualidade e proporcionar a melhor experiência acústica a bordo. 

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No computador de bordo, com tela TFT colorida de 4,2 polegadas, o motorista conta com informações de consumo instantâneo, consumo médio, autonomia, velocidade média, indicador de marcha, pressão dos pneus e informações de áudio, entre outras.

O condutor também tem à disposição o Head Up Display, que projeta informações de velocidade, navegação GPS, áudio e assistente de direção diretamente no para-brisas.

O NX vem com ar-condicionado digital de duas zonas digital, sensor de umidade e sistema S/Flow com função Concierge, que vincula o sistema de ar com ventilação e aquecimento dos bancos, de acordo com a temperatura programada pelo motorista ou passageiro.

A nova geração do NX é o primeiro modelo da Lexus equipado com a tecnologia E-LATCH, disponível em todas as versões.

Esta função permite que as portas se abram suavemente apenas com toque de um botão, tanto para entrar como para sair. Ao acionar o interruptor, o sistema realiza a abertura das portas, por meio de motor elétrico.

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Já o porta-malas possui abertura e fechamento elétrico e sistema hands-free, que permite ao usuário abrir a tampa passando o pé sob sensor por movimento localizado embaixo do para-choque traseiro.

O veículo conta com recursos como assistente de estacionamento ativo (ICS), Sistema de Saída de Faixa (LTA) e alerta sonoro e visual para o uso dos cintos traseiros, além do pacote completo de recursos ativos.

LSS (Lexus Safety System) – A grande novidade é a introdução do sistema LSS+ 3.0, que agrega novas funcionalidades e inovações para aprimorar a segurança nas estradas. 

O Lexus Safety System traz, entre outros, os seguintes recursos: 

  • Sistema de Saída de Faixa (LTA) para todas as versões: sistema entra automaticamente em ação e avisa o motorista com sinal sonoro ou vibração no volante para corrigir o curso sempre que ultrapassar as marcações da pista;
  • Sistema de mudança de Faixa (LCA) para todas as versões: sistema entra automaticamente em ação para auxiliar o motorista no processo de mudança de faixa, monitorando aproximação de carros, para prevenir potenciais colisões;
  • Sistema de Colisão Frontal (Pre-Crash) para todas as versões: suporte na prevenção de colisão e danos por meio de alertas sonoros. Se necessário, ativa automaticamente o sistema de frenagem (acima de 20 km/h);
  • Farol Alto Automático (AHB) para todas as versões: acende e apaga os faróis do veículo para evitar o ofuscamento do motorista à frente e na mão contrária, ajudando a garantir a visibilidade ideal durante a condução noturna;
  • Alerta de Ponto Cego (BSM) presente nas versões Luxury e F-Sport: monitor de ponto cego que identifica automóveis fora do campo de visão do motorista e emite alertas por meio de aviso no retrovisor externo do veículo;
  • Rear Cross Traffic Alert para todas as versões: dispositivo que emite aviso sonoro, informando o motorista sobre a presença de tráfego na traseira do veículo;
  • Controle de Velocidade e Cruzeiro Adaptativo (DRCC) para todas as versões: utiliza laser, radar, câmeras ou desses sistemas para manter distância constante e segura em relação ao carro da frente. O sistema ainda diminui ou aumenta automaticamente a velocidade (acima de 40 km/h), de acordo com o tráfego;
  • Radar de verificação de perímetro (Safety Exit Assist – SEA) nas versões Luxury e F-Sport: sistema opera com o auxílio dos sensores do BSM para detectar carros que se aproximem por trás, incluindo bicicletas, para evitar colisões com a porta aberta. Se o sistema identificar um potencial acidente, um sinal sonoro será emitido, junto com um alerta visual que se acenderá no retrovisor externo. Caso a pessoa insista em abrir a porta, o sistema realizará o travamento automático.

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No quesito segurança passiva, o NX 350h conta com oito airbags (um de assento para o passageiro da frente, um de joelho para o motorista, 2 laterais do tipo cortina, dois frontais e dois laterais para motorista e passageiro dianteiro), controle de tração e estabilidade e assistência ao arranque em subidas.

Completam o pacote o farol alto com sistema adaptativo de iluminação (AHS), luzes de iluminação lateral (Cornering Lamp), sensores de estacionamento inteligente (Intelligent Clearance Sonar – ICS) até 15km/h, e Assistente Ativo em Curvas (Active Cornering Assist – ACA).

O utilitário esportivo também contempla, de série, freios ABS ventilados nas quatro rodas e regenerativos na dianteira, com Freio Eletrônico (EBS), sistema Isofix, além de câmera com guias dinâmicas nas versões Dynamic e Luxury.

Já a versão F-Sport conta com câmera de visão 360° e sistema de auto estacionamento. 

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Preços:

NX 350h Dynamic – R$ 344,99 mil

NX 350h Luxury – R$ 380,99 mil 

NX 350h F-Sport – R$ 413,99 mil

Lexus-NX-6Fotos: Lexus / Divulgação

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BMW X4 M40i Individual Edition chega ao Brasil com pintura exclusiva

Da Redação

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Rápido, tecnológico e mais exclusivo. Este é o BMW X4 M40i Individual Edition. Além do motor de 387cv e da farta lista de equipamentos de série, a versão especial chega ao Brasil com tiragem limitada de 24 unidades com pintura exclusiva Individual.

A marca criou, na década de 1990, a linha BMW Individual, um padrão exclusivo capaz de refletir o auge em termos de qualidade técnica.

A linha BMW Individual surgiu com o desenvolvimento de veículos sob medida para personalidades, como o estilista alemão Karl Lagerfeld e o tenor lírico espanhol Jose Carreras, além de uma série de equipamentos que se tornaram sinônimo de qualidade inigualável, atendendo às mais rigorosas exigências e desenvolvimento focado no cliente.

A gama BMW Individual abrange acabamentos de pintura exclusivos, revestimento de couro de alta qualidade e guarnições internas.

Produzidas na planta do BMW Group localizada em Spartanburg, nos Estados Unidos, as 24 unidades do X4 M40i com pintura especial chegam com o mesmo motor da versão produzida em solo nacional.

Trata-se de um motor seis cilindros em linha, 2.998 cm³, TwinPower Turbo, que rende 387 cv de potência (entre 5.800 e 6.500rpm) e 500 Nm de torque máximo (entre 1.900 e 5.000 rpm).

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Além de serem os mais potentes, os novos modelos são, também, os mais carros rápidos produzidos no Brasil. Aceleram de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos, e a velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h.

A transmissão é automática de oito (8) marchas, com aletas atrás do volante para trocas manuais. A tração é integral por demanda.

Visualmente, o modelo se destaca pelo design marcante em elementos como os faróis duplos a laser, a grade com o duplo rim integrado visualmente, o para-choque dianteiro com grandes entradas de ar e as rodas de 21 polegadas.

No quesito tecnologia, o X4 M40i Individual Edition vem equipado com o BMW Live Cockpit Professional. Duas telas, de 12,3 polegadas de alta resolução, exibem as informações do veículo e do sistema de entretenimento, sendo esta última sensível ao toque e compatível com Apple CarPlay e Android Auto.

O ar-condicionado tem controle de temperatura automático com três zonas e o teto-solar é do tipo panorâmico. Além do porta-copos, o console central acomoda a alavanca seletora de marchas, botões para o sistema start/stop e partida do motor, freio de estacionamento elétrico, controle da multimídia, entre outros comandos do veículo.

Topo de linha do X4, a versão M40i vem recheada de assistentes para o motorista. É o caso dos sistemas Driving Assistant, Parking Assistant Plus e Surround View, com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro.

e1f5ad3276288d19af78328d0afd5472Fotos: BMW Group / Divulgação

O Driving Assistant oferece uma condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.

Com o My BMW App, é possível ativar funções remotas, como localizar o veículo, trancar e destrancar o carro, acender os faróis, ligar as buzinas e acionar a ventilação do carro.

Além disso, com o My BMW App é possível verificar o status do carro, caso tenha alguma porta ou janela aberta, ter informações sobre a quilometragem, o nível do tanque de combustível ou a autonomia, manutenções e serviços necessários, localizar e fazer contato com concessionários, mensagem de check control como fluído de freio ou óleo do motor, e ainda, receber notificações a cada atualização remota de software (Remote Software Upgrade).

O BMW X4 M40i Individual Edition também vem equipado com o Drive Recorder, uma funcionalidade capaz de capturar vídeos em 360° ao redor do veículo, através das 4 câmeras. As gravações podem ter até 40 segundos de duração, incluindo os 20 segundos imediatamente antes da ativação e os 20 segundos posteriores.

A função pode ser ativada a qualquer momento através do menu iDrive ou automaticamente quando algum acidente for detectado. Os vídeos podem ser gravados para entretenimento e diversão como em viagens, em deslocamentos com paisagens encantadoras, mas também pode ser configurado para ativação automática em caso de acidente.

A versão também conta com o Intelligent Personal Assistant (IPA) e o Caring Car. Enquanto um permite interação, por voz, com o próprio carro de forma natural e permite ativar diversas funções do veículo, como por exemplo, o controle de temperatura, as luzes, a mídia, modos de experiência e abertura de janelas, o outro transforma o ambiente do interior de acordo com o humor do proprietário, tudo por voz.

O BMW X4 M40i Individual Edition chega ao Brasil com o preço de R$ 616,95 mil.

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Nissan Leaf já está sendo comercializado em BH

Modelo foi o veículo 100% elétrico mais vendido do Brasil em 2021

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 25/03/2022)

de Ouro Preto (MG)

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A Nissan pesquisa, desenvolve protótipos e produz veículos elétricos para projetos especiais desde 1947. Em 2010, ela lançou um modelo em larga escala, o Leaf, o carro 100% elétrico mais vendido no mundo.

Produzido em três fábricas, em três continentes diferentes, o Leaf está disponível em mais de 50 países e já superou a marca de 500 mil unidades comercializadas. Em 2019, a Nissan iniciou a importação do modelo para o Brasil, disponibilizado apenas em 7 cidades.

Agora, em 2022, o Leaf estará disponível em 34 cidades, abrangendo 15 Estados e o Distrito Federal, todas as regiões do País.

Mesmo com a rede restrita, em 2021 o Leaf foi o carro elétrico mais vendido em nosso mercado, registrando 439 emplacamentos, segundo dados fornecidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave).

Em Belo Horizonte, o Leaf já está disponível na Nissan Carbel Japão, unidade localizada na Avenida Barão Homem de Melo, 3.400, Estoril. Na concessionária, é possível agendar um test drive prolongado de 24 horas.

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Ações promocionais estão levando o Leaf aos condomínios de Belo Horizonte (MG) e Nova lima (MG) para seus moradores conhecerem o modelo.

Na Carbel Japão, vendedores foram treinados, atualizados em relação às novas tecnologias. Eletropostos instalados em vagas reservadas atendem à oficina e aos clientes. Alguns equipamentos especiais são dedicados às manutenções periódicas do Leaf.

Um box exclusivo foi construído para a execução de serviços que requerem maior controle operacional e segurança no manuseio dos sistemas elétricos do hatch médio.

Além da expansão das concessionárias credenciadas para a venda do Leaf, o projeto conta com três outros pilares: contribuir com a rede de infraestrutura de recarga, desmistificar dúvidas sobre a utilização e funcionamento dos carros elétricos e formar novas parcerias para permitir que o Brasil desenvolva conhecimento e tecnologia ligados à eletrificação.

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Motor – Nesta segunda geração, o Nissan Leaf conta com um motor elétrico que rende 110 kW, o equivalente a 149 cv de potência e 32,6 kgfm de torque. Estes números são, respectivamente, 37% e 26% maiores do que no Leaf de primeira geração.

O torque máximo é imediato, atingido em 0,1 segundo. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 7,9 segundos, excelente para um carro com menos de 150 cv e pouco mais de 1.500 kg.

Suas novas baterias de íon-lítio, que são agrupadas em 24 módulos, totalizam 40 kWh. Este conjunto oferece autonomia de 270 km no ciclo americano, o mais rigoroso, satisfazendo as necessidades de circulação urbana da maioria dos consumidores.

Com o Wall Box da Nissan, vendido separadamente, as baterias do Leaf são 100% recarregadas em 8 horas. Ele funciona em rede elétrica padrão 220/240 volts e 32 ampères.

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Os clientes também recebem um cabo de recarga de emergência que pode ser usado em uma rede padrão 120/220 volts aterrada, com tomadas de 12/16 ampères, levando até 40 horas para uma carga completa.

A recarga rápida é feita apenas em postos públicos. São instalações que utilizam corrente contínua e trabalham com 480 volts. Nelas, as baterias do Leaf atingem 80% da sua capacidade em 40 minutos e 100% em uma hora.

Um adaptador para plug do Tipo 2, mais popular, completa este kit, pois o Leaf tem como padrão o Tipo 1.

O destaque dos modelos 100% elétricos é a possibilidade de conduzir usando apenas o pedal do acelerador. No Leaf, este sistema é o e-Pedal.

Acionado por um botão localizado no console central, essa tecnologia gerencia as acelerações e as frenagens por meio do acelerador. Soltando-o, o carro irá parar de forma gradual e suave, sem necessidade de se pressionar o pedal do freio.

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Com taxa de desaceleração de até 0,2 G entre 40 km/h e a imobilidade, o e-Pedal elimina a necessidade de os motoristas moverem constantemente o pé do pedal do acelerador para o de freio, simplificando a operação.

Embora o pedal de freio convencional ainda deva ser usado em situações de frenagens mais bruscas, este recurso permite que os motoristas acionem apenas um pedal em 90% das atividades ao volante.

Regeneração de energia – Todas as desacelerações são regenerativas, isto é, quando se tira o pé do acelerador ou se pisa levemente nos freios, o motor elétrico passa a trabalhar como um gerador enviando eletricidade para carregar as baterias ao mesmo tempo em que segura o carro.

Somente quando se pisa mais forte no pedal, o sistema de freios é acionado. Inclusive, existem programações que priorizam uma maior regeneração ou um maior desempenho dinâmico do modelo.

O novo Nissan Leaf é o único carro elétrico com a tecnologia Vehicle-to-Grid (V2G), que permite carregamento bidirecional. Na prática, ela transforma o carro em uma bateria sobre rodas, pois permite que o carro seja carregado e devolva energia à rede ou a uma casa, se necessário.

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Sistemas de Segurança – Além do e-Pedal, o Leaf está equipado com um conjunto de tecnologias de segurança e de auxílio à condução: alerta de mudança de faixa, sistema de prevenção de mudança de faixa, assistente de frenagem de emergência, controle de velocidade adaptativo, sistema de advertência de ponto cego, visão 360° com detector de movimento, alerta de atenção do motorista, sistema de monitoramento de pressão dos pneus e alerta de tráfego cruzado traseiro.

Os sistemas identificam se o carro está saindo da faixa sem que se perceba, se há pessoas ou objetos atrás do automóvel durante uma manobra, veículos em pontos cegos do retrovisor, sinais de fadiga do condutor, entre outras ações preventivas.

Já o controlador automático de velocidade adaptativo monitora e mantém a distância do carro à frente (podendo ser programada proporcionalmente à velocidade) ou freia o carro, caso necessário.

Checagem constante da pressão dos pneus e visualização de 360º no entorno do veículo (por meio de imagens geradas por quatro câmeras) são outros recursos destacados pela Nissan.

Seis airbags, controles de estabilidade e tração, freios ABS com distribuição de força, sistema de partida em rampas, controle dinâmico de chassi (também disponível no Kicks e que reúne os controles de freio e curvas e o estabilizador de carroceria), ancoragem Isofix de cadeiras infantis e reforços na carroceria completam os equipamentos de segurança que levaram o Leaf a conquistar 5 estrelas no EuroNcap, a divisão do órgão que aplica os testes mais abrangentes e rigorosos.

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A sua central multimídia A-IVI com tela de 8 polegadas sensível ao toque permite o uso de aplicativos como Waze, Spotify, Deezer, Google Maps, WhatsApp, Apple CarPlay, Android Auto, entre outros.

A câmera e sensores de estacionamento são essenciais. Mesmo sendo um hatch, o Leaf tem traseira alta e coluna “C” larga, obrigando ao uso destes auxílios para realizar as manobras com mais segurança.

Vidros elétricos, volante com comandos de som, telefone e computador de bordo, luzes diurnas de led (DLR), rodas de liga leve aro 17, bancos dianteiros com aquecimento, ar-condicionado automático, entre outros, completam a lista de equipamentos de série do Leaf que é vendido em versão única e sem equipamentos opcionais.

Externamente, essa nova geração do Leaf está alinhada com a linguagem visual da Nissan. Seu visual e porte se assemelham ao do Sentra. Ele poderia ser o hatch deste sedan médio, porém, com uma carroceria mais alta, pois em sua base estão as baterias, deixando o piso bem elevado.

Essa característica influencia na ergonomia. A cabine do Leaf acomoda com conforto quatro adultos. Ombros e cabeças têm espaço de sobra. Para as pernas, a área extra não é diferente, mas, por conta desta elevação do piso, os joelhos ficam mais flexionados que o usual.

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Na posição central do banco traseiro, só uma criança se acomoda, pois, além do piso, o túnel também é alto. O porta-malas comporta ótimos 459 litros.

No interior, o design do Leaf é moderno, um pouco menos arrojado que a atualização externa. Porém, a qualidade dos acabamentos sobressai. Áreas revertidas e macias ao toque são abundantes.

Os plásticos duros têm ótima aparência e são agradáveis ao toque. Os bancos são envolventes, seguram bem o corpo em curvas, assim como sua espuma rígida confere elevada sustentação ao mesmo.

Hatch médio é empolgante ao volante, além de estável, confortável e silencioso

O DC Auto acompanhou um grupo de jornalistas em breve viagem entre Belo Horizonte (MG) e Ouro Preto (MG).

No acidentado percurso que liga duas das três capitais históricas do Estado, os jornalistas se dividiram em duplas e conduziram economicamente para chegarem ao destino com o menor consumo energético possível.

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O melhor desempenho registrou 12,7 kW/100 km. Isto é, foram 7,87 km/ kW, uma ótima média, bem acima da propagada pela Nissan. Neste consumo, seria possível circular 315 km, 45 km a mais em autonomia divulgada pela marca.

Neste percurso de exatos 92 km, foi possível aproveitar as longas decidas para recarregar as baterias. A experiência mostrou que, conduzindo economicamente, usando bem os recursos de regeneração de energia, é possível aproveitar os declives para recuperar boa parte da energia gasta nos trechos planos e em aclives das rodovias.

Em gráfico, na apresentação do modelo, a Nissan mostrou que o custo da energia elétrica consumida no Leaf, em comparação ao custo da gasolina usada em um carro de porte similar, pode ser até cinco vezes menor ao cumprirem um mesmo percurso.

Ao pisarmos forte no acelerador, o Leaf se desloca como um carro duas vezes mais potente do que ele, mas continua sem emitir sons. Ao contrário do que dizem os críticos, a sensação de dirigir um elétrico assim é mais empolgante que a maioria dos carros, prazer superado apenas por modelos realmente esportivos.

No mais, o Leaf é pesado e tem um baixo centro de gravidade, o que favorece a estabilidade. Mesmo assim, o acerto das suspensões garante conforto ao rodar, isolando corretamente a cabine das irregularidades do solo.

Test Drive Leaf Etapa MG-254Fotos: Marco Antônio Teixeira / Nissan / Divulgação

A direção elétrica é bem calibrada, leve em manobras e ganha peso progressivamente em velocidades médias e altas.

O silencioso motor elétrico deixa evidente qualquer outro ruído externo ou emitido pelo carro. Porém, na cabine do Leaf quase não se ouve nada, sinal do ótimo isolamento acústico e da qualidade dos sistemas de suspensão e direção, assim como da boa penetração aerodinâmica da carroceria.

Importados e equipados com as mais novas tecnologias automotivas existentes, os carros elétricos são caros no Brasil. Com o Leaf não é diferente. Seu preço está acima dos modelos de entrada que custam R$ 250 mil, em média, mas são hatches compactos e subcompactos.

Sendo o Leaf um hatch médio e com acabamento superior ao da concorrência, seu preço inicial de R$ 293,70 mil é competitivo e deve torná-lo um sucesso, também, em Minas Gerais.

*Colaborador

**Viagem a convite da Nissan

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Nova Ram 3500 chega para elevar o nível da marca e do segmento

Da Redação

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Desde que a primeira Ram 2500 foi importada oficialmente para o Brasil, em 2005, nunca houve uma picape superior a ela no mercado.

Em abril de 2021 a marca Ram começou as entregas do seu segundo produto, a 1500 Rebel, e agora, menos de um ano depois, está chegando a nova Ram 3500, para representar não apenas o novo topo da marca, mas de todo o segmento de picapes.

A novidade já está nas 55 concessionárias da Ram para entregar doses ainda maiores dos quatro pilares da marca: força, capacidade, luxo e tecnologia.

A 3500 é o primeiro modelo da Ram a ser lançado em duas versões bem destacadas, a Laramie (que inclui ainda a opção Night Edition) e a Limited Longhorn, configuração inédita no País que carrega o máximo de sofisticação dentro da marca.

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O coração da Ram 3500 é o motor Cummins turbo diesel de 6,7 litros em uma versão ainda mais forte. Com seis cilindros em linha, essa verdadeira usina de força despeja 377 cv a 2.800 rpm, a maior potência entre todas as picapes a diesel no Brasil (são 12 cv a mais do que na Ram 2500).

O torque é de 1.150 Nm a 1.700 rpm, número recorde no segmento (e superior em 65 Nm ao da Ram 2500). Diferentemente da 2500, a Ram 3500 conta com o sistema SCR (Selective Catalytic Reduction), que utiliza o Arla 32 para tratar os gases de exaustão e reduzir a emissão de poluentes.

O bloco é feito de ferro fundido vermicular, material que proporciona maior resistência estrutural, menores níveis de ruído, vibração e aspereza (NVH na sigla inglesa) e ajuda a reduzir o peso geral do conjunto. De última geração, a turbina é de geometria variável (VGT).

Quanto ao sistema de transmissão, o câmbio é automático de seis (6) marchas. Um de seus pontos altos é o solenóide de força variável (VFS) do conversor de torque, que tem a função de suavizar as trocas na passagem de R (ré) ou D (Drive) para a posição P (Park).

Por meio de comandos eletrônicos no painel, o condutor escolhe entre os três modos de tração, 4×2, 4×4 ou 4×4 reduzida, e o diferencial traseiro é antideslizante.

A Ram 3500 tem números inigualáveis quando se fala em carga e reboque. E o responsável não é somente o motor Cummins e toda sua força.

Há outros fatores determinantes, como o chassi extremamente rígido, formado com 98,5% de aços de alta resistência e a suspensão exclusiva, com molas longitudinais, resultando em muita aptidão para o trabalho pesado, honrando a categoria Heavy Duty da qual faz parte, mas sem renunciar ao conforto de rodagem de uma picape premium.

Dessa forma, a 3500 é capaz de transportar uma carga de até 1.752 kg e rebocar até 9.021 kg. Muito à frente de qualquer outra picape vendida no Brasil, até mesmo a Ram 2500, que pode carregar 1.088 kg e rebocar 7.861 kg (respectivamente 664 kg e 1.160 kg a menos).

Toda essa capacidade é assistida com o limitador de marchas, controle eletrônico do freio do reboque, além do Diesel Exhaust Brake e função Tow/Haul.

Quando equipada com pré-disposição de fábrica para reboque na caçamba (propício para trailers do tipo quinta roda ou gooseneck, muito utilizado por clientes da Ram), outra exclusividade da 3500, o compartimento de carga tem capacidade de 1.628 litros.

Nesta configuração, a caçamba ainda conta com tomada interna de 115v e duas tomadas para trailer, de 7 e 12 pinos.

Sem essa preparação, a caçamba conta com as duas práticas gavetas laterais RamBox, que são totalmente vedadas, podem ser trancadas e têm 122 litros de volume cada. Com os compartimentos laterais, a caçamba ainda impressiona: são 1.280 litros de capacidade.

Independente da configuração, a caçamba da Ram 3500 possui revestimento especial, aplicado através de spray, além de iluminação a LED.

Até os espelhos retrovisores externos contribuem para a capacidade da picape. Eles são multifuncionais, com duas lentes com comandos elétricos independentes, antiembaçamento, luzes de posição, giro e de cortesia.

Sem falar que os espelhos podem ser colocados de forma vertical, para aumentar o campo de visão quando se está puxando um trailer.

A Nova Ram 3500 Limited Longhorn exibe o máximo da sofisticação da marca. Basta abrir a porta, subir no estribo elétrico retrátil de série (também na Laramie Night Edition) e entrar na cabine. Imediatamente se está cercado de materiais nobres como couro Natura Plus e madeira legítima por todos os lados.

Numa elegante combinação de marrom Cattle Tan e preto, o couro tem costuras contrastantes e não reveste apenas os bancos como também várias superfícies: parte do volante, a alavanca de câmbio, a cobertura e a porção interior do painel, as alças de acesso ao interior, o apoio dos braços e o painel superior das portas e o apoio dos braços central, que também serve como tampa do enorme porta-objetos.

Por sua vez, a madeira, em diferentes texturas, está presente em partes do volante, faixas nas portas, console central e detalhes do painel. O material empresta ainda mais exclusividade à Ram 3500, pois cada picape tem detalhes diferentes, devido às próprias características da madeira.

Um dos toques mais chamativos é a faixa à frente do passageiro dianteiro, com o nome da versão (Limited Longhorn Edition) impresso a laser.

Também saltam aos olhos os acabamentos dourados com filigranas nos aros do velocímetro e do conta-giros, no painel e console central.

Até os tapetes da 3500 Limited Longhorn são especiais, com o emblema da versão, desenhos em alto relevo com temática country e parte do tipo Berbere, que pode ser destacada para facilitar a limpeza. A inspiração western se vê também nas fivelas dos porta-revistas nas costas dos bancos dianteiros.

Externamente, a Ram 3500 Limited Longhorn se destaca por grade e rodas exclusivas e pela pintura two-tone (bicolor), com a parte superior da carroceria em branco Pérola e com a porção inferior da cabine, arcos de roda, para-choques e detalhes das rodas em Marrom Walnut.

Outra combinação existente apenas na versão de topo da Ram 3500 é vermelho Delmonico (também perolizada) com os acabamentos cromados.

O nível de recursos tecnológicos de série da Ram 3500 Limited Longhorn é mais um ponto alto. A começar pela dianteira, com os faróis Full LED Matrix direcionais, exclusivos no segmento de picapes.

Essa tecnologia aumenta a visibilidade noturna em curvas, com o projetor seguindo a posição do volante, virando em até 15° o farol do lado da curva e em até 5° o do lado oposto.

Há ainda muitos outros itens de destaque (que também fazem parte da versão Laramie Night Edition) como: espelho retrovisor digital, amplo pacote de assistências à condução (ADAS), com controle de cruzeiro adaptativo com parada, alerta de colisão frontal com frenagem autônoma e assistente de permanência em faixa e sistema de som premium da Harman Kardon, com 17 alto-falantes e 1 subwoofer (na Laramie o áudio, também premium, é da Alpine, com 10 alto-falantes e 1 subwoofer).

Todas as versões da Ram 3500 contam com câmera 360°, que facilita as manobras com a picape full size de mais de 6 metros de comprimento, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, além da exclusiva câmera de caçamba, útil para monitorar cargas ou facilitar o acoplamento no trailer.

Outro destaque desde a versão Laramie é a central multimídia Uconnect com tela de 12 polegadas e conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay para dois smartphones e cancelamento ativo de ruídos externos.

Há aquecimento e ventilação dos assentos dianteiros (os laterais de trás também são aquecidos a partir da Laramie Night Edition) e aquecimento no volante. Os pedais possuem ajustes elétricos, algo incomum no mercado. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos de 10 posições e duas memórias para o motorista.

Completam a lista de equipamentos as 9 portas USB, sendo 4 do tipo C, espalhadas pelo console central, que também acomoda um notebook de até 15 polegadas, além de duas tomadas de 115V de padrão norte americano.

E quando o assunto é porta objetos, a Ram 3500 conta com dois compartimentos no assoalho da segunda fileira de bancos, que podem ser removidos para facilitar a limpeza, bem como outro abaixo do assento da segunda fileira de bancos e uma plataforma, que pode ser aberta para transportar uma carga no interior da picape ou até mesmo dar lugar a um colchão, afinal a grandalhona possui mais de 2 metros de largura.

Entre os 28 acessórios originais Mopar da nova Ram 3500 há uma inédita câmera de trailer, que é instalada na traseira do trailer e transmite a imagem para a central multimídia do painel.

A Ram 3500 já chega ao Brasil com três opções. Veja abaixo os preços e alguns destaques de suas listas de equipamentos:

Ram 3500 Laramie – R$ 484,99 mil

– Sistema multimídia Uconnect com tela de 12 polegadas

– Câmera 360°

– Câmera de caçamba

– Retrovisor eletrocrômico

– Som premium Alpine de 10 alto-falantes e 1 subwoofer

– Cancelamento ativo de ruído

– Estribos laterais de porta a porta (dão acessos extras à caçamba)

– Controle eletrônico de freio do reboque

– Faróis Full LED

– Comutação automática dos faróis

– Controle de velocidade de cruzeiro

– Monitoramento de pontos cegos

– Bancos em couro e alcântara

– Console central modular com 39 litros de volume

– Sobretapetes de borda elevada

Ram 3500 Laramie Night Edition – R$ 509,99 mil

Todos os itens da Laramie acrescidos de:

– Retrovisor interno digital

– Som premium Harman Kardon de 17 alto-falantes e 1 subwoofer

– Estribos elétricos (se recolhem com as portas fechadas)

– Controle adaptativo de velocidade

– Alerta de colisão frontal com frenagem autônoma

– Sistema de permanência na faixa de rodagem

– Faróis e lanternas com máscara negra

– Para-choques e molduras dianteiras na cor da carroceria

– Grade, rodas e emblemas escuros

– Interior preto

Cab lights (luzes na capota, logo acima do para-brisa)

– Bancos traseiros laterais aquecidos

Ram 3500 Limited Longhorn – R$ 529,99 mil

Todos os itens acima (exceto acabamentos externos e internos escuros ou na cor da carroceria da Laramie Night Edition) acrescidos de:

– Faróis Full LED Matrix (direcionais)

– Grade e rodas com desenho exclusivo

– Ganchos de reboque e molduras das janelas com acabamento cromado

– Revestimento marrom e preto em couro Natura Plus

– Acabamentos internos com madeira legítima

– Tapetes especiais

– Emblema da versão no console central

– Opção de pintura two-tone (branco Pérola com marrom Walnut)

Fotos: Ram / Stellantis / Divulgação

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Nissan anuncia o começo da produção da nova Frontier

Da Redação

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A Nissan anunciou o início da produção da nova Frontier, fabricada em Córdoba (Argentina), para abastecer o mercado local, além da exportação para o Brasil. A previsão é de que a picape seja lançada aqui ainda no 1º semestre deste ano.

“Desde que iniciamos a produção da primeira Nissan Frontier em 2018, temos demonstrado nosso compromisso com o país e a América do Sul, apostando em nosso potencial para nos tornarmos líderes no desenvolvimento fabril, promovendo o crescimento constante da indústria, o desenvolvimento de fornecedores locais e a oportunidade de continuar gerando novos empregos”, afirmou Gonzalo Ibarzabal, presidente da Nissan Argentina.

A nova Nissan Frontier, que esta ano começará a ser exportada para o Chile e a Colômbia, atendendo às normas Euro 6, torna-se um exemplo claro do compromisso da marca japonesa com a região.

Posiciona-se também como um dos principais concorrentes do segmento por suas vendas e pela aceitação pelos clientes, garantindo a sustentabilidade do negócio e criando oportunidades para a Nissan na Argentina e na América do Sul no médio e longo prazo.

“Estamos promovendo a produção local e criando um ecossistema de oportunidades que vai da base de fornecedores, da fábrica onde a Frontier é produzida até o ponto de venda, e também contribuindo para o nosso objetivo de promover as exportações. Em setembro de 2021, atingimos a marca de 25.000 unidades da Nissan Frontier exportadas para o Brasil desde o início da produção na Argentina e nossas expectativas para este novo modelo são animadoras”, acrescentou Ibarzabal.

O reforço da presença da Nissan na Argentina não é novo. Este projeto começou em 2015, com o anúncio de um investimento de 600 milhões de dólares e uma visão clara do futuro da empresa no país.

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Em julho de 2018, o compromisso foi cumprido com o lançamento do seu primeiro marco: o nascimento da Nissan Frontier produzida localmente.

Pouco menos de três anos depois, após um investimento adicional de 130 milhões de dólares, visando principalmente a incorporação de tecnologia de alta qualidade e o desenvolvimento de novos fornecedores locais, a Nissan dá mais um passo à frente, demonstrando com ações seu genuíno interesse em colaborar com o crescimento da indústria local.

Isso é reforçado por um 2021 bem-sucedido para a empresa na Argentina, que aumentou suas vendas gerais em 26% e as da Nissan Frontier em 58%.

Sucesso que a Nissan Frontier também vem trilhando no Brasil. Em 2021, o modelo foi o que registrou o maior aumento de vendas do seu segmento no mercado brasileiro, com uma evolução de 40% em relação ao ano anterior, de acordo com a fabricante.

A nova Nissan Frontier, produzida em Córdoba, tem o respaldo de mais de 80 anos de experiência global na fabricação de veículos comerciais leves. Além disso, é o resultado de anos de pesquisas e longas fases de testes na América Latina para garantir os mais altos padrões de qualidade, informou a Nissan.

Com o anúncio do início da produção em Córdoba da nova Nissan Frontier, a empresa reafirma o objetivo de seus investimentos e o potencial da capacidade produtiva local, além de gerar um impacto positivo no crescimento da pegada fabril de alta qualidade na Argentina e na região.

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2021-nissan-navara-facelift-1160x652Fotos: Nissan / Divulgação

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Fluo ABS é o novo scooter da Yamaha

Da Redação

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O Fluo ABS é o novo scooter da Yamaha que chega para oferecer ao consumidor brasileiro, modernidade de um jeito simples, informou a fabricante.

Ele disputará mercado no segmento de modelos 125cc, dentre as opções de scooters e cub existentes nesta cilindrada.

O destaque fica para o farol em LED que tem maior amplitude e potência de iluminação, tornando a condução noturna mais segura, além de oferecer maior durabilidade e menor consumo energético.

A pilotagem ágil e divertida fica por conta do câmbio 100% automático associado ao baixo peso seco de 98 kg e motor monocilíndrico de quatro tempos com capacidade de 125 cc, sistema de injeção eletrônica, potência máxima de 9,5cv a 8.000 rpm e torque de 1,0 kgf.m a 5.500 rpm.

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A Yamaha garante que o seu funcionamento é suave, com baixos níveis de vibração em todas as rotações.

Construído em aço tubular, o chassi que equipa o Fluo ABS foi elaborado para oferecer resistência, leveza e baixo centro de gravidade, garantindo agilidade e estabilidade.

Para maior conforto, a balança da suspensão e motor trabalham integrados e são ligados ao chassi através de um link que, além de auxiliar no movimento do motor, também tem a função de minimizar as vibrações.

As suspensões do Fluo ABS possuem funcionamento progressivo capaz de garantir suavidade e estabilidade na pilotagem. Na dianteira, o garfo telescópico tem curso de 90 mm. Já na traseira, o sistema é composto por um amortecedor único, e seu curso é de 88 mm.

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Um dos destaques do novo scooter é o sistema Stop & Start, que identifica quando ele para e, automaticamente, desliga o motor. Isso reduz o consumo de combustível e emissão de poluentes. Para que o motor volte a funcionar, basta acelerar novamente.

O sistema Stop & Start da Yamaha identifica se o scooter trafega em condições normais ou em situações de tráfego intenso, modulando seu funcionamento.

Em tráfego normal, o sistema desliga o motor após a parada do scooter no tempo de 1,5 segundos e, em tráfego intenso, em que as paradas são mais frequentes, isso ocorre após 5,0 segundos.

O Stop & Start ainda é capaz de proporcionar partidas mais rápidas sem alterar a vida útil da bateria. Isso acontece graças ao sistema Smart Motor Generation System, que minimiza o consumo de energia quando o Start & Stop entra em ação, desligando o motor, e fazendo com que o pistão seja automaticamente posicionado de forma a facilitar a nova partida.

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Através de um botão no punho, o sistema por ser ativado ou desativado de acordo com a vontade do condutor.

Para quem busca diminuir ainda mais os gastos com combustível, a Fluo ABS traz em seu painel a exclusiva função ECO. Ela indica o momento de pilotagem em que o consumo de combustível é menor, auxiliando em uma condução mais econômica.

O scooter também é equipado com Smart Key.  Basta portá-la no bolso ou na mochila, por exemplo, para acionar a partida elétrica e ainda liberar, através do seletor junto à coluna de direção, o acesso ao porta objetos, tanque de combustível e bloqueio do guidão.

Com esse recurso, o condutor ganha não só em comodidade, como em segurança, já que ao se distanciar do Fluo com o Smart key, ele automaticamente garante que todas as funções do sejam bloqueadas, impedindo seu funcionamento.

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Ele é equipado com tomada 12 volts, localizada junto à coluna de direção, e garante a praticidade de recarregar o celular em qualquer momento.

O Fluo conta com a tecnologia do freio ABS na roda dianteira, oferecendo maior controle em emergências, como piso escorregadio e outras condições de baixa aderência.

Seu conjunto de freios é potente e progressivo, capaz de frenagens em curtos espaços. Na dianteira, conta com disco de 200 mm e pinça simples. Na traseira, o sistema é a tambor, com 130 de diâmetro.

O espaço de armazenagem de 25 litros comporta um capacete fechado de tamanho grande e ainda sobra espaço para mais itens do dia a dia.Para acessá-lo é fácil, um simples clique no botão junto a chave seletora localizado na coluna de direção.

O compartimento se tranca automaticamente com o distanciamento da Smart Key, garantindo mais tranquilidade e segurança para o condutor que não precisa se preocupar em esquecê-lo destravado.

O modelo ainda conta com um prático gancho junto à coluna para o transporte de pequenas sacolas e bolsas, perfeito para aquelas compras de última hora.

O assento é amplo (com 845 mm de comprimento) e tem boa ergonomia, promovendo ótima acomodação. Sua altura em relação ao solo é de 780 mm, facilitando o apoio dos pés no chão, tornando o Fluo amigável até mesmo para condutores de menor estatura e menos experientes.

O Fluo ABS conta ainda com base plana para apoio dos pés que transmite mais comodidade e segurança, e o escudo em frente as pernas ainda oferece proteção contra sujeira e água.

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Para proporcionar mais conforto ao garupa, além do amplo espaço no banco, possui apoio para as mãos, em alumínio, e as pedaleiras ajustáveis em 25 mm.

As rodas com diâmetro de 12 polegadas contribuem para agilidade, tornando-o capaz de realizar mudanças bruscas de direção com facilidade e grande rapidez, comuns na condução urbana.

Os pneus têm as medidas de 100/90 R12 na dianteira e 110/90 R 12 na traseira. Eles são mais largos, garantindo maior área de contato com o piso, promovendo maior aderência, e por terem o perfil alto, contribuem para filtrarem irregularidades do pavimento, minimizando os solavancos.

O acesso ao tanque, cuja capacidade é 4,2 litros, é super prático, fica à frente do condutor, assim como o botão que destrava a tampa, junto a coluna de direção. Não é necessário levantar o banco para abastecê-lo.

Ele é equipado com sistema Auto-stop incorporado ao apoio lateral, que o desliga automaticamente quando acionado e ainda impede a saída do scooter com o apoio abaixado. Além do apoio lateral, o Fluo também conta com o Cavalete Central como item de série.

O novo Fluo ABS conta com 4 anos de garantia, e participa do programa de Revisão Preço Fixo Yamaha.

O cliente encontra o mesmo preço e padrão de serviço em todas as concessionárias participantes, podendo parcelar em até 6X no cartão de crédito. As duas primeiras revisões têm mão de obra gratuita, segundo a fabricante.

O Fluo ABS estará disponível no início de abril ao preço público sugerido de R$ 13,39 mil + frete (exceto Estado de São Paulo), e terá três opções de cores: Racing Blue (azul metálico), Midinight Black (preto sólido) e branco Cristal (branco Sólido).

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2023_FLUO-3848Fotos: Yamaha / Divulgação

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Volvo apresenta o C40 Recharge, novo modelo 100% elétrico

Crossover chega ao Brasil com muita personalidade e sistema multimídia do Google

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 18/03/2022)

0051 - Volvo C40 Recharge - Foto Fabio Aro

Ousado, atual e muito tecnológico. O Volvo C40 Recharge Pure Electric é o primeiro veículo da marca que nasceu para ser unicamente elétrico, e acaba de chegar ao Brasil.

O C40 traz todo o conforto de um SUV com o design de um coupé. “Ele é mais um marco para a Volvo Cars aqui no Brasil, graças a seus atributos inovadores e respeito pelo meio ambiente”, garante João Oliveira, diretor geral de operações e inovação da Volvo Car Brasil.

Com traços únicos e repletos de personalidade, tudo começa nas linhas laterais, com design feito para preservar o traço marcante e o espaço interno. O perfil lateral estreito cruzado traz uma nova silhueta à gama de automóveis Volvo.

Os aerofólios e spoilers traseiros bem evidentes trazem para o desenho do carro as linhas arrojadas e futuristas, que proporcionam maior aerodinâmica e autonomia através da menor resistência ao ar.

0050 - Volvo C40 Recharge - Foto Fabio Aro

O teto preto também é um elemento de design com a assinatura contrastante, que aprimora ainda mais o design dinâmico e arrojado do carro.

Completando o visual, as grandes rodas de liga leve de cinco raios com corte de diamante com superfícies contrastantes de alumínio polido bruto e pintura preta brilhante.

Por dentro, o interior traz o sofisticado acabamento chamado pela Volvo de Topography, com detalhes translúcidos em formas de mapas topográficos, inspirado no Parque Nacional de Abisko, no norte da Suécia.

E está em perfeita harmonia com a exclusiva cor Fjord Blue, que adiciona um design distinto ao interior e teve sua inspiração nas geleiras escandinavas, informou a marca sueca.

0065 - Volvo C40 Recharge - Foto Fabio Aro

Outro destaque do C40 Recharge, que une design com tecnologia é o teto panorâmico, que se estende desde os bancos traseiros até os bancos dianteiros.

Com vidro escuro fixo laminado de alta tecnologia com revestimento IR, otimiza o conforto em todas as condições climáticas, auxiliando na redução de ruídos externos, minimiza a entrada de luz em até 95%, oferece proteção UV de 99,5% e bloqueia cerca de 80% da radiação de calor do sol.

Interior sem couro – A Volvo Cars está na vanguarda para oferecer aos consumidores materiais de interior sustentáveis e de alta qualidade. Os novos acabamentos internos sem couro são desenvolvidos com o mais alto padrão de qualidade e oferecem excelente desempenho.

A Volvo Cars está assumindo uma posição ética a favor do bem-estar animal com a meta de fazer todos os seus futuros carros totalmente elétricos sem couro, usando, em substituição, materiais de alta qualidade feitos de fontes sustentáveis.

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62025 - Volvo C40 - Foto Pedro Dantas (21)

Assim como os bancos, o volante, estofamentos e a alavanca de câmbio são 100% livres de couro. As superfícies dos tapetes são feitas de garrafas PET recicladas e a decoração Topography é feita de plásticos reciclados.

O novo revestimento Microtech é um plástico tricotado, um material à base de PVC com um suporte têxtil feito de poliéster 100% reciclado.

Powertrain 100% elétrico – O Volvo C40 Recharge traz o que há de mais moderno em propulsores elétricos. Com dois motores elétricos P8 AWD (All Wheel Drive), a potência é de 408 cv e, o torque, de 660 Nm.

Com a adição do powertrain de tração integral totalmente elétrico, e a tecnologia da bateria de 78 kWh, o carro oferece um alcance de cerca de 440 km (WLTP – Worldwide Harmonised Light Vehicles Test Procedure) com uma única carga.

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E com um sistema de carregamento rápido, a bateria carrega até 80% de sua capacidade em 40 minutos, de acordo com a Volvo.

Graças à moderna construção, o C40 Recharge foi pensado para otimizar a aerodinâmica, aumentando a autonomia e permitindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,7 segundos, com limitador de 180 km/h.

Um dos destaques está no One Pedal Drive, um recurso que pode ser acionado dentro do veículo e torna a aceleração e frenagem muito mais práticas através de um único pedal.

Ou seja, para acelerar, basta pressionar o pedal e, para frear, é só ir aliviando o pé que o carro vai parando de acordo com a força que é exercida. Uma vez utilizando essa funcionalidade, a regeneração de energia se torna ainda mais eficiente, e ainda amplia a autonomia.

0079 - Volvo C40 Recharge - Foto Fabio Aro

Sistema Google Automotive ServicesO C40 Recharge é equipado com o moderno sistema multimídia Google Automotive Services, que integra o carro aos mais avançados recursos do Google.

O sistema repensa a natureza do infoentretenimento do carro e tem uma interface fácil de usar com uma conectividade incomparável.

“Buscamos dar aos clientes a mesma experiência que eles estão acostumados em seus telefones, mas adaptados para interação mãos livres enquanto dirigem. Dentre os recursos está o comando de voz, além do acesso a um ecossistema de aplicativos nativos no carro via Google Play”, destacou André Bassetto, diretor de produto e pós-vendas.

O assistente também pode controlar a temperatura, definir um destino, tocar música e podcasts, e enviar mensagens, tudo isso apenas por comando de voz, sem tirar as mãos no volante.

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Além disso, possui atualizações over-the-air (OTA), deixando o sistema sempre atualizado com a versão mais recente. Está totalmente integrado com os autos falantes premium da Harman Kardon, com uma qualidade sonora destacada em todo o interior.

Versatilidade e praticidade – Sem o motor à combustão na parte dianteira, foi possível a criação de um bagageiro frontal, além do porta-malas traseiro de 413 litros, que tem ainda a abertura e fechamento elétrico com a função hands-free.

No interior, soluções de armazenamento inteligentes para garrafas de água, smartphones, portáteis, comidas e muito mais, bem como um compartimento frontal com o carregamento por indução para celulares.

Para ligar o veículo, mais uma boa novidade: o C40 não tem botão de partida. O carro é ligado no momento em que o condutor entra com a chave no bolso, afivela os cintos e seleciona o câmbio na posição D. Para desligar, basta colocar em P e sair do veículo.

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Tecnologia – O Volvo C40 Recharge oferece avançadas assistências à condução, como a moderna câmera 360 graus que, junto ao Alerta de Tráfego Cruzado (CTA), com frenagem automática, auxilia e evita colisões em saídas e entradas de vagas de estacionamento.

O modelo conta, também, com Sistema de Alerta de Mudança de Faixa (LKA) e Sistema de Alerta de Ponto Cego (BLIS).

Outra tecnologia é o City Safety, que reconhece pedestres, ciclistas e animais de grande porte e pode frear e até esterçar o volante para evitar ou minimizar uma colisão.

O veículo vem equipado com o Pilot Assist e Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC), que conta com sensores e câmeras que monitoram as faixas das vias e um sistema que comanda a aceleração e a frenagem auxiliando no deslocamento do veículo, por exemplo, ao contornar curvas abertas em rodovias, além de controlar a distância do carro adiante.

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Com esse pacote de segurança, o C40 Recharge conquistou o cobiçado prêmio Top Safety Pick+ (TSP+) 2022 do Instituto de Segurança Rodoviária (IIHS).

O certificado máximo é dado apenas aos veículos que fornecem o mais alto nível de segurança. A Volvo continua a definir o benchmark para sistemas de segurança, incorporando frenagem automática de emergência, aviso de colisão frontal e detecção de pedestres e ciclistas como padrão em todos os veículos.

Também pensando em segurança, o C40 Recharge possui a Care Key, que permite a regulagem do limite de velocidade através de uma programação com a chave principal. Assim, ao usá-la no carro, a máxima velocidade estabelecida fica demarcada e o veículo opera conforme programado.

Além disso, a marca oferece o Volvo On Call, um serviço de segurança, proteção e conveniência que oferece assistência 24h e auxílio de emergência.

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Extremamente útil, permite ao condutor, por meio de seu aplicativo no smartphone, verificar o nível da bateria, trancar e abrir as portas, climatizar a cabine à distância, entre outros.

O C40 Recharge conta com um pacote de serviços agregados por três anos, além do pacote de internet disponível na central multimídia. O novo crossover da Volvo chega ao Brasil com o preço sugerido de R$ 419,95 mil.

Ficha Técnica:

Motor – P8 Electric

Tração – AWD

Potência – 408 cv

Torque – 660 Nm

Capacidade da Bateria – 78 kWh

Aceleração 0 – 100 km/h – 4,7 segundos

Velocidade Máxima – 180 km/h (limitada eletronicamente)

Capacidade do Porta-Malas – 413 litros

Altura – 1,59 metro

Comprimento – 4,44 metros

Largura – 2,03 metros (com retrovisores)

Distância Entre-Eixos – 2,70 metros

1001 - Volvo C40 - Foto Pedro Dantas - 0002Fotos: Fábio Aro / Pedro Dhantas / Volvo Cars / Divulgação

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